Universidade Estadual de Santa Cruz
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- Beatriz Alencar Casado
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1 ALFORRIAS
2 Universidade Estadual de Santa Cruz GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Jaques Wagner - Governador SECRETARIA DE EDUCAÇÃO Osvaldo Barreto Filho - Secretário UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro - Reitora Evandro Sena Freire - Vice-Reitor DIRETORA DA EDITUS Maria Luiza Nora Conselho Editorial: Maria Luiza Nora Presidente Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro Antônio Roberto da Paixão Ribeiro Dorival de Freitas Fernando Rios do Nascimento Jaênes Miranda Alves Jorge Octavio Alves Moreno Lino Arnulfo Vieira Cintra Marcelo Schramn Mielke Maria Laura Oliveira Gomes Marileide Santos Oliveira Lourival Pereira Júnior Raimunda Alves Moreira de Assis Ricardo Matos Santana
3 ALFORRIAS Rita Santana Ilhéus - Bahia 2012
4 2012 by Rita Santana Direitos desta edição reservados à EDITUS - EDITORA DA UESC Universidade Estadual de Santa Cruz Rodovia Ilhéus/Itabuna, km Ilhéus, Bahia, Brasil Tel.: (73) Fax: (73) [email protected] PROJETO GRÁFICO E CAPA George Pellegrini Ilustrações de capa: La columna rota, de Frida Kahlo (capa) Lovers Man and Woman, de Egon Schiele (4ª capa) REVISÃO Maria Luiza Nora Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) S232 Santana, Rita Alforrias / Rita Santana. - Ilhéus : Editus, p. ISBN: Poesia brasileira. I. Título. CDD
5 Às tias Dadá (in memoriam), Edna, Solange e Olívia. A Beatriz, minha mãe. A dona Dedé. A George e Baísa, a minha gratidão por Alforrias virar livro nesta Casa.
6 [...] E de todos, Soturno, nenhum foi tão coalescente Tão colado à minha carne, como tu foste, ausente. Dirás demasiado. Mas fosca e acanhada, hoje, Peço-te com o luzir dos ossos Com a fragilidade de uma espuma n água Que me visites antes do adeus da minha palavra. Hilda Hilst
7 Sumário PREFÁCIO (13) A ESCRIBA (21) ABISMAÇÃO (23) ÁCAROS E CULPAS (25) ACRIDEZ (27) AGRESTIDADE (29) ANDORINHA (31) CASTIDADE (33) CATEDRAL DE MARFIM (35) CREPÚSCULO DAS VERTIGENS (37) DESEJO EXU (39) DESERTO (41) DIÁRIO DA SEPARAÇÃO (43) ECO E NARCISO (45) ELÁDIO (47)
8 EMBATE DE VÍBORAS (49) ESBELTEZ (51) HERDADE (53) ÍLIO (55) INCLEMÊNCIAS (57) MORTES COTIDIANAS (59) MUDA NUDEZ (61) O PALÁCIO DE CRISTAL (63) PERCEPÇÃO DE QUERERES (65) SELVA (67) SEVERIDADE DAS HORAS (69) SOLITUDE DO VENTO (71) À SOMBRA DO DIVINO (73) TARDO AMOR (75)
9 PREFÁCIO Dois signos são fundamentais para quem se propõe a apresentar um trabalho literário, a empreender, senão enquanto estratégia, este ato inaugural de leitura: o título e a epígrafe do livro. Começo, então, pelo título do novo trabalho de Rita Santana - Alforrias, palavra marcada por um elemento da relação escravo/senhor, clímax de um movimento em direção à liberdade. Poderíamos pensar/dizer: trata-se de uma lírica de temática afrodescendente, e iniciar um percurso em busca dessa marca anunciada. Dela, no entanto, eclodem dimensões metafóricas que se estendem à condição da mulher frente ao homem (admitindo a possibilidade de um jogo eróti- 13
10 Rita Santana co-amoroso) ou à relação do poeta com a palavra. Trata-se, na verdade, de uma relação suplementar entre planos de sentido propostos nesta leitura, perseguindo reverberações inerentes à própria constituição do discurso literário e, de modo mais contundente, lírico. Como exemplo, destaco o poema Abismação estado equivalente ao poético, faz ecoar o Alumbramento de Manuel Bandeira. Utilizando-se de signos e imagens que remetem ao contexto da escravidão no Brasil ancestrais, quilombola, alambique, moleque, plantação de mandioca, alforria - Rita Santana constrói, num jogo de remissão de sentidos, outras chaves interpretativas, posto que o alambique é de saudades e a alforria é dos meus cometimentos. Amorosos? São apenas sugestões de leitura. Diálogo amoroso revelador da herança afro no universo semântico permeia outros momentos de Alforrias. O signo de territorialidade, anunciado no título do poema Herdade, converte-se em par amoroso marcado pela insubmissão e luta obstinada ( És em mim a Herdade. / O feudo imensurável dos meus quilombos ). Em 14
11 Alforrias Mortes cotidianas, o sentimento de banzo expressa uma dada condição de mulher. E Ácaros e culpas tece uma imagem de separação: E você seguiu sem mim em diáspora sem par. Configura-se no livro Alforrias a existência de uma voz inequivocamente lírica, que se deixa perceber pelo formato como são concebidos os poemas que o integram e pelas peculiaridades com que são tecidas essas vozes. Note-se que já não falo de uma voz lírica que tudo abarca, mas de uma pluralidade de vozes, todas elas pertencentes à construção poética de um mesmo sujeito: Rita Santana. Sem dúvida, trata-se da poesia de uma mulher, com suas variadas nuances, que passam a circunscrever lugares discursivos referentes a duas principais linhas de força: a percepção feminina sensorial, corpórea, de si e do masculino, e a afirmação da palavra como o lugar de inserção do poeta no mundo. O primeiro poema A Escriba é o espaço em que o eu lírico (que é também Rita Santana) assume-se como poeta. Lugar de compromisso, traça uma diferença entre a escrivã das coisas vãs e a escriba criva- 15
12 Rita Santana da de falas (ela própria, agente da poesia), lembrando ao leitor a oposição estabelecida por Roland Barthes entre o escritor-escrevente e o scriptor. Escriba que voltará a se afirmar no poema Severidade das Horas ( Enquanto também eu canto / Meu pranto doce de Escriba ) Na vertente anunciada por este poema inaugural, incluem-se outros. O poema Andorinha realça a matéria poética e o lugar do poeta, embora em outra dicção, que tangencia o mais comum da vida ( As andorinhas existem! ) e os sentimentos humanos, em especial, a dor da perda, a ausência. Destaca-se nesse poema o jogo de palavras, atenuador, em alguns momentos, da solenidade ou complexidade poética de outros. O diálogo entre a poeta e a mulher aflora no poema Deserto, quando essas duas identidades permitem o confronto entre duas dimensões temporais: Ainda ontem estive mulher e foi bom. / Hoje, sou dada a versos e continuo a ser mulher. Já em À sombra do Divino, reserva-se o espaço do sagrado como refúgio para a solidão do poeta anunciada no verso inicial ( A 16
13 Alforrias quem dedicar versos, se estou só? ). Chegamos, finalmente, nesse traçado de leitura dos poemas de Alforrias, à vertente erótico-amorosa, cuja temática dominante permite aglutinar as demais, nelas ampliando-se ou fazendo-as convergir para si. Num traçado dos perfiis feminino e masculino, a identificação do segundo a partir do olhar do primeiro, estabelece-se uma gradação do mais sugestivamente ao mais explicitamente erótico, de acenos a uma corporeidade e percepção dos sentidos. Na confluência do erotismo com a violência e a perversão, o poema Embate de víboras estabelece uma síntese na estrofe final: Eu e Tu: / Adultério, torpezas e vilanias. Já no poema Ílio, questiona-se a identidade feminina a partir de elementos do seu corpo. E em Muda Nudez, explicita-se no corpo o pertencimento da mulher a um homem. O poema Acridez transita no limiar ou fronteira entre o prazer e a dor, e Crepúsculo das Vertigens acentua as contradições e complexidades da relação masculino / feminino. Concluo, afirmando: nenhuma epígrafe é inocente. Também assim acontece 17
14 Rita Santana com Rita Santana, ao eleger a companhia de Hilda Hilst para abertura de Alforrias. Epígrafe cujos rastros seguidos pelo leitor permitiram, ao final, confirmar-se a existência das linhas de força que dinamizaram esse trabalho poético e o profícuo diálogo entre duas escritoras, sujeitos do espaço da sua respectiva dicção, que guardam entre si uma outra afinidade, no que toca aos deslocamentos de paradigmas literários. A despeito do significativo investimento nas sonoridades da língua, tão adequado à expressão lírica, Rita Santana consegue associar concisa dicção lírico-dramática a uma expansão (sem derramamento) dos temas eleitos, que se desdobram em nuances ou vertentes de matizes diversos. Marcas que delineiam o perfil do seu livro Alforrias. Lígia Telles 18
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