CULTIVARES. Pedro Luiz Scheeren'
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- Maria do Pilar Assunção Fraga
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1 CULTIVARES 5 Pedro Luiz Scheeren' Eduardo Caierão' A adaptação de algumas variedades italianas introduzidas marcou a retomada do cultivo de trigo no Sul do Brasil, no final do século XIX, após a experiência dos açorianos, no século XVIII, e dos alemães nos anos A expansão do cultivo de trigo para outros estados e o desenvolvimento da cultura nessas áreas ocorreram mais tarde, principalmente na segunda metade do século xx. No Paraná, o cultivo de trigo começou em Guarapuava e, posteriormente, adquiriu grande importância no norte e no oeste desse estado com a introdução de variedades mexicanas, provenientes do Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMYT), tornando-a a principal área produtora do cereal do País. Também cresceu a área de trigo no oeste do estado de São Paulo e no sul de Mato Grosso do Sul. Atualmente, no Brasil central, na região do Cerrado, mais precisamente no Distrito Federal e no sudeste do estado de Goiás, no oeste e sul de Minas Gerais e no sul de Mato Grosso, novas iniciativas estão fomentando o incremento da área tritícola. Ainda deve ser mencionada a Bahia, que tem algumas regiões potencialmente aptas ao cultivo de trigo, mesmo que não tenha expressão no momento. I Engenheiro-Agrônomo, Dr. Pesquisador da Embrapa Trigo. [email protected] 2 Engenheiro-Agrônomo, M.S. Pesquisador da Embrapa Trigo. [email protected]
2 92 Scheeren e Caierão A Criação de Cultivares e as Regiões Produtoras Nos últimos anos, o melhoramento de trigo tem sido realizado por diversas empresas públicas e privadas. Entre as públicas, merecem destaque a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAP A), o Instituto Agronômico do Paraná (IAP AR), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EP AMIG), o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Sul (FEPAGRO). Entre as empresas privadas criadoras de cultivares de trigo estão a OR Melhoramento de Sementes, a Biotrigo Genética, a Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (COODETEC), a Cooperativa Central Gaúcha (CCGL TEC, que incorporou a FUNDACEP-FECOTRIGO), a DNA Melhoramento Vegetal e a Tamona Agropecuária Ltda. Atualmente, as empresas contam com projetos de melhoramento genético de trigo de abrangência nacional, cobrindo diversas regiões produtoras desse cereal. Em todos os projetos, os objetivos principais visam à avaliação e à identificação de novos materiais exóticos que tenham genes de características importantes de resistência, de adaptação, de produtividade e, ou, de aptidão tecnológica de uso. Em geral, esses genes passam a ser incorporados em genótipos brasileiros com adaptação local, conforme as macrorregiões de adaptação. Na região central brasileira, que abrange a área do Cerrado, os objetivos do projeto de melhoramento de trigo estão direcionados para a produtividade elevada, sob regime irrigado, e para a produtividade e resistência ao calor em regime de sequeiro. Nesses casos, a resistência à mancha-marrom (helmintosporiose) e à brusone é importantíssima. As atuais e potenciais regiões tritícolas brasileiras são: Região Sul, região centro-sul e região central. As regiões Sul e centro-sul representam, aproximadamente, 95% da área atualmente cultivada e da produção brasileira de trigo. A região central, embora ainda com pouca representação, tem enorme potencial para a produção da cultura, tanto em regime de sequeiro quanto em regime irrigado.
3 Cultivares 93 Região sul Na Região Sul, caracterizada como temperada, há predominância de solos com excesso de alumínio, que causam a doença fisiológica conhecida como crestamento. Pela excessiva precipitação pluvial, é elevada a incidência de doenças fúngicas e significativa a germinação em pré-colheita. Geadas tardias de primavera que geram danos ao trigo também são comuns. A pesquisa em trigo no Brasil foi iniciada nessa região, três séculos após a cultura ter sido introduzida no País. A criação de novas variedades adaptadas só teve início em 1914, quando o químico Jorge Polyssu selecionou, em Nova Tirol, Paraná, uma variedade diferente de sementes provenientes da área de Guaporé, Rio Grande do Sul, que ficou conhecida como trigo 'Polyssu'. Em 1919, o Ministério da Agricultura estabeleceu as duas primeiras estações experimentais destinadas à criação de cultivares: Estação Experimental Alfredo Chaves em Veranópolis (RS) e Estação Experimental de Ponta Grossa no PR. Diversas linhagens com a denominação Alfredo Chaves foram selecionadas e identificadas por Carlos Gayer. A variedade de trigo Polyssu foi levada, em 1922, para a Estação Experimental de Ponta Grossa, no Paraná, onde foi resselecionada, e uma das linhas selecionadas recebeu o nome de PG 1 (Ponta Grossa 1). Dessa maneira, com as seleções realizadas em Ponta Grossa e em Veranópolis, foi iniciado o melhoramento genético de trigo no Brasil. Em 1924, foi contratado o geneticista sueco Iwar Beckman, que, em Alfredo Chaves, realizou os primeiros cruzamentos entre cultivares de trigo no País. Depois, ele prosseguiu seus trabalhos com trigo na Estação Experimental de São Luiz Gonzaga, RS ( ), e, posteriormente, na Estação Experimental da Fronteira, em Bagé, RS, onde realizou vários estudos genéticos e criou diversas variedades de ciclo precoce, destacando-se o cultivar Frontana, lançado em Frontana, ainda hoje, é intensamente usada em blocos de cruzamentos de trigo, no Brasil e no exterior, cujas características de resistência são muito exploradas para a criação de novos cultivares. Frontana combinou, na época, uma série de características importantes, como ciclo mais precoce, resistência ao alumínio tóxico do solo, à germinação na espiga em pré-colheita e às principais doenças de trigo, como à ferrugem-da-folha em planta adulta e à ferrugem-do-colmo, além do porte mais baixo do que a maioria dos cultivares da época. Em seguida,
4 94 Scheeren e Caierão mereceram destaque os trabalhos (a) da Secretaria da Agricultura do RS, atualmente executado pela FEPAGRO, através de suas diversas estações experimentais espalhadas pelo Estado; (b) do Instituto Agronômico do Sul (IAS), sediado em Pelotas, RS, que foi sucedido pela Embrapa Trigo; (c) e da Fundação Centro de Experimentação e Pesquisa FECOTRlGO (FUNDACEP), com sede em Cruz Alta, RS, atualmente CCGL TEC. Nos últimos 40 anos, o Governo brasileiro tem trabalhado intensamente em pesquisa de trigo, com a criação da Embrapa, que iniciou seus trabalhos no Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (CNPT), em 1974, em Passo fundo, RS, e que, mais adiante, passou a ser conhecido como Embrapa Trigo. Existe nesse estado a colaboração do Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado (CPACT), hoje Embrapa Clima Temperado, que é uma das unidades da Embrapa também responsável pelos trabalhos com pesquisa de trigo na Região Sul. A partir dos anos 1990, passaram a atuar, com grande representatividade, também as empresas privadas listadas anteriormente. Assim, nessa região, os objetivos principais envolvem elevado potencial produtivo; qualidade tecnológica elevada; resistência à germinação na espiga em pré-colheita, ao crestamento e ao acamamento; resistência às doenças fúngicas (destacando-se as ferrugens-da-folha (Puccinia recondita Rob. Ex Desm. tritici) e do colmo (Puccinia graminis Pers. F. sp. tritici Eriks & Henn), o oídio (Blumeria graminis f. sp. tritici), a giberela (Giberela zeae (Schw.) Petch), (forma assexuada Fusarium graminearum), as manchas foliares (causadas por Bipolaris sorokiniana e Drechlera spp.), a septoriose da gluma (Stagonospora nodorum (BerK.); e resistência às doenças causadas por vírus (vírus do mosaico do trigo - VMT e vírus do nanismo amarelo da cevada - VNAC). Região centro-sul Esta tem sido, nos últimos dez anos, a região tritícola mais importante, quando consideradas a área em cultivo e a produção de trigo. Nessa região, ocorrem solos com e sem alumínio, sendo o clima classificado como subtropical, com chuvas menos frequentes e menos uniformes durante a época de cultivo de trigo. Em geral, ambiente mais seco, os genótipos de trigo cultivados nessa região têm apresentado
5 Cultivares 95 melhor aptidão tecnológica para panificação, quando comparadas com os mesmos cultivares produzidos na região tritícola do sul. No Paraná, estado de maior produção de trigo nos últimos 10 anos, merecem destaque os programas de melhoramento de trigo em atividade: (a) da COODETEC, com sedes em Cascavel, com solos com alumínio, e em Palotina, com solos sem alumínio; (b) do IAP AR, em Londrina; (c) da Biotrigo; (d) da OR Melhoramento; (e) e da Embrapa, em Londrina, com solos com alumínio (esse programa está sendo conduzido por meio de parceria, estabelecida a partir de 2002, entre Embrapa Soja, Embrapa Trigo, IAP AR e Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa Agropecuária, esta última formada por produtores de sementes de trigo e soja nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul, que contribuem com recursos para o desenvolvimento de novos cultivares de trigo e triticale, bem como ensaios de VCU dessas culturas nesses estados). Também em parceria com a Embrapa Trigo, na região centro-sul, há trabalho com trigo sendo realizado na Embrapa Agropecuária Oeste, localizada em Dourados,. Em São Paulo, o IAC é a entidade responsável pela maioria dos trabalhos de melhoramento e criação dos cultivares. Na região centro-sul brasileira, os objetivos principais são semelhantes aos da Região Sul, destacando-se: elevado potencial produtivo e qualidade tecnológica; resistência ao acamamento, a doenças (destacando-se as ferrugens-da-folha e do colmo, o oídio, a giberela, as manchas foliares e as viroses), ao crestamento e à germinação na espiga, acrescentando-se, ainda, a resistência à brusone (Magnaporthe oryzae B. Couch (anamorph. Pyricularia oryzae Cavara), que, em alguns anos, especialmente no norte e oeste do PR, em SP e em, tem configurado como uma doença importante do trigo na região. Região central Nesta região, ainda é pequena a área cultivada com trigo, apesar de existir a possibilidade de duas safras anuais: a de sequeiro, semeada em fevereiro, com chuvas naturais, e a de cultivo irrigado, semeado em maio, com irrigação, no período de inverno, quando as chuvas são esporádicas, irregulares e insuficientes. As entidades de pesquisa vêm realizando grande número de trabalhos para a implantação definitiva de
6 96 Scheeren e Caierão trigo na região dos Cerrados. Deve-se destacar Embrapa Cerrados, estabelecida em Planaltina, DF, que, em convênio com a Embrapa Trigo, vem conduzindo trabalhos com trigo na região, auxiliada ainda por outras unidades, como o Escritório de Uberlândia da Embrapa Transferência de Tecnologia, além de empresas públicas e privadas de extensão rural, que participam da rede de experimentação de trigo na região dos Cerrados. Registro de Cultivares de Trigo para uso no Brasil Para que um cultivar de trigo possa ser comercializado e semeado em solo brasileiro é necessário que esteja inscrito no Registro Nacional de Cultivares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (RNC-MAPA). Na Figura 5.1 são apresentadas as regiões homogêneas de adaptação de cultivares de trigo, utilizadas para indicação de cultivares no Zoneamento Agrícola de Risco Climático do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e para a realização de ensaios de Valor de Cultivo e Uso (VCU) de trigo para os Estados considerados. Para o cultivar ser registrado, as informações sobre ele devem ser colocadas em formulários oficiais publicados pelo RNC- MAPA, onde deve ser indicado, por exemplo, o rendimento de grãos, por no mínimo dois anos, por região de adaptação e estado dentro da região. Caso a empresa obtentora queira cobrar royalties, por exclusividade sobre o cultivar, ela também deverá descrever e inscrever o cultivar conforme os descritores oficiais publicados pelo Sistema Nacional de Proteção de Cultivares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SNPC-MAP A), mostrando que o cultivar a ser inscrito é distinto (D) dos demais cultivares protegidos, que é homogêneo (H), não apresentando plantas atípicas em porcentagem superior ao que é tolerado pelo sistema de produção de sementes, e que é estável (E) em cultivos sucessivos (o que é conhecido como DHE = distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade). Mais informações sobre o registro e a proteção de cultivares podem ser encontradas em: registro-nacional-cultivares e em
7 Cultivares 97 vegetal/registros-autorizacoes/protecao-cultivares/jormulariosprotecao-cultivares. Região) - Fria e úmida Região 2 - Moderadamente quente e úmida Região 3 - Quente e moderadamente seca Região 4 - Quente e seca (cerrado) Não indicada para cultivo Figura Regiões homogêneas de adaptação de cultivares de trigo no Brasil.
8 98 Scheeren e Caierão Classificação Tecnológica de Cultivares de Trigo no Brasil Para a comercialização do trigo, há necessidade do enquadramento dos cultivares indicados para cultivo no Brasil em classes comerciais, conforme a Tabela 5.1. Além disso, também na comercialização é feita a tipificação de trigo, conforme a Tabela 5.2. A classificação e a tipificação seguem orientações publicadas na Instrução Normativa N 38, de 30 de novembro de 2010, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Diário Oficial da União de I de dezembro de 2010), ou deverão seguir a legislação que venha substituí-ia. Tabela Classes do trigo do Grupo II destinado à moagem e a outras finalidades Classes Força do Glúten Estabilidade Número de (Valor mínimo (Tempo Queda expresso em 10-4 J) expresso em (Valor mínimo minutos) expresso em segundos) Melhorador Pão Doméstico Básico Outros Usos Qualquer Qualquer Qualquer Fonte: Instrução Normativa N 38, de 30 de novembro de 2010, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicada no Diário Oficial da União de 1 0 de dezembro de 2010.
9 Tabela Tipos de trigo do Grupo II destinados à moagem e a outras finalidades Q ~ a Tipos Peso do Matérias Defeitos (% máximo) Total de Hectolitro Estranhas e Defeitos (Valor Impurezas (% Danificados Danificados pelo Chochos, (% Mínimo) máximo) por insetos Calor, Mofados e Triguilhos e máximo) Ardidos Quebrados ,00 0,50 0,50 1,50 2, ,50 1,00 1,00 2,50 3, ,00 2,00 2,00 5,00 7,00 FT <72 >2,00 >2,00 10,00 > 5,00 > 7,00 FT = Fora do Tipo. '-O '-O
10 100 Scheeren e Caierão Cultivares de Trigo em Uso no Brasil A cultura do trigo no Brasil, durante o século XX, mereceu destaque na pesquisa voltada, principalmente, para o incremento do potencial produtivo, que foi estresse causado por organismos vivos (insetos, fungos e vírus) ou, ainda, por oscilações ambientais. Esses fatores predominaram, por diversas décadas, como objetivos principais do melhoramento genético da cultura. No entanto, com a privatização da comercialização de trigo no Brasil, nos anos 1990, os moinhos passaram a rejeitar lotes de trigo com menor força de glúten e esse novo fator, denominado qualidade tecnológica, foi fortemente incorporado aos principais objetivos do melhorámento genético da cultura. Se os cultivares conhecidos como "antigos" tinham a rusticidade (adaptação e resistência geral a estresses bióticos e abióticos) como característica associada à boa resistência ao crestamento, tinham como pontos negativos o porte alto e o baixo potencial de rendimento de grãos. Além disso, quando eram cultivados em solos cuja acidez foi corrigida com calcário para a produção de soja e a fertilidade era naturalmente mais elevada, não havia resposta positiva em produtividade de grãos, mas o acamamento das plantas era frequente. Por outro lado, os cultivares de trigo conhecidos como "modernos" têm, em geral, porte mais baixo e, por isso, têm mostrado grande redução na incidência de acamamento quando cultivados em solos mais férteis com alta dose de adubo nitrogenado. A adição de novos genes de resistência às doenças, às pragas e ao estresse causado pelo ambiente adverso tem proporcionado substancial aumento no potencial de rendimento de grãos, que atualmente ultrapassa muito os kglha, que eram alcançados nas melhores lavouras de 20 anos atrás. Nos últimos anos, foram comuns os relatos de lavouras ultrapassando os kg/ha, principalmente em lavouras do Sul e centro-sul do Brasil, mesmo sem irrigação. Assim, as diversas empresas de melhoramento de trigo estão presentesna criação de cultivaresde trigo em todo o Brasil,visandoatender às diversas regiões de adaptação apresentadas no mapa das regiões de adaptação de trigo no Brasil (Figura 5.1) e conforme as diferentes demandas dos mercados consumidores. Na Tabela 5.3, são apresentados os cultivares de trigo indicados para comercializaçãode sementes nas três regiões de adaptação do Brasil em 2013 (REUNIÃO..., 2013), e também
11 Cultivares 101 as informações sobre o obtentor (empresa que registrou o cultivar no MAPA), o ano de lançamento do cultivar, o estado e região para o qual foi indicado para cultivo, além da sua classe comercial. Na Tabela 5.4, são apresentadas algumas das principais características dos cultivares que poderão influenciar na escolha, informações sobre estatura de planta, reação ao crestamento, à germinação na espiga em pré-colheita, ao oídio, à ferrugem-da-folha, à ferrugem-do-colmo, à giberela, à brusone, à mancha-da-gluma, à mancha-marrom, à mancha-bronzeada, ao vírus do mosaico e ao vírus do nanismo-amarelo da cevada (VNAC). Novos cultivares de trigo são desenvolvidos pelas empresas de melhoramento, anualmente, para todas as regiões produtoras. A melhoria da resistência, do potencial de rendimento e da qualidade associado a novos "ideotipos" de planta, adaptados às condições brasileiras, é buscada continuamente pela pesquisa. São desafios que requerem investimentos de longo prazo em recursos humanos e materiais. Cada ciclo de melhoramento de trigo requer quatro a oito anos até a produção de linhagens geneticamente uniformes, e no mínimo três anos de experimentação, para testes comparativos com variedades testemunhas que estão em cultivo o que, representa dez a doze anos para que novo cultivar chegue às lavouras. A produção de linhagens "duplo-haploides" (como as que deram origem aos cultivares BRS 254, BRS Tangará, BRS 328 e BRS 331), iniciada, adaptada e desenvolvida pioneiramente na Embrapa Trigo, reduziu o tempo de criação de novas linhagens de trigo para apenas dois anos e de cultivares para seis a sete anos. Isso pode representar aumento na produção de linhagens para testes visando à indicação de novos cultivares e, principalmente, maior rapidez na incorporação de novos genes de resistência ou qualidade em cultivares adaptados. Também as demandas das indústrias moageiras e do mercado consumidor de farinhas estão em constante ajuste, exigindo da pesquisa, em geral, novos investimentos para fazer frente aos desafios que vêm sendo apresentados. Espera-se que a pesquisa, os produtores de grãos e as indústrias de moagem e de transformação consigam atender às demandas dos consumidores [mais, consumidores de pão, de massas, de bolos, de biscoitos e demais produtos derivados de trigo.
12 Tabela Cultivares de trigo registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e indicados para comercialização, apresentados à Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale, I com informações sobre o obtentor, o ano de lançamento, as regiões de recomendação, o ciclo e a classe comercial. Passo Fundo, 2014 Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e cicio em cada Estado Classe comercial RS SC PR SP Cerrado I e2 M I e2m I e2m 2 SI Pão Ametista OR Sementes 2011 I e2m I e2m 1,2e3 M Pão Melhorador BR 18-Terena Embrapa ,2 e 3 P 3e4P 4P Seq.P Pão BRS 179 Embrapa e2m 1 e2m 1,2 e 3 M Básico BRS 207 Embrapa 1999 Irrig. M Pão BRS 208 Embrapa e2m 1 e2m 1,2 e 3 M 3M 2M Pão BRS220 Embrapa e2 M 1,2 e 3 M 3P 2P Pão BRS 254 Embrapa 2005 Irrig. P Melhorador BRS264 Embrapa 2005 Irrig. P Pão BRS296 Embrapa 2009 le2p le2p 1,2 e 3 M 3M 2e3 M Doméstico i(l ;:.. BRS 327 Embrapa e2 P le2p 1,2 e 3 M 3 e4m 2,3 e4 M Pão (\) BRS 328 Embrapa e2 P le2p 1 P Pão (RI) ~ ;,; Melhorador (\) (R2) ~ n;' Continua :>. <:> (\)
13 Tabela Cont. Q s: Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado Classe s comercial RS SC PR SP Cerrado ~ BRS 374 Embrapa e 2 P le2p I P Outros usos (RI) Básico (R2) BRS 331 Embrapa 2012 I e2 S. P. I e2 S. P. I S. P. Doméstico (RI) Pão (R2) BRS Gaivota Embrapa 2011 I e2m 1,2e3 M Pão BRS Gralha Embrapa 2012 I e2m 1,2 e3 M 3M Melhorador Azul BRS Guabiju Embrapa 2003 le2p le2p 1,2 e3 M 3M 3M Pão (RI) Melhorador (R2) BRS Guamirim Embrapa 2005 le2p 1,2 e 3 P 3M 4P Pão BRS Louro Embrapa 2003 le2p le2p 1,2e3 M Outros Usos BRS Marcante Embrapa 2013 le2p I P Pão BRS Pardela Embrapa 2007 I e2m 1,2 e3 M 3M 2M Melhorador BRS Parrudo Embrapa 2012 le2p le2p I P Melhorador BRS Sabiá Embrapa ,2 e 3 P 3P 2P Pão Continua... I... O \.;.l
14 Tabela Cont. I~ Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado Classe comercial RS SC PR SP Cerrado BRS Tangará Embrapa 2007 I e2m 1,2e3 M 3M 2M Pão (R2 e R3) Doméstico (RI) BRS Tarumã Embrapa 2004 le2t le2t I T Pão BRS Umbu Embrapa 2003 I e2 S.T. I e2 S.T. 1 S.T. Básico Campeiro OR Biotrigo e2m 1 e2m 1M Básico (RI) CD 104 Coodetec ,2e3 M 3 e4m 2,3 e4m Melhorador CD 105 Coodetec e 2 P le2p 1,2 e 3 P 3e4P 2,3 e 4 P Seq./lrrig. P Brando CD 108 Coodetec ,2 e 3 P 3e4P 2,3 e4 P Irrig. P Pão CDlll Coodetec 2003 le2p le2p 1,2 e 3 P 3e4P 2,3 e4m Seq./lrrig. Melhorador P/M CD 114 Coodetec 2004 le2p le2p 1,2 e 3 P 3e4P 2,3 e 4 P Pão CD 115 Coodetec e2m I e2m 1 e2m 2 SI Brando CD 116 Coodetec ,2 e 3 P 3e4P 2,3 e 4 P Seq./Irrig. P Melhorador CD 117 Coodetec 2007 le2p le2p 1,2 e 3 P 3e4P 2,3 e4 P Seq.lIrrig. P Pão CD 118 Coodetec ,2 e 3 P 3e4M 2,3 e4m Irrig. M Melhorador ~ ;:,- (\) (\) CD 119 Coodetec e2m 1 e2m 1 e2 M Brando ~ ;:s CD 120 Coodetec e2m 1 e2m 1 e2m Brando CD 121 Coodetec e2m I e2m 1 e2m - Brando Q Continua... s tl. c (\)
15 Tabela Cont. Q Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado Classe ~ RS SC PR SP Cerrado comercial ~ CD 122 Coodetec 2010 I e2m I e2m 1,2e3 M Pão CD 123 Coodetec 2010 I e2m I e2m 1,2e3 M Pão CD 124 Coodetec 2012 I e2 M I e2m 1,2 e3 M Pão CD 1252 Coodetec e3 M 3M 2e3 M Irrig. M Melhorador CD ISO Coodetec ,2 e 3 P 3e4P 2,3 e 4 P Irrig. P Melhorador CD 151 Coodetec e3 M 3 e4m 2,3 e4 M Irrig. M Melhorador CD 154 Coodetec e3 M 3e4M 2 e 3 SI Irrig. M Pão CD 1440 Coodetec 2013 I e2m I e2m 1M Pão CD ISSO Coodetec 2012 I e2m I e2 M 1,2e3 M 2M Pão Embrapa22 Embrapa 1993 Irrig. P Melhorador Embrapa42 Embrapa 1995 Irrig. P Melhorador Estrela Átria Biotrigo 2013 le2mit le2mit Pão FPS Nitron FPS 2011 le2p le2p 1,2 e 3 P 3P 3P Pão Fundacep 30 CCGLTEC 1999 I e2 M I e2m Brando Fundacep 40 CCGL TEC 2002 le2p le2p Brando Fundacep 47 CCGL TEC 2004 I e2m le2p I SI Brando Fundacep 50 CCGLTEC 2005 I e2m I e2m I SI Brando Fundacep 51 CCGL TEC 2005 I e2m I e2m I e2m Brando Continua... 1"' ŌVI
16 Tabela Cont. I~ Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado Classe comercial RS SC PR SP Cerrado Fundacep 52 CCGL TEC 2005 le2p le2p I e2m Brando Fundacep 300 CCGLTEC 2009 I e2m Brando Fundacep CCGL TEC 2010 I e2m I e2m 1,2e3 M 3M 2 SI Pão Bravo Fundacep CCGLTEC 2009 I e2m I e2m 1,2e3 M Brando Campo Real Fundacep CCGLTEC 2006 le2p le2p 1,2 e3 M 3M 2e3P Melhorador Cristalino Fundacep CCGLTEC 2009 I e2m I e2m 1,2e3 M 3M - Pão Horizonte Fundacep CCGLTEC 2004 I e2m I e2m 1M Brando Nova Era Fundacep CCGLTEC 2006 I e2m I e2m 1,2e3 M Pão Raízes IAC 24- IAC ,3 e4 M Irrig. M Melhorador Tucuruí IAC 370- IAC ,3 e4m - Pão Armageddon f:? ;:,- IAC 375- IAC ,3 e 4 P Pão Parintins ;:1 IAC 380-Saira IAC e3 M Melhorador Continua... '" ~ '" ~ ~.... >li o
17 Tabela Conto Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e cicio em cada Estado Classe ~ comercial RS SC PR SP Cerrado IAC 381-Kuara IAC e 3 PIM Pão IAC 385- IAC M Melhorador Mojave IPR 85 IAPAR e3P 3P 3P Melhorador IPR 128 IAPAR M 3M 2e3M Pão IPR 130 IAPAR ,2e3 M 2M Pão IPR 144 IAPAR ,2 e 3 P 3P 2e3P Pão IPR Catuara IAPAR 2012 le2p 1,2 e 3 P 3P 2e3P Melhorador TM Jadeíte II OR Sementes e2 S.T. 1 e 2 S.T. 1,2 e 3 S.T. Melhorador Marfim OR Biotrigo 2007 le2p le2p 1,2 e 3 P Pão MGSl Aliança Epamig 1999 Seq.P Pão MGS2 Agata Epamig 1999 Irrig. M Durum MGS Brilhante Epamig Seq.P Pão Mirante OR Biotrigo e2 M 1 e2m 1,2 e 3 M Pão Ónix ORBiotrigo e2m 1 e2m 1,2e3 M Irrig. M Pão ORS OR Sementes 2013 le2p le2p 1 P Básico Vintecinco Quartzo ORBiotrigo e2m 1 e2m 1,2e3 M Pão Q a Continua... -O -...l
18 Tabela Cont. I~ Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado Classe comercial RS SC PR SP Cerrado RB0302 Tamona e3 M Melhorador Agp. RB0303 Tamona e3 M Melhorador. Agp. RB0403 TamonaAgp M/T Melhorador Safira OR Biotrigo e2m I e2m 1M Pão Supera OR Biotrigo 2004 le2p le2p 1,2e3 M Irrig. P Pão TBIO Alvorada Biotrigo 2012 I e2m I e2m 1,2e3 M 3M 2e3 M Pão TBIO Biotrigo e3P 3P 2e3P Melhorador Bandeirantes TBIO Iguaçu Biotrigo 2012 I e2m I e2m 1,2e3 M 3M 2e3M Pão TBIO ltaipu Biotrigo 2012 I e2m I e2m 1,2e3M 3M 2 e3 M Doméstico TBIO Ivaí Biotrigo M - Pão TBIO Mestre Biotrigo 2012 I e2m I e2m 1,2e3 M 3M 2e3 M Melhorador TBIO Pioneiro Biotrigo 2010 I e2m I e2 M I e2m Pão 2010 TBIO Seleto Biotrigo 2012 le2p le2p 1,2 e 3 P 3P 2e3P Pão ~ <I> TBIO Sintonia Biotrigo PIM I e 2 M/P Melhorador <I> ~ ;:s TBIO Sinuelo Biotrigo 2012 le2mit I e2mit 1,2 e 3 MIT 3MIT 2e3MIT - Pão <I> Continua... ~ g Ii:' g.
19 Tabela Cont. Cultivar Obtentor Ano Região de recomendação e ciclo em cada Estado TBIOTibagi TEC Frontale TEC Triunfo TEC Veloce TECVigore TEC 10 Topázio UFVT 1- Pioneiro RS SC PR Biotrigo 2010 le2p le2p 1,2 e 3 P 3P CCGLTEC e 2 SI 1 e 2 SI CCGLTEC e 2 PIM 1 e2pim le2p CCGLTEC 2012 le2p le2p le2p CCGL TEC 2012 le2p le2p le2p CCGLTEC 2013 le2p OR Sementes e2m 1,2e3M UTF 101 UTFPR 2001 UFV 2003 Irrig. M Valente OR Biotrigo e 3 M SP 2e3P Cerrado Q s: s Classe comercial ~ \ Pão Pão Doméstico Vaqueano OR Biotrigo e 2 MIM 1 M Brando M = ciclo M; P = ciclo precoce; M = ciclo tardio; Seq. = Sequeiro; Irrig. = Irrigado SI = sem informação Para informações mais detalhadas e atualizações posteriores, acessar as "Informações da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale", editadas anualmente. Pão Pão Pão Pão Pão Brando Pão...- O 1.0
20 Tabela Informações sobre estatura, crestamento, reação à germinação na espiga e às doenças de cultivares I~ de trigo indicadas para cultivo no Brasil, segundo o obtentor, em 2014 Genni- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura t nação na Oídio VMTl VNAC meno ' Folha rela sone Gluma Marrom Bronzeada espiga Média RPA Abalone J SI SI Baixa J Ametista Média /S SI SI SI RJ SI BR 18- Terena Baixa S S R S S S S SI BRS 179 Média Alta RJ S SI SI BRS 207 Baixa S S S S S SI SI SI BRS 208 Média R R S BRS 220 Média S R S BRS 254 Baixa S S S S S SI SI SI BRS 264 Baixa S S S S S SI S S SI SI BRS 296 Média Alta R RPA SI BRS 327 Alta S SI BRS 328 Média SI R lr SI SI SI SI S S R BRS 329 Baixa SI R S S SI SI SI SI Continua", K' ;:.. (\) (\) ;;l ~ (\) Q 1\;'...!:l, C
21 Tabela Cont. Q s: Genni- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura t nação na Oídio VMT 1 VNAC ~ meno. Folha rela sone Gluma Marrom Bronzeada espiga BRS 331 Baixa SI R BRS Gaivota Média BRS Gralha Azul Média MT lr BRS Guabiju Média S BRS Guamirim Baixa BRS Guatambu Média Alta R S SI SI SI SI S R SI S SI SI SI SI SI S SI R RPA S SI S S S SI BRS Louro Média SI SI BRS Marcante Baixa SI Média BRS Pardela Média S R BRS Parrudo Média R SI SI R BRS Sabiá /S R S Continua... s
22 Tabela Conto 15 Germi- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura t naçãona Oídio VMTl VNAC meno. Folha rela sonegluma Marrom Bronzeada espiga BRS Tangará Média R R BRS Tarumã Baixa R RPA SI S SI BRS Umbu Média RPA SI S R SI Campeiro Média SI SI CD 104 Baixa S S S SI CD 105 Baixa S S, SI CD 108 Baixa S S SI SI CD 111 Média S S S SI SI CD 114 Baixa SI SI SI CD 115 Média SI SI SI CD 116 Baixa S SI SI SI CD 117 Baixa ~ SI SI ;>- (I> (I> CD 118 Média S SI ~ (I> CD 119 Média R SI SI Q ~. Continua... i:l. o
23 Tabela Conto Q Ei: Cultivar Altura Cresta- Germi- Mancha ~ Ferrugem Gibe- Brut naçãona Oídio VMTI VNAC men o. Folha rela a espiga sone Gluma Marrom Bronzeada CD 120 Média SI SI S SI CD 121 Baixa SI CD 122 Baixa SI CD 123 Baixa SI CD 124 Baixa S SI CD 1252 Baixa S SI CD 150 Baixa S S SI CD 151 Baixa SI CD 154 Baixa S S SI CD 1440 Média R/ SI CD 1550 Media R S SI Embrapa22 Baixa S S SI S SI SI SI Embrapa42 Baixa S S SI S SI S S SI SI EstrelaÁtria Média SI SI S Continua... I~
24 FPS Nitron Fundacep 30 Média SI S Baixa Média Baixa R S SI Fundacep 40 Média R S SI S S Fundacep 47 Alta R SI SI S Fundacep 50 Alta R S SI S R Fundacep 51 Alta R S SI S R Fundacep 52 Baixa R S S SI S R Fundacep 300 Fundacep Fundacep Campo Real Bravo Média Baixa Média Baixa SI R S S SI SI SI R Média SI R S SI SI R Tabela Cont. I~ Germi- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura t nação na Oídio VMT 1 VNAC men o. Folha rela sone Gluma Marrom Bronzeada espiga Fundacep Média S SI S Cristalino ~ ;::- Fundacep Média R SI SI S S R "" Horizonte "" ~ Fundacep Nova Era Média R S S S SI S R "" Q Continua... ~'..., >:li <:;)
25 Tabela Cont. ºEt '<:! Gerrni- Mancha ~ Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura t nação na Oídio VMTI VNAC a meno. Folha rela sone Gluma Marrom espiga Bronzeada Fundacep Raízes Média R S SI IAC 24- Tucuruí Baixa S S S S S S S SI SI IAC 370- Annageddon Baixa S S S S S S S SI SI IAC 375-Parintins Baixa R S S SI SI IAC 380-Saira Baixa R SI SI IAC 381-Kuara Média R SI SI IAC 385 Mojave Baixa SI R SI SI SI SI SI SI IPR85 Média S S S S IPR 128 Média S SI SI SI IPR 130 Baixa S S SI SI SI IPR 144 Baixa S SI SI SI IPR Catuara TM Média SI Jadeíte 11 Média R SI SI SI R (1) SI SI SI R SI Marfim Baixa S S S SI SI MGSI Aliança Baixa R S S SI SI SI SI... Continua VI
26 Tabela Cont. I~ Genni- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura mento naçã? na Oídio VMTI VNAC Folha rela sone Gluma Marrom Bronzeada espiga MGS2 Agata-" Baixa S AS R S SI S SI SI SI SI SI MGS Brilhante Média R R SI SI SI SI Mirante Média S S SI S Ônix Média R/ S SI S S S ORS Vintecinco Média Quartzo Média R R R R SI SI SI SI SI RBO 302 Média SI SI SI SI SI RBO 303 Média SI SI SI SI RB0403 Média SI SI R SI SI Safira Média RPA S R S SI SI SI SI S S S Supera Média SI ~ :.- TBIO Alvorada Média R/ R/ R/ S RJ TBIO Bandeirante Média S SI SI SI SI ti> ~ ti> ~ Continua... ;;;. ~, C) ;:,
27 Tabela Cont. Q s: Cultivar Altura Cresta- Gennimento naçã? na Oídio espiga Mancha ~ Ferrugem Gibe- Bru- VMTl VNAC ~ Folha rela sone Gluma Marrom Bronzeada TBIO Iguaçu Média SI SI SI SI Alta TBIO ltaipu Média S SI SI SI TBIO Ivaí Média S S TBIO Mestre Média R S TBIO Pioneiro 2010 Média SI SI TBIO Seleto Média SI SI Baixa SI TBIO Sintonia Média R SI SI TBIO Sinuelo Média R Alta TBIO Tibagi Média S S TEC Frontale SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI SI TEC Triunfo Média S SI SI Baixa S Continua... I~ -.l
28 Tabela Cont. I~ Germi- Mancha Cresta- Ferrugem Gibe- Bru- Cultivar Altura nação na Oídio VMTI VNAC mento Folha rela sone Gluma espiga Marrom Bronzeada TEC Ve\oce Média TEC Vigore Média S R S SI SI SI SI R TEC 10 Média SI Topázio Média SI SI SI SI UFVT l-pioneiro Baixa SI S S S S SI SI SI UTF 101 Média S SI SI SI Valente Média S S SI R Vaqueano Média SI S R: resistente; : moderadamente resistente; S: suscetível; : moderadamente suscetível; AS: altamente suscetível; RPA: resistência de planta adulta; T: tolerante; SI: sem informação. (I)Dadospreliminares. (2)Podeocorrer mosaico em cultivar R ou, em condições extremamente favoráveis. (3)Cultivarde trigo durum (Triticum durum). Para informações mais detalhadas e atualizações, acessar ou as "Informações da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale", editadas anualmente. S Ig: (\) ~;:s (\) g (i;. i:ll o
29 Cultivares 119 Referências BRIGGLE, L. W. Origin and botany of wheat. In: CIBA-GEIGY, Basle. Wheat; documenta Ciba-Geigy. Basle, Switzerland, p FUNDAÇÃO CARGILL. Trigo no Brasil. Campinas, SP, v. LAGOS, M. B. História do melhoramento do trigo no Brasil. Boletim Técnico, IPAGRO, Porto Alegre, v. 10, p. 9-80, LARGE, E. C. Growth stages in cereais. Illustration ofthe Feekes Scale. Plant Pathol., London, v. 3, p ,1954. LELLEY, J. Wheat breeding; theory and practice. Budapest: Akademiai Kiadó, p. MUNDSTOCK, C. M. Cultivo dos cereais de estação fria; trigo, cevada, aveia, centeio, alpiste, triticale. Porto Alegre: NBS, p. PERCIVAL, J. The wheat plant. London: Duckworth, p. PETERSON, R. F. Wheat, botany, cuitivation, and utilization. London: Leonard Hill Books, p. QUISENBERRY, K. S.; REITZ, L. P. Wheat and wheat improvement. ASA, p. (Agronomy, 13). Madison, REUNIÃO DA COMISSÃO BRASILEIRA DE PESQUISA DE TRIGO E TRITICALE. Informações Técnicas para Trigo e Triticale - Safra Londrina, PR: IAPAR, p. SCHEEREN, P. L. Componentes da estatura de planta e herança do caráter comprimento do pedúnculo em trigo (Triticun aestivum L.) f. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, SCHEEREN, P. L. Informações sobre o trigo (Triticum spp.). Passo Fundo, RS: EMBRAPA-CNPT, p. (Série Documentos, 2). SCHEEREN, P. L. Instruções para utilização de descritores de trigo (Triticum spp.) e triticale (Tritico secal esp.). Passo Fundo, RS: EMBRAPA-CNPT, p. (Série Documento, n. 9). SHELLENBERGER, J. A. Production and utilization of wheat. In: POMERANZ, Y. (Ed.). Wheat; chemistry and technology. St. Paul: American Association of Cereal Chemists, p ZADOKS, J. C.; CHANG, T. T.; KONZAK, C. F. A decimal code for the growth stages ofcereals. Weed Res., Oxford, v. 14, p ,1974.
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