LEI Nº DE 6 DE SETEMBRO DE 2006
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- Mirella Bergmann Castro
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1 LEI Nº DE 6 DE SETEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a Política de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental do Município de São Carlos, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de São Carlos faz saber que a Câmara Municipal de São Carlos aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS Art. 1 o O patrimônio histórico, artístico e ambiental de São Carlos é constituído pelo conjunto de bens culturais de natureza material e imaterial localizados no Município, cuja conservação seja de interesse público, pela sua vinculação a fatos históricos relevantes ou pelo seu valor cultural. Art. 2 o A defesa do patrimônio histórico, artístico e ambiental do Município caberá aos seguintes órgãos, que deverão trabalhar de forma autônoma e integrada: I - Fundação Pró-Memória de São Carlos, órgão responsável pela gestão de políticas de preservação de patrimônio histórico, artístico e ambiental no Município; II - órgãos da Administração Pública Municipal responsáveis pela execução de políticas relacionadas a bens patrimoniais; III - Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de São Carlos - COMDEPHAA/SC, órgão paritário, responsável pela defesa do patrimônio histórico, artístico e ambiental do Município. Seção I Da Poligonal de Interesse Histórico Art. 3 o Fica estabelecida a Área de Especial Interesse Histórico do Município, delimitada pela Poligonal de Interesse Histórico, com a finalidade de proteger o patrimônio cultural do Município. Parágrafo único. A Poligonal de Interesse Histórico tem a seguinte delimitação: Rua Visconde de Inhaúma, Avenida Doutor Carlos Botelho, Rua Rui Barbosa, Rua Santa Cruz, Rua Episcopal, Rua Primeiro de Maio e a linha férrea, na região central da cidade; estendendo-se pela Rua Cândido Padim, Rua Doutor Gastão de Sá, Avenida Doutor José Pereira Lopes, Rua Papa João XXIII, Rua Coriolano José Gibertoni e Rua Floriano Peixoto, no bairro Vila Prado / Vila Pelicano. Art. 4 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos, quando da solicitação de aprovação de projetos novos, reformas ou autorizações para demolições na área delimitada pela Poligonal de Interesse Histórico, deverá proceder a avaliação técnica do projeto, considerando: I os aspectos arquitetônicos e históricos do edifício; II sua localização.
2 Parágrafo único. Na área delimitada pela Poligonal de Interesse Histórico não serão aprovadas obras que venham a: a) impedir ou reduzir a visibilidade de bens tombados ou declarados de interesse histórico-cultural; b) obstruir o acesso aos elementos arquitetônicos. Seção II Dos Bens Declarados de Interesse Histórico-Cultural Art. 5 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos manterá inscrito no Inventário de Bens Patrimoniais do Município de São Carlos os bens móveis e imóveis que compõem o patrimônio histórico, artístico e ambiental de São Carlos, visando sua proteção e preservação. 1 o Os bens inscritos no Inventário de Bens Patrimoniais serão declarados de interesse histórico-cultural. 2 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos publicará, anualmente, o Inventário de Bens Patrimoniais do Município de São Carlos, devidamente atualizado. Art. 6 o Os bens inscritos no Inventário de Bens Patrimoniais serão classificados segundo sua relevância histórica e cultural, obedecida as especificações regulamentadas por Decreto. Art. 7 o Nos casos de solicitação de intervenções em bens constantes do Inventário de Bens Patrimoniais a Fundação Pró-Memória de São Carlos, procederá a avaliação técnica, remetendo-a aos demais órgãos competentes do Município quando couber. Seção III Do Bem Tombado Art. 8 o Os bens móveis e imóveis, de propriedade pública ou particular, assim como os bens imateriais, que compõem o patrimônio histórico, artístico e ambiental de São Carlos serão protegidos através do tombamento, previsto no artigo 216, 1º, da Constituição Federal. 1 o Os bens serão considerados tombados, definitivamente, após sua inscrição, isolada ou agrupadamente, no competente Livro de Tombo. 2 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos divulgará anualmente, pela imprensa oficial, a relação atualizada dos bens tombados no âmbito municipal. Art. 9 o Os bens tombados ficam sujeitos à inspeção periódica do COMDEPHAA/SC, da Fundação Pró-Memória de São Carlos e de outros órgãos da Administração Pública Municipal. Art. 10. Os bens imateriais registrados como patrimônio municipal receberão o título de "Patrimônio Cultural de São Carlos". Art. 11. O COMDEPHAA/SC e a Fundação Pró-Memória de São Carlos assegurarão aos bens imateriais:
3 I a documentação por todos os meios técnicos admitidos e a manutenção de um banco de dados com o material produzido durante o processo; II a divulgação e promoção, para a perpetuação do bem tombado. Art. 12. No mínimo a cada cinco anos deverá ser verificada a permanência dos fundamentos que deram suporte ao registro dos bens imateriais. 1 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos encaminhará seu parecer prévio ao COMDEPHAA/SC, que deliberará sobre a revalidação do título de "Patrimônio Cultural de São Carlos". 2 o Sendo negada a revalidação do título pelo CONDEPHAA/SC, a Fundação Pró- Memória de São Carlos manterá apenas o registro, como referência de seu tempo. CAPÍTULO II DO PROCESSO DE TOMBAMENTO Art. 13. O processo de tombamento de bens será iniciado através de requerimento, por qualquer interessado, junto à Fundação Pró-Memória de São Carlos, órgão responsável pela análise técnico-cultural dos bens. 1 o A Fundação Pró-Memória de São Carlos emitirá seu parecer técnico-cultural, e encaminhará o pedido ao COMDEPHAA/SC, para que este delibere sobre o tombamento. 2 o O COMDEPHAA/SC abrirá o processo de tombamento por Resolução. Art. 14. O parecer do COMDEPHAA/SC ordenando a abertura do processo de tombamento assegurará o tombamento provisório do bem. 1 o O proprietário do bem ou qualquer interessado poderá pedir a impugnação circunstanciada do tombamento provisório. 2 o Sendo acatado o pedido de impugnação ou não sendo aprovado o tombamento definitivo, ficam automaticamente suspenso o tombamento provisório. Art. 15. O COMDEPHAA/SC terá o prazo máximo de noventa dias após a abertura do processo para analisar o tombamento. Art. 16. A partir da deliberação do COMDEPHAA/SC que decidir pelo tombamento, o proprietário do bem ou qualquer interessado terá o prazo de trinta dias para apresentar recurso circunstanciado da decisão. Parágrafo único. O recurso será analisado no prazo máximo de sessenta dias em plenária pelo COMDEPHAA/SC, que decidirá sobre o tombamento ou não do bem. Art. 17. Após o decurso do prazo previsto no caput do artigo 16, caso não haja impugnação ao tombamento, o Prefeito Municipal autorizará a Fundação Pró- Memória de São Carlos a inscrever o bem em um dos seguintes livros: I Livro de Tombo Arquitetônico, Paisagístico e Ambiental; II Livro de Tombo das Artes, Artes Populares e Artes Aplicadas; III Livro de Tombo de Bens Imateriais.
4 Parágrafo único. O tombamento assegurará a completa preservação do bem e de todos os elementos que o compõem. Art. 18. A Fundação Pró-Memória de São Carlos providenciará, no caso de tombamento de bem imóvel, o assentamento da respectiva resolução junto ao Cartório de Registro de Imóveis. Parágrafo único. No caso de bem móvel a Fundação Pró-Memória de São Carlos providenciará o assentamento junto ao Registro de Títulos e Documentos. CAPÍTULO III DAS PENALIDADES Art. 19. Serão aplicadas aos infratores, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, as seguintes penalidades: I - quando se tratar de bem imóvel tombado ou declarado de interesse históricocultural: a) pagamento pelo proprietário de multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ ,00 (cinquenta mil reais) quando ocorrer a demolição, destruição ou mutilação do bem sem a prévia autorização dos órgãos competentes; b) pagamento pelo proprietário de multa no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) a R$ ,00 (trinta mil reais) quando forem efetuadas quaisquer alterações ou reparações do bem sem a prévia autorização dos órgãos competentes; c) pagamento pelo proprietário de multa no valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) a R$ ,00 (quarenta mil reais), quando da realização de qualquer obra na Área de Especial Interesse Histórico e/ou no entorno de bens tombados ou declarados de interesse histórico-cultural, sem a prévia autorização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano e da Fundação Pró-Memória de São Carlos; d) pagamento, pelos responsáveis técnicos das obras nas hipóteses enumeradas na alínea a do inciso I deste artigo, de multa no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) a R$ ,00 (trinta mil reais); e) pagamento, pelos responsáveis técnicos das obras nas hipóteses enumeradas nas alíneas b e c do inciso I deste artigo, de multa no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) a R$ ,00 (quinze mil reais); II - quando se tratar de bem móvel tombado, a destruição, mutilação, restauração e a saída do bem do território municipal sem prévia autorização e/ou a falta de comunicação ao COMDEPHAA/SC sobre o extravio ou furto do bem tombado a multa será no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ ,00 (cinquenta mil reais); III - quando se tratar de bem natural tombado, a destruição ou mutilação sem prévia autorização do COMDEPHAA/SC, a multa será no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ ,00 (cinquenta mil reais). 1 o O pagamento das multas estabelecidas neste artigo não desobrigará o proprietário da restauração, reconstrução ou recuperação do bem. 2 o O valor da multa fica condicionado a análise histórica e cultural do bem e avaliação de seu valor de mercado apurado por especialista. 3 o O Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de São Carlos COMDEPHAA/SC será o responsável pela aplicação e definição do valor das multas prevista neste artigo.
5 Art. 20. As despesas decorrentes desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário. Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. São Carlos, 6 de setembro de NEWTON LIMA NETO Prefeito Municipal este texto não substitui o publicado no Jornal Primeira Página edição de 07/09/06
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