Transporte pelo floema
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- Adelina Camarinho Miranda
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1 Transporte pelo floema ausência de sistema radicular floena sistema radicular extenso xilema
2 Transporte pelo floema Experimento realizado no início do séc. XVII pelo italiano Marcello Malpighi casca materiais acumulados anel de casca removido (anelamento) lenho Em 1929 Mason e Maskell verificaram que o mesmo procedimento não influenciava a velocidade de transpiração e identificaram os elementos do tubo crivado como responsáveis pelo transporte da seiva elaborada.
3 Demonstração do transporte através do floema marcação com 14 C Do livro: Salisbury e Ross, 1992 autoradiografia adição de corte transversal do caule 14 CO 2 Ipomoea nil experimentos realizados na década de 40 elementos do tubo crivado amplificação células companheiras
4 Demonstração do transporte através do floema Resultado: Resultado: Adição de 14 C 14 C 32 P 0,10 2,2 Adição de 14 C 14 C 32 P 1,0 1,7 Adição de 32 P 0, anelamento Adição de 32 P 0,47 0,00 0, controle após a remoção do anel da casca Segundo Rabideau e Burr, 1945
5 Floema Componentes estruturais do floema de angiospermas: elementos do tubo crivado células companheiras células parenquimáticas Outros componentes: Fibras Esclereídes Células condutoras de látex Células da bainha do feixe xilema câmbio floema parênquima sistema vascular placa crivada poro da placa crivada área crivada placa crivada área de parede celular com poros floema: corte transversal placas crivadas floema: corte longitudinal
6 A) placa crivada poro da placa crivada área crivada proteína P plastídeo B) elemento do tubo crivado elemento do tubo crivado retículo endoplasmático liso citoplasma membrana plasmática parede celular primária espessada poro da placa crivada placa crivada Estrutura do Floema de Angiospermas célula companheira plasmodesmas ramificados vacúolo cloroplasto núcleo mitocôndria Taiz and Zeiger (2002)
7 Compostos transportados pelo floema (Ricinus communis) afídeo Orgânicos mg/ml açúcares não redutores* amino ácidos 5,2 ácidos orgânicos 2 3,2 proteínas (enzimas) 1,45 2,2 RNA hormônios traços estilete do afídeo elemento do tubo crivado Inorgânicos água, K, Cl, P, Mg Fonte: para, Ricinus communis, Hall e Baker, 1972 * na maioria das espécies investigadas, a concentração de açúcares no floema é superior a sua concentração no mesófilo. Velocidade de transporte: 1m/h (difusão 1m/32anos)
8 Bloqueio do tubo crivado após dano direção do fluxo da seiva grãos de calose amido vesícula núcleo célula companheira Proteína P el. tubo crivado el. tubo crivado vacúolo el. tubo crivado núcleo núcleo célula companheira vacúolo (Knoblauch e van Bel, Institut für Allgemeine Botanik, Giessen, Germany) * Van Bel, A.E.J., PNAS 2004 proteína plastídeo célula companheira reação mediada pela [CA 2+ ], permite minimizar a perda da seiva elaborada a saliva de afídios impede que esta reação ocorra*
9 Células companheiras Características em comum das células companheiras: Citoplasma denso Numerosas mitocôndrias Ligadas aos elementos do tubo crivado por numerosos plasmodesmas Desenvolvimento: plasmodesmas Função: provém o elemento do tubo crivado com proteínas e ATP. nas folhas auxiliam no carregamento do elemento do tubo crivado com produtos da fotossíntese. Nat. Reviews Mol. Cell Biol., 2001, 2,
10 Células companheiras encontradas em folhas elementos do tubo crivado Taiz and Zeiger (2002) elemento do tubo crivado 1) célula companheira usual cloroplastos bem desenvolvidos parede celular lisa poucos plasmodesmas estando a maioria voltados para o elemento do tubo crivado 2) célula intermediária muitos plasmodesmas ligando células adjacentes cloroplastos pouco desenvolvidos numerosos vacúolos 3) célula de transferência semelhante a 1) espessamento de regiões da parede celular
11 Translocação no Floema: conceito fonte - dreno Fonte: folhas maduras Dreno: órgãos reprodutivos meristemas raízes Dreno/Fonte: órgãos de reserva O C fixado na fotossíntese pode ser utilizado para manutenção do metabolismo da planta, para armazenagem ou para transporte.
12 Padrões de translocação no floema drenos Fatores que influenciam a direção da translocação: proximidade etapa de desenvolvimento do órgão/planta (vegetativo/reprodutivo) conexões vasculares fontes As vias de translocação podem ser alteradas. A) B) drenos Direção do fluxo no floema (em cada tubo crivado o fluxo se dá em apenas uma direção!) planta intacta planta podada Distribuição de radioatividade em plantas de batata doce (Beta vulgaris) Taiz and Zeiger (2006)
13 O transporte pelo floema é guiado por uma diferença de pressão gerada osmóticamente A - fonte B - dreno A B membrana semipermeável solução de sacarose 10 % água fluxo d água Experimento idealizado por E. Münch, 1927 (modificado por Ziegler, 1963) O sistema não entra em equilíbrio enquanto a concentração de A for diferente da concentração de B.
14 FONTE Fluxo de massa através do floema Indicações: Quando o cortado o floema exuda seu conteúdo portanto está sob pressão. O floema é rico em solutos. Existe um gradiente de concentração no floema, ele é mais concentrado na fonte que no dreno. Os poros das placas crivadas são desobstruídos. Não há transporte bidirecional em um único vaso. O fluxo é mais rápido do que seria se fosse por difusão. Este transporte requer pouca energia (cessa quando a respiração é bloqueada). cloroplasto amiloplastos plasmodesmas DRENO parede celular placa de perfuração movimento dos solutos Velocidade de transporte através do floema: 0,3 1,5 m/h O sistema não entra em equilíbrio enquanto há fotossíntese na fonte e metabolismo no dreno.
15 Fluxo de massa originado pela diferença de pressão no vaso entre a fonte e no dreno. Esta diferença é gerada por osmose. xilema osmose floema fonte O fluxo no elemento do tubo crivado é movido por um gradiente de pressão gerado osmoticamente entre a fonte e o dreno. osmose dreno Evidências: Placa crivada desobstruída Não há transporte bidirecional em um mesmo elemento crivado Existe diferença de pressão de turgor entre a região da fonte e a do dreno sendo a da fonte maior. Taiz and Zeiger (2006)
16 O transporte de açúcares das células do mesófilo ao floema se dá via apoplasto ou simplasto CO 2 açúcar açúcar plasmodesma via apoplasto (ativo) células companheiras elementos do tubo crivado via simplasto * O transporte apoplástico pode se iniciar em qualquer etapa da via açúcar célula parenquimática do floema célula da bainha do feixe células do mesófilo parede celular membrana citoplasmática Taiz and Zeiger (2006) Espécies diferentes usam vias diferentes: ou apoplástica* ou simplástica
17 célula da bainha do feixe parede celular célula companheira elemento do tubo crivado membrana celular sacarose Carregamento do floema via apoplasto: Experimentos demonstraram que a concentração de sacarose é maior nas células companheiras e nos elementos do tubo crivado. Processo de transporte secundário que utiliza o gradiente de concentração gerado por uma bomba de prótons. Ocorre em plantas com células companheiras do tipo ordinária e/ou de transferência. citoplasma Taiz and Zeiger (2006), modificada Outros dados experimentais: ph alto no apoplasto reduz o transporte desacarose Em Arabidopsis: existe uma correlação entre a presença da bomba e do transportador. maior concentração da bomba de prótons na membrana entre as células da bainha do feixe e as células companheiras.
18 Carregamento do floema via simplasto: Modelo polymer trapping célula da bainha do feixe célula intermediária elemento do tubo crivado glicose frutose galactose sacarose rafinose parede celular plasmodesmas observar o diâmetro crescente dos plasmodesmas Segundo Bell, 1992, modificado Evidências: sacarose deve ter maior concentração nas células do mesófilo do que nas células intermediárias. enzimas para a síntese de rafinose devem localizar-se preferencialmente nas células intermediárias. diferença estrutural nos plamodesmas das diferentes células para a passagem seletiva das moléculas.
19 Descarregamento do floema * Etapas de transporte para as células dreno (importação): 1. Descarregamento do complexo elemento do tubo crivado/célula companheira. 2. Transporte intercelular através de pequenas distâncias. 3. Metabolismo no dreno. O descarregamento do floema é sempre dependente da atividade metabólica do tecido dreno! Via simplasto: transporte passivo ocorre em folhas jovens, meristemas e tecidos de reserva que acumulam açúcares na forma de polímero Taiz and Zeiger (2006)
20 Descarregamento do floema via apoplasto: pode ser tanto passivo quanto ativo Via apoplasto: transporte ativo * complexo elemento do tubo crivado/cél. companheira dreno ocorre em sementes e órgãos de reserva que acumulam açúcares livres F L O E M A sacarose frutose glicose Taiz and Zeiger (2002) sacarose sacarose sacarose parede celular frutose glicose citoplasma glicose frutose vacúolo possíveis destinos da sacarose descarregada do floema pela via apoplástica transportadores ativos passivos
21 dreno fonte Transição da folha de dreno para fonte é gradual A transição da folha de dreno para fonte se inicia quando esta atinge cerca de 25% do seu tamanho. A transição se dá do ápice para a base. A base da folha continua recebendo foto-assimilados de folhas fonte próximas. Os foto-assimilados são carregados ou descarregados por vasos diferentes.
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