INTRODUÇÃO PERFIL DO AUTOR
|
|
|
- Bruna Ferreira Caminha
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTRODUÇÃO O autor do segundo evangelho o escreveu com a finalidade precisa de responder à pergunta: «Quem é Jesus?». Não responde com doutrinas teóricas ou discursos de Jesus. Ele apenas relata sua atividade prática, deixando que o leitor chegue por si mesmo à conclusão de que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. Através da sua prática, Jesus realiza o projeto messiânico, entrando em conflito com a concepção político-nacionalista de Messias vigente na época. Esse conflito se traduz concretamente no confronto de Jesus com a sociedade judaica do seu tempo. Toda a atividade de Jesus é o anúncio da vinda do Reino de Deus (Mc 1,15), pela transformação radical das relações humanas: o poder pelo serviço (campo político), o comércio pela partilha (campo econômico), a alienação pela capacidade de ver e ouvir a realidade (campo ideológico). O Evangelho de Marcos é apenas o começo da Boa Notícia (1,1). O autor deixa claro, portanto, que sua obra não é completa e que, para chegar ao fim, supõe que o leitor tome uma posição: continuar o livro através de sua própria vida, tornando-se discípulo de Jesus. PERFIL DO AUTOR Notas para Aula Escola de Formação de Agentes de Pastoral Diocese de São Carlos Jorge Nicolau dos Santos 1 O segundo evangelho é uma obra anônima. A tradição intitulou este evangelho segundo Marcos. Papias (bispo de Hierápolis, na Frígia, viveu entre 70 e 140 dc) atesta: Marcos tornou-se o intérprete de Pedro, escreveu diligentemente enquanto podia lembra-se, porém não em ordem, as coisas feitas e ditas pelo Senhor. De fato, ele não ouviu o Senhor, nem foi seu discípulo, mas em seguida o foi de Pedro, como disse. Aquele expunha sentimentos conforme a necessidade do auditório, mas não com a intenção de fazer uma exposição contínua e sem lacunas das palavras do Senhor. Por isso, Marcos não cometeu erro escrevendo as coisas assim como se recordava. Ele, de fato, preocupou-se em não deixar de lado nada do que tinha ouvido de Pedro e não se referir a nada que fosse falso. (História Eclesiástica, III 39,15, de Eusébio) Santo Irineu (bispo de Lyon, na Gália, viveu entre 140 e 202 dc) 2
2 da testemunho semelhante: Após a morte deles [de Pedro e de Paulo], Marcos, intérprete de Pedro, escreveu aquilo que Pedro pregava. (Contra as heresias, III, 1, 1) São Justino, no final do século II, chamou o evangelho de Marcos de Memórias de Pedro. Marcos é nomeado nove vezes no Novo Testamento. A tradição o identificou também com o personagem João Marcos, citado em Atos 12,12; 12,25; 15,37, cuja mãe chamava Maria e que possuía uma casa em Jerusalém onde os cristãos costumavam se reunir. Os Atos ainda apontam um Marcos primo de Barnabé (At 15,39), um levita originário de Chipre, portanto seria Marcos da tribo de Levi, tribo sacerdotal. Teria sido talvez batizado por Pedro, que o chamava de meu filho (1ª Pd 5,,13) Sendo esse Marcos o autor do segundo evangelho, entre os anos 45 e 48 dc acompanhou Paulo e Barnabé na primeira viagem missionária (At 13,5), mas por razões que desconhecemos abandonou a missão na Panfília, levando Paulo a recusar sua participação na segunda viagem missionária (At 15, 37-39). Segundo uma tradição pouco confiável, Marcos teria sido o primeiro bispo de Alexandria, no Egito, onde teria morrido, e seus restos mortais, em 828 dc, transportados para Veneza, em uma basílica a ele dedicada. RELAÇÃO COM PEDRO Pedro certamente conhecia algumas palavras gregas, mas não o suficiente para fazer grandes pregações para um auditório de língua grega. Por isso serviu-se de Marcos, que conhecia melhor o grego. Assim, o seu evangelho não é resultado de uma pesquisa, como em Lucas. É sim, o resultado da conservação da catequese de Pedro. Existem uma série de indícios no texto do evangelho de Marcos que apontam nessa direção: A figura de Pedro que se destaca no grupo dos apóstolos, embora não narre absolutamente nada que possa glorificar a pessoa de Pedro; A vivacidade de algumas narrações que só uma testemunha ocular poderia afirmar, como que durante a tempestade, Jesus dormia sobre um travesseiro na popa do barco (Mc 4,38) ou que a filha de Jairo tinha doze anos e que Jesus recomendou que a alimentassem depois de ressuscitá-la (Mc 5,43); As narrações em que, se substituindo a terceira pessoa do plural pela primeira, quase se poderia ouvir o próprio Pedro falando. Basílica de São Marcos, em Veneza, Itália. Não se pode, porém, exagerar a dependência do segundo evangelho em relação a Pedro, ignorando outras fontes orais ou escritas. O autor do segundo evangelho não foi um simples secretário, mas um verdadeiro autor. LOCAL E DATA DE COMPOSIÇÃO A maioria dos autores situa a composição do evangelho de Marcos após a morte de Pedro, em 64 dc. O autor não tem notícia da destruição de Jerusalém, que ocorreu em 70 dc. Mesmo a previsão da destruição do templo e da cidade santa (Mc 13) parece ter sido escrita antes de 70 dc. 3 4
3 A narração de Marcos revela um contexto de perseguição dos cristãos, muito provavelmente a de Nero em Roma, entre 64 e 68 dc. A comunidade de Marcos vive sua fé numa situação conflituosa e de muita oposição. Trata de uma fé contestada; portanto, é necessário assumir todos os tipos de riscos, pois o ambiente em que a comunidade de Marcos se encontra rejeita ao mesmo tempo a fé e aqueles que a professam. Esses dados sugerem como hipótese provável da data de composição os anos de 67 ou 68 dc. Segundo a tradição, o autor marciano teria escrito seu evangelho em Roma. Há fortes evidências neste sentido: o uso de palavras romanas e a lembrança de que Simão Cirineu era pai de Alexandre e Rufo (15,21), este último provavelmente membro da comunidade cristã de Roma (Rm 16,13), que os destinatários certamente conheciam. das Duas Fontes. Segundo essa teoria, o evangelho de Lucas teria como uma primeira fonte o evangelho de Marcos, de quem dependeria em seus Relatos. Os discursos e palavras, chamados Logia, teriam origem em outra fonte, desconhecida, mas exigida como postulado, a qual se denomina Q (inicial da palavra alemã Quelle ). Marcos Relatos Tradição Oral Q Logia FORMAÇÃO E RELAÇÕES LITERÁRIAS Mateus Lucas Para discutir sobre as etapas da formação do evangelho de Marcos Lucas e suas relações literárias com outras obras, devemos introduzir a chamada Questão Sinótica. A primeira hipótese é de que o Evangelho de Lucas, assim como os outros dois evangelhos sinóticos, teriam como origem uma tradição oral comum, e seus autores a teriam posto por escrito de modo independente e por isso mesmo forçosamente variado. Tradição Oral Mateus Marcos Lucas Essa hipótese é em si verossímil, mas não poderia explicar as semelhanças numerosas e marcantes entre os evangelhos, tanto em detalhes dos textos como na ordem das perícopes, que excedem as capacidades de memória mesmo dos orientais. Partindo dessas observações, a crítica moderna criou a teoria 5 Essa hipótese não é ainda inteiramente satisfatória, pois não leva em conta alguns dados do problema, como o fato do evangelho de Lucas ser em alguns pontos mais primitivo que o evangelho de Marcos, ou o fato do Evangelho de Lucas e de Mateus terem concordâncias notáveis entre si que vão contra o evangelho de Marcos, opondo-se assim à sua dependência comum. E a procura por reconstituir da fonte Q a partir dos Logia de Mateus e Lucas leva a pelo menos duas fontes diferentes, uma coerente com o paralelismo de Mateus e Lucas e outra concentrada em Lucas e esparsa em Mateus. Com essas observações, a gênese do evangelho de Lucas certamente deve ter uma explicação mais complexa e completa. Na base de tudo está a pregação oral dos apóstolos, querigmática, acompanhada de relatos mais detalhados inicialmente da paixão (que cedo deve ter assumido uma forma estereotipada) e posteriormente de histórias da vida do Mestre. Após a fase apostólica, surge a preocupação de conservar por escrito essas tradições orais, aparecendo um primeiro evangelho escrito em aramaico e que nada impede de atribuir a Mateus (de acordo com o que diz a Tradição). A esse evangelho primitivo de Mateus junta-se outra fonte, a coleção chamada S (inicial da palavra francesa Source ), de autor ignorado, ainda escrita em aramaico e que reunia uma coleção de Logia, Essas duas obras logo foram adaptadas para o grego, visando os irmãos 6
4 de origem pagã, produzindo assim duas novas obras. A essas fontes soma-se um outro evangelho arcaico com os relatos estereotipados da paixão e da ressurreição. Temos então cinco documentos básicos numa etapa inicial. Numa etapa intermediária, a tradição marciana se baseou no evangelho primitivo de Mateus, notadamente na sua versão grega, para redigir seu evangelho numa forma intermediária. Esse evangelho intermediária de Marcos juntamente com coleção S grega foram a fonte para a tradição mateana elaborar com muito tato uma nova redação intermediária do seu evangelho. Mateus primitivo Relatos - aramaico Tradição Oral Coleção S Logia - aramaico Evangelho arcaico Paixão e Ressurreição Ainda na etapa intermediária, a tradição lucana começa a redigir o seu evangelho, utilizando como fontes o evangelho primitivo de Mateus na sua versão grega, o evangelho intermediário de Mateus, a própria coleção S, e o evangelho arcaico da paixão e ressurreição também compartilhado pela tradição joanina. O proto-evangelho de Lucas produzido ainda não conhecia o evangelho intermediário de Marcos. Numa etapa final, o evangelho de Mateus foi profundamente refundido pela tradição mateana com o auxílio do evangelho intermediário de Marcos, chegando à sua versão final. O evangelho de Marcos foi por sua vez revisado utilizando com fonte o evangelho intermediário de Mateus e sofrendo influências paulinas. E finalmente o evangelho de Lucas encontrou a sua forma definitiva introduzindo seções marcianas em seu evangelho, utilizando como fonte o evangelho intermediário de Marcos, além de fontes particulares as quais ele deve muitas pérolas de seu evangelho, como o evangelho da infância, o bom samaritano, Marta e Maria, o fariseu e o publicano, o filho pródigo etc. Mateus primitivo Relatos - grego Proto-Mateus Relatos e Logia Coleção S Logia - grego Proto-Marcos Relatos Proto-Lucas Relatos e Logia Fase Inicial Fase Intermediária ESTRUTURA DA OBRA As antigas comunidades cristãs consideravam o evangelho de Marcos incompleto e desarrumado, sem estrutura e sem fio condutor. Mas os exegetas vêm descobrindo um texto muito bem elaborado. A estrutura do Evangelho de Marcos pode assumir várias composições, de acordo com o critério utilizado. Os estudiosos têm sugerido as seguintes classificações: ESBOÇO CRONOLÓGICO: Marcos teria arranjado seu material seguindo a ordem dos eventos históricos como de fato eles ocorreram. Fontes particulares ESBOÇO TOPOLÓGICO: Marcos teria arrumado o seu material de acordo com os lugares que Jesus visitou, começando pela Galiléia e terminando em Jerusalém, sem necessariamente seguir a seqüência histórica dos acontecimentos. Marcos atual Relatos e Logia Marcos atual Relatos Lucas atual Relatos e Logia Fase Final ESBOÇO TÓPICO: Esta proposta sugere que Marcos teria organizado seu material por assuntos, dentro de um esquema mais amplo. A sua estrutura seguiria temas comuns. ESBOÇO CRISTOLÓGICO: Esta divisão pressupõe que o livro se propõe a revelar o segredo Messiânico. Aproveitando a seqüência geográfica ou 7 8
5 cronológica, o autor teria desvendado este segredo gradativamente, segundo se encontra na disposição de assuntos que ele estabeleceu. Nenhuma destas opções são totalmente satisfatórias. A estrutura abaixo esboça uma síntese delas. CARACTERÍSTICAS DA OBRA EXPLICAÇÃO DAS PALAVRAS ARAMAICAS Galiléia Pró logo Apresentação do Messias Cegueira do mundo Revelação gradual do segredo messiânico Início do ministério de Jesus (1,1-13) Ministério de Jesus na Galiléia (1,14-9,50) João, o precursor (1,1-8) Batismo (1,9-11) Tentação no deserto (1,12-13) Ministério inicial de Jesus na Galiléia: a apresentação do Messias (1,14-3,6) Ministério posterior na Galiléia: a cegueira do mundo (3,6-6,29) Proclamação da Boa Nova (1,14-15) Chamado dos primeiros discípulos (1,16-20) Começo da revelação do segredo messiânico: Libertação do espírito mau(1,21-28) Disputas com os fariseus, curas e milagres (1,21-2,28) Adversários planejam a morte de Jesus (3,1-6) Escolha dos 12 (3,6-19) Discernimento do Espírito perante os atos e as palavras de Jesus: aos de fora em enigma (parábolas), aos discípulos como poder que domina o mar, liberta, cura e ressuscita (3,20-5,43) Rejeição na pátria (6,1-6) Morte de João Batista e prenúncio da morte de Jesus (6,14-29) É certo que os primeiros destinatários deste evangelho não eram habitantes da Palestina, pois o autor teve o cuidado de explicar os dados geográficos (1,9;6,45;10,1;13,3), as palavras aramaicas como Corban, isto é, oferta a Deus (7,11), Boanerges, isto é, filhos do trovão (3,17), Talita cum, menina levanta-te (5,41) Éfata, isto é, abre-te (7,34), Gólgota, lugar do crânio (15,22). USO DE TERMOS LATINOS É recorrente o uso de palavras latinas entre as quais centurião (15, ), legião (5,9.15) e denário (6,37;12,15; 14,5) Outras localidades Judéia Cegueira dos discípulos O caminho do Messias: a cruz O desfecho O segredo messiânico revelado e incompreendido Ministério em outras localidades: a cegueira dos discípulos (6,30-9,32) Ministério na Judéia e Peréia (10) Ministério em Jerusalém: o conflito decisivo (11-13) Paixão de Jesus (14-15) Ressurreição de Jesus (16) Nas praias orientais do Mar da Galiléia (6,30-52) Nas praias ocidentais do Mar da Galiléia (6,53-7,23) Na Fenícia (7,24-30) Em Decápolis (7,31-8,9) Nas regiões de Cesaréia de Felipe (8,10-9,29) Ministério final na Galiléia(9,14-50) Ensino sobre o divórcio (10,1-12) e sobre as crianças (10,13-16) O jovem rico (10,17-31) Jesus prediz sua morte (10,32-34) e o pedido dos dois irmãos (10,35-45) Cura do cego Bartimeu, (10,46-52) A entrada triunfal do rei-messias (11,1-11) A purificação do Templo (11,12-19) Controvérsias finais com líderes judaicos (11,20-12,44) O sermão escatológico no Monte das Oliveiras (13) Jesus é ungido (14,1-11) A última Ceia (14,12-25) Jesus prediz a negação de Pedro (14,26-31) Jesus no Getsêmani (14,32-42) A prisão, julgamento e morte de Jesus (14,43-15,47) O túmulo vazio (16,1-8) Apêndice (16,9-20) Jesus se revela pastor e vencedor do mal: alimenta o povo e caminha sobre o mar (6,30-52) Confronto com doutores da lei (6,53-7,23) Libertação em Tiro e Sidônia Fenícia (7,24-30) Cura do surdo e nova multiplicação dos pães (7,31-8,9) A cegueira dos discípulos: cura do cego (8,10-8,38) Revelação do Segredo Messiânico: confissão de Pedro e revelação do caminho da cruz (8,27-33) Transfiguração (9,1-13) Libertação do espírito mudo (9,14-29) Ensino sobre quem é maior e escândalo (9,30-50) As aparições do ressuscitado (16,9-20) POBREZA DE VOCABULÁRIO E DE ESTILO O estilo de Marcos é muito simples e pobre, com o uso freqüente de gerúndios como ensinando, caminhando, partindo, aproximando etc. As frases são ligadas por uma simples conjunção e ou e logo, e imediatamente, e depois (cf. Mc 1, ). Muitas vezes é difícil descobrir uma seqüência lógica entre as perícopes. Os fatos, também, não são todos escritos com o mesmo estilo: algumas narrações são feitas com estilo vivo, rico de detalhes (2,1-12; 5,1-20; 5,21-43; 6,17-29 etc), e outras muito esquematizadas (1,12ss; 1,16-20; 2,13-3,5). AUSÊNCIA DE GRANDES DISCURSOS Embora afirme, continuamente, que Jesus ensinava ou anunciava a Palavra (1,39; 2,2.13; 4,1.2; 6,2.6.34; 10,1; 11,17; 12,1), Marcos contém apenas dois discursos de Jesus: o discurso em parábolas (4,2-34) e o discurso escatológico (13,5-37). Falta o discurso da montanha presente em Mateus e Lucas. O ensinamento de Jesus e normalmente inserido em breves narrações (apoftegmas): sobre o perdão (2,1-12); sobre o comer com os pecadores(2,16-17); sobre o jejum(2,18-20); sobre o sábado (2,23-26); sobre o repouso sabático (3,1-6); sobre a família de Jesus (3,31-35); sobre o tributo a Cesar (12,13-17); sobre a esmola (12,41-44). 9 10
6 11 OS RESUMOS Ás vezes, com pequenas frases, Marcos reúne uma série de informares que dão uma visão geral dos acontecimentos. Esses resumos são independentes dos que Ihes precede ou sucede e, algumas vezes, servem para introduzir um grupo de textos (1, ; 2,13; 3,7b- 13; 4,33-34; 6, ; 7,24.31; 8,10,27; 9,30; 10,1.32). Se lidas um após o outro, estes textos se parecem com os discursos querigmáticos dos Atos dos Apóstolos e formam uma síntese do ministério de Jesus. AS NARRAÇÕES DE MILAGRES São as narrações nas quais o enfoque é o próprio milagre e não algum ensinamento de Jesus. São numerosas e bem desenvolvidas. Normalmente, possuem um esquema fixo dividido em três partes: as circunstâncias do milagre, a ação de Jesus e os efeitos (1,23-28; 1,29-31; 4,40-45; 4,35-41; 5,1-20; 5,21-24; 5,25-34; 5,35-43; 6,35-44). Algumas vezes, essas narrações estão reunidas por alguma referência geográfica ou cronológica (1,23-35; 4,35-5,43). A FIGURA DE PEDRO Pedro ocupa um lugar importante no evangelho de Marcos (1,36; 5,37; 9,2; 14,33), mas, ao contrário de Mateus e Lucas, Marcos omitiu tudo aquilo que poderia exaltar a pessoa de Pedro. O OLHAR DE JESUS Marcos insiste no olhar de Jesus, porém, sem especificar os seus sentimentos ( 3,5.34; 5,32; 10,23; 11,11). O SEGREDO MESSIÂNICO Jesus parece querer esconder do grande público sua verdadeira identidade. Por isso, proíbe aos demônios (1,25.34; 3,12), aos que foram curados (1,44; 5,43; 7,36; 8,26), e aos próprios discípulos (8,30; 9,9) que revelem sua identidade ou seus milagres. Essa atitude de Jesus foi chamada, pelos exegetas, de "segredo messiânico". Não é algo exclusivo de Marcos, pois existe também em Mateus (8,4; 12,16; 16,20; 17,9) e em Lucas (4,41; 8,56). No entanto, é mais evidente em Marcos. Alguns milagres, feitos longe da multidão (5,37.40 e 7,33), também podem ser considerados nesse mesmo sentido. 12 MENSAGEM Podemos deduzir o objetivo de Marcos a partir do início de seu evangelho: Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus (1,1) Seu objetivo é, portanto, cristológico. Contudo, não se trata de apresentar um tratado sistemático de cristologia, mas escrever a catequese de Pedro aos romanos. Uma catequese centrada na descoberta de Jesus A pergunta fundamental é «Quem é Jesus?». Marcos procura responder mostrando que Jesus é o Cristo e o Filho de Deus. Pedro, o apóstolo de Roma, e um centurião romano dão a resposta exata à pergunta. Pedro professa que Jesus é o Cristo: Tu és o Cristo (8,29) e o centurião romano, no momento da morte de Jesus, reconhece: Na verdade esse homem era Filho de Deus (15,39). Tendo como base essas duas profissões de fé, podemos dividir o texto de Marcos em duas partes: a primeira, de 1,1 até 8,30 e a segunda de 8,31 até 16,20. PRIMEIRA PARTE Na primeira parte (1,1-8,30), Marcos mostra uma série de opiniões sobre Jesus, Fulminando na profissão de fé de Pedro, que reconhece que Jesus é o Cristo, isto é, o Ungido, o Messias Já na pregação de João Batista está veladamente descrita a identidade de Jesus: Ele é o mais forte, aquele que batiza com o Espírito Santo. Depois de mim vem o mais forte do que eu. Eu não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia de suas sandálias. Eu vos batizei com água. Ele vos batizará com o Espírito Santo (1,7-8). No momento do batismo, a voz que vem do céu identifica Jesus: Tu és o meu Filho amado (1,11). No primeiro milagre, feito na sinagoga de Cafarnaum, o demônio gritava: Sei quem tu és: o Santo de Deus (1,24). No final desse dia, em forma de um resumo, Marcos diz que Jesus curou muitos que sofriam de diversas enfermidades; expulsou também muitos demônios, e não Ihes permitia falar, porque sabiam quem ele era (1,34). Em outra situação, diz que os espíritos impuros, ao vê-lo, caiam a seus pés, gritando: Tu és o Filho de Deus (3,11). Também o possesso de Gerasa caiu de joelhos
7 diante dele e gritou bem alto: Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? (5,7). Portanto, os demônios, ou espíritos impuros, como Marcos costuma dizer, sabem quem é Jesus e procuram revelar sua identidade. Os habitantes de Nazaré, sua cidade, interrogam-se sobre ele e o reconhecem como o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão (6,3). Seus parentes, logicamente excetuando sua Mãe, o consideravam um louco (3,21). Para os escribas, Jesus era um possesso (3,22.30). Herodes, que tinha mandado decapitar João Batista, ao ouvir falar de Jesus dizia: Esse João, que eu mandei decapitar, ressuscitou (6,16). No final dessa primeira parte, o próprio Jesus apresenta a questão de sua verdadeira identidade: Quem dizem as pessoas que eu sou? (...) E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: Tu és o Cristo (8,27.29). É também importante ressaltar que, nesses oito primeiros capítulos, Marcos concentrou catorze milagres de Jesus: 1,21-27; 1,29-30i 1,40-45; 2,1-12; 3,1-6; 4,35-41; 5,1-17; 5,21-43 (dois milagres); 6,30-44; 7,24-30; 7,31-37; 8,1-10; 8, Embora todos eles sejam importantes, o primeiro e o último têm muito a ver com a problemática da identidade de Jesus. No primeiro milagre, realizado em um sábado na sinagoga de Cafarnaum, Jesus expulsou um espírito impuro, ou seja, um demônio, que gritava revelando Sua identidade: Sei quem tu és: o Santo de Deus (1,21-27). E, no último milagre, Jesus cura um cego (8,22-26). Este milagre é feito em duas etapas: Jesus colocou saliva nos olhos do cego e Ihe impôs as mãos. Mas ele não ficou totalmente curado. Via as pessoas como se fossem árvores andando (8,24). Só enxergou claramente quando Jesus tocou-lhe os olhos novamente, Esse cego anônimo é uma figura daqueles que não conseguem ver claramente a verdadeira identidade de Jesus. O cego confunde pessoas e árvores. Os judeus confundem Jesus com João Batista, com Elias ou com qualquer um dos profetas (8,28). Marcos, com isso, quer ressaltar que enquanto os demônios sabem quem e Jesus, os homens o confundem com outras pessoas. São cegos espiritualmente e precisam ser curados. Mesmo Pedro, que respondeu acertadamente à pergunta de Jesus, declarando: Tu és o Cristo, é cego, pois logo a seguir se opôs abertamente à viagem para 13 Jerusalém onde Jesus seria morto. Jesus diz que mesmo Pedro "não pensava as coisas de Deus, mas as dos homens" (8,33). O que Pedro entendia ao afirmar que Jesus era o Cristo? Certamente Jesus era o Cristo, o Messias, o Ungido anunciado pelos profetas, mas não como Pedro e todos os judeus imaginavam, um Messias político, nacionalista. Marcos, nessa primeira parte de seu evangelho, procura levar seus leitores a descobrir a verdadeira identidade de Jesus Vendo seus milagres, ouvindo as opiniões a seu respeito, cada um é convidado a responder à pergunta central: Para você, quem e Jesus? 14 SEGUNDA PARTE A segunda parte ( ,20) é toda dominada pelo anúncio da paixão. Por três vezes Jesus anunciou sua morte e ressurreição, (8,31-33; 9,30-32; 10,32-34). Jesus já não ficava todo o tempo com multidões. Grande parte de seu tempo era dedicada à instrução dos discípulos. O conteúdo desse ensino era sua própria pessoa. Ele era sim Cristo, o Messias. Mas seu messianismo não era do tipo político-nacionalista, como imaginavam os apóstolos. Todavia, os discípulos não o compreenderam. E, diante da perspectiva da morte do Mestre, começaram a discutir entre si quem seria mais importante, o maior para ocupar o seu lugar. Por isso, Marcos coloca, logo após cada um dos anúncios da morte e ressurreição, um ensinamento de Jesus sobre a humildade e o serviço. Diante da oposição de Pedro, no primeiro anúncio, Jesus ensina que para segui-lo é preciso tomar a cruz, perder sua vida por causa dele e do Evangelho (8,34-38). Depois do segundo anúncio, Marcos diz claramente que os discípulos não compreendiam esta palavra (9,32) e que, pelo caminho haviam discutido quem era o maior. Jesus ensinou Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último e aquele que serve a todos (9,33-37). E logo depois de Jesus anunciar pela terceira vez sua morte, Tiago e João, filhos de 2ebedeu, pediram para ocupar os lugares de honra no reino (10,35-40). E mais uma vez Jesus ensinou a humildade: aquele que dentre vós quiser ser grande, seja o vosso servidor, e aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o servo de todos. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (10,41-45). Por intermédio desses ensinamentos Jesus mostrou que tipo de Messias ele era: não um líder revolucionário, que dominaria todos pela força das armas, mas aquele que daria sua própria vida na cruz, aquele que veio para servir, que não buscou as honras e a grandeza, mas foi o último, o servo de todos.
8 Nessa segunda parte, Marcos colocou apenas dois milagres: a expulsão de um demônio (9,14-29) e a cura do cego Bartimeu de Jericó (10,46-52). Como na primeira parte, o primeiro milagre também é a expulsão de um espírito impuro, e o último, a cura de um cego. Mas com notáveis diferenças. No primeiro milagre (9,14-29), os apóstolos não conseguiram expulsar o demônio (9,18). A incapacidade dos apóstolos diante do demônio revela a sua falta de fé e sua incompreensão da pessoa de Jesus. O último milagre (10,46-52), a cura do cego de Jerico, é também uma figura daqueles que reconhecem Jesus e o seguem. O cego gritava chamando Jesus de Filho de Davi, antecipando assim a aclamação da multidão na entrada em Jerusalém: Bendito seja o Reino que vem, o Reino de nosso Pai Davi (11,10). O cego, uma vez curado, seguiu Jesus no seu caminho para Jerusalém. Ensinando em Jerusalém, o próprio Jesus colocou o problema de sua identidade, ou melhor, da identidade do Messias: Por que os escribas dizem que o Cristo é filho de Davi?. A pergunta não foi dirigida a um grupo de pessoas, mas a todos e não recebeu resposta, deixando em aberto a questão (12,35-37). Na narração da paixão, Jesus se calou o tempo todo, respondendo apenas às perguntas sobre sua identidade. Quando o sumo sacerdote Ihe perguntou: Tu és o Cristo, o Filho de Deus Bendito? Jesus respondeu: Eu sou (14,61-62). A pergunta do sumo sacerdote retoma o inicio do evangelho (cf.1,1), sendo a única vez que Jesus declara abertamente sua identidade. Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Quando Pilatos Ihe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? Jesus respondeu: Tu o dizes (15,2). Também os insultos da multidão no Calvário refletem sua identidade: O Messias, o rei de Israel, dessa agora da cruz, para que vejamos e acreditemos (15,32). E, finalmente, o centurião romano, que não vira nenhum milagre, nem ouvira nenhum ensinamento de Jesus, mas viu sua morte na cruz, reconheceu sua verdadeira identidade: Na verdade, esse homem era Filho de Deus (15,39). REFERÊNCIAS Os Evangelhos Sinóticos: Introdução Bíblia de Jerusalém Edições Paulinas Evangelho segundo Marcos: Introdução Bíblia Pastoral Paulus Introdução aos Evangelhos, Cadernos Temáticos para Evangelização 14 Pe. José Carlos Fonsatti, CM Editora Vozes 2ª edição
O AUTOR. A Tradição da Igreja identificou o evangelista Marcos com o personagem JOÃO MARCOS citado em At 12,12.25; 1Pd 5,13.
O AUTOR Marcos não foi apóstolo nem discípulo de Jesus. Mas foi um personagem importante na Igreja Primitiva. É citado várias vezes no N.T. (At 12,12.25; 13,13; 15,37; Cl 4,10; 2Tm 4,11; Fm 24; 1Pd 5,13).
Os evangelhos. Sinóticos. Mateus, Marcos e Lucas
Os evangelhos Sinóticos Mateus, Marcos e Lucas INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS SINÓTICOS Evangelho euangellion = boas novas, boa notícia Sinótico Sin = Mesma Óptico = Visão Mesma visão sobre a história de Jesus
A história de Jesus Vida e Ministério
Tema A história de Jesus Vida e Ministério Introdução ao NOVO TESTAMENTO Nova Aliança > Veja Jesus em Lc.22:20 Introdução ao NOVO TESTAMENTO Nova Aliança > Veja Jesus em Lc.22:20 Aliança = Pode-se aceitar
Quem é Marcos? Marcos, autor do primeiro Evangelho, vivia em Jerusalém. A mãe se chamava Maria. Em sua casa reuniam-se os cristãos da cidade.
Atenção O Catequista, coordenador, responsável pela reunião ou encontro, quando usar esse material, tem toda liberdade de organizar sua exposição e uso do mesmo. Poderá interromper e dialogar com o grupo;
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Sexta-feira da 25ª Semana do Tempo Comum (26 de setembro
Gr.Bíblico. Evangelho de. Nossa Senhora Conceição
Evangelho de São Lucas Ano litúrgico C O Terceiro Envangelho O TEMPO DE JESUS E O TEMPO DA IGREJA Este evangelho põe em relevo as etapas da obra de Deus na História. Mais do que Mateus e Marcos, ao falar
Quem é Marcos? Marcos, autor do primeiro Evangelho, vivia em Jerusalém. A mãe se chamava Maria. Em sua casa reuniam-se os cristãos da cidade.
Atenção O Catequista, coordenador, responsável pela reunião ou encontro, quando usar esse material, tem toda liberdade de organizar sua exposição e uso do mesmo. Poderá interromper e dialogar com o grupo;
Evangelhos e atos. Observações
NOVO TESTAMENTO Muitas vezes e de diversos modos outrora falou Deus aos nossos pais pelos profetas. Ultimamente nos falou por seu Filho (Hebreus 1,1-2) EVANGELHOS E ATOS Evangelhos e atos Os melhores recursos
REZANDO COM O EVANGELHO DO DIA (LECTIO DIVINA) Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm Reflexões e Ilustração de Pe. Lucas de Paula Almeida, CM
REZANDO COM O EVANGELHO DO DIA (LECTIO DIVINA) Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm Reflexões e Ilustração de Pe. Lucas de Paula Almeida, CM Quarta-feira da 6ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus,
ORIGEM DO CRISTIANISMO. Igreja é uma realidade histórica e, portanto passível de ser estudada sob o ponto de vista da objetividade científica.
ORIGEM DO CRISTIANISMO Igreja é uma realidade histórica e, portanto passível de ser estudada sob o ponto de vista da objetividade científica. ORIGEM DO CRISTIANISMO O que começa com cristo não é a salvação,
Estudo sobre o evangelho de Marcos
O QUE É EVANGELHO? Estudo sobre o evangelho de Marcos Não há um estilo literário fora da bíblia que seja igual aos evangelhos. Na época onde os evangelhos foram escritos existiam crônicas de relatos importantes
Síntese do Novo Testamento (Curso de Formação Ministerial, 2014) Prof. Marco Aurélio Correa. O Evangelho de Marcos. Este evangelho tem 16 capítulos.
1 O Evangelho de Marcos Este evangelho tem 16 capítulos. 1 - O Evangelho de Marcos, o evangelho do SERVO FIEL obediente a Deus e PODEROSO, começa a contar logo a historia do serviço da vida do servo fiel,
O Autor. Os evangelhos não contêm as assinaturas de seus autores. Também não oferecem dados sobre eles.
O Autor Os evangelhos não contêm as assinaturas de seus autores. Também não oferecem dados sobre eles. Tudo o que sabemos sobre os evangelistas provém da Tradição da Igreja. O testemunho mais antigo sobre
A REVELAÇÃO E A MISSÃO DE DEUS (MISSIO DEI)
A REVELAÇÃO E A MISSÃO DE DEUS (MISSIO DEI) Teologia Bíblica da Missão de Deus RELEMBRAR A MISSÃO NOS EVANGELHOS 1. Jesus Cristo homem é o exemplo padrão para o exercício da Missão de Deus (intimidade
Mateus 15:18. Mateus 15:18. Mateus 15:18. Mateus 15:18. Mateus 15. Mateus 15. Mateus 15. Mateus 15
Mateus 15:18 Mateus 15:18 Mateus 15:18 Mateus 15:18 Mas as coisas que saem da boca vem do coração, e são essas que tornam o homem impuro. Mas as coisas que saem da boca vem do coração, e são essas que
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Quarta-feira da 3ª Semana do Advento 1) Oração O Evangelho
Teologia Bíblica de Missões SEFO 2013
Teologia Bíblica de Missões SEFO 2013 2 ª Aula Fabio Codo Fábio Codo - http://teologiaaservicoevangelho.wordpress.com Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Madureira Campo de Mogi das Cruzes
Breve o Site da Igreja.
Breve o Site da Igreja www.ieadbras.com.br Ev. Jacson Austragésilo 1 Ev. Jacson Austragésilo 2 Ev. Jacson Austragésilo 3 Ev. Jacson Austragésilo 4 Ev. Jacson Austragésilo 5 Ev. Jacson Austragésilo 6 Ev.
PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA DIOCESE DE JUNDIAÍ
PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA DIOCESE DE JUNDIAÍ Material Estudo Bíblico Parte I Apresentação Pe Antônio 24/08 A BÍBLIA SAGRADA Palavra de Deus. Deus fala ao seu povo Deus se revela, se manifesta, intervém
REZANDO COM O EVANGELHO DO DIA (LECTIO DIVINA) Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm Reflexões de Pe. Lucas de Paula Almeida, CM
REZANDO COM O EVANGELHO DO DIA (LECTIO DIVINA) Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm Reflexões de Pe. Lucas de Paula Almeida, CM Quarta-feira da 4ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Concedei-nos, Senhor
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 25 de Abril - São Marcos Evangelista 1) Oração Ó Deus, que
domingo, 26 de dezembro de 2010 A n é s i o R o d r i g u e s
A n é s i o R o d r i g u e s O Reino de Deus Mateus 3:1,2 Naqueles dias surgiu João Batista, pregando no deserto da Judéia. Ele dizia: Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo. Mateus 4:17 Daí
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Sexta-feira da 4ª Semana da Quaresma Ó Deus, que
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração 05 de Janeiro Deus eterno e todo-poderoso,pela
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 24 de Agosto - São Bartolomeu - Apóstolo 1) Oração Ó Deus,
CRITÉRIOS DE ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DO EVANGELHO (2)
CRITÉRIOS DE ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DO EVANGELHO (2) ROTEIRO 4 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro II Ensinos e Parábolas de Jesus Módulo I Metodologia para o estudo
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM arta-feira da 3ª Semana da Páscoa Qu 1) Oração Permanecei,
LIÇÃO 9 NA IGREJA A FAMÍLIA ESPIRITUAL. Prof. Lucas Neto
LIÇÃO 9 NA IGREJA A FAMÍLIA ESPIRITUAL Prof. A GLÓRIA É DE DEUS INTRODUÇÃO UM ORGANISMO VIVO A igreja é um organismo vivo e divino que prega a salvação em Jesus Cristo de modo a levar os salvos para a
Reivindicações específicas para a inspiração do Novo Testamento
Reivindicações específicas para a inspiração do Novo Testamento Orientação no ensino Não foram só aos apóstolos foi prometida a orientação do Espírito Santo em sua pregação sobre Jesus, mas eles também
Exemplo do trabalho Final II
Christian Preaching College Um novo conceito de educação Exegese Básica Exemplo do trabalho Final II Aluno: Professor: Weslley W. de Oliveira Somerville, 23 de Outubro de 2013 Texto bíblico Mateus 9.9-13
A dependência do Espírito Santo. Lucas 11:9-13
A dependência do Espírito Santo Lucas 11:9-13 Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra;
Poderá interromper e dialogar com o grupo; montar perguntas durante a exibição; montar grupos de reflexão após a exibição, e assim por diante.
O Catequista, coordenador, responsável pela reunião ou encontro, quando usar esse material, tem toda liberdade de organizar sua exposição e uso do mesmo. Poderá interromper e dialogar com o grupo; montar
evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos Romanos
O Tema do trimestre: Maravilhosa graça O evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos Romanos O Estudo da epístola de Paulo aos Romanos, um dos livros mais analisados na história da Igreja (Agostinho,
A NOSSA VIDA CONDUZIDA POR. DEUS Atos 8,1-3
A NOSSA VIDA CONDUZIDA POR DEUS Atos 8,1-3 E Saulo estava ali, consentindo na morte de Estêvão. Naquela ocasião desencadeou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém. Todos, exceto os apóstolos,
Festa do Batismo do Senhor Ano C Dom, 17 de Maio de :24 - Última atualização Dom, 10 de Janeiro de :07
Is 42,1-4.6-7 Sl 28 At 10,34-38 Lc 3,15s.21-22 A Festa de hoje encerra o sagrado tempo do Natal: o Pai apresenta, manifesta a Israel o Salvador que ele nos deu, o Menino que nasceu para nós: Tu és o meu
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS, O.CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Quinta-feira da 1ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus,
Quem foi LUCAS? Era gentio de nascimento, médico de profissão. Buscando aperfeiçoamento na arte de curar, mudou-se para Alexandria, Athenas e
Atenção O Catequista, coordenador, responsável pela reunião ou encontro, quando usar esse material, tem toda liberdade de organizar sua exposição e uso do mesmo. Poderá interromper e dialogar com o grupo;
APÓCRIFOS LIVROS APÓCRIFOS. Aula 4 Canônicos e Apócrifos do Novo Testamento. Guilherme A. Wood. Guilherme Wood
LIVROS APÓCRIFOS Aula 4 Canônicos e Apócrifos do Novo Testamento Guilherme A. Wood Perguntas: Por que a Bíblia contém 27 livros no NT? Por que alguns outros livros despertam o interesse de sites na internet
Lição 5 ATOS 1. Atos destinado a Teófilo período 63 d.c apóstolo Pedro apóstolo Paulo Atos do Espírito Santo que Jesus operou por meio da igreja
Lição 5 ATOS 1. Atos O livro de Atos foi o segundo escrito por Lucas, também destinado a Teófilo. Acredita-se que originalmente não tivesse título, sendo inserido Atos ou Atos dos Apóstolos nos manuscritos
Acesso ao Jesus da História
2 O Acesso ao Jesus da História Acesso ao Jesus da História A preocupação central da cristologia é o acesso ao Jesus da história. Se as cristologias do NT não são biografias, que acesso temos, então, ao
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Quarta-feira da 23ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus,
DOMINGO V DA QUARESMA
DOMINGO V DA QUARESMA LEITURA I Ez 37, 12-14 «Infundirei em vós o meu espírito e revivereis» Leitura da Profecia de Ezequiel Assim fala o Senhor Deus: «Vou abrir os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar,
OS TRÊS OFÍCIOS DE CRISTO
VASOS DE OURO Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pe. 3:18 CRISTOLOGIA OS TRÊS OFÍCIOS
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS, O.CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Terça-feira depois da Epifania Ó Deus, cujo Filho
Aula 7 : 22/Mar/2015. Te m a d a A u l a O Evangelho de João Proclamando Fé em Jesus como única fonte de salvação
Te m a G e r a l A h i s t ó r i a d e J e s u s V i d a e M i n i s t é r i o Aula 7 : 22/Mar/2015 Te m a d a A u l a Escola Bíblica Dominical COXIPÓ [email protected] Visão Geral Título Autoria Datação
Marcos 9,11: E interrogaram-no, dizendo: Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro?.
MARCOS 9,11 JOÃO BATISTA E ELIAS vivendopelapalavra.com Revisão e comentários: Helio Clemente Marcos 9,11: E interrogaram-no, dizendo: Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro?.
Síntese do Novo Testamento (Curso de Formação Ministerial, 2014) Prof. Marco Aurélio Correa
1 Evangelho de João Este evangelho tem 21 capítulos. Evangelho do Filho de Deus / Divino. 1 - Autor: João, o apóstolo, ele foi o último dos apóstolos a morrer. 2 - Data: Alguns escritores acreditam que
GRUPO DE ORAÇÃO. Formação Missionária Diocese de Osasco
GRUPO DE ORAÇÃO Formação Missionária Diocese de Osasco Conceito Comunidade carismática presente em um lugar (...) que cultiva a oração, a partilha e todos os outros aspectos da vivência do Evangelho, a
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Quinta feira da 3ª Semana da Quaresma À medida
Jesus Prepara sua Morte
Jesus Prepara sua Morte Texto base Marcos 14. 15-20 Introdução Jesus é ungido em Betânia Marcos 14. 3.9 Quais as características do gesto (Obra) dessa mulher: - Amor... v3 - Sacrifício... - Fé - Oportuna...
Acesso ao Jesus da História ROSSI & KLINGBEIL
Acesso ao Jesus da História 2 O Acesso ao Jesus da História A preocupação central da cristologia é o acesso ao Jesus da história. Se as cristologias do NT não são biografias, que acesso temos, então, ao
Paulo é um dos grandes homens do cristianismo e um exemplo para todos nós: Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo (1 Co 11:1)
APÓSTOLO PAULO Paulo é um dos grandes homens do cristianismo e um exemplo para todos nós: Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo (1 Co 11:1) Mas o Senhor lhe disse: Vai, porque este é para
Momentos que Transformam Diálogos sobre...
Momentos que Transformam Diálogos sobre... Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? (Deus) colocou no coração do homem o desejo profundo pela eternidade
LIÇÃO 13 A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL NESTA ÚLTIMA HORA
INTRODUÇÃO - Concluindo o estudo deste trimestre sobre evangelização, estudaremos a necessária integralidade desta atividade mais importante, da razão de ser da igreja. - A evangelização tem de ser integral.
Lucas: Marcos: o salvador do mundo. o servo sofredor. Mateus: João. o rei prometido. segunda-feira, 10 de setembro de 12
Lucas: o salvador do mundo Marcos: o servo sofredor João Mateus: o rei prometido Mateus Marcos Lucas Evangelhos Sinóticos João 90% de material exclusivo O que João omite e que aparece nos evangelhos sinóticos
A VIDA DE CRISTO SEGUNDO: MATHEUS MARCOS LUCAS JOÃO ELICE MENDES, ROSÂNGELA, MARNILDO FRANÇA
A VIDA DE CRISTO A VIDA DE CRISTO SEGUNDO: MATHEUS MARCOS LUCAS JOÃO ELICE MENDES, ROSÂNGELA, MARNILDO FRANÇA Sumário Prefácio... 3 O livro de Mateus...4 O livro de Marcos...11 O livro de João...13 O livro
Fatos: Acontecimentos: - A criação - O dilúvio - Formação do povo de Deus - Vida no deserto - Conquista da terra prometida - As dominações
O Antigo Testamento é uma coleção de 39 livros onde encontramos a história de Israel, o povo que Deus escolheu para com ele fazer uma aliança. Portanto, o Antigo Testamento é a história de um povo: mostra
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM Quinta-feira da 16ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus,
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS, O.CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM SABADO da 1ª Semana do Tempo Comum 1) Oração Ó Deus, atendei
OS EVANGELHOS SINÓTICOS
Jörg Garbers OS EVANGELHOS SINÓTICOS HISTÓRIA E ASPECTOS DAS QUESTÕES SINÓTICAS 1 O PROBLEMA 1 Nós chamamos os primeiros três evangelhos da Bíblia de evangelhos sinópticos. Mt, Mc e Lc contam em grande
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM SÁBADO, DIA 25 DE JUNHO 1) Oração Cheguem à vossa presença,
O FUNDAMENTO. O que simboliza o batismo
Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi
Objetivo Analisar a missão de João Batista, à luz da Doutrina Espírita.
Objetivo Analisar a missão de João Batista, à luz da Doutrina Espírita. E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judeia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.
JESUS: A ESPERANÇA DO NATAL CHEGOU! Baseado em Lucas
Série: Um Natal de Esperança (02/04). JESUS: A ESPERANÇA DO NATAL CHEGOU! Baseado em Lucas 1.26-38 Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi, e ele
Nº 10 A Domingo III do Tempo Comum
Nº 10 A Domingo III do Tempo Comum-26.1.2014 Vinde comigo! - Quem irá anunciar a toda a gente a Boa Nova da ternura de Deus? - Quem irá falar de Jesus Cristo vivo a quem busca razões para viver? - Quem
Romanos 6:3-4 ensina o batismo na água?
Seria incorreto designar o batismo de Romanos 6:3-4 o batismo na água de João Batista, de Jesus ou de Pedro no dia de Pentecostes. Procurará em vão encontrar qualquer menção de água mesmo no livro inteiro
Qual é o Evangelho Completo?
Qual é o Evangelho Completo? "Evangelho" significa boa notícia! Cristo é a Boa Nova de Deus para o homem. Assim, Cristo é o Evangelho. O anúncio de Cristo plenamente com todas as Suas bênçãos é mensagem
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração São Simão e São Judas Ó Deus, Pai de bondade, que
Texto bíblico "Este é aquele Moisés que disse aos israelitas: Deus lhes levantará dentre seus irmãos um profeta como eu. Ele estava na congregação, no
Texto bíblico Então o sumo sacerdote perguntou a Estêvão: "São verdadeiras estas acusações? "Este é o mesmo Moisés que tinham rejeitado com estas palavras: Quem o nomeou líder e juiz? Ele foi enviado pelo
Evangelho. O Bom Samaritano
Evangelho O Bom Samaritano Lucas 10:25 :25-37 Lucas 10 25 E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26 E ele lhe disse: Que está
Também por nós foi crucificado
Também por nós foi crucificado Uma morte diferente Conhecemos muitos factos importantes da vida de Jesus. Hoje vamos reflectir melhor no facto mais importante: a Sua Morte! Porque é assim tão importante
O texto 1 Jesus nasceu em Belém, na região da Judeia, no tempo do rei Herodes. Depois do seu nascimento, chegaram uns sábios do Oriente a Jerusalém 2 e perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba
A palavra Bíblia é de origem grega - τα βιβλια - e significa. os rolos, os livros.
A palavra Bíblia é de origem grega - τα βιβλια - e significa os rolos, os livros. UM LIVRO INSPIRADO POR DEUS Inspiração Bíblica é a iluminação da mente do autor humano para que possa, com os dados da
INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE - Trimestre temático O desafio da evangelização obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas novas a toda criatura.
INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE - Trimestre temático O desafio da evangelização obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas novas a toda criatura. - A Igreja foi criada para dar seguimento ao ministério
Na Mira da Verdade: Se os três deuses da Trindade são iguais, por que o pecado contra o Deus Espírito não tem perdão?
Na Mira da Verdade: Se os três deuses da Trindade são iguais, por que o pecado contra o Deus Espírito não tem perdão? https://www.youtube.com/watch?v=ohe5t86bzz4 A gravidade do chamado pecado contra o
GRUPOS SOCIAIS DA ÉPOCA DE JESUS. Ctrl L para apresentar slides
GRUPOS SOCIAIS DA ÉPOCA DE JESUS Ctrl L para apresentar slides Não faziam oposição a Roma Não faziam oposição a Roma PALESTINA - COLÔNIA DO IMPÉRIO ROMANO No ano 63 a.c. a Palestina foi ocupada pelo
A 2 3:18 PNEUMATOLOGIA
VASOS DE OURO Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pe. 3:18 PNEUMATOLOGIA OS DONS DO
Ano Litúrgico Ano C
Ano Litúrgico 2009-2010 Ano C TEMPO DO ADVENTO 29/11 1º Domingo do Advento A redenção está próxima. Jeremias 33,14-16; Salmo 25(24); 1 Tessalonicenses 3,12-4,2; Lucas 21,25-28. 34-36 6/12 2º Domingo do
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração QUINTA-FEIRA DA 3ª SEMANA DA PÁSCOA Ó Deus eterno
O livro continua a avaliação do sentido e da função da autoridade.
O 2º Livro de Samuel continua a narração do primeiro. O núcleo do livro é a figura de DAVI, cuja história começa no 1º livro de Samuel capítulo 16. O livro traz também as lutas dos pretendentes para suceder
Nº20A Domingo V da Quaresma Acreditai!
Nº20A Domingo V da Quaresma - 6.4.2014 Acreditai! Nos amigos confiamos plenamente! Sabemos que jamais nos enganarão e que estarão presentes sempre que deles precisarmos. Nos amigos nós acreditamos: temos
É Maria quem nos convida a refletir e guardar no coração a
É Maria quem nos convida a refletir e guardar no coração a vida e projeto de seu FILHO. A missão dela era nos dar Jesus e fez isso de maneira ímpar. Vamos refletir nos fatos na vida de Jesus onde ELA está
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CRISTOLOGIA BÍBLICA
Lição 8 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CRISTOLOGIA BÍBLICA Pr. Marcel Mendes Filho Texto Áureo A eles quis Deus dar a conhecer entre os gentios a gloriosa riqueza deste mistério, que é Cristo em vocês, a esperança
Atos dos apóstolos (1)
Atos dos apóstolos (1) Roteiro 19 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro I Cristianismo e Espiritismo Módulo II O Cristianismo Objetivo Identificar os principais ensinamentos
Se Jesus voltará, como devo esperá-lo?
Se Jesus voltará, como devo esperá-lo? O que os apocalípticos dizem a respeito dos últimos dias? Sinônimo da época em que se aproxima a 2ª vinda de Jesus Cristo e o consequente fim do mundo. Período marcado
O REINO. Deus, escolheu o conceito de reino para nos comunicar seu propósito, sua vontade e seu plano para a humanidade. Pra Ivonne Muniz 2
REINO DE DEUS O REINO Deus, escolheu o conceito de reino para nos comunicar seu propósito, sua vontade e seu plano para a humanidade. Pra Ivonne Muniz 2 O que é reino? Governo ou domínio Um reino é a influencia
IMPELIDOS PELO ESPÍRITO PARA A MISSÃO
IMPELIDOS PELO ESPÍRITO PARA A MISSÃO IGREJA EM SAÍDA CULTURA DO ENCONTRO comunidade eclesial a V O C A Ç Ã O NASCE, CRESCE na IGREJA; é SUSTENTADA pela IGREJA. Todos os cristãos são constituídos missionários
O Novo Testamento reivindica inspiração divina
O Novo Testamento reivindica inspiração divina Temos 2 fatores que comprovam a inspiração divina do Novo Testamento: A promessa de Jesus de que o Espírito Santo guiaria os discípulos a toda verdade; Cumprimento
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Terça-feira da 4ª Semana da Páscoa Concedei, ó
evangelização obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas novas a toda criatura.
O Trimestre temático O desafio da evangelização obedecendo ao ide do Senhor Jesus de levar as boas novas a toda criatura. O A Igreja foi criada para dar seguimento ao ministério terreno do Nosso Senhor
CRENDO PLENAMENTE EM QUEM JESUS É
CRENDO PLENAMENTE EM QUEM JESUS É Afinal, Quem foi JESUS? psicólogo, líder, filósofo ou executivo? CRENDO PLENAMENTE EM QUEM JESUS É Talvez uma personagem CRENDO PLENAMENTE EM QUEM JESUS É Ou Tudo ou Nada
Importância da Ressurreição de Cristo
Introdução à 22/08/2011 A doutrina de Cristo segundo as escrituras Importância da Ressurreição de Cristo O que as escrituras afirmam sobre a ressurreição de Cristo? 1. Doutrina fundamental do Cristianismo:
A igreja perseguida. A igreja perseguida l 5
A igreja perseguida Quero contar para vocês a história do cristianismo. Creio que esta é uma prática do povo de Deus: ao longo dos anos, rememorar os grandes feitos de Deus. Alguém já disse apropriadamente
ASCENSÃO DO SENHOR. LEITURA I Actos 1, Leitura dos Actos dos Apóstolos. No meu primeiro livro, ó Teófilo,
ASCENSÃO DO SENHOR LEITURA I Actos 1, 1-11 Leitura dos Actos dos Apóstolos No meu primeiro livro, ó Teófilo, narrei todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que foi elevado
LINHA DE AÇÃO 1 - IGREJA QUE SAI PARA SERVIR Ícone Bíblico - A Parábola do Bom Samaritano (Lc 10,25-37):
LINHA DE AÇÃO 1 - IGREJA QUE SAI PARA SERVIR Ícone Bíblico - A Parábola do Bom Samaritano (Lc 10,25-37): Quem é o meu próximo? perguntou o Doutor da Lei a Jesus, que em seguida lhe contou a Parábola do
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Sábado da 25ª Semana do Tempo Comum Ó Pai, que
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM SEGUNDA-FEIRA DA 34 SEMANA DO TEMPO COMUM 1) Oração Ó Deus,
Tentativas de Solução da Questão Sinótica
Tentativas de Solução da Questão Sinótica Brian Kibuuka Opção: a partir de resultados já garantidos, fazer 3 restrições: 1. a redação original dos evangelhos não foi preservada. Mudanças: - transformações
Ascensão do Senhor. «Foi elevado ao Céu e sentou-se à direita de Deus»
Ascensão do Senhor «Foi elevado ao Céu e sentou-se à direita de Deus» Perdão, Senhor. Leitura dos Actos dos Apóstolos Actos 1, 1-11 No meu primeiro livro, ó Teófilo, narrei todas as coisas que Jesus começou
