Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas. Modularização
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- Elias Câmara Branco
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1 Linguagens de Programação Conceitos e Técnicas Modularização
2 Programação em Bloco Monolítico Inviabiliza grandes sistemas de programação Um único programador pois não há divisão do programa Indução a erros por causa da visibilidade de variáveis e fluxo de controle irrestrito Dificulta a reutilização de código Eficiência de programação passa a ser gargalo Modularização Linguagens de Programação 2
3 Processo de Resolução de Problemas Complexos Uso de Dividir para Conquistar Resolução de vários problemas menos complexos Aumenta as possibilidades de reutilização Técnicas de Modularização objetivam Dividir para Conquistar Tornam mais fácil o entendimento do programa Segmentam o programa Encapsulam os dados agrupam dados e processos logicamente relacionados Modularização Linguagens de Programação 3
4 Sistemas de Grande Porte Características Grande número de entidades de computação e linhas de código Equipe de programadores Código distribuído em vários arquivos fonte Conveniente não recompilar partes não alteradas do programa Modularização Linguagens de Programação 4
5 Sistemas de Grande Porte Módulo Unidade que pode ser compilada separadamente Propósito único Interface apropriada com outros módulos Reutilizáveis e Modificáveis Pode conter um ou mais tipos, variáveis, constantes, funções, procedimentos Deve identificar claramente seu objetivo e como o atinge Modularização Linguagens de Programação 5
6 Abstração Fundamental para a Modularização Seleção do que deve ser representado Possibilita o trabalho em níveis de implementação e uso Uso Disseminado na Computação Modularização Linguagens de Programação 6
7 Abstração Exemplos de uso na computação Comandos do SO Assemblers LPs Um programa de reserva de passagens aéreas Modos LP é abstração sobre o hardware LP oferece mecanismos para o programador criar suas abstrações O segundo modo fundamenta a Modularização Modularização Linguagens de Programação 7
8 Abstração e Modularização Foco na distinção entre O que uma parte do programa faz foco do programador que usa a abstração Como isso é implementado Foco do programador que implementa a abstração Modularização Linguagens de Programação 8
9 Tipos de Abstrações Abstrações de Processos Abstrações sobre o fluxo de controle do programa Suprogramas funções da biblioteca padrão de C (printf) Abstrações de Dados Abstrações sobre as estruturas de dados do programa Tipos de Dados tipos da biblioteca padrão de C (FILE) Modularização Linguagens de Programação 9
10 Abstrações de Processos Subprogramas Permitem segmentar o programa em vários blocos logicamente relacionados Servem para reusar trechos de código que operam sobre dados diferenciados Modularizações efetuadas com base no tamanho do código possuem baixa qualidade Propósito único e claro facilita legibilidade, depuração, manutenção e reutilização Modularização Linguagens de Programação 10
11 Perspectivas do Usuário e do Implementador do Subprograma Usuário Interessa o que o subprograma faz Como usar é importante Como faz é pouco importante ou não é importante Implementador Importante é como o subprograma realiza a funcionalidade Modularização Linguagens de Programação 11
12 Perspectivas do Usuário e do Implementador Sobre Função int fatorial(int n) { if (n<2) { return 1; else { return n * fatorial (n 1); Usuário Função fatorial é mapeamento de n para n! Implementador Uso de algoritmo recursivo Modularização Linguagens de Programação 12
13 Perspectivas do Usuário e do Implementador Sobre Procedimento void ordena (int numeros[50]) { int j, k, aux ; for (k = 0; k < 50; k++) { for (j = 0; j < 50; j++) { if (numeros[j] < numeros[j+1]) { aux = numeros[j]; numeros[j] = numeros[j+1]; numeros[j+1] = aux; Usuário Ordenação de vetor de inteiros Implementador Método da bolha Modularização Linguagens de Programação 13
14 Parâmetros int altura, largura, comprimento; int volume () { return altura * largura * comprimento; main() { int a1 = 1, l1 = 2, c1 = 3, a2 = 4, l2 = 5, c2 = 6; int v1, v2; altura = a1; largura = l1; comprimento = c1; v1 = volume(); altura = a2; largura = l2; comprimento = c2; v2 = volume(); printf ( v1: %d\nv2: %d\n, v1, v2); Modularização Linguagens de Programação 14
15 Parâmetros Ausência reduz Redigibilidade Necessário incluir operações para atribuir os valores desejados às variáveis globais Legibilidade Na chamada de volume não existe qualquer menção à necessidade de uso dos valores das variáveis altura, largura e comprimento Confiabilidade Não exige que sejam atribuídos valores a todas as variáveis globais utilizadas em volume Modularização Linguagens de Programação 15
16 Parâmetros Resolvem esses problemas int volume (int altura, int largura, int comprimento) { return altura * largura * comprimento; main() { int a1 = 1, l1 = 2, c1 = 3, a2 = 4, c2 = 5, l2 = 6; int v1, v2; v1 = volume(a1, l1, c1); v2 = volume(a2, l2, c2); printf ( v1: %d\nv2: %d\n, v1, v2); Modularização Linguagens de Programação 16
17 Parâmetros Reais, Formais e Argumentos Parâmetro formal Identificadores listados no cabeçalho do subprograma e usados no seu corpo Parâmetro real Valores, identificadores ou expressões utilizados na chamada do subprograma Argumento Valor passado do parâmetro real para o parâmetro formal Modularização Linguagens de Programação 17
18 Parâmetros Reais, Formais e Argumentos float area (float r) { return * r * r; main() { float diametro, resultado; diametro = 2.8; resultado = area (diametro/2); Correspondência entre parâmetros reais e formais Posicional Por palavras chave Modularização Linguagens de Programação 18
19 Correspondência Por Palavras Chave Entre Parâmetros Reais e Formais procedure palavraschave is a: integer := 2; b: integer := 3; c: integer := 5; res: integer; function multiplica(x, y, z: integer) return integer is begin return x * y * z; end multiplica; begin res := multiplica(z=>b, x=>c, y=>a); end palavraschave; Modularização Linguagens de Programação 19
20 Valores Default de Parâmetros Em C++ int soma (int a[], int inicio = 0, int fim = 7, int incr = 1){ int soma = 0; for (int i = inicio; i < fim; i+=incr) soma+=a[i]; return soma; main() { int [] pontuacao = { 9, 4, 8, 9, 5, 6, 2; int ptotal, pquasab, pterqui, psegquasex; ptotal = soma(pontuacao); pquasab = soma(pontuacao, 3); pterqui = soma(pontuacao, 2, 5); psegquasex = soma(pontuacao, 1, 6, 2); Modularização Linguagens de Programação 20
21 Lista de Parâmetros Variável Em C #include <stdarg.h> int ou (int n, ) { va_list vl; int i; va_start (vl, n); for (i = 0; i < n; i++) if (va_arg (vl, int)) return 1; va_end (vl); return 0; Modularização Linguagens de Programação 21
22 Lista de Parâmetros Variável main() { printf ( %d\n, ou (1, 3 < 2)); printf ( %d\n, ou (2, 3 > 2, 7 > 5)); printf ( %d\n, ou (3, 1!= 1, 2!= 2, 3!= 3)); printf ( %d\n, ou (3, 1!= 1, 2!= 2, 3 == 3)); Oferece maior flexibilidade à LP Reduz a confiabilidade pois não é possível verificar os tipos dos parâmetros em tempo de compilação Modularização Linguagens de Programação 22
23 Varargs em Java (>= 5) void imprimir(object... objetos) { for (Object objeto : objetos) { System.out.println(objeto); Modularização Linguagens de Programação 23
24 Passagem de Parâmetros Processo no qual os parâmetros formais assumem seus respectivos valores durante a execução de um subprograma Faz parte do processo de passagem de parâmetros a eventual atualização de valores dos parâmetros reais durante a execução do subprograma Três Aspectos Importantes Direção da passagem Mecanismo de implementação Momento no qual a passagem é realizada Modularização Linguagens de Programação 24
25 Direção da Passagem Direção da Passagem Forma do Parâmetro Real (R) Atrib. do Parâm. Formal (F) Fluxo Entrada Variável Variável, Constante ou Expressão Sim R F Entrada Constante Variável Constante ou Expressão Não R F Saída Variável Sim R F Entrada e Saída Variável Sim R F Modularização Linguagens de Programação 25
26 Direção da Passagem C usa passagem unidirecional de entrada variável void naotroca (int x, int y) { int aux; aux = x; x = y; y = aux; void troca (int* x, int* y) { int aux; aux = *x; *x = *y; *y = aux; main() { int a = 10, b = 20; naotroca (a, b); troca (&a, &b); Modularização Linguagens de Programação 26
27 Direção da Passagem C++ também usa unidirecional de entrada constante e bidirecional int triplica (const int x) { // x = 23; return 3*x; void troca (int& x, int& y) { int aux; aux = x; x = y; y = aux; main() { int a = 10, b = 20; b = triplica (a); troca (a, b); // troca (a, a + b); Modularização Linguagens de Programação 27
28 Direção da Passagem JAVA usa passagem unidirecional de entrada para tipos primitivos unidirecional de entrada ou bidirecional para tipos não primitivos void preenchevet (final int[] a, int i, final int j) { while (i <= j) a[i] = i++; // j = 15; // a = new int [j]; Modularização Linguagens de Programação 28
29 Direção da Passagem ADA usa unidirecional de entrada constante, unidirecional de saída e bidirecional function triplica (x: in integer; out erro: integer) return integer; procedure incrementa (x: in out integer; out erro: integer); Cuidado com colisões nas passagens unidirecional de saída e bidirecional incrementa (i, i); Modularização Linguagens de Programação 29
30 Mecanismos de Passagem p f z y x b a p f z y x b a Cópia Referência Modularização Linguagens de Programação 30
31 Mecanismos de Passagem Cópia Viabiliza a passagem unidirecional de entrada variável Facilita a recuperação do estado do programa em interrupções inesperadas Referência Proporciona semântica simples e uniforme na passagem de todos os tipos (ex.: passar função como parâmetro) Mais eficiente por não envolver cópia de dados Pode ser ineficiente em implementação distribuída Permite a ocorrência de sinonímia void incr (int& k, int& l) { k = k + 1; l = l + 1; Dificil entender o que ocorre em incr (a[i], a[j]) quando i == j Modularização Linguagens de Programação 31
32 Mecanismos de Passagem C oferece apenas passagem por cópia C++ e PASCAL oferecem mecanismos de cópia e referência ADA usa cópia para primitivos e referência para alguns tipos Outros tipos são definidos pelo compilador e podem ser cópia ou referência Modularização Linguagens de Programação 32
33 Mecanismos de Passagem JAVA adota passagem por cópia para tipos primitivos há cópia de referência para tipos não primitivos Alguns consideram passagem por cópia e outros por referência Diferente da passagem por referência de C++ void f (T t1, T t2) { void f(t& t1, T& t2) { t1 = t2; t1 = t2; Modularização Linguagens de Programação 33
34 Mecanismos de Passagem Passagem unidirecional de entrada por cópia é conhecida como passagem por valor Passagem unidirecional de entrada constante por referência equivale a por valor Tem como vantagem de não demandar cópias de grandes volumes de dados Modularização Linguagens de Programação 34
35 Momento da Passagem Normal (eager) Avaliação na chamada do subprograma Por nome (by name) Avaliação quando parâmetro formal é usado Preguiçosa (lazy) Avaliação quando parâmetro formal é usado pela primeira vez Maioria das LPs (tais como, C, PASCAL, JAVA e ADA) adota modo normal Modularização Linguagens de Programação 35
36 Momento da Passagem int caso (int x, int w, int y, int z) { if (x < 0) return w; if (x > 0) return y; return z; caso(p(), q(), r(), s()); Modularização Linguagens de Programação 36
37 Momento da Passagem Avaliação normal Avaliação desnecessária de funções em caso Pode reduzir eficiência e flexibilidade Avaliação por nome Somente uma de q, r ou s seria avaliada Problemas p poderia ser avaliada duas vezes Se p produzisse efeitos colaterais (como em um iterador) Avaliação Preguiçosa Única execução de p e somente uma de q, r ou s Modularização Linguagens de Programação 37
38 Verificação de Tipos Ausência de verificação estática de tipos dos parâmetros Retarda a identificação de erros para a execução Produz programas menos robustos Maioria das LPs ALGOL-like (PASCAL, ADA e JAVA) fazem verificação estática Versão original de C não requer verificação estática de tipos ANSI C fornece duas maneiras de especificar os parâmetros de uma função É papel do programador ANSI C definir se deve ou não haver verificação estática Modularização Linguagens de Programação 38
39 Verificação de Tipos em C #include <math.h> typedef struct coordenadas { int x, y, z; coord; int origem (c) { coord c; return c.x == 0 && c.y == 0 && c.z == 0; float distancia (coord c) { return sqrt(c.x*c.x + c.y*c.y +c.z*c.z); Modularização Linguagens de Programação 39
40 Verificação de Tipos em C main() { coord c = { 1, 2, 3 ; printf( %d\n, origem(2)); printf( %d\n, origem(1, 2, 3, 4)); printf( %d\n, origem(c)); // printf( %f\n, distancia(2)); // printf( %f\n, distancia (1, 2, 3)); printf( %f\n, distancia (c)); Existe diferença entre f() Aceita qualquer lista de parâmetros f(void) Lista de parâmetros vazia Modularização Linguagens de Programação 40
41 Tipos de Dados Forma de modularização usada para implementar abstrações de dados Agrupam dados correlacionados em uma entidade computacional Usuários enxergam o grupo de dados como um todo Não se precisa saber como entidade é implementada ou armazenada Tipos Anônimos Definidos exclusivamente durante a criação de variáveis e parâmetros struct { int elem[100]; int topo; pilhanumeros; Modularização Linguagens de Programação 41
42 Tipos de Dados Tipos Simples Agrupam dados relacionados em uma única entidade nomeada Aumentam reusabilidade, redigibilidade, legibilidade e confiabilidade #define max 100 typedef struct pilha { int elem[max]; int topo; tpilha; tpilha global; Modularização Linguagens de Programação 42
43 Tipos Simples void preenche (tpilha *p, int n) { for (p->topo=0; p->topo < n && p->topo < max; p->topo++) p->elem[p->topo] = 0; p->topo ; main( ) { tpilha a, b; preenche(&a, 17); preenche(&b, 29); preenche(&global, 23); Modularização Linguagens de Programação 43
44 Tipos Simples Operações são definidas pela LP Não possibilitam ocultamento de informação Isso prejudica legibilidade, confiabilidade e modificabilidade main( ) { tpilha a; preenche(&a, 10); a.elem[++a.topo] = 11; a.topo= 321; Mistura código da implementação com o de uso do tipo Programador pode alterar errônea e inadvertidamente a estrutura interna do tipo Alteração na estrutura interna implica em alteração do código fonte usuário Modularização Linguagens de Programação 44
45 Tipos Abstratos de Dados (TADs) Conjuntos de valores com comportamento uniforme definido por operações Em LPs, TADs possuem representação e operações especificadas pelo programador O usuário do TAD utiliza sua representação e operações como uma caixa preta Essencial haver ocultamento da informação para tornar invisível a implementação Interface são os componentes públicos do TAD (tipicamente, operações) Modularização Linguagens de Programação 45
46 Tipos Abstratos de Dados Encapsulam e protegem os dados Resolvem os problemas existentes com tipos simples Quatro tipos diferentes de operações Construtoras Consultoras Atualizadoras Destrutoras Modularização Linguagens de Programação 46
47 Tipos Abstratos de Dados TAD Operações (consultoras) Código Usuário Operações (destrutoras) Dados Operações (construtoras) Operações (atualizadoras) Modularização Linguagens de Programação 47
48 Simulação de TADs em C Assinaturas das Operações cria: void tpilha vazia: tpilha int empilha: tpilha x int tpilha desempilha: tpilha tpilha obtemtopo: tpilha int Modularização Linguagens de Programação 48
49 Simulação de TADs em C #define max 100 typedef struct pilha { int elem[max]; int topo; tpilha; tpilha cria () { tpilha p; p.topo = 1; return p; int vazia (tpilha p) { return p.topo == 1; Modularização Linguagens de Programação 49
50 Simulação de TADs em C tpilha empilha (tpilha p, int el) { if (p.topo < max 1 && el >= 0) p.elem[++p.topo] = el; return p; tpilha desempilha (tpilha p) { if (!vazia(p)) p.topo ; return p; int obtemtopo (tpilha p) { if (!vazia(p)) return p.elem[p.topo]; return 1; Modularização Linguagens de Programação 50
51 Simulação de TADs em C tpilha global; void preenche (tpilha *p, int n) { int i; for (i = 0; i < n; i++) *p = empilha (*p, 0); main( ) { tpilha a, b; global = cria(); a = cria(); b = cria(); preenche(&a, 17); preenche(&b, 29); preenche(&global, 23); a = empilha(a, 11); Modularização Linguagens de Programação 51
52 Simulação de TADs em C // a.elem[++a.topo] = 11; // a.topo= 321; // global = a; Uso Disciplinado da Simulação Maior legibilidade Compare preenche Maior redigibilidade Usuário não implementa operações Maior modificabilidade Alterações no TAD não provocam alterações no usuário Modularização Linguagens de Programação 52
53 Simulação de TADs em C Não promove encapsulamento das operações e dados em uma única unidade sintática Uso Indisciplinado da Simulação Programador pode não chamar a operação de inicialização Programador pode usar outras operações para acessar o TAD Isso acaba com todas as vantagens do uso de TADs Modularização Linguagens de Programação 53
54 Uso de Interface e Implementação nos TADs em ADA package pilha_naturais is type tpilha is limited private; procedure cria (p: out tpilha); function vazia (p: in tpilha) return boolean; procedure empilha (p: in out tpilha; el: in integer); procedure desempilha (p: in out tpilha); function obtemtopo (p: in tpilha) return integer; private max: constant integer := 100; type tpilha is record elem: array (1.. max) of integer; topo: integer; -- topo: integer := 0; end record; end pilha_naturais; Modularização Linguagens de Programação 54
55 Uso de Interface e Implementação nos TADs em ADA package body pilha_naturais is procedure cria (p: out tpilha) is begin p.topo := 0; end cria; function vazia (p: in tpilha) return boolean is begin return (p.topo = 0); end vazia; procedure empilha (p: in out tpilha; el: in integer) is begin if p.topo < max and then el >= 0 then p.topo := p.topo + 1; p.elem(p.topo) := el; end if; Modularização Linguagens de Programação 55
56 Uso de Interface e Implementação nos TADs em ADA end empilha; procedure desempilha (p: in out tpilha) is begin if not vazia(p) then p.topo = p.topo 1; end if; end desempilha; function obtemtopo (p: in tpilha) return integer is begin if not vazia(p) then return p.elem(p.topo); return 1; end obtemtopo; end pilha_naturais; Modularização Linguagens de Programação 56
57 Uso de Interface e Implementação nos TADs em ADA use pilha_naturais; procedure main is pilha: tpilha; numero: integer; cria (pilha); empilha (pilha, 1); empilha (pilha, 2); while not vazia(pilha) loop numero := obtemtopo(pilha); desempilha(pilha); end loop; end main; Modularização Linguagens de Programação 57
58 Uso de Interface e Implementação nos TADs em ADA Declaração de tpilha como limited garante não aplicação de atribuição e comparação Garante Legibilidade Redigibilidade Confiabilidade Modificabilidade Problema da falta de inicialização continua Modularização Linguagens de Programação 58
59 TADs Como Classes em C++ Operações construtoras e destrutoras especiais class tpilha { static const int max = 100; int elem[max]; int topo; public: tpilha () { topo = 1; int vazia () { return topo == 1; Modularização Linguagens de Programação 59
60 TADs Como Classes em C++ ; void empilha (int el); void desempilha (void); int obtemtopo (void); void tpilha::empilha (int el) { if (topo < max 1 && el >= 0) elem[++topo] = el; void tpilha::desempilha (void) { if (!vazia()) topo ; Modularização Linguagens de Programação 60
61 TADs Como Classes em C++ int tpilha::obtemtopo (void) { if (!this->vazia()) return elem[topo]; return 1; main () { tpilha p; int n; p.empilha (1); p.empilha (2); while (! p.vazia ()) { n = p.obtemtopo (); p.desempilha (); Modularização Linguagens de Programação 61
62 TADs Como Classes em C++ Estrutura de dados privada e operações da interface públicas Uso do operador de resolução de escopo Sintaxe diferenciada com parâmetro implícito na definição e chamada Podem haver vários construtores sempre chamados antes de qualquer outra operação tpilha* i = new tpilha; Modularização Linguagens de Programação 62
63 TADs Como Classes em C++ Construtores default e por cópia e a operação de atribuição main() { tpilha p1, p2; tpilha p3 = p1; // construtor de copia p3 = p2; // operador de atribuicao Construtor de cópia é importante em C++ Uso implícito na passagem por cópia e retorno de função Função destrutora única em C++ (~tpilha) Modularização Linguagens de Programação 63
64 TADs Como Classes Membros de classe Palavra reservada static precedendo método ou atributo Atributo de classe Compartilhado por todos objetos da classe Método de classe Pode ser chamado independentemente da existência de um objeto da classe Pode ser chamado pela própria classe ou pelos objetos da classe Modularização Linguagens de Programação 64
65 Em JAVA TADs Como Classes Não ha necessidade de definição de construtor de cópia e operador de atribuição Não precisa de função destrutora Em alguns casos pode ser necessária uma função de finalização chamada explicitamente após o fim do uso do objeto Modularização Linguagens de Programação 65
66 Pacotes Só subprogramas e tipos não são suficientes para sistemas de grande porte Código com baixa granularidade Possibilidade de conflito entre fontes de código Fontes de código são coleções de entidades reutilizáveis de computação Bibliotecas Aplicações utilitárias Frameworks Aplicações completas Modularização Linguagens de Programação 66
67 Pacotes Pacotes agrupam entidades de computação (exportáveis ou não) Usados para organizar as fontes de informação e para resolver os conflitos de nomes ADA possui package e package body Pacotes em C++ Conjunto de definições embutidas em uma entidade nomeada Namespace Modularização Linguagens de Programação 67
68 Pacotes em C++ namespace umabiblioteca { int x = 10; void f() {; class tc {; Nova definição adiciona mais entidades a umabiblioteca namespace umabiblioteca { int y = 15; void g() {; // int x = 13; // nao eh redefinicao Modularização Linguagens de Programação 68
69 Pacotes em C++ Pacotes podem usar nomes já definidos em outro namespace outrabiblioteca { int x = 13; void h(){; Operador de resolução de escopo resolve conflitos main() { umabiblioteca::y = 20; umabiblioteca::f(); umabiblioteca::x = 5; outrabiblioteca::x = 5; outrabiblioteca::h(); Modularização Linguagens de Programação 69
70 Pacotes em C++ É possível renomear o pacote namespace bib1 = umabiblioteca; namespace bib2 = outrabiblioteca; main() { bib1::y = 20; bib1::x = 5; bib2::x = 5; bib2::h(){; Modularização Linguagens de Programação 70
71 Pacotes em C++ É possível evitar o uso repetitivo do operador de resolução de escopo using namespace umabiblioteca; using namespace outrabiblioteca; main() { y = 20; f(); h(){; // x = 5; umabiblioteca::x = 5; outrabiblioteca::x = 5; Biblioteca padrão de C++ usa namespace std Modularização Linguagens de Programação 71
72 Pacotes em JAVA Conjunto de classes relacionadas package umpacote; public class umaclasse { class outraclasse { Uso das classes do pacote umpacote.umaclasse m = new umpacote.umaclasse(); import umpacote.*; umaclasse m = new umaclasse(); import umpacote.umaclasse; Modularização Linguagens de Programação 72
73 Pacotes em JAVA Relação de pacotes com a organização de arquivos em diretórios Novo especificador de acesso relacionado com pacotes package umpacote; public class umaclasse { int x; private int y; public int z; Modularização Linguagens de Programação 73
74 Pacotes em JAVA class outraclasse { void f() { umaclasse a = new umaclasse(); // a.y = 10; a.z = 15; a.x = 20; Evita o uso de operações públicas quando só construtor do pacote precisa ter acesso Modularização Linguagens de Programação 74
75 Modularização, Arquivos e Compilação Separada Uso de arquivo único causa problemas Redação e modificação se tornam mais difíceis Reutilização apenas com processo de copiar e colar Divisão do código em arquivos separados com entidades relacionadas Biblioteca de arquivos.c Arquivos funcionam como índices Reutilização através de inclusão Necessidade de recompilação de todo o código Modularização Linguagens de Programação 75
76 Modularização, Arquivos e Compilação Separada Compilação Separada de Arquivos Ligação para gerar executável Perda da verificação de tipos Na chamada de funções Nas operações sobre variáveis externas Alternativa é extern de C Não é suficientemente genérica pois não contempla tipos Modularização Linguagens de Programação 76
77 Modularização, Arquivos e Compilação Separada Interface e implementação Interface define o que é exportável (arquivo.h) Implementação define o específico (arquivo.c) Arquivos de implementação contêm a parte pesada da compilação Novo meio de ocultamento de informação Muito usado para construir TADs Interface: declaração do tipo e das operações Implementação: definição dos tipos e das operações, além de entidades auxiliares Modularização Linguagens de Programação 77
78 TADs Modularização, Arquivos e Compilação Separada C, ADA e C++ requerem a definição do tipo na interface C é mais grave pois estrutura interna do TAD é pública (ver próximo slide) ADA e C++ possibilitam o ocultamento da estrutura interna, mesmo na interface Necessidade de recompilar o código usuário após alteração da estrutura interna do TAD Modularização Linguagens de Programação 78
79 Contornando o problema em C com ponteiro para void // Arquivo PilhaVetor.h: #ifndef PilhaVetor_h #define PilhaVetor_h typedef void * PilhaVetor; PilhaVetor criarpilhavetor(int); void empilharpilhavetor(pilhavetor, char *); char * desempilharpilhavetor(pilhavetor); void destruirpilhavetor(pilhavetor); #endif Modularização Linguagens de Programação 79
80 Contornando o problema em C com ponteiro para void // Arquivo PilhaVetor.c: #include <stdlib.h> #include "PilhaVetor.h typedef struct TPilhaVetor { char ** elems; int topo; * PilhaVetorImpl; void empilharpilhavetor(pilhavetor pilha, char * elem) { PilhaVetorImpl pilhaimpl = (PilhaVetorImpl)pilha; // Modularização Linguagens de Programação 80
81 Modularização, Arquivos e Compilação Separada Tipo Opaco de MODULA-2 Ponteiros utilizados na interface para designar tipo na implementação Protótipos das operações do TAD se referem apenas ao tipo opaco Impede o uso inconsistente do TAD Alteração somente quando protótipos das operações são modificados Espaço para um ponteiro no código usuário Uso exclusivo de operações do TAD no código usuário Modularização Linguagens de Programação 81
82 Modularização, Arquivos e Compilação Separada Problema com Tipo Opaco de MODULA-2 Força o uso de ponteiros e alocação dinâmica Reduz redigibilidade e legibilidade Perde eficiência de execução Poderia ter implementação mais transparente JAVA não requer recompilação de código usuário quando interface permanece Uso de referências para objetos Coletor de Lixo JAVA usa arquivo único com interface e implementação Modularização Linguagens de Programação 82
83 Vantagens da Modularização Melhoria da legibilidade Divisão lógica do programa em unidades funcionais Separação do código de implementação do código de uso da abstração Aprimoramento da redigibilidade Mais fácil escrever código em vários módulos do que em um módulo único Aumento da modificabilidade Alteração no módulo é localizada e não impacta código usuário Modularização Linguagens de Programação 83
84 Vantagens da Modularização Incremento da reusabilidade Módulo pode ser usado sempre que sua funcionalidade é requerida Aumento da produtividade de programação Compilação separada Divisão em equipes Maior confiabilidade Verificação independente e extensiva dos módulos antes do uso Modularização Linguagens de Programação 84
85 Vantagens da Modularização Suporte a técnicas de desenvolvimento de software Orientadas a funcionalidades (top-down) Uso de subprogramas Orientadas a dados (bottom-up) Uso de tipos Complementaridade dessas técnicas Modularização Linguagens de Programação 85
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