COMPOSTAGEM DE VERDES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPOSTAGEM DE VERDES"

Transcrição

1 COMPOSTAGEM DE VERDES A EXPERIÊNCIA DA ALGAR Miguel Nunes

2 COMPOSTAGEM DE VERDES. A EXPERIÊNCIA DA ALGAR 1. ALGAR : Sistema de Gestão Integrada de RU 2. Compostagem de Resíduos Verdes 2.1. Porquê? 2.2. Como? 2.3. Resultados 2.4. Usos e benefícios do composto 2.5. Dificuldades e sucessos do projeto 2.6. Desafios futuros FER? 3. Conclusões

3 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DE RU DA ALGAR Recolha Indiferenciada Recolha Seletiva Resíduos Embalagem Entrega Seletiva Resíduos Verdes Recolha Seletiva Resíduos Orgânicos Energia Elétrica ATERRO SANITÁRIO ESTAÇÃO TRIAGEM ESTAÇÃO COMPOSTAGEM DIGESTÃO ANAERÓBIA + COMPOSTAGEM Energia Elétrica Tratamento Biogás Tratamento Águas Lixiviantes Triagem Materiais Ferrosos e Não Ferrosos Papel Cartão Vidro Embalagens Composto CO 2 +H 2 O Composto CO 2 +H 2 O Tratamento Biogás Reutilização Águas Tratadas em Usos Indiretos Indústria Recicladora Indústria Recicladora Agricultura e Jardinagem Agricultura e Jardinagem

4 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DE RU DA ALGAR Concretizando Infraestruturas de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos do Algarve

5 Porquê? Necessidade de dar resposta a um fluxo especifico de resíduos efetuando a sua valorização Empresas C M ª valência na estratégia de valorização orgânica dos RSU

6 Como? 100% Resíduos verdes Zona de receção 94% Inspeção visual e triagem manual Trituração Zona de compostagem Zona de maturação Revolvimento Utilização do sistema de aspersão e controlo da humidade Formação de Pilhas 44% Maturação Afinação 30% Armazenamento Expedição Ensacagem Granel

7 Como? Inspeção visual e triagem manual Zona de compostagem v Trituração Trituração

8 Como? Revolvimento Utilização do sistema de aspersão e controlo da humidade Formação de pilhas Afinação Afinação Expedição

9 Resultados (Mg) Ent. de Verdes "Limpos" Verdes Processados Composto Produzido Composto Vendido Ent. de Verdes Total

10 Composto é o produto resultante da degradação biológica controlada de material orgânico, que foi higienizado através da geração de calor e estabilizado ao ponto de ser benéfico para o crescimento das plantas Recurso de matéria orgânica que apresenta uma capacidade única de melhorar as propriedades químicas, físicas e biológicas dos solos ou meios de crescimento

11 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 Germinação de Infestantes % <1 <1 <1

12 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 Germinação de Infestantes % <1 <1 <1

13 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% BTB 2 nd draft Anexo III Classe 1 Classe ,7 1, , ausência ausência Germinação de Infestantes % <1 <1 <1

14 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% BTB 2 nd draft Anexo III Classe 1 Classe ,7 1, , ausência ausência Germinação de Infestantes % <1 <1 <1

15 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% BTB 2 nd draft Anexo III Classe 1 Classe Valor Limite FER > 15% Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 0,7 1, , ausência ausência 1, ausência 1000 Min grau IV-V Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 max 0,5% em peso seco Germinação de Infestantes % <1 <1 <1 max 2 sementes

16 Qualidade do composto Parâmetros Unidades Nov-12 (EC SBA) Dez-11 (EC TAV) Dez-10 (EC PORT) Matéria seca (%) Matéria orgânica (%) ph 9 8,5 8,6 Condutividade a 20 ºC (µs/cm) Carbono orgânico total % (m/m) Relação C/N 23:1 23:1 24:1 Macronutrientes Azoto total % (m/m) 1,1 0,45 0,98 Nitratos (mg/kg) Amónia (mg/kg) 16 9,4 19 Potássio (K 2 O) (g/kg) 8, Fósforo total (P 2 O 5 ) (g/kg) 3,2 3,6 4,7 Cálcio Total (g/kg) Enxofre total (mg/kg) Micronutrientes Ferro total (g/kg) 3,9 12 5,5 Cobre total (mg/kg) Zinco total (mg/kg) Boro (mg/kg) Variação Típica (USCC) 70-40% 30-70% 6,0-8, <20:1 0,5-2,5% BTB 2 nd draft Anexo III Classe 1 Classe Valor Limite FER > 15% Elementos Tóxicos / Metais Pesados Cádmio (mg/kg) 0,1 0,1 0,11 Crómio total (mg/kg) Mercurio total (mg/kg) 0,1 0,03 <0,10 (1) Níquel total (mg/kg) 4,1 9,4 6,6 Chumbo total (mg/kg) 3, Selénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Arsénio total (mg/kg) <10 (1) <10 (1) <10 (1) Agentes Patogénicos Salmonella sp. UFC/g Ausência Ausência Ausência E. coli UFC/g 3x10 2 <1 0 Grau de maturação º C 23º C (V) 22º C (V) 22º C (V) Pedras > 5 mm % 3,2 9,7 10,9 0,7 1, , ausência ausência 1, ausência 1000 Min grau IV-V Materiais Inertes Antropogénicos % 0,18 1,7 2,2 max 0,5% em peso seco Germinação de Infestantes % <1 <1 <1 max 2 sementes

17 Usos e benefícios do composto Melhora a estrutura do solo, porosidade e densidade, criando um ambiente mais benéfico ao crescimento das raízes das plantas; Aumenta a infiltração e permeabilidade dos solos, reduzindo a erosão e escorrências; Melhora a capacidade de retenção de água, reduzindo as perdas de águas e lixiviação em solos arenosos ou semi-arenosos; Fornece uma elevada variedade de macro e micronutrientes; Permite controlar ou suprimir certos organismos patogénicos para as plantas existentes nos solos; Fornece uma quantidade significativa de matéria orgânica; Melhora a capacidade de troca iónica dos solos, melhorando a sua capacidade de reter nutrientes para uso das plantas; Fornece microrganismos benéficos ao solo; Melhora e estabiliza o ph dos solos; Pode assimilar e degradar poluentes específicos.

18 Usos e benefícios do composto Poupança significativa nos custos através da redução do consumo de água, fertilizantes e pesticidas; Produto facilmente comercializável, sendo uma excelente alternativa aos corretores de solos artificiais, devido aos seu baixo custo; AumentaotempodevidadosAterros, desviando matéria orgânica do fluxo de resíduos orgânicos; Alternativa competitiva devido ao seus menores custos comparativamente aos produtos convencionais utilizados em bio remediação.

19 Usos e benefícios do composto 1. Melhoramento de solos (estrutura e nutrientes) 2. Controlo de erosão 3. Controlo de doenças 4. Reflorestação Agricultura Agro-florestal Jardinagem Turismo (golfe) Potenciais Áreas de Uso de Composto 1. Restauração de habitats 2. Restabelecimento de zonas húmidas 3. Controlo de cheias Conservação da natureza Minimização de riscos 1. Bio remediação 2. Prevenção de poluição Remediação da poluição Prevenção da poluição

20 Valorização de um fluxo seletivo de RU Qualidade do composto Facilidade do processo de exploração SUCESSOS Desvio de matéria orgânica dos aterros Qualidade do material à entrada Processo de humidificação das pilhas (falta de água) DIFICULDADES Ajustar as vendas à nova capacidade instalada Diminuição das quantidades de verdes entregues

21 DESAFIOS FUTUROS Implementação de procedimentos para definição exata do estado de maturação do composto Desenvolver parcerias para verificar vantagens na aplicação de composto em áreas menos comuns Aumentar a venda do composto mesmo com os eventuais condicionalismos decorrentes do FER Apostar no ensacamento para novo mercado (pequenos consumidores) Otimização do processo (e.g utilização de telas) Resolução da escassez de água para o processo Sensibilização para melhoria da qualidade do material à entrada

22 CONCLUSÕES Valorização orgânica de resíduos verdes através de compostagem à escala industrial funciona Processo simples e com menores custos de investimento/exploração Elevada qualidade do composto Sem condicionalismos decorrentes das exigências FER Importante valência ao nível do desvio de matéria orgânica do aterro Grande potencial ao nível das aplicações do composto à escala regional (golfes, produção florestal, jardinagem)

23 COMPOSTAGEM DE VERDES A EXPERIÊNCIA DA ALGAR Miguel Nunes

24 COMPOSTAGEM DE VERDES A EXPERIÊNCIA DA ALGAR Miguel Nunes

A CENTRAL DE VALORIZAÇÃO ORGÂNICA DA ALGAR

A CENTRAL DE VALORIZAÇÃO ORGÂNICA DA ALGAR Workshop Valorização Energética de Resíduos Verdes Herbáceos Hugo Costa Loulé A CENTRAL DE VALORIZAÇÃO ORGÂNICA DA ALGAR DIGESTÃO ANAERÓBIA DE RESIDUOS URBANOS IEE/12/046/SI2,645700 2013-2016 2 Estrutura

Leia mais

AMBIENTAL DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE RIBA DE AVE

AMBIENTAL DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE RIBA DE AVE SUMÁRIO Hoje em dia, as organizações enfrentam o enorme desafio para controlar, organizar e manipular um dos seus mais importantes assets: O Conhecimento. Diáriamente é gerada uma enorme quantidade de

Leia mais

ESTAÇÃO DE COMPOSTAGEM

ESTAÇÃO DE COMPOSTAGEM ESCOLA PROFISSIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE SERPA ESTAÇÃO DE COMPOSTAGEM Tratamento e Valorização Integrada de Resíduos Orgânicos por COMPOSTAGEM Objetivos do projeto: Controlar de forma integral e

Leia mais

O PAPEL DA MATÉRIA ORGÂNICA NA FERTILIDADE E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS. LUSOFLORA SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO 23 Fevereiro

O PAPEL DA MATÉRIA ORGÂNICA NA FERTILIDADE E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS. LUSOFLORA SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO 23 Fevereiro O PAPEL DA MATÉRIA ORGÂNICA NA FERTILIDADE E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS 23 Fevereiro Aumento da população Alterações climáticas Aumento da produção https://www.jornaldobaixoguadiana.pt Aumento do Consumo alimentos

Leia mais

Da Recolha Selectiva de RUBs ao Nutrimais a Experiência da LIPOR

Da Recolha Selectiva de RUBs ao Nutrimais a Experiência da LIPOR Conferência Gestão e Comunicação na Área dos Resíduos Centro de Congressos do Estoril 22 Setembro 2009 Da Recolha Selectiva de RUBs ao Nutrimais a Experiência da LIPOR Susana Lopes Departamento Novos Projectos

Leia mais

29 de outubro de 2013 Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa

29 de outubro de 2013 Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa Seminário Fim do Estatuto de Resíduos. Novos critérios para a produção de Composto proveniente de lamas de ETAR e da Fração Biodegradável dos Resíduos Urbanos 29 de outubro de 2013 Auditório da Ordem dos

Leia mais

8. Programas de Monitorização e Cronograma de Acções e Medidas

8. Programas de Monitorização e Cronograma de Acções e Medidas 8. Programas de Monitorização e Cronograma de Acções e Medidas Quando se estabelece a necessidade de propor medidas que evitem, minimizem ou compensem os efeitos ambientais, está-se claramente a referir

Leia mais

APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT

APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT DESCRIÇÃO DO PRODUTO Fertilizante proveniente de cama de aviário; Fonte de macro e micro nutrientes; Fonte excepcional de matéria orgânica. DESCRIÇÃO DO PRODUTO Para

Leia mais

Qualidade dos Compostos Existentes no Mercado

Qualidade dos Compostos Existentes no Mercado Qualidade dos Compostos Existentes no Mercado Cristina Cunha-Queda Professora Auxiliar Evento A qualidade dos correctivos agrícolas orgânicos comercializados em Portugal: Interesse para o solo e para as

Leia mais

Fertilizantes fornecedores exclusivamente de garantia. micronutrientes e aos 2,00 500,00 250, ,00 4,00 15,00 57,00 450,00

Fertilizantes fornecedores exclusivamente de garantia. micronutrientes e aos 2,00 500,00 250, ,00 4,00 15,00 57,00 450,00 ANEXO I LIMITES MÁXIMOS DE METAIS PESADOS TÓXICOS ADMITIDOS EM FERTILIZANTES MINERAIS QUE CONTENHAM O NUTRIENTE FÓSFORO, MICRONUTRIENTES OU COM FÓSFORO E MICRONUTRIENTES EM MISTURA COM OS DEMAIS NUTRIENTES

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA E QUANTIDADES LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA. Uruguaiana, maio de 2016.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA E QUANTIDADES LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA. Uruguaiana, maio de 2016. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA E QUANTIDADES LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA CICLOS BIOGEOQUÍMICOS Uruguaiana, maio de 2016. 1 Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo

Leia mais

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO O SOLO 2 SOLO ARGILOSO 3 CARACTERÍSTICAS DE UM SOLO ARGILOSO São solos com teores de argila superiores a 35%. Possuem baixa permeabilidade e alta capacidade de retenção de

Leia mais

A aplicação do composto Ferti Trás-os-Montes nas culturas dominantes na região

A aplicação do composto Ferti Trás-os-Montes nas culturas dominantes na região A aplicação do composto Ferti Trás-os-Montes nas culturas dominantes na região Manuel Ângelo Rodrigues Centro de Investigação de Montanha, ESA, Instituto Politécnico de Bragança Matéria orgânica Conjunto

Leia mais

Plano de Gestão de. Resíduos Sólidos Urbanos

Plano de Gestão de. Resíduos Sólidos Urbanos Plano de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos I. INTRODUÇÃO Até meados do século passado, o lixo doméstico, praticamente, não constituía problema. A maioria dos materiais utilizados continha componentes

Leia mais

Avaliação microbiológica e físico-química de água residual tratada para uso agrícola em São Vicente

Avaliação microbiológica e físico-química de água residual tratada para uso agrícola em São Vicente Universidade de Cabo verde Departamento de Engenharias e Ciências do Mar DECM Curso de Bacharelato em Biologia Marinha e Pescas Avaliação microbiológica e físico-química de água residual tratada para uso

Leia mais

CENTRAL DE COMPOSTAGEM DE LODO DE ESGOTO DA ETE LAVAPÉS

CENTRAL DE COMPOSTAGEM DE LODO DE ESGOTO DA ETE LAVAPÉS 11 a Audiência de Sustentabilidade 30/09/2008 Tema: Compostagem de Resíduos Orgânicos CENTRAL DE COMPOSTAGEM DE LODO DE ESGOTO DA ETE LAVAPÉS Fernando Carvalho Oliveira Eng. Agrônomo, Ms. Dr. ETE LAVAPÉS

Leia mais

Ecoparque da Ilha de São Miguel

Ecoparque da Ilha de São Miguel Ecoparque da Ilha de São Miguel Distância ao Continente = 1.500 Km Ligações marítimas = frequência semanal com duração de dois dias + 2 dias de operações portuárias Dispersão por 600 Km (mais do que

Leia mais

Solo características gerais. Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota)

Solo características gerais. Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota) Solo características gerais Definição: solo = f(rocha+ clima + relevo+biota) Constituintes do solo a matéria mineral a matéria orgânica, a água o ar 45% minerais 5% 20% ar 30% água Propriedades físico-químicas

Leia mais

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE FÁBRICA DE CELULOSE E PAPEL

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE FÁBRICA DE CELULOSE E PAPEL COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE FÁBRICA DE CELULOSE E PAPEL Votorantim Celulose e Papel S.A. Ana Gabriela Monnerat C. Bassa Iraê Amaral Guerrini Celina F. do Valle Lenine Corradini Compostagem O que é? É um

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Herdade da Bemposta Apartado 26 7830-909 Serpa Tel.: 284 540 440 Fax: 284 540 449 www.epdrs.pt [email protected] União Europeia Fundo Social Europeu

Leia mais

Instrução Normativa MAPA - REMINERALIZADORES

Instrução Normativa MAPA - REMINERALIZADORES Instrução Normativa MAPA - REMINERALIZADORES III CBR Pelotas/RS, 08/11/2016 Hideraldo J. Coelho CFIC/DFIA/MAPA HIERARQUIA NA LEGISLAÇÃO CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEI COMPLEMENTAR LEI ORDINÁRIA DECRETO Lei 6.894,

Leia mais

Gestão dos solos em viticultura de encosta

Gestão dos solos em viticultura de encosta Workshop Gestão dos solos em viticultura de encosta Pinhão, 28 de outubro de 2013 Sérgio Vieira Inicio de atividade no ano de 2005 Localizada na Zona Industrial de Vila Real Atua na comercialização de

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES E A FERTILIDADE DO SOLO Pedro Lopes Ferlini Salles Orientadora: Marisa Falco Fonseca Garcia

AS RELAÇÕES ENTRE MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES E A FERTILIDADE DO SOLO Pedro Lopes Ferlini Salles Orientadora: Marisa Falco Fonseca Garcia AS RELAÇÕES ENTRE MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES E A FERTILIDADE DO SOLO Pedro Lopes Ferlini Salles Orientadora: Marisa Falco Fonseca Garcia Coorientador: Flávio Ferlini Salles RELEVÂNCIA O solo é importante

Leia mais

ph, 25oC... Escala de Sorensen 6,5-8,5 5,5-9,0 5,5-9,0 Cor (após filtração simples)... mg/l, escala Pt-Co 10 O) (O) (O) 200

ph, 25oC... Escala de Sorensen 6,5-8,5 5,5-9,0 5,5-9,0 Cor (após filtração simples)... mg/l, escala Pt-Co 10 O) (O) (O) 200 ANEXO I - Qualidade das águas doces superficiais destinadas à produção de água para consumo humano Parâmetros Unidades A1 A2 A3 VMR VMA VMR VMA VMR VMA ph, 25oC.... Escala de Sorensen 6,5-8,5 5,5-9,0 5,5-9,0

Leia mais

Lista de ensaios sob acreditação flexível

Lista de ensaios sob acreditação flexível Nº Produto Parâmetro e Técnica Norma / Procedimento 1 Dispositivos médicos 2 Dispositivos médicos 3 Dispositivos médicos 4 5 6 7 8 Zaragatoas em superfícies associadas a zonas de risco Zaragatoas em superfícies

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 1 ESCOPO DA FERTILIDADE DO SOLO... 1

SUMÁRIO. Capítulo 1 ESCOPO DA FERTILIDADE DO SOLO... 1 SUMÁRIO Capítulo 1 ESCOPO DA FERTILIDADE DO SOLO... 1 1.1 Considerações gerais... 1 1.1.1 Importância da fertilidade do solo... 2 1.1.2 Relação com outras disciplinas... 3 1.1.3 Importância do método científico...

Leia mais

Composto e CDR, Resíduos ou Produtos?

Composto e CDR, Resíduos ou Produtos? SESSÃO: Resíduos ou Sub-Produtos SESIÓN: SESSION: Composto e CDR, Resíduos ou Produtos? Data: 24 de Outubro de 2008 Orador: João Pedro Rodrigues Composto e CDR, Resíduos ou Produtos? 1. Composto Índice

Leia mais

LISTA DE ENSAIOS NO ÂMBITO DA ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA - PIMENTA DO VALE LABORATÓRIOS, LDA.

LISTA DE ENSAIOS NO ÂMBITO DA ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA - PIMENTA DO VALE LABORATÓRIOS, LDA. LISTA DE ENSAIOS NO ÂMBITO DA ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA - PIMENTA DO VALE LABORATÓRIOS, LDA. Resumo do Âmbito Acreditado Águas Alimentos e agro-alimentar Efluentes líquidos Amostragem de águas Resumo

Leia mais

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES LIQUIDA (SOLUÇÃO DO SOLO) ÍONS INORGÂNICOS E ORGÂNICOS/MICROPOROS SÓLIDA - RESERVATORIO DE NUTRIENTES - SUPERFÍCIE QUE REGULA A CONCENTRAÇÃO DOS ELEMENTOS NA SOLUÇÃO

Leia mais

IFRN CICLOS BIOGEOQUÍMICOS

IFRN CICLOS BIOGEOQUÍMICOS IFRN CICLOS BIOGEOQUÍMICOS Prof. Hanniel Freitas Ciclos biogeoquímicos Elementos químicos tendem a circular na biosfera. Ciclagem de nutrientes - movimento desses elementos e compostos inorgânicos essenciais

Leia mais

Relatório Trimestral da Qualidade da Água

Relatório Trimestral da Qualidade da Água Relatório Trimestral da Qualidade da Água Outubro, Novembro e Dezembro de 2014 A qualidade da água fornecida aos seus consumidores é uma preocupação constante do Município de Torre de Moncorvo. Com o objetivo

Leia mais

Aproveitamento energético de combustíveis derivados de resíduos via co-gasificação térmica

Aproveitamento energético de combustíveis derivados de resíduos via co-gasificação térmica Aproveitamento energético de combustíveis derivados de resíduos via co-gasificação térmica Autores: Octávio Alves, Paulo Brito, Margarida Gonçalves, Eliseu Monteiro Novembro de 2015 1. Objetivos Identificar

Leia mais

Processo Nº PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS Mod:18.

Processo Nº PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS Mod:18. ANEXO IV ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Ácido Fluossilícico 20% NE: 262055 Ácido fluossilícico a 20% para fluoretação de água para consumo humano, para prevenção de cárie dentária. O produto deverá apresentar

Leia mais

Matriz I Acreditação Flexível Intermédia - Lista de Ensaios Acreditados Acreditação Nº L Data:

Matriz I Acreditação Flexível Intermédia - Lista de Ensaios Acreditados Acreditação Nº L Data: Acreditação Nº L216-1 Data: 4-2-216 Águas 1 Águas naturais doces (superficiais, subterrâneas) de consumo e de processo Determinação da dureza. Complexometria NP 424:1966 2 e residuais Determinação da turvação.

Leia mais

Depende do alimento. Depende do alimento. Método interno. Método interno. Depende do alimento. Depende do alimento. Método interno.

Depende do alimento. Depende do alimento. Método interno. Método interno. Depende do alimento. Depende do alimento. Método interno. analíticos - Matriz alimentar Acidez Volátil Ácido ascórbico (Vitamina C) Ácidos Gordos Saturados Ácidos Gordos Insaturados Açucares Redutores Açucares Totais Adulteração do Leite por Aguamento Alcalinidade

Leia mais

REGISTRO E LICENÇA PARA USO DE LODO DE ESGOTO

REGISTRO E LICENÇA PARA USO DE LODO DE ESGOTO REGISTRO E LICENÇA PARA USO DE LODO DE ESGOTO Seminário Internacional - Uso de lodo de esgoto em solos: contribuições para a regulamentação no Brasil Belo Horizonte Maio 2018 EFICIÊNCIA AGRONÔMICA E SEGURANÇA

Leia mais

CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO

CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO Prof. Leandro Souza da Silva Prof. Carlos Alberto Ceretta Prof. Danilo R. dos Santos Aula 1 Bases conceituais à fertilidade do solo Fertilidade do solo Solo -Sistema

Leia mais

Bases conceituais úteis a fertilidade do solo. Prof. Dr. Gustavo Brunetto DS-UFSM

Bases conceituais úteis a fertilidade do solo. Prof. Dr. Gustavo Brunetto DS-UFSM Bases conceituais úteis a fertilidade do solo Prof. Dr. Gustavo Brunetto DS-UFSM [email protected] Aula 1- Bases conceituais úteis a fertilidade do solo Rendimento e necessidades das culturas

Leia mais

Experiências de Portugal na Geração de Energia a partir de Resíduos

Experiências de Portugal na Geração de Energia a partir de Resíduos PAINEL 2 - Geração de Energia a partir de Lodo e Biomassa Experiências de Portugal na Geração de Energia a partir de Resíduos Mário Russo Prof. Coordenador Instituto Politécnico de Viana do Castelo Vice-Presidente

Leia mais

ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo

ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo GUIA DE ATIVIDADES de educação ambiental ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo Centro de Educação Ambiental de Albufeira Localização: Quinta da Palmeira - R. dos Bombeiros Voluntários

Leia mais

PG001A6 LISTA DE ENSAIOS SOB ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA

PG001A6 LISTA DE ENSAIOS SOB ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA Data de edição: Nº de páginas: 1/8 1 2 3 acrilamida e epicloridrina alcalinidade, dureza total, turvação, oxidabilidade, cor, condutividade elétrica, cloretos, ph, nitratos, fluoretos, sulfatos alumínio

Leia mais

Preços de Serviços Diversos

Preços de Serviços Diversos Preços de Serviços Diversos 2019 Tipo de Serviço Pressupostos 2019(*) Custo determinado por orçamentação em função das quantidades, tipos de Ramais materiais e pavimento Planta topográfica Valor fixo 45,00

Leia mais

PLANO DE MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL Aterro Sanitário de Santo Tirso

PLANO DE MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL Aterro Sanitário de Santo Tirso PLANO DE MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL Aterro Sanitário de Santo Tirso RESINORTE, S. A. Rev. B, 19 de novembro de 2012 Plano de monitorização e controlo ambiental do Aterro Sanitário de Santo Tirso Direção Técnica

Leia mais

Lista de Resíduos Admitidos (LRA) - Aterro Sanitário do Barlavento -

Lista de Resíduos Admitidos (LRA) - Aterro Sanitário do Barlavento - Página 1 de 8 01 RESÍDUOS DA PROSPEÇÃO E EXPLORAÇÃO DE MINAS E PEDREIRAS, BEM COMO DE TRATAMENTOS FÍSICOS E QUÍMICOS DAS MATÉRIAS EXTRAÍDAS. 01 04 Resíduos da transformação física e química de minérios

Leia mais

Lista de Ensaios Acreditados Sob Acreditação Flexível Referente ao Anexo Técnico Acreditação Nº L (Ed.20 Data: )

Lista de Ensaios Acreditados Sob Acreditação Flexível Referente ao Anexo Técnico Acreditação Nº L (Ed.20 Data: ) Referente ao Anexo Técnico Acreditação Nº L216-1 (Ed.2 Data: 3-11-216) Data: 19-12-216 Águas 1 Águas de consumo metais: alumínio, antimónio, arsénio, bário, berílio, boro, cádmio, cálcio, chumbo, cobalto,

Leia mais

CONTROLO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO - ZONA DE ABASTECIMENTO PINHEL DO CONCELHO DE PINHEL

CONTROLO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO - ZONA DE ABASTECIMENTO PINHEL DO CONCELHO DE PINHEL - ZONA DE ABASTECIMENTO PINHEL DO CONCELHO DE PINHEL % N.º de Cumprimento superiores ao VP Valor mínimo Valor máximo do VP Agendadas Realizadas Escherichia coli - UFC/100 ml 0 0 0 0 100 6 6 100 Coliformes

Leia mais

Eco new farmers. Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais. Sessão 1 Solos e fertilização dos solos

Eco new farmers. Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais. Sessão 1 Solos e fertilização dos solos Eco new farmers Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais Sessão 1 Solos e fertilização dos solos Módulo 2 Solos e Nutrientes Vegetais Sessão 1 - Solos e fertilização dos solos www.econewfarmers.eu 1. Introdução

Leia mais

QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Prof. Marcelo da Rosa Alexandre

QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Prof. Marcelo da Rosa Alexandre QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL 106213 Prof. Marcelo da Rosa Alexandre INFLUÊNCIA HUMANA SOBRE O MEIO AMBIENTE Industrialização Efeitos sobre habitat e saúde Preocupação ambiental Poluentes no Meio Ambiente

Leia mais

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE ANIMAIS. Karolina Von Zuben Augusto Zootecnista Dra em Engenharia Agrícola B.I.T.A. Busca Inteligente em Tecnologia Animal

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE ANIMAIS. Karolina Von Zuben Augusto Zootecnista Dra em Engenharia Agrícola B.I.T.A. Busca Inteligente em Tecnologia Animal COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS DE ANIMAIS Karolina Von Zuben Augusto Zootecnista Dra em Engenharia Agrícola B.I.T.A. Busca Inteligente em Tecnologia Animal III Simpósio em Produção Animal e Recursos Hídricos

Leia mais

Geramos valor para a Natureza. MUSAMI Operações Municipais do Ambiente, EIM, SA

Geramos valor para a Natureza. MUSAMI Operações Municipais do Ambiente, EIM, SA Geramos valor para a Natureza MUSAMI Operações Municipais do Ambiente, EIM, SA A MUSAMI Gerar Valor para a Natureza é a nossa missão. Como? Promovendo a valorização crescente dos resíduos, desenvolvendo

Leia mais

Reciclagem de Resíduos de Indústria de Celulose

Reciclagem de Resíduos de Indústria de Celulose Reciclagem de Resíduos de Indústria de Celulose Parceria Vida/CMPC Vida Desenvolvimento Ecológico Ltda. Eng.Agr. João Ribeiro Teixeira Parceria Vida/CMPC 30 anos de compromisso com a reciclagem Vida Desenvolvimento

Leia mais

Tratamento de resíduos

Tratamento de resíduos Tratamento de resíduos Resíduo: Um resíduo é qualquer substância ou objecto de que o ser humano pretende desfazer-se por não lhe reconhecer utilidade. Prioridades a seguir no tratamento de resíduos sólidos:

Leia mais

Contributo das Hortas urbanas e biológicas para a sustentabilidade

Contributo das Hortas urbanas e biológicas para a sustentabilidade Contributo das Hortas urbanas e biológicas para a sustentabilidade Congresso Lider A 2012 Ecobairros e comunidades sustentáveis Jorge Ferreira [email protected] www.agrosanus.pt Perda de sustentabilidade

Leia mais

Eco new farmers. Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais. Sessão 2 O sistema planta/solo

Eco new farmers. Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais. Sessão 2 O sistema planta/solo Eco new farmers Módulo 2 Solos e nutrientes vegetais Sessão 2 O sistema planta/solo Module 2 Solos e Nutrientes Vegetais Sessão 2 O sistema planta/solo www.econewfarmers.eu 1. Introdução Combinar a disponibilidade

Leia mais

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos O Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de setembro, com a nova redação do Decreto-Lei n.º 73/2011, de 17 de junho, veio criar um Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER), suportado pelo Sistema

Leia mais

VARIAÇÃO DE TEMPERATURA E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS COM ESTERCO BOVINO OU CAPRINO. Resumo

VARIAÇÃO DE TEMPERATURA E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS COM ESTERCO BOVINO OU CAPRINO. Resumo l VARIAÇÃO DE TEMPERATURA E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS COM ESTERCO BOVINO OU CAPRINO Marcos B dos SANTOS 1 ; Felipe Campos FIGUEIREDO 2 ; Priscila Pereira BOTREL 2 Resumo O objetivo deste

Leia mais

Lista de Ensaios Acreditados Sob Acreditação Flexível

Lista de Ensaios Acreditados Sob Acreditação Flexível Referente ao Anexo Técnico Acreditação Nº L 2 16-1 (Ed. 19 Data: 3-6- 2 1 6) Data: 3-6-216 Águas 1 2 3 4 5 Águas de consumo Águas de consumo Águas de consumo Águas de consumo Águas de consumo metais: alumínio,

Leia mais

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) COMPOSTAGEM. Profa. Margarita María Dueñas Orozco

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) COMPOSTAGEM. Profa. Margarita María Dueñas Orozco TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) COMPOSTAGEM Profa. Margarita María Dueñas Orozco [email protected] TRATAMENTO Série de procedimentos destinados a reduzir a quantidade ou o potencial

Leia mais