Etec José Martimiano da Silva
|
|
|
- Sabina Vieira Bergler
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Etec José Martimiano da Silva Manual do Aluno
2 Apresentando a E No dia 07 de setembro de 1922, foi lançada a pedra fundamental do edifício destinado à Escola Profissional de Artes e Ofícios (atual ETE José Martimiano da Silva). No dia 11 de julho de 1927, o estabelecimento foi inaugurado. Os primeiros cursos foram : Mecânica, Marcenaria, Fundição, Eletricidade, Desenho e Costura. Com a Revolução Constitucionalista de 1932, a escola cooperou com a fabricação de artigos como: Quépis, Blusas, Calças, Ataduras, Alimentação para voluntários, De 1927 até o ano de 1977, eram constantes as feiras tecnológicas. A escola fazia uma exposição de produtos manufaturados, vendendo-os e conseguindo recursos para a própria escola. Muitos pedidos de encomendas foram feitos por cidadãos, para obter móveis a preços baixos e excelentes qualidades de serviços. O curso de Corte e Costura doava às creches pijamas confeccionados pelos alunos, além de chapéus e bordados que decoravam as lojas comerciais de Ribeirão Preto. Durante todos estes anos a ETE José Martimiano da Silva prestou relevantes serviços à comunidade Ribeirãopretana e região. Desde 1994 a Escola Técnica Estadual José Martimiano da Silva pertence ao Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza oferecendo ensino técnico de nível médio nas seguintes áreas: Administração Automação Industrial Design de interiores Edificações Eletrônica Eletrotécnica Informática Jurídico Mecânica Mecatrônica Nutrição e Dietética Saúde Bucal Secretariado Telecomunicações Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio Técnico em Edificações integrado ao Ensino Médio 2
3 Conselho de Escola O Conselho de Escola é órgão deliberativo da Unidade Escolar, integrado por representantes da comunidade escolar e da comunidade extra-escolar. Administração da Unidade Escolar Compõe a Administração da Unidade Escolar: Direção, Núcleo de Gestão Administrativa, Pedagógica e Acadêmica e de Relações Institucionais. Direção A Direção da Escola é o núcleo executivo encarregado de administrar as atividades da UE e será exercida pelo Diretor e pelos responsáveis pelos Núcleos de Gestão. Núcleo de Gestão Administrativa O Núcleo de Gestão Administrativa responsabilizar-se-á pelas ações de apoio administrativo ao processo educacional. Ao Núcleo de Gestão Administrativa compete a execução das atividades de administração de pessoal, recursos físicos, financeiros e materiais; compras, almoxarifado, limpeza, patrimônio; segurança, zeladoria, manutenção das instalações, equipamentos e outras pertinentes. Núcleo de Gestão Pedagógica e Acadêmica O Núcleo de Gestão Pedagógica e Acadêmica é o responsável pelo suporte acadêmico e didático-pedagógico do processo de ensino e aprendizagem. Ao Núcleo de Gestão Pedagógica e Acadêmica compete a execução das seguintes atividades: planejamento, controle e avaliação do processo de ensino-aprendizagem; escrituração e documentação escolar; aperfeiçoamento e atualização do corpo docente; orientação educacional e profissional e gestão dos recursos auxiliares de ensino. Integram o Núcleo de Gestão Pedagógica e Acadêmica: as Coordenações de Área; os Conselhos de Classe e Secretaria Acadêmica. Coordenações de Área As Coordenações de Área são responsáveis pelo conjunto de ações destinadas ao planejamento do ensino, à supervisão de sua execução, ao 3
4 controle das atividades docentes em relação às diretrizes didático-pedagógicas e administrativas, bem como pela otimização dos recursos físicos e didáticos disponíveis para os cursos mantidos pelas Etecs. Conselho de Classe O Conselho de Classe é o órgão colegiado que terá por finalidade: analisar o desempenho dos alunos da classe, individual ou coletivamente; propor medidas de natureza didático-pedagógica e disciplinar; decidir sobre a retenção ou aprovação de alunos da classe; opinar sobre transferências compulsórias de alunos. Constituição do Conselho de Classe: Diretor da Escola; responsável pelo Núcleo de Gestão Pedagógica e Acadêmica; Coordenadores de Área; professores da classe e responsável pela Secretaria Acadêmica. A presidência do Conselho de Classe é o Diretor da UE, podendo ser delegada a qualquer outro membro do colegiado. Poderão ser convidados ou convocados representantes discentes para participar das reuniões de Conselho de Classe. Cumpre à Direção divulgar a comunidade escolar as decisões do Conselho de Classe. Instituições Auxiliares APM (Associação de Pais e Mestres) CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) Secretaria Acadêmica A Secretaria Acadêmica é o órgão responsável pela escrituração escolar, pela expedição e registro de documentos escolares, pelo fornecimento de informações e dados para planejamento e controle dos processos e resultados do ensino e da aprendizagem. Matrícula A matrícula inicial do aluno será efetuada mediante requerimento do pai ou responsável ou do próprio candidato, quando maior de idade, conforme indicado no calendário escolar. Constará do requerimento a concordância expressa do Regimento Comum e às outras normas em vigor nas Etecs. No ato da matrícula, o candidato deverá apresentar os documentos exigidos pela escola. A matrícula inicial será confirmada no prazo de cinco dias letivos, a contar do início da série/módulo, ficando esta sujeita a cancelamento no caso da falta consecutiva 4
5 do aluno durante o referido período, sem justificativa. Será autorizada a matrícula inicial durante os primeiros trintas dias do período letivo, para preenchimento das vagas remanescentes. As matrículas serão efetuadas em época prevista no calendário escolar. Não haverá matrícula condicional. Perderá o direito à vaga o aluno evadido da escola que não formalizar por escrito sua desistência, por meio de trancamento de matrícula, em até 15 dias consecutivos de ausência, independente da época em que ocorrer. Renovação de Matrícula A renovação de matrícula será efetuada no final de cada período letivo, quando o aluno deverá conferir o Requerimento de Renovação de Matrícula e confirmar e atualizar seus dados cadastrais. Trancamento de Matrícula O trancamento de matrícula será admitido, a critério da Direção da UE, ouvido o Conselho de Classe, uma vez por série/módulo, ficando o retorno do aluno condicionado: à existência do curso, série ou módulo, no período letivo e turno pretendido e ao cumprimento de eventuais alterações ocorridas no currículo. Como fazer: Protocolar Requerimento junto ao Protocolo de Atendimento, solicitando o trancamento e esclarecendo o motivo da solicitação. Aproveitamento de Estudos Quando pode ser solicitado: Para fins de prosseguimentos de estudos em componentes curriculares ou cursos, concluídos com aproveitamento devidamente comprovados, na própria escola ou em outras escolas; Em estudos realizados fora do sistema forma de ensino, e no trabalho ou na experiência extra-escolar; Aproveitamento de estudos de disciplinas ou módulos cursados em uma habilitação específica para obtenção de habilitação diversa; Como fazer: o aluno deverá requerer o Aproveitamento de Estudos no ato da matrícula ou até o dia determinado pela escola, apresentando os documentos comprobatórios. Em caso de dúvidas, aluno deverá procurar esclarecimentos junto ao Coordenador do Curso. 5
6 Sínteses de avaliação do rendimento do aluno As sínteses de avaliação do rendimento do aluno, parciais ou finais, elaboradas pelo professor, serão expressas em menções correspondentes a conceitos, com as seguintes definições operacionais: Menção Conceito Definição Operacional O aluno obteve excelente desempenho no MB Muito Bom desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve bom desempenho no B Bom desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve desempenho regular no R Regular desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve desempenho insatisfatório no I Insatisfatório desenvolvimento das competências do componente curricular no período. As sínteses parciais, no decorrer do ano/semestre letivo, virão acompanhadas de diagnóstico das dificuldades detectadas, indicando ao aluno os meios para recuperação de sua aprendizagem. As sínteses finais de avaliação, elaboradas pelo professor após concluído cada módulo ou série, expressam o desempenho global do aluno no componente curricular, com a finalidade de subsidiar a decisão sobre promoção ou retenção pelo Conselho de Classe. Os resultados da verificação do rendimento do aluno serão sistematicamente registrados, analisados com o aluno e sintetizados pelo professor numa única menção. O calendário escolar preverá os prazos para comunicação das sínteses de avaliação aos alunos e, se menores, a seus responsáveis. Ao aluno de rendimento insatisfatório durante o semestre/ano letivo, serão oferecidos estudos de recuperação. Os estudos de recuperação constituir-se-ão de atividades, com recursos e metodologias diferenciados, reorientação da aprendizagem, diagnóstico e atendimento individualizado. Os resultados obtidos pelo aluno nos estudos de recuperação integrarão as sínteses de aproveitamento do período letivo. Controle de Frequência Para fins de promoção ou retenção, a frequência terá apuração independente do rendimento. Será exigida a frequência mínima de 75% do total de horas de efetivo trabalho escolar, considerando o conjunto dos componentes curriculares. 6
7 Avaliação do Ensino e da Aprendizagem A avaliação do processo de ensino-aprendizagem tem por objetivos: diagnosticar competências prévias e adquiridas, as dificuldades e o rendimento dos alunos; orientar o aluno para superar as suas dificuldades de aprendizagem; subsidiar a reorganização do trabalho docente; subsidiar as decisões do Conselho de Classe para promoção, retenção ou reclassificação de alunos. A verificação do aproveitamento escolar do aluno compreenderá a avaliação do rendimento e a apuração da frequência, observadas as diretrizes estabelecidas pela legislação. A avaliação do rendimento em qualquer componente curricular: será sistemática, contínua e cumulativa, por meio de instrumentos diversificados, elaborados pelo professor, com o acompanhamento do Coordenador de Área e deverá incidir sobre o desempenho do aluno nas diferentes situações de aprendizagem, considerados os objetivos propostos para cada uma delas. Os instrumentos de avaliação deverão priorizar a observação de aspectos qualitativos da aprendizagem, de forma a garantir sua preponderância sobre os quantitativos. Recuperação Ao aluno de rendimento insatisfatório durante o período letivo, serão oferecidos estudos de recuperação. Os Estudos de Recuperação constituir-se-ão de atividades, com recursos e metodologias diferenciados, reorientação da aprendizagem, diagnóstico e atendimento individualizado. Os resultados obtidos pelo aluno nos estudos de recuperação integrarão as sínteses de aproveitamento do período letivo. Promoção e Retenção Será considerado promovido no módulo ou série o aluno que tenha obtido rendimento suficiente nos componentes curriculares e frequência mínima de 75%, após decisão do Conselho de Classe. O Conselho de Classe decidirá a promoção ou retenção, à vista do desempenho global do aluno, expresso pelas sínteses finais de avaliação e cada componente curricular. A decisão do Conselho de Classe terá como fundamento, conforme a situação: a possibilidade de o aluno prosseguir estudos na série ou módulo subsequente; o domínio das competências/habilidades previstas para o módulo/série ou para a conclusão do curso; na educação profissional, para fins de conclusão do curso, o domínio das competências profissionais que definem o perfil de conclusão. O aluno com rendimento insatisfatório em até três componentes curriculares, exceto na série ou módulo final, a critério do Conselho de Classe, poderá ser classificado na série/módulo subsequente em regime de progressão parcial, desde que preservada a sequência do currículo, devendo submeter-se, nessa série/módulo, 7
8 a programa especial de estudos. A retenção em componentes curriculares cursados em regime de progressão parcial não determina a retenção na série ou módulo regulares. O aluno poderá acumular até três componentes curriculares cursados em regime de progressão parcial, ainda que de séries ou módulos diferentes. Os alunos em regime de progressão parcial, respeitados os limites previstos nos parágrafos anteriores, poderão prosseguir estudos nas séries ou módulos subsequentes. Será considerado retido na série ou módulo, quanto à frequência, o aluno com assiduidade inferior a 75% no conjunto dos componentes curriculares. Será considerado retido na série ou módulo, após decisão do Conselho de Classe, quanto ao rendimento, o aluno que tenha obtido a menção I em mais de três componentes curriculares; ou em até três componentes curriculares e não tenha sido considerado apto pelo Conselho de Classe a prosseguir estudos na série ou módulo subsequente; ou nas séries/módulos finais em quaisquer componentes curriculares, incluídos os de séries(s) ou módulo(s) anterior(es), cursados em regime de progressão parcial. Progressão Parcial O aluno com rendimento insatisfatório em até 3 componentes curriculares, exceto no módulo final, a critério do Conselho de Classe, poderá ser classificado no módulo subsequente em regime de Progressão Parcial, desde que preservada a sequência do currículo, devendo submeter-se a Programa Especial de Progressão. O aluno poderá acumular até 3 componentes curriculares cursados em regime de Progressão Parcial, ainda que em módulos diferentes. Os alunos em regime de Progressão Parcial, respeitados os limites previstos nos parágrafos anteriores, poderão prosseguir estudos nos módulos subsequentes. Exercícios Domiciliares Exercícios Domiciliares são atividades escolares desenvolvidas na própria residência, durante o período de afastamento, com efeito na avaliação e frequência. Alunos em estado de gestação ou portadores de afecções, ou impedidos por motivo de saúde de locomoverem-se ou frequentarem a escola podem se enquadrar no regime de Exercícios Domiciliares. Como fazer: protocolar requerimento pelo aluno ou responsável legal, anexando para tanto Atestado Médico, constando início e fim do período do afastamento. Importante: deve ser protocolado no primeiro dia do afastamento. 8
9 Estágios Os estágios serão realizados em locais que tenham efetivas condições de proporcionar aos alunos experiências profissionais ou de desenvolvimento sócio cultural ou científico, pela participação em situações reais de vida e de trabalho no seu meio. Toda atividade de estágio será curricular e supervisionada. O estágio poderá ser realizado no ambiente da própria escola desde que esta possua as condições suficientes para sua efetivação. A matriz curricular do curso de educação profissional indicará a carga horária mínima a ser cumprida, quando o estágio profissional for obrigatório para o aluno. O aluno que comprovar exercer ou ter exercido funções correspondentes às competências profissionais desenvolvidas à luz do perfil profissional de conclusão do curso, poderá ser dispensado, no todo ou em parte, do cumprimento da carga horária mínima do estágio obrigatório, mediante avaliação pela escola. O estágio profissional obrigatório poderá ser desenvolvido em etapa posterior aos demais componentes curriculares, desde que previsto no plano do respectivo curso e desde que o aluno esteja matriculado. (O aluno que se enquadrar nesta situação deve protocolar o requerimento de matrícula para fins de estágio supervisionado, na Secretaria Acadêmica). Como fazer: cada curso tem Coordenador de Estágio próprio. O aluno deverá procurá-lo para orientações. Diplomas e Certificados Ao aluno concluinte de curso com aproveitamento será conferido ou expedido: Diploma de técnico: quando se tratar de habilitação profissional, satisfeitas as exigências relativas ao cumprimento do currículo básico do curso e do estágio supervisionado, se obrigatório e à apresentação de certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. Certificado de conclusão de módulo ou curso: tratando-se de módulos de curso técnico ou cursos de formação inicial ou continuada, conforme previsto na legislação; Certificado de conclusão de Ensino Médio: para fins de prosseguimento de estudos. Direitos, Deveres e regime Disciplinar do Corpo Discente São direitos dos alunos: ter acesso e participação nas atividades escolares, incluindo as atividades extra classe proporcionadas pela UE; participar da elaboração de normas disciplinares e de uso de dependências comuns, quando convidados pela Direção ou eleitos por seus pares; ser informado, no 9
10 início do período letivo, dos planos de trabalho dos componentes curriculares do módulo ou série em que está matriculado; ter garantia das condições de aprendizagem e de novas oportunidades mediante estudos de recuperação, durante o período letivo; receber orientação, tanto educacional como pedagógica, individualmente ou em grupo; ser respeitado e valorizado em sua individualidade, sem comparações ou preferências; ser ouvido em suas reclamações e pedidos; recorrer dos resultados de avaliação de seu rendimento, nos termos previstos pela legislação; ter garantia a avaliação de sua aprendizagem, de acordo com a legislação; recorrer à Direção ou aos setores próprios da UE para resolver eventuais dificuldades que encontrar na solução de problemas relativos a sua vida escolar, como: aproveitamento, ajustamento à comunidade e cumprimento dos deveres; concorrer à representação nos órgãos colegiados, nas instituições auxiliares e no órgão representativo dos alunos; requerer ou representar ao Diretor sobre assuntos de sua vida escolar, na defesa dos seus direitos, nos casos omissos deste Regimento. São deveres dos alunos: conhecer, fazer conhecer e cumprir este Regimento e outras normas e regulamentos vigentes na escola; comparecer pontualmente a assiduamente às aulas e atividades escolares programadas, empenhando-se no êxito de sua execução; respeitar os colegas, os professores e demais servidores da escola; representar seus pares no Conselho de Classe, quando convocado pela Direção da Escola; cooperar e zelar na conservação do patrimônio da escola, concorrendo também para que se mantenha a higiene e a limpeza em todas as dependências; indenizar prejuízo causado por danos às instalações ou perda de qualquer material de propriedade do CEETEPS, das instituições auxiliares, ou de colegas, quando ficar comprovada sua responsabilidade; trajar-se adequadamente em qualquer dependência da escola, de modo a manter-se o respeito mútuo e a atender à s normas de higiene e segurança pessoal e coletiva. É vedado ao aluno: ocupar-se, durante as atividades escolares, de qualquer atividade ou utilizar materiais e equipamentos alheios a elas; fumar no recinto da escola, nos termos da legislação pertinente; promover coletas ou subscrições ou outro tipo de campanha, sem autorização da Direção; praticar quaisquer atos de violência física, psicológica ou moral contra pessoas; introduzir, portar, guardar ou fazer uso de substancias entorpecentes ou de bebidas alcoólicas, ou comparecer embriagado ou sob efeito de tais substâncias no recinto da UE; portar, ter sob sua guarda ou utilizar qualquer material que possa causar riscos a sua saúde, a sua segurança e a sua integridade física, bem como as de outrem; retirar-se da unidade durante o horário escolar e da residência de alunos (alojamentos), sem autorização; apresentar posturas que comprometam o trabalho escolar. Penalidades A inobservância das normas disciplinares sujeita o aluno às penas de repreensão por escrito, de suspensão e de transferência compulsória pelo Diretor da UE. A penalidade de suspensão poderá ser sustada pela Direção, quando atingidos os efeitos educacionais esperados. A penalidade de suspensão poderá 10
11 ser substituída por atividades de interesse coletivo, ouvido o Conselho Tutelar. É assegurado ao aluno o direito de ampla defesa. Direitos e Deveres dos Pais ou Responsáveis São direitos dos pais ou responsáveis: serem informados sobre a proposta pedagógica da UE; serem informados sobre a frequência e rendimento dos alunos, incluindo as propostas de recuperação quando o aluno apresentar rendimento insatisfatório; participarem das instituições auxiliares, conforme legislação; recorrerem dos resultados de avaliação do rendimento do aluno, conforme dispuser este Regimento e a legislação, se menor; solicitarem reclassificação de seu filho, se menor; representarem seus pares no Conselho de Escola. São deveres dos pais ou responsáveis: comparecer às reuniões programadas pela escola, para informação sobre a proposta pedagógica; responsabilizarem-se por danos ao patrimônio público e privado, causados pelo aluno menor de idade pelo qual são responsáveis; colaborarem no desenvolvimento das atividades de recuperação propostas pelo professor; acompanharem, durante o período letivo, a frequência e rendimento do aluno pelos quais são responsáveis; atenderem às convocações da Direção da UE. 11
12 Equipe Administrativa Diretor da Escola: João Ailton Lemos Diretor para Assuntos Acadêmicos: Aline Cristina Ramos Prado Diretora para Assuntos Administrativos: Vera Lúcia Borges Técnico Administrativo: Silvia Helena F. P. Zen Gorayeb Responsável pela Coordenação Pedagógica: Adriana Lúcia Carolo Coordenadores de Classes Descentralizadas: EE Prof. Fernandes Palma: André Luis Coelho Gonini Sertãozinho: Marcio Henrique Gomes de Mello Coordenadores de Cursos 2013 COORDENADORES Abel José da Silva Aline Correa Dias Cesar Ricardo Danezi Domingos Rafael Neto Flávio Sergio Zampieri Stephani Marques Barreiro CURSOS TÉCNICOS Administração Nutrição e Dietética / Saúde Bucal Edificações/Design de Interiores Edificações integrado ao Ensino Médio Eletrotécnica/Eletrônica/Telecomunicações Automação Industrial/ Mecânica/ Mecatrônica Secretariado EE Sebastião Fernandes Palma Informática e Fabiano Trovó de Souza Informática Integrado ao Ensino Médio Administração Luiz Antônio Reggiani Silvia Helena F. P. Zen Gorayeb Jurídico Sertãozinho Luis Marcelo Baraldi Administração, Contabilidade e Logística Barrinha Silvânia Soares Administração Dumont Erica Helena Moreira Silva Administração Guatapará Fabiana H. Zen Gorayeb Administração 12
TRANCAMENTO DE MATRÍCULA
REGIMENTO ESCOLAR MATRÍCULA A matrícula inicial será confirmada no prazo de cinco dias letivos, a contar do início da série/módulo, ficando esta sujeita a cancelamento no caso da falta consecutiva do aluno
REGULAMENTO GERAL DO ALUNO
MANUAL DA FAMÍLIA E DO ALUNO REGULAMENTO GERAL DO ALUNO ETEC PADRE JOSÉ NUNES DIAS MONTE APRAZÍVEL - SP ANO: 2014 1 MANUAL DA FAMÍLIA E DO ALUNO REGULAMENTO GERAL DO ALUNO O Regulamento Geral do Aluno
ETEC DR CELSO CHARURI
ETEC DR CELSO CHARURI REGIMENTO INTERNO 2014 Caro aluno, Este Manual tem a finalidade de informar-lhe a respeito das normas e procedimentos pedagógicos e administrativos que compõem a estrutura organizacional
Escola Técnica Estadual Dr. Júlio Cardoso
Escola Técnica Estadual Dr. Júlio Cardoso Município de Franca R. General Carneiro, 1675 - Centro CEP 14400-500 - Franca/SP Tel: (16) 3721-8152/ 8153/ 8154 / Fax: (16) 3721-8133 E-mail: [email protected];
MANUAL DO ALUNO. Bem vindo à ETECVAV!
MANUAL DO ALUNO Este manual destina-se a todos os alunos da Escola Técnica Estadual Vasco Antonio Venchiarutti, bem como aos pais e responsáveis. Sua leitura facilitará a sua integração com a UE, Direção,
OP ETEC DE SANTA ISABEL. Manual do Aluno Bem-Vindos
Manual do Aluno 2014 Bem-Vindos DADOS DA ESCOLA Nome: Escola Técnica Estadual Santa Isabel Endereço: Rua Professora Ana Moutinho Gonçalves, 57 Treze de Maio Santa Isabel/SP Tel.: (11) 4656-4588 // (11)
Etec Orlando Quagliato
Etec Orlando Quagliato PREZADO (A) ALUNO (A) Seja bem-vindo à Etec Orlando Quagliato. A partir de hoje você fará parte de nossa história e nós faremos parte da sua. Esta convivência nos levará a novos
MANUAL DO ALUNO DIREÇÃO DA UNIDADE. - Prof. Divanil Antunes Urbano Diretor de Escola Técnica
DIREÇÃO DA UNIDADE - Prof. Divanil Antunes Urbano Diretor de Escola Técnica - Prof. Bruno Pereira Santos Almeida Diretor de Serviço Área Administrativa - Sra. Sandra Mara Borges Pinto Diretora de Serviço
Manual do Aluno 2016 ETEC Polivalente de Americana Página 2
ETEC POLIVALENTE DE AMERICANA Manual do Aluno 2016 1. APRESENTAÇÃO BEM - VINDOS À ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL POLIVALENTE DE AMERICANA! Elaboramos o Manual do Aluno da ETEC - Polivalente, resultado de reflexão
Acesse o site da ETEC Tiquatira e confira as novidades!
"Mude devagar, porque na mudança o mais importante não é a velocidade, mas a direção". Clarice Lispector Acesse o site da ETEC Tiquatira e confira as novidades! www.etectiquatira.com.br Curta nossa página
INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016
INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016 A PRESIDENTE DA CÂMARA DE ENSINO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO no uso de suas atribuições legais e regimentais, resolve: Estabelecer
EDITAL n.º 01 de 03/07/2014
EDITAL n.º 01 de 03/07/2014 A Escola Técnica Estadual de Francisco Morato, município de Francisco Morato, atendendo o disposto no 2.º do Artigo 61 do Regimento Comum das Escolas Técnicas Estaduais do Centro
O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta na Deliberação nº. 033/95.
TRANSFERÊNCIA EXTERNA FACULTATIVA, TRANSFERÊNCIA INTERNA E APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PARA O PRIMEIRO E SEGUNDO SEMESTRES LETIVOS DE 2013 O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de
CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA UNIALFA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO
CENTRO EDUCACIONAL ALVES FARIA UNIALFA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art.
REGIMENTO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA ( PANC ) NO NUTRIFESB - AMBULÁTORIO DE NUTRIÇÃO -
REGIMENTO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA ( PANC ) NO NUTRIFESB - AMBULÁTORIO DE NUTRIÇÃO - 1 REGIMENTO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA (PANC) NO NUTRIFESB - AMBULATÓRIO
SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO REGULAMENTO INSTITUCIONAL DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DOS CURSOS 2 CAPÍTULO I 2
SUMÁRIO REGULAMENTO INSTITUCIONAL DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DOS CURSOS 2 CAPÍTULO I 2 DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS 2 CAPITULO II 2 DO COLEGIADO DOS CURSOS 2 CAPITULO III 3 MANDATOS DO COLEGIADO DO CURSO 3 CAPÍTULO
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS- CCL Coordenação do Curso de Letras
REGULAMENTO DE MONITORIA TÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS OBJETIVOS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO Art. 1 o A Monitoria no Centro de Comunicação e Letras (CCL) será regida por este regulamento e corresponderá ao conjunto
Etec Amim Jundi MANUAL DE INTEGRAÇÃO DO ALUNO
Etec Amim Jundi MANUAL DE INTEGRAÇÃO DO ALUNO 2018 Prezado(a) aluno(a): Seja bem-vindo(a) à Etec Amim Jundi! Estamos muito felizes por ter você como aluno(a). Este manual tem como objetivo apresentar-lhe
REGULAMENTO PARA JUSTIFICATIVA, ABONO DE FALTAS E EXERCÍCIOS DOMICILIARES
REGULAMENTO PARA JUSTIFICATIVA, ABONO DE FALTAS E EXERCÍCIOS DOMICILIARES Estabelece os procedimentos para justificativa, abono de faltas e exercícios domiciliares dos estudantes regularmente matriculados
E d i t a l d a E T E C n º 0 1 d e 26/ 05/
E d i t a l d a E T E C n º 0 1 d e 26/ 05/ 2 0 1 4 A Escola Técnica Estadual de Ilha Solteira, Município de Ilha Solteira atendendo o disposto no 2.º do Artigo 61 do Regimento Comum das Escolas Técnicas
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE FERRAZ DE VASCONCELOS
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE FERRAZ DE VASCONCELOS A ETEC de Ferraz de Vasconcelos iniciou suas atividades em 30/07/2007 como extensão da ETEC Presidente Vargas de Mogi das Cruzes. Foi criada por Decreto
Educar Objetivo (14) Ensino Fundamental II (14) º ao 9º Ano
www.educarobjetivo.com.br Educar Objetivo (14) 3713-1655 (14) 997954217 [email protected] Ensino Fundamental II 6º ao 9º Ano MANUAL DO ALUNO O COLÉGIO EDUCAR tem como: MISSÃO: Oferecer
REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
SENAI - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DA BAHIA REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO E MBA (MASTER BUSINESS ADMINISTRATION) Salvador DEZEMBRO
MANUAL DO ALUNO Ensino Fundamental I. 1º ao 5º Ano
MANUAL DO ALUNO 2017 Ensino Fundamental I 1º ao 5º Ano MANUAL DO ALUNO O COLÉGIO EDUCAR tem como: MISSÃO: Oferecer formação integral que favoreça a autonomia, através de educação de qualidade, com vistas
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PROCESSO SELETIVO AO PROGRAMA DE DUPLA GRADUAÇÃO 2º SEMESTRE DE 2017
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PROCESSO SELETIVO AO PROGRAMA DE DUPLA GRADUAÇÃO 2º SEMESTRE DE 2017 A Fundação Getulio Vargas realiza a abertura das inscrições para o Processo Seletivo ao Programa de Dupla Graduação
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Praia Grande São Paulo Dezembro de 2008 CAPÍTULO I DA NATUREZA Artigo 1º O presente regulamento tem como objetivo normatizar as atividades relacionadas com o estágio
Regulamento dos Conselhos de Classe. Anexo à Resolução IFRJ/CONSUP nº 19, de 19 de abril de 2013
x Regulamento dos Conselhos de Classe Anexo à Resolução IFRJ/CONSUP nº 19, de 19 de abril de 2013 1 REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE Anexo à Resolução IFRL/CONSUP nº 19, de 19 de abril de 2013. CAPÍTULO
Manual de Orientações Discente
2 5 ORIENTAÇÕES DE REGISTRO ACADÊMICO... 3 5.1 CALENDÁRIO ACADÊMICO E CALENDÁRIO DE EVENTOS... 3 5.2 MATRÍCULA NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO... 4 5.2.1 Matrícula em Disciplina, Módulos, Unidades de Aprendizagem
REGULAMENTO DE APROVEITAMENTO DE DISCIPLINAS
REGULAMENTO DE APROVEITAMENTO DE DISCIPLINAS REGULAMENTO DE APROVEITAMENTO DE DISCIPLINAS Regulamenta o aproveitamento de disciplinas nos cursos de graduação da Instituição. Título I Do Aproveitamento
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O Curso de Educação Física - Licenciatura - objetiva a formação pedagógica, ao contemplar uma visão geral da educação e dos processos formativos dos educandos. Adequar-se-á
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO -PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DR. FRANCISCO MAEDA-FAFRAM/FE
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO -PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DR. FRANCISCO MAEDA-FAFRAM/FE CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. Os cursos de Pós Graduação
