#1 A matriz de contatos ou protoboard.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "#1 A matriz de contatos ou protoboard."

Transcrição

1 #1 A matriz de contatos ou protoboard. Para que circuitos com CIs (circuitos integrados) possam ser montados e utilizados para comprovação dos conceitos teóricos e verificação da solução de um determinado problema, é necessário utilizar algum tipo de base que acomode as peças que formarão o circuito bem como prover o necessário contato elétrico entre os diversos terminais, formando assim os circuitos elétricos. Para isso, normalmente utilizamos a matriz de contatos que é uma base plástica composta por diversos contatos elétricos dispostos de forma a facilitar a montagem de circuitos e permitir a reutilização dos componentes utilizados durante a montagem. A figura ao lado, mostra a matriz de contatos que utilizaremos nas atividades de laboratório. Nas figuras abaixo, pode-se ver a distribuição dos contatos em relação aos terminais visíveis na parte interior da matriz de contatos e os terminais Para interligar os diversos contatos, são utilizados fios rígidos de bitola compatível com os terminais da matriz (entre 1 e 1,5 mm 2 de diâmetro) decapados nas extremidades em no máximo 7mm que é a distância entre a face da matriz e o final do contato elétrico.

2 CIs (circuitos integrados) são componentes eletrônicos que internamente possuem circuitos que executam a função lógica definida para ele. Estes circuitos são formados por diversos componentes como resistores, diodos, transistores que através de um adequado processo, são produzidos e interligados em uma minúscula pastilha de silício e encapsulados em um formato que conhecemos como Circuito Integrado ou simplesmente CI. O encapsulamento é denominado DIP ou DIL (Dual In Line Package), um encapsulamento do tipo PTH (Pin Through Hole terminal inserido no furo) pois, quando utilizados em montagens definitivas, são fixados em placas de circuito impresso e é necessário fazer furos para que os terminais do CI atravessem a placa. A figura ao lado, mostra a disposição dos terminais de um CI de 14 pinos que é o que normalmente vamos utilizar nas atividades seguintes. Perceba que o pino 1 estará sempre em baixo à esquerda, do mesmo lado do chanfro ou logo abaixo de uma pequena marca circular. O chanfro e a marca circular servem para posicionar o CI adequadamente. A contagem dos terminais obedece ao sentido anti-horário, ou seja, da esquerda para a direita e de baixo para cima. Embora o encapsulamento possa ser o mesmo, o interior do CI pode conter circuitos diferentes e, portanto, embora parecidos, podem fazer coisas diferentes. Existem duas grandes famílias lógicas a TTL (Transistor Transistor Logic ) e a CMOS (complementary metal oxide semiconductor logic) Nestas atividades utilizaremos apenas CIs da família TTL. Para identificarmos se um CI é TTL ou CMOS, devemos observar o código do CI. Os CIs da família TTL normalmente (nem sempre) tem o código numérico iniciado por 74. Já para a família CMOS (nem sempre) tem o código iniciado por 40. IFSP CAMPUS CUBATÃO CBSF

3 Para montar circuito lógicos, além dos circuitos integrados, alguns circuitos auxiliares são necessários para que níveis lógicos possam ser aplicados às entradas dos CIs e para que os níveis lógicos presentes nas saídas dos CIs possam ser adequadamente utilizados para acionar outros dispositivos. Vamos ver alguns destes circuitos. 1 Botão de ação momentânea push button. Botões ou chaves são muito úteis em circuitos lógicos pois podem indicar se uma porta está aberta ou fechada, se uma gaveta está fechada ou até para inserir um determinado número nos casos do teclado. O esquema ao lado mostra como interligar botão e um resistor, em uma estrutura chamada de pull up. A entrada da porta lógica ou do CI que esteja sendo utilizado, é conectada no ponto entre o resistor e o botão. Com o botão sem ser pressionado, o nível lógico presente no ponto indicado é 1. Quando pressionar o botão, no ponto de leitura estará presente o nível lógico 0. 2 Sonda lógica ou indicador de estados lógicos. Uma das maneiras de saber o estado lógico da saída de uma porta lógica ou de um CI específico é através do uso de LEDs. O fato de acender permite relacionar o aceso com o estado lógico 1 e o apagado com o estado lógico 0. A figura ao lado, mostra como ligar LEDs para que possamos conhecer o estado lógico de um determinado ponto de um circuito. O ponto indicado como saída será conectado no ponto em que se quer conhecer o estado lógico. Caso este seja 1, o LED que está conectado ao resistor R2 acenderá. Já se o estado lógico for 0, o LED ligado ao resistor R1 é que acenderá. Caso não exista no ponto de teste, estado lógico 1 ou 0, os dois LEDS permanecerão acesos. A figura abaixo mostra os dois circuitos montados na matriz de contatos. IFSP CAMPUS CUBATÃO CBSF

4 3 Ligando uma porta lógica. Agora é possível colocar um Circuito Integrado na matriz e ligar os diversos terminais, formando um circuito. O primeiro circuito que será utilizado para teste é o que está presente no CI 74LS00 que contém 4 portas lógica NAND de dois terminais. O esquema abaixo, mostra as interligações necessárias. O pino 1 do CI foi ligado à um dos botões e o pino 2, ao outro. Estes pinos correspondem às entradas da porta lógica. O pino 3 que é a saída da porta, será ligada à sonda lógica. negativo ao pino 7 (GND). Normalmente, os pinos de alimentação do CI não são mostrados nos esquemas com portas lógicas e por isso, à direta está a figura de uma fonte de alimentação cujo polo positivo está conectado ao pino 14 (VCC) e o Atenção! Para os CIs da família TTL, a tensão da fonte de alimentação que alimenta o CI e o restante do circuito não pode ser maior do que 5Vcc e deve-se evitar a inversão da polaridade da tensão da fonte de alimentação pois, caso isso aconteça, o CI será permanentemente danificado. A figura abaixo, mostra a montagem do circuito mostrado no esquema acima. Após montar o circuito, será possível trocar os estados lógicos impostos nas entradas da porta lógica e perceber a troca de estados na saída da porta de acordo com a função lógica exercida. IFSP CAMPUS CUBATÃO CBSF

5 5 Ligando um potenciômetro à entrada do circuito. Além de botões, outros dispositivos eletrônicos podem ser conectados às entradas da porta lógica outros tipos de componentes que permitam variar a tensão presente entre os seus terminais a partir da variação de alguma variação de uma grandeza física. A cada terminal de uma porta lógica, percebe valores de tensão. Assim, na entrada existirá nível alto se a tensão aplicada à entrada for maior do que 2V. Se a tensão aplicada for menor do que 0,8V então a entrada entenderá que está sendo aplicado nível lógico 0. Entre estes valores (0,8 e 2,0 volts, existe uma região indeterminada na qual a porta não consegue interpretar o estado lógico presente. Algo semelhante acontece na saída, para estabelecer o nível lógico alto e o nível lógico baixo. A figura abaixo, mostra isso. Para verificar essa característica, vamos ligar à uma das entradas da porta lógica, um potenciômetro provocando assim a variação do estado lógico na entrada e na saída da porta. O circuito abaixo, mostra quais devem ser as modificações no circuito. Desligue o pino 1 do CI do botão b1 e ligue no cursor do potenciômetro. Conecte as extremidades do potenciômetro ao positivo e ao negativo da fonte de alimentação. Após isso, alimente o circuito e varie o cursor do potenciômetro e observe os estados dos LEDs na saída do circuito. IFSP CAMPUS CUBATÃO CBSF

6 6 Ligando um LDR à entrada da porta lógica. O LDR (Lighting Dependent Resistor) resistor dependente da luz também conhecido como fotoresistor ou fotocélula são especialmente utilizados como sensores de claro ou escuro pois tem a interessante propriedade de ter a resistência entre os seus terminais alterada em função da quantidade de luz que chega até ele. A resistência entre os terminais do LDR diminua a medida em que recebe energia luminosa. Normalmente, a resistência entre os terminais do LDR é muito grande, podendo chegar a 1MΩ. Já quando incidir luz sobre o componente, a resistência do LDR pode chegar a poucas dezenas de ohms. A figura acima mostra a aparência física de um LDR. A superfície que recebe à luz que tem em sua composição sulfeto de cádmio ou sulfeto de chumbo, ambos materiais semicondutores que tem a sua condutividade aumentada com a incidência da luz. Por permitir relacionar uma certa quantidade de energia luminosa com a condutividade, o LDR é um transdutor, um dispositivo que é capaz de transformar uma forma de energia em outra. As figuras abaixo, mostram duas das maneiras de utilizar um LDR. O LDR e o resistor formam um circuito série, conhecido como divisor de tensão, cuja queda de tensão tanto na resistência como no LDR será proporcional à resistência de cada um dos dispositivos. Nos dois circuitos existe uma saída que mostra o ponto do circuito em que a tensão em relação ao referencial de terra será medida. Este ponto, que está representado pela seta, será conectado ao circuito lógico que virá a seguir. referencial de terra. No circuito à esquerda, a incidência de luz no LDR fará com que a sua resistência diminua. Desta forma, a queda de tensão no LDR diminuirá, tendendo à zero volts. Por esta maneira de funcionar podemos dizer que o circuito é um sensor de sombra, ou seja, quanto menor for a incidência de luz sobre o LDR, maior será a tensão na saída do circuito em relação ao Já no circuito à direita, a incidência de luz no LDR fará com que a sua resistência diminua e assim, a queda de tensão no resistor R2 aumentará. Por causa deste modo de funcionar, este circuito é chamado de sensor de luz, pois a sua incidência provoca um aumento na tensão na saída em relação ao referencial de terra. Para verificar o funcionamento do LDR como transdutor, convertendo a quantidade de luz em uma tensão elétrica, substitua o potenciômetro pelo circuito formado pelo LDR como sensor de luz. Após montá-lo, varie a intensidade de luz que chega ao LDR, fazendo sombra ou fazendo incidir diretamente sobre o LDR uma fonte de luz externa. IFSP CAMPUS CUBATÃO CBSF

4.9 Características Básicas dos CIs Digitais

4.9 Características Básicas dos CIs Digitais CIs digitais são uma coleção de resistores, diodos e transistores fabricados em um pedaço de material semicondutor (geralmente silício), denominado substrato, comumente conhecido como chip. CIs digitais

Leia mais

O 7490 na prática O circuito integrado 7490 tem a aparência mostrada na figura 1.

O 7490 na prática O circuito integrado 7490 tem a aparência mostrada na figura 1. Contador binário até 99 (ART063) Escrito por Newton C. Braga A numeração binária é a base de funcionamento dos computadores e de todos os circuitos de eletrônica digital. Por esse motivo, além de ser ensinada

Leia mais

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Sistemas Digitais: Introdução informações

Leia mais

MONTAGEM DE CIRCUITOS

MONTAGEM DE CIRCUITOS EXPERIÊNCIA MONTAGEM DE CIRCUITOS OBJETIVOS: - Conhecer as definições de circuito elétrico; - Manusear os componentes fisicamente; - Aprender os processos de montagem de circuitos; - Aprender montar circuitos

Leia mais

DISPOSITIVO PARA MONTAGENS EXPERIMENTAIS DE CIRCUITOS INTEGRADOS

DISPOSITIVO PARA MONTAGENS EXPERIMENTAIS DE CIRCUITOS INTEGRADOS EPUSP - PCS0/PCS - LABORATÓRIO DIGITAL DISPOSITIVO PARA MONTAGENS EXPERIMENTAIS DE CIRCUITOS INTEGRADOS. INTRODUÇÃO Desde, quando teve inicio uma nova modalidade dentro do Curso de Engenharia Eletrônica

Leia mais

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto CIRCUITOS INTEGRADOS Professor Adão de Melo Neto LEI DE OHMS e CIRCUITOS RESISTIVOS I = CORRENTE FLUXO DE ELÉTRONS DO POLO PARA O + (medido em amperes: A) V = TENSÃO Capacidade de fluxo de elétrons (medido

Leia mais

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto CIRCUITOS INTEGRADOS Professor Adão de Melo Neto R = RESISTÊNCIA É A OPOSIÇÃO A CIRCULAÇÃO DA CORRENTE GERADA POR UMA TENSÃO OU DIFERENÇA DE POTENCIAL (medido em ohms) I = CORRENTE FLUXO DE ELÉTRONS DO

Leia mais

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto

CIRCUITOS INTEGRADOS. Professor Adão de Melo Neto CIRCUITOS INTEGRADOS Professor Adão de Melo Neto Revisão sobre Circuito Resistivo e Lei de Ohms R = RESISTÊNCIA É A OPOSIÇÃO A CIRCULAÇÃO DA CORRENTE GERADA POR UMA TENSÃO OU DIFERENÇA DE POTENCIAL (medido

Leia mais

Professor Ventura Ensina Tecnologia

Professor Ventura Ensina Tecnologia Professor Ventura Ensina Tecnologia Experimento PV007 Projetos em Matriz de Contato Ensino Médio Direitos Reservados - Newton C. Braga 1 Prof. Ventura Ensina Tecnologia Projetos em Matriz de Contato As

Leia mais

Curso: Ortoprotesia Disciplina: Electrotecnologia Ano lectivo: 2016/17 Guia de laboratório nº 2

Curso: Ortoprotesia Disciplina: Electrotecnologia Ano lectivo: 2016/17 Guia de laboratório nº 2 Curso: Ortoprotesia Disciplina: Electrotecnologia Ano lectivo: 2016/17 Guia de laboratório nº 2 Construção de um circuito comparador com amplificadores operacionais Objectivo: Este guia laboratorial tem

Leia mais

Podem ser substituídos pelo módulo P7-Sensor de Luminosidade da GBK Robotics.

Podem ser substituídos pelo módulo P7-Sensor de Luminosidade da GBK Robotics. Projeto No. 3 LDR O objetivo deste projeto é controlar o estado de um LED (aceso ou apagado) através da verificação de luminosidade do ambiente utilizando um sensor de luminosidade LDR. O LDR (Light Dependent

Leia mais

Circuitos Lógicos Combinacionais Capítulo 4

Circuitos Lógicos Combinacionais Capítulo 4 Circuitos Lógicos Combinacionais Capítulo 4 Os temas abordados nesse capítulo são: Conversão de expressões lógicas para expressões de soma-de-produtos. Projetos de circuitos lógicos simples. Álgebra booleana

Leia mais

ROTEIRO OFICIAL 07 TJB

ROTEIRO OFICIAL 07 TJB - UTFPR Departamento Acadêmico de Eletrotécnica DAELT Engenharia Elétrica e/ou Controle e Automação Disciplina: Laboratório de Eletrônica ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes ROTEIRO OFICIAL 07 TJB

Leia mais

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Sistemas Digitais: Introdução informações

Leia mais

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I

SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL0384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Sistemas Digitais: Introdução informações

Leia mais

ASPECTOS TEÓRICOS DOS EXPERIMENTOS

ASPECTOS TEÓRICOS DOS EXPERIMENTOS ASPECTOS TEÓRICOS DOS EXPERIMENTOS OBJETIVO Compreender a Lei de Ohms Compreender funcionamento dos atuadores e sensores Compreender o circuito que utiliza o arduíno. Compreender o código FAZER O LED INTERNO

Leia mais

Temporizador com PIC 12F675

Temporizador com PIC 12F675 Temporizador com PIC 12F675 Vanderlei Alves S. da Silva Figura 1 Microcontrolador PIC 12F675 Os microcontroladores dominaram grande parte dos equipamentos que utilizamos em nosso dia-a-dia e assumem diversas

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO PROTOBOARD OU BREADBOARD

UTILIZAÇÃO DO PROTOBOARD OU BREADBOARD UTILIZAÇÃO DO PROTOBOARD OU BREADBOARD O Protoboard ou Breadboard é uma matriz de contatos que permite a interligação dos componentes eletrônicos sem a necessidade de soldas. Com isso, pode-se realizar

Leia mais

MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado

MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado MULTITIMER O multitimer é um aparelho controlador de tempo programável, para qualquer tipo de aparelho que funcione em 110 ou 220V CA e consuma até 6 ampères. A faixa de operação básica é de 5 minutos

Leia mais

Laboratório de Circuitos Digitais 1

Laboratório de Circuitos Digitais 1 Universidade Estadual Paulista Campus de Sorocaba Laboratório de Circuitos Digitais 1 Experimento 02: Montando circuitos combinacionais em protoboard Prof. Alexandre da Silva Simões 2005. Laboratório de

Leia mais

ROLETA DIGITAL. CI 4017 Contador de década, da família CMOS, que possui 10 saídas nas quais são ligados os leds.

ROLETA DIGITAL. CI 4017 Contador de década, da família CMOS, que possui 10 saídas nas quais são ligados os leds. ROLETA DIGITAL Trata-se de um kit didático para estudo da eletrônica digital e analógica, além de ter também como objetivo, testar as habilidades manuais do aluno. COMPOSIÇÃO DO KIT: CI 4017 Contador de

Leia mais

APÊNDICE: Sensores e Componentes

APÊNDICE: Sensores e Componentes APÊNDICE: Sensores e Componentes LED's (vermelho, verde, amarelo) LED é um diodo emissor de luz que, quando alimentado corretamente, permite o fluxo de energia apenas em um sentido. É um componente polarizado

Leia mais

VITOR SOUZA. O problema do lixo eletrônico

VITOR SOUZA. O problema do lixo eletrônico Gerando energia com o lixo eletrônico: uma vivência em metareciclagem e bricolagem ecológica divertida (o objetivo dessa oficina é explicar o funcionamento do carregador de celular portátil) O problema

Leia mais

Educação Profissional Técnico em Eletroeletrônica. Prática 4 Arduino. Alunos: Nota:

Educação Profissional Técnico em Eletroeletrônica. Prática 4 Arduino. Alunos: Nota: SENAI Arcos CFP Eliezer Vitorino Costa Educação Profissional Técnico em Eletroeletrônica Turma: TET04T-3 Prática 4 Arduino. Alunos: Nota: Instrutor: Raphael Roberto Ribeiro Silva 08/03/2017 Valor: 2,5

Leia mais

Relatórios de Práticas no LABORATORIO

Relatórios de Práticas no LABORATORIO Cod. Disc: CMP 1090 TURM: GRUPO: NOME: Sistemas Digitais Relatórios de Práticas no LBORTORIO ulas 01 a 05 PROF. MSc. MÁRIO OLIVEIR ORSI PROF. MSc. CRLOS LEXNDRE FERREIR DE LIM Fev 2014 1 UL 1 Portas Lógicas

Leia mais

Noções básicas de circuitos elétricos: Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff

Noções básicas de circuitos elétricos: Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff Noções básicas de circuitos elétricos: Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff Material 2 Resistores de 3.3kΩ; 2 Resistores de 10kΩ; Fonte de alimentação; Multímetro digital; Amperímetro; Introdução Existem duas

Leia mais

Introdução teórica aula 12: Pisca- Pisca Controlado por Luz

Introdução teórica aula 12: Pisca- Pisca Controlado por Luz Introdução teórica aula 12: Pisca- Pisca Controlado por Luz IC555 O IC555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. O CI foi projetado

Leia mais

Página 1

Página 1 1. A função da eletrônica de potência é controlar o fluxo de potência, processando a energia das fontes de alimentação disponíveis (rede elétrica, geradores ou baterias) através de dispositivos semicondutores

Leia mais

6. Natureza dos circuitos digitais

6. Natureza dos circuitos digitais Sumário: Electrónica digital Circuitos integrados LEI FÍSICA 1 Electrónica digital: Electrónica digital é o conjunto de determinadas técnicas e dispositivos integrados, que se utilizam principalmente na

Leia mais

PROTOTIPAGEM ELETRÔNICA DO IMD PENTATRONIX

PROTOTIPAGEM ELETRÔNICA DO IMD PENTATRONIX PROTOTIPAGEM ELETRÔNICA DO IMD PENTATRONIX 1) CONCEITO DE PROTOBOARD Fonte: Fritzing http://fritzing.org/home/ adaptado por Fátima Rosas. Protoboard ou matriz de contato é uma placa com diversos furos

Leia mais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais Notas de Aula Laboratório de Sistemas Digitais Sumário 1.Introdução...1 2.Tensão, Corrente, Resistência e LEDs...1 3.Protoboards...4 1 1. Introdução Esta apostila possui o conteúdo relacionado aos conceitos

Leia mais

Códigos, Portas Lógicas e Comportamento Elétrico

Códigos, Portas Lógicas e Comportamento Elétrico Códigos, Portas Lógicas e Comportamento Elétrico Prof. Ohara Kerusauskas Rayel Disciplina de Eletrônica Digital - ET75C Curitiba, PR 26 de março de 2015 1 / 32 Códigos Código: Números, letras ou palavras

Leia mais

PSI Práticas de Eletricidade e Eletrônica I. Experiência 2 - Componentes Ativos

PSI Práticas de Eletricidade e Eletrônica I. Experiência 2 - Componentes Ativos PSI-3263 - Práticas de Eletricidade e Eletrônica I Experiência 2 - Componentes tivos.c.s. Edição 2016 Introdução Na primeira experiência foram apresentados alguns componentes eletrônicos, com especial

Leia mais

Aula 13 - Circuitos Integrados para Automotiva UGA

Aula 13 - Circuitos Integrados para Automotiva UGA Aula 13 - Circuitos Integrados para Automotiva Introdução Nessa aula serão apresentados alguns circuitos utilizados em condicionadores de sensores automotivos e em circuitos de controles de atuadores.

Leia mais

Curso Técnico em Eletrotécnica

Curso Técnico em Eletrotécnica ELETRICIDADE EM REGIME DE CC Curso Técnico em Eletrotécnica Eletricidade em Regime de Corrente Contínua 15-RESISTORES AJUSTÁVEIS E POTENCIÔMETROS Sumário Introdução 6 Resistores ajustáveis 7 Resistores

Leia mais

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 11. Introdução teórica Aula 11: Fotossensor

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 11. Introdução teórica Aula 11: Fotossensor Introdução teórica Aula 11: Fotossensor Um sensor fotoelétrico ou fotocélula é um dispositivo electrônico que responde à alteração da intensidade da luz. Eles são projetados especialmente para a detecção,

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica - CEL037

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica - CEL037 Página 1 de 5 1 Título 2 Objetivos Prática 5 Aplicações não lineares do amplificador operacional. Estudo e execução de dois circuitos não lineares que empregam o amplificador operacional: comparador sem

Leia mais

Manual Placa Expansão PE v2.0 Copyright 2011 VW Soluções

Manual Placa Expansão PE v2.0  Copyright 2011 VW Soluções Apresentação A placa de expansão PE.v2.0 tem como objetivo aumentar as I/Os do CLP PIC40 ou CLP PIC28 de acordo com a necessidade do cliente. A placa de expansão pode ter no máximo 8 I/O, ou seja, até

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Experiência 1: Medidas Elétricas. Realização de medidas elétricas de tensão e corrente em circuitos resistivos.

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Experiência 1: Medidas Elétricas. Realização de medidas elétricas de tensão e corrente em circuitos resistivos. 1 1. Objetivos Realização de medidas elétricas de tensão e corrente em circuitos resistivos. 2. Conceito 2.1 Matriz de contatos Uma grande parte dos circuitos eletrônicos, especialmente os digitais, quando

Leia mais

Montagem de circuitos digitais Prof. Alberto Bastos do Canto Filho

Montagem de circuitos digitais Prof. Alberto Bastos do Canto Filho UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul Departamento de Engenharia Elétrica ENG04427 Técnicas Digitais Montagem de circuitos digitais Prof. Alberto Bastos do Canto Filho 1 Introdução O objetivo

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL UFPA / ITEC / FEE LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Professor: Daniel Cardoso Circuitos Integrados e Famílias Lógicas TTL e CMOS A implementação de circuitos lógicos com dispositivos discretos (diodos,

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS ELEMENTOS DE TECNOLOGIA

SISTEMAS DIGITAIS ELEMENTOS DE TECNOLOGIA ELEMTOS DE TECNOLOGIA ELEMTOS DE TECNOLOGIA - 2 SUMÁRIO: CIRCUITOS INTEGRADOS TECNOLOGIAS COMPONTES TTL NÍVEIS LÓGICOS FAN-OUT E FAN-IN TRANSISTORES CMOS PORTAS TRI-STATE TEMPOS DE PROPAGAÇÃO LÓGICA POSITIVA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório EXPERIÊNCIA 04 RESISTORES E PROPRIEDADES DOS SEMICONDUTORES 1 INTRODUÇÃO Este roteiro

Leia mais

Projeto No. 15 Sensor Óptico Reflexivo

Projeto No. 15 Sensor Óptico Reflexivo Projeto No. 15 Sensor Óptico Reflexivo Neste projeto vamos utilizar um Sensor Óptico Reflexivo TCRT5000 para implementar um interruptor de proximidade. Desta forma, não será necessário que a pessoa toque

Leia mais

Caracterização de uma Lâmpada

Caracterização de uma Lâmpada Caracterização de uma Lâmpada Laboratório de Eletricidade e Magnetismo Introdução Resistores não-lineares são dispositivos que não seguem a lei de Ohm quando submetidos a uma tensão ou corrente. Quando

Leia mais

Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima

Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima Famílias Lógicas RTL (Lógica Resistor-Transistor) (obsoleta) DL (Lógica Diodo) (obsoleta) DTL (Diode Transistor Logic) (obsoleta) TTL (Lógica

Leia mais

Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima

Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima Eletrônica (famílias lógicas) Prof. Manoel Eusebio de Lima Famílias Lógicas RTL (Lógica Resistor-Transistor) (obsoleta) DL (Lógica Diodo) (obsoleta) DTL (Diode Transistor Logic) (obsoleta) TTL (Lógica

Leia mais

TEMPORIZADOR MICROCONTROLADO PARA BACKLIGHT DO RÁDIO TURNIGY 9X

TEMPORIZADOR MICROCONTROLADO PARA BACKLIGHT DO RÁDIO TURNIGY 9X TEMPORIZADOR MICROCONTROLADO PARA BACKLIGHT DO RÁDIO TURNIGY 9X Por: José Carlos Santa Cruz Engenheiro de Computação - dezembro de 2016 [email protected] A fim de evitar o consumo excessivo de

Leia mais

A busca constantes da qualidade e a preocupação com o atendimento ao cliente estão presentes nas ações do SENAI.

A busca constantes da qualidade e a preocupação com o atendimento ao cliente estão presentes nas ações do SENAI. Sumário Introdução 5 Resistores ajustáveis 6 Resistores ajustáveis de fio 7 Trimpot 8 Características dos resistores ajustáveis 10 Simbologia 12 Potenciômetros 13 Funcionamento 13 Simbologia 14 Tipos de

Leia mais

Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução

Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução Robô segue luz Vanderlei Alves S. da Silva Introdução O mundo da robótica é algo realmente fascinante e podemos encontrar uma série de robôs capazes de fazer coisas incríveis. Alguns bem complexos de serem

Leia mais

Soquetes para conexão de componentes

Soquetes para conexão de componentes Site: http://mutcom.no.comunidades.net/ O KIT Didático HCM V 1.0 é composto pelos seguintes componentes: 02- Leds 5mm 02- SCR TIC 106D 01- TIP 31C 01- Buzzer 01- LDR 02- Chaves de TOC (tácti) 02- Diodos

Leia mais

Conhecendo o ARDUINO LEGENDA

Conhecendo o ARDUINO LEGENDA Conhecendo o ARDUINO 03 04 06 10 09 07 08 05 01 02 LEGENDA 01 - Portas digitais 2 à 13 02 - Portas analógicas A0 à A5 03 - Plug USB para conexão 04 - Plug de alimentação externa 05 - Microcontrolador ATmega

Leia mais

Manual de Montagem Protuino FTDi

Manual de Montagem Protuino FTDi Manual de Montagem Protuino FTDi Componentes do Kit Protuino FTDi 1x FTDi Basic 1x ATMega328p com Bootloader do Arduino UNO 1x Protoboard de 170 furos 5x Jumpers de 10cm macho/macho 4x Jumpers de 5cm macho/macho

Leia mais

Nota a respeito de FET, MosFET e PIC16F877A

Nota a respeito de FET, MosFET e PIC16F877A Nota a respeito de FET, MosFET e PIC16F877A No caso do pino de RA4, ele é de dreno aberto logo temos que colocar um resistor entre ele e VCC+. O pino RA4 está ligado no dreno (Drain) de um transistor MosFET.

Leia mais

Manual Placa DMX 16 pixels RGB

Manual Placa DMX 16 pixels RGB Manual Placa DMX 16 pixels RGB 2014 Lumikit Sistemas para Iluminação rev 3-06/07/2018 Lumikit Sistemas para Iluminação www.lumikit.com.br 1 SUMÁRIO 1. Introdução 3 2. Conexões da placa 3 3. Dimensões da

Leia mais

LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1

LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO LABORATÓRIO MÓDULO I ELETRICIDADE BÁSICA TURNO NOITE CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE

Leia mais

Se no terminal b do circuito for conectado um terceiro componente, como na figura abaixo, os resistores R 1 e R 2 não estarão mais em série.

Se no terminal b do circuito for conectado um terceiro componente, como na figura abaixo, os resistores R 1 e R 2 não estarão mais em série. Circuitos em Série Um circuito consiste em um número qualquer de elementos unidos por seus terminais, com pelo menos um caminho fechado através do qual a carga possa fluir. Dois elementos de circuitos

Leia mais

Professor Fábio Novaski

Professor Fábio Novaski Professor Fábio Novaski e-mail: [email protected] www.sites.google.com/site/fabionovaski/ Princípios e unidades elétricas. Resistências. Diodos. Retificadores. Transistores. Capacitores. Transformadores.

Leia mais

ALFAKITS A-10

ALFAKITS  A-10 KIT PLACA AMPLIFICADOR 10 W RMS MONO Primeiramente queremos agradecer a aquisição do KIT PLACA AMPLIFICADOR 10W RMS Mod. A-10 da ALFAKITS. Este manual procura detalhar todo o processo de montagem desse

Leia mais

Manual Placa Expansão PE v1.0 Copyright VW Soluções

Manual Placa Expansão PE v1.0  Copyright VW Soluções Apresentação A placa de expansão PE.v1.0 tem como objetivo aumentar as I/O do CLP PIC40 ou CLP PIC28 de acordo com a necessidade do cliente. A placa de expansão pode ter no máximo 8 I/O, ou seja, até 8

Leia mais

LIGAR LUZ COM BOTÃO. Projeto 2

LIGAR LUZ COM BOTÃO. Projeto 2 2 LIGAR LUZ COM BOTÃO LIGAR LUZ COM BOTÃO Neste projeto, vamos utilizar um botão para controlar um LED. Será ensinado como utilizar entradas digitais no Arduino com resistores pull-down externos e pull-up

Leia mais

Pedroni Capítulo 10. Prof. Odilson Tadeu Valle

Pedroni Capítulo 10. Prof. Odilson Tadeu Valle Famílias Lógicas Pedroni Capítulo 10 Prof. Odilson Tadeu Valle Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus São José [email protected] 1/45 Conteúdo programático 1 Introdução 2 Lógica Diodo-Transistor

Leia mais

Resistência elétrica e Protoboard

Resistência elétrica e Protoboard Resistência elétrica e Protoboard 1. A resistência elétrica A resistência elétrica é um componente eletrónico que oferece uma oposição à passagem da corrente elétrica. Este componente tem diversas aplicações

Leia mais

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA. Bola na Rede

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA. Bola na Rede TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA Bola na Rede Adriana de Miranda Andreia Fior Alves Ednilson Francisco da Silva Edson Silvio Braz Fabio Nunes Marquês Gilliarde Souza de Figueiredo Sergio

Leia mais

Pré-Laboratório (Para ser entregue no início da aula prática)

Pré-Laboratório (Para ser entregue no início da aula prática) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologia da Informação LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL I ELT 29 Atividade de Laboratório 6 Aluno: Aluno: Aluno: Mat.: Mat.: Mat.:

Leia mais

Introdução aos Sistemas Digitais

Introdução aos Sistemas Digitais Introdução aos Sistemas Digitais LETI, LEE (2014/15 1º Sem.) João Paulo Carvalho [email protected] Isto (ainda) não são sistemas digitais... Um interruptor (SPST- Single Pole, Single Throw) e uma

Leia mais

Perguntas e Respostas de parametrização de Inversores de Frequência MS10

Perguntas e Respostas de parametrização de Inversores de Frequência MS10 Perguntas e Respostas de parametrização de Inversores de Frequência MS10 Índice 1. Conhecendo as teclas do inversor 2 2. Como faço para alterar os parâmetros? 2 3. Como instalar uma chave liga-desliga

Leia mais

MÓDULO ANALÓGICO DIGITAL MPLAD18EX2

MÓDULO ANALÓGICO DIGITAL MPLAD18EX2 ZILOCCHI ELETRÔNICA MÓDULO ANALÓGICO DIGITAL MPLAD18EX2 MANUAL DE OPERAÇÃO ZILOCCHI ELETRÔNICA Rua Francisco Pedro Pimenta - N 24 CEP: 37.505-102 Bairro: Boa Vista Itajubá MG TEL/FAX: (35) 3623-4828 HomePage:

Leia mais

Divisor resistivo de tensão

Divisor resistivo de tensão Divisor resistivo de tensão Vanderlei Alves S. da Silva Sabemos que os resistores possuem a função de limitar a passagem da corrente elétrica diminuindo sua intensidade, no entanto, existem momentos onde

Leia mais

Como funciona o multímetro analógico

Como funciona o multímetro analógico O multímetro analógico também conhecido como multiteste analógico, é um instrumento indispensável para quem deseja realizar experimentos no segmento da eletroeletrônica. Com este instrumento de medição

Leia mais

8.7) Tecnologia MOS. MOS metal-óxido-semicondutor: um eletrodo de metal sobre um óxido isolante sobre um substrato de semicondutor

8.7) Tecnologia MOS. MOS metal-óxido-semicondutor: um eletrodo de metal sobre um óxido isolante sobre um substrato de semicondutor UFJF Fabrício FABRICIO Campos CAMPOS 8.7) Tecnologia MOS MOS metal-óxido-semicondutor: um eletrodo de metal sobre um óxido isolante sobre um substrato de semicondutor MOSFET - Metal Oxide Semiconductor

Leia mais

PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO 01 CIRCUITO DE SINALIZAÇÃO E COMANDO

PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO 01 CIRCUITO DE SINALIZAÇÃO E COMANDO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA ENGENHARIA ELETRÔNICA Projeto Integrador I Iniciação Científica PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO 0 CIRCUITO

Leia mais

ROTEIRO OFICIAL 07 TJB

ROTEIRO OFICIAL 07 TJB - UTFPR DAELT Engenharia Elétrica e/ou Controle e Automação Disciplina: Laboratório de Eletrônica ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes ROTEIRO OFICIAL 07 TJB operação discreta com NTC Visto Data da

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO SCR100

GUIA DE INSTALAÇÃO SCR100 GUIA DE INSTALAÇÃO SCR100 1. Instalação do equipamento (1)Cole o modelo de montagem na (2) Tire a placa traseira (3) Remova o parafuso na parte parede, Faça os furos de acordo inferior do dispositivo com

Leia mais

Usando 123D: Led e Protoboard

Usando 123D: Led e Protoboard Prática Arduino Roteiro de Aula Prática Nome: Matric.: Usando 123D: Led e Protoboard O que é? E o por quê de usá-lo? 123D é uma página online que permite você simular placas e circuitos de maneira fácil,

Leia mais

LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS

LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS NEURY BOARETTO JOINVILLE 2010 AULA PRÁTICA 1 Objetivos 1. Verificar o funcionamento do osciloscópio na medida de tensão e período Material Usado 1 Multímetro digital 1 Matriz

Leia mais

Projeto No. 2 Potenciômetro

Projeto No. 2 Potenciômetro Projeto No. 2 Potenciômetro O objetivo deste projeto é controlar a frequência de acender e apagar (frequência de pisca-pisca) e a intensidade da luminosidade de um LED. Nesse workshop teremos dois experimentos

Leia mais

Kit Expansão PE v2.0 Manual do usuário. Manual do usuário - Kit Expansão PE v2.0. Copyright VW Soluções

Kit Expansão PE v2.0 Manual do usuário. Manual do usuário - Kit Expansão PE v2.0.  Copyright VW Soluções Manual do usuário - Kit Expansão PE v2.0 Kit Expansão PE v2.0 Manual do usuário 1 Apresentação O Kit Expansão PE v2.0 foi desenvolvido pela VW Soluções com objetivo de aumentar as I/Os do CLP PIC40 ou

Leia mais

Aula 14 Leis de Kirchhoff

Aula 14 Leis de Kirchhoff Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física Física III Prof. Dr. Ricardo Luiz Viana Referências bibliográficas: H. 9-, 9-4, 9-5, 9-6 S. 7- T. - Aula 4 Leis de Kirchhoff

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL CONVERSOR DIGITAL-ANALÓGICO - MANUAL

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL CONVERSOR DIGITAL-ANALÓGICO - MANUAL LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL CONVERSOR DIGITAL-ANALÓGICO - MANUAL Objetivos: 1. Analisar o funcionamento de Conversores DA tipo rede R-2R e de Resistores Ponderados. 2. Analisar a funcionalidade dos

Leia mais

Copyright 2014 VW Soluções

Copyright 2014 VW Soluções 1. Especificações técnicas 2. Hardware 3. Software 4. Protocolo de transmissão 5. Garantia 6. Isenção de responsabilidade Índice 1. Especificação técnicas: Dimensões da frente do gabinete: 10,3 cm x 10,3

Leia mais

1º ENCONTRO. Eletricidade Básica

1º ENCONTRO. Eletricidade Básica 1º ENCONTRO Eletricidade Básica 2 Tensão Tensão elétrica é o trabalho que a força elétrica realiza sobre as cargas elétricas fazendo-as se movimentar pelo condutor (fio). A tensão é medida pela diferença

Leia mais

Programação em Linguagem C

Programação em Linguagem C Programação em Linguagem C UNIDADE 1 Unidade I Nesta unidade aprenderemos: escrever o código no computador e transferir para o Arduino. ligar e desligar um pino; utilizar o delay (tempo); ler um pino para

Leia mais

O professor não pode depender do instrutor de laboratório para checar se os circuitos são perigosos ou não, pois este não está sempre presente.

O professor não pode depender do instrutor de laboratório para checar se os circuitos são perigosos ou não, pois este não está sempre presente. O professor não pode depender do instrutor de laboratório para checar se os circuitos são perigosos ou não, pois este não está sempre presente. 2008-10-28 15:50 2008-10-28 A matriz de comutação é uma pilha

Leia mais

Circuito RC Constante de tempo

Circuito RC Constante de tempo Circuito RC Constante de tempo Objetivo: Medir as funções de carga e descarga de um capacitor e calcular a constante de tempo do processo. Materiais: (a) Resistor elétrico R; (b) Capacitor eletrolítico

Leia mais

Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Aula 1 Funções Lógicas SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Representação Numérica: l Utilizada na representação de alguma grandeza física l Pode ser Analógica ou Digital

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº5

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº5 Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS: CONTADORES 1.. Objetivos: Verificar o funcionamento

Leia mais

Manual de instalação e operação

Manual de instalação e operação Fagor Automation S. Coop. Manual de instalação e operação Manual code: 14460006 Manual version: 0404 MANV-I/O 1. OPÇÃO: ENTRADAS /SAÍDAS (X2) Esta opção oferece um conector adicional X2 do tipo SUB-D fêmea

Leia mais

1,25V 12V / 500mA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTABILIZADA REGULÁVEL

1,25V 12V / 500mA FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTABILIZADA REGULÁVEL FONTE DE ALIMENTAÇÃO ESTABILIZADA REGULÁVEL 1,25V 12V / 500mA 2ª Edição Nov. 2014 Este documento descreve a montagem de uma fonte de alimentação bastante simples, mas extremamente útil para a bancada do

Leia mais

ROTEIRO OFICIAL 08 TJB

ROTEIRO OFICIAL 08 TJB - UTFPR DAELT Engenharia Elétrica e/ou Controle e Automação Disciplina: Laboratório de Eletrônica ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes ROTEIRO OFICIAL 08 TJB operação discreta com NTC Visto Data da

Leia mais