LIÇÕES DO REAVIVAMENTO WESLEYANO DO SÉCULO
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- Amélia Bernardes Castanho
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1 PEQUENOS GRUPOS E O DISCIPULADO: LIÇÕES DO REAVIVAMENTO WESLEYANO DO SÉCULO 18 Por Woodrow W. Whidden, Ph.D pe que nos gru pos dis cí pu los OS Stokkete Adobe Stock
2 FERRAMENTAS PARA A MOBILIZAÇÃO Quando falamos da Conexão Wesleyana, estamos nos referindo ao reavivamento, evangelismo, aos pequenos grupos, à nutrição pastoral e às atividades sociais de reforma/alívio do mais notável movimento para-igreja anglicano do século 18, estamos nos referindo ao Reavivamento Wesleyano, ou ao Metodismo que foi liderado por John e Charles Wesley e seus leigos e clérigos associados. Certamente, o líder mais conhecido deste movimento britânico/colonial de Reavivamento Evangélico foi John Wesley ( ). Os irmãos Wesley e seus associados tinham uma perspectiva arminiana (ênfase em um livre arbítrio agraciado) e seu movimento ficou conhecido como wesleyanismo ou metodismo. Enquanto, na maioria das vezes, reconhecidos por seu evangelismo destemido e itinerante, a criação dos pequenos grupos e a fundação das Sociedades Unidas, ou a conexão Wesleyana, o metodismo também teve uma forte contribuição para os desenvolvimentos teológicos protestantes mais amplos, incluindo os ensinamentos posteriores do adventismo do sétimo dia. Embora John Wesley nunca tenha escrito uma teologia sistemática (como os Institutos de Calvino), houve um núcleo sustentado para sua teologia em torno do qual girava uma série de temas-chaves que ele elaborou em sermões orais e publicados, comentários sobre as Escrituras, revistas publicadas, panfletos ocasionais, periódicos, artigos e inúmeras cartas. Como já foi sugerido, Wesley era amplamente arminiano (seguindo as perspectivas da graça gratuita de Jacob Arminius teólogo holandês do final do século 16 e início do 17) em sua perspectiva teológica, e, assim, ele acentuou grandemente a graciosa iniciativa de Deus na salvação (graça proveniente), que provoca uma resposta livremente escolhida por parte do pecador condenado. Fortemente oposto aos temas da irresistível graça, tão típico dos calvinistas/reforma Protestante (cujo monergismo [Deus determina todas as coisas], para Wesley, parecia ser um convite para uma religião passiva, que não faz nada), Wesley proativamente proclamou uma graça justificada e santificada em busca de seu tema central teológico - pecadores são perdoados, a fim de participar. Sua forte ênfase na importância da santificação e perfeição levou-o a opor-se a qualquer tendência antinomiana, especialmente àqueles que ele percebeu que estavam saindo da asa calvinista do evangelicalismo in- glês. Embora influenciado pelas doutrinais anglicanas clássicas (especialmente os Trinta e Nove Artigos, Thirty-Nine Articles, o Livro de Oração Comum, The Book of Common Prayer, e pelas Edwardsean Homilies, com as suas afirmações suaves sobre o papel da Tradição Cristã (a famosa via média entre Roma e o Puritanismo Protestante), Wesley sempre procurou fundamentos bíblicos para suas convicções teológicas. Do ponto de vista da IASD, Ellen White fez um comentário positivo sobre Wesley, mas resumido, em relação ao número de suas obras publicadas (Atos dos Apóstolos 598; Parábolas de Jesus 78, 79; Educação 254; Obreiros Evangélicos 534, 535 e Patriarcas e Profetas 404). No entanto, o único relato sustentado de sua vida, ministério e convicções teológicas é encontrado em O Grande Conflito (1911), pp Depois de analisar brevemente a ascensão do metodismo de Oxford (na Grã-Bretanha e Geórgia Colonial), as lutas de Wesley com o legalismo, a sua frenética procura por santidade de coração, sua conversão evangélica, e os primórdios da Renovação Evangélica Inglesa, Ellen White observa com aprovação um número de suas ênfases teológicas fundamentais. O fator de vantagem para ela foi a compreensão conquistada duramente de Wesley (teologicamente, eticamente e devocional/experimentalmente) do bom relacionamento entre justificação e santificação: Continuou em sua vida austera e abnegada, agora não como base, mas como resultado da fé; não como raiz, mas FOCO NA PESSOA 21
3 como fruto da santidade. A graça de Deus em Cristo é o fundamento da esperança do cristão, e essa graça se manifestará em obediência... A vida de Wesley foi dedicada à pregação das grandes verdades que recebera justificação pela fé no sangue expiatório de Cristo e no poder renovador do Espírito Santo a operar no coração, produzindo frutos em uma vida de conformidade com o exemplo de Cristo. (GC 256). Esta exposição de lei e graça foi entendida por ela como o centro teológico e prático dos ensinamentos de Wesley, em torno do qual tudo o mais orbitou. Outros planetas teológicos fundamentais no sistema solar de Wesley, os quais Ellen White aprovou foram: (a) a eleição universal e o livre arbítrio (GC 261), em clara oposição à limitada expiação e irresistível doutrina da eleição do calvinismo, (b) graça preveniente (GC 262), (c) afirmação plena da autoridade da lei moral, contida nos Dez Mandamentos (GC 262) e (d) harmonia perfeita da lei e do Evangelho (GC 262): Assim, enquanto pregava o evangelho da graça de Deus, Wesley, a exemplo de seu Mestre, procurava engrandecer a lei e torná-la gloriosa (GC 264). Embora Ellen White expressou claramente opiniões negativas sobre o metodismo americano (que era desassociado dela e de sua família por causa de seus pontos de vista mileritas) e do Movimento de Santidade por causa de sua rejeição de inúmeras doutrinas mantidas pelos emergentes adventistas do sétimo dia, ela estava sempre do lado do núcleo da teologia de Wesley, especialmente das grandes linhas de seus ensinamentos sobre a salvação. Assim, parece seguro concluir que o aspecto mais importante e influente do pensamento de Wesley em Ellen White era o núcleo de sua teologia de salvação que surgiu em um ambiente de graça livre e do chamado para a resposta da FOCO NA PESSOA 22 fé humana, que é inerente à oferta da graça de Deus (tanto justificação quanto santificação). Enquanto Ellen White passou a rejeitar os ensinamentos de Wesley de que a graça santificante levaria a um momento de perfeição instantânea (em que o pecado original, com suas tendências herdadas e cultivadas para o mal seria purgado e afastado antes da glorificação), ela estava essencialmente de acordo com o impulso básico de seus ensinamentos sobre a graça transformadora. Na verdade, pode-se argumentar persuasivamente que a doutrina adventista do juízo investigativo (afirmado fortemente por Ellen White) só poderia surgir em um ambiente orientado pela tradição wesleyana/arminiana. Se a salvação é irresistível, assim como o fruto da eleição pré-determinada de Deus, o julgamento torna-se essencialmente supérfluo porque não há nenhuma resposta escolhida livremente pela fé à oferta de salvação de Deus. Se Deus, no entanto, procura a resposta escolhida livremente pela fé dos crentes à Sua oferta de graça, e nossa resposta pode incluir necessariamente também uma recepção ou rejeição da graça salvadora (ambas graça justificadora, a raiz da fé e da graça santificadora, o fruto da obediência), então há uma forte implicação de que os pecadores devem responder a Deus e que pode haver um julgamento por obras. E estas obras irão testemunhar ao saldo de justiça e misericórdia de Deus em Seus justos juízos dos seres humanos pecadores que recebem ou rejeitam Sua oferta de salvação. Embora Wesley não entendia tal julgamento como pré-advento, ele claramente ensinou sobre um juízo de investigação para os professos crentes em Cristo no fim dos tempos. Embora seja verdade que a teologia de Ellen White não esteja exclusivamente em débito com qualquer uma das principais tradições teológicas protestantes (luterana, reformadora, anabatistas e anglicanas), a forma como Wesley entendeu as questões de salvação pessoal (e os aspectos relacionados aos escolhidos, o livre arbítrio, a graça, o sentimento religioso, a lei, o pecado, a perfeição e o julgamento de acordo com as obras) parece ter influenciado mais profundamente Ellen White. Apesar de não querer mudar totalmente as outras questões de formação, tais como o método teológico (autoridade da Bíblia e sua relação com a razão, a experiência e a tradição), a Trindade, a organização da igreja e a própria experiência de conversão e santificação de Ellen White com o metodismo, parece que a principal influência de Wesley sobre Ellen White e os desenvolvimentos teológicos adventistas subsequentes vieram principalmente de suas exposições sobre a salvação pessoal. No entanto, além destas preocupações teológicas, é também notável que os pais de Wesley, John e Susanna (nee Annesley) Wesley, eram jovens adultos convertidos ao anglicanismo (e o que se segue é um resumo de Kenneth J. Collins, John Wesley: A Theological Journey [Abingdon Press, Nashville: 2003], pp 11-28). Nessas mudanças de lealdade, eles estavam indo de encontro a um fundo teológico consi-
4 derável no puritanismo (Calvinismo Britânico Reformado), personificado nos dois avôs puritanos eminentes de John e Charles Wesley. É também importante ressaltar que os pais de Wesley não foram só profundamente influenciados pela teologia arminiana, mas também foram significativamente influenciados pelas preocupações devocionais e morais dos crescentes movimentos da sociedade religiosa no anglicanismo que foram adotados no início de sua idade adulta e sustentados por toda uma vida de ministério. Assim, uma conversão às preocupações arminianas de seu anglicanismo adotado (após a rejeição de sua reforma de educação) foi acompanhada por uma participação ativa em muitos dos movimentos de reforma social, devocional e literário da época. Assim, as visões adultas emergentes de Samuel e Susanna Wesley sobre teologia, espiritualidade, ética pessoal e social/reforma estavam destinadas a influenciar fortemente as direções de seus dois filhos eminentes - John e Charles Wesley, os principais fundadores do metodismo wesleyano no século 18 e no crescimento de sua versão do metodismo nos séculos 18 e 19 do metodismo norte-americano. Agora, com este breve histórico biográfico e teológico em mãos, o ponto de equilíbrio principal desta apresentação é destacar como a teologia dos Wesley motivou os seus pontos de vista e práticas (especialmente de John) sobre discipulado (e o que se segue é, essencialmente, um resumo de Calvin do Don Thorsen vs Wesley: Bringing Belief in Line With Practice (Abingdon Press, Nashville, de 2013, pp ). A visão do Wesleyanismo sobre Discipulado Nunca houve uma tentação para qualquer quietismo isolado na divindade prática dos irmãos Wesley e de seu movimento. Em outras palavras, uma vida em união com Cristo pela fé em Seu trabalho expiatório seria evidenciada por uma vida de exercícios devocionais, participação em cultos públicos nas paróquias anglicanas locais, observâncias sacramentais (pelo menos batismo e Santa Ceia) e uma forte busca por uma mudança completa de caráter. Assim, o Reavivamento Wesleyano, em sua intenção original, imaginou-se ser um ministério de apoio à Igreja da Inglaterra, à sua pregação e sacramentos, à adesão aos seus padrões doutrinários e estilos de culto e uma afirmação de seus vários ministérios de ajuda, elevação e educação. Portanto, para os Wesley, para ser um membro de suas Sociedades FOCO NA PESSOA 23
5 FOCO NA PESSOA 24 Unidas, você também deve ser um membro leal e devoto tudo como parte normal do discipulado cristão. E tal discipulado começou com um ardente desejo de viver para a glória de Deus e ser transformado à semelhança de Cristo. Sem esforços sérios de santificação, não há um discipulado eficaz. Mas John Wesley também viu a necessidade de um ministério especial para-igreja, que incluiu (a) evangelismo público que fosse além dos limites da igreja regular e (b) a fundação das Sociedades Unidas Wesleyanas que contavam com reuniões de adoracão no meio da semana. Assim, o discipulado não só envolveu a salvação pessoal, a transformação de caráter, o atendimento da igreja local e a celebração dos sacramentos, mas também as bênçãos das reuniões especiais das Sociedades Wesleyanas locais que foram destinadas a aumentar a participação das pessoas na igreja pelo envolvimento nas chamadas classes e grupos locais; estes proporcionaram uma admoestação mútua mais intensa, além da nutrição da fé e outros grupos que tinham sido organizados para estratégias especiais de evangelismo (como visitas à prisão) e ajuda para os pobres e necessitados. Wesley tinha um profundo interesse em assuntos como assistência médica e fornecimento de ajuda financeira para os pobres, a fim de se tornarem empreendedores para fundarem pequenas empresas. Também havia ministérios especiais para a visitação de idosos, inválidos e doentes. As atividades das Sociedades Unidas Wesleyanas consistiam principalmente na participação nas Sociedades locais de Wesley, que contavam com reuniões no meio da semana para adoração, oração e comunhão. Provavelmente eram análogas ao culto de oração da Igreja Adventista. Contudo, as Sociedades locais também se reuniam em grupos menores, as chamadas classes e grupos. Esses grupos tinham o propósito de facilitar uma disciplina pessoal e coletiva mais intensa, e foram projetados para inspirar arrependimento mais profundo pelo pecado e uma devoção mais profunda para o testemunho cristão e outras formas de serviço edificante. Assim, embora os membros fossem grandemente encorajados à adoração pública na igreja local, o coração do movimento wesleyano era a nutricão mais intensa nos pequenos grupos. Se alguém não estava ativo na adoração pública e nos pequenos grupos, não era um bom wesleyano. Para formar um wesleyano durante a Renovação Evangélica na Britânia e na América do século 18, o metodismo oferecia aos membros comuns não apenas nutrição espiritual intensa, através dos pequenos grupos, mas também uma demanda constante por serviço útil.
6 Mas toda esta estrutura era liderada não somente pelos irmãos Wesley, mas também por um grupo crescente de viajantes chamados assistentes leigos, que funcionavam como evangelistas e pastores regionais. Eles foram designados por John Wesley para consultas anuais, e seu trabalho principal consistia em: (a) evangelismo público em suas cidades e regiões, e (b) cuidado pastoral nas Sociedades Wesleyanas locais em seus respectivos circuitos. Os níveis de prestação de contas foram superintendidos pelo próprio Wesley, especialmente através do que ficou conhecido como conferência pessoal e reuniões trimestrais e anuais dos Wesley com os seus assistentes leigos. E foi provavelmente entre estes assistentes leigos locais que as maiores demandas de discipulado intenso foram investidas. Ser chamado para tal ministério significava viagem constante (principalmente a cavalo), evangelismo público (incluindo pregação na rua e em campo aberto) e nutrição da fé e disciplina das Sociedades locais em seus respectivos circuitos regionais. E, provavelmente, o mais famoso exemplo de coordenador de circuito foi o fundador do metodismo americano, o formidável Frances Asbury. Assim, podemos concluir com segurança que as demandas para o discipulado foram bastante intensas, tanto para os ministros e os participantes leigos nas Sociedades Unidas como para a comunhão fornecida pelas suas sociedades locais. Mas tal discipulado não incluía apenas leigos e obreiros ministeriais em evangelismo e pastoreio, mas também uma crescente rede de casas de pregação e ministérios de socorro tais como divulgação e nutrição da fé para os pobres e indigentes, instituições médicas, visitas aos doentes, empréstimos empresariais para inspirar a fundação de pequenas indústrias e ministérios de visitas à prisão. Muitos destes ministérios variados foram administrados pelos Wesley e seus assistentes itinerantes, mas também por um grupo crescente de gestores financeiros e de serviços chamados de mordomos. Então, para se tornar um wesleyano (membros leigos e servidores de tempo integral) no século 18, eram necessários uma sóbria reflexão, um profundo compromisso com uma devoção religiosa séria, comunhão cristã, evangelismo, reforma social e um caráter caridoso. Isso não era opção para a pessoa religiosa que estava procurando um caminho mais passivo, relativamente privado, para o Reino do Céu!!! Somente aqueles que estavam totalmente comprometidos com uma versão profundamente exigente da abordagem Graça Livre ou Responsável de Wesley iriam florescer em meio aos rigores de uma versão tão ativista do discipulado cristão. Bibliografia: Don Thorsen. Calvin vs Wesley: Bringing Belief in Line with Practice Nashville: Abingdon Press, Richard P. Heitzenrater. Wesley and the People Called Methodists. Nashville: Abingdon Press, Frank Baker e Richard P. Heitzenrater. The Bicentennial Edition of the Works of John Wesley. Nashville: Abingdon Press, 1984 ff. Randy L. Maddox. Responsible Grace: John Wesley s Practical Theology. Nashville: Kingswood Books, Kenneth Collins. The Scripture Way of Salvation: The Heart of John Wesley s Theology. Nashville: Abingdon Press, Kenneth Collins. A Real Christian: The Life of John Wesley. Nashville: Abingdon Press, Kenneth Collins. John Wesly: A Theological Journey. Nashville: Abingdon Press, Woodrow W. Whidden. Ellen White on Salvation. Hagerstown, MD: Review and Herald Pub. Assn., Woodrow W. Whidden. Ellen White and John Wesley, Spectrum 25 (N. 5): WOODEN WHIDDEN Wooden Whidden é Professor Emérito de Religião na Universidade Andrews. FOCO NA PESSOA 25
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