Agenda Camada de Enlace
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- Stella Figueiroa Neto
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1 Infraestrutura de Redes de Computadores Turma : TMS M Camada de Enlace Parte II Prof. Thiago Dutra <[email protected]> Agenda Camada de Enlace nintrodução nprotocolos de Acesso Múltiplo nendereçamento npadrão Ethernet npadrão Wi-Fi 2 1
2 Agenda Parte II n Endereçamento n Endereço MAC n Protocolo ARP n Padrão Ethernet n Topologia n Quadro Ethernet n Padrões Ethernet n Padrão Wi-Fi n Introdução, Histórico e Padrões n 2,4 GHz x 5 GHz n Modos de Operação, Canais e Associação n CSMA/CA, Quadro Wi-Fi e Segurança 3 Endereço MAC n Todos os nós da rede possuem um identificador (endereço) de camada de enlace n O endereço de camada de enlace é também chamado de endereço de LAN, endereço físico, endereço de hardware, etc., mas é popularmente conhecido como endereço MAC (Media Access Control Controle de acesso ao meio) n Na verdade não é o nó, mas sim os adaptadores (placas de rede) que possuem o endereço n Um nó com vários adaptadores (ex.: ethernet e wi-fi) possui um identificador correspondente para cada um n A função do endereço MAC é levar quadros de uma interface para outra fisicamente conectada na mesma rede 4 2
3 Endereço MAC n O endereço MAC é um identificador único no mundo n Não deveriam existir placas de rede com MACs iguais n O endereço é fisicamente gravado na ROM da placa n É comum esse endereço poder ser alterado via software n Possui 48 bits, sendo representado por 6 octetos (bytes) de 2 caracteres hexadecimais cada n Ex.: AB:34:C1:D4:A1:F3 ou AB-34-C1-D4-A1-F3 n Os 3 primeiros octetos representam o fabricante n OUI (Organizationally Unique Identifier), controlados pelo IEEE n Os 3 últimos identificam o adaptador n Definidos pelo fabricante (24 bits -> Mais de 16 milhões de MACs) 5 Endereço MAC 6 3
4 Endereço MAC 7 Endereço MAC n Ao contrário do endereço de rede (endereço IP), que apresenta estrutura hierárquica, o endereço MAC apresenta uma estrutura linear n A placa de rede possui sempre o mesmo endereço MAC, independente da rede que esteja -> portabilidade n Já o endereço IP da placa de rede sempre depende da sub-rede a qual estiver conectada n Analogia n MAC = CPF n IP = CEP 8 4
5 Endereço MAC n Quando um adaptador quer enviar um quadro, ele coloca o MAC do adaptador de destino na estrutura do quadro e envia para o meio físico n Numa LAN broadcast, todos os adaptadores irão receber o quadro n Cada adaptador verifica se o MAC de destino do quadro é igual ao seu MAC n Se são iguais -> extrai o datagrama e sobe na pilha n Se são diferentes -> datagrama descartado n Se o remetente quer que todos processem o datagrama? n Endereço de broadcast MAC -> FF:FF:FF:FF:FF:FF 9 Protocolo ARP n Pergunta: como um adaptador sabe o MAC do adaptador destino com o qual quer se comunicar? 10 5
6 Protocolo ARP n Antes, temos que saber que cada adaptador, além do MAC, também possui um endereço de rede (IP) 11 Protocolo ARP n A troca de informações nas redes TCP/IP são baseadas nos endereços IP n Ainda vamos aprender mais sobre isso! n Nova pergunta: como saber o endereço MAC de um nó sabendo o seu endereço IP? n Resposta: ARP (Address Resolution Protocol) Protocolo de resolução de endereços n Função: dado um IP descobrir o endereço MAC correspondente na mesma rede 12 6
7 Protocolo ARP n Cenário 01 : nó com IP quer se comunicar com nó que possui o IP n Mesma rede 13 Protocolo ARP n Funcionamento n Cada nó possui na sua RAM uma tabela ARP, a qual faz o mapeamento IP<->MAC de alguns nós da LAN Endereço IP Endereço MAC TTL :B2:2F:54:1A:0F 13:45: C:66:AB:90:75:B1 13:52:00 n TTL (Time To Live) = tempo após o qual o mapeamento de endereço será esquecido, em geral é de 20min n Se o IP esta na tabela ARP, quadro com endereço MAC de destino é criado n Não estando, é necessário realizar uma consulta ARP 14 7
8 Protocolo ARP n Consulta ARP n Pacote ARP, contendo o IP de destino ( ), é enviado em quadro MAC broadcast (FF:FF:FF:FF:FF:FF) n Todos os nós processam o pacote ARP e aquele que tiver o mesmo IP de destino do pacote, responde com um pacote ARP em quadro MAC unicast (1A:23:F9:CD:06:9B) n Nó atualiza sua tabela ARP com o mapeamento <-> 49:8D:D2:C7:56:2A e agora pode enviar quadro com MAC de destino correto n O protocolo ARP é plug-and-play n Os nós criam suas tabelas ARP sem intervenções 15 Protocolo ARP n Cenário 02 : nó com IP (A) quer se comunicar com o nó de IP (B) n Redes diferentes! 16 8
9 Protocolo ARP n Questionamentos n A consegue saber o MAC de destino de B? n E se souber, um quadro com esse MAC de destino será processado? n Observações n Devemos saber que o pacote precisa ser roteado para chegar a uma rede diferente n Esse roteador, possui interfaces com endereços IP de cada uma das redes de que faz parte 17 Protocolo ARP n Como se dá então essa comunicação? n A cria datagrama com IP de origem A e de destino B n A usa ARP para obter MAC do roteador (R) n A cria quadro com MAC de R como destino n Esse quadro encapsula o datagrama IP A-para-B n NIC de A envia quadro; NIC de R recebe quadro n R extrai datagrama IP do quadro e vê que B é o destino n R usa ARP para obter MAC de B n R cria quadro com MAC de B como destino n Esse quadro encapsulo o datagrama IP A-para-B n NIC de R envia quadro; NIC de B recebe quadro 18 9
10 Padrão Ethernet n Padrão IEEE n Tecnologia de LAN mais utilizada atualmente n Primeira tecnologia de LAN utilizada em larga escala n Mais barata e mais simples que outras tecnologias n Ex.: Token Ring, FDM e ATM n Barata -> NICs a partir de R$ 25,00 n Acompanhou a corrida pela velocidade n 10 Mbps -> 100 Mbps -> 1 Gbps -> 10 Gbps 19 Padrão Ethernet n Projeto original da Ethernet de Metcalfe 20 10
11 Topologia n A LANs utilizavam popularmente Ethernet com a topologia em barramento, com cabo coaxial, até meados dos anos 90 n Todos os nós compartilhando o mesmo cabo -> colisões n No fim da década de 90, grande parte das LANs já tinham migrado para a Ethernet com topologia em estrela com a utilização de Hubs n O problema das colisões ainda continuavam n No começo dos anos 2000 a LANs Ethernet passam por mais uma grande mudança revolucionária n Continuam com a topologia estrela, mas agora utilizam comutadores (switches) no lugar dos hubs n Resolve-se então o problema das colisões! 21 Quadro Ethernet n O nó na camada de enlace encapsula o datagrama em um quadro Ethernet n O quadro Ethernet é formado por : n Um cabeçalho de 22 bytes n Área de dados = de 46 à 1500 bytes n Uma cauda (trailer) de 4 bytes Cabeçalho Dados Cauda Preâmbulo (7 bytes) SFD (1 byte) MAC Destino (6 bytes) MAC Origem (6 bytes) Comprimento (2 bytes) Dados e Pad (46 a 1500 bytes) FCS (4 bytes) 22 11
12 Quadro Ethernet n Preâmbulo n Marcação de início do quadro n 7 bytes n SFD (Start of Frame Delimiter) n Delimitador de Início do Frame n 1 byte n Preâmbulo + SFD formam um padrão n n Sincronizar e informar que algo importante vai começar 23 Quadro Ethernet n MAC Destino: endereço MAC da placa de rede para onde o quadro deve ser enviado n MAC Origem: MAC da placa de rede que gerou o quadro n Comprimento: indica quantos bytes estão sendo transferidos na área de dados n Necessário, pois o tamanho da área de dados é variável n Atualmente é mais utilizado com a função de determinar o tipo de frame, passando a ser chamado de Ethertype n Ex.: 0x0800 = IPv4, 0x0806 = ARP e 0x809B = AppleTalk 24 12
13 Quadro Ethernet n Dados e Pad n São os dados enviados pela camada superior n Caso os dados sejam < 46 bytes um conjunto de dados chamado pad é inserido para que a área de dados fique ao menos com 46 bytes n FCS (Frame Check Sequence) n Sequência para Checagem do Frame n Informações para o controle de correção de erros n Ex.: CRC 25 Padrões Ethernet n Existem diversos padrões Ethernet que em geral diferem em relação a velocidade e ao meio físico n O protocolo MAC e o formato do quadro são comuns n Sua nomenclatura segue o formato: [Taxa]Base[Cabo] n Taxa de Transmissão : em Mbps n Tipo de Transmissão : na Ethernet é baseband (banda base) -> Base n Tipo do Cabo : Coaxial (2 e 5), Par Trançado sem blindagem (T), Fibra Óptica (FL, FX, SX e LX) 26 13
14 Padrões Ethernet Exemplos Padrão Taxa Cabo Comp. Máx. 10Base2 10 Mpbs Coaxial fino 185 m 10Base5 10 Mpbs Coaxial grosso 500 m 10BaseT 10 Mbps UTP 100 m 10BaseFL 10 Mbps Fibra óptica 2 Km 100BaseT (1) 100 Mbps UTP 100 m 100BaseFX 100 Mbps Fibra óptica 412m / 2Km / 20Km 1000BaseT (2) 1 Gbps UTP 100 m 1000BaseSX 1 Gbps Fibra óptica 220 m 1000BaseLX 1 Gbps Fibra óptica 550 m / 5 Km (1) Fast Ethernet (2) Gigabit Ethernet 27 Padrão Wi-Fi Introdução n Tecnologias envolvidas nas transmissões de informações sem a necessidade de ligações físicas já estão dominadas há muito tempo e encontram-se bastante sedimentadas n Redes Wireless (sem fio) n Porque então não utilizar estes conhecimentos na implantação de redes de computadores onde não se deseja, ou onde não é fácil, a existência de ligações físicas entre os equipamentos? 28 14
15 Padrão Wi-Fi Introdução n Cenários propícios as redes wireless n n n n Locais impróprios para instalação da infraestrutura de cabeamento estruturado (construções antigas, prédios tombados, locais de difícil acesso, ) Áreas de desastre (desabamentos, terremotos, ) Áreas de eventos (exposições, feiras, congressos, ) Locais com grande mobilidade das estações (shoppings, rodovias, ) 29 Padrão Wi-Fi Histórico n Em 1970 na University of Hawaii foi criado o projeto de pesquisa AlohaNet n n n A AlohaNet permitia a comunicação dos computadores situados em 7 campus divididos em 4 ilhas com um computador central através de uma rede sem fio, usando radio difusão Comunicação bidirecional através de uma topologia em estrela Projeto de grande importância para as redes atuais, sua continuação deu origem às redes ethernet (cabeadas) 30 15
16 Padrão Wi-Fi Histórico n Em 1980 ganha força um projeto de pesquisa entre os EUA e o Canadá, que: n Visa o desenvolvimento e experimentos de novas tecnologias de redes sem fio; n Cria um FORUM para o desenvolvimento das Wireless LANs 31 Padrão Wi-Fi Histórico n No ano de 1985 a FCC (Federal Communications Commission) impulsionou o desenvolvimento comercial de componentes para redes sem fio, pela autorização do uso público das bandas ISM (Industrial, Scientific and Medical) n Fabricantes e usuários não terão que pagar concessões n No entanto a banda é bastante poluída n Após a liberação das bandas ISM surgem diversos fabricantes de equipamentos wireless, porém todos desenvolvendo produtos com tecnologia proprietária 32 16
17 Padrão Wi-Fi Histórico n Para evitar a falta de interoperabilidade entre as novas tecnologias que estavam surgindo, O IEEE percebeu a necessidade da criação de padrões para o desenvolvimento das redes sem fio n Os seguintes Working Groups do IEEE são dedicados a padronização redes sem fio: n Working Group 11: Responsável pelo padrão , para redes sem fio locais n Working Group 15: Responsável pelo padrão , para redes de área pessoal n Working Group 16: Responsável pelo padrão , para redes metropolitanas 33 Padrão Wi-Fi Histórico n Em 1990 o IEEE formou o workgroup n Objetivo: Desenvolver um padrão para redes sem fio corporativas de alto desempenho n O padrão deveria se utilizar do conhecimento prévio existente sobre a transmissão de dados no ar n Utilizar faixas de frequência conhecidas (como rádio ou infravermelho) n Utilizar mecanismos de codificação no ar conhecidos (FHSS, DHSS) 34 17
18 Padrão Wi-Fi Histórico n Apesar da reutilização tecnológica, a primeira versão do padrão foi publicada apenas em 1997 (sete anos após o início dos trabalhos) n Faixa de 900 MHz (ISM) e velocidade de 1 e 2 Mbps n Desde 1999 vem sendo publicadas varias adições e revisões do padrão inicial n a, b, g, n, ac, ad n Basicamente alteram dois aspectos do padrão inicial n Velocidade: 1, 2, 11, 54, 150, 300, 1000 Mbps, 6.75 Gbps n Faixa de frequência: 900MHz, 2.4GHz, 5GHz, 60GHz 35 Padrão Wi-Fi Histórico n Atualmente as redes _ são comumente chamadas simplesmente de redes sem fio ou wireless n Mundialmente conhecidas como Wi-Fi 36 18
19 Padrões Wi-Fi n a n Outubro de 1999 n Até 54 Mbps n Frequência de 5GHz n b/g n Outubro de 1999 (b), Junho de 2003 (g) n Até 11 Mbps (b), 54 Mpbs (g) n Frequência de 2,4 GHz ( poluída ) n Ambos apresentam alcance teórico de 100 m (bem menos na prática) e são incompatíveis entre si 37 Padrões Wi-Fi n n n Setembro de 2009 n Até 600 Mbps n Frequência de 2,4 GHz e/ou 5 GHz n Alcance por volta de 200 m n Compatível com b/g n Incompatível com a 38 19
20 Padrões Wi-Fi n ac n Janeiro de 2014 n Pelo menos 1 Gpbs n Frequência de 5 GHz n Alcance por volta de 200 m n Compatível com b/g/n 39 2,4 GHz x 5 GHz n Diferente das CPUs, um equipamento Wi-Fi de 5 GHz não obrigatoriamente é melhor do que outro de 2,4 GHz n É necessário analisar o ambiente para saber qual das frequências atende melhor as necessidades n Existem equipamentos que operam nas duas frequências (Dual-Band) 40 20
21 2,4 GHz x 5 GHz 41 2,4 GHz x 5 GHz 42 21
22 Modos de Operação n As redes Wi-Fi (IEEE ) podem funcionar com base em dois modos de operação : n Infraestrutura n As estações se comunicam por intermédio de uma estação-base central conhecida como ponto de acesso (AP access point) n Cada WLAN pode conter vários AP s n Ad Hoc n As estações se comunicam diretamente sem nenhum controle central n A rede é formada, conforme a necessidade, pelos equipamentos que se encontram próximos e têm interesse em se comunicarem 43 Modos de Operação n Infraestrutura 44 22
23 Modos de Operação n Infraestrutura 45 Modos de Operação n Ad Hoc 46 23
24 Canais e Associação n Os APs operam dentro de uma canal de comunicação n Administrador do AP escolhe o canal de operação n b = Faixa de 85 GHz (2,4 GHz a 2,485 GHz) dividida em 11 canais com sobreposição parcial (1, 6 e 11 não se sobrepõem) n Nada impede que outro AP escolha o mesmo canal -> interferência n No modo infraestrutura, toda estação sem fio precisa se associar com um AP n Associar = criação de fio virtual entre a estação e o AP n Os APs possuem um identificador de conjunto de serviços (SSID Service Set Identifier) n Wi-Fi jungle = a estação pode estar na área de atuação de vários APs n As estações detectam os APs disponíveis através de uma varredura de canais, escutando quadros de sinalização (SSID + MAC) 47 Canais e Associação Varredura Passiva (1) Quadros de sinalização enviados dos APs (2) Quadro de solicitação de associação enviado de H1 para AP selecionado (3) Quadro de resposta de associação enviado de H1 para AP selecionado Varredura Ativa (1) Broadcast de quadro de solicitação de investigação de H1 (2) Quadro de resposta de investigações enviado de APs (3) Quadro de resposta de associação enviado de H1 para AP selecionado (4) Quadro de resposta de associação enviado de H1 para AP selecionado 48 24
25 CSMA/CA n O padrão Wi-Fi utiliza um protocolo MAC de acesso múltiplo n CSMA -> verifica canal antes de transmitir e abstém-se de transmitir quando percebe que o canal esta ocupado n CA -> Collision Avoidance (prevenção de colisão) n Colisões no enlace sem fio são difíceis de detectar n Detectar colisão -> capacidade de enviar e receber ao mesmo tempo n Como a potência do sinal recebido é muito pequena em comparação a do sinal transmitido, é caro construir hardware que detecte colisões n Mesmo podendo detectar, nem sempre é possível perceber colisões devido a problemas da comunicação sem fio (Ex.: Terminal oculto e Desvanecimento) n Devido as altas taxas de erro é necessário um esquema de reconhecimento/retransmissão 49 CSMA/CA Terminal oculto Desvanecimento 50 25
26 Quadro Wi-Fi n O quadro Wi-Fi possui várias semelhanças com o quadro Ethernet, mas também contém outros campos específicos utilizados nos enlaces sem fio n Os números acima dos campos são o seu comprimento em bytes n O comprimento dos subcampos de controle é expresso em bits 51 Quadro Wi-Fi n Carga útil: consiste tipicamente em um datagrama IP ou um pacote ARP n CRC: verificação cíclica de segurança, usada na detecção de erros de bits nos quadros recebidos n Duração: duração do tempo de transmissão reservado (quadros RTS/CTS) n Controle de sequência: usado no algoritmo do mecanismo de reconhecimento/retransmissão de pacotes 52 26
27 Quadro Wi-Fi n Controle de quadro n Tipo e Subtipo: distinção de quadros RTS, CTS, ACK e de dados n De e Para AP: definir os significados dos campos de endereço n WEP: indica a utilização ou não de criptografia 53 Quadro Wi-Fi n Campos de endereço n Endereço 1: MAC da estação destino do quadro n Endereço 2: MAC da estação de origem do quadro n Endereço 3: MAC do roteador no qual o AP se conecta n Endereço 4: Utilizado apenas no modo Ad Hoc 54 27
28 Quadro Wi-Fi n Cenário: R1 querendo se comunicar com estação H1 n Um AP é um dispositivo de enlace -> não entende IP n R1 não tem consciência de que existe o AP n AP tem de realizar conversão de quadro n Ethernet (802.3) -> Wi-Fi (802.11) 55 Quadro Wi-Fi 56 28
29 Segurança n Por sua própria natureza as redes sem fio são bem mais suscetíveis aos problemas de segurança n Dois aspectos são os mais importantes n Autorização e autenticação n Criptografia 57 Segurança n Autorização e autenticação n Quais estações estão autorizadas a utilizar a minha rede? n Em redes cabeadas isto é determinado pelas próprias ligações físicas n Em uma rede sem fio mecanismos adicionais precisaram ser definidos n Identificadores de rede (ESS-ID) n Controle baseado em endereço MAC das estações n Protocolos de autenticação de usuários (IEEE 802.1x) 58 29
30 Segurança n Criptografia n Nas redes sem fio, informações são transmitidas no ar e ficam disponíveis para quem quer que queira escutá-las n Caso estas informações sejam sensíveis deve-se usar algum mecanismo de criptografia n WEP, WPA, WPA2 n Possibilita a encriptação do campo de dados dos quadros antes da sua transmissão n Uma chave tem que ser distribuída entre todas estações e AP s 59 Referências n KUROSE, J. F. e ROSS, K. - Redes de Computadores e a Internet 6a Ed., Pearson, n KUROSE, J. F. e ROSS, K. - Redes de Computadores e a Internet 5a Ed., Pearson, n KARASINSKI, V. - TecMundo Explica: WiFi - qual a diferença entre 2,4 GHz e 5 GHz. Disponível em: Acesso em: 30/11/
31 Infraestrutura de Redes de Computadores Turma : TMS M Camada de Enlace Parte II Prof. Thiago Dutra <[email protected]> 31
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