PALIO FIRE SIENA FIRE STRADA FIRE
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- Maria de Begonha Aleixo Araújo
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1 MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO PALIO FIRE SIENA FIRE STRADA FIRE MANUAL DE GARANTIA
2 PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS kg/cm 2 (lb/pol 2 ) Pneu Com carga média Com carga completa Roda de Dianteiro Traseiro Dianteiro Traseiro reserva Palio Fire Flex 145/80 R13" 27 (1,9) 27 (1,9) 31 (2,2) 31 (2,2) 31 (2,2) Siena Fire Flex 165/70 R13" 31 (2,2) 31 (2,2) 31 (2,2) 36 (2,5) 36 (2,5) Strada Fire 175/70 R14" 28 (2,0) 28 (2,0) 28 (2,0) 43 (3,0) 43 (3,0) Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kg/cm2 ou 4lb/pol2 em relação ao valor prescrito. Observação: A primeira especificação é em lb/pol 2 e a segunda, entre parênteses, é em kg/cm 2. SUBSTITUIÇÃO DO ÓLEO DO MOTOR (*) Palio Fire Flex/Siena Fire Flex Strada Fire litros kg litros kg Cárter do motor e filtro 2,7 2,4 2,7 2,4 O óleo usado não deve ser despejado no meio ambiente. ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL (Litros) (**) Palio Fire Flex Siena Fire Flex Strada Fire Tanque do combustível Incluída uma reserva aproximada de 5,5 a 7,5 5,5 a 7,5 5,5 a 8,5 Os dispositivos antipoluição do Fiat Palio, do Siena e da pick-up Strada exigem o uso exclusivo de gasolina sem chumbo. (*) Ao substituir ou completar o óleo do motor é muito importante seguir as recomendações constantes no capítulo D ( Manutenção do Veículo ), tanto no que se refere aos prazos indicados quanto às advertências específicas para o assunto. (**) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
3 Caro Cliente, Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat. Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe do Fiat Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire, assim, utilizá-lo da maneira mais correta. Recomendamos que o leia com atenção antes de utilizar o veículo pela primeira vez. No mesmo estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar, por completo, as qualidades técnicas do seu veículo; você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente. As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua execução seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A. Além disso, no kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais, trazem informações específicas e não menos importantes sobre outros assuntos; tais como: serviços adicionais reservados aos Clientes Fiat; Código Nacional de Trânsito e instruções de primeiros socorros; funcionamento do sistema de som (se disponível); concessionárias integrantes da Rede Autorizada Fiat. Boa leitura, e boa viagem! Este manual descreve os instrumentos, equipamentos e acessórios que podem equipar os modelos Fiat Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire disponíveis na rede de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme discriminado na nota fiscal de venda. 1
4 BEM-VINDO A BORDO Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de segurança e a preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a personalidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento. Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de construção que diminuem os custos de manutenção. Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente, fazem do Fiat Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire veículos a serem imitados. 2
5 OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário deter-se com mais atenção. Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir a qual área pertencem os assuntos: Segurança das pessoas. Atenção. A falta total ou parcial de respeito a estas prescrições pode pôr em grave perigo a segurança física das pessoas. Proteção do ambiente. Indica o comportamento correto a manter, para que o uso do veículo não cause nenhum dano ao meio ambiente. Integridade do veículo. Atenção. A falta total ou parcial de respeito a estas prescrições pode acarretar sérios danos ao veículo e, em certos casos, a perda da garantia. 3
6 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto. Verifique também se as luzes-piloto não estão assinalando nenhuma irregularidade. Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo. Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção. Observe o trânsito antes de abrir uma porta ou sair com o seu veículo do estacionamento. Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veículo. Para sua segurança, observe as condições do tempo, do trânsito e da estrada, e dirija de acordo com elas. Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais. Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funcionamento. Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo. Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles. Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação. Lembre-se: os motoristas prudentes respeitam todas as leis de trânsito. Faça da prudência um hábito. A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica. 4
7 SIMBOLOGIA Em alguns componentes do seu Fiat, ou perto dos mesmos, estão aplicadas etiquetas coloridas específicas cujo símbolo chama a atenção do usuário e indica precauções importantes que este deve tomar, em relação ao componente em questão. A seguir, são citados resumidamente todos os símbolos indicados pelas etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao lado, os componentes para os quais os símbolos chamam a atenção. É também indicado o significado do símbolo de acordo com a subdivisão de perigo, proibição, advertência ou obrigação, à qual o próprio símbolo pertence. SÍMBOLOS DE PERIGO Bateria Líquido corrosivo. Bateria Perigo de explosão. Ventilador Pode ligar-se automaticamente, mesmo com o motor parado. Reservatório de expansão Não remover a tampa quando o líquido de arrefecimento estiver quente. Bobina Alta tensão. Correias e polias Órgãos em movimento; não aproximar partes do corpo ou roupas. Tubulação do climatizador de ar Não abrir. Gás em alta pressão. SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO Bateria Não aproximar chamas. Bateria Manter as crianças afastadas. 5
8 A I R B A G Anteparos de calor - correias - polias - ventilador Não pôr as mãos. Air bag do lado do passageiro Não instalar porta-bebês virados para trás no banco dianteiro do passageiro. SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Catalisador Não estacionar sobre superfícies inflamáveis. Consultar o capítulo Proteção dos dispositivos que reduzem as emissões. Direção hidráulica Não superar o nível máximo do líquido no reservatório. Usar somente o líquido prescrito no capítulo Abastecimentos. Circuito dos freios Não superar o nível máximo do líquido no reservatório. Usar somente o líquido prescrito no capítulo Abastecimentos. Limpador do pára-brisa Usar somente o líquido do tipo prescrito no capítulo Abastecimentos. Motor Usar somente o tipo de lubrificante prescrito no capítulo Abastecimentos. Veículo com gasolina ecológica Usar somente gasolina sem chumbo. Reservatório de expansão Usar somente o líquido prescrito no capítulo Abastecimentos. SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO Bateria Proteger os olhos. Bateria Macaco Consultar o manual de Uso e Manutenção. 6
9 CONHECIMENTO DO VEÍCULO A USO CORRETO DO VEÍCULO B EM EMERGÊNCIA C MANUTENÇÃO DO VEÍCULO D CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E GARANTIA ASSISTENCIAL F ÍNDICE ALFABÉTICO G 7
10 CONHECIMENTO DO VEÍCULO Recomendamos ler este capítulo sentado confortavelmente a bordo do seu novo Fiat. Desta maneira, você vai poder reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e verificar ao vivo o que está lendo. Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat, com os comandos e os dispositivos com os quais está equipado. Depois, quando ligar o motor e entrar no trânsito, fará muitas outras descobertas agradáveis. SISTEMA FIAT CODE A-1 COMUTADOR DE IGNIÇÃO A-3 REGULAGENS PERSONALIZADAS A-4 CINTOS DE SEGURANÇA A-7 PRÉ-TENSIONADOR A-12 PAINEL DE INSTRUMENTOS A-13 QUADRO DE INSTRUMENTOS A-14 INSTRUMENTOS DE BORDO A-15 LÂMPADAS-PILOTO A-16 SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO... A-20 VENTILAÇÃO A-21 AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO A-22 AR-CONDICIONADO A-23 ALAVANCAS SOB O VOLANTE A-25 COMANDOS A-28 EQUIPAMENTOS INTERNOS A-29 PORTAS A-32 COMPARTIMENTO DE CARGA A-34 PORTA-MALAS A-36 CAPÔ DO MOTOR A-39 BAGAGEIRO DE TETO A-40 FARÓIS A-41 ABS A-42 AIR BAG A-44 PREDISPOSIÇÃO PARA INSTALAÇÃO DO AUTO-RÁDIO A-47 NO POSTO DE ABASTECIMENTO A-49 PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE A-51 A Para informações mais detalhadas, ver Índice Alfabético A
11 SISTEMA FIAT CODE A fim de minimizar riscos de furtos/roubos, o veículo está equipado com um sistema eletrônico de bloqueio do motor (Fiat CODE) que é ativado automaticamente retirando a chave da ignição. As chaves de ignição dos veículos com FIAT CODE possuem um dispositivo eletrônico que transmite um sinal em código à central do Fiat CODE, permitindo que o veículo seja ligado somente se tal código for reconhecido. CHAVES fig. 1 Com o veículo são entregues: - uma chave master A e duas chaves normais B. 4E1117BR A chave master A tem a empunhadura vermelha. É fornecida em um único exemplar e é indispensável à Rede Assistencial Fiat para a memorização do código de outras chaves, no caso de perda, danificação ou se quiser fazer cópias. Assim, aconselhamos a guardá-la com cuidado em lugar seguro (não no veículo), para a sua eventual utilização. A chave B (fornecida em duas cópias) é a de uso normal e serve para: - partida; - portas dianteiras; - tampa do tanque do combustível; - porta do porta-malas. Junto com as chaves, também é entregue o Code Card fig. 2 no qual é indicado: 4E0728BR A - o código eletrônico a usar em caso de partida de emergência (ver Partida de emergência no capítulo Em emergência ); B - não disponível; C - não disponível. ADVERTÊNCIA: o CODE CARD é indispensável para a execução de partidas de emergência. Aconselhase a mantê-lo sempre consigo (não no veículo) já que ele foi criado especialmente para proporcionar mais uma opção de segurança e tranqüilidade. É importante também anotar os números constantes do CODE CARD, para utilizá-los em caso de um eventual extravio do cartão. A CHAVE MASTER, com empunhadura vermelha, deve ser conservada em lugar seguro. Sua perda implica na substituição, não coberta pela garantia, de todo o sistema FIAT CODE do veículo, assim como da central de injeção/ignição eletrônicas. A fig. 1 fig. 2 A-1
12 O FUNCIONAMENTO Toda vez que tirar a chave da ignição da posição STOP, ou PARK, o sistema de proteção ativa o bloqueio da central de injeção eletrônica. Ao ligar o motor, girando a chave para MAR: 1) Se o código for reconhecido, a lâmpada-piloto no quadro de instrumentos faz um breve lampejo, indicando que o sistema de proteção reconheceu o código transmitido pela chave e o bloqueio do motor foi desativado. Girando a chave para AVV, o motor funcionará. 2) Se a lâmpada-piloto ficar acesa (junto com a lâmpada-piloto U), o código não foi reconhecido. Neste caso, aconselha-se a repor a chave na posição STOP e, depois, de novo em MAR; se o bloqueio persistir, tentar com as outras chaves fornecidas. Se, mesmo assim, não conseguir ligar o motor, recorrer à partida de emergência (ver capítulo Em emergência ) e dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A-2 Com o automóvel em movimento e a chave da ignição em MAR: 1) Se a lâmpada-piloto acender, significa que o sistema está efetuando um autodiagnóstico (por exemplo, devido a uma queda de tensão). Na primeira parada, será possível realizar o teste do sistema da seguinte maneira: - desligar o motor girando a chave da ignição para STOP; - girar de novo a chave para MAR: a lâmpada-piloto acende-se e deve apagar-se dentro de um segundo aproximadamente. Se a lâmpada-piloto continuar acesa, repetir o procedimento descrito anteriormente, deixando a chave em STOP por mais de 30 segundos. Se o inconveniente persistir, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. 2) Se a lâmpada-piloto piscar, significa que o veículo não está protegido pelo dispositivo de bloqueio do motor. Dirigir-se, imediatemente, à Rede Assistencial Fiat para memorizar todas as chaves. ADVERTÊNCIA: impactos violentos podem danificar os componentes eletrônicos contidos na chave. ADVERTÊNCIA: cada chave fornecida possui um código próprio, diferente de todos os outros, que deve ser memorizado pela central do sistema. DUPLICAÇÃO DA CHAVE Quando pedir chaves adicionais, lembre-se que a memorização (no máximo 7 chaves) deve ser efetuada em todas as chaves, tanto as novas como as que já tiver em mãos. Ir diretamente à Rede Assistencial Fiat levando consigo a chave com empunhadura vermelha, todas as chaves já existentes e o CODE CARD. Os códigos das chaves não apresentadas durante a nova operação de memorização são cancelados da memória para garantir que as chaves eventualmente perdidas não sejam mais capazes de ligar o motor. Em caso de venda do veículo, é indispensável que o novo proprietário receba a chave vermelha (além das outras chaves) e o CODE CARD.
13 COMUTADOR DE IGNIÇÃO A chave pode girar para 4 posições diferentes fig. 3: - STOP: motor desligado, a chave pode ser removida, trava da direção. Alguns dispositivos elétricos (por ex.: auto-rádio, travamento elétrico das portas etc.) podem funcionar. - MAR: posição de marcha. Todos os dispositivos elétricos podem funcionar. - AVV: partida do motor. 4E0752BR - PARK: motor desligado, luzes de estacionamento acesas, a chave pode ser removida, trava da direção. Para girar a chave para a posição PARK, apertar o botão A. Em caso de violação do dispositivo da ignição por ex.: uma tentativa de roubo, mandar verificar o funcionamento na Rede Assistencial Fiat. Ao descer do veículo, tire sempre a chave para evitar que alguém ligue os comandos involuntariamente. Lembre-se de puxar o freio de mão até travar no dente necessário para imobilizar completamente o veículo. Se o veículo estiver em declive, engate a primeira marcha, sendo aconselhável também virar as rodas em direção ao passeio, tomando o cuidado para não tocar o pneu no meio-fio (guias). Nunca deixe crianças sozinhas no veículo. TRAVA DA DIREÇÃO Alguns veículos, dependendo da configuração dos equipamentos de proteção, podem estar equipados com este dispositivo, cujo funcionamento é descrito a seguir: Engate: quando o dispositivo estiver em STOP, ou em PARK, retirar a chave e girar o volante até que fique travado. Desengate: mover levemente o volante girando a chave para MAR. Nunca tire a chave enquanto o veículo estiver em movimento. O volante pode travar automaticamente na primeira movimentação. Isto também é válido para quando o veículo for rebocado. Aconselhamos verificar junto à Rede Assistencial Fiat a existência do dispositivo em seu veículo. A fig. 3 A-3
14 REGULAGENS PERSONALIZADAS BANCOS fig. 4 Qualquer regulagem deve ser feita exclusivamente com o veículo parado. Regulagem no sentido longitudinal Levantar a alavanca A e empurrar o banco para a frente ou para trás. Ao soltar a alavanca, verificar se o banco está bem travado, tentando empurrálo para a frente e para trás. A falta deste bloqueio poderia provocar o movimento do banco, fazendo-o deslocar alguns milímetros para frente ou para trás. 4E1119BR Regulagem do encosto reclinável com alavanca Puxar para cima a alavanca B e soltá-la quando o encosto atingir a posição desejada. Após a regulagem, colocar a alavanca B em sua posição original (totalmente para baixo). Para destravar o encosto, pode ser necessário forçá-lo ligeiramente para baixo com o peso do corpo, ao mesmo tempo em que a alavanca B é puxada. ADVERTÊNCIA: não forçar o encosto do banco enquanto a alavanca B não estiver completamente levantada. Não desmontar os bancos nem efetuar serviços de manutenção e/ou reparação nos mesmos: operações realizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurança. Dirigir-se sempre à Rede Assistencial Fiat. APÓIA-CABEÇAS Bancos dianteiros fig. 5 Para aumentar a segurança dos passageiros, os apóia-cabeças são reguláveis em altura e travam-se automaticamente na posição desejada. Lembre-se que os apóia-cabeças devem ser regulados de maneira que a nuca, e não o pescoço, apóie neles. Somente nesta posição podem protegê-lo em caso de batidas. 4E1120BR A-4 fig. 4 fig. 5
15 Bancos traseiros fig. 6 Para os bancos traseiros estão previstos, para algumas versões, apóiacabeças reguláveis em altura. Para a regulagem: levantar ou abaixar os apóia-cabeças até alcançar a altura desejada. Para removê-los, levantá-los na altura máxima, apertar os botões A ao lado dos suportes e puxar mais um pouco para cima. Não desmontar os bancos nem efetuar serviços de manutenção e/ou reparação nos mesmos. Operações realizadas de modo incorreto podem prejudicar o funcionamento dos dispositivos de segurança. Dirigir-se sempre à Rede Assistencial Fiat. ACESSO AOS BANCOS TRASEIROS (versões Palio 2 portas) fig. 7 Pode-se acessar facilmente os bancos traseiros por ambos os lados: - puxe para cima a alavanca A ou B e rebata o encosto para frente. Ao retornar o encosto para a posição normal, verifique se está bem travado. 4E1254BR ADVERTÊNCIA: o banco deve estar bem travado para evitar o seu movimento e possíveis acidentes. ADVERTÊNCIA: o projeto de um veículo é concebido atualmente para que, em casos de sinistros, os ocupantes sofram o mínimo de conseqüências possíveis. Para tanto, são concebidos na ótica de Segurança ativa e Segurança passiva. No caso específico dos bancos, estes, quando da ocorrência de impactos que possam gerar desacelerações em níveis perigosos aos usuários, são projetados para deformarem-se e assim, reduzir o nível de desaceleração sobre os ocupantes, preservando-os passivamente. A 4E1121BR Nestes casos, a deformação dos bancos deve ser considerada uma desejada conseqüência do sinistro, uma vez que é na deformação que a energia do impacto é absorvida. Considera-se que após constatada esta deformação, o conjunto deverá ser substituído. fig. 6 fig. 7 A-5
16 ESPELHO RETROVISOR INTERNO fig. 8 Deslocando a alavanca A obtém-se: 1) posição antiofuscamento 2) posição normal. O espelho retrovisor interno é equipado com um dispositivo contra acidentes que o desprende em caso de choque. ESPELHOS RETROVISORES EXTER- NOS Espelho retrovisor externo Faz-se a orientação do espelho retrovisor através do seu próprio corpo, movimentando-o até a posição desejada. Com regulagem interna fig. 9 Por dentro do veículo, mover o botão A. Qualquer regulagem deve ser efetuada somente com o veículo parado. A lente do espelho retrovisor direito é parabólica e aumenta o campo de visão. No entanto, diminui o tamanho da imagem, dando a impressão de que o objeto refletido está mais distante do que a realidade. Se a saliência do espelho criar dificuldades numa passagem estreita, dobre-o da posição 1-fig. 9 para a posição 2. 4E0730BR 4E0808BR A-6 fig. 8 fig. 9
17 CINTOS DE SEGURANÇA COMO UTILIZAR OS CINTOS DE SEGURANÇA fig. 10 Para apertar os cintos, introduzir a lingüeta de engate A na sede do fecho B, até perceber o ruído de bloqueio. Puxar devagar o cinto; caso este se trave, deixá-lo rebobinar um pouco e puxá-lo novamente, evitando manobras bruscas. Para destravar os cintos, apertar o botão C. Acompanhar o cinto durante o rebobinamento para evitar que fique torcido. O cinto, por meio do retrator automático, adapta-se automaticamente ao corpo do passageiro que o usa, permitindo maior liberdade de movimentos. Além do mais, o mecanismo do retrator automático trava o cinto cada vez que este desliza rapidamente ou em caso de freadas bruscas, impactos e curvas em alta velocidade. REGULAGEM DA ALTURA DOS CINTOS DE SEGURANÇA fig. 11 Para algumas versões, regular sempre a altura dos cintos, adaptando-os à estatura dos ocupantes. Esta precaução pode reduzir consideravelmente o risco de lesões em caso de choque. A regulagem foi feita corretamente quando o cinto passa mais ou menos na metade entre a extremidade do ombro e o pescoço. A regulagem de altura é possível em 4 posições diferentes. A Após engatar a fivela na sede do fecho, puxar levemente o cinto para eliminar a folga do cadarço na região abdominal. Para obter a máxima proteção, manter o encosto em posição ereta, apoiar bem as costas e manter o cinto bem aderente ao tórax e à bacia. Nunca utilizar o cinto com o banco reclinado. 4E1124BR 4E0759BR fig.10 fig.11 A-7
18 Para levantar Levantar o anel oscilante A até a posição desejada. Para abaixar Apertar o botão B, destravando e deslocando simultaneamente para baixo o anel oscilante A para a posição desejada. Terminada a operação, verificar o travamento, empurrando para baixo o anel oscilante A sem apertar o botão B. Em algumas versões, a regulagem da altura é feita removendo o anel oscilante de sua posição original e reinstalando-o no orifício disponível na coluna central. Para tanto, deve-se extrair o tampão do orifício e remover o parafuso de fixação do anel, reinstalando-o na posição desejada. Feito isto, recolocar o tampão. É recomendável que esta operação seja confiada à Rede Assistencial Fiat. Após a regulagem, verificar sempre se o cursor no qual está fixado o anel oscilante está bem travado em uma das posições predeterminadas. USO DOS CINTOS DE SEGURANÇA TRASEIROS Os cintos para os lugares traseiros devem ser usados de acordo com o esquema ilustrado na fig. 12. Para algumas versões, quando não estiver utilizando os cintos traseiros com retrator automático, colocar as fivelas nas sedes localizadas na cobertura do porta-malas detalhe A-fig.12. Para evitar engates incorretos, que poderiam afetar a funcionalidade dos cintos de segurança, as lingüetas dos cintos laterais e o fecho do cinto central (identificado com a palavra CEN- TER) são incompatíveis entre si. O cinto deve ser usado mantendo o tórax ereto e apoiado contra o encosto. 4EN0658BR A-8 fig.12
19 AJUSTE DO CINTO LATERAL TRASEIRO FIXO (SEM RETRATOR AUTOMÁTICO) fig. 13 Para apertar Passar o cinto pela fivela A, puxando na extremidade B (esta operação pode ser feita com o cinto já afivelado). Após ter apertado o cinto, deslocar a presilha D até onde o curso desta permitir, de maneira a manter unidos o cinto de segurança e a extremidade excedente B. A extremidade excedente do cinto resultante de um ajuste, assim como os próprios cintos de segurança dos lugares que não estiverem ocupados podem, inadvertidamente, ficar para fora do veículo após ter fechado as portas traseiras. Aconselha-se a deixar afivelados todos os cintos de segurança traseiros dos veículos sem retrator automático, mesmo se não estiverem em uso, e sempre deslocar a presilha D (como indicado) após ter feito o ajuste do cinto ao corpo do passageiro. Para afrouxar Puxar na parte C, mantendo a fivela A perpendicular ao cinto. USO DO CINTO DO LUGAR CENTRAL fig. 14 Para afivelar o cinto Inserir a lingüeta de engate A na abertura B do fecho até ouvir o clique de bloqueio. Para destravar o cinto: apertar o botão C. Para ajustar o cinto - para apertar: passar o cinto pela fivela D, puxando na extremidade E (esta operação pode ser feita com o cinto já afivelado); - para afrouxar: puxar na parte F, mantendo a fivela D perpendicular ao cinto. A 4E1389BR ADVERTÊNCIA: o cinto estará regulado corretamente quando aderir bem à bacia. A sua eficiência depende diretamente da correta colocação por parte do usuário. 4E0843BR fig. 13 fig. 14 A-9
20 ADVERTÊNCIA: o cinto estará regulado corretamente quando aderir bem à bacia. Lembre-se que, em caso de impacto violento, os passageiros dos bancos traseiros que não estiverem usando os cintos de segurança também constituem um grave perigo para os passageiros dos bancos dianteiros. AVISOS GERAIS PARA O USO DOS CINTOS DE SEGURANÇA E DOS SISTEMAS DE PROTEÇÃO PARA CRIANÇAS O cinto não deve estar torcido. A parte superior deve passar sobre o ombro e atravessar o tórax diagonalmente. A parte inferior deve aderir à bacia, não ao abdômen do passageiro, para evitar o risco de escorregar para a frente fig. 15. Não utilizar dispositivos (grampos, presilhas etc.) que mantenham os cintos longe do corpo dos passageiros. Nunca transportar crianças no colo de um passageiro utilizando o cinto de segurança para a proteção de ambos fig. 16. GRAVE PERIGO: com o veículo equipado com AIR BAG no lado do passageiro, não colocar a cadeirinha para bebê virada para trás, de costas para o painel. A I R B A G ADVERTÊNCIA: Mesmo no caso dos veículos que não possuam AIR BAG para o passageiro, somente o banco traseiro é recomendado para o transporte de crianças. Esta posição além de ser a mais protegida do veículo em caso de choque, é a que o Código Nacional de Trânsito regulamenta para esta finalidade. Usar sempre os cintos. Viajar sem os cintos atados aumenta o risco de lesões graves, ou de morte, em caso de impacto. 4E0731BR 4E0732BR A-10 fig. 15 fig. 16
21 Todos os menores, cujas características físicas (idade, altura, peso) os impeçam de utilizar os cintos de segurança com os quais o veículo é equipado originalmente, deverão ser protegidos por dispositivos de transporte de crianças apropriados (cadeiras porta-bebês, bercinhos, travesseiros etc.), seguindo rigorosamente as instruções do fabricante do dispositivo. O uso dos cintos de segurança também é necessário para as mulheres grávidas; tanto para elas como para a criança, o risco de lesões em caso de impacto é claramente menor se estiverem usando os cintos. Obviamente, as mulheres grávidas deverão colocar a faixa abdominal do cinto muito mais baixa, de modo que passe sob o ventre fig E0733BR ADVERTÊNCIA: aconselha-se o uso de cadeirinhas porta-bebês da Linha Fiat Acessórios, que foram especificamente desenvolvidas e testadas para uso no seu veículo e são oferecidas em todas as concessionárias Fiat. A cadeirinha porta-bebês da linha Fiat Acessórios está em conformidade com a norma brasileira NBR Para a instalação dos sistemas de proteção de crianças, respeitar as instruções que o construtor dos dispositivos deverá, obrigatoriamente, fornecer com os mesmos. COMO MANTER SEMPRE EFICIEN- TES OS CINTOS DE SEGURANÇA 1) Utilizar os cintos sempre bem esticados, não torcidos. 2) De vez em quando, verificar se os parafusos das fixações estão bem apertados, se o cinto está em bom estado e se desliza livremente, sem impedimentos. 3) Após um acidente de qualquer intensidade, substituir os cintos usados mesmo se, aparentemente, não estiverem danificados. 4) Para limpar os cintos, lavá-los à mão com água e sabão neutro, enxaguá-los e deixá-los secar à sombra. Não usar detergentes fortes, água sanitária, corantes ou qualquer outra substância química que possa enfraquecer as fibras. 5) Evitar que os enroladores sejam molhados; o funcionamento correto dos mesmos é garantido somente se não sofrerem infiltrações de água. A fig. 17 A-11
22 PRÉ-TENSIONADOR Para aumentar ainda mais a proteção dos ocupantes em caso de acidente, os veículos equipados com Air Bag dispõem também de dispositivos pré-tensionadores dos cintos de segurança dianteiros. Estes dispositivos são ativados automaticamente em caso de choque violento. A sua ação consiste em retrair os cintos de segurança em alguns centímetros, garantindo, desta maneira, a perfeita aderência do corpo do motorista e passageiro antes que se inicie a ação de retenção propriamente dita. A ativação do pré-tensionador é reconhecida pelo bloqueio do enrolador do cinto de segurança que não irá se desenrolar nem mesmo com a ajuda das mãos. O dispositivo pré-tensionador não necessita de nenhuma operação de manutenção ou lubrificação. Qualquer modificação nas condições originais do dispositivo pode reduzir a sua ação ou inutilizá-lo. Se, pela ação de desastres naturais (inundações, enxurradas, etc.) o dispositivo for afetado por água ou lama, a sua substituição é obrigatória. Para ter a máxima proteção da ação do pré-tensionador, usar o cinto mantendo-o bem aderente ao tórax e à bacia. Não desmontar os componentes do pré-tensionador. Esta operação deve ser realizada por pessoal competente, e autorizado. Dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. O pré-tensionador pode ser utilizado somente uma vez. Depois de sua ativação, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat para efetuar a sua substituição. A confiabilidade do dispositivo cobre um período de 10 anos a partir da data de produção indicada em uma etiqueta adesiva; no término deste período, o pré-tensionador deve ser substituído. Intervenções que comportam choques, vibrações ou aquecimentos localizados (não superiores a 100 C por uma duração máxima de 6 horas) na zona dos pré-tensionadores podem provocar danos ou ativação dos mesmos. Não fazem parte destas condições as vibrações causadas pelo mau estado da estrada ou por ter atravessado acidentalmente pequenos obstáculos como calçadas, quebra-molas etc. Dirigir-se à Rede Assistencial Fiat se for preciso efetuar consertos. A-12
23 PAINEL DE INSTRUMENTOS A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adquiridos/disponíveis. A 4EN0133BR fig. 18 1) Difusores de ar laterais, reguláveis e orientáveis - 2) Difusores para envio de ar aos vidros laterais - 3) Alavanca de comando das luzes externas - 4) Quadro de instrumentos e lâmpada-piloto - 5) Buzina - 6) Difusores de ar centrais, reguláveis e orientáveis - 7) Interruptor das luzes de emergência - 8) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro - 9) Comandos - 10) Sede para auto-rádio - 11) Air bag do lado do passageiro - 12) Porta-luvas - 13) Comandos de ventilação - 14) Tomada de corrente - 15) Cinzeiro - 16) Comutador de ignição - 17) Air bag do lado do motorista - 18) Tampa de acesso à caixa de fusíveis - 19) Alavanca para abrir o capô do motor. A-13
24 QUADRO DE INSTRUMENTOS PALIO FIRE FLEX 1.0 8V SIENA FIRE FLEX 1.0 8V STRADA FIRE 1.3 8V A - Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento. B - Indicador do nível de combustível com lâmpada-piloto da reserva. C - Velocímetro. D - Hodômetro total e parcial. 4E1413BR fig. 19 A-14
25 INSTRUMENTOS DE BORDO VELOCÍMETRO E HODÔMETRO fig. 20 A - Hodômetro total e parcial. B - Velocímetro. C - Botão para zerar o hodômetro parcial e para comutação do parcial para total (deve ser pressionado durante 4 segundos). INDICADOR DO NÍVEL DE COMBUSTÍVEL fig. 21 O ponteiro indica a quantidade aproximada de combustível existente no tanque. O acendimento contínuo da lâmpada-piloto de reserva A indica que no tanque restam cerca de 5 a 7 litros de combustível. E - (empty) - tanque vazio. F - (full) - tanque cheio. Ver observação no item Estacionamento (pág. B-2) Advertência: se o indicador do nível de combustível estiver com a lâmpada-piloto piscando é sinal de presença de anomalia no sistema. Neste caso, procurar a Rede Assistencial Fiat. INDICADOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO fig. 22 Em regime de funcionamento, normalmente, o ponteiro deve estar sobre os valores centrais da escala. Se chegar perto da marca vermelha, significa que o motor está sendo muito solicitado e é necessário reduzir a exigência de desempenho. Viajando em velocidade muito baixa com um clima muito quente, o ponteiro pode chegar perto da marca vermelha. Em algumas versões, acende-se no quadro de instrumentos, a lâmpada-piloto. Isso indica excessiva temperatura do líquido de arrefecimento. A 4E1075BR 4E1076BR 4E1077BR fig. 20 fig. 21 fig. 22 A-15
26 Nestes casos, é melhor parar o veículo em lugar seguro e desligar o motor. Em seguida, ligá-lo novamente, mantendo-o ligeiramente acelerado. Se a situação persistir, desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. Observação H- do inglês hot: quente C- do inglês cold: frio Advertência: se o indicador estiver no início da escala (temperatura baixa) com a lâmpada-piloto A de excesso de temperatura acesa, é sinal de anomalia no sistema. Neste caso, procurar a Rede Assistencial Fiat. Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento, seu veículo poderá ser seriamente danificado. Os reparos, nestes casos, não serão cobertos pela Garantia. LÂMPADAS-PILOTO Acendem-se nos seguintes casos: v PRESSÃO INSUFICIENTE DO ÓLEO DO MOTOR Quando a pressão do óleo no motor descer abaixo do valor normal. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto se acende, mas deve apagar-se assim que o motor ligar. É possível que ocorra um ligeiro retardo no desligamento da lâmpadapiloto, sobretudo se o motor se encontra em marcha lenta. Se o motor for muito solicitado, rodando em marcha lenta, a lâmpadapiloto pode lampejar, mas deve apagar-se acelerando levemente. Se a lâmpada acender-se durante a marcha, desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. w RECARGA INSUFICIENTE DA BATERIA Quando houver um defeito no sistema do gerador de corrente. Dirigir-se à Rede Assistencial Fiat para evitar que se descarregue completamente a bateria. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto se acende, mas deverá apagar-se assim que o motor for ligado. A-16
27 U AVARIA DO SISTEMA DE INJEÇÃO Acende-se quando houver uma avaria no sistema de injeção. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto se acende, mas deve apagar-se após alguns segundos. Se a luz permanecer acesa ou acender-se durante a marcha, a mesma indica um funcionamento imperfeito do sistema de injeção com possível perda de desempenho, má dirigibilidade e consumo elevado. Nestas condições, é possível prosseguir a marcha, evitando porém, exigir demais do motor ou velocidades altas. Dirigir-se, o quanto antes, à Rede Assistencial Fiat. O uso prolongado do veículo com lâmpada-piloto acesa pode causar danos, principalmente em caso de funcionamento irregular ou de perda de retomada do motor. O veículo pode ser usado somente por pouco tempo em regimes baixos. Se a lâmpada acender-se de vez em quando, por poucos segundos, isto não significa nada. x FREIO DE MÃO ACIO- NADO/NÍVEL INSUFI- CIENTE DO LÍQUIDO DOS FREIOS Acende-se em três situações: 1. quando o freio de mão estiver acionado; 2. quando o nível do líquido dos freios descer abaixo do mínimo. 3. quando ao mesmo tempo a lâmpada-piloto > assinala uma anomalia no corretor eletrônico de frenagem EBD. > SISTEMA ANTIBLO- QUEIO DAS RODAS (ABS) INEFICIENTE Acende-se quando o sistema ABS for ineficiente. O sistema de freios normal continuará a funcionar, mas recomenda-se dirigir-se, assim que possível, à Rede Assistencial Fiat. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto se acende, mas deve apagar-se cerca de 2 segundos depois. A A-17
28 O veículo equipado com sistema ABS também é dotado de corretor eletrônico de frenagem - EBD. O acendimento simultâneo da lâmpada-piloto ABS e x com o motor em funcionamento indica uma anomalia no sistema EBD. No caso de frenagens violentas pode-se verificar o bloqueio precoce das rodas traseiras com possibilidade de derrapagens. Dirigir com extrema cautela e procurar a Rede Assistencial mais próxima para verificação do sistema. O acendimento apenas da lâmpada-piloto ABS com o motor em funcionamento, indica normalmente uma anomalia somente do sistema ABS. Neste caso o sistema de freio convencional mantém a sua eficácia. Dirigir-se, evitando, freadas bruscas, à Rede Assistencial para verificação do sistema. û AVARIA DO AIR BAG Acende-se quando o sistema for ineficiente. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpadapiloto se acende, mas deve apagar-se cerca de 4 segundos depois. Se a lâmpada-piloto não se acender ou se continuar acesa ou se acender, durante a marcha, pare imediatamente e dirija-se à Rede Assistencial Fiat. u SUPERAQUECIMENTO DO LÍQUIDO DE ARRE- FECIMENTO DO MOTOR Quando o motor é superaquecido girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto acende-se, mas deve apagar-se cerca de 2 segundos depois. Neste caso, é melhor parar o veículo em lugar seguro e desligar o motor. Em seguida, ligá-lo novamente mantendo-o ligeiramente acelerado. Se a situação persistir, desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento, seu veículo poderá ser seriamente danificado. Os reparos, nestes casos, não serão cobertos pela Garantia. A-18
29 FIAT CODE Em três casos (com chave de ignição na posição MAR): 1. uma só piscada - avisa ter reconhecido o código da chave. É possível ligar o motor. 2. permanece acesa - avisa não reconhecer o código da chave. Para ligar o motor, efetuar a operação descrita na partida de emergência (ver capítulo Em emergência ). 3. permanece piscando - avisa que o veículo não está protegido pelo dispositivo. De qualquer modo, é possível ligar o motor. K RESERVATÓRIO DE PAR- TIDA A FRIO Acende-se, quando o nível de gasolina for insuficiente ou estiver vazio. RE INDICADORES DE DIRE- ÇÃO (INTERMITENTES) Quando é acionada a alavanca de comando das luzes de direção (setas). 3 LUZES EXTERNAS Quando as luzes de posição forem acesas. 1 FARÓIS ALTOS Quando os faróis altos forem acesos. ( VIDRO TÉRMICO TRA- SEIRO Quando ligar o disposivo de desembaçamento do vidro traseiro. F DESATIVAÇÃO DO AIR BAG DO PASSAGEIRO Quando for desativado o air bag (interruptor de desativação na posição OFF) a lâmpada-piloto fica acesa constantemente. Girando a chave para MAR, a lâmpada-piloto (com o interruptor de desativação do air bag do passageiro em posição ON) acende-se por cerca de 4 segundos piscando sucessivamente e depois apaga-se. Se a situação persistir, desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. A A-19
30 SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO 1 - Difusores para desembaçamento do pára-brisa. 2 - Difusores para desembaçamento dos vidros laterais dianteiros. 4EN0345BR 3 - Difusores centrais e laterais orientáveis. 4 - Aberturas laterais inferiores para enviar ar aos pés do motorista e do passageiro dianteiro. fig. 23 A-20
31 DIFUSORES ORIENTÁVEIS E REGULÁVEIS figs. 24 e 25 Os difusores podem ser orientados para cima ou para baixo pressionando-os. A - Comando para a regulagem da quantidade de ar: - girando até O: difusor aberto - girando até1: difusor fechado B - Comando para orientação lateral do fluxo do ar. Em algumas versões os difusores só podem ser orientados para cima ou para baixo. C - Difusor fixo para os vidros laterais fig. 25. VENTILAÇÃO COMANDOS fig. 26 A - Seletor para ligar o ventilador. B - Seletor para a distribuição do ar. - Introdução do ar externo aberta. - Introdução do ar externo fechada. Deve ser utilizada preferencialmente se trafega por regiões poeirentas ou com muita poluição do ar (túneis, engarrafamentos). O - Fluxo de ar direcionado para o corpo dos passageiros; nesta posição, manter os difusores centrais e laterais completamente abertos. - - Fluxo de ar direcionado para o pára-brisa. A 4EN0136BR 4EN0137BR 4E0776BR fig. 24 fig. 25 fig. 26 A-21
32 AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO COMANDOS fig. 27 A - Seletor para regular a temperatura do ar (mistura ar quente/ar a temperatura ambiente). B - Cursor para ligar a função de recirculação, eliminando a entrada de ar externo. C - Seletor para ligar o ventilador. D - Seletor para a distribuição do ar. 4E0762BR AQUECIMENTO 1) Seletor para a temperatura do ar: ponteiro no setor vermelho. 2) Seletor do ventilador: botão na velocidade desejada. 3) Seletor para a distribuição do ar: apontar em K para aquecer os pés e, ao mesmo tempo, desembaçar o pára-brisa; M para aquecer os pés e manter o rosto fresco ar com dois níveis de temperatura; 4) Cursor de recirculação: para obter um aquecimento mais rápido, deslocar o cursor da recirculação de ar para a posição, equivalente à circulação somente do ar interno. Para se evitar a sensação de enjôo, fechar os difusores centrais quando for utilizar o aquecimento. DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO Pára-brisa e vidros laterais 1) Seletor para a temperatura do ar: apontar no setor vermelho (completamente girado para a direita). 2) Seletor do ventilador: posicionar na velocidade máxima. 3) Seletor para a distribuição do ar: apontar em -. 4) Cursor para a recirculação do ar na posição, equivalente à introdução de ar externo. Após o desembaçamento, usar os comandos para manter as perfeitas condições de visibilidade. Vidro traseiro Pressionar levemente o botão (. Tão logo o vidro traseiro estiver desembaçado, é aconselhável desligar o botão, acionando novamente a tecla correspondente A-22 fig. 27
33 VENTILAÇÃO 1) Difusores de ar centrais e laterais: completamente abertos. 2) Seletor para a temperatura do ar: apontar no setor azul. 3) Seletor do ventilador: posicionar na velocidade desejada. 4) Seletor para a distribuição do ar: apontar em O. 5) Cursor para a recirculação de ar na posição, equivalente à introdução de ar externo. Com o cursor na posição é ativada somente a circulação do ar interno. ADVERTÊNCIA: a função de recirculação é útil principalmente em condições de forte poluição externa (engarrafamentos, trânsito em túnel etc.). Não é aconselhado, no entanto, um uso muito prolongado desta função, especialmente se houver muitas pessoas no veículo. AR-CONDICIONADO O sistema utiliza fluido refrigerante R134a que, em caso de vazamentos acidentais, não prejudica o meio ambiente. Nunca utilizar o fluido R12, incompatível com os componentes do próprio sistema. COMANDOS fig. 28 A - Seletor para regular a temperatura do ar (mistura ar quente/frio). B - Cursor para ligar a recirculação do ar, eliminando a entrada de ar externo. C - Seletor para ligar o ventilador e o ar-condicionado. D - Seletor para a distribuição do ar. 4E0762BR CONDICIONAMENTO DO AR (RESFRIAMENTO) Para obter um resfriamento rápido do habitáculo em veículos equipados com ar-condicionado, operar o sistema conforme indicado: 1) Seletor para a temperatura do ar A-fig. 28 totalmente posicionado à esquerda. 2) Seletor do ventilador C-fig. 28 posicionado na velocidade máxima. 3) Seletor de distribuição do ar D-fig. 28 apontado para O; controlar para que todas as saídas de ar estejam totalmente abertas. Com o cursor na posição é ativada somente a circulação do ar interno. A fig. 28 A-23
34 Algumas versões estão equipadas com filtro antipólen, instalado na caixa de ventilação/ar-condicionado, com o objetivo de filtrar o ar enviado para o interior do veículo. Caso seja observado uma diminuição na vazão de ar pelos difusores, verificar as condições do filtro (quando disponível) e substituí-lo se necessário (ver substituição do filtro antipólen e carvão ativado no Plano de Manutenção no capítulo D. 4) Ligar o ar-condicionado apertando o seletor C-fig ) Se possível, abrir totalmente, ou pelo menos um pouco, as janelas das portas dianteiras por um breve período (2 a 3 minutos no máximo) para que haja uma circulação mais intensa do ar no habitáculo. Em seguida, fechar as janelas. AQUECIMENTO Para as funções de aquecimento e ventilação, não ligar o condicionador, mas utilizar o sistema normal de aquecimento e ventilação (ver capítulo anterior). DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO O ar-condicionado é muito útil para acelerar o desembaçamento, pois desumidifica o ar. É suficiente regular os comandos para a função de desembaçamento e ativar o condicionador, apertando o seletor C-fig. 28. Pára-brisa e vidros laterais 1) Condicionador de ar ligado: seletor C-fig ) Seletor para a temperatura do ar: (completamente girado para a direita) para dias frios ou (completamente girado para a esquerda) para dias quentes. 3) Cursor do ventilador: posicionar na velocidade máxima. 4) Seletor para a distribuição do ar: apontar em -. 5) Recirculação do ar: desligada. Após o desembaçamento, usar os comandos para manter as perfeitas condições de visibilidade. RECIRCULAÇÃO Com o Cursor posicionado em, é ativada somente a circulação do ar interno. Vidro traseiro Pressionar levemente o botão (. Tão logo o vidro traseiro estiver desembaçado, é aconselhável desligar o dispositivo. A-24
35 ADVERTÊNCIA: com a temperatura externa muito alta, a recirculação acelera o resfriamento do ar. Além disso, é particularmente útil em condições de forte poluição externa (engarrafamentos, trânsito em túnel etc.). Não é aconselhado, no entanto, um uso muito prolongado desta função. ADVERTÊNCIA: para plena eficiência na operação de desembaçamento, mantenha a parte interna dos vidros sempre limpa e desengordurada. Para limpeza dos vidros, use apenas detergente neutro e água. Não utilize produtos à base de silicone para a limpeza de partes plásticas, principalmente o painel, pois o silicone se evapora quando exposto ao sol, condensando-se sobre a superfície interna do vidro e prejudicando o desembaçamento e a visibilidade noturna. ALAVANCAS SOB O VOLANTE ALAVANCA ESQUERDA Reúne os comandos das luzes externas e das setas. A iluminação externa funciona somente com a chave de ignição na posição MAR. Acendendo as luzes externas, iluminam-se os ideogramas no quadro de instrumentos e os símbolos dos comandos situados no painel de instrumentos. 4E0783BR Luzes de posição fig. 29 Acendem-se girando a empunhadura da posição å à posição 6. No quadro de instrumentos acende-se a respectiva lâmpada-piloto 3. Faróis baixos fig. 30 Acendem-se girando a empunhadura da posição 6 à posição 2. 4E0782BR A fig. 29 fig. 30 A-25
36 Faróis altos fig. 31 Acendem-se com a empunhadura na posição 2, e empurrando a alavanca para a frente em direção ao painel de instrumentos. No quadro acende-se a lâmpadapiloto 1. Apagam-se puxando a alavanca em direção do volante. Lampejos fig. 32 São feitos puxando a alavanca em direção ao volante (posição instável). Luzes de direção (setas) fig. 33 Deslocando a alavanca: para cima - ativa-se a seta direita; para baixo - ativa-se a seta esquerda. No quadro de instrumentos acende-se com intermitência a lâmpada-piloto y. As setas são desativadas automaticamente quando o veículo volta a prosseguir em linha reta. Caso queira dar um sinal de luz rapidamente, mova a alavanca para cima ou para baixo, sem chegar ao final do curso. Ao soltá-la, a alavanca volta sozinha ao ponto de partida. 4E0784BR 4E0785BR 4E0786BR A-26 fig. 31 fig. 32 fig. 33
37 ALAVANCA DIREITA Reúne todos os comandos para a limpeza do pára-brisa e do vidro traseiro. Limpador/lavador do pára-brisa fig. 34 Funciona somente com a chave de ignição na posição MAR. å - Limpador do pára-brisa desligado. 1 - Funcionamento intermitente. 2 - Funcionamento contínuo e lento. 3 - Funcionamento contínuo e rápido. 4 - Funcão antipânico: temporário e contínuo rápido; ao soltar, a alavanca volta para a posição å e desliga automaticamente o limpador do pára-brisa. Puxando a alavanca em direção do volante fig. 35, ativa-se o esguicho do lavador do pára-brisa. 4E0788BR Limpador/lavador do vidro traseiro figs. 36 e 37 Funciona somente com a chave de ignição na posição MAR. Comandos: 1) girar a empunhadura da posição å para '; 2) empurrando a alavanca em direção ao painel (posição instável), ativam-se o esguicho do lavador do vidro traseiro e o limpador do vidro traseiro; ao soltá-la, desligam-se. Em algumas versões a freqüência do tempo do limpador traseiro é sincronizada com a freqüência do limpador dianteiro. A fig. 35 4E0787BR 4E0790BR 4E0791BR fig. 34 fig. 36 fig. 37 A-27
38 COMANDOS LUZES DE EMERGÊNCIA fig. 38 Acendem-se apertando levemente o botão A, independente da posição da chave de ignição. Com o dispositivo ligado, o símbolo sobre o interruptor A e o indicador y, no quadro de instrumentos, iluminam-se de modo intermitente. Para apagar, apertar novamente o botão. A luz de emergência só deve ser acionada com o veículo parado; nunca em movimento. 4EN0138BR BOTÕES DE COMANDO fig. 39 Estão situados sobre os difusores centrais do ar e funcionam somente com a chave de ignição na posição MAR. Quando uma função é ligada, acende-se a lâmpada-piloto correspondente situada no quadro de instrumentos. Para desligar, basta apertar novamente o botão. 4EN0139BR Desembaçador do vidro traseiro A - Botão com indicação de função ativada no quadro de instrumentos para ligar/desligar o desembaçador do vidro traseiro. Tão logo o vidro traseiro estiver desembaçado, é aconselhável desligar o dispositivo. ADVERTÊNCIA: para plena eficiência na operação de desembaçamento, mantenha a parte interna dos vidros sempre limpa e desengordurada. Para limpeza dos vidros, use apenas detergente neutro e água. Não utilize produtos à base de silicone para a limpeza de partes plásticas, principalmente o painel, pois o silicone se evapora quando exposto ao sol, condensando-se sobre a superfície interna do vidro e prejudicando o desembaçamento e a visibilidade noturna. A-28 fig. 38 fig. 39
39 INTERRUPTOR INERCIAL fig. 40 É um interruptor que se ativa em caso de impacto, interrompendo a alimentação de combustível e causando, por conseguinte, a parada do motor. Após o impacto, caso for notado cheiro de combustível ou vazamentos no sistema de alimentação, não reativar o interruptor para evitar riscos de incêndio. Se não forem notadas perdas de combustível, e o veículo for capaz de partir, apertar o botão A para reativar o sistema de alimentação. Depois do impacto, lembre-se de girar a chave de ignição para STOP para não descarregar a bateria. EQUIPAMENTOS INTERNOS PORTA-LUVAS Para abrir, puxar o pegador A-fig. 41. Nunca trafegue com a tampa do porta-luvas aberta. Na tampa, existem as sedes A para colocar, com o veículo parado, um copo ou uma latinha fig. 42. A 4E0735BR 4E0809BR 4E0810BR fig. 40 fig. 41 fig. 42 A-29
40 CONJUNTO DA LUZ INTERNA fig. 43 A lâmpada pode acender-se em 3 situações distintas, de acordo com a posição do interruptor fig. 43: posição 1: permanentemente desligada; posição neutra na lente: acende-se somente com as portas abertas; posição 2: permanentemente ligada. A-30 fig. 43 4EN0140BR TOMADA DE CORRENTE fig. 44 Algumas versões dispõem de tomada de corrente para alimentação de acessórios elétricos (carregador de celular, aspirador de pó, acendedor de cigarros, etc.). Devido à grande variedade de acessórios elétricos que podem ser conectados a esta tomada de corrente, recomenda-se especial cuidado na utilização dos mesmos, observando se atendem as especificações abaixo: - Somente podem ser conectados acessórios com potência até 180 Watts. - Para prevenir danos, o corpo do plugue do acessório deve ser largo o suficiente para servir como guia de centralização, quando este estiver inserido na tomada de corrente. fig. 44 4EN0088BR Se houver dúvidas com relação à conformidade do plugue do acessório a ser utilizado, recomenda-se verificar com o fabricante se o mesmo atende às especificações vigentes. O plugue do acessório deve se ajustar perfeitamente à medida da tomada de corrente visando evitar mau contato ou superaquecimento com risco de incêndio. Em caso de utilização da tomada de corrente como acendedor de cigarros (adquirido como acessório), recomenda-se cautela no manuseio deste último para prevenir queimaduras causadas pelo calor gerado pelo dispositivo. Recomenda-se verificar na Rede Assistencial Fiat a disponibilidade de acessórios originais e homlogados para uso nos modelos Fiat. ADVERTÊNCIA: verificar sempre se o acendedor está desligado após o uso. O acendedor de cigarros alcança temperaturas elevadas. Manejá-lo com cautela e evitar que crianças o utilizem, pois há perigo de incêndio ou queimaduras.
41 CINZEIRO fig. 45 PÁRA-SÓIS fig. 46 ou 47 VIDRO TRASEIRO CORREDIÇO Algumas versões dispõem de cinzeiro. Para utilizá-lo, abrir a tampa A puxando-a para trás. Para facilitar a sua limpeza o cinzeiro pode ser removido. Estão situados ao lado do espelho retrovisor interno, podendo ser orientados para a frente ou para o lado. Para algumas versões, atrás do párasol do lado do motorista, há um bolso para documentos e um espelho com tampa protetora corrediça, enquanto que do lado do passageiro há um espelho de cortesia fig. 47. (Strada) Para auxiliar na renovação de ar no interior do veículo, algumas versões são dotadas de vidros traseiros corrediços. Para abrir a janela, destravá-la inicialmente, puxando a trava A-fig. 48. A fig. 46 4E0738BR 4E0848BR 4E1046BR 4EN0346BR fig. 45 fig. 47 fig. 48 A-31
42 PORTAS PORTAS LATERAIS Abertura manual por fora fig. 49 Girar a chave para a posição 1 e puxar a maçaneta de abertura. Travamento manual por fora Girar a chave para a posição 2. Abertura/travamento manual por dentro das portas dianteiras Abertura: puxar a maçaneta de abertura A-fig. 50. Travamento: fechar a porta e apertar a maçaneta. Desta maneira, são travadas também as portas traseiras. Dispositivo de segurança para crianças Impede a abertura das portas traseiras pelo lado de dentro. É ativado inserindo a ponta da chave de ignição na ranhura A-fig. 51 e girando-a. Posição 1 - dispositivo desativado. Posição 2 - dispositivo ativado (marca amarela). O dispositivo fica ativado mesmo se as portas forem destravadas com comando elétrico. Utilizar sempre este dispositivo quando for transportar crianças. 4E1144BR 4EN0347BR 4E0841BR A-32 fig. 49 fig. 50 fig. 51
43 TRAVAMENTO ELÉTRICO Por fora Com as portas fechadas, inserir e girar a chave na fechadura de uma das portas dianteiras. Por dentro Com as portas fechadas, apertar (para travar) ou puxar (para destravar) uma das maçanetas de abertura das portas dianteiras. ADVERTÊNCIA: se uma das portas dianteiras não estiver bem fechada ou houver um defeito no sistema, o travamento centralizado não é ativado e, após algumas tentativas, o dispositivo é excluído por cerca de 2 minutos. Nestes 2 minutos, é possível travar ou destravar as portas manualmente, sem que o sistema elétrico intervenha. Após esses 2 minutos, a central está de novo apta a receber os comandos. LEVANTADORES DOS VIDROS DAS PORTAS Levantadores elétricos dos vidros dianteiros fig. 52 No apóia-braço da porta do lado do motorista há duas teclas que comandam, com a chave de ignição em MAR: A - vidro esquerdo B - vidro direito. No apóia-braço da porta do lado do passageiro há uma tecla para o comando do respectivo vidro. Pressionar as teclas para abaixar os vidros. Puxá-las para levantá-los. 4E1047BR Antes de acionar o interruptor do mecanismo levantador do vidro, verifique se não há alguém com o braço de fora. Levantadores manuais dos vidros Girar a manivela da respectiva porta para abaixar ou levantar o vidro A-fig EN0348BR A Se foi resolvida a causa do problema, o dispositivo volta a funcionar normalmente, caso contrário, repete o ciclo de exclusão. fig. 52 fig. 53 A-33
44 O uso impróprio dos levantadores elétricos dos vidros pode ser perigoso. Antes e durante o acionamento, verificar sempre se os passageiros não estão expostos ao risco de lesões provocadas tanto direta ou indiretamente pelos vidros em movimento, como por objetos pessoais arrastados ou jogados pelos mesmos. Ao sair do veículo, retire sempre a chave da ignição para evitar que os levantadores elétricos dos vidros, acionados inadvertidamente, constituam perigo para quem permanece a bordo. COMPARTIMENTO DE CARGA Strada Para abrir a tampa do compartimento de carga, levantar a maçaneta A-fig. 54 e acompanhar a descida da tampa com as mãos. Jamais transportar pessoas no compartimento de carga ou sobre o estribo traseiro. ADVERTÊNCIAS: 1) A tampa do compartimento de carga pode suportar um peso de até 300 kg (com o veículo parado). Se for apoiada uma carga de peso superior, as dobradiças da tampa serão danificadas. 2) É indispensável que a carga seja corretamente amarrada utlizando os diversos anéis de fixação existentes no compartimento de carga (ver capítulo uso correto do veículo ). CAPOTA DO COMPARTIMENTO DE CARGA Algumas versões são equipadas com uma capota que permite a proteção dos objetos transportados no compartimento de carga. 4E1396BR 4E1052BR A-34 fig. 54 fig. 55
45 Para recolhê-la, abrir antes a tampa do compartimento de carga para ter acesso às travas A-fig. 55, que liberam a capota. Logo após, desencaixe as travas das sedes B-fig. 55 puxandoas para cima. Soltar os cordões de fixação A-fig. 56, dispostos dos dois lados da caçamba, após ter pressionado as travas B-fig. 56. Enrolar a capota lentamente, com a parte preta para cima, em direção à cabine do motorista. Feito isso, prender a capota dobrada com os elásticos A-fig. 57. Remover as travessas de reforço A-fig.58 afrouxando e puxando para trás os parafusos borboleta B-fig. 58. As travessas de reforço, uma vez desmontadas, podem ser guardadas nas sedes existentes na própria capota, antes que a mesma seja enrolada. Para recolher a capota, inverter a ordem dos procedimentos colocando as travessas A-fig. 58 e soltando os elásticos A-fig. 57 que deverão ser presos de forma a evitar que produzam ruídos contra a carroceria. Fechar adequadamente a capota, prendendo os cordões de fixação fig. 56 e encaixando novamente a extremidade da mesma nas travas traseiras de fixação B-fig. 56. Estribo traseiro - fig. 59 Tem o objetivo de facilitar a colocação de objetos no compartimento de carga, permitindo que, como o veículo parado uma pessoa suba no mesmo para acomodar ou amarrar a carga, com a tampa traseira fechada. O estribo traseiro pode sofrer danos se forem colocados pesos elevados (carga máxima: 100 kg em cada extremidade e 150 kg no centro). A fig. 56 4E1054BR 4E1055BR 4E1053BR 4E01397BR fig. 57 fig. 58 fig. 59 A-35
46 PORTA-MALAS ABERTURA/FECHAMENTO DA TAMPA DO PORTA-MALAS Para abrir a tampa do porta-malas por fora, destrancar a fechadura usando a chave de ignição figs. 60 e 61. Em algumas versões, a abertura da tampa é facilitada pela ação dos amortecedores laterais a gás. Para fechar, abaixar a tampa e impulsioná-la com o dedo polegar pela fechadura. Para Siena, impulsionar pela parte central da tampa. ADVERTÊNCIA: Para evitar o fechamento espontâneo da tampa do porta-malas, quando o veículo estiver em um plano inclinado, deve-se forçá-la até o final de curso, para que os braços de articulação sejam fixados pelos suportes de retenção. Para fechar, é necessária uma força inicial maior para desencaixar os braços de articulação dos respectivos suportes. Abaixar a tampa e soltá-la um pouco antes do fechamento para evitar que prenda os dedos. No uso do porta-malas, nunca superar as cargas máximas permitidas (ver capítulo Características técnicas ). Certificar-se ainda que os objetos contidos no porta-malas estejam bem colocados, para evitar que uma freada brusca possa jogá-los para a frente, machucando os passageiros. Colocar acessórios no bagagito ou na tampa do porta-malas (alto-falantes, spoiler etc., exceto quando previsto pelo fabricante) pode prejudicar o correto funcionamento dos amortecedores laterais a gás da própria tampa. Objetos soltos devem ser colocados no porta-malas. O compartimento de bagagens é de uso exclusivo destas. ABERTURA DE EMERGÊNCIA DA TAMPA DO PORTA-MALAS fig. 61a A abertura de emergência da tampa do porta-malas está disponível para algumas versões do Palio e Siena. A-36 fig. 60 fig.61 fig.61a
47 Para utilizá-la, proceder como a seguir: 1- Destrave o encosto do banco traseiro e recline o banco totalmente à frente até apoiá-lo no assento do banco, como indicado em Ampliação do porta-malas neste capítulo; 2- Através do furo A existente na travessa traseira, abaixo da fechadura, destravar o pino B para abertura da tampa. O procedimento para abertura de emergência da tampa do porta-malas e a localização do furo na travessa traseira é similar para Palio e Siena. 2) Se for necessário, remover os apóia-cabeças do banco traseiro (ver Regulagens Personalizadas neste capítulo) e colocá-los no compartimento de bagagens. 3) Desengatar o encosto, movendo as alavancas laterais A-fig. 62 no sentido da seta. 4) Rebater para a frente o encosto, passando os cintos pelos lados, até que este se apóie sobre o assento traseiro fig ) Em seguida, rebater o banco traseiro inteiro para a frente de maneira a obter uma única superfície de carga. Para remover o bagagito (somente Palio): 1) Soltar as extremidades superiores A-fig. 64 dos dois tirantes, desprendendo as argolas dos pinos. 2 ) Tirar os pinos A-fig. 65 do bagagito das respectivas sedes B e removê-lo. Uma vez retirada, a superfície pode ser posta transversalmente entre os encostos dos bancos da frente e o assento rebatido do banco de trás. A AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 1 ) Abaixar completamente os apóia-cabeças do banco traseiro. fig. 64 fig. 62 fig. 63 fig. 65 A-37
48 AMARRAÇÃO DE OBJETOS NO COMPARTIMENTO DE BAGAGENS Strada cabine estendida Existem, no compartimento de bagagens, 4 anéis com a finalidade de amarrar os objetos transportados. Por medida de segurança, é aconselhável usá-los sempre que objetos pesados ou delicados forem transportados. ADVERTÊNCIA: se houver carga no porta-malas ou no compartimento de carga, é melhor, viajando à noite, controlar e regular a altura do facho luminoso dos faróis de luz baixa (ver Faróis neste capítulo). Em caso de acidente, objetos pesados não amarrados podem causar graves danos aos passageiros. CONSELHO PARA O TRANSPORTE DE CARGA Strada O veículo foi projetado e homologado em função de determinados pesos máximos (ver tabela pesos no capítulo Características Técnicas ): - peso em ordem de marcha; - carga útil; - peso máximo no eixo dianteiro; - peso máximo rebocável. Cada um destes limites deve ser respeitado e, em qualquer situação, não deve ser superado. Em caso de freadas bruscas ou colisões ocasionais, um deslocamento repentino da carga poderia criar um situação 4E1068BR de perigo para o motorista e o passageiro; por este motivo, antes de movimentar o veículo, providenciar a correta fixação das cargas ou bagagens utilizando os ganchos de amarração de carga nas bordas da caçamba e/ou os anéis de fixação dispostos no piso do compartimento de carga fig. 66 ou no interior do veículo fig. 67 (versões com cabine estendida). Para que a operação seja feita de forma segura, somente utilizar cabos, cordas ou correias adequados à fixação do material que será transportado. O espaço disponível atrás dos bancos fig. 67 (versões com cabine estendida) é destinado exclusivamente para o transporte de bagagens e/ou objetos, desde que adequadamente fixados. 4E1094BR A-38 fig. 66 fig. 67
49 Além das precauções anteriormente mencionadas, alguns conselhos bem simples podem contribuir para melhorar a segurança da direção, oconforto de marcha e a durabilidade do veículo: - distribuir uniformemente o material a ser transportado sobre o plano de carga; se for necessário concentrálo em apenas uma parte do compartimento, o ideal é fazê-lo sobre a região intermediária entre os dois eixos. - lembrar que quanto mais baixo é o material transportado, mais abaixase o centro de gravidade do veículo, razão pela qual, os objetos mais pesados deverão ser colocados sempre por baixo. - lembrar-se que o comportamento do veículo apresenta alterações em função do peso transportado; particularmente, os espaços de frenagem tornam-se mais longos, sobretudo em velocidades altas. - utilizar o porta-escadas fig. 68 para apoiar e fixar corretamente os objetos de maior altura. Nas versões com cabine estendida, levantar antes os limitadores fig. 69. Ao utilizar o porta-escadas, não apoiar objetos cujo peso seja superior a 80 kg. No caso dos limitadores fig. 69, não obrigá-los a suportar forças laterais superiores a 30 kg. CAPÔ DO MOTOR Para abrir o capô do motor: 1) puxar a alavanca A-fig ) levantar a trava A-fig. 71; 3) levantar o capô segurando-o pela parte central e, simultaneamente, soltar a vareta de suporte A-fig. 72 do seu dispositivo de bloqueio; 4) introduzir a extremidade da vareta na abertura B do capô do motor. capô. Atenção. Uma colocação incorreta da vareta pode provocar a queda violenta do A 4E1068BR 4E1061BR 4E0771BR fig. 68 fig. 69 fig. 70 A-39
50 Se houver necessidade de se fazer alguma verificação no motor, estando este ainda quente, evite encostar-se no eletroventilador, pois o mesmo poderá funcionar mesmo com a chave de ignição desligada. Espere até que o motor esfrie. Para fechar o capô do motor: 1) manter levantado o capô com uma mão e, com a outra, tirar a vareta A-fig. 72 da abertura B e repô-la no seu dispositivo de bloqueio; 2) abaixar o capô a cerca de 20 cm do vão do motor; 3) deixá-lo cair: o capô fecha-se automaticamente. Verificar sempre se o capô foi bem fechado para evitar que se abra durante a marcha do veículo. 4E0796BR BAGAGEIRO DE TETO As sedes para encaixar as fixações, ficam acessíveis após ter deslocado levemente a guarnição das portas nos pontos indicados na fig. 73. A este respeito, lembramos que na Rede Assistencial Fiat existe um bagageiro específico para o Fiat Palio. Não superar a carga máxima permitida (ver capítulo Características técnicas ). Depois de percorrer alguns quilômetros, conferir se as fixações do bagageiro estão bem apertadas. 4EN0666BR 4E0845BR A-40 fig. 71 fig. 72 fig. 73
51 FARÓIS REGULAGEM DO FACHO LUMI- NOSO ADVERTÊNCIA: uma correta regulagem dos faróis é determinante para o conforto e a segurança não só de quem guia o veículo, mas de todos os usuários. Além disso, constitui uma norma precisa do Código de trânsito. Para garantir a si mesmo e aos outros as melhores condições de visibilidade viajando com os faróis acesos, o veículo deve ter um correto alinhamento dos mesmos. Para o controle e a eventual regulagem, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO Quando o veículo está carregado, este inclina-se para trás e, conseqüentemente, o feixe luminoso eleva-se. É necessário, neste caso, regulá-lo corretamente. Regulador no farol fig. 74 Para ter acesso ao regulador, retirar a tampa plástica localizada na parte traseira do farol, agindo por dentro do vão do motor. Posição 1 - com veículo com carga normal. Posição 2 - com veículo com carga completa. É importante que os dispositivos de ambos os faróis estejam orientados na mesma posição. Controlar a orientação dos feixes luminosos cada vez que mudar o peso da carga transportada. Regulagem dos faróis auxiliares dianteiros Para o controle e a eventual regulagem, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A 4E0798BR fig. 74 A-41
52 ABS O ABS (Sistema Antibloqueio das Rodas) é um dispositivo combinado com o sistema de freios convencional, que impede o bloqueio das rodas permitindo: - melhorar o controle e a estabilidade do veículo durante a freada; - otimizar o mínimo espaço de frenagem; - usufruir plenamente da aderência de cada pneu. Uma central eletrônica recebe os sinais provenientes das rodas, localiza quais tendem a travar-se e envia um sinal à central eletrohidráulica para reduzir, manter ou aumentar a pressão nos cilindros de comando dos freios, de maneira a evitar o bloqueio. O ABS entra em funcionamento quando é solicitada a total capacidade de frenagem do veículo. O motorista é avisado através da pulsação do pedal do freio com ruídos de funcionamento hidráulico. Este comportamento é completamente normal e indica que o sistema está ativo. No caso de qualquer anomalia, o sistema desativa-se automaticamente, passando a funcionar normalmente o sistema convencional. Nesta condição, acende-se a lâmpada-piloto > no quadro de instrumentos. ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat equipados com ABS devem ser montados exclusivamente rodas, pneus, lonas e pastilhas de freio do tipo e marca aprovados pelo fabricante. O ABS não dispensa o motorista de uma condução prudente, principalmente em estradas com água, lama, areia etc. Cuidados com o sistema ABS: - Em caso de solda elétrica no veículo, desligar a bateria e a unidade de comando elétrica. - Retirar a unidade de comando elétrica quando o veículo for colocado em estado de secagem (temperatura acima de 80 C). - Desconectar os cabos da bateria antes de carregá-la ou antes de qualquer reparo no sistema ABS. - Não retirar ou colocar o conector da unidade de comando com comutador de ignição ligado. - Não desligar a bateria com o motor em funcionamento. ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat equipados com ABS, devem ser montados exclusivamente rodas, pneus e guarnições de freio do tipo e marca aprovados pelo fabricante. A-42
53 O acendimento somente da lâmpada-piloto >, com o motor em funcionamento, indica normalmente uma anomalia de funcionamento do sistema ABS. Neste caso, o sistema de freios irá manter a sua eficiência normal, não existindo no entanto a função antitravamento das rodas. A eficiência do sistema, em termos de segurança ativa, não deve induzir o motorista a correr riscos desnecessários. A conduta a manter ao volante deve ser sempre a adequada para as condições atmosféricas, a visibilidade da estrada, o trânsito e as normas de circulação. CORRETOR DE FRENAGEM ELETRÔNICO EBD O veículo é dotado de um corretor de frenagem eletrônico denominado EBD (Electronic Braking Device) que, através da centralina e dos sensores do sistema ABS, permite intensificar a ação do sistema de freios. A Recomenda-se levar o veículo até a Rede Assistencial Fiat, evitando freadas bruscas. Diante do acendimento da lâmpada-piloto x, indicando nível mínimo de líquido no sistema de freios, levar o veículo o quanto antes à Rede Assistencial Fiat para uma verificação do sistema. Eventuais vazamentos de líquido de freios afetam o funcionamento dos mesmos, sejam do tipo convencional ou com sistema ABS. Uma utilização excessiva do freio motor (marchas muito baixas com pouca aderência), poderia fazer derrapar as rodas motrizes. O sistema ABS não tem qualquer efeito sobre este tipo de situação. Se o sistema ABS entrar em funcionamento, significa que a aderência entre o pneu e a estrada foi reduzida em relação ao normal; neste caso, reduzir imediatamente a velocidade, no sentido de adequá-la às condições do trecho em que se trafega. Nos veículos equipados com corretor eletrônico de frenagem (EBD), o acendimento simultâneo das lâmapadaspiloto > e x, com o motor ligado, indica uma anomalia do sistema EBD; neste caso, nas freadas violentas pode ocorrer um travamento precoce das rodas traseiras, com possibilidade de derrapagem. Conduzir o veículo, com extrema cautela, à Rede Assistencial Fiat mais próxima para a verificação do sistema. A-43
54 O acendimento apenas da lâmpada-piloto >, com o motor ligado, indica normalmente uma anomalia somente do sistema ABS. Neste caso, o sistema de freios mantém a sua eficiência normal, não existindo, no entanto, a função antitravamento. Em tais condições, também a funcionalidade do sistema EBD pode ser reduzida. Também neste caso, é aconselhável dirigir-se imediata-mente à Rede Assistencial Fiat mais próxima, conduzindo de modo a evitar freadas bruscas, para a verificação do sistema. A eficiência do sistema, em termos de segurança ativa, não deve induzir o motorista a correr riscos inúteis e injustificáveis. A conduta a manter ao volante deve ser sempre a adequada para as condições atmosféricas, a visibilidade da estrada, o trânsito e as normas de circulação. AIR BAG DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO O AIR BAG é um dispositivo constituído de uma bolsa com enchimento instantâneo, contida em um vão apropriado no centro do volante, em frente ao motorista, e que, quando previsto, equipa também o painel em frente ao passageiro dianteiro. É disponível, portanto, para o lado do motorista ou para ambos os lugares dianteiros. 4E0747BR O AIR BAG não substitui o cinto de segurança. Trata-se de um dispositivo suplementar ao mesmo, sendo acionado exclusivamente em caso de impacto frontal violento. Seu acionamento reduz o risco de contato entre a cabeça/tórax do ocupante contra o volante/painel do veículo, em decorrência da violência do choque. A entrada em funcionamento do AIR BAG produz calor e libera uma pequena quantidade de pó. Este produto não é nocivo e não indica princípio de incêndio. O AIR BAG não se ativa nos casos de impactos frontais não violentos, choques laterais, choques traseiros ou contra obstáculos amortecedores que absorvam a energia do impacto. Nesses casos, os ocupantes são protegidos somente pelos cintos de segurança do veículo, que devem, por isso, ser sempre usados. A-44 fig. 75
55 A eficiência do sistema AIR BAG é verificada, constantemente, por uma central eletrônica. No caso de qualquer anomalia, acende-se a lâmpada-piloto. Girando a chave para a posição MAR, a lâmpada-piloto acende-se, mas deve apagar-se depois de cerca de 4 segundos. Se a situação persistir, desligar o motor e providenciar o reboque do veículo à concessionária Fiat mais próxima. Qualquer manutenção no sistema do air bag só deve ser feita por pessoal especializado da Rede Assistencial Fiat. Não colar adesivos ou outros objetos no volante ou no console do AIR BAG do lado do passageiro. Não viajar com objetos no colo e muito menos com cachimbo, lápis etc., entre os lábios; em caso de choque com ativação do air bag, estes poderiam causar-lhe graves danos. O correto funcionamento do sistema AIR BAG é garantido somente se todas as limitações relativas à capacidade e à disposição da carga no veículo forem respeitadas. Dirija mantendo sempre as mãos na parte externa do volante de maneira que, em caso de ativação do air bag, este possa encher-se sem encontrar obstáculos que poderiam causar-lhe graves danos. Não dirija com o corpo inclinado para a frente, mas mantenha o encosto em posição ereta, apoiando bem as costas. GRAVE PERIGO: em veículo equipado com AIR BAG no lado do passageiro, não colocar a cadeirinha para bebê virada para trás, de costas para o painel. A I R B A G AIR BAG DO LADO DO PASSAGEIRO O air bag do lado do passageiro foi estudado e calibrado para melhorar a proteção de uma pessoa que esteja usando o cinto de segurança. O seu volume, no momento de máximo enchimento, preenche a maior parte do espaço entre o painel e o passageiro. Em caso de colisão, uma pessoa que não esteja usando o cinto de segurança projeta-se para a frente em direção à bolsa ainda na fase de abertura, com uma proteção certamente inferior à que poderia ser fornecida. O air bag não é um substituto, mas um complemento ao uso do cinto, por isso recomenda-se usar sempre o cinto, seguindo rigorosamente a legislação de trânsito. A A-45
56 Desativação do air bag do lado do passageiro fig. 76 e 77 (para algumas versões) Em caso de necessidade de transporte de criança no banco dianteiro deve-se, desativar o air bag do lado do passageiro. Para desativar o air bag abrir a tampa localizada no console central, pressionando a parte de baixo da mesma. Algumas versões podem apresentar console central diferente, contudo, o sistema de desativação do air bag do lado do passageiro tem o mesmo funcionamento. Operar no interruptor somente com o motor desligado e a chave de ignição retirada. 4E0772BR O interruptor tem duas posições A e B-fig. 76. A - Air bag lado do passageiro ativado: (posição ON A-fig. 76) com lâmpada-piloto no quadro de instrumentos apagada. B - Air bag do lado do passageiro desativado: (posição OFF B-fig. 76) com lâmpada-piloto no quadro de instrumentos acesa. A lâmpada-piloto no quadro de instrumentos fica permanentemente acesa até a reativação do air bag do lado do passageiro. Lembre-se de reativar imediatamente o air bag assim que não for mais transportar crianças. 4E0797BR Todos os menores, cujas características físicas (idade, altura, peso) os impeçam de utilizar os cintos de segurança com os quais o veículo é equipado originalmente, deverão ser protegidos por dispositivos de transporte de crianças apropriados (cadeirinhas para bebês, bercinhos, travesseiros etc.), seguindo rigorosamente as instruções do fabricante do dispositivo. Se o veículo tiver sido objeto de roubo ou de tentativa de roubo, se sofreu atos de vandalismo, inundações ou alagamentos, mandar verificar o sistema air bag junto à Rede Assistencial Fiat. O sistema air bag tem uma validade de 10 anos indicada em uma etiqueta adesiva colocada na tampa do portaluvas. Ao aproximar-se da data de vencimento, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A-46 fig. 76 fig. 77
57 ADVERTÊNCIAS: no caso de um acidente no qual foi ativado o air bag, recomenda-se não dirigir, e sim, rebocar o veículo até à Rede Assistencial Fiat para substituir o dispositivo e os cintos de segurança. Não desligar a central eletrônica do chicote, nem mesmo desconectar a bateria, estando a chave de ignição na posição MAR, pois a central memoriza estas condições como avarias do sistema. PREDISPOSIÇÃO PARA INSTALAÇÃO DO AUTO-RÁDIO O auto-rádio deverá ser montado na respectiva sede prevista para esta finalidade, a qual é removida fazendo pressão nas lingüetas de retenção indicadas A-fig. 78. A predisposição é composta de: - cabo de alimentação do autorádio C-fig cabo para alto-falante dianteiro (Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire) e traseiro B-fig. 79 (Palio Fire Flex e Siena Fire Flex). A Todas as intervenções de controle, conserto e substituição do air bag devem ser efetuadas junto à Rede Assistencial Fiat. Caso o veículo seja sucateado é necessário desativar o sistema junto à Rede Assistencial Fiat. Em caso de venda do veículo, é indispensável que o novo proprietário conheça as modalidades de uso e as advertências acima indicadas e que receba o presente manual de Uso e Manutenção original, ou que adquira o mesmo na Rede Assistencial Fiat. 4EN0142BR 4EN0143BR fig. 78 fig. 79 A-47
58 - cabo com conector para antena A-fig alto-falantes na porta dianteira fig alto-falantes traseiros figs. 81 e 82 (Palio Fire Flex e Siena Fire Flex). - antena instalada no teto do veículo. OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE SOM Recomenda-se a instalação dos modelos de auto-rádios originais (encontrados em concessionárias), especialmente projetados para proporcionar uma perfeita integração estética com o painel de instrumentos do veículo. A instalação dos auto-rádios originais envolve a remoção de componentes plásticos do painel e, portanto, é recomendável que este trabalho seja confiado às concessionárias da Rede Assistencial Fiat. A instalação de sistemas de som (auto-rádios, módulos de potência, CD Changers etc.), que implique em alterações das condições originais da instalação elétrica e/ou em interferências nos sistemas eletrônicos de bordo; além de provocar o cancelamento da garantia dos componentes envolvidos, pode gerar anomalias de funcionamento com risco de incêndio. 4EN0350BR 4E0823BR 4E0775BR A-48 fig. 80 fig. 81 fig. 82
59 PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME Algumas versões possuem predisposição para instalação de alarme eletrônico antifurto (cabos elétricos e conectores). Para instalação do sistema dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. NO POSTO DE ABASTECIMENTO Os dispositivos antipoluentes exigem o uso exclusivo de gasolina sem chumbo. De acordo com regulamentação vigente estabelecida pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) a gasolina normalmente disponível no mercado brasileiro não deve conter chumbo em proporções que possam causar danos ao conversor catalítico dos automóveis. A adição de outro tipo de gasolina no tanque (ex.: gasolina de aviação), não homologada para uso automotivo, pode provocar danos irreversíveis no conversor catalítico. Se o veículo estiver em trânsito por outros países (Uruguai, Paraguai, Argentina etc.), certifique-se de que o abastecimento seja feito somente com gasolina, que não contém chumbo em sua composição. Nunca introduzir, nem mesmo em casos de emergência, a mínima quantidade de gasolina com chumbo no tanque. A 4E0588BR fig. 83 A-49
60 O conversor catalítico ineficiente provoca emissões nocivas no escapamento, com a conseqüente poluição do meio ambiente. Por motivos de segurança, assim como para garantir o funcionamento correto do sistema, a chave de ignição deverá permanecer desligada enquanto o veículo estiver sendo abastecido. TAMPA DO RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL A tampa do reservatório de combustível é hermética, sem respiro, a fim de evitar o lançamento de vapores de combustível no meio ambiente, em atendimento à Resolução n 18/86 do CONAMA. Mantenha-a sempre bem fechada e não a substitua por outra de tipo diferente. O combustível que escorre acidentalmente durante o abastecimento, além de ser poluente, pode danificar a pintura do veículo na região do bocal de abastecimento, devendo ser evitado. O acesso à tampa de combustível é obtido abrindo a portinhola fig. 84 e observando as seguintes instruções: - segure a tampa e gire a chave no sentido anti-horário; prossiga girando a tampa fig. 85 até o seu completo desalojamento; - após a retirada da tampa, encaixea no suporte existente na portinhola fig. 86. Não se aproximar do bocal do tanque de combustível com fósforos ou cigarros acesos, pois há perigo de incêndio. Evitar também aproximar demais o rosto do bocal, para não inalar vapores nocivos. 4E0799BR 4EN0665BR 4EN0664BR A-50 fig. 84 fig. 85 fig. 86
61 ADVERTÊNCIA: os postos de combustíveis contam com bombas de desligamento automático que, em alguns casos, interrompem o abastecimento antes do completo enchimento do tanque do veículo. Se isso ocorrer, solicite a operação manual da bomba, de forma a introduzir no tanque o combustível que falta para atingir a sua capacidade máxima, assim como, possibilitar a efetiva indicação de tanque cheio no quadro de instrumentos. PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE A proteção do meio ambiente conduziu o projeto e a realização dos veículos Fiat em todas as suas fases. O resultado está na utilização de materiais e no aperfeiçoamento de dispositivos capazes de reduzir ou limitar drasticamente as influências nocivas sobre o meio ambiente. O Veículo Fiat está pronto para rodar com uma boa margem de vantagem sobre as mais severas normas antipoluição internacionais. Alterações feitas no veículo com o objetivo de aumentar o seu desempenho, tais como a retirada do catalisador e/ou modificações no sistema de injeção eletrônica, além de contribuírem para aumentar desnecessariamente a poluição atmosférica, podem resultar no cancelamento da garantia dos componentes envolvidos. VERSÕES FLEX (combustível álcool e/ou gasolina) Este sistema, que está disponível exclusivamente nas versões FLEX, foi projetado para proporcionar total flexibilidade na alimentação do motor do veículo, permitindo a utilização de álcool combustível ou de gasolina indistintamente. O combustível pode ser adicionado no reservatório na proporção que o usuário julgar conveniente para o uso. Caberá ao usuário a análise sobre qual proporção dos dois combustíveis é mais conveniente para o seu tipo de utilização, considerando as diversas variáveis (preço do combustível, consumo, desempenho, etc.). A A-51
62 A central eletrônica de controle de injeção está preparada para gerenciar a interação entre os dois tipos de combustível (álcool ou gasolina) possibilitando um funcionamento sempre regular em todas as situações de utilização. No uso normal as versões Flex não requerem cuidados ou procedimentos especiais, excetuando a observação das advertências de utilização presentes neste capítulo e os pontos de manutenção específicos. Para propiciar partidas mais rápidas, manter sempre abastecido o reservatório de gasolina para partida a frio. Não utilizar combustíveis diferentes dos especificados. O sistema somente está preparado para funcionar com álcool e gasolina automotivos. Não adaptar o veículo para funcionamento com GNV (Gás natural veicular) pois as características dos motores FLEX não possibilitam a conversão. Os motores Flex podem apresentar níveis de ruídos diferentes, dependendo do combustível utilizado (álcool ou gasolina) bem como percentual de mistura. Este comportamento é normal e não afeta o desempenho do motor. USO DE MATERIAIS NÃO NOCI- VOS AO MEIO AMBIENTE Nenhum componente do veículo contém amianto ou cádmio. Os componentes espumados e o sistema de ar-condicionado não contêm CFC (Clorofluorcarbono), gás responsável pela camada de ozônio. A-52
63 DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS EMISSÕES Conversor catalítico trivalente A-fig. 87 Monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos não queimados são os principais componentes nocivos dos gases de escapamento. O conversor catalítico é um laboratório no qual uma porcentagem muito alta destes componentes transforma-se em substâncias inócuas. A transformação é auxiliada pela presença de minúsculas partículas de metais nobres presentes no corpo de cerâmica, fechado pelo recipiente metálico de aço inoxidável. A retirada do conversor catalítico, além de não contribuir para aumentar o desempenho do veículo, ocasiona poluição desnecessária e constitui um claro desrespeito à legislação ambiental para veículos automotores. Sonda Lambda (sensor de oxigênio) Todas as versões estão equipadas com a sonda lambda, pois esta garante o controle da relação exata da mistura ar/gasolina, fundamental para o correto funcionamento do motor e do catalisador. Sistema antievaporação Sendo impossível, mesmo com o motor desligado, impedir a formação dos vapores de gasolina, o sistema os mantêm armazenados num recipiente especial de carvão ativado, de onde são aspirados e queimados durante o funcionamento do motor. A 4E0846BR fig. 87 A-53
64 Ruídos veiculares Este veículo está em conformidade com a legislação vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores. Limite máximo de ruído para fiscalização de veículo em circulação (veículo parado segundo Resolução n 01/93 do CONAMA): Palio Fire 1.0 8V Flex... 83,5 db Siena Fire 1.0 8V Flex... 83,5 db Strada Fire 1.3 8V... 80,0 db É importante o seguimento do Serviço Periódico de Manutenção, para que o veículo permaneça dentro dos padrões antipoluentes. Trafegar com o sistema de escapamento modificado ou danificado, além de aumentar consideravelmente o nível de ruído do veículo (poluição sonora), constitui uma infração ao Código Nacional de Trânsito. Não jogue pontas de cigarro para fora da janela. Além de evitar incêndios e queimadas, você estará evitando a contaminação do solo. O lixo que é jogado na rua coloca em risco as gerações futuras devido ao altíssimo tempo de decomposição de determinados materiais. DESTINAÇÃO DE BATERIAS Todo consumidor/usuário final é obrigado a devolver sua bateria usada a um ponto de venda (Resolução CONAMA 257/99 de 30/06/99). Reciclagem obrigatória: Não descarte a bateria no lixo. Devolva a bateria usada ao revendedor no ato da troca. Composição básica: chumbo, ácido sulfúrico diluído e plástico. Os pontos de venda são obrigados a aceitar a devolução de sua bateria usada, bem como armazená-la em local adequado e devolvê-la ao fabricante para reciclagem. Riscos do contato com a solução ácida e com o chumbo Quando a solução ácida e o chumbo contidos na bateria são descartados na natureza de forma incorreta, poderão contaminar o solo, o subsolo e as águas, bem como causar riscos à saúde do ser humano. No caso de contato acidental com os olhos ou com a pele, lavar imediatamente com água corrente e procurar orientação médica. A-54
65 USO CORRETO DO VEÍCULO Para utilizar seu veículo Fiat do melhor modo possível, para não danificá-lo e, principalmente, para poder aproveitar todas as suas qualidades, neste capítulo sugerimos o que fazer, o que não fazer e o que evitar. Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar-se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire. Assim, é preciso prestar muita atenção neste capítulo também, para conhecer o comportamento na direção e no uso que lhe permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. PARTIDA DO MOTOR B-1 ESTACIONAMENTO B-3 USO DO CÂMBIO B-4 DIRIGIR COM SEGURANÇA B-4 DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE B-9 ENGATE PARA REBOQUES B-14 LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO B-15 CONTROLES FREQÜENTES E ANTES DE VIAGENS LONGAS B-16 ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO B-16 B B
66 PARTIDA DO MOTOR É perigoso deixar o motor funcionando em local fechado. O motor consome oxigênio e libera gás carbônico, monóxido de carbono e outros gases tóxicos. velas). Não é necessário pisar no acelerador para dar partida no motor. Com o motor em movimento, não tocar nos cabos de alta tensão (cabos das Antes de dar partida no motor 1) Verificar se o freio de mão está engatado. 2) Colocar a alavanca do câmbio em ponto morto. 3) Pisar a fundo no pedal da embreagem, sem pisar no acelerador. 4) Girar a chave de ignição para a posição AVV e soltá-la assim que o motor der partida. Se o motor não funcionar na primeira tentativa, é necessário repor a chave na posição STOP antes de tentar de novo. Nas versões equipadas com FIAT CODE se, com a chave na posição MAR, a lâmpada-piloto ficar acesa junto com a lâmpada-piloto U aconselha-se repor a chave na posição STOP e, depois, de novo em MAR; se a lâmpada-piloto continuar acesa, tentar a partida de novo com a outra chave fornecida. Se, ainda assim, não conseguir ligar o motor, recorrer à partida de emergência (ver Partida de emergência no capítulo Em emergência ) e dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. ADVERTÊNCIA: com o motor desligado, não deixar a chave de ignição na posição MAR. COMO AQUECER O MOTOR DEPOIS DA PARTIDA - Colocar o carro em movimento lentamente, deixando o motor em regime médio, sem aceleradas ruscas. - Evitar exigir, desde os primeiros quilômetros, o máximo de desempenho. ADVERTÊNCIA: não aquecer o motor em marcha lenta antes de partir, a não ser que a temperatura externa esteja muito baixa e, mesmo neste caso, não por mais de 30 segundos. B B-1
67 PARTIDA COM MOTOR QUENTE Para dar partida com o motor quente, aconselha-se manter a chave em MAR por alguns segundos antes de girá-la para AVV. Essa operação fará a bomba elétrica de combustível funcionar antes do motor, possibilitando uma partida mais rápida. ADVERTÊNCIA: não deixar o motor em marcha lenta antes de partir, a não ser que a temperatura externa esteja muito baixa, e mesmo neste caso, não por mais de 30 segundos. PARTIDA DE EMERGÊNCIA Se o sistema FIAT CODE não reconhecer o código transmitido pela chave de ignição (lâmpada-piloto no quadro de instrumentos acesa com luz fixa), é possível efetuar a partida de emergência utilizando o código do CODE card. Consultar capítulo Em emergência. Para os veículos catalisados deve ser completamente evitado a partida com empurrão, reboque ou aproveitando as descidas. Essas manobras poderiam causar o afluxo de combustível no conversor catalítico e danificá-lo irremediavelmente. PARA DESLIGAR O MOTOR Com o motor em marcha lenta, girar a chave de ignição para a posição STOP. A pisada no acelerador antes de desligar o motor não serve para nada, e causa um consumo inútil de combustível, além de ser prejudicial. ADVERTÊNCIA: depois de um percurso desgastante, melhor deixar o motor em marcha lenta antes de desligá-lo, para que a temperatura do motor se abaixe. Lembre-se que, enquanto o motor não funcionar, o servofreio e a direção hidráulica não são ativados, sendo necessário exercer um esforço muito maior tanto no pedal do freio como no volante. B-2
68 ESTACIONAMENTO Desligar o motor, puxar o freio de mão, engatar a 1ª marcha e deixar as rodas viradas em direção ao meio-fio (guias) do passeio. Se o veículo estiver estacionado em uma descida íngreme, aconselha-se também a travar as rodas com um calço. Não deixar a chave de ignição na posição MAR, para não descarregar a bateria. Ao descer do veículo, tirar sempre a chave do contato. Nunca deixe crianças sozinhas no veículo. Observação: o indicador do nível de combustível possui um circuito eletrônico de amortecimento, que tem a função de neutralizar as oscilações do ponteiro que poderiam ser causadas pela movimentação do combustível dentro do tanque. Portanto, se no momento da partida o veículo se encontrava estacionado em posição inclinada (subida ou descida), a indicação fornecida pelo ponteiro pode levar até 2 minutos para ser atualizada. FREIO DE MÃO fig. 1 A alavanca do freio de mão está situada entre os bancos dianteiros. Para acionar o freio de mão, puxar a alavanca para cima até travar no dente necessário para imobilizar completamente o veículo. ADVERTÊNCIA: independente dos prazos constantes da tabela do Plano de manutenção programada, e sem prejuízo destes, sempre que for requerido maior esforço para acionamento do freio de mão de seu veículo, leve-o à Rede Assistencial Fiat para efetuar a regulagem. Com o freio de mão acionado e a chave de ignição na posição MAR, no quadro de instrumentos ilumina-se a lâmpada-piloto x. Para desengatar o freio de mão: 1) Levantar levemente a alavanca e apertar o botão de desengate A-fig.1. 2) Manter apertado o botão e abaixar a alavanca. A lâmpada-piloto x apaga-se. B 4E1157BR fig. 1 B-3
69 USO DO CÂMBIO Para engrenar as marchas, pisar a fundo no pedal da embreagem e pôr a alavanca do câmbio em uma das posições do esquema na fig. 2 (o esquema também está indicado no pomo da alavanca). Para engrenar a marcha a ré (R), (o veículo deve estar parado e em ponto morto), pisar no pedal da embreagem até o fim do curso, aguardar alguns segundos e, só então, deslocar a alavanca, partindo da posição neutra, puxando para cima o dispositivo inibidor de ré A e, ao mesmo tempo, deslocar a alavanca para a direita e para trás. 4E0866BR Velocidades para troca de marchas Para se obter máxima economia, recomendamos observar os seguintes limites de velocidades para trocas de marchas: Palio Fire Siena Fire Strada 1.0 8V 1.0 8V Fire Flex Flex 1.3 8V 1ª 2ª ª 3ª ª 4ª ª 5ª Para mudar as marchas corretamente, é necessário pisar a fundo no pedal da embreagem. Por isso, o piso sob os pedais não deve ter obstáculos. Verificar se os tapetes estão sempre bem estendidos e não interferem no deslocamento dos pedais, diminuindo o seu curso. DIRIGIR COM SEGURANÇA Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou com empenho para obter um veículo capaz de garantir a máxima segurança aos passageiros. No entanto, o comportamento de quem dirige é sempre um fator decisivo para a segurança nas estradas. A seguir, você vai encontrar algumas regras simples para viajar com segurança em diversas condições. Com certeza, muitas serão já conhecidas, mas, de qualquer forma, será útil ler tudo com atenção. ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO - Verifique o correto funcionamento das luzes e dos faróis. - Regule bem a posição do banco, do volante e dos espelhos retrovisores, para obter a posição melhor para dirigir. B-4 fig. 2
70 - Regule com cuidado os apóiacabeças de modo que a nuca, e não o pescoço, seja apoiada neles. - Certifique-se que nada (tapetes, etc.) impeça o movimento e o curso dos pedais. - Verifique se os eventuais sistemas de proteção das crianças (portabebês, bercinhos etc.) estão fixados corretamente no banco traseiro. Não use o banco dianteiro para o transporte de crianças. - Coloque com cuidado objetos no porta-malas para evitar que uma freada brusca possa jogá-los para a frente. - Evite ingerir alimentos pesados antes de viajar. Uma alimentação leve, de fácil digestão, ajuda a manter os reflexos rápidos. Evite, principalmente, bebidas alcoólicas. Periodicamente, lembre-se de fazer os controles citados em Controles freqüentes e antes de viagens longas, neste capítulo. ADVERTÊNCIA: nunca transporte no veículo reservatórios suplementares de combustível, uma vez que, em caso de vazamento ou acidente, poderiam explodir ou incendiar-se. Nunca encha galões de combustível no interior do veículo ou sobre a caçamba, pois a eletricidade estática e os vapores de combustível dos galões podem provocar explosão e incêndio. EM VIAGEM - A primeira regra para dirigir com segurança é a prudência. - Prudência também significa estar em condições de prever um comportamento incorreto ou imprudente dos outros motoristas. 4E0190BR - Siga rigorosamente as regras do Código Nacional de Trânsito e, principalmente, respeite os limites de velocidade. - Certifique-se sempre que, além de você, todos os outros passageiros do veículo também estejam usando os cintos de segurança e que as crianças sejam transportadas com sistemas específicos. Não dirija em estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de medicamentos. Use sempre os cintos de segurança, e certifique-se de que os passageiros também façam o mesmo. Viajar sem o uso dos cintos aumenta o risco de lesões graves, ou de morte, em caso de acidente, e ainda é uma infração. B fig. 3 B-5
71 - Viagens longas devem ser feitas em boas condições físicas. - Não dirija por muitas horas consecutivas; efetue paradas periódicas para fazer um pouco de movimento e revigorar o físico. - Troque constantemente o ar no veículo. - Nunca percorra descidas com o motor desligado; não tendo o auxílio do freio motor e do servofreio, a ação de frenagem requer um esforço muito maior no pedal. DIRIGIR À NOITE Aqui estão as principais indicações a seguir quando viajar à noite. - Dirija com prudência especial, já que, à noite, as condições de direção são mais difíceis. - Reduza a velocidade, principalmente em estradas sem iluminação. - Aos primeiros sinais de sonolência, pare o veículo em local seguro. Prosseguir seria um risco para si mesmo e para os outros. Continue a viagem só depois de ter descansado bastante. - Mantenha uma distância de segurança em relação aos veículos da frente, maior do que a que manteria durante o dia. É difícil avaliar a velocidade dos outros veículos quando só as luzes são visíveis. - Verifique a correta orientação dos faróis; se estiverem baixos demais, reduzem a visibilidade e cansam a vista. Se estiverem altos demais, podem atrapalhar os motoristas dos outros veículos. - Use os faróis altos somente fora das cidades e quando tiver certeza que não atrapalharão os outros motoristas. - Cruzando com um outro veículo, passe, com bastante antecedência, dos faróis altos (se estiverem acesos) aos baixos. - Mantenha luzes e faróis limpos. - Fora da cidade, atenção para com a travessia de animais. 4E0851BR B-6 fig. 4
72 DIRIGIR COM CHUVA A chuva e as estradas molhadas significam perigo. Em uma estrada molhada, todas as manobras são mais difíceis, pois o atrito das rodas no asfalto é reduzido consideravelmente. Conseqüentemente, os espaços para frear aumentam muito e a aderência na estrada diminui. Aqui estão alguns conselhos a seguir em caso de chuva: - Reduza a velocidade e mantenha uma distância de segurança maior dos veículos da frente. - Se estiver chovendo muito forte, a visibilidade também é reduzida. Nestes casos, mesmo se for dia, acenda os faróis baixos para tornar-se mais visíveis aos outros. - Não atravesse poças em alta velocidade e segure bem o volante. Uma poça atravessada em alta velocidade pode provocar a perda de controle do veículo (aquaplanagem). - Coloque os comandos de ventilação na função de desembaçamento (ver capítulo Conhecimento do veículo ), para não ter problemas de visibilidade. - Verifique, de vez em quando, as condições das palhetas dos limpadores do pára-brisa. A passagem em poças d água muito profundas, ou em ruas alagadas, pode ocasionar graves danos ao motor do veículo. DIRIGIR NA NEBLINA - Se a neblina for densa, evitar, o quanto possível, viajar. Em caso de dirigir com névoa, neblina uniforme ou possibilidade de banco de neblina: - Mantenha uma velocidade moderada. - Acenda, mesmo durante o dia, os faróis baixos e os eventuais faróis auxiliares dianteiros. Não use os faróis altos. - Coloque os comandos de ventilação na função de desembaçamento (ver capítulo Conhecimento do veículo ), para não ter problemas de visibilidade. B 4E0852BR 4E0833BR fig. 5 fig. 6 B-7
73 - Lembre-se que a presença de neblina também causa umidade no asfalto, o que dificulta qualquer manobra e aumenta a distância dos espaços da frenagem. - Mantenha uma grande distância de segurança do veículo da frente. - Evite, ao máximo, variações repentinas de velocidade. - Evite, se possível, ultrapassar outros veículos. Em caso de parada forçada do veículo (avarias, impossibilidade de prosseguir por causa de má visibilidade etc.), antes de mais nada, tente parar fora das faixas de rodagem. Em seguida, acenda as luzes de emergência e, se possível, os faróis baixos. Toque a buzina repetidamente se perceber a aproximação de um outro veículo. DIRIGIR EM MONTANHA - Em estradas em descida, use o freio motor, engrenando marchas fortes, para não superaquecer os freios. - Não percorra, em hipótese alguma, descidas com o motor desligado ou em ponto morto, e muito menos com a chave tirada do contato. - Dirija com velocidade moderada, evitando cortar as curvas. - Lembre-se que a ultrapassagem em subida é mais lenta e, por isso, requer mais estrada livre. Ao ser ultrapassado em subida, facilite a ultrapassagem do outro veículo. 4E0853BR DIRIGIR COM O ABS O ABS é um equipamento do sistema de frenagem que dá, essencialmente, duas vantagens: 1) Evita o bloqueio e o conseqüente deslizamento das rodas nas freadas de emergência e, principalmente, em condições de pouca aderência. 2) Permite frear e virar ao mesmo tempo, para evitar eventuais obstáculos repentinos, ou para dirigir o veículo para onde quiser durante a frenagem; isto compativelmente com os limites físicos de aderência lateral do pneu. Para usufruir do ABS da melhor maneira: - Nas freadas de emergência ou com pouca aderência, percebe-se uma leve pulsação no pedal do freio: é sinal que o ABS está funcionando. Não solte o pedal, mas continue a apertar para que a ação de frenagem continue. B-8 fig. 7
74 O ABS impede o bloqueio das rodas, mas não aumenta os limites físicos de aderência entre pneus e estrada. Assim, mesmo com veículo equipado com ABS, respeite a distância de segurança dos veículos da frente e diminua a velocidade no começo das curvas. O ABS serve para aumentar o controle do veículo, não para ir mais rápido. DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE A proteção do meio ambiente é um dos princípios que conduziram a realização dos veículos Fiat. Os dispositivos antipoluentes desenvolvidos dão resultados muito além das normas vigentes. Entretanto, o meio ambiente não pode ficar sem o maior cuidado da parte de cada um. O motorista, seguindo regras simples, pode evitar danos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, diminuir o consumo de combustível. A este respeito, são citadas, a seguir, muitas indicações úteis que unem-se àquelas identificadas pelo símbolo #, presentes em várias partes do manual. O conselho, tanto para as primeiras como para as últimas, é de ler tudo com atenção. PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS QUE REDUZEM AS EMISSÕES O correto funcionamento dos dispositivos antipoluentes não só garante o respeito ao meio ambiente, mas influi também no rendimento do veículo. Assim, manter em boas condições estes dispositivos é a primeira regra para uma direção ao mesmo tempo ecológica e econômica. A primeira precaução é seguir cuidadosamente o plano de Manutenção Programada. Para os motores a gasolina, use somente gasolina sem chumbo. Se a partida for difícil, não insista com tentativas prolongadas. Evite, principalmente, empurrar, rebocar ou usar descidas; são todas manobras que podem danificar o conversor catalítico. Use somente uma bateria auxiliar (ver Partida com bateria auxiliar no capítulo Em emergência ). Se, durante a marcha, o motor não funcionar bem, prossiga reduzindo ao mínimo indispensável a exigência de desempenho do motor e dirija-se, logo que puder, à Rede Assistencial Fiat. B B-9
75 Quando acender a lâmpada-piloto de reserva de combustível, abastecer assim que for possível. Um baixo nível do combustível poderia causar uma alimentação irregular do motor, e como conseqüência, possíveis danos ao conversor catalítico. Não ligar o motor, mesmo que só para testar, com uma ou mais velas desligadas. Não aquecer o motor em marcha lenta antes de partir, a não ser que a temperatura externa esteja muito baixa e, mesmo neste caso, não por mais de 30 segundos. A retirada do conversor catalítico, além de não contribuir para aumentar o desempenho do veículo, ocasiona poluição desnecessária e constitui um claro desrespeito à legislação ambiental para veículos automotores. No seu funcionamento normal, o conversor catalítico atinge elevadas temperaturas. Assim, não estacione o veículo sobre material inflamável (grama, folhas secas, folhas de pinheiro etc.): pois há perigo de incêndio. Não instale outros anteparos de calor e nem remova os existentes colocados sobre o conversor catalítico e o tubo de escapamento. Não borrifar nenhum produto sobre o conversor catalítico, a sonda lambda e o tubo de escapamento. A falta de respeito a estes procedimentos pode causar riscos de incêndio. OUTROS CONSELHOS - Não aquecer o motor com o veículo parado; neste estado o motor se aquece muito mais devagar, aumentando consumos e emissões. Assim, é melhor partir lentamente, evitando regimes de rotação elevados. - Assim que as condições do trânsito e a estrada o permitirem, utilizar uma marcha mais alta. - Evitar acelerações quando estiver parado em semáforos ou antes de desligar o motor. - Manter uma velocidade uniforme o quanto possível, evitando freadas e arranques supérfluos que gastam combustível e aumentam claramente as emissões. - Desligar o motor em paradas prolongadas. - Controlar periodicamente a pressão dos pneus. Se a pressão estiver muito baixa, o consumo de combustível aumenta. B-10
76 - Remover o bagageiro do teto quando não for usado. Este acessório diminui consideravelmente a penetração aerodinâmica do veículo. - Utilizar os dispositivos elétricos somente pelo tempo necessário. A exigência de corrente aumenta o consumo de combustível. Não jogue resíduos ou recipientes vazios na rua, mantenha dentro do veículo um saco plástico para guardá-los até que possa descartá-los em uma lixeira apropriada. Esta prática ajuda a manter as ruas mais limpas, evitando o entupimento dos esgotos e reduzindo, assim, o perigo das enchentes causadas pelas fortes chuvas de verão. Trafegar com o sistema de escapamento modificado ou danificado, além de aumentar consideravelmente o nível de ruído do veículo (poluição sonora), constitui uma infração ao Código Nacional de Trânsito. CONTENÇÃO DOS GASTOS DE UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO AMBIENTAL A seguir, são fornecidas algumas sugestões que permitem obter uma economia de utilização do veículo e um comportamento ecologicamente adequado. CONSIDERAÇÕES GERAIS Manutenção do veículo As condições de manutenção do veículo representam um fator muito importante, que incide diretamente sobre o consumo de combustível, a tranqüilidade de marcha e a própria vida útil do veículo. Por este motivo, é oportuno cuidar da manutenção fazendo com que o veículo passe pelas revisões e operações de manutenção previstas no Plano de Manutenção Programada. Pneus Controlar periodicamente a pressão de ar dos pneus em intervalos não superiores a 4 semanas; se a pressão estiver muito baixa, o consumo de combustível aumenta quanto maior for a resistência ao rolamento. É importante ressaltar, nestas condições, o desgaste natural dos pneus é acelerado, piorando também o comportamento do veículo e, conseqüentemente, a segurança de marcha. Cargas inúteis Não viajar com excesso de carga. O peso do veículo (sobretudo no trânsito urbano), influencia fortemente o consumo e a estabilidade. 4E0854BR B fig. 8 B-11
77 Equipamentos elétricos Utilizar os dispositivos elétricos somente pelo tempo necessário. Os faróis auxiliares, o limpador de párabrisa e o eletroventilador do sistema de aquecimento e ventilação requerem, para o seu funcionamento, uma quantidade de energia adicional que pode aumentar o consumo de combustível do veículo em até 25%, em trechos urbanos. Ar-condicionado Exerce forte influência no consumo de combustível do veículo (aproximadamente 20% a mais). Quando a temperatura externa o permitir, utilizar somente o sistema de renovação de ar natural do veículo. Acessórios aerodinâmicos Os acessórios aerodinâmicos não certificados durante o desenvolvimento do veículo podem, na realidade, penalizar o consumo e o próprio coeficiente aerodinâmico original. MODO DE DIRIGIR Partida Não aquecer o motor em marcha lenta ou em regimes elevados de rotação, pois, nestas condições, o motor irá aquecer muito lentamente, aumentando o consumo e a emissão de poluentes. É aconselhável partir logo, porém lentamente, evitando rotações elevadas de forma a aquecer o motor com o veículo em movimento. 4E0835BR Procedimentos inúteis Evitar golpes de acelerador quando o veículo estiver parado em um semáforo ou antes de desligar o motor. Este último procedimento, assim como a aceleração entre marchas, é absolutamente inútil nos veículos modernos, além de provocar aumento do consumo e poluição ambiental desnecessários. Troca de marchas Tão logo as condições do trânsito o permitam, utilizar as marchas mais altas. O uso de marchas baixas para obter uma boa resposta do motor provoca aumento inevitável do consumo. Da mesma forma, a insistência em manter marchas altas em trechos de baixa velocidade, além de aumentar o consumo e a emissão de poluentes, acelera o desgaste do motor. B-12 fig. 9
78 Veículos com direção hidráulica Nos veículos dotados com direção hidráulica, não virar o volante até o fim de curso (seja para a direita ou para a esquerda) por mais de 15 segundos, sob pena de danificar o sistema. Velocidade máxima O consumo de combustível aumenta proporcionalmente em relação à velocidade que o veículo desenvolve; como exemplo, pode-se dizer que passando de 90 a 120 km/h, o incremento de consumo de combustível é de aproximadamente 30%. Tentar manter uma velocidade uniforme, dentro do possível, evitando freadas e retomadas desnecessárias, que consomem combustível e aumentam, simultaneamente, a emissão de poluentes. Aconselha-se a adotar um modo de dirigir prudente, tratando de antecipar as manobras para evitar perigo iminente e de respeitar a distância de segurança em relação aos veículos que trafegam logo a frente. Aceleração Acelerar o motor de forma violenta, induzindo-o a funcionar em rotações elevadas, penaliza notavelmente o consumo de combustível, as emissões de poluentes e a própria durabilidade do mesmo; convém acelerar gradualmente e não ultrapassar o regime de torque máximo do motor. Condições de utilização Trajetos muito curtos e partidas freqüentes com o motor frio não permitem que o motor atinja a temperatura ideal de funcionamento, além de significar um incremento de consumo e de emissão de substâncias nocivas da ordem de 15 a 30%. B 4E0855BR 4E0836BR fig. 10 fig. 11 B-13
79 Situação do trânsito e condição das vias e estradas O consumo elevado de combustível está ligado diretamente a situações de trânsito intenso, sobretudo nas grandes cidades, onde se trafega durante a maior parte do tempo utilizando marchas baixas e as paradas em semáforos são muito freqüentes. Também os percursos sinuosos, como estradas de montanha, ou trechos em mau estado de conservação, influeciam negativamente o consumo. Paradas ou interrupções de trânsito. Durante as paradas prolongadas, motivadas por trânsito interrompido, o melhor a fazer é desligar o motor. ENGATE PARA REBOQUES ADVERTÊNCIAS Para efetuar reboques, o veículo deve estar equipado com um engate para reboque homologado e com sistema elétrico adequado. Lembre-se que um reboque reduz a capacidade máxima de superar aclives (rampas). Nos percursos em descida, engatar uma marcha forte em vez de usar somente o freio. O peso que o reboque exerce no engate para reboque do veículo reduz, da mesma maneira, a capacidade de carga do próprio veículo. Para ter certeza de não superar o peso máximo rebocável, é preciso levar em consideração o peso do reboque com carga completa, incluídos os acessórios e as bagagens pessoais. Respeitar os limites de velocidade específicos de cada país para os veículos com reboque. Não modificar, de maneira alguma, o sistema de frenagem do veículo para o comando do freio do reboque. O sistema de frenagem do reboque deve ser totalmente independente do sistema hidráulico do veículo. INSTALAÇÃO DO ENGATE PARA REBOQUE O dispositivo de reboque deve ser fixado à carroceria unicamente por pessoal autorizado, seguindo as indicações e respeitando as seguintes especificações: - Engate esférico para acoplamento mecânico conforme norma vigente ABNT. - Conexão elétrica conforme norma vigente ABNT. B-14 fig. 12
80 Em todas as versões se deve utilizar um dispositivo de reboque apropriado ao valor do peso que o veículo pode rebocar. Atenção: recomenda-se exclusivamente a utilização de engate para reboque genuíno Fiat, o qual, se disponível para o modelo de seu veículo, pode ser adquirido e instalado na Rede Assistencial Fiat. LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO Se o veículo tiver que ficar parado por mais de um mês, tomar estas precauções: - colocar o veículo num lugar coberto, seco e possivelmente arejado; - engrenar uma marcha; - certificar-se que o freio de mão não esteja puxado; - desligar os bornes dos pólos da bateria (retirar primeiro o borne negativo) e controlar o estado de carga da mesma. Durante o tempo em que o veículo ficar parado, este controle terá que ser feito mensalmente. Recarregar se a tensão estiver abaixo de 12,5V. 4E0832BR - limpar e proteger as partes pintadas aplicando ceras protetoras; - limpar e proteger as partes metálicas brilhantes com produtos especiais; - polvilhar talco nas palhetas de borracha do limpador do pára-brisa e do limpador do vidro traseiro e deixálas afastadas dos vidros; - abrir um pouco os vidros; - cobrir o veículo com uma capa de tecido ou de plástico perfurado. Não usar encerados de plástico compacto que não deixam evaporar a umidade presente na superfície do veículo; - calibrar os pneus com uma pressão de +0,5 bar em relação à normalmente indicada e controlá-la periodicamente; - não esvaziar o sistema de refrigeração do motor. - esvaziar o reservatório de gasolina para partida a frio. B fig. 13 B-15
81 CONTROLES FREQÜENTES E ANTES DE VIA- GENS LONGAS A cada 500 km, ou antes de viagens longas controlar: - pressão e estado dos pneus; - nível do líquido da bateria; - nível do óleo do motor; - nível do líquido de arrefecimento do motor e estado do sistema; - nível do líquido dos freios; - nível do líquido do lavador do pára-brisa; - nível do líquido da direção hidráulica; - nível de gasolina do reservatório de partida a frio; - estado do filtro de ar. ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO RADIOTRANSMISSORES E TELEFO- NES CELULARES Os telefones celulares e outros aparelhos radiotransmissores (por exemplo PX) não podem ser usados dentro do veículo, a menos que se use uma antena separada montada fora do veículo. ADVERTÊNCIA: o uso de telefones celulares, transmissores PX ou similares dentro do veículo (sem antena externa) produz campos eletromagnéticos de radiofreqüência que, amplificados pelos efeitos de ressonância dentro do habitáculo, podem causar, além dos potenciais danos para a saúde dos passageiros, disfunções dos sistemas eletrônicos com os quais o veículo está equipado que podem comprometer a segurança do mesmo. Além disso, a eficiência de transmissão e de recepção destes aparelhos pode sofrer interferências devido à carroceria do veículo. ADVERTÊNCIA: quando da utilização destes acessórios, tenha presente as determinações do Código Nacional de Trânsito. B-16
82 EM EMERGÊNCIA As páginas seguintes foram elaboradas especialmente para socorrê-lo em situações de emergências com seu veículo. Como você verá, foram considerados alguns inconvenientes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de intervenção que você pode efetuar pessoalmente. No caso de contratempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A este respeito lembramos-lhe que, junto com o Manual de Uso e Manutenção e Garantia, também constam em seu kit de bordo, o Manual Básico de Segurança no Trânsito e o Livrete Confiat, nos quais estão descritos detalhadamente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição em caso de dificuldades. Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas páginas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber localizar imediatamente as informações úteis. PARTIDA DE EMERGÊNCIA C-1 PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR C-2 PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA C-3 SE FURAR UM PNEU C-3 SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA C-6 SE APAGAR UMA LUZ INTERNA C-14 SE QUEIMAR UM FUSÍVEL C-15 SE DESCARREGAR A BATERIA C-18 SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO C-19 SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO C-20 EM CASO DE ACIDENTE C-20 EXTINTOR DE INCÊNDIO C-21 C C
83 PARTIDA DE EMERGÊNCIA Se o sistema Fiat CODE não conseguir desativar o bloqueio do motor, as lâmpadas-piloto e U permanecem acesas e o motor não dá partida. Para ligar o motor, é necessário recorrer à partida de emergência. Aconselhamos ler todo o procedimento com atenção antes de efetuá-lo. Se for cometido um erro, é necessário repor a chave da ignição em STOP e repetir o procedimento desde o início (item 1). 1) Ler o código eletrônico de 5 dígitos indicado no CODE card. 2) Girar a chave de ignição para MAR. 3) Pisar a fundo e manter nesta posição o pedal do acelerador. A lâmpada-piloto da injeção U acende-se por cerca de 8 segundos e, em seguida, apaga-se; soltar, então, o pedal do acelerador e preparar-se para contar o número de lampejos da lâmpada-piloto U. 4) Esperar um número de lampejos correspondentes ao primeiro dígito do código do CODE card e, então, apertar e manter nesta posição o pedal do acelerador até que se acenda a lâmpada-piloto U (por quatro segundos) e, depois se apague; soltar, então, o pedal do acelerador. 5) A lâmpada-piloto U recomeça a piscar; depois de um número de lampejos correspondentes ao segundo dígito do código do CODE card, apertar e manter nesta posição o pedal do acelerador. 6) Proceder da mesma maneira para os dígitos restantes do código do CODE card. 7) Introduzido o quinto dígito, manter apertado o pedal do acelerador. A lâmpada-piloto U acendese por 4 segundos e, depois, apaga-se; soltar, então, o pedal do acelerador. 8) Um lampejo rápido da lâmpada-piloto U (por cerca de 4 segundos) confirma que a operação foi efetuada corretamente. 9) Ligar o motor, girando a chave da posição MAR à posição AVV. Se, ao contrário, a lâmpada-piloto U permanecer acesa, girar a chave de ignição para STOP e repetir a operação a partir do item 1. ADVERTÊNCIA: após uma partida de emergência, é aconselhável dirigir-se à Rede Assistencial Fiat, uma vez que a operação de emergência deverá ser repetida a cada partida do motor. C C-1
84 PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR Se a bateria estiver descarregada, pode-se ligar o motor usando uma outra bateria que tenha capacidade igual ou pouco superior à da bateria descarregada (ver capítulo Características técnicas ). Esta operação deverá ser feita da seguinte maneira: 1) ligar os bornes positivos (sinal + perto do borne) das duas baterias com um cabo especial; 2) ligar, com um segundo cabo, o borne negativo ( ) da bateria auxiliar com um ponto de massa no motor ou na caixa de mudanças do veículo a ser ligado, ou com o borne negativo ( ) da bateria descarregada; 3) ligar o motor; 4) quando o motor estiver em movimento, retirar os cabos, seguindo a ordem inversa. Se, depois de algumas tentativas, o motor não funcionar, não insistir inutilmente, mas dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. Não efetue esta operação se não tiver experiência; operações efetuadas de forma incorreta podem provocar descargas elétricas de intensidade considerável e até mesmo explosão da bateria. Além disso, recomenda-se não chegar perto da bateria com chamas ou cigarros acesos e não provocar faíscas, pois há perigo de explosão e de incêndio. Evitar, rigorosamente, o uso de um carregador de baterias para a partida de emergência. Poderiam ser danificados os sistemas eletrônicos e, principalmente, as centrais que comandam as funções de ignição e de alimentação. 4E0867BR C-2 fig. 1
85 PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA Para os veículos catalisados, deve ser completamente evitada a partida com empurrões, a reboque ou aproveitando descidas. Essas manobras poderiam causar o afluxo de combustível no conversor catalítico, danificando-o irremediavelmente. Lembre-se que, enquanto o motor não funcionar, o servofreio e a direção hidráulica não se ativam, sendo necessário exercer um esforço muito maior tanto no pedal do freio como no volante. SE FURAR UM PNEU 1. PARAR O VEÍCULO - Se possível, parar o veículo em terreno plano e compacto. - Ligar as luzes de emergência. - Puxar o freio de mão. - Engatar a primeira marcha ou a marcha a ré. - Calçar as rodas com um pedaço de madeira, ou outros materiais adequados, caso o veículo se encontre em uma via inclinada ou em mau estado. O calço deve estar do mesmo lado da utilização do macaco. 2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO E RODA SOBRESSALENTE Palio Fire Flex e Siena Fire Flex Estão no porta-malas, para retirálas: - Levantar o tapete de revestimento. - Desatarraxar o dispositivo de bloqueio A-fig. 2, retirar a roda sobressalente e o suporte das ferramentas. - Soltar as ferramentas e remover o macaco fig. 3 puxando-o de sua sede. C fig. 2 fig. 3 C-3
86 Strada Fire - Levantar o banco do passageiro e soltar a bolsa de ferramentas, fixada ao assoalho por meio de velcro A-fig. 4, retirando o macaco e a bolsa de ferramentas. fig.4 - Nas versões com cabine curta, destarrraxar o pino suporte da roda sobressalente A-fig. 5 ou 6 e retirar a mesma de sua sede B-fig. 5 e 6. - Nas versões com cabine estendida, destarraxar o parafuso borboleta A-fig. 7 que fixa a roda sobressalente e retirá-la de sua sede. fig.6 3. SUBSTITUIR A RODA: O veículo apresenta configurações diferentes para as calotas de acordo com as versões. 1) desapertar cerca de uma volta os parafusos de fixação da roda a ser substituída; (nos veículos equipados com calota fixada sob pressão, retirá-la antes, usando a chave de fenda); 2) girar a manivela do macaco para abri-lo parcialmente; Para algumas versões, a chave de roda deve ser utilizada para acionamento do macaco. 3) colocar o macaco onde está marcado o símbolo O B-fig. 8, perto da roda a substituir, e certificar-se de que a ranhura A do macaco esteja bem encaixada na longarina C. C-4 fig.5 fig.7 fig. 8
87 A colocação incorreta do macaco pode provocar a queda do veículo levantado ou acoplamento incorreto da roda. 4) girar a manivela do macaco e levantar o veículo de maneira que a roda fique a alguns centímetros longe do chão; Para algumas versões, a chave de roda deve ser utilizada para acionamento do macaco. 5) desparafusar completamente os 4 parafusos e remover a calota e a roda; 6 ) montar a roda sobressalente, encaixando os furos A-fig. 9 com os respectivos pinos B; 7) atarraxar apenas um dos parafusos A-fig. 10, em correspondência com a válvula de enchimento B-fig. 10; 8) colocar a calota cuidando para que o símbolo Y, na parte interna, fique em correspondência com a válvula, e dessa maneira o furo maior da calota A-fig. 11 passe pelo parafuso já fixado; 9) atarraxar os outros três parafusos; 10) apertar os parafusos utilizando a chave de roda específica fig. 12; 11) girar a manivela do macaco de maneira a abaixar o veículo e remover o macaco; Para algumas versões, a chave de roda deve ser utilizada para acionamento do macaco. C fig. 10 fig. 12 fig. 9 fig. 11 fig. 13 C-5
88 12) apertar bem os parafusos, passando alternadamente de um parafuso ao outro diagonalmente oposto, de acordo com a ordem ilustrada na fig. 13; 13) colocar o macaco e as ferramentas utilizados no suporte das ferramentas no local apropriado, de modo a evitar vibrações, ou que se solte durante a marcha fig. 4 (Strada Fire) ou fig. 14 (Palio Fire Flex e Siena Fire Flex); 14) colocar o suporte das ferramentas no local apropriado; 15) colocar a roda substituída no compartimento da roda sobressalente fixando-a com o dispositivo de bloqueio fig. 5 ou 7 (Strada Fire) ou fig. 15 (Palio Fire Flex e Siena Fire Flex). ADVERTÊNCIA: na primeira oportunidade, providencie a reparação do pneu furado. Evite rodar com a roda sobressalente. ADVERTÊNCIA: de vez em quando, controlar a pressão dos pneus e da roda de reserva. O macaco serve somente para a troca das rodas. Não deve, em hipótese alguma, ser usado para efetuar consertos debaixo do veículo. ADVERTÊNCIA: após a troca de pneus deve-se calibrá-los. SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA Modificações ou consertos do sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem levar em consideração as características técnicas do sistema, podem causar um funcionamento anômalo com riscos de incêndio. INDICAÇÕES GERAIS Quando uma luz não funcionar, antes de substituir a lâmpada, verificar se o fusível correspondente está em bom estado. Quanto à localização dos fusíveis, consultar Se queimar um fusível neste capítulo. Antes de substituir uma lâmpada apagada, verificar se os contatos não estão oxidados. C-6 fig. 14 fig. 15
89 As lâmpadas queimadas devem ser substituídas por outras com as mesmas características. As lâmpadas com potência insuficiente iluminam pouco, enquanto que as potentes demais consomem muita energia. Após ter substituído uma lâmpada dos faróis, verificar sempre a regulagem dos mesmos por motivos de segurança. ADVERTÊNCIA: as lâmpadas halógenas devem ser manuseadas tocando somente a parte metálica. Se o bulbo transparente entrar em contato com os dedos, diminui a intensidade da luz emitida e pode ser prejudicada a duração da lâmpada. Em caso de contato acidental, esfregar o bulbo com um pano umedecido com álcool e deixar secar. As lâmpadas halógenas contêm gás sob pressão que, em caso de quebra da lâmpada, pode projetar fragmentos de vidro. TIPOS DE LÂMPADAS Diversos tipos de lâmpadas estão instaladas no veículo - fig. 16. A- Lâmpadas totalmente de vidro São inseridas a pressão. Para retirálas, basta puxá-las. B- Lâmpadas a baioneta Para retirá-la do porta-lâmpada, apertar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido anti-horário e extrair a lâmpada. C- Lâmpadas cilíndricas Para extraí-las, separar o contato elétrico que as sustenta. C D-E- Lâmpadas halógenas Para remover a lâmpada, retirar antes a presilha de fixação de sua sede. C-7
90 4E0893BR Lâmpada Referência - fig. 16 Tipo Potência Luz de posição dianteira A W5W 5W Indicadores de direção dianteiros B PY21W 21W Indicadores de direção traseiros B PY21W 21W Luz de posição traseira B P5W 5W Luz de freio B P21W 21W Luz de marcha a ré B P21W 21W Luz de placa C C5W 5W Luz interna C C10W 10W Farol alto D H1 55W Farol baixo E H7 55W Faróis alto e baixo E H4 55/60W C-8 fig. 16
91 FAROL BAIXO Para substituir as lâmpadas halógenas, deve-se: 1) remover a tampa plástica para ter acesso às lâmpadas deslocando a trava A-fig. 17; 2) soltar o conector B-fig. 17 de alimentação da lâmpada; 3) retirar o porta-lâmpada pressionando as presilhas C-fig. 18 abrindoas lateralmente; 4) retirar a lâmpada do tipo H712V/55W (luz baixa); 5) colocar a nova lâmpada, encaixando a aba da parte metálica com a respectiva ranhura na base do farol; 6) reenganchar a presilha de fixação C-fig. 18 e reconectar a lâmpada, colocando por último a tampa plástica A-fig. 17; FAROL ALTO 1) remover a tampa plástica para ter acesso às lâmpadas levantando a ligueta de travamento; 2) soltar o conector E-fig. 19 de alimentação da lâmpada; 3) retirar o porta-lâmpada pressionando as presilhas D-fig. 19 abrindoas lateralmente; 4) retirar a lâmpada do tipo H3 12V/55W, substituí-la remontar o porta-lâmpada e, no final, recolocar a tampa plástica; C 4E0894BR 4E0895BR 4E0896BR fig. 17 fig. 18 fig. 19 C-9
92 SETAS DIANTEIRAS Para substituir lâmpadas de setas dianteiras: 1) remover a tampa plástica para ter acesso à lâmpada deslocando a trava A-fig. 20; 2) retirar o porta-lâmpadas B-fig. 20 e 21 girando-o no sentido anti-horário; 3) remover a lâmpada empurrandoa um pouco e girando-a no sentido anti-horário; 4) depois de ter substituído a lâmpada, remontar o porta-lâmpada e recolocar a tampa travando-a com a mola. LUZES DE POSIÇÃO DIANTEIRA Para substituir a lâmpada da luz de posição: 1) remover a tampa plástica para ter acesso à lâmpada deslocando a trava A-fig. 20; 2) retirar o porta-lâmpada C-fig. 20 e 21 girando-o no sentido anti-horário; 3) remover a lâmpada empurrandoa um pouco e girando-a no sentido anti-horário; 4) depois de substituir a lâmpada, remontar o porta-lâmpada e recolocar a tampa travando-a com a mola. LANTERNAS TRASEIRAS Palio Fire Flex Para substituir uma lâmpada: 1) por dentro do porta-malas, levantar a abertura no carpete e soltar a porca A-fig ) retirar o conector A-fig. 23; 4E0912BR fig. 22 4E0978BR 4E0897BR 4EN0093BR C-10 fig. 20 fig. 21 fig. 23
93 3) retirar o conjunto de lâmpadas fig. 23; 4) remover as lâmpadas, empurrando-as levemente e girando-as no sentido horário. As lâmpadas são de tipo: de 12V-21W para as luzes dos freios C-fig. 24; de 12V-21W para as luzes de marcha a ré B-fig. 24; de 12V-5W para as luzes de posição C-fig. 24; de 12V-21W para os indicadores de direção A-fig. 24. Siena Fire Flex Para substituir uma lâmpada: 1) por dentro do porta-malas, levantar o carpete que recobre o grupo das lanternas traseiras fig ) pressionar as linguetas fig. 25 e puxar os conjuntos porta-lâmpadas, retirando-os de suas sedes. 3) remover a lâmpada fig. 26, empurrando-a e girando-a levemente. As lâmpadas são do tipo: de 12V-21W para as luzes dos freios A-fig. 27. de 12V-21W para os indicadores de direção B-fig. 27. de 12V-21W para as luzes de marcha a ré C-fig. 27. de 12V-5W para as luzes de posição D-fig E0904BR C fig. 26 4E0905BR 4E0903BR 4E0939BR fig. 24 fig. 25 fig. 27 C-11
94 Strada Fire Para substituir uma lâmpada: 1) remover as tampas de borracha A-fig. 28, para ter acesso aos parafusos de fixação da lanterna; 2) utilizando a chave de fenda, soltar os parafusos de fixação da lanterna A-fig. 29, aos quais se tem acesso pelo compartimento de carga; 3) remover, pelo lado externo, a lanterna traseira completa, para tanto, soltar o respectivo conector elétrico; 4) pressionar levemente as orelhas A-fig. 30 de bloqueio do soquete e retirá-lo da lente da lanterna; 5) substituir a lâmpada queimada empurrando-a levemente e rodando a em sentido anti-horário para extraíla. As lâmpadas são de tipo: de 12V-21W para as luzes dos freios B-fig. 30; de 12V-21W para as luzes de marcha a ré C-fig. 30; de 12V-5W para as luzes de posição D-fig. 30; de 12V-21W para os indicadores de direção E-fig E1083BR 4E1084BR 4E1085BR C-12 fig. 28 fig. 29 fig. 30
95 LUZ DE PLACA Siena Fire Flex fig. 32 Strada Fire fig. 33 Palio Fire Flex fig. 31 Para substituir a lâmpada de 12V- 5W, deve-se: 1) retirar porta-lâmpada utilizando chave de fenda no ponto A-fig. 31; 2) retirar a lâmpada empurrando o soquete e girando no sentido antihorário B-fig. 31. Para substituir a lâmpada de 12V- 5W, deve-se: 1) levantar a tampa traseira. No lado interno da mesma se tem acesso aos dois porta-lâmpadas fig ) retirar os porta-lâmpadas forçando levemente com uma chave de fenda no ponto A-fig ) retirar a lâmpada do soquete, puxando-a B-fig. 32. Para substituir a lâmpada de 12V- 5W, soltar os parafusos de fixação A e a lente transparente. Logo após, soltar o conector elétrico e girar o soquete para permitir a extração da lâmpada. C 4E0913BR 4E0906BR 4E1086BR fig. 31 fig. 32 fig. 33 C-13
96 Siena Fire Flex Para substituir o conjunto de lâmpadas de 12V-23W, deve-se: 1) pressionar os locais indicados pelas setas fig. 34 na tampa plástica do brake-light, que se encontra sobre o compartimento de bagagem. Retirar a tampa, puxando-a. Strada Fire versões com cabine estendida Para substituir o conjunto de lâmpadas de 12-23W deve-se: 1) agindo pelo compartimento de carga, retirar os parafusos que fixam o conjunto fig. 35, conforme indicado; 2) extrair a unidade e remover os parafusos que dão acesso ao conjunto de lâmpadas; 3) substituir a lâmpada defeituosa; 4) remontar o conjunto. SE APAGAR UMA LUZ INTERNA CONJUNTO DA LUZ INTERNA fig. 36 e 37 Para substituir a lâmpada cilíndrica de 12V-10W: - com uma chave de fenda no ponto A-fig. 37, remover o conjunto da luz interna montada a pressão pelas travas B-fig E0907BR 4E1087BR 4EN0068BR C-14 fig. 34 fig. 35 fig. 36
97 - retirar o refletor recolocando a nova lâmpada na sede C-fig. 37 e substituir a lâmpada cilíndrica D. - remontar o refletor A e o conjunto da luz interna na sua sede, fazendo uma ligeira pressão. SE QUEIMAR UM FUSÍVEL POSIÇÃO DOS FUSÍVEIS A central dos fusíveis está debaixo do painel porta-instrumentos, à esquerda do volante. Para alcançar os fusíveis, remover os parafusos A-fig. 38 e a proteção B. Os símbolos gráficos que identificam o elemento elétrico principal correspondente a cada fusível estão indicados no lado de dentro da tampa. FUSÍVEIS NA CENTRAL fig A Limpador e lavador do pára-brisa, lavador do vidro traseiro. 2 º 25A Levantadores elétricos dos vidros dianteiros A Farol alto esquerdo. 4E1269BR C 4EN0145BR 4E0923BR fig. 37 fig. 38 fig. 39 C-15
98 5 1 10A Farol alto direito A Luzes de posição dianteira esquerda e traseira direita, luz de placa direita, iluminação dos comandos A Luzes de posição dianteira direita e traseira esquerda, luz de placa esquerda, iluminação da tomada de corrente q 20A Trava elétrica das portas. 11 ( 30A Desembaçador do vidro traseiro. 12 r 10A Luzes de emergência. 13 o 20A Buzina. 14 T 10A Luzes dos freios A Luzes de direção, alimentação do quadro de instrumentos, luzes de marcha a ré, air bag A Ar-condicionado A Farol baixo esquerdo A Farol baixo direito. 19 p 30A Eletroventilador interno, tomada de corrente A Conjunto da luz interna, auto-rádio A Partida a frio (Flex). 22 > 10A ABS. 23 IMMOB 10A Fiat CODE C-16
99 FUSÍVEIS NO VÃO DO MOTOR figs. 40 e A Injeção, Fiat CODE eletrobomba de combustível. 2 40A Dispositivo de ignição. 3 50A Alimentação geral dos serviços. 4 60A Alimentação geral dos serviços. 5 30A Eletroventilador do radiador (40A com ar-condicionado). 6 5A Fiat CODE e injeção. 7 15A Sonda Lambda aquecida e canister. Em algumas versões é possível encontrar fusíveis ou relés como predisposição para funções não disponíveis no veículo. SUBSTITUIR OS FUSÍVEIS Quando um dispositivo elétrico não funciona mais, verificar se o fusível correspondente está em bom estado fig. 42. A Fusível em bom estado. B Fusível com filamento interrompido. Substituir o fusível fundido por um fusível do mesmo valor (mesma cor). Se o defeito acontecer de novo, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. C Nunca substitua um fusível queimado por outro de capacidade diferente. 4E1219BR 4E1190BR 4EN0270BR fig. 40 fig. 41 fig. 42 C-17
100 SE DESCARREGAR A BATERIA Antes de tudo, aconselha-se a ver no capítulo Manutenção do veículo as precauções para evitar que a bateria se descarregue e para garantir uma longa duração da mesma. PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR Ver Partida com bateria auxiliar neste capítulo. Evitar, rigorosamente, o uso de um carregador de bateria para a partida do motor; isto poderia danificar os sistemas eletrônicos e, principalmente, as centrais que comandam as funções de ignição e alimentação. RECARGA DA BATERIA Aconselha-se uma recarga lenta com baixa corrente pela duração de cerca de 24 horas. Aqui estão os procedimentos: 1) desligar os bornes do sistema elétrico dos terminais da bateria; 2) ligar, aos terminais da bateria, os cabos do aparelho de recarga; 3) ativar o aparelho de recarga; 4) terminada a recarga, desativar o aparelho antes de desligá-lo da bateria; 5) ligar os bornes aos terminais da bateria respeitando as polaridades. O líquido contido na bateria é venenoso e corrosivo. Evite o contato com a pele ou com os olhos. A operação de recarga da bateria deve ser efetuada em ambiente ventilado e longe de chamas ou possíveis fontes de faíscas, pois há perigo de explosão ou de incêndio. C-18
101 SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO COM O MACACO Ver Se furar um pneu, neste capítulo. O macaco serve somente para trocar as rodas. Não deve, de maneira alguma, ser utilizado em caso de conserto debaixo do veículo. Lateralmente O veículo pode ser levantado com um macaco hidráulico posicionado como ilustrado nas figs. 43 e 44. O veículo não deve ser levantado pela parte traseira (parte inferior da carroceria, eixo traseiro ou partes da suspensão e parte dianteira (carcaça do câmbio). COM ELEVADOR DE DUAS COLU- NAS O veículo deve ser levantado colocando as extremidades dos braços do elevador nos pontos inferiores da carroceria, conforme indicado na fig. 45. Cuidar para que os braços do elevador não forcem a carroceria, a saia plástica lateral ou os estribos laterais. Regular as sapatas dos braços do elevador e, se preciso, usar um calço de borracha ou madeira entre as sapatas e a carroceria. C 4E0929BR 4E0930BR 4E0932BR fig. 43 fig. 44 fig. 45 C-19
102 SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO É aconselhável, sempre, utilizar caminhão-guincho para rebocar o veículo. Desta forma, o veículo poderá ser seguramente sustentado pelas rodas dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoiado em plataformas específicas sobre o próprio caminhão-guincho. Respeite a legislação de trânsito vigente sobre procedimentos de reboque. EM CASO DE ACIDENTE É importante manter sempre a calma. Se não estiver diretamente envolvido, pare a uma distância de pelo menos uns dez metros do acidente. Em rodovia, pare sem obstruir o acostamento. Desligue o motor e acenda as luzes de emergência. À noite, ilumine com os faróis o lugar do acidente. Comporte-se com prudência, não corra o risco de ser atropelado. Assinale o acidente pondo o triângulo bem à vista e a uma distância regulamentar. Chame o socorro, fornecendo informações da maneira precisa. Nos acidentes múltiplos em rodovias, principalmente com pouca visibilidade, é grande o risco de envolvimento em outros impactos. Abandone imediatamente o veículo e proteja-se fora do guard-rail. Remova a chave de ignição dos veículos acidentados. Se sentir cheiro de combustível ou de outros produtos químicos, não fume e mande apagar os cigarros. Para apagar os incêndios, mesmo de pequenas dimensões, use o extintor (descrito neste capítulo), cobertas, areia ou terra. Nunca use água. C-20
103 SE HOUVER FERIDOS Nunca se deve abandonar o ferido. A obrigação de socorro é válida também para as pessoas não envolvidas diretamente no acidente. Não aglomerar-se ao redor dos feridos. Tranqüilize o ferido em relação à rapidez dos socorros, fique a seu lado para dominar eventuais crises de pânico. Destrave ou corte os cintos de segurança que retêm os feridos. Não dê água aos feridos. O ferido nunca deve ser removido do veículo, salvo nos casos indicados no ponto seguinte. Tirar o ferido do veículo somente em caso de perigo de incêndio, de afundamento em água ou de queda em precipício. Ao tirar um ferido: não provoque deslocamentos dos membros, nunca dobre a cabeça dele. Manter, sempre que possível, o corpo em posição horizontal. EXTINTOR DE INCÊNDIO O Extintor de incêndio está localizado no piso, à frente do banco do motorista, fig. fig. 46. Para algumas versões está previsto uma capa de proteção para o extintor. A validade do extintor de incêndio está vinculada ao teste hidrostático do mesmo (teste para verificação de vazamentos no cilindro), que é de 5 anos, a partir da sua data de fabricação. A indicação desta validade se encontra gravada no corpo do cilindro. O extintor de incêndio é indicado para apagar princípio de incêndio das c l a s s e s : A - sólidos inflamáveis como borrachas, plásticos e espumas; B - líquidos inflamáveis; C - materiais elétricos. O extintor de incêndio deverá ser imediatamente substituído (não permite recarga), quando ocorrer uma das situações seguintes: - vencimento do prazo de validade do teste hidrostático; - após a sua utilização em incêndio; - se o ponteiro do manômetro estiver fora da sua faixa normal de operação (faixa verde), indicando alguma anomalia no cilindro, na válvula ou no próprio manômetro. Recomendamos, também, ler as instruções impressas no equipamento. C fig. 46 C-21
104 C-22 Atenção! Página em branco.
105 Os veículos Fiat Palio Fire Flex, Siena Fire Flex e Strada Fire são novos em tudo, até nos critérios de manutenção. A primeira revisão de Manutenção Programada está prevista somente aos km. Entretanto, é útil recordar que o veículo necessita sempre de serviços ordinários como, por exemplo, o controle sistemático do nível dos líquidos com eventual restabelecimento da pressão dos pneus etc. De qualquer maneira, lembramos que uma correta manutenção do automóvel é certamente o melhor modo para conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos do veículo e as características de segurança, o respeito pelo meio ambiente e os baixos custos de funcionamento. Lembre-se ainda que um respeito pelas normas de manutenção indicadas pelo símbolo pode constituir a condição necessária para a conservação da garantia. MANUTENÇÃO DO VEÍCULO MANUTENÇÃO PROGRAMADA D-1 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA... D-2 SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO D-5 SERVIÇOS ADICIONAIS D-5 VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS D-7 FILTRO DE AR D-11 BATERIA D-12 CENTRAIS ELETRÔNICAS D-14 VELAS D-14 RODAS E PNEUS D-15 TUBULAÇÕES DE BORRACHA D-17 LIMPADORES DO PÁRA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO D-17 AR-CONDICIONADO D-19 CARROCERIA D-19 INTERIOR DO VEÍCULO D-22 D D
106 MANUTENÇÃO PROGRAMADA Uma correta manutenção é determinante para garantir ao veículo uma longa duração em condições perfeitas. Por isso, a Fiat preparou uma série de controles e de intervenções de manutenção a cada 15 mil quilômetros para veículos a gasolina ou versões Flex. ADVERTÊNCIA: as revisões de Manutenção Programada são prescritas pelo fabricante. A não realização das mesmas pode acarretar a perda da garantia. O serviço de Manutenção Programada é prestado por toda a Rede Assistencial Fiat, com tempos prefixados. A correta manutenção do veículo, além de contribuir para prolongar ao máximo a sua vida útil, é essencial também para garantir o respeito ao meio ambiente. Durante a realização de intervenções, além das operações previstas, pode haver a necessidade de substituições ou consertos não programados, os quais serão comunicados ao cliente. Os referidos consertos podem alterar o prazo de entrega do veículo. ADVERTÊNCIA: aconselha-se dirigir-se imediatamente à Rede Assistencial Fiat, quando verificar pequenas anomalias de funcionamento, sem esperar a realização da próxima revisão. Os produtos que o veículo utiliza para o seu funcionamento (óleo de motor, fluido de freio, fluido de direção hidráulica, líquido para radiador etc.), quando substituidos, deverão ser recolhidos cuidadosamente evitando, assim, que se contamine o meio ambiente. ADVERTÊNCIA: alguns componentes tais como lubrificantes, podem requerer uma verificação/ troca com maior freqüência, devido a utilização do veículo, portanto, é importante observar com cuidado as recomendações constantes desta seção do manual. D D-1
107 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA milhares de quilômetros Controle do estado das pastilhas dos freios a disco dianteiros (*) Verificação visual do estado: tubulações (escapamentoalimentação de combustível - freios), elementos de borracha (proteções - mangueiras - buchas - etc.), tubulações flexíveis do sistema dos freios e alimentação (pneus) Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento do motor, freios, direção hidráulica, lavador do pára-brisa, etc.) Controle do sistema de ignição/injeção Fire (com utilização de equip. de autodiagnóstico) Fire Flex Controle das emissões dos gases de escapamento Controle visual das condições das correias trapezoidais e/ou poly-v Controle visual da correia dentada da distribuição + + Substituição da correia dentada de comando da distribuição + + (ou a cada 3 anos) (**) (*) Verificar a pastilha de freio na revisão. Caso a espessura seja inferior a 5 mm, substituí-la. (**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um controle do estado da correia a cada km e, se necessário, efetuar a sua substituição. Efetuar também a substituição das correias dos órgãos auxiliares. O referido Plano poderá sofrer alterações sem comunicação prévia. D-2
108 milhares de quilômetros Subst. do filtro de combustível (ver Advertência Fire em Serviços Adicionais neste capítulo) Fire Flex Substituição do elemento do filtro de ar (ver Advertência em Serviços Adicionais neste capítulo) Substituição das velas, controle dos cabos Controle dos equipamentos de segurança - extintor/cintos de segurança e funcionamento dos sistemas de iluminação/ sinalização e comandos elétricos dos vidros/portas e limpadores Controle e regulagem das Fire folgas de válvulas Fire Flex Substituição do óleo do motor Substituição do filtro de óleo do motor (vide advertência óleo do motor)*** (vide advertência óleo do motor)*** D (***) Substituir o óleo do motor a cada km se o veículo for utilizado, predominantemente, numa das seguintes condições particularmente severas: - Reboques, estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas, trajetos curtos inferiores a 8 km, motor que roda freqüentemente em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de entrega de porta em porta ou utilizado como veículo de patrulha). Se nenhuma destas condições ocorrer, troque o óleo e o filtro a cada km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro, sempre com o motor quente. D-3
109 milhares de quilômetros Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferencial Controle do estado e desgaste das lonas e tambores do freio traseiro + + Substituição do óleo da caixa de mudanças/diferencial + Substituição do líquido dos freios (ou a cada 24 meses) Verificação/limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor (blow-by) Verificação e eventual substituição do filtro antipólen e carvão ativado (quando disponível) Controle do sistema antievaporativo Controle e eventual regulagem do curso ou altura do pedal da embreagem de comando mecânico D-4
110 SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO A cada 2 anos: Líquido dos freios FL (TUTELA) TOP 4/S. Líquido do sistema de arrefecimento do motor: 30% Paraflu +70% de água pura. CONTINUIDADE DA MANUTENÇÃO Após a realização da última revisão indicada no Plano de Manutenção ( km), considerar a mesma freqüência para substituição e verificação de itens a partir da revisão ( km). SERVIÇOS ADICIONAIS A cada 500 km ou antes de viagens longas, controlar e, se necessário, restabelecer: - nível do óleo do motor; - nível do líquido de arrefecimento do motor; - nível do líquido dos freios; - nível do líquido da direção hidráulica; - nível do líquido do lavador do pára-brisa; - nível do reservatório de partida a frio (motores Flex); - pressão e estado dos pneus; - verificar o correto funcionamento do eletroventilador, assim como o estado das pás da hélice quanto à limpeza e conservação - ver CARROCE- RIA/Eletroventilador do radiador, neste capítulo; - estado do filtro de ar; Devido à concepção dos motores a combustão interna, para que haja uma boa lubrificação, parte do óleo lubrificante é consumido durante o funcionamento do motor. ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor Substituir o óleo e o filtro de óleo a cada km, se o veículo estiver sujeito a quaisquer das seguintes condições: - Reboque; - Estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas; - Motor que roda freqüentemente em marcha lenta, condução em distâncias longas com baixa velocidade ou baixa rotação freqüente (por ex.: "anda e pára" do tráfego urbano, táxis, entregas de porta em porta ou em caso de longa inatividade); - Trajetos curtos (até 8 Km) com o motor não aquecido completamente. Se nenhuma destas condições ocorrer, troque o óleo e o filtro de óleo a cada km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro, sempre com o motor quente. As trocas de óleo deverão ser feitas dentro do intervalo de tempo ou quilometragem estabelecidos, para que o óleo não perca sua propriedade de lubrificação. D-5 D
111 A troca de óleo do veículo deve, obrigatoriamente, ser feita na Rede Assistencial Fiat que possui o filtro e o óleo recomendados, bem como possui uma rotina correta de recolhimento, armazenamento e encaminhamento do produto usado para reciclagem. Lembre-se que o óleo usado não poderá ser descartado na rede pública de esgoto, já que esta prática pode poluir rios e lagos e trazer sérios prejuízos ao meio ambiente. Atenção: 1 - Não se deve acrescentar qualquer tipo de aditivo ao óleo do motor, pois o mesmo não necessita de aditivos complementares. Os danos causados pelo uso desses aditivos não são cobertos pela garantia do veículo. 2 - Caso seja necessário complementar o nível de óleo, utilize, sempre, óleo com a mesma especificação daquele disponível no motor. Em caso emergencial, utilize aquele que possuir especificação técnica similar ao homologado. Atenção: observe as instruções da embalagem. D-6 Recomendamos que depois de efetuada a troca emergencial, seu veículo seja encaminhado a uma concessionária autorizada FIAT, o mais breve possível, para que seja realizado o serviço de troca de óleo utilizando os produtos aprovados para o seu veículo. ADVERTÊNCIA - Bateria Aconselha-se controlar o estado da carga da bateria, com mais freqüência se o veículo é usado predominantemente para percursos breves ou se estiver equipado com dispositivos que absorvam energia permanentemente, mesmo com a chave desligada, principalmente se instalados depois da compra. ADVERTÊNCIA - Filtro do ar Utilizando o veículo em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, substituir o elemento do filtro de ar com uma freqüência maior daquela indicada no Plano de Manutenção Programada. O mau estado do elemento do filtro de ar pode ocasionar aumento no consumo de combustível. Para qualquer dúvida referente às freqüências de substituição do óleo do motor e do elemento do filtro de ar em relação a como é utilizado o veículo, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. A manutenção do veículo deve ser confiada à Rede Assistencial Fiat. Para os serviços de manutenção e reparações pequenas e rotineiras, certifique-se sempre se tem as ferramentas adequadas, as peças de substituição originais Fiat e os líquidos; em todo caso, não faça tais operações se não tiver nenhuma experiência. ADVERTÊNCIA - Filtro de combustível Verificar o estado do filtro de combustível se for notada alguma falha (engasgamento) no funcionamento do motor. ADVERTÊNCIA - Extintor de incêndio Fazer, mensalmente, uma inspeção visual do estado do equipamento e, caso constate alguma anomalia, levá-lo, de imediato, à Rede Assistencial Fiat ou representante credenciado do fabricante do aparelho para verificação e solução do inconveniente.
112 VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS 4EN0397BR MOTOR FIRE 1.0 8V FLEX 1) óleo do motor 2) bateria 3) líquido dos freios 4) líquido do lavador do pára-brisa 5) líquido de arrefecimento do motor 6) líquido da direção hidráulica 7) reservatório de gasolina para partida a frio fig. 1 4E0937BR D MOTOR 1.3 8V FIRE 1) óleo do motor 2) bateria 3) líquido dos freios 4) líquido do lavador do pára-brisa 5) líquido de arrefecimento do motor 6) líquido da direção hidráulica fig. 2 D-7
113 ÓLEO DO MOTOR figs. 3 e 4 A = vareta de verificação B = bocal de enchimento ADVERTÊNCIA: verifique o nível e efetue a troca do óleo do motor de acordo com a freqüência indicada no Plano de Manutenção Programada. O nível do óleo deve estar entre as referências MIN e MAX marcadas na vareta de controle. O espaço entre elas corresponde a cerca de 1 litro de óleo. O controle do nível do óleo deve ser efetuado com o veículo em terreno plano e com o motor ainda quente (cerca de 10 minutos após tê-lo desligado). Se o nível do óleo estiver perto ou até abaixo da referência MIN, adicionar óleo através do bocal de enchimento até atingir a referência MAX. O nível do óleo nunca deve ultrapassar a referência MAX. ADVERTÊNCIA: depois de ter adicionado ou substituído o óleo, funcionar o motor por alguns segundos, desligá-lo e só então verificar o nível. Devido à concepção dos motores a combustão interna, para que haja uma boa lubrificação, parte do óleo lubrificante é consumido durante o funcionamento do motor. Com motor quente, mexer com muito cuidado dentro do vão do motor, pois há perigo de queimaduras. Lembre-se que, com o motor quente, o eletroventilador pode pôr-se em movimento, e ocasionar lesões. Não adicionar óleo com características diferentes das do óleo já existente no motor. Só o uso de óleo semi-sintético (- ver Características dos lubrificantes e dos líquidos no capítulo Características Técnicas) garante a quilometragem prevista pelo plano de manutenção. 4EN404BR 4E0941BR D-8 fig. 3 fig. 4
114 LÍQUIDO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR fig. 5 Quando o motor estiver muito quente, não remover a tampa do reservatório; pois há perigo de queimaduras. O nível do líquido deve ser controlado com motor frio e não deve estar abaixo da referência MIN marcada no reservatório. Se o nível for insuficiente, despejar lentamente, através do bocal do reservatório, uma mistura com 30% de Paraflu e 70% de água pura. Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento, seu veículo poderá ser seriamente danificado. Os reparos, nestes casos, não serão cobertos pela Garantia. LÍQUIDO DOS LAVADORES DO PÁRA-BRISA E DO VIDRO TRASEI- RO fig. 6 Para adicionar líquido, tirar a tampa e encher até o nível. ADVERTÊNCIA: não viajar com o reservatório do lavador do pára-brisa vazio; a ação do lavador é fundamental para melhorar a visibilidade. LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO HIDRÁULICA fig. 7 Verificar se o nível do óleo, com o veículo em terreno plano e motor frio, está entre as referências MIN e MAX marcadas na parte externa do reservatório. Com óleo quente, o nível também pode superar a referência MAX. Se for necessário adicionar óleo, certificar-se de que tenha as mesmas características do óleo já presente no sistema. Importante: verificar o nível do óleo com o motor ligado em marcha lenta. Usar somente óleo FL (Tutela) GI/A. D 4E0944BR 4E0954BR 4E0955BR fig. 5 fig. 6 fig. 7 D-9
115 Verificar periodicamente o estado e a tensão da correia da bomba da direção hidráulica. Não forçar o volante totalmente girado em fim de curso. Isto provoca o aumento desnecessário da pressão do sistema. Evitar que o líquido para a direção hidráulica entre em contato com as partes quentes do motor, uma vez que o mesmo é inflamável. RESERVATÓRIO DE GASOLINA PARA PARTIDA A FRIO (FLEX) O reservatório de gasolina para partida a frio fig. 8 possui uma capacidade de 2 litros. O abastecimento deve ser efetuado com cuidado, já que eventuais respingos de gasolina fora do reservatório poderiam ocasionar um incêndio. Substituir o combustível do reservatório de partida a frio a cada 3 meses se este não for consumido. LÍQUIDO DOS FREIOS figs. 9 e 10 Periodicamente, controlar o funcionamento da lâmpada-piloto situada no quadro de instrumentos: pressionando a tampa do reservatório (com chave de ignição em MAR), a lâmpada-piloto x deve acender. fig. 9 - versões com freio ABS. fig versões sem freio ABS. Se precisar adicionar líquido, utilizar somente os classificados DOT 4. Em particular, aconselha-se o uso de FL (TUTELA) TOP 4/S, com o qual foi efetuado o primeiro enchimento. O nível do líquido no reservatório não deve ultrapassar a referência MAX. Evitar que o líquido dos freios, altamente corrosivo, entre em contato com as partes pintadas. Se isso acontecer, lavar imediatamente com água. 4EN0656BR 4E0948BR 4E0946BR D-10 fig. 8 fig. 9 fig. 10
116 ADVERTÊNCIA: o líquido dos freios é higroscópico (isto é, absorve a umidade). Por isto, se o veículo for usado predominantemente em regiões com alta porcentagem de umidade atmosférica, o líquido deve ser substituído com mais freqüência do que indicado no Plano de Manutenção Programada. Importante: para evitar inconvenientes de frenagem, substitua o líquido dos freios a cada dois anos, independentemente da quilometragem percorrida. O símbolo π, presente no recipiente, identifica os líquidos de freios de tipo sintético, distinguindo-os dos de tipo mineral. Usar líquidos de tipo mineral danifica irremediavelmente as juntas especiais de borracha do sistema de frenagem. FILTRO DE AR SUBSTITUIÇÃO figs. 11 e 12 Soltar os grampos A e retirar a tampa B puxando-a para trás, tomando cuidado para não danificar o tubo de borracha que está conectado à mesma. Remover o elemento filtrante C. O filtro de ar deverá ser inspecionado a cada 500 km e, caso se encontre muito sujo, deverá ser substituído antes do prazo especificado no Plano de Manutenção Programada. 4E1023BR PRÉ-FILTRO DE AR PARA SERVIÇO PESADO Nas versões que possuem pré-filtro de ar para serviço pesado, tem-se acesso ao mesmo retirando a tela plástica de sustentação, localizada debaixo do filtro de ar convencional C-fig. 12. Caso seja necessária, a limpeza do filtro deverá ser feita utilizando jatos de ar a baixa pressão. A substituição do pré-filtro de ar para serviço pesado deverá ser realizada após duas ou três operações de limpeza ou, em todo caso, a cada km. Um filtro de ar muito sujo contribui para aumentar o consumo de combustível do veículo. 4E1025BR D fig. 11 fig. 12 D-11
117 ANTIPÓLEN E CARVÃO ATIVADO - FILTROS DO AR-CONDICIONADO O sistema de ar-condicionado de algumas versões pode possuir um filtro específico destinado a absorção de partículas de pólen que normalmente entrariam junto com o fluxo de ar coletado externamente. Este filtro, se estiver sujo, pode ser responsável direto por uma eventual diminuição da eficiência do sistema de ar-condicionado, razão pelo qual recomendase a sua inspeção periódica e eventual substituição. Se o veículo for utilizado predominantemente em localidades com alta concentração de poeira, poluição atmosférica ou regiões litorâneas, deve-se substituir com maior freqüência o elemento filtrante. O ar-condicionado do veículo pode estar equipado com o filtro de carvão ativado. A função deste filtro é eliminar os odores resultantes da poeira e fungos. Recomendamos que tanto o trabalho de inspeção quanto o de substituição dos elementos filtrantes sejam realizados na Rede Assistencial Fiat. BATERIA As baterias dos veículos Fiat são do tipo Sem Manutenção, que, em condições normais de uso, não exigem enchimentos com água destilada. O nível do líquido da bateria (eletrólito), com veículo em superfície plana, deve estar entre as referências marcadas na bateria. Se o nível estiver abaixo da referência MIN-fig. 13, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. Para a recarga da bateria, ver o capítulo Em emergência. 4E0958BR D-12 fig. 13
118 O líquido contido na bateria é venenoso e corrosivo. Evitar o contato com a pele e com os olhos. Não aproximar-se da bateria com chamas ou possíveis fontes de faíscas, pois há perigo de explosão e de incêndio. A utilização da bateria com o nível de eletrólito muito baixo pode danificá-la irreparavelmente, provocando o rompimento da caixa plástica e o vazamento do ácido contido na mesma. As baterias contêm substâncias muito perigosas para o meio ambiente. Para a substituição da bateria, aconselhamos dirigir-se à Rede Assistencial Fiat, que está preparada para a eliminação da mesma respeitando a natureza e as disposições legais. Uma montagem incorreta de acessórios elétricos e eletrônicos pode causar graves danos ao veículo. CONSELHOS ÚTEIS PARA PROLONGAR A DURAÇÃO DA BATERIA Ao estacionar o veículo, certificarse que as portas e o capô estejam bem fechados. As luzes internas devem estar apagadas. Com motor desligado, não manter dispositivos ligados por muito tempo (por ex. rádio, luzes de emergência etc.). ADVERTÊNCIA: a bateria mantida por muito tempo com carga abaixo de 50% é danificada por sulfatação, reduzindose a sua capacidade e o desempenho na partida. Em caso de parada prolongada, ver Inatividade prolongada do veículo, no capítulo Uso correto do veículo. Se, após a compra do veículo, você desejar montar acessórios (alarme eletrônico etc.), dirija-se à Rede Assistencial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositivos mais adequados e, principalmente, recomendar-lhe a utilização de uma bateria com capacidade maior. ADVERTÊNCIA: tendo que instalar no veículo sistemas adicionais (alarme, som etc.), frisamos o perigo que representam derivações inadequadas em conexões dos chicotes elétricos, principalmente se ligados aos dispositivos de segurança. D D-13
119 CENTRAIS ELETRÔ- NICAS Usando normalmente o veículo, não é preciso ter precauções especiais. Em caso de intervenções no sistema elétrico ou de partida de emergência, é necessário, porém, seguir cuidadosamente as instruções seguintes: Nunca desligue a bateria do sistema elétrico com o motor em movimento. Desligue a bateria do sistema elétrico em caso de recarga. Em caso de emergência, nunca efetue a partida com um carregador de bateria, mas utilizar uma bateria auxiliar (ver Partida com bateria auxiliar no capítulo Em emergência ). Tome um cuidado especial com ligação entre bateria e sistema elétrico, verificando tanto a exata polaridade, como a eficiência da própria ligação. Quando a bateria é religada, a central do sistema de injeção/ignição deve readaptar os próprios parâmetros internos; portanto, nos primeiros quilômetros de uso, o veículo D-14 pode apresentar um comportamento levemente diferente do anterior. Não ligue ou desligue os terminais das centrais eletrônicas quando a chave de ignição estiver na posição MAR. Não verifique polaridades elétricas com faíscas. Desligue as centrais eletrônicas no caso de soldas elétricas na carroceria. Removê-las em caso de temperaturas acima de 80 C (trabalhos especiais na carroceria etc.). ADVERTÊNCIA: a instalação de acessórios eletrônicos (rádio, alarme etc.) com exceção dos originais de fábrica, não deve em hipótese alguma, alterar os chicotes elétricos dos sistemas de injeção e ignição. Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em consideração as características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com risco de incêndio. VELAS A limpeza e a integridade das velas fig. 14 são decisivas para a eficiência do motor e para a contenção das emissões poluentes. O aspecto da vela, se examinado por um especialista, é um válido indício para localizar um defeito, mesmo se não for ligado ao sistema de ignição. Assim, se o motor tiver algum problema, é importante verificar as velas na Rede Assistencial Fiat. fig. 14 4E0959BR
120 Velas Modelo Versão (tipo) Palio Fire Siena Fire Strada Fire 1.0 8V Flex 1.0 8V Flex NGK BKR6EZ NGK BKR6EZ 1.3 8V NGK BKR6EZ As velas devem ser substituídas dentro dos prazos previstos pelo Plano de Manutenção Programada. Use somente velas do tipo recomendado; se o grau térmico for inadequado, ou se não for garantida a duração prevista, podem acontecer inconvenientes. RODAS E PNEUS PRESSÃO DOS PNEUS Controlar semanalmente, e antes de viagens longas, a pressão de cada pneu, inclusive da roda sobressalente. O controle da pressão deve ser efetuado com pneu frio. Usando o veículo por um longo período, é normal que a pressão aumente. Se, por acaso, precisar controlar ou calibrar os pneus estando os mesmos quentes, considere que o valor da pressão deverá ser +0,3 kg/cm 2 ou 4lb/pol 2 a mais em relação ao valor estabelecido. Lembre-se que a aderência do veículo na estrada depende também da correta pressão dos pneus. Uma pressão errada provoca um desgaste anormal dos pneus fig. 15 A - Pressão normal: banda de rodagem gasta de maneira uniforme. B - Pressão insuficiente: banda de rodagem gasta principalmente nas bordas. C - Pressão excessiva: banda de rodagem gasta principalmente no centro. Uma pressão baixa demais provoca o superaquecimento do pneu, com possibilidade de graves danos ao mesmo. 4E0960BR D fig. 15 D-15
121 A borracha não se decompõe com o passar do tempo, razão pela qual os pneus usados, quando forem substituídos, não devem ser descartados em lixeiras comuns. É aconselhável deixá-los no estabelecimento que fez a troca para que este se encarregue de reciclá-los. ADVERTÊNCIAS: se possível, evitar freadas repentinas, arrancadas violentas, etc. Evitar, principalmente, choques violentos contra calçadas, buracos na estrada e obstáculos de qualquer tipo. O uso prolongado em estradas malconservadas pode danificar os pneus. Verificar, periodicamente, se os pneus não têm cortes laterais, aumento de volume ou desgaste irregular das bandas de rodagem. Nesse caso, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. Evitar viajar com sobrecarga; pode causar sérios danos às rodas e aos pneus. Se furar um pneu, parar imediatamente e substituí-lo para não danificar o próprio pneu, a roda, a suspensão e o mecanismo da direção. O pneu envelhece mesmo se pouco usado. Rachaduras na borracha da banda de rodagem e nas laterais são um sinal de envelhecimento. De qualquer forma, se os pneus estão montados há mais de 6 anos, é necessário mandá-los controlar por pessoal especializado, para avaliar se podem ainda ser utilizados. Lembre-se também de controlar com muito cuidado a roda sobressalente. Em caso de substituição, montar sempre pneus novos, evitando os de proveniência duvidosa. Os veículos Fiat usam pneus Tubeless, sem câmara de ar. Nunca usar câmaras de ar com estes pneus. Se substituir um pneu, é oportuno trocar a válvula de enchimento também. Para permitir um desgaste uniforme entre os pneus dianteiros e os traseiros, aconselha-se efetuar o rodízio dos pneus a cada mil quilômetros, mantendo-os do mesmo lado do veículo para não inverter o sentido de rotação. Pneus novos apresentam melhor aderência após percorrerem pelo menos 150 km. Não efetuar rodízio em cruz dos pneus, deslocandoos do lado direito do veículo para o esquerdo e vice-versa. D-16
122 TUBULAÇÕES DE BORRACHA Em relação às tubulações flexíveis de borracha do sistema de freios, da direção hidráulica e de alimentação, seguir rigorosamente o Plano de Manutenção Programada. Efetivamente, o ozônio, as altas temperaturas e a falta prolongada de líquido no sistema podem causar o endurecimento e a rachadura das tubulações, com possíveis vazamentos de líquidos. Assim, é necessário um controle cuidadoso. LIMPADORES DO PÁRA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO PALHETAS Limpar, periodicamente, a parte de borracha usando produtos adequados. Substituir as palhetas se o limpador de borracha estiver deformado ou gasto. Em todo caso, aconselha-se a substituí-las uma vez por ano. Viajar com as palhetas do limpador do pára-brisa desgastadas representa um grave risco, pois reduz a visibilidade em caso de más condições atmosféricas. Substituição das palhetas do limpador do pára-brisa fig. 16 1) Levantar o braço A do limpador do pára-brisa e posicionar a palheta de maneira que forme um ângulo de 90 graus com o próprio braço; 2) Tirar a palheta empurrando-a para baixo e desengatando-a do braço A; 3) Montar a palheta nova introduzindo-a na respectiva sede do braço e certificando-se de que fique bem colocada. D Não ligar os limpadores do párabrisa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. Somente devem ser utilizados estando o vidro molhado e livre de impurezas, tais como: terra, barro, areia etc., sob pena de se danificarem a borracha e o próprio vidro. 4E0950BR fig. 16 D-17
123 Substituição da palheta do limpador do vidro traseiro fig. 17 1) Para retirar a palheta basta apertar a trava indicada fig ) Para montar a nova palheta basta encaixá-la na sede. ESGUICHOS Se o jato não sair, antes de tudo, verificar se há líquido no reservatório; ver Verificação dos níveis neste capítulo. Depois, usando um alfinete, verificar se os furos de saída não estão entupidos A-fig. 18. Os jatos do lavador do vidro traseiro podem se orientados regulando a direção dos esguichos. Girar o cilindro dos esguichos com uma chave de fenda introduzida na sede fig. 19 de maneira que os mesmos sejam apontados para o ponto mais alto alcançado pelo movimento das palhetas. 4E0949BR 4E0952BR 4E0951BR D-18 fig. 17 fig. 18 fig. 19
124 AR-CONDICIONADO Durante o inverno, o sistema de arcondicionado deve ser colocado em funcionamento pelo menos uma vez por mês e por cerca de 10 minutos. Antes do verão, verificar a eficiência do sistema na Rede Assistencial Fiat. O sistema utiliza fluido refrigerante R134a que, em caso de vazamentos acidentais, não danifica o meio ambiente. Evitar completamente o uso de fluido R12 que, além de ser incompatível com os componentes do sistema, contém clorofluorcarbonetos (CFC). CARROCERIA PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES ATMOSFÉRICOS As principais causas de fenômenos de corrosão são: - poluição atmosférica - salinidade e umidade da atmosfera (regiões litorâneas ou com clima quente e úmido) - variações climáticas das estações. Não se deve subestimar também a ação abrasiva da poeira atmosférica e da areia levadas pelo vento, do barro e do cascalho atirados pelos outros veículos. A Fiat adotou em seus veículos as melhores soluções tecnológicas para proteger, com eficácia, a carroceria contra a corrosão. Aqui estão as principais: - produtos e sistemas de pintura que dão ao veículo uma maior resistência contra corrosão e abrasão; - uso de chapas zincadas (ou prétratadas), dotadas de alta resistência contra a corrosão; - aspersão da parte inferior da carroceria, do compartimento do motor, da parte interna da caixa das rodas e outros elementos com produtos cerosos com elevado poder protetor; - aspersão de polímeros com função protetora, nos pontos mais expostos: soleira das portas, parte interna dos pára-lamas, bordas etc; - uso de caixas abertas para evitar condensação e estagnação de água, que podem favorecer a formação de ferrugem no interior. D D-19
125 CONSELHOS PARA A BOA CON- SERVAÇÃO DA CARROCERIA Pintura A pintura não tem só função estética, mas também de proteção das chapas. Em caso de abrasões ou riscos profundos, aconselha-se a fazer os devidos retoques imediatamente, para evitar formações de ferrugem. Para os retoques na pintura, utilizar somente produtos originais (ver o capítulo Características técnicas ). A manutenção normal da pintura consiste na lavagem, cuja freqüência depende das condições do ambiente de uso. Por exemplo, nas zonas com alta poluição atmosférica, alta salidade ou em estradas rurais, onde é comum haver estrume de animal, orientamos a lavar o veículo com mais freqüência. Os detergentes poluem as águas. Por isso, a lavagem do veículo deve ser efetuada usando produtos biodegradáveis, que se decompõem no meio ambiente. Ao lavar o veículo, utilize o mínimo de água possível. Se for utilizar mangueira, certifique-se de que a mesma não apresente vazamentos que favoreçam o desperdício de água potável. Para uma lavagem correta: 1) molhar a carroceria com um jato d água com baixa pressão; 2) passar na carroceria uma esponja com shampoo neutro automotivo, enxaguando a mesma com freqüência. 3) enxaguar bem com água e enxugar com jato de ar, uma camurça ou pano macio. Ao enxugar, prestar atenção nas partes menos visíveis, como o vão das portas, capô e contorno dos faróis, nos quais a água pode empoçar-se com mais facilidade. Aconselha-se a não guardar logo o veículo em ambiente fechado, mas deixá-lo ao ar livre para favorecer a evaporação da água. Não lavar o veículo depois de ter ficado parado sob o sol ou com o capô do motor quente; o brilho da pintura pode ser alterado. As partes de plástico externas devem ser limpas com o mesmo procedimento seguido para a lavagem normal do veículo. Evitar estacionar o veículo debaixo de árvores; a resina que muitas espécies deixam cair, dão um aspecto opaco à pintura e aumentam a possibilidade de corrosão. ADVERTÊNCIA: os excrementos de pássaros devem ser lavados imediatamente e com cuidado, pois sua acidez é bastante agressiva. Para proteger melhor a pintura, aconselhamos encerar periodicamente, utilizando cera, a qual deixa uma camada protetora sobre a mesma. D-20
126 Vidros Para a limpeza dos vidros, usar detergentes específicos. Usar panos bem limpos para não riscar os vidros ou alterar a transparência dos mesmos. ADVERTÊNCIA: para não prejudicar as resistências elétricas presentes na superfície interna do vidro traseiro, esfregar delicadamente seguindo o sentido das próprias resistências. Evite aplicar decalques ou outros adesivos nos vidros, visto que os mesmos podem desviar a atenção e reduzem o campo de visão. Vão do motor A lavagem do compartimento do motor é um procedimento que deve ser evitado. Porém, quando isto se tornar necessário, observar as recomendações a seguir: ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor, tome os seguintes cuidados: - não o lave quando estiver ainda quente; - não utilize substâncias cáusticas, produtos ácidos ou derivados de petróleo; - evite jatos d água diretamente sobre os componentes eletroeletrônicos e seus chicotes; - proteja com plásticos o alternador, a central da ignição/injeção eletrônica, a bateria, a bobina e, se existente, a central do sistema ABS; - proteja também com plástico o reservatório do fluido de freio, para evitar a sua contaminação; Após a lavagem, não pulverize nenhum tipo de fluido (óleo diesel, querosene, óleo de mamona etc.) sobre o motor e componentes, sob pena de danificá-los, causando, inclusive, a retenção de poeira. ADVERTÊNCIA: a lavagem deve ser efetuada com motor frio e chave de ignição em STOP. Depois da lavagem, verificar se as diversas proteções (ex.: tampas de borracha e outras proteções) não foram removidas ou danificadas. Eletroventilador do radiador A utilização do veículo em vias lamacentas pode ocasionar o acúmulo de barro no eletroventilador, provocando vibrações e ruídos anormais e, em situações extremas, o travamento do sistema. A inspeção e limpeza do eletroventilador do radiador é uma operação necessária em veículos que trafegam em tais condições. A limpeza do eletroventilador do radiador deve ser feita respeitando as disposições estabelecidas no tópico Vão do motor. Particularmente, o emprego inadequado de jatos d água pode ocasionar danos nas colmeias do radiador e no motor elétrico do eletroventilador. Pneus Após uma lavagem geral do veículo aconselha-se esfregar uma escova de cerdas macias com uma solução de água e shampoo neutro. Utilizar Easy Care limpa pneus, que dá aos pneus um aspecto novo, sem brilho exagerado. D D-21
127 INTERIOR DO VEÍCULO Periodicamente, verificar se não há água parada debaixo dos tapetes (devido a sapatos molhados, guardachuvas etc.) que poderiam proporcionar o surgimento de focos de corrosão. LIMPEZA DOS BANCOS E DAS PARTES DE TECIDO - Retirar o pó com uma escova macia ou com um aspirador de pó. - Esfregar os bancos com uma esponja umedecida com uma mistura de água e detergente neutro. LIMPEZA DOS BANCOS EM VELUDO Para limpeza do veludo, use aspirador de pó, uma escova de cerdas macias e água. Não use sabão ou detergentes, pois os mesmos podem manchar o veludo. Após aspirar deve-se proceder a limpeza do encosto varrendo de cima para baixo com escova seca. O assento deve ser varrido da parte mais próxima do encosto para a frente do banco. Após o uso da escova seca deve-se repetir a operação com a escova levemente umedecida. Em seguida, deixar que seque completamente para sua utilização. PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS Usar produtos específicos, estudados para não alterar o aspecto dos componentes. TAPETES E PARTES DE BORRACHA (exceto vão do motor) Recomenda-se usar produtos de eficiência comprovada. Misturas caseiras de álcool + glicerina produzem brilho exagerado, além de agredir a borracha dos pneus. ADVERTÊNCIA: não utilizar álcool ou benzina para a limpeza do visor do quadro de instrumentos. Não deixar frascos de aerossol no veículo, pois há perigo de explosão. Os frascos de aerossol não devem ser expostos a uma temperatura superior a 50 C. Dentro do veículo exposto ao sol, a temperatura pode ultrapassar em muito este valor. D-22
128 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente vão começar a ler o manual a partir desta parte. Efetivamente, inicia uma seção cheia de dados, números, medidas e tabelas. Trata-se, de uma certa forma, da carteira de identidade de seu veículo. Um documento de apresentação que mostra, em linguagem técnica, todas as características que fazem dele um modelo criado para proporcionar-lhe a máxima satisfação. DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO E-1 CÓDIGO DOS MOTORES - VERSÕES DE CARROCERIA E-2 MOTOR E-3 TRANSMISSÃO E-4 FREIOS E-5 SUSPENSÕES E-5 DIREÇÃO E-6 ALINHAMENTO DAS RODAS E-6 RODAS E PNEUS E-6 SISTEMA ELÉTRICO E-7 DESEMPENHO E-8 DIMENSÕES E-9 PESOS E-13 ABASTECIMENTOS E-14 CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS E-17 PRESSÃO DOS PNEUS E-18 E E
129 DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO Estão indicados nos seguintes pontos fig. 1 e 2 SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO (VIS) A Etiqueta sobre o pára-lama dianteiro direito. B Etiqueta sobre a coluna de fixação da porta dianteira direita. Este número seqüencial está também gravado no pára-brisa, vidro traseiro e vidros das portas. TIPO E NÚMERO DO CHASSI D Gravação no assoalho debaixo do banco dianteiro direito. CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE CARROCERIA E Plaqueta fixada na travessa dianteira com código de identificação de carroceria. ANO DE FABRICAÇÃO F Etiqueta sobre a coluna de fixação da porta dianteira direita, próxima à etiqueta VIS. TIPO E NÚMERO DO MOTOR G Gravação no bloco do motor. TARA, LOTAÇÃO E PESO BRUTO TOTAL H Etiqueta fixada na face traseira da porta esquerda (Strada). E fig. 1 fig. 2 E-1
130 ETIQUETA ADESIVA DE IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA CARROCERIA - fig. 3 A etiqueta adesiva está colada na parte lateral interna da porta direita. Indica os seguintes dados: A - Fabricante da tinta B - Denominação da cor C - Código Fiat da cor D - Código da cor para retoques ou nova pintura P4E01455 ETIQUETA ADESIVA DE IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE fig. 4 A etiqueta adesiva está localizada sob o capô do motor. FIAT AUTOMÓVEIS S.A. BR 381, KM Betim - MG C.G.C / Indústria Brasileira 4E0559BR CÓDIGO DOS MO- TORES - VERSÕES DE CARROCERIA Código Código do tipo da Versões de motor carroceria Palio Fire 1.0 8V Flex 178F G.0 3 portas Palio Fire 1.0 8V Flex 178F G.0 5 portas Siena Fire 1.0 8V Flex 178F G.0 Strada Fire 1.3 8V 178E C. curta Strada Fire 1.3 8V 178E C. estendida E-2 fig. 3 fig. 4
131 MOTOR Palio Fire Siena Fire Strada Fire DADOS GERAIS 1.0 8V Flex 1.0 8V Flex 1.3 8V Código do tipo 178D D E8011 Ciclo OTTO OTTO OTTO Combustível Gasolina/álcool Gasolina/álcool Gasolina Número e posição dos cilindros 4 em linha 4 em linha 4 em linha Número de válvulas por cilindro Diâmetro x curso mm 70,0 x 64,9 70,0 x 64,9 70,8 x 78,86 Cilindrada total cm 3 999,1 999,1 1241,86 Taxa de compressão 11,65 ± 0,15: 1 11,65 ± 0,15: 1 9,8 + 0,2: 1 Gasolina Álcool Gasolina Álcool Potência máxima ABNT cv/kw 65,0/47,8 66,0/48,6 65,0/47,8 66,0/48,6 67,0/49,3 regime correspondente rpm Torque máximo ABNT kgm/nm 9,1/89,3 9,2/90,3 9,1/89,3 9,2/90,3 11,1/108,9 regime correspondente rpm Regime de marcha lenta rpm 850 ± ± ± 50 DISTRIBUIÇÃO Admissão: início antes do PMS 02º APMS 02º APMS 07º APMS fim depois do PMI 41º DPMI 41º DPMI 35º DPMI Escapamento: início antes do PMI 42º APMI 42º APMI 37º APMI fim depois do PMS 01º DPMS 01º DPMS 05º DPMS Teor de CO em marcha lenta < 0,5% < 0,5% < 0,5% E E-3
132 ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Injeção eletrônica e ignição com sistemas integrados: uma única central eletrônica controla ambas as funções elaborando, ao mesmo tempo, a duração do tempo de injeção (para a dosagem do combustível) e o ângulo de avanço da ignição. Tipo: Multipoint semi-seqüencial indireta e seqüencial indireta (FIRE). Filtro do ar: a seco, com elemento filtrante de papel; tomada de seleção termostática. Bomba de combustível: por imersão, no reservatório. Pressão de injeção: Motor Fire 1.0 8V Flex...3 bar. Motor Fire 1.3 8V... 3,5 bar. Sistema de dosagem da mistura mediante elaboração eletrônica dos dados detectados pelos sensores do ângulo de abertura da borboleta aceleradora e de regime do motor. Marcha lenta do motor: 850 ± 50 rpm. Ordem de ignição: Velas de ignição: Fire 1.0 8V Flex...NGKBKR6EZ Fire 1.3 8V...NGKBKR6EZ E-4 Modificações ou consertos no sistema de alimentação, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio. LUBRIFICAÇÃO Forçada, através de bomba de engrenagens com válvula limitadora de pressão incorporada. Filtragem do óleo mediante filtro de cartucho em vazão total. ARREFECIMENTO Sistema de arrefecimento com radiador, bomba centrífuga e reservatório de expansão. Termostato no circuito secundário para recirculação da água do motor ao radiador. Termostato de by-pass controlado. Eletroventilador para arrefecimento do radiador com ativação/desativação, regulada por interruptor termostático situado no radiador. TRANSMISSÃO EMBREAGEM Monodisco a seco com mola a disco e comando mecânico. CAIXA DE MUDANÇAS E DIFEREN- CIAL Com cinco marchas para a frente e marcha à ré com sincronizadores para o engate das marchas para a frente. As relações são: Em 1ª marcha 4,273 Em 2ª marcha 2,238 Em 3ª marcha 1,520 Em 4ª marcha 1,156 Em 5ª marcha 0,919 Em marcha a ré 3,909
133 Grupo cilíndrico de redução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades. FREIOS FREIOS DE SERVIÇO SUSPENSÕES DIANTEIRA As relações são: Relação de redução do 4,357 diferencial Número de dentes 14/61 Transmissão de movimento para as rodas dianteiras através de semi-eixos ligados ao grupo diferencial e às rodas com juntas homocinéticas. Dianteiros: a disco ventilado, com pinça flutuante. Traseiros: a tambor, com sapatas autocentrantes. Circuitos hidráulicos cruzados. Servofreio por depressão. Sistema ABS de quatro canais e quatro sensores (opcional). Recuperação automática da folga devido ao desgaste das pastilhas e lonas de freio. Regulador de frenagem a corte fixo que age no circuito hidráulico dos freios traseiros. FREIO DE MÃO De rodas independentes, tipo McPherson com braços oscilantes fixados a uma travessa. Molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito. TRASEIRA Palio Fire Flex e Siena Fire Flex De rodas independentes (eixo de torção). Molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos de duplo efeito. Barra estabilizadora (para algumas versões). E Comandado por alavanca de mão que age mecanicamente sobre as sapatas dos freios traseiros. Strada Fire Tipo: com eixo rígido. Amortecedores hidráulicos, telescópicos de duplo efeito. Mola parabólica longitudinal. E-5
134 DIREÇÃO Volante com absorção de energia (AIR BAG) opcional. Coluna da direção articulada, com absorção de energia e com sistema de regulagem angular em altura. Sistema mecânico ou hidráulico com pinhão e cremalheira com lubrificação permanente. Direção hidráulica (para algumas versões). Articulações com lubrificação permanente. Diâmetro mínimo de curva: Palio e Siena...9,8 m Strada...11,0 m Número de voltas do volante: 4,13 voltas com direção mecânica 2,77 voltas com direção hidráulica Nos veículos dotados de direção hidráulica, não virar o volante até o fim de curso (seja para a direita ou esquerda) por mais de 15 segundos, sob pena de danificar o sistema. ALINHAMENTO DAS RODAS RODAS DIANTEIRAS Palio Fire Siena Fire Strada Fire 1.0 8V Flex 1.3 8V Câmber -30 ± ± 30 Cáster 1 34 ± 30 0 ± ±30 (*) 1 30 ± 30 (*) Convergência -1 ± 1 mm -1 ± 1 mm (*) com direção hidráulica RODAS TRASEIRAS Palio Fire Siena Fire Strada Fire 1.0 8V Flex 1.3 8V Câmber -30 ± 30 0 ± 30 Convergência -1,5 ± 1,5 mm 0 ± 0,5 mm RODAS E PNEUS Palio Fire Siena Fire Strada 1.0 8V 1.0 8V Fire Flex Flex 1.3 8V Rodas 5,0 x 13 5,0 x 13 5,5 x 14 Pneus 145/80R13 165/70R13 175/70R14 165/70R13(*) (*) opcional Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas. ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. As rodas de liga leve são fixadas com parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado, exceto com a de reserva. E-6
135 SISTEMA ELÉTRICO Tensão de alimentação: 12 volts. BATERIA Com negativo em massa. Capacidades Palio Fire Siena Fire Strada 1.0 8V 1.0 8V Fire Flex Flex 1.3 8V Versão básica 32Ah 40Ah 32Ah Com ar-condic. 40Ah 40Ah 40Ah ALTERNADOR Retificador e regulador de tensão eletrônico incorporado. Início da carga da bateria assim que o motor é ligado. Palio Fire Siena Fire Strada 1.0 8V 1.0 8V Fire Flex Flex 1.3 8V Corrente nominal 65A 65A 65A máxima 90A (*) 90A (*) 90A (*) fornecida (*) Com ar-condicionado O alternador possui um regulador de tensão que incorpora a função de diagnóstico, ou seja, a lâmpada de recarga da bateria permanece acesa até 2,5 segundos após a partida do veículo para leitura do sistema. Se houver algum inconveniente permanente, a lâmpada continuará acesa. Neste caso, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. Caso não haja nenhum inconveniente permanente no veículo a lâmpada apagará e, se a seguir, a chave de ignição for colocada em Stop e novamente em marcha, a lâmpada de recarga da bateria não mais acenderá. E E-7
136 MOTOR DE PARTIDA Potência fornecida: Palio Fire Flex...0,8 kw Siena Fire Flex...0,9 kw Strada Fire...0,9 kw Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio. DESEMPENHO Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h). Palio Fire 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire Álcool Gasolina Álcool Gasolina 1.3 8V 1ª marcha 35,9 35,9 35,9 35,9 31,0 2ª marcha 68,6 68,6 68,6 68,6 59,0 3ª marcha 101,0 101,0 101,0 101,0 87,0 4ª marcha 132,8 132,8 132,8 132,8 115,0 (*) 5ª marcha 154,0 155,0 154,0 155,0 152,0 Marcha a ré 39,3 39,3 39,3 39,3 34,0 Rampa máxima superável (*), em primeira marcha e com carga útil; estando o veículo já em movimento com o motor em rotação de torque máximo. Palio Fire 1.0 8V Siena Fire 1.0 8V Flex Flex Strada Fire 1.3 8V %* 33,0 33,0 29,0 E-8 * os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcionais do veículo.
137 DIMENSÕES PALIO FIRE 1.0 8V FLEX Volume do porta-malas (norma ISO 3832): em condições normais: 280 ampliada, com carga rente aos vidros laterais: 650 4E1088BR fig. 5 E A B C D E F G H I 767,0 2373,0 623,0 3763,0 1440,0 1415,0 1378,0 1620,0 1905,0 Dimensões em mm. E-9
138 SIENA FIRE 1.0 8V FLEX Volume do porta-malas (norma ISO 3832): em condições normais: 500,0 4E1091BR fig. 6 A B C D E F G H I 767,0 2373,0 973,0 4113,0 1440,0 1415,0 1380,0 1620,0 1905,0 Dimensões em mm. E-10
139 STRADA FIRE 1.3 8V Cabine curta 4E1356BR Volume do porta-malas (norma VDA): superfície: 2,4 dm 2 volume: fig. 7 E A B C D E F G H I J K 766,0 2718,0 920,0 4400,0 1505,0 1425,0 1390,0 1665,0 1350,0 1090,0 1685,0 Dimensões em mm. E-11
140 STRADA FIRE 1.3 8V Cabine estendida 4E1357BR Volume do porta-malas (norma VDA): superfície: 2,0 dm 2 volume: 800 fig. 8 A B C D E F G H I J K 766,0 2718,0 920,0 4400,0 1544,0 1425,0 1390,0 1665,0 1350,0 1090, Dimensões em mm. E-12
141 PESOS PALIO FIRE 1.0 8V FLEX SIENA FIRE 1.0 8V FLEX STRADA FIRE 1.3 8V Pesos (kg) 3 portas 5 portas Cabine curta Cabine estendida Peso do veículo em ordem de marcha (com abastecimentos, roda de reserva, ferramentas e acessórios): Capacidade útil incluindo o motorista: Cargas máximas admitidas (*): eixo dianteiro eixo traseiro Cargas rebocáveis: reboque freado reboque não freado Carga máxima sobre o teto (*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/ou sobre a superfície de carga, respeitando as cargas máximas admitidas. E E-13
142 ABASTECIMENTOS PALIO FIRE 1.0 8V FLEX SIENA FIRE 8V FLEX Produtos litros kg litros kg homologados (*) Tanque de combustível: (*) Gasolina tipo C ou álcool Incluída uma reserva etílico hidratado em qualquer aproximada de: 5,5 a 7,5 5,5 a 7,5 proporção Sistema de arrefecimento do motor: base 5,1 a 5,3 5,1 a 5,3 30% de Paraflu com aquecedor 5,3 a 5,4 5,3 a 5,4 +70% de água pura com ar-condicionado 5,3 a 5,4 5,3 a 5,4 Cárter do motor e filtro: 2,7 2,38 2,7 2,38 SELÈNIA K SL 15W40 ou SELÈNIA PERFORMER 10W40 Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,76 2,0 1,76 FL (Tutela) EPYX Direção hidráulica: 0,68 0,68 FL (Tutela) GI/A Junta homocinética e coifa: 0,075 0,075 FL (Tutela) MRM 2/L Circuito dos freios hidráulicos dianteiros e traseiros: 0,44 0,44 FL (Tutela) TOP 4/S Circuito dos freios hidráulicos com dispositivo antibloqueio ABS: 0,54 0,54 FL (Tutela) TOP 4/S Reservatório do líquido dos lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro: 2,3 2,3 Água pura (**) Reservatório de partida a frio 2,0 2,0 Gasolina tipo C com teor de álcool etílico anidro conf. legisl. vigente (*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento. (**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do pára-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa parabrisas (FL) ao líquido do reservatório do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa parabrisas (FL) + 75% de água pura. E-14
143 STRADA FIRE 1.3 8V Produtos litros kg homologados (*) Tanque de combustível: (*) 58 Gasolina comum tipo C com Incluída uma reserva teor de álcool anidro conforme aproximada de: 5,5 a 7,5 legislação vigente Sistema de arrefecimento do motor: 5,6 a 5,8 30% de Paraflu 11 com aquecedor e ar-condicionado 5,8 a 5,9 +70% de água pura Cárter do motor 2,6 2,3 SELÈNIA K SL 15W40 Cárter do motor e filtro 2,7 2,4 SELÈNIA PERFORMER 10W40 API SJ Caixa de mudanças/diferencial 2,0 1,8 FL (Tutela) EPYX Direção hidráulica 0,68 FL (Tutela) GI/A Junta homocinética e coifa 0,075 FL (Tutela) MRM 2/L Circuito dos freios hidráulicos dianteiros e traseiros 0,44 FL (Tutela) TOP 4/S Circuito dos freios hidráulicos com dispositivo antibloqueio ABS 0,54 FL (Tutela) TOP 4/S Reservatório do líquido dos lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro 2,3 Água pura (**) E (*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento. (**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do pára-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa parabrisas (FL) ao líquido do reservatório do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa parabrisas (FL) + 75% de água pura. E-15
144 NOTAS SOBRE O USO DOS PRODUTOS Óleo Não completar o nível com óleos de características diferentes das do óleo já existente. Combustíveis Os motores foram projetados para utilizar gasolina do tipo C com teor de álcool etílico anidro conforme legislação vigente (PROGRAMA DE CON- TROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP). ADVERTÊNCIA: o uso de combustíveis diferentes dos especificados poderá comprometer o desempenho do veículo, bem como causar danos aos componentes do sistema de alimentação, e do próprio motor, que não são cobertos pela garantia. CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR Devido à concepção dos motores a combustão interna, para que haja uma boa lubrificação, parte do óleo lubrificante é consumido durante o funcionamento do motor. De maneira indicativa, o consumo máximo de óleo do motor, expresso em ml a cada 1000 km, é o seguinte: ml a cada 1000 km Palio Fire 1.0 8V Flex 300 Siena Fire 1.0 8V Flex 300 Strada Fire 1.3 8V 300 ADVERTÊNCIA: o consumo do óleo do motor depende do modo de dirigir e das condições de uso do veículo. E-16
145 CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS Tipo Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para um correto funcionamento do veículo (*) Aplicação Lubrificantes para motores Lubrificantes sintéticos ou semi-sintéticos que atendam Cárter do motor a gasolina e/ou álcool (Flex) à norma API SL Óleo SAE 80 WEP para caixa de mudanças e diferenciais Atende as especificações API GL-4 Caixa de mudanças e diferencial Lubrificantes e graxas para a transmissão do movimento Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de lítio hidrorepelente, consistência N.L.G.I. = 2 Juntas homocinéticas e coifas Fluidos para freios hidráulicos Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J Freios hidráulicos E Protetor e anticongelante Antioxidante com ação anticongelante, à base de glicol Sistema de arrefecimento para sistema de arrefecimento monoetilênico inibido (mistura de 30% com 70% de água pura) (*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o funcionamento do veículo. E-17
146 PRESSÃO DOS PNEUS PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS kg/cm 2 (lb/pol 2 ) Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kg/cm 2 ou 4 lb/pol 2 em relação ao valor prescrito. Pneu Com carga média Com carga completa Roda de Dianteiro Traseiro Dianteiro Traseiro reserva Palio Fire 145/80 R Flex 165/70 R 13 * (1,9) (1,9) (2,2) (2,2) (2,2) Siena Fire /70 R 13 Flex (2,2) (2,2) (2,2) (2,5) (2,5) Strada /70 R 14 Fire (2,0) (2,0) (2,0) (3,0) ( 3,0) * Opcional Obs.: A primeira especificação é em lb/pol 2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm 2 E-18
147 GARANTIA ASSISTENCIAL Aconselhamos-lhe uma leitura atenta, com o objetivo de conhecer exatamente os termos da Garantia que ampara seu veículo, pois esse conhecimento lhe será de grande utilidade. Com o intuito de retribuir a confiança em nós depositada, para sua total tranqüilidade e plena proteção de seu patrimônio, orientamos-lhe cumprir rigorosamente o Plano de Manutenção e Lubrificação, dirigindo-se à Rede Autorizada FIAT no Brasil. Ela está à sua disposição, para proporcionar o melhor serviço a seu veículo contando, para isso, com pessoal especialmente treinado, conhecedor de todos os detalhes de seu veículo, e com o equipamento necessário para atendê-lo. GARANTIA F-1 COMPROVANTE DE ENTREGA F-3 INFORMAÇÕES SOBRE O CLIENTE F-4 GARANTIA ESTENDIDA F-7 FIAT-CREDICARD F-9 IDENTIFICAÇÃO DO PROPRIETÁRIO E DO VEÍCULO F-11 CERTIFICADO DE GARANTIA F-13 SERVIÇO DE ENTREGA F-16 REVISÕES F-18 PROGRAMA AUTONOMY F-19 SERVIÇO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA F-20 REVISÕES DE CARROCERIA F-20 PRÉ-ORDEM DE SERVIÇO F-21 REVISÕES E MANUTENÇÕES PROGRAMADAS F-25 CONTROLE DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS F-26 CONTROLE DE REVISÕES E MANUTENÇÕES PROGRAMADAS DE CARROCERIA F-29 REGISTRO DA PINTURA ORIGINAL DO VEÍCULO F-30 ACESSÓRIOS FIAT F-31 GARANTIA APÓS GARANTIA F-33 ATUALIZAÇÃO CADASTRAL F-35 F F
148 GARANTIA Esperamos que a relação estabelecida entre você e a FIAT com a aquisição deste veículo traga plena satisfação a ambas as partes. Ao adquirir esse veículo, você recebeu um automóvel com a mais avançada e moderna tecnologia, destacada pela segurança e qualidade com economia. A carroceria de seu veículo recebeu o mais aperfeiçoado tratamento da indústria automotiva, assegurando-lhe um longo período de duração, demonstrando assim a nossa preocupação em resguardar e valorizar ainda mais seu patrimônio. A Assistência Técnica e Manutenção constituirão um capítulo importante das relações entre você e a FIAT, razão pela qual nos propusemos a organizá-la de modo a garantir a seu veículo a melhor e mais longa vida possível, demonstrando assim que: A FIAT PENSA EM VOCÊ. ATENÇÃO Este capítulo deve conter todas as etiquetas adesivas nos respectivos locais, e estar devidamente preenchido, pois deverá ser apresentado à Rede de Assistência FIAT para reconhecimento da Garantia, segundo as normas que a regem, resguardando assim o seu patrimônio. F F-1
149 PREENCHER COM LETRA LEGÍVEL. ESTA VIA DEVE SER ARQUIVADA NA CONCESSIONÁRIA VENDEDORA C O M P R O V A N T E D E E N T R E G A IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO TIPO CHASSI DV VERSÃO COMB. N. FISCAL FIAT ETIQUETA ADESIVA NOME VEÍCULO CONCESSIONÁRIA COMPRADORA CÓDIGO DV DADOS DO PROPRIETÁRIO NOME SOBRENOME RUA/AVENIDA Nº AP./SALA BAIRRO (DDD) TEL. RESIDENCIAL (DDD) TEL. COMERCIAL E RAMAL CEP CIDADE UF AUTORIZADO NÃO SIM: NOME CONCESSIONÁRIA VENDEDORA SÉRIE E Nº N. F. CONCES. CPF OU CNPJ CÓDIGO CLASSIFICAÇÃO DO CLIENTE CLIENTE - VAREJO FROTISTA TAXISTA PESSOA JURÍDICA/LEASING/ AUTO-ESCOLA/LOCADORA AUTONOMY DATA DA VENDA Os dados cadastrais dispostos neste comprovante de entrega serão utilizados, exclusivamente, pelas empresas FIAT, suas coligadas e parceiras, visando análise de perfil e segmentação estatística. Solicitamos sua autorização para eventuais abordagens via marketing direto, apondo sua concordância nas opções abaixo: SIM NÃO Declaro ter recebido o veículo aqui descrito, conforme a Nota Fiscal supra, com os respectivos opcionais, em perfeitas condições de uso, funcionamento e aparência, de acordo com minha livre escolha, assim como Manual de Uso e Manutenção contendo o capítulo sobre a Garantia Assistencial. Tomei conhecimento e aceito as normas e condições gerais de Garantia e do Confiat-Serviço 24 horas, expressas nos respectivos livretes. Assinatura do proprietário Assinatura e carimbo da Concessionária vendedora
150 INFORMAÇÕES SOBRE O CLIENTE IDADE 01 Até Mais de 60 SEXO 06 Masculino 07 Feminino Nº DE PESSOAS NA FAMÍLIA Mais de 5 DADOS PESSOAIS ESTADO CIVIL 14 Solteiro 15 Casado 16 Outro ESCOLARIDADE 17 1º Grau 18 2º Grau 19 Superior PROFISSÃO 20 Comerciante 21 Prof. liberal 22 Funcionário 23 Prendas domésticas 24 Industrial 25 Estudante 26 Professor 27 Outros MARCA 28 Chevrolet 29 Fiat 30 Ford 31 Volkswagen 32 Outra Modelo VEÍCULO ANTERIOR COMPROU TEMPO DE POSSE 33 Novo 34 Usado meses meses anos anos anos 40 Mais de 4 anos OUTROS VEÍCULOS POSSUÍDOS 41 Nenhum 42 Um 43 Mais de um MODALIDADE DE COMPRA 44 À vista 45 A prazo 46 Consórcio VEÍCULO FIAT ACESSÓRIO INSTALADO NA CONCESSIONÁRIA 47 Rádio/Toca-fitas/CD 48 Ar-condicionado 49 Alarme 50 Outros Identificar
151 PREENCHER COM LETRA LEGÍVEL. ESTA VIA DEVE SER ENVIADA À FÁBRICA C O M P R O V A N T E D E E N T R E G A IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO TIPO CHASSI DV VERSÃO COMB. N. FISCAL FIAT ETIQUETA ADESIVA NOME VEÍCULO CONCESSIONÁRIA COMPRADORA CÓDIGO DV DADOS DO PROPRIETÁRIO NOME SOBRENOME RUA/AVENIDA Nº AP./SALA BAIRRO (DDD) TEL. RESIDENCIAL (DDD) TEL. COMERCIAL E RAMAL CEP CIDADE UF AUTORIZADO NÃO SIM: NOME CONCESSIONÁRIA VENDEDORA SÉRIE E Nº N. F. CONCES. CPF OU CNPJ CÓDIGO CLASSIFICAÇÃO DO CLIENTE CLIENTE - VAREJO FROTISTA TAXISTA PESSOA JURÍDICA/LEASING/ AUTO-ESCOLA/LOCADORA AUTONOMY DATA DA VENDA Os dados cadastrais dispostos neste comprovante de entrega serão utilizados, exclusivamente, pelas empresas FIAT, suas coligadas e parceiras, visando análise de perfil e segmentação estatística. Solicitamos sua autorização para eventuais abordagens via marketing direto, apondo sua concordância nas opções abaixo: SIM NÃO Declaro ter recebido o veículo aqui descrito, conforme a Nota Fiscal supra, com os respectivos opcionais, em perfeitas condições de uso, funcionamento e aparência, de acordo com minha livre escolha, assim como Manual de Uso e Manutenção contendo o capítulo sobre a Garantia Assistencial. Tomei conhecimento e aceito as normas e condições gerais de Garantia e do Confiat-Serviço 24 horas, expressas nos respectivos livretes. Assinatura do proprietário Assinatura e carimbo da Concessionária vendedora
152 INFORMAÇÕES SOBRE O CLIENTE IDADE 01 Até Mais de 60 SEXO 06 Masculino 07 Feminino Nº DE PESSOAS NA FAMÍLIA Mais de 5 DADOS PESSOAIS ESTADO CIVIL 14 Solteiro 15 Casado 16 Outro ESCOLARIDADE 17 1º Grau 18 2º Grau 19 Superior PROFISSÃO 20 Comerciante 21 Prof. liberal 22 Funcionário 23 Prendas domésticas 24 Industrial 25 Estudante 26 Professor 27 Outros MARCA 28 Chevrolet 29 Fiat 30 Ford 31 Volkswagen 32 Outra Modelo VEÍCULO ANTERIOR COMPROU TEMPO DE POSSE 33 Novo 34 Usado meses meses anos anos anos 40 Mais de 4 anos OUTROS VEÍCULOS POSSUÍDOS 41 Nenhum 42 Um 43 Mais de um MODALIDADE DE COMPRA 44 À vista 45 A prazo 46 Consórcio VEÍCULO FIAT ACESSÓRIO INSTALADO NA CONCESSIONÁRIA 47 Rádio/Toca-fitas/CD 48 Ar-condicionado 49 Alarme 50 Outros Identificar
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155 GARANTIA ESTENDIDA A FIAT AUTOMÓVEIS S/A tem compromisso com a qualidade de seus produtos e serviços prestados pela Rede Autorizada FIAT no Brasil. Diante disso, oferece a seus Clientes a possibilidade da extensão da garantia de alguns modelos de seus veículos por mais 12 (doze) meses, a partir do último dia útil da Garantia Contratual. Se houver interesse em adquirir a Garantia Estendida, você inicialmente deverá verificar* a disponibilidade deste serviço para o modelo de seu veículo. Se disponível, basta dirigir-se à Rede Assistencial FIAT até o último dia útil de sua Garantia Contratual. A Garantia Estendida FIAT proporcionará também, durante seu prazo de vigência, a cobertura do CONFIAT - Serviço 24 horas, com todas as vantagens de assistência. Porém, os benefícios dessa garantia não são válidos para veículos revisados fora da Rede Assistencial FIAT ou que não estejam de acordo com as instruções técnicas vigentes para o veículo. Portanto, para melhores detalhes, condições gerais, restrições, preço, aplicação, disponibilidade da Garantia Estendida na Rede e utilização do plano de Garantia Estendida, consulte a Central de Relacionamento Fiat ou sua Concessionária FIAT. * Central de Relacionamento Fiat F F-7
156 PREENCHER TAMBÉM DADOS REFERENTES À PINTURA E OPCIONAIS NAS PÁGINAS 30, 31 E 32. IDENTIFICAÇÃO DO PROPRIETÁRIO E DO VEÍCULO IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO TIPO CHASSI DV VERSÃO COMB. N. FISCAL FIAT ETIQUETA ADESIVA NOME VEÍCULO CONCESSIONÁRIA COMPRADORA CÓDIGO DV NOME CONCESSIONÁRIA VENDEDORA CÓDIGO DADOS DO PROPRIETÁRIO NOME SOBRENOME RUA/AVENIDA Nº AP./SALA BAIRRO (DDD) TEL. RESIDENCIAL (DDD) TEL. COMERCIAL E RAMAL CEP CIDADE UF MARCA DA BATERIA CAPAC. DE CARGA DATA DE FABRICAÇÃO Ah CLASSIFICAÇÃO DO CLIENTE 1 CLIENTE - VAREJO 2 FROTISTA 3 TAXISTA 4 PESSOA JURÍDICA/LEASING/AUTO-ESCOLA/LOCADORA 5 AUTONOMY DATA DA VENDA Dia Mês (por extenso) Ano VELOCÍMETRO SUBSTITUÍDO EM: KM CÓD. CONC. EXEC./OS DATA KM CÓD. CONC. EXEC./OS DATA BATERIA SUBSTITUÍDA EM: MARCA/CAPAC. CARGA CÓD. CONC. EXEC./OS DATA Ah Este livrete se refere-se a: 1ª via 2ª via
157 CERTIFICADO DE GARANTIA A FIAT AUTOMÓVEIS S.A. dentro dos prazos e limites abaixo descritos, desde que não ocorram quaisquer dos fatos enumerados como excludentes, garante o veículo retrodescrito, obrigando-se a reparar ou substituir as peças que, em serviço e uso normal, apresentarem vícios de fabricação ou de material. PRAZO DE GARANTIA: (contado a partir da data da emissão da Nota Fiscal de venda ao primeiro proprietário). CONTRATUAL: (desde que sejam realizadas as revisões programadas na Rede Autorizada FIAT no Brasil) (doze) meses, sem limite de quilometragem. CARROCERIA: (desde que realizadas as revisões de carroceria, a cada 12 meses a partir da data de venda do veículo, na Rede Autorizada FIAT no Brasil): - veículos de passeio: 4 (quatro) anos. - veículos comerciais (pick-up Strada, pick-up Strada Fire, inclusive Autonomy): 12 meses. LIMITES: Pela presente Garantia, a FIAT AUTOMÓVEIS S.A. se compromete, desde que não ocorram quaisquer das hipóteses enumeradas a seguir que impliquem em cancelamento da mesma, a reparar ou substituir gratuitamente, nas oficinas de sua Rede Autorizada no Brasil, as peças, que não estando enumeradas a seguir como excluídas da garantia, apresentarem vícios de fabricação ou montagem. A Garantia da Carroceria consistirá na reparação de todas as peças da carroceria que, em serviço e uso normal, apresentarem ferrugem provocada por vício de fabricação ou de material, reconhecido pela FIAT. Atenção A utilização do veículo no litoral e/ou estradas precárias implica em uma conservação e manutenção mecânica e da carroceria mais apurada e pode requerer alguns reparos conseqüentes, que serão sempre a cargo do cliente e a sua não execução invalida automaticamente esta garantia. A FIAT AUTOMÓVEIS S.A. reserva-se o direito de, a qualquer tempo, modificar, descontinuar ou alterar o modelo de seus produtos, assim como as condições aqui descritas, sem incorrer em qualquer responsabilidade ou obrigação para com a Rede Autorizada, comprador ou terceiros e não assume nenhuma outra responsabilidade além daquelas expressas nesta garantia. F F-13
158 Fica expressamente convencionado que a substituição de componentes completos, tais como motor, câmbio, transmissão, eixos dentre outros, só será realizada, caso não possa o inconveniente ser reparado com a simples substituição das peças com vícios de fabricação. A garantia das peças substituídas no veículo durante o período de garantia finda com a Garantia Contratual do veículo. A G A R A N T I A E S TARÁ AUTOMAT I- CAMENTE CANCELADA SE OCOR- REREM AS SEGUINTES SITUAÇÕES: Deixar de ser realizada qualquer uma das revisões e manutenções programadas, além das revisões de verificação e controle nos prazos e quilometragens preestabelecidos; O veículo for submetido a condições para as quais o mesmo não foi produzido, levando em consideração as informações técnicas descritas no Manual de Uso e Manutenção, tais como competições de qualquer natureza, sobrecargas, acidentes não passíveis de recuperação pela Rede Assistencial FIAT etc.; Se a revisão e a manutenção do veículo forem negligenciadas; O tipo de combustível do veículo for modificado; O uso de produtos não recomendados; For perfurada a carroceria para adaptação de acessórios, excluídos os homologados pela FIAT instalados pela Rede de Concessionárias Fiat no Brasil; Se o velocímetro ou cabo for violado; Se o motor funcionar sem o líquido de arrefecimento, seu veículo poderá ser seriamente danificado. Os reparos, nestes casos, não serão cobertos pela Garantia; O veículo for reparado fora da Rede Assistencial Fiat no Brasil. ATENÇÃO: o veículo perderá a garantia de carroceria quando for reparado fora da Rede Assistencial Fiat, em decorrência de intervenções técnicas e de carroceria oriundas de danos/avarias ocasionados por acidentes de qualquer espécie. As peças consideradas de manutenção normal ou que se desgastam com o uso estarão acobertadas pela garantia quando apresentarem vícios de fabricação ou de material. A reparação ou substituição de pneus, bateria, (conforme marc a especificada na página F-11), rádio, toca-fitas/cd e ar- c o n d i c i o n a d o, que apresentem vícios de fabricação ou de material, poderá ser feita diretamente no representante autorizado do respectivo fabricante ou pela Rede Autorizada FIAT no Brasil de acordo com a conveniência do cliente. F-14
159 A instalação de componentes não genuínos e/ou não homologados pela Fiat ou a modificação da estrutura técnica ou mecânica do veículo com a substituição de componentes genuínos por outros originais com especificações diferentes, sem a autorização prévia da Fiat Automóveis, poderá provocar perda do direito de reparação das partes, peças e/ou componentes danificados em conseqüência da sua instalação. ITENS NÃO COBERTOS PELA GARANTIA - SUBSTITUIÇÕES/ REPARAÇÕES A paralisação do veículo para execução de serviços não dá direito ao proprietário à extensão ou prorrogação do prazo de garantia; Deslocamento de pessoal, imobilização e reboque do veículo; Danos pessoais ou materiais do comprador ou terceiros; Serviços previstos de manutenção normal do veículo, tais como: reapertos, limpeza, lavagem, lubrificações, verificações, regulagens e outros serviços de mesma natureza; Alinhamento de direção e/ou balanceamento das rodas; Elementos filtrantes (filtro de óleo, de ar, de combustível e antipólen), velas, líquido para o sistema de arrefecimento, protetivo ceroso, combustível e similares, fluidos de freio e direção hidráulica, óleos lubrificantes, graxas, líquido deterg e n t e para lavador do pára-brisa e do vidro traseiro, juntas da tampa de válvulas, correia do alternador/bomba-d água, correia dentada, correia do compressor do ar-condicionado, correia da direção hidráulica e outras peças quando substituídas preventivamente nas revisões periódicas; Peças que se desgastam pelo uso, tais como: sonda lambda, disco de embreagem, pastilhas e lonas de freio, discos e tambores de freio e outras peças da mesma natureza; Revestimentos, tapetes, forrações e outras peças da mesma natureza; Defeitos de pintura ocasionados por intempéries, por influências externas anormais ou que o veículo não tenha sido protegido ou mantido adequadamente e aplicação de produtos químicos ou produtos não recomendados pela FIAT; Defeitos oriundos de acidentes ou abalroamentos do veículo; Carga de bateria; Danos provocados e decorrentes do uso indevido do veículo, imperícia ou abuso; Modificações no produto sem autorização da FIAT e conseqüências decorrentes das mesmas; Correção de vício de fabricação com peças e acessórios não fornecidos ou aprovados pela FIAT; Testes em veículos de clientes em estradas; Mão-de-obra para instalação de acessórios; F F-15
160 Peças ou acessórios instalados em produtos não produzidos pela FIAT; Aparelhos que não fazem parte do equipamento original do veículo, instalados pelo cliente; Vidros em geral, quanto a trincas e quebras provocadas por agentes externos; Peças não genuínas; Rumorosidade causada por uso indevido. GARANTIA DE PEÇAS LIMITADAS POR TEMPO - 3 (TRÊS) MESES Palhetas do limpador do párabrisa e do vidro traseiro, bateria dos telecomandos do alarme e lâmpadas ficam garantidas pelo prazo legal acima citado, contado a partir da Nota Fiscal de venda do veículo ao primeiro proprietário. SERVIÇO DE ENTREGA INSTRUÇÕES A SEREM DADAS AO PROPRIETÁRIO Funcionamento geral do veículo e de todos os acessórios; Uso das chaves, instrumentos e localização da chave de rodas e pneu sobressalente; Alavancas de abertura do capuz do motor e da tampa do portamalas; Localização dos pontos de abastecimento (água, óleo e fluido); Troca de pneus, uso do macaco e calibragem dos pneus; Tipo e quantidade de óleo e combustível a serem usados; Utilização do sistema de arcondicionado/aquecimento interno. Explicação sobre manutenção e procedimentos de garantia. VERIFICAÇÕES E AJUSTES EXECU- TADOS PELA CONCESSIONÁRIA Externas Alarme antifurto/telecomando, fechaduras, travas, maçanetas das portas, capuz e porta-mala, portas e tampas (abertura, fechamento e alinhamento), dispositivo de segurança para crianças nas portas traseiras, abertura do capuz (dispositivos), aperto da tampa do reservatório de expansão e nível, óleo do motor, sistema de partida, nível do fluido de freio, nível do fluido de direção hidráulica, nível de fluido do lavador de pára-brisa, identificação do veículo (vidros, plaqueta e etiqueta) macaco, chave de rodas, triângulo de segurança, rodas (aperto de parafusos com torquímetro), pressão dos pneus (inclusive sobressalente) e bateria (verificação e eventual recarga). F-16
161 Internas Pedal da embreagem (regulagem do curso do pedal e existência de ruído), trava de direção, espelhos retrovisores, máquina de acionamento (manual e elétrico) dos vidros, porta e trava elétrica, cintos de segurança, luzes internas, limpadores e lavadores dos vidros, vidro térmico traseiro (aquecimento da resistência), buzina, acendedor de cigarros e cinzeiros, relógio eletrônico (acerto da hora), pára-sol, sistemas de som, teto solar (se disponível) e freio de estacionamento. Motor ligado Indicadores no painel de instrumentos (lâmpadas-piloto), sistema de ar-condicionado, ventilação interna e aquecedor/difusores de ar. No elevador Vedação da parte inferior das portas, óleo da caixa de câmbio e diferencial (nível), verificar as articulações quanto a danos e/ou elementos de fixação soltos (visual), tubulações, mangueiras e conexões de combustível, água e óleo/vazamentos (visual). Verificar a eficiência dos freios e caixa de mudanças, observar ruídos mecânicos e rangidos, limpeza/ externa e aspectos da pintura externa (inspeção geral). Data / / REVISÕES A execução de TODAS as Revisões Iniciais de Mecânica/ Elétrica e Carroceria bem como dos SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA constituem fatores indispensáveis para dar continuidade e validade à garantia do veículo. A revisão inicial dos km poderá, para sua maior comodidade, ser executada com uma tolerância de km a mais ou a menos, dos limites estabelecidos. Veículos Autonomy: vide Programa Autonomy, na página F-19. Carimbo e assinatura da Concessionária F F-17
162 Obs.: para manutenção da gratuidade da mão-de-obra após o vencimento da Garantia Contratual, se o veículo: a)não atingir a quilometragem prevista para a revisão inicial, terá até o 24º mês, a partir da data da venda ao 1º proprietário, para realizá-la; b)atingir a quilometragem prevista para revisão inicial entre o 13º e o 24º mês da data da venda do veículo ao 1º proprietário, deverá obrigatoriamente realizá-la imediatamente, respeitados os prazos e quilometragens previstos. ATENÇÃO O óleo lubrificante do motor degrada por quilometragem ou pelo tempo, portanto é imprescindível sua substituição de acordo com o Manual de Uso e Manutenção respeitados os prazos de validade e/ou quilometragem. Veja seção Manutenção do Veículo. A execução, dentro das quilometragens indicadas, das operações que constituem as revisões, tem por fim assegurar uma manutenção bem cuidada e especializada, que é condição essencial para obter os melhores resultados no que diz respeito à eficiência e perfeito funcionamento do veículo. Demais revisões, vide Manual de Uso e Manutenção do veículo. NOTAS Todas as revisões programadas e/ou reparos devem ser feitos pela Rede Assistencial FIAT no Brasil. As despesas referentes às substituições de peças consideradas como manutenção normal e que se desgastam pelo uso, bem como a mão-de-obra das manutenções programadas correm por conta do cliente. As operações previstas para todas as revisões programadas estão descritas no Manual de Uso e Manutenção. ATENÇÃO As revisões citadas anteriormente devem ser realizadas dentro dos prazos estipulados, caso contrário, o cliente perderá o direito à garantia concernente ao item que teve a manutenção negligenciada e das peças coligadas e relacionadas ao sistema negligenciado. F-18
163 PROGRAMA AUTONOMY O Autonomy - Programa para a mobilidade, é um projeto inovador, exclusivamente destinado a pessoas portadoras de deficiência física dos membros inferiores e/ou superiores. Objetivando proporcionar as perfeitas condições de funcionamento dos sistemas e adaptações existentes em seu veículo, a FIAT AUTOMÓVEIS S.A. e o fornecedor homologado responsável pelas adaptações, estabeleceram algumas verificações periódicas e obrigatórias. Estas verificações devem ser executadas, obrigatoriamente, pela Rede Assistencial Fiat no Brasil e, para os itens adaptados pelo fornecedor, as verificações devem ser executadas pelo mesmo, em suas oficinas especializadas, devendo o cliente se atentar para os prazos estipulados por ambos. A revisão inicial e o serviço de manutenção programada seguem os mesmos critérios estabelecidos para os demais modelos (página F-18). Quanto aos itens adaptados, solicitamos que seja verificado o plano de manutenção no livrete do fornecedor, que será entregue por ocasião da adaptação. ATENÇÃO As revisões citadas anteriormente devem ser realizadas dentro dos prazos estipulados, caso contrário, o cliente perderá o direito à garantia concernente ao item que teve a manutenção negligenciada e das peças coligadas e relacionadas ao sistema negligenciado. SERVIÇO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA RECOMENDADO PELA FIAT A manutenção, metodicamente seguida, constitui fator indispensável à longa duração de seu veículo, nas melhores condições de funcionamento, aparência e rendimento. Para atender a esta necessidade e manter a validade da garantia, a FIAT AUTOMÓVEIS S.A. estabeleceu Revisões de Manutenção Programada (vide Manual de Uso e Manutenção capítulo Manutenção do Veículo ). F F-19
164 TOLERÂNCIA PARA EXECUÇÃO DAS REVISÕES Para sua maior comodidade, poderão ser executadas com uma tolerância de km para mais ou para menos, dos limites estabelecidos. REVISÕES DE CARROCERIA Objetivando preservar, em perfeitas condições de funcionamento, e estética, a carroceria de seu veículo, à qual foi dispensado o mais aperfeiçoado tratamento da indústria automotiva, a FIAT estabeleceu 4 (quatro) Revisões Anuais de Carroceria, que deverão ser feitas de 12 (doze) em 12 (doze) meses, contados a partir da data de venda do veículo ao primeiro proprietário, com tolerância de 30 (trinta) dias para menos ou para mais deste prazo, por questões de comodidade ao cliente/proprietário do veículo. Para a 4ª revisão anual de carroceria considerar até o último dia do 48º mês. Estes serviços devem ser executados pela Rede Autorizada FIAT e as despesas com materiais, eventuais reparos necessários e mão-de-obra destas revisões são de responsabilidade do proprietário. ATENÇÃO As revisões citadas anteriormente devem ser realizadas dentro dos prazos estipulados, caso contrário, o cliente perderá o direito à garantia concernente ao item que teve a manutenção negligenciada e das peças coligadas e relacionadas ao sistema negligenciado. F-20
165 PRÉ-ORDEM DE SERVIÇO Prezado(a) usuário(a), Este formulário foi elaborado para que sejam anotadas observações feitas durante o uso do veículo, devendo ser apresentado à Rede Autorizada na ocasião de reparos e/ou revisões. PROPRIETÁRIO RUA/AVENIDA NÚMERO AP/SALA BAIRRO CIDADE UF TELEFONE Serviço VEÍCULO/VERSÃO MODELO PLACA CONCESSIONÁRIA EXECUTANTE DATA DO SERVIÇO EXECUTAR REVISÃO Inicial Man. Progr. 1 Man. Progr. 2 Man. Progr. 3 Man. Progr. 4 REV. CARROC. Man. Progr. 5 Man. Progr. 6 Man. Progr. 7 Man. Progr. 8 Man. Progr. 9 1ª 2ª 3ª 4ª LOCALIZAÇÃO OBSERVAÇÃO Autorizo as intervenções e eventuais reparos necessários, caso confirmado algum dos inconvenientes reclamados. Assinatura do proprietário
166 PRÉ-ORDEM DE SERVIÇO Prezado(a) usuário(a), Este formulário foi elaborado para que sejam anotadas observações feitas durante o uso do veículo, devendo ser apresentado à Rede Autorizada na ocasião de reparos e/ou revisões. PROPRIETÁRIO RUA/AVENIDA NÚMERO AP/SALA BAIRRO CIDADE UF TELEFONE Serviço VEÍCULO/VERSÃO MODELO PLACA CONCESSIONÁRIA EXECUTANTE DATA DO SERVIÇO EXECUTAR REVISÃO Inicial Man. Progr. 1 Man. Progr. 2 Man. Progr. 3 Man. Progr. 4 REV. CARROC. Man. Progr. 5 Man. Progr. 6 Man. Progr. 7 Man. Progr. 8 Man. Progr. 9 1ª 2ª 3ª 4ª LOCALIZAÇÃO OBSERVAÇÃO Autorizo as intervenções e eventuais reparos necessários, caso confirmado algum dos inconvenientes reclamados. Assinatura do proprietário
167 REVISÕES E MANUTENÇÕES PROGRAMADAS REVISÃO INICIAL Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 1 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 3 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 2 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 4 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária F F km: Data: / / km: Data: / / IMPORTANTE: A Oficina Autorizada que executar a manutenção deverá carimbar no local correspondente. F-25
168 CONTROLE DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS MANUTENÇÃO PROGRAMADA 5 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 8 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 6 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 9 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 7 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 10 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / F-26 IMPORTANTE: A Oficina Autorizada que executar a manutenção deverá carimbar no local correspondente.
169 CONTROLE DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS MANUTENÇÃO PROGRAMADA 11 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 14 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 12 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 15 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 13 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 16 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária F F km: Data: / / km: Data: / / IMPORTANTE: A Oficina Autorizada que executar a manutenção deverá carimbar no local correspondente. F-27
170 CONTROLE DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS MANUTENÇÃO PROGRAMADA 17 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 20 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 18 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária MANUTENÇÃO PROGRAMADA 21 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / MANUTENÇÃO PROGRAMADA 19 Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / F-28 IMPORTANTE: A Oficina Autorizada que executar a manutenção deverá carimbar no local correspondente.
171 CONTROLE DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS DE CARROCERIA 1º ANO Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária 2º ANO Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / 3º ANO Chassi: O.S.: 4º ANO Chassi: O.S.: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária km: Data: / / km: Data: / / F IMPORTANTE: A Oficina Autorizada que executar a manutenção deverá carimbar no local correspondente. F F-29
172 REGISTRO DA PINTURA ORIGINAL DO VEÍCULO Preencher os dados conforme etiqueta de pintura colada na carroceria do veículo. Pode-se localizá-la nas partes internas da tampa do porta-malas, portas ou colunas das portas, conforme modelo e ano do veículo. FABRICANTE: COR: CÓDIGO: PARA RETOQUES E PINTURA: F-30
173 ACESSÓRIOS FIAT Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: F Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária F-31
174 ACESSÓRIOS FIAT Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Descrição do acessório: Nº do desenho: Nº N.F.: Data da instalação: km: Assinatura e carimbo da Concessionária Assinatura e carimbo da Concessionária F-32
175 GARANTIA APÓS GARANTIA Prezado(a) cliente, Quando iniciamos o nosso trabalho neste país, assumimos um compromisso com a qualidade de nossos produtos e a dos serviços prestados pela nossa Rede Autorizada FIAT no Brasil. GARANTIA DE PEÇAS E SERVIÇOS Todas as peças originais Fiat (exceto lâmpadas, bateria dos telecomandos do alarme e palhetas dos limpadores do pára-brisa e do vidro traseiro*) adquiridas e substituídas nas Concessionárias da Rede FIAT no Brasil, mediante pagamento, mesmo após o término da garantia do veículo, são garantidas por 12 (doze) meses sem limite de quilometragem, contados a partir da data do serviço. Atenção: as peças adquiridas na Concessionária FIAT, porém instaladas fora da Rede FIAT no Brasil, que apresentarem vícios de fabricação ou de material, estarão acobertadas pela garantia exclusivamente, por um período de 03 meses, a partir da data da emissão da nota fiscal de venda. Observamos que caso a peça garantida pela FIAT Automóveis S.A. venha a sofrer danos ou desgaste prematuro em função de outra anomalia no veículo ou negligência de manutenção, a garantia desta peça será automaticamente cancelada. * Garantia de 03 (três) meses. F F-33
176 Em caso de mudança de endereço e/ou proprietário, solicitamos ao prezado cliente preencher todos os dados ao lado e enviar-nos este cartão. ATUALIZAÇÃO CADASTRAL Nº CHASSI DO VEÍCULO Nome do proprietário: Rua/Av. Nº Aptº Bairro Cidade Estado Tel. CEP DE PARA Nome do proprietário: Rua/Av. Nº Aptº Bairro Cidade Estado Tel. CEP Favor preencher com letra legível TODOS OS DADOS ACIMA
177 PRT - MG 73269/85 APT DE BETIM DR/MG CARTÃO-RESPOSTA Não é necessário selar. O selo será pago por: Encaminhar para: Assistência Técnica/Garantia - G.21 - Sala 18 Rodovia Fernão Dias, km Betim - MG
178 ÍNDICE ALFABÉTICO Alarme predisposição...a-49 Aquecimento...A-22, A-24 Ar-condicionado...A-23, D-19 Abastecimentos...E-14 Abertura e fechamento do porta-malas...a-36 ABS...A-42 Aceleração...B-13 Acesso aos bancos traseiros...a-5 Acessórios aerodinâmicos...b-12 Acessórios comprados pelo cliente...b-16 Acessórios Fiat...F-31, F-32 Acidentes...C-21 Air bag...a-44 descrição e funcionamento..a-44 Alavanca direita...a-27 Alavanca esquerda...a-25 Alavancas sob o volante...a-25 Alimentação e ignição...e-4 Alinhamento das rodas...e-6 Alternador...E-7 Altura dos cintos...a-7 Amarração de objetos no compartimento de bagagens A-38 Ampliação do porta-malas...a-37 Ano de fabricação...e-1 Antes de sair do veículo...b-4 Antipólen e carvão ativado filtro de ar-condicionado...d-12 comandos...a-23 Arrefecimento...E-4 Atualização cadastral...f-35 Autonomy...F-19 Auto-rádio...A-47 Avisos gerais dos cintos de segurança...a-10 Bagageiro do teto...a-40 Bancos regulagens...a-4 Bateria...D-12, E-7 recarga...c-18 auxiliar...c-18 do lado do passageiro...a-45 Apóia-cabeças...A-4 Baterias...A-54 Ajuste do cinto lateral traseiro fixo (sem retrator)...a-9 Aquecimento do motor...b-1 Aquecimento e ventilação...a-22 Bem-vindo a bordo...2 Botões de comando...a-28 G G-1
179 Caixa de mudanças e diferencial...e-4 Câmber...E-6 Cancelamento da garantia...f-14 Capô do motor...a-39 Capota do compartimento de carga...a-34 Características dos lubrificantes e dos líquidos...e-17 Características técnicas...e Cargas inúteis...b-11 Carroceria...D-19 conservação...d-20 Cáster...E-6 Centrais eletrônicas...d-14 Certificado de garantia...f-13 Chassi...E-1 Chaves...A-1 duplicação...a-2 Cintos de segurança...a-7 Cinzeiro...A-31 Code sistema de proteção do veículo...a-1 Code Card...A-1 Código de identificação da carroceria...e-1 Códigos dos motores e versão da carroceria...e-2 Comandos luzes de emergência...a-28 Comandos da ventilação...a-21 Comandos do ar-condicionado...a-23 Comandos do desembaçador do vidro traseiro...a-28 Comandos...A-28 Como aquecer o motor depois da partida...b-1 Como manter sempre eficientes os cintos de segurança...a-11 Como utilizar os cintos de segurança...a-7 Compartimento de carga...a-34 Comprovante de entrega...f-3, F-5 Comutador de ignição...a-3 Condicionamento de ar...a-23 Conhecimento do veículo...a Conselhos para boa conservação da carroceria...d-20 Conselhos para o transporte de carga...a-38 Conselhos úteis para prolongar a duração da bateria...d-13 Considerações importantes...4 Consumo de óleo do motor...e-16 G-2
180 Contenção dos gastos de Desembaçamento Dispositivos para reduzir utilização e da poluição rápido...a-22, A-24 emissões...a-53 ambiental...b-11 Desempenho...E-8 Duplicação das chaves...a-2 Controle de manutenções programadas de carroceria...f-29 Controle de manutenções programadas...f-26, F-27 Controles freqüentes e antes de viagens longas...b-16 Convergência...E-6 Corretor de frenagem eletrônico EBD...A-43 Credicard...F-9 Dados de identificação...e-1 Desativação do air bag do Destinação de baterias...a-54 Diferencial...E-4 Difusores orientáveis e reguláveis do sistema de ventilação...a-21 Dimensões...E-9 Direção...E-6 trava...a-3 Dirigir à noite...b-6 Dirigir com ABS...B-8 Dirigir com chuva...b-7 Dirigir com economia e EBD corretor de frenagem..a-43 Eletroventilador do radiador...d-21 Em caso de acidente...c-20 Em emergência...c Em viagem...b-5 Embreagem...E-4 Engate para reboques...b-14 Equipamentos elétricos...b-12 Equipamentos internos...a-29 Esguichos...D-18 Espelho retrovisor interno...a-6 Espelhos retrovisores externos...a-6 passageiro...a-46 respeitando o meio ambiente.b-9 Estacionamento...B-3 Descrição e funcionamento do air bag...a-44 Dirigir com segurança...b-4 Dirigir em montanha...b-8 Estribo traseiro da Strada...A-35 Extintor de incêndios...c-21 G G-3
181 Faróis...A-41 compensação da inclinação..a-41 regulag. do facho luminoso.a-41 faróis altos...a-26 Feridos...C-21 Filtro de ar...d-11 Flex...A-51 Freios...E-5 Freio ABS...A-42 Freio de mão...b-3, E-5 Freios de serviço...e-5 Funcionamento do Fiat Code...A-2 Fusíveis na central...c-15 Fusíveis no vão motor...c-17 Garantia após garantia...f-33 Garantia Assistencial...F Garantia de peças e serviços...f-33 Garantia estendida...f-7 Garantia...F-1 Hodômetro...A-15 Identificação da carroceria...e-1 Identificação da tinta da carroceria...e-2 Identificação do fabricante...e-2 Identificação do proprietário...f-11 Ignição...A-3 Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento...a-15 Indicador do nível de combustível...a-15 Informações sobre o cliente...f-4, F-6 Instalação de engates para reboques...b-14 Instalação do sistema de som.a-48 Instrumentos de bordo...a-15 Interior do veículo Limpeza dos bancos...d-22 Interruptor inercial...a-29 Itens não cobertos pela garantia...f-15 Lâmpadas...C-7 Lâmpadas-piloto de antibloqueio das rodas...a-17 Lâmpadas-piloto de avaria do air bag...a-18 Lâmpadas-piloto de avaria do sistema de injeção...a-17 Lâmpadas-piloto de desativação do air bag...a-19 Lâmpadas-piloto de Fiat code...a-19 G-4
182 Lâmpadas-piloto de freio de mão acionado...a-17 Lâmpadas-piloto de indicadores de direção...a-19 Lâmpadas-piloto de luzes externas...a-19 Lâmpadas-piloto de pressão insuficiente do óleo do motor...a-16 Lavador...A-27 Levantadores dos vidros das portas...a-33 elétricos...a-32 Limpador e lavador...a-27 Limpadores do pára-brisa e do vidro traseiro...d-17 Líquido do sistema de arrefecimento do motor...d-9 Macaco...C-19 Manutenção do veículo...d Manutenção programada...d-1 Materiais não nocivos ao meio ambiente...a-52 Motor informações principais...e-3 Motor de partida...e-8 Lâmpadas-piloto de recarga Líquido dos freios...d-10 No posto de abastecimento...a-49 insuficiente de bateria...a-16 Líquido dos lavadores do Notas sobre o uso dos Lâmpadas-piloto de reservatório pára-brisa e do vidro traseiro..d-9 produtos...e-16 de partida a frio...a-19 Líquido para a direção Lâmpadas-piloto de hidráulica...d-9 Óleo do motor...d-8 superaquecimento do líquido Longa inatividade do veículo..b-15 Outros conselhos...b-10 de arrefecimento...a-18 Lubrificação...E-4 Lâmpadas-piloto de vidro Luzes de direção Painel de instrumentos...a-13 térmico traseiro...a-19 Lâmpadas-piloto...A-16 setas...a-26 Luzes internas...a-30 Palhetas dos limpadores...d-17 Para desligar o motor...b-2 G G-5
183 Pára-sóis...A-31 Partida com bateria auxiliar...c-2, C-18 Partida com manobras por inércia...c-3 Partida com motor quente...b-2 Partida de emergência...b-2, C-1 Partida do motor...b-1 Pesos...E-13 Plano de manutenção programada...d-2 Pneus...B-11, D-15, E-6 furado...c-3 pressão...d-15 Porta-luvas...A-29 Porta-malas...A-36 ampliação...a-37 Portas...A-32 Portas laterais...a-32 dispositivo de segurança para crianças...a-32 travamento elétrico...a-32 Posição dos fusíveis...c-15 Prazo de garantia...f-13 Predisposição para auto-rádio...a-47 Pré-filtro de ar para serviço pesado...d-11 Pré-ordem de serviço...f-21, F-23 Pressão dos pneus...d-15, E-18 Pré-tensionador...A-12 Procedimentos inúteis...b-12 Programa autonomy...f-19 Proteção contra agentes atmosféricos...d-19 Proteção do meio ambiente...a-51 Proteção dos dispositivos que reduzem as emissões...b-9 Quadro de instrumentos...a-14 Radiotransmissores e telefones celulares...b-16 Rampa máxima superável...e-8 Recarga na bateria...c-18 Recirculação do ar...a-24 Registro da pintura do veículo...f-30 Regulagem de altura dos cintos...a-7 Regulagem dos retrovisores...a-6 Regulagens dos bancos...a-4 Regulagens personalizadas...a-4 Reservatório de gasolina para partida a frio (Flex)...D-10 Resfriamento...A-23 Revisões de carroceria...f-20 G-6
184 Revisões e manutenções Se houver feridos...c-21 Símbolos de perigo...5 programadas...f-25 Se precisar levantar o Símbolos de proibição...5 Revisões...F-17 veículo com elevador de Símbolos para uma direção Rodas e pneus...d-15, E-6 duas colunas...c-19 correta...3 Se precisar levantar o veículo Sistema antievaporação...a-53 Se apagar uma luz externa com macaco...c-19 Sistema de aquecimento/ de farol alto...c-9 Se precisar levantar o veículo..c-19 ventilação...a-20 Se apagar uma luz externa Se precisar rebocar o veículo..c-20 Sistema elétrico...e-7 de farol baixo...c-9 Se queimar um fusível...c-15 Sistema Fiat Code...A-1 Se apagar uma luz externa de Seção de identificação do Sonda lambda...a-53 lanternas traseiras...c-10 veículo (VIS)...E-1 Substituição de fusíveis...c-17 Se apagar uma luz externa de Serviço de entrega...f-16 Substituições fora do plano...d-5 luzes de posição dianteira...c-10 Serviço de manutenção Substituir a roda...c-4 Se apagar uma luz externa programada...f-19 Suspensões...E-5 de setas dianteiras...c-10 Serviços adicionais...d-5 Se apagar uma luz externa...c-6 Setas...A-26 Tampa do reservatório de Se apagar uma luz interna...c-14 Simbologia...5 combustível...a-50 Se descarregar a bateria...c-18 Se furar um pneu...c-3 Símbolos de advertência...6 Símbolos de obrigação...6 Tapetes e partes de borracha limpeza...d-22 G G-7
185 Tara, lotação e peso bruto total.e-1 Telefones celulares...b-16 Tipo e número de chassi...e-1 Tipo e número do motor...e-1 Tipos de lâmpadas...c-7 Tolerância para execução das revisões...f-20 Tomada de corrente...a-30 Transmissão...E-4 Transporte de carga conselhos...a-38 Trava de direção...a-3 Travamento da porta...a-32 Troca de marchas...b-12 Tubulação de borracha...d-17 Uso correto do veículo...b Uso do câmbio...b-4 Uso do cinto de segurança do lugar central...a-9 Veículos com direção hidráulica...b-13 Velas...D-14 Velocidade máxima...b-13 Velocidade para troca de marcha...b-4 Velocímetro e hodômetro...a-15 Ventilação...A-21, A-23 Verificação dos níveis...d-7 Versões Flex...A-51 Vidro traseiro corrediço da Strada...A-31 Uso de cintos de segurança traseiros...a-8 G-8
186 NOTAS G-9
187 G-10
188
189
190 Serviço Se você deseja entrar em contato conosco, de qualquer parte do Brasil, ligue ou mande um fax para: Central de Relacionamento Fiat Fone : DDG (0800) Fax : DDG (0800) FIAT Automóveis S.A. Assistência Técnica Rodovia Fernão Dias, km Betim - MG CEP Internet: Produzido pela Satiz do Brasil Este veículo está em conformidade com o PROCONVE - Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores.
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