PORTUGUÊS - SINTAXE (ESTUDO DIRIGIDO)
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- Leonardo Pinto Benke
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1 Instituto de Educação Infantil e Juvenil 9º ANO Outono, Londrina, de. Nome: Hora de início: PORTUGUÊS - SINTAXE (ESTUDO DIRIGIDO) ANTÔNIO VIEIRA Reproduzimos aqui um pequeno trecho do famoso Sermão da Sexagésima. Nele, Vieira, com base na parábola do semeador (Mateus, 13: 4-23), na qual Cristo compara a pregação à semeadura, desenvolve um arrazoado sobre o ato de pregar. O padre Vieira é a principal expressão do Barroco em Portugal. Sua obra pertence à literatura portuguesa e também brasileira. Parte I Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago. Acercou-se dele, porém, uma tal multidão, que precisou entrar numa barca. Nela se assentou, enquanto a multidão ficava à margem. E seus discursos foram uma série de parábolas. Disse ele: Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes. Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um Ouvi, pois, o sentido da parábola do semeador: quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração. Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho. O solo pedregoso em que ela caiu é aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida, mas não tem raízes, é inconstante: sobrevindo uma tribulação ou uma perseguição por causa da palavra, logo encontra uma ocasião de queda. Terreno que recebeu a semente entre os espinhos representa aquele que ouviu bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa. A terra boa semeada é aquele que ouve a palavra e a compreende, e produz fruto: cem por um, sessenta por um, trinta por um. Parte VI... Uma árvore tem raízes, tem tronco, tem ramos, tem folhas, tem varas, tem flores, tem frutos. Assim há de ser o sermão: há de ter raízes fortes e sólidas, porque há de ser fundado no Evangelho; há de ter um tronco, porque há de ter um só assunto e tratar uma só matéria; deste tronco hão de nascer diversos ramos, que são diversos discursos, mas nascidos da mesma matéria e continuados nela; estes ramos hão de ser secos, senão cobertos de folhas, porque os discursos hão de ser vestidos e ornados de palavras. Há de ter esta árvore varas, que são a repreensão dos vícios; há de ter flores, que são as sentenças; e por remate de tudo, há de ter frutos, que é o fruto e o fim a que se há de ordenar o sermão. De maneira que há de haver frutos, há de haver flores, há de haver varas, há de haver folhas, há de haver ramos; mas tudo nascido e fundado em um só tronco, que é uma só matéria. Se tudo são troncos, não é sermão, é madeira. Se tudo são ramos, não é sermão, são maravalhas. Se tudo são folhas, não é sermão, são versas. Se tudo são varas, não é sermão, é feixe. Se tudo são flores, não é sermão, é ramalhete. Serem tudo frutos, não pode ser; porque não há frutos sem árvore. Assim que nesta árvore, à que podemos chamar «árvore da vida», há de haver o proveitoso do fruto, o formoso das flores, o rigoroso das varas, o vestido das folhas, o estendido dos ramos; mas tudo isto nascido e formado de um só tronco e esse não levantado no ar, senão fundado nas raízes do Evangelho: Exit, qui seminat, seminare sêmen [saiu quem semeia a semear a semente]. Eis aqui como hão de ser os sermões, eis aqui como não são. E assim não é muito que se não faça fruto com eles. Temos aí um pequeno exemplo do vigor argumentativo da eloquência de Vieira. O objetivo do sermão é ensinar como fazer uma pregação eficiente. Entre os requisitos para isso, Vieira coloca a necessidade de o sermão tratar de um só assunto. Se multiplica-los, só poderá gerar confusão.
2 1. Escreva o que você entendeu sobre as Partes 1 e Vieira enaltece a variedade de discursos que um sermão pode ter, mostrando que se trata de diferentes enfoques da mesma matéria e não de várias matérias. Para ilustrar esse argumento, compara o sermão a uma árvore. Escreva como foi feita essa comparação. 3. O texto é rico em paralelismos sintáticos (a repetição de uma mesma estrutura), que são um recurso retórico comum na construção de discursos e sermões: repete-se a estrutura como modo de reforçar o jogo argumentativo e encantar a audiência pelo ritmo que se pode obter desse modo. Copie, do trecho Parte 6, um exemplo de paralelismo sintático. 4. ORDEM DIRETA E ORDEM INVERSA Num enunciado completo, sempre nos é dada uma informação a respeito de alguém ou de alguma coisa sujeito e predicado. A posição mais comum do sujeito é no início da oração. Quando isso ocorre, dizemos que a oração está em ordem direta. Nada impede, porém, que o sujeito venha depois do predicado ou nele intercalado. Quando isso ocorre, dizemos que a frase está na ordem inversa (ou indireta). Analise a frase em destaque: Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago. A FRASE está em ordem direta ou ordem inversa? Explique. 5. CONCORDÂNCIA ENTRE VERBO E SUJEITO Sempre haverá concordância em número e sujeito, tanto na ordem direta como na ordem inversa. Tu estavas tão linda. Fabiana estava tão linda. Naquela região ocorreram fenômenos inexplicáveis. Identifique o sujeito das orações acima e explique a concordância do verbo com cada sujeito. 2
3 5. NÚCLEO Núcleo é a palavra que funciona como base do significado de um termo da oração. Quando o sujeito é formado por mais de uma palavra (desde que não seja um nome composto, por ex: Maria Fernanda), apresentará sempre uma que funciona como núcleo, em torno da qual giram outras subordinadas a ela. A identificação do núcleo do sujeito é fundamental porque será com ele que se estabelecerá a concordância entre sujeito e verbo. Aqueles simpáticos vizinhos do terceiro andar viajaram. Identifique o sujeito: Identifique o núcleo do sujeito: Identifique o predicado: 6. MORFOSSINTAXE DO SUJEITO O sujeito é normalmente representado por um substantivo (ou vários substantivos). Verduras, frutas e legumes tiveram aumento de preço. Qual é o sujeito? A que classe gramatical pertencem as palavras? Quando o sujeito não for um substantivo, será representado por termos equivalentes a ele. a) Eles não compareceram à reunião. Sujeito= classe gramatical: pronome substantivo, porque b) Um é pouco. Sujeito: classe gramatical: porque c) Sambar é muito divertido. Sujeito: classe gramatical: d) Ordem e progresso é o lema da bandeira. Sujeito: frase nominal porque e) É urgente que você venha. Oração subordinada substantiva porque trata-se de uma oração (tem verbo); substantiva porque substitui um substantivo (urgência). 7. TIPOS DE SUJEITO O sujeito pode ser determinado ou indeterminado, dependendo da possibilidade ou não de identifica-lo. No caso de sujeito determinado, ele poderá ser simples ou composto, dependendo do número de núcleos que possua. Quanto ao número de núcleos, o sujeito se classificará como: a) sujeito simples: possui um só núcleo. 3
4 b) sujeito composto: possui mais de um núcleo. Classifique o sujeito determinado: Muitos atletas brasileiros atuam na Europa. porque Bois, vacas e bezerros andavam misturados. porque Em alguns casos, por elegância ou concisão, o sujeito simples não aparece expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado por estar implícito na desinência verbal. Esse tipo de sujeito é chamado de oculto, implícito na desinência verbal ou elíptico. Acreditei nessa conversa. Sujeito:, identificado porque o verbo O sujeito indeterminado é aquele que ocorre quando a informação contida no predicado se refere a um elemento que não pode (ou não se quer) identificar. Falaram muito mal de você na reunião. Sujeito porque Acredita-se na existência de discos voadores. Sujeito porque Há, em português, duas formas de indeterminar o sujeito: - com o verbo na terceira pessoa do plural sem fazer referência a um sujeito expresso no contexto. - com o verbo na terceira pessoa do singular, seguido do índice de indeterminação do sujeito se. Anunciaram que o mundo ia se acabar. Sujeito porque o verbo está Precisa-se de digitadoras. Sujeito porque o verbo está seguido da 8. ORAÇÃO SEM SUJEITO Quando a informação veiculada pelo predicado não se refere a um sujeito gramatical, temos uma oração sem sujeito. Nesses casos, a oração se constituirá apenas de um predicado. Quando a oração não possuir sujeito, o verbo deve permanecer na terceira pessoa do singular. As oraçoes sem sujeito ocorrem com verbos impessoais. São eles: a) verbos que exprimem fenômenos naturais (chover, ventar, anoitecer, amanhecer, relampejar, trovejar, nevar, etc). 4
5 b) verbos ser e estar na indicação de tempo ou clima. c) verbos haver, fazer e ir quando indicam tempo decorrido. d) verbo haver no sentido de existir. e) certos tipos de frase, como: Basta de férias!; Chega de saudade; Passava das cinco. Classifique as orações sem sujeito, de acordo com a circunstância expressa. - Nevou nas serras gaúchas. Oração porque o verbo - Está frio. Oração porque o verbo - Agora é tarde. Oração porque o verbo - Há dois meses que não o vejo. Oração porque o verbo Faz dois anos que ele saiu. Oração porque o verbo Havia cinco alunos na biblioteca. Oração porque o verbo 9. As frases a seguir estão em ordem inversa. Sua tarefa consistirá em: a) colocá-las na ordem direta. b) classificar o sujeito. c) destacar o núcleo. I. No beco escuro explode a violência. II. Apareceu no jardim da casa de Ana Maria um ramalhete de flores. III. Chegou ontem em São Paulo o presidente da FIFA. IV. Aconteceram, naquela cidade, muitos fenômenos inexplicáveis. Hora de término: 5
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