DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO
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1 DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO ANO XLIII - VITÓRIA-ES, QUINTA-FEIRA, 23 DE ABRIL DE Nº PÁGINAS SMCS Composição, Diagramação, Arte Final. REPROGRAFIA Impressão 3ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 16ª LEGISLATURA (PSDB) DARY PAGUNG - PRP 3º Secretário GABINETE DAS LIDERANÇAS MESA DIRETORA (DEM) RODRIGO CHAMOUN (PSB) 1ª Vice- DA VITÓRIA - PDT 2º Vice- (PT) 2 o Secretário WANILDO SARNÁGLIA (PT do B)) 4º Secretário REPRESENTAÇÃO PARTIDÁRIA DEM Atayde Armani PT Claudio Vereza PTB Doutor Rafael Favatto PSB Luciano Pereira PR Vandinho Leite PDT Aparecida Denadai PSDB PMDB Sérgio Borges PMN Janete de Sá PSC Reginaldo Almeida PP Cacau Lorenzoni PRP Dary Pagung PT do B Wanildo Sarnáglia Líder do Governo César Colnago DEM Atayde Armani, Robson Vaillant, Elcio Alvares, Theodorico Ferraço e Giulianno dos Anjos. PT Claudio Vereza, Givaldo Vieira. PTB Luzia Toledo, Marcelo Santos, Freitas e Doutor Rafael Favatto. PSB Sargento Valter de Paula, Luciano Pereira e Rodrigo Chamoun. PR Vandinho Leite. PDT Aparecida Denadai, Da Vitória, Doutor Wolmar Campostrini e Euclério Sampaio. PSDB César Colnago e Marcelo Coelho. PMDB - Doutor Hércules, Luiz Carlos Moreira e Sérgio Borges. PMN Janete de Sá e Paulo Roberto. PSC Reginaldo Almeida. PP Cacau Lorenzoni. PRP Dary Pagung. PT do B Wanildo Sarnáglia. Sem Partido Vice-Líder do Governo Sérgio Borges Esta edição está disponível no site da Assembléia Legislativa Editoração: Simone Silvares Itala Rizk
2 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, SERVIÇO PÚBLICO E REDAÇÃO : Theodorico Ferraço Vice-: Claudio Vereza Efetivos: Doutor Wolmar Campostrini, Luzia Toledo, Luiz Carlos Moreira, Dary Pagung e Janete de Sá. Suplentes: Atayde Armani, Da Vitória, Rodrigo Chamoun, Freitas, Doutor Hércules, Vandinho Leite e Cacau Lorenzoni. COMISSÃO DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE : Reginaldo Almeida Vice: Luciano Pereira Efetivos: Paulo Roberto, Da Vitória, Doutor Rafael Favatto. Suplentes: Marcelo Santos, Rodrigo Chamoun, Doutor Wolmar Campostrini e Doutor Hércules. COMISSÃO DE CULTURA : Claudio Vereza Vice-: Cacau Lorenzoni Efetivos: Janete de Sá e Rodrigo Chamoun. Suplentes: Vandinho Leite, Freitas, Paulo Roberto, Doutor Rafael Favatto e Marcelo Santos. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO : Vandinho Leite Vice-: Doutor Wolmar Campostrini Efetivos: Luzia Toledo, Sérgio Borges e Atayde Armani. Suplentes: Robson Vaillant, Da Vitória, Paulo Roberto, Sérgio Borges e Rodrigo Chamoun. COMISSÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E DOS DIREITOS HUMANOS : Janete de Sá Vice-: Doutor Wolmar Campostrini Efetivos: Sargento Valter de Paula, Vandinho Leite e Luzia Toledo. Suplentes: Paulo Roberto, Euclério Sampaio, Reginaldo Almeida e Atayde Armani. COMISSÃO DE SAÚDE, SANEAMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL : Doutor Hércules Vice-: Freitas Efetivos: Luiz Carlos Moreira, Rodrigo Chamoun e Doutor Rafael Favatto. Suplentes: Sargento Valter de Paula, Doutor Wolmar Campostrini, Janete de Sá, Sérgio Borges e Paulo Roberto. COMISSÃO DE AGRICULTURA, DE AQÜICULTURA E PESCA, DE ABASTECIMENTO E DE REFORMA AGRÁRIA : Atayde Armani Vice-: Luciano Pereira Efetivos: Cacau Lorenzoni e Dary Pagung. Suplentes: Robson Vaillant, Doutor Rafael Favatto, Janete de Sá, Sérgio Borges e Da Vitória. COMISSÕES PERMANENTES COMISSÃO DE FINANÇAS, ECONOMIA, ORÇAMENTO, FISCALIZAÇÃO, CONTROLE E TOMADA DE CONTAS : Sérgio Borges Vice-: Atayde Armani Efetivos: Paulo Roberto, Euclério Sampaio, Doutor Rafael Favatto, Reginaldo Almeida e Wanildo Sarnáglia. Suplentes: Doutor Hércules, Robson Vaillant, Janete de Sá, Da Vitória, Luzia Toledo, Vandinho Leite e Theodorico Ferraço. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR : Aparecida Denadai Vice-: Theodorico Ferraço Efetivos: Luiz Carlo Moreira, Vandinho Leite. Suplentes: Da Vitória, Robson Vaillant, Doutor Hércules, Cacau Lorenzoni e Atayde Armani. COMISSÃO DE SEGURANÇA : Da Vitória Vice-: Euclério Sampaio Efetivos: Sargento Valter de Paula, Robson Vaillant e Luciano Pereira. Suplentes: Doutor Wolmar Campostrini, Theodorico Ferraço, Doutor Hércules, Paulo Roberto e Atayde Armani. COMISSÃO DE TURISMO E DESPORTO : Luzia Toledo Vice : Freitas Efetivos: Sargento Valter de Paula, Robson Vaillant e Doutor Hércules. Suplentes: Wanildo Sarnaglia, Cacau Lorenzoni, Atayde Armani e Sérgio Borges. COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, INCLUSÃO DIGITAL, BIOSSEGURANÇA E PETRÓLEO E SEUS DERIVADOS : Vice-: Efetivos: Paulo Roberto, Wanildo Sarnáglia e Sérgio Borges. Suplentes: Luciano Pereira, Vandinho Leite e Doutor Hércules. COMISSÃO DE INFRA-ESTRUTURA, DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL, DE MOBILIDADE URBANA E DE LOGÍSTICA : Marcelo Santos Vice-: Theodorico Ferraço Efetivos: Rodrigo Chamoun, Robson Vaillant e Doutor Hércules. Suplentes : Luzia Toledo, Atayde Armani, Luciano Pereira, Freitas e Luiz Carlos Moreira. DEPUTADO CORREGEDOR: CACAU LORENZONI Atas das Sessões DEPUTADO OUVIDOR: ROBSON VAILLANT Publicação Autorizada...pág. 01 a 14 LIGUE OUVIDORIA Atos Legislativos...pág. 14 a Atos do Atos Administrativos...pág. 15 a 18 [email protected] Suplemento
3 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 1 PUBLICAÇÃO AUTORIZADA PODER EXECUTIVO GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 15 de abril de MENSAGEM Nº 53/2009 Senhor : Comunico a essa Casa de Leis que vetei, totalmente, por inconstitucionalidade, o Projeto de Lei n 03/2009, de autoria do Deputado Euclério Sampaio, aprovado nessa Assembléia e transformado no Autógrafo de Lei n 11/2009, vindo-me para a manifestação na forma do artigo 66 da Constituição Estadual. A ementa do citado PL versa sobre o seguinte teor: Proíbe atividades de transporte de valores próximo às escolas e no interior dos centros comerciais shopping centers ou similares. Embora nobre a intenção do legislador estadual, não possui o Estado competência legislativa para legislar sobre o assunto, pois cuida de matéria relacionada a trânsito e transportes e, também, sobre direito do trabalho, assuntos privativos da União. Submeti o feito ao exame da Procuradoria Geral do Estado, que se manifestou com o seguinte parecer que acolho: Da usurpação da competência legislativa privativa da União para a matéria de trânsito e transporte - artigo 22, XI, da CF e também para Direito do Trabalho art. 22, I da Constituição Federal: O Autógrafo de Lei n 11/2009, oriundo de atividade parlamentar estadual, pretende proibir a atividade de transporte de valores nos casos que especifica, impondo multa por descumprimento do seu preceito legal. Contudo, o art. 22, XI da CF 1 determina ser competência privativa da União legislar sobre trânsito e transporte. Em se tratando de matéria de competência privativa, salvo os casos autorizados por lei complementar (artigo 22, parágrafo único), os 1 Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: (...) XI - trânsito e transporte; (...) Estados e os Municípios não podem invadir o espaço reservado à União, sob pena de incorrerem, inevitavelmente, em inconstitucionalidade formal 2. Nesse sentido, esclarece FERNANDA DIAS MENEZES DE ALMEIDA 3, ao abordar a temática relativa à repartição de competências na Constituição Federal: O problema nuclear da repartição de competências na Federação reside na partilha da competência legislativa, pois é através dela que se expressa o poder político, cerne da autonomia das unidades federadas. É na capacidade de estabelecer as leis que vão reger as suas próprias atividades, sem subordinação hierárquica e sem a intromissão das demais esferas de poder, que se traduz fundamentalmente a autonomia de cada uma dessas esferas. [...] Assim, guardada a subordinação apenas ao poder soberano no caso o poder 2 Sobre os vícios de constitucionalidade, preleciona J.J Gomes Canotilho: A desconformidade dos actos normativos com o parâmetro constitucional dá origem ao vício de inconstitucionalidade. A doutrina costuma distinguir entre vícios formais, vícios materiais e vícios procedimentais: (1) vícios formais: incidem sobre o acto normativo enquanto tal, independentemente do seu conteúdo e tendo em conta apenas a forma da sua exteriorização; na hipótese de inconstitucionalidade formal, viciado é o acto, nos seus pressupostos, no seu procedimento de formação, na sua forma final; (2) vícios materiais: respeitam ao conteúdo do acto, derivando do contraste existente entre os princípios incorporados no acto e as normas ou princípios da constituição; no caso de inconstitucionalidade material, substancial ou doutrinária (como também se lhe chamou entre nós), viciadas são as disposições ou normas singularmente consideradas; (3) vícios de procedimento: autonomizados pela doutrina mais recente (mas englobados nos vícios formais pela doutrina clássica), são os que dizem respeito ao procedimento de formação, juridicamente regulado, dos actos normativos. Os vícios formais são, conseqüentemente, vícios do acto; os vícios materiais são vícios das disposições ou das normas constantes do acto; os vícios de procedimento são vícios relativos ao complexo de actos necessários para a produção final do acto normativo. Daqui se conclui que, havendo um vício formal, em regra fica afectado o texto na sua integralidade, pois o acto é considerado formalmente como uma unidade; nas hipóteses de vícios materiais, só se consideram viciadas as normas, podendo continuar válidas as restantes normas constantes do acto que não se considerem afectadas de irregularidade constitucional. (CANOTILHO, J.J. Gomes. Direito Constitucional e teoria da Constituição. 3. ed. Coimbra: Almedina, 1999, p ). 3 ALMEIDA, Fernanda Dias Menezes de. Competências na Constituição de ed. São Paulo: Atlas, 2007, p
4 2 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 constituinte, manifestado através de sua obra, a Constituição, cada centro de poder autônomo na Federação deverá necessariamente ser dotado da competência de criar o direito aplicável à respectiva órbita. E porque é a Constituição que faz a partilha, tem-se como conseqüência lógica que a invasão, não importa por qual das entidades federadas, do campo da competência legislativa de outra resultará sempre na inconstitucionalidade da lei editada pela autoridade incompetente. Isso tanto no caso de usurpação de competência legislativa privativa, como no caso de inobservância dos limites constitucionais postos à atuação de cada entidade no campo da competência legislativa concorrente. Discorrendo sobre a competência privativa da União para legislar sobre trânsito e transporte, assim se manifestou o Ministro MAURÍCIO CORRÊA, em voto proferido no julgamento da ADI n 2606/SC, de sua relatoria: [...] Vigora no sistema constitucional instituído em 1988, para fins de repartição de competência, o que a doutrina denomina predominância do interesse, cabendo à União as matérias e questões em que prevalecem os interesses gerais da federação como um todo, reservando-se aos Estados assuntos regionais e aos Municípios temas locais. Nessa linha, o inciso XI do artigo 22 da Carta da República reservou privativamente à União o poder de legislar sobre trânsito e transporte, bem como para fixar as diretrizes dos transportes urbanos. A possibilidade excepcional de norma estadual vir a disciplinar originariamente a matéria viabiliza-se apenas mediante lei complementar, conforme expressamente dispõe o parágrafo único do artigo 22, instrumento normativo inexistente quanto às hipóteses de transporte remunerado de passageiros. É relevante observar que o emprego de motocicletas como meio de transporte público de passageiros é matéria afeta tanto ao trânsito na parte relativa à segurança, natureza e classificação do veículo quanto ao transporte, situação específica relacionada ao próprio objeto a ser transportado no caso o cidadão, suas formas e condições. [...] No caso em comento, o Poder Legislativo Estadual obriga as empresas de transporte de valores a alterar a forma como este transporte hoje é prestado, impondo multa por descumprimento de seus preceitos. Não resta dúvida que a matéria objeto do Autógrafo n 11/2009 versa sobre trânsito e transporte, matéria cuja competência legislativa foi conferida privativamente à União. Embora o parágrafo único do art. 22 da CF 4 admita delegação legislativa por lei complementar para tratar de questões específicas, o legislador federal não delegou competência para os Estados legislarem sobre transporte de valores. Ao contrário, o Parlamento federal editou norma acerca da matéria, Lei n 7.102, de 20 de junho de 1983, que regula inteiramente o transporte de valores, até mesmo em relação às questões trabalhistas que nele estão envolvidas. Quanto à impossibilidade do Estado legislar sobre matéria de trânsito e transporte na ausência de delegação legislativa, destacamos: "Lei do Estado de São Paulo. Fiscalização eletrônica. Multa. Competência da União. Inconstitucionalidade material. É da competência exclusiva da União legislar sobre trânsito e transporte, sendo necessária expressa autorização em lei complementar para que a unidade federada possa exercer tal atribuição (CF, artigo 22, inciso XI e parágrafo único). Não tem competência o Estado para legislar ou restringir o alcance de lei que somente a União pode editar (CF, artigo 22, XI). Ação direta de inconstitucionalidade julgada procedente." 5 E, ainda, ao dispor acerca dos horários que as atividades de transporte de valores poderão ser prestadas nos locais que especifica, o legislador estadual interfere diretamente no trabalho prestado pelos empregados das empresas de transporte de valores, tendo também impacto nestas relações trabalhistas, na forma e condições como o serviço é prestado. Com efeito, a imposição legal que restrinja horários para a prestação de um serviço no caso, transporte de valores reflete diretamente nas relações de trabalho empregado-empregador, já que limita a prestação de serviços a determinados 4 Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: (...) XI - trânsito e transporte; (...) Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo. 5 ADI 2.328, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em , DJ de
5 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 3 horários, impactando na jornada de trabalho, na realização de horas extras ou noturnas e o pagamento do seu respectivo adicional, dentre outros. Este impacto nas relações de trabalho não pode ser ignorado, já que os dispositivos do autógrafo refletem diretamente nas condições da prestação do serviço, e, consequentemente, nas relações empregatícias e salariais, sendo matéria de direito do trabalho, cuja competência legislativa também é privativa da União, nos termos do disposto no art. 22, I da Carta Política. Neste sentido: O Tribunal, por maioria, deferiu medida cautelar em ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo Governador do Distrito Federal para suspender, com efeitos ex tunc, até julgamento final da ação, a vigência do art. 1º, caput e 1º e 2º, e o art. 2º, caput e incisos I e II da Lei distrital 3.680/2005, que estabelece a obrigatoriedade de equipar os ônibus utilizados no serviço público de transporte coletivo local com dispositivos redutores de estresse para motoristas e cobradores (...). Entendeu-se que a norma impugnada, em princípio, usurpa a competência privativa da União para legislar sobre direito do trabalho e trânsito (CF, art. 22, I e XI, respectivamente). Considerou-se, ainda, a inexistência de lei complementar autorizando o DF a dispor sobre essas matérias, as quais foram objeto de tratamento específico do Código de Trânsito Brasileiro e da Consolidação das Leis do Trabalho. 6 Assim, da mesma forma que para a matéria de trânsito e transporte, sem delegação legislativa por lei complementar o Estado-membro não pode legislar acerca de direito do trabalho, estando o autógrafo em comento invadindo competências legislativas privativas da União, afrontando o disposto no artigo 22, incisos I e XI da Constituição da República. Pela demonstrada inconstitucionalidade por invasão de competência legislativa privativa da União para a matéria, veto integralmente o PL n 03/2009. Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado 6 ADI MC, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em , Informativo 517. GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 15 de abril de MENSAGEM Nº 54/2009 Senhor : Dou conhecimento a essa Assembléia Legislativa que, amparado nos artigos 66, 2 e 91, IV da Constituição Estadual, decidi vetar parcialmente, por inconstitucionalidade, o Projeto de Lei n 446/2008, de autoria da Deputada Aparecida Denadai, cujo teor é o seguinte: Institui o Dia sem Álcool. Em que pese a nobreza de propósito da ilustre Deputada, o projeto de lei de sua lavra apresenta vícios de inconstitucionalidade, senão, vejamos, nos termos do parecer da Procuradoria do Estado, que aprovo e transcrevo: DA INCONSTITUCIONALIDADE FORMAL: Reserva de iniciativa. Invasão da competência privativa do Chefe do Poder executivo estadual para legislar sobre matéria administrativa. Violação ao artigo 61, 1º, II, e, da Constituição Federal. Conforme se observa de uma simples leitura do disposto no art. 1º do projeto de lei em análise, a pretensão do Poder Legislativo, in casu, é instituir no calendário estadual a comemoração anual do Dia sem Álcool, datada no dia 05 de setembro, a fim de servir de incentivo ao não-consumo de bebidas alcoólicas a toda população capixaba. Embora, a priori, a intenção do legislador seja condizente com a realidade fática, acaba por interferir diretamente em questão administrativa da Secretaria Estadual de Saúde (órgão da administração direta), visto que determinar a realização de atividades de caráter ligado às políticas públicas. Isso decorre, por conseqüência, em matéria tipicamente administrativa que produz eficácia que afeta a independência dos Poderes do Estado. Dessa forma, se impõe ao caso o princípio da reserva da administração e as conseqüentes vedações constitucionais impostas ao Poder Legislativo de legislar a respeito de organização administrativa, núcleo funcional reservado ao Poder Executivo. Aliás, sobre a matéria, a Constituição Federal conferiu ao Chefe do Poder Executivo a prerrogativa exclusiva para disciplinar os temas diretamente afetos à Administração Pública, consoante dispõem os artigos 61 e 84 da Carta.
6 4 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Numa análise conjunta dos indigitados artigos da Constituição, exsurge que, dentre outras, é competência exclusiva do Chefe do Poder Executivo dispor sobre a criação, extinção, estruturação, organização, funcionamento e atribuições dos órgãos e pessoas componentes da Administração Pública; in verbis: CF/88 Art A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos nesta Constituição. 1º - São de iniciativa privativa do da República as leis que: [...] II - disponham sobre: [...] e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública, observado o disposto no art. 84, VI. Art. 84. Compete privativamente ao da República: [...] VI dispor mediante decreto, sobre: a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; [...] Nesse sentido, se manifestou a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal 7, mencionando que compete privativamente ao Chefe do Poder Executivo a iniciativa de leis que disponham sobre matéria tipicamente administrativa, isto é, de funcionamento e organização da Administração Pública (CF, art. 61, 1º, II, e ). Assim, a iniciativa parlamentar nesse campo constitui ato de 7 Na ADIN/MC 1.846, rel. Min. Carlos Velloso, DJ: , a Corte considerou juridicamente relevante a argüição de ofensa à iniciativa privativa do Chefe do Poder Executivo para a propositura de leis que versam sobre matéria administrativa, e de invasão da esfera de atribuições deste, a quem cabe a direção e o funcionamento da Administração. grifos acrescidos. transgressão constitucional e denota a inconstitucionalidade formal das normas editadas: A disciplina normativa pertinente ao processo de criação, estruturação e definição das atribuições dos órgãos e entidades integrantes da Administração Pública estadual traduz matéria que se insere, por efeito de sua natureza mesma, na esfera de exclusiva iniciativa do Chefe do Poder Executivo local, em face da cláusula de reserva inscrita no art. 61, 1º, II, e, da Constituição da República, que consagra princípio fundamental inteiramente aplicável aos Estados-membros em tema de processo legislativo. Precedentes do STF. - O desrespeito à prerrogativa de iniciar o processo de positivação do Direito, gerado pela usurpação do poder sujeito à cláusula de reserva, traduz vício jurídico de gravidade inquestionável, cuja ocorrência reflete típica hipótese de inconstitucionalidade formal, apta a infirmar, de modo irremissível, a própria integridade do ato legislativo eventualmente editado. Precedentes do STF. (ADI 1391 MC/SP Rel. Min. Celso de Mello DJ: 28/11/1997) Ação Direta de Inconstitucionalidade. Lei complementar estadual 235/02. Criação de circunscrições regionais de trânsito. Competência do Chefe do Poder Executivo. Princípio da iniciativa reservada. Atuação parlamentar. Impossibilidade. Precedentes. 1. Circunscrições regionais de trânsito. Instituição. Matéria reservada à iniciativa do Chefe do Poder Executivo, a quem compete, com exclusividade, exercer a direção superior da administração estadual e dispor sobre sua organização e estrutura. Observância ao modelo federal pelos estadosmembros, que têm autonomia para se autoorganizarem nos limites impostos pela Constituição Federal. 2. Inércia do Poder Executivo para a deflagração do processo legislativo das matérias de sua competência. Atuação parlamentar. Impossibilidade. Em virtude da cláusula constitucional da reserva de iniciativa, somente ao Governador, que detém o poder discricionário, compete avaliar a conveniência e a oportunidade administrativa e financeira de serem criados órgãos regionais na estrutura organizacional direta e indireta. Ação julgada procedente para declarar a inconstitucionalidade da Lei Complementar 235, de 30 de abril de 2002, do Estado do Espírito Santo. (ADI 2721/es - Espírito Santo - Relator(a): Min. Maurício Corrêa - Julgamento: 06/08/2003,
7 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 5 Publicação: DJ data pp-00018, Ement. vol pp-01099). (grifo nosso) Assim, fica claro que somente ao Chefe do Poder Executivo, seja por intermédio de elaboração de projeto de lei (iniciativa), seja por intermédio de edição de Decreto, é permitido lançar disposições normativas regedoras da Administração Pública. Em suma, a competência veiculada pelas transcritas normas constitucionais, que abarca o poder de comandar a criação, a extinção, a composição, as atribuições e o funcionamento dos órgãos e das pessoas administrativas vinculadas ao Poder Público, pertence, apenas, ao Chefe da Administração Pública. Importante frisar ser plenamente aplicável a força vinculante dos aludidos preceitos (art. 61, 1, e art. 84, inc. VI, a, ambos da CF/88) na esfera estadual, tese assente na doutrina e na jurisprudência pátria. Todavia, há também na Constituição do Estado do Espírito Santo dispositivo que corrobora a presente tese. Constituição Estadual Art. 63. A iniciativa das leis cabe a qualquer membro ou comissão da Assembléia Legislativa, ao Governador do Estado, ao Tribunal de Justiça, ao Ministério Público e aos cidadãos, satisfeitos os requisitos estabelecidos nesta Constituição. Parágrafo único são de iniciativa privativa do Governador do Estado as leis que disponham sobre: [...] III organização administrativa e pessoal da administração; Posto isso, fica caracterizado a inconstitucionalidade formal do parágrafo único do art. 1º, e do art. 2º do Autógrafo de Lei 16/2009 de iniciativa parlamentar, por dispor a respeito de organização administrativa, do funcionamento da Administração Pública e da instituição de Políticas Públicas no Estado. DA INCONSTITUCIONALIDADE MATERIAL: Violação ao princípio da separação dos poderes. (CF, artigos 2º e 84, II e VI, a ). Como conseqüência do vício formal denunciado no tópico anterior, há que se reconhecer que as normas contidas no art. 1º, caput, no único do mesmo artigo e no art. 2º padecem, também, de vício de inconstitucionalidade material. A Carta Maior, ao atribuir ao Chefe do Poder Executivo a iniciativa privativa de lei para dispor sobre a organização da Administração Pública, criou, consoante já mencionado, verdadeiro Princípio da Reserva de Administração que é corolário específico do Princípio da Separação dos Poderes (Art. 2º da CF/88: São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário ). O regramento legal de tal reserva encontra-se nos preceitos constitucionais que cuidam da competência normativa privativa do da República, quais sejam, o art. 61 e o art. 84 da Carta. Com base nessas normas constitucionais e no postulado da reserva de administração, a intromissão do Poder Legislativo na organização do Poder Executivo, estatuindo deveres e atribuições à Administração Pública Direta ou Indireta, ou regrando sua forma de funcionamento, fere brutalmente o princípio da separação dos poderes, não só por interferir, mas, principalmente, por usurpar a autonomia necessária desse último Poder, especialmente no que toca à sua função típica: administrar. Nessa linha de raciocínio, aliás, já se manifestou a Suprema Corte, in verbis: CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. LEI QUE ATRIBUI TAREFAS AO DETRAN/ES, DE INICIATIVA PARLAMENTAR: INCONSTITUCIONALIDADE. COMPETÊNCIA DO CHEFE DO PODER EXECUTIVO. C.F., art. 61, 1º, II, e, art. 84, II e VI. Lei 7.157, de 2002, do Espírito Santo. I. - É de iniciativa do Chefe do Poder Executivo a proposta de lei que vise a criação, estruturação e atribuição de órgãos da administração pública: C.F., art. 61, 1º, II, e, art. 84, II e VI. II. - As regras do processo legislativo federal, especialmente as que dizem respeito à iniciativa reservada, são normas de observância obrigatória pelos Estadosmembros. III. - Precedentes do STF. IV. - Ação direta de inconstitucionalidade julgada procedente. (ADI 2719 / ES - Relator(a): Min. CARLOS VELLOSO Julgamento: 20/03/2003 Órgão Julgador: Tribunal Pleno Publicação: DJ DATA ) AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE - LEI ESTADUAL, DE INICIATIVA PARLAMENTAR, QUE INTERVÉM NO
8 6 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 REGIME JURÍDICO DE SERVIDORES PÚBLICOS VINCULADOS AO PODER EXECUTIVO - USURPAÇÃO DO PODER DE INICIATIVA RESERVADO AO GOVERNADOR DO ESTADO - INCONSTITUCIONALIDADE - CONTEÚDO MATERIAL DO DIPLOMA LEGISLATIVO IMPUGNADO (LEI Nº 6.161/2000, ART. 70) QUE TORNA SEM EFEITO ATOS ADMINISTRATIVOS EDITADOS PELO GOVERNADOR DO ESTADO - IMPOSSIBILIDADE - OFENSA AO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA RESERVA DE ADMINISTRAÇÃO - MEDIDA CAUTELAR DEFERIDA, COM EFICÁCIA EX TUNC. PROCESSO LEGISLATIVO E INICIATIVA RESERVADA DAS LEIS. [...] RESERVA DE ADMINISTRAÇÃO E SEPARAÇÃO DE PODERES. - O princípio constitucional da reserva de administração impede a ingerência normativa do Poder Legislativo em matérias sujeitas à exclusiva competência administrativa do Poder Executivo. É que, em tais matérias, o Legislativo não se qualifica como instância de revisão dos atos administrativos emanados do Poder Executivo. Precedentes. Não cabe, desse modo, ao Poder Legislativo, sob pena de grave desrespeito ao postulado da separação de poderes, desconstituir, por lei, atos de caráter administrativo que tenham sido editados pelo Poder Executivo, no estrito desempenho de suas privativas atribuições institucionais. Essa prática legislativa, quando efetivada, subverte a função primária da lei, transgride o princípio da divisão funcional do poder, representa comportamento heterodoxo da instituição parlamentar e importa em atuação ultra vires do Poder Legislativo, que não pode, em sua atuação político-jurídica, exorbitar dos limites que definem o exercício de suas prerrogativas institucionais. (ADI-MC 2364/AL, Relator(a): Min. CELSO DE MELLO, Julgamento: 01/08/2001, Órgão Julgador: Tribunal Pleno) (grifo nosso) O Autógrafo de Lei em estudo, de iniciativa parlamentar, impõe, em seus artigos 1º, único e 2º, respectivamente, a obrigatoriedade de o Poder Executivo instituir e promover a regulamentação do Dia sem Álcool, com a realização de atividades relacionadas à prevenção e ao combate de bebidas alcoólicas, no âmbito de todo o Estado, a fim de conscientizar a população capixaba sobre os malefícios gerados pelo álcool. Nota-se que o vício que acomete o parágrafo único do art. 1º situa-se, exatamente, no mandamento legislativo que fixa atribuição ao Poder Público em flagrante desrespeito à separação de poderes e à reserva da Administração. Por derradeiro, o art. 2º insurge-se contra a constitucionalidade por via de conseqüência do dispositivo anterior, haja vista estabelecer ações em referência à norma viciada. Diante disso, é fácil perceber que esses dispositivos instituem regras de conduta que afetam diretamente o funcionamento da Administração, pois, por certo, fixam atribuições ao Poder Executivo e aos seus órgãos (in casu, Secretaria de Saúde), impondo obrigações de cunho gerencial e delimitando quando e como serão levadas a efeito políticas de conscientização dos capixabas acerca das questões relacionadas aos efeitos do álcool. Exatamente por isso, invade o campo reservado à atuação do Chefe do Poder Executivo, a quem cabe a direção superior da Administração. Em outras palavras, os dispositivos sub examine, ao determinarem o modo e o prazo para materialização de determinada ação do Poder Executivo, acaba por dispor sobre o funcionamento da Administração Pública, o que denota a patente intromissão do Legislativo em assuntos inerentes ao Executivo. Pelo quanto foi dito, tem-se que os dispositivos em questão também padecem de vício de inconstitucionalidade material, por ferir o princípio da reserva de administração e, conseqüentemente, da separação dos poderes. DA CONSTITUCIONALIDADE PARCIAL: Constitucionalidade do caput do artigo 1º e do artigo 3º. Os demais dispositivos do Autógrafo de Lei em análise são inconstitucionais. O caput do artigo 1º apenas inclui no calendário do Estado o Dia sem Álcool. Ao contrário do que ocorre em seu parágrafo único, esse dispositivo não trata de matéria administrativa, nem impõe obrigações ao Poder Executivo. Com efeito, seu preceito dirige-se indistintamente a toda a sociedade e aos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). O artigo 3º, por sua vez, retrata tão-somente cláusula de vigência. É, por óbvio, constitucional. Pelo exposto, conclui-se que o parágrafo único do art. 1º e o art. 2º do Autógrafo de Lei nº 16/2009 padecem de vícios de inconstitucionalidade
9 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 7 formal e material, eis porque o veto incide, tãosomente, sobre estes dispositivos. Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 16 de abril de 2009 MENSAGEM Nº 56/2009 Senhor : Encaminho a essa Casa de Leis o anexo projeto de lei complementar com o fito de acrescer ao total de contratos administrativos de prestação de serviços, por prazo determinado, a que se refere o art. 1º da Lei Complementar nº 461/2008, o montante de 100 (cem) Agentes Penitenciários. Os Agentes Penitenciários a que se refere o presente projeto de lei serão disponibilizados pela Secretaria de Estado da Justiça SEJUS para atender às necessidades emergenciais das Delegacias de Polícia Judiciária vinculadas à Polícia Civil. Diante disso, o presente projeto fixa que o quantitativo do cargo de provimento efetivo de Agente Penitenciário, a que se refere o Anexo I da Lei Complementar nº 363, de , passará para 1050 vagas. Destarte, o aumento de vagas para o referido cargo é uma necessidade em razão do crescimento populacional carcerário nas Delegacias vinculadas à Polícia Civil e nas demais Unidades Prisionais construídas por este Governo do Estado. Em observância ainda às normas da Lei de Responsabilidade Fiscal encaminho, anexos, Declaração de Atendimento ao Limite de Pessoal definido pela LRF, corroborado pelo Relatório de Gestão Fiscal - Demonstrativo da Despesa com Pessoal - Orçamento Fiscal e da Seguridade Social janeiro a dezembro/2008, Impacto Orçamentário e Financeiro e Demonstrativo de Comportamento da Arrecadação nos últimos doze meses. Assim, solicito a atenção especial dessa Casa no sentido de aprovar o presente projeto de lei. Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 09/2009 Acresce ao total de contratos administrativos de prestação de serviços, por prazo determinado, a que se refere o art. 1º da Lei Complementar nº 461/2008, o montante de 100 (cem) Agentes Penitenciários, e dá outras providências. Art. 1º Fica acrescido ao total de contratos administrativos de prestação de serviços, por prazo determinado, a que se refere o art. 1º da Lei Complementar nº 461/2008, o montante de 100 (cem) Agentes Penitenciários. Parágrafo único. Os Agentes Penitenciários, a que se refere o caput deste artigo, serão disponibilizados pela Secretaria de Estado da Justiça SEJUS para atender às necessidades emergenciais das Delegacias de Polícia Judiciária vinculadas à Polícia Civil. Art. 2º O art. 11 da Lei Complementar nº 461/2008 passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 11. O quantitativo de vagas do cargo de provimento efetivo de Agente Penitenciário, a que se refere o Anexo I da Lei Complementar nº 363, de , passa a ser de (um mil e cinqüenta). (NR) Art. 3º As despesas decorrentes da execução desta lei complementar correrão por conta das dotações orçamentárias próprias que serão suplementadas, se necessário. Art. 4º Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação. IMPACTO ORÇAMENTÁRIO FINANCEIRO Valores em R$ 1,00 ESPECIFICAÇÃO MENSAL Agente Penitenciário , , , ,00 Impacto orçamentário financeiro Memória de Cálculo 2009: Quantitativo de contrações = 100 Valor unitário do subsídio: R$ 1.700,00 Valor mensal: R$ ,00 Valor anual = (valor mensal x contribuição previdenciária 10% x 8 meses)
10 8 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Valor anual = ( ,00 x 1,1 x 8) Valor anual = R$ ,00 Memória de Cálculo 2010 e 2011: Quantitativo de contrações = 100 Valor unitário do subsídio: R$ 1.700,00 Valor mensal: R$ ,00 Valor anual = (valor mensal x contribuição previdenciária 10% x 12 meses + 13º + 1/3 férias) Valor anual = ( ,00 x 1,1 x 13,3) Valor anual = R$ ,00 GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 16 de abril de MENSAGEM Nº 57/2009 Senhor : Encaminho à elevada apreciação dessa nobre Assembléia, o incluso projeto de lei complementar que institui o Programa de Parceria Público-Privada PPP do Estado do Espírito Santo, com base na Lei Federal nº /2004, e dá outras providências correlatas. Trata-se de nova etapa na trajetória evolutiva do Governo, estimulando o relacionamento com entidades privadas por meio da instituição de modelos alternativos de parceria, que buscam aperfeiçoar os instrumentos utilizados até o momento. Orientado pela moderna tendência de redimensionar a ação do Estado, o projeto tem por finalidade aproveitar o potencial de gestão do setor privado, aumentando paralelamente a capacidade administrativa de governar com eficiência, com a conseqüente melhoria da qualidade dos serviços prestados. A parceria poderá ter por objeto a implantação, ampliação ou gestão de infra-estrutura pública, a prestação de serviços, a exploração de bem público e a exploração de direitos de natureza imaterial de titularidade do Estado. Vale ressaltar que o presente projeto de lei estabelece que a parceria determina para o agente do setor privado a assunção de obrigações de resultado definidas pelo poder público, a submissão a controle estatal permanente dos resultados e o dever de submeter-se à fiscalização do Estado, de modo a garantir que sejam alcançados, com transparência e eficácia, os fins de interesse público subjacentes à parceria. Nessa linha, a vinculação da remuneração do contratado à qualidade e à eficiência de seu desempenho, de acordo com as utilidades e serviços que disponibilizar, e ao cumprimento de metas e resultados definidos, e, também, a atribuição ao agente privado da responsabilidade pelo investimento, a ser amortizado em contratos de prazo compatível para esse fim, constituem as linhas mestras do novo sistema. Além disso, a presente proposição estabelece condições tais como o efetivo interesse público e o estudo técnico de viabilidade para a inclusão de projetos no PPP. Propõe-se, ainda, a criação do Conselho Gestor do Programa com a incumbência de aprovar projetos, recomendar ao Governador do Estado a inclusão no PPP de projeto aprovado, fiscalizar a execução das parcerias e alterações dos contratos. Como respaldo adicional à concretização das medidas propostas, o projeto autoriza a criar a Gerência do Programa de Parceria, na Secretaria de Economia e Planejamento, para assessorar o Conselho Gestor do PPP e, colaborar, apoiar e viabilizar a efetivação do Programa. Em contrapartida, propõe-se a extinção da Gerência de PPP em atividade na ADERES, razão pela qual o presente projeto não implicará em aumento de despesas. Com essas ponderações, permito-me assinalar que, se é certo que o Estado vem cumprindo sua missão utilizando sua capacidade de investimento com recursos próprios, entendo imperioso, no atual contexto, implementar novos instrumentos de convocação da iniciativa privada para modernizar e ampliar ainda mais a infra-estrutura e a oferta de serviços públicos estaduais. Nesse sentido, vale frisar que os investimentos de grande vulto para o Estado, dentre eles a quarta ligação entre Vitória e Vila Velha, por meio de túnel, poderão ser realizados através de parceria público-privada, a partir do momento em que o Estado tiver esse instrumento em seu arcabouço legal. Expostas, dessa maneira, em suas linhas fundamentais, as razões de minha iniciativa, reitero a Vossa Excelência os protestos de minha elevada consideração. Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado
11 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 9 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 10/2009 Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas do Estado do Espírito Santo e dá outras providências. Capítulo I Das Definições e dos Princípios Art. 1º Esta lei complementar institui o PROGRAMA DE PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, doravante denominado PROGRAMA destinado a fomentar, coordenar, regular e fiscalizar a realização de Parcerias Público-Privadas no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Espírito Santo, observadas as normas gerais previstas na Lei Federal n.º , de , e demais normas aplicáveis à espécie. Art. 2º As Parcerias Público-Privadas de que trata esta Lei constituem contratos de colaboração entre o Estado e o particular por meio dos quais, nos termos estabelecidos em cada caso, o ente privado participa da implantação e do desenvolvimento de obra, serviço ou empreendimento público, bem como da exploração e da gestão das atividades deles decorrentes, cabendo-lhe contribuir com recursos financeiros, materiais e humanos e sendo remunerado segundo o seu desempenho na execução das atividades contratadas, nos termos fixados pelo art. 2º da Lei Federal nº /2004. Art. 3º O PROGRAMA observará as seguintes diretrizes: I - eficiência e competitividade no cumprimento das missões de Estado e no emprego dos recursos da sociedade; II - respeito aos interesses e direitos dos destinatários dos serviços e dos entes privados incumbidos de sua execução; III - indelegabilidade das funções de regulação jurisdicional, do exercício do poder de polícia e de outras atividades exclusivas do Estado; IV - responsabilidade fiscal na celebração e execução dos contratos; V - publicidade e transparência dos procedimentos e das decisões; VI - repartição dos riscos de forma objetiva e de acordo com a capacidade dos parceiros em gerenciá-los; VII - sustentabilidade financeira e vantagens socioeconômicas dos projetos de parceria; VIII - qualidade e continuidade na prestação dos serviços objeto da parceria; IX - remuneração do contratado vinculada ao seu desempenho; X - estímulo à justa competição na prestação de serviços; XI - vinculação aos planos de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Estado. Capítulo II Das Parcerias Público-Privadas - PPP Art. 4º As Parcerias Público-Privadas serão celebradas pelo Estado ou por entidade de sua Administração Indireta com ente privado, por meio de contrato. Art. 5º Podem ser objeto de Parcerias Público-Privadas: I - a delegação, total ou parcial, da prestação ou exploração de serviço público, precedida ou não da execução de obra pública; II - a prestação de serviços à administração pública ou à comunidade, precedida ou não de obra pública, excetuadas as atividades exclusivas de Estado; III - a execução, a ampliação e a reforma de obra para a Administração Pública, bem como de bens e equipamentos ou empreendimento público, terminais estaduais e vias públicas, incluídas as recebidas em delegação da União, conjugada à manutenção, exploração, ainda que sob regime de locação ou arrendamento, e à gestão destes, ainda que parcial, incluída a administração de recursos humanos, materiais e financeiros voltados para o uso público em geral; IV - a exploração de direitos de natureza imaterial de titularidade do Estado, tais como marcas, patentes, bancos de dados, métodos e técnicas de gerenciamento e gestão. V - a exploração de serviços complementares ou acessórios, de modo a dar maior sustentabilidade financeira ao projeto, redução do impacto tarifário ou menor contraprestação governamental. VI outras admitidas em lei. Art. 6º As áreas passíveis de desenvolver parcerias com o setor privado são: I - educação, cultura, saúde e assistência social; II - transportes públicos; III rodovias, ferrovias, pontes, viadutos e túneis; IV portos e aeroportos; V terminais de passageiros e plataformas logísticas; VI - saneamento básico; VII - destino final do lixo (Centro de Tratamento de Resíduos); VIII dutos comuns; IX - sistema penitenciário, defesa e justiça; X - ciência, pesquisa e tecnologia; XI - agronegócios e agroindústria;
12 10 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 XII energia; XIII - habitação; XIV - urbanização e meio ambiente; XV - esporte, lazer e turismo; XVI - infra-estrutura de acesso às redes de utilidade pública; XVII - infra-estrutura destinada à utilização pela Administração Pública; XVIII incubadora de empresas; XIX desenvolvimento de atividades e projetos voltados para a área de pessoas com necessidades especiais. XX irrigação, barragens e adutoras; XXI comunicações, inclusive telecomunicações; XXII pólos e condomínios industriais e /ou empresariais; XXIII - outras áreas públicas de interesse social ou econômico. Capítulo III Do Conselho Gestor Art. 7º Fica criado o Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas CGP-ES composto pelos seguintes membros: I - Secretário de Estado de Governo; II - Secretário de Estado de Economia e Planejamento; III - Secretário de Estado de Desenvolvimento; IV - Secretário de Estado da Fazenda; V Secretário de Estado de Gestão e de Recursos Humanos; VI - Procurador Geral do Estado. 1º O presidente do Conselho será designado por ato do Governador do Estado. 2º As deliberações do CGP-ES serão tomadas por maioria de votos dos seus membros, cabendo ao presidente, além do voto ordinário, o de qualidade. 3º Os membros do CGP-ES a que se referem os incisos I a VI deste artigo, nas suas ausências ou impedimentos, serão representados pelos seus substitutos especialmente designados por ato do Governador do Estado. 4º Poderão participar das reuniões do CGP- ES na condição de membro eventual, com direito a voz, os demais titulares de Secretarias de Estado que tiverem interesse direto em determinado projeto de parceria público-privada, em razão de vínculo temático entre o objeto desta e o respectivo campo funcional. 6º O CGP-ES terá regimento próprio, aprovado por Decreto. 7º A participação dos membros do CGP-ES não será remunerada, sem prejuízo das parcelas indenizatórias previstas em lei. 8º Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado, por meio de decreto, a atribuir competências para cada membro do Conselho Gestor. Art. 8º Caberá ao CGP-ES, na forma estabelecida em seu regimento: I definir as prioridades e supervisionar as atividades do PROGRAMA; II aprovar os resultados dos estudos técnicos e a modelagem dos projetos de PPP; III - aprovar os projetos de parcerias e as diretrizes para a elaboração dos editais, na forma do Art. 10 da Lei Federal nº , de ; IV criar grupos técnicos de trabalho que ficarão responsáveis pelo acompanhamento dos contratos de Parcerias Público-Privadas; V criar uma comissão especial que ficará responsável pelo acompanhamento da execução do contrato no que se refere ao seu equilíbrio econômico-financeiro; VI - efetuar a avaliação geral do PROGRAMA, sem prejuízo do acompanhamento individual de cada projeto; VII - autorizar a utilização dos recursos do Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas - FGP-ES como garantia das obrigações pecuniárias contraídas pela Administração Pública em contrato de parceria público-privada; VIII - propor procedimentos para contratação de parceria público-privada, sem prejuízo para a responsabilidade do ordenador de despesas, prevista em lei; IX - fazer publicar no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo as atas de suas reuniões, sem prejuízo da sua disponibilização ao público, por meio de rede pública de transmissão de dados. X expedir resoluções necessárias ao exercício de sua competência; XI - deliberar sobre casos omissos, controvérsias e conflitos de competência. Parágrafo único. Os órgãos promotores das Parcerias Público-Privadas serão responsáveis em aprovar, em cada caso, seus respectivos editais, após prévia manifestação da Procuradoria Geral do Estado. Art. 9º O órgão ou entidade da Administração Estadual, interessado em celebrar o contrato de parceria encaminhará o projeto à apreciação do CGP-ES, observadas as condições do regulamento.
13 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 11 Art. 10. Os projetos aprovados pelo CGP-ES serão submetidos à apreciação do Governador do Estado, que editará Decreto, dando-lhes publicidade. Capítulo IV Da Unidade PPP Art. 11. Fica criada e incluída na estrutura organizacional básica, em nível de execução programática, da Secretaria de Estado de Economia e Planejamento SEP, a Gerência do Programa de Parcerias Público-Privadas. 1º A Gerência do Programa de Parcerias Público-Privadas fica subordinada hierarquicamente ao Secretário de Estado de Planejamento. 2º Fica criado 01 (um) cargo de provimento em comissão de Gerente, ref QCE-03, na SEP. Art. 12. A Gerência do Programa de Parcerias Público-Privadas terá as seguintes atribuições: I - assessorar o CGP-ES; II - disseminar os conceitos e metodologias próprios dos contratos de parcerias público-privadas; III acompanhar a elaboração de projetos e contratos, bem como a sua execução, junto aos órgãos e entidades interessados; IV articular com unidades congêneres em âmbito nacional e internacional; V fomentar e gerenciar a rede de parcerias público-privadas no âmbito da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo; e VI - outras ações correlatas. Art. 13. Fica extinta a Gerência Especial de Parcerias Público-Privadas, unidade organizacional integrante da estrutura administrativa da Agência de Desenvolvimento em Rede do Espírito Santo ADERES, constante do art. 5º da Lei Complementar nº 382/2007. Parágrafo único. Fica extinto 01(um) cargo de provimento em comissão de Gerente Especial, ref. AD-03 da ADERES, constante do anexo III da Lei Complementar nº 382/2007. Capítulo V Da Licitação e dos Contratos de Parcerias Art. 14. A contratação de parcerias públicoprivadas será precedida de licitação na modalidade concorrência, estando a abertura do processo licitatório condicionada a autorização da autoridade competente, fundamentada em estudo técnico, que demonstre: I - o efetivo interesse público, considerando a natureza, relevância e valor de seu objeto, bem como o caráter prioritário da respectiva execução, observadas as diretrizes governamentais; II - a vantagem econômica e operacional da proposta e a melhoria da eficiência no emprego dos recursos públicos; III - as metas e resultados a serem atingidos, as formas e os prazos de execução e de amortização do capital investido, bem como a indicação dos critérios de avaliação ou desempenho a serem utilizados; IV - a efetividade dos indicadores de resultado a serem adotados, em função de sua capacidade de aferir, de modo permanente e objetivo, o desempenho do ente privado em termos qualitativos e ou quantitativos, bem como de parâmetros que vinculem o montante da remuneração aos resultados atingidos; V - a forma e os prazos de amortização do capital a ser investido pelo contratado, explicitando o fluxo de caixa projetado e a taxa interna de retorno; VI - o cumprimento dos requisitos fiscais e orçamentários previstos no art. 10 da Lei Federal n.º , de Art. 15. Admitir-se-á, nas parcerias públicoprivadas, a participação de consórcio de empresas, de modo a se alcançar o capital mínimo exigido no respectivo edital, independentemente da proporção individual prevista na constituição do mencionado consórcio. Art. 16. O edital deverá prever a possibilidade de saneamento de fases, de complementação de insuficiências ou ainda de correções de caráter formal no curso do procedimento, desde que o licitante possa satisfazer as exigências dentro do prazo fixado no instrumento convocatório. Art. 17. O edital deverá exigir a qualidade do serviço prestado, por meio de análise de desempenho. Parágrafo único. O edital poderá exigir a implantação, pelo contratado, parceiro privado, de uma Central Única de Atendimento ao Usuário, nos casos de prestação de serviços públicos, e o envio de relatório mensal relativo às demandas dos usuários com índice de efetividade do atendimento ao órgão ou entidade da Administração Pública envolvida e responsável pela fiscalização. Art. 18. Antes da celebração do contrato, deverá ser constituída Sociedade de Propósito Específico, incumbida de implantar e gerir o objeto da Parceria, nos termos estabelecidos pelo art. 9º da Lei Federal nº /2004. Art. 19. As cláusulas dos contratos de parcerias público-privadas atenderão ao disposto no
14 12 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 art.23 da Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, no que couber, devendo também prever: I o prazo de vigência do contrato, compatível com a amortização dos investimentos realizados, não inferior a 5 (cinco) anos, nem superior a 35 (trinta e cinco) anos, incluindo eventual prorrogação; II as penalidades aplicáveis à Administração Pública e ao parceiro privado em caso de inadimplemento contratual, fixadas sempre de forma proporcional à gravidade da falta cometida e às obrigações assumidas; III a repartição dos riscos entre as partes, inclusive os referentes a caso fortuito, força maior, fato do príncipe e álea econômica extraordinária; IV as formas de remuneração e de atualização dos valores contratuais; V os mecanismos para a preservação da atualidade da prestação dos serviços; VI os fatos que caracterizem a inadimplência pecuniária do parceiro público, os modos e o prazo de regularização e, quando houver, a forma de acionamento da garantia; VII os critérios objetivos de avaliação do desempenho do parceiro privado; VIII a prestação, pelo parceiro privado, de garantias de execução suficientes e compatíveis com os ônus e riscos envolvidos, observados os limites dos 3º e 5º do art.56 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e, no que se refere às concessões patrocinadas, o disposto no inciso XV do art.18 da Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; IX o compartilhamento com a Administração Pública de ganhos econômicos efetivos do parceiro privado decorrentes da redução do risco de crédito dos financiamentos utilizados pelo parceiro privado; X a realização de vistoria dos bens reversíveis, podendo o parceiro público reter os pagamentos ao parceiro privado, no valor necessário para reparar as irregularidades eventualmente detectadas. Art. 20. São obrigações do contratado nas Parcerias Público-Privadas, dentre outras: I - a manutenção, durante a execução do contrato, dos requisitos de capacidade técnica, econômica e financeira exigidos para a contratação; II - a assunção de obrigações de resultado definidas pelo Poder Público, com liberdade para a escolha dos meios para sua implementação, nos limites previstos no instrumento contratual; III - a submissão dos resultados a controle estatal permanente; IV - a sujeição aos riscos do empreendimento, salvo nos caso expressos previstos no contrato e no edital de licitação; V - a submissão ao gerenciamento e à fiscalização do Poder Público, permitindo o acesso de seus agentes às instalações, informações e documentos inerentes ao contrato, inclusive dos registros contábeis da Sociedade de Propósito Específico; VI - a execução da desapropriação ou da servidão administrativa, quando previstas no contrato e mediante outorga de poderes pelo Poder Público, caso em que será do contratado a responsabilidade pelo pagamento das indenizações cabíveis. Art. 21. O contrato poderá prever cláusula que estabeleça o pagamento, pelo parceiro privado, de encargos de fiscalização em favor do parceiro público, sem prejuízo da taxa de regulação devida à agência reguladora correspondente, quando for o caso. Parágrafo único. O valor dos encargos de fiscalização de que trata o caput será definido no edital e no respectivo contrato, assim como seu reajuste e modo de pagamento, observadas as peculiaridades de cada projeto. Capítulo VI Da Contraprestação da Administração Pública Art. 22. A contraprestação da Administração Pública nos instrumentos de parcerias públicoprivadas poderá se revestir de uma ou mais das seguintes formas: I - tarifa cobrada dos usuários; II - recursos do Tesouro Estadual ou de entidade da Administração Indireta Estadual; III - cessão de créditos não tributários; IV- outorga de direitos em face da Administração Pública; V - outorga de direitos sobre bens públicos dominicais; VI - transferência de bens móveis e imóveis na forma da lei; VII - cessão do direito de exploração comercial de bens públicos e outros bens de natureza imaterial, tais como marcas, patentes e bancos de dados; VIII - títulos da dívida pública, emitidos com observância da legislação aplicável; IX - outras receitas alternativas, complementares, acessórias ou de projetos associados; X - outros meios de pagamento admitidos em lei.
15 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo º A remuneração do contratado será variável, vinculada ao seu desempenho na execução do contrato, conforme metas e padrões de qualidade, e se dará a partir do momento em que o serviço, obra ou empreendimento contratado estiver disponível para utilização. 2º A Administração Pública poderá oferecer ao parceiro privado contraprestação adicional à tarifa cobrada do usuário ou, em casos justificados, arcar integralmente com sua remuneração. 3º A contraprestação de que trata o 1º deste artigo poderá ser vinculada à disponibilização ou ao recebimento parcial do objeto do contrato de parceria público-privada nos casos em que a parcela a que se refira puder ser usufruída isoladamente pelo usuário do serviço público ou pela administração contratante. Capítulo VII Das Garantias Seção I - Disposições Gerais Art. 23. As obrigações pecuniárias contraídas pela Administração Pública em contrato de parceria público-privada poderão ser garantidas com: I- vinculação de recursos do Estado, observado o disposto no inciso IV do art. 167 da Constituição Federal; II - recursos do Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas (FGP-ES); III contratação de seguro-garantia com companhias seguradoras que não sejam controladas pelo poder público; IV atribuição ao contratado do encargo de faturamento e cobrança de crédito do contratante em relação a terceiros, salvo os relativos a tributos; V garantia fidejussória; VI - outros mecanismos admitidos em lei. Art. 24. É facultada a constituição de patrimônio de afetação, a ser feita por registro em Cartório de Registro de Títulos e Documentos ou, no caso de bem imóvel, no Cartório de Registro Imobiliário correspondente, ficando vinculado exclusivamente à garantia em virtude da qual tiver sido constituído. Seção II - Do Fundo Garantidor das Parcerias Público-Privadas Art. 25. Fica criado o Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas FGP-ES, de natureza privada, a fim de garantir o pagamento de obrigações pecuniárias assumidas pelos parceiros públicos em virtude das parcerias de que trata esta lei complementar. Art. 26. Fica autorizada a integralização do FGP-ES com recursos: I de royalties devidos ao Estado do Espírito Santo; II de outros recursos orçamentários do Tesouro e os créditos adicionais; III de rendimentos provenientes de depósitos bancários e aplicações financeiras do Fundo; IV- de operações de crédito internas e externas; V de doações, auxílios, as contribuições e os legados destinados ao Fundo; VI provenientes da União; VII de outros fundos estaduais, desde que as leis que os regulamente assim permita; VIII de outras receitas destinadas ao Fundo. Art. 27. Serão beneficiárias do FGP-ES as empresas parceiras definidas e habilitadas nos termos da Lei. Art. 28. O FGP-ES será administrado, gerido e representado judicial e extrajudicialmente pelo Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo BANDES. 1º Os recursos do FGP-ES serão depositados em conta especial junto ao BANDES; 2º Caberá ao BANDES a manutenção da rentabilidade e liquidez do FGP-ES, conforme determinações estabelecidas em regulamento. 3º Caberá ao CGP-ES deliberar sobre a gestão e alienação de bens e direitos do FGP-ES bem como se manifestar sobre a utilização do Fundo para garantir o pagamento de obrigações pecuniárias assumidas pelos parceiros públicos. 4º As condições para concessão de garantias pelo FGP-ES, as modalidades e utilização dos recursos do Fundo por parte do beneficiário serão definidas em regulamento. 5º Em caso de inadimplemento, os bens e direitos do FGP-ES poderão ser objetos de constrição judicial e alienação, para satisfazer às obrigações garantidas, observadas a legislação vigente no País. 6º O estatuto e o regulamento do FGP-ES serão aprovados pelo CGP-ES.
16 14 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Capítulo VIII Das Disposições Finais e Transitórias Art. 29. Em caso de modificação da estrutura organizacional da Administração, a Chefia do Poder Executivo disporá sobre o critério de substituição das autoridades mencionadas nesta Lei, desde que não implique aumento de despesa. Art. 30. Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação. Art. 31. Fica revogado o art. 21 da Lei Complementar nº 382/2007. GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 17 de abril de MENSAGEM Nº 58/2009 Senhor : Encaminho à apreciação dessa Assembléia Legislativa, o Anexo projeto de lei complementar, propondo alterar o artigo 52 da Lei Complementar nº 282, de 22 de abril de A alteração ora proposta visa adequar a norma contida no artigo 52 aos termos disposto no artigo 15 da Portaria MPS nº 402, de 10 de dezembro de 2009, que regulamentou a Lei nº 9.717/98. A Taxa de Administração prevista no artigo 52, destinada à cobertura das despesas de manutenção do Regime Próprio de Previdência Social RPPS, encontra-se estabelecida em 1,5 pontos percentuais da despesa total das folhas de pagamentos dos segurados. A aplicação desta norma tem gerado interpretação divergente, especialmente no que tange à forma e à base de cálculo, uma vez que esta matéria é regulada diferentemente pelo artigo 15 da Portaria MPS nº 402/08. A Portaria indica que a Taxa de Administração, estabelecida em Lei, poderá ser de até 2% do valor total das remunerações, proventos e pensões dos segurados, o que coloca na competência do Ente Público o direito de fixar limite menor e, também, utilizando- se da possibilidade de flexibilizar o percentual limitando-o até. Assim sendo, proponho alterar o artigo 52 da LC 282/04 para compatibilizar a base de cálculo da Taxa e estabelecer que o percentual possa ser de até 1,5%. As alterações ora propostas não implicam em aumento de despesas, motivo pelo qual não se faz juntar Demonstrativo de Impacto Orçamentário e Financeiro, assim como Declaração de Atendimento ao Limite de Pessoal Definido pela LRF, corroborado pelo Relatório de Gestão Fiscal - Demonstrativo da Despesa com Pessoal - Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal. Por todo o exposto, tenho a certeza de que essa nobre Casa de Leis, apreciando o teor do projeto, anexo, e as razões que o justificam, apoiará e aprovará esta iniciativa, por reconhecer o interesse público que ela traduz. Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 11/2009 Altera o artigo 52 da Lei Complementar nº 282, de 22 de abril de Art. 1º O Art. 52 da Lei Complementar nº 282, de 22 de abril de 2004, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 52. A Taxa de Administração para cobertura de despesas de manutenção do Regime Próprio de Previdência, a cargo do IPAJM, será de até 1,5% (um vírgula cinco por cento) do valor das remunerações, proventos e pensões dos segurados vinculados ao RPPS, relativo ao exercício financeiro anterior. Art. 2º Esta lei complementar entra em vigor no 1º dia do mês seguinte ao de sua publicação. ATOS LEGISLATIVOS A MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO EDITAL Nº 01/2009 A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em cumprimento do disposto no artigo 4º, I da Resolução 2.240/2005, torna público que estará recebendo, no período de 23 a 27 de abril de 2009, as inscrições para escolha de candidatos a serem agraciados com a Comenda Saturnino Rangel Mauro, apresentadas pelas Senhoras e pelos Senhores Deputados. A escolha do homenageado, será realizada pelo Plenário desta Casa Legislativa, e ocorrerá na Sessão ordinária do dia 28 de abril de 2009, Assembleia Legislativa - ES, em 22 de abril de 2009.
17 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo Secretário ATOS ADMINISTRATIVOS ATOS DA MESA DIRETORA ERRATA Nos Atos nº 633 e 634, de , publicados em , Onde se lê: (...) Comissão de Processo Administrativo Disciplinar(...). Leia-se: (...) Comissão de Sindicância (...). (*) ATO Nº 632 SANTO, no uso de suas atribuições inscritas no artigo 56, inciso III, da Constituição Estadual, no artigo 247 e seguintes da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994 e no artigo 17, inciso XXIV, do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 1600/91, resolve: Art. 1º - DETERMINAR a abertura de processo de sindicância para apurar os fatos narrados no Processo Administrativo nº /2007; Art. 2º - DESIGNAR para compor a Comissão de Inquérito os servidores João Manoel Miranda Nunes, Hélcio Joaquim Correa Mesquita e Miguel Pedro Amm Filho, devendo a comissão funcionar sob a presidência do primeiro servidor. Parágrafo único A comissão designada neste artigo terá o prazo de 30 (trinta) dias para conclusão de seus trabalhos, a partir da publicação do presente ato. Art. 3º - Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. 15 de abril de (*) Reproduzido por ter sido redigido com incorreção. ATO Nº 647 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: EXONERAR, na forma do artigo 61, 2º, alínea a, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, REINALDO FRAGA DE CARVALHO, do cargo em comissão de Adjunto Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATO Nº 648 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: EXONERAR, na forma do artigo 61, 2º, alínea a, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, MARCIA LEAL PASSOS, do cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa.
18 16 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 ATO Nº 649 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: EXONERAR, na forma do artigo 61, 2º, alínea a, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, MARIANA ALVES DE ALMEIDA, do cargo em comissão de Assistente Operacional de Câmera e de Produção Referência AOCPTV, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATO Nº 650 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, KATARINE ROSALEM LORENCINI VIAL, para exercer o cargo em comissão de Assistente Operacional de Câmera e de Produção Referência AOCPTV, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATO Nº 651 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, REGINALDO HORTA AZEVEDO, para exercer o cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATO Nº 652 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, LUCIANO JACINTO DOS SANTOS, para exercer o cargo em comissão de Motorista de Gabinete de Representação Parlamentar, código MGRP, no gabinete do Deputado César Colnago, por solicitação do próprio Deputado. ATO Nº 653 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, REINALDO FRAGA DE CARVALHO, para exerce o cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa.
19 Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 Diário do Poder Legislativo - 17 ATO Nº 654 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: TORNAR SEM EFEITO, o Ato nº 0248, de , publicado em , que nomeou PIEDADE GOMES SANTANA PINTO, para exercer o cargo em comissão de Auxiliar de Gabinete de Representação Parlamentar, código AXGRP, no gabinete do Deputado Sargento Valter. ATO Nº 655 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: TORNAR SEM EFEITO, o Ato nº 421, de , publicado em , que exonerou MAGDA DE FATIMA ABDENOR RIBEIRO SILVA, do cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATO Nº 656 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: PRORROGAR, por 60 (sessenta) dias, o prazo de vigência da Comissão de Processo Administrativo Disciplinar, criada pelo Ato da Mesa Diretora de nº 3736/2008, publicado no DPL de , visando apurar fatos narrados no Processo Administrativo nº /2008. ATO Nº 657 SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, ELIANA MARA MOURA DE ABREU, para exercer o cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa. ATOS DO DIRETOR-GERAL PORTARIA Nº 167 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: TRANSFERIR, 16 (dezesseis) dias de férias regulamentares, referentes ao exercício de 2009, para o período de 16 a , da servidora TAMYRIS VIEIRA CASER, matrícula nº , exercendo o cargo em comissão de Agente de Gabinete de Representação Parlamentar, código AGRP, do gabinete do Deputado Rodrigo Chamoun, marcadas anteriormente conforme Portaria nº 1027/08, reservando-lhe o direito de gozar os 14 (quatorze) dias restantes em época oportuna. Secretaria da Assembleia Legislativa, em JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor-Geral da Secretaria
20 18 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 23 de abril de 2009 PORTARIA Nº 168 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: CONSIDERAR TRANSFERIDOS, 16 (dezesseis) dias de férias regulamentares, referentes ao exercício de 2009, para o período de 16 a , do servidor FABIANO SANTA CLARA NUNES, matrícula nº , exercendo o cargo em comissão de Assistente de Gabinete de Representação Parlamentar, código ASGRP, do gabinete do Deputado Rodrigo Chamoun, marcadas anteriormente conforme Portaria 1027/08, reservando-lhe o direito de gozar os 14 (quatorze) dias restantes em época oportuna. Secretaria da Assembleia Legislativa, em JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor-Geral da Secretaria PORTARIA Nº 169 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: MARCAR, as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2009, no período de a , da servidora TÂNIA PIUBEL DA ROCHA, matrícula nº , exercendo o cargo em comissão de Assessor Legislativo, da Secretaria da Assembleia Legislativa, transferidas anteriormente conforme Portaria nº 1079/09. Secretaria da Assembleia Legislativa, em JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor-Geral da Secretaria PORTARIA Nº 170 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: MARCAR, as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2009, para o período de a , da servidora DIRLENE FRANCISCO NUNES, matrícula nº , titular do cargo efetivo de Assistente de Apoio Legislativo, código EASAL, do Quadro Permanente da Secretaria da Assembleia Legislativa, suspensas anteriormente conforme Portaria nº 1169/09. Secretaria da Assembleia Legislativa, em JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor-Geral da Secretaria COMUNICADO AVISOS DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico Nº 011/2009 Processo Nº: /2009 A Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, através de sua Pregoeira e Equipe de Apoio, torna público que fará realizar Licitação, sob a modalidade de PREGÃO ELETRÔNICO, de acordo com as Leis 8.666/93 e /02 e suas alterações, por meio de Sistema Eletrônico, para AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS, COMPONENTES E ASSESSÓRIOS DE INFORMÁTICA, listados no Anexo I do Edital. Recebimento das Propostas até: 06/05/2009 às 14:00h. Abertura das Propostas: 06/05/2009 às 14:00h. Início da Sessão de Disputa: 06/05/2009 às 15:00h. Pregão Eletrônico Nº 012/2009 Processo Nº: /2009 A Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, através de sua Pregoeira e Equipe de Apoio, torna público que fará realizar Licitação, sob a modalidade de PREGÃO ELETRÔNICO, de acordo com as Leis 8.666/93 e /02 e suas alterações, por meio de Sistema Eletrônico, para AQUISIÇÃO DE MATERIAIS DE SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA, listados no Anexo I do Edital. Recebimento das Propostas até: 07/05/2009 às 14:00h. Abertura das Propostas: 07/05/2009 às 14:00h. Início da Sessão de Disputa: 07/05/2009 às 15:00h. Maiores informações através do [email protected] ou pelos Tel/Fax.: (27) ou Vitória/ES, SIMONE ZUCCOLOTTO Pregoeira Oficial/ALES
21 HINO NACIONAL BRASILEIRO Poema: Joaquim Osório Duque Estrada Música: Francisco Manuel da Silva I Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil II Deitado eternamente em berço esplendido Ao som do mar e a luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos lindos campos têm mais flores; Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida no teu seio mais amores. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula -Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! HINO DO ESPÍRITO SANTO Música: Arthur Napoleão Letra: Pessanha Póvoa Surge ao longe a estrela prometida Que a luz sobre nós quer espalhar; Quando ela ocultar-se no horizonte, Há de o sol nossos feitos lumiar. Nossos braços são fracos, que importa? Temos fé, temos crença a fartar. Suprem a falta de idade e da força Peitos nobres, valentes, sem par. Estribilho Salve, oh povo espírito-santense. Herdeiro de um passado glorioso, Somos nós a falange do presente Em busca de um futuro esperançoso. Saudemos nossos pais e mestres, A Pátria, que estremece de alegria, Na hora em que seus filhos, reunidos, Dão exemplo de amor e de harmonia. Venham louros, coroas, venham flores Ornar os troféus da mocidade. Se as glórias do presente forem poucas, Acenai para nós Posteridade! Estribilho Salve, oh povo espírito-santense. Herdeiro de um passado glorioso, Somos nós a falange do presente Em busca de um futuro esperançoso. Saudemos nossos pais e mestres, A Pátria, que estremece de alegria, Na hora em que seus filhos, reunidos, Dão exemplo de amor e de harmonia. Venham louros, coroas, venham flores Ornar os troféus da mocidade. Se as glórias do presente forem poucas, Acenai para nós Posteridade! Surge ao longe a estrela prometida Que a luz sobre nós quer espalhar; Quando ela ocultar-se no horizonte, Há de o sol nossos feitos lumiar.
22 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIAS DO PODER LEGISLATIVO SECRETARIA-GERAL DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA SECRETÁRIO-GERAL DA MESA CARLOS EDUARDO CASA GRANDE PROCURADOR-GERAL JULIO CESAR BASSINI CHAMUN SECRETÁRIA DA MESA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ANA PAULA GARCIA BARROS SECRETÁRIO DA MESA P/ASSUNTOS ECONÔMICOS FERNANDO LYRA SUBDIRETOR-GERAL OCTÁVIO LUIZ ESPINDULA SUBPROCURADOR-GERAL - NILSON ESCOPELLE GOMES DIRETORES LEGISLATIVOS Alfredo Ferreira Pereira - DLA Paulo Marcos Lemos DLMD Almir Cordeiro Júnior DLCPD Ricardo Wagner Viana Pereira DLR Vanilza Marques da Silva DLPL Paulo da Silva Martins DLP Simone Victor DLMAE DLDI Lucio Scarpelli DLSM Marcelo Siano Lima DLCPT Luzia Maria Rabello Amm de Assis - DLTP Luis Carlos Giuberti ASLM
Da reserva de administração, da harmonia entre os Poderes e da iniciativa legislativa
Vitória, 07 de julho de 2008. Mensagem n º 156/ 2008 Senhor Presidente: Comunico a V. Exa. que vetei totalmente o Projeto de Lei n 116/2007, por considerá-lo inconstitucional, pois padece dos vícios de
DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013
DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado
Marcones Libório de Sá Prefeito
Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração
DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.
ALTERADO PELOS DECRETOS SC N 322/1995; 2.155/1997; 2.442/1997 DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. Dispõe sobre a competência do Conselho de Meio Ambiente - CONSEMA - SC O GOVERNADOR DO ESTADO DE
DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015
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