Multimedidores. Manual de uso
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- Gabriel Henrique Morais de Caminha
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1 Multimedidores Manual de uso Conexões elétricas Utilização do teclado Software de configuração Protocolo de comunicação Modbus RTU Dados Técnicos Dimensional
2 Indíce 1. Alimentação Auxiliar Esquema de ligações Conexões na rede Conexões das saídas digitais Conexões das saídas analógicas (MGE SA) Comunicação Configuração Básica Local Configuração do multimedidor IDM Configuração dos multimedidores MGE e IDM Software IBIS_cnf Configuração Básica Configurar saídas digitais Memória de massa Configurar saídas analógicas Leitura de através de software supervisório Fatores de conversão Problemas comuns O instrumento não liga O instrumento não registra valores Os instrumento apresenta valores incoerentes O instrumento não comunica corretamente O instrumento apresenta valores errados de energia Dados Técnicos Multimedidores para montagem em porta de painel Multimedidores para montagem em trilho DIN Dimensões e diagramas de conexões IDM MGE G IDM MGE G3 SA ETE 30, ETE 50 e ETE ETE
3 Para garantir o correto funcionamento do instrumento devem-se seguir os esquemas de ligações e as informações deste documento. 1. Alimentação Auxiliar Para o funcionamento do instrumento deve-se alimentar o instrumento com a tensão de alimentação correta (terminais 13 e 14), conforme está indicado na etiqueta do instrumento. Recomenda-se a conexão do terminal de terra (12) para proteção, porém ele não é obrigatório. Figura 1 Conexão Alimentação Auxiliar Atenção: Alimentar o instrumento fora dos limites especificados poderá danificá-lo. 2. Esquema de ligações 2.1- Conexões na rede Antes de qualquer conexão deve-se certificar que os valores de tensões e correntes da rede em que o multimedidor será instalado estão dentro dos limites especificados na etiqueta do instrumento. Figura 2 - Esquema de ligações para os multimedidores MGE, IDM 144, ETE 30, ETE 50 e ETE 60 3
4 Atenção: A conexão de sinais fora dos limites especificados poderá danificá-lo permanentemente.( Verifique item 8 deste manual para informaçõe sobre os limites) O aterramento dos Transformadores de Corrente (TC) constitui uma proteção adicional para o sistema, porém não é obrigatório. Quando realizada deve-se aterrar os terminais 3, 6 e 9 do multimedidor ou os terminais S2 dos TCs Sistema Trifásico desequilibrado com 3 Tcs (verificar a polaridade dos TCs e o terminal de aterramento) Fase 1: Entrada de tensão terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 3 (S2) Fase 2: Entrada de terminal 5 Entrada de corrente terminais 4 (S1) e 6 (S2) Fase 3: Entrada de terminal 8 Entrada de corrente terminais 7 (S1) e 9 (S2) Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema Trifásico desequilibrado com 2 Tcs (verificar a polaridade dos TCs) Fase 1: Entrada de tensão terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 4 (S2) Fase 2: Entrada de tensão terminal 5 Fase 3: Entrada de tensão terminal 8 Entrada de corrente terminais 6A (S1) e 9 (S2) Jumper de ligação 1: Entre os terminais 3 e 6 Jumper de ligação 2: Entre os terminais 4A e 7 Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema Trifásico esequilibrado com 1 TC (verificar a polaridade do TC) Fase 1: Entrada de terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 4 (S2) Fase 2: Entrada de terminal 5 Fase 3: Entrada de terminal 8 Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema monofásico Fase 1: Entrada de tensão terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 e 3 Neutro: Terminal 11 4
5 Figura 3 - Esquema de ligações para os multimedidores MGE G3 AS, IDM 96 e ETE 300 Sistema Trifásico desequilibrado com 3 TCs (verificar a polaridade dos TCs) Fase 1: Entrada de tensão terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 3 (S2) Fase 2: Entrada de terminal 5 Entrada de corrente terminais 4 (S1) e 6 (S2) Fase 3: Entrada de terminal 8 Entrada de corrente terminais 7 (S1) e 9 (S2) Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema Trifásico desequilibrado com 2 TCs (verificar a polaridade dos TCs) Fase 1: Entrada de terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 4 (S2) Fase 2: Entrada de terminal 5 Fase 3: Entrada de terminal 8 Entrada de corrente terminais 7 (S1) Jumper entre S2 do TC da Fase 1 e S2 do TC da Fase 2 e o terminal 4. Jumper entre os terminais 3, 6 e 9 Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema Trifásico equilibrado com 1 TC (verificar a polaridade do TC) 5
6 Fase 1: Entrada de terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 3 (S2) Fase 2: Entrada de terminal 5 Fase 3: Entrada de terminal 8 Jumper de ligação 1: Entre os terminais 3 e 6 Jumper de ligação 2: Entre os terminais 4A e 7 Neutro: Terminal 11 (Este terminal não deve ser conectado no caso da utilização de 2 TPs) Sistema monofásico Fase 1: Entrada de tensão terminal 2 Entrada de corrente terminais 1 (S1) e 3 (S2) Neutro: Terminal Conexões das saídas digitais As saídas digitais são do tipo coletor aberto, a tensão máxima permitida no coletor é de 24Vcc / 20mA, faça as conexões conforme as figuras abaixo. Deve-se utilizar um relé de interface para acionar a carga. Para configurar as saídas digitais verifique o item 5.2. Figura 4 Esquema de ligação das saídas digitais para o MGE G3 SA Figura 5 Esquema de ligação das saídas digitais para o MGE e ETE Os relés podem ser substiuidos por cargas como lampâdas, LEDs, etc, desde que possuam uma tensão de até 24VCC e uma corrente de até 20mA. 6
7 2.3- Conexões das saídas analógicas (MGE SA) Tabela 1 Conexão Saídas Analógicas Terminal Descrição 71 Saída Saída 1-73 Saída Saída 2-75 Saída Saída 3-77 Saída Saída 4-7
8 3. Comunicação Para a comunicação através da interface RS 485 é importante certificar que os terminais A e B estejam conectados corretamente em todos os elementos da rede. Certifique-se também se todos os elementos da rede possuem a mesma configuração de baud rate e formato do byte e não existam endereços repetidos. O comprimento máximo da rede é de 1200m, é recomendada a instalação de resistores nos extremos da rede, conforme a figura 4. Recomenda-se a utilização de cabos com shield aterrando apenas um dos extremos da malha. Para rede com comprimento superior a 1200m ou com mais de 31 instrumento deve-se utilizar repetidor de sinal. Figura 6 Conexão RS485 8
9 4. Configuração Básica Local Este tópico apresentará a configuração básica do multimedidores, para mais informações acesse o manual do multimedidor no CD que acompanha o aparelho. Para que o aparelho meça corretamente é preciso configurar os seguintes parâmetros: Corrente Primária do TC Tensão Primária do TP (Somente quando o instrumento estiver conectado através de TP) Tensão Segundária do TP (Somente quando o instrumento estiver conectado através de TP) Tipo de rede Campo de Energia Para a comunicação é preciso configurar os seguintes parâmetros: Endereço do instrumento Baud Rate Formato do byte Teclado Tecla LOOP: Acessa o menu para configurar o aparelho Tecla Avançar: Altera a tela de medição ou altera parâmetro de configuração (somente no modo de configuração com a senha habilitada) Tecla Retornar: Altera a tela de medição ou altera parâmetro de configuração (somente no modo de configuração com a senha habilitada) Tecla Confirma a configuração Figura 7 Teclado Multimedidor 4.1-Configuração do multimedidor IDM 96 Indicações Apertando-se a tecla ou permitirá a varredura das indicações (Corrente, Tensão de linha,tensão de fase, Potência Ativa,Potência Reativa, Potência Aparente, Fator de Potência e Energia )das 3 fases, Potência Ativa total (Pt), Potência Reativa total (Qt), Fator de potência total (FPt), Potência Aparente (St), Energia Ativa consumida (E), Demanda de potência ativa (DPt),Frequência ( F ). Os LEDs indicam a unidade da grandeza medida (V, A, W) e a ordem de Grandeza (K, M, G). Verificar configurações 9
10 Para verificar as configurações deve-se acessar o menu através da tecla LOOP. Logo após, pressione a tecla na opção Cnf. Configurar (Cnf) Esta opção permite acessar e modificar os parâmetros do multimedidor. Corrente Primária (IP) Tensão Primária (UP) Tensão Secundária (US) Tipo de Rede (tr) Campo de Energia (CE) Baud Rate (br) Endereço do Instrumento (End) Reset das energias (re) Para alterá-los é necessário habilitar a senha. Habilitar Configuração Local (Snh) Através da tecla LOOP acesse a opção Snh e confirme com, entre com senha 182 e confirme, através da instrução abaixo: Selecione Desloca o número para a esquerda Confirme Nota: A senha 182 não pode ser alterada. Corrente Primária (IP) Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção IP através das teclas ou confirme e siga as instruções abaixo: Seleciona 0...9, após o 9 insere ou retira o ponto decimal desloca o dígito atual para esquerda (1 + =10 + = =1000) Confirme ou Selecione a grandeza k ou não (verificar o LED da grandeza k ) Confirme Exemplo para 1200 A Como o IDM96 possui apenas 3 digitos será necessário configurar a corrente como 1.20KA. Através da tecla selecione o dígito 1, aperte a tecla e mude de casa, com a tecla selecione o ponto, com a tecla selecione o dígito 2, aperte a tecla para mudar de casa selecione o dígito 0, aperte a tecla e selecione a unidade (ka), através das teclas ou. Com a tela igual à figura 6 a tecla para confirmar a configuração 10
11 Tensão Primária (Tensão de fase) (UP) Figura 8 Configurar Corrente Primária IDM96 Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção UP através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Selecione 0...9, após o 9 insere ou retira o ponto decimal Desloca o número para a esquerda * Confirme ou Selecione a grandeza k ou não (verificar o LED da grandeza k ) Confirme Exemplo para 13.80KV Deve-se configurar a tensão como 13.8KV. Através da tecla selecione o dígito 1, aperte a tecla e mude de casa, com a tecla selecione o dígito 3, aperte a tecla para mudar de casa, com a tecla selecione o ponto decimal, selcione então o dígito 8, aperte com a tecla, aperte a tecla e selecione a unidade (KV), através das teclas ou, em seguida com a tela igual a figura 7 aperte a tecla para confirmar a configuração. Tensão Secundária (Tensão de fase) (US) Figura 9 Configurar Tensão Primária IDM96 Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção US através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Selecione 0...9, após o 9 insere ou retira o ponto decimal Desloca o número para a esquerda Confirme 11
12 Tipo de Rede (tr) Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção tr através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou Seleciona o tipo de rede instalada: 3. 3E: Rede trifásica com 3 TCs 3.2E: Rede trifásica do 2 TCs 3.1E: Rede trifásica com 1 Tc 1.1E: Rede monofásica Confirme Campo de Energia (CE) O campo de energia define o valor máximo que a energia irá ser acumulada antes de zerar, é importante verificar o consumo da rede instalada para selecionar o melhor valor. Uma forma de quantificar o consumo é através da fórmula. E_MAX = (Potência Total Instalada) x (Período aproximado de operação) Com o consumo basta o escolher o campo de energia que é maior do que E_MAX. Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção CE através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou Selecione o campo 999 kwh a 9.99 TWh (K+G), usando as teclas ou, verifique os LEDs de grandeza para selecionar o melhor campo. Confirme Exemplo: Dados do sistema Rede trifásica: Corrente primária: 1500A Tensão primária (fase): 220V Período aproximado de operação: 12 horas por dia, 22 dias de operação. Deseja-se registrar o consumo mensal. Potência Total Instalada = 3x1500x220 = 990KW Período aproximado de operação = 12 x 22 = 264 horas E_MAX = 261,364 MWh Pode-se utilizar neste caso o campo MWh, o qual poderá armazenar a energia por mais de 3 meses.desta forma poderá ser determinada a energia consumida no mês em que o medidor atingir o seu fundo de escala somando-se a leitura atual a diferença entre a última leitura e o fundo de escala (neste exemplo M) 12
13 Baud Rate (br) Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção br através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou, Selecione o baud rate Confirme Endereço (End) Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP acesse a opção CnF e navegue até a opção US através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Selecione Desloca o número para a esquerda Confirme Atenção: O endereço máximo é 255 Reset de energia (re) Esta função zera os registros de energia ativa a reativa. Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção re através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Confirme Byte (byt) Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção byt através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou Selecione o formato do byte. 8,n,2 Sem paridade com 2 Stop Bits 8,E,1 Paridade par 1 Stop Bit 8,o,1 Paridade impar 1 Stop Bit 8,n,1 Sem paridade 1 Stop Bit Confirme 6.Sair (SAI) Para retornar à tela de indicações pressione a tecla LOOP e acesse a opção SAI. Confirme 13
14 4.2-Configuração dos multimedidores MGE e IDM 144 Indicações Apertando-se a tecla ou, permitirá a varredura das indicações (Corrente,Tensão de linha,tensão de fase, Potência Ativa,Potência Reativa, Potência Aparente, Fator de Potência e Energia ) das 3 fases. Verificar configurações Para verificar as configurações é preciso acessar o menu através da tecla LOOP. Logo após, pressione a tecla na opção Configurar ou RS485 para os parâmetros da configuração da rede RS 485. Configurar Esta opção permite acessar e modificar os parâmetros do multimedidor. Para alterá-los é necessário habilitar a senha. Corrente Primária (Valor primário do TC instalado no Multimedidor) Tensão Primária (Valor do primário do TP instalado no Multimedidor) Tensão Secundária (Valor do secundário do TP instalado no Multimedidor) Tipo de Rede Campo de Energia RS485 Esta opção permite acessar e modificar os parâmetros da rede RS 485. Para alterá-los é necessário habilitar a senha. Baud Rate Endereço do Instrumento Reset das energias Habilitar Configuração (Senha) Entrando-se com o número 182 será possível habilitar a configuração local. Selecione a opção Senha através das teclas (Retornar) e (Avançar) e pressione a tecla (Confirmar). A tecla (Avançar) seleciona o dígito e a tecla (Retornar) muda a casa decimal. Configurar instrumento Senha Senha Figura 10 Telas IDM / MGE
15 Exemplo para senha 182 (Nota: A senha 182 não pode ser alterada.) Através da tecla (Avançar) selecione o dígito 1, aperte a tecla (Retornar) para mudar a casa, com a tecla (Avançar) selecione o dígito 8, aperte novamente a tecla (Retornar) para mudar de casa, com a tecla (Avançar) selecione o dígito 2. Aperte a tecla (Confirmar) para confirmar a habilitação, o aparelho retornará então para o menu Configurar Instrumento. Importante: Caso o teclado fique inativo por aproximadamente 30 segundos a configuração local será desabilitada e o aparelho retornará para o modo indicação, dessa forma não será possível alterar os parâmetros. Para configurar o usuário terá que entrar com a senha novamente. Corrente Primária (Corrente Prim.) Com a configuração local habilitada, através da tecla LOOP, acesse a opção Configurar e navegue até a opção Corrente Primaria através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Ajuste a corrente primária do TC com as teclas: seleciona o dígito de (Ponto), desloca o dígito atual para esquerda (1 + =10 + = =1000) Aperte a tecla e ajuste a unidade com a tecla ka ou A para finalizar. Exemplo para 1200 A Através da tecla selecione o dígito 1, aperte a tecla e mude de casa, com a tecla selecione o dígito 2, aperte a tecla para mudar de casa, com a tecla selecione o dígito 0, aperte a tecla para mudar de casa selecione o dígito 0, aperte a tecla e selecione a unidade (ka ou A), através das teclas ou, em seguida aperte a tecla para confirmar a configuração. Configurar Corrente Prim A Figura 11 Configurar Corrente Primária IDM / MGE 144 Tensão Primária (Tensao Primaria) Com a configuração local habilitada, através da tecla LOOP, acesse a opção Configurar e navegue até a opção Corrente Primaria através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Ajuste a Tensão primária do TC com as teclas: seleciona o dígito de (Ponto), desloca o dígito atual para esquerda (1 + =10 + = =1000) Aperte a tecla e ajuste a unidade com a tecla kv ou V para finalizar. Exemplo para 13.80KV Através da tecla selecione o dígito 1, aperte a tecla e mude de casa, com a tecla selecione o dígito 3, aperte a tecla para mudar de casa, com a tecla selecione o ponto decimal, aperte a tecla para mudar de casa selecione o dígito 8, aperte a tecla para mudar de casa selecione o dígito 0, aperte a tecla e selecione a unidade (KV), através das teclas ou, em seguida aperte a tecla para confirmar a configuração 15
16 Tensão Secundária (Tensao Secund.) Figura 12 Configurar Tensão Primária IDM / MGE 144 Com a configuração local habilitada, através da tecla LOOP, acesse a opção Configurar e navegue até a opção Tensão Secundária através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: Ajuste a Tensão primária do TC com as teclas: seleciona o dígito de (Ponto), desloca o dígito atual para esquerda (1 + =10 + = =1000) Aperte a tecla para finalizar. Tipo de Rede Figura 13 Configurar Tensão Secundária IDM / MGE 144 Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção Configurar e navegue até a opção Tipo de Rede através das teclas ou confirme siga as instruções abaixo: ou Selecione o tipo de rede instalada: 3. 3E: Rede trifásica com 3 TCs 3.2E: Rede trifásica do 2 TCs 3.1E: Rede trifásica com 1 Tc 1.1E: Rede monofásica Confirme Campo de Energia Configurar Tensão Primária KV Configurar Tensão Secund. 115 V O campo de energia define o valor máximo que a energia irá ser acumulada antes de zerar, é importante verificar o consumo da rede instalada para selecionar o melhor valor. Uma forma de quantificar o consumo é através da fórmula. E_MAX = (Potência Total Instalada) x (Período aproximado de operação) Com o consumo basta o escolher o campo de energia que é maior do que E_MAX. Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção CnF e navegue até a opção CE através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou Selecione o campo 999 kwh a 9.99 TWh (K+G), usando as teclas ou, verifique os LEDs de grandeza para selecionar o melhor campo. Confirme e 16
17 Exemplo: Dados do sistema Rede trifásica: Corrente primária: 1500A Tensão primária (fase): 220V Período aproximado de operação: 12 horas por dia, 22 dias de operação. Deseja-se registrar o consumo mensal. Potência Total Instalada = 3x1500x220 = 990KW Período aproximado de operação = 12 x 22 = 264 horas E_MAX = 261,364 MWh Pode-se utilizar neste caso o campo MWh, o qual poderá armazenar a energia por mais de 3 meses.desta forma poderá ser determinada a energia consumida no mês em que o medidor atingir o seu fundo de escala somando-se a leitura atual a diferença entre a última leitura e o fundo de escala (neste exemplo M) Reset de energia (kwh = 0 Kvarh = 0) Esta função zera os registros de energia ativa a reativa. Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção Configurar e navegue através das teclas ou até a opção kwh = 0 e kvarh = 0 e confirme Baud Rate Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção RS485 e navegue até a opção Baud Rate através das teclas até a opção kwh = 0 e kvarh = 0, confirme e siga as instruções abaixo: ou Selecione o baud rate Confirme Endereço Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção RS485 e navegue até a opção Endereço através das teclas ou, confirme abaixo: Selecione Desloca o número para a esquerda Confirme Atenção: O endereço máximo é 255 e siga as instruções 17
18 Byte Com a configuração local habilitada através da tecla LOOP, acesse a opção RS485 e navegue até a opção Byte através das teclas ou, confirme e siga as instruções abaixo: ou Selecione o formato do byte. 8,n,2 Sem paridade com 2 Stop Bits 8,E,1 Paridade par 1 Stop Bit 8,o,1 Paridade impar 1 Stop Bit 8,n,1 Sem paridade 1 Stop Bit Confirme Sair Para retornar à tela de indicações pressione a tecla LOOP e acesse a opção Sair. Confirme 18
19 5. Software IBIS_cnf 5.1- Configuração Básica Todos os multimedidores com interface de comunicação podem ser configurados através do software IBIS_cnf. Para os multimedidores para montagem no fundo do painel a configuração (ETE 30, ETE 50, ETE 60 e ETE 300) só poderá ser feita através do software de configuração. Para configurar o instrumento é necessário que esteja conectado em um computador através de um conversor 485/232 (CRS 50) ou pelo cabo frontal do MGE. Para o perfeito funcionamento inicialmente certifique que as conexões da rede estão corretas e que há uma porta serial (COM) disponível. 1- Inicialmente deve-se estabelecer a conexão acessando no Menu a opção Conexão conforme a figura 6. Figura 14 Menu IBIS 2- Na tela de Definição de Conexão deve-se escolher o tipo de Comunicação. Para comunicação através do cabo frontal do MGE apenas escolha a opção RS 232 e pressione OK. Para uma comunicação através da interface RS 485 é preciso entrar com o endereço do instrumento, baud rate e formato do byte, estas informações podem ser acessadas no próprio instrumento (verificar o capítulo 4). Figura 15 Definição da Conexão 3- Selecionar o modelo do instrumento através do menu Instrumento 4- Acessar o menu Opções Senha e entrar com a senha de configuração cnf. 19
20 Figura 16 - Senha 5- Acessar no menu a opção Configurar Campos Entrar com os valores de Configuração de TCs, TPs (Valores fase-neutro), tipo de rede, campo de energia, tempo integração da demanda. Para a saída pulso (apenas para instrumentos com saída digital), deve-se definir o valor de energia que irá gerar um pulsos. Figura 17 Menu Configurar Campos 5- Pressionar o botão Configurar". 6- É possível verificar os dados do instrumento e os parâmetros configurados acessando no menu a opção Ler Configuração. Valido para MGE144 e IDM144 20
21 Figura 18 Dados do Instrumento 7- Através do menu acesse a opção Indicação e verifique se os valores medidos estão coerentes, ou verifique o diagrama fasorial (figura 18). Figura 19 - Indicação 21
22 Figura 20 Diagrama Fasorial 5.2- Configurar saídas digitais Esta função está disponível apenas para os multimedidores MGE e ETE 30, ETE Selecione a Etapa 2- Selecione a variável que se deseja fazer a sinalização 3- Escolha a opção 1 Fase (para alarme apenas na fase selecionada) ou 3 Fases (para alarme em qualquer uma das três fases) 4- Escolha a função de alarme (máximo, mínimo, etc) 5- Escolha a saída digital que se deseja utilizar para a etapa 6- Entre com o valor de Set-Point 7- Entre com o valor da Histerese 8- Entre com o valor do atraso no acionamento do alarme (opcional) 9- Entre com o valor do atraso no desligamento do alarme (opcional) Figura 21 Configuração das saídas digitais 22
23 5.2- Memória de massa A função memória de massa, presente nos multimedidores MGE, ETE 60 e ETE 300, permite o armazenamento de variáveis elétricas, configuradas pelo usuário, diretamente no instrumento. Para configurar é necessário conectar o multimedidor em um computador e utilizar o software IBIS_cnf. Configuração da memória de massa 1- Configure o relógio do instrumento Através do menu acesse a opção Configurar Relógio ou Ajusta RTC. Figura 22 Configurar RTC É possível entrar com data e hora (Botão Set RTC superior) ou ajustá-los conforme a data e hora do computador (Botão Set RTC superior). 2- Configure a memória de massa Através do menu acesse a opção Configurar Memória de Massa. - Selecione a variável que deseja que seja gravada - Clique em inserir - Escolha o intervalo entre as amostras - Caso queira limpar as variáveis escolhidas clique em Limpar - Para limpar os valores gravados clique em Resetar Memória 23
24 Figura 23 Configurar Memória de Massa Ler memória de massa Através do menu acesse a opção Ler Memória de Massa. Figura 24 Ler Memória 1- Clique em Iniciar para fazer a leitura 2- Escolha o período inicial através do das setas da opção Início 3- Escolha o período final através do das setas da opção Final 4- Clique em Salvar e escolha o nome do arquivo.csv 24
25 5.3- Configurar saídas analógicas Esta função está disponível apenas para o MGE com saídas analógicas. Figura 25 Configurar Saídas Analógicas 1- Entre com a variável que se deseja transmitir 2- Entre com a saída que se deseja configurar 3- Entre o valor inicial e final da variável que deseja transmitir (ex kW) 4- Entre com a saída que se deseja transmitir (ex mA) 25
26 6. Leitura de através de software supervisório Para realizar a leitura das grandezas elétricas através de um software supervisório é preciso acessar a tabela de registros da tabela 1 e realizar as conversões. Note: Algumas grandezas estão não estão disponíveis para todos os multimedidores. Tabela 2 Registros Modbus Registros Tipo de dado Tipo de dado Descrição Atual Máx Min H = Valor nominal Leitura Tensão entre L1 e Neutro H = Valor nominal Leitura Tensão entre L2 e Neutro H = Valor nominal Leitura Tensão entre L3 e Neutro H = Valor nominal Leitura Tensão entre L1 e L H = Valor nominal Leitura Tensão entre L2 e L H = Valor nominal Leitura Tensão entre L3 e L H = Valor nominal Leitura Corrente I H = Valor nominal Leitura Corrente I H = Valor nominal Leitura Corrente I H = Valor nominal Leitura Soma das correntes ( I1 + I2 + I3 ) H = Valor nominal Leitura Potência Ativa P H = Valor nominal Leitura Potência Ativa P H = Valor nominal Leitura Potência Ativa P H = Valor nominal Leitura Potência Ativa Total PT H = Valor nominal Leitura Potência Reativa Q H = Valor nominal Leitura Potência Reativa Q H = Valor nominal Leitura Potência Reativa Q H = Valor nominal Leitura Potência Reativa Total QT H = Valor nominal Leitura Potência Aparente S H = Valor nominal Leitura Potência Aparente S H = Valor nominal Leitura Potência Aparente S H = Valor nominal Leitura Potência Aparente Total ST H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi T H = 50 Hz Leitura Frequência = 1 MWh Leitura e escrita Energia consumida em MWh * = 1 kwh Leitura e escrita Energia consumida em kwh * = 1 Wh Leitura e escrita Energia consumida em Wh * = 1 Mvarh Leitura e escrita Energia consumida em Mvarh * = 1 kvarh Leitura e escrita Energia consumida em kvarh * = 1 varh Leitura e escrita Energia consumida em varh * = 1 MWh Leitura e escrita Energia fornecida em MWh * = 1 kwh Leitura e escrita Energia fornecida em kwh * = 1 Wh Leitura e escrita Energia fornecida em Wh * = 1 Mvarh Leitura e escrita Energia fornecida em Mvarh * = 1 kvarh Leitura e escrita Energia fornecida em kvarh * = 1 varh Leitura e escrita Energia fornecida em varh * H = 360 Leitura Angulo Phi H = 360 Leitura Angulo Phi H = 360 Leitura Angulo Phi H = 360 Leitura Angulo Phi t H = Valor nominal Leitura Demanda de Corrente I H = Valor nominal Leitura Demanda de Corrente I H = Valor nominal Leitura Demanda de Corrente I H = Valor nominal Leitura Demanda de Potência Ativa H = Valor nominal Leitura Demanda de Potência Reativa 26
27 H = Valor nominal Leitura Demanda de Potência Aparente H = Valor nominal Leitura Angulo Tensão da fase H = Valor nominal Leitura Angulo Tensão da fase H = Valor nominal Leitura Angulo Tensão da fase H = Valor nominal Leitura Angulo Corrente da fase H = Valor nominal Leitura Angulo Corrente da fase H = Valor nominal Leitura Angulo Corrente da fase H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi H = Valor nominal Leitura Cos Phi T H = Valor nominal Leitura THD IEEE U H = Valor nominal Leitura THD IEEE U H = Valor nominal Leitura THD IEEE U H = Valor nominal Leitura THD IEEE I H = Valor nominal Leitura THD IEEE I H = Valor nominal Leitura THD IEEE I3 Onde: Registro Atual: Valor medido atual Registro Máximo: Valor máximo medido Registro Mínimo: Valor mínimo medido 6.1- Fatores de conversão Os valores configurados nominais podem ser obtidos através da leitura dos parâmetros de configuração dos instrumentos que pode se feito pelo acesso local (item 4 deste documento) ou pelo software (item 5). Fórmula Básica Onde: V Medido V BufferModbus V No min al (1) V Medido = Valor da leitura em unidades de engenharia V : Valor decimal (2 bytes em complemento de dois) obtido através da rede BufferModbus Modbus. Tensão Fase-Neutro Utilizar a equação 1. V min = Valor fase-neutro configurado do primário do TP No al Tensão Fase-Fase Utilizar a equação 1. V min = Valor fase-fase configurado do primário do TP No al Corrente e demanda de corrente Utilizar a equação 1. V min = Valor configurado do primário do TC No al 27
28 Potência (Ativa, reativa e aparente) Utilizar a equação 1. V min = (Primário do TP fase-neutro) x (Primário do TC) No al Atenção: Este valor é sinalizado, dessa forma para valores de leitura negativos( V > 32767) deve-se obter o módulo fazendo o complemento de 2 da leitura. BufferModbus Potência total e demanda de potência (Ativa, reativa e aparente) Utilizar a equação 1. VNo min al = 3 x (Primário do TP fase-neutro) x (Primário do TC) Atenção: Este valor é sinalizado, dessa forma para valores de leitura negativos( V > 32767) deve-se obter o módulo fazendo o complemento de 2 da leitura. BufferModbus Fator de potência e cos phi Utilizar a equação 1. VNo min al = 1 Atenção: Este valor é sinalizado, dessa forma para valores de leitura negativos( V > 32767) deve-se obter o módulo fazendo o complemento de 2 da leitura. Frequência BufferModbus Utilizar a equação 1. V min = 100 No al Energia Ativa V Medido = (Registro Wh) + Reativa 3 10 x (Registro kwh) x (Registro MWh) V = (Registro VArh) + Medido Ângulos 3 10 x (Registro kvarh) x (Registro MVArh) Utilizar a equação 1. V min = 360 No THD al Utilizar a equação 1. V min = 100% No al 28
29 7. Problemas comuns 7.1 O instrumento não liga Verifique se todas as ligações estão corretas (item 2 deste documento) e se os valores de entrada estão dentro dos limites do aparelho. 7.2 O instrumento não registra valores 1. Verifique se a tensão e corrente de entrada estão dentro do limites especificados na ficha técnica e na etiqueta do instrumento. As correntes e tensões aplicadas devem ser superiores a 5% do fundo de escala do medidor. 2. Verifique com um voltímetro se existe tensão entre os terminais: a. 2 e 11 para fase R b. 5 e 11 para fase S c. 8 e 11 para fase T 3. Caso um dos valores esteja incoerente com o esperado verifique a ligação e os fusíveis do circuito 4. Verifique com um alicate amperímetro se as correntes chegam nos terminais 1, 3 e 7 do multimedidor. a. Caso a corrente seja nula verificar se os bornes de aferição estão abertos e a instalação correta b. Caso a corrente seja inferior a 5% do fundo de escala procure aumentar o valor da corrente primária para que o instrumento possa realizar a leitura correta. 7.3 Os instrumento apresenta valores incoerentes 1. Verifique se todos os parâmetros estão configurados corretamente (item 4 e 5 deste documento) 2. Verifique se as tensões e correntes estão conectadas corretamente (item 2 deste manual) a. Normalmente para valores incoerentes de fator de potência há uma troca de fase nas correntes, uma inversão de TC ou valores de medida inferior ao minímo de 5% do fundo de escala. 3. Verifique se a tensão do medidor é maior ou igual à conectada a ele. Caso a tensão do medidor seja inferior à aquela conectada a mesma poderá saturadar em um valor inferior ao real e até mesmo danificar o aparelho. 7.4 O instrumento não comunica corretamente 1- Certifique-se que todas as conexões estão corretas (item 3) e que os parâmetros da comunicação estão corretos (item 3 deste documento). 2- Verifique se a rede está corretamente instalada (item 3) e se não há inversão das conexões dos terminais A e B. 3- Verifique através do software IBIS (capitulo 5) para assegura-se que o problema não está no sistema supervisório; 29
30 7.5 O instrumento apresenta valores errados de energia 1- Verifique se todas as ligações estão corretas (item 2 deste documento) e se os valores de entrada estão dentro dos limites do aparelho. Por exemplo, TCs superdimensionados, tensão do instrumento inferior a utilizada. Lembres-e também que os multimedidores podem medir correntes com valores superiores a 5% do valor nominal. 2- Verifique se todos os parâmetros estão configurados corretamente (item 4 e 5 deste documento) 3- Verifique se o Campo de Energia está bem dimensionado para a aplicação (item 4 deste documento). 4- Verifique se não há TCs invertidos 4.1 Verifique se o sinal da potência está coerente para a aplicação (positivo para consumidor, negativo para gerador) 4.2 Verifique se a soma das potências, por fase, é igual à potência total. (IDM 96). Caso não seja existe(m) TC(s) invertido(s). Verificar a instalação (item 2 deste manual) 5- Verifique se os valores de potência por fase e total estão coerentes com a aplicação 30
31 8 Dados Técnicos 8.1 Multimedidores para montagem em porta de painel Entrada IDM 96 IDM 144 MGE G3 MG3 G3 SA Medição Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Tensão nominal (Vn fasefase) 500VCA 110VCA, 220VCA, 440Vca 110VCA, 220VCA, 440Vca 110VCA, 220VCA, 440Vca Corrente nominal (In) 1A ou 5A 1A ou 5A 1A ou 5A 1A ou 5A Frequência nominal 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% Alimentação auxiliar VCA/ VCC VCA/ VCC VCA/ VCC VCA/ VCC Limite máximo medido (Tensão) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) Limite mínimo medido (Tensão) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) Limite máximo medido (Corrente) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) Limite mínimo medido (Corrente) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) Sobrecarga permanente 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) Classe de exatidão 0,5% ou 0,25% 0,5% ou 0,25% 0,5% ou 0,25% 0,5% ou 0,25% Consumo (Entrada de Tensão) 1mA. 1mA. 1mA. 1mA. Consumo (Entrada de Corrente) 0,2VA 0,2VA 0,2VA 0,2VA Consumo (Alimentação Auxiliar) ~7VA ~7VA ~7VA ~7VA Entradas Digitais Tensão máxima Saídas digitais Tipo - - Transistor Coletor aberto Transistor Coletor aberto Tensão máxima VCC 24VCC Corrente máxima mA (res) 20mA (res) Saídas analógicas Limite de carga (0...20mA) Limite de carga (0...10V) k - Interface de comunicação 1 1 ou Meio físco RS 485 RS 485 RS 485 RS 485 Modbus RTU e/ou Protocolo Modbus RTU Profibus DP V0 Modbus RTU Modbus RTU Construção e montagem Alojamento Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Fixação Pares de Grampos Pares de Grampos Pares de Grampos Pares de Grampos Grau de Proteção Alojamento IP 50 IP 50 IP 50 IP 50 Terminais IP 20 IP 20 IP 20 IP 20 Terminais mm² Entrada de tensão Entrada de corrente Alimentação auxiliar Entrada de tensão Peso (kg) Condições climáticas Temperatura de trabalho C C C C Temperatura funcionamento C C C C Temperatura de transporte e armazenamento C C C C Isolação Entre alimentação e outros 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz Entre RS485 e Saída pulso. 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 31
32 8.2 Multimedidores para montagem em trilho DIN Entrada ETE 30 ETE 50 ETE 60 ETE 300 Medição Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Trifásica e monofásica Tensão nominal (Vn fasefase) 140VCA, 260VCA ou 110VCA, 220VCA, 440Vca 110VCA, 220VCA, 440Vca 110VCA, 220VCA, 440Vca 520VCA Corrente nominal (In) 1A ou 5A 1A ou 5A 1A ou 5A 1A ou 5A Frequência nominal 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% 50;60Hz ± 10% Alimentação auxiliar VCA/ VCC VCA/ VCC VCA/ VCC VCA/ VCC Limite máximo medido (Tensão) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) 150% (Vn) Limite mínimo medido (Tensão) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) Limite máximo medido (Corrente) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) 120% (Vn) Limite mínimo medido (Corrente) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) 10% (Vn) Sobrecarga permanente 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) 1,5 x (Vn) e 2 x (In) Classe de exatidão 0,5% ou 0,25% 0,5% ou 0,25% 0,5% ou 0,25% 0,20% Consumo (Entrada de Tensão) 1mA. 1mA. 1mA. 1mA. Consumo (Entrada de Corrente) 0,2VA 0,2VA 0,2VA 0,2VA Consumo (Alimentação Auxiliar) ~7VA ~7VA ~7VA ~7VA Entradas Digitais Tensão máxima Saídas digitais Tipo Transistor Coletor aberto Transistor Coletor aberto Transistor Coletor aberto Transistor Coletor aberto Tensão máxima 24VCC 24VCC 24VCC 24VCC Corrente máxima 20mA (res) 20mA (res) 20mA (res) 20mA (res) Saídas analógicas Limite de carga (0...20mA) Limite de carga (0...10V) Interface de comunicação Meio físco RS 485 RS 485 RS 485 RS 485 Protocolo Modbus RTU Modbus RTU Modbus RTU 2xModbus RTU e 1xDNP3 Construção e montagem Alojamento Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Plástico Noril anti-chama UL94-VO. Plástico Noril anti-chama UL94-VO. 5VCC Alumínio Fixação Trilho Din Trilho Din Trilho Din Trilho Din Grau de Proteção Alojamento IP 50 IP 50 IP 50 IP 30 Terminais IP 20 IP 20 IP 20 IP 20 Terminais mm² Entrada de tensão Entrada de corrente Alimentação auxiliar Entrada de tensão Peso (kg) Condições climáticas Temperatura de trabalho C C C C Temperatura funcionamento C C C C Temperatura de transporte e armazenamento C C C C Isolação Entre alimentação e outros 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz 2,5kV/1 min 60 Hz Entre RS485 e Saída pulso. 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 0,5kV/1 min 60Hz 32
33 9 Dimensões e diagramas de conexões 9.1 IDM 96 Dimensões em mm Diagramas de conexões 33
34 9.2 MGE G3 Dimensões em mm Diagramas de conexões 34
35 9.3 IDM 144 Dimensões em mm Diagramas de conexões 35
36 9.4 MGE G3 SA Dimensões em mm Diagramas de conexões 36
37 9.5 ETE 30, ETE 50 e ETE 60 Dimensões em mm 9.6 ETE 300 Dimensões em mm V00 37
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