MANUSCRITOS do. Museu de Aveiro
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- Cíntia Oliveira da Mota
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1 MANUSCRITOS do Museu de Aveiro
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3 Manuscritos do Museu de Aveiro Dos sécs. XV/XVI aos sécs. XIX/XX 2014
4 Ficha Técnica Coordenadora do projecto no Museu de Aveiro Zulmira Cândida Gonçalves (Diretora) Equipa técnica no Museu de Aveiro Ana Andrade (Conservadora-restauradora, Bolseira FCT) Madalena Cardoso da Costa (Técnica Superior) Maria João Mota (Técnica Superior) Investigação e textos/ revisão de conteúdos/ catálogo Madalena Cardoso da Costa Investigação e revisão de conteúdos/ base de dados Maria João Mota Investigação, revisão de conteúdos e inserção de imagens/ catálogo Ana Andrade Conservação e acondicionamento Ana Andrade Conservação e Restauro / Pergaminho Isabel Zarazúa Astigarraga (Lisboa) Inventariação codicológica e digitalização RFS Telecomunicações, Ldª Edição Direcção Regional de Cultura do Centro, Museu de Aveiro Apoio financeiro Fundação Calouste Gulbenkian Projecto de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais
5 Índice Introdução 5 Candidatura à Fundação Calouste Gulbenkian 6 A disponibilização da coleção na base de dados OMEKA 7 A disponibilização da coleção no catálogo digital 8 O Scriptorium do Convento do Santo Nome de Jesus de Aveiro 9 CATÁLOGO 13 I Antifonários 15 II Códices 55 III Bulas 81 IV Forais 91 V Iluminuras 97 VI Espólio Rocha Madahil 103 VII Manuscritos 115 Manuscritos do poeta Bingre 117 Outros manuscritos avulsos 123 Documentação conventual do séc. XIX início do séc. XX 147 Fontes, Bibliografia e Legislação 149
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7 Introdução O Museu de Aveiro possui um acervo histórico documental que constitui um espólio de particular interesse para a história, nomeadamente do antigo Convento de Jesus de Aveiro, mas também para a museologia e para a história nacional, no contexto sociopolítico, do período Liberal (e da extinção das Ordens Religiosas em Portugal) à Iª República (com a renovada extinção das Ordens e a nacionalização dos bens dos conventos e da Igreja). Por outro lado, trata-se também de um espólio de relevo particular para a história de Aveiro (de vila, no séc. XIV, a cidade, no séc. XVIII), da sua região e da sua diocese, à qual se vincula o Convento de Jesus de Aveiro, onde se encontra sediado o centenário Museu de Aveiro ( ), e nele a figura da Princesa Santa Joana. O conjunto deste espólio documental manuscrito é constituído por três núcleos fundamentais. Um primeiro, o dos códices e dos antifonários, do séc. XV ao séc. XVIII, em pergaminho e em papel, provenientes do Convento de Jesus de Aveiro, e de outros conventos extintos de Aveiro, onde se encontram sobretudo os livros religiosos necessários ao culto. Um segundo núcleo é constituído pelos manuscritos avulsos, que vão na sua maioria do séc. XV ao séc. XIX, em pergaminho e em papel, provenientes do Convento de Jesus de Aveiro, de outros conventos de Aveiro, da vila e da região, da Diocese de Aveiro e da de Coimbra (da qual Aveiro dependeu em duas ocasiões, no séc. XVIII e no final do séc. XIX - início do séc. XX), e, ainda, por documentos pontifícios, reais e outros do Reino. Um terceiro núcleo é constituído pelos tomos conventuais, eclesiásticos, camarários e da Fazenda Nacional, em papel, datados do séc. XIX ao 1º quartel do séc. XX, provenientes de diversos pontos do país, embora maioritariamente do distrito de Aveiro, e incorporados no Museu de Aveiro 5
8 quando da sua constituição em (Decreto de 23 de Agosto de 1911 e Portaria de 16 de Junho de 1912). Este acervo museológico tem em si mesmo, por outro lado, o seu próprio interesse histórico-artístico, designadamente os livros religiosos e os documentos históricos, quer pela sua antiguidade, quer pela riqueza do trabalho artístico que apresentam. Tanto os códices como os documentos manuscritos avulsos apresentam, no seu material suporte, nas suas encadernações, nas suas iluminuras, na decoração a ouro e cores, ou, nos indicadores históricos de brasões de armas, de iconografia religiosa, e de selos, informação que permite a sua identificação e datação. Candidatura à Fundação Calouste Gulbenkian Esta coleção de manuscritos do Museu de Aveiro, foi objeto da candidatura ao Concurso de apoio à recuperação, tratamento e organização de Acervos Documentais da Fundação Calouste Gulbenkian. Esta candidatura foi aprovada pela Fundação Calouste Gulbenkian em 31 de Maio de 2013, obtendo o museu o financiamento necessário para desenvolver o projeto, que teve como principais objetivos a catalogação e a disponibilização ao público deste acervo, que ora se apresenta neste catálogo digital. Sendo esta colecção do Museu constituída por exemplares que datam do séc. XV aos sécs. XIX/XX, tornou-se essencial garantir o acesso ao público deste espólio, sem que fosse posta em causa a sua integridade física. Pretendeu-se assim, evitar o manuseamento continuado dos manuscritos, procedendo à respectiva digitalização e colocação numa base de dados online. Neste sentido, e para garantir a disponibilização da informação, toda a documentação foi devidamente catalogada, com a respetiva descrição codicológica e identificação dos seus conteúdos, foi conservada e, finalmente, 6
9 na sequência destas fases do trabalho, procedeu-se à digitalização dos documentos. O resultado final deste projeto, incluiu a colocação do espólio documental numa base de dados e a organização do presente catálogo online, com as imagens digitais dos exemplares, o que permite, ainda, o acesso mais imediato ao seu estudo para preparação de futuras exposições, mostras bibliográficas e produção de material pedagógico, a facultar aos grupos escolares que visitem o Museu, de forma a sensibilizá-los para este património documental e histórico de carácter nacional. A disponibilização da coleção na base de dados OMEKA Esta coleção não se encontra exposta ao público na Exposição Permanente do Museu, mas sim acondicionada numa zona de Reservados, no Piso 2, em estantes, caixas e outro equipamento adequado, por razões de conservação do acervo. O seu acesso à consulta, para investigadores, universitários e outros, pode fazer-se mediante pedido formal prévio à direção do Museu, mormente a documentação dos sécs. XIX-XX, que não oferece os mesmos riscos de conservação, que a restante coleção, no seu manuseamento. Para obviar a estas restrições de acessibilidade à consulta desta coleção de manuscritos, compreende-se que, no contexto deste projeto de candidatura à Fundação Calouste Gulbenkian, a mesma tenha sido disponibilizada ao público online, na base de dados OMEKA, no site da Direcção Regional de Cultura do Centro - DRCC> MUSEU DE AVEIRO, sob o título: Manuscritos - Museu de Aveiro. Aqui, encontra-se informação completa sobre cada manuscrito, que contempla mais do que no catálogo, designadamente aspectos materiais e formais de cada um, e, ainda, o respetivo estado de conservação
10 A disponibilização da coleção no catálogo digital Muito embora muitos documentos históricos, bem como inúmeros códices da coleção do Museu de Aveiro, tenham sido anteriormente estudados e alvo de trabalho publicado, designadamente nas décadas de 60 e de 70 do século passado e na época atual, e tenham vindo a ser objeto de estudo de dissertações de mestrado e de doutoramento em Universidades portuguesas, o objetivo do presente catálogo online é o de disponibilizar os conteúdos de toda a coleção ao público de uma forma consistente, ora organizada de acordo com o seu atual inventário codicológico e com a respetiva imagem digital. A Coleção de manuscritos do Museu de Aveiro dos sécs. XV/XVI - XIX/XX foi organizada, na recente inventariação codicológica, segundo diferentes tipologias e natureza de documentos, com atribuição de cotas, que permitiram agrupá-los no catálogo presente, em oito grandes grupos de documentos, a saber: I - Antifonários (PT/MA/ANTF) II - Códices (PT/MA/COD) III - Bulas (PT/MA/BUL) IV - Forais (PT/MA/FOR) V - Iluminuras (PT/MA/IL) VI - Espólio Rocha Madahil (PT/MA/MAD) VII Manuscritos (PT/MA/MAN) Manuscritos do poeta Bingre Outros manuscritos avulsos Documentação conventual do séc. XIX VIII - Música (PT/MA/MUS). No catálogo presente, cada documento manuscrito avulso ou em volume é apresentado com uma ficha técnica, seguida de uma descrição sumária e de 8
11 bibliografia, quando existente, sendo acompanhada, na maioria dos exemplares, da respectiva imagem. Na ficha técnica foram considerados os seguintes itens: Denominação/Título; Data; Material suporte; Nº de fólios; Tipo de letra; Dimensões; Entidade produtora dos documentos; Cota; Descrição do assunto/conteúdo; Bibliografia (quando exista). O Scriptorium do Convento do Santo Nome de Jesus de Aveiro O scriptorium era o local onde se copiavam e decoravam com iluminuras os volumes manuscritos, denominados códices, que se organizavam em cadernos de fólios em pergaminho ou papel, cosidos e protegidos por uma encadernação. Mais do que um espaço, era uma área de trabalho absolutamente necessária nos conventos, dada a escassez de livros imprescindíveis à vida religiosa de oração e aos ofícios litúrgicos. Por outro lado, os scriptoria conventuais, através do trabalho laborioso e cuidado dos seus copistas, tiveram um papel primordial, complementar das bibliotecas, de fiéis depositários e transmissores do conhecimento, até ao dealbar da Idade Moderna. Com o aparecimento do livro impresso no séc. XVI e a rapidez da sua difusão, os códices iluminados e copiados nos conventos são inexoravelmente ultrapassados, e a importância do scriptorium naturalmente diminui. 9
12 A Regra do antigo Mosteiro de Jesus de Aveiro impunha a obrigação de cantar em oração, utilizando códices, donde se compreende que, sendo estes raros, houvesse a necessidade de reprodução destas obras. D. Brites Leitoa (Leitão), senhora viúva, nobre e culta vinda da corte do Infante D. Pedro, que juntamente com D. Mécia Pereira, também viúva, fundou o Convento de Jesus de Aveiro, no séc. XV, cedo compreendeu a urgência de produzir no convento os livros necessários à vida religiosa monástica. Para tal, chamou Frei Pedro Dias de Évora, dominicano, perito na arte de copiar e iluminar, para ensinar as suas religiosas. Destacaram-se nesta arte D. Maria de Ataíde, filha de D. Mécia Pereira, a copista Isabel Luys, e ainda D. Leonor de Meneses. A qualidade da caligrafia e o colorido das iluminuras granjearam fama às copistas do Mosteiro de Jesus, fama que depressa se espalhou por todo o país. Acresce referir o importante trabalho cartorário das copistas, lavrando alguns documentos históricos dos mais importantes para a história do Convento e da Vida da Princesa Santa Joana. Terá sido o caso da carta de doação de um terreno da Princesa D. Joana ao Mosteiro de Jesus de Aveiro, em 1476 (o único documento assinado pelo punho da Infanta), o documento que descreve o cerimonial da tomada do hábito da Princesa (1491), o primeiro processo de beatificação da Santa Princesa, e, por último, a Crónica da Fundação e Memorial da Princesa D. Joana, da autoria da cronista Marguarida Pynheira, religiosa coeva da Princesa Santa Joana. O trabalho das religiosas copistas era moroso e delicado, requerendo a preparação prévia dos pergaminhos, a produção das cores para pintar e das tintas para escrever, sendo estas aplicadas com canetas de penas de ave ou caniços. Este trabalho, a par do conhecimento da doutrina, requeria igualmente perícia e sentido estético, para executar as letras capitais decoradas com iluminuras, desenhos delicados e pormenorizados, e as 10
13 representações iconográficas cristãs, como se pode verificar em muitos dos exemplares apresentados neste catálogo. De entre a diversidade de manuscritos de origem conventual que hoje fazem parte da coleção do Museu, os livros de cantochão são os que têm maior representatividade, designadamente os Antifonários, os Passionais, os Responsórios, e os Processionários, tendo cada uma destas tipologias uma utilização específica. O Antifonário é um livro de cânticos religiosos que contém as partes da missa e dos ofícios cantados. Existem três tipos de antifonários. O Antifonário Temporal, que reúne os cânticos respeitantes ao tempo litúrgico cristão, o Antifonário Santoral, que contém os cânticos destinados à celebração das festas dos santos e o Comum dos Santos, que congrega os cânticos para os dias dos santos não contemplados nos dois anteriores. O Passional é um texto litúrgico que se lê ou canta, destinado a celebrar a Paixão de Cristo durante as cerimónias religiosas da Semana Santa. Já o Responsório (do latim responsum, ou resposta) é um conjunto de responsos, ou cânticos, que seguem cada uma das leituras matinais. Finalmente, o Processionário é um livro litúrgico que contém os cantos próprios dos ritos processionais. 11
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15 CATÁLOGO 13
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17 I - ANTIFONÁRIOS 15
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19 1 De Jesus, y de Maria,/ del Bautista, y de Domingo,/ en este Livro destingo/ Cantos de igual melodia./ Tanbien para la armonia,/ E ay, del Organo canoro,/ Cifras, con q pueda al Coro/ acompañar uniforme,/ porq en todo se conforme/ lo devoto, y lo sonoro./ Coimbra Ann Papel manual avergoado de coloração amarela [4] 23 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 29,4 x 21,2 cm s/a PT/MA/ANTF 1 Códice de canto gregoriano, que contém Laudes para serem tocadas em cordas e órgão, por honra de São João Batista e de São Domingos, destinadas ao Natal, à Ascensão, à Páscoa, ao Espírito Santo, e Antífonas das ladainhas, seguidas de 3 fólios em branco. Antífona de Beneditus para a 5ª feira e 6ª feira, seguidas de 6 fólios em branco. O fólio 2 possui uma ilustração pintada a aguarela de uma figura feminina a tocar órgão, emoldurada com as armas dominicanas, com iniciais junto ao pé F.P. e R.F. A obra contém iniciais capitais fitomórficas, zoomórficas, figuradas e historiadas. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. +J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. 17
20 2 Exau di nos domine quoni/ am benigna est misi cordia tu/ a se cundū multitudinē misera/ tio nū tua rum respice s/d Pergaminho de coloração amarela 92 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 16,5 x 12 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 2 Códice de canto gregoriano, processional, contendo Laudes. Tem o cerimonial Ad recipiendum regem vel reginam, o ritual da profissão e o ofício de sepultura. O canto encontra-se intercalado com texto e alguns fólios têm iniciais capitais filigranadas, a tinta vermelha e azul. Quase todos os cadernos apresentam reclamos. Na contraguarda anterior contém a anotação: Convento de Jesus/ Aveiro/ 17. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). SANTOS (1963), vol. I, p. XXV. 3 Primis tomus siimsi/ pit e si sletitor et si/ mediatur e sie finitur/ et si finitur et finir s/d Pergaminho de coloração amarela 112 [1] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 18,5 x 14,7 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 3 Processional constituído por Laudes e salmos, pertencente ao Convento de Jesus de Aveiro. A obra tem iniciais capitais a tinta vermelha e azul, e capitais caligráficas a tinta sépia. Na contraguarda anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). 4 Lumen ad reve la tionē/ gentiuz et gloriam plebis tu/ e israel Nūc dimictis ser/ vuz tuum domine secundū ver 18 de Setembro de 1489 Pergaminho de coloração amarela 84[1] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 18,8 x 13,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 4 Códice de canto gregoriano, processional com Laudes. O manuscrito tem capitais a tinta vermelha e azul, e capitais caligráficas a tinta castanha, algumas das 18
21 quais realçadas com tinta vermelha. Datado e assinado Ysabel Luys no fólio 84. Na contraguarda anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. A obra foi foliotada a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 27,3 x 20,3 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 5 Códice de canto gregoriano, contendo Ladainha de Nossa Senhora do Rosário, para ser cantada nas confrarias do Rosário de Nossa Senhora. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. A obra foi foliotada a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). MARTINS (1960/1961), pp , SANTOS (1963), vol. I, p. XXII. CARDOSO (2013), pp SANTOS (1963), vol. I, p. XXIII. 5 Chirie Elei son/ Christe Elei son/ Sancta trinitas vnus/ deus mise re re nobis s/d Pergaminho de coloração amarela 7 p. 6 Lumē ad reua la ci o nē gencium/ et gloriam plebis tue israhel. Nūc dimi/ tis s uū tuū domine secūdū uerbū tuum/ in pace. Lumē. Quia uiderūt occuli mei/ salute re tuū. Lumē. Quod parasti ante s/d Pergaminho de coloração amarela 87 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 22 x 15,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 6 19
22 Processionário de canto gregoriano, com Laudes e antífonas, intercalado por orações manuscritas a caracteres góticos. Alguns fólios têm pequenas anotações em letra manuscrita gótica junto às margens. A obra tem capitais a tinta vermelha e azul. Na contraguarda anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro/ Processionarium. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). Mariana/ da Vitoria/ sendo Cantora mor./ Anno de Pergaminho de coloração amarela [8] 9 [8] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 22 x 15,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 7 Códice processional de canto gregoriano para Domingo de Ramos, destinado à cantora-mor. O título, manuscrito a 7 Estes/ Processionarios/ p a. a Dominga/ de Ramos/ mādou faser a Madre/ Soror vermelho dentro de cartela a sépia, remete para a encomendante Madre Soror Mariana da Vitória. O processionário tem iniciais capitais caligráficas, filigranadas e fitomórficas, a 20
23 tinta sépia, vermelha e azul. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro/ Nro 17. O manuscrito foi foliotado a tinta sépia na margem do pé. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXIII, vol. II, pp CORBIN (1943), p. 9. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXVI, vol. II, p In festo purificacionis bte Vgis/ Maria. Ad pcessionez 22 de Junho de 1489 Pergaminho de coloração amarela [I] 86 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 18,5 x 12,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 8 Códice processional de canto gregoriano. Termina com o ofício da sepultura e a Recomendatio Animarum. A obra tem capitais, a tinta sépia, vermelha e azul. Datado e assinado Ysabel Luys no fólio 85. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro/ Nro 6. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp In festo purificacioīs cātor cā de lā offerens/ p ori incipiat. añam. Lumē ad revelacioēz [1489] Pergaminho de coloração amarela [II] 120 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 23 x 16 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 9 Processional passional, de canto gregoriano intercalado com texto e orações, manuscritos a caracteres góticos. O texto é das festas da Purificação, 21
24 Ramos, Mandato e Adoração da Cruz (grandes procissões), e Dedicação das Igrejas. Contém também o Exultet, as genealogias de Cristo segundo São Mateus e S. Lucas (cantadas no ofício noturno no Natal), o ritual da comunhão aos enfermos, da extrema-unção, e orações da agonia, da encomendação da alma e da sepultura dos estranhos à comunidade. Esta obra tem cinco iniciais capitais decoradas a ouro e prata, com motivos filiformes a violeta ou sépia, e prolongamentos em ramo com folhas, flores e/ou frutos. A conjugação da filigrana violeta com a letra dourada foi também utilizada no códice de ritual PT/MA/COD 15. A decoração especial destas cinco letras deverá estar associada ao facto deste processional ter pertencido à Prioresa, mas também destaca os tempos litúrgicos mais importantes para a comunidade, como o hino pascal Exultet, que abre com a letra mais ricamente decorada. As outras iniciais capitais são a azul e vermelho, filigranadas, algumas com prolongamento marginal. Tem ainda capitais caligráficas a sépia decoradas a vermelho. No verso do fólio 119 está assinado Isabel Luys. Quase todos os cadernos apresentam reclamos. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. Na segunda guarda volante contém a anotação: Da m e. Prioresa. No 22
25 fólio 1 contém a anotação: Processionarium. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 50 x 37 cm s/a PT/MA/ANTF 10 Antifonário de canto gregoriano a uma voz, de salmos. A obra tem iniciais capitais fitomórficas, zoomórficas e figuradas, a tinta vermelha e azul. Contém guardas volantes em papel manual avergoado, com letra manuscrita gótica a tinta ferrogálica. O manuscrito foi paginado a tinta sépia no canto superior (em data desconhecida). SANTOS (1963), vol. I, p. XXII. CARDOSO (2013), pp CORBIN (1943), p. 9. Inventário dos (2001), p. 34. SANTOS (1963, 1967), vol. I, pp. XXII- XXIII, vol. II, p In Festo/ Sancti Raymundi/ Ordinis Predicat:/ In primis Vesp: sup:/ Psalmos:/ Aña. s/d Pergaminho de coloração amarela 58 p. 11 In Festo Sancti Raphaelis Arch: post Cõmẽ s/d Pergaminho de coloração amarela e papel manual avergoado de coloração amarela [ii] 26 p. Letra manuscrita a tinta sépia e vermelha 51 x 37 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 11 Antifonário com índice no primeiro fólio original (fólio 3), e foliotado a tinta vermelha no canto superior direito, até ao numero 17, correspondendo ao índice. Contém o Próprio e Ordinário de 23
26 algumas missas, nomeadamente a Glória, o Credo, e o Agnus Dei, entre outros cânticos. A obra tem iniciais capitais fitomórficas, nas cores azul, vermelho, verde, rosa e dourado. Tem ainda capitais caligráficas a tinta sépia. Os fólios 20 a 23 são em papel manual avergoado, acrescentados à estrutura original da obra, correspondendo a S.M. Archang. Hymnus. SANTOS (1963), vol. I, p. XXII. 12 In Die X Januarii./ Festum/ B. Gundisalvi/ Confessoris. Totum Duplex./ Ad Vesp: sup:psal:/ Antiphona. s/d Pergaminho de coloração amarela [i] 82 p. Letra manuscrita a tinta preta, sépia e vermelha 50,5 x 36 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 12 Antifonário constituído por diversos livros de antífonas e Laudes, refiram-se: In Die X. Januarii./ Festum/ B. Gundisalvi/ Confessoris. Totum Duplex./ Ad Vesp: sup: Psal:/ Antiphona; In festo Compassionis B.M.V./Ad. Matutin Invitator; In Festo/ SS. Nominis/ Jesu/ & Totum Duplex./ Ad Vesp. sup. Psal:/ Antiph:; Ad. Magnif: In prim: Vesp:; Ad Laudes Antiph:. No 2 º Livro (fólio 13): Doctrinæ suæ radiis/ illustravit sedentes in er ro rum te/ ne bris, et cha ri ta tis ardo re, vinctos/ in mendicitate et ferro, 24
27 redemit; entre outros. No 3º Livro (fólio 17): In Festo,/ Sanct: Chatha/ Rinæ de Ricis./ ordinis sacri Praedicatorũ./ Inprimis Vessp: et per horas./ anã. No 4 º Livro (fólio 25v): In Festo Compassiones/ Beatæ Mariæ Virginis:/ Quod celebr: Feria vj. post/ Doñaz Passionis. Dõni./ Ad vtrasq. vesp. sup. Psal:/ Aña.; In secund: vespor:/ Assumpt: B: Mariæ Virg:/ Fiat commo S. Hyacinthi/ Conf: Ord: Prædicatorum./ Aña. No 5º Livro (fólio 38): Officium/ Fugæ/ B. Mariæ V./ Ad Ægyptum./ Duplex Majus./ Ad Laudes, & per Hor:/ Antiphona./ Ioachimus Moura Coutt o. ffecit Hoc.; Cant: Benedictus Dom:/ Ad Magnificat:/ In secudis Vesperis./ aña.; Missa./ introit:. No 6º Livro (fólio 46): In Festo Sanctæ/ Rosæ/ Virginis, Ordin./ Prædicatorum/ Ad Vesp. super psalm./ antiphona; In Festo Sancti/ Ludovici/ Bertrandi: con/ fes. Ord. Prædic./ ad vesp super psalm/ antiphona; In Festo Sanct./ PII.V:/ Papæ & Confeso./ Ordinis Prædic./ ad vesp super psalm/ antiphona; Canticum Respon; In Festo Sancti/ Ssimi Nominis/ IESU/ ad. matutinu invitato; e In festo S. Angelicus/ tod. in i. Vesp. sup. ps. aña. A obra tem iniciais capitais vermelhas (1º e 3º livros), iniciais capitais caligráficas (2º e 4º livros), iniciais capitais vermelhas com flores (5º livro), e iniciais capitais com orla geométrica (6º livro). O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). SANTOS (1963), vol. I, p. XXII. 13 Unus ex duo bus qui secuti sūt do/ minuz erat andreas frater simonis petri alla s/d Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 53 x 36 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 13 Fólio avulso que pertencia anteriormente a um antifonário. No texto faz referência à seguinte passagem bíblica: Jesus 25
28 andando junto ao mar da Galileia, viu Pedro e André seu irmão, e disse-lhes: Vinde após mim, eu farei que vos torneis pescadores de homens (Mt, 4:18). Este fólio tem quatro letras iniciais capitais filigranadas (duas letras U e duas A), de coloração azul e vermelha. PT/MA/ANTF 14 Fólio pertencente a antifonário, cujo canto gregoriano remete para os salmos. Este fólio tem cercadura vegetalista de flores com folhas, e quatro letras capitais (letras U, H e duas Q), iluminadas com as mesmas flores. 14 Venite exultem do mi no, iubilem/ de o salu ta ri nostro, præoccupem faciē e ius/ in cō fessi o ne, et in psalmis iubilem s/d Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 50 x 37 cm s/a 15 Estas Solfas/ mandou Fazer/ Sòr Marcelina/ Hipolita do Baptista/ Sendo Cantora/ No anno d Pergaminho de coloração amarela 17 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 56 x 39 cm s/a PT/MA/ANTF 15 Conjunto de fólios com Laudes que faziam parte integrante de um antifonário, mandado fazer por Soror Marcelina Hipolita do Baptista, cantora. Refiram-se os títulos In Festo Sancti/ Angeli/ Custodis/ Inprimis Vesperis ad Mag/ nificat antiphona, In Festo Nominis/ B. Mariæ. U./ Ad matutinũ invitatorium, e In Festo Omnium S S/ Ord Nostr/ Ad vesp. psalmos antiphon. Estes fólios têm iniciais capitais pretas com orla geométrica. Datado de
29 16 Conjunto de partes de cinco antifonários [17--] Pergaminho de coloração amarela e papel manual avergoado de coloração amarela com marcas de água 2 p., 1 p., 14 p., 4 p., 12p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia, preta e vermelha 49,5 x 36,5 cm s/a PT/MA/ANTF 16 Conjuntos de fólios de cinco antifonários. O primeiro conjunto é constituído por dois fólios em pergaminho com salmos, e está unido ao segundo conjunto, um fólio também em pergaminho com antífona, por intermédio de três pontos no festo. O terceiro conjunto é constituído por sete bifólios em papel manual avergoado, com a missa para o Rosário a Nossa Senhora, em coro. Um quarto conjunto é constituído por dois bifólios em papel manual avergoado com Credo Angellorum, no qual se observa a marca de água em forma de escudo encimado por flor-de-lis e a contramarca J KOOL. Esta marca foi usada pelo fabricante de papel holandês Jan Kool entre 1728 e O quinto conjunto é constituído por seis bifólios com In Nativitate Domini., Feria V. in Coena Domini, Feria Sexta in Parasceve, Dominica Pentecostes, e In festo Corp. Christi. Este último conjunto é paginado, mas a numeração não é toda seguida (17 a 20; 37 a 48; 93 a 96; 113 a 116). Tem a marca de água constituída por um escudo (com flor-de-lis ao centro e encimado por coroa) com J H & Z por baixo e também a contramarca J HONIG & ZOONEN, usadas pelo fabricante de papel holandês Jan Honig & Zoonen ativo desde Te De um laudâ mus: te/ Dóminum confitêmur. [17--] 27
30 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 6 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 47 x 33 cm s/a PT/MA/ANTF 17 Cinco fólios pertencentes a antifonário, contendo Laudes, e com inicial capital T fitomórfica. Estes fólios, em papel manual avergoado, têm uma marca de água, onde pode ler-se J HONIG & ZOONEN, usada pelo fabricante de papel holandês Jan Honig & Zoonen ativo desde Deste conjunto faz ainda parte um sexto fólio em papel manual. 18 In Nativitate Domini/ Ad Vesperas Aña. [17--] Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 54 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 49 x 34,5 cm s/a PT/MA/ANTF 18 Conjunto de vinte e sete bifólios pertencentes a um antifonário, com cantos gregorianos das vésperas da Natividade, do domingo de Natividade, do quinto feriado (Feria V. in Coena Domini), do Feria VI. in Parasceue, do Sábado Santo, das matutinas do Domingo de Ressurreição, do Domingo de Pentecostes, e de In Solemnitate/ SS. Corporis/ Christi./ Ad Vesperas Antiph. Estes bifólios seguem as paginações seguintes: 1-16, 21-32, 49-92, , Tem iniciais vermelhas. Neste conjunto observa-se a marca de água constituída por um escudo (com flor-delis ao centro e encimado por coroa) com J H & Z por baixo, e também a contramarca J HONIG & ZOONEN, usadas pelo fabricante de papel holandês Jan Honig & Zoonen, ativo desde Lumen ad reue lationē/ gentium et gloriam ple/ bis tu e isra hel. Nunc/ dimictis seuum tuum do 6 de Agosto de 1489 Pergaminho de coloração amarela [2] 87 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 18,5 x 13,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 19 Processionário de canto gregoriano, com Laudes e salmos, intercalado por textos. Esta obra tem iniciais capitais vermelhas e azuis, algumas das quais filigranadas. 28
31 Tem também iniciais caligráficas castanhas. Datado no fólio 84. É atribuído a Isabel Luís. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. O manuscrito foi foliotado a tinta sépia no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp SANTOS (1963), vol. I, p. XXIII. 20 Officia Propria/ Sanctorum,/ Ordinis/ Carmelitarum,/ Pro e Jusdem Ordinis/ Fratribus, Et Monialibus/ Dis Calceatis,/ S.Joannis Euangelistæ Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [3] 337 [2] p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 50,5 x 35 cm Convento de São João Evangelista, de Aveiro PT/MA/ANTF 20 Antifonário constituído por duas partes. A primeira com festividades e missas em honra de vários santos (páginas 1 a 274). A segunda parte com missas (páginas 275 a 337). Esta obra é paginada a tinta preta no canto superior, até ao número 337, correspondendo ao índice que contém nos dois últimos fólios. Na folha de rosto observam-se as armas da Ordem Carmelita com coroa real e paquife de fantasia, pertencentes ao Convento de São João Evangelista, realizadas a aguarela cinzenta. A obra encerra com um ornato de fantasia encimado por coroa, também realizado a aguarela cinzenta. Este antifonário tem letras iniciais vermelhas. Em bastantes fólios observa-se a marca de água constituída por um escudo (com flor-de-lis ao centro e encimado por coroa) e, em alguns fólios, por baixo desta marca aparece também a marca de água C & I HONIG. A primeira marca foi usada pelos fabricantes de papel 29
32 holandeses Cornelis Honig e seus descendentes entre 1741 e 1822, e a segunda marca foi usada pelos mesmos fabricantes entre 1712 e Assim, o papel usado nesta obra foi fabricado entre 1741 e s/a PT/MA/ANTF 21 Antifonário constituído por antífonas, hinos e novenas de convite dedicadas a Santa Joana. O hino Te nôvum coeli é escrito para a Princesa Santa Joana, não é uma adaptação, e reflete a popularidade do culto da Santa Princesa. Algumas melodias foram compostas para a sua beatificação. A obra tem letras iniciais capitais vermelhas, com orla de motivos geométricos. O papel tem marca de água constituída por um escudo com flor-de- -lis e a contramarca IV. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ O. 3. S. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. CORBIN (1943), pp SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXIV, vol. II, p Novena/ De S. Joanna/ Princeza./ Invitatorium [17--] Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 10 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 50,5 x 37 cm 22 In Festo/ SS. Rosarii/ B. Mariæ. V./ Ad Vesperas/ Antiphona s/d Pergaminho de coloração amarela 16p., 14p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 64 x 48 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 22 30
33 e possui no primeiro fólio acrescento de canto gregoriano manuscrito correspondente à folha de rosto. O segundo livro, que se inicia no verso do fólio 17, intitulado In Festo/ SS. Apostolorum/ Simonis Et Judæ/ Super Psalm. Antiphona., é constituído por antífonas, Antífonas das vésperas, Convites matutinos, Laudes, e Antífonas de domingo. Este livro é paginado a tinta preta, e tem um último fólio de menores dimensões acrescentado posteriormente (não paginado). O verso do fólio nº 16 encontra-se em branco. O primeiro livro inicia-se com capital H, sobre a qual se observam as armas dominicanas ladeadas por São Domingos e Santa Joana, e tem iniciais capitais fitomórficas e caligráficas com várias tonalidades (verde, vermelho, cinza, azul e castanho). O segundo livro tem iniciais capitais vermelhas, algumas das quais inseridas em campo com motivos fitomórficos Antifonário constituído por dois livros. O primeiro contém antífonas, Responso, Matutinas, Antífonas noturnas, e Laudes, 31
34 estilizados. Este manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida), até ao fólio 23, saltando o fólio 9. SANTOS (1963), vol. I, p. XXII. 23 Officio/ do tempo/ Pascoal Pergaminho de coloração amarela 146 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 53 x 37,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 23 Este antifonário é o terceiro de três Antifonários do Temporal, correspondendo ao tempo que vai da Páscoa ao XXI domingo depois do Pentecostes. Os outros códices deste conjunto são o PT/MA/ANTF 25 e o PT/MA/ANTF 24, e os três formam um todo homogéneo, tendo sido divididos em três tomos por um encadernador posterior. Assim se compreende que apenas este tomo, sendo o último, tenha assinatura. É constituído por canto gregoriano intercalado com texto, com início de cantos com capitais filigranadas a tinta azul e vermelha, frequentemente com prolongamentos marginais. Algumas iniciais capitais têm representações de aves, nos prolongamentos marginais. Têm também iniciais caligráficas realçadas com preenchimento amarelado, a assinalar versos dos responsórios. Assinado maria dathayde no fólio 146. Quase todos os cadernos apresentam reclamos. Na guarda volante anterior contém a anotação: Este liuro Responsorio he do con/ uento de Jhū. em aveyro. Este manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). Tem pintura representando a Imaculada Conceição com a inscrição [E]lecta ut sol (brilhante como o Sol), na primeira pasta, e uma lua sobre nuvens com a inscrição 32
35 Pulchra ut luna (formosa como a Lua), na pasta posterior. CARDOSO (2013), pp CORBIN (1943), pp COSTA JÚNIOR (1996), pp. 94, Inventário dos (2001), p. 31. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI, vol. II, p. 164, estampa Dominica prima in xl. Sabbato pre/ cedenti Ao vsr. Emendemus. Angel/ suis Deus mandauit de te. R. Ut custodiant/ te in omnibus uiis tuis Pergaminho de coloração amarela 92 p. perg., 4 p. pap., 1p. perg., 18p. pap. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 55,5 x 39 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 24 Este Antifonário do Temporal é o segundo tomo do referido conjunto de três tomos. Corresponde ao tempo que vai do I Domingo da Quaresma ao Sábado Santo, com Matinas, Laudes, Horas Menores e Vésperas dos Domingos, e Horas Menores dos dias da semana. Constituído por canto gregoriano, com antífonas e responsórios, inicia-se com a antífona que serve de conclusão ao primeiro tomo. Os fólios a partir do 93 são em papel, com responsórios e antífonas: F. III. Post. Dom. 33
36 septag. oficium., F. VI. Pos D. i Quad. Oficium, In Festo/ SS. Cordis/ Domini Nostri Jesu Christi/ Ad Magnificat/ Antiphona., Ad Matutinum/ Invitatorium, Hymnus, Ad Laudes/ Antiphonae, Ad Benedictus/ Antiphona., Ad Missam/ Introitus., Responsorium., Offertorium, Commemoratio/ SS./ Cordis Jesu., In Festo/ SS. C.D.N.J.C./ In 1º & 2º Vesp. sup. Ps. Antiph. Esta obra possui, no final do ofício da Sexta-feira Santa, uma representação de Cristo Crucificado desenhada a tinta sépia (verso do fólio 84), e possui também marcadores originais na goteira nos fólios 13, 19 e 20, com anotações manuscritas góticas em latim a tinta vermelha. Estes marcadores poderão não ser marcadores, mas antes indicadores das dimensões originais dos fólios, aparados aquando da encadernação. Este antifonário tem iniciais capitais filigranadas a tinta vermelha, azul e violeta, algumas com prolongamentos marginais e representações de aves, e tem iniciais caligráficas a tinta sépia realçadas com preenchimento amarelado, a assinalar versos dos responsórios. O uso da tinta violeta na filigrana em redor de algumas letras vermelhas, é uma tendência ibérica dos séculos XV e XVI. Apenas alguns cadernos apresentam reclamos. O manuscrito foi paginado a lápis de grafite até à página 133, no canto superior (em data desconhecida). 34
37 CARDOSO (2013), pp CORBIN (1943), p. 7. COSTA JÚNIOR (1996), pp. 94, Inventário dos (2001), p. 31. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI, vol. II, p Letra manuscrita gótica a tinta sépia, vermelha e ferrogálica 57,5 x 38,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 25 Este Antifonário do Temporal é o primeiro tomo do referido conjunto de três tomos. Corresponde ao tempo que vai do I Domingo do Advento ao I da Quaresma, e termina abruptamente com a antífona Dominica/ pma. i. xl. Ecce nunc temp, que não está completa. Esta obra é constituída por canto gregoriano, com letras iniciais filigranadas em tons azul e vermelho, algumas com prolongamentos marginais e representações de aves, e 25 Primus tonus sic i cipit et sic flectit.~/ et sic mediatur et sic finitur. Et sic fini/ tur Et sic finitur Gloria patri et fili/ o spiri tui sancto Pergaminho de coloração amarela e papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 139 p. perg., 16p. pap. 35
38 com iniciais caligráficas a tinta sépia realçadas com preenchimento amarelado, a assinalar versos dos responsórios. A esta estrutura original, que continuará no antifonário PT/MA/ANTF 24, foram acrescentados fólios em papel, os quais se iniciam com Infesto./ Maternitatis./ B.M.V./ Ad Vesp. super Psalm./ Aña.. Este conjunto de fólios tem letras iniciais capitais desenhadas no início de cada canto a tinta vermelha e preta, emolduradas e decoradas com motivos vegetalistas renascentistas. O papel tem marca de água constituída por um escudo coroado com flor-de-lis e a contramarca IV. Vários cadernos em pergaminho apresentam reclamos. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida), observando-se numerações diferentes para os fólios originais (1 a 139), e para os fólios acrescentados (1 a 15). CARDOSO (2013), pp COSTA JÚNIOR (1996), pp. 94, Inventário dos (2001), p In festo Sancti Raphaelis Archangeli/ Ad vesp: primas, et secũds sup. p s: aña Missus est/ quæ j a. Laud: Rx: Te Sanctũ: vt in fest: S: Mich: Arch:/ Ad Mãg: aña. 29 de Agosto de 1488 Pergaminho de coloração amarela 198 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 59 x 42 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 26 Antifonário do Santoral, que contém Ofícios Rimados. No decorrer do canto gregoriano surgem letras capitais filigranadas, algumas com prolongamentos marginais. No fólio 103 destaca-se uma inicial capital historiada, com representação da Cruz no Calvário, no ofício da Exaltação da Santa Cruz. No ofício da Assunção de Maria, observam- 36
39 -se várias iluminuras de fundo de página referentes ao ciclo do Trânsito da Virgem, nomeadamente a Morte ou Dormição da Virgem (fólio 70 v), a Sepultura com túmulo fechado no jardim de Getsémani (fólio 71), e a Assunção da Virgem, envolta numa mandorla com raios dourados, sobre meia-lua, em fundo de céu estrelado (fólio 72 v). Nesta obra existe o aproveitamento de curvas de letras para desenhar pequenos rostos (ex. inicial M no fólio 55), de monges ou profetas, mas por vezes também de negros ou negras, servos da comunidade (fólios 73v e 95v). Datado e assinado Maria datayde e Isabel Luys no fólio 185. Apenas alguns cadernos apresentam reclamos. Este manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), p Dum per ābularet dominus sur/ ta mare secus li tus/ ga li le e uidit petrum et andre am reci/ a mittentes in ma re et uocauit eos dicens/ Venite post me faciaz uos pisca to res homi/ nū Pergaminho de coloração amarela 167 p. 37
40 Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 56 x 40 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 27 Antifonário do Santoral, cujo canto gregoriano se inicia com uma letra capital historiada de coloração azul, na qual se encontra representado Santo André, enquadrado numa decoração vegetalista. Começa assim com a festa de Santo André (a primeira do ano litúrgico), e termina com o ofício In festo S. Gabrielis Archangeli. Contém Ofícios Rimados. No decorrer do canto surgem letras iniciais filigranadas, em tons de vermelho e de azul, algumas com prolongamento marginal. Surgem também iniciais caligráficas realçadas com preenchimento amarelo. Assinado Maria dathayde no fólio 161. Este fólio faz parte de um conjunto de fólios colados à estrutura original (fólios 161 a 167), numa intervenção posterior à execução do antifonário. O manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp CORBIN (1943), p. 8. COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), p. 32. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI, vol. II, p
41 28 Asperges me domine ý/ sopo et mūda bor laua bis me et super/ niuem de albabor. Miserere mei deus/ secūdū magnā misericor diā tuam [ ] Pergaminho de coloração amarela 160 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia, vermelha e preta 51 x 35 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 28 Antifonário próprio da missa, do Santoral, que contém Ofícios Rimados e Sequências. Tem uma estrutura de canto gregoriano, com anotações a tinta vermelha e com iniciais a vermelho e azul, no início de cada canto. Vários cadernos em pergaminho apresentam reclamos. Este antifonário tem um fólio de menores dimensões em papel, contendo um responsório da festa das Chagas de Cristo, anteriormente colado sobre a contraguarda anterior. Atualmente, devido à fragilidade física causada pelas tintas ferrogálicas das notas de canto gregoriano, está separado da estrutura principal, encapsulado em capa de Melinex. Esta obra foi foliotada a tinta vermelha até ao fólio 38 (ao centro da cabeça do fólio), e a lápis de grafite do fólio 38 ao 160 (no canto superior direito), em data desconhecida. COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), p Es to te fortes in bello/ et pugna te cum anti/ quo serpent te et ac ci pie tis regnū/ eternum alle luya. [ ] Pergaminho de coloração amarela 131 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 52 x 38 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 29 Antifonário do Santoral, que contém o Comum dos Santos, sendo a continuação em termos de conteúdo dos dois antifonários do Santoral relativos ao Próprio dos Santos (PT/MA/ANTF 27 e PT/MA/ANTF 26). Tem três Ofícios Rimados. Constituído por canto gregoriano, onde se observam muitas letras iniciais filigranadas, em tons de azul e de vermelho, assim como letras caligráficas em tonalidade sépia realçadas com preenchimento amarelo. O aproveitamento de curvas de letras para pequenos desenhos também existe nesta obra, nomeadamente numa inicial 39
42 caligráfica no fólio 24, onde das hastes se formam dois bustos coroados, masculino e feminino. As letras filigranadas e caligráficas são semelhantes às letras dos antifonários PT/MA/ANTF 26 e PT/MA/ANTF 27. As exceções a esta semelhança poderão ser as letras iniciais capitais originais, que estão quase todas cobertas por quadrados de pergaminho colados, com uma letra capital fitomórfica, sendo uma destas letras armoriada com as armas dominicanas (verso do fólio 41). A única inicial capital visível que poderá ser original é a que se observa no fólio 23, sendo esta bastante diferente das iniciais deste antifonário e das capitais dos dois antifonários referidos anteriormente. Ainda assim, é provável que este antifonário tenha sido executado na mesma época dos dois já referidos e pelas mesmas iluminadoras. Esta obra tem cinco acrescentos no final: um caderno de quatro bifólios intitulado S antonio (fólios 109 a 116); dois fólios cosidos de forma rudimentar com Alle lu ya. Benedict A ssit/ no bis pro pi cius in huius uite ues/ pe re ad xpristuz nos uincenci us tuto fe/ rens iti nere (fólios 117 e 118); um conjunto de bifólio e caderno de três bifólios Ad secũda Vesp: S. Luciæ. (fólios 119 a 126); um conjunto de dois bifólios intitulado In Festo Patrocinii/ Sancti Joseph, datado de 1746 (fólios 127 a 130); e um fólio correspondente a Laudemus De um/ nostrum In soleñita/ te Sanctæ Annæ, em papel avergoado amarelo (fólio 131). Este antifonário foi 40
43 foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), p neste liuro estão os comuñs dos m tos martires confesores e/ uirgems, a misa de são uisente ferreira. S. pio a trãsfigurasão são/ José. s. joachim nosa sra da numsiasão s. gonsalo são/ Raimundo Noso p e são Domingos o introito de s ta Ignes/ martir me expetauerum que não esta no comum das virgem s/ e a comunicanda de s ta Agueda e de são sebastiaõ e os introitos/ das misas, justus, [ ] acharsea na de s. iose, in medio na de s. uisente,/ na de s. gonsalo; a Comunicanda Aspen dico nobis s/d Pergaminho de coloração amarela 139 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 52 x 41 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 30 Antifonário de canto gregoriano. O corpo da estrutura original inicia-se com foliação a tinta preta no canto superior direito, iniciando-se no número 146 e terminando no 275. No fólio com o nº 146, o título In communi/ plurimorum/ Martirum/ Officium é desenhado num retângulo de pergaminho, colado ao fólio original. Todo o corpo da obra possui múltiplas anotações, no decorrer do canto gregoriano, assim como iniciais simples a vermelho e azul e iniciais caligráficas castanhas. O antifonário tem três acrescentos à estrutura original, sem foliação a tinta preta: um bifólio colado à primeira pasta e a desempenhar a função de primeira guarda volante; um fólio a seguir ao último fólio do corpo original com Sancti Francisci Xaverii; e cinco bifólios que constituem os fólios 277 a 285 e contraguarda posterior. Estes cinco bifólios apresentam características semelhantes ao bifólio colado à primeira pasta. 41
44 31 [...]iri e e leyson/ Christe e e leyson/ [ ]Hirie e leyson/ Et in tera paxhominib bone volūtatis [ ] Pergaminho de coloração amarela 189 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 56,5 x 38 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 31 Antifonário próprio da missa, do Temporal, constituído por antífonas. O corpo da obra possui canto gregoriano, que se inicia com letras capitais iluminadas a tinta vermelha e azul, ornamentadas com motivos vegetalistas. Algumas iniciais capitais são historiadas, contendo representações: a Natividade inscrita na capital P com folha de ouro (fólio 19 verso); a Ressurreição inscrita na capital R (fólio 104); o Cristo do Apocalipse inscrito na capital B (fólio 133 verso); e o Calvário inscrito na capital C (fólio 134 verso). A obra tem dois conjuntos de fólios que foram adicionados posteriormente à estrutura original. Os três primeiros fólios iniciais são acrescentados ao corpo principal por intermédio de reforço em papel, colocado e colado diretamente na primeira pasta da encadernação. Os 42
45 últimos nove fólios, incluindo o que se encontra colado diretamente na segunda pasta, foram também acrescentados posteriormente, iniciando um segundo livro intitulado Jesus d Aveiro. Destes fólios, os dois primeiros são em papel manual avergoado, e contêm o Crêdo, Totum Duplex, e anotação em latim na qual pode ler-se: Emilia, me fecit. Anno Domini, de Os outros sete fólios são em pergaminho, e contêm anotações nas margens referentes ao canto. Este antifonário foi foliotado a tinta sépia até ao fólio 195 no canto superior direito (em data desconhecida). COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), pp. 32 e 33. cânticos de missa, do Ordinário da missa (Kyrie, Glória, etc.) e do Próprio da missa (intróitos, Aleluia, Comunhão), incluindo festividades de alguns santos, como Santa Ágata, São José, São Bento, São Francisco de Paula, e Santa Catarina. Obra com numeração truncada, na qual a foliação original vai até ao número 111. Algumas letras capitais remetem para fólios com numeração original, pressupondo que o canto gregoriano fosse cantado com remissões anteriores e posteriores ao respetivo fólio. Possui três marcadores em pergaminho, manuscritos a tinta ferrogálica, podendo corresponder a fólios de maior consulta. A obra possui no decorrer do canto letras iniciais fitomórficas e figuradas (cruz, 32 Alleluia/ Hi sūt qui cūmulie/ rib nonsūt coinquina/ ti virgi nes e/ nim permāse rūt. Vox inrama/ audita est ploratus et ululatus rachel/ s/d Pergaminho de coloração amarela 109 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 60 x 43 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 32 Antifonário de canto gregoriano com 43
46 Agnus Dei), com vários tons (vermelho, dourado, verde, azul e amarelo), e letras iniciais caligráficas castanhas (por vezes coloridas em tons de vermelho, rosa, laranja, amarelo, verde, azul e dourado). Os fólios 75 a 77 são em papel manual avergoado, manuscritos a tinta ferrogálica, acrescentados posteriormente ao corpo original. No fólio 40 inicia-se In Nativitate/ Sancti Joannis Baptista/ officium, e o seu verso contém a representação do cordeiro de 33 Este Livro/ mandou fazer a/ Snr.ª D. Joanna/ Vicencia de S. to / Thomas Sendo/ Cantora no Real/ Convento/ de/ Jesus/ no anno de/ Pergaminho de coloração amarela 150 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia, vermelha e azul 57 x 43 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 33 Obra que se inicia com cartela vegetalista aguarelada, encimada pelas armas dominicanas. No decorrer do canto gregoriano surgem letras iniciais com remissão para alguns santos, como São Francisco Xavier, Apóstolo São Tomé, São Raimundo, Apóstolo São Paulo, Santa Águeda, e São Francisco. No fólio 26, inicia-se o canto intitulado In festo/ S. Ioseph. S/ Ponsi. B.M.V., seguido de canto dedicado à Anunciação, e a São Vicente. 44
47 Deus em letra capital D, com representação de gárgulas e figuras de proa na cartela que rodeia o cordeiro. O restante corpo contém canto gregoriano, com letras iniciais fitomórficas e caligráficas, frequentemente sobre fundo dourado. Este antifonário tem foliação original a tinta sépia até ao fólio 136, no canto superior direito. Entre os fólios 134 e 135, foi acrescentado um bloco de quatro fólios em papel manual avergoado, intitulado Fest. Almæ Dom. Lauretanæ. Oficium., Comunio., Indedicatione Ecclesiæ. Com., S. Philippi Nerii. Comunio., e Sequencia dies Natalis. Após o fólio com o número 136 existem vários acrescentos: dois fólios em papel manual avergoado, que correspondem ao Crêdo, Totum Duplex.; dois fólios em pergaminho, com índice Index Missarum hujus libri; quatro fólios com In Festo Simplici. e In Missis matutinis et/ Infra Octavas; cinco fólios que correspondem a Patrem Omnipotem-/ tem factorem cæli &/ ter ræ visibilium omnium/ & invisibilium. [ ] Pergaminho de coloração amarela 124 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 70,5 x 41 cm s/a PT/MA/ANTF 34 Breviário Diurnal constituído por texto intercalado com canto gregoriano, com anotações. A obra inicia-se com salmos, antífonas e hinos, remetendo para descrição do êxodo do povo de Israel do Egipto. Seguem-se hinos do Temporal, hinos do Santoral e hinos do Comum dos SANTOS (1967), vol. II, p DIxit dominus. Alle/ lu ya. Sevovae. Psalm?/ DIxit Dñs Do/ mino meo:/ Sede à dextris meis./ Donec ponã/ inimicos tu/ os: scabelluz peduz tuorum./ 45
48 Santos. Nos dois primeiros fólios iluminados, uma cercadura de grinalda de flores enquadra o texto introduzido pela letra D. Esta inicial capital é historiada com representação da Tentação do Paraíso. O início de cada versículo ou frase é marcado com letra inicial, alternando a cor vermelha com a azul. Contém letras capitais caligráficas a sépia, vermelho e azul. Este antifonário tinha foliação original a tinta sépia, no canto superior direito. Esta numeração desapareceu ou só tem um algarismo na maioria dos fólios, devido ao corte destes últimos, que originalmente seriam mais largos. Breviário que se inicia com oito fólios de canto gregoriano, constituído por Invitatórios. O primeiro fólio existente inicia-se com o final de um dos Invitatórios, indicando a falta de pelo menos um fólio, no início deste conjunto. Estes fólios têm características diferentes das dos fólios que constituem a grande parte deste códice, embora tenham sido encadernados em simultâneo. Segue-se uma secção só de texto com o Saltério, que contém o Ofício de Domingo, Te Deum, Laudes, e as horas canónicas para toda a semana (exceto as orações e as lições), com os Salmos de David (fólios 9 a 98). As Horas de domingo iniciam-se no COSTA JÚNIOR (1996), pp Inventário dos (2001), p huic et dixi, semp hii errant corde ipci uero non cognouerunt ulas/ meas, quibus iuram inira mea si introibunt in re quiem me/ am. [1478] Pergaminho de coloração amarela 228 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 49,5 x 35 cm s/a PT/MA/ANTF 35 46
49 fólio 25 v, as de segunda-feira iniciam-se no fólio 29, as de terça-feira iniciam-se no fólio 40 v, as de quarta-feira iniciam-se no fólio 50 v, as de quinta-feira iniciamse no fólio 61, as de sexta-feira iniciam-se no fólio 75, e as de sábado iniciam-se no fólio 85 v. Ao Saltério seguem-se as Horas dos ofícios, do fólio 99 ao 140, incorporando-se no texto a música das antífonas e dos hinos. No meio destes fólios existem dois bifólios que foram acrescentados posteriormente (fólios 116 a 119), sendo o primeiro em pergaminho (cosido ao corpo da obra), e o segundo em papel avergoado (colado ao fólio 120). Estes bifólios encerram ambos a mesma antífona Stella celi, mas com músicas diferentes, com a indicação de Solo e Coro no segundo. Sucede-se o Hinário, conjunto dos hinos dispostos segundo o ano litúrgico e a sucessão das horas do dia, sendo apenas algumas estrofes musicadas (fólios 141 a 196). Os dois cadernos contendo os fólios 175 a 180 foram cosidos posteriormente ao corpo da obra, e contêm os hinos de S. Jacinto, S. Raimundo e Santa Agnes. Os fólios 197 a 202 contêm algumas antífonas, e também são um acrescento, em papel avergoado manuscrito a tinta ferrogálica, colado aos fólios originais adjacentes. Seguem-se os fólios 203 e
50 com o Calendário da Páscoa do ano 1478 ao ano Em seguida, existem vários cadernos de fólios em pergaminho, que, fazendo parte da encadernação existente desde a sua execução, não serão da mesma mão do resto do corpo da obra. Contêm Hino a São Vicente, antífonas, Hinos do Santoral, Te Deum in laudem virginis Maria, In festo bt e katerine de senis, In traslacio/ ne bt i dnici pr is nr is. Ao último fólio em pergaminho foi colado um acrescento que constitui uma guarda volante, manuscrita a tinta ferrogálica em papel avergoado, correspondente a canto de domingo e Santos Simples. Neste breviário o verso do fólio 9 é iluminado, tendo uma cercadura com várias cores e folha de ouro, onde se encontram representados Santo Agostinho, São Domingos e São Francisco. A inicial capital deste fólio é fitomórfica, decorada com tons de vermelho, laranja, azul, castanho, branco e ouro. O texto da obra é organizado numa coluna, e tem letras guia de cor azul alternando com a cor vermelha. Tem letras iniciais filigranadas de tons azul e vermelho no início de cada salmo. No início de cada secção existem iniciais capitais também filigranadas, de tonalidades vermelha e azul, com prolongamentos marginais. No fólio 52 estes prolongamentos estendem-se para 48
51 as margens do pé e da cabeça. A capital do fólio 75 é fitomórfica e mais ricamente decorada, à semelhança da capital do verso do fólio 9, tendo tonalidades verdes e amarelas, além das vermelhas e azuis. Nos fólios 20 e 22 existem rostos inscritos nas letras do texto. Quase todos os cadernos apresentam reclamos, por vezes inseridos em cartelas ou outros motivos. Este breviário foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). COSTA JÚNIOR (1996), pp , Inventário dos (2001), p Aña/ B. Mariæ Virginis [17--] Papel manual avergoado de coloração amarela com marcas de água [1] 25 p. Letra manuscrita gótica a tinta preta e vermelha 49 x 33,5 cm s/a PT/MA/ANTF 36 Antifonário contendo antífonas, nomeadamente Salve Regina (fólios 1 a 11) e missas para serem cantadas em coro (fólios 12 a 23). Os fólios 1 a 11 têm letras iniciais fitomórficas de tons vermelho e cinza, e o fólio 2 tem remate fitozoomórfico em forma de fundo de lâmpada. Nestes fólios observa-se a marca de água constituída por um escudo (com flor-de-lis ao centro e encimado por coroa), com C & I HONIG por baixo, e a contramarca IV. Este escudo com C & I HONIG por baixo foi usado pelos fabricantes de papel holandeses Cornelis Honig e seus descendentes entre 1741 e Os fólios 12 a 23 não têm marca de água e foram acrescentados ao corpo original, através de um reforço posterior destes cadernos na zona do festo. Também foi acrescentado um bifólio com cântico referente a São João, com marca de água constituída por um escudo (com flor-de- -lis ao centro e encimado por coroa) com J H & Z por baixo, e a contramarca J HONIG & ZOONEN, usadas pelo fabricante de papel holandês Jan Honig & Zoonen, ativo desde Finalmente foi acrescentado um bifólio contendo um índice das festas dos santos, nos meses de Maio a Agosto. Este antifonário foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). 37 Liuro de/ Canto cham/ do mosteiro de/ IHS/ da villa de Aveiro./ Volume.1./
52 Pergaminho de coloração amarela [VI] 153 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 55 x 42 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 37 Antifonário, designado por Livro de Cantochão do Mosteiro de Jesus de Aveiro, na folha de rosto. Esta folha contém uma iluminura com a inscrição IHS no centro de resplendor dourado. À folha de rosto seguem-se seis fólios truncados, sem numeração, juntos ao resto da obra aquando da encadernação, contendo S hyacinthi. O primeiro e o último fólios deste acrescento contêm indicações referentes ao corte do pergaminho. O corpo principal corresponde a antífonas e Laudes, com algumas anotações pontuais manuscritas a tinta vermelha, por vezes referindo-se a santos. Este corpo tem foliação a tinta sépia no canto superior direito. No final da obra há mais dois acrescentos, o primeiro é de três bifólios e juntou-se quando a obra foi encadernada, à semelhança do acrescento no início da obra. Contém misa de todos os s tos. Ao último fólio deste conjunto foram cosidos três fólios de forma rudimentar, já posteriormente à encadernação. Todo o corpo da obra possui goteira, cabeça e pé pintados a vermelho. Tem letras iniciais caligráficas castanhas e iniciais de tons de vermelho e azul, algumas com 50
53 figuras inscritas (fólios numerados 70 a 76). Estas figuras inscritas não são originais, tendo sido desenhadas posteriormente e correspondem a motivos vegetalistas, figuras fantásticas, figura humana nua e dois santos (São Pedro Mártir e possivelmente São Domingos). Este antifonário apresenta muitas semelhanças com o antifonário PT/MA/ANTF 30, podendo ser o primeiro volume de um conjunto de dois. A numeração dos fólios deste antifonário termina no 146, sendo este o mesmo número com que se inicia a foliação no antifonário PT/MA/ANTF Hu data e dom domi/fuper huem monn um et exaltata/e fuy omnes colles neneur adear/ onnies gestes etdice nt gloria Fūdata ē dom domī/ sup uer ticem monti um et exal tata/ ē sup om nes col les uenient adear/ omnes gentes. Et dice nt gloria ti/ bi domine. [c. 1480] Pergaminho de coloração amarela 86 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 22 x 15 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 38 Códice processional de canto gregoriano intercalado com texto e orações, manuscritos a caracteres góticos. A obra tem letras guia e capitais em tonalidade vermelha. Tem ainda capitais caligráficas a castanho decoradas com aguarela amarela. Quase todos os cadernos apresentam reclamos. Na contraguarda anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro/ 1480 mais ou/ menos. Esta obra foi foliotada a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). SANTOS (1967), vol. II, p
54 39 Lumen ad reuelatio/ nem gentium et gloriam ple/ bis tu e is rahel. Nūc di/ mictis seruuz tuum domine/ secundū uerbū tuum im/ pace. 28 de Novembro de 1489 Pergaminho de coloração amarela 90 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 19 x 15 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 39 Processionário de canto gregoriano, com Laudes, intercalado com textos manuscritos a caracteres góticos. Termina com o ofício da sepultura e a Recomendatio Animarum. Esta obra tem letras guia e iniciais capitais vermelhas e azuis. Tem ainda capitais caligráficas a tinta castanha, realçadas a vermelho. Datado e assinado Isabel Luys no fólio 89. Na guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D/ Este livro E do m ro de/ daveiro / Convento de Jesus/ Aveiro/ Nro 5. Este processionário foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp SANTOS (1963), vol. I, p. XXIII. 40 Lumen ad reuelaci o nem/ genciũ et gloriam plebis tue israhel Pergaminho de coloração amarela [II] 75 [1] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 17,2 x 11,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/ANTF 40 Códice processional de canto gregoriano intercalado com texto, manuscrito a caracteres góticos. A obra tem letras guia e iniciais capitais em tonalidades vermelha e azul. Tem ainda iniciais caligráficas a castanho, decoradas a vermelho. Alguns cadernos apresentam reclamos. Na primeira guarda volante 52
55 anterior está assinado pela madre prioresa Leonor de Meneses, com a seguinte anotação: Este lyuro pcessyonal he do moesteyro de/ IHU z escreueo amadre p oressa dona lyanor/ de meneses. No verso da segunda guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de/ Jesus/ Aveiro. Este processionário foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). SANTOS (1963), vol. I, p. XXIII. 53
56 54
57 II - CÓDICES 55
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59 41 Livro primeiro do Tombo da Villa/ de Ois da Ribeira annexa da/ Villa, e Almoxd.º de Eixo numerado,/ e por mim rubricado com seu encer-/ ramt.º no fim, q teve principio em/ 19 de Junho de 1797 e se concluio/ em o 1.º de Setembro de Papel manual avergoado de coloração amarela ou azul com marcas de água [6] 376 p. Letra manuscrita a tinta sépia e tinta ferrogálica 32,5 x 22,5 cm Almoxarifado de Eixo PT/MA/COD 1 Códice manuscrito, foliotado e rubricado por João Nepomuceno Pereira da Fonseca. Escrito numa única coluna de texto, com anotações nas margens. A obra contém um índice remissivo para editais de reconhecimento, autos de ordens da junta, termos e outros assuntos essenciais da vila de Óis da Ribeira. Termina no verso do fólio 374 com a inscrição: Tem este 1.º Livro do Tombo d Ois/ trezentas settenta, e quatro folhas in-/ do repetido o numero 2.º todas nume-/ radas, e por mim rubricadas. Eixo/ 1 de Settembro de 1800./ João Nepomu.º Per.ª da Fonc.ª. Neste códice foram usados três papéis diferentes. Foi utilizado papel manual avergoado de coloração azulada, com marca de água no centro do fólio, constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO, no centro do outro fólio do mesmo bifólio. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso. Um segundo papel avergoado de coloração amarelada apresenta a marca de água constituída por um cavalo com crina esvoaçante, no centro de um dos fólios, e a contramarca AGC, no centro do outro fólio. Neste segundo papel aparecem por vezes as iniciais FP na periferia do fólio. Foi ainda 57
60 usado em alguns fólios um terceiro tipo de papel também amarelado, com a marca de água constituída pelo escudo de armas reais de Portugal. escrito pelo escrivão Antonio de Moyre, e assinado no processo original por ambos. Este traslado de 1643 tem a referência ao traslado de 1627 no início do texto. 42 O Doutor Juzeph de Abreu Baçelar Prouizor/ e Vigairo geral na cidade de Coimbra, e seu Bispado/ pello Illustrissimo, & Reuerendissimo Senhor Joanne/ mendez de Tauora, Mestre na Sagrada Theologia, por/ Graça de Deoz, & da Santa See Apostolica, Bispo/ Da dita Cidade, Conde de Arganil, e do concelho de/ Sua Magd. e ( ). 15 de Março de 1643 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 144 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica e tinta sépia 31,5 x 22,5 cm Bispado de Coimbra PT/MA/COD 2 O processo de Beatificação da Princesa Santa Joana é instruído em 1626, tendo nos anos seguintes sido realizados vários traslados. O presente códice é um traslado de 1643 de um traslado de 1627, sendo constituído por três partes com diferentes autorias. A primeira parte (20 fólios) contém o sumário das virtudes e santidades da Princesa D. Joana e foi feito por Bernardo de Afonseca Sarayva (provisor do Bispado de Coimbra), Segue-se uma segunda parte (60 fólios) contendo o Memorial da Infanta Santa Joana [ ] (PT/MA/COD 9). Esta segunda parte termina com a menção ao traslado de 24 de Julho de 1627, assinado pelos notários apostólicos Manoel de Rocha Paães e Francisco Fernandez de Almeida. A terceira parte faz referência aos vários milagres atribuídos a D. Joana. Esta parte reúne vários procedimentos que ocorreram entre 10 de Outubro de 1626 e 28 de Outubro de 1627: sumários dos milagres e recolha de testemunhos, efetuados por Bernardo de Afonseca 58
61 (provisor do Bispado de Coimbra) e escritos por Antonio de Moyre (escrivão) ou Luis de Basto (notário); inquirições de verificação realizadas por Luis de Basto (notário) e Manoel Diaz (arcipreste); e despachos assinados por Dom João Manoel, bispo-conde. Este códice é assinado pelo notário apostólico Manoel de Rocha Paães e pelo provisor e vigário- -geral Jozeph de Abreu Baçellar, em 15 de Março de O manuscrito tem duas caligrafias e dois papéis diferentes, ambos de coloração amarelada. A primeira e terceira partes foram manuscritas num papel com marca de água no centro de um dos fólios, constituída por um pequeno escudo em forma de coração, com uma cruz latina no centro. Na segunda parte foi utilizado um papel com uma marca de água com três formas estilizadas, no centro de um dos fólios, e com uma contramarca constituída por duas letras (provavelmente GB) no centro do outro fólio. Na periferia deste último fólio aparece por vezes um trevo de três folhas com as letras PA. A encadernação do códice é em pergaminho, e o corpo em papel foi foliotado a tinta ferrogálica no canto superior direito. Na segunda parte do manuscrito (fólios 20 a 79) existiu uma outra foliação, que ainda se observa no limite de alguns fólios, indicando que este conjunto foi aparado quando se juntou ao resto do manuscrito. 43 Em os seis dias do mes de iulho sendo passado/ dia da visitação de nosa snora deste presente/ anno de mil e quinhentos e noventa e sete annos/ É esta casa da sancta misericordia da notável/ villa d av ro forão muitos à mesa os ror provedor Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 44 p. Letra manuscrita a tinta sépia 26,5 x 21 cm Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 59
62 PT/MA/COD 3 Este códice contém listas de gastos e despesas efetuadas pela Santa Casa da Misericórdia de Aveiro. No final da obra existe uma lista de pobres necessitados agraciados com esmolas a cargo da Santa Casa da Misericórdia. Este manuscrito está truncado, faltando-lhe os fólios 1 a 15, 17 a 32, e 34 a 48. Existem vários fólios em branco, nomeadamente do fólio 62 ao fólio 65, do 67 ao 69, do 78 ao 87, e do 92 até ao 96 (último). O papel amarelado tem marca de água no centro do fólio, constituída por mão enluvada encimada por coroa. Esta obra foi foliotada a tinta sépia no canto superior direito. rosto refere que o Rei D. João IV concedeu Cizas para se fazer a obra da capela em 1650, Cizas que começaram a render receita desde o primeiro quartel do ano 1651, sendo provedor Miguel Rangel o Velho. O papel amarelado tem marca de água no centro do fólio, constituída por flor-de-lis. Este manuscrito foi foliotado e rubricado por Silveiras, a tinta ferrogálica no canto superior direito. A capa do códice é uma folha de pergaminho manuscrita reutilizada, que fecha com ataca de pele o L o P a os gastos/ Da Capella mor/ Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 137 p. Letra manuscrita do séc. XVII a tinta ferrogálica 28,6 x 21 cm Santa Casa da Misericórdia de Aveiro PT/MA/COD 4 Códice manuscrito que descreve as receitas e despesas para a obra da capela-mor da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, iniciada no ano de Na folha de 45 Novena/ do/ Senhor dos Afflictos/ Dedicada/ à/ Senhora dos Dezamparados/ Que Se venera no mesmo Altar,/ na Igreja das Religiosas Dominicas/ do/ Sanctissimo 60
63 Sacramento./ Por huma Religiosa/ do mesmo/ Mosteiro de Sanctss mo Sacramento/ Para uso/ das ditas Religiosas./ Em Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [5] 85 p. Letra manuscrita do séc. XVIII a tinta sépia 17,5 x 11 cm Mosteiro do Santíssimo Sacramento de Lisboa PT/MA/COD 5 Códice manuscrito de orações composto por uma dedicatória, em seis páginas e meia, assinada por Soror Maria do Carmo Ignes de Moraes e Britto, seguida de Novena do Senhor dos Aflitos. O papel amarelado tem várias marcas de água, todas cortadas devido à reduzida dimensão dos fólios. Uma das marcas é & ZOONEN, e outra é H C WEND, e juntas poderão ser a contramarca H C WEND & ZOONEN, usada pelo fabricante de papel holandês entre 1780 e Observa-se também uma marca de água constituída por parte de um escudo, que deverá ser do fabricante acima referido. Outra contramarca é D&.CBLAUW, usada pela família de papeleiros holandeses Dirk e Cornelis Blauw no último quartel do séc. XVIII. Este manuscrito foi paginado a tinta sépia no canto superior. 46 Novena doss. mo C. de Jesus/ que/ P. a desafogo das Almas devotas/ e abrasadas no amor do mes-/ mo Sanctissimo Coração/ Deliniou/ D. D. M. A. A. E. C. C./ Accrescentada com mais tres/ Meditações para servir/ p. a servir em todas as pri-/ meiras 6. as ferias de cada/ mes pelo mesmo Autor/ scribebat/ ( )/ Anno DNI. MDCCLXXVI 1776 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [2] 47 p. Letra manuscrita do séc. XVIII a tinta sépia 61
64 15,2 x 10,7 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 6 Códice manuscrito composto por Novena do Santíssimo Coração de Jesus, por dias, terminando com três meditações para completarem as primeiras sextas-feiras de cada mês. Códice com dezanove fólios em branco. O papel das guardas tem marca de água constituída por um escudo coroado e VORNO por baixo, estando o escudo cortado, e repartido por dois bifólios diferentes. O papel onde se encontra o texto só apresenta marca de água em alguns bifólios, sendo nuns a marca constituída pelo número 3, e noutros por um desenho não identificado (talvez um galo), localizado na margem do bifólio junto ao festo. Este manuscrito foi foliotado a tinta sépia, no canto superior direito. PT/MA/COD 7 Códice de orações de santos (incluindo uma oração à Beata Joanna), manuscrito a tinta sépia, com quatro fólios em branco. Tem as armas dos dominicanos na segunda guarda volante anterior, encimadas por chapéu, e com cartela inferior com a inscrição: Orationes variæ. O papel tem várias marcas de água, todas cortadas devido à reduzida dimensão dos fólios. A marca de água existente nas guardas é constituída por 47 Ora pro nobis San-/cta Dei Génitrix. &/ Orémus. s/d Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [3] 15 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 13,9 x 10 cm Convento de Jesus de Aveiro um escudo, cortado e repartido por dois bifólios diferentes, com as letras AGNANI por baixo (parte de GIOR MAGNANI). Numa das guardas volantes observa-se ASSO, parte da contramarca ALMASSO. Esta marca foi usada a partir 62
65 de 1783, quando Giorgio Magnani e Antonio Arrigoni criaram a fábrica de papel Al Masso. Os bifólios de texto têm marca de água não identificada, constituída por parte de um escudo coroado e parte de número terminado em 11. Na primeira guarda volante anterior contém carimbo em tom rosa: Museu de Aveiro - Museu Regional de Arte. Este manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). tinta ferrogálica. O texto encontra-se enquadrado em linhas guia vermelhas desenhadas por fólio, a delimitar o 48 Obiit Domnus Joannes Loppes 17 Prior monasterii Sancti/ Vincentij. an & Dominicus Cidi Presb. Can. Sanctæ Crucis/ & post reformationem Domnus Raphael Presb can. S ta Crucis 1549 ( ) Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [2] 187 [2] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia, vermelha e ferrogálica 29,5 x 21 cm Mosteiro de Santa Cruz PT/MA/COD 8 Códice de missas de sufrágio das almas de defuntos, aquando dos aniversários de morte de religiosos, com a formatação de um calendário. Esta obra manuscrita a tinta sépia, tem anotações posteriores a espaço a ocupar pelo texto. O papel das folhas de guarda tem marca de água constituída por um escudo com cruz no centro e as letras GB bastante abaixo, com a contramarca BELLANDO. O papel do corpo da obra tem uma coloração um pouco mais escura que o das guardas, e alguns fólios têm uma marca de água não identificada, de pequenas dimensões, no canto inferior. Este manuscrito foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). 63
66 49 Em este Liů he scrito e/ se contem ho nacimē/ to pricipio e fundamēto des/ te moesteyro e Casa de Jhū/ Nosso Sōr desta villa de avey ro./ q pessoas ho fundarō nos he difficios e Casa. [ ], , 1773 Pergaminho de coloração amarela e papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [1] 161 p. perg., 25 p. pap. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 30,5 x 21,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 9 Códice composto por duas partes. A primeira, em pergaminho, contém a Crónica da Fundação do Mosteiro de Jesus de Aveiro, o Memorial da Infanta Santa Joana, o Memorial das Religiosas que professaram e faleceram no Mosteiro de Jesus e o Memorial das servidoras que entraram e faleceram no Mosteiro de Jesus. Esta parte, do antigo Cartório do Convento, tem o texto a duas colunas, com iniciais capitais vermelhas, algumas com filigrana a sépia ou violeta. Tem ainda iniciais a tinta sépia, realçadas a amarelo, e quase todos os cadernos apresentam reclamos. Este manuscrito foi em grande parte escrito na mesma data e atribuído a Marguarida Pynheira, sendo depois preenchido com nomes de 64
67 religiosas que professaram ou faleceram posteriormente, até Em fólios de pergaminho em branco foi trasladada a Escritura de doasão q o excellentisimo Sro. duque de aveiro mandou a S ta Princesa com os alampadarios de prata, de 3 de Janeiro de 1733 (fólios 151v a 155r). A segunda parte desta obra (em papel) foi acrescentada posteriormente, abrangendo textos relativos a festas da beatificação e trasladação das relíquias da Princesa Santa Joana, e feitura do túmulo, o Testamento do Duque de Aveiro (1773), e textos relativos ao convento (1717 a 1750). Alguns destes fólios em papel apresentam marcas de água. O Testamento do Duque de Aveiro tem uma marca de água constituída por um escudo não identificado. Os fólios a partir do 177 apresentam três marcas de água diferentes: uma flor-de-lis sob coroa de marquês, com as letras CMT por baixo; um cavalo com a letra X por baixo; e um elemento não identificado encimado por coroa. No verso da primeira guarda volante anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Convento de Jesus/ Aveiro. E no verso da segunda guarda volante anterior contém a anotação: A vida d a Santa Princeza./ começa a pajina 48. Este manuscrito foi foliotado a tinta sépia com numeração árabe, por duas vezes, no canto superior direito. A segunda destas numerações está também presente no acrescento do séc. XVIII em papel (sendo posterior a esta data), e sobrepõe- -se frequentemente à primeira, que por vezes está cortada. A partir do fólio 45 estas duas numerações estão desfasadas um número, indicando que foi cortado o fólio 45 original, e a partir do 111 as numerações estão desfasadas em dois números, indicando que foi cortado outro fólio. Estes fólios em falta estariam em branco. Os cadernos apresentam duas marcações a tinta sépia, uma com números romanos no canto superior direito e outra com letras no canto 65
68 inferior direito. Também estas marcações foram cortadas em alguns cadernos. Inventário dos (2001), p. 35. MADAHIL (1939). SANTOS (1963, 1967), vol. I, pp. XXIV- XXV, vol. II, pp. XXXIII-XXXIV, , , 360, 530, 583, Treslado do Tombo/ da Camara desta Cidade de/ Aveiro Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 400 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 23 cm Câmara da Cidade de Aveiro PT/MA/COD 10 Este códice contém o traslado do Tombo da Camara da Cidade de Aveiro, realizado em 1777 pelo escrivão António Tomaz da Cruz Mendes, a mando do Juiz de fora e Prezidente do Senado da Camara, José António Pestana e Silva. Com todas as fazendas e foros pertencentes a este senado e autos de averiguação. Este manuscrito contém ainda o traslado do Tombo da camara e concelho da mesma cidade, realizado em 1805 pelo escrivão José António Ferreira e Silva, a mando do juiz de fora Clemente Ferreira França. 66
69 Com bens e foros do Concelho de Aveiro, petições e despachos. Tem incluso no fólio 182, uma folha de papel com contas de foros. Todos os bifólios desta obra apresentam marca de água, constituída por um cavalo com crina esvoaçante, no centro de um dos fólios, e a contramarca AGC, no centro do outro fólio. O último fólio, que corresponde ao 400, contém a anotação: Tem tresentas e dez meias folhas/ seladas, e lhe fiz este encerramento. p. a / constar. Avrº. 26 de Jan ro. de 1803/ França. Este manuscrito foi foliotado e rubricado, no canto superior direito, pelo escrivão António Tomaz da Cruz Mendes. A partir do fólio 91 está também rubricado pelo escrivão José António Ferreira e Silva e pelo juiz de fora Clemente Ferreira França. Os fólios 101 a 399, numerados e rubricados, encontram-se em branco. 51 Documentação de cartório Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 140 p. Letra manuscrita a tinta sépia e tinta ferrogálica 27,5 x 20 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 11 Códice composto por inúmeros documentos datados e assinados. As assinaturas nem sempre são legíveis. Alguns fólios têm uma marca de água não identificada, em forma de vaso, no centro do fólio. Este manuscrito foi foliotado a tinta sépia no canto superior direito. A capa do códice é feita de uma folha de pergaminho reutilizada, que pertenceu a um antifonário, com iniciais capitais filigranadas. 52 Liuro 2º Das / Merces e prou/isons do Real Conu to de Jesus/ de Aueiro Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [1] 92 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica e tinta sépia 34,5 x 23 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 12 A obra é composta por registo das graças e privilégios concedidos ao Real Convento das Religiosas de Jesus da cidade de Aveiro, conforme se pode ler na folha de rosto: Registo/ das Graças e Privilegios Concedidas/ Ao Real Convento/ das Religiozas de Jesus desta Cidade. Este registo é iniciado pelo escrivão José da Costa Pedrosa, e terminado pelo escrivão 67
70 José António Ferreira e Silva em 25 de Abril de Conforme o primeiro fólio: Jozé da Costa Pedroza Escrivão/ de hum dos seis officios do Publico Judicial,/ e Nottas em esta cidade de Aveiro, e todo o seu/ Termo que tambem sirvo de Escrivão das Exe/ cuçoens do Mosteiro, e Religiozas do Convento/ de Jezus da mesma cidade; Certifico e faço cer/ to em como pello Doutor Juiz de Fora, da dita me/ foi aprezentada a Provizão do theor seguinte. Por provisão do Rei D. José I, determina-se que a nomeação de escrivão deve ser efetuada a cargo das religiosas, de entre os escrivães que já servem o juiz de fora de Aveiro. Contém ainda outras provisões de D. José I e da Rainha D. Maria I. Todos os fólios desta obra apresentam marca de água, constituída por um escudo com colmeia e as letras C&IHONIG por baixo, no centro de um dos fólios, e a contramarca C&IH, no centro do outro fólio. Estas marcas foram usadas pelos descendentes do fabricante de papel holandês Cornelis Honig, entre 1712 e No verso da guarda volante anterior contém a anotação: Este Livro hade servir para o Registo/ dos Privilegios, e Graças concedidas ao Real/ Convento das Religiozas de Jezus desta Cid e./ Vai numerado, e rubricado por mim, Leva/ seu encerram to. no fim Aveiro 18 de Agosto de 1777/ J. Vidal. O último fólio, que corresponde ao 92, contém no verso a 68
71 anotação: Tem noventa e duas meias folhas todas/ numeradas, e rubricadas por mim./ Av ro. 18 de Ag o. de 1777/ João Vidal da Costa e Souza. Este manuscrito foi foliotado e rubricado a tinta sépia, no canto superior direito, por João Vidal da Costa e Sousa. Os fólios 11 a 91, numerados e rubricados, encontram-se em branco. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXII, vol. II, p. XXXIII, , VIDA/ Da Vener. Irmã/ ANTON A. JOAQ A / Da M Æ De DEOS/ Carm a. Descalç a./ Hũa das Recolhi/ das do Convt o. de/ S. JOSE da V A. da/ Allag a. Rn o. do Alg e. [17--] Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [4] 64 p. Letra manuscrita a tinta sépia e preta 20,2 x 15 cm s/a PT/MA/COD 13 Este códice inicia-se com uma dedicatória a Jesus, Maria e José, seguido de prólogo ao leitor e de protestação do autor. Contém descrição da vida da venerável irmã Antonia Joaquina da Madre de Deos, Carmelita Descalça do Convento de São José de Lagoa (Algarve), desde a sua infância, até à sua morte a 30 de Dezembro de 1786, passando pela entrada no convento. Tem um índice remissivo no final. O texto encontra-se enquadrado em linhas guia vermelhas desenhadas por fólio, que delimitam o espaço a ocupar pelo texto. Alguns bifólios têm marca de água no centro, aparecendo metade da marca em cada fólio. Esta marca de água é constituída por um escudo com águia no centro, com as letras GAP bastante abaixo (no canto do fólio). Noutros bifólios aparece a contramarca PORRATA, ao longo da margem interior. Na contraguarda anterior tem colado um ex libris impresso em papel manual avergoado, onde pode ler-se: O.T.S.D/ Convento de Jesus/ Aveiro. Este manuscrito foi paginado a tinta sépia no canto superior. 69
72 54 Compendio do que/ se hade guardar no enteramto/ de hua religiosa ou religioso s/d Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [2] 20 p. (18 p., 19 p., 19 p., 19 p., 19 p.) Letra manuscrita a tinta ferrogálica 20,5 x 14,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 14_1 a PT/MA/COD 14_6 Conjunto formado inicialmente por sete volumes, contendo orações destinadas à passagem da alma para o céu, seguidas de antífonas e responsórios alternados, e novamente por orações e salmos. Em falta o volume nº 6. O volume nº 3 tem os seis últimos fólios em branco. Alguns fólios têm parte de uma marca de água na margem da cabeça, cortada devido à reduzida altura do fólio. Esta marca aparenta ter uma forma circular raiada, de onde pendem três círculos. Todos os volumes contêm, na guarda volante anterior, a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro/ Nro 1 (2, 3, 4, 5, 7). Estes códices foram foliotados a tinta sépia no canto superior direito (em data desconhecida). A encadernação do códice é em pergaminho com fecho de fitas amarelas, e contém gravada a ouro a inscrição DONA LOVRENCA DA SILVA. SANTOS (1963), vol. I, p. XXVI. 55 Do Recibemẽto do Aueto./ Em cada huũ cõuento de/ freiras da nossa hordez. 22 de Julho de
73 Pergaminho de coloração amarela 97 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 25 x 18 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 15 Códice de ritual seguindo o rito dominicano, contendo as instruções para a celebração de vários sacramentos e cerimónias da comunidade, nomeadamente a tomada de hábito e posterior profissão, ritual para a absolvição dos pecadores, rituais para a unção dos doentes, e o ritual fúnebre. Tem também ladainhas dos enfermos com títulos de santos e santas. Contém canto gregoriano intercalado com o texto. A obra tem letras guia e iniciais capitais filigranadas em tonalidades vermelha e azul com prolongamentos marginais, que por vezes se estendem a toda a altura da página (inicial C no fólio 70). Na capital E da página inicial, estes prolongamentos desenvolvem-se em ramo na margem do pé e formam, com uma semi-cercadura retangular filigranada, uma cercadura completa. A inicial O no verso do fólio 46 tem o mesmo tipo de prolongamento em ramo, na margem exterior, assim como a inicial C no fólio 29, cujos prolongamentos com folhas, flores e frutos se estendem pelas margens da cabeça e do pé. Esta última inicial é também uma inicial habitada, com dez rostos femininos em volta do C, 71
74 representando a comunidade reunida em torno de um seu membro que faleceu, já que esta inicial abre o texto que instrui os procedimentos que se devem adotar aquando da morte de um dos seus. No texto refere-se que deve ser dado um sinal, para que a comunidade se reúna para a Encomendação em redor do morto, sinal esse dado com uma matraca, que surge representada no interior da inicial e na margem do pé. Existem ainda mais duas iniciais filigranadas habitadas, o D no verso do fólio 22 que contém uma cruz latina, e o P no fólio 24, que encerra um rosto masculino. O D dá início ao ritual da extrema-unção, e, sendo a cruz o símbolo desenhado com os óleos sagrados durante este ritual, a cruz inscrita na letra está estreitamente relacionada com o texto. Também o rosto masculino da inicial P, semelhante ao rosto de Cristo do Véu de Verónica e simbolizando a encarnação e a ressurreição, está relacionado com o texto em que se insere, ainda parte do ritual da extrema-unção. Existe ainda uma inicial capital D no fólio 6 cuja decoração é diferente das restantes, sendo pintada a ouro, violeta e azul, com motivos filiformes a branco. Esta letra tem prolongamentos marginais que se desenvolvem pelas margens da cabeça e do pé, com motivos vegetalistas (folhagens, flores e frutos), à semelhança das iniciais nos fólios 1, 29 e 46v anteriormente referidas. Mas, diferen- 72
75 conjugação da filigrana violeta com a letra dourada foi também utilizada no processional PT/MA/ANTF 9. A decoração especial desta letra deverá estar associada à importância dada à Profissão, cujo ritual se inicia com esta letra. Esta obra tem ainda iniciais caligráficas a castanho, realçadas com preenchimento amarelado, nas quais por vezes se aproveitam as curvas para se formarem pequenos desenhos de rostos (fólio 91). Datado e assinado Isabel Luys no verso do fólio 94. Na contraguarda anterior contém a anotação: J. M. + J. D./ Convento de Jesus/ Aveiro. Este códice foi foliotado a lápis de grafite no canto superior direito (em data desconhecida). CARDOSO (2013), pp Inventário dos (2001), p. 34. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXIII, vol. II, p temente destas, os prolongamentos apresentam cor violeta (com alguns pormenores a vermelho), e esta 56 In Domine: domini Amen. 4 de Setembro de 1479 Pergaminho de coloração amarela 8 p. Letra manuscrita a tinta sépia 39,5 x 29,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 16 73
76 Este documento constitui um instrumento público de doação, aprovação e anexação (inventário, posse, tombo e demarcação de herdades), do Padroado da Igreja de São João de Loure ao Convento de Jesus, situado em Aveiro. Neste documento são reproduzidos outros de datas anteriores, referentes a este mesmo assunto, nomeadamente: a Doação do Padroado da Igreja de São João de Loure, feita ao Convento de Jesus de Aveiro, por Álvaro Pires, João Pires, Vicente Pires, André Pires e outros padroeiros, a 11 de Novembro de 1476; a Doação do Padroado da Igreja de São João de Loure, feita ao Convento de Jesus de Aveiro, por Fernão Vaz, Vasco Pires, Fernão Pires, Pero Esteves e outros padroeiros, a 23 de Novembro de 1476; a Carta de aprovação e autoridade do Padroado da Igreja de São João de Loure, ao Convento de Jesus de Aveiro, por D. João Galvão, em 2 de Dezembro de 1476; Autoridade e Conhecimento do Cabido de Coimbra, para a anexação do Padroado da Igreja de São João de Loure, ao Convento de Jesus de Aveiro, em 24 de Janeiro de 1477; a Carta de anexação, união e incorporação perpétua da Igreja de São João de Loure, ao Convento de Jesus de Aveiro, feita pelo Bispo de Coimbra, D. João Galvão, em 24 de Janeiro de Esteve presente nesta cerimónia Francisco Gonssalves, procurador da Prioresa, das donas e do Convento de Jesus, que tomou posse de todos os rendimentos da Igreja de São João de Loure. Fez-se um inventário de tudo o que a dita igreja continha e possuía (igrejas, casas, leiras, casais, salgueirais, rendas, etc.). Segue-se o Instrumento de posse da Quinta de Ouca e de todas suas pertenças, por doação que dela fez a senhora D. Brites Leitoa, a 4 de Setembro de Assinado com sinal por Diogo de Meyrelles, notário apostólico, em São João de Loure, a 4 de Setembro de Obra constituída por quatro bifólios cosidos na zona do festo, iniciando-se com inicial capital caligráfica, desenhada a tinta castanha. 74
77 Tem ainda uma outra inicial capital filigranada no verso do fólio 5 (início de Instrumento ). Em todas as margens do pé aparece um sinal do notário, a tinta sépia. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI, vol. II, pp Auto de aprezentação de huã petição dos officiais/ da Camera da Villa de Aueyro, Comissão, E pro-/ curaçoeñs, E sumario de testemunhas sobre os/ milagres da Cerenissima Princeza Dona/ Joanna. 29 de Janeiro de 1628 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água [1] 187 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 22,5 cm Bispado de Coimbra PT/MA/COD 17 Este manuscrito é um traslado do primeiro Processo de Beatificação da Princesa Santa Joana, instruído em A primeira parte desta obra contém o sumário das virtudes e santidades da Princesa Santa Joana, com vários testemunhos, recolhido por Bernardo de Afonseca Sarayva (provisor do Bispado de Coimbra), escrito por Antonio de Moyre (escrivão), e assinado por ambos, entre 6 e 14 de Outubro de O traslado deste texto no presente códice é assinado pelos notários apostólicos Manoel de Rocha Paães e Francisco Fernandez de Almeida, em 29 de Janeiro de 1628 (27 fólios). Segue-se uma segunda parte acerca de vários milagres atribuídos a D. Joana, contendo: sumários dos milagres e recolha de testemunhos, efetuados por Bernardo de Afonseca (provisor do Bispado de Coimbra) e escritos por Antonio de Moyre (escrivão) ou Luis de Basto (notário); as inquirições de verificação realizadas por Luis de Basto (notário) e Manoel Diaz (arcipreste); e os despachos, assinados por D. João Manoel, bispo-conde. Estes 75
78 procedimentos ocorreram entre 10 de Outubro de 1626 e 28 de Outubro de 1627, e foram trasladados nesta obra pelos mesmos notários apostólicos Manoel de Rocha Paães e Francisco Fernandez de Almeida, na mesma data, 29 de Janeiro de 1628 (fólios 29 a 103). Este manuscrito termina com uma terceira parte composta pelo traslado do original do Memorial da Infanta Santa Joana [ ] (PT/MA/COD 9). Inicia-se com o título Seguesse em breue o memorial da/ muito exçellente Prinçeza, e mui uirtuo-/ za senhora, a senhora Iffante Dona Joana/ nossa senhora filha do muy Catholico, e Christi-/ anissimo Rey Dom Affonso Quinto, e da s. ra Ra/ inha Dona Isabel sua molher, inserido numa cartela pintada, em tonalidades rosa, verde, azul e castanha. Mais uma vez é assinado pelos notários apostólicos Manoel de Rocha Paães e Francisco Fernandez de Almeida, em 17 de Janeiro de 1628 (fólios 109 a 187). Os fólios 28 e 104 a 108 encontram-se em branco. Os bifólios têm marca de água no centro de um dos fólios do bifólio, constituída por três formas estilizadas, à semelhança da marca de água do papel da segunda parte do códice PT/MA/COD 2. Tem contramarca constituída por um trevo de três folhas com A3 por baixo, no canto do outro fólio. Na contraguarda anterior tem colado um ex libris impresso em papel, onde pode ler-se a inscrição EX 76
79 BIBLIOTHECA/ ANTÓNIO CAPUCHO, que indica a proveniência deste códice da coleção particular de António Capucho. Foi adquirido pelo Museu de Aveiro num leilão, em Aquy se Comeca are/ gla de nosso padre/ São agustinho. E ha/ exposycom della per/ lynguajem; Assy do/ texto como da grosa:/ E no comeco do texto/ dyz assy. [ ] Pergaminho de coloração amarela [2] 161 [2] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia e vermelha 33 x 22,5 cm Convento de Jesus de Aveiro PT/MA/COD 18 Este códice é composto por várias partes. A primeira parte contém a Regra de Santo Agostinho, em latim, com explicação desenvolvida em português (fólios 1 a 84). Seguem-se as Constituições das freiras de São Domingos (fólios 86 a 112), contendo a fórmula original Da maneyra de fazer/ Profissam (fólio 96v). No final desta segunda parte, no verso do fólio 112 (originalmente em branco), foi escrito um novo modo de fazer profisam, entre 1583 e 1589, quando o Mestre-geral da Ordem dos Pregadores foi Sixto Fabri de Luca. Uma outra fórmula de fazer profissão foi escrita no fólio 85, acrescentada ao corpo original da obra em data posterior. A 77
80 terceira parte deste códice é constituída pela Interpretação do nome de Santo Agostinho (fólio 113), seguindo-se-lhe o Nascimento, vida e feitos de Santo Agostinho (fólios 114 a 153). Finalmente, a obra termina com a Regra de Santo Agostinho em latim, Incipit Regulla bťi augustini episcopi (fólios 154 a 161). Este manuscrito apresenta o texto a duas colunas, com iniciais vermelhas e azuis alternadas no início dos capítulos. Tem também iniciais capitais filigranadas e com prolongamentos marginais a tinta sépia, vermelha ou violeta, sendo as mais elaboradas as que dão início às Constituições das freiras de São Domingos e ao seu primeiro capítulo, ao Nascimento, vida e feitos de Santo Agostinho, e à Regra de Santo Agostinho em latim. Tem ainda iniciais a tinta sépia, realçadas a amarelo. No modo de fazer profisam (fólio 112v) o texto inicia-se com uma capital E dourada, e a fórmula de profissão do fólio 85 inicia-se com capital E fitozoomórfica e termina com três desenhos a sépia, representando S. Domingos, as armas dos dominicanos e uma freira dominicana. No verso do fólio 161 está assinado por Margarida Pinheiro, com a seguinte anotação: Este lyuro da Regra E consti/ tucoens. E estorya de nosso pa/ dre São Agostinho. he do mo/ esteyro de Jhū. Escreueo ajr/ mãa Marguarida pinheyra/ freÿ do dito Conuento e moest o. Quase todos os cadernos de 4 ou 5 bifólios apresentam reclamos, estando alguns cortados. Esta obra apresenta três foliações diferentes. Foi foliotada a lápis 78
81 de grafite, no canto superior direito, correspondendo o número 1 ao primeiro fólio da encadernação atual. Também no canto superior direito, existe uma foliação a tinta sépia, com números romanos, que se inicia no XIX no primeiro fólio, indicando que faltam dezoito fólios no início do manuscrito. Esta numeração contém cinco erros, saltando números ou repetindo-os, e em alguns fólios foi cortada. No canto inferior direito há uma terceira numeração, a tinta sépia, que combina letras e números romanos. A letra corresponde ao caderno, e o número ao fólio. Inicia-se no C no primeiro fólio, sugerindo a falta de 2 cadernos no início do manuscrito. Esta numeração foi cortada em muitos fólios. Inventário dos (2001), p. 35. MADAHIL ( ). SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXV, vol.ii, p. XXXIV, pp , 167, , ,
82 80
83 III - BULAS 81
84 82
85 O termo bula refere-se à apresentação de um documento, e não ao seu conteúdo e à sua solenidade, ou seja, refere-se à forma externa do documento, a saber, lacrado com pequena bola (em latim, bulla) de cera ou metal, em geral, chumbo (sub plumbo). Tal forma de validação (a bulla) passou a ser usada como designação de todos os diplomas pontifícios, ou, vulgarmente designados, bulas. Nesta categoria da coleção do Museu de Aveiro foram considerados os documentos pontifícios ou papais, os documentos episcopais e os documentos reais. É de notar que nesta categoria de documentos, se encontra um documento do séc. XX (PT/MA/BUL 1) e uma fotocópia, e não o original, da Bula do Papa Paulo VI, que consagra Santa Joana Princesa padroeira da Diocese de Aveiro (PT/MA/BUL 3). 59 PIUS XII PONT. MAX. 24 de Agosto de 1946 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra impressa e letra manuscrita a tinta castanha e vermelha 41 x 23 cm Chancelaria do Papa Pio XII PT/MA/BUL 1 Bula papal de atribuição de Comenda de Cavaleiro da Ordem Papal de São Silvestre ao Presidente da República Doutor Carmona e Costa. Assinada por JoBapt. Montini, do Departamento de Estado do Vaticano, que viria a ser o Papa Paulo VI. No verso apresenta carimbo da Chancelaria das Ordens Portuguesas, assinado e datado de 17 de Julho de Dom phelippe per graça de ds Rey de portugal e dos algarves da que e dalem mar em África. 24 de Setembro de 1586 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita do séc. XVI a tinta sépia 39,5 x 31 cm Chancelaria do Rei D. Filipe II PT/MA/BUL 2 Alvará do Rei D. Filipe II concedendo ao Convento de Jesus de Aveiro o privilégio de ter carniceiro privativo, que lhe cortasse a carne ao preço do corte no açougue geral da respetiva vila. Contém 83
86 assinaturas de Jerónimo João e Manuel Fonseca Pacheco. No verso contém várias anotações manuscritas que remetem para o Convento de Jesus de Aveiro, assim como algumas assinaturas. Uma das notas refere ter sido registado em Junho de Documento com vestígios da fita que suspendia o selo. princesa de Portugal Santa Joana, com atribuição de respetivos privilégios litúrgicos. No canto inferior direito do documento destaca-se a assinatura do Cardeal Cicognani, Cardeal Secretário de Estado do Vaticano, membro do Colégio dos Cardeais. O texto inicia com uma capital fitomórfica: a letra S que surge rodeada por motivos vegetalistas. SANTOS (1963, 1967), vol. I, pp. XXI, vol. II, pp PAVLVS PP. VI/ Ad perpetuam rei memoriam 5 de Janeiro de 1965 Papel de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita 42 x 27,9 cm Chancelaria do Papa Paulo VI PT/MA/BUL 3 Fotocópia de Breve pontifício de Paulo VI, que atribui o estatuto de Padroeira da cidade e da Diocese de Aveiro, à 62 INNOCENTIVS PP XI 1685 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letras manuscrita do séc. XVII a tinta sépia 38 x 29 cm Chancelaria do Papa Inocêncio XI/ Bispo de Coimbra PT/MA/BUL 4 Bula papal de Março de 1685, que concede indulgências perpétuas em determinados dias festivos, em resposta a uma petição apresentada pelos oficiais da Irmandade do Santíssimo Sacramento, da Igreja Paroquial da Vila de Aveiro. Na nomeação dos dias festivos constam a última oitava do dia de Natal, primeiro domingo de Janeiro, Domingo da Ressurreição, sábado entre a oitava e Corpo de Cristo, domingo primeiro de Setembro. Das cinco festas 84
87 nomeadas, uma será a principal festa da dita Irmandade, e em três farão procissões solenes: a primeira na última oitava do Natal; a segunda no Domingo da Ressurreição; a terceira no sábado entre a oitava e Corpo de Cristo. Bula de Pio II, de 16 de Maio de 1461, que autoriza a fundação do Mosteiro de Jesus de Aveiro à semelhança do mosteiro de S. Salvador de Lisboa. Assinada pelo copista Spada e pelo chanceler G. de Firentes. Contém a anotação na margem superior: N o No verso do documento as mesmas indulgências são confirmadas a 6 de Novembro de 1685, por D. João de Mello, Bispo de Coimbra, Conde de Arganil, Senhor de Coja, e do Conselho de Estado de Sua Majestade. 63 Pius eps seruus seruorum dei Dilecto filio Abbati Monastery Sancti Petri de Pedroso, Portugalensis diocesis/ salutem et apostolicam benedictionem. 16 de Maio de 1461 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 54 x 29 cm Chancelaria do Papa Pio II PT/MA/BUL 5 No verso do documento existem várias inscrições que fazem referência ao conteúdo da bula, sendo estas de várias épocas e com assinaturas diferentes. Possui selo de chumbo com dupla face, preso por cordel de cânhamo. Na frente pode ler-se a inscrição PIVS. PAPA II, no verso pode ver-se a representação de São Paulo e de São Pedro com a inscrição SPA SPE. Este manuscrito é proveniente da coleção particular de António Gomes da Rocha Madahil, tendo sido incorporado na colecção do museu por doação deste. 85
88 SANTOS (1967), vol. II, pp. XXXIV, , estampas 1, 2, 3a e 3b. 64 Leo eps Seruus Seruorum Dei ad perpetuam Rei memoriam. 10 de Março 1520 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 65 x 46 cm Chancelaria do Papa Leão X PT/MA/BUL 6 Bula do Papa Leão X, de 10 de Março de 1520 (1519 da Encarnação do Senhor), que decreta a anexação da Igreja de Santa Eulália de Vale Maior, ao Convento de Jesus de Aveiro. No verso regista-se o auto de posse que o convento na margem inferior. Este manuscrito tem iniciais caligráficas na primeira linha e decoração vegetalista na margem esquerda. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI-XXII, vol. II, pp. 105, Dom afons per graça de deus Rey de castela, de liam, de portugal de toledo e galiza de cordoua 24 de Agosto de 1476 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 30 x 26 cm Chancelaria do Rei D. Afonso V PT/MA/BUL 7 Alvará do Rei D. Afonso V que concede autorização às religiosas do Convento de Jesus de Aveiro, para que estas possam herdar os bens de raiz, por morte de seus pais, irmãos, tios, outros parentes ou tomou da dita igreja, passado pelo notário Afonso de Meyreles, a 21 de Fevereiro de No documento também consta a renúncia que dela fez o Convento de Pedroso, Sua Majestade e o Mestre de Avis D. Jorge. Documento com múltiplas assinaturas 86
89 outras pessoas. E para que o mosteiro possa dispor deles conforme entender. Assinado pelo tabelião Lopo Fernandez, em Lisboa. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXI, vol. II, p FRANCISCVs 7 de Junho de 1536 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 46,5 x 30 cm Francisco Quiñonez, Cardeal de Santa Cruz de Jerusalém PT/MA/BUL 8 Rescrito de uma concessão de indulgências pelo Papa Paulo III, em 1536, à Confraria dos Disciplinantes da Misericórdia de Aveiro, autorizando a participação dos seus membros na procissão de Quinta-feira Santa. No verso pode ler-se um texto manuscrito, que refere a sua revalidação pelos Papas Gregório XV e Urbano VIII. Neste documento, o longo texto central é emoldurado, em cima e dos lados, por uma bordadura iluminada com decoração renascentista. Em ambos os cantos e no centro da bordadura destacam-se três medalhões, o da esquerda com as armas papais de Paulo III, o do centro com a representação do Calvário e o da direita com as armas 87
90 cardinalícias. Entre os medalhões, e imediatamente acima do texto, destaca- -se o nome: FRAN/ CISCVs. SANTOS (1963), vol. I, p. XXVI. 67 Eu Inffante dona Joana faço saber aquantos Esta minha Čta de doaçom virem que 18 de Setembro de 1479 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 28,5 x 21 cm Infanta D. Joana PT/MA/BUL 9 Carta da Infanta Joana na qual expressa a sua vontade de deixar ao Convento de Jesus de Aveiro, por sua morte, as casas e pomar anexos ao mosteiro, comprados por D. Afonso V a Aires Gomes. Assinado a meio do fólio. Na origem tinha selo de lacre vermelho com marca de sinete. SANTOS (1967), vol. II, p Dom Manuel p graça Deos Rey depurtuguall e dos allguarves daaqui e daallem 5 de Abril de 1518 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica 68 x 63,5 cm Chancelaria do Rei D. Manuel I PT/MA/BUL 10 Sentença do Rei D. Manuel I contra frei Leonel, Comendador de Frossos, da Ordem de Malta, em resposta ao pedido de ajuda ao rei, para executar a sentença relativa à contestação do direito de receber dízimos da vila. O rei, antes de o sancionar, pede à prioresa e às religiosas 88
91 para apresentarem os títulos do direito contestado. À vista destes, a 5 de Abril de 1518, D. Manuel sentencia que o convento recorra ao tribunal eclesiástico, sem que tenha de pagar as respetivas custas. Este documento tem parte do seu selo em lacre vermelho, com gravação das armas reais. SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXII, vol. II, pp. 84, 103,
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93 IV - FORAIS 91
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95 Como atrás referido, este acervo museológico tem em si mesmo, o seu próprio interesse histórico-artístico, quer pela sua solenidade histórica, quer pelo seu trabalho artístico. São exemplo deste interesse os forais manuelinos do museu, de elevada importância nesta coleção, quando se comemora em 2014 a concessão dos forais do reinado de D. Manuel I, por todo o país. Dois destes forais são originais e um é uma cópia, todos reportando à região de Aveiro, a saber: a norte, o foral de Angeja (Cacia), a sul, o foral de Vilarinho do Bairro, e por fim, o foral da própria cidade de Aveiro. -Velha, Águeda, Estarreja, Oliveira de Azeméis, terras por onde, outrora, se espraiaram os direitos dos Senhores de Angeja. Contém índice nas folhas de guarda volantes anteriores. O foral inicia-se com Dom Ma/ nu/ el/ per Graça de ds rei/ de portugall E dos allgä / ues Daquē e dallē mä / Em affriqua e Sunor/ de Guinee e da, sendo a inicial capital D iluminada, contendo o brasão de D. Manuel I. O restante texto, deste primeiro fólio, é envolvido por cercadura profusamente decorada com flores, frutos e folhas de pequena dimensão, destacando-se apenas nos cantos, folhagem de grande dimensão. Ao longo do texto, as letras capitais ora são a azul, ora a vermelho, 69 Foral de Angeja 1514 Pergaminho de coloração amarela 40 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 25,5 x 17,5 cm Chancelaria do Rei D. Manuel I PT/MA/FOR 1 Carta de foral passada à terra de Angeja e seu termo e a outros lugares seus anexos, nomeadamente as terras do concelho de Figueiredo e Bemposta, terras estas hoje dispersas por alguns concelhos, nomeadamente Albergaria-a- 93
96 filigranadas. Na primeira guarda volante contém a anotação: He da Ex ma. Caza de Angª./ Este manuscrito é foliotado a tinta sépia, com numeração romana, no centro da margem da cabeça. As pastas têm colados fragmentos de papel, com vestígios de texto manuscrito mais tardio, em latim, de carácter jurídico. Gomes Pimentel Procura/ dor da ditta Senhora./ Anno de/ Séc. XVIII-XIX Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 30 p. Letra manuscrita dos sécs. XVIII-XIX a tinta ferrogálica 31,5 x 22 cm s/a PT/MA/FOR 2 Cópia de um traslado de 1633, do foral manuelino da vila de Aveiro. O foral original é de 4 de Agosto de 1515, da Chancelaria do Rei D. Manuel I. Contém descrição de privilégios e gestão de MARQUES (2005). 70 Foral da Villa Aveiro/ pello qual secobrão os Direittos/ Reaes que pertencem a Coroa/ Real dos quais aduqueza nossa/ Senhora he Donataria tirado/ do proprio, para por elle se re/ ger, egovernar o Lecenciado Ma/ noel 94
97 dízimos e bens. Tem anotação que designa este exemplar por cópia fac- -similada do original, mas trata-se de uma cópia do documento fac-similado. No final apresenta um índice composto por sessenta e sete capítulos, elencados individualmente pelo respetivo conteúdo, intitulado Taboada deste Foral. Foi utilizado papel manual avergoado de coloração azulada, com marca de água no centro do fólio, constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO, no centro do outro fólio do mesmo bifólio. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani, com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso. Este manuscrito foi foliotado a tinta sépia, no canto superior direito. PT/MA/FOR 3 Carta de foral passada à terra de Vilarinho do Bairro. A obra inicia-se por um índice na segunda guarda volante, na qual são listados os pagamentos de portagens e de passagem pelas muralhas de Vilarinho do Bairro, e organização de bens como azeite, panos, especiarias, cera, bestas e gado, fruta, legumes, vinagre, telha e pão, finalizando com respetiva pena do foral. O fólio 1 foi rasgado e deveria conter uma inicial capital D iluminada, com o brasão de D. Manuel I, à semelhança do foral de Angeja. O restante texto deste primeiro fólio também deveria ser envolvido por cercadura profusamente decorada na origem, pois existe transposição de tinta CHRISTO (1986), p Foral de Vilarinho do Bairro 6 de Março de 1514 Pergaminho de coloração amarela [2] 13 [1] p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 28 x 21 cm Chancelaria do Rei D. Manuel I 95
98 destes elementos decorativos no verso do fólio anterior. Ao longo do texto, as letras capitais são ora a azul, ora a vermelho, quase todas filigranadas a sépia, e algumas, com prolongamentos marginais. Todos os bifólios têm reclamo, e em alguns fólios existem anotações posteriores à margem. Na primeira guarda volante contém duas anotações, uma no reto e outra no verso, ambas assinadas Barboza e datadas de A guarda volante posterior, em papel, possui um conjunto de assinaturas, refiram-se: Coelho Melo (1821, 1822 e 1823), Lobo (1816), Fonseca (1803, 1804, 1806 e 1807), e Fonseca (1785, 1786, 1787, 1789 e 1792). O verso da primeira pasta possui um papel mecânico colado com a seguinte anotação manuscrita: Foral de Vilarinho do Bairro/ oferecido ao Museu de Aveiro,/ em 1938, por Francisco Ferreira Neves./ Foi publicado no vol. IV da revista/ do Arquivo do Distrito de Aveiro", por António Gomes da Rocha Madahil./ falta-lhe a folha 1, e está truncada/ a folha 8 -. Este manuscrito tem três foliações, uma em números romanos a tinta sépia, no centro da margem da cabeça, e duas numerações árabes no canto superior direito, a tinta sépia e tinta preta, estando a numeração a sépia quase sempre cortada. MADAHIL (1938). 96
99 V - ILUMINURAS 97
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101 Além do trabalho artístico frequente na produção cuidada dos códices e dos livros religiosos, anteriormente descritos, é nas iluminuras, com decoração a ouro e cores dos seus fólios, com letras capitais trabalhadas, com brasões de armas e representações iconográficas cristãs, que se vê, individualmente, a expressão do trabalho artístico. Também ilustram a produção dos antigos scriptoria conventuais, seus documentos, os materiais e as técnicas que ofereciam. provavelmente as três Marias que foram até ao túmulo de Jesus, segurando os unguentos para o Seu cadáver, e que receberam o anúncio da Ressurreição (Lc, 23:55). Este fólio já foi contraguarda 72 Fólio iluminado com a representação da Ressurreição s/d Pergaminho de coloração amarela 1 p. Iluminura s/a 44,5 x 32,5 cm PT/MA/IL 1 Fólio avulso em pergaminho, com representação de duas cenas, emolduradas com cercaduras vegetalistas. Na representação superior observa-se a Ressurreição, com Jesus Cristo de pé à frente do túmulo, ladeado de anjos e guardas. Na representação inferior, reconhecem-se três figuras bíblicas femininas com auréola dourada, no meio de paisagem naturalista. Serão do Antifonário do Temporal (PT/MA/ANTF 23), tendo sido removido aquando do restauro deste. SANTOS (1967), vol. II, p Fólio iluminado alusivo a Santa Clara: De Sancta clara uirgine. A./ O uirgo cla/ rans uespe./ preclaran s / clara meri/ tis liga perfecto lidere no s / in amore xp i de membra/ fore capitis et sensibs et/ moribus ihu quem di/ lexisti. 99
102 Início séc. XVI Pergaminho de coloração amarela 1 p. Iluminura 27,5 x 19,5 cm s/a PT/MA/IL 2 Fólio que terá pertencido a um Livro de Horas, de origem flamenga, contendo oração de sufrágio dedicada a Santa Clara. Documento iluminado com cercadura de elementos renascentistas (com motivos naturalistas e fantásticos, e um par de putti), enquadrando o texto introduzido pela letra O. Esta inicial capital é iluminada sobre fundo de ouro. Nas margens contém anotações manuscritas a tinta ferrogálica, onde pode ler-se: Esta Pasta he de João Gomes de Goes (margem interior) e Manuel dos Santos e João Gomes Goes (margem da cabeça). CUSTÓDIO (2013), p. 192, fig Fólio iluminado alusivo a Santa Maria Magdalena: De sancta maria magdaleñ./ Maria unxit/ pedes ihesu/ et extersit ca/ pillis capi/ tis fui et domus imple/ ta est ex odore unguẽti. Início séc. XVI Pergaminho de coloração amarela 1 p. Iluminura 27 x 19,5 cm s/a PT/MA/IL 3 Fólio que terá pertencido a um Livro de Horas, de origem flamenga, contendo oração de sufrágio dedicada a Santa Maria Madalena. Refere o episódio em que Madalena ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos (J 12:3). Documento iluminado com cercadura típica da escola ganto-brugense, de fundo a ouro, com motivos vegetalistas e zoomórficos (aves e insetos), que enquadram o texto com duas letras capitais, um M e um L. A primeira inicial capital tem ao centro uma meia figura 100
103 humana com cauda vegetal, ladeada por duas figuras fitozoomórficas. A segunda inicial L é fitomórfica. antigo códice. Documento iluminado com cercadura de elementos vegetalistas (flores e folhas), pintados a tinta vermelha, verde, amarela e rosa. Esta cercadura é limitada por filete simples a tinta vermelha e enquadra um brasão, que será do Mosteiro de Santa Maria de Seiça. O brasão é partido: I Reino de Portugal; II Ordem de Cister; Coroa Real fechada. CUSTÓDIO (2013), p. 192, fig Fólio iluminado com brasão [17--] Papel manual avergoado de coloração amarela 1 p. Iluminura 31,5 x 23 cm s/a PT/MA/IL 4 Este fólio possui uma pestana de um dos lados, denunciando ter pertencido a um 101
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105 VI ESPÓLIO ROCHA MADAHIL 103
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107 O espólio de António Gomes da Rocha Madahil (Diretor do Arquivo da Universidade de Coimbra), doado ao Museu de Aveiro, é constituído pelos catorze documentos dos sécs. XVIII e XIX que se seguem. Trata-se de um conjunto de documentação proveniente do Bispado de Coimbra (diocese superintendente de Aveiro quando esta teve a sua sede episcopal vacante, quer no séc. XVIII, quer no final do séc. XIX e início do séc. XX) e da sua relação com o Bispado de Aveiro. Esta documentação reveste-se do maior interesse para a compreensão da história do Convento de Jesus de Aveiro desde o final do séc. XVIII, da sua adaptação a colégio da Ordem Terceira Dominicana (Colégio de Santa Joana) e, posteriormente, a museu (atual Museu de Aveiro), já no período da Iª República ( ). Documento que estabelece os casos para os quais foi determinada a intervenção do Bispado de Aveiro, nomeadamente negligências de pais, homicídios voluntários, retenção de dízimos, incêndios com danos graves, sacrilégios e blasfémias. 76 Casos reservados no Bispado de/ Aveiro 19 de Fevereiro de 1763 Papel manual avergoado de coloração amarela 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 21,5 x 15,5 cm Bispado de Aveiro PT/MA/MAD 1 MONTEIRO (2014), p Carta dirigida ao Snr. Bispo Conde Reformador Reitor da Universidade de Coimbra 12 de Novembro de 1813 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. 105
108 Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34,5 x 21 cm Conde de Aguiar PT/MA/MAD 2 Carta do Conde de Aguiar dirigida ao Bispo-Conde Reformador Reitor da Universidade de Coimbra, a informar da morte do Bispo de Aveiro, D. António José Cordeiro, e da necessidade de reunir o Bispado de Aveiro ao Bispado de Coimbra. Este documento remete para o provisor do bispado, Doutor Manuel Rodrigues Tavares, vigário e administrador da Santa Igreja. O papel contém marca de água constituída por um escudo coroado, com as letras TE, e contramarca TEDMONDS/ MONTEIRO (2014), p Reposta ás duvidas, que por parte da Ex ma. Mi-/ tra de Aveiro se propoem haver entre ella, e a Exª./ Mitra de Coimbra. Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 35 x 22 cm Bispado de Coimbra PT/MA/MAD 3 106
109 Documento que relata a vinda a Coimbra do Doutor Gabriel da Costa Neves, por procuração do bispo do novo Bispado de Aveiro, a solicitar a entrega dos títulos e papéis relativos a este. Papel com marca de água constituída por brasão com as letras D & C B, a meio de um dos fólios do bifólio, e a contramarca D & C BLAUW no outro fólio. Estas marcas foram usadas pela família de papeleiros holandeses Dirk e Cornelis Blauw, no último quartel do séc. XVIII. de Aveiro, desde a prisão do Bispo D. Miguel da Anunciação, até ao referido dia. Papel com marca de água constituída por brasão com as letras D & C B a meio de um dos fólios do bifólio e a contramarca D & C BLAUW no outro fólio. Estas marcas foram usadas pela família de papeleiros holandeses Dirk e Cornelis Blauw, no último quartel do séc. XVIII. MONTEIRO (2014), p Allegação a favor da Ex ma. Mitra de/ Coimbra contra as pertençoens do Ex mo / Bispo de Aveiro Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 10 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34 x 21,5 cm Bispado de Coimbra PT/MA/MAD 4 Documento que relata a tomada de posse do bispo da nova Diocese de Aveiro a 24 de Abril de 1776, e o pedido do mesmo bispo ao Bispo Coadjutor e Sucessor do Bispado de Coimbra, de todas as vendas correspondentes à parte da nova Diocese MONTEIRO (2014), p O Bispo de Aveiro/ tendo tomado posse da sua Nova Diocese a 24/ de Abril Último quartel do séc. XVIII 107
110 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 35 x 22,5 cm Bispado de Coimbra PT/MA/MAD 5 Documento que refere a tomada de posse da nova diocese pelo Bispo de Aveiro a 24 de Abril de 1776, bem como a pretensão que lhe fossem entregues pelo Bispo Coadjutor do Bispado de Coimbra todas as vendas correspondentes à parte da nova diocese, desde a prisão do Bispo D. Miguel da Anunciação até ao referido dia (ver também documento anterior PT/MA/MAD 4). Papel com marca de água constituída por brasão com as letras D & C B a meio de um dos fólios do bifólio e a contramarca D & C BLAUW no outro fólio. Estas marcas foram usadas pela família de papeleiros holandeses Dirk e Cornelis Blauw, no último quartel do séc. XVIII. Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34,5 x 22 cm Bispado de Aveiro PT/MA/MAD 6 Documento no qual o novo Bispado de Aveiro solicita todas as receitas, bens e vendas efetuadas a favor deste. No verso do último fólio remete para a Secretaria de Estado dos Negócios do Reino. Papel com marca de água constituída por brasão com as letras D & C B a meio de um dos fólios do bifólio e a contramarca D & C BLAUW no outro fólio. Estas MONTEIRO (2014), pp. 31, Diz o Bispo de Aveiro, q impetrando o Snr. Rey D. Jo-/ ze, q S ta. Gloria haja, o Breve da erecção deste novo Bispado Último quartel do séc. XVIII 108
111 marcas foram usadas pela família de papeleiros holandeses Dirk e Cornelis Blauw, no último quartel do séc. XVIII. MONTEIRO (2014), p Obedecendo como devo às Reaes ordens de S. Mag e., e instado da obrigação/ em q ellas me constituem, Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 35,5 x 22 cm Procurador da Coroa PT/MA/MAD 7 Cópia de documento sobre a regulação das competências das jurisdições eclesiásticas e seculares, em relação às ações e matérias que o Bispado de Aveiro intenta contra o Bispado de Coimbra, com referência ao desembargador Pascoal Joze de Mello. D. Joze 1º, ou desde o dia da confir-/ mação Ponteficia. 7 de Janeiro de 1785 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 35 x 22 cm Desembargador Pascoal Joze de Mello PT/MA/MAD 8 Cópia de documento dirigido à Rainha D. Maria I pelo desembargador Pascoal Joze de Mello, sobre ações e matérias que o Bispado de Aveiro intenta contra o Bispado de Coimbra, nomeadamente rendas de Barrô e de Aguada e a chave do túmulo da Princesa Santa Joana. Este MONTEIRO (2014), p Senhora/ O Bispo de Aveiro nesta suplica, pertende ter direito p a. haver do Bispo/ Conde de Coimbra, primeiram te. os fructos e rendim tos. do Bispado desde o dia da no/ meação q delle fez o Augustissimo Snr. Rey 109
112 manuscrito remete para o aviso de 18 de Janeiro de O papel tem marca de água constituída por brasão e contramarca H C WEND & ZOONEN, usadas pelo fabricante de papel holandês entre 1780 e MONTEIRO (2014), p Os embaraços, e duvidas principaes, q. se encontrarão nos/ Procuradr es., na Camera, e no Juizo do Bispo de Coimbra/ sobre o q. pertencia, e devia entregarse p a. este Bisp. de Av. Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 35 x 22 cm s/a PT/MA/MAD 9 Documento composto por esclarecimentos acerca da entrega de dízimos, títulos e papéis ao Bispado de Aveiro. O papel deste manuscrito tem marca de água constituída por brasão e contramarca H C WEND & ZOONEN, usadas pelo fabricante de papel holandês entre 1780 e MONTEIRO (2014), p Ill mo. e Ex ma. Sen or./ Chegando a minha noticia que o/ Ex mo. Bispo de Aveiro fizera a S. Mag e. hua Re/ prezentação sobre os Direitos, que pretende da minha/ Igreja Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 16 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34,5 x 22 cm Bispado de Coimbra PT/MA/MAD 10 Documento que o Bispo de Coimbra dirige a Sua Majestade referente às questões que opõem o Bispado de 110
113 Coimbra ao Bispado de Aveiro, remetendo para a cerimónia de sagração do Bispo de Aveiro e do Bispo de Coimbra no ano de 1774, e da ausência de tomada de posse do Bispo de Aveiro até à Páscoa de O papel tem marca de água constituída por brasão com as letras J K e contramarca J KOOL. Esta marca foi usada pelo fabricante de papel holandês Jan Kool. serve de mori-/ al commendaticio da sua teima, que de apoio da sua/ justiça: o seguinte discurso será a prova deste theorema. Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31,5 x 21,5 cm Ignacio de Moraes Cid PT/MA/MAD 11 Carta acerca das alegações da Mitra de Aveiro a instância superior. O papel deste manuscrito tem a meio de cada fólio várias marcas de água não identificadas. MONTEIRO (2014), p A Exm a. Mytra de Aveiro fomenta sem/ razão, e sem justiça hua má cauza, e a sua alle/ gação nesta Superior Instancia mais MONTEIRO (2014), p
114 87 Carta dirigida a Sr Dr Jeronimo Sarayva dos Stos 27 de Julho de 1765 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta sépia 30 x 21 cm Joana Bernarda PT/MA/MAD 12 Carta dirigida a Jerónimo Saraiva dos Santos acerca de denúncias e crimes. Este documento tem duas marcas de água, uma constituída por um escudo e outra não identificada. 88 As Razoens dequyxa ou Lamen/ taçoens tristes q tem as misarave/ is Ig as. Vagas de Barrô, Aguada Último quartel do séc. XVIII Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 14 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21 cm s/a PT/MA/MAD 13 Documento com elenco de factos apresentados por diversas igrejas e das ordenações do Bispado de Coimbra, adotadas pelo Bispado de Aveiro. O papel deste manuscrito tem marca de água constituída por brasão coroado com MONTEIRO (2014), p
115 as letras FRANCESCO, e no outro fólio a marca constituída por representação do sol com as letras POLLERI. MONTEIRO (2014), p Relação da documentação de Aveiro no Arquivo da Universidade de Coimbra [193-] Papel mecânico de coloração azulada de linhas azuis, da Universidade de Coimbra/ Faculdade de Letras/ Arquivo e Museu de Arte ( ) de p. Letra manuscrita a tinta de carbono preta 31 x 20,5 cm António Gomes da Rocha Madahil PT/MA/MAD 14 Relação da documentação de Aveiro no Arquivo da Universidade de Coimbra, feita por António Gomes da Rocha Madail, Diretor do Arquivo da Universidade de Coimbra, na década de trinta do séc. XX. Registam-se bulas, portarias, breves, autos de posse, entre outros documentos. Este manuscrito foi foliotado a tinta de carbono preta no canto superior direito. MONTEIRO (2014), pp ,
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117 VII MANUSCRITOS 115
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119 Manuscritos do poeta Bingre e alusivos ao poeta Francisco Joaquim Bingre, nascido em S. Tomé de Canelas, concelho de Estarreja, a 9 de Julho de 1763, passou no distrito de Aveiro a segunda metade da sua longa vida. Em 1790, lançou as bases da Academia de Belas Artes, mais tarde conhecida por Nova Arcádia. Com produção literária que lhe valeu ser cognominado o Cysne do Vouga, foi considerado um poeta menor na História da Literatura Portuguesa até ao séc. XX, tendo sido redescoberto e a sua obra publicada apenas na 1ª década do séc. XXI. Apresenta-se aqui um conjunto de onze documentos manuscritos da sua autoria, alguns dos quais inéditos e outros alusivos à sua pessoa, que integram a colecção de manuscritos do Museu de Aveiro. A maioria destes manuscritos foi oferecida ao museu por João de Morais Cabral em 1923, conforme consta em anotações dessa oferta no verso dos documentos. 90 Carta 23 de Agosto de 1923 Papel mecânico do séc. XX de coloração amarela com marca de água 1 p. Letra manuscrita a tinta de carbono preta 17,5 x 13,2 cm João de Barros Morais Cabral PT/MA/MAN 2 Carta que acompanha o envio dos autógrafos do poeta Bingre. O texto faz referência ao avô do autor, José Maria Veríssimo de Morais. O papel deste manuscrito tem marca de água não identificada. 91 Soneto 25 de Dezembro de 1850 Papel mecânico do séc. XIX de coloração amarela encerado 1 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 19 x 12,5 cm 117
120 Francisco Joaquim Bingre PT/MA/MAN 3 Soneto com quatro estrofes, dois quartetos e dois tercetos. Está datado e assinado F. J. Bingre. Este manuscrito foi Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 1 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta sépia 21 x 15,5 cm [Francisco Joaquim Bingre] PT/MA/MAN 4 Receituário para dor ciática formado por lista de elementos constituintes para o remédio, e respetiva metodologia de aplicação. Atribuído a Francisco Joaquim Bingre. O papel deste manuscrito tem marca de água localizada ao centro do fólio, onde pode ler-se THOMAR. oferecido ao Museu Regional de Aveiro por João de Morais Cabral, de acordo com a anotação no verso: Of. Ao Museu Regional de/ Aveiro/ João de Morais Cabral/ 23/8/923. ANASTÁCIO (2000), vol. I, p. XLVI. 92 Para curar a dôr sciatica s/d 93 Ao faustozo Nascimento do Principe da Beira s/d Papel mecânico de coloração amarela 4 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta sépia 25 x 20 cm [Francisco Joaquim Bingre] PT/MA/MAN 5 Cópia do Ditirambo Ao faustoso Nascimento do Príncipe da Beira, de copista não identificado, com anotação na primeira folha do segundo bifólio. Este documento esteve dobrado em três partes e encontrava-se dentro de envelope feito com uma folha dobrada em três e colada, tendo a seguinte anotação na frente: Poesias do Poeta 118
121 Bingre/ (O Cysne do Vouga) algumas es/ criptas pela sua propria letra. O papel deste documento contém selo branco no canto superior junto ao festo, constituído por pássaro de asas abertas e onde se lê PORTO. Este manuscrito foi oferecido ao Museu Regional de Aveiro por João de Morais Cabral, de acordo com a anotação no verso do último fólio: Of. Ao Museu Regional de Aveiro/ João de Morais Cabral/ 23/8/923. (PT/MA/MAN 5). O papel deste documento contém selo branco no canto superior junto ao festo, constituído por pássaro de asas abertas e onde se lê PORTO. Este manuscrito foi oferecido ao Museu Regional de Aveiro por João de Morais Cabral, de acordo com a anotação no verso do último fólio: Of. Ao Museu Regional de Aveiro/ João de Morais Cabral/ 23/8/923. ANASTÁCIO (2000), vol. I, p. XLVI. 94 Proteo s/d Papel mecânico de coloração amarela 6 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta sépia 24,5 x 20,5 cm [Francisco Joaquim Bingre] PT/MA/MAN 6 Cópia do Idílio Proteu de copista não identificado, com algumas anotações referentes à organização das linhas. Este documento esteve dobrado em três partes e encontrava-se dentro de envelope feito com uma folha dobrada em três e colada, tendo a seguinte anotação na frente: Poesias do Poeta Bingre/ (O Cysne do Vouga) algumas es/ criptas pela sua própria letra. ANASTÁCIO (2000), vol. I, p. XLVI. 95 Quid non auro pervium/ Otto Nenio, emblema 101./ Soneto 9 de Janeiro de 1851 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 119
122 1 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta ferrogálica 25,5 x 21 cm Francisco Joaquim Bingre PT/MA/MAN 7 Soneto intitulado Quid non auro pervium./ Otto Nenio, emblema 101./ Soneto, constituído por duas estrofes de quatro linhas e duas estrofes de três linhas. Escrito em Mira, datado e assinado F. J. Bingre. O papel deste manuscrito tem marca de água incompleta, onde pode ler-se ANDAO P & A. Este manuscrito foi oferecido ao Museu Regional de Aveiro por João de Morais Cabral, de acordo com a anotação no verso: Of. Ao Museu Regional de Aveiro/ João de Morais Cabral/ 23/8/923. Tem ainda uma anotação a lápis de grafite na margem esquerda: Publicado no/ Campeão das Provín-/ cias em 1/9/923. ANASTÁCIO (2000), vol. I, p. XLVI. Campeão das Províncias (1/9/1923). 96 Discurso gratulatorio/ Recitado na Assembleia Camararia da Villa de Mira/ em o memoravel dia 24 de Agosto aniversario da Portu/ gueza Regeneração politica, pelo feliz regresso de El Rei Cons-/ titucional o Senhor Dom João Seisto á Corte de Lis-/ boa. 24 de Agosto de 1821 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 4 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta ferrogálica 38 x 23,5 cm Francisco Joaquim Bingre PT/MA/MAN 8 Documento composto por uma primeira parte relativa ao discurso gratulatório do escrivão Francisco Joaquim Bingre, recitado na Assembleia Camarária da Vila de Mira relativo ao regresso do Rei D. João VI a Lisboa em 24 de Agosto de Uma segunda parte é composta por dois sonetos de quatro estrofes cada, um dirigido A El-Rei Constitucional o Senhor D. João 6º/ Sonetto, e outro dirigido Ao 120
123 memoravel Dia 24 de Agosto aniversario/ da nossa regeneração política/ Sonetto. As duas partes têm no final a assinatura: Francisco Joaquim Bingre. O papel tem marca de água constituída por escudo coroado no centro de um fólio, e contramarca C BRENCHLEY 1817 no centro do outro fólio do mesmo bifólio. O manuscrito foi adquirido em 1963 pelo Diretor do Museu de Aveiro, António Manuel Gonçalves, a J. C. Silva, Livreiro Antiquário de Lisboa. ANASTÁCIO (2000), vol. I, p. XLIV. MADAHIL (1963), vol. XXIX, pp Pella partecipação offecioza expedida pella Secretaria dos/ Negocios do Reino em datta de 14 de Julho 31 de Agosto de 1821 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 2 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta ferrogálica 38 x 23,5 cm Câmara de Mira PT/MA/MAN 9 Documento oficial da Câmara de Mira dirigido a D. João VI, felicitando-o pelo seu regresso ao Reino, referindo o entusiasmo por este regresso, e enviando o discurso gratulatório do escrivão da vila de Mira Francisco Joaquim Bingre (PT/MA/MAN 8). É assinado pelo juiz João de Miranda, pelos vereadores João de Miranda Rocha, António Ribeiro e Manuel Simões, pelo procurador João dos Santos Migueis, pelo escrivão da Câmara João Calisto Pimentel e pelo assessor da Câmara António da Silva Leitão. Contém a anotação na margem esquerda: Resp do. em 11 de Setembro/ de 1821./ (Mira)/ Felicitação. Esta anotação feita em Lisboa indica que este ofício chegou ao destino. O papel tem marca de água constituída por escudo coroado, no centro de um fólio, e contramarca C 121
124 BRENCHLEY 1817, no centro do outro fólio do mesmo bifólio. Este manuscrito foi adquirido em 1963 pelo Diretor do Museu de Aveiro, António Manuel Gonçalves, a J. C. Silva, Livreiro Antiquário de Lisboa. MADAHIL (1963), vol. XXIX, pp Carta a um amigo [18--] Papel mecânico de coloração amarela 2 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta de carbono preta 21 x 11,7 cm s/a PT/MA/MAN 21 Carta que se inicia com a data: Sabbado 14, dirigida a um amigo para o informar da sua ida para Santa Isabel e da doença do amigo Gonsalves. Refere a tarefa de substituir este amigo Gonsalves na direcção de obras e pede ajuda. Contém assinatura parcialmente ilegível: C. Josuets (?). 99 Cronologia [18--] Papel mecânico de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta de carbono preta 24,5 x 20 cm [Francisco Joaquim Bingre] PT/MA/MAN 22 Cronologia de vida, onde são elencados o nascimento no Porto em 1804, uma viagem aos Açores, a emigração em 1822, a volta a Portugal, a segunda emigração e posterior volta para o Porto, e algumas referências às datas de 1841 e Poemas os cinco sentidos e o anjo cahido [18--] Papel mecânico de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta de carbono preta 21 x 15,5 cm [Francisco Joaquim Bingre] PT/MA/MAN 23 Poema intitulado os cinco sentidos, constituído por cinco estrofes de 6 versos atribuídas por ordem sequencial aos sentidos: visão; audição; olfacto; paladar; e tacto. O poema intitulado o anjo cahido encontra-se no verso do fólio do poema anterior, composto por quatro estrofes de sete versos. 122
125 Manuscritos avulsos O conjunto dos manuscritos avulsos que aqui se apresenta é constituído por cerca de cinquenta documentos de interesse histórico, quer para a história do Convento de Jesus de Aveiro, no que concerne à sua administração e às suas prioresas, à vida das suas religiosas e ainda ao processo de beatificação da Princesa Santa Joana, quer para história da Diocese de Aveiro e da de Coimbra, da qual Aveiro dependeu em duas ocasiões, no séc. XVIII e no final do séc. XIX-início do séc. XX. Por outro lado, integram também este conjunto, inúmeros documentos episcopais, reais, municipais, e outros do Reino, de interesse histórico para a cidade, distrito e região de Aveiro, de que são exemplo as cartas régias solicitando a contribuição dos aveirenses para a construção da barra de Aveiro, entre muitos outros. Outros documentos apresentam um interesse de nível nacional, como a carta do Bispo de Coimbra a D. João VI sobre a estratégia do general Junot, no contexto das invasões napoleónicas em Portugal. 101 Carta do Bispo de Coimbra/ a D. João VI/ comunicando-lhe a carta de/ Junot (1808) com instruções/ para a viagem a Bayonne 1808 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 1 p. Letra manuscrita do séc. XIX a tinta ferrogálica 21 x 16,5 cm Bispo Conde Reformador Reitor da Universidade de Coimbra PT/MA/MAN 1 Carta do Bispo Conde Reformador Reitor da Universidade de Coimbra a D. João VI, comunicando o teor da carta do general Junot (com o Passaporte nºii f.23), com instruções para a viagem com destino a Bayonne. O segundo parágrafo do documento transcreve a carta do general Junot, escrita em francês, datada de Lisbonne, le 23 Fevrier 1808, sobre estratégias militares utilizadas nas invasões francesas. A carta apenas tem 28 linhas, encontrando-se incompleta. O papel tem marca de água não identificada junto ao festo do fólio. 102 Carta preparatória do juiz acerca das diligências declaradas nº 34 3 de Dezembro de 1798 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 123
126 31 x 22 cm Procurador de Aveiro Manuel Cipriano da Silva PT/MA/MAN 10 Documento composto por uma primeira carta preparatória do juiz dirigida a Manuel Cipriano da Silva, procurador da Cidade de Aveiro, a informar das representações e eleições realizadas nesta comarca. Segue-se cópia da resposta da comarca aos deputados da Real Casa do Infantado sobre a representação realizada pelo corregedor da Comarca de Aveiro. Algumas páginas contêm rubricas nas margens. O papel tem marca de água localizada no centro do fólio, constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO, no centro do outro fólio do mesmo bifólio. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso. Letra manuscrita a tinta sépia 33 x 22 cm Infanta D. Joana PT/MA/MAN 11 Traslado de carta da Infanta D. Joana dirigida aos juízes, vereadores, procurador, fidalgos, cavaleiros, escudeiros e povo, da cidade de Coimbra a congratular a lealdade ao rei, e a celebração da vitória na tomada da cidade de Tânger. O papel tem marca de água no centro fólio, com desenho de motivo vegetal e letras THOMAR. 103 Documento nº2 [18--] Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 1p. 104 Certificado relativo aos maços 51 e 71 onde se encontram requerimentos efectuados pela prioresa e religiosas do 124
127 Mosteiro de Jesus de Aveiro, a solicitar a confirmação de vários documentos 29 de Janeiro de 1791 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 14 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 30,5 x 21 cm Junta das Confirmações Gerais PT/MA/MAN 12 Documento certificando que na Secretaria da Junta das Confirmações Gerais se encontram vários pedidos de confirmação de documentos, no total de vinte e nove. Este certificado contém um resumo desses vinte e nove documentos, nomeadamente: carta de concessão de licenças de D. Afonso V ao Mosteiro de Jesus de Aveiro; carta de concessão de esmolas destinadas a compra de bens para o mosteiro e freiras de Aveiro; carta de autorização de posse de bens cedidos ao Mosteiro de Aveiro; cartas a solicitar posse de bens doados ao Mosteiro de Aveiro; cartas de privilégios atribuídos aos caseiros e lavradores durante o desempenho de diversos ofícios nas dependências do Mosteiro de Aveiro. Assinado e datado: Lisboa a vinte/ enove de Janeiro de mil setecentos noventa/ ehum ( )/ Joze Antonio Rodrigues. O papel contém marca de água constituída por escudo coroado e as iniciais A P. 105 Requerimento do procurador da Vila de Aveiro a solicitar que os presos condenados ao degredo sejam levados 1661 Papel manual avergoado de coloração amarela com selo timbrado de p. Letra manuscrita a tinta sépia e tinta ferrogálica 31,5 x 22 cm Procurador da Vila de Aveiro PT/MA/MAN 13 Requerimento, com despacho e selo de despesa com o valor de quarto de dez réis, que remete para o provedor e irmãos da Misericórdia de Aveiro. Refere 125
128 que os presos condenados ao degredo custam muito a sustentar, e pede que os levem, queixando-se dos meirinhos da Relação do Porto. Tem anotação com data 23 de Setembro de No verso tem texto assinado por Paulo de Carvalho e João ( ) Barreto. Letra impressa a tinta de carbono preta com dados manuscritos a tinta ferrogálica 30 x 22,5 cm Câmara Municipal de Aveiro PT/MA/MAN 14 Recibo relativo a pagamento efetuado por Jerónimo Gomes Miranda, sem quantia designada, à Secretaria da Câmara de Aveiro. Documento sem assinaturas do tesoureiro, presidente e secretário, e com carimbo real a tinta de carbono preta na margem superior, com representação de águia real. 106 Recibo relativo a pagamento efetuado por Jerónimo Gomes ao tesoureiro do Município de Aveiro [18--] Papel manual avergoado impresso e timbrado 1 p. 107 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca pelo Bispo Eleito de Aveiro 5 de Maio de 1844 Papel mecânico de coloração amarela com selo branco 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 25 x 19,5 cm Bispo de Aveiro PT/MA/MAN 15 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca D. Francisco de São Luís Saraiva pelo Bispo de Aveiro D. António, a manifestar pesar e sentimentos, depois do conhecimento do golpe fatal que feriu Vossa Eminência. Datada de: Aveiro 5 de Maio/ de Tem selo branco no canto 126
129 superior esquerdo, com a palavra PORTO. 108 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca pelo Bispo Eleito de Aveiro 29 de Dezembro de 1844 Papel mecânico de coloração azul com selo branco 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27 x 21 cm Bispo de Aveiro PT/MA/MAN 16 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca D. Francisco de São Luís Saraiva pelo Bispo de Aveiro D. António, a manifestar o respeito e votos que a Igreja Lusitana possa contar com tão esclarecido, virtuoso e respeitável chefe por longos anos. Datada de Aveiro 29 de/ Dezº. de Tem selo branco no canto superior esquerdo, em forma de grinalda, com a palavra BATH. 27 x 21 cm s/a PT/MA/MAN 17 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca D. Francisco de São Luís Saraiva pelo Bispo de Aveiro D. António, dando-lhe conta das suas preocupações a propósito da sua nomeação como Bispo de Aveiro. Datada de: Aveiro 19 de/ Janr o. de Tem selo branco no canto superior esquerdo, em forma de grinalda, com a palavra BATH. 109 Carta dirigida ao Cardeal Patriarca pelo Bispo Eleito de Aveiro 19 de Janeiro de 1845 Papel mecânico de coloração azul com selo branco 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 110 Carta de D. José I dirigida ao Conde de Aveiras, a comunicar a sua decisão de impor uma contribuição para as obras de abertura da barra da Vila de Aveiro 23 de Outubro de
130 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 3 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34 x 22,5 cm Rei D. José I PT/MA/MAN 18 Carta de D. José I dirigida ao Conde de Aveiras, após consulta da Mesa do Desembargo do Paço, comunicando a resolução de que a Villa de Aveiro, e seus Ramos, e toda a Comarca de Esgueira contribuísse com um real em cada quartilho de vinho e arrátel de carne, para a obra da abertura da barra de Aveiro. A carta refere ainda que o superintendente desta obra, o Bacharel João da Fonseca da Cruz, há-de entrar nas terras do Conde de Aveiras, para proceder a estas cobranças, sem embargo das doações do referido conde. A carta, que dobrada forma o próprio envelope, tem no exterior o selo real, assim como o remetente e o destinatário: Por El Rey/ AoConde de Aveiras D. Duar-/ te da Camera, do seu Conselho. O papel contém marca de água constituída por brasão real e contramarca G B. impor uma contribuição para as obras de abertura da barra da Vila de Aveiro 23 de Outubro de 1755 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 34 x 22,5 cm Rei D. José I PT/MA/MAN 19 Carta de D. José I dirigida ao Duque de Lafões, após consulta da Mesa do Desembargo do Paço, comunicando a resolução de que a Villa de Aveiro, e seus Ramos, e toda a Comarca de Esgueira contribuíssem com um real em cada 111 Carta de D. José I dirigida ao Duque de Lafões, a comunicar a sua decisão de 128
131 quartilho de vinho e arrátel de carne, para a obra da abertura da barra de Aveiro. A carta refere ainda que o superintendente desta obra, o Bacharel João da Fonseca da Cruz, há-de entrar nas terras do Conde de Aveiras, para proceder a estas cobranças, sem embargo das doações do referido duque. A carta, que dobrada forma o próprio envelope, tem no exterior o selo real, assim como o remetente e o destinatário: Por El Rey/ Ao Honrado Duque de Lafoens,/ seu muito amado, e prezado Primo. O papel contém marca de água constituída por brasão real e contramarca G B. tirada dos livros do tabelião Pedro Afonso pelo tabelião que lhe sucedeu Rodrigo Ribeiro, a pedido do corregedor Álvaro Diniz. Na margem do pé tem sinal do tabelião. O pergaminho tem diversas anotações no verso, nomeadamente: Cartadevenda q fez jorje Af-/ fonco oleyro a Prioresa Maria/ deatayde de humchão pegado na/ cerca do convento por 1300 feyta/ pello T am Pedro Affonço em dez/ dez bro. de Carta de venda de Jorge Afonso, oleiro, à prioresa Maria de Ataíde 12 de Setembro de 1487 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 53 x 37 cm Tabelião Rodrigo Rjbejro PT/MA/MAN 20 Carta de venda que fez Jorge Afonso, oleiro, e sua mulher Catarina Dias à prioresa do Convento de Jesus, Maria de Ataíde, de um chão pegado à cerca do convento, por mil e trezentos reais, assinada pelo tabelião Pedro Afonso em 12 de Setembro de Esta venda foi SANTOS (1963, 1967), vol. I, p. XXII, vol. II, pp Traslado do testamento de João de Freitas 129
132 25 de Outubro de 1484 Pergaminho de coloração amarela 1 p. Letra manuscrita gótica a tinta sépia 81 x 74 cm Tabelião João de Aveiro PT/MA/MAN 24 Treslado Em publica forma do Testam o / de João de Freytas, escudr o da Infanta D./ Joanna feyto em ailha desantiago e por/ elle deyxa ao conv to. de Jezus as fazendas/ q tem em Aveyro com obrigação de vinte/ missas em cada anno. foy feyto o Testam o./ em 25 de O bro. de 1484 e este instrom to. Fez/ João de Avr o. Tabaleão na d a v a, segundo a anotação no verso do manuscrito. O pergaminho tem a forma de pele de animal, e está dobrado em quatro. SANTOS (1963, 1967), vol. I, pp. XXII e XXVII. 114 Carta e certidão sobre a inexistência de dinheiro nos cofres do Julgado de Avelãs de Caminho 22 de Março de 1833 Papel manual avergoado de coloração amarela 3 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Juiz ordinário de Avelãs de Caminho PT/MA/MAN 26_1 Este manuscrito é composto por dois documentos. Um destes é uma carta dirigida ao provedor da Comarca de Aveiro, enviada pelo juiz ordinário de Avelãs de Caminho, relativa aos fundos existentes nos cofres do Julgado de Avelãs de Caminho. Esta carta foi assinada pelo provedor e pelo juiz ordinário Manoel Santos, em 22 de Março de O segundo documento é uma certidão assinada pelo Escrivão da Camera Publico Judicial Manoel Ferreira, certificando a inexistência de dinheiro nos cofres do Julgado de Avelãs de Caminho, em 22 de Março de Este documento remete para rendimentos e despesas com a Ponte de Santo António da mesma vila, tendo sido gasto todo o dinheiro de Avelãs de Caminho com a 130
133 reedificação da dita ponte, que ameaçava total ruína. 115 Carta e certidões 16, 18, 19 e 20 de Março de 1833 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 11 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Distritos da Comarca de Aveiro PT/MA/MAN 26_2 Certidões variadas relativas aos fundos existentes nos cofres públicos da vila de Oliveira de Azeméis, acrescidos de juros e despesas, datadas de 16, 18 e 19 de Março de Faz-se referência a despesas com umas instalações prisionais alugadas, e aos respectivos impostos em cofre da câmara, com destino a serem aplicados nas obras da respectiva Casa da Câmara e cadeia. Estas certidões remetem para a responsabilidade de José Carneiro Guimarães, escrivão da Câmara da Vila de Oliveira de Azeméis, de Vitorino José de Lemos Vasconcelos, escrivão da Real Fazenda na vila de Oliveira de Azeméis, e de José Maria de Sousa e Oliveira, juiz de fora. Outro documento dirige-se a D. Miguel I, dando conta da inspecção aos cofres da Vila de Ovar e informando não existir dinheiro algum, e está assinado por António José de Sousa Pinto Basto, juiz de fora da Vila de Ovar, em 16 de Março de Um último documento refere-se a cofres públicos de Estarreja e seus arredores, assinado pelo juiz ordinário em 20 de Março de O papel do primeiro grupo de documentos tem marca de água constituída por armas de Portugal e letras MOURAO, e contramarca ALMASSO PORTUGES. O último documento tem marca de água P & C e contramarca LOUZAA. 116 Carta e certidão da vila de Ílhavo 14 de Março de 1833 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 3 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Distrito de Ílhavo PT/MA/MAN 26_3 Carta do Juiz pela Ley de Ílhavo ao provedor da Comarca de Aveiro, referindo não existirem fundos nos cofres públicos da sua jurisdição, e remetendo a certidão comprovativa. Esta certidão é assinada por José Maria da Silva Jurado, escrivão da vila de Ílhavo. Os documentos datam de 14 de Março de O papel tem marca de água 131
134 constituída por armas de Portugal e a contramarca ALMASSO OLEIRO. 117 Carta dirigida ao provedor da Comarca de Aveiro 14 de Março de 1833 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Superintendente das obras da Barra PT/MA/MAN 26_4 Resposta ao ofício de 11 de Março de 1833 do Ill mo. S r. D r. Provedor/ da Com ca. d Aveiro, sobre informação prévia a Sua Majestade no dia 10, relativa ao dinheiro do cofre da Barra. Assinada pelo superintendente das obras da Barra José Homem Correa Telles. O papel tem marca de água constituída pelas letras P & A e a contramarca P. DE BRANDAÕ. 118 Carta do provedor da Comarca de Aveiro 12 de Abril de 1833 Papel manual avergoado de coloração amarela 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Comarca de Aveiro PT/MA/MAN 26_5 Carta dirigida ao Senhor Presidente e Membros da Comissão Criada pelo Real Decreto de 2 de Março de 1833, pelo provedor da Comarca de Aveiro, acerca dos dinheiros públicos que não tiveram aplicação em obras públicas. Documento datado de 12 de Abril de 1833, com a assinatura do provedor da comarca Luís Manuel Ferreira da Veiga. Contém a anotação Respondido em 22/ d Abril de 1833, no canto superior esquerdo. O papel tem marca de água P & C e contramarca LOUZAA. 119 Certificado e Tabella do Estado da Cobrança dos Rendimentos Reaes a Cargo do Provedor da Comarca de Aveiro/ na 2ª semana do Mez de Abril de Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 3 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica e impressa a tinta de carbono preta 31 x 21,5 cm Comarca de Aveiro PT/MA/MAN 26_6 Esta peça é constituída por dois documentos. O primeiro é um certificado do dinheiro existente em depósito, 132
135 proveniente da renda da colecta dos carros aplicada para as calçadas da cidade de Aveiro, assinado pelo escrivão da Comarca de Aveiro, Francisco António de Almeida, a de 13 de Março de O segundo documento é a Tabela do Estado da cobrança dos rendimentos reais a cargo do provedor da Comarca de Aveiro na 2ª semana do mês de Abril de 1833, assinada pelo provedor da comarca Luis Manoel Ferreira da Veiga e pelo escrivão da provedoria Francisco Jozé de Pinho Ravára, a 12 de Abril de O papel tem marca de água constituída pelas letras RIO MAIOR. 120 Protestos dos Povos/ contra a entrada da/ Princeza Santa Joanna/ em Religião./ Em [18--] Papel manual avergoado de coloração amarela 14 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 20,9 x 15,4 cm s/a PT/MA/MAN 26_7 Traslado do Instrumento dos Protestos que fizerão no anno/ de 1471 os Procuradores das Cidades e Villas/ contra a entrada da Princeza S. Joanna em/ Religião. (Archiv. Real). O original deste documento, que contém os protestos dos procuradores de cidades e vilas, e as respostas de D. Filipa (tia da Princesa Santa Joana) e da Abadessa de Odivelas a estes protestos, foi copiado para a cidade de Santarém, pelo Notairo Geral de D. Afonso V, de documento no Maço 2º. do Supplemento de Cortes./ Num. 11. Tem uma anotação a lápis no final do texto a tinta: Cópia do original do Cardial Saraiva. O papel contém marca de água constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso. 133
136 121 Copia do Alvara de Confirmação/ de S. M e. Imperial e Real o S r. D. João/ Sexto, do Padrão de =60$000r e./ e 24 alqr es. de Azeite em cada hum/ anno na Prebenda de Coimbra/ [18--] Papel manual avergoado de coloração amarela 4 p. Letra manuscrita a tinta sépia 31 x 21,5 cm s/a PT/MA/MAN 26_8 Dois traslados do mesmo documento, relativo ao dinheiro proveniente de ordinárias pensões e esmolas lançadas anualmente na folha de ordenados das Comarcas de Coimbra e de Aveiro, confiscado por José Mascarenhas (Duque que foi de Aveiro) no ano de 1824, nomeadamente reis para a abadessa e religiosas do Convento de Jesus de Aveiro, oito alqueires de azeite para a lâmpada do Santíssimo Sacramento e dezasseis alqueires de azeite para a lâmpada de Nossa Senhora do Rosário. Estes traslados foram realizados a partir de um traslado realizado em Coimbra a 19 de Fevereiro de 1825, do original de 9 de Dezembro de No verso do último fólio contém a anotação a tinta ferrogálica: Copia do Alvara de Confirmação/ de S. M e. Imperial e Real o S r. D. João/ Sexto, do Padrão de =60$000r e./ e 24 alqr es. de Azeite em cada hum/ anno na Prebenda de Coimbra/ O papel contém marca de água constituída por P & C no centro de um dos fólios do bifólio e LOUZÃ 1823 no centro do outro fólio. 122 Conjunto de documentos referentes à saída da clausura de Soror D. Teodora Perpetua do Sacramento, religiosa professa do Convento da Madre de Deus de Sá 5 de Agosto de 1783, Junho de 1802, Agosto de 1803 Papel manual avergoado de coloração amarela 9 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Convento da Madre de Deus de Sá de Aveiro PT/MA/MAN 26_9 Este conjunto de documentos refere-se à saída de clausura de soror Teodora Perpétua do Sacramento por três vezes, para tratamento de doença, com banhos. Contém documento a autorizar a saída por um ano, com obrigações da dita soror, dos seus parentes e das criadas, assinada por Luís José dos Santos, ajudante da Câmara Eclesiástica, a 5 de 134
137 Agosto de Compreende também documentos relativos a novo pedido de saída em 1802, e um terceiro pedido de saída em Estes dois últimos pedidos são acompanhados de atestado passado pelo médico da Câmara da Cidade de Aveiro e do Convento das Religiosas da Madre de Deus de Sá, José Pereira da Cunha, Bacharel formado em Medicina. O papel destes documentos apresenta várias marcas de água. Os fólios usados nos pedidos de 1802 e 1803 são em papel timbrado de 10 reis. 123 Parte de livro da Misericórdia da Vila de Aveiro Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica e tinta de carbono 28 x 20,5 cm Casa da Misericórdia da Vila de Aveiro PT/MA/MAN 26_10 Documento incompleto, constituído por três bifólios com numeração 43 a 45 e 68 a 70, que deveria pertencer a um códice. Refere-se a reuniões na Mesa do despacho da Casa da Misericórdia e a decisões tomadas e assinadas pelos presentes, com datas de 1606 e No verso do fólio 70 contém a anotação: Este livro dos acordos/ desta santa comfraria/ tem setemta follhas/ todas anumeradas por/ mim ano de Esta anotação indica que este livro se começou a escrever em O papel contém marca de água não identificada. 124 Requerimento dos irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 1711 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Santa Casa da Misericórdia de Aveiro PT/MA/MAN 26_11 Requerimento dos irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, a solicitar indulgência para todas as pessoas que visitarem a imagem do senhor Ecce Homo, que está na Igreja da dita Santa Casa. A resposta a esta petição foi escrita no próprio requerimento, a 4 de Dezembro de 1711, e concede a indulgência pedida, na condição de ser rezado um Pai Nosso e uma Avé Maria de joelhos, diante do altar da imagem do Ecce Homo. O papel tem marca de água constituída por escudo coroado com cruz latina ao centro, as letras GD dentro de 135
138 um círculo por baixo, a letra P dentro de outro círculo por baixo do anterior. 125 Escritura 30 de Julho de 1811 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 8 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21,5 cm Cartório de José Ferreira da Silva PT/MA/MAN 26_12 Este documento é uma escritura de renovação de prazo de umas casas e suas pertenças, em Lisboa, realizada por António de Almeida, procurador de José Anacleto da Veiga Coelho (procuração de 7 de Janeiro de 1776), a Teodora Jacinta e a sua irmã Josefa Maurícia. Assinado por José Ferreira da Silva, em 30 de Julho de O papel tem marca de água constituída por três circunferências dispostas na vertical, encimadas por uma cruz, e contramarca GHIGLIOTTI. 126 Documento de arrendamento 18 de Julho de 1592 Papel manual avergoado de coloração amarela 7 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 28 x 18 cm Câmara de Aveiro PT/MA/MAN 26_13 Documento de arrendamento da Renda de buzios em tonelladas em verde pezo a quem mais desse, realizado na presença dos vereadores da câmara Tomé André Magalhães e António Gomes Servelo e do procurador do conselho António Rangel, que garantiram que a renda referida pertencia à Câmara de Aveiro. Arrendamento feito a Fernão André, que fez o maior lanço. 127 Duas cartas dos Irmãos da Meza da S ta Caza da Miz da da V a de Av ro 1713 e 1720 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 30 x 20,5 cm Santa Casa da Misericórdia de Aveiro e Bispado de Coimbra PT/MA/MAN 26_14 Este documento é constituído por duas cartas dos irmãos da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro dirigidas ao bispo-conde, referindo-se à procissão da noite da Quinta-feira Santa, onde vão sete bandeiras e com cada uma dois 136
139 sacerdotes, aos quais se dá esmola e uma vela. Queixam-se dos sacerdotes que faltaram nos anos passados, com desculpas e pretextos. As respostas, dadas nas próprias cartas, são datadas de 30 de Março de 1713 e de 12 de Março de O papel tem marca de água constituída por escudo com cruz latina ao centro e coroado, com dois círculos por baixo, tendo as letras GD dentro de um a letra P dentro de outro. 128 Carta de Luís Pereira das Neves 13 de Janeiro de 1857 Papel mecânico de coloração amarela 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 21 x 13,5 cm Luís Pereira das Neves PT/MA/MAN 26_15 Carta de Luís Pereira das Neves a acusar a recepção de quatro números do Jornal Rey e Ordem, comunicando que as suas circunstâncias presentes não lhe permitem continuar a assinatura do jornal, pese embora partilhe das doutrinas dele. 129 Carta dirigida ao provedor da Comarca de Aveiro 15 e 27 de Março de 1833 Papel manual avergoado de coloração amarela 3 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21 cm Juiz de fora de Angeja Domingos Libório de Lima e Lemos PT/MA/MAN 26_16 Carta dirigida ao provedor da Comarca de Aveiro, pelo juiz de fora de Angeja, Domingos Libório de Lima e Lemos, datada de 27 de Março de Esta carta está acompanhada de uma certidão datada de 15 de Março de 1833, assinada por Domingos Libório de Lima e Lemos e por João Pedro Laborinho de Lima, na qual se referem os fundos que há nos cofres das vilas da sua jurisdição. O 137
140 papel tem marca de água constituída por P & C no centro de um dos fólios do bifólio e LOUZAA no centro do outro fólio. 130 Carta dirigida ao Contador Fiscal Agosto de 1834 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 1 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 21 cm Maria Isabel Correia de Figueiredo e Joana Maria Correia PT/MA/MAN 26_17 Requerimento de D. Maria Isabel Correia de Figueiredo e D. Joana Maria Correia, viúva e filha de Custódio da Cunha Ribeiro, alferes da Companhia de Veteranos de Aveiro, declarando que pelos documentos e habilitações juntas têm direito a um determinado rendimento que lhes pertence do seu defunto marido e pai. Datado de 5 de Agosto de O verso deste requerimento contém a confirmação deste direito pela Contadoria Fiscal, datada de 22 de Agosto de No cimo do requerimento está o despacho do mesmo, datado de 23 de Agosto de O papel contém a marca de água ALMASSO PORTUGUEZ Carta 23 de Setembro de 1814 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31 x 22 cm Santa Casa da Misericórdia de Aveiro PT/MA/MAN 26_18 Carta de resposta a ofício dirigido ao provedor e irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, a propósito do coro regular e das missas diárias cantadas, na Igreja da Santa Casa da Misericórdia. Datada de 23 de Setembro de 1814, e assinada pelo Provedor e mais Irmãos/ Deputados da Meza da S ta./ Caza da Mezericordia da Cid ade / d Aveiro. O papel tem marca de água constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso
141 Conjunto de documentos de posse do Morgado e Padroado de Santa Maria de Pigeiros 1749 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 9 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 32 x 22,5 cm Vários PT/MA/MAN 27_1 Requerimento de tomada de posse do Morgado e Padroado de Santa Maria de Pigeiros, da Quinta da Cruz e do Morgado de S. Martinho de Argoncilhe, por Manuel Alberto da Rocha, do Porto, tornando-se o administrador legítimo dos mesmos, dizendo que seu irmão Francisco Joaquim da Rocha Tavares desisitiu dos referidos morgados, na forma de escritura junta. Tem despacho especificando que se notifiquem os caseiros para o pagamento dos foros e pensões. Contrato de transacção entre Manuel Alberto da Rocha e seu irmão Francisco Joaquim da Rocha, em que este desiste da posse que tomara do Morgado de Pigeiros, do Padroado da Santa Igreja de Pigeiros, da Quinta da Cruz e do Morgado de S. Martinho de Argoncilhe, em 21 de Janeiro de Procuração de Manuel Alberto da Rocha a Miguel Gomes de Resende, de Santa Maria de Arrifana, para tomada de posse do Morgado e Padroado da Pigeiros e da Quinta da Cruz, datado de Fevereiro de 1749 e assinado por Alberto da Rocha. Contém ainda dois autos de posse de Manuel Aberto da Rocha Tavares do Padroado da Igreja de Santa Maria de Pigeiros e do Morgado da freguesia de Pigeiros, em 8 de Fevereiro de No verso do último fólio do requerimento tem duas anotações: Pose da Ig ra. e / do Porto/ E Escript as de Fran co ; Pigeiros,/ Auto de posse que/ tomou o Morgado M el./ Alberto do Morgado de/ Pig e r s., e de S. Mar to. de/ argon ce. O papel contém várias marcas de água não identificadas. 139
142 133 Documento de posse do Padroado de Pigeiros 13 de Julho de 1633 Papel manual avergoado de coloração amarela 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27,5 x 21 cm Francisco Tavares da Rocha PT/MA/MAN 27_2 Documento de posse do Padroado de Pigeiros, pelo procurador de Francisco Tavares da Rocha, por este ser o familiar mais chegado por linha masculina da Sr.ª Jerónima da Rocha, falecida no mesmo dia 13 de Julho de No verso do segundo fólio tem a anotação: Pigeiros/ Poce que tomou/ Fran co. da Rocha do/ Padroado de Pigr os./ mais Mandou Pra/ zos da m ma. freg a. 134 Carta 18 de Setembro de 1834 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 23,5 X 19 cm Francisco José Pereira PT/MA/MAN 27_3 Carta de Francisco José Pereira dirigida a Manuel Maria da Rocha, referente a um empréstimo. Datada de 18 de Setembro de 1834 em Aveiro. O papel tem marca de água no centro do bifólio constituída pelas letras HAYES SON & MC CALLUM Certificado de posse do Padroado de Pigeiros 5 de Abril de 1842 Papel manual avergoado de coloração azul com marca de água 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 30 x 20 cm Escrivão e tabelião Inácio Joaquim da Fonseca PT/MA/MAN 27_4 Certificado passado a pedido do Morgado Manuel Maria da Rocha Colmieiro, pelo escrivão e tabelião Ignacio Joaquim da Fonseca, em como lhe foi apresentado pelo dito morgado o Tombo do seu vínculo de Santa Maria de Pigeiros, onde se reconhecia que ele Morgado Manuel Maria da Rocha Colmieiro era Padroeiro in Solidum da Abadia de Santa Maria de Pigeiros e administrador dos vínculos de Pigeiros. No final está assinado pelo escrivão e tabelião de Ovar Ignacio Joaquim da 140
143 Fonseca, e pelo Morgado Manuel Maria da Rocha Colmieiro, em 5 de Abril de Todos os fólios contêm três selos brancos na margem superior. O papel tem marca de água constituída pelas letras LOUZAA 1840 no centro do fólio, e pelas letras CREDITO PUBLICO na zona inferior do fólio. 136 Certificado do Prazo da Alagoella 30 de Dezembro de 1783 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 11 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 31,5 X 22 cm Escrivão de Eixo Manuel Coelho de Magalhães PT/MA/MAN 27_5 Certificado de posse do Prazo de Alagoela, passado por Manuel Coelho de Magalhães, escrivão do Almoxarifado e da Vila de Eixo, a pedido de D. Joana Angélica de Moura Coutinho Almeida de Eça, filha de Álvaro Coelho de Figueiredo e Vasconcelos de Esgueira. Assinado por Manuel Coelho de Magalhães, em 30 de Dezembro de No verso do último fólio tem a anotação: Eixo e Villa/ de Esgr a./ Prazo q. fez S./ Alteza R / a Henrique de/ Almeida da Villa de/ Esgr a. feito aos 9/ de Fevr o. de 1499/ de hua terra lhama/ da de Alagoella. O papel tem marca de água constituída por flor-de-lis coroada. 137 Certificado de posse do Padroado e terras de Pigeiros 4 de Maio de 1599 Papel manual avergoado de coloração amarela 16 p. Letra manuscrita a tinta sépia 27 x 19,5 cm Tabelião Francisco Borges PT/MA/MAN 27_6 Certificado da tomada de posse do Padroado e terras de Pigeiros por Jerónima da Rocha, remetendo para o Conde da Vila da Feira D. João Forjaz Pereira de Menezes, e para o tabelião nomeado Ambrósio de Matos Soares. Datado na primeira página: no anño do/ nacimento de nosso snor Jsu Xpo de/ mill e quinhentos e noventa e nove annos/ aos quatro dias do mês de Maio do dito anño ( ). No verso do último fólio tem a anotação: Pigeiros/ Poçe q. tomou Je/ ronima da Rocha/ do Padroado e mais/ Cazais de Pig o r s. Este manuscrito foi foliotado a tinta sépia no canto superior direito, começando no primeiro fólio com o número
144 138 Certidão de título, petição e auto de posse da Igreja de Santa Maria de Pigeiros 9 de Março de 1813 Papel manual avergoado de coloração azul 8 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 30 x 19,5 cm Bispado do Porto PT/MA/MAN 27_7 Certidão de auto de apresentação do reverendo Francisco da Costa Barbosa, como Abade da Abadia de Santa Maria de Pigeiros. O auto de apresentação foi assinado por Manoel Maria da Rocha Tavares Pereira Corte Real (fidalgo da Casa Real, Morgado de Ovar, de S. Martinho de Argoncilhe, de Castelões, de Cambra e de Pigeiros, e Padroeiro in Solidum da Abadia de Santa Maria de Pigeiros), em 19 de Janeiro de Esta apresentação foi confirmada a 3 de Fevereiro de 1813 pelo Bispo do Porto. E foi passada certidão do título, petição e auto de posse em 9 de Março de 1813, por António José de Oliveira, escrivão ajudante da Câmara Eclesiástica do Bispado do Porto. No verso do último fólio tem a anotação: Titulos d apresentação/ e confirmação da/ Igreja de Pigeiros/ no Reverendo Fran co./ da Costa Barbosa. 139 Requerimento, notificação e certidão comprovativa de não conciliação das partes sobre uma dívida Julho de 1835 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 2 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 29 x 20,5 cm Juízo de Paz da freguesia de Milheiros de Poiares PT/MA/MAN 27_8 Requerimento de Manuel Maria da Rocha Colmeiro, Morgado de Ovar, ao 142
145 juiz de paz Crispim José Borges de Castro, a solicitar o pagamento de uma dívida de Maria Francisca, viúva de António Francisco. Este documento é assinado pelo procurador João Homem de Sá Barreto em 20 de Julho de Segue-se a notificação da viúva em 21 de Julho de 1835, assinada por Joze Leite de Rezende Leão, escrivão do Juízo de Paz da freguesia de Milheiros de Poiares, e por Joze Bernardo de Oliveira e Fran co. Joze Leite. Sucede-se a certidão comprovativa de não conciliação das partes, reunidas a 24 de Julho de 1835 no lugar de Mamoa da freguesia de Milheiros de Poiares. Estavam presentes o procurador do Morgado de Ovar, Manuel José da Cunha Sampaio em representação de João Homem de Sá Barreto e Maria Francisca. Indicam-se como testemunhas o padre Manuel José de Oliveira Nogueira e Francisco Ferreira de Azevedo. Esta certidão foi assinada pelo escrivão José Leite de Resende Leão e pelo juiz de paz Crispim José Borges de Castro. O papel selado de 20 reis tem marca de água, constituída por um escudo com águia (brasão dos Magnani) e as letras GIOR MAGNANI por baixo, e com a contramarca ALMASSO. Estas marcas resultam da associação do fabricante de papel Giorgio Magnani com Antonio Arrigoni em 1783, que criaram uma nova fábrica de papel denominada Al Masso. 140 Artigos para embargar a renúncia da Igreja de Santa Maria de Pigeiros 1636 Papel manual avergoado de coloração amarela 8 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 29 x 21 cm s/a PT/MA/MAN 27_9 Embargo por ofício de António Vieira, relativo à igreja de Santa Maria de Pigeiros do Bispado do Porto. Certidões e oposições para embargar a renúncia da Igreja de Santa Maria de Pigeiros. O verso do último fólio tem as seguintes anotações: Pigeiros/ opozição do Mor/ gado a Renuncia/ da Abbadia de Pigºr..; Artigos pª. embargar/ a renuncia da Igrª. de/ Pigr os./ Cuja quinta se cha/ mava dantes Paso de/ Pereira. 141 Carta de doação 9 de Abril de 1652 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 4 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27 X 21 cm 143
146 Comarca da Vila de Esgueira PT/MA/MAN 27_10 Carta de doação de João Soares Coelho e de sua irmã Jerónima Coelho a seu meio irmão Salvador de Matos Soares e sua filha Maria Soares, de Casal em Manhouce (freguesia de Arrifana) e da Comenda da Quinta de Rio Meão e suas pertenças, reservando o usufruto enquanto fossem vivos. Assinado pelo tabelião João de Almeida sendo testemunha o padre Gonçalo Fernandes. Datado na primeira página: ( ) mil eseis sentos ecincoenta e dous annos/ em os nove dias domes deabril do/ ditto anno ( ). O papel tem marca de água não identificada. Este manuscrito foi foliotado a tinta de carbono preta no canto superior direito, com os números 20 a Comprovativo de partilha de bens de Salvador de Matos Soares e sua mulher 20 de Janeiro de 1660 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 20 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27 X 21 cm Juiz de Ovar Francisco Barbosa da Cunha PT/MA/MAN 27_11 Comprovativo de partilha de bens de Salvador de Matos Soares e sua mulher, moradores na Vila de Ovar, por Francisco Barbosa da Cunha, juiz ordinário e dos Foros da Vila de Ovar. Remete para a Condessa da Vila da Feira Joana Forjaz Pereira de Meneses e Silva. Documento timbrado no primeiro fólio com selo de 40 reis de O papel tem marca de água constituída por três circunferências sobrepostas na vertical, encimadas por uma coroa. Este manuscrito foi foliotado a tinta de carbono preta no canto superior direito, com os números 38 a Prazo que fas o Real Mostr o. de Grijo por/ Seu Procurador geral de huas terras chama-/ das a quebrada de baixo e quebrada de Riba/ Sitas no lugar de Degarci da freguesia de/ Valga a Manoel Alberto da Rocha Tavares/ Pr a. e a Sua m er. Dona Brites Margarida/ Pinto Soares 13 de Agosto de 1777 Papel manual avergoado de coloração amarela com marca de água 16 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27 X 21 cm Tabelião José António Pereira PT/MA/MAN 27_12 Escritura de emprazamento das terras Quebrada de Baixo e Quebrada de Cima, 144
147 sitas na freguesia de Válega, celebrada entre o procurador-geral do Mosteiro de Grijó e Manuel Alberto da Rocha Tavares Pereira (Padroeiro in Solidum de Santa Maria de Pigeiros) e sua mulher D. Brites Margarida Pinto Soares, moradores na freguesia de Santa Maria de Arrifana. Assinada pelo tabelião José António Pereira. O papel tem marca de água localizada no canto de alguns fólios, constituída por três letras G C F. 27 X 21 cm s/a PT/MA/MAN 27_13 Relatório sobre o direito de propriedade, e o abuso que se tem feito do Decreto de 13 de Agosto de 1832, no qual foi lavrada legislação sobre o fim dos bens da Coroa. Este relatório inclui uma proposta de projecto de lei sobre os bens particulares. O documento não está assinado, nem datado. Contém selo branco no canto superior esquerdo. 144 Relatório e proposta de projecto de lei [18--] Papel mecânico de coloração azul 2 p. Letra manuscrita a tinta sépia 145 Carta de renúncia e doação de Morgado da Igreja de Santa Maria de Pigeiros 15 e 20 de Abril de 1627 Papel manual avergoado de coloração amarela 6 p. Letra manuscrita a tinta ferrogálica 27 X 21 cm Tabelião Francisco Ribeiro da Silva PT/MA/MAN 27_14 Carta de renúncia e doação do Morgado e demais propriedades da Igreja de Santa Maria de Pigeiros, por Jerónima da Rocha a Manuel da Rocha Tavares, seu parente mais chegado da linha dos Rocha. Assinada pelo tabelião Francisco Ribeiro da Silva. Segue-se o auto de posse do Morgado da Igreja de Santa Maria de Pigeiros, em 20 de Abril de 145
148 1627. O verso do último fólio tem as seguintes anotações legíveis: Poce do Padroado da/ Igreja de Pigeiros; Doação/ Poce do Padroado e Pra/ zos de Pigeiros/ Pigeiros; Pigeiros/ Pose do Padroado/ e mais Prazos. Este manuscrito foi rubricado por Araujo e foliotado, no canto superior direito. Tem cinco foliações diferentes que foram riscadas, excepto uma que tem os números 80 a
149 Documentação administrativa conventual do séc. XIX início do séc. XX Este grupo documental encontra o seu contexto de produção no período histórico do Liberalismo à 1ª República, na transição do séc. XIX ao 1º quartel do séc. XX. Trata-se de um tipo de documentação de conteúdo histórico sim, mas eminentemente administrativo, e de conteúdos algo repetitivos, pelo que, neste catálogo, e permitida agora a sua maior acessibilidade ao manuseamento do público investigador in loco no Museu de Aveiro, como no início deste trabalho foi referido, se lhe faz aqui apenas uma referência de conjunto. Trata-se de um espólio constituído por cerca de cento e cinquenta volumes, em papel, manuscritos, com encadernação de cartão. E a sua ordenação foi organizada pelas entidades promotoras dos documentos, com indicação das datas extremas a que a mesma se reporta. Nesta documentação, é frequente que a entidade produtora dos documentos se confunda com o nome oficial da mesma, e o do seu uso comum, o que acontece amiúde quando de Conventos ou Mosteiros se trata, de que é bom exemplo a documentação do antigo Convento de Jesus de Aveiro, para o qual são utilizadas indistintamente as designações: Mosteiro de Jesus, Mosteiro do Santo Nome de Jesus e Convento de Jesus, de Aveiro. Para esta documentação, optou-se assim por referir no item entidade promotora do documento, o nome tal como vem no volume em questão, sendo que, em contrapartida a documentação organizada por entidades promotoras apresenta em título os nomes oficiais ou comuns das referidas entidades, designadamente dos Conventos ou Mosteiros. Sendo assim, são entidades promotoras desta documentação conventual e administrativa as que se enumeram de seguida: - O Convento de Santa Maria de Arouca ( ) - O Mosteiro do Santo Nome de Jesus de Aveiro / Convento de Jesus de Aveiro (1735/ ; ; 1900 a 1923) - O Convento da Madre Deus de Sá de Aveiro / Convento de Sá ( ) - O Convento de São João Evangelista / Convento das Carmelitas de Aveiro ( ) - Outros Conventos: Convento de Santa Eufémia (Sátão/Viseu); Convento de Santa Teresa de Coimbra; Convento de São Bento de Avé Maria (Porto) 147
150 - Foros da Fazenda Nacional ( ) - Câmara da Vila de Esgueira - Legislação ( ). 148
151 FONTES E BIBLIOGRAFIA LEGISLAÇÃO 149
152 Fontes Crónica da Fundação do Mosteiro de Jesus de Aveiro e Memorial da Infanta Santa Joana Filha del Rei Dom Afonso V (final séc. XV - séc. XVI). Inventários do Museu de Aveiro Inventário das imagens, paramentos, alfaias e outros móveis, pertencentes ao convento de Jesus d Aveiro 4 de Março de Inventário adicional de uns armários pertencentes ao extinto Convento de Jesus de Aveiro, Termo suplementar da descrição e avaliação dos objectos pertencentes ao culto, do supprimido Real convento de Stª Joana, Inventário do Museu de Aveiro de Inventário do Museu de Aveiro de Museu regional de Aveiro 1956 (3º) / (3º - Inventário que remodela, completa e actualiza os dois anteriores). Inventários de Conventos extintos e outros espólios de Museu de Aveiro 1834 Inventários dos bens do extinto Convento de Nossa senhora da Misericórdia, da Ordem de S. Domingos de Aveiro, Inventário dos Bens (do) extinto Convento de Nossa Senhora do Carmo, da cidade de Aveiro, Inventário da Fábrica da Sé episcopal de Aveiro, Suprimido convento das Carmelitas da cidade de Aveiro, Inventário da Real Irmandade de Santa Joana Princesa de Aveiro, Bibliografia geral ANASTÁCIO, Vanda (ed.), Obras de Francisco Joaquim Bingre, col. Obras Clássicas da Literatura Portuguesa - séc. XVIII, 2 vols, Porto, Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (coord. ed.) e Lello Editores,
153 Bíblia Sagrada Edição Especial Comemorativa do 25º Aniversário da Constituição «Dei Verbum» do Vaticano II e da 1ª Edição da Bíblia Sagrada da Difusora Bíblica , Lisboa, Difusora Bíblica (Franciscanos Capuchinhos), CABRAL, Joaquim (org.), Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, Braga, editorial AO, Catálogo da Exposição de Arte Portuguesa em Londres, ( ), Londres, Royal Academy of Arts, Catálogo da Exposição Districtal de Aveiro promovida pelo Gremio Moderno em 1882, Porto, ed. Imprensa Commercial, CARDOSO; Paula Filipe Freire, A iluminura de Maria de Ataíde e Isabel Luís no Mosteiro de Jesus de Aveiro (c ), Dissertação de Mestrado em Arte, Património e Teoria do Restauro (orientado pelo Prof. Doutor Luís Urbano Afonso e coorientado pela Prof.ª Doutora Maria Adelaide Miranda), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa [texto policopiado] Lisboa, Setembro CHRISTO, António; GASPAR, Pe. João Gonçalves, Calendário Histórico de Aveiro, Aveiro, Câmara Municipal de Aveiro, Códices Iluminados até 1500 [em formato CD], s.l., MC / BN / Inventário do Património Cultural, s.d. CORBIN, Solange, Les livres liturgiques d Aveiro, Coimbra, Gráfica de Coimbra, COSTA JÚNIOR; Arménio Alves da, Mosteiro de Jesus de Aveiro - Tesouros Musicais: Ofícios Rimados e Sequências nos Códices Quatrocentistas - Dissertação para Doutoramento em Música e Artes do Espectáculo apresentada à Secção Autónoma de Comunicação e Artes da Universidade de Aveiro [texto policopiado], Aveiro, CUSTÓDIO, Delmira Espada, Livros de Horas dos séculos XV e XVI de origem flamenga em bibliotecas e instituições portuguesas: calendário e iconografia, in ROSA, Maria de Lurdes (coord.), D. Álvaro da Costa e a sua descendência, séculos XV-XVII: poder, arte e devoção, Lisboa, Instituto de Estudos Medievais (IEM)/ Centro de História de Além- Mar (CHAM)/ Caminhos Romanos, 2013, p ESTATUTOS da Real Irmandade de Sancta Joanna, Princeza de Portugal filha dél-rei D. Affonso V, Coimbra, Imprensa da Universidade, FARIA, Maria Isabel; PERICÃO, Maria da Graça, Dicionário do Livro Da escrita ao livro electrónico, Coimbra, Livraria Almedina Edª,
154 FERREIRA LIMA, Henrique de Campos, Francisco Joaquim Bingre Algumas notas bibliográficas e iconográficas, in Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. X, Aveiro, 1944, pp FERNANDES, Álvaro, O Cisne do Vouga Francisco Joaquim Bingre, in Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. V, Aveiro, 1939, pp , FREITAS, Joaquim de Mello, Feixe de motivos porque na parte nobre do convento de Jesus d Aveiro se deve instalar um museu districtal ou municipal, Aveiro, Campeão das Províncias, GASPAR, João Gonçalves, Diocese de Aveiro Subsídios para a sua História, 2ª ed. (Revista e atualizada), Aveiro, [s. n.], GOMES, Marques, e VASCONCELLOS, Joaquim, Catálogo da Exposição de Arte Religiosa no Colégio de Santa Joana Princesa em Benefício dos pobres, Aveiro, ed. Minerva Central, 1895., Exposição Districtal de Aveiro em Reliquias da Arte Nacional, Aveiro, Phototypias Inalteraveis de E. Biel e Cª, Gremio Moderno, GOMES, Marques, D. Manuel Corrêa de Bastos Pina, Bispo de Coimbra, Conde de Arganil Esboço Biographico, 2ª ed., Porto, Typographia Occidental, 1898., Edição Offerecida ao Collegio de Santa Joanna Princeza em Aveiro a 20 de Agosto de 1889, Porto, Typographia Occidental, 1889., História do Museu Regional de Aveiro ( ), Aveiro, Campeão das Províncias, 1921., Museu Regional de Aveiro, in Ilustração Moderna, Porto, ed. Marques Abreu, 1º ano 1926, nº 1, Maio, pp , nº 2, Junho, pp , nº 3, Julho, pp , nº 5, Setembro, pp Inventário dos Códices Iluminados até 1500, Vol. 2 Distritos de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu Apêndice - Distrito de Lisboa, Lisboa, Ministério da Cultura/ Biblioteca Nacional/ Inventário do Património Cultural, MADAHÍL, A. G. da Rocha, Breve Notícia da Crónica da Fundação do Mosteiro de Jesus, de Aveiro e da Infanta Stª Joana, filha d el-rei D. Afonso V, Aveiro, [s. n.],
155 , A Bula de Pio II de 16 de Maio de Pia Deo et Ecclesie desideria, in Arquivo do Distrito de Aveiro, Vol. XXXIII, nº 130, Aveiro, 1967, pp , Constituições que no século XV regeram o Mosteiro de Jesus, de Aveiro, da Ordem de São Domingos (1ª), in Arquivo do Distrito de Aveiro, Aveiro, vol. XVI, 1950, p , Constituições que no século XV regeram o Mosteiro de Jesus, de Aveiro, da Ordem de São Domingos (2ª), in Arquivo do Distrito de Aveiro, Aveiro, vol. XVII, 1951, p (Leitura, Revisão e Prefácio), Crónica da Fundação do Mosteiro de Jesus, de Aveiro, e Memorial da Infanta Santa Joana Filha del Rei Dom Afonso V, Aveiro, Ed. Do Prof. Francisco Ferreira Neves, Aveiro, 1939., Forais do Distrito de Aveiro Foral de Vilarinho do Bairro, in Arquivo do Distrito de Aveiro, Vol. IV, 1938, pp , Notícia do «Estro de Bingre» - (No Segundo Centenário do Nascimento do Poeta), in Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. XXIX, Aveiro, 1963, pp Madre Maria Ignez Champalimaud Duff Homenagem da Imprensa Periódica de Aveiro à sua Memória, Aveiro, ed. Typ. do Campeão das Províncias, MARQUES, Maria Alegria F. (nota introdutória, transcrição e glossário), Foral de Angeja 1514 [ed. fac-similada], Albergaria-a-Velha, Câmara Municipal de Albergaria-a- Velha/ Paredes, Reviver Editora, MARTINS, Mário, Ladainhas de Nossa Senhora em Portugal, in Lusitania Sacra, Lisboa, Tomo V, 1960/1961, pp MARTINEZ, Manuel; CABRAL, Joaquim (org.); SOARES, Matos (trad.), Novo Testamento, 3ª ed. (revista), Braga, editorial A O, MONTEIRO, Sílvia Marina Almeida, O Espólio de António Gomes da Rocha Madahíl e a sua importância para a História do Museu de Aveiro Relatório de estágio de Mestrado em História, especialização em Museologia, orientado pela Doutora Madalena Formigal Cardoso da Costa e co-orientado pelo Prof. Doutor Pedro Júlio Enrech Casaleiro, apresentado ao Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra [texto policopiado com 2 CDs anexos], Coimbra, Universidade de Coimbra, Museu de AVEIRO, col. Museus de Portugal, nº X, Lisboa, ed. Público, 1991, pp
156 NEVES, Francisco Ferreira, A fundação do Convento de Jesus de Aveiro, separata do Arquivo do Distrito de Aveiro, Aveiro, 1958, pp , Francisco Joaquim Bingre in As Ideias Liberais de José Maria Teixeira de Queirós, Pai do Romancista Eça de Queirós, Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. XL, Aveiro, 1974, pp , Subsídios para a História do Museu de Aveiro, in Arquivo do Distrito de Aveiro, Aveiro, 1975, vol. XLI, pp , IV Bula de Pio II em que se dá licença para se fundar o Mosteiro de Jesus, de Aveiro, in Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. XXIV, nº 95, Aveiro, 1958, pp O Foral Manuelina da Bemposta Oliveira de Azeméis [ed. fac-similada], Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, O Moribundo Cysne do Vouga Collecção de Algumas peças mais importantes extrahida das Obras Poéticas do Snr. Francisco Joaquim Bingre nos últimos momentos da sua vida, Porto, Typographia Commercial, QUADROS, José Reinaldo Rangel, AVEIRO origens, brasão, e antigas freguesias, col. Autores Aveirenses, Aveiro, Paisagem Editora, 1984., AVEIRO - Apontamentos Históricos [policopiado] Aveiro, ed REBELLO, João M. Pacheco Teixeira, Colecção completa de legislação eclesiastico civil, 3 vols, Porto, ROCHA, Hugo Cálão, O Convento da Madre de Deus de Sá em Aveiro dos Objectos às Devoções Um espólio do Museu de Aveiro - Relatório Final de estágio integrado no Mestrado em História e Património Ramo de especialização em Mediação Patrimonial [texto policopiado], Faculdade de Letras da Universidade do Porto, SANTOS, Domingos Maurício Gomes dos (s.j.), O Mosteiro de Jesus de Aveiro, vol. I / , vol. II / 1-2-3, Lisboa, Companhia de Diamantes de Angola, Museu do Dundo, 1963, Secretaria de Estado da Cultura/ Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro/ Inventário do Património Cultural, Inventário dos Códices Iluminados até 1500, Vol. 1 Distrito de Lisboa, Lisboa,
157 Solemne distribução de Premios no Collegio de Santa Joanna Princeza em Aveiro no dia 20 de Agosto de 1889, sob a Presidencia do Ex.mº e Revmº Sr. Bispo Conde, Porto, ed. Typographia Occidental, SOUTO, Alberto, AVEIRO, col. A Arte em Portugal, nº 16, Porto, ed. Marques Abreu, 1952., Museu de Aveiro, Aveiro, ed. Tipografia Nacional, TAVARES, José, Doutor José Maria Vilhena Barbosa de Magalhães - Sua actuação em favor do Museu de Arte de Aveiro, in Arquivo do Distrito de Aveiro, Aveiro, Aveiro, 1968, vol. XXXIV, pp , Um Inédito do Poeta Francisco Joaquim Bingre ( ), in Arquivo do Distrito de Aveiro, vol. XIV, 1948, pp TORRES JÚNIOR, BINGRE (Francisco Joaquim), in Enciclopédia Luso-Brasileira da Cultura, Lisboa, Ed. Verbo, vol. 3, col Periódicos Campeão das Províncias, Aveiro, 1 de Setembro de Webgrafia DRCC, MUSEU DE AVEIRO, Acervo histórico e documental manuscrito do Museu de Aveiro Séculos XV ao XX : 18:31 Legislação Legislação eclesiástico-civil do Liberalismo à Iª República e legislação museológica e do património da Iª República à actualidade. - Decreto de 31 de Julho de Decreto de 5 de Agosto de Decreto de 23 de Agosto de Decreto de 30 de Maio de Portaria de 4 de Junho de Portaria de 20 de Junho de
158 - Decreto de 14 de Julho de Decreto de 18 de Abril de Decreto de 10 de Outubro de Decreto de 23 de Outubro de Portaria de 26 de Outubro de Decreto de 16 de Junho de Decreto de 8 de Outubro de 1910, Ministério da Justiça / Direcção Geral dos Negócios da Justiça - Decreto de 31 de Dezembro de 1910, Ministério da Justiça - Decreto de 23 de Agosto de 1911 / Diário do Governo nº 198, de 25 de Agosto de 1911, (Secretaria da Comissão Jurisdicional dos Bens das Extintas congregações religiosas) - Decreto de 20 de Abril de Portaria de 16 de Junho de 1912, Direcção Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial (2ª repartição). - Portaria de 24 de Janeiro de Dário do Governo nº 291, de 16 de Dezembro de Decreto-Lei nº 1: 1700, de 18 de Dezembro de Decreto-Lei nº 20: 983, de 2 de Março de 1932 / Diário de Governo nº 57 de 2 de Março de Decreto de 6 de Maio de 1961, Ministério da Educação Nacional / Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes - Decreto-Lei nº do 2º Semestre de 1965, Ministério da Educação Nacional / Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes - Decreto-Lei nº 45/80 de 20 de Março, Diário da República, Iª Série, nº 67 de Decreto-Lei nº 47/2004, Diário da República, Iª Série, nº 195, de 19 de Agosto 156
159
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