Referências Bibliográficas
|
|
|
- Rodrigo Paixão Valverde
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Referências Bibliográficas [AMS2000] Advanced Micro Systems, INC, Stepper Motor System Basics, web site: Acesso em 28 de março de [BART96] Bartels, Mel, Step Motors, http//zebu.uoregon.edu/~mbartels/altaz.htm1#motors [FERR94] Ferreira, Cesar Gomes, Segenreich S.A., Motores de Passo: Técnica Anti-Ressonância, Tese de Mestrado, Programa de Engenharia Mecânica, COPPE/UFRJ, Junho,1994. [GOUV91] Gouvinhas, R. P., Desenvolvimento e Testes de Amortecedores para Motores de Passo, Tese de Mestrado, PUC/MEC, [IRF2000] International Rectifier, Half Bridge Driver, web site: http: Acesso em 12 de abril de [LIMA97] Lima, R. V., Análise e Desenvolvimento Experimental de uma Placa de Acionamento em Micropasso, Tese de Mestrado, Programa de Engenharia Mecânica, Março de [SAX95] Sax h., Stepper Motors Driving, Applications Notes AN235/0788, SGS-Thompson, web site: Acesso em 15 de maio de [SEGE97] Segenreich, S.A., Lima, R.V., Análise e Desenvolvimento Experimental de um Acionamento em Micropasso, COBEM97, 1997, Bauru, SP, 8-12 de Dezembro. [SOUZ03] Souza, D. J., Desbravando o PIC, Editora Érica, 7 a edição, [ST2001] STMicroelectronics, H-Bridge Quad Power Mosfet Driver for DC Motor Control, web site: Acesso em 21 de julho de [ST2003] STMicroelectronics, DMOS Full Bridge Driver, web site: Acesso em 21 de julho de [VARG00] Vargas, J.M.P., Desenvolvimento e Testes de um Acionamento em Micropasso Utilizando Duas Tecnologias Distintas, Tese de Mestrado, DEM/PUC, 2000.
2 Referências Bibliográficas 49 [USPO98] Nordquist et al, U.S. Patent Office, Patent number , December 8, 1998.
3 APÊNDICE Os apêndices que se seguem se destinam a ajudar a compreensão dos circuitos eletrônicos, programas e experimentos implementados ao longo do trabalho, incluindo breve descrição do funcionamento dos dispositivos eletrônicos utilizados e folhas de dados (datasheets) dos dispositivos empregados. O Apêndice A faz uma descrição dos motores de passo enquanto no Apêndice B temos informações de acionamentos do tipo chopper. O Apêndice C resume uma descrição técnica do motor Sanyo-Denk (modelo ) e o Apêndice D traz a descrição e especificações do CI TD 340. O Apêndice E encerra com a descrição e as especificações do microcontrolador PIC 16F628A.
4 Apêndice A - Motores de Passo Apresenta-se, a seguir, uma típica curva torque x velocidade de um motor de passo. O cuidadoso exame da curva torque x velocidade angular é a chave para uma boa seleção de um motor de passo e do tipo de acionamento para uma aplicação específica. Aqui é importante salientar que essas características são fortemente dependentes do tipo de motor, do modo de excitação e do tipo de acionamento usado. Figura A.1: Curva típica Torque X Velocidade Estática e Dinâmica dos Motores de Passo Torque estático (Holding Torque): é o torque necessário para deslocar o rotor para uma nova posição de equilíbrio estável, quando o motor se encontra em repouso e com as fases energizadas. Esse torque mantém o eixo do motor na posição de detenção, segurando estaticamente a carga na posição desejada. Por isso, esse é um dos parâmetros mais importantes a ser quantizado. Para um motor com resolução de θ graus por passo, o gráfico torque x deslocamento angular do rotor em relação a uma posição de equilíbrio estável, pode ser aproximado por uma senóide [ACAR85]. A forma real da curva depende da geometria dos pólos do rotor e estator e do tipo de acionamento
5 usado e é obtida experimentalmente. Para a maioria dos motores uma curva aproximada é mostrada abaixo. Figura A.2: Curva torque X posição angular do rotor para um MP energizado para uma mesma posição As posições A e C representam os pontos de equilíbrio estável quando não se têm forças externas ou cargas aplicadas ao eixo do motor. Quando se aplica um torque externo Ta ao eixo do motor, este desloca-se até uma nova posição de equilíbrio θa. O ângulo θa representa um erro estático de posicionamento. Enquanto θa permanecer abaixo de θ H o equilíbrio será estável. Na zona sombreada, encontram-se posições de equilíbrio instáveis que são proibidas para um funcionamento apropriado do motor, pois geram perda de passo. Quando T H é excedido, o motor entra na região instável, o ângulo do motor irá incrementar mesmo com o torque caindo, não mais recuperando a posição de equilíbrio original.
6 Figura A.3: curva das duas fases e da resultante Se duas fases são energizadas simultaneamente, a curva torque x deslocamento angular equivale à soma das curvas de torque x deslocamento angular das duas fases, assumindo que nenhuma parte do circuito magnético entra em saturação. Para um motor de passo, as curvas são defasadas de θ graus e, se as correntes nas duas fases forem iguais, a amplitude da curva será igual a 1,414 vezes a amplitude das curvas componentes, como apresentado na figura A.3. Torque Dinâmico (Pull-Out Torque): é o torque disponível após o motor ter sido acelerado. Este torque é gerado em conseqüência de correntes induzidas nas fases devido ao movimento do rotor. Idealmente, cada vez que o motor gira um passo, a nova posição de equilíbrio deveria ser alcançada instantaneamente sem erro ou oscilação. Na prática, entretanto, isto não ocorre devido a vários fatores como: inércia do rotor e da carga, constantes de tempo de magnetização, correntes autoinduzidas, etc.
7 Figura A.4: Curva de resposta para um único passo Assim, é improvável que o rotor estacione sem ultrapassar a nova posição de equilíbrio estável, havendo uma ultrapassagem ou overshoot. Quando isto ocorre, um torque restaurador tende a recuperar a posição de equilíbrio estável. Isso fará com que o rotor apresente um movimento oscilatório típico apresentado na figura A.4.
8 APÊNDICE B - Acionamentos do Tipo Chopper Tipos de Acionamentos Utilizados a) Acionamento em Meio Passo: No acionamento em meio passo, o estator é energizado de acordo com a seqüência: 1a2a 1a 2b1b 2b 1b2b 1b 1b2a 2a, e o rotor passa de posição como segue: Como pode se observar, cada vez que uma fase é ligada ou desligada na seqüência correta, o motor se desloca até a metade do caminho para a posição de equilíbrio seguinte, por efeito do campo magnético resultante. Se ao mesmo tempo em que uma fase for desligada a outra fase for ligada, o motor percorrerá a outra metade do caminho, completando o passo inteiro. Dessa forma, o meio passo pode ser visto como a resolução mínima do motor em operação convencional. Figura B.1: Diagrama dos enrolamentos bipolares de um MP A adoção do acionamento em meio passo tem como vantagem a possibilidade de se dobrar a resolução do motor. O fato de o motor estar girando
9 em passos menores também ajuda a reduzir o problema de vibrações, tornando o movimento mais suave. Conforme foi explicado, o sistema de acionamento típico do motor de passo tem como característica principal de um sistema a malha aberta. O sistema completo é mostrado segundo o diagrama de blocos da figura B.2. Figura B.2: Diagrama de blocos do sistema de acionamento Como se pode observar na figura B.2, os sinais de entrada oriundos do microcomputador entram no microcontrolador (PIC) do circuito de acionamento através do PIC. O microcomputador e o PIC são os responsáveis por gerar os dois sinais para o motor, tanto o sinal de pulsos de posição quanto o de sentido de rotação. O primeiro resulta na execução de um passo a cada subida (ou descida) do pulso. O segundo informa o sentido de rotação desse passo, horário ou antihorário, em função do nível lógico desse sinal. O circuito de acionamento consiste basicamente de dois microcontroladores PIC, um mosfet acionador TD 340 para controle de motor CC. Em alguns circuitos a tensão é religada após certo intervalo de tempo. Nesse método, podem-se usar tensões de alimentação muito maiores que a tensão nominal do motor sem, no entanto, deixar que a corrente suba acima do limite desejado. Em [FERR94] tem-se uma boa introdução sobre circuitos chopperizados. Para qualquer chopper ou largura de pulso, pode-se ter o ciclo de trabalho (Duty Cycle) η como a fração de cada ciclo em que a tensão fica ligada: η = T Onde: on T on + T off
10 t off : tempo em que o microcontrolador interrompe o ciclo; t on : tempo em que o microcontrolador mantém o ciclo ativo; O valor de η dá uma boa medida da intensidade média da corrente do motor. Uso de Modulação de Largura de Pulso (PWM) A utilização de um circuito de limitação de corrente, que liga e desliga as tensões nas fases, é conhecida por pulse width modulation ou modulação de largura de pulso (PWM), que faz a corrente flutuar em torno do valor nominal desejado. A ação de ligar e desligar a tensão é conhecida como chopping. Convém mencionar que este tipo de controle de corrente tem sido usado tradicionalmente em motores de corrente contínua, sendo a sua utilização em motores de passo bem mais recente. Basicamente, este circuito mantém ligada a tensão até a corrente ultrapassar seu valor nominal mais algum valor pré-fixado. Neste instante, a tensão é desligada fazendo cair a corrente. Quando a corrente cai abaixo do valor nominal, menos um outro valor pré-fixado, a tensão é religada, e novamente o processo se repete como mostra a figura B.3. Figura B.3: Controle de corrente PWM
11 Apêndice C - Descrição Técnica do Motor Sanyo-Denk PUC-Rio - Certificação Digital Nº /CA (modelo )
12 Apêndice D - DESCRIÇÃO E ESPECIFICAÇÕES DO CI TD 340
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29 APÊNDICE E - DESCRIÇÃO E ESPECIFICAÇÕES DO MICROCONTROLADOR PIC 16F628A A descrição de microcontrolador (visto abaixo), encontrada no livro Desbravando o PIC, de David José dos Santos resume bem o que é e para que serve este componente: Em poucas palavras, poderíamos definir o microcontrolador como um pequeno componente eletrônico, dotado de uma inteligência programável, utilizado no controle de processos lógicos. Para entendermos melhor esta definição, vamos analisá-la por partes: O controle de processos deve ser entendido como o controle de periféricos, tais como: LED s, botões, displays de segmentos, displays de cristal líquido (LCD), resistências, relês, sensores diversos (pressão, temperatura, etc.) e muitos outros. São chamados de controles lógicos, pois a operação do sistema baseia-se nas ações lógicas que devem ser executadas, dependendo do estado dos periféricos de entrada e/ou saída. O microcontrolador é programável, pois toda a lógica de operação de que acabamos de falar é estruturada na forma de um programa e gravada dentro do componente, em linguagem assembler. Depois disso, toda vez que o microcontrolador for alimentado, o programa interno será executado. Quanto à inteligência do componente, podemos associá-la à Unidade Lógica Aritmética (ULA), pois é nessa unidade que todas as operações matemáticas e lógicas são executadas. Quanto mais poderosa a ULA do componente, maior sua capacidade de processar informações. Na nossa definição, ganhou ainda o adjetivo pequeno, pois em uma única pastilha de silício encapsulada (popularmente chamada de CI ou CHIP), temos todos os componentes necessários ao controle de um processo, ou seja, o microcontrolador está provido internamente de memória de programa, memória de dados, portas de entrada e/ou saída paralela, timers, contadores, comunicação serial, PWMs, conversores analógicos-digitais, etc. Esta é uma das características fundamentais que diferencia os microcontroladores dos microporcessadores, pois os últimos, apesar de possuírem uma ULA muito mais poderosa, não possuem todos esses recursos em uma única pastilha.
30 Atualmente, muitos equipamentos de uso diário, tais como: eletrodomésticos, videocassetes, alarmes, celulares e brinquedos, entre outros, utilizam microcontroladores para execução de suas funções básicas. Portanto, pode ser que você nem sabia, mas esses componentes já fazem parte da sua vida há um bom tempo. Nas figuras que se seguem encontramos algumas características e especificações do microcontrolador utilizado, o PIC 16F628A. Figura E.1: Pinagem do PIC 16F628A Figura E.1: Pinagem do PIC 16F628A
31 Figura E.2: Tabela (1 a parte) indicando o significado das nomenclaturas utilizadas na identificação dos pinos, descrevendo os detalhes de cada uma delas
32 Figura E.3: Tabela(2 a parte) indicando o significado das nomenclaturas utilizadas na identificação dos pinos, descrevendo os detalhes de cada uma delas
33 Figura E.4: Características específicas do PIC 16F628A Figura E.5: Diagrama interno do PIC 16F628A
2 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO ACIONAMENTO
2 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO ACIONAMENTO 2.1 Acionamento em Meio-passo No presente trabalho, o funcionamento do motor em meio-passo será implementado energizando as fases segundo o diagrama mostrado
Montagem do Robô. Especificações. domingo, 28 de agosto de 11
Montagem do Robô Especificações Componentes São necessários para o robô funcionar alguns componentes básicos: Bateria 9V Regulador L7805 Motor DC 1 4 Diodos 1N4004 Motor DC 2 4 Diodos 1N4004 Ponte H L298N
Arduino. Aula 3 motores
Arduino Aula 3 motores O que são motores elétricos? São dispositivos capazes de converter energia elétrica em energia mecânica No Arduino : Entradas e saídas digitais Entradas analógicas Lembrete!!! Ondas
MOTOR DE PASSO. Motor de passo. É um atuador que converte energia elétrica em energia mecânica como qualquer outro motor elétrico
MOTOR DE PASSO Motor de passo É um atuador que converte energia elétrica em energia mecânica como qualquer outro motor elétrico A rotação se dá por deslocamentos angulares discretos do rotor Estabilidade
CONVERSORES DE FREQUÊNCIA
CONVERSORES DE FREQUÊNCIA Introdução a inversores Convertem tensão c.c. para c.a. simétrica de amplitude e frequência desejadas A forma de onda dos inversores não é senoidal 1 Algumas aplicações dos inversores
Exemplos de Aplicações
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Exemplos de Aplicações Prof. Evandro L. L. Rodrigues Exemplos de Aplicações ASCII-HEXA e Motor de Passo Comando de Motor de Passo Exemplo 1 Conversão de Código
Acionamento de motores de indução
Acionamento de motores de indução Acionamento de motores de indução Vantagens dos motores de indução Baixo custo Robustez construtiva 1 Controle da velocidade de motores de indução Através de conversores
2 Fundamentos teóricos
20 2 Fundamentos teóricos 2.1. Motores de passo Motores de passo são atuadores eletromecânicos incrementais não-lineares. Permitir um controle preciso de posição e velocidade, aliado a um baixo custo,
Manual Técnico Driver Chopper 5A Para Motor de Passo
Manual Técnico Driver Chopper 5A Para Motor de Passo Introdução Compatível com motores de passo de até 5 amperes por fase, com tensão de alimentação até 48V, bipolares e unipolares. Este driver possui
INTRODUÇÃO: MICROCONTROLADORES
INTRODUÇÃO: MICROCONTROLADORES MICROCONTROLADOR X MICROPROCESSADOR Baixa capacidade de processamento Freq. Operação em MHz Custo de R$ 7,00 a 30,00 Aplicações mais restrita Alta capacidade de processamento
CFM - Descrição técnica de motor sem escova
CFM - Descrição técnica de motor sem escova Motor elétrico sem escova (BLDC motors, BL motors) também conhecido como motor eletronicamente comutada (EC motors) são motores síncronos que são alimentadas
Breve apresentação: Características básicas: Clube CNC
Breve apresentação: Este driver é um aperfeiçoamento do já conhecido Driver Apoena1. Possui todas as características do Driver Apoena1 com algumas inovações a mais: Ele possui um microcontrolador supervisionando
KIT DIDÁTICO PIC-2377
KIT DIDÁTICO PIC-77... Módulo PIC-77 Recursos internos da MCU Encapsulamento DIP40. 5 instruções (RISC). pinos de I/O configuráveis. 56 bytes de EEPROM para dados de 8 bits. 8k de memória flash para o
Modelo do Motor a Relutância Variável com Base na Energia Magnética Armazenada
Modelo do Motor a Relutância Variável com Base na Energia Magnética Armazenada SILVA, Fabiana Rocha de Andrade e i ; ALVARENGA, Bernardo ii Palavras-chave: motor a relutância variável, energia magnética,
Universidade Paulista Unip
As máquinas de corrente contínua podem ser utilizadas tanto como motor quanto como gerador. 1 Uma vez que as fontes retificadoras de potência podem gerar tensão contínua de maneira controlada a partir
Máquinas CA são ditas: 1. Síncronas: quando a velocidade do eixo estiver em sincronismo com a freqüência da tensão elétrica de alimentação;
AULA 10 MÁQUINAS DE INDUÇÃO (ou assíncronas) Descrição e construção da máquina Formação do campo magnético rotativo Tensões, frequências e correntes induzidas Produção de conjugado no eixo Máquinas Elétricas
KTC-DR34EC & KTC-KML093EC1000
STEP-SERVO KALATEC KTC-DR34EC & KTC-KML093EC1000 Manual Kalatec Automação Ltda Matriz campinas: 19-3045-4900 Filial Sao Paulo 11-5514-7680 Filial Joinville - 47-3425-0042 www.kalatec.com.br [email protected]
Pequenos Projetos com Arduino
Governo do Estado de Pernambuco Secretaria de Educação Secretaria Executiva de Educação Profissional Escola Técnica Estadual Professor Agamemnon Magalhães ETEPAM Pequenos Projetos com Arduino Jener Toscano
Motores de Alto Rendimento. - Utilizam chapas magnéticas de aço silício que reduzem as correntes de magnetização;
1 Motores de Alto Rendimento - Utilizam chapas magnéticas de aço silício que reduzem as correntes de magnetização; - Mais cobre nos enrolamentos, diminuindo as perdas por efeito Joule; - Alto fator de
Composição do servoacionamento
SERVOACIONAMENTO Composição do servoacionamento O servoacionamento é constituído dos seguintes componentes: Um servomotor, um servoconversor e um transdutor de posição Os Servoacionamentos são utilizados
Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I
Máquinas Elétricas Máquinas CA Parte I Introdução A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado (λ) decorrentes de movimento mecânico. Nas máquinas rotativas,
Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I
Máquinas Elétricas Máquinas CA Parte I Introdução A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado (λ) decorrentes de movimento mecânico. Nas máquinas rotativas,
Laboratório 4: Acionamento do Motor
Universidade Federal do ABC Universidade Federal do ABC Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas ESTO004 Instrumentação e Controle 1 o quadrimestre de 2017 Laboratório 4: Acionamento
Máquina de Indução - Lista Comentada
Máquina de Indução - Lista Comentada 1) Os motores trifásicos a indução, geralmente, operam em rotações próximas do sincronismo, ou seja, com baixos valores de escorregamento. Considere o caso de alimentação
1.2.5 Controlo de velocidade de Motores DC de Íman Permanente Programa em Assembly para Comando de PMDC... 29
Índice Geral Prefácio... XI Agradecimentos... XII Introdução... 1 Capítulo 1 Motores de Corrente Contínua... 3 1.1 MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA CONVENCIONAL... 3 1.1.1 Constituição... 4 1.1.2 Princípio de
AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS
AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS Prof. Fabricia Neres Tipos de Acionamento Os acionadores são dispositivos responsáveis pelo movimento nos atuadores. Podem ser classificados em: Acionamento Elétrico; Acionamento
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 22 Fonte chaveada Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino https://giovanatangerino.wordpress.com [email protected] [email protected]
BPM440 DRIVER DE MOTOR DE PASSO Manual de Operação
MOP.BPM440 / revisão 2 / 29 junho 2017 BPM440 DRIVER DE MOTOR DE PASSO Manual de Operação Driver amplificador para motores de passo Micro-passo até 25.600ppr (motor de 1,8 grau) Motores bifásicos com fases
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I
SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Apresentação do curso Critério de avaliação Média final = 0.8 * MP + 0.2 * ME onde MP = (P1 + P2) / 2 e ME = Notas
Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações
Figura 46 Ícone do motor de passo do Simulink
78 7 Simulações Neste capítulo, é apresentada primeiramente a simulação do controle de um motor de passo. Em seguida, o controle de seis motores aplicados ao manipulador proposto é estudado. As simulações
FACULDADE LEÃO SAMPAIO
FACULDADE LEÃO SAMPAIO Microcontroladores Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Componentes CPU Memórias Dispositivos de Entrada/Saída (E/S) Input/Output (I/O) 2 CPU A CPU busca informações
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivos idênticos ao hardware dos relés convencionais, ou seja, recebem sinais analógicos de tensão, corrente e outros, sinais digitais de contatos
CIRCUITO EQUIVALENTE MAQUINA
CIRCUITO EQUIVALENTE MAQUINA Se o circuito do induzido for fechado sobre uma carga, vai circular por ele uma corrente que será responsável por perdas por efeito de Joule na resistência do próprio enrolamento,
14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues
SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Prof. Evandro L. L. Rodrigues Tópicos do curso Conceitos básicos - Aplicações e utilizações dos microcontroladores
ACIONAMENTO DE MÁQUINAS
Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ROGÉRIO LÚCIO LIMA Sinop Novembro de 2016 Chaves de Partidas Eletrônicas. Equipamento
PROJETO MECATRÔNICO: CADEIRA DE BALANÇO
PROJETO MECATRÔNICO: CADEIRA DE BALANÇO Mikhail Polonskii Universidade de Passo Fundo, Faculdade de Engenharia e Arquitetura, São José 99001-970 - Passo Fundo RS mailto:[email protected] Resumo. O trabalho
MODELOS DE MOTORES DA MODELIX
MODELOS DE MOTORES DA MODELIX O MOTOR DE CC REVISÃO TÉCNICA. Aspectos Construtivos O motor de corrente contínua é composto de duas estruturas magnéticas: 1 / 5 Estator (enrolamento de campo ou ímã permanente);
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo
Tiristores. Prof. Jonathan Pereira
Tiristores Prof. Jonathan Pereira Programa da aula Introdução SCR (Retificador Controlado de Silício) DIAC (Diodo de Corrente Alternada) TRIAC (Triodo de Corrente Alternada)
Funções dos Microcontroladores Microcontroladores e Microprocessadores Especialização em Automação Industrial
Funções dos Microcontroladores Microcontroladores e Microprocessadores Especialização em Automação Industrial 1 LCD - PIC Configure um projeto normalmente e na aba LCD (External) marque as opções Use LCD
INVERSORES DE FREQÜÊNCIA
INVERSORES DE FREQÜÊNCIA 1. INTRODUÇÃO A eletrônica de potência, com o passar do tempo, vem tornando mais fácil (e mais barato) o acionamento em velocidade variável de motores elétricos. Com isto, sistemas
Acionamento de Motores: PWM e Ponte H
Warthog Robotics USP São Carlos www.warthog.sc.usp.br [email protected] Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Por Gustavo C. Oliveira, Membro da Divisão de Controle (2014) 1 Introdução Motores são máquinas
STEP-SERVO KALATEC KTC-DR23EC & KTC-HT23-EC1000. Manual
STEP-SERVO KALATEC KTC-DR23EC & KTC-HT23-EC1000 Manual Kalatec Automação Ltda Matriz campinas: 19-3045-4900 Filial Sao Paulo 11-5514-7680 Filial Joinville - 47-3425-0042 www.kalatec.com.br [email protected]
Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte III
Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte III Máquina CC Máquina CC Máquina CC Comutação Operação como gerador Máquina CC considerações fem induzida Conforme já mencionado, a tensão em um único condutor debaixo
SMC-B-STD GUIA DE UTILIZAÇÃO GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1
GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1 DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD DESCRIÇÃO A interface SMC-B-STD é um driver micropasso para motores de
Projeto gerador eólico
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL Projeto gerador eólico JOINVILLE, dezembro de 2014. 2 Altair
DATASHEET DE PRODUTO MOTORES DE PASSO
DATASHEET DE PRODUTO MOTORES DE PASSO FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE PASSO Um motor de passo é um dispositivo eletromecânico que converte pulsos de energia elétrica em movimentos discretos. O eixo do motor
Resumo. Controlo de Velocidade e Monitorização de um Motor de Indução Trifásico suportados em Microcontrolador
Resumo O bom desempenho dos motores de indução trifásicos, ao nível do binário, em velocidades de funcionamento abaixo da velocidade nominal, faz deles uma boa opção para realizar o controlo de velocidade
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Projeto de sistema de controle digital PID com Arduino Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Referência: Ivan Seidel https://www.youtube.com/watch?v=txftr4tqkya
Sistemas Digitais. Trabalho Prático 6. Controlo de um motor de passo
Sistemas Digitais Trabalho Prático 6 Controlo de um motor de passo Princípio de funcionamento do motor de passo O motor de passo utilizado é um motor unipolar constituído por 4 bobines (4 fases) que envolvem
Aplicações: Conversão de Códigos e Motor de Passo. Prof. Adilson Gonzaga
Aplicações: Conversão de Códigos e Motor de Passo Aplicação 1 Conversão de Código ASCII para Hexadecimal Alguns periféricos, tais como Teclados Alfa-numéricos, Monitores de Vídeo, Displays de Cristal Líquido,
CONTROLADOR do MOTOR de PASSO
UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE ELECTRÓNICA INDUSTRIAL Laboratórios Integrados II CONTROLADOR do MOTOR de PASSO Trabalho Prático nº 7 ÍNDICE ÍNDICE...ii 1. OBJECTIVOS DO TRABALHO... 1 2. ETAPAS DO
Controladores programáveis de motores enrolados em série Modelos 1204M / 1205M / 1209M / 1221M
Controladores de motores Controladores programáveis de motores enrolados em série Modelos 1204M / 1205M / 1209M / 1221M 1205M www.curtisinstruments.com 1 Os modelos Curtis 1204M/1205M/1209M/1221M fornecem
PARTE 1. Transistores como Chave de Potência Introdução Projeto (transistor como chave de potência)
Exp. 3 Dispositivos de Potência B 1 PARTE 1. Transistores como Chave de Potência 1.1. Introdução Esta parte da experiência tem como objetivo estudar o comportamento de transistores operando como chaves.
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Conversor Buck Módulo de Potência APARATO UTILIZADO: Você recebeu uma placa com de circuito com o circuito cujo esquema é mostrado na figura 1. O circuito é composto por um retificador
Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48)
Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema: Conversores CA-CC Trifásicos Controlados Prof.: Eduardo Simas [email protected]
Máquinas Elétricas I PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
Máquinas Elétricas I PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO 1. PARTES PRINCIPAIS As Máquinas elétricas tem duas partes principais (Figuras 1): Estator Parte estática da máquina. Rotor Parte livre para girar Figura
julho 2017 pequeno guia de eletrônica essencial para makers helder da rocha
julho 2017 pequeno guia de eletrônica essencial para makers helder da rocha Objetivos Falar um pouco de eletrônica básica, como funcionam alguns componentes simples e baratos Tratar de alguns conceitos
Desenvolvimento de um Controle para Motores de Passo
Departamento de Física e Ciência dos Materiais Caixa Postal 369-13560-970 São Carlos SP Brasil www.fotonica.ifsc.usp.br e-mail : [email protected] Desenvolvimento de um Controle para Motores de Passo
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
TEMA: INVERSOR DE FREQUÊNCIA MODELO: WEG CFW 08 OBJETIVO 1. EFETUAR A PROGRAMAÇÃO POR MEIO DE COMANDOS DE PARAMETRIZAÇÃO PARA OBTER A CURVA TORQUE X VELOCIDADE DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO 2. COLOCAR
Departamento de Engenharia Elétrica SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I PRÁTICA Nº5B
Departamento de Engenharia Elétrica SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I PRÁTICA Nº5B CIRCUITOS SEQUENCIAIS Contadores síncronos e gerador de PWM 1. Introdução Nesta prática iremos compreender o
Partida de Motores Elétricos de Indução
Partida de Motores Elétricos de Indução 1 Alta corrente de partida, podendo atingir de 6 a 10 vezes o valor da corrente nominal. NBR 5410/04: a queda de tensão durante a partida de um motor não deve ultrapassar
Objetivos MICROCONTROLADORES HARDWARE. Aula 03: Periféricos. Prof. Mauricio. MICRO I Prof. Mauricio 1. Arquitetura de um Microcontrolador
MICROCONTROLADORES HARDWARE 1 Prof. Mauricio Aula 03: Objetivos 2 Arquitetura de um Microcontrolador Unidade Central de Processamento Portas de Entrada e Saída Porta Serial Temporizador / Contador Conversor
PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
EXPERIÊNCIA N O 3 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADOR MONOFÁSICO EM PONTE CONTROLADO W. KAISER 03/2009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento de uma ponte monofásica controlada utilizando
1 ESCOLA POLITÉCNICA DA USP Sensores Eduardo L. L. Cabral ESCOLA POLITÉCNICA DA USP
[email protected] 1 PMR2560 Robótica Sensores Eduardo L. L. Cabral [email protected] [email protected] 2 Objetivos Sensores utilizados nos robôs industriais. Sensores internos; Sensores externos. Sensores de
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Comandos Elétricos
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Comandos Elétricos Heitor Medeiros Florencio Comandos Elétricos na Automação Industrial Conhecimentos de
PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO
1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO DE GERADOR SINCRONO UNEMAT Campus de Sinop 2016
Partida de Motores Elétricos de Indução. cap. 7
Partida de Motores Elétricos de Indução cap. 7 1 Introdução Corrente de partida da ordem de 6 a 10x o valor da corrente nominal; 2 Influência da Partida de um Motor Consumo de Energia Demanda de Energia
A robótica abrange tecnologia de mecânica, eletrônica e computação. Alem disso, participam em menor grau teoria de controle, microeletrônica,
Fundamentos da tecnologia de robôs A robótica abrange tecnologia de mecânica, eletrônica e computação. Alem disso, participam em menor grau teoria de controle, microeletrônica, inteligência artificial,
Abril - Garanhuns, PE
2 0 1 2. 1 Abril - Garanhuns, PE NOÇÕES FUNDAMENTAIS UNIVERSO TECNOLÓGICO EM MOTORES ELÉTRICOS: ASSÍNCRONO GAIOLA DE ESQUILO MONOFÁSICO ROTOR BOBINADO MOTOR C.A. SÍNCRONO TRIFÁSICO ASSÍNCRONO SÍNCRONO
Sumário CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA. Prof. Fábio da Conceição Cruz 21/10/ Introdução. 2. Formas de ondas alternadas senoidais
CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA Prof. Fábio da Conceição Cruz Sumário 1. Introdução 2. Formas de ondas alternadas senoidais 3. Respostas dos dispositivos às tensões senoidais 4. Potência em corrente alternada
MICROCOMPUTADORES. Professor Adão de Melo Neto
MICROCOMPUTADORES Professor Adão de Melo Neto Sumário Organização Básica I (base) Organização Básica II (refinamento) Organização Básica III (Microcontrolador 8051) ORGANIZAÇÃO BÁSICA I Composição Unidade
Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV
Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte IV Máquina CC eficiência Máquina CC perdas elétricas (perdas por efeito Joule) Máquina CC perdas nas escovas Máquina CC outras perdas a considerar Máquina CC considerações
ACIONAMENTO DE MÁQUINAS
Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ROGÉRIO LÚCIO LIMA Sinop Fevereiro de 2016 Equipamento que transforma energia elétrica
Aplicações de conversores
Unidade V Aplicações de conversores 1. Fontes de alimentação CC 2. Correção de FP 3. Condicionadores de energia e UPS 4. Acionamento de motores Eletrônica de Potência 2 Introdução No início do curso, algumas
Acionamentos e Sensores para Máquinas CNC
PMR2450 - Projeto de Máquinas Mecatrônica - EPUSP Acionamentos e Sensores para Máquinas CNC Julio Cezar Adamowski setembro/2005 Acionamentos Motores elétricos Características: linearidade torque velocidade
Unidade III. Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1
Unidade III Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1 Introdução Conversores CC-CC são circuitos eletrônicos de potência que convertem a tensão contínua a um nível de tensão CC diferente, idealmente
Introdução à Plataforma ARDUINO
MINICURSO Introdução à Plataforma ARDUINO PET Mecatrônica/BSI Geruza M. Bressan O que é um microcontrolador (MCU)? É um computador em um chip Processador Memória Entrada/Saída Controla ações e funções
Microcontroladores: Programação em C
Aula 09 Microcontroladores: Programação em C Prof. Tecgº Flávio Murilo 10/04/2013 1 PWM Conceitos Definição PWM é a sigla para Pulse Width Modulation (Modulação por Largura de Pulso). É uma técnica utilizada
26/11/ Agosto/2012
26/11/2012 1 Agosto/2012 Motores Elétricos 26/11/2012 2 Motores Elétricos Conceitos Motor elétrico é uma máquina destinada a transformar energia elétrica em mecânica. É o mais usado de todos os tipos de
Controladores Lógicos Programáveis. Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva
Controladores Lógicos Programáveis Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva E-mail: [email protected] www.cear.ufpb.br/juan 1 Dispositivos de programação 1. Componentes de um CLP Fonte de Alimentação
LISTA DE EXERCÍCIOS 1 (L1)
Acionamentos Eletrônicos de Motores Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara LISTA DE EXERCÍCIOS 1 (L1) 1) A velocidade de motor de corrente contínua com excitação separada de 125 hp, 600V, 1800rpm é controlada
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA MONITOR DE MOVIMENTOS COM ACELERÔMETRO Desenvolvido por Maurício Fiss Rodrigues
Osciloscópio Digital. Diagrama em blocos:
Osciloscópio Digital Neste tipo de osciloscópio, o sinal analógico de entrada é inicialmente convertido para o domínio digital através de um conversor A/D rápido, sendo em seguida armazenado em uma memória
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. É característica que determina a um transformador operação com regulação máxima:
13 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 35 É característica que determina a um transformador operação com regulação máxima: a) A soma do ângulo de fator de potência interno do transformador com o
INVERSOR DE FREQUÊNCIA CDF-1CV. Guia simplificado
Guia simplificado Inversor de Freqüência CDF-1CV DESCRIÇÃO: O Inversor CDF-1CV foi projetado para o controle de motores de indução trifásicos. Os comandos de controle são compatíveis com diferentes formas
Diodo de Junção - 7 Cap. 3 Sedra/Smith Cap. 2 Boylestad Cap. 4 Malvino
Diodo de Junção - 7 Cap. 3 Sedra/Smith Cap. 2 Boylestad Cap. 4 Malvino Limitadores, Grampeadores e Dobradores de Tensão Notas de Aula SEL 313 Circuitos Eletrônicos 1 1o. Sem/2016 Prof. Manoel Circuitos
Circuito Eletrônico. Entendendo o circuito eletrônico na robótica. domingo, 28 de agosto de 11
Circuito Eletrônico Entendendo o circuito eletrônico na robótica Circuito Integrado Um circuito integrado híbrido é um circuito eletrônico miniaturizado constituído de dispositivos semicondutores individuais,
Introdução às máquinas CA
Introdução às máquinas CA Assim como as máquinas CC, o princípio de funcionamento de máquinas CA é advindo, principalmente, do eletromagnetismo: Um fio condutor de corrente, na presença de um campo magnético,
ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI AULA 3 PWM MATERIAL COMPLEMENTAR
ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI AULA 3 PWM MATERIAL COMPLEMENTAR SÃO CARLOS 2009 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Representação de duas formas de onda tipo PWM...5
DB6630. Amplificador Modular de Potência de Micropasso. Manual do usuário
DB6630 Amplificador Modular de Potência de Micropasso Manual do usuário Tradução: Ivan Roberto Timochenko de Moraes Engenharia de aplicações Metaltex Janeiro de 2007 Rev 01 04/2012 TABELA DE CONTEÚDO SEÇÃO
Sensores e Atuadores (2)
(2) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Atuadores São componentes que convertem energia elétrica, hidráulica ou pneumática em energia mecânica. Através dos sistemas
lectra Material Didático COMANDOS ELÉTRICOS Centro de Formação Profissional
lectra Centro de Formação Profissional Material Didático COMANDOS ELÉTRICOS WWW.ESCOLAELECTRA.COM.BR COMANDOS ELÉTRICOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. MOTORES ELÉTRICOS 1.1. Classificação de motores 1.1.1. Motores
Kit DMP v2.0 river de motor de passo bipolar Manual do usuário. Manual do usuário - Kit Driver DMP v2.0.
Manual do usuário - Kit Driver DMP v2.0 Kit DMP v2.0 Driver river de motor de passo bipolar Manual do usuário 1 Apresentação O Kit DMP v2.0 foi desenvolvido pela VW Soluções utilizando-se como base o circuito
Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial
Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Robótica Industrial Aula 5 - Componentes III Sensores Controlador / Eletrônica de Controle Software / Programação IHM Eletrônica de Potência Classificação dos Sensores
