Sumário PRIMEIRA PARTE A PRÁTICA ESPÍRITA DA MEDIUNIDADE
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- Luiz Gustavo Leal Lage
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1 Sumário PRIMEIRA PARTE A PRÁTICA ESPÍRITA DA MEDIUNIDADE 1. Mediunidade e Espiritismo Kardec e a mediunidade Intercâmbio mediúnico na casa espírita As reuniões mediúnicas A comunicação dos Espíritos O médium Desenvolvimento mediúnico Mediunidade: é do corpo? ou do espírito? Mediunidade é missão? o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 5
2 SEGUNDA PARTE O ESPÍRITA E O MEIO SOCIAL 1. Encarnados na Terra Para viver bem neste planeta A influência dos cristãos no mundo Progresso intelectual e progresso moral Para melhorar o meio social o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 6
3 PRIMEIRA PARTE A PRÁTICA ESPÍRITA DA MEDIUNIDADE o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 7
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5 1 Mediunidade e Espiritismo Quando abordamos a importantíssima e complexa questão do intercâmbio com os Espíritos, é imprescindível que façamos perfeita distinção entre mediunidade e Espiritismo, pois que, com muita frequência, se pretende, erroneamente, identificar uma ao outro. Entretanto, essa confusão pode ser facilmente desfeita, bastando para isso lembrarmos que os fenômenos mediúnicos sempre tiveram seu lugar no seio da humanidade, desde os povos antigos até os dias de hoje, manifestando-se nas mais diversas criaturas, independentemente de sua religião, raça ou cultura o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 9
6 A mediunidade é uma faculdade concedida por Deus à criatura humana, faculdade que lhe permite não só sentir a influência dos Espíritos, mas também lhes veicular o pensamento e as ideias. Sendo faculdade da criatura humana, a mediunidade não está adstrita a esta ou aquela religião, a esta ou aquela raça, a esta ou aquela cultura, mas funciona como elo fraterno, unindo a Terra e o Espaço, auxiliando a humanidade no seu esforço evolutivo. O Espiritismo, doutrina revelada pelos bons Espíritos e codificada por Allan Kardec, constituise de normas e diretivas superiores, irmanando-se à mediunidade pela finalidade comum (a elevação do ser humano), mas permanecendo no seu caráter de Terceira Revelação de Deus a seus filhos, de Consolador Prometido que vem restabelecer o Cristianismo em toda a sua pureza e em todo o seu esplendor. A mediunidade só por si, isoladamente, sói estacionar em meras demonstrações curiosas e extraordinárias. É à luz do Espiritismo que ela adquire sua verdadeira expressão e realce, rendendo, no dizer bíblico, cento por um. O ser humano, segundo sua evolução espiritual, encara a mediunidade por um aspecto particular e a emprega para satisfazer suas próprias aspirações e ideais, tornando-a um instrumento de auxílio e esclarecimento ou de egoísmo e trevas o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 10
7 Quando utilizamos a mediunidade para contatar com os Espíritos, visando à satisfação de interesses materiais e inferiores, desvirtuamos o objetivo providencial do intercâmbio, contrariamos os preceitos divinos do amor e nos fazemos devedores para com o Pai. Outras vezes, arvoramo-nos em detentores do caminho certo e, por egoísmo e orgulho, vedamos aos demais os conhecimentos e benefícios hauridos na prática mediúnica, a pretexto da necessidade da conservação de uma cultura de elite: tal é o caso dos templos de iniciação do Oriente. Podemos, ainda, ver na mediunidade um meio excelente de investigações científicas. E, na verdade, são de suma importância a pesquisa e o estudo dos fenômenos mediúnicos, visando à sua catalogação e organização, a fim de que a Ciência venha, assim, patentear a dignidade da religião espírita. Mas à luz do Espiritismo, divisamos objetivos diferentes e superiores para o emprego da mediunidade. Inicialmente, o destaque especial, no rol de realizações da mediunidade, está o fato de, por meio das comunicações dos Espíritos, evidenciar, patentear e provar a imortalidade da alma, deitando por terra a concepção materialista do nada, após a morte. Só esse argumento já confere à mediunidade um caráter de faculdade necessária e indispensável à o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 11
8 evolução humana, pois leva o homem ao conhecimento mais perfeito das realidades espirituais. Mas a mediunidade não apenas prova a sobrevivência da alma; demonstra, ainda, que o Espírito, no espaço, não deixa de percorrer a senda evolutiva, aprendendo e trabalhando, em ambientes e edificações verdadeiros, embora fluídicos. Destrói-se, assim, a errônea crença de que existam regiões de sofrimento perene (o inferno), onde as almas sofreriam eternamente um suplício inútil, que não as levaria ao amor de Deus. E ainda mais, ante o exemplo da evolução dos Espíritos, que ela patenteia, nós, os encarnados, encontramos estímulo na luta pela perfeição e a certeza de que, trilhando o caminho do Bem, estaremos preparando para nós mesmos uma situação melhor na vida verdadeira. É, também, pela mediunidade que os Espíritos superiores vêm ao nosso encontro, como verdadeiros mensageiros do Pai, trazendo-nos a confirmação dos ensinos do Consolador, ampliando a nossa visão da espiritualidade, confortando-nos com as expressões do seu carinho fraterno, assegurandonos a assistência necessária nas provações que nos assaltam, e apontando-nos sempre caminho luminoso do Bem. Permitindo-nos o contato com os seres queridos que nos antecederam no Além, é, ainda, a o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 12
9 mediunidade fonte de consolações inefáveis ao coração saudoso. Facultando-nos o convívio com entidades amigas, mais espiritualizadas, é manancial de prazeres morais e espirituais. Permitindo-nos a assistência aos enfermos, aos obsidiados, aos sofredores, bem como o auxílio aos Espíritos necessitados, a mediunidade é campo aberto para que nos lancemos à prática da fraternidade, ao mesmo tempo em que contribuímos para sanear o meio fluídico em que vivemos. Lembremos, ainda, o papel importantíssimo dos fenômenos mediúnicos que forneceram o material necessário para que Allan Kardec, também orientado pelas comunicações dos imortais e codificando os seus ensinos, nos legasse o monumento sublime e indestrutível da Doutrina Espírita o-espirita-na-mediunidade-e-no-meio-social.indd 13
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