103 Palpites sobre o GUZERÁ
|
|
|
- Francisco Castelhano Ximenes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 103 Palpites sobre o GUZERÁ Antonio Ernesto Werna de Salvo 1 Os anos de trabalho e convivência com o rebanho Guzerá, com os homens que criavam e criam estes animais e com os técnicos que os estudam, permitem colocar um conjunto de idéias que, longe de pretenderem ensinar, refletem a vontade de compartilhar algumas observações coletadas em mais de 30 anos de participação em julgamentos nas pistas: 1- O Kankrej é raça tronco dentre as indianas e o nome Guzerá deve ser entendido como sinônimo perfeito. 2- Há variação de morfologia entre Kankrej puros. 3- Perfil sub-côncavo nas fêmeas e até o retilíneo são pré-condições para aferição de qualidade racial. 4- O crânio do Kankrej é típico, inconfundível e indispensável na avaliação. 5- Chifres sempre em forma de lira, nas fêmeas adultas, mais ou menos abertos, com diferentes desenhos, são clássicos na raça A direção geral forma sempre um ângulo menor que 180º com linha fronte/chanfro Os dos machos têm o formato de lira menos nítido Nunca têm secção circular, mas antes são ligeiramente achatados Nos animais jovens, são mais difíceis de serem aferidos, mas um indício indispensável é a direção para fora, para cima e ligeiramente para frente. 1 Retirado do livro Guzerá 50 Anos, e transcrito da internet palpites-sobre-o-guzera.php.
2 5.5- Nas fêmeas adultas, têm estrangulamento na base, são mais delicados do que nos machos e acompanhados de uma parte de couro na inserção com o crânio Pontas divergentes não são desejáveis no animal adulto. Tolerável em vacas mais velhas Estrias claras são normais, desde que não exageradas ou associadas a partes brancas no casco Pontas afiadas ou rombudas não são desejáveis Pancadas em idades jovens deformam os chifres e dificultam a observação dos detalhes, mas não devem ser desqualificantes Posição geral muito para frente é perfeitamente tolerável Posição geral muito nítida para trás da linha da fronte é eliminatório O tamanho médio é o ideal, devendo os extremos ser evitados, tanto para mais quanto para menos O amochamento não traz qualquer problema para avaliação do animal apenas torna absoluta e decisória a avaliação do crânio Na base do chifre, estrangulada, uma dobra da pele é típica (barbela do chifre). 6- A soldadura do osso frontal saliente (nimbure) não é desejável, tolerável nas fêmeas jovens A marrafa, nos bezerros, é idealmente reta, nunca convexa, sempre com tonalidade de cor enferrujada. 7- Saliência no frontal, entre os olhos e em direção à marafa, deve ser firmemente evitada. 8- Os olhos são nitidamente amendoados e a órbita saliente, obrigando o animal a elevar e inclinar a cabeça para a frente, criando a inconfundível posição de atenção que caracteriza a raça.
3 8.1- As órbitas são salientes, sempre mais nos machos Olhos claros (gateados) são freqüentes e toleráveis, por vezes associadas à pelagem mais clara e a estrias brancas nos chifres As pálpebras são, obrigatoriamente, negras Os cílios devem ser negros. Cuidados com os cílios mesclados, especialmente associados à existência de partes claras na pele, nos chifres, nos cascos e nas mucosas. 9- As orelhas ideais são médias, espalmadas, muito móveis, delicadas, colocando-se para frente em ângulo próximo a 45º com a face em ângulo ligeiramente inclinado para frente em relação à linha da fronte A pele no interior do pavilhão é rosada, sendo manchas negras (vírgulas) sempre indícios de firmeza na pigmentação geral do animal Orelhas pendentes, ou muito longas, ou grosseiras, ou com dobra na ponta (gavião), ou pouco móveis, devem ser firmemente evitadas Bordas de orelha debruadas de negro atestam que o animal nasceu vermelho. Normalmente associadas a pelagem muito escura ou avermelhada. Tolerável mas não desejável Forma tubular, ainda que discreta, é defeito eliminatório Apêndice de pele na parte extrema da orelha, quase sempre situados no terço superior, rudimentar ou desenvolvido, vulgarmente chamado quatro orelhas (embora possa existir em uma só das orelhas) costuma ser encontrado e é bem típico do puro Kankrej, embora surja, também, nos mestiços. Tolerável. 10- A fronte é larga, nunca proeminente, mais delicada nas fêmias. 11- O chanfro é curto, maior e delicado nas fêmeas. Reto.
4 11.1- Desvios de chanfro são comuns e devem ser evitados, mesmo os discretos. 12- As narinas são arrebitadas, como se fossem amarradas e estranguladas por um fio apertado, largas e negras Mucosas nasais ligeiramente claras são toleráveis. Salpicadas ou com muita pigmentação clara, indesejáveis. Ao nascer, o bezerro pode ter mucosas claras, que devem escurecer depois. 13- A boca é larga, com maxilar inferior bem encaixado Animais de chanfro muito curto, brevilíneos tendem a apresentar prognatismo o que é eliminatório O agnatismo, também eliminatório, costuma vir acompanhado de uma sombra de pele sob o maxilar inferior, formando um eixo indesejável. 14- A nuca é convexa (cangado), freqüentemente com musculatura dupla, formando uma depressão longitudinal O pescoço é médio, mais curto e forte nos machos Animais que caminham com a cabeça baixa não têm a altivez típica da raça. 15- O cupim, nos machos, é grande, equilibrado em volume com o tamanho do animal, simétrico, apoiando-se no dorso na idade adulta Nas fêmeas é sempre menor Nos jovens, também é proporcionalmente menor. Bezerros com giba muito grande para a idade tendem a ser brevilíneos e atingem o tamanho adulto mais cedo, com menores pesos O cupim tombado para a direita é muito mais freqüente que o inclinado para a esquerda. Este constitui defeito menos grave e, se, discreto no desvio, pode ser tolerado. O primeiro é indesejável.
5 15.4- Perfeita simetria é raridade, mas constitui o ideal. 16- O dorso-lombo deve ser largo, musculoso e nivelado. 17- Os flancos devem ser bem cobertos, com as costelas profundas, sem depressões na clavícula. 18- O osso sacro deve ser longo, nivelado, se possível mergulhado em massa muscular, invisível na silhueta lateral. 19- A inserção da cauda deve ser a mais distal possível A cauda é longa, móvel e flexível A vassoura da cauda deve ser cheia, com pelos negros, tolerando-se capa mais clara no seu início. Mecha, nunca. Não deve ser aparada jamais. 20- Os aprumos traseiros são fundamentais. Cuidado com os animais que, em posição normal, têm a cauda dentro da linha externa posterior dos jarretes Coxas longas tendem a ser menos musculosas, não sendo desejáveis Excesso de cocheira aumenta os defeitos dos aprumos Cascos pretos, duros e pequenos. Cuidado com desalinhamento de unhas ou excessivo afastamento entre elas. Freqüentemente, causam feridas na coroa do casco que originam os gabarros. É caráter bastante transmissível à progênie. 21- Garupa comprida, ancas niveladas, ílios e ísquios, com aberturas amplas e iguais, musculatura convexa, eis o desejável Sob a cauda e logo acima do ânus uma dobra nítida de pele é normal e típica.
6 21.2- Ânus com mucosa negra, assim como vulva, são indispensáveis Entre-coxas musculosas, bem descidas, com escudo largo e coberto de pele macia, são desejáveis. 22- Testículos móveis. Bolsa escrotal com pele macia, rósea. Bolsa preta costuma trazer problemas de pelagem. Evitar. 23- Umbigo curto com o vergalho bem dirigido. Prepúcio não penduloso. Fundamental este caráter. 24- Barbela pregueada, estendendo-se entre as mãos até o umbigo (ligação) de forma discreta, porém definida Sob o maxilar a barbela é dupla e tem corte nítido no primeiro terço. Pele fina e macia. 25- Ventre sem excesso de volume aparente. Evitar também animais com aparência de barriga vazia, ou seja, murcho de ventre. 26- Pelagem azulega é a melhor. A tonalidade varia muito. É função da luminosidade (que a clareia, quando forte) e, nas fêmeas, do estágio de gestação. Assim, a mesma vaca, se estiver no fim da gestação e a época for de meses de dias curtos, será muito mais escura do que em dezembro do mesmo ano, com bezerro ao pé Pêlos curtos, sedosos. Evitar animais cabeludos. Em alguns espécimes, o pêlo cai totalmente nos meses quentes e a pele fica à mostra. Não é desejável, mas não traz problemas se o pigmento do couro for firme A literatura cita que 1% dos bezerros nasce vermelho. Quando adultos ficam sempre mais escuros, algumas fêmeas com cor de chocolate. Os machos se tornam quase de um preto uniforme, fechado. Nos animais que nasceram vermelhos, a borda das orelhas é
7 debruada de preto e, nos machos, a bolsa escrotal também permanece escura. Não é ideal, mas tolerável Outra pelagem encontradiça é a cor de tijolo. Pele, mucosas cascos, chifres, pêlos tudo é atijolado. Quase sempre são animais de excelente caracterização racial. Quando acasalados com parceiros de pelagem típica, não reproduzem esta coloração rara. Não são registráveis Manchas mais claras ou avermelhadas podem aparecer nas partes mais escuras. Se não tiverem contorno definido, nítido (malhado), são perfeitamente admissíveis. Chamava-se esta mancha mão de Deus. Logo, é uma característica não desmerecedora. Também podem ser manchas mais escuras nas partes claras. A avaliação é a mesma Pintas salpicadas (sirigado) na barbela ou na pele solta da coxa são indesejáveis. Têm ligação com pinta na testa (estrela) ou mecha branca na vassoura da cauda, ambos fatores desclassificantes O branco total (desde que com nuances mais escuras nos joelhos dianteiros e na coroa dos cascos) não é do gosto dos criadores, porém é pelagem típica. Deve ser severamente evitada nos machos, para não ampliar a freqüência no rebanho Tonalidade acobreada, vindo até a amarelada, não é desejável, embora famoso criador, que trouxe gado da Índia na década de 60, julgasse positiva esta anormalidade Os bezerros nascem claros, com tonalidade de ferrugem na marrafa. Escurecem depois. Os que já forem cinzentos vão ficar quase pretos Cara preta, nas vacas, com todo o chanfro e fronte negros, chegando às laterais do crânio, é garantia de excelência, valorizando o animal. 27- Ubre de pele macia, quartos simétricos, tetas pequenas e iguais no tamanho, sempre murcho depois da ordenha e bastante intumescido quando cheio, de tirada fácil, tem que ser muito valorizado e os defeitos porventura existentes devem penalizar severamente a vaca.
8 27.1- As bezerras novas já devem mostrar um projeto de ubre definido. Evitar aquelas onde o órgão fica quase invisível Quartos assimétricos, normalmente com os dois traseiros menos desenvolvidos, são freqüentes e devem ser objeto de correção genética Temperamento arisco dificulta sobremaneira a ordenha. Às vezes, as vacas dão pouco leite na tirada, mas os filhos estão sempre gordos. Escondem leite e é problema a evitar. 28- Temperamento dócil, aparência geral tranqüila, curiosidade frente ao homem sem agressividade, eis um dos caracteres mais desejáveis na raça e, quando ausente, um dos maiores problemas. Radicalizar na eliminação dos indivíduos de má índole, principalmente nos machos reprodutores, já que é caráter de alta herdabilidade Vacas recém-paridas defendem sempre seus bezerros. Isto é normal e não constitui defeito. 29- Altivez no porte e na expressão geral é altamente desejável e, quando ausente, deprecia o animal jamais será uma rês destacada na seleção. 30- Aprumos dianteiros não verticais, com joelhos juntos e casco apontando para fora, devem ser evitados com rigor. 31- Os maiores defeitos, na raça, para os criadores comerciais, são: temperamento bravio, tetas grandes, chifres (que são sempre maiores do que em outras raças e dão aparência enganosa de idade e agressividade) ossatura grosseira, bezerros molengos A raça existe há cinco mil anos. Vamos respeitar e exigir uma caracterização racial perfeita, que garanta a prepotência dos atributos zootécnicos Melhoramento genético significa utilizar os ensinamentos que a ciência apura com bom senso e dedicação, sem radicalismos para
9 qualquer direção. Não há verdade absoluta o que é correto hoje pode mudar amanhã O bom criador segue sempre um programa de melhoramento com base científica e com forte tempero de intuição A zootecnia tem linguagem universal. Os caminhos do melhoramento são múltiplos, mas todos têm que ser inteligíveis para aqueles que são leigos nas sutilezas da raça Método e disciplina são indispensáveis em qualquer trabalho. Anote sempre os dados registrados e siga um método reconhecido para coligi-los Melhoramento de bovinos é processo naturalmente lento e os ganhos, por geração, geneticamente pequenos. Tenha persistência O pessoal envolvido no trabalho de campo tem que ser competente, dedicado, paciente e gostar de animais. Nunca menospreze esta avaliação Defenda-se dos modismos Dê uma chance ao tourinho. Ele tem obrigação de ser melhor que o pai Os bezerros têm que ser sempre melhores do que as novilhas e estas superiores às vacas para que se ande para frente. 32- Pele bem rosada no escudo é sinal de leite gordo. Este tipo de afirmação costuma ser engraçado, mas nada tem de verdade Terminamos com humor alguém disse que é, mas, em realidade, não é: cupim tombado é sinal de animal grande. Não é Touro menso é touro grande. Não é Animal bravo é bom porque ninguém ordenha vaca e o bezerro está sempre gordo. Não é. Ao contrário, é péssimo Ninguém come cabeça. Ou chifre. Ou orelhas. Portanto, não ligo para isso. Insensatez, pois mestiços não tem prepotência.
10 33- O Guzerá é a melhor raça tropical do mundo, além de ser a mais bonita. Verdade, pelo menos para mim.
PADRÃO DA RAÇA GUZERÁ
9 52 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom, de acordo com a idade. Médio Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura
PADRÃO DA RAÇA INDUBRASIL
58 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom, de acordo com a idade. Médio Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura
PADRÃO RACIAL DAS CATEGORIAS PC1, PC2 E PO. CONFORMAÇÃO MORFOLÓGICA. CARACTERÍSTICAS NOMENCLATURA IDEAIS PERMISSÍVEIS DESCLASSIFICATÓRIAS
PADRÃO RACIAL DAS CATEGORIAS PC1, PC2 E PO. CONFORMAÇÃO MORFOLÓGICA. CARACTERÍSTICAS NOMENCLATURA IDEAIS PERMISSÍVEIS DESCLASSIFICATÓRIAS 1. Aparência Geral O Senepol apresenta-se com porte médio a Desenvolvimento
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO BOVINOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO BOVINOS RAÇAS ZEBUÍNAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL Disciplina: Exterior e raças
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 22/02/2012. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 86 22/02/2012 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 19/05/2009. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 86 19/05/2009 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
RAÇAS DE CAPRINOS. Profa. Alda Monteiro - 2013
RAÇAS DE CAPRINOS Profa. Alda Monteiro - 2013 As raças de cabras estão reunidas em 3 troncos distintos, sendo aceitas as subdivisões que se seguem: Tronco europeu: raças do sub-tronco europeu alpino, com
RAÇAS CAPRINAS NO BRASIL
RAÇAS CAPRINAS NO BRASIL Alpina; Alpina Americana; Alpina Britânica; Anglo Nubiana; Angorá; Bhuj; Bôer; Canindé; Jamnapari; Kalahari; Mambrina; Moxotó; Murciana; Saanen; Savana; Toggenburg. PADRÃO RACIAL
GOLDEN RETRIEVER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 8 Padrão FCI N o 111 28/10/2009. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI N o 111 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça GOLDEN RETRIEVER M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta ilustração
BRACO DE BOURBON NAIS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 179 29/03/2006 Padrão Ofi cial da Raça BRACO DE BOURBON NAIS BRAQUE DU BOURBONNAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI 186 11/08/2000 Padrão Oficial da Raça AFFENPINSCHER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
CÃO FILA DE SÃO MIGUEL
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 340 20/06/2007 Padrão Oficial da Raça CÃO FILA DE SÃO MIGUEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
CAPÍTULO VII DA RAÇA E DA SUA CLASSIFICAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO
CAPÍTULO VII DA RAÇA E DA SUA CLASSIFICAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO Artigo 23 - Para o Serviço de Registro Genealógico denominam-se Bovinos da Raça Holandesa, os bovinos de qualquer idade, sexo ou variedade
REGULAMENTO DE EXPOSIÇÕES DA RAÇA SIMENTAL CAPÍTULO I CAPÍTULO II
REGULAMENTO DE EXPOSIÇÕES DA RAÇA SIMENTAL CAPÍTULO I Art. 1º As Exposições Municipais, Regionais, Estaduais, Nacionais e Internacionais, têm por finalidade reunir os trabalhos zootécnicos de desenvolvimento
CÃO DE CRISTA CHINÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 288 11/05/1998 Padrão Oficial da Raça CÃO DE CRISTA CHINÊS CHINESE CRESTED DOG CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Avaliação e Seleção de Caprinos
Avaliação e Seleção de Caprinos Dr. Cláudio José Araújo da Silva Eng. Agrônomo Dr. Odilei Rogério Prado Méd. Veterinário Laboratório de Produção e Pesquisa em Ovinos e Caprinos LAPOC 2013 AVALIAÇÃO E SELEÇÃO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1. Padrão FCI 44 19/12/2001
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI 44 19/12/2001 Padrão Oficial da Raça PASTOR DE BEAUCERON BERGER DE BEAUCE (BEAUCERON) CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
GRUPO 6 Padrão FCI N o 159 03/06/2009
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padrão FCI N o 159 03/06/2009 Padrão Oficial da Raça FOXHOUND INGLÊS (ENGLISH FOXHOUND XHOUND) M.Davidson, illustr. NKU
GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça POINTER INGLÊS (ENGLISH POINTER) M.Davidson, illustr. NKU Picture Library
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 9 Padrão FCI N o 140 24/06/2014. Padrão Oficial da Raça ON TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 140 24/06/2014 Padrão Oficial da Raça BOSTON ON TERRIER 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 94 03/11/1999. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 94 03/11/1999 Padrão Oficial da Raça PODENGO PORTUGUÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
GRUPO 3 Padrão FCI N o 85 12/01/2011
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI N o 85 12/01/2011 Padrão Oficial da Raça WEST HIGHLAND WHITE TERRIER M.Davidson, illustr. NKU Picture Library
GRUPO 10 Padrão FCI N o 269 29/11/2000
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 10 Padrão FCI N o 269 29/11/2000 Padrão Oficial da Raça SALUKI 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
CÃO DE GADO TRANSMONTANO
CÃO DE GADO TRANSMONTANO ORIGEM: Trás-os-Montes - Portugal UTILIZAÇÃO: Cão de guarda e protecção de gado ovino e caprino CLASSIFICAÇÃO: 2º Grupo, secção II Molossóides BREVE RESENHA HISTÓRICA: A origem
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 11 Padrão CBKC NR 10. Padrão Oficial da Raça TOY FOX TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA GRUPO 11 Padrão CBKC NR 10 Padrão Oficial da Raça TOY FOX TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação CBKC: Grupo 11 - Raça não reconhecida pela FCI.
AFFENPINSCHER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 2 Padrão FCI N o 186 02/09/2009. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 186 02/09/2009 Padrão Oficial da Raça AFFENPINSCHER Esta ilustração não representa necessariamente o exemplo
GRUPO 6 Padrão FCI N o 22 18/02/1997
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padrão FCI N o 22 18/02/1997 Padrão Oficial da Raça GRANDE AZUL DA GASCONHA (GRAND BLEU DE GASCOGNE) CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
GRUPO 7 Padrão FCI N o 118 05/03/2014
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI N o 118 05/03/2014 Padrão Oficial da Raça GRANDE MUNSTERLANDER (GROSSER MÜNSTERLÄNDER VORSTEHHUND) Esta ilustração
GRANDE AZUL DA GASCONHA GRAND BLEU DE GASCOGNE
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padrão FCI 22 18/02/1997 Padrão Ofi cial da Raça GRANDE AZUL DA GASCONHA GRAND BLEU DE GASCOGNE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
1 APARÊNCIA GERAL. a) Estado Geral: sadio, vigoroso e com bom desenvolvimento de tamanho e peso proporcional
1 2 1 APARÊNCIA GERAL a) Estado Geral: sadio, vigoroso e com bom desenvolvimento de tamanho e peso proporcional à idade; b) Conformação: conformação robusta, de ossatura mediana revestida por musculatura
GRUPO 7 Padrão FCI N o 2 28/10/2009
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI N o 2 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça SETTER INGLÊS (ENGLISH SETTER) M.Davidson, illustr. NKU Picture Library
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2. Padrão FCI 183 11/08/2000 ZWERGSCHNAUZER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI 183 11/08/2000 Padrão Oficial da Raça SCHNAUZER MINIATURA ZWERGSCHNAUZER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 5 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
O BENGALIM DO JAPÃO. O comprimento total do Bengalim do Japão, medido desde a ponta do bico à extremidade da cauda, é de 12,5 cm.
O BENGALIM DO JAPÃO Tipo e Estrutura O Bengalim do Japão é uma ave de forma compacta e robusta, não devendo, contudo parecer pesado ou gordo. A cabeça é bem proporcionada com o resto do corpo. O dorso
PEQUENO LEBRÉL ITALIANO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 10 Padrão FCI 200 17/06/1998 Padrão Oficial da Raça PEQUENO LEBRÉL ITALIANO PICCOLO LEVRIERO ITALIANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
GRUPO 8 Padrão FCI N o 5 23/11/2012
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI N o 5 23/11/2012 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL INGLÊS (ENGLISH COCKER SPANIEL) M.Davidson, illustr.
GRUPO 2 Padrão FCI N o 50 06/11/1996
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 50 06/11/1996 Padrão Oficial da Raça T E R R A (NEWFOUNDLAND) N O V A 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
ORIENTAÇÕES PARA O JULGAMENTO DO ORIGINAL FILA BRASILEIRO TÓPICO 1.
ORIENTAÇÕES PARA O JULGAMENTO DO ORIGINAL FILA BRASILEIRO TÓPICO 1. Na minha opinião de juiz da raça, e como estudioso do Fila Original, as exposições especializadas devem orientar corretamente as criações
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 11 Padrão CBKC NR06. Padrão Oficial da Raça BULLDOG AMERICANO (AMERICAN BULLDOG)
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA GRUPO 11 Padrão CBKC NR06 Padrão Oficial da Raça BULLDOG AMERICANO (AMERICAN BULLDOG) 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA PADRÃO: CBKC NR06 TRADUÇÃO: Mirian Wendhausen.
BASSET ARTESIANO NORMANDO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padrão FCI 34 22/10/1992 Padrão Oficial da Raça BASSET ARTESIANO NORMANDO BASSET ARTESIAN NORMAND CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
COCKER SPANIEL INGLÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 5 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
GRUPO 9 Padrão FCI N o 65 06/04/1998
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 65 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça MALTÊS (MALTESE) 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à
WEST HIGHLAND WHITE TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 85 20/01/1998 Padrão Ofi cial da Raça WEST HIGHLAND WHITE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 3 Padrão FCI N o 3 11/05/2005. Padrão Oficial da Raça TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI N o 3 11/05/2005 Padrão Oficial da Raça KERRY BLUE TERRIER 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à
PADRÃO DA RAÇA SINDI
71 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom, de acordo com a idade. Médio Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9. Padrão FCI 101 06/04/1998
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 101 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça BULDOGUE FRANCÊS BOULEDOGUE FRANÇAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
WOLFHOUND IRLANDÊS. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 10 Padrão FCI N o 160 02/04/2001
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 10 Padrão FCI N o 160 02/04/2001 Padrão Oficial da Raça WOLFHOUND IRLANDÊS (IRISH WOLFHOUND) 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
PEQUENO CÃO LEÃO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 9 Padrão FCI N o 233 02/04/2004. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 233 02/04/2004 Padrão Oficial da Raça PEQUENO CÃO LEÃO (PETIT CHIEN LION) Esta ilustração não representa
RAÇA HOLANDESA MODERNIZA E ATUALIZA SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA CONFORMAÇÃO DAS VACAS (Classificação para Tipo )
RAÇA HOLANDESA MODERNIZA E ATUALIZA SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA CONFORMAÇÃO DAS VACAS (Classificação para Tipo ) Por: Altair Antonio Valloto; Méd.Vet.; Superintendente da APCBRH Presidente do Conselho Deliberativo
GRUPO 2 Padrão FCI N o 149 10/01/2011
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 149 10/01/2011 Padrão Oficial da Raça BULLDOG M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta ilustração
DACHSHUND Padrão. aça DACHSHUND
Padrão da R aça Classificação F.C.I. GRUPO 4 Padrão nº 148-13 de julho de 2001 País de origem: Alemanha Nome no país de origem: Dachshund (Teckel) Utilização: Caça Sujeito à prova de trabalho para campeonato
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 262 16/06/1999. Padrão Ofi cial da Raça SPITZ JAPONÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 262 16/06/1999 Padrão Ofi cial da Raça SPITZ JAPONÊS NIHON SUPITTSU CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 243 09/06/1999. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 243 09/06/1999 Padrão Oficial da Raça MALAMUTE DO ALASKA ALASKAN MALAMUTE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
GRUPO 11 Padrão CBKC NR 06
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA GRUPO 11 Padrão CBKC NR 06 Padrão Oficial da Raça BULLDOG AMERICANO AMERICAN BULLDOG CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação CBKC: Grupo 11 - Raça não reconhecida
CÃO DE CRISTA CHINÊS. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 9 Padrão FCI N o 288 16/02/2011
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 288 16/02/2011 Padrão Oficial da Raça CÃO DE CRISTA CHINÊS (CHINESE CRESTED DOG) J.Campin, illustr. KC
GRUPO 9 Padrão FCI N o 101 06/04/1998
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 101 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça BULDOGUE FRANCÊS (BOULEDOGUE FRANÇAIS) Esta ilustração não representa
ASTOR BRANCO SUÍÇO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 1 Padrão FCI N o 347 12/08/2011. Padrão Oficial da Raça PAST
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI N o 347 12/08/2011 Padrão Oficial da Raça PAST ASTOR BRANCO SUÍÇO (WEISSER SCHWEIZER SCHÄFERHUND) Esta ilustração
CÃO DE ÁGUA PORTUGUÊS
CÃO DE ÁGUA PORTUGUÊS ORIGEM: Portugal DATA DE PUBLICAÇÃO DO ESTALÃO DE ORIGEM EM VIGOR: 04-11-2008 UTILIZAÇÃO: Companheiro na faina da pesca e no cobro e cão de familia. CLASSIFICAÇÃO F.C.I.: Grupo 8
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DE DOM PEDRITO CURSO ZOOTECNIA. Aula - Morfologia externa de vacas leiteiras
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DE DOM PEDRITO CURSO ZOOTECNIA Aula - Morfologia externa de vacas leiteiras Prof. Luciane Rumpel Segabinazzi Bovinocultura de Leite I 2/2015 EZOOGNÓSIA: É o ramo da
LABRADOR RETRIEVER. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 8 Padrão FCI N o 122 12/01/2011
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI N o 122 12/01/2011 Padrão Oficial da Raça LABRADOR RETRIEVER M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 2 Padrão FCI N o 309 09/08/1999. Padrão Oficial da Raça SHAR PEI
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 309 09/08/1999 Padrão Oficial da Raça SHAR PEI 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
BOVINOS RAÇAS SINTÉTICAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO BOVINOS RAÇAS SINTÉTICAS Disciplina: Exterior e raças Prof. Mauricio van Tilburg
Bovinos de leite. Exognósia e Maneio Animal 9. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO GADO BOVINO E ZEBUÍNO
Exognósia e Maneio Animal 4 de Novembro de 2008 Bovinos de leite 9. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO GADO BOVINO E ZEBUÍNO Paulo P. Cortez IV. Principais raças de aptidão leiteira Instituto de Ciências
O cruzamento do charolês com o zebu (indubrasil, guzerá ou nelore) dá origem ao CANCHIM. Rústico e precoce, produz carne de boa qualidade.
OUTUBRO 2006 Para chegar ao novo animal, os criadores contaram com a ajuda do superintendente do laboratório de inseminação artificial Sersia Brasil, Adriano Rúbio, idealizador da composição genética
Produção de Bovinos - Tipo Carne
Produção de Bovinos - Tipo Carne Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: [email protected].) Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: [email protected].) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com)
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 344 05/01/2006 Padrão Oficial da Raça AKITA AMERICANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 195 09/06/1999. Padrão Ofi cial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 195 09/06/1999 Padrão Ofi cial da Raça VOLPINO ITALIANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
GRUPO 1 Padrão FCI N o 287 05/12/2012
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI N o 287 05/12/2012 Padrão Oficial da Raça AUSTRALIAN CATTLE DOG Esta ilustração não representa necessariamente
Produtos para fazer um contorno perfeito:
Introdução A maquiagem corretiva caiu no gosto das mulheres, e cada vez mais técnicas surgem para te ajudar na missão de afinar e ressaltar pontos estratégicos do rosto. Foi a pensar nisso que decidimos
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8. Padrão FCI 167 22/01/1999
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 167 22/01/1999 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL AMERICANO AMERICAN COCKER SPANIEL Classificação F.C.I.:
GRUPO 1 Padrão FCI N o 156 22/11/2012
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI N o 156 22/11/2012 Padrão Oficial da Raça COLLIE PELO LONGO COLLIE (ROUGH) Esta ilustração não representa necessariamente
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8. Padrão FCI 298 05/02/1999. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 298 05/02/1999 Padrão Oficial da Raça LAGOTTO ROMAGNOLO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
BRACO HÚNGARO DE PÊLO CURTO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 57 13/09/2000 Padrão Ofi cial da Raça BRACO HÚNGARO DE PÊLO CURTO RÖVIDSZÖRÜ MAGYAR VIZSLA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
PADRÃO DA RAÇA NELORE
64 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom de acordo com a idade. Médio. Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura
INTERPRETAÇÃO DAS PROVAS DE REPRODUTORES LEITEIROS
AZ042 Bovinocultura de Leite Aula 14 INTERPRETAÇÃO DAS PROVAS DE REPRODUTORES LEITEIROS Prof. Rodrigo de Almeida Entendendo as Provas de Touros Canadenses Informações de Produção Provas de produção Baseado
SAMOIEDA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 5 Padrão FCI N o 212 09/01/1999. Padrão Oficial da Raça. Fédération Cynologique Internationale
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI N o 212 09/01/1999 Padrão Oficial da Raça SAMOIEDA (SAMOIEDSKAÏA SABAKA) Esta ilustração não representa necessariamente
GRUPO 4 Padrão FCI N o 148 13/07/2001
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 4 Padrão FCI N o 148 13/07/2001 Padrão Oficial da Raça DACHSHUND (TECKEL) Esta ilustração não representa necessariamente
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 2 Padrão FCI N o 143 14/02/1994. Padrão Oficial da Raça DOBERMANN
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 143 14/02/1994 Padrão Oficial da Raça DOBERMANN 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
Instruçoes para fotos biométricas - República da Eslovênia
Instruçoes para fotos biométricas - República da Eslovênia Recomendações do Ministério das Relações Exteriores da República da Eslovênia para as fotos biométricas: o o tamanho da foto: 3,5 x 4,5 cm o o
CÃO D ÁGUA PORTUGUÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 37 22/01/1999 Padrão Oficial da Raça CÃO D ÁGUA PORTUGUÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONSANGUINIDADE EM ANIMAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA MELHORAMENTO ANIMAL CONSANGUINIDADE EM ANIMAIS 1. CONSANGUINIDADE A consangüinidade
RASTREADOR BRASILEIRO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA GRUPO 11 Padrão CBKC NR 15 Padrão Oficial da Raça RASTREADOR BRASILEIRO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação CBKC: Grupo 11 - Raça não reconhecida pela
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 218 15/09/2010 Padrão Oficial da Raça CHIHUAHU AHUA M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta ilustração
Escolhendo a Base Para peles oleosas, o indicado é escolher uma base que seja oil free, ou seja livre de óleo. Para peles secas ou mistas, a base
Preparação da Pele Mas afinal, a pele deve ser preparada antes ou depois de fazer a maquiagem nos olhos? Isto irá depender de pessoa para pessoa, de maquiador para maquiador. Muitos preferem começar a
O quadro abaixo tem as indicações de agulhas, linhas e comprimento de pontos adequados aos vários tipos de tecidos:
Relação de Tecido, Agulha, Linha e Ponto Para obter os melhores resultados, escolha sempre uma agulha de número e ponta adequados ao tecido. A agulha mais fina é de nº 9 e a mais grossa é de nº 18. Quanto
Publicado on line em animal.unb.br em 13/10/2010. Bovino Curraleiro
INCT: Informação Genético-Sanitária da Pecuária Brasileira SÉRIE TÉCNICA: GENÉTICA Publicado on line em animal.unb.br em 13/10/2010 Bovino Curraleiro Maria Clorinda Soares Fioravanti 1, Raquel Soares Juliano
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2. Padrão FCI 197 10/09/1992. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI 197 10/09/1992 Padrão Oficial da Raça MASTINO NAPOLETANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération
- CURSO DE MAQUIAGEM -
- CURSO DE MAQUIAGEM - Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos autorais. (Lei nº 9.610). CORREÇÕES CORREÇÕES
Seqüência completa de automassagem
Seqüência completa de automassagem Os exercícios descritos a seguir foram inspirados no livro Curso de Massagem Oriental, de Armando S. B. Austregésilo e podem ser feitos em casa, de manhã ou à tardinha.
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos Professor: Aparecido Porto da Costa Disciplina: Caprinovinocultura E-mail: [email protected] Introdução Importância Produtividade do rebanho => obter sucesso
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Nome: João Victor Cardoso Alves Projeto: Altas Habilidades Tema: Gatos APRENDENDO SOBRE GATOS Primeiramente escolhi os felinos de uma forma geral, mas era
GRUPO 2 Padrão FCI N o 45 05/05/2003
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 45 05/05/2003 Padrão Oficial da Raça BOIADEIRO O BERNÊS (BERNER SENNENHUND) Esta ilustração não representa
Global Training. The finest automotive learning
Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para
IV SEMINÁRIO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM CUNICULTURA. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. UNESP Botucatu Campus Lageado
Cuidados e conforto para coelhos de companhia Maísa Melo Heker* *Zootecnista e Mestrando Programa de Pós Graduação em Zootecnia FCAV- UNESP Campus Jaboticabal. Introdução Atualmente todas as raças de coelhos
CÃO DA SERRA DA ESTRELA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI N o 173 30/03/2009 Padrão Oficial da Raça CÃO DA SERRA DA ESTRELA Esta ilustração não representa necessariamente
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1. Padrão FCI 166 07/08/1996
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI 166 07/08/1996 Padrão Oficial da Raça PASTOR ALEMÃO DEUTSCHER SCHÄFERHUND CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
José Ferreira Pankowski
José Ferreira Pankowski O conselheiro técnico da Associação dos Criadores de Nelore de Mato Grosso, José Ferreira Pankowski, é o entrevistado da semana do site da Nelore MT. Ele fala sobre o desenvolvimento
