Sintaxe e Semântica de Programas Prolog
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- Terezinha Aranha Neves
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1 Inteligência Artificial Sintaxe e Semântica de Programas Prolog José Augusto Baranauskas Departamento de Física e Matemática FFCLRP-USP Sala 228 Bloco P2 Fone (16) Esta aula trata da sintaxe e semântica de conceitos básicos em Prolog e introduz objetos de dados estruturados Os tópicos abordados são: Objetos simples (átomos, números, variáveis) Objetos estruturados Unificação como operação fundamental em objetos Operadores Significado declarativo e procedural [email protected] URL: Objetos em Prolog Átomos Constantes (Atômicos) Objetos Simples Números Objetos (Termos) Variáveis 2 Átomos Números São cadeias compostas pelos seguintes caracteres: letras maiúsculas: A, B,..., Z letras minúsculas: a, b,..., z dígitos: 0, 1,..., 9 caracteres especiais: + - * / < > = :. & _ ~ Podem ser construídos de três maneiras: cadeias de letras, dígitos e o caractere _, começando com uma letra minúscula: anna, nil, x25, x_25, x_25ab, x_, x y, tem_filhos, tem_um_filho cadeias de caracteres especiais: <--->, =====>,...,.:., ::= cadeias de caracteres entre apóstrofos: Abraão, América_do_Sul, América_Latina Números usados em Prolog incluem números inteiros e números reais Operadores Aritméticos adição + subtração - multiplicação * divisão / divisão inteira // resto divisão inteira mod potência ** atribuição is X > Y X < Y X >= Y X =< Y X =:= Y X = Y X =\= Y Operadores Relacionais X é maior do que Y X é mer do que Y X é maior ou igual a Y X é mer ou igual a Y X é igual a Y X unifica com Y X é diferente de Y 3 4 Números O operador = tenta unificar apenas?- X = X = O operador is força a avaliação aritmética?- X is X = 3 Se a variável à esquerda do operador is já estiver instanciada, Prolog apenas compara o valor da variável com o resultado da expressão à direita de is?- X = 3, X is X = 3?- X = 5, X is Variáveis Cadeias de letras, dígitos e caracteres _, sempre começando com letra maiúscula ou com o caractere _ X, Resultado, Objeto3, Lista_Alus, ListaCompras, _x25, _32 Escopo de uma variável: dentro de uma mesma regra ou dentro de uma pergunta Isto significa que se a variável X ocorre em duas regras/perguntas, então são duas variáveis distintas Mas a ocorrência de X dentro de uma mesma regra/pergunta significa a mesma variável 5 6 1
2 Variáveis Variável Anônima Uma variável pode estar: Instanciada: quando a variável já referencia (está unificada a) algum objeto Livre ou não-instanciada: quando a variável não referencia (não está unificada a) um objeto, ou seja, quando o objeto a que ela referencia ainda não é conhecido Uma vez instanciada, somente Prolog pode torná-la não-instanciada através de seu mecanismo de inferência (nunca o programador) Quando uma variável aparece em uma única cláusula, não é necessário utilizar um me para ela Utiliza-se a variável anônima, que é escrita com um simples caracter _. Por exemplo temfilho(x) :- progenitor(x,y). Para definir temfilho, não é necessário o me do filho(a) Exemplo ideal para a variável anônima: temfilho(x) :- progenitor(x,_). 7 8 Variável Anônima Cada vez que um underscore _ aparece em uma cláusula, ele representa uma va variável anônima Por exemplo alguém_tem_filho :- progenitor(_,_). equivale à: alguém_tem_filho :- progenitor(x,y). que é bem diferente de: alguém_tem_filho :- progenitor(x,x). Quando utilizada em uma pergunta, seu valor não é mostrado. Por exemplo, se queremos saber quem tem filhos mas sem mostrar os mes dos filhos, podemos perguntar:?- progenitor(x,_). Objetos estruturados (ou simplesmente estruturas) são objetos de dados que têm vários componentes Cada componente, por sua vez, pode ser uma estrutura Por exemplo, uma data pode ser vista como uma estrutura com três componentes: dia, mês, a Mesmo possuindo vários componentes, estruturas são tratadas como simples objetos 9 10 De forma a combinar componentes em um simples objeto, deve-se escolher um functor Um functor para o exemplo da data seria data Então a data de 4 de maio de 2003 pode ser escrita como: data(4,maio,2003) Qualquer dia em maio pode ser representado pela estrutura: data(dia,maio,2003) Note que Dia é uma variável que pode ser instanciada a qualquer objeto em qualquer momento durante a execução Sintaticamente, todos objetos de dados em Prolog são termos Por exemplo, são termos: maio data(4,maio,2003)
3 Todos os objetos estruturados podem ser representados como árvores A raiz da árvore é o functor e os filhos da raiz são os componentes Para a estrutura data(4,maio,2003): Por exemplo, o triângulo pode ser representado como triângulo(ponto(2,4),ponto(3,6),ponto(4,2)) (3,6) triângulo data (2,4) ponto ponto ponto (4,2) 4 maio P1=ponto 1 1 P2=ponto 2 3 ponto S=seg ponto triângulo ponto ponto ponto r1 seq(r1,r2) r2 r1 r2 par(r1,r2) (6,4) r1 r1 P2=(2,3) r2 r2 r4 S (4,2) T r3 r3 P1=(1,1) (7,1) par(r1,par(r2,r3)) par(r1,seq(par(r2,r3),r4)) Predicados para Verificação dos Tipos de Termos Predicado var(x) nvar(x) atom(x) integer(x) float(x) atomic(x) É verdadeiro se: X é uma variável não instanciada X não é uma variável ou X é uma variável instanciada X é um átomo X é um inteiro X é um número real X é uma constante (átomo ou número) compound(x) X é uma estrutura Predicados para Verificação dos Tipos de Termos?- var(z), Z = 2. Z = 2?- Z = 2, var(z).?- integer(z), Z = 2.?- Z = 2, integer(z), nvar(z). Z = 2?- atom(3.14).?- atomic(3.14).?- atom(==>).?- atom(p(1)).?- compound(2+x)
4 Unificação de Termos Unificação de Termos Dois termos unificam (matching) se: Eles são idênticos ou As variáveis em ambos os termos podem ser instanciadas a objetos de maneira que após a substituição das variáveis por esses objetos os termos se tornam idênticos Por exemplo, há unificação entre os termos data(d,m,2003) e data(d1,maio,a) instanciando D = D1, M = maio, A = ?- data(d,m,2003) = data(d1,maio,a), data(d,m,2003) = data(15,maio,a1). D = 15 M = maio D1 = 15 A = 2003 A1 = 2003?- triângulo = triângulo, ponto(1,1) = X, A = ponto(4,y), ponto(2,3) = ponto(2,z). X = ponto(1,1) A = ponto(4,_g652) Y = _G652 Z = 3 20 Unificação de Termos Unificação de Termos Por outro lado, não há unificação entre os termos data(d,m,2003) e data(d1,m1,1948) data(x,y,z) e ponto(x,y,z) A unificação é um processo que toma dois termos e verifica se eles unificam Se os termos não unificam, o processo falha (e as variáveis não se tornam instanciadas) Se os termos unificam, o processo tem sucesso e também instancia as variáveis em ambos os termos para os valores que os tornam idênticos As regras que regem se dois termos S e T unificam são: 1. se S e T são constantes, então S e T unificam somente se são o mesmo objeto 2. se S for uma variável e T for qualquer termo, então unificam e S é instanciado para T 3. se S e T são estruturas, elas unificam somente se S e T têm o mesmo functor principal e todos seus componentes correspondentes unificam Comparação de Termos Comparação de Termos X = Y X \= Y X == Y X \== Y Y Y Y Y Operadores Relacionais X unifica com Y, que é verdadeiro quando dois termos são o mesmo. Entretanto, se um dos termos é uma variável, o operador = causa a instanciação da variável porque o operador causa unificação X não unifica com Y que é o complemento de X=Y X é literalmente igual a Y (igualdade literal), que é verdadeiro se os termos X e Y são idênticos, ou seja, eles têm a mesma estrutura e todos os componentes correspondentes são os mesmos, incluindo o me das variáveis X não é literalmente igual a Y que é o complemento de X==Y X precede Y Y precede X X precede ou é igual a Y Y precede ou é igual a X?- f(a,b) == f(a,b).?- f(a,b) == f(a,x).?- f(a,x) == f(a,y).?- X == X.?- X == Y.?- X \== Y.?- X \= Y.?- g(x,f(a,y)) == g(x,f(a,y)). O que ocorre se substituirmos == por =?
5 Precedência de Termos Precedência de Termos variáveis estruturas A precedência entre termos simples é determinada para ordem alfabética ou numérica: variáveis estruturas Uma estrutura precede outra se o functor da primeira tem mer aridade que o da segunda Se duas estruturas têm mesma aridade, a primeira precede a segunda se seu functor é mer que o da outra Se duas estruturas têm mesma aridade e functores iguais, então a precedência é definida (da esquerda para a direita) pelos functores dos seus componentes?- 10.?- isaque.?- f(x,y).?- sara.?- f(x,y).?- sara.?- f(x,y).?- f(a,a).?- 13.?- 20.?- g(x,f(b,y)) Semântica de Programas Prolog Considere a cláusula onde P, Q e R são termos: P :- Q, R. Significado Declarativo: P é verdadeiro se Q e R são verdadeiros P segue (conseqüência) de Q e R De (a partir de) Q e R segue P : Para resolver o problema P, resolva primeiro sub-problema Q e então o sub-problema R Para satisfazer P, primeiro satisfaça Q e então R A diferença entre os significados declarativo e procedural é que o último não apenas define as relações lógicas entre a cabeça da cláusula e as condições corpo, mas também a ordem na qual as condições são executadas Semântica de Programas Prolog O significado declarativo determina quando uma dada condição é verdadeira e, se for, para quais valores das variáveis ela é verdadeira O significado procedural determina como Prolog responde perguntas Significado Declarativo Em geral, uma meta em Prolog é uma lista de condições separadas por vírgulas que é verdadeira se todas as condições na lista são verdadeiras para uma determinada instanciação de variáveis A vírgula deta conjunção (e): todas as condições devem ser verdadeiras: X, Y neste exemplo X e Y devem ser ambos verdadeiros para X,Y ser verdadeiro O ponto-e-vírgula deta disjunção (ou): qualquer uma das condições em uma disjunção tem que ser verdadeira X;Y neste exemplo basta que X (ou Y) seja verdadeiro para X;Y ser verdadeiro O operador \+ deta a negação (não): é verdadeiro se o que está sendo negado não puder ser provado por Prolog \+X é verdadeiro se X falha Na sintaxe de Edinburgh o operador \+ é detado por t O predicado true/0 sempre é verdadeiro O predicado fail/0 sempre falha Significado Declarativo A cláusula P :- Q ; R. é lida como: P é verdade se Q é verdade ou R é verdade. É equivalente às duas cláusulas: P :- Q. P :- R. A conjunção (,) tem precedência sobre a disjunção (;), assim a cláusula: P :- Q, R; S, T, U. é interpretada como: P :- (Q, R) ; (S, T, U). e tem o mesmo significado que: P :- Q, R. P :- S, T, U
6 peque(gato). % Cláusula 3 peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 1) Pergunta inicial: escuro(x), grande(x) peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 2) Procure de cima para baixo por uma cláusula cuja cabeça unifique com a primeira condição da pergunta escuro(x) peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 2) Procure de cima para baixo por uma cláusula cuja cabeça unifique com a primeira condição da pergunta escuro(x). Cláusula 7 encontrada escuro(z) :- Troque a primeira condição pelo corpo instanciado da cláusula 7, obtendo a va lista de condições: preto(x), grande(x) peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 3) Nova meta: preto(x), grande(x). Procure por uma cláusula que unifique com preto(x) Cláusula 5 encontrada preto(gato) Esta cláusula não tem corpo, assim a lista de condições depois de instanciada tornase: grande(gato). uma vez que já se provou preto(gato) X instancia com gato peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 4) Nova meta: grande(gato). Procure por uma cláusula que unifique com grande(gato). Nenhuma cláusula é encontrada. Volte (backtrack) para o Passo 3, desfazendo a instanciação X=gato Novamente a meta é preto(x), grande(x)
7 peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 4) meta: preto(x), grande(x). Continue procurando após a Cláusula 5. Nenhuma cláusula é encontrada. Volte (backtrack) ao Passo 2 e continue procurando após a cláusula 7. Cláusula 8 encontrada: escuro(z) :- Troque a primeira condição pelo corpo instanciado da cláusula 8, obtendo a va lista de condições: marrom(x), grande(x). peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 5) meta: marrom(x), grande(x). Procure por uma cláusula que unifique com marrom(x) Cláusula 4 encontrada marrom(urso) Esta cláusula não tem corpo, assim a lista de condições depois de instanciada torna-se: grande(urso). uma vez que já se provou marrom(urso) X instancia com urso peque(gato). % Cláusula 3 (Passo 6) meta: grande(urso). Procure por uma cláusula que unifique com grande(urso) Cláusula 1 encontrada grande(urso) Esta cláusula não tem corpo, assim a lista de condições torna-se vazia. Isto indica um térmi com sucesso e a instanciação correspondente é X = urso Um macaco encontra-se próximo à porta de uma sala No meio da sala há uma banana pendurada teto O macaco tem fome e quer comer a banana mas ela está a uma altura fora de seu alcance Perto da janela da sala encontra-se uma caixa que o macaco pode utilizar para alcançar a banana O macaco pode realizar as seguintes ações: caminhar chão da sala; subir na caixa (se estiver ao lado da caixa); empurrar a caixa pelo chão da sala (se estiver ao lado da caixa); pegar a banana (se estiver parado sobre a caixa diretamente embaixo da banana). É conveniente combinar essas 4 peças de informação em uma estrutura, cujo functor será estado
8 Possíveis valores para os argumentos da estrutura estado 1º argumento (posição horizontal do macaco): na_porta, _centro, na_janela 2º argumento (posição vertical do macaco): _chão, acima_caixa 3º argumento (posição da caixa): na_porta, _centro, na_janela 4º argumento (macaco tem ou não tem banana): tem, não_tem O estado inicial é determinado pela posição dos objetos: estado na_porta _chão na_janela não_tem O estado final é qualquer estado qual o último componente da estrutura é o átomo tem estado(_,_,_,tem) Quais os movimentos permitidos que alteram o mundo de um estado para outro? Pegar a banana Subir na caixa Empurrar a caixa Caminhar chão da sala Nem todos os movimentos são possíveis em cada estado do mundo pegar a banana somente é possível se o macaco está acima da caixa diretamente abaixo da banana e o macaco ainda não tem a banana Vamos formalizar em Prolog usando a relação move move(estado1,movimento,estado2) onde Estado1 é o estado antes do movimento, Movimento é o movimento executado e Estado2 é o estado após o movimento O movimento pegar a banana com sua pré-condição estado antes do movimento pode ser definido por: move(estado(_centro,acima_caixa,_centro,não_tem), pegar_banana, estado(_centro,acima_caixa,_centro,tem) ). Este fato diz que após o movimento o macaco tem a banana e ele permanece acima da caixa meio da sala Vamos expressar o fato que o macaco chão pode caminhar de qualquer posição horizontal Pos1 para qualquer posição Pos2 move(estado(pos1,_chão,caixa,banana), caminhar(pos1,pos2), estado(pos2,_chão,caixa,banana) ). De maneira similar, os movimentos empurrar e subir podem ser especificados A pergunta principal que sso programa deve responder é: O macaco consegue, a partir de um estado inicial Estado, pegar a banana? Isto pode ser formulado usando o predicado consegue/1 que pode ser formulado baseado em duas observações: Para qualquer estado qual o macaco já tem a banana, o predicado consegue/1 certamente deve ser verdadeiro; nenhum movimento é necessário consegue(estado(_,_,_,tem)). Nos demais casos, um ou mais movimentos são necessários; o macaco pode obter a banana em qualquer estado Estado1 se há algum movimento de Estado1 para algum estado Estado2 tal que o macaco consegue pegar a banana Estado2 (em zero ou mais movimentos) consegue(estado1) :- move(estado1,movimento,estado2), consegue(estado2). move(estado(_centro,acima_caixa,_centro,não_tem), % estado antes de mover pegar_banana, % pega banana estado(_centro,acima_caixa,_centro,tem) ). % estado depois de mover move(estado(p,_chão,p,banana), subir, % subir na caixa estado(p,acima_caixa,p,banana) ). move(estado(p1,_chão,p1,banana), empurrar(p1,p2), % empurrar caixa de P1 para P2 estado(p2,_chão,p2,banana) ). move(estado(p1,_chão,caixa,banana), caminhar(p1,p2), % caminhar de P1 para P2 estado(p2,_chão,caixa,banana) ). consegue(estado(_,_,_,tem)). consegue(estado1) :- move(estado1,movimento,estado2), consegue(estado2). % macaco já tem banana % movimentar e tentar conseguir % a banana
9 Ordem das Cláusulas?- consegue(estado(na_porta,_chão,na_janela,não_tem)). estado(na_porta,_chão,na_janela,não_tem) estado(p2,_chão,na_janela,não_tem) subir backtrack estado(na_janela,acima_caixa,na_janela,não_tem) Nenhum movimento possível caminhar(na_porta,p2) empurrar(p2,p2 ) P2=na_janela estado(p2,_chão,p2,não_tem) subir estado(p2,acima_caixa,p2,não_tem) pegar_barana P2 =_centro estado(_centro,acima_caixa,_centro,tem) No exemplo do Macaco & Banana, as cláusulas sobre a relação move foram ordenadas como: pegar a banana, subir na caixa, empurrar a caixa e caminhar Estas cláusulas dizem que pegar é possível, subir é possível, entre outros De acordo com o significado procedural de Prolog, a ordem das cláusulas indica que o macaco prefere pegar a subir, subir a empurrar, assim por diante Esta ordem, na realidade, ajuda o macaco a resolver o problema Todavia, o que aconteceria se a ordem fosse diferente? Por exemplo, vamos assumir que a cláusula sobre caminhar apareça em primeiro lugar Macaco & Banana (Original) Macaco & Banana (Ordem Alterada) move(estado(_centro,acima_caixa,_centro,não_tem), % antes de mover pegar_banana, % pega banana estado(_centro,acima_caixa,_centro,tem) ). % depois de mover move(estado(p,_chão,p,banana), subir, % subir na caixa estado(p,acima_caixa,p,banana) ). move(estado(p1,_chão,p1,banana), empurrar(p1,p2), % empurrar caixa de P1 para P2 estado(p2,_chão,p2,banana) ). move(estado(p1,_chão,caixa,banana), caminhar(p1,p2), % caminhar de P1 para P2 estado(p2,_chão,caixa,banana) ). move(estado(p1,_chão,caixa,banana), caminhar(p1,p2), % caminhar de P1 para P2 estado(p2,_chão,caixa,banana) ). move(estado(_centro,acima_caixa,_centro,não_tem), % antes de mover pegar_banana, % pega banana estado(_centro,acima_caixa,_centro,tem) ). % depois de mover move(estado(p,_chão,p,banana), subir, % subir na caixa estado(p,acima_caixa,p,banana) ). move(estado(p1,_chão,p1,banana), empurrar(p1,p2), % empurrar caixa de P1 para P2 estado(p2,_chão,p2,banana) ). consegue(estado(_,_,_,tem)). % macaco já tem banana consegue(estado(_,_,_,tem)). % 1a cláusula de consegue/1 consegue(estado1) :- move(estado1,movimento,estado2), consegue(estado2). % movimentar e tentar conseguir % a banana consegue(estado1) :- move(estado1,movimento,estado2), consegue(estado2). % 2a cláusula de consegue/ Slides baseados em: Bratko, I.; Prolog Programming for Artificial Intelligence, 3rd Edition, Pearson Education, Clocksin, W.F.; Mellish, C.S.; Programming in Prolog, 5th Edition, Springer-Verlag, Programas Prolog para o Processamento de Listas e Aplicações, Monard, M.C & Nicoletti, M.C., ICMC-USP, 1993 Material elaborado por José Augusto Baranauskas Adaptado por Huei Diana Lee
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