Queremos nossos direitos!
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- Rayssa Veiga Santarém
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1 N.º /01/2018 (31) Queremos nossos direitos! Desde dezembro do ano passado, os profissinais da educação estão mobilizados e a pauta que une toda a categoria diz respeito aos acordos assinados e não cumpridos pelo governo do Estado, bem como, o não pagamento do 13º salário pelo governo do Estado. O ano de 2018 teve início com intensa mobilização da categoria, que pode começar o ano letivo com a radicalização do movimento caso o governo continue nesse processo de não negociar com os/as educadores/as. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) começa o ano de 2018 com várias atividades e mobilizações já pautadas, conforme o quadro abaixo. Embora seja um período de recesso ou de férias para a maioria, o Sindicato está realizando plenárias para articulação da categoria e diálogo com a comunidade escolar. Em debate, além do parcelamento do pagamento do 13º salário, o adiamento do início do ano escolar, os acordos assinados pelo Governador Fernando Pimentel e não cumpridos, bem como outras demandas da categoria e a agenda de mobilização. As plenárias e assembleias são as primeiras atividades. Na sequência serão realizados Conselho Geral e Assembleia Estadual que definirão o calendário de pressão ao governo. Procure a Subsede da sua Região e participe! Vamos construir um forte movimento em todo o Estado! Quem luta educa e conquista! NOTA DE PESAR! Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé! Nas palavras da Segunda Carta do Apóstolo Paulo a Timóteo é que encontramos o mínimo conforto para dizer ao companheiro combativo e amigo de tantas lutas nosso Muito Obrigado. Ao comunicarmos o falecimento hoje (27/12/2017) do professor Fausto Fábio de Araújo, diretor da Escola Estadual Governador Juscelino, da cidade de Capinópolis, quando já de volta para casa de uma atividade da educação em Belo Horizonte, após mais um dia de luta em busca de dignidade de vida na profissão que escolheu, também queremos dizer do nosso luto. O Sind-UTE/MG, com grande pesar, comunica essa notícia triste e solidariza aos seus familiares e amigos. Um companheiro que parte leva um tanto de nós, mas, também deixa um tanto de si. Talvez não tenhamos tido o tempo necessário para dizer ao professor e amigo Fausto tudo aquilo que gostaríamos. Mas, não haveremos de esquecer o seu legado importante para a luta coletiva. Pelos ideais, buscas e esperanças que ele tão bem soube nos ensinar, mais uma vez, agradecemos. Professor Fausto Fábio de Araújo, Presente! Presente! Presente! Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) 1 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
2 Mais uma vez, o governo Pimentel quer que a educação pague a conta! Ainda em conflito com a decisão do governo de fazer tratamento diferenciado no que se refere ao pagamento do 13º salário, os/as trabalhadores/as em educação enfrentam novos problemas. O Governo do Estado anunciou que alterará o início do ano escolar previsto para o dia 01/02/18 para o dia 15/02/18. A publicação de nova resolução deve acontecer nos próximos dias. O objetivo é economizar ao deixar de pagar parte do salário para mais de 130 mil contratos temporários, além de extensões da carga horária de servidores/as efetivos/as. Também deixará de arcar com despesas com transporte e alimentação escolar por quase um mês, considerando que o ano letivo será adiado para ter início em 19/02/18. Mais uma vez, a opção do governo do estado prejudica trabalhadores/as que recebem os mais baixos salários, estabelece uma precarização sem precedentes na rede estadual, pois, os dias letivos serão realocados de modo que a categoria não receberá por eles (em sábados e recessos); e ataca o direito à educação ao pegar o dinheiro que é vinculado à área para cobrir outras despesas. Não há o que justifique o governo fazer economia às custas do direito à educação, porque ao fazer isso ele desvia os recursos vinculados a área para investimento em outros setores. Não investe o mínimo constitucional em educação, nem os recursos que recebe da quota salário-educação. Governo faz escolhas A posição do governo que expressa, mais uma vez, que governar é fazer escolhas como afirmou o Secretário de Governo, Odair Cunha, explicita que suas escolhas não são nem os trabalhadores nem o direito da população à educação. Lamentavelmente, a situação do país faz com que muitas crianças voltem a ter a alimentação na escola como sua principal refeição. Nem isso foi considerado pelo Governador Fernando Pimentel ao fazer mais esta escolha de relegar a educação, que tem recurso próprio e não precisa passar pelo o que está passando. O Sind-UTE/MG construiu um calendário de mobilização (veja página 1), para fazer o enfrentamento e tentar reverter essa situação, que só poderá ser feita por meio da luta coletiva.. Dia de paralisação pelo pagamento do 13º Salário mobilizou milhares de trabalhadores/as em educação em Minas Gerais Com palavras de ordem, faixas, cartazes, apitaço e muita indignação, cerca de 3 mil trabalhadores e trabalhadoras em educação de todas as regiões do Estado e sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) realizam em 27/12/17, um dia de paralisação total de atividades com mobilização. Desta vez o local escolhido foi a porta de entrada do Palácio da a Liberdade, em Belo Horizonte, sede onde normalmente o governador Fernando Pimentel despacha. Apoio e solidariedade A mobilização ganhou a adesão de um número surpreendente de servidores/as e teve a solidariedade de várias entidades representativas de classe e de lideranças sindicais e políticas que foram até a Praça da Liberdade levar apoio aos profissionais da Educação. O ex-presidente do Sindifisco-MG, Lindolfo Fernandes de Castro disse que o governador Pimentel promove em Minas o Robin Hood às avessas, pois, tira do pobres para dar aos ricos. 27/12/17 - Mobilização e caminhada da Praça da Liberdade até à Praça Sete, no centro de BH A coordenadora-geral do Sindifes, Cristina del Papa, afirmou que Pimentel ao excluir a educação do pagamento em dia do 13º Salário dá mostras de que não valoriza do segmento. Jairo Nogueira Filho, secretário-geral da CUT/MG, lembrou que a educação não merece esse tratamento e quando mexem com a 2 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
3 Sind-UTE/MG recebe apoio de várias categorias educação mexem com toda a classe trabalhadora. Jefferson Leandro Silva, coordenador-geral do Sindieletro-MG afirmou que os trabalhadores da Cemig também têm sido preteridos por esse governo assim como a educação e reforçou a solidariedade aos/às educadoras. A mobilização em frente ao Palácio da Liberdade também recebeu apoio também da Aduemg, Associação dos Docentes da UEMG - Universidade Estadual de Minas Gerais, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sindirede) e do deputado estadual e 1º Secretário da Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Rogério Correia, que se posicionou sobre a necessidade do governo abrir diálogo com a categoria. A presidente do Sisipsemg, Sindicato dos Trabalhadores no Ipsemg, Maria Abadia, por sua vez, afirmou que a saúde, assim como a educação, não pode esperar a boa vontade do governo, pois, a situação é muito crítica. Temos assembleia nesta data e não descartamos radicalizar o movimento e fazer uma greve ampliada, disse. Os servidores da Biblioteca Pública Estadual também apoiaram a mobilização da educação. Cadê o nosso dinheiro? Enquanto caminhavam da Praça da Liberdade até à Praça Sete onde a mobilização foi encerrada, os servidores e servidores dialogaram com a população e entoaram algumas músicas para mostrar indignação: Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão, disseram os manifestantes, que também perguntaram Pimentel, cadê o nosso dinheiro, pague o 13º. Por várias vezes, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira lembrou que os recursos para pagar o 13º Salário da educação existem, pois, o segmento tem recursos vinculados, sendo a Quota Salário-Educação (QESE) uma das verbas. Ela também lembrou que o governo não está investimento do mínimo constitucional exigido em Lei, que são os 25% de investimentos relativos aos impostos arrecadados. Terceira manifestação pelo pagamento do 13º Salário Essa foi terceira grande mobilização dos/as servidores/as da educação para fazer essa cobrança. No dia 6 de dezembro - a categoria se manifestou com bloqueio das entradas dos prédios da Cidade Administrativo, num ato que também reuniu profissionais de todas as regiões de Minas. fevereiro, março e abril) indignou a todos, tendo sido considerada uma atitude inaceitável. Escolha O Sindicato denuncia que essa é a primeira vez que um governo mineiro escolhe não faz nenhum pagamento do 13º no mês de dezembro. É inadmissível essa postura do governo, anunciada pelo secretário de Governo Odair Cunha, de dar tratamento diferenciado para algumas categorias em detrimento de outras. O 13º Salário é um direito e no caso da educação beneficia muitos servidores que ganham menos de um salário mínimo bruto. Escolher pagar quem ganha R$ 40 mil e deixar quem ganhar menos de um salário mínimo não é uma escolha equilibrada, lembrou a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira. Ano letivo vai começa na pressão Os manifestantes, por diversos momentos, lembraram que o ano letivo em 2018 começará sob pressão e até chegaram a falar na possibilidade de uma greve na volta às aulas. Temos hoje uma categoria fragilizada, empobrecida e sem o 13º Salário. O governo fez escolhas, mas, nós também poderemos fazer, disse Beatriz Cerqueira. Outro ponto destacado foi o reajuste de 6,8% anunciado pelo MEC para Piso Salarial Profissional, que em Minas vai se acumular com os 7,64% de 2017 e ainda não incorporado aos salários. Esse governo não está cumprindo o que assinou conosco e por isso estamos dando hoje mais um recado nas ruas. Governo que valoriza a educação cumpre o que assina. Mais de 3 mil nas ruas Mesmo estando às vezes do Ano Novo, os/as trabalhadores/as em educação mostraram que estão com disposição de ir à luta. A mobilização dessa quarta-feira, com paralisação de atividades, reuniu profissionais da educação de todas as regiões do Estado Ao longo da caminhada, do alto do carro de som, os manifestantes relembraram o que está sendo esquecido pelo governo do Estado. Além do pagamento do 13º salário, do reajuste do Piso Salarial, os servidores e servidoras também abordaram a situação caótica daqueles que têm desconto em folha dos créditos consignados e estão sem salário, situação que precisa ser solucionada de maneira urgente, pois, as pessoas estão perdendo até o nome que têm na praça. Já no dia 18 de dezembro o Sind-UTE/MG realizou uma manifestação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, data em que também impetrou Mandado de Segurança na Justiça. Já no dia 21 de dezembro, a entidade realizou uma coletiva de imprensa na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para relatar as ações em curso. Depois dessa mobilização, o governo chamou o Sind-UTE/MG e outras entidades representativas do funcionalismo para se reunir. Mas, a opção do governo de pagar o 13º de algumas categorias, deixando outras para receber em quatro parcelas (janeiro, 27/12/17 - Sind-UTE/MG recebe apoio de outras categorias 3 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
4 Cadê o dinheiro da educação? O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais recorreu à justiça para cobrar o pagamento do décimo terceiro salário para a categoria. Durante coletiva à imprensa, dia 21, o Sind-UTE/MG apresentou as ações que a categoria tomou em relação ao não pagamento do 13º Salário. Para onde foi o recurso da Quota Salário-Educação? O Sindicato questionou sobre o destino deste recurso afirmando que o governo do Estado não pode pagar o pessoal da educação, mas, pode pagar quem não é deste segmento. A Quota Salário-Educação poderia ser investida em uma parcela da nossa categoria e o governo não investiu nada na educação deste recurso, questionou a direção do Sind-UTE/MG. Estado usa dinheiro da educação para outros fins Análise de execução do Orçamento do Estado feita pelo DIEESE demonstra que o Estado está utilizando recursos da educação para outros fins que não são da área e segundo o Sind-UTE/MG há recursos da educação para o pagamento do 13º salário da educação. De acordo com o Sindicato, essa prática de não investir os 25% em educação tem sido reiterada nos últimos anos e também ocorre no atual governo. O Sind-UTE/ MG apresentou dados que mostram que o Estado, até outubro, dois meses antes de o ano terminar só executou 63% do orçamento previsto para a educação em Foram apresentados dados ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, para que a justiça pudesse analisar e se posicionar sobre os recursos que o governo tem para pagar 13º salário, sobretudo, os recursos do próprio segmento. Outra denúncia feita é a de que o Estado tem contingenciado a execução do Orçamento na educação e, no final do ano, utiliza-se de uma maquiagem de restos a pagar para se chegar aos 25% que deveriam ser aplicados na Educação. O Estado deveria, para cumprir os 25% devidos à educação, constitucionalmente, ter investido até novembro mais de R$ 9 bilhões. E no documento entregue pelo Sind-UTE/MG ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o DIEESE/MG mostra exatamente a destinação dos recursos, envolvendo todas as despesas de pessoal e encargos sociais da Secretaria de Estado da Educação, de acordo com o portal da transparência que foi acessado neste mês de dezembro. Governo antecipa reunião Após a coletiva de imprensa chamada pelo Sind-UTE/ MG, o governo antecipou a reunião e convocou ao mesmo tempo a imprensa para uma fala do Secretário Odair Cunha no Pala cio da Liberdade e as entidades representativas do funcionalismo para uma reunião no BDMG, Belo Horizonte. Durante essa reunião o governo do Estado anunciou o parcelamento do 13o Salario em quatro vezes (janeiro, fevereiro, março e abril) sempre no dia 19 de cada mês. A notícia deixou a categoria indignada e dai é que nasceu a mobilização do dia 27 de dezembro, que reuniu cerca de 3 mil servidores/as em Belo Horizonte, no dia de paralisação de atividades e de mobilizações. 27/12/17 - Dia de paralisação e de mobilização em Belo Horizonte 4 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
5 Sind-UTE/MG recorre à justiça para garantir pagamento do 13º salário O Mandado Segurança Coletivo Preventivo, com Pedido de Liminar, impetrado pelo Sind-UTE/MG, em 18/12/2017, em face do Secretário de Estado de Planejamento e Gestão e do Secretário de Estado de Fazendo de Minas Gerais para que o Governo do Estado fosse obrigado a pagar integralmente o décimo terceiro salário, para todos/as os/as servidores/as da educação estadual, conforme a lei estadual 8.701/84 assegura, foi indeferido. Após o recebimento da ação, o Desembargador Relator, Edgard Penna Amorim determinou a citação do Estado para se manifestar sobre a nossa ação no prazo de 72 horas. O desembargador poderia, inclusive, ter decidido antes do período do recesso do Tribunal e, em tempo, para que os/as servidores/as recebessem o décimo terceiro salário antes do Natal. Inclusive, foi necessária a interposição de recurso para que o Desembargador de Plantão determinasse a intimação do Estado por meio de oficial de Justiça, diante da urgência da medida. O desembargador, Bitencourt Marcondes, indeferiu a liminar. Segundo ele, ante a ausência de plausibilidade do direito e possível perda do objeto haja vista que o pedido do Sindicato se refere ao pagamento do 13º salário integral no mês de dezembro/2017. Na decisão, não foi analisado o conteúdo da questão. A decisão foi tomada no dia 02/01 e publicada no dia 09/01/18. Quando o Sindicato identificou a demora do TJ em analisar o Mandado de Segurança, apesar da urgência e do tempo hábil para que a questão pudesse ser resolvida antes do Natal e de todas as tentativas que o Sindicato fez no sentido de demonstrar a necessidade e a urgência de uma decisão (foram três reuniões com desembargadores para tratar deste assunto), o Sindicato ajuizou outra ação, desta vez, uma Ação Civil Pública. Nesta, o Estado também já se manifestou e aguardamos a decisão. Educadores/as ocupam galerias da ALMG O 13º Salário é um direito e nós estamos aqui para cobrá-lo, disse a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, à imprensa, (18/12/17), durante mobilização da categoria na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, promovida pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais. Trabalhadores e trabalhadoras em Educação vindos de todas as regiões do Estado lotaram as galerias do Plenário da Assembleia e, com palavras de ordem, pediram ao governador pra pagar o 13º. Aos deputados e deputadas, os profissionais da educação pediram apoio e a obstrução da pauta como forma de retaliação à essa atitude do governador, que na semana passada anunciou o pagamento do 13o para a segurança pública. É absurdo o governador, que tanto falou em ouvir para governar, não dialogar conosco, e ainda excluir 90% do funcionalismo deste direito. Não discutimos aqui quem tem mais direito que o outro, mas, o método como esse governo trata uma questão tão séria como essa, disseram dirigentes do Sind-UTE/MG. Desrespeito! O Sind-UTE/MG afirmou que o anúncio do governo apenas para a segurança pública foi um desrespeito ao conjunto do funcionalismo, que tem a mesma fonte de pagamento, mas, foi surpreendido com um tratamento diferenciado e excludente. Para educadores/as, o comportamento do Governador, Fernando Pimentel é inaceitável e demostra que seu governo onão tem relação de respeito com os/as servidores/as que viram, nos últimos dois meses, diversas entrevistas de Secretários de Estado afirmando a impossibilidade de pagamento do 13º salário em Nenhuma reunião com os sindicatos do funcionalismo foi marcada, nenhum diálogo estabelecido. Este comportamento evidencia, explicita a incapacidade do governo em estabelecer um mecanismo de negociação das questões gerais do funcionalismo. Indignação Não pedimos nenhum favor, exigimos respeito e os nossos direitos. Fábio Garrido - Professor de Filosofia, Ouro Preto Respeito é o que queremos e, se esse governador não nos pagar, o ano letivo não vai começar. Silvânia Morais - Professora da Educação Especial e História, Belo Horizonte Essa postura do governo revolta e causa indignação a toda categoria. Eduardo Serpa - Professor de Artes, Belo Horizonte 5 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
6 Trabalhadores e trabalhadoras em educação bloqueiam as entradas da Cidade Administrativa Os trabalhadores e as trabalhadoras em educação de Minas Gerais fizeram um dia de paralisação (06/12/2017), com concentração na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, sob coordenação do Sind-UTE/MG. Uma das estratégias para chamar atenção e pressionar o governo do Estado pelo cumprimento dos acordos assinados com a categoria foi o bloqueio de todas as entradas da Cidade Administrativa. Os profissionais da educação reivindicaram o pagamento do 13º salário, reajuste de 2017 do Piso Salarial, pagamento dos salários em dia e cumprimento dos acordos. Caravanas de todas as regiões do Estado participaram deste dia de paralisação na capital mineira. Expediente: Sind-UTE/MG Rua Ipiranga, nº 80 - Floresta - BH - MG Fone: (31) Fax: (31) Diagramação Studium Eficaz - Fotos : Jéssica Souza / Sind-UTE/MG e Vera Lima/Studium/Sind-UTE-MG FILIADO À 6 - Boletim do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais
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