Ministério do Planeamento e Infraestruturas
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- Geovane Filipe Álvares
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1 Ministério do Planeamento e Infraestruturas PO14 Programa Orçamental Planeamento e Infraestruturas fev.2016
2 Políticas Promoção da competitividade da economia portuguesa Reforço da coesão territorial Consolidação do eixo das infraestruturas e sector empresarial do Estado 2
3 Desenvolvimento e Coesão Aceleração da Execução de Fundos Comunitários Para dinamizar o investimento, o Governo aposta numa utilização eficaz dos recursos financeiros disponíveis nos fundos europeus. Para 2016, a prioridade de intervenção estará centrada na execução extraordinária dos fundos estruturais integrados no Portugal 2020 ( PT 2020 ), elevando a transferência de recursos para os beneficiários finais, para que se verifique uma rápida retoma do investimento privado e público. A estimativa de impacto orçamental da medida relativa à antecipação de fundos europeus é de 315 milhões de euros em 2016, representando o esforço financeiro do Estado associado à contrapartida pública nacional. Principais medidas a implementar em 2016 medidas operacionais: - Conclusão do processo de certificação das Autoridades de Gestão que permita efetuar pedidos de reembolso de fundos à Comissão Europeia; - Operacionalização dos instrumentos financeiros; - Disponibilização integral dos sistemas de informação do Portugal 2020; - Garantir o cumprimento das condicionalidades ex ante de apoio aos transportes e à eficiência energética, bem como iniciar e concluir os mapeamentos das infraestruturas sociais, de investigação & inovação e de acolhimento empresarial; - Reforço da simplificação no acesso aos fundos. 3
4 Desenvolvimento e Coesão Aceleração da Execução de Fundos Comunitários (continuação) Principais medidas a implementar em 2016 (tipologias a apoiar): - Dinamizar o investimento privado de internacionalização e inovação, bem como o investimento no desenvolvimento e coesão territorial; - Promover a capitalização das empresas, através de instrumentos financeiros para as empresas; - Lançar os investimentos em reabilitação urbana e na eficiência energética, promovendo a sustentabilidade dos territórios urbanos; - Concluir a disponibilização de medidas do Portugal 2020, designadamente, na área do apoio a pessoas com deficiência e na promoção do sucesso escolar. 4
5 Desenvolvimento e Coesão (continuação) Aceleração da Execução de Fundos Comunitários (continuação) Plano 100: - Objetivo: Atingir 100 M de pagamentos de incentivos no âmbito do PT 2020 nos primeiros 100 dias do Governo. - Enquadramento de partida: Até à tomada de posse do Governo, os incentivos disponibilizados às empresas, no âmbito dos diversos programas operacionais do PT 2020, ascendiam a 4,3 M (0,04% do orçamento total do FEDER programado no PT 2020), tendo apoiado 15 empresas ou associações empresariais. A execução verificada até final de novembro de 2015 revelava ainda um insuficiente ritmo de contratação face ao portfolio global de projetos aprovados. 5
6 Desenvolvimento e Coesão (continuação) Aceleração da Execução de Fundos Comunitários (continuação) Plano 100: - Plano de ação: Para atingir esta meta, entre outras medidas, procedeu-se ao reforço dos mecanismos de garantia mútua exigidos para a obtenção de adiantamentos. Simultaneamente, procedeu-se à flexibilização da operacionalização do acesso aos adiantamentos por parte dos beneficiários. - Ponto de situação: Atualmente, o montante global de pagamento de incentivos ascende a 80,4 M, alavancando 536 M de investimento elegível e abrangendo 407 projetos. A taxa de contratação (incentivo contratado/incentivo aprovado) passou de 48%, em finais de novembro de 2015, para 85% nesta data, encontrando-se contratados projetos com um montante global de incentivos de 789 M, permitindo alavancar um investimento de M. 6
7 Desenvolvimento e Coesão (continuação) Aceleração da Execução de Fundos Comunitários (continuação) Plano de Dinamização de Investimentos de Proximidade: - Objetivo: Promover a dinamização das economias locais, nomeadamente através da requalificação e prestação de serviços públicos, pelo seu forte efeito de arrastamento na economia local. Neste âmbito, encontram-se os investimentos previstos no Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, que representam o programa de investimentos das Comunidades Intermunicipais/Áreas Metropolitanas associado às respetivas estratégias de desenvolvimento territorial. - Enquadramento de partida: Existência de condicionalismos à implementação e execução do PT 2020, nomeadamente no que se refere ao investimento de proximidade, por realizar, na sequência das orientações anterior Governo ou em discussão com a Comissão Europeia (exemplo: mapeamento de infraestruturas). - Ponto de situação: Lançamento, no inicio de fevereiro de 2016, dos concursos para a requalificação de infraestruturas escolares, de saúde e do património cultural edificado, num montante de 374 M de incentivos FEDER, permitindo alavancar um investimento total de cerca de 450 M e potenciando a criação de cerca de postos de trabalho. 7
8 Desenvolvimento e Coesão (continuação) Aceleração da Execução de Fundos Comunitários (continuação) Contratualização dos apoios ao Desenvolvimento Local de Base Comunitária ( DLBC ): - Objetivo: Promover a disponibilização de apoios e incentivos a iniciativas das comunidades locais destinados a promover o desenvolvimento, a diversificação e a competitividade das economias locais, o empreendedorismo, a criação de postos de trabalho e a melhoria das condições de vida das populações. - Ponto de situação: Incentivos financeiros definidos no montante global de 310 M, com a seguinte distribuição: DLBC Rurais 243 M ; DLBC Costeiros 39 M ; DLBC Urbanos 28 M. 8
9 Desenvolvimento e Coesão (continuação) Encerramento do QREN Em paralelo com as medidas de aceleração da execução de fundos comunitários, o Governo pretende concluir o processo de encerramento do QREN relativo ao período O processo de encerramento do QREN decorrerá ao longo de 2016, assumindo-se como objetivo a sua execução a 100%. Promoção de outros instrumentos financeiros O Governo promoverá o aproveitamento de oportunidades de financiamento propiciadas por programas comunitários como o Horizonte 2020, o COSME, o Connecting European Facilitiy (CEF), o European Economic Area Grants e o acesso aos financiamentos do Banco Europeu de Investimento. Será acompanhado o Plano de Investimento Europeu, denominado Plano Juncker, promovendo a apresentação de projetos de investimento e de iniciativas públicas que possam merecer apoio. Novo Impulso para a Convergência Será dinamizada a abordagem consignada no Programa do Governo para um Novo Impulso para a Convergência que pretende colocar em discussão, a nível europeu, a necessidade de medidas para dar um novo impulso à convergência. Esta iniciativa organiza-se em torno de cinco pilares: i) qualificação das pessoas, ii) modernização do Estado, iii) renovação urbana, iv) eficiência energética e inovação e v) financiamento empresarial. 9
10 Infraestruturas Execução do Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas ( PETI3+ ) Será dada prioridade aos investimentos na área ferroviária, já previstos no PETI3+, promovendo o reforço da conectividade interna e internacional do território nacional (às escalas nacional e ibérica), a competitividade, a indução do investimento privado e a criação de emprego. Plano de Investimentos Ferroviários : - Objetivo: Executar os investimentos estratégicos em infraestruturas ferroviárias previstos no âmbito do PETI3+ e das Redes Transeuropeias de Transportes, de forma a atingir os seguintes principais objetivos: Maior capacidade de transporte e, consequentemente, melhor eficiência operacional (aumento do comprimento máximo dos comboios para o standard europeu de 750 m); Estabilizar as velocidades máximas, garantindo assim um melhor desempenho da circulação; Aumentar as condições de segurança, com reflexos na melhoria da fiabilidade do serviço; Favorecer a interoperabilidade, facilitando a ligação a Espanha e à Europa; Permitir maior flexibilidade nos itinerários, criando condições para uma melhor oferta de serviços de transporte; Reforçar a intermodalidade, através da ligação/articulação a plataformas logísticas/estações ferroviárias de mercadorias. 10
11 Infraestruturas (continuação) Execução do Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas (continuação) Plano de Investimentos Ferroviários (continuação): - Tipologia de investimentos previstos por extensão de linha: Total: 1193 Km Construção Nova Modernização Eletrificação Modernização e Eletrificação Valores em km Corredor Internaciona l Norte Corredor Internaciona l Sul Linha do Norte Linha do Minho Linha do Oeste Linha do Douro Linha do Algarve Outras Linhas Valores em km - Extensão Construção Nova - Extensão Eletrificação - Extensão modernização - Extensão Modernização e Eletrificação 11
12 Infraestruturas (continuação) Execução do Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas Plano de Investimentos Ferroviários (continuação): - Fontes de financiamento: Fontes financiamento (M ) ( ) 126 (continuação) CEF - Coesão CEF - Geral PT2020 Orçamento IP Plano Juncker 12
13 Infraestruturas (continuação) Execução do Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas (continuação) Plano de Investimentos Ferroviários (continuação): - Plano de ação para 2016: Corredor Internacional Norte Corredor Internacional Sul Adjudicação do projeto: Pampilhosa Mangualde: abr.2016 Mangualde Guarda: abr.2016 Guarda Vilar Formoso: abr.2016 Adjudicação do projeto: Sines Ermidas Grândola: mar.2016 Évora Norte Elvas: mar.2016 Elvas Fronteira: mar.2016 Lançamento de concursos para obra: Covilhã Guarda: set.2016 Concordância LBB-LBA: set.2016 Lançamento de concursos para obra: Évora - Évora Norte: abr.2016 Elvas Fronteira: dez.2016 Linha do Norte Início de obra: Alfarelos Pampilhosa: mar.2016 Lançamento de concurso para projeto: Braço de Prata Alverca (terminal da Bobadela): jul.2016 Linha do Minho Lançamento de concurso para obra: Nine Viana: mar.2016 Linhas Complementares Linha do Algarve: Lançamento de concurso para projeto: abr.2016 Início do projeto: out.2016 Linha do Douro- Caíde / Marco: Conclusão da Obra: dez
14 Infraestruturas (continuação) Transporte ferroviário de passageiros No transporte ferroviário de passageiros, promover-se-á o investimento na modernização do material circulante e na reposição do nível de operacionalidade e segurança. Plano de ação para 2016: - Intervenção de Meio de Vida dos CP Alfa: Este programa de intervenção consiste na remodelação profunda dos 10 comboios CPA4000, incluindo o design exterior e interior, bancos e materiais de revestimento, sistemas de iluminação, remodelação de Bar e WC's e manutenção de sistemas mecânicos e hidráulicos. No contexto do posicionamento destas unidades como meio de transporte que permite a continuação do trabalho ou o usufruto de experiências multimédia, serão também melhoradas as condições de acesso Wi-Fi às redes de comunicações móveis e todos os bancos terão tomadas elétricas individuais. Para 2016 prevê-se a conclusão da modernização das primeiras 2 unidades. - Outras reparações: Intervenções para reposição do nível de operacionalidade e segurança do material circulante, sendo realizadas em função da utilização do material (limite de km pré-definidos do ciclo de manutenção). Para 2016 prevê-se a intervenção em 33 unidades. Estimativa do impacto orçamental para 2016: - O impacto orçamental destes investimentos na CP deverá ascender a 14 M. 14
15 Infraestruturas (continuação) Setor Rodoviário Plano de Proximidade Rodoviário: - O Governo continuará a desenvolver a rede básica de infraestruturas rodoviárias, numa perspetiva de requalificação. Conclusão do Túnel do Marão: - Para a coesão territorial, destaca-se a conclusão do Túnel do Marão, empreendimento da Rede Transeuropeia de Transportes. Setor Aeroportuário O Governo irá analisar, já a partir de 2016, a solução futura para o desenvolvimento da capacidade aeroportuária na área metropolitana de Lisboa. O Governo dará, em 2016, concretização legal à negociação desenvolvida, com sucesso, com o acionista privado, no sentido de ser o maior acionista da TAP. Contratação Pública Em 2016, procede-se à revisão do Código da Contratação Pública transpondo novas diretivas comunitárias e aumentando a transparência e eficiências da contratação pública. 15
16 Infraestruturas (continuação) Parcerias Público- Privado ( PPPs ) Rodoviárias A política orçamental deste Governo deverá reger-se por dois princípios fundamentais: - Garantia da sustentabilidade das contas públicas a médio e longo prazo, devendo, para tal, o sector público concentrar esforços na conclusão dos processos de negociação dos diversos contratos de PPP atualmente em curso; - Garantia da defesa intransigente do interesse público, através de uma gestão e utilização eficiente dos recursos, por parte das administrações públicas, em particular no planeamento, avaliação e estruturação de projetos públicos. Encargos Plurianuais com PPPs Rodoviárias: - O ano de 2016 deverá marcar o ponto máximo de encargos líquidos com PPPs rodoviárias. - A estimativa de encargos brutos com PPPs rodoviárias para o ano de 2016, inscrito no mapa de encargos plurianuais do OE16, ascende a M, representando um acréscimo de 14% face ao ano de Os encargos líquidos com PPPs rodoviárias para o ano de 2016 (que incorporam o impacto das receitas de portagens) ascende a M, representando um acréscimo de 20% face ao ano de
17 Infraestruturas (continuação) Parcerias Público- Privado ( PPPs ) Rodoviárias (continuação) Negociações das PPPs Rodoviárias: - Ponto de situação: Concessões do Estado (9 concessões / Ex-SCUT) Processos concluídos e fechados. Contratos assinados e a produzir efeitos. Subconcessões da IP (Baixo Tejo, Litoral Oeste e Pinhal Interior) Subconcessões da IP (Baixo Alentejo e Algarve Litoral) Processos concluídos, a aguardar assinatura dos contratos e submissão ao Tribunal de Contas. Subconcessões da IP (Transmontana e Douro Interior ) Em curso. Concluído acordo financeiro. Em fase de consensualização das alterações contratuais. Em curso. Processos sem qualquer acordo alcançado. 17
18 Infraestruturas (continuação) Parcerias Público- Privado ( PPPs ) Rodoviárias (continuação) Negociações das PPPs Rodoviárias (continuação): - Resultados alcançados: Enquadramento geral O Governo anterior anunciou, na nota explicativa do OE15, a obtenção de uma redução de encargos de M, dos quais M corresponderiam às 9 concessões do Estado, entretanto já renegociadas. A estimativa de redução de encargos acima referenciada terá sido apresentada numa base de preços nominais e com inclusão de IVA. A preços atualizados e sem IVA, as reduções de encargos líquidos nas referidas 9 concessões do Estado, entretanto já renegociadas, pode ascender a 722 M, valor que compara com a estimativa de redução de encargos de M anunciada pelo anterior Governo. Importa referir que as reduções de encargos líquidos decorrentes destas renegociações são inferiores às reduções de encargos brutos, devido a: - Transferência dos encargos com grandes reparações para o Estado; - Transferência dos encargos com operação, manutenção e grandes reparações para a IP, relativos aos lanços transferidos nas subconcessões; - Suspensão de construção de novos lanços (encargo acrescido para o Estado, caso estes lanços venham a ser efetivamente construídos no futuro); - Transferência das receitas de portagem (Beira Interior); - Partilha de benefícios com concessionárias (possibilidade de prorrogação do prazo de concessão, partilha de receitas de portagem, poupanças com grandes reparações). 18
19 Infraestruturas (continuação) Parcerias Público- Privado ( PPPs ) Rodoviárias (continuação) Negociações das PPPs Rodoviárias (continuação): - Resultados alcançados: Concessões do Estado (9 concessões / Ex-SCUT) A redução de encargos líquidos para o Estado, resultante da negociação destes contratos, pode ascender a cerca de 722 M, em valores atualizados e sem IVA, por referência a dezembro de 2012, para o período compreendido entre 2013 e o termo das referidas parcerias. Esta redução de encargos líquidos para o Estado representa um decréscimo de 9,5% face aos encargos assumidos pelo Estado antes do processo de renegociação e inclui a estimativa dos impactos resultantes da transferência dos encargos com grandes reparações para o Estado, da transferência de receitas de portagem da Beira Interior para a concessionária e da partilha de benefícios com algumas concessionárias. Notas: A estimativa de redução de encargos líquidos decorrente da negociação destes contratos, sendo uma projeção, pode variar em função de variáveis dinâmicas, como é o caso dos encargos efetivos que vierem a ser suportados pelo Estado em grandes reparações e em função do perfil de tráfego efetivo que venha a verificar-se nos empreendimentos rodoviários em apreço. De referir ainda que da negociação destes contratos resultou o alargamento do principio de neutralidade fiscal relativamente a variações na tributação direta sobre o lucro. 19
20 Impacto Orçamental Despesa total consolidada: A despesa total consolidada do Programa Orçamental do MPI ascende a M e regista um decréscimo de 11% (ou 532 M ) face à execução provisória de 2015, para o qual concorre principalmente: - Redução de cerca de M de despesa relativa a ativos e passivos financeiros associados à IP e CP; - Aumento da despesa efetiva das Entidades Públicas Reclassificadas em cerca de 532 M, sendo de destacar: IP: Aumento de 462M, 23% (aumento encargos com PPPs e investimento/conservação ferroviária e rodoviária); CP: Aumento de 50M, 13% (investimento modernização alfas e conservação e reparação); A variação registada no Estado resulta do facto de, no OE16, a Contribuição do Serviço Rodoviário (no montante de 682,8 M ) passar a ser contabilizada como receita geral do Estado, consignada à IP. 20
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