Programação Básica em Arduino Aula 8
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- Rui Leão Osório
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1 Programação Básica em Arduino Aula 8 Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel
2 Receber um valor da porta Serial. Os comandos que serão utilizados em aula serão Serial.available() e Serial.parseInt(). Serial.available() indica os dados que estão disponíveis para leitura. parseint(): retorna um valor inteiro que deseja-se ler da serial. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 2
3 Ex: Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 3
4 Criar um programa que acenda um LED quando enviado 1 e apague quando enviado 0. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 4
5 Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 5
6 Transforma energia elétrica em energia mecânica. O sentido de giro do rotor depende do sentido da corrente que percorre as bobinas do motor. Invertendo-se os polos da fonte de alimentação, inverte-se o sentido de giro do rotor. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 6
7 Partes de um motor DC: Rotor: Parte móvel do motor. Gira quando o motor é alimentado. Financiamento: Estator: Parte estática do motor. É montado ao redor do rotor. Escovas: Conectam os terminais ao comutador. Comutador: Conecta o rotor à alimentação e faz a inversão do sentido da corrente, necessária para o correto funcionamento do motor. Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 7
8 Rotor: Parte móvel do motor. Possui bobinas que geram um campo magnético quando o motor é alimentado. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 8
9 Rotor: Parte móvel do motor. Possui bobinas que geram um campo magnético quando o motor é alimentado. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 9
10 Estator: Parte estática do motor. É montado ao redor do rotor. Composto de ímãs permanentes ou bobinas. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 10
11 Estator: Parte estática do motor. É montado ao redor do rotor. Composto de ímãs permanentes ou bobinas. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 11
12 Escovas: Conectam os terminais ao comutador. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 12
13 Escovas: Conectam os terminais ao comutador. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 13
14 Escovas: Conectam os terminais ao comutador. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 14
15 Comutador: Conecta o rotor à alimentação e faz a inversão do sentido da corrente, necessária para o correto funcionamento do motor. Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 15
16 Inversão do sentido de giro: Financiamento: Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel 16
17 Os transistores (TRANSfer resistor) foram criados por Bardeen, Brattain e Schockley, nos EUA em 1947, quando trabalhavam na Bell Telephone. Um transistor é um componente eletrônico formado por três materiais semicondutores. 17
18 O princípio básico de funcionamento dos transistores é o uso de uma tensão entre dois terminais para controlar o fluxo de corrente no terceiro terminal. Os transistores podem ser usados como chave, amplificadores de sinais e amplificadores de corrente. Podem ser ligados em cascata para aumentar o ganho de corrente. 18
19 Os terminais de um transistor são: Base (B): comum aos outros dois terminais. Quando está energizada a corrente flui do emissor para o coletor. Coletor (C): responsável por receber os portadores de carga. É a onde entra a corrente a ser controlada. Emissor (E): responsável por emitir portadores de carga. Saída da corrente que foi controlada pelo coletor. Um transistor se assemelha a dois diodos, um a esquerda e outro a direita. 19
20 Os transistores podem ser de: Baixa potência: trabalham com correntes menores. Média potência: maiores que os de baixa potência. Normalmente são acoplados a dissipadores de calor. Trabalham com correntes maiores que os de baixa potência. Alta potência: são maiores que os de média potência e já incluem em sua estrutura um dissipador de calor. Trabalham com altas correntes. 20
21 Transistor Bipolar Os transistores bipolares podem ser do tipo NPN ou PNP. Base (B) Coletor (C) Base (B) Emissor (E) Emissor (E) N P N P N P Coletor (C) Junção 21
22 Os transistores que serão utilizados no curso serão: PNP : BC558C NPN: BC546 BC550 22
23 Transistor Bipolar Polarização de um transistor bipolar Emissor comum Coletor comum Base comum 23
24 Identificação dos Transistores Bipolares Nomenclatura Norte Americana Exemplo: 2N2222 O primeiro número, 2, indica o número de junções do componente. A letra N indica que o material de fabricação do transistor é silício. Os demais algarismos, 2222, indicam a sequência alfanumérica da série. 24
25 Identificação dos Transistores Bipolares Nomenclatura Europeia Exemplo: BC548 Primeira letra indica o material do transistor: A Germânio B Silício Segunda letra indica a aplicação: C uso geral ou áudio D transistor de potência F transistor para aplicações de rádio frequência A sequência de número identifica o componente. 25
26 Identificação dos Transistores Bipolares Nomenclatura Japonesa Exemplo: 2SC1815 O primeiro número e a primeira letra indicam: 1S - diodo 2S transistor A segunda letra indica o tipo: A ou B - PNP C ou D NPN 26
27 Transistor Darlington Combina dois transistores do tipo bipolar em um único encapsulamento. A vantagem de um transistor darlington é o grande ganho de corrente, uma vez que a corrente é o produto do ganhos dos transistores individuais. É considerado um transistor de uso geral e é muito empregado na amplificação de áudio. 27
28 Tabela com alguns Transistores de Potência Série BD - NPN Código Vce (V) Ic (max) A h FE Pd (W) BD , BD , BD , BD BD BD BD
29 Tabela com alguns Transistores de Potência Série BD - PNP Código Vce (V) Ic (max) A h FE Pd (W) BD , BD , BD , BD BD BD BD
30 Tabela com alguns Transistores de Potência Série TIP- Darlington - NPN Código Vce (V) Ic (max) A h FE Pd (W) TIP TIP TIP TIP TIP TIP TIP
31 Tabela com alguns Transistores de Potência Série TIP- Darlington - PNP Código Vce (V) Ic (max) A h FE Pd (W) TIP TIP TIP TIP TIP TIP TIP
32 Exemplo Uso do transistor bipolar NPN 32
33 Exemplo Uso do transistor bipolar NPN 33
34 Exemplo Uso do transistor bipolar PNP 34
35 Exemplo Uso do transistor bipolar PNP 35
36 Altere o exercício anterior, colocando a base em uma porta de saída do Arduino e colocar o botão em uma porta de entrada com PULLUP. Controlar a saída na base do transistor de acordo com o clique do botão. Com o botão pressionado o LED deve acender, com o botão não pressionado deve se manter apagado. 36
37 Código: 37
38 Substitua a fonte de energia do coletor, colocando o conjunto de pilhas no lugar da porta de 5V. Substitua o circuito do LED e posicione o motor DC. 38
39 A Ponte H é um circuito que permite a inversão do sentido de giro de um motor DC através da comutação de chaves eletrônicas. Pode ser implementada com chaves de contato, como push-buttons, ou transistores, que permitem o acionamento e inversão do sentido de giro de um motor através de sinais elétricos, sem a intervenção humana. 39
40 Todas as chaves abertas Motor parado. 40
41 S1-S3 fechadas e S2-S4 abertas Rotor gira em um sentido. 41
42 S2-S4 fechadas e S1-S3 abertas Rotor gira no sentido oposto ao anterior. UFSC - Oficina de Robótica 42
43 S1-S4 fechadas Essa configuração não deve ocorrer. *** CURTO CIRCUITO *** 43
44 S2-S3 fechadas Também não deve ocorrer. *** CURTO CIRCUITO *** 44
45 Todas as chaves fechadas Também não deve ocorrer. *** CURTO CIRCUITO *** 45
46 Exemplo Circuito de controle de sentido de giro de um motor DC com botões circuito Ponte H 46
47 Exemplo Circuito de controle de sentido de giro de um motor DC com botões circuito Ponte H 47
48 Exemplo Circuito de controle de sentido de giro de um motor DC com transistores NPN e PNP circuito Ponte H 48
49 Exemplo Circuito de controle de sentido de giro de um motor DC com transistores NPN e PNP circuito Ponte H 49
50 Criar um programa que controle o Motor na ponte H de transistores. Enviar os sinais corretos para controlar o motor parado, no sentido horário e anti-horário. MUITO CUIDADO PARA NÃO CRIAR CURTO. 50
51 Um relê é uma chave eletromecânica formada por uma bobina (eletroímã), mola de desarme, uma armadura, um conjunto de contatos e terminais. A passagem de corrente elétrica pela bobina gera uma campo magnético que aciona os contatos do relê. Os contatos dos relês podem ser do tipo normalmente aberto (NA) ou normalmente fechado (NF). 51
52 O relê trabalha com uma pequena tensão e corrente na entrada para gerar tensão e corrente muito maior na saída. Outro tipo de relê é o de estado sólido que são mais rápidos que os relês eletromecânicos. 52
53 Circuito de proteção Devido parte da energia que passa na bobina é armazenada, há o risco de ao desativar o contato essa energia volte e danifique o microcontrolador. Para isso é desenvolvido um circuito com transistor e diodo que previnem esse evento, protegendo o microcontrolador. 53
54 54
55 Exemplo Acionamento de um motor DC e um LED 55
56 Criar um programa que controle através de relé uma lâmpada. Fazer o programa para controlar através de um botão, e outro para controlar com comando Serial. 56
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