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- Rosa de Paiva Carvalhal
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2 SUSTAGRO INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA NO ARENITO DO PARANÁ - PLATAFORMA, EXPERIÊNCIAS, ADOÇÃO PELOS PRODUTORES E DESAFIOS. Sérgio José Alves Renato Watanabe
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6 Pastagens degradadas Descapitalização lenta e progressiva
7 ARENITO CAIUÁ 19,05% da Área do Pr Área média 59,2 ha
8 Clima da Região (em mm) 2014: 2015: 2016: Precipitação anual 1436,2 2441,4 1449,6 Deficiência, Excedente, Retirada e Rep. Hídrica (2014) Deficiência, Excedente, Retirada e Rep. Hídrica (2015) Deficiência, Excedente, Retirada e Rep. Hídrica (2016)
9 SOLOS DO ARENITO CAIUÁ PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS ELEVADOS TEORES DE AREIA POBRES EM NUTRIENTES (BAIXA FERTILIDADE) BAIXOS TEORES DE MATÉRIA ORGÂNICA (1 a 2%) ELEVADOS RISCOS DE EROSÃO BAIXA RETENÇÃO DE ÁGUA AREIA? ELEVADO AQUECIMENTO???? Solos muito frágeis
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13 SUSTAGRO O MODELO ATUAL Em busca da sustentabilidade
14 Mais de 30 anos de pesquisa Máquinas e equipamentos de plantio direto, calagem em superfície, uso de gesso, micronutrientes, etc. Sistemas de maior complexidade e rentabilidade e de menor risco.
15 Pastejo de inverno em área de soja 2-2,5 U.A./ ha Pastejo rotacionado de verão 8 U.A./ ha Lavoura pecuária Diminuição de risco e aumento de rentabilidade Soja em área pastejada no inverno scs /ha Animais de menos de 2 anos Carne de alta qualidade
16 Sustentabilidade Controle da erosão Evitar o aumento de pragas, doenças e invasoras resistentes e/ou de difícil controle Manutenção / aumento dos teores de matéria orgânica do solo Práticas de conservação do solo e da água Promover a agregação do solo Manter o solo coberto Ausência ou mínima mobilização do solo Incrementar a produção de biomassa. Diminuir atividade biológica Aumento da Biodiversidade Uso criterioso de agroquímicos Plantio direto Pastagens Culturas de cobertura Rotação de culturas Plantio direto Plantio direto Manejo da fertilidade do solo Adubações equilibradas Incrementar o aporte de nitrogênio Leguminosas Adubação nitrogenada Adubação orgânica SUSTAGRO Produção e sustentabilidade
17 Sustentabilidade a) Iniciar e manter o sistema em plantio direto Micro correções de relevo Fazer as correções de solos em superfície Manter o solo coberto o ano inteiro. b) A pecuária como base c) Diminuir o risco dos cultivos de grãos d) Focar na capacitação de técnicos e produtores e) Buscar parcerias produtivas entre proprietários e arrendatários
18 > / ha > 800 gr / animal / dia
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20 Pastagem degradada Grade ou escarificador apenas nos sulcos de erosão, trilhos de gado, etc.
21 soja Pastagem degradada Fevereiro de 2007
22 Pastagem degradada Fevereiro de 2007
23 27 de maio de 2007 Brachiaria dessecada Nabo + aveia
24 Grade ou escarificador apenas nos sulcos de erosão, trilhos de gado, etc. 27 de maio de 2007 Brachiaria dessecada Nabo + aveia
25 27 de maio de 2007 Brachiaria dessecada Nabo + aveia
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27 Em superfície e antecipada Calagem + Gesso
28 Cafeara Plantio 13 de março MG-5 IPR /08
29 16000 Brachiarias e Panicuns Aveias MS (kg/ha) IPR 126 IAPAR 61 Aveia preta comum
30 SUSTAGRO - PDG Plantio direto de grãos
31 Princípios PLANTIO DIRETO PLANTIO CONVENCIONAL
32 Fazenda Santa Helena Média 44,75 scs / ha ,1 51,4 54,5 60, ,8 43,6 33,1 38,1 38, / / / / / / / / /2009 Produtividade (scs/ha)
33 Tabela 5. Produtividade (kg/ha), altura de plantas (cm) e altura da inserção da primeira vagem das cultivares de soja - média 3 ambientes do arenito Iporã Amaporã - Amaporã - irrigado sequeiro Trat Cultivar Produtividade Produtividade Produtividade (kg/ha) 1 (kg/ha) 1 (kg/ha) 3 Scs/alq 13 BMX Ícone 5487,75 a 5541,58 a 5556,55 a 223,0 12 Syn ,75 b 5017,50 b 5462,25 a 206,3 15 NS ,50 c 5519,75 a 5067,75 a 202,2 7 BRS ,25 c 5413,75 a 4943,75 a 200,4 4 TMG ,50 b 4523,00 c 5120,00 a 198,3 14 RK ,25 c 4984,50 b 5157,75 a 197,3 10 BMX Ponta 4836,75 b 5174,25 b 4547,53 b 195,7 11 BMX Potência 4592,75 c 4400,50 d 5186,00 a 190,6 16 TEC ,22 c 4604,25 c 4596,50 b 183,9 3 AS ,25 c 4577,25 c 4856,75 a 183,0 8 M ,75 c 4466,50 c 4673,40 b 180,3 1 NA ,50 c 4481,50 c 4576,00 b 176,1 6 FPS Solar 4547,00 c 3980,25 d 4472,00 b 174,8 9 DM ,50 c 4027,75 d 4426,25 b 170,0 5 BRS ,55 c 4045,08 d 4082,75 b 169,8 2 Syn 1359 S 3961,00 c 3588,75 d 4530,70 b 162,4 Médias 4536,3 4646,6 4828,5 seguidas de mesma letra fazem parte do mesmo gupo estatistico pelo teste de Scot
34 Matéria orgânica (%) e produtividade de soja safra 2000/01 a 2008/ bservações
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38 SUSTAGRO - MOD MODELOS
39 Produtividade Fósforo MO Café Soja 95% 44,63 1,02 Agricultura Soja 99% 15,01 1,22 Pasto Soja 104% 14,79 1,24 Primeiro ano 133,6 %
40 04 de outubro de 2006 Brachiaria após colheita de soja
41 04 de outubro de 2006 Brachiaria após colheita de soja
42 Pasto de 2 anos
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44 Modelos Conservador Maior ênfase na pastagem e adubação. Moderado 1 o ANO 2 o ANO 3 o ANO 4 o ANO 5 o ANO Verão Inverno Verão Inverno Verão Inverno Verão Inverno Verão Soja Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Soja Avançado 1 o ANO 2 o ANO 3 o ANO 4 o ANO 5 o ANO Verão Inverno Verão Inverno Verão Inverno Verão Inverno Verão Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria Brachiaria Soja Brachiaria Brachiaria
45 Unidade de Difusão de Tecnologia Iporã - PR Descrição Produtividade (@/ha) INDICADORES GMD (kg) Lotação (UA/ha) Produtividade da soja (sc/ha) 2008/ ,6 2009/ ,2 2010/ ,2 2011/12 17,8 0,521 2,2 20,2 2012/13 34,8 0,765 2,8 46,7 2013/14 39,1 0,929 3,1 43,2 2014/15 27,9 0,661 2,4 28,9 2015/16 32,1 0,660 3,4 36,7 2016/ ,8 MÉDIA 30,3 0,707 2,8 42,5
46 SUSTAGRO - CARNE Produção de carne em ILP
47 Necessidade de MS e PB para satisfazer diferentes ganhos de peso de novilhos de 150 kg até 450 kg. Blaser et al, 1974
48 28 de junho de 2011
49 Parceria: pesquisa x cooperativas x produtores Xambrê
50 Resultados médios de Pastejo de inverno Xambrê 2010 a 2015 Lotação Dias de pastejo 10 cm 2,7 0,786 12, cm 2,3 0,954 13, cm 1,9 0,957 10, cm 1,5 0,992 9, Média 1,9 0,922 11,
51 Pastejo de inverno em área de soja 2-2,5 U.A./ ha Animais de menos de 2 anos Carne de alta qualidade CARNE DE QUALIDADE EM MODELOS SUSTENTÁVEIS Pastejo rotacionado de verão 6 a 8 U.A./ ha
52 Maio 20 Outubro Experimento de altura de pastejo
53 SUSTAGRO - ANT ANTECIPA Melhoria dos solos
54 Integração Lavoura e Pecuária Familia Brasoloto Cianorte Situação inicial março
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56 Integração Lavoura e Pecuária Familia Brasoloto Cianorte Situação inicial março
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58 Em superfície e antecipada Calagem + Gesso
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60 SUSTAGRO - PDP Plantio Direto de Pastagens
61 Umuarama 2008/2009
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63 PLANTIO CONVENCIONAL
64 Controle da vegetação pré-existente Distribuição das sementes, contato solo-semente Época de plantio / temperaturas e umidade adequadas Qualidade e quantidade de sementes Adubação de estabelecimento Controle de pragas, doenças e plantas invasoras Estabelecimento de pastagens Adubações de cobertura / manutenção Manejo de pastagens
65 PLANTIO DIRETO Foto: Willian Nunes
66 Plantio direto de pastagens
67 Direto x convencional 25 % a menos de custo Para 100 ha: ,00 de desembolso 60 dias de antecipação de pastejo 6 animais x 0,8 = 4,8kg/dia x 130 = ,00
68 SUSTAGRO - PARC Parceiro
69 A visão do agricultor Soja e milho - 15 anos Soja 42 a 45 scs /ha Milho 30 a 80 scs /ha Alta variabilidade 32 a 60 (±16) scs/ha Alta variabilidade 30 a 120 (±30) scs/ha Arrendamento caro e risco de perder o patrimônio
70 A visão do pecuarista Pastagem é um dos maiores custos da pecuária Renovação de pastagens é cara 1600 a 2500,00 / ha A pastagem degrada rapidamente (3 a 5 anos) Pastagem degradada produz pouco (4 a / ha /ano) Arrendatário pode degradar a terra ou não pagar o arrendamento
71 A associação entre pecuaristas e arrendatários é desejável e pode trazer benefícios para ambos e para a sociedade de modo geral. Dentro destas premissas, como fazer um acordo produtivo que seja compensador para os proprietários da terra e para os arrendatários?
72 Sustagro Parc Os agricultores não pagam arrendamento para os proprietários, o que reduz em até 40% seus custos de produção O pecuarista recebe as áreas semeadas com capim para utilização no período de inverno (maio a agosto) entre os dois cultivos de soja e a pastagem reformada depois do segundo cultivo.
73 Sustagro Parc Uma variação importante é observada em caso de áreas que demandem grande investimento em correção de solos ou destoca. Nestes casos é comum o pecuarista assumir parte deste investimento inicial. Após o segundo cultivo de soja, os pecuaristas recebem a pastagem reformada. Depois de 2 anos de soja transgênica, as áreas estão livres de pragas, doenças e invasoras e com grande potencial produtivo.
74 Difusão e adoção pelos produtores ILP
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77 SUSTAGRO - DESAFIOS
78 O problema:
79 Xambrê - antes do inicio do experimento
80 Temos um modelo: Xambrê - meados de 2012
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82 Mombaça Plantio 10 de março 2007 Pastejo 19 de junho 2007
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84 Evolução do Programa ILPF Área de Grãos (ha) Área das Propriedades (ha) Nº de Produtores Fonte: Departamento Técnico Cocamar.
85 Mas os passivos ambientais ainda existem
86 Pesquisa agrícola: Quando pensei que sabia as respostas, as perguntas mudaram.
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88 A todos os presentes pela atenção. A toda a equipe, parceiros e colaboradores, sem os quais seria impossível realizar este trabalho. TFA:.
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