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Transcrição:

Válido até 22/01/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada LARGO DE ÂMBAR, 126, R/C ESQº Localidade SÃO DOMINGOS DE RANA Freguesia S. DOMINGOS DE RANA Concelho CASCAIS GPS 38.711198, -9.326610 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL 1 ª Conservatória do Registo Predial de CASCAIS Nº de Inscrição na Conservatória 8742 Artigo Matricial nº 18533 Fração Autónoma A INFORMAÇÃO ADICIONAL Área útil de Pavimento 91,56 m² Este certificado apresenta a classificação energética deste edifício ou fração. Esta classificação é calculada comparando o desempenho energético deste edifício nas condições atuais, com o desempenho que este obteria nas condições mínimas (com base em valores de referência) a que estão obrigados os edifícios novos. Obtenha mais informação sobre a certificação energética no site da ADENE em www.adene.pt INDICADORES DE DESEMPENHO Determinam a classe energética do edifício e a eficiência na utilização de energia, incluindo o contributo de fontes renováveis. São apresentados comparativamente a um valor de referência e calculados em condições padrão. CLASSE ENERGÉTICA Mais eficiente Referência: Aquecimento 48 kwh/m².ano Edifício: 95 kwh/m².ano Renovável - % 100% MENOS eficiente Referência: Arrefecimento 4,6 kwh/m².ano Edifício: - kwh/m².ano Renovável - % 100% MAIS eficiente 146% Referência: Água Quente Sanitária 23 kwh/m².ano Edifício: 24 kwh/m².ano Renovável - % 6% MENOS eficiente Menos eficiente ENERGIA RENOVÁVEL Contributo de energia renovável no consumo de energia deste edifício. EMISSÕES DE CO 2 Emissões de CO 2 estimadas devido ao consumo de energia. 0% 2,2 toneladas/ano 1 de 7

DESCRIÇÃO SUCINTA DO EDIFÍCIO OU FRAÇÃO Fracção de habitação, de um edifício Multifamiliar localizada no Arneiro concelho de Cascais (zona climática I1-V2), a uma altitude de 85 m. A fracção possui fachadas na orientação Sul/Este/Norte e é de tipologia T2, composta por uma sala, uma cozinha, 2 quartos, 3 instalações sanitárias, um hall de entrada e um hall de acesso aos quartos. Apresenta inércia térmica Média e a ventilação processa-se de forma natural. Como sistema de aquecimento encontra-se instalado um sistema de aquecimento central por caldeira a gás. Não se encontra instalado qualquer sistema de arrefecimento. O sistema de produção de águas quentes sanitárias faz-se através de Caldeira mural. A fracção não dispõe de colector(es) Solar(es). Os usos da envolvente inferior e superior são: por cima habitação e por baixo garagem ou arrecadações. COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS DA HABITAÇÃO Descreve e classifica o comportamento térmico dos elementos construtivos mais representativos desta habitação. Uma classificação de 5 estrelas, expressa a referência adequada para esses elementos, tendo em conta, entre outros factores, as condições climáticas onde o edifício se localiza. Tipo Descrição das Principais Soluções Classificação PAREDES Parede simples ou duplas rebocadas (posterior a 1960) Parede dupla sem isolamento térmico COBERTURAS PAVIMENTOS Pavimento sem isolamento térmico JANELAS Janela Simples com Caixilharia metálica com corte térmico com vidro duplo e com proteção solar pelo exterior Janela Simples com Caixilharia metálica sem corte térmico com vidro simples e sem proteção solar Soluções sem isolamento, referem-se a soluções onde não existe isolamento térmico ou que não foi possível comprovar a sua existência. A classificação de janelas, inclui o contributo de eventuais dispositivos de oclusão noturna. Pior Melhor PERDAS E GANHOS DE CALOR DA HABITAÇÃO Os elementos construtivos contribuem para o consumo de energia associado à climatização e para o conforto na habitação. A informação apresentada, indica o contributo desses elementos, bem como, os locais onde ocorrem perdas e ganhos de calor. 10% Ventilação 0% Cobertura 0% Cobertura INVERNO 109% PIOR 10% Janelas 37% Paredes e portas VERÃO 64% MELHOR 49% Janelas 41% Internos 9% Paredes e portas 43% Pavimento 2 de 7

PROPOSTAS DE MEDIDAS DE MELHORIA As medidas propostas foram identificadas pelo Perito Qualificado e têm como objectivo a melhoria do desempenho energético do edifício. A implementação destas medidas, para além de reduzir a fatura energética anual, poderá contribuir para uma melhoria na classificação energética. Nº da Medida Aplicação Descrição da Medida de Melhoria Proposta Custo Estimado do Investimento Redução Anual Estimada da Fatura Energética Classe Energética (após medida) Aplicação de isolamento térmico sobre a laje de pavimento interior 4.000 até 240 CONJUNTO DE MEDIDAS DE MELHORIA Representa o impacto a nível financeiro e do desempenho energético na habitação, que este conjunto de medidas de melhoria terá, se for implementado. 4.000 CUSTO TOTAL ESTIMADO DO INVESTIMENTO até 240 REDUÇÃO ANUAL ESTIMADA DA FATURA CLASSE ENERGÉTICA APÓS MEDIDA RECOMENDAÇÕES SOBRE SISTEMAS TÉCNICOS Os sistemas técnicos dos edifícios de habitação, com especial relevância para os equipamentos responsáveis pela produção de águas quentes sanitárias, aquecimento e arrefecimento são determinantes no consumo de energia. Face a essa importância é essencial que sejam promovidas, com regularidade, ações que assegurem o correto funcionamento desses equipamentos, especialmente em sistemas com caldeiras que produzam água quente sanitária e/ou aquecimento, bem como sistemas de ar condicionado. Neste sentido, é recomendável que sejam realizadas ações de manutenção e inspeção regulares a esses sistemas, por técnicos qualificados. Estas ações contribuem para manter os sistemas regulados de acordo com as suas especificações, garantir a segurança e o funcionamento otimizado do ponto de vista energético e ambiental. Nas situações de aquisição de novos equipamentos ou de substituição dos atuais, deverá obter, através de um técnico qualificado, informação sobre o dimensionamento e características adequadas em função das necessidades. A escolha correta de um equipamento permitirá otimizar os custos energéticos e de manutenção durante a vida útil do mesmo. Estas recomendações foram produzidas pela ADENE - Agência para a energia. Caso necessite de obter mais informações sobre como melhorar o desempenho dos seus equipamentos, contacte esta agência ou um técnico qualificado. 3 de 7

DEFINIÇÕES Energia Renovável - Energia proveniente de recursos naturais renováveis como o sol, vento, água, biomassa, geotermia entre outras, cuja utilização para suprimento dos diversos usos no edifício contribui para a redução do consumo de energia fóssil deste. Emissões CO 2 - Indicador que traduz a quantidade de gases de efeito de estufa libertados para a atmosfera em resultado do consumo de energia nos diversos usos considerados no edifício. Valores de Referência - Valores que expressam o desempenho energético dos elementos construtivos ou sistemas técnicos e que conduzem ao cenário de referência determinado para efeito de comparação com o edifício real. Condições Padrão - Condições consideradas na avaliação do desempenho energético do edifício, admitindo-se para este efeito, uma temperatura interior de 18ºC na estacão de aquecimento e 25ºC na estação de arrefecimento, bem como o aquecimento de uma determinada quantidade de água quente sanitária, em função da tipologia da habitação. INFORMAÇÃO ADICIONAL Tipo de Certificado Existente Nome do PQ MARTA MARGARIDA ESCOVAL CARNEIRO Número do PQ PQ01485 Data de Emissão 22/01/2015 Código do Ponto de Entrega de Consumo NOTAS E OBSERVAÇÕES A classe energética foi determinada com base na comparação do desempenho energético do edifício nas condições em que este se encontra, face ao desempenho que o mesmo teria com uma envolvente e sistemas técnicos de referência. Considera-se que os edifícios devem garantir as condições de conforto dos ocupantes, pelo que, caso não existam sistemas de climatização no edifício/fração, assume-se a sua existência por forma a permitir comparações objetivas entre edifícios. Os consumos efetivos do edifício/fração podem divergir dos consumos previstos neste certificado, pois dependem da ocupação e padrões de comportamento dos utilizadores. O presente certificado é relativo a uma fracção de um edifício existente. A emissão do presente certificado teve como base nas evidências recolhidas e verificadas pelo PQ. Foi rectificada a morada no certificado para Largo de Âmbar, 126, R/C Esqº, São Domingos de Rana. Foi entregue pelo proprietário cópia dos seguintes documentos: Registo Predial, Caderneta Predial e planta da fracção. Para efeitos de cálculo foram seguidas as disposições do DL118/2013 e a regulamentação nas portarias e despachos que o complementam. Os valores para os coeficientes de transmissão térmica (U) foram majorados para efeito de determinação da classe energética e foi utilizado o ITE50 e ITE54 do LNEC. Adopção de práticas que permitam aumentar o conforto térmico e reduzir a factura energética através da implementação de medidas racionais de utilização de energia: Recomendações na estação de aquecimento (inverno): Calafetar portas e janelas da habitação (caso haja necessidade); Evitar abrir janelas por períodos prolongados, abrir antes portadas, estores ou cortinas para entrar a radiação solar; Durante a noite fechar as portadas, estores ou cortinas (conferindo maior isolamento térmico aos vãos) Recomendações na estação de arrefecimento (Verão): Fechar portadas, estores ou cortinas durante as horas mais quentes do dia; Ventilar a casa à noite. Recomendações gerais: Evitar deixar os equipamentos em standby; Caso necessite de novos electrodomésticos e equipamentos, opte por classe energética A ou superior; Reduzir ao máximo o tempo de abertura da porta do frigorífico e congelador; Regular correctamente os equipamentos de climatização; A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes ou de LED é tida como a mais importante medida de controlo das emissões de gases com efeito de estufa. 4 de 7

Esta secção do certificado energético apresenta, em detalhe, os elementos considerados pelo Perito Qualificado no processo de certificação do edifício/fração. Esta informação encontra-se desagregada entre os principais indicadores energéticos e dados climáticos relativos ao local do edifício, bem como as soluções construtivas e sistemas técnicos identificados em projeto e/ou durante a visita ao imóvel. As soluções construtivas e sistemas técnicos encontram-se caracterizados tendo por base a melhor informação recolhida pelo Perito Qualificado e apresentam uma indicação dos valores referenciais ou limites admissíveis (quando aplicáveis). RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES Sigla Descrição Valor / Referência Nic Necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento (kwh/m².ano) 85,4 / 40,8 DADOS CLIMÁTICOS Descrição Altitude Valor 85 m Nvc Necessidades nominais anuais de energia útil para arrefecimento (kwh/m².ano) 4,6 / 12,8 Qa Energia útil para preparação de água quente sanitária (kwh/ano) 1.783,0 / 1.783,0 Graus-dia (18º C) 1030 Temperatura média exterior ( l / V) 10,9 / 21,9 C Wvm Energia elétrica necessária ao funcionamento dos ventiladores (kwh/ano) 0,0 Eren Energia produzida a partir de fontes renováveis (kwh/ano) 0,0 / -* Eren, ext Energia exportada proveniente de fontes renováveis (kwh/ano) 0,0 Ntc Necessidades nominais anuais globais de energia primária (kwh ep /m².ano) 118,9 / 81,5 * respeitante à contribuição mínima a que estão sujeitos os edifícios novos ou grandes intervenções, quando aplicável Zona Climática de inverno Zona Climática de verão Duração da estação de aquecimento Duração da estação de arrefecimento I1 V2 5,2 meses 4,0 meses PAREDES, COBERTURAS, PAVIMENTOS E PONTES TÉRMICAS PLANAS Paredes Parede exterior, rebocada e pintada ou com revestimento cerâmico de cor clara ou escura, com uma espessura total da parede, incluindo os revestimentos, de 35 cm, com coeficiente de transmissão térmica (U) igual a 0,96 W/(m2.ºC), segundo a ITE54. Área Total e Orientação [m²] 12 1.0 13 Coeficiente de Transmissão Térmica* [W/m².ºC] Solução Referência Máximo 0,96 0,50-4.9 Parede interior em alvenaria, de separação com a circulação comum, com revestimento aderente em ambas as faces, com uma espessura total da parede de 24 cm, com coeficiente de transmissão térmica (U) igual a 1,16 W/(m2.ºC), segundo a ITE54. 19,4 1,16 0,50 - Parede interior em alvenaria, de separação com a marquise da cozinha, com revestimento aderente em ambas as faces, com uma espessura total da parede de 35 cm, com coeficiente de transmissão térmica (U) igual a 0,88 W/(m2.ºC), segundo a ITE54. 3,8 0,88 0,50 - Parede interior, no interior com estuque e pintada, por não se saber a espessura considera-se para efeitos de cálculo com 0,18 a 0,20 m. 25,2 1,47 0,50 - Parede interior, no interior com estuque e pintada, por não se saber a espessura considera-se para efeitos de cálculo com 0,18 a 0,20 m. 25,1 1,47 1,00 - Pavimentos 5 de 7

Pavimento pesado em contacto com garagem, com revestimento interior em material cerâmico ou pavimento flutuante, para efeitos de calculo não é considerado qualquer isolamento térmico. 91,6 2,21 0,40 - VÃOS ENVIDRAÇADOS * Menores valores representam soluções mais eficientes. Área Total e Orientação [m²] Coef. de Transmissão Térmica*[W/m².ºC] Solução Referência Vidro Fator Solar Global Vão exterior simples, com caixilharia de correr em alumínio com corte térmico, sem classificação, vidro duplo incolor corrente, com coeficiente de transmissão térmica (U) igual a 2,7 W/(m2.ºC) persiana exterior de réguas metálicas ou plásticas de cor clara 5.6 4.9 2,70 2,90 0,75 0,04 Vão interior simples, com caixilharia giratória em alumínio, vidro simples incolor corrente. 2,3 3,98 2,90 - Vão interior simples, com caixilharia fixa em alumínio, vidro simples incolor corrente. 0,7 3,90 2,90 - * Menores valores representam soluções mais eficientes. SISTEMAS TÉCNICOS E VENTILAÇÃO Uso Consumo de Energia [kwh/ano] Potência Nominal [kw] Desempenho Nominal* Solução Ref. Caldeira Encontra-se instalada/o e a funcionar um/a Caldeira mural. O equipamento funciona a gás natural. O equipamento é da marca Immergas, modelo Eolo Star, com a potencia útil nominal de 23,3 Kw para aquecimento de águas quentes sanitárias e aquecimento central da totalidade da fracção. Não é visível o isolamento térmico na rede de distribuição de AQS. O sistema encontra-se num bom estado de conservação. 2.201,19 23,30 0,90 0,86 8.692,50 23,30 0,90 0,86 *Valores maiores representam soluções mais eficientes. 6 de 7

Uso Taxa nominal de renovação de ar (h -1 ) Solução Mínimo Ventilação Localiza-se na periferia de uma zona urbana. A fracção não cumpre a norma NP1037-1. A ventilação processa-se de forma natural. A altura ao solo e cerca de 3 m. A taxa de renovação horária, para efeito de cálculo, é de 0,47 rph. 0,47 0,40 Aquecimento Arrefecimento Água Quente Sanitária Produção de Energia Ventilação e Extração 7 de 7