Setor Florestal MARÇO 2018
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- Victor Gabriel Lopes Weber
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1 INFORMATIVO Setor Florestal nº 195 MARÇO 2018 Preços em dólar da celulose continuam a aumentar, apesar de ficarem estáveis as cotações da madeira no Estado de São Paulo
2 INTRODUÇÃO N o mês de março de 2018, comparado com o mês anterior, ocorreram poucas alterações nos preços de madeiras, exóticas e nativas, no Estado de São Paulo e elas se restringiram à Região de Campinas e, dentro dessa, essas variações de preços ocorreram para alguns produtos semiprocessados. Os preços médios de madeira in natura de essências exóticas (de eucalipto e pinus) não se alteraram em março, frente a suas cotações em fevereiro, em todas as regiões do Estado de São Paulo pesquisadas por esse Informativo. Isto ocorre apesar dos constantes aumentos dos preços da celulose. Em Campinas, em março, caíram os preços médios em reais do metro cúbico da prancha de eucalipto, do sarrafo de pinus e da prancha de pinus. No Pará, ocorreram aumentos e diminuições dos preços em reais de algumas das pranchas e diminuições dos preços de EXPEDIENTE ELABORAÇÃO Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA-ESALQ/USP) Economia Florestal SUPERVISÃO Prof. Dr. Carlos José Caetano Bacha alguns tipos de toras, no mês de março. Por mais um mês, o preço médio lista em dólar da tonelada de celulose de fibra curta tipo seca no mercado doméstico apresentou elevação de 1,41% em abril em relação ao mês anterior, março. No mesmo período, os preços em reais do papel offset em bobina e os dos papel cut size não sofrerem alterações. O valor total em dólar das exportações brasileiras de produtos florestais apresentou aumento de 16,67% no mês de março de 2018 em comparação a fevereiro do mesmo ano. Esse aumento foi devido ao aumento de 18,46% no valor exportado de celulose e papel e de 10,83% no valor das exportações de madeira e de painéis de madeira no período acima mencionado. CEPEA. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte dessa publicação pode ser reproduzida ou transmitida sob nenhuma forma ou qualquer meio, sem permissão expressa por escrito. Retransmissão por fax, ou outros meios, os quais resultem na criação de uma cópia adicional é ilegal. APOIO TÉCNICO Caroline Ganéo Paulino dos Santos Felipe Matias Bailez Viana Lina Gabriela Souza de Almeida Gabriel Perez Bressan CEPEA - CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ECONOMIA APLICADA Avenida Pádua Dias, Piracicaba-SP Fones: (19) / Fax: (19) [email protected] 2
3 ESPÉCIE Euterpe edulis (Palmito-juçara) O Euterpe edulis (também conhecido como palmito juçara ou jiçara) é encontrado na região centro-sul do país. Essa espécie apresenta curto ciclo de vida e chega a atingir 20 m de altura e 30 cm de diâmetro a altura do peito (DAP). Trata-se de uma das espécies mais exploradas na Floresta Atlântica e possui elevado valor econômico como alimento. Apesar de pouco divulgado, a sua madeira também pode ser usada na construção civil e rural nas formas de ripas, caibros, escoras de andaimes e calhas para condução de água e para a produção de celulose. Fonte: 3
4 MERCADO INTERNO - ESTADO DE SÃO PAULO Produtos Florestais O grande oligopsônio que existe na compra de madeira no Estado de São Paulo, conjugado com a prioridade que grandes empresas produtoras de celulose têm dado para expandir suas produções em outras regiões (em especial, Nordeste e Centro-Oeste) tem gerado um quadro negativo de preços da madeira in natura no Estado de São Paulo. Observa-se que no mês de março de 2018, quando comparado com o anterior, ocorreu grande estabilidade das cotações médias de madeiras in natura de essências exóticas (de eucalipto e pinus). Esse quadro se contrasta com as sucessivas altas, que ocorrem a mais de um ano, no preço em dólar da celulose. No Estado de São Paulo, em março passado, apenas alguns produtos semiprocessados tiveram alterações de preços e essas alterações foram restritas à região de Campinas. Observa-se que, nessa região, o valor da prancha de eucalipto por metro cúbico decresceu 5,67% (Gráfico 1). Na mesma região, o preço médio do metro cúbico de sarrafo de pinus teve queda de 5,88% (Gráfico 2), enquanto o preço médio do metro cúbico da prancha de pinus caiu 2,74%. 4
5 Gráfico 1 - Preço médio do m³ da prancha de eucalipto na região CAMPINAS Fonte: CEPEA Fonte: CEPEA Gráfico 2 - Preço médio do m³ de sarrafo de pinus na região de CAMPINAS 5
6 MERCADO INTERNO - ESTADO DO PARÁ Produtos Florestais Fonte: CEPEA Gráfico 3 - Preço médio do m³ da prancha da prancha de Cumaru da região de PARAGOMINAS Gráfico 4 - Preço médio do m³ da pranha da tora de jatobá da região de PARAGOMINAS Na região de Paragominas, Estado do Pará, em março de 2018 (quando comparado com o mês anterior), ocorreram flutuações mistas nos preços em reais das pranchas (com dois tipos tendo quedas de preços e uma delas tendo aumento de preços), ao mesmo tempo em que a maioria dos tipos de toras teve quedas de preços. Entre as pranchas de essências florestais nativas, o preço médio do metro cúbico da de Cumaru reduziu-se 0,92%(Gráfico 3) em março, se relacionado a seu valor médio de fevereiro passado. Além disso, o preço do metro cúbico da prancha de Angelim Pedra sofreu queda de 0,57%, ao passo que o preço médio do metro cúbico da prancha de Maçaranduba apresentou aumento de 0,51%. Entre os preços médios das toras de essências nativas, houve diversas variações negativas. A maior queda ocorreu para o preço do metro cúbico da tora de Cumaru, que diminuiu 7,06%. As toras de Angelim Pedra e Angelim Vermelho tiveram os seus preços do metro cúbico variando em -1,22% e -1,59%, respectivamente. Além disso, o preço do metro cúbico da tora de Jatobá variou em -1,59%(Gráfico 2) no mês de março, comparado a seu preço médio de fevereiro. Fonte: CEPEA 6
7 MERCADO DOMÉSTICO Celulose e Papel Para abril de 2018, o preço em dólar, no mercado doméstico, da celulose de fibra curta tipo seca seguiu em alta. Observa- -se na Tabela 5 que o preço lista médio (que não inclui desconto) da tonelada de celulose de fibra curta aumentou de US$1015,73 para US$1030,05, um crescimento de 1,41%. Já o preço médio em reais da tonelada do papel offset em bobina, e o preço médio em reais da tonelada do papel cut size se mantiveram estáveis, em US$ 3000,52 e US$ 3666,03 respectivamente, entre os meses de março e abril de 2018 (Tabela 5).. TABELA 1 - PREÇOS MÉDIOS NO ATACADO DA TONELADA DE CELULOSE E PAPEL EM SÃO PAULO FEVEREIRO DE 2018 E MARÇO DE 2018 Fonte: CEPEA MAR/18 ABR/18 MÊS CELULOSE DE FIBRA CURTA - SECA (PREÇO LISTA EM US$ POR TONELADA PAPEL OFFSET EM BOBINA (PREÇO COM DESCONTO EM A R$ POR TONELADA PAPEL CUT SIZE (PREÇO COM DESCONTO B EM R$ POR TONELADA) mínimo 1011, , ,60 médio 1015, , ,03 máximo 1023, , ,66 mínimo 1030, , ,60 médio 1030, , ,03 máximo 1030, , ,66 Fonte: CEPEA. Nota: os preços acima incluem frete e impostos e são para pagamento a vista. Preço lista para a celulose e preço com desconto para os papéis. A = papel com gramatura igual ou superior a 70 g/m² - B = papel tipo A4. 7
8 MERCADO EXTERNO Produtos Florestais No mês de março de 2018, as exportações brasileiras de produtos florestais (madeiras, papéis e celulose) totalizaram US$ 1.214,50 milhões. Em relação ao mês de fevereiro de 2018 (quando foram exportados US$ 1.040,95 milhões) ocorreu aumento de 16,67% nessas exportações. Esse aumento foi, principalmente, devido ao aumento no valor exportado de celulose e papel. No mês de março de 2018 em relação ao mês anterior, esse valor apresentou aumento de 18,46%. Foram exportados US$ 796,97 milhões celulose e papel no mês de fevereiro de No mês de março de 2018, esse valor foi de US$ 944,09 milhões. As exportações de madeira e painéis de madeira também apresentaram aumento de 10,83% no valor exportado no mês de março de 2018 em relação ao mês anterior. Foram exportados US$ 243,98 milhões desses produtos em fevereiro de 2018, enquanto essa quantia foi de US$ 270,41 milhões no mês subsequente. Tabela 2 Exportações brasileiras de produtos florestais manufaturados de outubro de 2017 a dezembro de 2017 ÍTEM PRODUTOS DEZ/17 JAN/18 FEV/18 VALOR DAS EXPORTAÇÕES (EM MILHÕES DE DÓLARES) PREÇO MÉDIO DO PRODUTO EMBARCADO (US$/T) QUANTIDADE EXPORTADA (EM MIL TONELADAS) Celulose e outras pastas 618,19 713,35 653,94 Papel 167,85 166,16 143,03 Madeiras compensadas ou contraplacadas 64,25 59,60 62,79 Madeiras laminadas 3,19 3,07 2,89 Madeiras serradas 62,75 54,80 52,93 Obras de marcenaria ou de carpintaria 28,76 17,96 28,53 Painéis de fibras de madeiras 26,15 25,14 28,41 Outras madeiras e manufaturas de madeiras 92,27 76,01 68,43 Celulose e outras pastas 517,10 518,99 513,38 Papel 900,77 929,29 935,03 Madeiras compensadas ou contraplacadas 592,63 595,38 606,61 Madeiras laminadas 540,25 457,37 428,41 Madeiras serradas 500,54 477,48 481,18 Obras de marcenaria ou de carpintaria 1681, , ,82 Painéis de fibras de madeiras 330,30 330,99 336,02 Outras madeiras e manufaturas de madeiras 228,51 383,62 284,51 Celulose e outras pastas 1195, , ,79 Papel 186,34 178,80 152,97 Madeiras compensadas ou contraplacadas 108,42 100,10 103,51 Madeiras laminadas 5,91 6,72 6,73 Madeiras serradas 125,37 114,77 109,99 Obras de marcenaria ou de carpintaria 17,10 11,25 16,96 Painéis de fibras de madeiras 79,17 75,95 84,54 Outras madeiras e manufaturas de madeiras 403,78 198,14 240,51 Fonte: SECEX/MDIC - Balança Comercial Brasileira 8
9 NOTÍCIAS - DESEMPENHO DO Acordo de operações entre Fibria e Suzano Os acionistas controladores da Fibria Votorantim S.A. e o BNDES Participações S.A. (BNDESPAR) assinaram, em 16/03/2018, um acordo com a Suzano Holding S.A, juntamente aos acionistas controladores da Suzano Papel e Celulose S.A, visando efetuar uma nova organização societária entre ambas as empresas. Todavia, as atividades realizadas por elas mantêm-se independentes, enquanto a união das operações não tiver sido totalmente aprovada (por todas as esferas cabíveis). No caso em questão, todo o detalhamento desse negócio está arquivado na Comissão de Valores Imobiliários (CVM), assim como no site de Relações com investidores da Fibria, disponível no link: < mala_direta/file/frfinal_port%201.pdf>. Tendo em vista que o Brasil é a maior potência mundial em florestas plantadas com cerca de 7,84 milhões de hectares (Relatório Ibá 2017), isso faz com que o acordo entre a Fibria (líder mundial na produção de celulose de eucalipto) e a Suzano seja de extrema relevância a fim de determinar diretrizes importantes no setor florestal brasileiro. O próprio presidente da Fibria, Marcello Castelli, ilustra a necessidade de se combinar o que há de melhor nos ambientes das duas empresas referentes às boas práticas de operacionalização; de manejo sustentável; primando sempre pelo desenvolvimento ambiental e da comunidade. Apesar desse acordo ser vantajoso às empresas, ampliando seu poder de mercado em nível internacional, o seu impacto sobre o mercado doméstico de madeiras, em especial no Estado de São Paulo, será desvantajoso aos produtores. O oligopsônio na compra de madeiras se ampliará e isso evitará ainda mais que os produtores tenham alguma vantagem na alta do preço internacional em dólar da celulose (que já dura mais de um ano). Fonte: Retirado, com pequenas adaptações, de Painel Florestal e IBA. Disponível em: 661eac7f70d49ad5af5_bvrio_imaflora_manejo-florestal_web_low.pdf. Acesso em: abril de 2018 Disponível em: Acesso em: abril de
10 NOTÍCIAS - POLÍTICA Governo lança plataforma que ajuda produtor a cumprir Código Florestal No dia 28 de março de 2018, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), assim como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), lançaram plataformas visando auxiliar os produtores a seguirem as diretrizes determinadas pelo Código Florestal, por meio de uma implementação tecnológica mais consciente. Além disso, há a possibilidade também da realização de monitoramento dos gases causadores do efeito estufa e emitidos pela atividade agropecuária. O objetivo primário desses ações seria o de obter resultados mais palpáveis sobre a mitigação de gases poluentes e que, por esse motivo, poderiam ser discutidas e comparadas em âmbito internacional. Para o Brasil, essas ações nos ajudaria a atingir as metas propostas no Acordo de Paris assinado em abril de 2016 (o qual pontua, primariamente, que as nações se comprometam com o sequestro de carbono nas atividades produtivas). Em linhas gerais, uma das ferramentas é denominada de plataforma ABC e tem como função avaliar a quantidade de carbono presente no solo, antes e após o uso de tecnologias, promovendo uma maior resiliência do sistema produtivo a ser empregado, segundo afirma o presidente da Embrapa, Maurício Lopes. Já a segunda plataforma, chamada WebAmbiente, visa auxiliar os produtores a recomporem áreas degradadas, avaliando- -se as características da região onde se localiza o imóvel rural e qual seria a tecnologia mais eficaz para essa situação em específico, assegurando o comprometimento com o Código Florestal Brasileiro, segundo ressalta a secretária de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Juliana Ferreira Simões. É importante notar que ambas as ferramentas criadas buscam assegurar a importância do meio ambiente por meio da intervenção de políticas públicas e que, se bem sucedidas, acabam gerando externalidades positivas para toda a sociedade. Fonte: Retirado, com pequenas adaptações, de Exame e IBA. Disponível em: Acesso em: abril de 2018 Disponível em: Acesso em: abril de
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