Norma Técnica Sabesp NTS 303
|
|
|
- Denílson Carmona Andrade
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Norma Técnica Sabesp NTS 303 Caixa para Unidade de Medição de Água - UMA Especificação São Paulo Janeiro 2017 Rev. 03
2 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO INTERCAMBIABILIDADE REFERÊNCIAS NORMATIVAS REQUISITOS GERAIS Componentes e acessórios da caixa Materiais REQUISITOS ESPECÍFICOS Aspecto visual Exame dimensional Características construtivas Ensaios da Caixa metálica Ensaios da Caixa Plástica LACRE DA TAMPA DO COMPARTIMENTO DA SABESP EMBALAGEM E FORNECIMENTO Informações na embalagem Componentes a serem embalados Fornecimento INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE Qualificação da caixa metálica Qualificação da caixa plástica REQUISITOS DE QUALIDADE DURANTE A FABRICAÇÃO Caixa metálica Caixa plástica INSPEÇÃO E RECEBIMENTO Tamanho do lote de inspeção Requisitos para inspeção de recebimento Amostragem Aceitação ou rejeição ANEXO A PERSPECTIVA DA CAIXA METÁLICA ANEXO B PERSPECTIVA DA CAIXA PLÁSTICA ANEXO C DETALHE DA TAMPA (COM GRELHA) ANEXO D DETALHE DA TAMPA (TRANSPARENTE) ANEXO E DETALHES DA CAIXA METÁLICA ANEXO F DETALHES DA CAIXA PLÁSTICA ANEXO G DETALHE DE INSTALAÇÃO DO LACRE CAIXA METÁLICA ANEXO H DETALHE DE INSTALAÇÃO DO LACRE CAIXA PLÁSTICA ANEXO I DETALHE DOS VEDANTES ANEXO J DETALHE DO LACRE E DISPOSITIVO DO ENSAIO DE ARRANCAMENTO ANEXO K DETALHES DOS SELOS ANEXO L IMAGENS COMPARATIVAS DE DISPERSÃO DE PIGMENTOS /01/2017
3 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Caixa para Unidade de Medição de Água - UMA 1 OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos, mínimos, para a fabricação e fornecimento de caixas, metálica ou plástica, para a Unidade de Medição de Água - UMA, para ligação de água de DN 20. A caixa permite a instalação de um ou dois dispositivos de medição, conforme NTS INTERCAMBIABILIDADE Independente do tipo de material da caixa (metálica ou plástica) ou do dispositivo de medição (metálico ou plástico) e os respectivos fabricantes, o atendimento aos requisitos desta norma deve permitir a intercambiabilidade entre dispositivos de medição e entre tampas do compartimento da Sabesp. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta norma técnica. As edições indicadas são as que estão em vigor no momento desta edição. Caso haja revisões posteriores, recomenda-se que seja analisada a conveniência de se adotar as edições mais recentes das normas citadas a seguir: NTS 039 Tintas Medição de espessura de película seca. NTS 041 Inspeção de aderência em revestimentos anticorrosivos. NTS 057 Composto de polietileno PE Verificação da dispersão de pigmentos NTS 165 Unidade de Medição ligação de água (DN 20 - hidrômetro de 1,5m3/h ou 3,0 m3/h). NTS 302 Dispositivo para Unidade de Medição de Água - UMA NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos. NBR 8094 Material metálico revestido e não revestido corrosão por exposição à névoa salina. NBR 8095 Material metálico revestido e não revestido - corrosão por exposição à atmosfera úmida saturada. NBR Sistemas de dutos corrugados de polietileno (PE) para infraestrutura de cabos de energia e telecomunicações Requisitos. ASTMB36/B36M Standard specification for brass plate, sheet, strip and rolled bar 04/01/2017 1
4 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ASTM D256 Standard Test Methods for Determining the Izod Pendulum Impact Resistance of Plastics. ASTM A276 Standard Specification for Stainless Steel Bars and Shapes. ASTM D638 Standard Test Method for Tensile Properties of Plastics. ASTM D648 Standard Test Method for Deflection Temperature of Plastics Under Flexural Load in the Edgewise Position. ASTM D790 Standard Test Methods for Flexural Properties of Unreinforced and Reinforced Plastics and Electrical Insulating Materials. ASTM D2565 Standard Practice for Xenon Arc Exposure of Plastics Intended for Outdoor Applications. ASTM D3935 Standard Specification for Polycarbonate (PC) Unfilled and Reinforced Material ASTM E1252 Standard Practice for General Techniques for Obtaining Infrared Spectra for Qualitative Analysis. ASTM G154 Standard Practice for Operating Fluorescent Light Apparatus for UV Exposure of Nonmetallic Materials. 4 REQUISITOS GERAIS 4.1 Componentes e acessórios da caixa Os componentes e acessórios da caixa constantes da tabela 1 encontram-se detalhados nos anexos de A a K Tabela 1 Sumário de componentes e acessórios da caixa Nº ordem Denominação 01 Caixa 02 Tampa frontal do compartimento do consumidor 03 Tampa traseira do compartimento do consumidor 04 Insetos metálicos com rosca, rebites e arruelas em latão. 05 Pino de apoio da tampa do compartimento da Sabesp 06 Fecho esfera 07 Vedante redondo em polipropileno 08 Acoplador do tubo camisa /Continua 2 04/01/2017
5 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Tabela 1 Sumário de componentes e acessórios da caixa (continuação) Nº ordem Denominação 09 Tubo corrugado em PE, DE 50 mm 10 Tampa do compartimento da Sabesp 11 Parafuso de fechamento da tampa do compartimento da Sabesp e do cliente. 12 Selos adesivos 4.2 Materiais A caixa pode ser fabricada em material metálico ou plástico Caixa Metálica Caixa e tampa A espessura mínima de todas as chapas utilizadas para confecção do corpo da caixa bem como das tampas do compartimento do cliente deve ser de 0,9 mm, exceto a tampa do compartimento da Sabesp que deve ter espessura mínima de 1,25mm. Podem ser utilizados os seguintes materiais: - Chapa de aço carbono, ABNT 1008/1010. Deve ser preparada e revestida conforme e , com espessura média de 80 μm, sendo que em qualquer ponto da caixa a espessura não deve ser inferior a 70 μm. - Chapa de aço carbono, ABNT 1008/1010, galvanizada com duas camadas de zinco puro com cobertura de no mínimo 3g/m2. Deve ser revestida conforme e 4.2.3, com espessura média de 80 μm, sendo que em qualquer ponto da caixa a espessura não deve ser inferior a 70 μm. - Chapa de aço inox conforme ASTM A276, no mínimo tipo 444 (UNS 44400). Não deve ser revestida. O fabricante deve apresentar certificado que comprove o tipo e origem da matéria prima utilizada Preparação da chapa No caso da utilização de chapas de aço carbono SAE 1008/1010 a superfície deve ser preparada através de fosfatização. No caso da utilização de chapa de aço carbono SAE 1008/1010, zincadas, a superfície deve ser preparada através da fosfatização tricatiônica (liga de zinco, níquel e manganês) Revestimento da chapa Pintura eletrostática, com aplicação de tinta em pó à base de poliéster, na cor cinza padrão Munsell N 6,5. Deve ser verificada a aderência conforme NTS 041 (a aderência aceitável deve ser grau Xo, Yo) Caixa Plástica Caixa e tampas Na confecção da caixa e das tampas pode ser utilizado um dos seguintes materiais: - Homopolímero de policarbonato. - Copolímero de policarbonato. Não é permitido o uso de materiais reciclados ou reprocessados (rejeitos resíduos e/ou rebarbas do próprio processo), na confecção das partes que compõem o conjunto (caixa e tampas). Para os compostos utilizados para fabricação da caixa deve-se levar em consideração que quando instalada, a caixa entrará em contato com agentes agressivos ficando 04/01/2017 3
6 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp exposta a intempéries. Portanto, devem ser aditivados inclusive quanto à resistência a raios ultravioleta não devendo apresentar descoloração, degradação, amolecimento, fissuração ou fragilização. O fabricante da caixa deve apresentar o(s) certificado(s) de qualidade correspondente(s) ao(s) lote(s) da(s) matéria(s) prima(s) a serem utilizadas na fabricação das caixas e tampas, os quais devem comprovar o atendimento aos valores mínimos especificados nas características técnicas conforme tabela 2, bem como uma cópia do(s) espectro(s) do(s) composto(s), antes de ser(em) processado(s), obtido(s) no ensaio de FTIR realizado(s) conforme a norma ASTM E Tabela 2 - Características técnicas da matéria-prima da caixa e da tampa Propriedade Método de Ensaio Valores mínimos (ASTM D3935) Resistência à tração de escoamento ASTM D MPa (*) Módulo de flexão ASTM D MPa (*) Resistência ao impacto Izod (1) 3,2 mm 23º C ASTM D256 7,5 J/cm (*) HDT 1,82MPa/2º C/min ASTM D ºC (*) Cor Item Metais pesados na composição Nota 2 Ausente Classe Química Nota 3 (*) Valores mínimos conforme Tabela PC grupo 1 classe 3 grau 4 da ASTM D3935. O método de ensaio indicado deve ser complementado com as observações de rodapé da Tabela PC da ASTM D3935. Notas: 1) Corpo-de-prova entalhado. 2) Pode ser utilizada qualquer metodologia desde que o ensaio seja realizado em laboratório de reconhecida competência e idoneidade. 3) O fabricante deve definir o material polimérico empregado no corpo e na tampa da caixa, segundo a sua classificação química Acoplador do tubo camisa Guarnição fabricada de material flexível (borracha natural, sintética, etc.) tipo coifa, para passagem do tubo PE DN 20, conforme anexo I Vedantes dos furos Fornecidos juntamente com a caixa, fabricados em polipropileno, conforme segue: - No compartimento da Sabesp são instalados dois vedantes para fechamento dos furos da entrada da ligação, conforme anexo I; - no compartimento do cliente são instalados dois vedantes para fechamento dos furos laterais de saída da ligação, conforme anexo I Pinos de apoio da tampa frontal e fecho esfera Devem ser em aço galvanizado por imersão a quente, em aço inox AISI 304 ou em liga de cobre (latão) C 26000, conforme ASTM B36/B 36M Parafuso de fechamento da tampa da caixa (Compartimento da Sabesp e cliente) Os parafusos devem ser fabricados em aço inox AISI 304 ou liga de cobre (latão) C 26000, conforme ASTM B36/B 36M. 4 04/01/2017
7 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev Tubo camisa Deve ser em PE corrugado, DE 50 mm e comprimento de 1,50 m, conforme NBR REQUISITOS ESPECÍFICOS 5.1 Aspecto Visual Caixa Metálica A caixa (corpo e tampa) deve ter acabamento uniforme, estar limpa, sem arestas cortantes ou rebarbas, isentas de pontos de oxidação, trincas, mossas, defeitos em soldas, empenamentos e outros defeitos prejudiciais ao desempenho do produto ou ao seu aspecto estético Caixa Plástica A caixa (corpo e tampa) deve ter acabamento uniforme, inclusive nas regiões de injeção, sem cantos vivos, reentrâncias, arestas cortantes ou rebarbas, isenta de corpos estranhos, bolhas, fraturas, rachaduras, fissuras, rechupe ou outros defeitos como marcas, deformações e estrias, que indiquem descontinuidade do material e que possam comprometer sua aparência, desempenho e durabilidade Identificação e cor Caixa Metálica A caixa (corpo e tampa) deve ser pigmentada na cor cinza padrão Munsell N 6,5 exceto caixas fabricadas em aço inox que não recebem pigmento. Na parte interna do corpo da caixa e na parte externa da tampa (no canto), deve constar em alto-relevo, de forma legível e indelével no mínimo, as seguintes informações: - Nome do fabricante - Data de fabricação (mês / ano). Obs. As dimensões sugeridas para as letras e algarismos são as seguintes: 15 mm de altura, 10 mm de largura e 0,5 mm de ressalto Plástica A caixa (corpo e tampa) deve ser pigmentada nas cores cinza padrão Munsell N 6,5. Opcionalmente a tampa poderá ser transparente, desde que seja fabricada em Policarbonato. Na parte interna do corpo da caixa, e na parte externa da tampa, deve constar em alto-relevo, de forma legível e indelével, as seguintes informações: - Nome do fabricante - Data de fabricação (dia / mês / ano). - Matéria prima empregada. Obs.: As dimensões sugeridas para as letras e algarismos são as seguintes: 15 mm de altura, 10 mm de largura e 0,5 mm de ressalto. 5.2 Exame dimensional Devem ser verificadas todas as dimensões apontadas nos anexos de A a F desta norma, observando-se os critérios abaixo definidos: Caixa Metálica Devem ser conforme desenhos nos anexos A; C e E. - A tolerância geral de medidas é de mais ou menos 1,0 mm, exceto onde indicado no desenho. A concavidade ou convexidade máxima admissível em qualquer ponto da caixa é de 2,0 mm. 04/01/2017 5
8 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp - Os cantos ortogonais terão tolerância máxima de 30 minutos de grau, não cumulativo com demais tolerâncias dimensionais Caixa Plástica Devem ser conforme desenhos nos anexos B; C; D e F. As demais dimensões devem ser definidas pelas condições do processo de fabricação. Obs.: As caixas devem permitir total intercambiabilidade entre as tampas (plástica e metálica) e dispositivos (plásticos e metálicos), independente do fabricante desses produtos Estabilidade dimensional ao calor A caixa (corpo e tampa) deve ser colocada em estufa à temperatura de (60 ± 3)ºC durante 4 horas. Após esse período, aguardar o resfriamento à temperatura ambiente, e verificar montagem de dispositivo de medição e tampa, não devendo apresentar interferências. 5.3 Características construtivas A caixa em material plástico pode apresentar uma das seguintes configurações em relação à pigmentação: - caixa pigmentada na cor cinza e tampa do compartimento da Sabesp totalmente transparente sem grelha; - caixa pigmentada na cor cinza e tampa do compartimento da Sabesp totalmente transparente com grelha; - caixa e tampa do compartimento da Sabesp com grelha, pigmentadas na cor cinza. A caixa metálica apresenta a seguinte configuração: - caixa e tampa do compartimento da Sabesp com grelha, pigmentadas na cor cinza. Nota: É rigorosamente proibido executar reparos na caixa e na tampa Caixa metálica A caixa deve ser fabricada, preferencialmente, em peça única conformada por repuxo. Quando utilizada solda, recomenda-se o processo MIG, MAG, TIG ou solda por indução elétrica (solda a ponto). O espaçamento máximo entre pontos é de 100 mm; no caso de cordões o comprimento mínimo de cada cordão é de 10 mm Tampas da caixa metálica A tampa deve ser em corpo único conforme anexo C e sua fixação à caixa será conforme anexo A. A grelha desta tampa deve ser conforme anexo C e permitir a perfeita visualização do(s) número(s) de identificação do(s) hidrômetro(s) e leitura(s) do(s) consumo(s). Os pinos de apoio da tampa frontal podem ser fabricados em aço inox, latão ou aço galvanizado por imersão a quente. Esses pinos devem ser cilíndricos e suas dimensões devem ser conforme anexo E. Podem conter determinadas configurações que tem por objetivo auxiliar a fixação da tampa à caixa, desde que não inviabilizem a intercambiabilidade entre tampas de outros fabricantes tanto de material plástico como metálico. A fixação do dispositivo de medição à caixa deve ser feita por meio de dispositivos de suporte caixa e parafusos, conforme anexos E e G Caixa Plástica O corpo da caixa (paredes externas e fundo) deve ser fabricado em corpo único, não sendo permitida sua montagem por nenhum tipo de elemento de fixação. 6 04/01/2017
9 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Todas as faces laterais externas devem contemplar nervuras transversais que tem a finalidade de auxiliar na fixação e ancoragem na parede, além de aumentar sua resistência à deformação. As faces laterais internas devem conter nervuras (tipo batente) de altura máxima de 10 mm, de maneira a garantir o paralelismo e evitar afundamento entre a tampa e face da caixa além de aumentar a rigidez do conjunto tampa e caixa. A parede divisória entre o compartimento do cliente e o compartimento Sabesp pode ser fabricada em forma de estojo com fixação posterior (soldagem ou processo químico) ao corpo da caixa. No local de fixação da tampa no corpo da caixa deve ser previsto inserto metálico em latão, aço galvanizado por imersão a quente e aço inox AISI 304. Caso haja no corpo da caixa, devido ao processo de injeção, descontinuidades que permitam a entrada de materiais indesejáveis durante a instalação do produto, que comprometam a funcionalidade da caixa e sua montagem, essas devem ser tamponadas para evitar o referido comprometimento Tampas da caixa plástica A tampa, com grelha, deve ser em corpo único conforme anexo C, e sua fixação à caixa será conforme anexo B. A grelha desta tampa deve ser conforme anexo C e deve permitir a perfeita visualização do(s) número(s) de identificação do(s) hidrômetro(s) e leitura(s) do(s) consumo(s) A tampa, sem grelha, deve ser conforme anexo D e deve apresentar transparência suficiente para permitir a perfeita visualização do número do(s) hidrômetro(s) e leitura(s) de consumo(s). Deve contemplar aditivos antiembaçantes. Os pinos de apoio da tampa frontal podem ser fabricados em aço inox AISI 304, latão ou aço galvanizado por imersão a quente. Esses pinos devem ser cilíndricos e suas dimensões devem ser conforme anexo F. Podem conter determinadas configurações que tem por objetivo auxiliar a fixação da tampa à caixa, desde que não inviabilizem a intercambiabilidade entre tampas de outros fabricantes tanto de material plástico como metálico. A caixa (corpo e tampa) deve ser confeccionada pelo processo de injeção. A fixação do dispositivo de medição à caixa deve ser feita por meio de dispositivos de suporte da caixa e parafusos, conforme anexo F e H Tampas do compartimento do cliente As tampas do compartimento do cliente devem ser em corpo único conforme anexo E e F, e sua fixação à caixa será conforme anexos A e B. Todos os materiais metálicos utilizados para fixação desta tampa à caixa devem ser em latão e fecho tipo esfera, em aço. Deve dispor de um puxador tipo unha função interna Pinos de apoio da tampa frontal e fecho esfera O formato e dimensões constam dos anexos E e F Parafuso de fechamento da tampa da caixa (compartimento da Sabesp e cliente) Os parafusos devem ter cabeça com sextavado interno (tipo Allen). O parafuso deve apresentar rosca M6 com comprimento que permita a adequada fixação das tampas e resistência ao ensaio de arrancamento, conforme item dessa norma. 5.4 Ensaios da Caixa metálica Verificação da espessura Verificação da espessura da camada da película seca, de acordo com a NTS /01/2017 7
10 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp Aderência da película seca Ensaio de aderência da película seca, de acordo com a NTS Névoa salina A caixa e a tampa devem ser submetidas ao ensaio de névoa salina, conforme NBR 8094, por 500 horas e a aderência do revestimento após a exposição deve ser verificada de acordo com a NTS 041. Após o ensaio a caixa e a tampa não devem apresentar sinais de corrosão, descontinuidades ou bolhas Câmara úmida A caixa e a tampa devem ser submetidas ao ensaio de câmara úmida, conforme NBR 8095, por 500 horas e a aderência do revestimento após a exposição deve ser verificada de acordo com a NTS 041. Após o ensaio a caixa e a tampa não devem apresentar sinais de corrosão, descontinuidades ou bolhas Resistência ao impacto A tampa (anexos C e D) instalada na caixa deve ser submetida a uma carga de impacto aplicada em seu centro, através da queda de uma altura de 2m de um punção de aço com 50 mm de diâmetro e massa de 1 kg. Antes da realização do ensaio, com tampa e caixa montadas, medir inicialmente a profundidade no centro da tampa, traçando duas linhas diagonais. Após o impacto o conjunto caixa e tampa não deve romper, sendo admitida uma deformação permanente máxima de 2,5 mm, analisada no sentido diagonal, da tampa. 5.5 Ensaios da Caixa Plástica Resistência ao impacto antes/após envelhecimento Antes e após exposição ao ensaio de envelhecimento, os corpos de prova devem ser submetidos a uma carga de impacto aplicada por um punção de aço de 50 mm de diâmetro e massa de 1 kg que cai de uma altura de 2 m (20 J), não devendo ocorrer deformações permanentes, fissuras ou rupturas em qualquer região. Caso qualquer um dos corpos de prova apresente qualquer anomalia visual ou não resista ao impacto, o material deve ser considerado reprovado e o fabricante deve rever a aditivação do composto da caixa e da tampa utilizados na fabricação Procedimento para execução do ensaio de envelhecimento acelerado O envelhecimento acelerado é uma preparação dos corpos de prova para posterior ensaio de impacto, e, portanto, não se trata de uma avaliação direta. Para realização desse ensaio, devem ser selecionadas 5 tampas e 5 caixas e, de cada uma, retirar um corpo de prova com dimensões de 7 x 10cm. Quatro corpos de prova da caixa e quatro corpos de prova da tampa devem ser submetidos ao ensaio, conforme as normas ASTM G154 e ASTM D2565, seguindo o seguinte procedimento: - um corpo de prova da caixa e um corpo de prova da tampa devem ser retirados após 63 períodos de 4 horas (252 horas) de exposição a raios ultravioleta (QUVB) ciclo 2 com irradiância de 0,71 W/m², sem umidade, a (60 ± 2)ºC intercalados com outros 63 períodos de 4 horas (252 horas) de exposição à umidade até a saturação, sem ultravioleta, a (50 ± 2)ºC, perfazendo 504 horas de ensaio; - um segundo corpo de prova da caixa e um segundo corpo de prova da tampa devem ser retirados após 126 períodos de 4 horas (504 horas) de exposição a raios ultravioleta (QUVB) ciclo 2 com irradiância de 0,71 W/m², sem umidade, a (60 ± 2)ºC intercalados com outros 126 períodos de 4 horas (504 horas) de exposição 8 04/01/2017
11 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 à umidade até a saturação, sem ultravioleta, a (50 ± 2)ºC, perfazendo 1008 horas de ensaio; - um terceiro corpo de prova da caixa e um terceiro corpo de prova da tampa devem ser retirados após 189 períodos de 4 horas (756 horas) de exposição a raios ultravioleta (QUVB) ciclo 2 com irradiância de 0,71 W/m², sem umidade, a (60 ± 2)ºC intercalados com outros 189 períodos de 4 horas (756 horas) de exposição à umidade até a saturação, sem ultravioleta, a (50 ± 2)ºC, perfazendo 1512 horas de ensaio; - o quarto corpo de prova da caixa e o quarto corpo de prova da tampa devem ser retirados após 252 períodos de 4 horas (1008 horas) de exposição a raios ultravioleta (QUVB) ciclo 2 com irradiância de 0,71 W/m², sem umidade, a (60 ± 2)ºC intercalados com outros 252 períodos de 4 horas (1008 horas) de exposição à umidade até a saturação, sem ultravioleta, a (50 ± 2)ºC, perfazendo 2016 horas de ensaio Resistência ao impacto caixa e tampa montadas A caixa montada (corpo e tampa) deve ser colocada em uma câmara de refrigeração submersa em água, à temperatura de ( 3 ± 1)oC durante 4 horas. A água deve ser aditivada com álcool etílico (10% em volume) para permanecer no estado líquido. Imediatamente após esse período, deve ser submetida a uma carga de impacto aplicada no centro da tampa frontal e no centro do fundo da caixa. Deve ser utilizado um punção de aço de 50 mm de diâmetro e massa de 1 kg que cai de uma altura de 2 m (20 J). Nas duas situações, impacto na tampa frontal ou no fundo da caixa, não devem ocorrer deformações permanentes, fissuras ou rupturas em qualquer região. Caso qualquer conjunto apresente anomalia visual, deformação permanente, fissuras ou rupturas em qualquer região, o material deve ser considerado reprovado e o fabricante deve rever a aditivação do composto da caixa e da tampa utilizados na fabricação Resistência a cargas estáticas a temperatura elevada A caixa montada (corpo e tampa) deve ser submetida a uma carga estática de 0,50 kn aplicada no centro de todas as faces laterais e no fundo da caixa por 5 minutos a temperatura de (50 ± 2)ºC por um dispositivo de aço de área de 100 cm². A caixa não pode apresentar deflexão permanente máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Para avaliação da deformação permanente máxima, deve-se medir as faces ensaiadas antes do ensaio; e 3 minutos após a remoção da carga. A caixa montada (corpo e tampa) deve ser submetida a uma carga distribuída de 1,3 kn aplicada na face superior da caixa por 5 minutos a temperatura de (50 ± 2)ºC por um dispositivo de aço de área de 600 cm². A caixa não pode apresentar deflexão permanente máxima de 2,0 mm em qualquer face. Para avaliação da deformação permanente máxima, deve-se medir as faces ensaiadas antes do ensaio; e 3 minutos após a remoção da carga Dispersão de pigmentos Os conjuntos caixa e tampa, quando pigmentados, devem ser submetidos ao ensaio de dispersão de pigmentos, conforme procedimento discriminado na NTS 057, respeitando-se, contudo, as temperaturas para preparação de amostras que devem ser adequadas em função da matéria-prima utilizada. O material será considerado conforme quando a dispersão atender as configurações das figuras A1, A2 ou A3, do anexo L. As figuras B, C1, C2, D e E indicam configurações não conformes. 04/01/2017 9
12 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp Arrancamento A caixa montada (corpo e tampa) e fechada deve ser submetida a uma carga de arrancamento progressiva, aplicada no centro da tampa, até atingir o esforço de 1,2 kn à temperatura de (25 ± 2)ºC, utilizando um dispositivo conforme anexo J. Este esforço deve ser mantido pelo período de 1 minuto. Após a retirada do esforço e transcorrido o período de uma hora, admite-se uma deflexão permanente máxima de 2 mm não sendo permitido o rompimento de qualquer parte do conjunto. 6 LACRE DA TAMPA DO COMPARTIMENTO DA SABESP O lacre da tampa do compartimento da Sabesp não faz parte do fornecimento da caixa e deve ser adquirido diretamente pela Sabesp, sendo aplicado na instalação do dispositivo da UMA. - Esse lacre é constituído por tampa, cabo e cabeça de identificação e lacração. - Essa cabeça deve apresentar identificação com 2 letras (indicando a Unidade de Negócio) e 6 dígitos em ordem sequencial, logotipo da Sabesp e o nome do fabricante. A numeração sequencial será fornecida pela Unidade de Negócio. As marcações podem ser do tipo estampagem mecânica em baixo relevo ou impressão a laser. A tampa deve ser fabricada em polipropileno, com configuração e dimensões apresentadas no anexo I. O cabo deve ser fabricado em aço inox AISI 304 e a cabeça em Zamac (liga de Zinco) e com configurações e dimensões apresentadas no anexo J. 7 EMBALAGEM E FORNECIMENTO 7.1 Informações na embalagem A embalagem deve conter em seu corpo: - instruções para instalação (conforme NTS 165); - nome, endereço, telefone e CNPJ do fabricante; - designação do produto e número da norma correspondente. 7.2 Componentes a serem embalados Esta embalagem única deve ser fabricada em papelão e ser provida de alça plástica para facilitar seu transporte. A embalagem deve conter os componentes descritos na tabela /01/2017
13 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Tabela 3 Componentes da caixa a serem embalados Nº ordem Denominação Quantidade 01 Caixa com a tampa do compartimento da Sabesp 01 un 02 Tampa frontal do compartimento do consumidor 01 un 03 Tampa traseira do compartimento do consumidor 01 un 04 Insertos metálicos, rebites e arruelas em latão. * 05 Pino de apoio da tampa do compartimento da Sabesp 04 un 06 Fecho esfera 01 un 07 Vedante redondo em polipropileno 04 un 08 Acoplador do tubo camisa 01 un 09 Tubo corrugado em PE, DE 50 mm. 1,50 m 10 Parafuso de fechamento da tampa do compartimento da Sabesp e do cliente. 02 un 11 Selos adesivos** 04 un *Quantidade em função do projeto da caixa **São quatro selos (conforme anexo K dessa Norma): - Dois selos de garantia de procedência, aplicados na embalagem de papelão; - Um selo de segurança, aplicado da tampa do compartimento da Sabesp(sobre o parafuso de fixação) - Um selo de rastreabilidade, aplicado dentro da caixa. Obs. A caixa deve vir acompanhada do certificado de garantia do fabricante 7.3 Fornecimento A caixa deve ser entregue montada incluindo todos os números de ordem de 01 a 07, com a tampa do compartimento da Sabesp instalada e fechada por um dos parafusos (nº de ordem 10) sobre o qual deve estar aplicado o selo adesivo (nº de ordem 11), com configuração apresentada no anexo K. Os demais selos devem estar aplicados. O outro parafuso (nº de ordem 10) deve estar no alojamento para fixação da tampa frontal do compartimento do cliente (nº de ordem 2). O acoplador e o tubo corrugado (nº de ordem 8 e 9) devem estar num saco plástico lacrado fornecido dentro embalagem de papelão. Nota: O fabricante deve inserir o parafuso de fechamento da tampa frontal do compartimento do cliente, num curso que não impeça a abertura dessa tampa, para facilitar a instalação interna do cliente. 04/01/
14 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp 8 INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO A caixa deve ser instalada conforme previsto na NTS QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE A caixa deve ser qualificada de acordo com os requisitos desta Norma. A qualificação deve ser refeita perdendo a anterior sua validade sempre que ocorrer qualquer mudança de característica da peça, seja de projeto, de especificação ou de origem da matéria prima, por alterações dimensionais, ou quando a Sabesp julgar necessário para assegurar a constância da sua qualidade. O fabricante obriga-se a comunicar à Sabesp qualquer alteração no produto, sujeitando-se a nova qualificação. O fabricante deve manter em arquivo e fornecer à Sabesp os certificados de origem do material, sua liga e características mecânicas. O inspetor deve selecionar 10 caixas para a realização dos ensaios constantes da tabela 4 (caixa metálica) e 5 (caixa plástica), em laboratório previamente aprovado pela Sabesp. 9.1 Qualificação da caixa metálica Para qualificação da caixa em material metálico, os requisitos a serem verificados, a quantidade de amostras e os critérios de ensaio e aceitação são os apresentados na tabela 4, a seguir: 12 04/01/2017
15 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Tabela 4 Requisitos de qualificação para caixa metálica Requisitos Número de amostras Critérios Observações Matéria prima Conforme item: Apresentação de certificado Visual e embalagem 3 Conforme itens: 5.1.1; 5.1.3; 5.3; 5.3.1; 5.3.3; 5.3.4; e 7 Intercambiabilidade e dimensional Espessura do revestimento Aderência da película seca Névoa salina 1 Câmara úmida 1 Resistência ao impacto Observações gerais: Conforme itens: 2;5.2;5.2.1 Conforme itens: e Conforme item: Conforme item: Conforme item: Conforme item: corpo de prova retirado da tampa e outro da caixa contendo pelo menos mm 2 de área de exposição 1 corpo de prova retirado da tampa e outro da caixa contendo pelo menos mm 2 de área de exposição - Periodicamente e, sem aviso prévio, a Sabesp pode efetuar visitas de auditoria às instalações do fabricante para verificação da qualidade do produto. - Para qualificação, o produto deve atender a todos os requisitos da tabela 4. - Conforme o material utilizado na confecção da caixa (aço carbono SAE 1008/1010, zincado ou não) deve ser verificado o atendimento ao processo de fosfatização. - O critério para verificação da intercambiabilidade deve ser verificado com a utilização de uma tampa de outros fabricantes e outros materiais para cada caixa testada. 9.2 Qualificação da caixa plástica Para qualificação da caixa em material plástico, os requisitos a serem verificados, a quantidade de amostras e os critérios de ensaio e aceitação são os apresentados na tabela 5, a seguir: 04/01/
16 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp Tabela 5 Requisitos de qualificação para caixa plástica Requisitos Visual e embalagem Intercambiabilidade e dimensional Estabilidade dimensional Resistência ao impacto (corpos de prova) Resistência ao impacto (caixa montada) Dispersão de pigmentos Número de amostras 3 3 Critérios Conforme itens: 5.1.2; 5.1.3; 5.3; 5.3.2; ; 5.3.3; 5.3.4;5.3.5 e 7 Conforme itens: 2;5.2;5.2.2; Conforme item: Conforme item: Conforme itens e Conforme item: Conforme item: Observações Matéria prima 1 ASTM E-1252 Resistência a cargas estáticas 3 Conforme item: Arrancamento 3 Conforme item: A caixa (corpo e tampa) deve ser submetida ao ensaio de absorção de infravermelho (FTIR), para comparação com o padrão da matériaprima descrito no item Observações gerais: - Periodicamente e, sem aviso prévio, a Sabesp pode efetuar visitas de auditoria às instalações do fabricante para verificação da qualidade do produto. - Para qualificação, o produto deve atender a todos os requisitos da tabela 5. - O critério para verificação da intercambiabilidade deve ser verificado com a utilização de uma tampa de outros fabricantes e outros materiais para cada caixa testada 10 REQUISITOS DE QUALIDADE DURANTE A FABRICAÇÃO O fabricante deve manter em arquivo os certificados de cada lote de matéria prima e dos componentes utilizados na fabricação e deve executar os ensaios indicados na tabela 6 (caixa metálica) ou 7 (caixa plástica) Caixa metálica O fabricante de caixa em material metálico deve manter certificados dos lotes de matéria prima referentes aos requisitos apresentados na tabela 6, a seguir: 14 04/01/2017
17 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Tabela 6 Requisitos de qualidade na fabricação-caixa metálica Requisitos Número de amostras Periodicidade Critérios Matéria prima Certificado Visual e embalagem 1 Intercambiabilidade e dimensional Espessura do revestimento Aderência da película seca Resistência ao impacto Um ensaio no início da fabricação e depois a cada 500 conjuntos ou na mudança de matéria prima, o que ocorrer primeiro. Conforme itens: e 7 Conforme itens: 2;5.2;5.2.1 Conforme itens: e Conforme item: Conforme item: Caixa plástica O fabricante de caixa em material plástico deve manter certificados dos lotes de matéria prima referentes aos requisitos apresentados na tabela 7, a seguir: Tabela 7 Requisitos de qualidade na fabricação-caixa plástica Requisitos Número de amostras Periodicidade Critérios Visual e embalagem 1 Intercambiabilidade e dimensional Resistência ao impacto (caixa montada) 1 Um ensaio no início da fabricação e depois a cada conjuntos ou na mudança de matéria prima, o que ocorrer primeiro. Conforme itens: e 7 Conforme itens: 2;5.2;5.2.2; Conforme item: Arrancamento 1 Conforme item: Dispersão de pigmentos 1 Conforme item: INSPEÇÃO E RECEBIMENTO Nos ensaios de recebimento da caixa, devem ser seguidos os critérios de 12.1 a 12.3, tendo como referência a NBR Tamanho do lote de inspeção A inspeção deve ser feita em lotes de no máximo conjuntos do mesmo tipo. O lote mínimo para inspeção é de 26 conjuntos. 04/01/
18 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp 11.2 Requisitos para inspeção de recebimento Caixa metálica Para inspeção de recebimento da caixa em material metálico, os requisitos a serem verificados, a quantidade de amostras e os critérios de ensaio e aceitação são os apresentados na tabela 8, a seguir: Tabela 8 Requisitos para inspeção e recebimento - Caixa metálica Requisitos Plano de amostragem Critérios Conforme itens: 5.1.1; Visual e embalagem ; 5.3; 5.3.1; 5.3.3; Item ; e 7 (Tabela 10) Intercambiabilidade e 1 Conforme itens: 2;5.2;5.2.1 dimensional Espessura do revestimento 2 Item Aderência da película (Tabela 11) seca Conforme itens: e Conforme item: Resistência ao impacto 2 Conforme item: Ensaios não destrutivos Observações 2 Ensaios destrutivos Caixa plástica Para inspeção de recebimento da caixa em material plástico, os requisitos a serem verificados, a quantidade de amostras e os critérios de ensaio e aceitação são os apresentados na tabela 9, a seguir: Tabela 9 Requisitos para inspeção e recebimento - Caixa plástica Requisitos Plano de amostragem Visual e embalagem 1 Item Critérios Itens: 5.1.2; 5.1.3; 5.3; 5.3.2; ; 5.3.3; 5.3.4; e 7 Intercambiabilidade e (Tabela 10) dimensional 1 Itens: 2;5.2;5.2.2;5.3.2 Estabilidade dimensional 2 Item Item: Resistência ao impacto (Tabela 11) (caixa montada) 2 Conforme item Observações Matéria prima 1 Conforme item Resistência a cargas estáticas 2 Conforme item Item Arrancamento 2 Conforme item (Tabela 11) Dispersão de pigmentos 2 Conforme item Ensaios não destrutivos Apresentação do certificado. 2 Ensaios destrutivos 16 04/01/2017
19 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev Amostragem De cada lote são retiradas aleatoriamente amostras cuja quantidade é definida na NBR 5426, conforme segue: Amostragem para ensaios não destrutivos A amostragem para os ensaios não destrutivos devem atender as prescrições da tabela 10 dessa norma. Tabela 10 - Plano de amostragem para ensaios não destrutivos* Tamanho do lote Tamanho da amostra 1ª amostra 2ª amostra Peças defeituosas 1ª amostra 2ª amostra Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a a a a *Conforme NBR 5426, nível de inspeção ll, NQA 2,5, regime normal, amostragem dupla, tabelas 1 e Para ensaios destrutivos A amostragem para os ensaios destrutivos devem atender as prescrições da tabela 11 dessa norma. Tabela 11 - Plano de amostragem para os ensaios destrutivos** Tamanho do lote Tamanho da amostra 1ª amostra 2ª amostra Peças defeituosas 1ª amostra 2ª amostra Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a **Conforme NBR 5426, nível de inspeção S4, NQA 2,5, regime normal, amostragem dupla, tabelas 1 e 5. Sempre que houver mudança no processo ou material da caixa, deve se proceder aos ensaios previstos na qualificação (Item 9) Aceitação ou rejeição Os lotes devem ser aceitos ou rejeitados de acordo as prescrições de critérios do item 12.2 e de aceitação ou rejeição do item 12.3 complementado pelos itens e , dessa norma. 04/01/
20 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp Primeira amostragem Os lotes de caixas são aceitos quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o número de aceitação. Os lotes de caixas devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o número de rejeição Segunda amostragem Os lotes de caixas, cujo número de amostras defeituosas for maior do que o 1º número de aceitação e menor do que o 1º número de rejeição, devem ser submetidos a uma segunda amostragem. Os lotes de caixas são aceitos, quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o 2º número de aceitação. Os lotes de caixas devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o 2º número de rejeição. Para efeito de aceitação ou rejeição do lote, a quantidade de peças defeituosas encontrada na primeira amostragem deve ser somada à quantidade de peças defeituosas encontrada na segunda amostragem /01/2017
21 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO A PERSPECTIVA DA CAIXA METÁLICA 04/01/
22 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO B PERSPECTIVA DA CAIXA PLÁSTICA 20 04/01/2017
23 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO C DETALHE DA TAMPA (COM GRELHA) 04/01/
24 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO D DETALHE DA TAMPA (TRANSPARENTE) 22 04/01/2017
25 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO E DETALHES DA CAIXA METÁLICA 04/01/
26 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO F DETALHES DA CAIXA PLÁSTICA 24 04/01/2017
27 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO G DETALHE DE INSTALAÇÃO DO LACRE CAIXA METÁLICA 04/01/
28 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO H DETALHE DE INSTALAÇÃO DO LACRE CAIXA PLÁSTICA 26 04/01/2017
29 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO I DETALHE DOS VEDANTES Obs. O lacre anti-fraude deve apresentar o logotipo Sabesp centralizado, conforme anexo D, sendo adotada a dimensão a=15 mm. 04/01/
30 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO J DETALHE DO LACRE E DISPOSITIVO DO ENSAIO DE ARRANCAMENTO 28 04/01/2017
31 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 ANEXO K DETALHES DOS SELOS Selo de Garantia de Procedência Aplicado na embalagem. Selo de Segurança Aplicado sobre o parafuso que fixa a tampa do compartimento da Sabesp. Selo de Rastreabilidade Aplicado dentro do compartimento da Sabesp, em local visível. 04/01/
32 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp ANEXO L IMAGENS COMPARATIVAS DE DISPERSÃO DE PIGMENTOS 30 04/01/2017
33 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev /01/
34 NTS 303 : 2017 Rev. 03 Norma Técnica Sabesp Caixa para Unidade de Medição de Água - UMA Considerações finais: 1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo e Normalização Técnica TXA, no e- mail: [email protected]. 2) Tomaram parte na revisão desta Norma: UNIDADE ÁREA DE TRABALHO C CSQ Walter Pellizon Júnior M MCIG Márcio Tordiolli M MCS Luiz Carlos Bolzan M MLN José Carlos Lazo da Silva M MPO Benemar Movikawa Tarifa R ROC Cássio Roberto Branda NOME R RSO Antônio Válido dos Santos Filho T TOE Alex Orellana T TXA Dorival Corrêa Vallilo T TXA Marco Aurélio Lima Barbosa T TXA Pedro Jorge Chama Neto T TXA Reinaldo Putvinskis 32 04/01/2017
35 Norma Técnica Sabesp NTS 303 : 2017 Rev. 03 Sabesp Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente T Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação TX Departamento de Acervo e Normalização Técnica - TXA Rua Costa Carvalho, CEP São Paulo - SP - Brasil - Palavras-chave: Caixa, UMA, ligação predial de água - 31 páginas 04/01/2017
Especificação Técnica de Projeto N.º 002
SERVIÇO AUTONOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA ETP 002 Especificação Técnica de Projeto N.º 002 ETP002 Caixa para unidade de medição de ligação de agua. INDICE 1. 1.1. 2. 3. 3.1. 3.2.. 3.2.1. 3.2.2. 3.2.3.
CAIXA PADRÃO DAE PARA HIDRÔMETROS
CAIXA PADRÃO DAE PARA HIDRÔMETROS ETM 007 VERSÃO 2 Jundiaí 2014 ETM-007 Sumário 1 Objetivo...2 2 Referências normativas...2 3 Definições...2 4 Requisitos gerais...2 Requisitos da caixa padrão DAE S/A para
Norma Técnica Sabesp NTS 225
Norma Técnica Sabesp CAIXA DE MATERIAL PLÁSTICO PARA UNIDADE DE MEDIÇÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA Especificação São Paulo Revisão 02 Agosto 2007 : 2007 Rev. 02 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO...
INSTRUÇÕES PARA CONFECÇÃO DA CAIXA TERMOPLÁSTICA
O padrão tipo caixa termoplástica para assentamento na parede é utilizado para instalação de hidrômetro em ligações com expectativa de consumo de até 270 m3 por mês, e poderá ser empregado nas seguintes
Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Itapira (ISO 9001 Em Processo de Implantação) ANEXO II TERMO DE REFERÊCIA E LAUDO DE INSPEÇÃO
(ISO Em Processo de Implantação) ANEXO II TERMO DE REFERÊCIA E LAUDO DE INSPEÇÃO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA FORNECIMENTO DE CAIXAS DE ABRIGO PARA HIDRÔMETRO E KIT CAVALETE REFERÊNCIA NORMATIVA: NBR5688/
SAN.A.IN.NA 16. Norma ISO PAS/ Freight containers Mechanical seals;
1 / 7.11.2013 Data da Sumário: 1. FINALIDADE 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 4. INSPEÇÃO E RECEBIMENTO 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 6. REFERÊNCIAS 7. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta norma estabelece
SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO
1. OBJETO: SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO TERMO DE REFERÊNCIA O presente Termo de Referência tem por objeto aquisição de CAIXA PADRÃO PARA 1 HIDRÔMETROS DN 3/4, e TUBETE PLÁSTICO OITAVADO LONGO ¾ ROSCA
Especificação Técnica de Projeto N.º 003 Rev. 01
Especificação Técnica de Projeto N.º 003 Rev. 01 Dispositivo para unidade de medição de água INDICE 1 Objetivo... 1 2 Referências Normativas... 1 3 Definições... 2 4 Requisitos Gerais... 2 4.1 Configuração
CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA
CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO - CERTA : 1. APLICAÇÃO: O Conjunto CERTA é aplicado no abrigo de emenda de cabos aéreos com condutores
SAN.T.IN.NT
ISO 91 1 / 14 Sumário: 1. OBJETIVO 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS 4. INSPEÇÃO, ENSAIOS DE FABRICAÇÃO E DE RECEBIMENTO: 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 6. REFERÊNCIAS 7. ANEXOS 1.
Caixa para medidor polifásico
FIRUGA 1: CAIXA COM TAMPA 252 VISTA SUPERIOR 132 74 A 385 PRÉ-FURO Ø5 48 A Ø2 FURO PARA LACRE MÍN. 10,5 15 LUVA W1/4 VISTA LATERAL ESQUERDA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL DIREITA 35 39 51 VISTA INFERIOR Código
Caixa concentradora de disjuntores
FIGURA 1 - CAIXA COM TAMPA 532 15 4 2,5 162 120 42 DETALHE 1 VISTA SUPERIOR DETALHE 2 49 ALINHAMENTO ENTRE A JANELA PARA DISJUNTOR E O TRILHO PARA DISJUNTOR TAMPA DA JANELA PARA DISJUNTOR JANELA VENEZIANA
Norma Técnica SABESP NTS 271
Norma Técnica SABESP NTS 271 ET-1832/01-EL-037 PORTA DESENHO METÁLICO - PDM Especificação São Paulo Revisão 0-Março - 2006 NTS 271: 2006 Norma Técnica SABESP S U M Á R I O 1 OBJETIVO...1 2 - NORMAS TÉCNICAS...1
Ligação Domiciliar de Água
NORMA TÉCNICA NTC/Número/Produto/versão/ano NTC/003/ÁGUA/00/05 Data de aprovação Doc. de aprovação Ligação Domiciliar de Água Especificações Técnicas da Caixa de Proteção do Hidrômetro Construída em Material
Norma Técnica SABESP NTS 298
Norma Técnica SABESP NTS 298 Tubos de ferro fundido dúctil para sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário Especificação São Paulo Julho - 2013 NTS 298: 2013 Norma Técnica SABESP S U M Á
Caixa para Medidor Monofásico Eletrônico
Código 6783261 N O Data Revisões Aprov. Vanderlei Robadey Página 1 de 7 N O Data Revisões Aprov. Vanderlei Robadey Página 2 de 7 N O Data Revisões Aprov. Vanderlei Robadey Página 3 de 7 1 Material 1.1
3 REFERÊNCIAS 4 DISPOSIÇÕES GERAIS
Elaborador: Mário Sérgio de Medeiros Damascena ET - 05.117.01 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de pino de isolador para utilização
Norma Técnica Sabesp NTS 195
Norma Técnica Sabesp NTS 195 Dispositivo de medição simples DN 20 Especificação São Paulo Fevereiro - 2014 - Rev. 07 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO... 3 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS... 3 3 DEFINIÇÕES...
Norma Técnica SABESP PNTS 323
Norma Técnica SABESP PNTS 323 Registro plástico montado para utilização em Cavalete-Ligação de água (DN 20) Especificação São Paulo Outubro 2018:Revisão1 S U M Á R I O 1. OBJETIVO... 1 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...
Caixa para Medidor Monofásico
N O Data Revisões Visto Vanderlei Robadey Aprov. Antônio C.Alves Página 1 de 6 75± 75±5 N O Data Revisões Visto Vanderlei Robadey Aprov. Antônio C.Alves Página 2 de 6 N O Data Revisões Visto Vanderlei
Norma Técnica SABESP NTS 161
Norma Técnica SABESP NTS 161 Cavalete Ligação de Água (DN 20 - Hidrômetro de 1,5 m 3 /h ou 3,0 m 3 /h) Especificação São Paulo Revisão 06 Dezembro: 2016 Incorpora a Errata nº 1 de Janeiro de 2017 S U M
FIGURA 1 CONECTOR TERMINAL FIGURA 2 LUVA TERMOCONTRÁTIL FIGURA 3 DETALHE DE INSTALAÇÃO. Parafuso e Arruela. Conector. Luva
FIGURA 1 E C D φ G F φ 10.0 + 0.2 A B CONECTOR TERMINAL FIGURA 2 I H LUVA TERMOCONTRÁTIL FIGURA 3 Rosca (Normal) DIN II 16 fios / in Sextavado Interno d1 h l1 l2 PARAFUSO D12 d2 m ARRUELA LISA DETALHE
Norma Técnica SABESP NTS 320
NTS 320 Tubos de PVC-O para redes de distribuição, adutoras ou linhas de esgoto pressurizadas - Critérios complementares à ABNT NBR 15750. Especificação São Paulo Março - 2016 S U M Á R I O 1 OBJETIVO...
Ferragem de rede aérea que se fixa numa superfície, em geral a face superior de uma cruzeta, na qual, por sua vez, é fixado um isolador de pino.
26 / 07 / 2011 1 de 10 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do pino de isolador para utilização nas Redes de Distribuição da CEMAR. 2 CAMPO
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS N o UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO
1. OBJETIVO Estabelecer as condições mínimas para o fornecimento e recebimento de mosquetão. 2. DEFINIÇÃO O mosquetão, denominado como conector é um anel metálico de diversos tipos e formatos para ligação
CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA
FIGURA 1 JUNHO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 5 DETALHE B (BICO) NOTAS: - O conector de derivação deve ter a parte superior do bico estendida, como mostra o modelo 1 do Detalhe B, visando facilitar
Norma Técnica Sabesp NTS 288
Norma Técnica Sabesp NTS 288 Cavalete múltiplo Manutenção - Ligação de Água (DN 20 - Hidrômetro de 1,5 m 3 /h ou 3,0 m 3 /h) Especificação São Paulo Junho 201: revisão 1 NTS 288:201 Norma Técnica Sabesp
Norma Técnica SABESP NTS 227
Norma Técnica SABESP NTS 227 Registro metálico para colar de tomada ou cavalete em ramais prediais de água. Especificação São Paulo Revisão 04 Maio: 2014 NTS 227: 2014 Rev. 04 Norma Técnica Sabesp S U
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CONJUNTO DE CAIXAS POSTAIS CCP- 02 ERG
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CONJUNTO DE CAIXAS POSTAIS CCP- 02 ERG NÚMERO: 132052 DESENHO: DT-556/2 EMISSÃO: JULHO/2013 VALIDADE: JULHO/2018 REVOGA: 112042 CÓDIGO
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE CAIXA DE PROTEÇĀO PARA MEDIDOR DE ÁGUA DN 20
ISO 90 1 / 37 18.10.26 31.10.27 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE CAIXA DE PROTEÇĀO PARA MEDIDOR DE ÁGUA DN 20 ISO 90 2 / 37 18.10.26 31.10.27 1. OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos
Suporte de Suspensão de Cabo Óptico
Suporte de Suspensão de Cabo Óptico 1 - APLICAÇÃO: 1.1 - Produto desenvolvido de forma a proporcionar aplicação e sustentação de até 2 cabos ópticos aéreos CFOA, em vãos máximos de 200,0 metros, para diâmetros
Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Itapira TERMO DE REFERÊNCIA 13/2018
TERMO DE REFERÊNCIA 13/2018 1. OBJETO Ações de Combate às Perdas de Água com Substituição de Hidrômetros no Município de Itapira SP. 2. HIDRÔMETROS UNIJATO HIDRÔMETROS UNIJATO de vazão 1,5 m 3 /h x DN
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
26 / 07 / 2013 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de suporte L para fixação de Chave Fusível e para-raios em cruzeta para utilização
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIO ALTO SIMPLES GUARDA VOLUMES ALS-07 REVOGA: REVOGA DESENHO: DT-465 CÓDIGOS ERP: ORGÃO DEMANDANTE: DEGSS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIO ALTO SIMPLES GUARDA VOLUMES NÚMERO: 132026 DESENHO: DT-465/1 EMISSÃO: ABRIL/2013 VALIDADE: ABRIL/2018 REVOGA: 072055 REVOGA DESENHO: DT-465 CÓDIGOS ERP: 10201603-8 ORGÃO DEMANDANTE:
Esporas para escalada de postes de concreto tipo duplo T
1. OBJETIVO NTC 890210 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para esporas para poste de concreto utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO
EMD-.016 1/06 DESENHO ILUSTRATIVO Obs: 1. Medidas em milímetros. 2. Variações nas partes não cotadas são admissíveis, desde que mantidas as características eletromecânicas especificadas nesta EMD. NTD
Norma Técnica Interna SABESP NTS 041
Norma Técnica Interna SABESP NTS 041 Inspeção de aderência em revestimentos anti corrosivos Procedimento São Paulo Agosto - 1999 NTS 041: 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 OBJETIVO...1
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BALCÃO POLIVALENTE BP ERG-03. Especificação Técnica revisada, conforme FSET nº. 43/2016 acordado com o DEOPE e DESAU.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BALCÃO POLIVALENTE NÚMERO: 162005 DESENHO: EMISSÃO: NOVEMBRO/2016 VALIDADE: NOVEMBRO/2021 REVOGA: 112050 REVOGA DESENHO: CÓDIGO ERP: 10050465-5 ORGÃO DEMANDANTE: DEOPE/DESAU APLICAÇÃO:
Cintas tubulares de poliéster em anel para elevação de cargas
1. OBJETIVO NTC 890027 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as cintas tubulares em poliéster utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição com
[1] NBR 5426:1989 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
17 / 05 / 2012 1 de 8 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para o parafuso de cabeça abaulada utilizado nas Redes de Distribuição da CEMAR.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
26 / 04 / 2013 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para grampo de linha viva utilizado nas Redes de Distribuição Aéreas da Companhia
Fichas Técnicas de Produto. Linha Duraline
Fichas Técnicas de Produto Estante Dupla Face Base Aberta 10 prateleiras 2M Imagem de Referência Descritivo Técnico Completo Estante face dupla totalmente confeccionada em chapas de aço de baixo teor de
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
28/06/2005 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para manilhasapatilha utilizada nas Redes de Distribuição da Companhia Energética do
Ferramentas de Redes de Distribuição. Chaves de fenda
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para chaves de fenda utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Norma Técnica Interna SABESP NTS 039
Norma Técnica Interna SABESP NTS 039 Tintas - Medição de espessura de película seca Procedimento São Paulo Julho - 1999 NTS 039 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 OBJETIVO...1 2 REFERÊNCIAS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
03 / 04 / 2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para parafuso tipo J utilizado na fixação de células capacitivas na montagem de
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CAPACETE DE SEGURANÇA E.P.I. ACS Nº 0056 VISTA LATERAL DO CAPACETE DE SEGURANÇA VISTA INTERNA DO CAPACETE DE SEGURANÇA
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CAPACETE DE SEGURANÇA E.P.I. ACS Nº 0056 VISTA LATERAL DO CAPACETE DE SEGURANÇA VISTA INTERNA DO CAPACETE DE SEGURANÇA VISTA FRONTAL DO CAPACETE DE SEGURANÇA 1 - APLICAÇÃO: 1.1 -
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS CATÁLOGO TÉCNICO DE MATERIAIS VOLUME IV MATERIAIS ELETROMECÂNICOS DE MANOBRA TOMO IV VÁLVULAS DE RETENÇÃO EM FERRO FUNDIDO NOVEMBRO/2015 ÍNDICE 1 VÁLVULA DE RETENÇÃO
Norma Técnica Sabesp NTS 302
Norma Técnica Sabesp NTS 302 Dispositivo para Unidade de Medição de Água - UMA Especificação São Paulo Maio - 2016: Revisão 3 NTS 302: 2016 - rev.3 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO... 1 2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-761/2006 R-01 ABRAÇADEIRAS DE NYLON
ET-76/2006 R-0 DOCUMENTO NORMATIVO ET-76 I Í N D I C E OBJETIVO... 2 NORMAS COMPLEMENTARES... 3 CONDIÇÕES GERAIS... 3. IDENTIFICAÇÃO... 3.2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 CARATERÍSTICAS DO MATERIAL EMPREGADO...
Especificação Técnica Linhas de Transmissão Isolador Pilar 69kV - NBI 290kV
Sumário 1. Finalidade... 1 2. Âmbito de aplicação... 1 3. Normas complementares... 1 4. Identificação do material... 1 5. Fabricação... 1 6. Inspeção e ensaios... 3 7. Embalagem... 3 8. Condições gerais...
Norma Técnica SABESP NTS 189
Norma Técnica SABESP NTS 189 Projeto de redes de distribuição em PE 80, adutoras e linhas de esgotos em polietileno PE 80 ou PE 100. Especificação São Paulo Junho 2013: Revisão 1 NTS 189: 2013 Norma Técnica
Fichas Técnicas de Produto. Linha Studio
Fichas Técnicas de Produto Estante Alta Studio Descritivo Técnico Completo Estante alta confeccionada em chapa de aço de baixo teor de carbono com tratamento químico superficial fosfatizante, antiferruginoso
Bastões isolantes. Os bastões tubulares devem ser constituídos de materiais isolantes, não higroscópicos, e em total conformidade com a ASTM F 711.
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para os bastões isolantes utilizados nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO DE ACESSIBILIDADE- MAC- 01 ERG. Especificação Técnica revisada conforme FSET nº 175/2011 acordado com o DERAT.
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO DE ACESSIBILIDADE- MAC- 01 ERG NÚMERO: 132008 DESENHO: DT- 494/7 EMISSÃO: MARÇO/2013 VALIDADE: MARÇO/2015 REVOGA: 082104 REVOGA
5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Material: A armação da caixa deve ser feita com cantoneiras de aço-carbono, ABNT 1010 a 1020, laminado.
1 OBJETIVO Esta Norma padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas da caixa de medição a ser utilizada para alojar TCs e TPs empregados na medição de unidades consumidoras do Grupo
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
24/09/2013 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para Braço Tipo L, utilizados nas Redes de Distribuição da Companhia Energética do Maranhão-CEMAR
AQ-03. Arquivo para pastas suspensas. Mobiliário. Atenção
Mobiliário Esta imagem tem caráter apenas ilustrativo. As informações relativas às especificações devem ser obtidas nas fichas técnicas correspodentes FECHADURA PORTA ETIQUETA PUXADOR 1335 SAPATA NIVELADORA
Conector perfurante isolado com estribo para aterramento
Nº Data Revisões Aprov.: Vanderlei Robadey Página 1 de 5 ITEM PRINCIPAL AL / CU (mm2) CONDUTOR DERIVAÇÃO Estribo Diâmetro (mm) Torque Máximo (dan x m) Código de Estoque 01 16-70 20 6805467 6,35 02 95-150
CABOS COBERTOS TABELA 1 NÚMERO. SEÇÃO NOMINAL (mm²) MÍNIMO MÍNIMO DE FIOS Cobre ,6 4,9 2,5 9,6 11,6
TABELA 1 CONDUTOR CABO COBERTO NTC CÓDIGO COPEL CLASSE DE MATERIAL SEÇÃO NOMINAL (mm²) NÚMERO DE FIOS DIÂMETRO MÁXIMO ESPESSURA NOMINAL DA COBERTURA DIÂMETRO MÁXIMO 0680 20009557 15 Cobre 16 6 4,6 4,9
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO
EMD-.057 1/6 EMD-.057 2/6 1) Medidas em milímetros. 2) As cotas indicadas e desenhos são orientativos e referenciais. Serão aceitas variações, desde que atendidas as características mecânicas e elétricas
PARAFUSOS DE CABEÇA QUADRADA, DE ROSCA DUPLA E DE CABEÇA ABAULADA FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - NTC /19 T A B E L A 1
FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - 811800/19 T A B E L A 1 Código Dimensões (mm) Código Dimensões (mm) COPEL A B (mín.) COPEL A B (mín.) 1800 15010938 40 ± 1.5 35 1809 15011065 250 ± 3.0 170
NTC e Ferramentas de Redes de Distribuição Facas Isoladas. Figura 1 Faca isolada lâmina reta
Figura 1 Faca isolada lâmina reta DEZEMBRO/2017 SRF/DPLD/VNTD Volume Especial Página 1 de 5 Figura 2 Faca isolada lâmina curva NOTA: Desenho ilustrativo. Obs.: Dimensões em milímetros Tabela 1 Facas isoladas.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
01 / 04 / 2013 1 de 8 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para parafuso de cabeça quadrada utilizado nas Redes e Linhas de Distribuição da
ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA
ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 1. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 1 4. CONDIÇÕES GERAIS 1 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 2 5.1 Caixas em Policarbonato 2 5.2 Barra Chata para
PARAFUSOS DE CABEÇA QUADRADA, DE ROSCA DUPLA E DE CABEÇA ABAULADA FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - NTC /19 TA B E L A 1
FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - 811800/19 Código COPEL OBS.: 1. Medidas em milímetros. TA B E L A 1 Código A B (mín.) COPEL A B (mín.) 1800 15010938 40 1,5 35 1809 15011065 250 3,0 170 1801
1 ÂMBITO DE APLICAÇÃO Esta padronização se aplica para as redes de distribuição secundárias das distribuidoras de energia do Grupo CPFL Energia.
1 ÂMBITO DE APLICAÇÃO Esta padronização se aplica para as redes de distribuição secundárias das distribuidoras de energia do Grupo CPFL Energia. 2 DESENHO DO MATERIAL Alternativa 1** 45±1 Contato Dentado
Especificação Técnica de Projeto N.º 007
SERVIÇO AUTONOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA ETP 007 Especificação Técnica de Projeto N.º 007 ETP007 conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais DN 125 até DN 270 INDICE 1. Objetivo...1
Norma Técnica Sabesp NTS 284
Norma Técnica Sabesp NTS 284 Tubos e conexões de PRFV Exigências complementares à NBR 15536 Especificação São Paulo Março 2008 NTS 284 : 2008 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO... 1 2 CAMPO
Biccateca. Fichas Técnicas de Produto. Linha Premium. biccateca.com.br
Fichas Técnicas de Produto Gaveteiro Volante 02 Gavetas Descritivo Técnico Completo Gaveteiro com duas gavetas confeccionado em chapa de aço 24 (0,60 mm), sem parafusos, rebites ou soldas aparentes nas
Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Abraçadeiras de Nylon
CONTENTS 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 2 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 4. REFERÊNCIAS... 2 5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE... 2 6. DESCRIÇÃO...
CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO alumínio FIGURA 1 FIGURA 2
FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 OBS.: 1) Medidas em milímetros. 2) Deve ser dimensionado para atender a todas as características de aplicação mecânica e elétrica da Tabela 1. MAIO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
24/09/2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para Estribo para Braço Tipo L, utilizados nas Redes de Distribuição da Companhia Energética
CONECTOR DERIVAÇÃO CUNHA BIMETÁLICO
FIGURA 1 - COMPONENTE C FIGURA 2 - COMPONENTE CUNHA MAIO/17 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 6 FIGURA 3 - COMPONENTE C FIGURA 4 - COMPONENTE CUNHA MAIO/17 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 2 de 6 TABELA 1 NTC 813210
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
01 / 04 / 2013 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de arruela quadrada para utilização nas redes e linhas de distribuição e subestações
MANILHA - SAPATILHA NTD
Página: 1 de 7 1. Objetivo Esta Especificação Técnica fixa as condições mínimas exigíveis para manilha-sapatilha, para tensão de 13,8 e 23 kv, é utilizada para ancoragem de condutores através de alça pré-formada,
COPEL. Obs.: Medidas em milímetros. ISOLADOR AFASTADOR PARA CHAVE FUSÍVEL NTC FIGURA 1 - ISOLADOR AFASTADOR PARA CHAVE FUSÍVEL
FIGURA 1 - ISOLADOR AFASTADOR PARA CHAVE FUSÍVEL Obs.: Medidas em milímetros. ABRIL / 2007 SED/DNOT VOLUME 1 Página 1 de 5 FIGURA 2 - SISTEMA CHAVE FUSÍVEL COM ISOLADOR AFASTADOR TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS
