EAC 0467 Modelagem de Planos de Previdência
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- Larissa Bentes Vilanova
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1 DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA DA FEA/USP EAC 0467 Aula 02 Introdução ao Custeio de Planos BD Ciências Atuariais 2017
2 Programa 1. Introdução 2. Plano de Custeio 3. Regime de Repartição Simples 4. Regime de Repartição de Capital de Cobertura 5. Regime de Capitalização 6. Modalidades de Renda 2
3 1. Introdução Tipos de Planos Os planos abertos são oferecidos por entidades de previdência complementar ou seguradoras, com fins lucrativos. Os planos são individuais e não possuem caráter mutualista. Os planos fechados são organizados por empresas, sindicatos ou associações de classe, sem fins lucrativos. Os planos são oferecidos apenas ao grupo pertencente à respectiva categoria. Os planos são mutualistas e a empresa normalmente pagar um percentual da contribuição. 3
4 1. Introdução Tipos de Planos Fechados - Planos Unipatrocinados - Planos Multipatrocinados - Planos BD, CD e CV Fundos de Pensão - EFPC PREVI PETROS FUNCEF FUNDACAO CESP VALIA ITAUBANCO SISTEL BANESPREV CENTRUS FORLUZ 4
5 1. Introdução Tipos de Benefícios Benefício Programado Benefício de Risco Benefício de caráter previdenciário cuja concessão decorre de eventos previsíveis, previamente planejados no regulamento do plano, desde que estejam atendidos os requisitos de elegibilidade: Aposentadoria por idade; Aposentadoria por tempo de serviço; Aposentadoria por tempo de contribuição Benefício de caráter previdenciário, cuja concessão depende da ocorrência de eventos não previsíveis, tais como morte e invalidez: Renda por invalidez; Pensão por morte; Pecúlio por morte; Pecúlio por invalidez. 5
6 2. Plano de Custeio Conceito de Custo De modo geral, o custo de um plano de benefício previdenciário representa a despesa futura estimada para o pagamento dos benefícios aos participantes do plano. Custo Total = Benefícios Futuros + Outros 6
7 2. Plano de Custeio Custeio de um plano CD O custeio de um plano do tipo CD/CV é desenvolvido a partir da Fase Contributiva (período de Diferimento), pois o valor do benefício será o valor do saldo acumulado nesta fase. Reserva Constituída (ativo) Fase de Contribuição R 1 R 2 R 3 R 4 R C 1 C 2 C 3 C 4 C n 7
8 2. Plano de Custeio Custeio de um plano BD O custeio de um plano BD é desenvolvido a partir da fase de benefícios, pois as contribuições são calculadas avaliando-se os benefícios futuros. Reserva a Constituída Fase de Contribuição B 1 B 2 B 3 B 4 B C 1 C 2 C 3 C 4 C n 8
9 2. Plano de Custeio Plano de Custeio/Plano de BD Em um plano de beneficio definido o plano de custeio tem por objetivo estabelecer as formas de financiamento do custo do plano previdenciário e estabelecer o nível de contribuição necessário à constituição das reservas garantidoras de benefícios. 9
10 2. Plano de Custeio Regimes de Financiamento São métodos utilizados para prover os recursos necessários ao cumprimento das obrigações do plano de previdência, caracterizando as formas de distribuição do custo ao longo do tempo. Regime de Repartição Simples Regime de Repartição de Capital de Cobertura Regime de Capitalização Portaria MPAS n /
11 2. Plano de Custeio Regimes de Financiamento Regimes de Financiamento Repartição Simples Capitais de Cobertura Quando se assumem os custos Durante o pagamento dos benefícios No início do pagamento dos benefícios Reserva Não há constituição de reservas Constitui para assistidos Capitalização Durante a vida ativa Constitui para assistidos/ativos 11
12 3. Regime de Repartição Simples Conceito Consiste em calcular as contribuições (necessárias e suficientes) a serem vertidas ao plano em determinado período de tempo, visando atender apenas ao pagamento dos benefícios nesse mesmo período de tempo (não prevê formação de reserva) Normalmente usado para financiar benefícios de curta duração, de menor custo e relativamente estáveis (auxílio-doença, auxílio-funeral, salário-família, pecúlios etc) 12
13 3. Regime de Repartição Simples Alíquota (% sobre remuneração) B 1 B 2 B 3 B 4 B n t o C 1 C 2 C 3 C 4 C n Contribuição: Percentual sobre a remuneração: C t FS t VABF t0 / VAFS t0, Alíquota Folha salarial VABF to = valor atual dos benefícios futuros; VAFS to = valor atual da folha salarial (FS). 13
14 3. Regime de Repartição Simples Exemplo 01: Seja um plano com benefícios de auxílios-doença e pecúlios, financiado pelo regime de Repartição Simples. O valor do benefício é de R$ ,00 ao mês, pago por um período de 12 meses. Determinar a alíquota de contribuição necessária no próximo ano. Taxa real de juros = 4,5% a.a. Folha de pagamento mensal = R$ ,00 (mês 01) Taxa de crescimento salarial = 0,55%a.a. 14
15 3. Regime de Repartição Simples Exemplo 01: continuação... VABF t (1 4,5%) k1 k /12 R$ ,27 VAFS t (1 0,55%) k /12 (1 4,5%) k1 (k1)/12 R$ ,83 VABF t0 / VAFS t0 1,94% C 1,94% t FS t 15
16 4. Regime de Repartição de Capital de Cobertura Conceito Consiste em calcular as contribuições necessárias e suficientes em um determinado período, para constituir o capital que responderá pelo pagamento de benefícios que serão iniciados no mesmo período (prevê reserva somente para benefícios concedidos) Normalmente usado para financiar benefícios de curta duração, grupos relativamente pequenos e custos estáveis (pensão por morte, pecúlio etc) 16
17 Alíquota (% sobre remuneração) EAC Regime de Repartição de Capital de Cobertura B 1 B 2 B 3 B 4 B n3 B 1 B 2 B 3 B 4 B n2 B 1 B 2 B 3 B 4 B n1 t o C 1 C 2 C 3 C 4 C n C com t0 t0 t FS t VABF / VAFS 17
18 4. Regime de Repartição de Capital de Cobertura Exemplo 02: Benefício de pensão por morte financiado pelo regime de Repartição de Capital de Cobertura, sendo 03 falecimentos no próximo ano que gerarão 03 pensões por morte com parcelas mensais de R$ 2.600,00 por um período de 05 anos, sendo: 1 0 morte no mês 03; 2 0 morte no mês 06; e 3 0 morte no mês 10. Taxa real de juros = 4,5% a.a. Folha de pagamento mensal = R$ ,00 (mês 01) Taxa de crescimento salarial = 0,55%a.a. 18
19 Exemplo 02: continuação... EAC Regime de Repartição de Capital de Cobertura VABF t 62 k (1 4,5%) k /12 65 k6 69 k (1 4,5%) (1 4,5%) k /12 k /12 R$ ,80 VAFS t (1 0,55%) k /12 (1 4,5%) k1 (k1)/12 R$ ,83 VABF t0 / VAFS t0 3,40% C 3,40% t FS t 19
20 4. Regime de Repartição de Capital de Cobertura Exemplo 02: continuação... R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Saldo Acumulado Contribuições R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$
21 5. Regime de Capitalização Conceito Consiste em calcular as contribuições necessárias e suficientes a serem vertidas ao plano no período contributivo, visando constituir o capital que responderá pelo pagamento de benefícios futuros (prevê formação de reservas) Normalmente usado para financiar os chamados benefícios programados (aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de serviço e aposentadoria por tempo de contribuição) 21
22 5. Regime de Capitalização Conceito Reserva Garantidora Fase de Benefício B 1 B 2 B 3 B 4 B n C 1 C 2 C 3 C 4 C n Fase de Contribuição Reserva Constituída 22
23 5. Regime de Capitalização Conceito R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ Saldo Acumulado Contribuições 23
24 5. Regime de Capitalização Métodos de Financiamento Crédito Unitário Crédito Unitário Projetado Prêmio Nivelado Individual Idade de Entrada Normal Agregado Portaria MPAS n /
25 5. Regime de Capitalização Métodos de Financiamento Crédito Unitário: Consiste em financiar o valor atual dos benefícios futuros, em tantas unidades quanto forem os anos (n) de filiação como ativo que o segurado terá ao atingir a condição de elegibilidade para a concessão do benefício. Crédito Unitário Projetado: Equivalente ao Crédito Unitário, porém considera no cálculo dos benefícios a hipótese de crescimento salarial até a data de início do benefício. 25
26 5. Regime de Capitalização Métodos de Financiamento Prêmio Nivelado Individual: Considera que o valor atual dos benefícios seja equivalente ao valor atual das contribuições, de modo que desde a data de admissão (ou início do plano) o valor da contribuição se manterá nivelado. Idade de Entrada Normal: O método fixa uma idade normal inicial de admissão para qualquer participante ativo, de modo que a partir desta idade é calculada a contribuição nivelada que amortize o valor atual dos benefícios futuros até a data de concessão do benefício. 26
27 5. Regime de Capitalização Métodos de Financiamento Agregado: Estabelece como prêmio médio uma proporção (alfa) entre o valor atual dos benefícios e o valor atual dos salários de todos os participantes. Agregado por Idade de Entrada: Equivalente ao método Agregado, porém difere no período de contribuição ao considerá-lo como sendo o período entre a data de admissão e a data de recebimento do benefício. 27
28 5. Regime de Capitalização Métodos de Financiamento Métodos Contribuição Velocidade de Capitalização Crédito Unitário Individual e crescente Menor velocidade no início da capitalização e maior velocidade no final. Crédito Unitário Projetado Prêmio Nivelado Individual Idade de Entrada Normal Individual e crescente Menor velocidade no início da capitalização e maior velocidade no final. Individual e constante Mesma velocidade desde o início da capitalização até o final. Individual e constante Mesma velocidade desde o início da capitalização até o final. Agregado Coletivas constantes ou crescentes Velocidades variáveis, conforme o prazo de capitalização adotado. 28
29 5. Regime de Capitalização Exemplo 03: Benefício de aposentadoria financiado pelo regime de Capitalização, sendo 30 anos de contribuição e 30 anos de benefícios com parcelas anuais de R$ ,00. Determinar o nível de contribuição usando os seguintes métodos de financiamento: Agregado, Unitário, Prêmio Nivelado Individual e Financiamento Completo. Taxa real de juros = 4,5% a.a. Folha de pagamento anual = R$ ,00 (ano 01) Taxa de crescimento salarial = 0,55%a.a. 29
30 5. Regime de Capitalização Exemplo 03: continuação... Métodos Contribuição* Agregado C t VABF VAFS 0 0 FS t Crédito Unitário Projetado Prêmio Nivelado Individual C t C t VABFt n VABF a n 0 Financiamento Completo C0 VABF 0 *Desconsiderando aspectos atuariais 30
31 5. Regime de Capitalização Exemplo 03: continuação... R$ ,00 Distribuição das Contribuições R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Método Agregado Crédito Unitário (projetado) R$ ,00 Prêmio Nivelado Individual R$
32 5. Regime de Capitalização Exemplo 03: continuação... R$ ,00 Distribuição do Saldo R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ Método Agregado Prêmio Nivelado Individual Crédito Unitário (projetado) Financiamento Completo 32
33 6. Modalidades de Rendas 6.1. Renda Mensal por Prazo Certo 6.2. Renda Mensal Vitalícia 6.3. Renda Mensal Temporária 6.4. Renda Mensal Vitalícia com Prazo Mínimo Garantido 6.5. Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Beneficiário 6.6. Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Cônjuge com Continuidade aos Menores 33
34 6. Modalidades de Rendas Valor da Renda O valor da renda na idade de concessão do benefício (r), pode ser calculado a partir de um fator de cálculo de benefícios (f) usando a relação R m f V, r V r = Provisão Matemática de Benefícios a Conceder na data de concessão do benefício; R m = Valor da renda (periódica) apurado na data de concessão do benefício; f = fator que multiplicado pela Provisão Matemática de Benefícios a Conceder fornece o valor da renda, apurado na data de concessão do benefício. 34
35 6. Modalidades de Rendas Fator de Cálculo de Benefícios O fator de cálculo de benefícios é definido da forma 1 f ma (m) r, f (m) a r = fator de cálculo de benefícios, apurado na data de concessão do benefício; = anuidade associada à modalidade de renda definida no plano, calculada na data de determinação do valor da renda; m = número de períodos em que a renda será paga ao longo do ano. 35
36 6.1. Renda Mensal por Prazo Certo Consiste em uma renda mensal a ser paga por um prazo pré-estabelecido ao assistido durante o período máximo definido (contado a partir da data de concessão). Se ocorrer o falecimento do assistido, durante o prazo indicado, o benefício será pago ao beneficiário (ou beneficiários). a) Antecipada f 1 m (m) a n b) Postergada f m 1 (m) a n 36
37 6.2. Renda Mensal Vitalícia Consiste em uma renda paga vitaliciamente ao participante a partir da data de concessão do benefício. O benefício cessa com o falecimento do participante. a) Antecipada f 1 m ( x m) a b) Postergada f m 1 ( x m) a 37
38 6.3. Renda Mensal Temporária Consiste na renda paga temporária e exclusivamente ao participante. O benefício cessa com o seu falecimento ou o fim do período contratado, o que ocorrer primeiro. a) Antecipada f 1 m (m) a x:n b) Postergada f m 1 (m) a x:n 38
39 6.4. Renda Mensal Vitalícia com Prazo Mínimo Garantido Consiste em uma renda paga vitaliciamente ao participante a partir da data da concessão do benefício, sendo garantida aos beneficiários da seguinte forma: os beneficiários receberão a renda se o falecimento do participante ocorrer no período de garantia, encerrando o pagamento no término da garantia. f m [a (m) n 1 n a ( x m) ] a (m) n 1 m (1 v i m n ) 39
40 6.5. Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Beneficiário Consiste em uma renda paga vitaliciamente ao participante a partir da data de concessão do benefício. A partir do falecimento do participante, os benefícios serão revertidos vitaliciamente ao beneficiário, conforme o percentual de reversão estabelecido pelo participante ( ). 0 β 1 f 1 ( m) m [a x βa (m) x y ] a (m) x y a m) ( y a m) ( xy 40
41 6.6. Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Cônjuge com Continuidade aos Menores consiste em uma renda mensal a ser paga vitaliciamente ao assistido, reversível ao cônjuge após o seu falecimento, e na falta deste, reversível temporariamente ao menor (idade z 0 ) até que completem a idade de maioridade (z 1 ), conforme o percentual de reversão estabelecido (0 1). f m [ n a (m) x 1 (m) (m) m 1 a a a ] x:n n n x y n z 1 z 0 a (m) n 1 m (1 v i m n ) a (m) x y a ( m) y a ( m) xy 41
42 DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA DA FEA/USP EAC 0467 Aula 02 Introdução ao Custeio de Planos BD Ciências Atuariais 2017
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