Terminal de Granéis Sólidos do Porto de Aveiro

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1 Terminal de Granéis Sólidos do Porto de Aveiro J. M. Morim de Oliveira, MSW Estudos e Projectos de Obras Marítimas, Lda., [email protected] J. L. Rodrigues Rocha, [email protected] Luis Godinho, APA Administração do Porto de Aveiro, S.A., [email protected] Hugo Leite, WW Consultores de Hidráulica e Obras Marítimas, S.A., [email protected]

2 ÍNDICE Capítulo 1 Estrutura dos Cais Capítulo 2 Monitorização Capítulo 3 Resultados Capítulo 4 Análise dos Resultados

3 ÍNDICE Capítulo 1- Estrutura dos Cais Capítulo 2 Capítulo 3 Capítulo 4

4 Terminal de Granéis Sólidos O Terminal de Granéis Sólidos situa-se no lado nascente da bacia do sector comercial do porto. Dispõe de dois cais com fundos de (-12 m)zh, sendo um com 449 m de comprimento e o segundo com 300 m.

5 Estrutura dos Cais A estrutura dos cais é constituída por uma cortina mista de perfis HZ 975B-14, espaçados de 1,79 m, intercalados por painéis de duas estacas prancha AZ 18. Esta cortina é ancorada a uma segunda cortina constituída por estacas prancha AZ 18, com 6,5 m de altura, situada a 31 m de distância. Os tirantes são de 70 mm de diâmetro, espaçados de 1,79 m. A superstrutura é formada por módulos monolíticos com 21,48 m.

6 Condições Geológicas No local ocorrem as seguintes unidades litoestratigráficas: Actual Areias dragadas, com espessura entre 20 e 24 m, essencialmente areias de granulometria variável, geralmente crescente do topo para a base, misturadas com fragmentos de conchas e, por vezes, calhaus de quartzo, apresentando tonalidades cremes a acastanhadas. Intercalados com as areias foram detectados níveis de argilas lodosas de cor castanha escura. Plio-plistocénico - Depósitos de Praias Antigas com espessuras que variaram entre 0,5 m e 10,5 m, caracterizam-se, essencialmente, por areias siltosas de grão fino a médio, de tons acinzentados, e cascalheiras de calhaus rolados de natureza variada envoltos em matriz arenosa. Cretácico - Argilas margosas/margas Foram detectadas subjacentes aos níveis Plio- Plistocénicos a partir de profundidades entre 23,5 m e 31,5 m. Apresentam tonalidades que variam entre o acinzentado e o esverdeado, aumentando a sua compacidade em profundidade.

7 Condições Geotécnicas Foram realizadas os seguintes 9 sondagens penetrométricas dinâmicas super pesadas (DPSH), 2 sondagens penetrométricas estáticas (CPT) e 6 sondagens e ensaios de penetração dinâmica tipo SPT realizados a cada 1,5 m. Os resultados dos ensaios permitem distinguir quatro camadas com resistências à penetração distintas, que correspondem a litologias diferentes: A camada superficial, com, no máximo, 4 metros de espessura, sem interesse geotécnico, já que foi feita a sua substituição. Subjacente a esta camada ocorrem areias finas a médias com alguns seixos, com espessuras variáveis, entre 6 m e 18 m. Entre esta camada e as denominadas argilas de Aveiro ocorrem areias médias a grosseiras com seixos, com espessuras variáveis entre 7 m e 21 m. Os parâmetros geotécnicos derivados dos resultados dos ensaios disponíveis foram os seguintes: FORMAÇÃO g g Esp. f (kn/m 3 ) (kn/m 3 ) (m) Areia fina a média com alguns seixos ,2 Areia média a grosseira com seixos ,5 13,6

8 Faseamento Construtivo A construção dos cais seguinte o seguinte faseamento:

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12 ÍNDICE Capítulo 1 Capítulo 2 - Monitorização Capítulo 3 Capítulo 4

13 Tendo em vista verificar o comportamento da estrutura dos cais, foi realizada a instrumentação da estrutura, visando medir: os deslocamentos da cortina principal dos cais, com recurso a inclinómetros; os esforços nos tirantes, através de células de carga.

14 ÍNDICE Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 - Resultados Capítulo 4

15 Carga no Tirante (kn) Resultados Foram realizadas medições dos deslocamentos da cortina e das cargas nas cabeças dos tirantes durante a construção (entre 13 e 18 medições durante a realização da dragagem) e após a entrada em exploração dos cais (1 medição). Carga nos Tirantes Fase de construção (Dragagem) CCI CC2 CC3 CC4 CC5 CC6 CC7 CC Cota de Dragagem (ZH)

16 CARGA NO TIRANTE (KN) 300 Carga nos Tirantes Evolução no Tempo CONSTRUÇÃO CCI CC2 CC3 CC4 CC5 CC6 CC7 CC set set set set set set set set set set set set set-1 DATA

17 Deslocamentos (mm) Deslocamentos da Cortina Fase de Construção (Dragagem) C E G M O Cota de dragagem do fundo adjacente ao cais [ m(zh)] -10

18 ÍNDICE Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Capítulo 4 Análise dos Resultados

19 Análise dos Resultados Cargas nos Tirantes Fase de Construção (Dragagem) Os gráficos das forças medidas nas células de carga, revelam, como seria natural, uma forte dependência destes valores da correspondente cota de dragagem registada em cada momento. À medida que a cota de dragagem diminui, aumentam as forças nos tirantes. Os valores mais altos registados situam-se nas células CC4, CC8 e CC6, variando entre 260,6 e 222,3 kn, e os mais baixos foram registados nas células CC1 e CC3, com valores entre 143,7 e 188,8 kn. Apesar de todos os valores iniciais serem iguais, cerca de 100 kn, as forças que podem ser atingidas nos tirantes, quando se procede à dragagem do fundo no lado exterior, são sensivelmente diferentes, variando, para a mesma cota de fundo, entre 125 e 262 kn, para a cota -7 m(zh), e entre 175 e 262 kn, para a cota -12 m(zh). Se forem desprezados os registos da célula CC4 verifica-se que as diferenças são muito menores, da ordem de 50 kn, e iguais em qualquer das cotas de dragagem. As diferenças dos valores das forças resultam, para além da história da construção de cada troço, das diferenças de características geométricas dos solos em que a cortina está cravada (dragagem não foi realizada de forma uniforme ao longo dos dois cais).

20 Análise dos Resultados Cargas nos Tirantes Evolução no Tempo As forças nos tirantes, nas quatro células nas quais foi possível efetuar a medição, diminuíram com a entrada em operação dos cais. O desconhecimento sobre as cargas a que os cais estiveram sujeitos impede a análise da evolução registada. Deslocamentos da Cortina Fase de Construção (Dragagem) Os deslocamentos máximos registados não ultrapassaram 30 mm, no sentido do mar, e 5 mm, no sentido de terra. Os valores máximos registaram-se quando a cota do fundo no lado exterior do cais estava próxima de -9 m(zh). No entanto, os valores máximos medidos por cada inclinómetro são muito diferentes uns dos outros, variando entre 8 e 28 mm no sentido do mar (inclinómetros C e M, respectivamente) e entre 0,5 e 4,5 mm), no sentido de terra (inclinómetros E e C).

21 Cota (m, ZH) Análise dos Resultados Deslocamentos da Cortina Fase de Construção (Dragagem) Na figura sobrepõe-se, num gráfico, os deslocamentos medidos no inclinómetro N e os deslocamentos calculados com o programa de cálculo referido. Deslocamento (mm) ,000 0,000-5,000 Como se constata há uma grande semelhança no traçado das duas curvas, sendo a diferença máxima entre elas de cerca de 3 mm -10,000-15,000 FEM - Dragagem (-13,0m) -20,000 Inclinómetro N - Dragagem (-12.65m) -25,000

22 OBRIGADO PELA ATENÇÃO

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