MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
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- Alessandra Estrela Vilarinho
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1 8698 Diário da República, 1.ª série N.º de outubro de 2015 Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: O presente decreto -lei procede à primeira alteração aos Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. (AICEP, E. P. E.), aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 229/2012, de 26 de outubro, incluindo nas respetivas atribuições a organização da participação portuguesa em exposições universais e internacionais. Artigo 2.º Alteração aos Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E., aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 229/2012, de 26 de outubro Os artigos 5.º, 6.º e 22.º dos Estatutos da AICEP, E. P. E., aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 229/2012, de 26 de outubro, passam a ter a seguinte redação: «Artigo 5.º : a) ; d) ; e) ; f) ; g) O planeamento, a organização e a articulação da participação portuguesa em exposições universais e internacionais. Artigo 6.º : a) ; d) ; e) ; f) Apoiar, coordenar e estimular iniciativas de divulgação e promoção no estrangeiro das competências, produtos e serviços das empresas nacionais, incluindo as referentes à participação portuguesa em exposições universais e internacionais; g) ; h) ; i) ; j) ; k) ; l) ; m) ; n) ; o) ; p). Artigo 22.º 1 : a) ; d) Comissões de gestão respeitantes à participação portuguesa em exposições universais e internacionais, fixadas e regulamentadas por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, dos negócios estrangeiros e da economia. 2.» Artigo 3.º Encargos Os encargos decorrentes do acréscimo de atribuições resultante do presente decreto -lei determina o reforço do orçamento da AICEP, E. P. E., a suportar por verbas do Orçamento do Estado. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 17 de setembro de Pedro Passos Coelho Paulo Sacadura Cabral Portas Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete Leonardo Bandeira de Melo Mathias. Promulgado em 1 de outubro de Publique-se. O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA. Referendado em 5 de outubro de O Primeiro -Ministro, Pedro Passos Coelho. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 338/2015 de 8 de outubro O Sistema de Emissão de s, de s e de s - é um sistema gratuito, simples e seguro, que serve para emitir faturas, recibos e faturas -recibo, a que se refere a alínea a) do n.º 1 do artigo 115.º do Código do, bem como para a sua disponibilização aos adquirentes de bens e serviços. O sistema tem por objetivo simplificar e diminuir os custos de cumprimento das obrigações fiscais pelos contribuintes, bem como maximizar as vantagens da utilização das tecnologias da informação. A presente portaria tem o objetivo de aprovar os novos modelos de fatura, de recibo e de fatura -recibo, bem como as respetivas instruções de preenchimento, de acordo com as novas redações do artigo 115.º do Código do e do artigo 29.º do Código do, revogando a Portaria n.º 426 -B/2012, de 28 de dezembro. Assim, Manda o Governo, pelo Secretário de Estado dos Assun tos Fiscais, nos termos do artigo 8.º do Decreto -Lei n.º 442 -A/88, de 30 de novembro, o seguinte: 1 São aprovados os seguintes modelos oficiais a que se refere a alínea a) do artigo 115.º do Código do : a) Modelo de fatura emitida com preenchimento eletrónico;
2 Diário da República, 1.ª série N.º de outubro de b) Modelo de recibo emitido com preenchimento eletrónico; c) Modelo de fatura -recibo emitido com preenchimento eletrónico; d) Modelo de fatura sem preenchimento eletrónico; e) Modelo de recibo sem preenchimento eletrónico; f) Modelo de fatura -recibo sem preenchimento eletrónico; g) Modelo de fatura para ato isolado; h) Modelo de recibo para ato isolado; e i) Modelo de fatura -recibo para ato isolado. 2 Os modelos a que se refere o número anterior constam de anexo à presente portaria, dela fazendo parte integrante. Artigo 2.º Âmbito de aplicação 1 São obrigados à emissão de fatura, recibo ou fatura- -recibo, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 115.º do Código do, os sujeitos passivos de titulares de Rendimentos da categoria B: a) Pelas transmissões de bens e prestações de serviços referidas nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo 3.º do Código do ; b) Pelas importâncias recebidas dos seus clientes, ainda que a título de provisão, adiantamento ou reembolso de despesas; e c) Pelos rendimentos indicados na alínea c) do n.º 1 do artigo 3.º do Código do. 2 Em alternativa, os titulares destes rendimentos podem dar cumprimento às obrigações de emissão de fatura e de documento de quitação nos termos previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 115.º do Código do. 3 Os sujeitos passivos que pratiquem um ato isolado, nos termos do n.º 3 do artigo 3.º do Código do, podem cumprir a obrigação de faturação no Portal das Finanças nos termos do n.º 21 do artigo 29.º do Código do, através da emissão de uma fatura e de um recibo ou de uma fatura -recibo. Artigo 3.º Emissão de fatura, recibo e fatura -recibo 1 O preenchimento e a emissão da fatura, do recibo e da fatura -recibo efetuam -se obrigatoriamente no Portal das Finanças na Internet, no endereço eletrónico 2 Para a emissão da fatura, do recibo e da fatura- -recibo devem ser seguidos os procedimentos referidos no Portal das Finanças, mediante autenticação com o respetivo número de identificação fiscal e com a senha de acesso. 3 A fatura, o recibo e a fatura -recibo são emitidos em duplicado, destinando -se o original ao cliente e o duplicado ao arquivo do titular do rendimento. Artigo 4.º Anulação de faturas, recibos e faturas -recibo 1 A anulação das faturas, dos recibos e das faturas- -recibo depende de pedido do sujeito passivo emitente, a submeter obrigatoriamente no Portal das Finanças. 2 No caso de anulação da fatura, do recibo e da fatura- -recibo, são desconsiderados os efeitos de titularização das operações e de quitação, consoante as circunstâncias, não servindo, nomeadamente, como comprovativos de encargos ou gastos. 3 Verificada a anulação, a Autoridade Tributária e Aduaneira envia comunicação informativa à entidade que conste na fatura, no recibo e na fatura -recibo, como adquirente dos bens ou dos serviços prestados. 4 A comunicação referida no número anterior é envia da por uma das seguintes vias: a) Por transmissão eletrónica de dados para os contribuintes que possuam caixa postal eletrónica ou que tenham autorizado, no Portal das Finanças, o envio de ; ou b) Por simples via postal, nos restantes casos. Artigo 5.º Consulta de faturas, recibos e faturas -recibo 1 As faturas, os recibos e as faturas -recibo emitidos ficam disponíveis para consulta no Portal das Finanças, mediante autenticação individual, pelos emitentes ou pelos adquirentes dos bens ou dos serviços prestados, durante um período de doze anos. 2 A informação referida no número anterior é disponibilizada para consulta imediata quando respeitante aos últimos dois anos, sendo, nos restantes casos, disponibilizada a pedido do interessado, através do Portal das Finanças. Artigo 6.º Situações excecionais 1 Em situações excecionais, nomeadamente em caso de impossibilidade de emissão por via eletrónica, os sujeitos passivos podem imprimir no Portal das Finanças a fatura, o recibo ou a fatura -recibo sem preenchimento, que serão numerados sequencialmente. 2 A fatura, recibo ou fatura -recibo referidos no núme ro anterior devem ser recolhidos no sistema informático pelos titulares de rendimentos, por ordem cronológica e sequência numérica, até ao 5.º dia útil seguinte: a) Ao do momento em que o imposto é devido, no caso da fatura e da fatura -recibo; ou b) Ao do momento do recebimento, no caso do recibo. 3 Na recolha a que se refere o número anterior devem ser seguidos os procedimentos indicados no artigo 3.º da presente portaria, na opção de recolha de fatura, recibo e fatura -recibo sem preenchimento. Artigo 7.º Norma revogatória É revogada a Portaria n.º 426 -B/2012, de 28 de dezembro. Artigo 8.º Entrada em vigor A presente portaria entra em vigor no dia 1 de janeiro de O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo de Faria Lince Núncio, em 18 de setembro de 2015.
3 8700 Diário da República, 1.ª série N.º de outubro de FATURA- ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. IMPORTÂNCIA RECEBIDA TOTAL DA FATURA - FATURA- ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. IMPORTÂNCIA RECEBIDA TOTAL DA FATURA ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. FATURA Nº DATA DA EMISSÃO TOTAL DA FATURA IMPORTÂNCIA RECEBIDA : Sujeito à taxa de % ou isento - art.º.º ou Outros - art.º ; TOTAL DA FATURA ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. FATURA Nº DATA DA EMISSÃO TOTAL DA FATURA IMPORTÂNCIA RECEBIDA : Sujeito à taxa de % ou isento - art.º.º ou Outros - art.º ; TOTAL DA FATURA
4 Diário da República, 1.ª série N.º de outubro de Ato isolado ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. TOTAL DA FATURA : À taxa de % (art.º 101.º C); Sem retenção (art.º101-b, C); Sobre % (art.º 101.º-D, C); IMPORTÂNCIA RECEBIDA TOTAL DA FATURA - Ato isolado ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. TOTAL DA FATURA : À taxa de % (art.º 101.º C); Sem retenção (art.º101-b, C); Sobre % (art.º 101.º-D, C); IMPORTÂNCIA RECEBIDA TOTAL DA FATURA - - Ato Isolado FATURA- ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. TOTAL DA FATURA : Sujeito à taxa de % ou isento - artº.º ou Outros - art.º ; : À taxa de % (art.º 101.º C); Sem retenção (art.º101-b, C); Sobre % (art.º 101.º-D, C); IMPORTÂNCIA RECEBIDA IMPORTÂNCIA RECEBIDA - - Ato Isolado FATURA- ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. TOTAL DA FATURA : Sujeito à taxa de % ou isento - artº.º ou Outros - art.º ; : À taxa de % (art.º 101.º C); Sem retenção (art.º101-b, C); Sobre _ - % (art.º 101.º-D, C); IMPORTÂNCIA RECEBIDA IMPORTÂNCIA RECEBIDA
5 8702 Diário da República, 1.ª série N.º de outubro de Ato Isolado FATURA- dos serviços prestados, com especificação dos elementos necessários à determinação da taxa de aplicável. As embalagens que não sejam efetivamente transacionadas devem ser objeto de indicação separada e com menção expressa de que foi acordada a sua devolução. Na fatura deve ser assinalado o regime de aplicável à transmissão de bens ou à prestação de serviço e a taxa aplicada. ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. No recibo deve ser indicada a fatura emitida anteriormente a que respeita o recebimento bem como assinalada a taxa de retenção na fonte de, e a dispensa ou sujeição parcial a retenção, caso aplicável. IMPORTÂNCIA RECEBIDA Na fatura-recibo deve ser assinalado o regime de aplicável à transmissão de bens ou à prestação de serviço e a taxa aplicada, bem como a taxa de retenção na fonte de, e a dispensa ou sujeição parcial a retenção, caso aplicável. - - Ato Isolado A utilização dos documentos aprovados pela presente portaria não determina a qualificação do serviço prestado como trabalho independente. FATURA- ESTRANGEIRO/OUTRO DOC.IDENT. IMPORTÂNCIA RECEBIDA INSTRUÇÕES O Sistema de Emissão de s, de s e de s- disponibilizado no Portal das Finanças é um sistema gratuito, simples e seguro, que serve para emitir faturas, recibos e faturas-recibo, a que se refere a alínea a) do n.º 1 do artigo 115.º do Código do, bem como para a sua disponibilização aos adquirentes de bens e serviços e cumprir com a obrigação de comunicação dos elementos das faturas à Autoridade Tributária e Aduaneira, prevista no n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 198/2012, de 24 de agosto. O sistema tem por objetivo simplificar e diminuir os custos de cumprimento das obrigações fiscais pelos contribuintes, bem como maximizar as vantagens da utilização das tecnologias da informação. A fatura destina-se a ser emitida pelos titulares de rendimentos da categoria B do, pelas transmissões de bens e prestações de serviços referidas nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo 3.º do Código do, bem como pelos rendimentos indicados na alínea c) do n.º 1 do mesmo artigo. O recibo destina-se a dar quitação das importâncias recebidas dos clientes, quando tenha sido emitida a fatura referida no parágrafo anterior. A fatura-recibo destina-se a ser emitida quando as obrigações de emissão de fatura e do recibo sejam simultâneas. Deve ainda ser emitida pelos sujeitos passivos que, dispensados da obrigação de emissão de fatura para efeitos de ao abrigo do disposto no n.º 3 do artigo 29.º do Código do, devam emitir fatura nos termos do artigo 115.º do Código do. O preenchimento e a emissão da fatura, do recibo e de fatura-recibo são efetuadas no Portal das Finanças, nos termos da presente Portaria. No caso de prestações de serviços de saúde, o adquirente dos serviços deve ser também referenciado pelo número e respetivo subsistema de saúde. No campo correspondente à descrição dos dados da transmissão de bens e da prestação de serviços, deve ser indicada a quantidade e denominação usual dos bens transmitidos ou MINISTÉRIO DA ECONOMIA Decreto-Lei n.º 220/2015 de 8 de outubro O Decreto -Lei n.º 166/2013, de 27 de dezembro, que aprova o regime aplicável às práticas individuais restritivas do comércio, veio dar resposta às dificuldades e limitações identificadas durante a vigência do Decreto -Lei n.º 370/93, de 29 de outubro, alterado pelos Decretos -Leis n. os 140/98, de 16 de maio, e 10/2003, de 18 de janeiro, transmitidas pelos operadores económicos, especialmente nos domínios da venda com prejuízo e das práticas negociais abusivas. Neste sentido, o Decreto -Lei n.º 166/2013, de 27 de dezembro, para além de procurar ultrapassar aquelas dificuldades e limitações, estabelece um regime contraordenacional dissuasor do incumprimento das suas normas, e prevê a possibilidade de adoção de medidas cautelares e de aplicação de sanções pecuniárias compulsórias. De forma a assegurar que a aplicação prática do referido decreto -lei corresponde aos objetivos por ele visados, cometeu -se à Direção -Geral das Atividades Económicas a missão de acompanhar a respetiva aplicação e de elaborar e publicar, no final do segundo ano a contar da data da respetiva entrada em vigor, um relatório sobre a sua execução. No entanto, no período que decorreu desde a entrada em vigor do Decreto -Lei n.º 166/2013, de 27 de dezembro, identificou -se desde logo a necessidade de clarificar algumas das suas normas. Deste modo, e sem prejuízo da elaboração do referido relatório de execução, o presente decreto -lei vem precisar algumas das soluções do regime das práticas individuais restritivas do comércio, em especial no que respeita ao respetivo âmbito de aplicação e ao regime das vendas com prejuízo. Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: O presente decreto -lei procede à primeira alteração ao Decreto -Lei n.º 166/2013, de 27 de dezembro, que aprova o regime aplicável às práticas individuais restritivas do comércio.
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