RESOLUÇÃO ANP Nº 703, DE
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- Henrique Pacheco Aquino
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1 RESOLUÇÃO ANP Nº 703, DE Estabelece os critérios para fixação do preço de referência do petróleo produzido mensalmente em cada campo. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições legais, em cumprimento ao disposto no art. 47, 2º, da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997; no art. 42-A, 1º, da Lei nº , de 22 de dezembro de 2010; no art. 7ºA, e no art. 7ºB, do Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998; na redação dada pelo Decreto nº 9.042, de 2 de maio de 2017, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 11, inciso III, da Portaria ANP nº 69, de 6 de abril de 2011; e com base na Resolução de Diretoria nº 572, de 26 de setembro de 2017; Considerando que o Conselho Nacional de Política Energética, por meio da Resolução CNPE nº 5, de 16 de março de 2017, reconhece a competência da ANP, fixada no Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998, para revisar a metodologia de cálculo do Preço de Referência do Petróleo, para fins de participações governamentais; Considerando que a Resolução CNPE nº 5, de 16 de março de 2017 propõe que a metodologia do cálculo do Preço de Referência do Petróleo contemple além das características físico-químicas, regras de periodicidade, transição e carência, a fim de contribuir para a estabilidade regulatória e redução das incertezas em relação aos investimentos necessários para o desenvolvimento da produção petrolífera no País; Considerando que é atribuição legal da ANP, nos termos do caput, do art. 7ºA, do Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998, estabelecer os critérios para a fixação do Preço de Referência do Petróleo, produzido mensalmente em cada campo, a ser adotado para apuração das participações governamentais; Considerando a publicação do Decreto nº 9.042, de 2 de maio de 2017, o qual dá nova redação ao Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998, que por sua vez define os critérios para cálculo e cobrança das participações governamentais de que trata a Lei nº 9.478, de
2 6 de agosto de 1997, e as receitas governamentais previstas na Lei nº , de 22 de dezembro de 2010, aplicáveis às atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. Considerando a necessidade de reavaliação da metodologia de apuração do preço utilizada pela Portaria ANP nº 206, de 29 de agosto de 2000, às condições técnicas e econômicas atuais do mercado internacional de petróleo; torna público o seguinte ato: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Ficam estabelecidos, por meio desta Resolução, os critérios para a fixação do Preço de Referência do Petróleo, produzido mensalmente em cada campo, a ser adotado para fins de cálculo das participações de que trata a Seção VI, do Capítulo V, da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e o Capítulo V, da Lei , de 22 de dezembro de 2010, nas hipóteses previstas no Capítulo IV, art 7ºA, do Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998, na redação dada pelo Decreto nº 9.042, de 2 de maio de CAPÍTULO II DEFINIÇÕES TÉCNICAS Art. 2º Sem prejuízo do disposto na Seção II, do Capítulo III, da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, no Capítulo II, art. 2º da Lei /2010, e no Capítulo II, do Decreto nº 2.705, de 3 de agosto de 1998, ficam estabelecidas as seguintes definições: I Agência de Informação de Preços: editoras e fornecedores de informação que reportam os preços finais de negociações e transações realizadas nos mercados de petróleo cru e/ou de derivados, cujos índices de preços são utilizados como referência por diferentes participantes do mercado, para a formação de preços de cargas de petróleo e/ou derivados. Para fins desta Resolução, podem ser utilizadas como Agência de Informação de Preços a Platts ou a Argus. II Análise de Pontos de Ebulição Verdadeiros: também denominada Curva PEV, tratase de técnica laboratorial, que fornece as frações evaporadas de um dado tipo de petróleo em função da temperatura e permite conhecer o rendimento de cortes precursores de determinados produtos;
3 é definida pela norma ASTM D2892 para curvas com temperaturas de ebulição até 400º C, podendo ser estendida para temperaturas superiores pela norma ASTM D5236. III ASTM: American Society for Testing and Materials. IV ASTM D2892: norma para destilação de petróleo cru com coluna de 15 pratos teóricos [Standard Test Method for Distillation of Crude Petroleum (15-Theoretical Plate Column)]. V ASTM D5236: norma para destilação de misturas de hidrocarbonetos pesados pelo método Potstill a vácuo [Standard Test Method for Distillation of Heavy Hydrocarbon Mistures (Vacuum Potstill Method)]. VI ASTM D664: norma para determinação do número de acidez de produtos de petróleo por titulação potenciométrica [Standard Test Method for Acid Number of Petroleum Products by Potentiometric Titration]. VII ASTM D8045: norma para determinação do número de acidez de petróleos e derivados pelo método de titulação termométrica catalítica [Standard Test Method for Acid Number of Crude Oils and Petroleum Products by Catalytic Thermometric Titration]. VIII Corrente de Petróleo ou Tipo de Petróleo: mistura homogênea de petróleos oriundos de uma, ou mais, áreas produtoras, utilizada como unidade de precificação para a determinação do Preço de Referência do Petróleo de que trata o art. 7ºA do Decreto nº 2.705/98, a partir de suas características físico-químicas e comerciais. IX Empresa de Pequeno Porte: empresa que atenda aos critérios estabelecidos no art. 1º, inciso II, da Resolução ANP nº 32, de 5 de junho de 2014, ou outra que vier a substituíla. X Grau API: escala hidrométrica idealizada pelo American Petroleum Institute API (juntamente com o National Institute of Standards NBS, atual NIST), utilizada para determinação da densidade relativa de líquidos. XI Pontos de Cortes: temperaturas de ebulição em uma curva PEV utilizadas para a determinação das frações leves, médias e pesadas que compõem uma dada Corrente de Petróleo. XII Petróleo de Referência: referência internacional de preços utilizada amplamente pelos agentes econômicos como indexador de contratos e que reflete as condições normais de mercado, dadas pela evolução da oferta e da demanda. Consiste em uma mistura de petróleos oriundos do Mar do Norte que alimenta o sistema de oleodutos Brent, a partir do campo Brent original e volumes adicionais produzidos em outros
4 campos, para carregamento em navios petroleiros no Terminal Sullom Voe, no Reino Unido. XIII Preço de Referência do Petróleo: preço por unidade de volume, expresso em moeda nacional, para o petróleo produzido em cada campo, a ser determinado pela ANP por meio desta Resolução; XIV TAN: O número de acidez total (ou Total Acid Number) é uma medida da acidez de um material, especificado em miligramas de hidróxido de potássio por grama desse material, conforme determinado pela norma ASTM D664 ou ASTM D8045. O valor TAN indica, para a refinaria, o potencial de problemas de corrosão naftênica a serem ocasionados pelo uso daquele petróleo. XV Xisto Pirobetuminoso rocha sedimentar, com conteúdo de matéria orgânica na forma de querogênio, o qual se encontra no estado sólido disseminado na matriz mineral, insolúvel em solventes orgânicos e inorgânicos. XVI Petróleo de Xisto hidrocarboneto no estado líquido obtido por meio de um processo de transformação térmica em altas temperaturas de matéria orgânica na forma de querogênio. CAPÍTULO III CORRENTES OU TIPOS DE PETRÓLEOS Art. 3º O Preço de Referência do Petróleo para uma área produtora é apurado a partir das características físico-químicas e comerciais da Corrente de Petróleo a que essa área está vinculada.. 1º Uma Corrente de Petróleo, para os fins desta Resolução, é uma mistura homogênea (blend) de petróleos utilizada para representar o petróleo produzido em uma, ou mais, área produtora cuja qualidade final é resultante da qualidade média ponderada da produção das suas áreas constituintes, conforme aprovado pela ANP. 2º Caso uma Corrente de Petróleo seja composta por petróleos oriundos de mais de um ponto de medição fiscal da produção, a composição da Corrente de Petróleo será o resultado da mistura dos petróleos oriundos dos diversos pontos de medição fiscal ponderados pelos volumes medidos em cada ponto de medição fiscal.
5 3º Caso uma Corrente de Petróleo seja composta por petróleos de áreas produtoras que sejam fisicamente medidos fiscalmente em diferentes unidades produtoras, nas quais ocorre a produção conjunta dos petróleos que compõem outras Correntes de Petróleo, deve-se estimar de forma individualizada o volume produzido em cada concessão para cada unidade produtora. A composição da Corrente de Petróleo será o resultado da mistura dos petróleos de cada área produtora ponderada pelos seus volumes estimados. CAPÍTULO IV CÁLCULO DO PREÇO DE REFERÊNCIA DO PETRÓLEO NACIONAL Art. 4º O cálculo do Preço de Referência do Petróleo para um determinado Tipo de Petróleo nacional a que se refere o caput do art. 7ºA, do Decreto nº 2.705/98, será determinado a cada mês de acordo com a fórmula abaixo. Pref = TC x 6,2898 x (PPref + Dq) onde: Pref Preço de Referência do Petróleo nacional produzido em cada campo, em reais por metro cúbico; TC média mensal das taxas de câmbio diárias para compra do dólar americano, obtidas junto ao Banco Central do Brasil, para o mês; PPref valor médio mensal dos preços diários do petróleo utilizado como referência internacional para preço de petróleo, definido no Art. 2º, inciso XI, desta Resolução, em dólares americanos por barril, para o mês; Pref é o valor médio mensal dos preços diários do petróleo utilizado como referência internacional para preço de petróleo, definido no Art. 2º, inciso XII, desta Resolução, em dólares americanos por barril, para o mês; (Retificação publicada no DOU , pág 79) Dq diferencial de qualidade entre petróleo nacional e o Petróleo de Referência, em dólares americanos por barril. 1º O diferencial de qualidade entre o petróleo nacional e o Petróleo de Referência será determinado pela seguinte fórmula: Dq = VBPnac VBPref S -A-N onde: VBPnac valor bruto dos produtos derivados do petróleo nacional, em dólares americanos por barril;
6 VBPref valor bruto dos produtos derivados do Petróleo de Referência, em dólares americanos por barril; S deságio dado aos petróleos com teor de enxofre superior a 0,60% m/m, em dólares americanos por barril; A deságio dado aos petróleos com TAN superior a 0,50 mgkoh/g, em dólares americanos por barril; N deságio dado aos petróleos com teor de nitrogênio superior a 0,25% m/m, em dólares americanos por barril. 2º Os valores brutos dos produtos do Tipo de Petróleo nacional e do Petróleo de Referência serão determinados, respectivamente, pelas seguintes fórmulas: VBPnac = F1x P1 + Fm x Pm + Fp x PP VBPref = F1ref x P1 + Fmref x Pm + Fpref x PP onde: Fl, Fm e Fp respectivas frações de derivados leves, médios e pesados obtidas a partir da curva PEV para cada Tipo de Petróleo nacional; Flref, Fmref e Fpref respectivas frações de derivados leves, médios e pesados obtidas a partir da curva PEV do Petróleo de Referência; P1, Pm e Pp preços associados respectivamente às frações de derivados leves, médios e pesados obtidas do petróleo nacional ou do Petróleo de Referência, em dólares americanos por barril, conforme Anexo I, desta Resolução. 3º O deságio dado ao petróleo devido ao teor de enxofre será: Se SPnac menor ou igual 0,60% m/m, S = 0 Se SPnac maior 0,60% m/m, S = (SPnac 0,60) x Ds 0,10 Se SPnac maior 0,60% m/m, S = [(SPnac 0,60) x Ds] / 0,10 (Retificação publicada no DOU , pág 79) onde: SPnac teor de enxofre do tipo de petróleo nacional em % m/m; e Ds desconto utilizado para petróleos com alto teor de enxofre obtido junto à Agência de Informação de Preços, em dólares por barril a cada 0,10% m/m de enxofre. 4º O deságio dado ao petróleo devido à acidez naftênica será: Se TANPnac menor ou igual 0,5 mgkoh/g, A = 0 Se TANPnac maior 0,5 mgkoh/g, A = 0,0133 x (TANPnac -0,5) x PPref. onde:
7 TAN Pnac número de acidez total do petróleo nacional, em mgkoh/g; PPref preço do Petróleo de Referência obtido junto à Agência de Informação de Preços estabelecida no art. 6º, desta Resolução. 5º O deságio dado ao petróleo devido ao nitrogênio será: Se NPnac menor ou igual 0,25 % m/m, N = 0 Se NPnac maior 0,25 % m/m, N = 0,0133 x (NPnac 0,25) x PPref onde: NPnac quantidade de nitrogênio em % m/m; PPref preço do Petróleo de Referência obtido junto à Agência de Informação de Preços estabelecida no art. 6º, desta Resolução. 6º As frações de destilados leves, médios e pesados obtidos para cada Tipo de Petróleo nacional e para o Petróleo de Referência, a que se refere o parágrafo anterior, serão estabelecidos com base na Análise de seus Pontos de Ebulição Verdadeiros (curva PEV) e dos seus pontos de corte, segundo a seguinte tabela: Pontos de Cortes Destilados Leves Destilados Médios Resíduos Pesados Até 180º C 180º C a 350º C Acima de 350º C 7º Os derivados referentes às frações F1, Fm e Fp, F1b, Fmb e Fpb respectivamente leves, médios e pesados obtidos a partir de cada Tipo de Petróleo nacional e do Petróleo de Referência utilizados para o cálculo do Preço de Referência do Petróleo na fórmula apresentada no 1º, estão estabelecidos no Anexo I, desta Resolução. 7º Os derivados referentes às frações Fl, Fm e Fp, Flref, Fmref e Fpref respectivamente leves, médios e pesados obtidos a partir de cada Tipo de Petróleo nacional e do Petróleo de Referência utilizados para o cálculo do Preço de Referência do Petróleo na fórmula apresentada no 1º, estão estabelecidos no Anexo I, desta Resolução. (Retificação publicada no DOU , pág 79) CÁLCULO DO PREÇO DE REFERÊNCIA DO PETRÓLEO PARA EMPRESA DE PEQUENO PORTE
8 Art. 5º Para uma área produtora operada por concessionária classificada como Empresa de Pequeno Porte, até que essa providencie uma curva PEV de seu Tipo de Petróleo, será facultada a valoração do Preço de Referência do Petróleo, nos termos do art. 4º desta Resolução, utilizando-se para o cálculo do valor bruto do petróleo nacional (VBPnac), os percentuais de destilados leves, médios e pesados, obtidos a partir das seguintes fórmulas: F1cd = 9,00% Se API < 13º Fmcd = 14,37% Fpcd = 76,63% F1cd = 0,0004 x API 2 0,0109 x API + 0,1641 Se 13º < API < 50 Fmcd = 1 F1cd Fpcd Fmcd = 0,0002 x API2 0,0026 x API + 0,8339 F1cd = 61,91% Se API >50º Fmcd = 17,70% Fpcd = 20,39% onde: API densidade em grau API da Corrente de Petróleo de operador classificado como Empresa de Pequeno Porte; e F1cd, Fmcd e Fpcd respectivas frações de derivados leves, médios e pesados (em percentual) dos Tipos de Petróleos nacionais de operador classificado como Empresa de Pequeno Porte. CAPÍTULO V AGÊNCIA DE INFORMAÇÃO DE PREÇOS Art. 6º Para as cotações dos preços do Petróleo de Referência e dos derivados necessários ao cálculo do Preço de Referência do Petróleo nacional, a ANP utilizará uma das Agências de Informação de Preços definidas no art. 2º, inciso I, desta Resolução.
9 Parágrafo único: A ANP informará previamente aos agentes regulados eventual alteração da Agência de Informação de Preços utilizada. CAPÍTULO VI ATUALIZAÇÃO DAS ESPEFICAÇÕES TÉCNICAS Art. 7º As Correntes de Petróleo consideradas para o cálculo do Preço de Referência do Petróleo, e suas especificações técnicas, fornecidas pelas concessionárias e aprovadas pela ANP, estão relacionadas no Anexo II, desta Resolução. 1º Até o último dia útil de fevereiro de cada ano, os operadores deverão atualizar junto à ANP as seguintes informações referentes a cada Corrente de Petróleo nacional: grau API, teor de enxofre, número de acidez total, quantidade de nitrogênio e relação das áreas produtoras que compõem a Corrente de Petróleo com sua respectiva participação. 2º Sempre que, na condição de produção, constatar-se que, por um período superior a 120 dias, a densidade média diária da Corrente de Petróleo apresentar variação superior a ± 1º API, a concessionária deverá informar o ocorrido à ANP, em até 30 dias, e após esse prazo, enviar uma nova Análise dos Pontos de Ebulição Verdadeiros da referida corrente, em até 90 dias. a) Caso a Corrente de Petróleo apresente densidade média diária superior a 40º API, a atualização da Análise dos Pontos de Ebulição Verdadeiros da referida corrente, junto à ANP, deverá ocorrer apenas quando essa densidade média diária da Corrente de Petróleo apresentar variação superior a ± 2º API. b) Caso a variação da densidade média diária, medida em grau API, seja transitória, superior a 30 dias consecutivos, e inferior a 120 dias consecutivos, a concessionária deverá informar em no máximo 30 dias dessa constatação o ocorrido à ANP que avaliará, a seu critério, a necessidade de atualização da Análise dos Pontos de Ebulição Verdadeiros (curva PEV) da referida corrente. c) Caso a variação da densidade média diária, medida em grau API, seja transitória e inferior a 30 dias consecutivos, a concessionária estará dispensada de informar à ANP. 3º O intervalo mínimo entre revisões para uma mesma Corrente de Petróleo será de 120 dias, a menos que essa revisão seja resultado de uma ação de fiscalização da ANP.
10 4º No caso de Correntes de Petróleo compostas por parcelas produzidas em mais de uma unidade de produção, a curva PEV poderá ser elaborada por simulação matemática das curvas PEV das parcelas que a compõem, com base na expectativa de produção de cada uma delas nos meses subsequentes, desde que as amostras de petróleo sejam coletadas em período não superior a três anos. Art. 8º Caso as informações referidas nos 1º e 2º, do art. 7º, não sejam prestadas pelo operador à ANP, o Preço de Referência do Petróleo será: I o maior Preço de Referência do Petróleo praticado no País, quando a área produtora for a única área produtora de sua bacia; II o maior Preço de Referência do Petróleo praticado no País, quando o petróleo produzido pela área produtora tiver densidade (em graus API) superior a da Corrente de Petróleo com a maior densidade (em graus API) da bacia à qual pertence; III o maior Preço de Referência do Petróleo decorrente da aplicação do art. 5º, no caso de a produção ser operada por Empresa de Pequeno Porte; IV o maior Preço de Referência do Petróleo da bacia nas demais situações. CAPÍTULO VII PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÕES Art. 9º A ANP publicará mensalmente, por meio de resolução específica, o Preço de Referência do Petróleo nacional em reais por metro cúbico produzido no mês anterior em cada área produtora, apurado segundo os critérios previstos na presente Resolução, para fins do recolhimento de participações governamentais e de terceiros. Parágrafo único: Considerando que o Preço de Referência do Petróleo nacional é um indicador econômico de relevância para o mercado, com a finalidade de assegurar maior transparência a esse preço, a ANP publicará em seu sítio na Internet o Preço de Referência do Petróleo nacional em dólares americanos por barril. CAPÍTULO VIII REAVALIAÇÃO DA METODOLOGIA
11 Art. 10 A ANP poderá reavaliar a metodologia de apuração do Preço de Referência do Petróleo, estabelecida por esta Resolução, desde que mantenha uma periodicidade mínima de oito anos entre a publicação das reavaliações. 1º Devido à dinâmica do mercado internacional de petróleo e derivados, caso ocorra a descontinuidade da publicação de cotação dos derivados de petróleo ou do teor de enxofre, utilizada no cálculo do Preço de Referência do Petróleo, a ANP poderá substituí-la sem que essa alteração seja considerada uma reavaliação da metodologia. 2º A implementação da reavaliação da metodologia, que trata o caput deste artigo, será realizada em um período de transição de quatro anos, contados a partir do início da vigência desta Resolução. 3º Depois de publicada a nova resolução resultante da reavaliação da metodologia que trata o caput deste artigo, a ANP observará um período de carência não inferior a noventa dias, para que a resolução entre em vigor. Art. 11 A implementação desta Resolução se dará de forma gradual conforme tabela abaixo. Período Preço de Referência do Petróleo % PM % PRP % PM % PRP % PM % PRP % PM % PRP A partir de % PRP Onde: PM 206 Preço Mínimo do petróleo, calculado nos termos da Portaria ANP nº 206/2000. PRP Preço de Referência do Petróleo, apurado nos temos desta Resolução. CAPÍTULO IX Disposições Finais
12 Art. 12 O Preço de Referência mensal do Petróleo de Xisto, obtido a partir da lavra do Xisto Pirobetuminoso, na jazida localizada em São Mateus do Sul/PR, será igual ao menor Preço de Referência do Petróleo praticado no País, até que a ANP publique resolução específica para tratar da apuração do Preço de Referência do petróleo de Xisto Pirobetuminoso. Art. 13 Fica revogada, em 31 de dezembro de 2021, a Portaria ANP nº 206, de 29 de agosto de Parágrafo único: Com o início da vigência desta Resolução, em 1º de janeiro de 2018, ficam imediatamente revogados, a partir dessa data, os arts. 4º, 5º, 6º e 7º, da Portaria ANP nº 206, de 29 de agosto de Art. 14 Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de DÉCIO FABRICIO ODDONE DA COSTA
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