Prova de Conhecimentos critérios de correção
|
|
|
- Rebeca Farias Borja
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO, TENDO EM VISTA O PREENCHIMENTO DE UM POSTO DE TRABALHO NA CATEGORIA DE TÉCNICO SUPERIOR DA ÁREA DE APOIO TÉCNICO À DOCÊNCIA DO DEPARTAMENTO DE TEATRO, DA CARREIRA DE TÉCNICO SUPERIOR Prova de Conhecimentos critérios de correção NOME: Nº BI/CC: DATA: Esta Prova de Conhecimentos é constituída por dois grupos: Grupo I Enquadramento Geral; Grupo II Enquadramento Específico. As fotocópias dos Diários da República que os candidatos podem consultar não podem conter quaisquer anotações. Os membros do júri presentes nas salas irão, no decorrer da prova, verificar a legislação trazida pelos candidatos. A prova será imediatamente anulada aos candidatos que tenham na sua posse a legislação anotada. Durante a prova, em cima da mesa, o candidato apenas poderá ter o enunciado da prova, a caneta, a legislação e o BI/CC. A prova de conhecimentos tem a duração de 90 minutos.
2 Grupo I (das 12 são sorteadas 4) Responda às seguintes questões colocando um círculo na alínea ou nas alíneas com a(s) resposta(s) correta(s). Caso queira alterar a sua resposta inicial coloque um x na alínea assinalada e indique com o círculo a resposta pretendida. 1. São órgãos do Instituto Politécnico de Lisboa: a. Conselho geral b. Presidente e Conselho de Gestão c. Conselho Permanente e Académico d. Administrador 2. Não constitui competência do Diretor ou Presidente de Unidade Orgânica do Instituto Politécnico: a. Aprovar o calendário e horário das semanas letivas, ouvidos o conselho científico ou técnicocientífico e o conselho pedagógico; b. Representar a Unidade Orgânica perante os demais órgãos da instituição e perante o exterior; c. Elaborar o orçamento e o plano de atividades, bem como o relatório de atividades e as contas; d. Aprovar a concessão de bares e snack-bares localizados na Unidade Orgânica. 3. Relativamente aos órgãos de governo do Instituto Politécnico de Lisboa: a. Decorrem todos da adequação ao RJIES; b. Apenas os órgãos coletivos decorrem da adequação ao RJIES; c. Apenas o Presidente decorre diretamente da adequação ao RJIES; d. Nenhuma das anteriores. 4. Nos termos da legislação aplicável às instituições de ensino superior, quais os tipos de autonomia que as mesmas possuem: a. Autonomia Administrativa, Financeira e Patrimonial; b. Autonomia Estatutária, Científica, Pedagógica, Cultural, Administrativa, Financeira, Disciplinar e Patrimonial; c. Autonomia Administrativa, Financeira, Patrimonial e Disciplinar; d. Autonomia Estatutária, Científica, Pedagógica, Cultural, Administrativa. 5. Os docentes das instituições de ensino superior públicas em regime de tempo integral podem acumular funções noutro estabelecimento: a. Quando autorizados pela respetiva instituição b. Até ao limite máximo de seis horas letivas Página 1 de 5
3 c. Quando autorizados pela respetiva instituição e até ao limite máximo de seis horas letivas d. Em nenhuma circunstância 6. Não é possível reclamar-se de ato administrativo que tenha decidido de anterior reclamação ou recurso administrativo: a. Salvo com fundamento em omissão de pronúncia b. Só nos casos de reclamação necessária c. Só nos casos de recurso hierárquico necessário d. Se o autor do ato administrativo assim o autorizar 7. Compete aos Órgãos da Administração Pública prosseguir o interesse público, no respeito pelos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos nos termos do princípio geral da atividade administrativa: a. Prossecução do interesse público e da proteção dos direitos e interesses dos cidadãos b. Participação c. Boa-fé d. Colaboração com os particulares 8. A mobilidade na categoria (operada entre dois órgãos ou serviços) pode ser consolidada quando se verifiquem, cumulativamente, todos os requisitos previstos na Lei: a. Por vontade expressa do dirigente máximo do órgão ou serviço de destino b. Por vontade expressa do membro do governo que tutela o órgão ou o serviço de destino c. Por vontade expressa dos dirigentes máximos do órgão ou serviço de origem do trabalhador e do órgão ou serviço de destino d. Quando se esteja perante a situação de um trabalhador em regime de requalificação 9. As carreiras dos trabalhadores com relação jurídica de emprego público distinguem-se em: a. Gerais, especiais, unicategoriais, pluricategoriais, de grau de complexidade funcional 1, 2 e 3 b. Horizontais e verticais c. De grau de complexidade funcional 1, 2 e 3 d. Gerais, especiais, unicategoriais, pluricategoriais, horizontais e verticais 10. Ocorrendo a doença de um trabalhador que exerce funções públicas, com vínculo de emprego público, abrangido pelo regime de proteção social convergente, em regra, os primeiros três dias são: a. Pagos integralmente pelo empregador público b. Pagos pela Segurança Social c. Não são pagos Página 2 de 5
4 d. Poderão ser pagos se o dirigente máximo do serviço assim o entender 11. O Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Serviços da Administração Pública (SIADAP 1) engloba a: a. Administração direta e indireta do Estado, onde não se incluí as universidades e os institutos politécnicos b. Administração direta, indireta do Estado e entidades públicas empresariais c. Administração direta e indireta do Estado, onde se incluí as universidades e os institutos politécnicos com as devidas adaptações se necessário d. Administração direta, indireta do Estado, estruturas de missão e entidades públicas empresariais 12. A comissão paritária é: a. um órgão consultivo, instituído em sede de SIADAP 3 b. composta por representantes da Administração e dos trabalhadores, ao qual compete apreciar as propostas de avaliação dadas a conhecer aos trabalhadores avaliados, antes da homologação c. um órgão consultivo, instituído em sede de SIADAP 2 d. composto por representantes da Administração e dos trabalhadores, ao qual compete apreciar as propostas de avaliação dadas a conhecer aos trabalhadores avaliados, depois da homologação do dirigente máximo Grupo II (das 12 são sorteadas 4) 1. Considere a seguinte situação:na montagem de um espetáculo, um projetor instalado numa vara de iluminação cénica deixou de acender e, numa primeira verificação, constata-se que a respectiva lâmpada continua operacional. Descreva todas as possíveis causas para o não acendimento da lâmpada que devem ser tidas em consideração. 2. Que questões técnicas e/ou outras devem ser consideradas quando se decide utilizar retroprojeção de vídeo num espectáculo teatral? 3. Considere que lhe era atribuída a responsabilidade escolher 40 projetores para equipar uma sala tipo "black box". Desprezando questões de potência, que tipo de projetores propunha adquirir e em que quantidades? Justifique a sua opção. 4. Considere a montagem de panejamento na caixa de palco em configuração de "cena preta". Descreva sucintamente os objetivos pragmáticos desta configuração e, posteriormente, associe a mesma a um hipotético contexto dramatúrgico. 5. Na encenação de "O Pato Selvagem" (Ibsen) dirigida por Tiago Guedes, em 2016, no Teatro Nacional D. Maria II, a "luz de público", tradicionalmente resolvida pelo lustre central da plateia e pelos apliques arquitectónicos foi, desta vez, providenciada por uma série de projetores colocados numa vara à boca de cena, em posição de contra-luz, orientados para a plateia, que foram desligados com o início do espectáculo. Ao longo do mesmo, tornava-se percetível que esta vara de iluminação repetia a situação (tipo e distribuição de projetores) das restantes varas de contraluz em palco/cena. Tendo em conta que as opções de iluminação cénica consideram Página 3 de 5
5 aspectos dramatúrgicos, adiante uma ou várias hipóteses de explicação para esta opção de "luz de público". 6. Tendo em consideração o trabalho de construção de adereços para cena, identifique matérias utilizadas nessa produção e relacione as características das matérias com as necessidades de cumprimento das normas de higiene e segurança das oficinas. 7. Considere a construção de moldes para posterior fabrico de objetos para cena. Identifique matérias usadas na construção de moldes e, entre elas, aquelas utilizadas na construção de moldes do corpo humano. Descreva, sucintamente, a construção de moldes de dois tacelos, e possíveis opções para a colagem das duas partes da peça daí resultante. 8. Considere a construção de cenários. Descreva a forma como equiparia uma oficina pensando nos equipamentos, ferramentas, tipos de espaços e a necessidade de cumprimento das normas de higiene e segurança. 9. Considerando a imagem acima apresentada, proponha as soluções técnicas de iluminação e de cenografia que entenda necessárias para reproduzir, num palco à italiana, esta situação. 10. Se tiver que executar uma cenografia composta por elementos de paisagem natural como rochas, plantas,etc.- que equipas deve garantir para esta execução. 11. A Escola Superior de Teatro e Cinema/ESTC está organizada em dois departamentos. De acordo com a natureza dos Planos Curriculares em que se fundam os Cursos de Teatro e Cinema, reflita sobre o modo como idealiza uma articulação futura entre ambas as partes. 12. Quais são os elementos de informação determinantes, para o apelo de interessados, que uma escola superior artística deve transmitir? Página 4 de 5
Prova de Conhecimentos
PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO, TENDO EM VISTA O PREENCHIMENTO DE DOIS POSTOS DE TRABALHO NA CARREIRA/CATEGORIA DE TÉCNICO
Durante a prova, em cima da mesa, o candidato apenas poderá ter o enunciado da prova, a caneta, a legislação e o BI/CC.
PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO, TENDO EM VISTA O PREENCHIMENTO DE UM POSTO DE TRABALHO NA CARREIRA/CATEGORIA DE TÉCNICO SUPERIOR,
INFORMAÇÃO. Acumulação de Funções - Trabalhador da Função Pública e Exercício de Atividade Privada Médico-Veterinária
INFORMAÇÃO Acumulação de Funções - Trabalhador da Função Pública e Exercício de Atividade Privada Médico-Veterinária I) OBJETO A presente informação tem por objeto dar resposta ao ofício da DGAV datado
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS. Artigo 1.º Âmbito
Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento1 estabelece o regime de funcionamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) ministrados pelas unidades orgânicas do Instituto Politécnico de Saúde
Regulamento de Prestação de Serviço dos Docentes do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Regulamento de Prestação de Serviço dos Docentes do Instituto Politécnico de Castelo Branco Artigo.º Objecto O presente regulamento define o regime de prestação de serviço dos docentes do Instituto Politécnico
Artigo 1.º. Alteração
Projecto de -Lei 41/2009 que define as competências atribuídas ao Instituto Camões I.P. em matéria de gestão da rede de ensino português no estrangeiro Ao abrigo do disposto no 1 do artigo 9.º da Lei 3/2004,
I PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES
REGISTO DE ENTRADA MUNICÍPIO DE FAFE Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal De Fafe I PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES, trabalhador com relação jurídica de emprego público a tempo indeterminado
CONSELHO DE ÉTICA DA UNIVERSIDADE DO MINHO REGULAMENTO INTERNO
Aprovado a 19 de outubro de 2018 Homologado a 17 de dezembro de 2018 17 de dezembro de 2018 Artigo 1. Objeto Artigo 2. Definição e missão Artigo 3. Competências Artigo 4. Composição e mandato Artigo 5.
ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES
ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES Ex.mo(a) Senhor(a) Nome n.º, com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado/termo resolutivo desta Câmara Municipal, com a carreira/categoria de e afeto ao setor,
Regimento do Conselho Pedagógico
Regimento do Conselho Pedagógico CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito 1. O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica, bem como de orientação educativa do Agrupamento,
REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA
REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Artigo 1.º (Composição do Conselho Geral) 1. O Conselho Geral é composto por trinta e cinco membros. 2. São membros do Conselho Geral: a)
PARECER JURÍDICO N.º 31 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS
Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO A autarquia refere que teve ao seu serviço uma trabalhadora com a categoria de Coordenadora Técnica, da carreira
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS NO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS NO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE (Nos termos do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 63/2016,
REGULAMENTO ELEITORAL DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE IDANHA-A-NOVA
REGULAMENTO ELEITORAL DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE IDANHA-A-NOVA Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente regulamento destina-se à eleição dos representantes dos docentes e dos
REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA
REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA Considerando que compete ao conselho de representantes das unidades orgânicas de ensino
Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente
Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente Projecto de Regulamento Preâmbulo Face ao disposto no artigo 29º- A do Decreto-Lei nº 207/2009 de 31 de Agosto -Estatuto
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) ÍNDICE I... 3 Disposições Gerais... 3 Artigo 1º... 3 (Objeto e âmbito de aplicação)... 3 II... 3 Modelo Organizacional... 3
DESPACHO ISEP/P/24/2013
DESPACHO DESPACHO ISEP/P/24/2013 Regulamento de Avaliação da Atividade Desenvolvida Durante Período Experimental Considerando que: 1. O Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre. instituições de ensino superior públicas
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre instituições de ensino superior públicas CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Artigo 2.º Objeto e âmbito Características gerais CAPÍTULO II SECÇÃO
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE AVALIAÇÃO DE DISCENTES DA FEUP
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE AVALIAÇÃO DE DISCENTES DA FEUP PREÂMBULO Este documento tem por objetivo regulamentar o modo de avaliação das unidades curriculares dos primeiros ciclos, dos ciclos de estudos
PARECER JURÍDICO N.º 40 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS
Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO O Município abriu um concurso interno de acesso geral para um lugar da categoria de Fiscal de Obras, que qualifica
VÍNCULOS Lei n.º 12-A/2008, de 27/02 -LVCR
VÍNCULOS Lei n.º 12-A/2008, de 27/02 -LVCR (Com subordinação trabalho dependente) Modalidades art.º 9º Nomeação âmbito (Inexistente nas autarquias locais) Contrato: - Âmbito (art.º 20º) e modalidades (art.º
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GÓIS
REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DO LOGÓTIPO DO 1. Promotor e Disposições Gerais O Agrupamento de Escolas de Góis (AEG) leva a efeito o concurso de ideias para apresentação de propostas de
DIRETRIZES DO CCA-IST
DIRETRIZES DO CCA-IST 13.05.2013 PLANEAMENTO DO SIADAP PARA 2013/2014 A Lei do Orçamento de Estado para 2013 introduziu alterações significativas no SIADAP 1, que obrigam a mudanças nos procedimentos desenvolvidos
Exposição à Comissão Parlamentar do Trabalho e Solidariedade Social pela APF Associação Portuguesa de Formadores
Na sequência da apresentação da Proposta de Lei n.º 91/XIII à Assembleia da República, que visa estabelecer os termos do Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos Precários (PREVPAP), a APF
Regulamento do Provedor do Estudante do Instituto Politécnico do Porto
Regulamento do Provedor do Estudante do Instituto Politécnico do Porto As instituições de ensino superior devem desenvolver uma cultura institucional que responsabilize de igual forma os seus funcionários,
Artigo 1º. Condições de acesso
Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade dos Titulares de Diploma de Especialização Tecnológica para a Frequência do Ensino Superior na Escola Superior de Educação
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SUBCOMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO A Subcomissão de Política Geral, em 05 de setembro de 2017, procedeu à apreciação, relato e emissão de parecer sobre a Proposta de Lei n.º 91/XIII/2.ª (GOV) Estabelece o programa de regularização
2. Os estudantes abrangidos pelo ponto anterior podem candidatar-se a qualquer curso de licenciatura do ISEL.
Objetivo e Âmbito O presente regulamento disciplina o regime de concurso especial para titulares de outros cursos superiores aos ciclos de estudo de licenciatura do Instituto Superior de Engenharia de
Projeto de alteração ao Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria
Projeto de alteração ao Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março,
REGIMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO
REGIMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Âmbito) 1. O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica, bem como de orientação educativa do Agrupamento,
Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições nos cursos do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições nos cursos do Instituto Politécnico de Castelo Branco Artigo 1.º Âmbito 1- O presente regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS (Regulamento aprovado em 11.11.2003 nos Conselhos Gerais dos Sindicatos dos Bancários do Centro, do Norte e do Sul e Ilhas) Redacção Final aprovada em 5.12.03, pela
Estatutos da Fundação Universidade Pedagógica
Estatutos da Fundação Universidade Pedagógica CAPÍTULO I Natureza, Objecto, Duração, Sede, Símbolos, Atribuições e Objectivos Artigo 1 (Natureza Jurídica da Fundação) 1. A Fundação Universidade Pedagógica,
Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos
Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos maiores de 23 anos e do Concurso Especial dos Estudantes
REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO
Regulamento do Conselho Técnico-Científico Página 1 de 5 REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO ARTIGO 1º Natureza O Conselho Técnico-Científico é o órgão responsável pela orientação da política técnico-científica
Regimento do Conselho Pedagógico
Regimento do Conselho Pedagógico CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Finalidades O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa do Agrupamento de escolas,
Despacho n.º /2015. Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria
Despacho n.º /2015 Regulamento de Avaliação e Frequência dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Politécnico de Leiria O Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março, procedeu à criação e
Decreto-Lei n.º 209/2009 de 3 de Setembro
Decreto-Lei n.º 209/2009 de 3 de Setembro A Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, que regula os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas e,
Regulamento de Provas de Admissão para Maiores de 23 Anos
Regulamento de Provas de Admissão para Maiores de 23 Anos Regulamento Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de
Matosinhos. Regulamento da Comissão Paritária da Câmara Municipal de Matosinhos. Preâmbulo
Regulamento da Comissão Paritária da de Matosinhos Preâmbulo O Decreto Regulamentar n.º 18/2009, de 4 de Setembro, adapta à administração local o sistema integrado de avaliação de desempenho na Administração
Viana do Castelo, de março de O Presidente do IPVC. Rui Alberto Martins Teixeira. Página 1 de 8
Despacho IPVC-P /2016 REGULAMENTO DAS PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DOS CURSOS SUPERIORES DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO DOS MAIORES DE
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro Page 1 SIADAP: PERIODICIDADE: bianual Requisitos para
MUNICÍPIO DE CAMPO MAIOR AVISO
AVISO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA PROVIMENTO DE UM LUGAR DE DIREÇÃO INTERMÉDIA DE 2.º GRAU CHEFE DA DIVISÃO DE OBRAS E URBANISMO 1. Nos termos do disposto nos artigos 20.º e 21.º da Lei n.º 2/2004, de
