Computação de alto desempenho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Computação de alto desempenho"

Transcrição

1 Computação de alto desempenho Aleardo Manacero Jr. DCCE/UNESP Grupo de Sistemas Paralelos e Distribuídos

2 Programa 1. Introdução 2. Processadores para CAD 3. Sistemas de memória 4. Paralelismo usando bibliotecas de baixo nível 5. Paralelismo usando openmp

3 Programa 6. Conectividade e condições de paralelismo 7. Identificação de paralelismo e modelos de paralelização 8. Avaliação de desempenho e otimização de programas paralelos 9. Paralelismo usando MPI 10. Paralelismo usando GP-GPUs

4 Bibliografia Pacheco, P. Parallel Programming with MPI Pacheco, P. - Introduction to Parallel Programming Shen, J.P., and Lipasti, M.H. - Modern Processor Design: Fundamentals of Superscalar Processors Hwang, K. Advanced Computer Architectures Dowd, K. & Severance, D. High Performance Computing

5 Bibliografia Hennessy, J.L., Patterson, D.A., and Goldberg, D. Computer Architecture: A Quantitative Approach, 5th edition, 2012 Patterson, D.A., Hennessy, J.L., et al - Computer Organization and Design: The Hardware/Software Interface, 3rd Edition, 2011 Culler, Singh e Gupta - Parallel Computer Architecture, Etc...

6 Website da disciplina O que tem lá: Avisos sobre a disciplina Material de aula Regras de avaliação

7 Introdução Porque precisamos de desempenho? Porque queremos resolver problemas complexos, grandes ou com muitos dados mas Nossos computadores são LENTOS!!

8 Introdução 18 bilhões de operações aritméticas por segundo é rápido o suficiente? Um i7 de sexta geração realiza mais ou menos isso por núcleo Como saber se isso é suficiente!! Vamos a um exemplo prático...

9 Introdução Um sistema de previsão metereológica trabalha usando um cubo cuja base é a área em que se quer prever o tempo e a altura corresponde a altitude a considerar.

10 Exemplo Nesse cubo se faz um reticulado (formando uma matriz tridimensional), com o número de pontos determinado pela precisão desejada.

11 Exemplo

12 Exemplo

13 Exemplo

14 Exemplo

15 Exemplo Considerando-se como sistema os EUA e Canadá (área de 20 milhões de km2), como sendo um cubo de altitude 20km, com pontos de discretização a cada 100m, teríamos pontos para cálculo.

16 Exemplo Se para determinar as condições de cada ponto (temperatura, pressão, umidade, vento) realizarmos 100 operações aritméticas, teremos operações Para fazer a previsão de dois dias, com informações de hora em hora, teremos aproximadamente operações no total.

17 Exemplo Num computador que realize 18 bilhões de operações por segundo (18x109) isso levaria cerca de segundos, o que corresponde a cerca de 31 horas!!! Para reduzir esse tempo para algo factível (meia hora), nosso computador teria que fazer um trilhão de operações por segundo!!

18 Conclusão do exemplo Precisamos de um supercomputador para fazer essa previsão. Mas será que dá para implementar esse supercomputador?? Apenas se usarmos paralelismo...

19 Porque só com paralelismo? Suponham que temos uma máquina capaz de realizar um trilhão de operações por segundo. Se a usarmos para executar o comando for (i=0; i < Um_Trilhão; i++) z[i] = x[i] + y[i]; O que acontecerá??

20 Porque só com paralelismo? Para executar o comando listado é preciso fazer 3 trilhões de acessos à memória em um segundo Se cada acesso ocorresse na velocidade da luz, teríamos como distância d, entre CPU e memória o seguinte: d = v (um acesso) / num de acessos = / = 10-4m = 0.1mm

21 Porque só com paralelismo? Assim o diâmetro da memória é, no máximo, o dobro dessa distância, o que resulta em DIAM = 2 * d = m Se a memória tiver que armazenar as posições dos três vetores do exemplo, então o diâmetro de uma posição é dado por DIAM DIAM 10 ( ) diam pos = 10 m 1 átomo

22 Exemplos de aplicação Produção de batatas pringles Exploração de petróleo Aerodinâmica Geociências Data mining E-commerce

23 Exemplos de aplicação

24 Exemplos de aplicação

25 Exemplos de aplicação

26 Exemplos de aplicação

27 Exemplos de aplicação

28 Exemplos de aplicação

29 Exemplos de aplicação

30 Como se faz(ia) CAD? Uso de supercomputadores (processamento vetorial) Uso de máquinas massivamente paralelas Uso de clusters de computadores Uso de grids Uso de processadores paralelos (multicores e GPUs)

31 Arquitetura de um computador É como se definem a organização do hardware e as necessidades de software de um sistema No hardware temos: CPU Cache Memória Barramentos Microcódigos Pipelines

32 Arquiteturas convencionais A máquina de Von Neumann

33 Gargalo de von Neumann A máquina de von Neumann, embora bastante eficiente em sua origem, é um problema pois obriga que se faça sempre um acesso estritamente sequencial aos dados e instruções

34 Gargalo de von Neumann Uma alternativa para esse problema é acelerar os processos de acesso aos dados e instruções e de execução das mesmas, o que é feito através de Memória cache Pipeline

35 Gargalo de von Neumann Cache: Faz o armazenamento intermediário de dados e instruções (normalmente separados) em memória rápida. Seu uso é possível graças ao Princípio da Localidade.

36 Gargalo de von Neumann Pipeline: Substitui a unidade de controle (UC) por unidades especializadas em etapas do processo de execução de uma instrução.

37 Gargalo de von Neumann Outra alternativa o uso de arquiteturas nãoconvencionais (paralelas)

38 Arquiteturas paralelas A forma de estruturação do hardware de sistemas paralelos pode variar bastante. Essas variações envolvem a forma como as máquinas são ligadas e as maneiras de organização dos dados e das instruções dos programas.

39 Classificação de Flynn Uma forma de sistematizar a variedade de configurações é a classificação proposta por Flynn, em termos do fluxo de instruções e dados, que resulta em: SISD sistemas convencionais SIMD computadores vetoriais MISD arrays sistólicos MIMD paralelismo massivo

40 Classificação de Flynn Na classificação de Flynn as siglas têm o seguinte significado: S / M = single ou multiple streams I = instruction stream (fluxo de instruções) D = data stream (fluxo de dados)

41 Como obter o paralelismo? Basicamente são dois tipos de sistemas: Os multiprocessadores X Os multicomputadores A diferença entre eles é a forma de acoplamento entre os elementos de processamento.

42 O que muda no processador? Nada... Exceto pelo maior número de elementos de processamento.

43 O que muda na memória? Quase tudo... No caso de multiprocessadores a memória aparece em três diferentes modelos de acesso: UMA, NUMA e COMA

44 Memória UMA Todos os dados, independente de sua localização física, têm tempo de acesso uniforme para todos os processadores.

45 Memória NUMA Aqui os tempos de acesso mudam conforme a localização física dos dados.

46 Memória NUMA Cluster hierárquico

47 Memória COMA O acesso aos dados é feito exclusivamente em memória cache.

48 E para os multicomputadores? O padrão de acesso é através de troca de mensagens!

49 Como programas tratam a memória? Os modelos de acesso descritos não consideram como se dá o direito de acesso dos programas aos dados na memória. Isso é feito pelos modelos PRAM (Parallel Random Access Machine)

50 Modelos PRAM Definem as formas de acesso para as operações de leitura e escrita na memória. Assim temos: EREW Escrita e Leitura exclusivas CREW Escrita exclusiva, Leitura concorrente ERCW Escrita concorrente, Leitura exclusiva CRCW Escrita e Leitura concorrentes

51 Um pouco de história As máquinas de alto desempenho seguiram, em seus primeiros anos, quatro caminhos: Multiprocessadores com memória compartilhada Multiprocessadores com troca de mensagens Máquinas vetoriais Máquinas massivamente paralelas (SIMD)

52 Multiprocessadores com memória compartilhada COMA crossbar Clusters de SMPs

53 Multiprocessadores com troca de mensagens Conectividade interessante Caltech

54 Máquinas vetoriais Projeto fracassado Seymour Cray fez projeto

55 Máquinas massivamente paralelas (SIMD) Big hit Big fail Uso de transputers

56 Máquinas massivamente paralelas (SIMD)

57 Padrão atual Incremento de ambientes multicomputadores: Clusters (Beowulf), Grades (grid computing) e Soluções multicores (incluindo GPUs) Uso de ambientes mistos, com clusters de nós multiprocessadores Uso de processadores auxiliares de baixo (muitas vezes nem tanto) custo

58 CAD no mundo Quem produz equipamentos de CAD, hoje em dia, são empresas americanas e chinesas (poucas japonesas e européias) Quem usa CAD, hoje em dia, está no hemisfério norte Existe um levantamento que ranqueia equipamentos de alto desempenho em funcionamento, o Top500 Report

59 O que diz o Top500 Detalhes em De novembro de 2017 destacam-se: Clusters totalizam mais de 87% das máquinas, embora não sejam as mais potentes Sunway TaihuLight é a atual nº 1, com 93 PFlops 80% das máquinas entre China (40,4), EUA (28,6), Japão (7.0) e Alemanha (4.2)

60 O que diz o Top500 Outros destaques: 1 máquina na América Latina (no México, posição 496) 6 máquinas no hemisfério sul (Austrália (4), Nova Zelândia (1) e África do Sul (1)) A máquina mais potente do Brasil é um cluster no LNCC (456 Tflops, pos. 472 em junho/17), a segunda na pos. 481 de um provedor de cloud No hemisfério sul o sistema mais potente está na Austrália (posição 76, com 1676 TFlops)

61 O que diz o Top500 Santos Dumont - LNCC

62 O que diz o Top500 Outros destaques: 437 clusters, usando processadores Intel (Xeon), AMD (Opteron) e Power 104 sistemas com coprocessadores (principalmente Nvidia (93) e Intel Xeon Phi (10)) Uso intenso de Infiniband e 10G como redes de conexão, embora Cray Interconnect e outros padrões proprietários tenham maior desempenho total

63 Distribuição por países

64 Distribuição por países Alemanha Japão China USA UK

65 Área de aplicação (nov/2016) Sistemas desempenho

66 Área de aplicação (nov/2016) Universidades Pesquisa Indústria

67 Desempenho global Total #1 #500

68 Previsões do futuro (em 2015) 2019/

69 Previsões do futuro (em 2016) confirmado

70 Previsões do futuro 2020?? Curva mudando inclinação

71 Tipos de arquitetura desempenho Sistemas

72 Tipos de arquitetura MPP 2003 Clusters SMP Single Constelação

73 Tipos de Sistema Operacional Sistemas desempenho

74 Mecanismos de comunicação Sistemas desempenho

75 Mecanismos de comunicação toróide hipercubo Gigabit Ethernet Infiniband desconhecido myrinet hipercubo SP switch hyperplex G 2010

76 ALGUNS SISTEMAS (nem tão novos!) TEMAS EM USO

77 IBM Stretch Supercomputer

78 IBM Stretch Supercomputer Capacidade de 100 bilhões de operações Por dia!!!! Lançado em 1961 Tinha 150 mil transistores... i7 tem 1.17 bilhões

79 IBM Stretch Supercomputer Algumas inovações importantes: Multiprogramação Pipeline Proteção de memória Byte de oito bits

80 NEC SX8

81 NEC SX8 Cada nó pode executar 128 Gflops Um sistema pode ter até 512 nós, chegando a 65 Tflops e acomodando 64 Tbytes de memória

82 Cray XC-40 Desempenho esperado de 75 Tflops/rack Até 128 Xeon E5 por rack Cray Linux (versão do SuSE Linux)

83 Cray XC-40

84 Cray XT4

85 Cray XT5 (Jaguar)

86 Cray XT5

87 K Computer

88 Sequoia

89 Tianhe

90 Earth Simulator

91 Jaguar

92 Jaguar

93 Titan

94 Cray XD1

95 Cray XD1

96 IBM BlueGene/L

97 IBM BlueGene/L

98 IBM BlueGene/L

99 IBM BlueGene/P

100 IBM RoadRunner

101 IBM RoadRunner

102 IBM RoadRunner

103 IBM RoadRunner

104 IBM RoadRunner

105 D-Wave 2 Quantum Computer

106 D-Wave 2 Quantum Computer

107 O que usar?

108

109 Padrão atual Incremento de ambientes multicomputadores, principalmente através dos conceitos de: cluster de estações de trabalho (Beowulf), computação por grades (grid computing) e computação ubíqua (ubiquitious computing)

110 Padrão atual Incremento no uso de processadores dedicados, como: processadores gráficos (GPU), FPGA e cell processors (caindo em desuso)

111 Clusters

112 Clusters

113 Grids

114 Grids

115 Onde chegaremos

116 Onde chegaremos Lei de Moore Problemas com consumo de energia e resfriamento dos processadores (top500 agregou dados sobre consumo de energia) Uso cada vez mais intenso de clusters e suas derivações (multicores, grids, clouds, etc) Tendência de máquinas orientadas para aplicação (Google e TPUs)

117 Onde chegaremos

Computação de alto desempenho

Computação de alto desempenho Computação de alto desempenho Aleardo Manacero Jr. DCCE/UNESP Grupo de Sistemas Paralelos e Distribuídos Programa 1. Introdução 2. Processadores para CAD 3. Sistemas de memória 4. Programação paralela

Leia mais

Introdução à Programação Paralela através de Padrões. Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva

Introdução à Programação Paralela através de Padrões. Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva Introdução à Programação Paralela através de Padrões Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva Sumário Introdução: conceitos de paralelismo Conceitos básicos sobre padrões de programação paralela

Leia mais

TOP Arquitetura dos supercomputadores

TOP Arquitetura dos supercomputadores TOP 500 - Arquitetura dos supercomputadores Steven Koiti Tsukamoto Dezembro de 2010 Objetivos Os supercomputadores Top 500 A arquitetura Supercomputadores São máquinas de grande porte, capazes de processar

Leia mais

30/5/2011. Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído

30/5/2011. Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído Arquitetura de Computadores Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Processamento

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Classificação de Flynn Fonte: Professoras. Sarita UFRJ e Thais V. Batista - UFRN Arquiteturas Paralelas Computação Paralela Conceitos Permite a execução das tarefas em menor tempo,

Leia mais

Arquiteturas Paralelas

Arquiteturas Paralelas Arquiteturas Paralelas Arquiteturas Paralelas Graduação em Ciência da Computação Universidade do Vale do Rio dos Sinos Prof. Gerson Cavalheiro Programação Paralela e Distribuída 2006 CC / UNISINOS Classificação

Leia mais

Processadores para computação de alto desempenho

Processadores para computação de alto desempenho Processadores para computação de alto desempenho Aleardo Manacero Jr. DCCE/UNESP Grupo de Sistemas Paralelos e Distribuídos Introdução Nesta aula apresentaremos características de processadores e como

Leia mais

Multiprogramação leve em arquiteturas multi-core

Multiprogramação leve em arquiteturas multi-core Multiprogramação leve em arquiteturas multi-core Prof. Dr. Departamento de Informática Universidade Federal de Pelotas Sumário Arquiteturas multi-core Programação multithread Ferramentas de programação

Leia mais

SSC510 Arquitetura de Computadores. 6ª aula

SSC510 Arquitetura de Computadores. 6ª aula SSC510 Arquitetura de Computadores 6ª aula PARALELISMO EM NÍVEL DE PROCESSOS PROFA. SARITA MAZZINI BRUSCHI Tipos de Paralelismo Instrução (granulosidade fina) Paralelismo entre as instruções Arquiteturas

Leia mais

Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais. Prof. Filipo Mór

Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais. Prof. Filipo Mór Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais Prof. Filipo Mór WWW.FILIPOMOR.COM - REVISÃO ARQUITETURAS PARALELAS Evolução das Arquiteturas Evolução das Arquiteturas Entrada CPU Saída von

Leia mais

Arquitetura de Computadores Paralelos. Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela

Arquitetura de Computadores Paralelos. Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela Arquitetura de Computadores Paralelos Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela Por que estudar Computação Paralela e Distribuída? Os computadores sequenciais

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Aleardo Manacero Jr. DCCE/UNESP Grupo de Sistemas Paralelos e Distribuídos Informações Gerais Objetivos principais: Homogeneizar Aprofundar Flexibilidade x rigidez Informações

Leia mais

Disciplina de Arquitetura de Computadores

Disciplina de Arquitetura de Computadores USP - ICMC - SSC SSC 0510 - Informática - 2o. Semestre 2009 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/

Leia mais

Evolução da Computação de Alto Desempenho sob a Ótica da Lis. ou (Se um processador já é rápido, imaginem um sistema com processadores :-)

Evolução da Computação de Alto Desempenho sob a Ótica da Lis. ou (Se um processador já é rápido, imaginem um sistema com processadores :-) Evolução da Computação de Alto Desempenho sob a Ótica da Lista TOP500 ou (Se um processador já é rápido, imaginem um sistema com 10.649.600 processadores :-) Siang Wun Song IME-USP Computação

Leia mais

Arquiteturas paralelas Parte 1

Arquiteturas paralelas Parte 1 Arquiteturas paralelas Parte 1 Processamento Paralelo Prof. Oberlan Romão Departamento de Computação e Eletrônica DCEL Centro Universitário Norte do Espírito Santo CEUNES Universidade Federal do Espírito

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 04: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTICOMPUTADOR

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 04: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTICOMPUTADOR ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 04: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTICOMPUTADOR Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MULTICOMPUTADORES

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr.

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr. Arquitetura de Computadores Prof. João Bosco Jr. (CPU) Modelo do Computador Von Neumann Processador Memórias E/S Barramentos Simulação Contador http://courses.cs.vt.edu/csonline/machinearchitecture/lessons/cpu/countprogram.html

Leia mais

Computação de Alto Desempenho Clusters de PCs

Computação de Alto Desempenho Clusters de PCs RSS-10/03 p.1/31 Computação de Alto Desempenho Clusters de PCs Renato Silva LNCC - MCT Outubro de 2003 RSS-10/03 p.2/31 Renato S. Silva sala: 2a-23 - ramal: 6148 - e-mail: [email protected] Material: Aulas:

Leia mais

Linguagem de Programação II

Linguagem de Programação II Linguagem de Programação II Carlos Eduardo Ba6sta Centro de Informá6ca - UFPB [email protected] Mo6vação Adaptar a estrutura lógica de um problema (Ex.: Servidores Web). Lidar com disposi6vos independentes

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de

Leia mais

Paralelização de Algoritmos de CFD em Clusters Multi-Core MC7. Escola de Verão Arquiteturas Multi-Core

Paralelização de Algoritmos de CFD em Clusters Multi-Core MC7. Escola de Verão Arquiteturas Multi-Core RSS-Verão-01/08 p.1/36 Paralelização de Algoritmos de CFD em Clusters Multi-Core MC7 Escola de Verão 2008 Arquiteturas Multi-Core Renato S. Silva LNCC - MCT Janeiro de 2008 RSS-Verão-01/08 p.2/36 Objetivo:

Leia mais

Multiprocessamento. Patterson & Hennessy Capítulo 9. Arquitetura e Organização de Computadores Juliano M. Vieira (c) 2011

Multiprocessamento. Patterson & Hennessy Capítulo 9. Arquitetura e Organização de Computadores Juliano M. Vieira (c) 2011 Multiprocessamento Patterson & Hennessy Capítulo 9 Arquitetura e Organização de Computadores Juliano M. Vieira (c) 2011 Tópicos Abordados Tipos comuns SMP (processamento paralelo) NUMA (placas de alto

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Digitais

Arquitetura de Sistemas Digitais Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Tecnologia Departamento de Eletrônica e Computação Arquitetura de Sistemas Digitais Lucas Cordeiro [email protected] Notas de Aula Os slides deste

Leia mais

Programação Distribuída e Paralela. Jorge Barbosa

Programação Distribuída e Paralela. Jorge Barbosa Programação Distribuída e Paralela Jorge Barbosa 1 Máquinas Paralelas Processadores Memória Rede de interligação Classificação das máquinas paralelas 2 Processador Escalar Processadores Processador que

Leia mais

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO AO PARALELISMO: PROCESSADORES SUPERESCALARES. Prof. Dr. Daniel Caetano

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO AO PARALELISMO: PROCESSADORES SUPERESCALARES. Prof. Dr. Daniel Caetano ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO AO PARALELISMO: PROCESSADORES SUPERESCALARES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Lembretes Compreender o funcionamento da Arquitetura Superpipeline Compreender

Leia mais

Caracterização de Sistemas Distribuídos

Caracterização de Sistemas Distribuídos Caracterização de Sistemas Distribuídos Roteiro Conceitos de Hardware Conceitos de Software Classificação de Flynn Classificação baseada no acesso a memória 2 Conceitos de HW Múltiplas CPUs Diferentes

Leia mais

Ambientes de computação de alto desempenho no LNCC

Ambientes de computação de alto desempenho no LNCC Ambientes de computação de alto desempenho no LNCC Roberto Pinto Souto MCTI/LNCC/CSR - CENAPAD-RJ [email protected] 24 de Março de 2014 (Seminário da Pós-graduaçao) 24 de Março de 2014 1 / 78 Roteiro 1 Introdução

Leia mais

Aula 3 Redes de Interconexão

Aula 3 Redes de Interconexão Aula 3 Redes de Interconexão As redes de interconexão são de fundamental importância nas arquiteturas paralelas Não importa o tipo da arquitetura, todo computador paralelo necessita de uma rede de interconexão

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Processamento Paralelo

Arquitetura de Computadores. Processamento Paralelo Arquitetura de Computadores Processamento Paralelo 1 Multiprogramação e Multiprocessamento Múltiplas organizações de computadores Single instruction, single data stream - SISD Single instruction, multiple

Leia mais

PARALELISMO NO NÍVEL DO PROCESSADOR

PARALELISMO NO NÍVEL DO PROCESSADOR UNIP Universidade Paulista. Campus Brasília. PARALELISMO NO NÍVEL DO PROCESSADOR ALUNO: Lucas da Silva Dias ALUNO: Gleidson Rosa da Silva ALUNO: Gustavo da Silva Martins ALUNO: Marcelo Nery Lima RA: C633EB-1

Leia mais

Processadores. Principal função é executar programas armazenados na memória principal.

Processadores. Principal função é executar programas armazenados na memória principal. Processadores Principal função é executar programas armazenados na memória principal. Registradores São memórias pequenas de alta velocidade, usada para armazenar resultados temporários e certas informações

Leia mais

Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores

Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Processadores Prof. Sergio Ribeiro Composição básica de um computador eletrônico digital: Processador Memória Memória Principal Memória Secundária Dispositivos

Leia mais

Unidade 12: Introdução ao Paralelismo:

Unidade 12: Introdução ao Paralelismo: Arquitetura e Organização de Computadores 1 Unidade 12: Introdução ao Paralelismo: Processadores Superescalares Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar os conceitos fundamentais da arquitetura superescalar

Leia mais

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE Objectivos da Disciplina Príncipios gerais da arquitectura de computadores Estrutura e comportamento de um computador Programação em assembly Processadores

Leia mais

Processamento Paralelo

Processamento Paralelo Processamento Paralelo por Helcio Wagner da Silva Introdução Tradicionalmente, o computador tem sido visto como uma máquina seqüencial Esta visão nunca foi completamente verdadeira No nível das µo, vários

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Organização de Sistemas Computacionais. Prof.: Agostinho S. Riofrio

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Organização de Sistemas Computacionais. Prof.: Agostinho S. Riofrio ARQUITETURA DE COMPUTADORES Organização de Sistemas Computacionais Prof.: Agostinho S. Riofrio Agenda 1. Unidade Central de Processamento 2. Organização da CPU 3. Interpretador 4. RISC x CISC 5. Principios

Leia mais

A Necessidade da Computação de Alto Desempenho para os Dias Atuais

A Necessidade da Computação de Alto Desempenho para os Dias Atuais A Necessidade da Computação de Alto Desempenho para os Dias Atuais Jeremias Moreira Gomes jeremiasmg@gmailcom 29 de setembro de 2016 Sumário 1 Introdução 2 3 4 5 6 Jeremias Moreira Gomes Confraria0day

Leia mais

Arquitetura de Computadores Paralelos. Tipos e Paralelismo Dispositivos HPC Métodos e SpeedUp

Arquitetura de Computadores Paralelos. Tipos e Paralelismo Dispositivos HPC Métodos e SpeedUp Arquitetura de Computadores aralelos Tipos e aralelismo Dispositivos HC Métodos e SpeedUp Justificativa Computadores paralelos fazem parte de quase todos os ambientes científicos Muitas empresas os empregam

Leia mais

MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES

MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Álvaro Elias Flôres [email protected] MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Introdução A atividade de um computador pode ser definida por um modelo simples: Introdução Na etapa de processamento

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 02: PROCESSAMENTO PARALELO: PROCESSADORES VETORIAIS

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 02: PROCESSAMENTO PARALELO: PROCESSADORES VETORIAIS ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 02: PROCESSAMENTO PARALELO: PROCESSADORES VETORIAIS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação

Leia mais

AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES

AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MULTIPROCESSADORES

Leia mais

Disciplina de Arquitetura de Computadores

Disciplina de Arquitetura de Computadores USP - ICMC - SSC SSC 0510 - Informática - 2o. Semestre 2010 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/

Leia mais

4/11/2010. Computadores de grande porte: mainframes e supercomputadores. Sistemas Computacionais Classificação. Sistemas Computacionais Classificação

4/11/2010. Computadores de grande porte: mainframes e supercomputadores. Sistemas Computacionais Classificação. Sistemas Computacionais Classificação Arquitetura de Computadores Quanto ao princípio de construção Computador Analógico: Computadores de grande porte: mainframes e supercomputadores Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF

Leia mais

Arquitetura e organização de computadores Uma visão geral

Arquitetura e organização de computadores Uma visão geral Arquitetura e organização de computadores Uma visão geral MAC 344 - Arquitetura de Computadores Prof. Siang Wun Song Baseado em W. Stallings - Computer Organization and Architecture Objetivo do disciplina

Leia mais

periféricos: interfaces humano-computador (HCI) arquivo de informação comunicações

periféricos: interfaces humano-computador (HCI) arquivo de informação comunicações Introdução aos Sistemas de Computação (6) Análise de componentes num computador Estrutura do tema ISC 1. Representação de informação num computador 2. Organização e estrutura interna dum computador 3.

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES RCM00014 Haswell wafer ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Luciano Bertini Site: http://www.professores.uff.br/lbertini/ Objetivos do Curso Entendimento mais aprofundado do funcionamento

Leia mais

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Compreender a Arquitetura SMP Conhecer a Organização SMP Apresentar o Conceito

Leia mais

Modelo de Programação Paralela

Modelo de Programação Paralela Modelo de Programação Paralela As arquiteturas paralelas e distribuídas possuem muitos detalhes Como especificar uma solução paralela pensando em todos esses detalhes? O que queremos? Eecutar a solução

Leia mais

Computadores e Programação (DCC/UFRJ)

Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Aula 3: 1 2 3 Abstrações do Sistema Operacional Memória virtual Abstração que dá a cada processo a ilusão de que ele possui uso exclusivo da memória principal Todo

Leia mais

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos Pensando em Paralelo Pensar em paralelo é uma tarefa que exige disciplina

Leia mais

Prof a Andréa Schwertner Charão DELC/CT/UFSM

Prof a Andréa Schwertner Charão DELC/CT/UFSM Modelos de Computadores Paralelos Prof a Andréa Schwertner Charão DELC/CT/UFSM Sumário Modelos de computadores paralelos Classificações "acadêmicas" Tendências de mercado TOP500 Impacto na programação

Leia mais

Arquitetura de Computadores Aula 11 - Multiprocessamento

Arquitetura de Computadores Aula 11 - Multiprocessamento Arquitetura de Computadores Aula 11 - Multiprocessamento Prof. Dr. Eng. Fred Sauer http://www.fredsauer.com.br [email protected] 1/28 PROCESSAMENTO PARALELO OBJETIVO: aumentar a capacidade de processamento.

Leia mais

speedup aprimorado aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Tempo original Fração aprimorada aprimorado

speedup aprimorado aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Tempo original Fração aprimorada aprimorado Multiprocessadores - A evolução tecnológica dos processadores iria diminuir drasticamente. 2- O caminho para o aumento de desempenho é de unir mais de um processador para realizar a mesma tarefa em menos

Leia mais

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender a Arquitetura SMP Conhecer a Organização SMP Apresentar o Conceito

Leia mais

ENIAC Primeiro computador de Propósito Geral. William Stallings Computer Organization and Architecture 6 th Edition (2003)

ENIAC Primeiro computador de Propósito Geral. William Stallings Computer Organization and Architecture 6 th Edition (2003) William Stallings Computer Organization and Architecture 6 th Edition (2003) ENIAC Primeiro computador de Propósito Geral Electronic Numerical Integrator And Computer Chapter 2 Computer Evolution and Performance

Leia mais

Arquitetura de Computadores Unidade Central de Processamento CPU

Arquitetura de Computadores Unidade Central de Processamento CPU Arquitetura de Computadores Unidade Central de Processamento CPU CPU Funções realizadas pelo processador: Função controle Responsável pela busca, interpretação e controle da execução das instruções, bem

Leia mais

Arquiteturas Paralelas

Arquiteturas Paralelas Apresentação Prof. Marcos José Brusso Arquiteturas Paralelas Prof. Ms. Marcos José Brusso [email protected] Universidade de Passo Fundo Formação Graduação: Ciência da Computação, UPF/1994 Mestrado: Ciência

Leia mais

5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs

5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs 5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs As GPUs são processadores maciçamente paralelos, com múltiplos elementos de processamento, tipicamente utilizadas como aceleradores de computação. Elas fornecem

Leia mais

Evolução dos Microprocessadores

Evolução dos Microprocessadores A Hugo Gonçalves Victor Rodrigues Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa 2 de Janeiro de 2012 Outline A Evolução Computacional A 1 A Evolução Computacional Os Microprocessadores

Leia mais

Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn

Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn OBJETIVO: definir computação paralela; o modelo de computação paralela desempenhada por computadores paralelos; e exemplos de uso da arquitetura

Leia mais

AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais. Disciplina: Aplicações Avançadas de Microprocessadores (AAM)

AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais. Disciplina: Aplicações Avançadas de Microprocessadores (AAM) AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais Disciplina: Aplicações Avançadas de Microprocessadores (AAM) Tópicos: Conceitos gerais Evolução dos Microprocessadores Arquiteturas Principais características

Leia mais