ADITAMENTO BOLETIM GERAL



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Polícia Militar do Pará Comando Geral Ajudância Geral ADITAMENTO BOLETIM GERAL Belém Pará 19 ABR 2002 Adit. ao BG Nº 073 Para conhecimento dos Órgãos subordinados e execução, publico o seguinte: I PARTE (Serviços Diários) Sem Alteração II PARTE (Instrução) Sem Alteração III PARTE (Assuntos Gerais e Administrativos) 1 - ASSUNTOS GERAIS Sem Alteração PMPA/AJG Pág. 1

2 - ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS PORTARIA Nº 001 DE 19 DE ABRIL DE 2002 - CORREG O Comandante Geral da PMPA, usando de suas atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 74, do Decreto nº 2.479, de 15 de outubro de 1982 (Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Pará-RDPM), e Considerando os princípios constitucionais que regem a Administração Pública, previstos no Art. 37 da Constituição Federal de 1988, principalmente a legalidade; Considerando que o inciso LIV do Art. 5º da referida Lex Fundamentalis determina que ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal (sem grifos no original); Considerando o disposto no Art. 5º, inciso LV da Constituição Federal de 1988, que assegura aos litigantes, em processo judicial ou administrativo e aos acusados em geral o contraditório e a ampla defesa; Considerando finalmente a necessidade de se padronizar os procedimentos administrativos disciplinares no âmbito da Polícia Militar do Estado do Pará, a fim de resguardar aos militares estaduais os direitos consagrados pela Constituição Federal e legislações militares pertinentes; RESOLVE: TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS DA FINALIDADE Art. 1º - Esta Portaria tem por finalidade orientar a instrução da Sindicância Disciplinar e do Processo Administrativo Disciplinar, observando, dentre outros, a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. DAS AUTORIDADES COMPETENTES PARA A INSTAURAÇÃO Art. 2º - São Autoridades Administrativas Militares competentes para instaurar a sindicância e o processo administrativo disciplinar, as autoridades previstas à aplicação do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar, podendo as mesmas delegarem, através de portaria, suas atribuições para a instrução desses procedimentos. DA INSTAURAÇÃO Art. 3 A Sindicância, e o Processo Administrativo Disciplinar são instaurados mediante Portaria: a) De Ofício, pela autoridade policial militar em cujo âmbito de comando haja ocorrido a infração disciplinar, observada a hierarquia; b) Por determinação ou delegação da autoridade policial militar superior; c) Em virtude de requisição do Poder Judiciário ou do Ministério Público; d) A requerimento da parte ofendida ou de quem legalmente a represente, ou em virtude de representação de autoridade policial militar que tenha conhecimento da infração disciplinar, cuja repressão não tenha competência. Parágrafo Único - A Portaria de instauração deverá conter os seguintes requisitos: PMPA/AJG Pág. 2

I - Autoridade instauradora; II - Autoridade delegada, se for o caso; III - Indicar o possível autor da transgressão da disciplina, quando se tratar de Processo Administrativo Disciplinar; IV - O fato objeto da apuração; V - Dispositivo normativo, em tese, infringido; quando se tratar de Processo Administrativo Disciplinar, e; V - Possível sanção disciplinar aplicável ao acusado, quando se tratar de Processo Administrativo Disciplinar. DA SUPERIORIDADE OU IGUALDADE DE POSTO Art. 4 - Em se tratando de delegação para a instrução da Sindicância ou do Processo Administrativo Disciplinar, deverá aquela recair em Oficial, sendo que este será de posto superior ao do policial militar sindicado ou acusado, se este for Oficial da ativa, da reserva, ou reformado. Parágrafo Único - Tendo o sindicado ou acusado posto superior ou igual ao do Comandante, Diretor ou Chefe de Órgão ou Serviço, em cujo âmbito de Comando, Direção ou Chefia, respectivamente, haja ocorrido infração disciplinar, será feita a comunicação do fato à autoridade superior competente, para que esta torne efetiva a delegação, nos termos do caput deste artigo. DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES Art. 5 - O Oficial responsável por Comando, Direção ou Chefia ou aquele que o substitua ou esteja de dia, de serviço ou de quarto, deverá, imediatamente, tomar ou determinar que sejam tomadas, as providencias cabíveis, previstas no Art. 8 ao ter conhecimento de infração disciplinar que lhe incuba reprimir. DO CORONEL PM COMO SINDICADO OU ACUSADO Art. 6 - Se o Sindicado ou acusado for do Posto de Coronel, será sempre comunicado o fato ao Comandante Geral e ao Chefe da Corregedoria, obedecidos os trâmites regulamentares. DOS INDÍCIOS CONTRA OFICIAL DE POSTO SUPERIOR OU MAIS ANTIGO Art. 7 - Se, no curso da Sindicância ou do Processo Administrativo Disciplinar, o seu Encarregado verificar existência de indícios de transgressão da Disciplina Policial Militar contra Oficial de posto superior ao seu, ou mais antigo, tomará as providências necessárias para que as suas funções sejam delegadas a outro Oficial, nos termos do Art. 4 o. DA INSTRUÇÃO Art. 8 - Logo que tiver conhecimento de prática de infração disciplinar, verificável na ocasião, o Comandante, Diretor, Chefe, Oficial de Serviço ou Oficial designado por autoridade policial militar competente deverá, se possível: a) Dirigir-se ao local, providenciando para que não seja alterado o estado e a situação das coisas, enquanto necessário; PMPA/AJG Pág. 3

b) Apreender os instrumentos e todos os objetos que tenham relação com o fato; c) Efetuar a prisão cautelar do transgressor da disciplina, conforme disposto no 2º do Art. 11 RDPM; d) Colher todas as provas que sirvam para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias. Art. 9 - O Encarregado da Sindicância ou do Processo Administrativo Disciplinar deverá, para a formação destes: a) Tomar as medidas previstas no Art. 8 o., se ainda não os tiverem sido; b) Qualificar e interrogar o acusado, quando se tratar de Processo Administrativo Disciplinar; c) Ouvir o ofendido; d) Ouvir as testemunhas, sendo que no caso do Processo Administrativo Disciplinar serão ouvidas as de acusação antes das de defesa; e) Ouvir o sindicado, quando se tratar de Sindicância; f) Proceder a reconhecimento de pessoas e/ou coisas, e acareações; g) Requerer, se for o caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a quaisquer outros exames e perícias, quando necessário; h) Determinar a identificação e avaliação de coisa subtraída, desviada, destruída ou danificada ou da qual houve indébita apropriação; i) Proceder a buscas e apreensões, amparado por lei; j) Tomar as medidas necessárias destinadas à proteção de testemunhas; l) Juntar documentos, papéis, fotografias com os negativos, croquis e qualquer outro meio que ilustre o modo como os fatos se desenvolveram; m) Outros atos necessários, em direito admitido. DA CARTA PRECATÓRIA Art. 10 - Poderá ser requisitada a produção de prova através de carta precatória, expedida diretamente ao Comandante da OPM onde deverão ser realizadas as diligências. DA DELEGAÇÃO Art. 11 - A delegação deverá recair sempre que possível em Oficial e, excepcionalmente, em Aspirante a Oficial, observado o disposto no Art. 4º desta Portaria. DO SIGILO Art. 12 - A Sindicância e o Processo Administrativo Disciplinar somente serão sigilosos quando a portaria de instauração determinar este procedimento, devendo ser, por conseguinte, publicada em Boletim Reservado; deverá, ainda, o encarregado permitir que o defensor do sindicado ou acusado tome conhecimento dos autos. DO DEFENSOR 1º - Entende-se por Defensor o Advogado, o Oficial ou o Praça Bacharel em Direito, todos devidamente com outorga de poderes cedidos pelo sindicado ou acusado. 2º - Não tendo o acusado apresentado sua auto defesa e nem constituído defensor, ser-lhe-á nomeado defensor dativo pelo encarregado do Processo Administrativo Disciplinar para o exercício da defesa do acusado. PMPA/AJG Pág. 4

3º - O Policial Militar, quando estiver atuando como defensor constituído ou dativo estará em serviço policial militar para fins de direito. DAS MEDIDAS CAUTELARES Art. 13 - São medidas cautelares: 1º - O afastamento preventivo do sindicado ou acusado do exercício de suas funções normais até a conclusão do feito ou das providências legais nos casos previstos nos Art. 44 e 45 da Lei nº 5.251, de 31 de julho de 1985 (Estatuto dos Policiais Militares). 2º - São autoridades competentes para aplicar o afastamento preventivo, previsto no parágrafo anterior, o Governador do Estado, o Comandante Geral da Polícia Militar, os Comandantes, Chefes e Diretores de Organizações Policiais Militares, às quais é facultado determinar que o acusado cumpra o expediente em qualquer aquartelamento de sua área de atribuição. 3º - A prisão administrativa cautelar será de 72 (setenta e duas) horas no máximo, de acordo com o previsto no 1º do Art. 38 do Regulamento Disciplinar da PMPA. São autoridades administrativas que podem aplicá-la as previstas no RDPM. DA DEDUÇÃO EM FAVOR DOS PRAZOS Art 15 - São deduzidas dos prazos referidos neste artigo as interrupções pelo motivo previsto no Art. 7 o. DA REUNIÃO E ORDEM DAS PEÇAS Art. 16 Todas as peças serão, por ordem cronológica, reunidas num só processado, datilografados ou digitados, em espaço 1, 5, com as folhas numeradas, rubricadas e autenticadas, conforme o caso, pelo encarregado, que, uma vez findo os trabalhos, lavrará o termo de encerramento. DO RELATÓRIO Art. 17 A Sindicância e o Processo Administrativo Disciplinar serão encerrados com um minucioso relatório, em que o Encarregado mencionará a autoridade delegante, a portaria de instauração, o objetivo da apuração, as diligências realizadas e os resultados obtidos, a descrição dos fatos com indicação do dia, hora e local em que ocorreu, a análise do fato e das provas constantes dos autos. Em conclusão, mencionará se há indícios de infração disciplinar, no caso da sindicância, ou infração disciplinar a punir, no caso dos processos administrativos disciplinares, ou indícios de crime. DA SOLUÇÃO Art. 18 No caso de ter sido delegada a atribuição para instrução, o encarregado remeterá os autos à autoridade de quem recebeu a delegação, para que esta publique em Boletim a solução no prazo de 10 (dez) dias, a contar do recebimento dos autos; ou determine novas diligências, se as julgar necessárias. DA REMESSA À CORREGEDORIA GERAL Art. 19 Os Autos serão remetidos, pelos Comandantes, Chefes e Diretores, ao Chefe da Corregedoria Geral, acompanhados dos instrumentos apensos, bem como dos PMPA/AJG Pág. 5

objetos que interessem à sua prova, que poderá determinar novas diligências, marcando o prazo para a restituição dos autos. DA AVOCAÇÃO / HOMOLOGAÇÃO Art. 20 Discordando da solução dada à Sindicância ou ao Processo Administrativo Disciplinar pelos Comandantes, Chefes e Diretores, o Comandante Geral ou o Chefe da Corregedoria, conforme o caso, poderá homologá-la ou avocá-la dando-lhe solução diferente. TÍTULO II DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE CAPÍTULO I SINDICÂNCIA DA FINALIDADE Art. 21 - Sindicância Disciplinar é a apuração sumária inquisitorial de fato ou ato, que, em tese, configure transgressão da disciplina policial militar, quando inexistirem indícios claros de autoria. Tem caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é reunir elementos necessários a propositura do Processo Administrativo Disciplinar e/ou Inquérito Policial Militar, se for o caso. Parágrafo Único - São, porém efetivamente instrutórios da Sindicância Disciplinar os exames, perícias e avaliações realizados regularmente, por peritos idôneos e com obediência as formalidades previstas em lei. DO PRAZO PARA CONCLUSÃO Art. 22 - A Sindicância Disciplinar deverá terminar dentro de 15 (quinze) dias, excluindo o dia do recebimento da portaria de instauração/delegação e incluindo o dia da entrega. DO ADITAMENTO DA PORTARIA Art. 23 - Quando no curso da Sindicância Disciplinar o encarregado tiver colhido elementos probatórios capazes de identificar a autoria do fato, deverá requerer à autoridade delegante o aditamento da portaria de instauração, com a finalidade de transformá-la em Processo Administrativo Disciplinar. DA PRORROGAÇÃO DE PRAZO Art. 24 - Este último prazo poderá ser prorrogado por mais 05 (cinco) dias pela autoridade policial militar instauradora, desde que não estejam concluídos exames ou perícias já iniciados, ou haja necessidade de diligências indispensáveis à elucidação do fato. O pedido motivado de prorrogação deve ser feito em tempo oportuno, de modo a ser atendido antes do término do prazo. PMPA/AJG Pág. 6

DAS DILIGÊNCIAS NÃO CONCLUÍDAS NO PRAZO DA PRORROGAÇÃO Art. 25 - Não haverá mais prorrogação além da prevista no Art. 24 desta Portaria, salvo dificuldade insuperável, a juízo do Comandante Geral, do Chefe da Corregedoria ou da autoridade instauradora. Os laudos de perícias ou exames não concluídos nessa prorrogação, bem como os documentos colhidos depois dela, serão posteriormente remetidos a Corregedoria Geral, para a juntada à Sindicância Disciplinar. Ainda no seu relatório, poderá o Encarregado da Sindicância indicar, mencionando, se possível, o lugar onde se encontram as testemunhas que deixaram de ser ouvidas por qualquer impedimento. CAPÍTULO II PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR DA FINALIDADE Art. 26 - Adotar-se-á este procedimento nos casos em que houver indícios suficientes de autoria e materialidade da transgressão da disciplina policial militar, punível, em tese, com até trinta dias de prisão; observando-se dentre outros os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. DA INSTRUÇÃO Art. 27 - O Encarregado, ao receber a Portaria, designará dia, hora e local para o interrogatório, ordenando a citação do acusado. 1º - A citação, em forma de ofício, indicará: I. O nome da Autoridade instauradora do processo administrativo; II. O nome do ofendido, se for o caso; III. O nome do acusado; IV. A Organização Policial Militar do acusado; V. O fim para que é feita a citação; VI. A Organização Policial Militar, o dia e a hora em que o acusado deverá comparecer; VII. A data em que foi expedida e a subscrição do encarregado. 2º - É requisito da citação válida a comprovação do recebimento, por parte do acusado, do documento citatório e do libelo acusatório em anexo. 3º - O libelo acusatório deverá conter o nome da autoridade delegante; o nome da autoridade delegada; o fato imputado ao acusado; o dispositivo, em tese, infringido; possível punição disciplinar; rol de testemunhas; local, dia e hora da qualificação e interrogatório do acusado devidamente datado e subscrito pelo encarregado. 4º - A citação do acusado far-se-á por intermédio do seu Comandante, Chefe ou Diretor. 5º - Se o acusado não for encontrado, será citado através de Boletim Geral da Corporação. 6º - A citação publicada em Boletim Geral, no caso previsto no parágrafo anterior, indicará: I. A Autoridade Instauradora do processo administrativo; II. O nome do acusado e a Organização Policial Militar que está lotado; III. O fim para que é feita a citação; PMPA/AJG Pág. 7

IV. A Organização Policial Militar, dia e hora em que o acusado deverá comparecer. Art. 28 - Citado, qualificado e interrogado o acusado, o encarregado deverá: I. Determinar dois dias de prazo para o oferecimento da defesa prévia; II. Realizar as diligências previstas no Art. 9º deste decreto. III. Determinar três dias de prazo para o oferecimento das alegações finais, confeccionando o termo de vistas aos autos ao acusado. DO PRAZO PARA CONCLUSÃO Art. 29 - O Processo Administrativo Disciplinar terá o prazo de 30 (trinta) dias para a conclusão dos seus trabalhos, excluindo o dia do recebimento da portaria de instauração e incluindo o dia da entrega. DA PRORROGAÇÃO DE PRAZO 1 - Este último prazo poderá ser prorrogado por mais 10 (dez) dias pela autoridade policial militar instauradora, desde que não estejam concluídos exames ou perícias já iniciadas, ou haja necessidade de diligências indispensáveis à elucidação do fato. O pedido motivado de prorrogação deve ser feito em tempo oportuno, de modo a ser atendido antes do término do prazo. DAS DILIGÊNCIAS NÃO CONCLUÍDAS NO PRAZO DA PRORROGAÇÃO 2 - Não haverá mais prorrogação, além da prevista no 1 o deste artigo, salvo dificuldade insuperável, a juízo do Comandante Geral, do Chefe da Corregedoria ou da autoridade instauradora. Os laudos de perícias ou exames não concluídos nessa prorrogação, bem como os documentos colhidos depois dela, serão posteriormente remetidos a Corregedoria Geral, para a juntada ao Processo Administrativo Disciplinar. DOS RECURSOS Art. 30 - Os Recursos Disciplinares constituem os procedimentos administrativos interpostos pelos militares sancionados disciplinarmente, com o objetivo de modificar ou anular a sanção aplicada. Art. 31 - Os Recursos Disciplinares são os previstos no Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Pará. Art. 32 - O Recurso para ser conhecido deve conter os seguintes pressupostos: I - legitimidade para recorrer; II - interesse (prejuízo); III - tempestividade; IV - adequabilidade; DA REVISÃO Art. 33 - Caberá revisão dos processos findos, exaurido os recursos administrativos admitidos, em que tenha havido erro quanto aos fatos, sua apreciação, PMPA/AJG Pág. 8

avaliação e enquadramento, sendo o Comandante Geral a autoridade competente para decidir. Art. 34 - A revisão dos processos administrativos findos será admitida: a) quando a sanção disciplinar for contrária à evidência dos autos; b) quando a sanção disciplinar se fundar em depoimentos, exames ou documentos comprovadamente falsos; c) quando, após a sanção disciplinar, se descobrirem novas provas que invalidem a sanção ou que determinem ou autorizem a atenuação da sanção imposta. DA NÃO EXIGÊNCIA DE PRAZO Art. 35 - A revisão poderá ser requerida a qualquer tempo. Parágrafo Único Não será admissível a reiteração do pedido de revisão, salvo se baseado em novas provas ou novo fundamento. DOS EFEITOS DA DECISÃO Art. 36 - Decidindo procedente a revisão, poderá o Comandante Geral absolver o impetrante, alterar a classificação da transgressão da disciplina, modificar a sanção disciplinar ou anular o processo administrativo. Em hipótese alguma poderá ser agravada a sanção pela decisão revista. DOS EFEITOS DA ABSOLVIÇÃO Art. 37 - A absolvição implicará no restabelecimento de todos os direitos perdidos em virtude da sanção imposta. DA INADMISSIBILIDADE DE RECURSO DA REVISIONAL Art. 38 - Não haverá recurso contra decisão proferida em grau de revisão. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 39 - O Comandante Geral e o Chefe da Corregedoria Geral poderão se utilizar da homologação, atentando à competência de cada um, para praticarem atos administrativos de suas respectivas competências. Art. 40 - Os casos omissos serão resolvidos à luz da Constituição Federal, Constituição Estadual, Legislação Processual Penal Militar, legislação civil e processual civil, Leis e Regulamentos referentes à Corporação como fontes subsidiárias e, na insuficiência destas pelo Comandante Geral da Corporação. Art. 41 - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Belém-PA, de de. MAURO LUIZ CALANDRINI FERNANDES CEL QOPM RG 6261 COMANDANTE GERAL DA PMPA PMPA/AJG Pág. 9

ANEXO I MODELOS DAS PRINCIPAIS PEÇAS DA SINDICÂNCIA POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL MODELO DE PORTARIA DE SINDICÂNCIA Portaria nº / SIND Belém, PA, de de. Do (Autoridade Instauradora) Ao (Autoridade Delegada) Assunto: Instauração de Sindicância. Ref: Anexo: Tendo chegado ao meu conhecimento que (narrar sucintamente o fato objeto de apuração, mencionando dia, hora e local), determino que seja procedida uma sindicância disciplinar a fim de que seja apurada a autoria de possível transgressão da disciplina policial militar, delegando-vos para esse fim as atribuições militares que me competem. Comandante/Chefe/Diretor (Autoridade Delegante/Instauradora) PMPA/AJG Pág. 10

MODELO DE OFÍCIO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL Ofício nº / SIND Belém, PA, de de. Do (Autoridade Delegada) Ao Assunto: (DILIGÊNCIA). Ref: Anexo: Considerando que o Exmo. Sr. Cel PM Comandante Geral delegou poderes a este Oficial para apurar os fatos constantes da Portaria nº / AJG, solicito-vos (apresentação do ofendido e/ou testemunha; remessa de laudos; e apresentação do sindicado). SINDICANTE PMPA/AJG Pág. 11

MODELO DE AUTO DE APRESENTAÇÃO E APREENSÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL AUTO DE APRESENTAÇÃO E APREENSÃO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, Estado do Pará, no quartel, faço a apreensão de (descriminar o material apreendido) apresentado por FULANO DE TAL (qualificar a pessoa), que passam a ser peças da Sindicância de Portaria nº /. Do que, para constar, lavrei o presente auto que vai assinado por este Sindicante, por quem apresentou o bem e pelas testemunhas abaixo que tudo assistiram. _ SINDICANTE (Pessoa que apresentou o bem) TESTEMUNHA 1 TESTEMUNHA 2 PMPA/AJG Pág. 12

MODELO DE TERMO DE COMPROMISSO DE PERITO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL TERMO DE COMPROMISSO DE PERITO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, Estado do Pará, no quartel, estando presente o sindicante (Posto e nome do sindicante), compareceram (nomes completos dos peritos nomeados), nomeados peritos nesta Sindicância de Portaria nº /, aos quais a autoridade deferiu o compromisso legal, que aceitaram, de bem e fielmente desempenharem a missão, declarando com verdade as respostas aos quesitos formulados e o que descobrissem e encontrassem e o que em suas consciências entendessem, além de cumprir as determinações contidas no Código de Processo Penal Militar, durante o exercício da função. Do que, para constar, lavro o presente termo que vai assinado por este Sindicante e pelos peritos. _ SINDICANTE PERITO 1 PERITO 2 PMPA/AJG Pág. 13

MODELO DE AUTO DE AVALIAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL AUTO DE AVALIAÇÃO. Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, Estado do Pará, no quartel, estando presente o sindicante (Posto e nome do sindicante), compareceram os peritos (nomes completos dos peritos nomeados) e as testemunhas (qualificar duas testemunhas), todos abaixo assinados, depois de prestado pelos referidos peritos o compromisso de bem e fielmente desempenharem os deveres do seu cargo, declarando com verdade o que encontrarem, e em sua consciência entenderem, aquela autoridade encarregou-se de proceder à avaliação dos seguintes objetos : (relacionar os objetos apresentados para a avaliação), os quais lhe foram apresentados. Em seguida passando os peritos a dar cumprimento à diligência ordenada, depois dos exames necessários, declarando que os objetos referidos, tinham os seguintes valores (citar o objeto e o seu valor, inclusive por extenso), importando o valor total dos mesmos em R$, (por extenso). E foram as declarações que, em sua consciência e debaixo do compromisso prestado, fizeram. E por mais nada haver, deu-se por finda a presente avaliação, lavrando-se este auto que, depois de lido e achado conforme, vai assinado por este Sindicante, pelos peritos e testemunhas referidas. _ SINDICANTE PERITO 1 PERITO 2 TESTEMUNHA 1 TESTEMUNHA 2 PMPA/AJG Pág. 14

MODELO DE TERMO DE RECONHECIMENTO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL TERMO DE RECONHECIMENTO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, Estado do Pará, no quartel, estando presente o sindicante (Posto e nome do sindicante), compareceu (nome e qualificação da pessoa que vai fazer o reconhecimento), que convidada a descrever a pessoa a ser reconhecida disse que (transcrever a descrição feita). Em seguida (nome e qualificação da pessoa a ser reconhecida) foi colocada ao lado de pessoas que com ela têm semelhança física, tendo (nome da pessoa que está fazendo o reconhecimento) apontado (ou não reconheceu) (nome da pessoa que está sendo reconhecida). E, como nada mais foi declarado, dou por encerrado o presente termo que, depois de lido e achado conforme, vai assinado por este Sindicante, pela pessoa que reconheceu e por duas testemunhas. SINDICANTE (Pessoa que reconheceu) TESTEMUNHA 1 TESTEMUNHA 2 PMPA/AJG Pág. 15

MODELO DE TERMO DE ACAREAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL TERMO DE ACAREAÇÃO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, Estado do Pará, no quartel, estando presente o sindicante (Posto e nome do sindicante), compareceram e (pessoas a serem acareadas) já qualificadas nos autos desta sindicância, por este foram, à vista das divergências existentes nos seus depoimentos, nos pontos (tais e tais, decliná-los) e debaixo do compromisso prestado (o sindicado não presta compromisso de dizer a verdade), reperguntadas as mesmas uma face da outra, para explicar ditas divergências. E depois de lidos perante elas, os depoimentos referidos nas partes divergentes, pela testemunha (nome completo), foi dito que e pela testemunha (nome completo), foi dito que. E como nada mais declararam, lavrei o presente termo, que teve início às horas e término horas, que, depois de lido e achado conforme, vai assinado por este Sindicante e pelas testemunhas referidas. _ SINDICANTE ACAREADO 1 ACAREADO 2 PMPA/AJG Pág. 16

MODELO DE RELATÓRIO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL RELATÓRIO. 1. INTRODUÇÃO. a. Portaria nº /, de de de ; BG nº, de de de. b. Sindicado: (fls ). c. Ofendido: (fls ). d. Fato: (Data, hora e local em que ocorreu o fato constante da portaria de instauração). e. Testemunhas: (fls ). f. Provas periciais: (fls ). g. Objetos apreendidos: (fls ). 2. DOS FATOS. Do que foi apurado constata-se que os fatos ocorreram da seguinte forma: (narrar os fatos fundamentando nas provas trazidas para os autos). 3. ANÁLISE DAS PROVAS. a. Diante da tentativa de esclarecer o evento, há necessidade de comentar as provas colhidas para o bojo dos autos, para a conclusão final: (comentar os depoimentos, os laudos periciais e demais provas de per si). 4. CONCLUSÃO. De tudo o que foi apurado e do que acima foi exposto, sou de parecer que: a. Houve (ou não) indícios de crime (militar e/ou comum) praticado pelo PM 1 (nome e posto/graduação) contra o ofendido. b. Houve indícios de transgressão disciplinar (residual, se houver indícios de crime) praticada pelos seguintes policiais militares: 1) Quanto ao PM 1 (nome e posto/graduação), como Cmt GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM. 2) Quanto ao PM 2 (nome e posto/graduação), como patrulheiro da GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM. Obs: É necessário individualizar as condutas, indicar o dispositivo normativo transgredido, separar a transgressão disciplinar do crime em si. Belém, PA, de de. SINDICANTE PMPA/AJG Pág. 17

MODELO DE HOMOLOGAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL HOMOLOGAÇÃO DE SINDICÂNCIA Nº / CORREG. Das averiguações mandadas proceder pelo Comando Geral da PMPA, através da Portaria nº / - AJG, tendo por Sindicante o (nome e posto da autoridade delegada), com escopo de apurar a denúncia de que (narrar o fato objeto de apuração constante da portaria). RESOLVO: 1. Concordar com o sindicante de que o fato apurado apresenta indícios de crime (militar ou comum) por parte do PM 1. 2. Concordar com o sindicante de que o fato apurado apresenta indícios de transgressão da disciplina por parte dos seguintes policiais militares: a. PM 1 (nome e posto/graduação), como Cmt GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM. b. PM 2 (nome e posto/graduação), como patrulheiro GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM. 3. Instaurar Processo Administrativo Disciplinar a fim de apurar a conduta do PM 1 e PM 2 descrita no item anterior (item 2). Providencie a AJG. 4. Disponibilizar a 1ª via dos autos ao encarregado do processo administrativo disciplinar e remeter a 2ª via ao Ministério Público (quando houver indícios de crime). Providencie a CORREG. 5. Publicar a presente homologação em BG. Providencie a AJG. Belém-PA, de de. _ AUTORIDADE INSTAURADORA PMPA/AJG Pág. 18

ANEXO II MODELO DAS PRINCIPAIS PEÇAS DO PAD MODELO DE PORTARIA DE PAD POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL Portaria nº / PAD Belém, PA, de de. Do (Autoridade Instauradora) Ao (Autoridade Delegada) Assunto: Instauração de Processo Administrativo Disciplinar. Ref: Anexo: Tendo chegado ao meu conhecimento que o PM 1 (nome, posto/graduação e OPM do acusado), (narrar sucintamente o fato objeto de acusação, mencionando dia, hora e local), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM, transgressão da disciplina policial militar de natureza (grave, média ou leve), determino que seja procedido um Processo Administrativo Disciplinar, delegando-vos para esse fim as atribuições militares que me competem. Comandante/Chefe/Diretor (Autoridade Delegante/Instauradora) Obs: Observar o art. 35 do RDPM (natureza da transgressão disciplinar). PMPA/AJG Pág. 19

MODELO DE OFÍCIO DE REMESSA DE CITAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL Ofício nº / PAD Belém, PA, de de. Do (Autoridade Delegada) Ao (Cmt/Ch/Diretor do acusado) Assunto: SOLICITAÇÃO. Ref: Portaria nº / - AJG Anexo: Citação (duas vias) Considerando que o Exmo. Sr. Cel PM Comandante Geral delegou poderes a este Oficial para apurar os fatos constantes da Portaria nº / AJG, solicito-vos a apresentação do (nome, posto/graduação do acusado), nos termos do documento que segue anexo. Outrossim, solicito-vos: 1. Entregar a 1ª via da citação ao (acusado). 2. Anexar a 2ª via da citação datada e assinada pelo acusado, ao seu ofício de apresentação. ENCARREGADO DO PAD PMPA/AJG Pág. 20

MODELO DE CITAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL CITAÇÃO AO_ ACUSADO O Encarregado do Processo Administrativo Disciplinar, designado pelo (autoridade instauradora), através da Portaria nº / -AJG, publicada no Boletim Geral nº, CITA V. Sª para comparecer no (dia hora e local), a fim de ser qualificado e interrogado em processo administrativo referente à acusação constante do libelo acusatório em anexo, em obediência ao princípio da ampla defesa e do contraditório, sendo franqueado seu comparecimento acompanhado de advogado constituído ou oficial de sua confiança. ANEXO: LIBELO ACUSATÓRIO. Quartel em, de de de. ENCARREGADO DO PAD PMPA/AJG Pág. 21

MODELO DE LIBELO ACUSATÓRIO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL Ofício nº / PAD Belém, PA, de de. Do (Autoridade Delegada) Ao (Nome, Posto/Grad. do acusado) Assunto: LIBELO ACUSATÓRIO. Ref: Portaria nº / - AJG Fica V. Sª ciente que através da Portaria nº / -AJG, publicada no Boletim nº, de de de fui nomeado encarregado do Processo Administrativo Disciplinar, para apurar (narrar com clareza e objetividade o fato objeto de acusação, mencionando dia, hora e local), infringindo em tese o item, anexo I do RDPM (Mencionar ainda outros dispositivos normativos transgredidos), transgressão da disciplina policial militar de natureza (grave, média ou leve). Cientifico-vos do direito de produzir todas as provas admitidas em direito, inclusive o de comparecer à inquirição de todas as testemunhas, para que, se querendo, possa contraditá-las. ROL DE TESTEMUNHAS: 1- (nome da testemunha com dia, hora e local); 2- (nome da testemunha com dia, hora e local). Mencionar ainda os dispositivos legais previstos no Art. 30 e incisos, da Lei 5.251/85 (Estatuto dos Policiais Militares) Encarregado do PAD Ciente: / / (Ass. Acusado) PMPA/AJG Pág. 22

MODELO DE TERMO DE QUALIFICAÇÃO E INTERROGATÓRIO TERMO DE QUALIFICAÇÃO E INTERROGATÓRIO DO ACUSADO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, no Estado do Pará, no Quartel, estando presente o, Encarregado do PAD, compareceu (nome, posto/graduação e qualificação do acusado), sabendo ler e escrever, acompanhado de seu defensor (se houver), que após cientificado da acusação que lhe é imputado no Libelo Acusatório respondeu que: (narrar as alegações do acusado). E como nada mais disse nem lhe foi perguntado, este encarregado deu ciência ao acusado do prazo de dois dias para a apresentação de sua defesa prévia a contar da presente data, dando por encerrado o presente termo, que teve inicio as h e término as h, que após lido e achado conforme, vai devidamente assinado por este Oficial encarregado e pelo acusado./////////////////////////////////////////////////////////// ACUSADO _ (Defensor ou duas testemunhas instrumentais se não houver defensor) _ Encarregado do PAD Obs 1: O acusado não presta o compromisso legal de dizer a verdade. Obs 2: O silêncio do acusado não pode ser interpretado em prejuízo de sua defesa. PMPA/AJG Pág. 23

MODELO DE TERMO DE DECLARAÇÃO DO OFENDIDO TERMO DE DECLARAÇÃO DO OFENDIDO Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, no Estado do Pará, no Quartel, estando presente o, Encarregado do PAD, compareceu (nome, posto/graduação e qualificação do ofendido), sabendo ler e escrever, acompanhado de seu advogado (se houver), que após tomar conhecimento dos fatos que originaram o presente PAD, declarou que: (dia, hora e local que ocorreu o fato). Perguntado ao ofendido se (perguntas do encarregado), o ofendido respondeu que. Passada a palavra ao acusado, este através do encarregado, perguntou ao ofendido se ; tendo o ofendido respondido que. E como nada mais disse nem lhe foi perguntado dou por encerrado o presente termo, que teve início às h e término às h, que após lido e achado conforme vai devidamente assinado por este Oficial encarregado e pela ofendido e pelo acusado. OFENDIDO _ (Advogado se houver) ACUSADO _ Encarregado do PAD Obs 1: O ofendo não presta o compromisso legal de dizer a verdade. PMPA/AJG Pág. 24

MODELO DE TERMO DE DECLARAÇÃO DE TESTEMUNHA TERMO DE DECLARAÇÃO DE TESTEMUNHA Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, no Estado do Pará, no Quartel, estando presente o, Encarregado do PAD, compareceu (nome, posto/graduação e qualificação da testemunha), sabendo ler e escrever, acompanhado de seu advogado (se houver), que após tomar conhecimento dos fatos que originaram o presente PAD e compromissado na forma da Lei, declarou que: (dia, hora e local que ocorreu o fato). Perguntado a testemunha se (perguntas do encarregado), a testemunha respondeu que. Passada a palavra ao acusado, este através do encarregado, perguntou a testemunha se ; tendo a testemunha respondido que. E como nada mais disse nem lhe foi perguntado dou por encerrado o presente termo, que teve início às h e término às h, que após lido e achado conforme vai devidamente assinado por este Oficial encarregado e pela testemunha e pelo acusado. TESTEMUNHA _ (Advogado se houver) ACUSADO _ Encarregado do PAD MODELO DE TERMO DE VISTAS AOS AUTOS E PRAZO PARA ALEGAÇÕES FINAIS TERMO DE VISTAS AOS AUTOS E PRAZO PARA ALEGAÇÕES FINAIS Aos dias do mês de do ano de, nesta cidade de, no Estado do Pará, no Quartel, estando presente o, Encarregado do PAD, compareceu (nome, posto/graduação e qualificação do acusado), ao qual foi disponibilizado os autos do presente PAD para vistas a fim de que no prazo de três dias apresente suas alegações finais de defesa, a contar da presente data. E como nada mais disse nem lhe foi perguntado dou por encerrado o presente termo, que após lido e achado conforme vai devidamente assinado por este Oficial encarregado e pelo advogado (se houver) e pelo acusado. ACUSADO _ (Advogado se houver) _ Encarregado do PAD PMPA/AJG Pág. 25

MODELO DE RELATÓRIO RELATÓRIO. POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL 1. INTRODUÇÃO. a. Portaria nº /, de de de ; BG nº, de de de. b. Acusado: (fls ). c. Ofendido: (fls ). d. Fato: (Data, hora e local em que ocorreu o fato constante da portaria de instauração). e. Testemunhas: (fls ). f. Provas periciais: (fls ). g. Objetos apreendidos: (fls ). 2. DOS FATOS. Do que foi apurado constata-se que os fatos ocorreram da seguinte forma: (narrar os fatos fundamentando nas provas trazidas para os autos). 3. ANÁLISE DAS PROVAS. a. Diante da tentativa de esclarecer o evento, há necessidade de comentar as provas colhidas para o bojo dos autos, para a conclusão final: (comentar os depoimentos, os laudos periciais e demais provas de per si). 4. CONCLUSÃO. De tudo o que foi apurado e do que acima foi exposto, sou de parecer que: a. Houve (ou não) indícios de crime (militar e/ou comum) praticado pelo PM 1 (nome e posto/graduação) contra o ofendido. b. Houve transgressão disciplinar (residual, se houver indícios de crime) praticada pelos seguintes policiais militares: 1) Quanto ao PM 1 (nome e posto/graduação), como Cmt GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo o item, anexo I do RDPM. 2) Quanto ao PM 2 (nome e posto/graduação), como patrulheiro da GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo o item, anexo I do RDPM. Obs: É necessário individualizar as condutas, indicar o dispositivo normativo transgredido, separar a transgressão disciplinar do crime em si. Belém, PA, de de. ENCARREGADO DO PAD PMPA/AJG Pág. 26

MODELO DE HOMOLOGAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO PARÁ COMANDO GERAL CORREGEDORIA GERAL HOMOLOGAÇÃO DE PAD Nº / CORREG. Das averiguações mandadas proceder pelo Comando Geral da PMPA, através da Portaria nº / - AJG, tendo por Encarregado o (nome e posto da autoridade delegada), com escopo de apurar a denúncia de que (narrar o fato objeto de apuração constante da portaria). RESOLVO: 1. Concordar com o encarregado de que o fato apurado apresenta indícios de crime (militar ou comum) por parte do PM 1. 2. Concordar com o encarregado de que o fato apurado apresenta transgressão da disciplina por parte dos seguintes policiais militares: a. PM 1 (nome e posto/graduação), como Cmt GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo o item, anexo I do RDPM. b. PM 2 (nome e posto/graduação), como patrulheiro GUPM, por ter (descrever a conduta), infringindo o item, anexo I do RDPM. 3. Remeter a 1ª via ao Ministério Público (quando houver indícios de crime) e arquivar a 2ª via na Corregedoria Geral da PMPA. Providencie a CORREG. 4. Publicar a presente homologação em BG. Providencie a AJG. Belém-PA, de de. _ AUTORIDADE INSTAURADORA PMPA/AJG Pág. 27

MODELO DE DEFESA PRÉVIA ILM SR. (Autoridade Delegada). (nome e qualificação do acusado), vem respeitosamente perante V. Sª apresentar DEFESA PRÉVIA no Processo Administrativo Disciplinar de Portaria n / - AJG, do qual consta como acusado, expondo os fundamentos de fato e de direito a seguir para no final requerer: DOS FATOS O requerente é acusado de (narrar sucintamente a acusação constante do libelo acusatório). DO FUNDAMENTO JURÍDICO HIPÓTESE N 01: CAUSA JUSTIFICAÇÃO. O requerente afirma que (Mencionar o dia, hora, local e como os fatos ocorreram. Indicar a causa de justificação em que se baseia a defesa art. 17 do RDPM). HIPÓTESE N 02: CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES. O requerente afirma que (Mencionar o dia, hora, local e como os fatos ocorreram. Indicar as circunstâncias atenuantes em que se baseia a defesa art. 18 do RDPM). HIPÓTESE N 03: DIREITO AO SILÊNCIO. O requerente se reserva o direito de se manifestar somente nas alegações finais. DO PEDIDO Ante ao exposto o acusado requer que sejam produzidas as seguintes provas: a. Sejam inquiridas as seguintes testemunhas: 1) (Nome e endereço da testemunha); 2) (Nome e endereço da testemunha); b. Sejam, realizados os seguintes exames periciais: 1) (Mencionar o exame a ser requerido). 2) (Mencionar o exame a ser requerido). c. Sejam realizadas as seguintes diligências: 1) (Mencionar a diligência a ser requerida). 2) (Mencionar a diligência a ser requerida). ACUSADO OU ADVOGADO/DEFENSOR PMPA/AJG Pág. 28

MODELO DE ALEGAÇÕES FINAIS DE DEFESA ILM SR. (Autoridade Delegada). (nome e qualificação do acusado), vem respeitosamente perante V. Sª apresentar ALEGAÇÕES FINAIS DE DEFESA no Processo Administrativo Disciplinar de Portaria n / - AJG, do qual consta como acusado, expondo os fundamentos de fato e de direito a seguir para no final requerer: DOS FATOS O requerente é acusado de (narrar sucintamente a acusação constante do libelo acusatório, bem como os fatos segundo as alegações da defesa). DO FUNDAMENTO JURÍDICO HIPÓTESE N 01: CAUSA JUSTIFICAÇÃO. O requerente afirma que (Mencionar o dia, hora, local e como os fatos ocorreram. Indicar a causa de justificação em que se baseia a defesa art. 17 do RDPM). HIPÓTESE N 02: CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES. O requerente afirma que (Mencionar o dia, hora, local e como os fatos ocorreram. Indicar as circunstâncias atenuantes em que se baseia a defesa art. 18 do RDPM). DO PEDIDO HIPÓTESE N 01: CAUSA JUSTIFICAÇÃO. Ante ao exposto o acusado requer que seja declarado sua absolvição com base (Causa de justificação. Indicar o número do art. 17 do RDPM) HIPÓTESE N 02: CIRCUNSTÂNCIAS ATENUANTES. Ante ao exposto o acusado requer que sua punição disciplinar seja atenuada, conforme as circunstâncias atenuantes (Circunstâncias Atenuantes. Indicar o número do art. 18 do RDPM) ACUSADO OU ADVOGADO/DEFENSOR PMPA/AJG Pág. 29

IV PARTE (Justiça e Disciplina) Sem Alteração MAURO LUIZ CALANDRINI FERNANDES - CEL QOPM RG 6261 COMANDANTE GERAL DA PMPA CONFERE COM O ORIGINAL ALFREDO SARUBBY DO NASCIMENTO TEN CEL PM RG 8087 AJUDANTE GERAL DA PMPA PMPA/AJG Pág. 30