GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI
|
|
|
- Aurélio Bandeira Brás
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI
2 GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI
3 ÍNDICE 1. Introdução 5 2. Código de Ética e Conduta 7 3. Política Conflitos de Interesses Política de Formação Política de Remuneração dos Órgãos Sociais 16
4
5 INTRODUÇÃO O Conselho de Administração do Banco BNI revê periodicamente um conjunto de Políticas e Manuais de Governação Corporativa que se encontram publicados nos canais de comunicação do Banco BNI, estando disponíveis a todos os Colaboradores, nomeadamente: Código de Ética e Conduta; Política de Prevenção, Identificação e Gestão de Conflitos de interesses; Política de formação; Política de Remuneração dos Órgãos Sociais. Os documentos mencionados estão disponíveis a todos os Colaboradores para conhecimento dos deveres de abstenção de condutas proibitivas e o cumprimento das normas no exercício das suas funções. Todos os Colaboradores do Banco BNI efectuam testes de conhecimentos regulares, com o objectivo de se aferir se absorveram e compreenderam o conteúdo destes documentos. 5
6 6
7 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA O Banco BNI está assente num conjunto de princípios de Ética e Conduta que guiam o processo de tomada de decisões e as práticas a adoptar no seu dia-a-dia. O Banco BNI dispõe de um Código de Ética e Conduta que estabelece os princípios de conduta dos Colaboradores. A sua revisão é realizada anualmente, de acordo com os seguintes tópicos: Enquadramento e Objectivos; Âmbito de Aplicação; Implementação, Reforço e Acções Disciplinares; Princípios Orientadores de Ética e Conduta do Banco BNI; Relacionamento com a comunidade, concorrência, entidades reguladoras e autoridades; Deveres e Responsabilidades dos Colaboradores; Reportar das violações ao Código de Conduta do Banco BNI. Tendo em consideração a Missão a que o Banco BNI se propõe, os princípios orientadores de Ética e Conduta do Banco BNI, são: Honestidade e Integridade; Transparência; Diligência e Comprometimento com a Qualidade; Confiança e Equidade; 7
8 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Honestidade e Integridade; Transparência; Diligência e Comprometimento com a Qualidade; Confiança e Equidade; Comprometimento de Respeito (pelas Leis e Regulamento e pelo Indivíduo); Cooperação; Reputação. Entre outros Princípios Orientadores de Ética e Conduta, o Banco BNI esforça-se por tornar os seus Colaboradores pessoas melhores em todos os sentidos, promovendo a coerência e equilíbrio entre o âmbito profissional e a vida privada e aspirações dos seus Colaboradores. 8
9 9
10 POLÍTICA DE CONFLITOS DE INTERESSES O Banco BNI assegura o cumprimento das exigências de prevenção e identificação de potenciais conflitos de interesse assume o compromisso de tratar os interesses dos Clientes com equidade e transparência, definindo um conjunto de medidas e procedimentos adequados à sua mitigação e gestão, tem em conta a dimensão, organização, natureza e complexidade das actividades de intermediação exercidas, assegurando a consideração de todas as unidades orgânicas do Banco BNI, bem como de terceiros que actuem por conta e/ou em nome do Banco e intervenham no desenvolvimento de tarefas referentes à actividades de intermediação em causa. 10
11 POLÍTICA DE CONFLITOS DE INTERESSES A Política de Prevenção, Identificação e Gestão de Conflitos de Interesses tem por objectivo estabelecer as regras e procedimentos internos mínimos a adequados à mitigação e gestão do risco observar por todos os Colaboradores para que conheçam adequadamente e a todo o tempo os princípios e regras constantes nesta Política, para que adoptem todas as medidas necessárias para uma adequada prevenção e/ou gestão de situações de conflito de interesses. 1. De acordo com a Política são Conflitos de Interesse as circunstâncias em que, inter alia, e consoante o caso, o Banco, um Membro de um Órgão Social ou um Colaborador: a. Está prestes a obter um lucro/ganho financeiro, ou a evitar uma perda financeira às custas do Banco ou do Cliente; b. Tem um interesse no resultado de um serviço fornecido ao Banco ou ao Cliente ou de uma transacção realizada em nome do Banco ou do Cliente, que é diferente do interesse que o Banco ou o Cliente tem naquele resultado; c. Tem um incentivo, financeiro ou outro, em favorecer o interesse de um Cliente ou de um grupo de Clientes, acima dos interesses de um outro Cliente; d. Conduz o mesmo negócio que o Cliente; e. Recebe ou receberá de uma pessoa que não seja o Cliente um incentivo em relação a um serviço fornecido ao Cliente, na forma de valores, mercadorias ou serviços, que não seja a comissão ou taxa padrão para aquele serviço. 11
12 POLÍTICA DE CONFLITOS DE INTERESSES Os deveres que emergem desta política são aplicáveis a todos os Colaboradores do Banco BNI, bem como, na medida do possível, aos terceiros que, em cada momento, actuem por conta e/ou em nome do Banco, designadamente entidades subcontratadas. Em situação de conflito de interesses, o Banco BNI compromete-se a dar prevalência aos interesses dos Clientes em relação aos seus próprios interesses ou de sociedades com as quais se encontra em relação de grupo ou de domínio, bem como em relação aos interesses dos Colaboradores. 12
13 12
14 POLÍTICA DE FORMAÇÃO As transformações que o sector bancário atravessa, decorrentes sobretudo da situação macroeconómica, do mercado global, da competitividade e da globalização, levam o Banco BNI a intensificar a aposta na formação profissional e confere um valor estratégico acrescido à motivação, mobilização, envolvimento e melhoria das qualificações e competências dos colaboradores. Neste enquadramento, as três dimensões adoptadas no Programa de Desenvolvimento de Recursos Humanos - Adequar, Atrair e Vincular - assumem um sentido renovado. O Plano de Formação 2016 do Banco BNI tem como grandes objectivos: Concretizar o melhor alinhamento da Formação com a estratégia do Banco, através de um foco contínuo e persistente na orientação para o cliente e para os resultados; Estimular a interiorização do modelo de gestão CIP (A formação é da minha responsabilidade Coaching (C), a formação é um Investimento (I) e a Comunicação é uma prioridade (P), situando o desenvolvimento pessoal e profissional dos Colaboradores e das equipas como uma responsabilidade dos próprios, das chefias e da gestão, por esta ordem; Contribuir para implementar um modelo de Gestão de Recursos Humanos (GRH) por competências, instrumento poderoso de integração dos modelos, das ferramentas e das práticas de cada um dos seus subsistemas. 13
15 POLÍTICA DE FORMAÇÃO Estes objectivos, declinados ao nível das pessoas e das equipas, expressam-se nos seguintes: Contribuir para assegurar um serviço de excelência, promovendo as atitudes, os comportamentos e as competências conforme às políticas de qualidade, sustentabilidade e higiene e segurança; Promover o desenvolvimento de competências de liderança e gestão, visando a mobilização das equipas para alcançar os objectivos fixados; Desenvolver competências, actuais e emergentes, para garantir a qualidade, aumentar a produtividade e intensificar o envolvimento dos colaboradores; Estimular níveis mais elevados de motivação, realização profissional, sentimento de pertença e reconhecimento do mérito; Facilitar a gestão da mudança, reforçando o compromisso dos colaboradores com o Banco; Apoiar a qualificação profissional e escolar dos colaboradores e o seu desenvolvimento pessoal; Fortalecer os traços da cultura organizacional que valorizam o auto-estudo, o desenvolvimento permanente, a cooperação, a inovação e a melhoria contínua, tanto a nível individual como de equipa. 14
16 15
17 POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS A remuneração dos Órgãos Sociais é definida pela Comissão de Remunerações dos Órgãos Sociais, a quem compete: Determinar as várias componentes da remuneração, se fixa ou se fixa e variável, consoante os Órgãos Sociais a que se destina, e eventuais benefícios ou complementos, em especial aos complementos de pensão de reforma por velhice ou invalidez; Definir a respectiva Política de remuneração e fixar a remuneração dos Titulares dos Órgãos Sociais do Banco BNI de acordo com a política definida; Acompanhar a evolução da situação do Banco para efeitos de ponderação e determinação da remuneração variável dos Membros do Conselho de Administração; Proceder à avaliação dos elementos da Comissão Executiva do Banco BNI, com vista à determinação das respectivas remunerações variáveis anuais; 16
18 POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS Acompanhar as vicissitudes contratuais dos mandatos dos Membros dos Órgãos Sociais com reflexo nas suas remunerações, nomeadamente no caso de suspensão ou cessação dos mesmos; Avaliar as consequências, no âmbito da política de remunerações, do eventual recebimento, pelos Membros do Conselho de Administração, de eventuais remunerações em virtude do exercício de funções em sociedades dominadas ou participadas; Dar conhecimento aos Accionistas, nas assembleias gerais anuais de aprovação e contas, dos critérios, parâmetros e métodos de calculo da politica de remuneração dos Membros dos Órgãos Sociais e da avaliação do desempenho dos Membros Executivos do Conselho de Administração. 17
19
GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI
GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI ÍNDICE 1. Introdução 5 2. Código de Ética e Conduta 7 3. Política Conflitos de Interesses 10 4. Política de Formação 13 INTRODUÇÃO O Conselho de Administração
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ÍNDICE Instituição da Comissão de Vencimentos...
VI - Política de Conflitos de Interesses
VI - Política de Conflitos de Interesses Nos termos e para os efeitos do disposto no Artigo 309.º-A e seguintes do Código dos Valores Mobiliários, descreve-se, em seguida, a politica de conflitos de interesses
Política de Remuneração dos Colaboradores da Real Vida Pensões, S.A.
Política de Remuneração dos Colaboradores da Real Vida Pensões, S.A. Aprovada pelo Conselho de Administração da Sociedade para o exercício de 2017. O presente documento tem como objectivo explicitar a
STANDARD CHARTERED BANK ANGOLA, S.A ( A SOCIEDADE ) TERMOS DE REFERÊNCIA DA COMISSÃO EXECUTIVA. Conselho de Administração da Sociedade ( Conselho )
STANDARD CHARTERED BANK ANGOLA, S.A ( A SOCIEDADE ) TERMOS DE REFERÊNCIA DA COMISSÃO EXECUTIVA NOMEADO POR: AUTORIDADE: FINALIDADE: Conselho de Administração da Sociedade ( Conselho ) A autoridade da Comissão
POLÍTICA DE CONFORMIDADE
Sumário 1. OBJETIVO... 1 2. ABRANGÊNCIA... 1 3. DEFINIÇÕES... 1 3.1 Conformidade... 1 3.2 Estrutura Normativa Interna... 1 3.3 Programa de Integridade... 1 4. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES... 1 4.1 Princípios
Adoptado pela Direcção 26 de Setembro de 2011 e aprovado pela Assembleia Geral 24 de Setembro de 2011
CÓDIGO DE CONDUTA CÓDIGO DE CONDUTA Adoptado pela Direcção 26 de Setembro de 2011 e aprovado pela Assembleia Geral 24 de Setembro de 2011 1. Preâmbulo a. Este Código de Conduta foi elaborado em consonância
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP)
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) Considerando a necessidade de se definir políticas, regras e procedimentos para o funcionamento do Conselho de Auditoria
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR-LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Agosto 2009 Código de Ética e Conduta Profissional Um Código de Ética e Conduta Profissional
No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição.
1. OBJETIVOS GERAIS No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Descrever a orgânica das Instituições Sociais;
Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas
Índice 1. Enquadramento... 2 2. Objectivos... 2 3. Âmbito do Plano... 3 4. Missão da Entidade... 3 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e formas de mitigação... 4 6. Mecanismos de Controlo... 9 7. Entidades
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO DISTRITO FEDERAL CÓDIGO DE ÉTICA
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO DISTRITO FEDERAL CÓDIGO DE ÉTICA SUMÁRIO 1. Introdução...3 2. VISÃO, MISSÃO, VALORES E TEMAS ESTRATÉGICOS... 4 2.1 Missão... 4 2.2 Visão...
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 3 de Março de 2016 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE
O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:
EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE APOIO A INFRA-ESTRUTURAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de
No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição.
1. OBJETIVOS GERAIS No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Descrever a orgânica das Instituições Sociais;
POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A.
POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. Aprovado em 27 de Julho de 2017 1. Enquadramento A EDP Energias
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A.
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Jerónimo Martins SGPS, S.A. ARTIGO 1.º (Atribuições) 1. A Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa
CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C>
~o-jt1 CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C> o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E., adiante designado por CHUC, EPE, criado
Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia
Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia 1 Índice: 1. Introdução 2. Objetivo 3. Abrangência e público-alvo 4. Referências 5. Valores 6. Princípios de Sustentabilidade 7. Responsabilidades 8. Atualização
PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE
Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão da Investigação,
Política de Compliance
Política de Compliance Capítulo 1 Objetivo do documento A Política de Conformidade (Compliance) da cooperativa estabelece princípios e diretrizes de conduta corporativa, para que todos os dirigentes, empregados
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES, NOMEAÇÕES E AVALIAÇÕES
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES, NOMEAÇÕES E AVALIAÇÕES Caixa Económica Montepio Geral, caixa económica bancária, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES, NOMEAÇÕES E AVALIAÇÕES DA CAIXA ECONÓMICA
Política de Gestão do Risco de Compliance do Banco BIC Português, S.A.
Política de Gestão do Risco de Compliance do Banco BIC Português, S.A. Aprovada em Comissão Executiva a 24/06/2018 CLASSIFICAÇÃO: PÚBLICO ÍNDICE I. ÂMBITO... 3 II. SISTEMA DE CONTROLO INTERNO... 3 1. OBJETIVOS
Política de Gestão do Risco de Compliance
Política de Gestão do Risco de Compliance Classificação: Público Última Atualização: 23 de dezembro de 2016 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. SISTEMA DE CONTROLO INTERNO... 3 3. RISCO DE COMPLIANCE E FUNÇÃO DE
CÓDIGO DE CONDUTA PARA FORNECEDORES E SUBCONTRATADOS
CÓDIGO DE CONDUTA PARA FORNECEDORES E SUBCONTRATADOS LIPOR Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto A. Enquadramento O Código de Conduta para Fornecedores e Subcontratados da LIPOR
Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior
ORSIES Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior O ORSIES é uma rede colaborativa que pretende fomentar a responsabilidade social das Instituições de Ensino Superior e promover
Identificação da empresa
Identificação da empresa UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO, E.P.E RUA DR. ANTÓNIO FERNANDO COVAS LIMA 7800-309 BEJA PESSOA COLECTIVA Nº. 508754275 Missão A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo,
Política de Conformidade (Compliance) do Sistema CECRED
Aprovado por: Conselho de Administração Data aprovação reunião: 23/ SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 2 Capítulo 2 Responsabilidades... 3 Capítulo 3 Glossário / Definições... 8 Capítulo 4 Regras...
POLÍTICA DE CONFORMIDADE CORPORATIVA DA TRANSPETRO
POLÍTICA DE CONFORMIDADE CORPORATIVA DA TRANSPETRO SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO E ABRANGÊNCIA 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E COMPLEMENTARES 3.1. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
POLÍTICA DE TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS DO BANCO ECONÓMICO E PARTICIPADAS
POLÍTICA DE TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS DO BANCO ECONÓMICO E PARTICIPADAS Aprovada em reunião ordinária do Conselho de Administração aos 03 de Maio de 2018. Nota Preambular A evolução dos princípios
Política de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses do Haitong Bank, S.A.
do Haitong Bank, S.A. 1 Introdução O Haitong Bank, S.A. (o Banco ) desenvolve diversas actividades de intermediação financeira, oferecendo aos seus Clientes, nesta área, uma gama diversificada de serviços.
Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho
Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho O QUE É O MODELO O Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho é uma ferramenta de diagnóstico e auto-avaliação que propõe às indústrias brasileiras uma reflexão
Regulamento da CMVM n.º 10/2005 (Altera os Regulamentos da CMVM no 7/2001 e n.º 4/2004 relativos ao Governo das Sociedades e a Deveres de Informação)
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 10/2005 (Altera os Regulamentos da CMVM no 7/2001 e n.º 4/2004 relativos ao Governo das Sociedades e a Deveres
Código de Ética e de Conduta
Código de Ética e de Conduta 0 Ponta Delgada, 21 de março de 2018 Preâmbulo A Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores, adiante abreviadamente designada por SDEA, EPER, é uma pessoa coletiva
Política de Compliance
Política de Compliance 1 Objetivo O objetivo desta Política é estabelecer diretrizes e procedimentos que assegurem o cumprimento das normas de Compliance definidas pelo Grupo VEOLIA e, que essas normas
ANEXO QUESTIONÁRIO ÍNDICE
ANEXO QUESTIONÁRIO ÍNDICE INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO 2 DOCUMENTAÇÃO ADICIONAL A REMETER 2 ESTRUTURA DE GOVERNANCE 3 1. Estrutura Orgânica 3 2. Órgão de Administração (Conselho de administração/direcção)
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS OBJETO A Política de Gestão de Riscos ( Política ) da Companhia de Engenharia de Tráfego ( CET ) tem o propósito de estabelecer as regras de estruturas e práticas de gestão
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES DA SECRETARIA-GERAL DO MF Índice Introdução 2 I - Âmbito 3 II Objectivos 3 III - Princípios Gerais 4 IV - Relações Internas e Externas 6 V Vigência, Publicidade e Revisão
Carina Gonçalves, Carlos Dimas e Cátia Silva
Gestão da Qualidade 1 Índice Introdução... 3 Objectivo geral... 4 Objectivos específicos... 4 Qualidade... 5 Gestão da Qualidade Total (TQM)... 6 Os princípios básicos da qualidade total são:... 7 Qualidade
Regulamento de Tramitação de Procedimentos Avaliação Curricular e Parecer sobre Adequação do Perfil (cargo de gestor público)
Regulamento de Tramitação de Procedimentos Avaliação Curricular e Parecer sobre Adequação do Perfil (cargo de gestor público) A publicação do Decreto-Lei nº 8/2012, de 18 de janeiro atribui uma importância
Relatório de boas práticas de governo societário - ano de 2014
Relatório de boas práticas de governo societário - ano de 2014 Exmos Senhores, A Lei nº 50/2012 de 31 de agosto aprovou o regime jurídico da atividade empresarial local e das participações locais. A EPRM
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A.
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A. 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. DEFINIÇÕES... 4 4. FUNDAMENTAÇÃO... 5 5. REVISÃO DESTA
A relevação de riscos e a informação financeira
A relevação de riscos e a informação financeira Vitor Ribeirinho Head of Audit 29 de Maio de 2012 Disclaimer A informação contida neste documento é de natureza geral e não se aplica a nenhuma entidade
PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais. PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL
PLANO DE CURSO PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL Formação para Profissionais + 2.000 Cursos Disponíveis A Melhor e Maior Oferta de Formação em Portugal + 1.300 Cursos na
REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições)
REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) 1 - A Comissão de Controlo do Governo Societário (CCGS) é designada
INOVAR PARA CRESCER A MAIA NO CENTRO DA CRIAÇÃO DE EMPREGO
INOVAR PARA CRESCER A MAIA NO CENTRO DA CRIAÇÃO DE EMPREGO 1- O Mundo Global e os fenómenos de inserção colectiva O processo de globalização competitiva, o terrorismo religioso, a escassez do petróleo
Estratégia e governança [G4-34]
19 Estratégia e governança [G4-34] Aos 45 anos, a Unimed-BH é uma cooperativa médica que responde por um amplo sistema de saúde. São dois focos de negócio: a operação de planos de saúde e a Rede Própria
