TATIANA FERRARA BARROS

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1 TATIANA FERRARA BARROS

2 TATIANA FERRARA BARROS

3 Prefácio Frequentando diversas lojas do varejo farmacêutico, conversando com proprietários, farmacêuticos e profissionais do setor, notei que existem muitas dúvidas em relação aos termos e siglas utilizados no dia a dia das farmácias e drogarias. Além disso, o ramo chama a atenção de pessoas que não têm experiência na área, mas gostariam ou têm interesse em conhecê-la. Este livro apresenta as definições existentes na legislação, dicionários e jargões utilizados no setor com o objetivo de sanar essas dúvidas e para que os profissionais adquiram maior conhecimento e propriedade ao utilizá-los. Os termos foram definidos de forma simples para que mesmo os leigos possam compreendê-los. O livro está organizado como um dicionário, pela ordem alfabética de termos, seguido pela sigla, quando houver, e por fim a definição e aplicação, permitindo consultas rápidas. Foram reunidos mais de 200 termos das mais diversificadas áreas, como a farmacêutica, marketing, contábil, logística e administração de empresas com aplicação na área de varejo farmacêutico. [email protected] DICIONÁRIO DE TERMOS DO VAREJO FARMACÊUTICO 9

4 AAa A Absorção é a passagem da substância do local de administração, através de membranas, para a circulação. Ácido glicólico provoca um aumento da deposição de colágeno na derme. Suas reações são mais leves que o ácido retinoico mas menos eficientes. Não é indicada exposição solar durante o seu uso, mas tem menos complicações que o ácido retinoico. Pode ser usado associado com o ácido retinoico e a vitamina C, para aumentar os efeitos e diminuir possíveis reações por se utilizar uma quantidade menor de cada produto, porém esta associação só pode ser efetuada por médicos. É apresentado em várias concentrações. Ácido hialurônico substância presente no organismo de todos os animais, encontra-se em todos os órgãos do nosso corpo, em diferentes proporções, sendo que a pele contém 56% do total. No organismo, esta substância é responsável pelo volume da pele, forma dos olhos e lubrificação das articulações, sendo normalmente produzido e degradado. Como método terapêutico, pode ser obtido a partir de animais ou a partir da fermentação de bactérias. Há algumas apresentações sintéticas de ácido hialurônico que são utilizadas em medicina de reabilitação e medicina estética. Ingrediente muito usado pelas indústrias de cosméticos e dermocosméticos em cremes anti-idade. Ácido retinoico também chamado de vitamina A ácida, o retinoico revolucionou os tratamentos de rejuvenescimento pela comprovada atuação na renovação celular e na formação de novas fibras de colágenos e elastina. Acondicionamento primário é a forma de embalagem que está em contato direto com o medicamento. Aditivo substância adicionada aos medicamentos, produtos dietéticos, cosméticos, perfumes, produtos de higiene e similares, com a finalidade de impedir alterações, manter, conferir ou intensificar seu aroma, cor e sabor, modificar ou manter seu estado físico geral ou exercer qualquer ação exigida para a tecnologia de fabricação. 10

5 ADV Advertências e precauções instruções sobre medidas antecipadas ou avisos que favorecem o uso correto, prudente e seguro do medicamento para prevenir agravos à saúde e que podem indicar a limitação do uso do medicamento, mas que, não necessariamente, o contraindiquem. Aferição de glicemia capilar procedimento realizado com objetivo de verificar e monitorar a quantidade de açúcar no sangue das pessoas. Esse método não diagnostica o Diabetes. Aferição de pressão arterial procedimento realizado com o objetivo de verificar e monitorar a pressão arterial das pessoas. Esse método não diagnostica a Hipertensão Arterial. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia sob regime especial, ou seja, uma agência reguladora caracterizada pela independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes durante o período de mandato e autonomia financeira. Foi criada pela Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de Está vinculada ao Ministério da Saúde. A gestão da Anvisa é responsabilidade de uma Diretoria Colegiada, composta por cinco membros. Dentre as funções da Anvisa destacam-se as seguintes com interesse para o varejo farmacêutico: aplicar as penalidades previstas em lei; coordenar e executar o controle da qualidade de bens e produto; estabelecer, coordenar e monitorar os sistemas de vigilância toxicológica e farmacológica; proibir a fabricação, a importação, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de produtos e insumos, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde; interditar, como medida de vigilância sanitária, os locais de fabricação, controle, importação, armazenamento, distribuição e venda de produtos e de prestação de serviços relativos à saúde, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde; conceder registros de produtos; administrar e arrecadar a taxa de fiscalização de vigilância sanitária; estabelecer normas, propor, acompanhar e executar as políticas, as diretrizes e as ações de vigilância sanitária; autorizar o funcionamento de empresas. Os seguintes produtos são de responsabilidade da Anvisa: medicamentos de uso humano, suas substâncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias; alimentos, inclusive bebidas, águas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares, limites de contaminantes orgânicos, resíduos de agrotóxicos e de medicamentos veterinários; cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes; saneantes destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos; conjuntos, reagentes e insumos destinados a diagnóstico; equipamentos e materiais médico-hospitalares, odontológicos e hemoterápicos e de diagnóstico laboratorial e por imagem; imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados; órgãos, tecidos humanos e veterinários para uso em transplantes ou reconstituições; radioisótopos para uso diagnóstico in vivo e radiofármacos e produtos radioativos utilizados em diagnóstico e terapia; cigarros, cigarrilhas, charutos e qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco; quaisquer produtos que envolvam a possibilidade de risco à saúde, obtidos por engenharia genética, por outro procedimento ou ainda submetidos a fontes de radiação. Alimento funcional trata-se de alimento seguro para consumo sem supervisão médica que, além das funções nutritivas básicas, quando consumido como parte da dieta usual produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos benéficos que previnem problemas de saúde. DICIONÁRIO DE TERMOS DO VAREJO FARMACÊUTICO 11

6 Conheça os livros Contento Atender Bem Dá Lucro Manual para os primeiros passos da formação profissional de um balconista, abrangendo desde fatores psicológicos até técnicas de vendas. Silvia Osso Gestão por Categorias Roteiro completo sobre as principais definições, benefícios e desafios da prática, além de dicas sobre como elaborar um planograma das categorias de higiene pessoal e beleza. Alessandra Lima Dicionário de Termos do Varejo Farmacêutico Mais de 200 termos de áreas, como a farmacêutica, marketing, contábil, logística e administração de empresas com aplicação no varejo farmacêutico. Gestão de Resíduos Como classificar, acondicionar e lidar com resíduos em farmácias e drograrias. Administração de Recursos Humanos para Farmácias Manual para facilitar e simplificar as ações dos farmacistas que precisam pôr em prática diversos conhecimentos de recursos humanos. Silvia Osso Programa prático de marketing para farmácias Apresenta, de forma prática e objetiva, informações básicas para melhor utilização do marketing em farmácias. Silvia Osso Fisiologia da Pele Conhecimentos básicos para atendimento no varejo: trata da fisiologia, seguido por patologias, envelhecimento e ativos cosméticos e dermocosméticos. Patologia da Pele Facilita o entendimento dos mecanismos de cada problema de pele e suas causas, a fim de orientar o profissional do varejo durante o atendimento. Cosméticos e Dermocosméticos na Farmácia Conhecimentos para o ponto de venda sobre uma categoria fundamental para o varejo. RDC 44/2009 Passo a passo de como implementar as novas regras de boas práticas farmacêuticas para dispensação e comercialização de produtos e prestação de serviços em farmácias. Logística Farmacêutica Geral Análise geral dos processos de logística dentro do setor farmacêutico. Saulo de Carvalho Junior, Sonja Helena M. Macedo e colaboradores Boas práticas de armazenagem, distribuição e transporte de medicamentos Métodos necessários para compreender e implementar as Boas Práticas de Armazenagem, Distribuição e Transporte de Medicamentos no Brasil. Gustavo Franco de Godoy compre pela internet ou ligue (11)

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