Programa Juventude em Acção
|
|
|
- Raphaella Frade Van Der Vinne
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Programa Juventude em Acção ADENDA ao Guia do Programa de Janeiro de 2007 D830 A presente adenda ao Guia da do Programa Juventude em Acção é válida a partir de 1 de Janeiro de 2007 Capítulo B: Execução do programa Juventude em Acção Países do Programa e Países Parceiros Precisões sobre a admissibilidade de «outros países parceiros do mundo» no âmbito da Acção 2 e da Acção 3.2 Os seguintes «outros países parceiros do mundo» podem participar na Acção 2 e na Sub-acção 3.2 do programa: Afeganistão Gana Peru Angola Granada Filipinas Antígua e Barbuda Guatemala Ruanda Argentina Guiné, República da São Cristóvão e Neves Bahamas Guiné-Bissau Santa Lúcia Bangladeche Guiana São Vicente e Granadinas Barbados Haiti Samoa Belize Honduras São Tomé Príncipe Benim Bolívia Índia Indonésia Senegal Seicheles Botsuana Costa do Marfim Serra Leoa Brasil Jamaica Ilhas Salomão Brunei Cazaquistão África do Sul Burkina Faso Quénia Sudão Burundi Quiribati Suriname Camboja Quirguizistão Suazilândia Camarões Cabo Verde Laos Lesoto Tanzânia Tailândia República Centro-Africana Libéria Togo Chade Madagáscar Tonga Chile Malavi Trindade e Tobago China Malásia Tuvalu Colômbia Mali Uganda Comores Ilhas Marshall Uruguai Congo (República Democrática do) Mauritânia Usbequistão Congo (República do) Maurícia Vanuatu Ilhas Cook México Venezuela Costa Rica Micronésia Vietname Djibuti Moçambique Iémen Domínica Namíbia Zâmbia República Dominicana Nauru Zimbabué
2 Timor Leste Equador Salvador Guiné Equatorial Eritreia Etiópia Fiji Gabão Gâmbia Nepal Nicarágua Níger Nigéria Niue Palau Panamá Papua Nova Guiné Paraguai Procedimentos gerais de selecção prazos de apresentação de candidaturas Precisões sobre a data de início dos projectos apresentados no prazo de candidatura de 1 de Fevereiro de 2007 Para os projectos apresentados à Agência de Execução no prazo de candidatura de 1 de Fevereiro de 2007, a título excepcional, a data a partir da qual podem ser lançados não é 1 de Julho, mas 1 de Junho de Esta medida transitória apenas se aplica a este prazo de candidatura do novo programa Juventude em Acção. Esta medida foi introduzida com o propósito de facilitar um lançamento tão rápido quanto possível do projecto no quadro desta ronda de selecção e deve-se ao facto de não ter havido uma ronda de candidaturas a nível centralizado com prazo fixado a 1 de Novembro de Regras financeiras gerais Precisões sobre a prova de capacidade financeira para os pedidos de subvenções de valor superior a euros Em conformidade com as disposições do Regulamento Financeiro aplicável ao orçamento geral das Comunidades Europeias, todas as organizações candidatas, à excepção dos organismos públicos, que requeiram um financiamento superior a euros têm de apresentar os seguintes documentos de natureza financeira: a conta de gestão da organização candidata e o balanço do último exercício encerrado. A apresentação destes documentos destina-se a permitir avaliar a capacidade financeira das organizações candidatas. Para os projectos apresentados à Agência de Execução em Bruxelas, o formulário de candidatura deve ir acompanhado da conta de gestão e do balanço do último exercício encerrado. Para os projectos apresentados às Agências Nacionais, estes documentos comprovativos são apresentados a pedido da Agência Nacional competente apenas quando tiver sido tomada a decisão de concessão da subvenção. Note-se que não há um formulário específico para apresentar a informação referida. Se, com base nos documentos fornecidos, se concluir que a capacidade financeira exigida não está provada ou não é satisfatória, a Agência de Execução ou a Agência Nacional pode: pedir informações complementares; exigir uma garantia bancária; propor uma convenção de subvenção sem pré-financiamento; rejeitar a candidatura.
3 Capítulo D: Acção 2 Serviço Voluntário Europeu Acreditação de organizações de SVE Precisões sobre a aplicação progressiva da exigência de acreditação para as organizações de coordenação e de envio A partir do prazo de candidaturas de 1 de Setembro de 2007, passa a ser exigida, enquanto critério de admissibilidade das candidaturas, a acreditação das organizações de coordenação e de envio baseadas nos Países do Programa e nos países do Sueste Europeu. Esta aplicação progressiva da nova exigência de acreditação para as organizações de coordenação e de envio não se aplica às organizações de acolhimento. As organizações de acolhimento baseadas em Países do Programa e em países do Sueste Europeu têm de ser acreditadas como habitualmente antes de apresentarem um pedido de subvenção. Planeamento, preparação, formação, apoio e seguimento Precisões sobre as sessões de formação dos voluntários Regra geral, os voluntários têm de tomar parte nas sessões de formação das Agências Nacionais/Centros de Recursos SALTO SEE organizadas nos Países do Programa e nos países do Sueste Europeu (SEE). Por consequência, as AN não dão qualquer apoio para as sessões de formação que se realizem em países abrangidos pela oferta de formação das Agências Nacionais ou dos Centros de Recursos SALTO SEE. As sessões de formação em todos os países parceiros (excepto países do Sueste Europeu) são financiadas pela subvenção de que beneficia o projecto. Todas as formações de voluntários têm de respeitar as normas mínimas e as directrizes ditadas pela Comissão para essas formações. A avaliação final deverá ter lugar no país em que está baseada a organização de envio. Excepções a esta regra podem ser autorizadas pela Agência Nacional /Centro de Recursos SALTO dos países do Sueste Europeu em função da situação particular de um dado país e/ou se devidamente justificadas pela organização candidata. Como candidatar-se? Precisões sobre o parágrafo «Candidaturas a enviar às agências nacionais» Uma Agência Nacional só apoia os projectos, em conformidade com os critérios do SVE, que tenham um vínculo claro com o país em que a AN está baseada: A organização de coordenação (candidato) está baseada no país da AN e, além disso: - ou todas as organizações de envio que participam no projecto estão baseadas no país da AN, ou - todas as organizações de acolhimento que participam no projecto estão baseadas no país da AN. Como é financiada a actividade? Precisões sobre o parágrafo «Como é financiada a actividade?» Para todos os projectos de SVE apresentados a uma Agência Nacional e que tenham uma duração de 6 a 24 meses o pagamento da subvenção é feito em três prestações: 40/30/30%. A seguir ao pagamento do pré-financiamento de 40%, é feito um pagamento intermédio de 30% após recepção de um relatório intercalar. O pagamento do saldo é feito depois da recepção de um relatório final. Uma excepção a esta regra dos 40/30/30 pode ser feita para projectos que durem entre 6 e 24 meses, se todos os voluntários tiverem sido identificados ao nível da candidatura e tiver sido entregue juntamente com a candidatura o quadro com os dados relativos aos voluntários (ver formulário de candidatura). Neste caso, é autorizado o pagamento de um pré-financiamento de 70%, a que se segue o pagamento do saldo. Ainda assim, é exigida a apresentação do relatório intercalar. Se o projecto tiver uma duração inferior a 6 meses, a regra é 70% de pré-financiamento e pagamento de saldo sem exigência de relatório intercalar. Quais são as obrigações contratuais? Precisões sobre o parágrafo «Convenção de Actividade»
4 O formulário de candidatura enuncia as exigências mínimas de uma Convenção de Actividade e contém um quadro para os dados relativos aos voluntários. A Convenção de Actividade é assinada por todas as organizações parceiras e pelos voluntários que participam numa actividade. Uma cópia da Convenção de Actividade assinada é distribuída por todas as organizações parceiras e pelos voluntários que participam na actividade. O quadro com os dados relativos aos voluntários faz parte integrante da Convenção de Actividade. Só este quadro preenchido é que deve ser enviado à agência que concede a subvenção e às demais agências interessadas na actividade, de preferência, dois meses antes do início da actividade. Conhecendo esta informação, as agências podem programar melhor as sessões de formação. Esta convenção vincula todas as organizações parceiras e todos os voluntários envolvidos na actividade. Em caso de alterações substanciais, terá de ser assinada uma nova convenção e enviado às agências, para informação, um quadro actualizado com os dados relativos aos voluntários. Sumário das normas de financiamento Precisões sobre o quadro «Sumário das normas de financiamento» Para todos os projectos de SVE individuais ou colectivos enviados à Agência de Execução em Bruxelas, os montantes das subvenções comunitárias que devem ser aplicados são especificados no quadro «Sumário das normas de financiamento». Capítulo E: Acção 3.1 Cooperação com os países vizinhos dos países da União Europeia Como candidatar-se? Precisões sobre o parágrafo «Como candidatar-se?» Todas as candidaturas no âmbito da Acção 3 são geridas em conformidade com o princípio: «uma candidatura um projecto», o que significa que há uma organização de coordenação que apresenta candidatura para cada projecto em nome da parceria (o mesmo acontece com projectos de intercâmbios de jovens de natureza bilateral e trilateral). Como são financiadas as actividades? Precisões sobre o parágrafo «Como são financiadas as actividades?» Uma vez que não existem agências nacionais nos países parceiros, o mecanismo de financiamento separado com candidaturas diferentes do lado de quem envia e de quem acolhe para os intercâmbios de jovens bilaterais e trilaterais previsto na Acção 1.1 não é aplicável ao abrigo da Acção 3.1. Em vez disso, uma organização de coordenação apresenta candidatura para cada projecto em nome da parceira. Capítulo F: Acção Formação e ligação em rede de profissionais activos no domínio da juventude e das organizações de juventude Quais são os critérios de elegibilidade? Precisões sobre o parágrafo «Local» A excepção prevista para projectos de ligação em rede é tornada extensiva às Organizações não Governamentais Europeias (ONGE) que apresentam as suas candidaturas à Agência de Execução em Bruxelas. Os projectos apresentados por ONGE podem desenrolar-se em qualquer um dos países dos parceiros envolvidos no projecto.
5
INDICADORES ECONÔMICOS
Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC INDICADORES ECONÔMICOS Regiões Selecionadas: África, América Latina
Membros da IFC. Corporação Financeira Internacional. Data de afiliação
Membros da IFC Corporação Financeira Internacional Membro Data de afiliação Afeganistão 23 de setembro de 1957 África do Sul 3 de abril de 1957 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 20 de julho de 1956
Relatório Mundial de Saúde 2006
170 Relatório Mundial de Saúde 2006 Anexo Tabela 1 Indicadores básicos para todos os Estados-Membros Números computados pela OMS para assegurar comparabilidade a ; não são necessariamente estatísticas
Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação
Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro
VISTOS CONSULARES. Afeganistão Sim Sim. África do Sul Não Não. Albânia Sim Sim. Alemanha Não Não. Andorra Não Sim. Angola Sim Sim
VISTOS CONSULARES - Você vai para o exterior? Uma das primeiras providências a ser tomada é procurar saber se o país de seu destino exige visto no passaporte junto à embaixada ou ao consulado para permitir
Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade
Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade 19.01.2015 Objetivo O objetivo do escopo geográfico da Fairtrade International é determinar em quais países as
NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU
NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS Lista da ONU Países-membros das Nações Unidas Segue-se a lista dos 192 países-membros das Nações Unidas, de acordo com a ordem alfabética de seus nomes em português, com as
Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda
Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para
Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 08/04/2016) Legenda
Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para
CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das
Resolução nº 1.818, de 19 de setembro de 2009. Altera o valor das diárias definidos pela Resolução nº 1.745, de 26 de janeiro de 2005, e dispõe sobre demais assuntos. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no
ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS
ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS Segue-se a lista (de acordo com a ordem alfabética em português) dos 191 Estados Membros das Nações Unidas com as datas em que aderiram à Organização: Membros Data de
População estrangeira residente em Portugal, por nacionalidade e sexo, segundo o grupo etário
POPULAÇÃO ESTRANGEIRA RESIDENTE E PORTUGAL 263322 12641 13174 16773 18713 27278 33693 32825 28375 21820 15712 10714 8835 7614 15155 143319 6644 7129 8951 9991 13983 18061 18393 16279 12722 8994 5933 4835
MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014 e n 132 de 18 de agosto de 2016, que aprova o regulamento
DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso
PAIS CODIGO ACESSO DDI AFEGANISTAO 93 N AFRICA DO SUL 27 S ALASCA 1 S ALBANIA 355 S ALEMANHA 49 S ANDORRA 376 S ANGOLA 244 S ANGUILLA 1 S ANT.HOLANDESAS 599 S ANTIGUA 1 S ARABIA SAUDITA 966 S ARGELIA 213
DIRETRIZES PARA CONCESSÃO DE APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS PARA DISCENTES E DOCENTES DO PPGEF
DIRETRIZES PARA CONCESSÃO DE APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS PARA DISCENTES E DOCENTES DO PPGEF 1. Das normas gerais 1.1. Cada discente regularmente matriculado no PPGEF poderá ter atendida anualmente
RELATÓRIO SOBRE RECURSOS HUMANOS DA OMS NA REGIÃO AFRICANA. Documento Informativo. ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO...1 CATEGORIAS DE CONTRATOS...
WORLD HEALTH ORGANIZATION REGIONAL OFFICE FOR AFRICA ORGANISATION MONDIALE DE LA ANTÉ BUREAU RÉGIONAL DE L AFRIQUE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ESCRITÓRIO REGIONAL AFRICANO COMITÉ REGIONAL AFRICANO Quinquagésima-quinta
Organização Regional da qual faz parte Estados Membros
Sistema AFRICANO INTERAMERICANO EUROPEU Organização Regional da qual faz parte Estados Membros Organização da Unidade Africana (OUA) (54) África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botswana, Burkina Faso,
AMNISTIA INTERNACIONAL. LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) Embargado para 24 de Março de 2009
Embargado para 24 de Março de 2009 Público AMNISTIA INTERNACIONAL LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) 24 de Março de 2009 ACT 50/002/2009 SECRETARIADO INTERNACIONAL,
ANEXO I. Carta Comercial e Aerograma Nacional
ANEXO I Carta Social: R$ 0,01 Carta Não Comercial e Cartão Postal Faixa de Peso (em gramas) Valores em R$ Até 20 1,05 20 0 1,65 50 0 2,20 100 até 150 2,80 150 00 3,40 200 50 3,95 250 00 4,55 300 50 5,10
Algeria Algeria Business Multimedia (ABM), Azlan, Silicon 21, Southcomp Polaris Comztek, Interdist, Westcon Africa
DISTRIBUIDORES AUTORIZADOS DA CISCO Para fins deste programa, a seguir está uma lista de distribuidores autorizados da Cisco para Mercados emergentes onde a Empresa participante deverá adquirir produtos
RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 366, DE 24 DE ABRIL DE 2009
Publicada no D.O.U. nº 79, de 28/04/09 Seção 1 Página 83 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 366, DE 24 DE ABRIL DE 2009 Dispõe sobre o pagamento de Diárias Nacionais e Internacionais, de Adicional de Deslocamento,
Carta Comercial e Aerograma Nacional. Franqueamento Autorizado de Cartas - Nacional. Serviço de Telegrama Nacional ANEXO I
Carta Comercial e Aerograma Nacional Faixa de Peso (em gramas) Valores em R$ Até 20 1,40 Acima de 20 até 50 1,95 Acima de 50 até 0 2,70 Acima de 0 até 0 3,30 Acima de 0 até 200 3,90 Acima de 200 até 250
Anexo estatístico do desenvolvimento humano
Anexo Estatístico Anexo estatístico do desenvolvimento humano Guia do leitor 129 Legenda dos países e classificações do IDH, 2011 132 Tabelas estatísticas 133 Notas técnicas Cálculo dos índices de desenvolvimento
Universidade Estadual de Londrina DIVISÃO CENTRAL DE MARISTELA CRISTINA MARTINS
DIVISÃO CENTRAL DE ESTÁGIOS E INTERCÂMBIOS MARISTELA CRISTINA MARTINS Estágios ESTÁGIO CURRICULAR LEI N 11.788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 ESTÁGIO NA UEL DIREITO DO ESTAGIÁRIO ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO
Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas
Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas População portuguesa e de origem portuguesa residente no estrangeiro (estimativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Direcção Geral dos Assuntos
Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002
a Página da Educação www.apagina.pt Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002 O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) acaba de publicar o seu Relatório sobre o Desenvolvimento Humano
Edital n. 07/2016 SRI Para concessão de apoio à participação de Docentes da UFRN em atividades docentes no exterior A Secretaria de Relações
Edital n. 07/2016 SRI Para concessão de apoio à participação de Docentes da UFRN em atividades docentes no exterior A Secretaria de Relações Internacionais e Interinstitucionais da Universidade Federal
Programa de Estudantes-Convênio de Pós-graduação - PEC-PG. Edital nº. 013/2008
Programa de Estudantes-Convênio de Pós-graduação - PEC-PG Edital nº. 013/2008 1. Do objeto: 1.1 O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por intermédio do Departamento Cultural (DC), a Coordenação de
Lista dos Países-membros da Union Postal Universal
União Postal Universal Lista dos Países-membros da Union Postal Universal com indicação da sua classe de contribuição, do seu grupo geográfico e da sua situação jurídica em relação aos Actos da União Situação
RELATÓRIO SOBRE OS RECURSOS HUMANOS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS. Documento Informativo ÍNDICE INTRODUÇÃO...1
12 de Julho de 2006 COMITÉ REGIONAL AFRICANO ORIGINAL: INGLÊS Quinquagésima-sexta sessão Addis Abeba, Etiópia, 28 de Agosto - 1 de Setembro de 2006 Ponto 10.4 da ordem do dia provisória RELATÓRIO SOBRE
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília Mensagem eletrônica n. º 206/2016-SIC/DIREX/PF Prezada Senhora, 1. Trata-se de requerimento de informação protocolado
IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai
IX-5 Lista de Consulado Geral e s em Kansai 1. Consulado Geral, e consulado em Kansai Consulado Geral Endereço Telefone Australia Ed. Twin 21 MID Tower 16º andar, 06-6941-9271 Consulado Geral da Austrália
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE SEDE REGIONAL AFRICANA. Quinquagésima sessão Ouagadougou, Burkina Faso, 28 de Agosto - 2 de Setembro de 2000
WORLD HEALTH ORGANIZATION REGIONAL OFFICE FOR AFRICA ORGANISATION MONDIALE DE LA SANTE BUREAU REGIONAL DE L'ÁFRIQUE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE SEDE REGIONAL AFRICANA COMITÉ REGIONAL AFRICANO Quinquagésima
