BELO HORIZONTE VISTA DO CÉU
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- Alice Bernardes Silveira
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1 BELO HORIZONTE VISTA DO CÉU Fotografias: Nélio Rodrigues Texto e Pesquisa: Artur Luis Neto Ferreira Editora: Caras Ano: 2006 Páginas: 143 Resumo: Belo Horizonte Vista do Céu é o terceiro volume de uma ideia tão ampla quanto o Brasil e suas capitais que, aos poucos, vai ganhando a maravilhosa silhueta do impresso com roupagem de livro. Agora chegou a vez de mostrar, de um ângulo inusitado, uma cidade com cujo nome até se pode brincar, por que este trabalho perpetua é um horizonte significativamente belo, demarcado por traçados de ignotos mestres de obra de três séculos atrás que se misturam com os do mais moderno e consagrado arquiteto brasileiro de todos os tempos, o magnífico Oscar Niemayer.
2 FAZENDAS DO SUL DE MINAS - ARQUITETURA RURAL NOS SÉCULOS XVIII E XIX Autor: Cícero Ferraz Cruz Editora: Coleção Arquitetura Iphan/Programa Monumenta Ano: 2008 Páginas: 357 Resumo: Ferraz pesquisa a arquitetura das fazendas do sul do estado de Minas Gerais nos séculos XVIII e XIX, período marcado pela ruralização e desenvolvimento da agropecuária, desde a época em que cursava arquitetura na Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Eles foram o tema de sua tese de mestrado na Escola de Engenharia de São Carlos da USP e, hoje, viraram livro. Com texto e fotos do próprio arquiteto, o livro cataloga 100 imóveis, com casas-grandes, pátios e senzalas, alguns em ótimo estado de conservação e péssimo estado de preservação, como anota Cícero, ao se referir a propriedades sucessivamente reformadas. Outros se encontram bastante combalidos, mas ainda guardam características de séculos atrás. Também há verdadeiras damas: bem conservadas e orgulhosas em exibir as marcas de origem. Fazendas do Sul de Minas - Arquitetura Rural nos séculos XVIII e XIX permite uma verdadeira viagem pelo tempo, por meio dos desenhos de fachadas e das plantas dos casarões. A publicação conta, ainda, que as fazendas inauguram uma nova técnica construtiva no Brasil, a estrutura independente de madeira e fechamento de pau-a-pique.
3 DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MINEIROS Organização: Constância Lima Duarte Editora: Autêntica Ano: 2010 Páginas: 376 Resumo: Excelente fonte de informação, o Dicionário é um grande aliado para os que quiserem saber sobre a trajetória de escritores, mineiros ou que vivem e/ou publicam na região, e serve como importante ferramenta para todos aqueles que estudam a literatura. Afinal, nomes como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Adélia Prado, Roberto Drummond, Tomás Antônio Gonzaga e Alberto Deodato, entre outros, são leitura obrigatória a qualquer pessoa interessada em escritores de qualquer parte do país. A extensa produção intelectual de Minas Gerais merecia há tempos um dicionário. A sua oportuna publicação, resultado de pesquisa rigorosa, ocupará lugar privilegiado na estante de leitores e curiosos da cultura mineira. [Eneida Maria de Souza]
4 TERRITÓRIOS DE MANDO: BANDITISMO EM MINAS GERAIS, SÉCULO XVIII Autora: Célia Nonata da Silva Editora: Crisálida Ano: 2007 Páginas: 328 Resumo: A partir da análise do fenômeno do banditismo no século XVIII, a autora nos oferece um estudo muito fértil sobre as relações entre o banditismo e o poder no Brasil. Essa abordagem nos ajuda a compreender um aspecto de nossa formação histórica que tem reflexos bastante presentes em nossa sociedade.
5 MEMÓRIA DE RUAS: DICIONÁRIO TOPONÍMICO DE BELO HORIZONTE Autor: Leonardo José Magalhães Gomes Editora: Crisálida Ano: 2008 Páginas: 308 Resumo: 'Memórias de ruas' é uma introdução à história do Brasil, à etnografia indígena brasileira, à geografia do Brasil, sendo, também, um capítulo da história literária e da história política de Minas Gerais. Surpreende, mesmo, os que acreditam conhecer a cidade, ao revelar que aquilo que cruzáramos, durante décadas, como espaço anônimo, é mesmo, contra todas as evidências visuais, uma praça, e, além disso, de nome ilustre.
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