NORMA TÉCNICA COPEL - NTC
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- Adriana Penha Silva
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1 NORMA TÉCNICA COPEL - NTC MATERIAIS DE DISTRIBUIÇÃO - ESPECIFICAÇÃO JUNHO / 2017 ÓRGÃO EMISSOR: COPEL DISTRIBUIÇÃO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE EXPANSÃO DA DIS DPLD DIVISÃO DE NORMALIZAÇÃO TÉCNICA DA DIS - VNTD
2 APRESENTAÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas exigíveis para o fornecimento do material em referência a ser utilizado nas Redes Aéreas de Distribuição Urbana e Rural na área de concessão da Companhia Paranaense de Energia - COPEL. Para tanto foram consideradas as especificações e os padrões do material em referência, definidos nas Normas Brasileiras Registradas - NBR da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, particularizando-os para as Normas Técnicas COPEL - NTC, acrescidos das modificações baseadas nos resultados de desempenho destes materiais na COPEL. Com a emissão deste documento, a COPEL procura atualizar as suas Normas Técnicas de acordo com a tecnologia mais avançada no Setor Elétrico. Em caso de divergência, esta Norma deve prevalecer sobre as outras de mesma finalidade editadas anteriormente. Esta Norma encontra-se na INTERNET: Acesso Rápido Normas Técnicas Materiais Padrão para Redes de Distribuição Jamilton Watanabe Lobo DPLD JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 2 de 24
3 ÍNDICE 1 OBJETIVO NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES DEFINIÇÕES CONDIÇÕES GERAIS Condições de Serviço Identificação Acabamento Embalagem CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Material Proteção Superficial Características Mecânicas Características Elétricas Teores de cobre e de elementos principais da liga Tratamento térmico Condutividade elétrica ENSAIOS Relação dos Ensaios Classificação dos Ensaios Execução dos ensaios INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Generalidades Formação da amostra Aceitação ou Rejeição Fornecimento ANEXO A TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DA LUVA DE EMENDA TRAÇÃO TOTAL PARA CONDUTORES DE COBRE TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO EM LIGA DE COBRE FUNDIDO TABELA 3 - CARACTERÍSTICAS DO ADAPTADOR ESTRIBO DE PARAFUSO PARA CONDUTORES DE COBRE TABELA 4 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA EM LIGA DE COBRE TABELA 5 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR DERIVAÇÃO DE CUNHA TABELA 6 TERMINAL ADAPTADOR PARA BAIXA TENSÃO DE TRANSFORMADOR TABELA 7 BARRAMENTO TERMINAL PARA BAIXA TENSÃO DE TRANSFORMADOR DE 225 A 500KVA TABELA 8 - TORQUE DE ENSAIO DOS PARAFUSOS DE BRONZE TABELA 9 - RELAÇÃO DOS ENSAIOS DE TIPO, RECEBIMENTO E COMPLEMENTARES DE RECEBIMENTO TABELA 10 - CORRENTES PARA O ENSAIO DE AQUECIMENTO TABELA 11 - COMPRIMENTO "L" DE ACORDO COM A SEÇÃO RETA DO CONDUTOR TABELA 12 - LIMITE DE TENSÃO PARA O ENSAIO DE RADIOINTERFERÊNCIA TABELA 13 - PLANO DE AMOSTRAGEM E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO TABELA 14 - CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ELÉTRICO DA COPEL ANEXO B - CONFIGURAÇÃO DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DA COPEL JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 3 de 24
4 1 OBJETIVO Esta NTC fixa as condições exigíveis que devem ser atendidas no fornecimento de conectores de cobre aplicáveis a condutores de cobre e na ligação de equipamentos elétricos destinados às Redes de Distribuição da COPEL. 2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Para fins de projeto, seleção de matéria prima, fabricação, controle de qualidade, inspeção, utilização e acondicionamento dos conectores a serem fornecidos, esta NTC adota as normas abaixo relacionadas, bem como as normas nelas citadas, nas revisões indicadas ou mais recentes. ABNT - NBR 5370: Conectores de cobre para condutores elétricos em sistemas de potência. ABNT - NBR 5426: Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos Procedimento. ABNT - NBR 5474: Conectores elétricos Terminologia. ABNT - NBR 5854: Arruelas de pressão simples com extremidades dobradas ou retas Formas e dimensões. ABNT - NBR 8094: Materiais metálicos revestidos e não revestidos - Corrosão por exposição a névoa salina - Método de ensaio. ABNT - NBR 8855: Propriedades mecânicas de elementos de fixação - Parafusos e prisioneiros especificação. ABNT - NBR 9326: Conectores para cabos de potência - Ensaios de ciclos térmicos e curtos ABNT - NBR ISO 965:2004 ABNT - NBR ISO : Rosca métrica ISO de uso geral. - Materiais metálicos Ensaios de dureza Brinell Parte 1: Método de ensaio. ASTM E-53 - Chemical analysis by electrolytic determination ASTM E-62 - Chemical analysis by photometric methods ASTM - B98: Standard specification for copper silicon alloy rod, bar and shapes. ASTM - B99: Standard specification for copper silicon alloy wire for general applications. ASTM - B103: Standard specification for phosphor bronze plate, sheet, strip and rolled bar. ASTM - B154: Standard test method for mercurous nitrate Test for Copper Alloys. ASTM - B545: Specification for electrodeposited coatings of tin. ASTM - E1004: Standard test method for determining elecrical conductivity using the electromagnectic (eddy-curren method. ANSI/NEMA CC3:73 - Connectors for use between aluminum or aluminum-copper overhear conductors. CISPR TR 18-2: Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part.2: Methods of measurement and procedure for determining limits. COPEL NTC a Materiais de Distribuição. COPEL NTC a Montagem de Redes de Distribuição Compacta Protegida 13,8 e 34,5 k V. COPEL NTC a Montagem de Redes de Distribuição Secundária e Isolada. COPEL NTC a Montagem de Redes de Distribuição Aérea - RDA. As siglas acima referem-se a: ABNT NBR NTC CODI ASTM ANSI NEMA - Associação Brasileira de Normas Técnicas. - Norma Brasileira Registrada. - Norma Técnica COPEL. - Comitê de Distribuição. - American Society for Texting and Materials. - American National Standards Institute. - National Electrical Manufacturers Association. NOTA: Os últimos dígitos separados por dois pontos do número da NBR indicam o ano de publicação da mesma. No caso das NTCs a versão em vigor é indicada pela data (mês/ano) de revisão. As normas mencionadas não excluem outras reconhecidas desde que, concomitantemente: a) assegurem qualidade igual ou superior; b) sejam mencionadas pelo proponente na proposta; c) sejam anexadas à proposta; d) sejam aceitas pela COPEL. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 4 de 24
5 Em caso de dúvida ou omissão prevalecem: 1º) esta NTC - Especificação; 2º) demais Normas Técnicas COPEL; 3º) as normas citadas no capítulo 2 desta NTC; 4º) as normas apresentadas pelo proponente e aprovadas pela COPEL. 3 DEFINIÇÕES Os termos técnicos utilizados nesta NTC estão definidos na NBR 5474 e nas demais normas mencionadas no item 2 desta NTC. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Condições de Serviço Os conectores abrangidos por esta NTC devem ser adequados para operar a uma altitude de até 1000 metros, em clima tropical com temperatura ambiente de -5 C até 40 C, média diária não superior a 35 C, umidade relativa de até 100%, precipitação pluviométrica média anual de 1500 a 3000 milímetros, sendo que ficarão expostos ao sol, à chuva e à poeira, instalados de acordo com as NTC de Montagem de Redes de Distribuição Urbana, citadas no item 2 desta NTC. O clima contribui para a formação de fungos e acelera a deterioração e a corrosão. O fornecedor deve providenciar a tropicalização e tudo mais que for necessário para o bom desempenho do conector nas condições objeto deste item. Os conectores aqui especificados são aplicáveis a Sistema Elétrico de frequência nominal 60Hz, com as características dadas na Tabela 16 do Anexo A e configurações dadas na figura do Anexo B. 4.2 Identificação A identificação dos conectores e parafusos utilizados nesta especificação devem atender às respectivas NTCs Padrão de cada conector. 4.3 Acabamento O acabamento dos conectores deve atender aos requisitos especificados nas respectivas NTCs Padrão de cada conector. O composto antióxido deve ter características que atendam à NTC Embalagem O acondicionamento dos conectores deve ser efetuado de modo a garantir um transporte seguro em quaisquer condições e limitações que possam ser encontrados. A embalagem será considerada satisfatória se o conector for encontrado em perfeito estado na sua chegada ao destino. A embalagem final, assim como o acondicionamento parcial devem ser feitos de modo que a massa e as dimensões sejam mantidas dentro de limites razoáveis, a fim de facilitar o manuseio, o armazenamento e o transporte. As embalagens não serão devolvidas ao fornecedor e estas devem estar de acordo com a respectiva NTC padrão. Para fornecedores estrangeiros, o transporte deve ser feito por meio de cofres de carga (contêineres). Cada volume deve conter, no mínimo, os seguintes dados de identificação, pintados ou marcados de forma indelével: - nome do fornecedor; - o nome "COPEL"; - o número e item do Contrato de Compra da COPEL; - quantidade e tipo do conector contido em cada volume; - massa total do volume (massa bruta), em quilogramas. Marcações adicionais necessárias para facilidade de transporte de conectores importados, poderão ser usadas e serão indicadas no Contrato de Compra ou nas Instruções de Embarque. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 5 de 24
6 4.4.2 Cuidados especiais No acondicionamento dos conectores, objeto desta NTC, devem ser tomados os seguintes cuidados especiais: a) se fornecidos em caixas, estas devem ser cintadas para maior rigidez e não devem ter pontas de pregos, parafusos ou grampos que possam danificar os conectores; b) os conectores de referência E (Tabela 5 desta NTC), devem ser embalados individualmente, preferencialmente em sacos ou cápsulas de polietileno transparente incolor de espessura mínima de 0,10 mm, fechados por solda eletrônica de modo a evitar a penetração de umidade. c) os conectores de referências A e B (Tabelas 2 e 3 desta NTC) devem ter as extremidades seladas com elementos apropriados de modo a evitar a penetração de sujeira; d) não é permitida a utilização de papel e papelão simples ou ondulado, cor parda, tipo Kraft, em contato direto com os conectores, ou de maneira que, sob efeito da água ou da umidade, possa vir a corroê-los; e) para os conectores de referências C e D (Tabelas 3 e 4), o terminal adaptador referência F (Tabela 6) e o barramento terminal referência G (Tabela 7), não é exigida embalagem individual. Os conectores desta NTC devem ser embalados individualmente, preferencialmente em sacos ou cápsulas de polietileno resistentes, transparente e incolor, de espessura mínima de 0,10mm, fechados por solda eletrônica de modo a evitar a penetração de umidade. Para maiores informações, consultar a internet no seguinte endereço: Fornecedores Informações Guia para confecção de embalagens unitizadas 5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Material Elemento fundido, com função primordialmente elétrica, deve ser utilizada uma liga com teor mínimo de 90% de cobre e com teor máximo de zinco de 5%, com as seguintes características: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento - 90 Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) - 38%; d) condutividade elétrica mínima a 20 C - 27% IACS Elemento extrudado, com função primordialmente elétrica, deve ser utilizado cobre eletrolítico, com as seguintes características: Para tubos, têmpera 1/2 duro: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) - 15%; d) condutividade elétrica mínima a 20ºC - 98% IACS; e) dureza Brinell Para tubos, têmpera 3/4 duro: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) - 8 %; d) condutividade elétrica mínima a 20ºC - 98% IACS; e) dureza Brinell 90. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 6 de 24
7 Para perfis, têmpera 1/4 duro: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) 20%; d) condutividade elétrica mínima a 20ºC - 98% IACS; e) dureza Brinell Para perfis, têmpera 1/2 duro: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) - 10%; d) condutividade elétrica mínima a 20ºC - 98% IACS; e) dureza Brinell Elemento fundido de alta solicitação mecânica e baixa condutividade elétrica deve ser utilizado bronze alumínio com teor deste metal variando de 5 a 11% e com teor máximo de zinco de 5%, com as seguintes características: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50mm) - 25%; d) condutividade elétrica mínima a 20 C - 10% IACS Elemento fundido de mediana solicitação mecânica e mediana condutividade elétrica deve ser utilizado bronze com teor máximo de zinco de 6% com as seguintes características: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50mm) - 15%; d) condutividade elétrica mínima a 20 C - 14% IACS Para elemento usinado ou como material semiacabado laminado e trefilado, redondo ou sextavado, para confecção de parafusos e porcas, deve ser utilizado bronze silício, conforme especificações ASTM B 98 liga B ou ASTM B 99 liga B, com as seguintes característica: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova 50 mm) - 12% Para os elementos de fixação constituídos por arruelas de pressão e arruelas de travamento deve ser utilizado bronze silício Elementos destinados a conectores de pressão, com características ou efeito mola e com função primordialmente elétrica, deve ser em liga de cobre com teor mínimo de 68,5% de cobre e teor máximo de zinco de 31,5%, referência ASTM B36, com as seguintes características: a) limite mínimo de resistência à tração Mpa; b) limite mínimo de escoamento Mpa; c) alongamento mínimo (corpo de prova = 50mm) - 3%; d) condutividade elétrica mínima a 20 C - 22% IACS. 5.2 Proteção Superficial Os conectores da tabelas 5, 6 e 7, respectivamente tipo cunha, terminal adaptador para BT de transformador e barramento terminal (completo com parafusos, porcas e arruelas de pressão) devem ser revestidos de estanho por imersão em estanho fundido ou por processo eletrolítico. A espessura mínima da camada de estanho deve ser de 8 µm para qualquer amostra e de 12 µm para a média das amostras. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 7 de 24
8 5.3 Características Mecânicas Resistência à tração Os conectores desta NTC devem suportar, sem escorregamento do condutor ou ruptura do conector ou do condutor no trecho da conexão, os valores mínimos de tração indicadas nas respectivas tabelas do Anexo A Resistência ao torque Os parafusos dos conectores das tabelas 2, 3, 4, e 7 desta NTC devem suportar sem ruptura ou deformação permanente a aplicação do torque de ensaio de seus parafusos estabelecidos na Tabela 8 do Anexo A. Após a aplicação do torque e desmontado o conector, a porca deve deslizar manualmente ao longo do parafuso sem apresentar problemas de agarramento. 5.4 Características Elétricas Resistência elétrica e aquecimento A resistência elétrica do conector deve ser no máximo igual a resistência elétrica do maior condutor a que se aplica, quando medida como indicado no item desta NTC A elevação de temperatura em qualquer ponto do conector não deve exceder a elevação de temperatura do condutor que apresenta a maior elevação de temperatura para o qual foi projetado, quando ensaiado como indicado no item desta NTC Ciclos térmicos com curtos-circuitos Os conectores devem ser ensaiados conforme o item desta NTC e a NBR 9326, atendendo aos critérios de desempenho mencionados nos itens e desta NTC, com relação à resistência elétrica e a elevação de temperatura, respectivamente Critérios de desempenho quanto a resistência elétrica: a) a resistência elétrica inicial de montagem da conexão deve ser no máximo igual à resistência elétrica do condutor de referência; b) nos primeiros 200 ciclos de aquecimento, antes da aplicação do conjunto de curtos-circuitos, devem ser feitas leituras dos valores de resistência da conexão de 10 em 10 ciclos, não devendo nenhum desses valores superar em 5% o valor médio obtido para esses valores. Os 20 primeiros ciclos devem ser utilizados para estabilizar a corrente de ensaio; c) após a série de curtos-circuitos devem ser feitas leituras de resistência dos conectores de 25 em 25 ciclos, não devendo nenhum dos valores medidos ultrapassar em 5% o valor médio obtido para esses valores. d) o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas conforme a alínea "c" pode ultrapassar no máximo em 5 C o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas conforme a alínea "b", deste item Critérios de desempenho quanto a temperatura: a) a temperatura dos conectores não deve exceder a temperatura do condutor de referência no fim do período de aquecimento de cada ciclo; b) nos primeiros 200 ciclos de aquecimento, antes da aplicação do conjunto de curtos-circuitos, devem ser feitas leituras dos valores de temperatura dos conectores de 10 em 10 ciclos e a variação máxima das elevações de temperatura da conexão em relação ao valor médio obtido para esses valores deve ser de 5 C. A elevação de temperatura deve ser considerada em relação a temperatura ambiente da sala de ensaio. c) após a série de curtos-circuitos devem ser feitas leituras de temperatura dos conectores de 25 em 25 ciclos e a variação máxima das elevações de temperatura da conexão em relação ao valor médio obtido para esses valores deve ser de 5 C; d) o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas conforme a alínea "c" pode ultrapassar no máximo em 5 C o valor médio das 10 últimas leituras efetuadas conforme a alínea "b", deste item. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 8 de 24
9 Após o término do ensaio, se o conector não for do tipo compressão, a conexão deve ser desfeita e o conector avaliado visualmente, não devendo apresentar sinais visíveis de aquecimento local ou partes fundidas ou danificadas, especialmente nos pontos de contato elétrico. 5.5 Teores de cobre e de elementos principais da liga As porcentagens de cobre e de outros elementos principais de liga, tais como zinco, alumínio, silício, fósforo, etc, utilizados nos materiais dos conectores, devem estar de acordo com o item 5.1 desta NTC. 5.6 Tratamento térmico Os conectores tipo mola devem ser submetidos a tratamento térmico para alívio das tensões internas. 5.7 Condutividade elétrica A condutividade elétrica da liga metálica da parte condutora do conector deve ser aquela constante dos itens a e desta NTC. 6 ENSAIOS 6.1 Relação dos Ensaios Para a comprovação das características de projeto, material e mão-de-obra são exigidos os seguintes ensaios: a) inspeção geral; b) verificação dimensional; c) ensaio de resistência à tração do conector; d) ensaio de resistência ao torque dos parafusos; e) ensaio de resistência ao arrancamento (conector de referência C desta NTC); f) ensaio de resistência à torção (conector de referência C desta NTC); g) ensaio de resistência ao escorregamento (conector de referência C desta NTC); h) ensaio de tração com cunha nos parafusos; i) ensaio de medição da condutividade da liga; j) ensaio de medição da espessura da camada de estanho; k) ensaio de aquecimento; l) ensaio de medição da resistência elétrica; m) ensaio de ciclos térmicos com curtos-circuitos; n) ensaio de radiointerferência; o) ensaio para determinação da composição química; p) ensaio de névoa salina; q) ensaio de dureza Brinell (conectores de compressão); r) ensaio de efeito mecânico sobre o condutor tronco; s) ensaio de corrosão sob tensão interna. Os ensaios relacionados neste item não invalidam a realização, por parte do fornecedor, daqueles que julgar necessário ao controle de qualidade do seu produto. 6.2 Classificação dos Ensaios Os ensaios previstos nesta NTC são classificados em: - ensaios de tipo; - ensaios de recebimento; - ensaios complementares de recebimento. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 9 de 24
10 6.2.1 Ensaios de tipo São os ensaios relacionados na Tabela 9 do Anexo A, a serem realizados pelo fornecedor, no mínimo em uma unidade, retirada das primeiras unidades construídas de cada lote, para verificação de determinadas características de projeto e do material. Estes ensaios devem ter seus resultados devidamente comprovados, através de relatórios de ensaios emitidos por órgãos tecnicamente capacitados, devendo o relatório de ensaio atender ao item 7.4 desta NTC. Estes ensaios devem ser realizados conforme o item 6.3 desta NTC Ensaios de recebimento São os ensaios relacionados na Tabela 9 do Anexo A, realizados nas instalações do fornecedor ou da COPEL, na presença de inspetor da COPEL, por ocasião do recebimento de cada lote. Estes ensaios devem ser realizados conforme o item 6.3 desta NTC Ensaios complementares de recebimento São os ensaios relacionados na Tabela 9 do Anexo A, realizados nas instalações do fornecedor ou em órgão tecnicamente capacitado, na presença do inspetor da COPEL, por ocasião do recebimento de cada lote. A realização destes ensaios fica a critério da COPEL. 6.3 Execução dos ensaios Os métodos de ensaio dos conectores devem obedecer o descrito a seguir e estar de acordo com as normas e/ou documentos complementares citados no item 2 desta NTC. Nota: Todos os instrumentos utilizados no laboratório para a inspeção devem ter sua calibração comprovada pela apresentação dos respectivos relatórios de calibração dentro da validade (período máximo de 24 meses), emitidos por empresa acreditada junto à Rede Brasileira de Calibração RBC Geral Antes de se iniciar os ensaios elétricos e mecânicos as partes dos condutores a serem inseridas no conector devem ser limpas com escova de cerdas de aço. Os condutores a serem utilizados nos ensaios elétricos e mecânicos devem ter formação e características conforme as NTC de Materiais de Distribuição - Padrão NTCs /36, /10 e / Os conectores de parafuso de referências C e D e os demais conectores que utilizam parafusos devem ser instalados com os torques de instalação dos parafusos indicados nas respectivas tabelas do Anexo A Os conectores de compressão de referências A e B desta NTC devem ser instalados utilizando-se a matriz adequada a cada conector conforme indicado na gravação no corpo do conector Os conectores de referência E desta NTC devem ser instalados utilizando alicate tipo bomba d'água Inspeção geral Antes de serem iniciados os ensaios, o inspetor deve verificar o ajuste e deslizamentos das porcas nos parafusos bem como verificar se os conectores de compressão, referências A, B, e C contêm partículas de liga de cobre-berílio duro, para realizar a conexão. Deve também ser verificados os seguintes requisitos, conforme NTCs Padrão: a) material; b) acabamento; c) identificação; e d) embalagem e acondicionamento. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 10 de 24
11 Constitui falha a não conformidade de qualquer uma das características verificadas com as especificadas Verificação dimensional Devem ser verificadas as dimensões correspondentes de cada conector, as dimensões dos terminais adaptadores, do barramento terminal e do estribo, bem como as dimensões dos parafusos, porcas, arruelas lisa, de pressão e da presilha e estas devem estar de acordo com as indicadas nas figuras das respectivas NTCs Padrão Ensaio de resistência à tração do conector Os conectores de referência A desta NTC devem ser ensaiados com o conector ligando os condutores de mesma seção nominal para os quais foram projetados Os conectores de referências E desta NTC devem ser ensaiados com o conector ligando os condutores de maior resistência mecânica e também os de menor seção nominal, respectivamente, para os quais foi projetado. Este ensaio deve ser realizado para todas as combinações de condutores admissíveis pelo conector Os conectores e referências C e D desta NTC, devem ser ensaiados com o conector ligando os condutores de maior e menor resistência mecânica e também os de menor e maior seção nominal, respectivamente, para os quais foram projetados, aplicando-se nos parafusos destes conectores o torque de instalação especificados nas respectivas tabelas do Anexo A. Este ensaio deve ser realizado para todas as combinações de condutores admissíveis pelo conector O conector de referência C desta NTC deve ser ensaiado aplicando-se a tração, "F1" em ambos os sentidos, não simultaneamente, conforme indicado na respectiva NTC Padrão. As trações mecânicas a serem aplicadas no ensaio são as indicadas nas respectivas tabelas do Anexo A e estas devem ser aplicadas gradualmente a uma velocidade das garras da máquina de tração de 15 a 20 milímetros por minuto por metro de distância entre garras. As trações devem ser mantidas nos valores especificados durante 1 minuto, no mínimo O terminal adaptador de referência F e o barramento terminal referência G desta NTC, devem ser ensaiados fixando-se uma das extremidades e aplicando na extremidade livre os valores de trações indicados nas respectivas tabelas do Anexo A. O comprimento livre do condutor entre o conector e a garra da máquina de tração deve ser no mínimo, de 4000mm. O valor da tração mecânica deve ser medida com uma precisão de 1% para conectores de tração total (referência A desta NTC) e de 5% para conectores de tração parcial e mínima (referências B, C, D, F e G desta NTC). O valor do torque de instalação a ser aplicado deve ser medido com uma precisão de 5%. Constitui falha se ocorrer escorregamento do condutor(es), deformação permanente ou ruptura do conector e/ou do(s) condutor(es) no trecho da conexão Ensaio de resistência ao torque dos parafusos Os conectores de aperto (referências B, C e D) e o barramento terminal (referência G) desta NTC devem ser ensaiados aplicando em seu(s) parafuso(s) os torques de ensaio indicados na Tabela 8 do Anexo A. Para o conector de referência D, quando o parafuso olhal de rosca embutida alcançar o fim da rosca no sentido desaperto, com um torque de desaperto mínimo de 1,1daNxm, não devem ser observadas as seguintes condições: - sofrer deformação permanente; - soltar a sela ou mesmo ficar sem rosca inicial para aperto. O valor do torque de ensaio aplicado deve ser medido com uma precisão de 5%. Esta medição deve ser realizada utilizando-se todas as combinações extremas de bitolas de condutores admitidos pelo conector, com exceção do conector de referência G desta NTC. Constitui falha: a) se ocorrer deformação permanente ou ruptura do conector, ou do(s) condutor(es),ou; b) se após a aplicação do torque e desmontado o conector a(s) porca(s) não deslizar(em) manualmente ao longo do(s) parafuso(s), ocasionando problemas de agarramento. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 11 de 24
12 6.3.6 Ensaio de resistência ao arranchamento Este ensaio é aplicado aos conectores de referência C desta NTC. Instala-se o conector no condutor de maior seção nominal para o qual foi projetado, aplicando em seus parafusos o torque de instalação indicado na Tabela 3 do Anexo A. A seguir aplica-se no estribo do conector o esforço de tração "F2" indicado na Tabela 3 do Anexo A, no sentido de aplicação da tração conforme indicado na figura da NTC Padrão, não devendo o conector soltar-se do condutor ou sofrer qualquer deformação permanente ou ruptura. O ensaio deve ser repetido também para o condutor de menor seção nominal admitida pelo conector. Constitui falha se ocorrer arrancamento do condutor e/ou deformação permanente ou ruptura do conector Ensaio de resistência à torção Aplica-se este ensaio ao conector de referência C desta NTC. O conector deve ficar rigidamente preso na mesa de ensaio. Instala-se o conector de referência D desta NTC, no estribo do conector com torque de aperto de 3,0 danxm aplicado no parafuso com olhal. Constitui falha se após a aplicação do torque e, sendo solto o conector de referência C da mesa de ensaio, for constatada deformação permanente ou ruptura do conector (corpo e estribo) Ensaio de resistência ao escorregamento Aplica-se este ensaio ao conector de referência D desta NTC. O ensaio deve ser executado estando o conector rigidamente preso, instalando-se a seguir o condutor de maior bitola permitido pelo conector e aplicando-se nos parafusos o torque de instalação indicado na Tabela 3 do Anexo A. O condutor deve então ser tracionado nos dois sentidos, não simultaneamente, com o esforço "F1" especificado na Tabela 3 do Anexo A, conforme indicado na Figura da NTC Padrão. O ensaio deve ser repetido utilizando-se o condutor de menor bitola admitido pelo conector. Constitui falha se ocorrer escorregamento do condutor Ensaio de tração com cunha nos parafusos Este ensaio é aplicado nos parafusos dos conectores de referências B e C, bem como nos parafusos do barramento terminal referência G desta NTC, conforme método descrito na NBR Constitui falha: a) se o(s) parafuso(s) se romper(em) antes de se alcançar a carga de tração mínima especificada nas normas mencionadas neste item; e b) se a ruptura do(s) parafuso(s) ocorrer(em) no raio de concordância com a cabeça do parafuso Ensaio de medição da condutividade da liga A medição de condutividade elétrica da liga metálica da parte eletricamente ativa do conector deve ser realizada de acordo com a norma ASTM E1004 e aplica-se a todos os conectores desta NTC. Constitui falha se os valores mínimos de condutividade especificadas nos itens a e não forem alcançados Ensaio de medição da espessura da camada de estanho Aplica-se este ensaio ao conector derivação de cunha referência E, ao terminal adaptador de referência F, ao barramento terminal, parafusos, porcas e arruelas de pressão, referência G desta NTC. As medições da espessura da camada de estanho devem atender ao especificado no item 5.2 desta NTC e ser realizada de acordo com a ASTM B545. Constitui falha o não atendimento ao item 5.2 desta NTC. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 12 de 24
13 Ensaio de aquecimento Aplica-se este ensaio a todos os conectores desta NTC Os conectores de referências A e B desta NTC devem ser ensaiados com os condutores para os quais eles foram projetados, de acordo com a sua capacidade de condução de corrente Os conectores de referências C e D desta NTC devem ser ensaiados com o conector fazendo as conexões nas seguintes combinações de condutores: - usando os condutores de menor capacidade de condução de corrente; - usando os condutores de maior capacidade de condução de corrente, porém sob a condição de que as mesmas sejam as mais próximas possíveis, entre si. A distância entre o conector e a fonte de tensão ou outro conector deve ser no mínimo de 1000 mm ou 100 vezes o diâmetro do condutor, prevalecendo o maior valor. A extremidade do condutor, quando for o caso, deve sobressair 12mm para além da borda da canaleta de contato do conector. O ensaio deve ser feito à temperatura ambiente, em local abrigado, livre de correntes de ar, aplicando-se gradualmente a corrente alternada de ensaio até se atingir o valor indicado na Tabela 10 do Anexo A, o qual deve ser mantido até a estabilização da temperatura. Devem ser medidas as temperaturas dos pontos mais quentes no conector e no condutor. No condutor este ponto esta localizado a uma distância mínima do conector igual a 50 vezes o diâmetro do condutor e não inferior a 500mm. Constitui falha o não atendimento ao item desta NTC Ensaio de medição da resistência elétrica Este ensaio deve ser aplicado a todos os conectores desta NTC. Devem ser comparadas as resistências elétricas de uma parte contínua do condutor e de um conjunto de mesmo comprimento total formado por duas partes do mesmo condutor ligadas pelo conector sob ensaio, tendo cada uma comprimento "L" igual ao valor indicado na Tabela 11 do Anexo A, de acordo com a área de seção reta do condutor. Os condutores utilizados neste ensaio devem ser o de maior e o de menor seção admitido pelo conector. Deve ser utilizada corrente contínua de intensidade inferior a um vigésimo (1/20) da corrente utilizada para o aquecimento, conforme a Tabela 10 do Anexo A. A medição deve ser efetuada com as indicações dos instrumentos devidamente estabilizados e estando as conexões e condutores à mesma temperatura do ambiente. O valor da resistência deve ser tomado como a média aritmética de duas medidas efetuadas com polaridade oposta. Constitui falha o não atendimento ao item desta NTC Ensaio de ciclos térmicos com curtos-circuitos Este ensaio deve ser aplicado a todos os conectores desta NTC. O ensaio deve ser executado de acordo com NBR 9326, sendo que as duas séries de ciclos térmicos de envelhecimento e o conjunto intercalado de curtos-circuitos devem ser definidos da seguinte forma, para qualquer conector referenciados nesta NTC: a) aplicação da 1ª série com duração de 200 ciclos térmicos; b) aplicação, a seguir, do conjunto de quatro curtos-circuitos; c) aplicação da 2ª série com a duração de 500 ciclos térmicos. A elevação de temperatura do condutor de referência em relação a temperatura ambiente, em cada período de aquecimento das duas séries de ciclos térmicos de envelhecimento, deve ser igual a 100 ± 2 C e ser mantida estabilizada neste valor pelo menos durante 15 minutos. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 13 de 24
14 O resfriamento subsequente poderá ser obtido através de resfriamento natural ou ventilação forçada, com a finalidade de se reduzir a duração de cada ciclo e deve ser prolongada até que a temperatura do condutor de referência atinja no máximo 5 C acima da temperatura ambiente. Na aplicação do conjunto de quatro curtos-circuitos, para cada um deles deve ser aplicada a corrente com densidade de 165A/mm2 para condutores de até 185mm2 de seção útil efetiva, com duração de 1 segundo. Na aplicação do primeiro curto-circuito o condutor de referência deve estar na temperatura ambiente para condutores de seção útil efetiva de até 185mm2. O intervalo de tempo entre duas aplicações sucessivas de curtos-circuitos deve ser suficiente para que a temperatura do conector atinja o máximo de 5 C acima de sua temperatura inicial de aplicação dos curtos-circuitos. Constitui falha o não atendimento ao item desta NTC Ensaio de radiointerferência Este ensaio deve ser executado conforme a CISPR/TR Constitui falha se o nível de radiointerferência medido em laboratório ultrapassar o limite estabelecido na tabela 12 do Anexo A, para a tensão de ensaio especificada Ensaio para determinação da composição química Este ensaio deve ser executado de acordo com a norma ASTM E-53 ou com a norma ASTM E-62. Constitui falha o não atendimento ao item 5.1 desta NTC Ensaio de névoa salina Os conectores desta NTC devem ser ensaiados de acordo com a NBR 8094, devendo suportar uma exposição mínima de 15 dias (360 horas). Os conectores, após esta exposição, devem apresentar as seguintes condições: a) resistir aos ensaios dos itens 6.3.4, , e desta NTC; b) estar isento de quaisquer pontos de corrosão profunda localizada em sua superfície e de manchas características distribuídas de corrosão, visíveis a olho nu, nas áreas de contato elétrico do conector. Esta verificação deve ser efetuada desfazendo-se a conexão e examinando o conector. Constitui falha o não atendimento às alíneas "a" e "b" deste item e se os valores de temperatura e resistência elétrica forem superiores aos valores encontrados nos ensaios dos itens e desta NTC Ensaio de Dureza Brinell (conectores de compressão) Este ensaio deve ser realizado conforme a NBR ISO As medições da dureza na superfície metálica dos conectores de compressão devem ser realizadas apenas naquelas áreas a serem comprimidas por ocasião da instalação desses conectores. Constitui falha se o valor da dureza encontrado não atender ao item desta NTC Ensaio do efeito mecânico sobre o condutor tronco Este ensaio deve ser executado de acordo com a norma NEMA CC3. Constitui falha se ocorrer rompimento do condutor tronco no ponto da conexão Ensaio de corrosão sob tensão interna (fendilhamento) Este ensaio deve ser executado e seu resultado avaliado de acordo com a norma ASTM B154. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 14 de 24
15 7 INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO 7.1 Generalidades A COPEL reserva-se o direito de inspecionar e ensaiar os conectores abrangidos por esta NTC, quer no período de fabricação, quer na época de embarque ou a qualquer momento que julgar necessário. O fornecedor tomará às suas expensas, todas as providências para que a inspeção dos conectores, por parte da COPEL, se realize em condições adequadas, de acordo com as normas recomendadas e com esta NTC. Assim o fornecedor deverá propiciar todas as facilidades para o livre acesso aos laboratórios, às dependências onde estão sendo fabricados os conectores em questão, ao local de embarque, etc, bem como fornecer pessoal habilitado a prestar informações e executar os ensaios, além de todos os dispositivos, instrumentos, etc, para realizá-los. O fornecedor deve avisar a COPEL sobre as datas em que os transformadores estarão prontos para inspeção, com antecedência mínima conforme segue: - 5 (cinco) dias para fornecedor nacional; - 15 (quinze) dias para fornecedor estrangeiro. O período para inspeção deve ser dimensionado pelo fornecedor, de tal forma que esteja contido nos prazos de entrega estabelecidos no Contrato de Compra. 7.2 Formação da amostra As amostras devem ser colhidas pelo Inspetor da COPEL, nos lotes prontos para embarque O tamanho da amostra para os ensaios de recebimento deve estar de acordo a Tabela 13 do Anexo A O tamanho da amostra para efetuar os ensaios complementares de recebimento será fixado pela COPEL de comum acordo com o fornecedor. 7.3 Aceitação ou Rejeição Geral A aceitação dos conectores pela COPEL, seja pela comprovação dos valores, seja por eventual dispensa de inspeção, não eximirá o fornecedor de sua responsabilidade em fornecer os conectores em plena concordância com o Contrato de Compra e com esta NTC, nem invalidará ou comprometerá qualquer reclamação que a COPEL venha a fazer baseada na exigência de conectores inadequados ou defeituosos. Por outro lado, a rejeição de conectores em virtude de falhas constatadas através da inspeção, durante os ensaios ou em virtude da discordância com o Contrato de Compra ou com esta NTC, não eximirá o fornecedor de sua responsabilidade em fornecer os conectores na data de entrega prometida. Se, na opinião da COPEL, a rejeição tornar impraticável a entrega na data prometida ou se tudo indicar que o fornecedor será incapaz de satisfazer os requisitos exigidos, a COPEL reserva-se o direito de rescindir todas as suas obrigações e adquirir os conectores em outra fonte, sendo o fornecedor considerado como infrator do Contrato de Compra, estando sujeito às penalidades aplicáveis ao caso. Critérios para aceitação ou rejeição Os critérios para aceitação ou rejeição dos lotes, quando da realização dos ensaios, são os seguintes Ensaios de recebimento: de acordo com a Tabela 13 - Anexo A Ensaios complementares de recebimento: a reprovação do conector em qualquer um dos ensaios determina a sua rejeição, não sendo permitida contraprova. Todos os conectores rejeitados nos ensaios de recebimento, integrantes de lotes aceitos, devem ser substituídos por unidade novas e perfeitas pelo fornecedor, sem qualquer ônus para a COPEL. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 15 de 24
16 Independentemente da realização de inspeção pela COPEL, o fornecedor é responsável pela qualidade e desempenho do material durante o período de GARANTIA, de acordo com as condições declaradas na Ficha Técnica. 7.4 Fornecimento O fornecimento à Copel deste material fica condicionado à avaliação de amostras e posterior homologação da Ficha Técnica do mesmo pela área de normalização da Copel Distribuição. Para maiores informações consultar a Internet no seguinte endereço: Acesso rápido Normas Técnicas - Materiais Padrão para Redes de Distribuição - Ficha Técnica Os relatórios dos ensaios a serem realizados devem ser em formulários com as indicações necessárias à sua perfeita compreensão e interpretação, conforme a seguir. Poderão ser aceitos relatórios de ensaios realizados em fábrica, acompanhados pela Copel ou não, a seu critério. Poderão ser aceitos relatórios de ensaio em órgão tecnicamente capacitado, desde que atualizados. Deve constar no mínimo: - nome do ensaio; - nome do fabricante; - número e item do contrato (se existente) da COPEL e número da ordem de fabricação do fabricante; - data e local dos ensaios; - identificação e quantidade dos conectores submetidos a ensaio; - descrição sumária do processo de ensaio indicando as constantes, métodos e instrumentos empregados; - valores obtidos no ensaio; - sumário das características (garantidas versus medidas); - atestado dos resultados, informando de forma clara se o conector ensaiado passou ou não no referido ensaio. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 16 de 24
17 ANEXO A NOTA: Nas tabelas a seguir, considerar: (a) valores para resistência à tração conforme NBR 11788:2016 item 5.3.1; (b) as correntes indicadas correspondem a uma elevação de temperatura do condutor de 30 C sobre uma temperatura ambiente de 40 C, medida após estabilização da temperatura; velocidade do vento 0,55km/h. TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DA LUVA DE EMENDA TRAÇÃO TOTAL PARA CONDUTORES DE COBRE NTC CÓDIGO COPEL SEÇÃO (mm 2 ) (REFERÊNCIA A) APLICAÇÃO EM CONDUTORES DE COBRE DIÂMETRO "a" - ENVOLTÓRIA DO CONDUTOR A SER APLICADO (mm) DIMENSÃO "C" (MÍNIMA) (mm) RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) (a) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) (b) fio 16 4,50 ± 0,04 66±1, ,50 ± 0,15 102±1, ,35 ± 0,21 178±2, ,50 ± 0,29 200±2, OBS.: 1) As compressões devem ser sempre executadas do centro da luva para as extremidades, girando-se a ferramenta de 90 a cada compressão. 2) Verificar no corpo do conector a indicação de matriz apropriada para a compressão. TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO EM LIGA DE COBRE FUNDIDO NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL CONDUTORES DE COBRE (mm 2 ) APLICAÇÃO DIÂMETROS MÍNIMO E MÁXIMO A SEREM APLICADOS (mm) (REFERÊNCIA B) TIPO NÚMERO DE FUROS TORQUE DE INSTALAÇÃO DOS PARAFUSOS (danxm) RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) ,60-4,90 ISOLADO ,35-7,65 NU ,80-8,30 ISOLADO ,80-8,30 ISOLADO , ,15-10,56 NU ,21-14,79 NU ,40-13,20 ISOLADO ,40-13,20 ISOLADO OBS.: 3) Verificar no corpo do conector a indicação de matriz apropriada para a compressão. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 17 de 24
18 TABELA 3 - CARACTERÍSTICAS DO ADAPTADOR ESTRIBO DE PARAFUSO PARA CONDUTORES DE COBRE (REFERÊNCIA C) NTC CÓDIGO COPEL (mm 2 ) CONDUTORES DE COBRE APLICAÇÃO DIÂMETRO DA ENVOLTÓRIA DO MENOR AO MAIOR CONDUTOR APLICÁVEL (mm) (mm 2 ) ESTRIBO (COBRE) DIÂMETRO DA ENVOLTÓRIA (mm) TORQUE DE INSTALAÇÃO DO PARAFUSO (danxm) RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO DE ARRANCAME NTO F1 e F2 (dan) (a) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) (b) a 50 4,07 a 9, ,0 a 9, , a ,14 a 14, ,9 a 13, TABELA 4 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA EM LIGA DE COBRE NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL TRONCO ESTRIBO (mm 2 ) (REFERÊNCIA D) A P L I C A Ç Ã O DERIVAÇÃO (PRESILHA) CONDUTORES DE COBRE (mm 2 ) RESITÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) (a) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) (b) a JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 18 de 24
19 TABELA 5 - CARACTERÍSTICAS DO CONECTOR DERIVAÇÃO DE CUNHA (REFERÊNCIA E) APLICAÇÃO NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL CONDUTOR DE COBRE (MM 2 ) OU ALUMÍNIO (AWG) REDE DE B.T. CABO PARA ALIMENTAÇÃO SUBTERRÂNEA I.P. CABO DE COBRE ISOLADO RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR DE COBRE ISOLADO, RAMAL DE ENTRADA CABO OU FIO DE COBRE ISOLADO AMPACTINHO (TIPO) RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) mm 2 ou AWG mm 2 mm 2 mm 2 ou AWG mm VIII / VII / / VI IV ou ou III , II I 155-1, f/c1,5 - A /0 - f/c f/c1,5 - - C f/c10 f/c f/c1, /0 - f/c16 f/c16 - D / L , JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 19 de 24
20 NOTA: - Combinações de ligações possíveis desta tabela: colunas 3 e 4 com coluna 5 colunas 3 com coluna 6 coluna 6 com colunas 7 TABELA 6 TERMINAL ADAPTADOR PARA BAIXA TENSÃO DE TRANSFORMADOR NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL (REFERÊNCIA F) APLICAÇÃO TRANSFORMADOR TRIFÁSICO RESISTÊNCIA MÍNIMA À TRAÇÃO (dan) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) E 45 KVA E 112,5 KVA TABELA 7 BARRAMENTO TERMINAL PARA BAIXA TENSÃO DE TRANSFORMADOR DE 225 A 500KVA (REFERÊNCIA G) NTC PADRÃO CÓDIGO COPEL A P L I C A Ç Ã O NÚMERO DE PARAFUSOS TORQUE DE INSTALAÇÃO A SER APLICADO NOS PARAFUSOS (danxm) CAPACIDADE MÍNIMA DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (A) BAIXA TENSÃO DE TRANSFORMADORES DE 225 A 500kVA 4 4, TABELA 8 - TORQUE DE ENSAIO DOS PARAFUSOS DE BRONZE PARAFUSO TORQUE (danxm) M10 3,6 M12 5, OBS.: 4) Este torques são os torques de instalação dos parafuso estabelecidos no Anexo A Tabelas 3 a 6 e 9 desta NTC, acrescidos de mais vinte por cento destes valores. JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 20 de 24
21 TABELA 9 - RELAÇÃO DOS ENSAIOS DE TIPO, RECEBIMENTO E COMPLEMENTARES DE RECEBIMENTO ITEM TIPO RECEBIMENTO COMPLEMENTARES 1 INSPEÇÃO GERAL X X - 2 VERIFICAÇÃO DIMENSIONAL X X - 3 DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS ENSAIO DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DO CONECTOR ENSAIOS X X ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO TORQUE DOS PARAFUSOS ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO ARRANCAMENTO (CONECTOR DE REFERÊNCIA "D" DESTA NTC) ENSAIO DE RESISTÊNCIA À TORÇÃO (CONECTOR DE REFERÊNCIA "D" DESTA NTC) ENSAIO DE RESISTÊNCIA AO ESCORREGAMENTO (CONECTOR DE REFERÊNCIA "D" DESTA NTC) X X - X X - X X - X X - 8 ENSAIO DE TRAÇÃO COM CUNHA NOS PARAFUSOS X X - 9 ENSAIO DE MEDIÇÃO DA CONDUTIVIDADE DE LIGA X X - 10 ENSAIO DE MEDIÇÃO DA ESPESSURA DA CAMADA DE ESTANHO X X - 11 ENSAIO DE AQUECIMENTO X X - 12 ENSAIO DE MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA ELÉTRICA X X - 13 ENSAIO DE CICLOS TÉRMICOS COM CURTOS- CIRCUITOS X - X 14 ENSAIO DE RADIOINTERFERÊNCIA X - X 15 ENSAIO PARA DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA X - X 16 ENSAIO DE NÉVOA SALINA X - X ENSAIO DE DUREZA BRINELL (CONECTORES DE COMPRESSÃO) ENSAIO DE EFEITO MECÂNICO SOBRE O CONDUTOR TRONCO X X - X X - 19 ENSAIO DE CORROSÃO SOB TENSÃO INTERNA X - X JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 21 de 24
22 TABELA 10 - CORRENTES PARA O ENSAIO DE AQUECIMENTO CONDUTORES SEÇÃO NOMINAL (mm²) CORRENTE (A) NOTAS: - As corrente indicadas correspondem a uma elevação de temperatura do conector de 30 C sobre uma temperatura ambiente de 40 C, medida após estabilização da temperatura, em local abrigado (laboratório). - Os valores de corrente estão calculados na base de condutividade 98% IACS para o cobre a 20 C. - A velocidade do vento para o dimensionamento da corrente foi considerada em 0,55 km/h, que corresponde ao efeito da convecção vertical natural, causada pelo aquecimento do condutor, dentro do laboratório. - O fator de emissividade superficial para condutores novos foi definido em 0,35. TABELA 11 - COMPRIMENTO "L" DE ACORDO COM A SEÇÃO RETA DO CONDUTOR SEÇÃO DO CONDUTOR (mm²) > 25 > 50 > 120 > 240 > 400 > L (mm) TABELA 12 - LIMITE DE TENSÃO PARA O ENSAIO DE RADIOINTERFERÊNCIA TENSÃO MÁXIMA DE OPERAÇÃO DO SISTEMA (kv - EFICAZ) TENSÃO APLICADA NO ENSAIO (kv) RADIOINTERFERÊNCIA TENSÃO MÁXIMA REFERIDA A 300Ω- 1MHz - (µv) 13,8 8, ,5 21, JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 22 de 24
23 TABELA 13 - PLANO DE AMOSTRAGEM E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO TAMANHO DO LOTE Ac Re amostra Ac Re seqüência tamanho seqüência tamanho seqüência tamanho até a a a a a INSPEÇÃO GERAL - VERIFICAÇÃO DIMENSIONAL dupla, nível II, NQA 1,0% dupla, nível S4, NQA 1,0% dupla, nível S3, NQA 1,5% simples, nível S3, NQA 2,5% amostra 1ª ª ª ª RESISTÊNCIA À TRAÇÃO - RESISTÊNCIA AO TORQUE - EFEITO MECÂNICO SOBRE O CONDUTOR TRONCO ª ª ª ª DUREZA - AQUECIMENTO - RESISTÊNCIA ELÉTRICA - ESPESSURA DA CAMADA DE ESTANHO amostra ª ª ª ª ª ª ª ª ª ª ª ª TRAÇÃO COM CUNHA NOS PARAFUSOS Ac Re amostra Ac Re NOTAS: - A c: número de conectores defeituosos que ainda permite aceitar o lote. - R e: número de conectores defeituosos que implica na rejeição do lote. - Para a amostragem dupla o procedimento deve ser o seguinte: ensaia-se um número inicial de unidades igual ao da primeira amostra obtida na Tabela 13. Se o número de unidades defeituosas encontrado estiver compreendido entre A c e R e (excluindo estes valores), deve-se ensaiar a segunda amostra. O total de unidades defeituosas encontrado após ensaiadas as duas amostras, deve ser igual ou inferior ao maior A c especificado. - A amostra dos parafusos para o ensaio de tração com cunha nos parafusos deve ser constituída retirando-se aleatoriamente, um parafuso de cada conector pertencente ao lote. TABELA 14 - CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ELÉTRICO DA COPEL TENSÃO NOMINAL DO SISTEMA 13,8 kv 34,5 kv TENSÃO MÁXIMA DE OPERAÇÃO DO SISTEMA (FASE-FASE) 13,8 kv 34,5 kv NEUTRO ATERRAMENTO POR REATÂNCIA: MULTIATERRADO: TENSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL FASE-TERRA EM CASO DE FALTA 15 kv 27 kv NÍVEL DE ISOLAÇÃO DO ISOLADOR (NBI) 95 kv 125 kv POTÊNCIA MÁXIMA DE CURTO-CIRCUITO DO SISTEMA 250 MVA 500 MVA JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 23 de 24
24 ANEXO B - CONFIGURAÇÃO DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DA COPEL a) SISTEMA 13,8kV - Sistema de Neutro Isolado, aterrado através de Reator ou Transformador Trifásico de Aterramento para proteção contra faltas fase-terra, sendo permitida apenas a ligação de transformador de distribuição monofásicos entre fases e de trifásicos em triângulo. b) SISTEMA 34,5kV - Sistema de Neutro Aterrado conforme configuração abaixo, sendo os transformadores de distribuição monofásicos ligados entre fase e terra e os trifásicos em estrela aterrada. FIGURA 1 FIGURA 1 JUNHO/2017 DPLD/VNTD NTC Página 24 de 24
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
26 / 04 / 2013 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para grampo de linha viva utilizado nas Redes de Distribuição Aéreas da Companhia
SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0072 EMENDAS E TERMINAIS UNIPOLARES
SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0071 FUSÍVEIS TIPO NH DE BAIXA TENSÃO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CONECTOR GRAMPO DE LINHA VIVA GLV 100 E 400 AMPÉRES - CLASSE 15 kv
EMD-.035 1/5 Conector Grampo de Linha Viva - GLV 400 Ampéres - Desenho orientativo - NOTA: Pequenas variações de forma, nas partes não cotadas, são admissíveis, desde que mantidas as características mecânicas
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO
EMD-.034 1/5 Alça Estribo para Conector Grampo de Linha Viva-GLV 100 Ampéres - Desenho orientativo - CÓDIGO CEB 32020052 EMD-.034 2/5 Alça Estribo Conector Grampo de Linha Viva-GLV - 400 Ampéres - Desenho
CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA
CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO - CERTA : 1. APLICAÇÃO: O Conjunto CERTA é aplicado no abrigo de emenda de cabos aéreos com condutores
Caixa para Medidor Monofásico
N O Data Revisões Visto Vanderlei Robadey Aprov. Antônio C.Alves Página 1 de 6 75± 75±5 N O Data Revisões Visto Vanderlei Robadey Aprov. Antônio C.Alves Página 2 de 6 N O Data Revisões Visto Vanderlei
SUMÁRIO. CÓDIGO: ETD DATA DE VIGÊNCIA: 20/07/2009 TÍTULO: Parafuso Cabeça Sextavada VERSÃO NORMA: 1.0
SUMÁRIO ETD 001.005.001 PARAFUSO COM ROSCA TOTAL E CABEÇA SEXTAVADA... 2 1. Objetivo... 2 2. Normas e documentos complementares... 2 3. Características Específicas... 2 3.1 Material... 2 3.2 Acabamento...
3 REFERÊNCIAS 4 DISPOSIÇÕES GERAIS
Elaborador: Mário Sérgio de Medeiros Damascena ET - 05.117.01 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de pino de isolador para utilização
Cabo não seccionado que é ligado ao BMI através de cabo derivação.
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0061 BARRAMENTO MÚLTIPLO ISOLADO
Conector Bimetálico para Condutor Concêntrico de Alumínio
TIPO 1 Tabela 1 Item Seção do condutor (mm²) Diâmetro Condutor (mm) Dimensões (mm) A (máx.) B C Código 1 6 3,1 6790664 2 10 4,1 7,93 0,05 20 1,0 18 1,0 6797691 3 16 5,1 6797692 Nº Data Revisões Aprov.:
Caixa para medidor polifásico
FIRUGA 1: CAIXA COM TAMPA 252 VISTA SUPERIOR 132 74 A 385 PRÉ-FURO Ø5 48 A Ø2 FURO PARA LACRE MÍN. 10,5 15 LUVA W1/4 VISTA LATERAL ESQUERDA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL DIREITA 35 39 51 VISTA INFERIOR Código
Caixa concentradora de disjuntores
FIGURA 1 - CAIXA COM TAMPA 532 15 4 2,5 162 120 42 DETALHE 1 VISTA SUPERIOR DETALHE 2 49 ALINHAMENTO ENTRE A JANELA PARA DISJUNTOR E O TRILHO PARA DISJUNTOR TAMPA DA JANELA PARA DISJUNTOR JANELA VENEZIANA
Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/7
Número: EMP-82301 Rev.: 0 Fl. 1/7 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO 0 11/06/2013 Emissão inicial Sebastião Carvalho Engª de Produto Daniel Pedrosa Engª de Processo Número: EMP-82301 Rev.:
Nas exigências de um determinado material deve prevalecer, respectivamente, o exigido:
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0048 EQUIPAMENTOS 1/16 1. FINALIDADE
Rua: Tenente Antônio João, Bom Retiro Joinville - Santa Catarina Fone/Fax: (47)
www.joarp.com.br Rua: Tenente Antônio João, 2405 - Bom Retiro 89223-100 - Joinville - Santa Catarina Fone/Fax: (47) 3473-0281 2 CONECTORES TIPO CUNHA PARA DERIVAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO FERRAGENS ELÉTRICA CARACTERÍSTICAS
Condutor de cobre nu
Item Seção nominal (mm²) Nº mín. de fios Formação Diâm. nom. (mm) Classe Diâm. nom. (mm) Corrente nominal (1) (A) Têmpera Peso nominal (kg/km) 1 6 1 2,8 1A 2,8 77 meio dura 54,7 2 10 1 3,55 1A 3,55 103
DISPOSITIVO PARA FIXAÇÃO DA LINHA DE VIDA - GANCHO
1. Objetivo Esta especificação tem por objetivo estabelecer a padronização e as características mínimas do dispositivo para fixação da linha de vida - tipo gancho - nos trabalhos de redes e linhas de distribuição.
[1] NBR 5426:1989 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
17 / 05 / 2012 1 de 8 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para o parafuso de cabeça abaulada utilizado nas Redes de Distribuição da CEMAR.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
18 / 02 / 2014 1 de 8 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padronizam as dimensões e as características mínimas exigíveis para a haste de aterramento e acessórios utilizados nas Redes de Distribuição,
Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/7
Número: EMP-84130 Rev.: 0 Fl. 1/7 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO 0 05/05/2016 Emissão inicial F. Barbosa Eng. Produto J. Marcondes Eng. Produto Número: EMP-84130 Rev.: 0 Fl. 2/7 1 - OBJETIVO
ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CORDOALHA DE AÇO
ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CORDOALHA DE AÇO Código ETD-00.010 Data da emissão 24.11.1986 Data da última revisão 31.03.2008 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições 4 Condições
Ferragem de rede aérea que se fixa numa superfície, em geral a face superior de uma cruzeta, na qual, por sua vez, é fixado um isolador de pino.
26 / 07 / 2011 1 de 10 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do pino de isolador para utilização nas Redes de Distribuição da CEMAR. 2 CAMPO
SUMÁRIO Pág. 1. Objetivo Referências Condições gerais Geral Condições de serviço Garantia Acondicionamento 2
SUMÁRIO Pág. 1. Objetivo 1 2. Referências 1 3. Condições gerais 1 3.1 Geral 1 3.2 Condições de serviço 1 3.3 Garantia 2 3.4 Acondicionamento 2 DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS 02.118-CONEM-003 ND-2.6
SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0049 ISOLADORES 1/19 1. FINALIDADE
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
01 / 04 / 2013 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padronizam as dimensões e as características mínimas exigíveis para a haste de aterramento e acessórios utilizados nas Redes de Distribuição,
Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado, para gabiões
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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
26 / 07 / 2013 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de suporte L para fixação de Chave Fusível e para-raios em cruzeta para utilização
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ETD - 07 CRUZETA DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO E PADRONIZAÇÃO EMISSÃO: julho/2003 REVISÃO: janeiro/2004 FOLHA : 1 / 7 OBS : 1 Dimensões
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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
03 / 04 / 2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para parafuso tipo J utilizado na fixação de células capacitivas na montagem de
Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do engate garfo-garfo para utilização nas Subestações da CEMAR.
09 / 05 / 2011 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do engate garfo-garfo para utilização nas Subestações da CEMAR. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO
Número: EMP Rev.: 1 Fl. 1/10
Número: EMP-81193 Rev.: 1 Fl. 1/10 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO Emissão inicial, em substituição ao 0 28/10/2015 documento EMP-81193 Rev.34. Alteração do modelo do documento e Sebastião
ETD CONECTOR DERIVAÇÃO DE CUNHA
Projeto: setembro de 2008 Palavras Chave: Conector; Rede de Distribuição Cooperativas Filiadas a FECOERGS: CELETRO Cachoeira do Sul CERFOX Fontoura Xavier CERILUZ Ijuí CERMISSÕES Caibaté CERTAJA Taquari
Manual Técnico de Distribuição
ESPECIFICAÇÃO ESP CRUZETA DE CONCRETO PARA REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO revisão vigência aprovação Julho/01 Agosto/98 DDPP Página 1 1 OBJETIVO Esta especificação fixa as condições exigíveis que devem ser
Dispositivo metálico que exerce função mecânica e/ou elétrica em uma linha aérea.
10 / 05 / 2011 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do engate concha olhal 90º para utilização nas Subestações da CEMAR. 2 CAMPO DE
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44/81 3. Deverão ser afixadas, com parafusos, placas identificando as chaves-facas com os dizeres FONTE, CARGA e BY PASS ; 4. Todos os reguladores de tensão deverão ser solidamente conectados ao neutro
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26 / 07 / 2013 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de Suporte de Topo Para Isolador Pilar para utilização nas Redes de Distribuição
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28/06/2005 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para manilhasapatilha utilizada nas Redes de Distribuição da Companhia Energética do
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
10 / 04 / 2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para cabos de potência isolado 0,6/1kV utilizados nas Redes de Distribuição da Companhia
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