PROJECTO DE DE INFRAESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS ITED

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1 PROJECTO DE DE INFRAESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS ITED ECOCENTRO VALORIZAÇÃO AMBIENTAL Zona Industrial de Cedrim - Sever do Vouga Câmara Municipal de Sever do Vouga Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 1/9

2 MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA - INSTALAÇÕES TELEFÓNICAS - PROJECTO EXECUÇÃO LISTA DE PEÇAS DESENHADAS T1 Planta de Implantação Alimentação ATE / BAstidor... (Esc.: 1/100) T2 Planta do Piso 0 Planta do Piso 1 Traçado da Canalização... (Esc.: 1/100) T3 Planta da Rede de Tubagem... (S/Escala) T4 Planta da Rede Individual de Cablagem de Cabos de Pares de Cobre/Coaxial Esquema da Rede Individual de Cabos... (S/Escala) T5 Circuito de Terras das ITED... (S/Escala) T6 Simbologia... (S/Escala) Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 2/9

3 INTRODUÇÃO A presente memória descritiva e justificativa a toda a Instalação de Telecomunicações no Edifício (ITED), relativo à obra de ECOCENTRO VALORIZAÇÃO AMBIENTAL, localizada na Zona Industrial de Cedrim, na união de Freguesias de Cedrim e Paradela e concelho de Sever do Vouga, cujo Licenciamento foi requerido pela Câmara Municipal de Sever do Vouga, pessoa coletiva , com sede no Largo do Municipio, Sever do Vouga. CONSTITUIÇÃO DO EDIFICIO O espaço é constituído por um Edifício administrativo de apoio ao ECOCENTRO, com dois pisos, com uma entrada ao nível do Piso 0, destinado como referido anteriormente à obra de ECOCENTRO VALORIZAÇÃO AMBIENTAL. Os locais onde estão previstas infra-estruturas ITED são classificados quanto às condições ambientais, de acordo com o conceito de MICE, com nível de exigência: 1 (BAIXO), com classes: M1I1C1E1, de acordo com a norma EN LIGAÇÃO À REDE PÚBLICA A entrada será do tipo subterrâneo (obrigatoriamente), e deverá ter uma CVM (Câmara de Visita Multi-operador) do tipo CVM, com os requisitos mínimos de 750x650x100mm, a construir no passeio (zona exterior via pública), esta caixa terá o conjunto de tampa e aro metálico, em ferro fundido, deve respeitar a Norma Portuguesa NPEN 124, contendo a inscrição Telecomunicações e CVM devidamente gravadas, a partir da qual deverá ser executado um traçado com três tubos do tipo PEAD Corrugado de parede interior lisa de Ø40mm, até ao (ATE-BASTIDOR) Armário de Telecomunicações Edifício - Tipo Bastidor Mural Caixa Única, que será instalada no interior da fracção, localizado e desenhado no local assinalado na peça desenhada T1, apresentada em anexo.. A conduta subterrânea deve ser construída com recurso a CV de passagem nas mudanças significativas de direcção e de forma a não existirem troços com comprimento superior a 50m. A tubagem deverá ser tamponada para evitar a infiltração de humidade. As referidas CVM devem albergar a tubagem proveniente do edifício, prevendo a ligação às redes públicas de telecomunicações. CARACTERISITICAS DO ATE / BASTIDOR O armário de Telecomunicações do Edifício é de acesso restrito e nele alojam-se os seguintes vários Repartidores Gerais: RG-PC (Par de Cobre); RG-CC (Cabo Coaxial; RG-FO (Fibra Óptica). Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 3/9

4 O bastidor deverá ter as dimensões adequadas aos equipamentos a instalar e devem satisfazer os seguintes mínimos: Existência de uma porta com fechadura; Constituído por um armário em dimensões adequadas, dotado com perfis ajustáveis, com acessibilidades facilitadas, eventualmente por rotação por parte do armário e porta frontal. Será também equipado com prateleiras de apoio para hub/router/switch; Deverá possuir alimentação eléctrica, fornecida através de circuitos devidamente protegidos com disjuntores diferenciais, ligados a réguas com terra, equipadas com interruptor ligar/desligar e filtro de rede. Deve ser equipado com régua em perfis de alumínio e tampas em PVC, com o mínimo de quatro tomadas com terra e interruptor luminoso; Ventilação obrigatória, e em conformidade com os equipamentos instalados; Deve possuir guias para acondicionamento de cablagem fixa, bem como guias para arrumação dos cordões de interligação. Em cada 2 painéis de interligação poderá ser colocado um guia; Ser equipado com painéis passivos com fichas fêmeas RJ45, de preferência blindadas, destinadas à ligação dos cabos Categoria 6; As tomadas em par de cobre, distribuídas pelos diversos compartimentos do edifício, serão servidas a partir do bastidor de telecomunicações, equipado com painéis passivos, dotados com réguas de tomadas RJ45, Categoria 6. Os equipamentos activos de gestão da rede serão também ligados à rede de tomadas RJ45 ou a ligadores onde estão ligadas as extensões provenientes da central; Os painéis passivos devem suportar a identificação das tomadas RJ45, sendo equipadas com guias de patch, em suficientes para o encaminhamento dos cordões de ligação entre os equipamentos activos e os painéis passivos (patch core); Os cabos de pares de cobre a instalar devem ser ligados sem emendas, interrupções ou derivações, às tomadas RJ45 e aos painéis passivos existentes no bastidor; No bastidor será feita a ligação do tensor metálico a contactos de terra, existentes para o efeito nos painéis passivos; Deve ser garantido o isolamento por separação física dos cabos UTP, FTO, STP, em relação aos cabos de energia; Os cabos serão identificados de forma clara e indelével, com o número de tomada a que correspondem, nas extremidades e nos pontos de derivação. Os cabos devem ser agarrados a intervalos regulares, com a finalidade de diminuir mo esforço de tracção. A passagem dos cabos deve ser feita com muito cuidado, de forma a serem evitadas as dobras que poderão causar a diminuição das propriedades eléctricas dos cabos; Os cabos UTP, FTP ou STP, devem ter comprimentos: de 1m somente para ligação do bastidor; 2m, para ligação no bastidor ou ainda para ligação de equipamentos às tomadas RJ45; 3m, para ligação dos equipamentos às tomadas RJ45, ou eventualmente, para ligações nos bastidores; 5m, exclusivamente para eventual ligação dos equipamentos às tomadas RJ45; Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 4/9

5 Devem dispor de boas características mecânicas que lhes confiram durabilidade e resistência a múltiplas utilizações, sendo a ligação, entre a ficha RJ45 e o cabo, correctamente vulcanizada; Nas caixas de passagem ou repartição, os cabos devem tomar um seio, sendo o raio de curvatura igual ou superior a 5 vezes o diâmetro do cabo; As blindagens dos cabos devem ser interligadas, ligando-se depois ao terminal de terra do bastidor de telecomunicações; O cabo a utilizar deve ser do tipo UTP 4 pares, com uma classe de ligação do tipo E, de cobre obrigatoriamente com a categoria dos materiais do tipo Cat. 6, e com uma frequência máxima de 250MHz. Caso a instalação seja realizada através de cabos de classe de ligação EA, a categoria dos materiais será 6A e terá com uma frequência máxima de 500MHz, até às tomadas RJ45 distribuídas pelos diferentes pontos de ligação dos equipamentos. Na utilização de cabos coaxiais deverão cumprir as características mínimas quanto à Classe de ligação do Tipo TCD-C-H, para frequências até 3GHz (EN ). O BGT ficará, preferencialmente, instalado dentro do bastidor com funções de ATE. REDE DE TUBAGENS A rede de tubagens é a infraestrutura que permite a passagem de cabos e o alojamento de dispositivos de ligação, distribuição e terminais, deve criar as condições necessárias para a proteção física da rede de cabos, deverá também permitir uma futura ampliação da rede de cabos. A rede de tubagens será embebida nas paredes e pavimentos e o seu percurso deve ser tanto quanto possível rectilíneo, colocado na horizontal ou na vertical e deverá ser inspeccionada antes da sua cobertura com reboco, deverá ser executada a tubo VD/Isogris, quando em traçados normais por paredes, ou VD/Isogris, quando em percursos pelo pavimento, de acordo com traçado e esquema de tubagens anexos. A tubagem deve ser executada de modo que os cabos possam ser passados ou substituídos sem dificuldade, devendo ser respeitados os raios de curvatura mínimos dos cabos e das tubagens, definidos pelo fabricante. Deverá ter-se em conta os seguintes pontos, na instalação de tubos: Os ângulos internos serão sempre superiores a 90º; O comprimento máximo dos tubos entre duas caixas deve ser de 15m, excepto se garantir a correcta instalação e passagem de cablagem, com recurso ao aumento do diâmetro do tubo utilizado; Não é permitido mais de uma curva a 90º, devendo utilizar-se caixas de passagem quando existir essa necessidade; O ATE - Bastidor, situado no piso 0, ficará ligado á CVM através de três tubos Ø 40, para cabos de pares de cobre, coaxiais e reserva para futura ligação de fibra óptica. Este armário deve ter espaço para alojar, no seu interior, no mínimo, 2 equipamentos activos, sairá ainda uma Passagem Aérea de Topo (PAT) executada com dois tubos do tipo VD/Isogris de Ø 40mm, até á cobertura do edifício para entrada de sinal das antenas terrestres ou satélite. Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 5/9

6 TUBOS Os tubos suscetíveis de aplicação nas ITED deverão ter as seguintes características: Material isolante rígido, com paredes interiores lisas; Material isolante maleável, com paredes interiores lisas ou enrugadas; Metálico rígido, com paredes interiores lisas e paredes exteriores lisas ou corrugadas; Material isolante flexível ou maleável, tipo anelado, com paredes interiores enrugadas; Material isolante flexível, com paredes interiores lisas. Não são permitidos tubos com diâmetro externo inferior a 20mm. Os tubos de acesso (tubos que permitem a ligação do edifício ao seu exterior) terão de ter os seguintes requisitos mínimos: Passagem Aérea de Topo (PAT): tubos de material isolante, não propagador de chama, rígidos ou maleáveis, com paredes interiores lisas e classificação Os tubos devem estar protegidos relativamente á penetração de corpos sólidos inferiores a 1mm e inserção de líquidos limitada a projeção de água. Entrada Subterrânea: tubos de material isolante, não propagador de chama, rígidos ou maleáveis, com paredes interiores lisas, com proteção relativamente á penetração de corpos sólidos e líquidos correspondentes ao grau IP55 e classificação Poderão também ser constituídos por metal rígido, resistente á corrosão, com igual índice de penetração. Os restantes tubos terão como requisitos mínimos: Tubos de material isolante e não propagadores de chamas, rígidos ou maleáveis, com paredes interiores lisas para instalações embebidas, com classificação 3321, e tubos rígidos para instalações à vista com classificação Considera-se a classificação 4421 para cofragens, placas de betão e paredes cheias com betonagem. Em zonas ocas, nomeadamente paredes ou tetos, podem utilizar-se tubos de interior não liso, vulgo anelado, desde que cumpram as EN ou EN Devem estar devidamente estendidos e fixados, evitando obstruções de novos enfiamentos. REDE DE CABOS A entrada de telecomunicações far-se-á através da caixa de visita, situado no exterior da propriedade. Os cabos devem possuir características técnicas adequadas à classe MICE do local onde esta a ser instalada. Deverá ser garantido a distância entre os cabos de telecomunicações e energia. Todos os cabos instalados têm obrigatoriamente que estar ligados a TT. REDE DE PARES DE COBRE A distribuição telefónica será executada em estrela a partir do bastidor, através de cabos do tipo UTP 4 pares, com uma classe de ligação do tipo E, de cobre obrigatoriamente, com a categoria dos materiais do tipo Cat. 6, e com uma frequência máxima de 250MHz. Caso a instalação seja realizada através de cabos de classe de ligação EA, a categoria dos materiais será 6A e terá com uma Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 6/9

7 frequência máxima de 500MHz, até às tomadas RJ45 distribuídas pelos diferentes pontos de ligação dos equipamentos. No caso de serem efectuadas ligações com recurso a cabos blindados, devem ser utilizados conectores blindados adequados de modo a garantir a ligação de blindagem à terra, no mínimo numa extremidade da ligação. Na instalação caso o comprimento da ligação permanente exceda o limite máximo de 90 metros, poderá recorre-se à utilização de componentes de uma categoria superior. Na mesma ligação não devem ser misturados dispositivos de categorias diferentes. A impedância característica dos canais é de 100ohms. REDE DE CABOS COAXIAIS REDE DISTRIBUIÇÃO A alimentação da rede de CATV, far-se-á a partir do Bastidor, a distribuição do sinal deverá ser executada em estrela, alimentando todas as tomadas através de cabos coaxiais. Todos os cabos coaxiais utilizados deverão cumprir as características mínimas quanto à Classe de ligação do Tipo TCD-C-H. A Classe TCD-C tem impedância nominal de 75ohms. São utilizadas tomadas mistas (coaxial e pares de cobre). A tomada mista possui 3 saídas coaxiais: FM, TV e Satélite. REDE DE CABOS FIBRA ÓPTICA (CASO SEJA MONTADO) Caso seja montada a rede de fibra óptica, o primário do RC-FO (Repartidor de Cliente de Fibra Óptica), da responsabilidade do Operador, será constituído por dois adaptadores SC/APC, que terminam as duas fibras, provenientes do exterior, uma dela designada de Entrada 1 e a outra designada de Entrada 2. O secundário será constituído por 2 adaptadores. Esses adaptadores terminarão os dois cordões que ligam às duas tomadas, como referido anteriormente, caso sejam equipadas. O cabo será do tipo 2 FO (G.657A - CSZH), com classe de ligação OF-300 ou equivalente, cada fibra deverá cumprir com a Norma EN A rede será em estrela entre o Bastidor e as respectivas tomadas. Neste estudo não foi previsto a montagem de cabos destinados a alimentar as duas tomadas de fibra óptica, neste sentido, será possível ainda prever a instalação de duas caixas de aparelhagem do tipo I1 (Largura=53mm Altura=53mm Profundidade=55mm), caixas de espera para uma futura ligação, estas caixas serão alimentadas a partir do bastidor, através da montagem de um tubo do tipo VD e ou Isogris de Ø25mm. Caso estas caixas sejam montadas e equipadas, as tomadas devem cumprir os requisitos de segurança estabelecidos nas normas EN e EN , devem conter uma cobertura de protecção, painel de acesso, ou dispositivo de bloqueio que impeça o acesso de pessoas a níveis superiores. Caso seja instalada a ligação permanente para o comprimento de onda de 1310nm e 1550nm, não deverá exceder 1.8dB. Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 7/9

8 TUBOS DAS PAT Nas condutas de acesso, nomeadamente na PAT, devem ser tomadas as precauções necessárias de modo a evitar a entrada de água e humidade. A inclinação mínima a que devem estar sujeitos os tubos da PAT é de 45º. Na PAT, os raios de curvatura, quer dos cabos quer dos tubos, além do cumprimento dos requisitos aplicáveis, devem permitir a execução de uma ansa no cabo, à saída do tubo, para drenagem de água. Nas condutas de acesso subterrâneo, os tubos devem ter um ângulo de curvatura maior do que 90º e inferior a 120º. Todos os tubos devem estar livres de rebordos e de arestas vivas que possam danificar o revestimento dos cabos. Os tubos não utilizados devem ser tapados nas extremidades e protegidos de modo a evitar a infiltração de humidade nos edifícios. O sistema de tampão a utilizar deve garantir que não seja fácil a sua deterioração. Os tubos e as calhas devem ter as paredes interiores lisas. Nos acessórios de fixação dos elementos da Rede de Tubagens, que constituem as condutas de acesso, pode-se utilizar sistemas de aperto mecânico com parafusos. PROTECÇÕES/TERRAS Toda a instalação deverá ser ligada á terra de acordo com as Prescrições e Instruções Técnicas em vigor. A protecção far-se-á através de descarregadores de sobretensão para pares de cobre, instalados no DDS, e para cabos coaxiais junto ao mastro de antena. O condutor para a Terra de Protecção da instalação será do tipo H07V verde/vermelho com uma secção mínima de 16 mm2, e será ligado ao barramento geral de terras do edifício. O condutor para a Terra de Protecção do mastro de antena será também de 16mm2 de secção, e virá ligar directamente ao barramento geral de terras do edifício. OBRIGAÇÕES DIVERSAS O empreiteiro encarregue da execução, deverá estudar e marcar previamente o traçado das ITED, tal como a marcação de caixas, tubagens e todos os pormenores que possam levar à boa execução da obra, após esta marcação os mesmos não deverão ser chumbados sem que seja feita uma vistoria às mesmas, sempre que surgir alguma dúvida deverá sempre consultar o técnico responsável pela realização do projecto. Na instalação deverão ser seguidas as instruções dos fabricantes dos dispositivos, cabos e demais materiais, de forma a não se comprometer o cumprimento dos requisitos mínimos deste projecto. A recepção provisória da instalação será precedida de ensaios de funcionamento e de medidas de resistências de terra. A recepção definitiva será efectuada após garantia do bom funcionamento das instalações projectadas e executadas. De acordo com a legislação em vigor, a instalação deverá ser executada por instaladores credenciados. Deverão ser realizados os ensaios da instalação e os registos dos valores obtidos no relatório de funcionalidade. Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 8/9

9 CONDIÇÕES GERAIS Toda a instalação deverá ser executada segundo o projecto, as normas legais e técnicas aplicáveis, designadamente o Decreto-Lei nº 123/2009, de 21 de Maio, alterado e republicado pela Lei nº 47/2013, de 10 de julho e as prescrições e especificações técnicas nomeadamente o manual ITED 3.ª Edição, em vigor, as Normas Portuguesas e Europeias aplicáveis às infraestruras de Telecomunicações em edifícios e as Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão; NOTA: Será da responsabilidade do dono de obra, promotor, adjudicatário ou alguém que o(s) represente o contacto com o projectista, nas seguintes fases de execução: Entrada em obra; reunião do adjudicatário com o dono de obra e o projectista a fim de discutir aspectos relacionados com a execução e inspecção da mesma. Quando a rede de tubagens estiver concluída antes do tapamento de roços Quando a rede de cablagem estiver terminada. Quando forem realizados os ensaios. Concluída a execução em obra do presente projecto qualquer alteração posterior deverá ser comunicada pelo dono de obra ao projectista para que possa ser elaborado o respectivo rectificativo / aditamento. Miranda do Corvo, 30 novembro 2016 O autor do projecto: Eduardo Tomás de Paiva Insc. na OET n.º 3526 Eduardo Paiva - Memória Descritiva Novembro 2016 Pág. : 9/9

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