PARTIDO SOLIDARIEDADE CÓDIGO DE ÉTICA. Capítulo I DO OBJETO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
|
|
|
- Fernando Dias Freire
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PARTIDO SOLIDARIEDADE CÓDIGO DE ÉTICA Capítulo I DO OBJETO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Código de Ética é norma de aplicação para todos os filiadosdo Partido SOLIDARIEDADE, bem como, para os órgãos partidários em nível Nacional, Estadual e Municipal, delineando os deveres éticos, as sanções disciplinares e o respectivo procedimento. Capítulo II DOS DEVERES DO FILIADO Art. 2º. - São deveres do filiado do SOLIDARIEDADE (art. 9 do Estatuto): I - cumprir todas as normas estabelecidas no Estatuto partidário; II - obedecer e cumprir o Programa partidário; III - votar nos candidatos do Partido; IV - participar das campanhas eleitorais divulgando os candidatos e a legenda do Partido;
2 V - contribuir financeiramente nas hipóteses previstas nas resoluções da Executiva Nacional do partido; VI - manter conduta ética, pessoal e profissional, compatível com as responsabilidades partidárias, particularmente no exercício do mandato eletivo e de função pública; VII - manter relações de urbanidade e respeito com todos os cidadãos e com os demais filiados; VIII - trabalhar pelo fortalecimento do Partido; IX - comparecer aos eventos e demais atividades partidárias. Capítulo III DA COMISSÃO DE ÉTICA PARTIDÁRIA Art. 3º - A Comissão Nacional de Ética Partidária deverá ser eleita pela Convenção Nacional do Partido que eleger a Executiva Nacional e será composta de 05 (cinco) membros titulares e 03 (três) suplentes, com a seguinte composição: um Presidente, um 1º Vice-Presidente, um 2º Vice- Presidente, um Secretário-Geral e um 1º Secretário, incumbindo-lhe (art. 75 do Estatuto): I - ser órgão opinativo e deliberativo da Executiva Nacional, em assuntos Estatutários e de Ética Partidária;
3 II - conhecer e deliberar os casos encaminhados pelos Órgãos Nacionais e Estaduais, além dos processos relativos à conduta política de filiados e Órgãos Partidários, para opinar e julgar a respeito; III - zelar pela aplicação do Código de Ética Partidária e demais resoluções de Ética Partidária podendo, inclusive, atuar de ofício. 1º - O mandato da Comissão Nacional de Ética Partidária é de 04 (quatro) anos; Capítulo IV DO PROCESSO DE JULGAMENTO Art. 4º - Qualquer filiado ou órgão partidário poderá requerer a apuração de representação contra filiado. Art. 5º - A denúncia deverá ser apresentada por escrito, demonstrando os fatos, fundamentos de provas, e ser endereçada ao Presidente Comissão Nacional de Ética Partidária. Parágrafo único: A petição pode ser encaminhada por meio eletrônico, ou físico, pessoalmente, na sede do respectivo Diretório ou Comissão Provisória.
4 Art. 6º - Será competente para receber e encaminhar a denúncia para a Comissão de Ética Nacional: I - o Diretório ou Comissão Provisória Municipal ao qual estiver filiado o denunciado; II - o Diretório ou Comissão Provisória Estadual, se o denunciado for um de seus membros, Deputados Estadual, Secretário de Estado, Prefeito, Vice-Prefeito ou Vereador; e III - O Diretório Nacional, se o denunciado for um de seus membros, Senador, Deputado Federal, Governador de Estado, Ministro de Estado, Presidente ou Vice-Presidente da República. Art. 7º - O Presidente da Comissão de Ética, ao receber o pedido de abertura de representação, analisará previamente a denúncia, podendo: I Extinguir o processo de plano, fundamentando sua decisão, quando não vislumbrar a tipicidade da infração ou por manifesto descabimento do pedido, decisão ad referendum da Comissão de Ética do respectivo Diretório, pela maioria simples. Parágrafo único: O denunciante poderá recorrer da decisão do não recebimento de representação à respectiva Comissão Executiva, no prazo de 03 (três) dias, contados da intimação do denunciante; II Receber a denúncia e determinar a notificação pessoal do Representado, por correspondência, telegrama ou correio eletrônico, com cópia do inteiro teor da representação, para que se manifeste no prazo de 3
5 (três) dias, contados de sua intimação, indicando eventuais provas que deseja produzir, sob pena de presumirem-se verdadeiros os fatos alegados pelo denunciante; Art. 8º - A denúncia encaminhada para a Comissão de Ética Nacional, distribuída conforme os incisos I ou II do art. 6º deste Código, quando recebida como representação, verificar-se-á, também, a relevância e a abrangência dos fatos narrados. 1º - Constatando que os fatos narrados tem implicação e relevância Nacional, o Presidente da Comissão de Ética Partidária Nacional assumirá a competência para julgamento e determinará a notificação do representado conforme inciso II do art. 7º desse Código; 2º - Não constatando a relevância e abrangência dos fatos narrados, o processo será devolvido ao Estado de origem, onde será processado, notificando-se o denunciado para apresentar defesa, no mesmo prazo do inciso II do art. 7º desse Código; 3º - O Presidente da Comissão de Ética Partidária Nacional indicará uma Comissão Julgadora Local, composta por 03 (três) filiados, podendo delegar a um dos membros nomeados a respectiva relatoria, para no prazo de 05 dias, concluir parecer para ser apresentado em julgamento. Art. 9º - Concluída a instrução, com o relatório e parecer, o Presidente da Comissão de Ética Nacional designará local, dia e hora para o julgamento, devendo ser notificado o representado até 48h antes.
6 Art No julgamento, o Relator promoverá a abertura da Sessão e, em ato subseqüente, procederá com a leitura do relatório Art Após o relatório, será facultada a palavra ao denunciado ou a seu defensor, por 15 (quinze) minutos, para sustentação da defesa, em seguida, será lido os fundamentos do parecer e sua conclusão, podendo cada membro da Comissão pronunciar-se pelo prazo de 10 (dez) minutos. Art As sanções previstas neste Código serão aplicadas por maioria de votos dos membros presentes na Comissão de Ética Nacional ou da Comissão Local, exceto as de expulsão, que necessitará da concordância da maioria absoluta. Art O filiado considerado infrator estará sujeito as seguintes medidas disciplinares (art. 93 do estatuto): I - advertência; II - suspensão de 03 (três) a 12 (doze) meses; III - destituição de função em órgão Partidário; IV - expulsão. 1º - Aplica-se a advertência e a suspensão às infrações consideradas leves, como as de falta ao dever disciplinar;
7 2º - Incorre na destituição de função em órgão Partidário, o responsável por improbidade ou má exação em seu exercício ou ainda pela prática reiterada de falta disciplinar; 3º - Ocorre expulsão do filiado representado quando este desobedecer os princípios programáticos, contrariar os preceitos da Legislação Eleitoral vigente ou cometer qualquer infração reconhecida de extrema gravidade ou ainda pela prática reiterada de falta disciplinar em que tenha havido aplicação do Inciso IV; 4º - As medidas disciplinares de suspensão e de destituição de função implicam na perda de delegação que o filiado representado tenha recebido; Art. 14 -Nos casos de expulsão, o recurso tem efeito suspensivo e o Órgão de análise do recurso é diretamente a Comissão Executiva Nacional, que apreciará, em caráter extraordinário, ou na reunião ordinária seguinte. Art O prazo para recurso, no caso do artigo anterior, é de 03 (três) dias, contados do julgamento. Art As decisões proferidas em grau de recurso são irrecorríveis. Art Julgado o recurso, em caso de expulsão, o Diretório originário cancelará automaticamente a filiação, comunicando, por escrito, ao Juiz da Zona Eleitoral do filiado. Art Os atos processuais realizar-se-ão nos prazos previstos neste Código, aplicando-se nos casos omissos o Estatuto.
8 Art Os prazos estabelecidos neste Código não se interrompem aos domingos e feriados. Art Os prazos serão computados excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. Art Os prazos somente começam a correr a partir do primeiro dia útil após a intimação ou notificação. Art Os Presidentes da Comissão Executiva e do Conselho de Ética Partidária terão o prazo de 2 (dois) dias para proferirem despachos de expediente. Capítulo V DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23 Ficam expressamente revogados os artigos 75, Inciso I, Inciso II, 2º, 76, 93, 2º, 5 e 6, artigos 96 a 104, e todas as demais disposições contraditórias. PAULO PEREIRA DA SILVA Presidente Nacional do SOLIDARIEDADE Brasília, 28 de janeiro de 2014.
DIREITO ELEITORAL. Prof. Rodrigo Cavalheiro Rodrigues
DIREITO ELEITORAL Ações Especiais Eleitorais Ação de Impugnação Ao Pedido De Registro De Candidatura AIRC. Ação de Investigação Judicial Eleitoral AIJE. Ação de Impugnação De Mandato Eletivo AIME. Parte
ASSOCIAÇÃO DOS USUÁRIOS DA ÁGUA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SANTA MARIA REGIMENTO INTERNO I DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ASSOCIAÇÃO
ASSOCIAÇÃO DOS USUÁRIOS DA ÁGUA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SANTA MARIA REGIMENTO INTERNO I DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ASSOCIAÇÃO ART. 1º. Para o cumprimento do conjunto de diretrizes e princípios
AULA 31 ÉTICA MÉDICA
AULA 31 ÉTICA MÉDICA Artigo 1º As sindicâncias e os processos éticoprofissionais nos Conselhos de Medicina serão regidos por este Código e tramitarão em sigilo processual. A competência para apreciar e
CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO
- ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE - Arroio do Tigre/RS. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO Artigo 1 - A ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE, fundada
REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I
REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Art. 1º O Partido Socialista Brasileiro PSB, com sede e foro na Capital da República Federativa do Brasil, jurisdição em todo território nacional e duração por tempo indeterminado,
ESPORTE CLUBE BAHIA REGULAMENTO DAS ELEIÇÕES PARA CARGOS DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO DELIBERATIVO
ESPORTE CLUBE BAHIA REGULAMENTO DAS ELEIÇÕES PARA CARGOS DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO DELIBERATIVO I. DAS ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA EXECUTIVA E O CONSELHO DELIBERATIVO 1) O processo eleitoral para
RESOLUÇÃO Nº 259. GUSTAVO BAPTISTA ÉBOLI Presidente ANEXO I REGULAMENTO DO PROCESSO DISCIPLINAR ÉTICO DA PROFISSÃO FARMACÊUTICA
RESOLUÇÃO Nº 259 DE 24 DE FEVEREIRO DE 1994 (Alterada pelas Resoluções ns. 260/94, 282/96 e 412/04 e Revogada pela Rsolução nº 418/04) Ementa: Aprova o Regulamento do Processo Disciplinar Ético da Profissão
CAPÍTULO IX DA CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA DIRETORIA E DOS CONSELHOS
CAPÍTULO IX DA CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA DIRETORIA E DOS CONSELHOS Art. 28 - A Diretoria Executiva será constituída por: 1. Presidente 2. Vice-Presidente 3. 1º Secretário 4. 2º Secretário 5. 1º Tesoureiro
Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos
Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos CAPÍTULO 1 DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO Artigo 1º O presente Regimento Interno regulamenta a organização e o funcionamento do Departamento de Ciência
CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL CGADB. Resolução 01/ Comissão Eleitoral
CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL CGADB Resolução 01/2012 - Comissão Eleitoral Eleições 2013 / Normas e Prazos Brasília Distrito Federal Comissão Eleitoral da CGADB Considerando que compete
CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SPRINKLERS - ABSPK
CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SPRINKLERS - ABSPK Introdução Os membros da ABSpk Brasileira de Sprinklers entendem que a atuação no mercado de proteção contra incêndio não é uma
Modelo de Regimento Interno de Associação de Moradores
Modelo de Regimento Interno de Associação de Moradores Anexo IV Adriana Ventola Marra e-tec Brasil Associativismo e Cooperativismo DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ASSOCIAÇÃO 239 Art. 1 Para o cumprimento
REGULAMENTO ELEITORAL DO SINDUSCON-ES SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
REGULAMENTO ELEITORAL DO SINDUSCON-ES SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º - Este Regulamento Eleitoral é parte integrante
Ofício GP/PSTC Nº 011/2016 Itapemirim-ES, 25 de janeiro de 2016.
Ofício GP/PSTC Nº 011/2016 Itapemirim-ES, 25 de janeiro de 2016. Ao Excelentíssimo Vereador Waldemir Pereira Gama Presidente da CP 1031/2015 NESTA Assunto: Informações sobre o rito do Decreto-Lei 201/1967
Regimento Geral da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Regional Goiás SBOT-GO
Regimento Geral da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Regional Goiás SBOT-GO CAPITULOI TÍTULO, FINALIDADES, SEDE E ORGANIZAÇÃO. Art. 1º - Este Regimento Geral regula o funcionamento da Sociedade
FUNDAÇÃO ANFIP DE ESTUDOS DA SEGURIDADE SOCIAL CONSELHO CURADOR REGIMENTO ELEITORAL
FUNDAÇÃO ANFIP DE ESTUDOS DA SEGURIDADE SOCIAL CONSELHO CURADOR REGIMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1 o. Este REGIMENTO ELEITORAL regula as eleições gerais previstas no Estatuto
REGULAMENTO DEPARTAMENTO JURÍDICO
1 REGULAMENTO DEPARTAMENTO JURÍDICO Regulamento Interno aprovado em reunião extraordinária da Diretoria Executiva da Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos ocorrida aos 17 de novembro de 2009.
DIREITO ELEITORAL. Prof. Roberto Moreira de Almeida
DIREITO ELEITORAL Ações Especiais Eleitorais: Ação de Impugnação de Registro de Candidaturas (AIRC), Ação de Investigação Eleitoral (AIJE) e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) Prof. Roberto Moreira
CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS DR. JOÃO AMORIM
Regulamento Interno Código: RI.GC.GR.EST.001 Governança Corporativa Versão: 001 Gestão de Relacionamento Data da Emissão: Estratégia 28/08/2015 Comitê de Governança CAPITULO I DA FINALIDADE Art. 1º O presente
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MAGISTRADOS ESTADUAIS ANAMAGES ELEIÇÕES ANAMAGES 2017
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MAGISTRADOS ESTADUAIS ANAMAGES ELEIÇÕES ANAMAGES 2017 Regulamento das Eleições Diretas para a Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Associação Nacional dos
COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A DAR PARECER ÀS PROPOSTAS DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO RELACIONADAS À REFORMA POLÍTICA (PEC 182, DE 2007, E APENSADAS)
COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A DAR PARECER ÀS PROPOSTAS DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO RELACIONADAS À REFORMA POLÍTICA (PEC 182, DE 2007, E APENSADAS) SUBSTITUTIVO À PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO N o 14,
REFORMA POLÍTICA PEC 282/16 O texto enviado pelo Senado à Câmara dos Deputados estabelecia cláusula de barreira para o funcionamento parlamentar de
REFORMA POLÍTICA PEC 282/16 O texto enviado pelo Senado à Câmara dos Deputados estabelecia cláusula de barreira para o funcionamento parlamentar de partidos, aplicável a partir das eleições de 2022 (aqueles
C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 001/2016 MTR /03/2016 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES/SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS
C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 001/2016 MTR-00-00 51 18/03/2016 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES/SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS A S S U N T O Assunto : Aprova Alteração do Regimento Interno do
Regimento Interno da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Regimento Interno da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica Artigo lo. As normas e disposições estatutárias terão seus procedimentos regulamentados por este Regimento Interno. Das Representações Regionais
DIREITOS POLÍTICOS. Introdução
Introdução Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III
RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 001/2018 PARTIDO DA REPÚBLICA - PR COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL
RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 001/2018 PARTIDO DA REPÚBLICA - PR COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL Estabelece normas e diretrizes para a realização das Convenções Estaduais do Partido da República PR, para a celebração
Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA
Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Minuta de 18.04.2004 Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão do GRUPO NEOENERGIA, o qual é constituído pela NEOENERGIA S.A. e por suas
ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética ética EDUCATIVA ética CONSULTIVA ética CONCILIADORA RESPONSABILIZADORAética ética
ÉTICA EDUCATIVA CONCILIADORA PREVENTIVA RESPONSABILIZADORA COMISSÃO DE CONSULTIVA DO IFBA COMISSÃO DE ÉTICA DO IFBA 3 Apresentação Esta guia tem como objetivo esclarecer, orientar e estimular a compreensão
RESOLUÇÃO CFESS Nº 548, de 23 de março de 2009
RESOLUÇÃO CFESS Nº 548, de 23 de março de 2009 EMENTA: Institui procedimentos que deverão ser adotados no processamento das denúncias éticas que forem objeto de DESAFORAMENTO, conforme previsão do artigo
DIREITO ELEITORAL. Prof. Roberto Moreira de Almeida
DIREITO ELEITORAL Ações Especiais Eleitorais: Ação de Impugnação de Registro de Candidaturas (AIRC), Ação de Investigação Eleitoral (AIJE) e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) - Parte 2 Prof.
Embargos de Declaração e Agravo de Instrumento
Direito Processual Civil Embargos de Declaração e Agravo de Instrumento Embargos de Declaração Art. 1.022: Cabem embargos de declaração contra qualquer decisão judicial para: I - esclarecer obscuridade
LEI Nº 6.534, DE 26 DE MAIO DE 1978.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA LEI Nº 6.534, DE 26 DE MAIO DE 1978. Dispõe sobre a escolha e o registro, pelos Partidos Políticos, de candidatos às eleições de 1978, para Governadores e Vice- Governadores,
REGULAMENTO ELEITORAL 2016 IAB RS
A Comissão Eleitoral constituída nos termos do Art. 80 do Estatuto do IAB RS, vem, através deste Regulamento Eleitoral Eleições 2016, editado nos termos do parágrafo único do Artigo 80 do Estatuto do IAB
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM 2009 SUMÁRIO TÍTULO I Da denominação, caráter, duração, sede, foro e finalidades... 3 Capítulo I Da denominação,
COOPERATIVA DE ENSINO DE OURINHOS COLÉGIO PÓLIS
ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL A Lei Federal nº 7.398 de 04/11/85, assegura a organização de Grêmios Estudantis nas Escolas, com as finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais. Grêmio
REGULAMENTO INTERNO DA APCTA
REGULAMENTO INTERNO DA APCTA (Aprovado em Assembleia Geral de 16 a 19 de Dezembro de 1986) CAPÍTULO I DA ASSEMBLEIA GERAL Artº 1º 1. A assembleia geral é constituida por todos os sócios individuais no
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES E EMPREGADOS PÚBLICOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO IMEDIATO AO CIDADÃO - NA HORA - ASSOSEHORA
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES E EMPREGADOS PÚBLICOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO IMEDIATO AO CIDADÃO - NA HORA - ASSOSEHORA REGULAMENTO DA ELEIÇÃO PARA CARGOS DA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL Em atendimento
Professora Susanna Schwantes
1) São Órgãos do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul: (a) Tribunal de Alçada e Tribunal de Justiça. (b) Pretores e Conselho da Magistratura. (c) Tribunal do Júri e Juizes de Paz. (d) Juizes de Direito
DIREITO ELEITORAL. Sistemas Eleitorais Sistema Majoritário e Sistema Proporcional. Prof. Roberto Moreira de Almeida
DIREITO ELEITORAL Sistemas Eleitorais Sistema Majoritário e Sistema Proporcional Prof. Roberto Moreira de Almeida SISTEMAS ELEITORAIS Conceito Sistema Majoritário e Sistema Proporcional O conjunto de técnicas
... 5º São inelegíveis para os mesmos cargos, no período imediatamente subsequente, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do
Reforma as instituições político-eleitorais, alterando os arts. 14, 17, 57 e 61 da Constituição Federal, e cria regras temporárias para vigorar no período de transição para o novo modelo, acrescentando
