Soldagem a Arco Submerso
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- Judite Rocha Cerveira
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1 Soldagem a Arco Submerso Arco Elétrico: Forma-se entre o Eletrodo e o metal a ser soldado. Permanece submerso numa camada de fluxo. Fluxo: Protege o metal de solda de contaminações. Fluxo fundido desoxida e limpa o metal de solda líquido. Forma uma escória protetora sobre o metal depositado. Não há faíscas, luminosidades ou respingos. Eletrodo (arame): Fio contínuo. Bobinas de 30 a 500kg. Alimentado automaticamente. Torna o processo rápido e econômico. Fluxo: Forma de Grânulos. Protege o metal de solda de contaminações. Age como isolante térmico, concentrando o calor Histórico do Processo Fabricação de Tubos e Navios Semi-automático. II Guerra Mundial. Automação do Processo Construção de equipamentos pesados Consolidação do Processo até hoje Desenvolvimento e sofisticação de: Equipamentos (eletrônica) Consumíveis (propriedades mecânicas) Vantagens do Processo Elevado Rendimento. Não há perdas por projeção. Elevada corrente e velocidade de soldagem. Elevada Taxa de Deposição. Automação permite elevado fator de trabalho. Processo Econômico e Rápido. Gasta-se 1/3 do tempo com soldagem manual. As soldas por arco submerso apresentam: Limitações: Boa dutilidade. Boa uniformidade. Boa tenacidade ao impacto. Bom acabamento. Não solda fora da posição plana ou horizontal. Não é usado na soldagem de campo. Usos da Soldagem a Arco Submerso Botijões, tanques e cilindros para gases e ar comprimido. Oleodutos, aquedutos, minerodutos, tubulações, estacas. Geração de Energia: Turbinas, geradores e comportas. Ferroviário: Locomotivas e vagões. Perfis soldados, pontes rolantes, pontes, elevados, edifícios. Caldeiras, vasos de pressão e equipamentos siderúrgicos. Plataformas de prospecção e exploração de petróleo. Mineração, movimentação de cargas e terraplanagem. Navios, dragas, chatas, motores marítimos. Implementos Agrícolas. Auto-peças: rodas, transmissões, diferenciais, longarinas. Revestimento duro: rolos de lingotamento contínuo, partes rodantes de tratores. Participação da Soldagem a Arco Submerso 100 Arco Submerso Arame Tubular MIG-MAG 20 Eletrodo
2 Taxa de Deposição Sempre maior na posição plana. Efeito da gravidade mantém m o metal fundido na junta. Aumenta com a corrente de soldagem. Processos com 2 ou mais arames aumentam substancialmente a taxa de deposição. Taxa de Deposição Típica Tempo de arco aberto Tempo total de soldagem Fator de Operação Eletrodo revestido: 10-20%. Semi-autom automático: tico: 20-40%. Automático: tico: 30-60%. Eletrodo Revestido MIG-MAG Arco Submerso Twin-arc Tandem-arc 1,0 a 3,0 kg/hr 2,0 a 6,0 kg/hr. 5,0 a 12,0 kg/hr. 10,0 a 25,0 kg/hr 12 a 30 kg/hr É alto quando o conjunto soldado é posicionado de maneira simples e rápida. r Equipamentos Fonte de Energia Pistola Manual Eletrodo Reservatório de Fluxo Bobina de Aramee Painel de Controle Fonte de Energia Gerador - (CC) Transformador (CA) Transformador - Retificador (CC) Recomendado Fontes de Potencial Constante Tensão do arco constante Fonte de Energia. Intensidade de Corrente Velocidade de Alimentação do Arame. Metal Base Alimentador de Fluxo Capacidade: 600 a 1500A Podem ser ligadas em paralelo. Arco Submerso Automático: Processo mais utilizado. O operador guia o cabeçote sobre a peça a ser soldada. Arco Submerso Twin-arc: 2 arames soldando simultaneamente. Acoplados ao mesmo cabeçote, e uma única fonte de energia. 2
3 Arco Submerso Twin-arc Arames paralelos à direção de soldagem: Soldas com baixa penetração e diluição. Soldas de Revestimento. Arames transversais à direção de soldagem: Soldas com boa penetração Soldagem de fabricação Arco Submerso com Arcos Múltiplos ( Tandem-Arc): 2 ou 3 arames soldando simultaneamente. Utiliza cabeçotes e fontes de energia independentes. Arco Submerso com Arcos Múltiplos ( Tandem-Arc): Forma-se uma única poça de solda 1º arame: penetração. Arco Submerso com Fita: Usa uma Fita como eletrodo de soldagem. Fita: largura de 30 a 120mm; espessura 0,4 a 0,6mm. Usado em soldagem de revestimento. 2º arame: enchimento. 3º arame: acabamento Posicionadores Dispositivos Mecânicos que suportam e movimentam as peças para a posição desejada. Função fundamental na SAS pois o processo exige soldagem na posição plana ou horizontal. O uso de posicionadores garantem para a SAS: Alta taxa de deposição. Elevado fator de operação. Elevada reprodutibilidade das soldas Baixo índice de defeitos. Rolo Virador Consiste em conjunto de rolos, sendo um motriz e um de deslocamento. Usado para a soldagem de peças circulares de grande diâmetro. Caldeiraria: vasos de pressão, caldeiras e tanques. Produz boa fixação da peça, combinado com movimento circular. Transmissão do movimento por atrito. A velocidade da solda é a velocidade tangencial à roda. Baixo custo de aquisição e manutenção. 3
4 Critério de Escolha do Rolo Virador Rolo Virador Peso total máximo das peças a serem soldadas. Diâmetro máximo e mínimo das peças. Localização de cargas excêntricas e sua importância. Comprimento da peça. Saliências ou locais de apoio nas peças. Tipo de revestimento das rodas. Mesa Giratória Combina movimento de rotação com ajuste da inclinação da peça (permitindo melhor ataque da solda). Constituída de chassí(estrutura), base e placa universal. Variação da velocidade de rotação: motor redutor CC com velocidade variável. Inclinação: motor de corrente alternada. A placa é usada como referência na montagem da peça. Usado na soldagem circunferencial de peças circulares. Trator de Soldagem 9 Consiste de motor elétrico, com velocidade variável, que se desloca no sentido longitudinal de um trilho colocado próximo a peça a ser soldada. 9 Suporta o alimentador de arame e tocha de soldagem. 9 Qualidade da solda: rigidez com que o trator é montado e pela uniformidade de deslocamento. 9 Usado na soldagem circunferencial de peças circulares. 9 Requer baixo investimento. Critério de Escolha Mesa Giratória Peso total máximo das peças a serem soldadas. Diâmetro máximo e mínimo das peças. Torque necessário na inclinação (peso da peça e distância do centro de gravidade à superfície da placa. Velocidade de rotação. Capacidade de transmissão da corrente. Carrinho Montado numa Coluna 9Consiste em um trator de soldagem montado em uma viga. O cabeçote é acoplado ao carro, com deslocamento mecanizado. 9Permite soldas circunferenciais e/ou longitudinais, dependendo do posicionador que segura a peça. 9O cabeçote de soldagem permite ajustes na posição vertical e transversal, para melhor alcançar a junta e controlar o stickout. 4
5 Manipulador Universal Critério de Escolha do Manipulador Universal Vibração na ponta da lança quando no limite máximo do curso horizontal. Constituido de coluna com conjunto giratório, carrinho de deslocamento, lança com acionamento e base motorizada. Permite deslocamento do cabeçote de soldagem em até 3 eixos. Todo o equipamento de solda é montado no manipulador. O mais versátil dos posicionadores. Custo relativamente caro. Permite associação com outros dispositivos e posicionadores. Uniformidade de movimento (lança e base). Estabilidade e segurança do conjunto. Lança: Superdimensionar o sistema de levantamento, contrapeso, redutor auto-travante, freio eletromagnético e sistema de proteção adicional para quebra de correntes de transmissão. Capacidade de sincronismo com a fonte de energia. Exemplos de Uso do Manipulador Universal Fluxos para a Soldagem a Arco Submerso Funções do Fluxo: Estabilizar o arco elétrico. Formar escória para proteger o metal de solda líquido contra a ação da atmosfera. Atuar como desoxidante, limpando o metal de solda líquido. Isolante térmico, concentrando o calor (parte não fundida do fluxo) Adicionar elementos de liga. Controlar o acabamento e a geometria do cordão de solda. Tipos de Fluxos Quanto ao Método de Fabricação: Fluxos Aglomerados. Fluxos Fundidos. Fluxos Fundidos Etapas de Fabricação: Pesagem das Matérias-Primas. Fusão a ºC. Vazão em Jato de água. Moagem Classificação Granulométrica. Embalagem. Vantagens: Homogeneidade química excelente. A poça de solda não evolui gases. Os finos podem ser removidos. Não são higroscópicos. Limitações: Não se pode adicionar elementos de liga. Custo de fabricação elevado. 5
6 Fluxos Aglomerados Etapas de Fabricação: Pesagem das Matérias-Primas. Mistura a Seco. Aglomeração com Silicato de Sódio. Secagem a 150ºC Sinterização a ºC. Resfriamento à Temp. Ambiente. Classificação Granulométrica. Embalagem. Vantagens: Permite o uso de desoxidantes e adição de elementos de liga. Camada de fluxo mais espessa na zona de solda. A escória destaca-se facilmente. Baixo custo de fabricação. Limitações: Os finos não devem ser totalmente removidos São higroscópicos. A poça de solda pode evoluir gases. Classificação dos Fluxos AWS A5.17 e A5.23 classifica os fluxos aglomerados como: Ativos. Neutros. Ligados. A Carboox adotou um sistema de cores nas embalagens para diferenciar as famílias de fluxo. Objetivo da Carboox: Orientar o usuário na aplicação do produto. Evitar aplicação indevida do fluxo. Fluxos Ativos Contem adições consideráveis de Mn e Si. Elevada resistência a porosidade e trincas causadas por contaminantes no metal base ou em sua superfície. Produção Seriada: Baixo nível de defeitos e elevada qualidade da solda. Cuidados em Soldas Multipasse: Teores elevados de Mn e Si no metal de solda. Aumenta resistência reduz tenacidade do metal de solda. Espessura abaixo de 25 mm. Principal Uso: Soldagem em passe único ou em dois passes: Rodas; Botijões; Perfis; Tubos; Emenda de chapas; Caldeiraria leve Fluxos Neutros Poucas alterações na composição do metal de solda em relação ao arame utilizado. Sensíveis a porosidade e trincas. Necessitam boa limpeza da chapa. Excelente tenacidade a baixa temperatura do metal de solda. Principais usos dos Fluxos Neutros Soldagem multipasse, sem limite de espessura. Tanques criogênicos e vasos de pressão. Plataformas offshore e navios. Soldagem aços alta resistência temperados e revenidos. Soldagem de aços baixa-liga (Cr-Mo, Mn-Mo, Ni, etc). Enchimento de rolos de lingotamento contínuo. Fluxos Ligados Adicionam elementos de liga (C, Cr, Mo, Ni, V, etc) ao metal de solda. Usados com arames baixo carbono para produzir metal de solda ligado. Cuidados especiais com os parâmetros de soldagem: o teor de elementos de liga na solda será função do consumo específico de fluxo. Principal aplicação: soldagem de revestimento duro. Recuperação de partes rodantes de tratores. Revestimento de rolos de lingotamento contínuo. Granulometria dos Fluxos Grãos entre malhas ABNT 12 e 60. Fluxo Muito Grosso: Provoca luminosidade excessiva do arco. Gera instabilidade do arco. Fluxo Muito Fino: Tende a abafar a solda, evitando o escape dos gasas. Provoca poros e mordeduras. Soldagem de aços inoxidáveis (fluxos cromo-compensantes). Revestimento inox em aços carbono. 6
7 Secagem dos Fluxos Secagem: 250 a 350ºC por 1 a 2 horas. Conservação da Secagem: Em estufa entre 100 e 150ºC. Necessário para uso com fluxos neutros. Recirculação do Fluxo A parte do fluxo que não se funde pode ser reutilizada. 1. Passar o fluxo em peneira #10 ABNT. 2. Remover o pó que é formado. A recirculação pode ser feita manual ou através de aspirador. A recirculação e manuseio faz que os grãos se quebrem, afinando o fluxo e formando pó. Boa prática: Sempre adicionar fluxo novo ao recirculado. Consumo de Fluxo Consumo real de fluxo Consumo real de arame. Arame Eletrodo São arames sólidos, fabricados a partir de fio máquina e trefilados até sua dimensão padronizada. Parâmetros de soldagem alteram o consumo de fluxo. Tensão do Arco Consumo de Fluxo. Sempre há perdas de fluxo durante a recirculação. Acabamento: Liso, com revestimento protetor de cobre. Oxidação do Arame: Causa porosidade e desgaste excessivo no bico de contato. Consumo de fluxo (kg) por 1kg de arame: SAS 1 arame recirculação manual: 1,2 a 1,5 kg de fluxo. SAS 1 arame com recirculador de fluxo: 1kg fluxo. SAS twin-arc com recirculador fluxo: 0,9kg fluxo. Arame Eletrodo Rigidez do Arame: Muito duro ou muito mole: Não permite alimentação uniforme, produzindo desvios do arco e um cordão de solda irregular. Emendas: Devem ter acabamento adequado. Senão, produzem entupimento e desgaste do bico de contato. Condições de Enrolamento: Deve ser enrolados evitando torções, ondulações ou dobras agudas, permitindo alimentação contínua. Classe AWS EL-12 EM-12K EM-13K EA-3 EB-2 EF-6 Arame Eletrodo C 0,04 0,14 0,05 0,15 0,06 0,16 0,05 0,17 0,07 0,15 0,07 0,15 Mn 0,25 0,60 0,80 1,25 0,90 1,40 1,65 2,20 0,45 1,00 1,45 1,90 Composição Química P 0,030 0,030 0,030 0,025 0,025 0,015 S 0,030 0,030 0,030 0,025 0,025 0,015 Si 0,10 0,10 0,75 0,20 0,05 0,30 0,10 0,30 Cu Outros Mo: 0,45 0,65 Mo: 0,45 0,65 Cr: 1,00 1,75 Mo:0,40 0,65 Ni: 1,75 2,25 Cr: 0,20 0,55 7
8 Preparação para Soldagem Montagem e Fixação das Chapas Inclinação da Peça de Trabalho Aterramento Preparação do Chanfro Montagem e Fixação das Chapas Deve-se tomar cuidados especiais na preparação e ajuste das chapas. Deve ser o mais preciso possível. Arco submerso não aceita abertura de raiz, pois há perfuração da chapa. A borda do chanfro deve ser esmerilhada. Remover resíduos de graxa, óleo, tinta e carepa. Impurezas geram poros e trincas na solda. O tempo gasto em um preparo cuidadoso da junta e inspeção antes da soldagem é um tempo bem gasto. Remover defeitos de solda e soldar a peça novamente consome mais tempo e mais dinheiro. Inclinação da Peça de Trabalho Geralmente as soldas são feitas com na posição plana, peça nivelada. Soldagem na Ascendente: A poça de solda escorre para trás e atrase-se em relação ao eletrodo. Maior inclinação: Maior penetração. Maior reforço do cordão. Menor largura do cordão. Soldagem com a Peça na Descendente: A poça de solda escorre à frente do eletrodo, e préaquece o metal base. Formato irregular da linha de fusão. Maior Declinação: Maior depressão no centro do cordão (solda baixa), Reduz a penetração Maior largura do cordão. Soldagem com Inclinação Lateral da Peça: O cordão de solda fica alto de um lado e baixo do outro. Limite para inclinação lateral: 3º ou 5cm por metro. Aterramento da Peça de Trabalho A localização e eficiência do cabo terra é fundamental para se obter um bom formato do cordão. Especialmente importante ao soldar chapas finas e estreitas. Aterramento não eficiente ocorre sopro magnético. Produz arco errático, cordão desalinhado, porosidade Conecte o cabo terra onde se inicia a solda, e soldar afastando-se do cabo terra. Verifique que o cabo terra não se aqueça. Verifique que as emendas sejam bem feitas. 8
9 Preparação do Chanfro Preparação do Chanfro Recomendável chanfrar juntas acima de 15mm espessura. Principal método: oxicorte, rápido e econômico. Recomenda-se remover a carepa do corte antes da montagem Influência da precisão do chanfro no formato do cordão: b) Abertura correta: reforço adequado e penetração suficiente. Face da Raiz Correta Face da Raiz Pequena a) Abertura insuficiente: reforço excessivo e penetração insuficiente. c) Abertura excessiva: reforço insuficiente e penetração excessiva. (a) Face da raiz correta. Fusão do metal base adequada. (b) Face da raiz não adequada. Excesso de penetração no metal base. Efeito das Variáveis do Processo Com a escolha dos parâmetros de soldagem corretos obtém-se soldas com bom acabamento e isentas de defeitos. Determinam: Tamanho do cordão. Penetração. Diluição. Defeitos como: mordeduras trincas inclusões porosidades. Principais Variáveis do Processo Tipo de Corrente Intensidade de Corrente Velocidade de Soldagem Tensão do Arco Diâmetro do Arame Extensão do Eletrodo Ângulo do Eletrodo Espessura da Camada de Fluxo Tipo de Corrente CC+ mais recomendado: Rápida sequência de deposição. Boa penetração. Maior resistência a porosidade. Melhor controle do formato e aparência do cordão. CC- oferece: 30% aumento na taxa de deposição. Menor penetração. Usado em soldas de revestimento. Deve-se aumentar 4V para obter cordão similar a CC+. Tipo de Corrente CA oferece: Penetração e taxa de deposição média entre CC+ e CC-. Recomendado na soldagem tandem-arc. Onde ocorre sopro magnético. Onde se usa baixa velocidade de soldagem. CC+ CC- 9
10 Intensidade de Corrente A Intensidade de Corrente determina: Taxa de Deposição. Profundidade de penetração. Altura e reforço da solda. Intensidade de corrente (demais parâmetros constantes): Penetração. Taxa de deposição. Reforço da solda. Intensidade de Corrente Intensidade de Corrente muito elevada: Cordão alto, estreito e sujeito a mordeduras. Intensidade de Corrente muito baixa: Arco elétrico instável. Baixa Correta Elevada Velocidade de Soldagem Controla o tamanho do cordão de solda. É uma variável interdependente da intensidade de corrente. velocidade de soldagem (demais parâmetros constantes): Ação de molhar ou caldear. Tendência a mordeduras e ao apagamento do arco. Tendência a trincas e porosidades. Velocidade de Soldagem Reduzindo a velocidade: Reduz ou elimina porosidade. Velocidade de Soldagem muito baixa: Trincas e cordão em forma de chapéu. Baixa: Excesso de reforço. Muito arame depositado. Correta: Cordão satisfatório. Alta: Pouco arame depositado. Mordeduras e reforço insuficiente. Baixa: Excesso de reforço. Cordão muito profundo, sujeito a trincas. Tensão do Arco Controla a largura e o formato do cordão. Tensão do Arco (demais parâmetros constantes): Cordão mais plano e mais largo. Consumo de fluxo. Resistência a porosidade. Teor de elementos de liga provenientes do fluxo. Correta: Cordão satisfatório. Alta: Cordão muito largo, baixo reforço. Tensão do Arco Tensão do arco muito alta: Trincas e cordão em forma de chapéu. Dificulta a remoção de escória, principalmente em chanfros. teor de elementos de liga e sensibilidade a trincas. Cordão forma de chapéu Dificil remoção escória 10
11 Tensão do Arco Tensão do arco muito alta em juntas chanfradas: Abertura lateral do arco pode reduzir a penetração. Causar falta de fusão. Diâmetro do Arame 2,38 a 6,4 mm. arame (demais parâmetros constantes): Largura do Cordão. Densidade de Corrente. Penetração. Taxa de Deposição. Alta Adequada Maior arame: Capacidade de suportar corrente. Taxa de Deposição. Pequeno Adequado Grande Diâmetro do Arame Diâmetro do Eletrodo (pol) (mm) 3/32 2,4mm 1/8 3,2mm 5/32 4,0mm 3/16 4,8mm 1/4 6,4mm Faixa de Intensidade de Corrente (A) Extensão do Eletrodo Distância entre o ponto de contato elétrico no bico e a ponta do eletrodo que toca a chapa. Extensão do Eletrodo (demais parâmetros constantes): Taxa de Deposição. Penetração. Bico de Contato Extensão do Eletrodo Eletrodo Visível Relação entre Tensão do Arco e Extensão do Eletrodo Extensão do Eletrodo Tensão do Arco. Extensão do Eletrodo Tensão do Arco. Ângulo do Eletrodo O Ângulo entre o eletrodo e a peça determina o ponto de aplicação e direção da força do arco. Tem grande efeito na penetração e mordeduras. Direção Soldagem (a) Efeito do aumento da tensão no stickout; (b) Efeito da redução da tensão no stickout. Puxando Vertical Empurrando 11
12 Ângulo do Eletrodo Espessura da Camada de Fluxo Variável muitas vezes não observada. Camada de Fluxo pequena: Luminosidade excessiva do arco. Provoca Porosidade. Direção Soldagem Penetração Reforço Tendência a Mordeduras Puxando Profunda Máximo Severa Vertical Moderada Moderado Moderada Empurrando Rasa Mínimo Mínima Camada de Fluxo excessiva: Má aparência do cordão de solda. Chanfros profundos: altera o formato do cordão e prejudica a soltura de escória. Resultado Ótimo: Camada de fluxo apenas o suficiente para cobrir o arco. No ponto que o eletrodopenetra o fluxo, observa-se apenas reflexos da luz do arco. Técnicas Operacionais Soldas de Topo em Chanfro Reto. Soldas de Topo em Chanfro V. Soldas de Topo em Chanfro Profundo. Soldas de Filete. Soldas Sobrepostas. Soldas Circunferências. Juntas de Topo são as mais comuns na Soldagem a Arco Submerso (a) Junta de Topo Chanfro Reto. (b) Chanfro em V com Face de Raiz. (c) Chanfro em V sem Face de Raiz. (d) Junta de Topo Chanfro Duplo V. (e) Junta de Topo Chanfro em V e U. (f) Junta de Topo Chanfro em U. Soldas de Topo em Chanfro Reto Principal vantagem: custo e tempo mínimo de preparação. Produz uma solda com bom nível de qualidade. Soldas de Topo em Chanfro Reto Soldas de Passe Simples. Chapa até 8mm: sem chanfro e sem abertura de raiz. Usar método eficiente de suporte da poça de solda. Chapa acima de 8mm: usar abertura de raiz. Fixar bem a peça para evitar empenamento. a) Abertura insuficiente: reforço excessivo e penetração insuficiente. b) Abertura correta: reforço adequado e penetração suficiente. c) Abertura excessiva: reforço insuficiente e penetração excessiva. 12
13 Soldas de Topo em Chanfro Reto Soldas em Dois Passes: Chapa até 16mm: sem chanfro e sem abertura de raiz. Necessário que as chapas estejam bem juntas e apertadas. Abertura de raiz máxima de 1mm. Garantir penetração de 60 a 80% no primeiro passe Chapa de 16 a 19mm: chanfro reto gera reforço excessivo. Fazer pequeno bizel ou deixar abertura entre chapas. Soldas de Topo em Chanfro V Chapa 8mm espessura: Chanfro em V com face de raiz usado com suporte não fusível. (a) O reforço de solda excessivo em juntas topo a topo de chanfro reto (b) Pode ser corrigido fazendo-se um bizel (c) Ou deixando-se uma abertura entre as chapas. Chanfro em V com Face de Raiz. Soldas de Topo em Chanfro V Chapa 16mm espessura: Normalmente requer passe de solda manual pelo lado oposto. Cuidado com alinhamento do eletrodo e nivelamento da peça. Defasagem no eletrodo requerido ao soldar diferentes espessuras. Lc eletrodo Lc junta Soldas de Topo em Chanfro Profundo Chapa 19mm espessura recomendável chanfrar a chapa. Configurações mais comuns: V, X, J, U. Usa-se técnica de soldagem multipasse. Excelentes propriedades do metal de solda e metal base. Junta de Topo Chanfro Duplo V. (a) Eletrodo alinhado sobre a linha de centro da junta. (b) Eletrodo não alinhado resulta em fusão incompleta. Chanfro em V sem Face de Raiz. Junta de Topo Chanfro em U. (c) Defasagem no alinhamento do eletrodo requerido. Junta de Topo Chanfro em V e U. Soldas de Topo em Chanfro Profundo Excesso de fluxo produz cordões com mau acabamento. Remoção de escória dificultada em chanfros profundos Pequenos cordões ligeiramente convexos destacam melhor a escória Cordões largos e côncavos são de difícil limpeza. Soldas de Filete Filetes de até 10mm de perna em um único passe (um arame). Filetes mais largos são sujeitos a mordeduras. Tandem-arc: filetes até 16mm perna em um único passe. Largura do cordão 25% maior que a penetração (evitar trincas). Mordedura em filete com perna maior que 10mm. (a) Difícil de limpar (b) Fácil de limpar 13
14 Soldas de Filete Penetração Máxima alinhada com o eixo do eletrodo. Inclinação do eletrodo usada para controlar o tamanho da perna e grau de penetração. Filetes na Posição Plana Peça a 45º: pernas de igual tamanho. Peça a 60º : penetração máxima. 45º Filetes na Posição Horizontal: Peça a 40º: pernas de igual tamanho. Peça a 30º : penetração máxima. Recomendável usar conexão em curva para guiar o eletrodo. O cabeçote e funil não devem ser inclinados de mais de 40º. Causa alimentação irregular do fluxo. 60º 40º 30º Soldas de filete na posição plana Soldas de filete na posição horizontal Soldas Sobrepostas Fixar as peças firmemente. Evitar aberturas. Como ajuste firme evita saída de gases: sujeitas a porosidade. Logo, evitar tinta, umidade, óleo e carepas. Sobreposição no meio da chapa melhor que nas arestas. Soldar a chapa mais fina à chapa mais grossa. Inclinar o eletrodo (10 a 30º) e apontar para a chapa mais fina. Soldas Circunferenciais A poça de solda e o fluxo tendem a escorrer para fora da peça. A remoção de escória em soldas multipasse controla o progresso da soldagem. Para evitar escorrimento, o metal de solda precisa solidificar enquanto passa pelo eixo vertical da peça. É necessário que o eletrodo seja posicionado à frente do eixo vertical da peça. Efeito do Deslocamento do Eletrodo no Formato do Cordão em Soldas Circunferenciais (b) Deslocamento adequado Avanço do Eletrodo Recomendado em Soldas Circunferenciais. Diâmetro da Peça Deslocamento do Eletrodo (mm) atrás do Eixo Vertical (mm) (a) Deslocamento insuficiente: penetração e reforço excessivo (c) Deslocamento em excesso: Solda baixa e baixa penetração >
15 Suporte do Fluxo em Soldas Circunferenciais de Pequeno Diâmetro: a) sem suporte b) com suporte Suporte de Fluxo para Solda na borda da peça: retentor flexível anel de chapa fina 15
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