Desafios da reforma da contabilidade pública
|
|
|
- Luiz Gustavo Fraga Lopes
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Introdução e contexto Entidade Contabilística Estado: Criação e projeto em curso Implementação do SNC-AP: Estratégia e concretização Sistema Central de Contabilidade e Contas Públicas (S3CP) Nova informação para a gestão pública Alberto Velez Nunes junho 2016
2 Introdução e contexto Necessidade de mudança Atualmente coexistem no âmbito do setor público entidades que adotam as IFRS, como é o caso de algumas empresas públicas, entidades que adotam o SNC, entidades que adotam o POCP e entidades que adotam os diferentes planos setoriais. Falta de uma visão integrada através de um processo de consolidação de contas que proporcione uma visão compreensiva e completa das finanças das administrações públicas. Normalização contabilística em Portugal para o setor público: Desatualizada, fragmentada e inconsistente
3 Introdução e contexto Lei 64-C/2011, de 30 de dezembro Os sistemas contabilísticos e de informação disponíveis não fornecem, com igual periodicidade, informação crucial para uma boa gestão e uma prestação efetiva de contas e responsabilização dos gestores dos dinheiros públicos De igual modo, é muito incipiente a informação relativa ao custo das atividades e dos projetos financiados pelo Orçamento do Estado Impulso para o SNC-AP
4 Introdução e contexto Diretiva 2011/85/UE do Conselho A existência de práticas de contabilidade pública exaustivas e fiáveis em todos os subsectores da administração pública constitui um pré-requisito para a elaboração de estatísticas de elevada qualidade que sejam comparáveis entre os Estados-Membros. Impulso para o desenvolvimento das European Public Sector Accounting Standards (EPSAS)
5 Introdução e contexto PILARES Reforma da Contabilidade Pública Nova LEO Lei n.º 15/2015, de 11/09 SNC-AP Decreto-Lei n.º 192/2015, de 11/9 Entidade Contabilística Estado Demonstrações financeiras previsionais Subsistemas contabilísticos Custos e resultados das políticas públicas Relato intercalar Consolidação de contas Imagem verdadeira e apropriada Transparência Um único referencial contabilístico Substância económica sobre a forma jurídica Estrutura conceptual Convergência com as IPSAS Modelos de demonstrações orçamentais Modelos de demonstrações financeiras Plano de Contas Multidimensional (alinhamento com o SEC 2010)
6 Entidade Contabilística Estado Necessidade da ECE A falta da definição do Estado como entidade contabilística conduz a que ativos, passivos, rendimentos e gastos com elevada materialidade não sejam registados em qualquer diário de partidas dobradas, o que impossibilita a obtenção de uma imagem verdadeira e apropriada das Finanças Públicas de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites (só são objeto de registo em unigrafia e na base de caixa). Criação no sistema contabilístico de uma entidade que registe as transações e outros eventos que se referem ao Estado Português como entidade soberana
7 Entidade Contabilística Estado A ECE como entidade de relato Agência para a Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública Autoridade Tributária e Aduaneira Concentração contabilística das operações desenvolvidas pelos agentes do Estado Agentes do Estado Português Direção-Geral do Orçamento Entidade Contabilística Estado Direção-Geral do Tesouro e Finanças Outras entidades que atuem em nome e por conta do Estado Português em operações que devam ter expressão contabilística
8 Entidade Contabilística Estado Lei de Enquadramento Orçamental O orçamento da administração central integra os orçamentos dos serviços e entidades públicas e da Entidade Contabilística Estado (ECE) A ECE é constituída pelo conjunto das operações contabilísticas da responsabilidade do Estado e integra, designadamente, as receitas gerais, as responsabilidades e os ativos do Estado. A gestão da ECE compete ao membro do Governo responsável pela área das finanças
9 Entidade Contabilística Estado ECE Contabilidade e Relato Orçamental Contabilidade e Relato Financeiro A ECE passará a executar uma contabilidade orçamental, pois terá um orçamento que será objeto de execução, e uma contabilidade financeira, reconhecendo as transações e outros eventos nos termos do SNC-AP, bem como prestará contas, nos termos do artigo 65.º da LEO
10 Entidade Contabilística Estado: Projeto em curso O projeto teve início em outubro de 2015 FASE 1 FASE 2 FASE 3 Modelo conceptual e instrumentos normalizadores Implementação do Sistema de informação e formação Implementação piloto Existência legal a partir de 2019 [Lei de Enquadramento Orçamental]
11 O SNC-AP: subsistemas Sistema de Contabilidade Pública (SNC-AP) Subsistema da Contabilidade Orçamental Subsistema da Contabilidade Financeira Subsistema da Contabilidade de Gestão NCP 26 (inclui requisitos para a consolidação orçamental) Sem IPSAS de referência Uma classe de contas própria (classe 0) e classificadores orçamentais Método digráfico Contabilidade contas a receber e a pagar (assim como registo todas as fases da receita e da despesa) Estrutura conceptual (convergência com a EC do IPSASB) 25 normas de contabilidade pública baseadas na maioria nas IPSAS Plano de contas com as classificações das contas nacionais incorporadas NCP 27 Sem IPSAS de referência A RPG 3 Reporting Service Performance Information foi considerada Possibilidade de integração com o modelo de orçamentação por programas (sistema ABC)
12 Implementação do SNC-AP: Estratégia e concretização ESTRATÉGIA de IMPLEMENTAÇÃO: Entidades piloto Seleção representativa de: Subsetores institucionais; Referenciais contabilísticos (IFRS, SNC, POCP, POC-E, POCMS, POCAL, POCISSSS); Implementadores de sistemas de informação SETOR ENTIDADES ADMINISTRAÇÃO LOCAL 14 CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR 9 FINANÇAS 5 SAÚDE 5 TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL 3 ADMINISTRAÇÃO REGIONAL 2 CULTURA 2 ECONOMIA 2 ENCARGOS GERAIS DO ESTADO 2 ADMINISTRAÇÃO INTERNA 1 AGRICULTURA, FLORESTAS E DESENVOLVIMENTO RURAL 1 AMBIENTE 1 DEFESA NACIONAL 1 JUSTIÇA 1 NEGÓCIOS ESTRANGEIROS 1 PLANEAMENTO E INFRAESTRUTURAS 1 PRESIDÊNCIA CONSELHO MINISTROS 1 SEGURANÇA SOCIAL 1 Soma 53
13 Implementação do SNC-AP: Estratégia e concretização ESTRATÉGIA de IMPLEMENTAÇÃO: 3 vetores Formação Esclarecimento de questões contabilísticas Adaptação dos sistemas de informação contabilística Ministério das Finanças e Ordem dos Contabilistas Certificados Comissão de Normalização Contabilística Processo gerido pela Direção-Geral do Orçamento tendente à adaptação dos sistemas contabilísticos locais e central ao SNC-AP Duração prevista das Entidades Piloto Ano de 2016
14 Implementação do SNC-AP: Estratégia e concretização CONCRETIZAÇÃO da IMPLEMENTAÇÃO Formação Esclarecimento de questões contabilísticas Adaptação dos sistemas de informação contabilística Porto 1 turma: 28 junho a 1 julho Lisboa 2 turmas: 4 a 7 julho + 11 a 14 julho Junho: Manual de implementação (CNC) entregue ao Governo para homologação Julho: Disponibilização do Portal colaborativo da CNC, sem prejuízo das questões contabilísticas serem submetidas por Abril (dia 5): Emissão da Circular 1381 da DGO com os requisitos contabilísticos e técnicos para a integração no S3CP* de informação contabilística, em suporte eletrónico, enviada pelas entidades Piloto Abril: Conta de dedicada ao apoio do processo Maio: Antecipação de elementos do Manual da CNC relevantes para o balanço de abertura em SNC-AP, assim como para a normalização do conteúdo das demonstrações financeiras Junho: Atribuição autenticações às software houses para início de testes (*) S3CP: Sistema Central de Contabilidade e Contas Públicas
15 Sistemas Central de Contabilidade e Contas Públicas (S3CP) S3CP Plano de Contas Central Balancete Posição financeira e alterações Desempenho financeiro Fluxos de caixa Antiguidade da dívida Desempenho orçamental Controlo orçamental - Despesa Controlo orçamental - Receita Quadros para o anexo Portal para integração e qualidade da informação Requisitos contabilísticos e técnicos que as software houses têm de cumprir Web services para integração com os sistemas de informação das entidades públicas (sistemas locais) Requisitos próprios para efeitos de consolidação de contas Circular 1381
16 Implementação do SNC-AP: Estratégia e execução A ECE e as demais entidades públicas preparam, até ao final do segundo mês seguinte ao trimestre, demonstrações orçamentais e financeiras, individuais e consolidadas. A ECE e as entidades públicas elaboram, até 31 de março do ano seguinte ao ano económico a que as contas respeitam, os respetivos documentos de prestação de contas que entregam ao membro do Governo responsável pela área das finanças, ao membro do Governo da tutela e ao Tribunal de Contas. Documentos de prestação de contas Relatório de Gestão Demonstrações orçamentais e financeiras Outros documentos exigidos por lei O artigo 10.º do DL 192/2015 indica que as demonstrações orçamentais e financeiras são objeto de certificação legal de contas (exceto regime simplificado)
17 Demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas - Perímetro Consolidação de Contas (Art. 7.º DL 192/2015) Perímetro de consolidação orçamental das AP Perímetro de consolidação financeira Administração Central e SS Perímetro OE Regiões Autónomas Perímetro do OR Administração Local Perímetro Estatístico Administração Central e SS Perímetro OE Regiões Autónomas Perímetro do OR Administração Local Perímetro Estatístico + Entidade controladas pelas AP
18 Sistema Central de Contabilidade e Contas Públicas: Outputs Instrumentos financeiros Ativos fixos tangíveis PPPs e Concessões Sistema de Informação da ECE Sistema Central de Contabilidade e Contas Públicas (S3CP) Informação contabilística das entidades públicas Ativos/passivos fiscais Tesouraria Provisões e PC Outputs Demonstrações orçamentais e financeiras individuais (ECE, outras entidades públicas) Demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas (Ministério, Programa Orçamental, Setores Institucionais, Setor Público) Relatórios para controlo de gestão Prestação de Contas Relato de acordo com o SEC 2010
19 Nova informação para a gestão pública Espera-se que com a reforma da contabilidade pública novos indicadores possam ser preparados para a análise das finanças públicas: Resultados líquidos consolidados EBITDA consolidado Dívida consolidada para todo o setor público Endividamento líquido consolidado Dívida comercial a terceiros e de terceiros consolidada Liquidez geral e imediata consolidada Tesouraria consolidada não consignada Atualmente, o conceito de equilíbrio assenta num saldo global positivo (receitas efetivas despesas efetivas), aferido numa ótica de caixa artigo 25.º da LEO Introdução de indicadores de base contabilística na supervisão das finanças públicas a nível nacional e comunitário
Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa Grupo de Trabalho - Lei de Enquadramento Orçamental.
Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa Grupo de Trabalho - Lei de Enquadramento Orçamental Audição da UniLEO 20 de março de 2018 A UniLEO Decreto-Lei n.º 77/2016, de 23/11 Portaria
Introdução do SNC-AP. Conferência Internacional Reforma das Finanças Públicas em Portugal Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Conferência Internacional Reforma das Finanças Públicas em Portugal Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Introdução do SNC-AP Lúcia Lima Rodrigues Professora na Universidade do Minho Membro da
SNC AP. Desafio da Mudança. António Monteiro Presidente
SNC AP Desafio da Mudança António Monteiro Presidente V Congresso dos TOC - Lisboa 17 de Setembro de 2015 1 Síntese As Contas Públicas enquanto elemento determinante do grau de confiança na gestão dos
Reforma da Contabilidade Pública
O novo Sistema de Normalização Contabilística para Administração Pública (SNC-AP) Reforma da Contabilidade Pública JUNHO 2016 WWW.GESNORT.PT Reforma da Contabilidade Pública Introdução Porquê mudar? Quais
Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas
Decreto-Lei n.º 192/2015, de 11 de setembro Aprova do Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas (SNC-AP) Índice Preambulo... 2 Artigo 1º - Objeto... 4 Artigo 2.º - Sistema
Tribunal de Contas. António Marta Cristina Mendes Teresa Ferreira Setembro
António Marta Cristina Mendes Teresa Ferreira Setembro 2017 1 A aprovação do SNC -AP permite ( ) contribuir para a satisfação das necessidades dos utilizadores da informação do sistema de contabilidade
O Novo Modelo de Gestão das Finanças Públicas
O Novo Modelo de Gestão das Finanças Públicas Reforma em Curso Unidade de Implementação da Lei de Enquadramento Orçamental Luís Viana Responsável Técnico Lisboa, 29 de junho de 2017 Agenda 1. Necessidade
Norma Técnica n.º 1/2017
SNC-AP: Instruções para a integração de informação orçamental e económico-financeira no Sistema Central de Contabilidade e Contas Públicas (S3CP) Introdução Decorrente da experiência obtida com a Circular,
A Nova Visão Financeira do Estado. Conferência Serviços Partilhados e Compras Públicas
A Nova Visão Financeira do Estado Conferência Serviços Partilhados e Compras Públicas A Nova Visão Financeira do Estado AGENDA 1. Enquadramento 2. Perspetiva sobre a situação atual 3. Elementos da nova
CONTABILIDADE PÚBLICA
CONTABILIDADE PÚBLICA DA REALIDADE ATUAL À REALIDADE FUTURA Maria José Fernandes TÓPICOS O que temos. Porquê mudar. Novo modelo de Gestão Pública e Governação NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Uma visão prática
Contabilidade Pública - da realidade atual à realidade futura
realidade atual à realidade futura Lúcia Lima Rodrigues Universidade do Minho Membro da CNC, CNC Pública, onde representa a OCC Agenda Breve evolução histórica da Contabilidade Pública no século XX O que
A evolução da normalização contabilística e a sua contribuição para a transparência dos mercados
Os contributos da investigação e da normalização para a transparência dos mercados Lúcia Lima Rodrigues Professora Catedrática de Contabilidade UMinho CNC EFRAG Academic Panel Agenda Evolução da normalização
Reforma da Gestão Financeira Pública - Ponto de situação
Reforma da Gestão Financeira Pública - Ponto de situação Os trabalhos de implementação da nova Lei do Enquadramento Orçamental (LEO) aprovada em anexo à Lei n.º 151/2015, de 11 de setembro, inserem-se
DEMONSTRAÇÕES ORÇAMENTAIS E FINANCEIRAS CONSOLIDADAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DESEMPENHO DO ESTADO. Pedro Soutelinho Correia Ribeiro
77F DEMONSTRAÇÕES ORÇAMENTAIS E FINANCEIRAS CONSOLIDADAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DESEMPENHO DO ESTADO Pedro Soutelinho Correia Ribeiro Profissão: Docente Universitário / Universidade Lusófona Área
A CONTABILIDADE PÚBLICA COM BASE NAS IPSAS
A CONTABILIDADE PÚBLICA COM BASE NAS IPSAS Conferência Anual Praia, 8 de Julho de 2017 Óscar Figueiredo Vice-presidente 1 Sumário A utilidade da contabilidade na base do acréscimo A IFAC, o IPSASB e as
FORMAÇÃO. Conteúdos programáticoso
FORMAÇÃO Conteúdos programáticoso PRESENCIAL E DISTÂNCIA Janeiro e fevereiro 2018 FORMAÇÃO PRESENCIAL JANEIRO 2018 A localização das prestações de serviços em IVA SEG0118 1. Caraterísticas e regras principais
Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas SNC AP. Alterações e Implicações
Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas SNC AP Alterações e Implicações O que é o SNC-AP O Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas (SNC-AP),
Os Desafios. Contabilidade e Relato. António Gonçalves Monteiro
Os Desafios do Snc-Ap Contabilidade e Relato António Gonçalves Monteiro PRESIDENTE DA COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO CONTABILISTICA / Revisor Oficial de contas Introdução O novo Sistema de Normalização Contabilística
A Reforma das Finanças Públicas em Portugal
A Reforma das Finanças Públicas em Portugal Lei de Enquadramento Orçamental Hélder Reis [1] Conferência organizada pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa 29.06.2017 [1]As opiniões e posições
Tribunal de Contas Gabinete da Juiza Conselheira Ana Furtado
Gabinete da Juiza Conselheira Ana Furtado Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República Grupo de Trabalho sobre a Lei de Enquadramento Orçamental - 23/2/2018 Senhor Deputado Vice-Presidente
Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas Todos os direitos reservados à DATAJURIS, Direito
DSAJAL/ 2/2017. novembro DAAL
Nota Informativa 2/2017 novembro DSAJAL/ DAAL SNC-AP Autarquias Locais Regime de Transição Regime Geral 1. INTRODUÇÃO Durante o ano de 2017, todas as entidades públicas devem assegurar as condições e tomar
Texto de Apoio Exercícios Resolvidos Exercícios Propostos. Ana Fialho António Guerreiro
Exercícios Resolvidos Exercícios Propostos Ana Fialho António Guerreiro Escola de Ciências Sociais Departamento de Gestão 2015/2016 Índice Nota Prévia 1. Introdução 1.1. A Empresa e a Contabilidade 1.2.
O SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS
O SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Gabinete de Finanças Públicas / Secção de Formação Foi publicado no dia 11 de setembro o Decreto-lei nº 192/2015, que aprova a implementação
A CONTABILIDADE PÚBLICA EM PORTUGAL A EVOLUÇÃO CONTABILIDADE PÚBLICA. Ana Teresa Vaz. Estudante. Bairro do Carvalhal, Vinhais
100F A CONTABILIDADE PÚBLICA EM PORTUGAL A EVOLUÇÃO CONTABILIDADE PÚBLICA Ana Teresa Vaz Estudante Bairro do Carvalhal, Vinhais Submissão para Estudantes ÁREA TEMÁTICA: F) SECTOR PÚBLICO Palavras-chave:
A Transição de POCAL para SNC-AP e impacto no Relato Financeiro das Autarquias Locais Contabilidade e Relato
A Transição de POCAL para SNC-AP e impacto no Relato Financeiro das Autarquias Locais Contabilidade e Relato Sofia Rosa Membro Estagiária I - Introdução A normalização contabilística para o setor público
Encontro do EFRAG com os Stakeholders portugueses evolução do relato Financeiro e Não Financeiro
Encontro do EFRAG com os Stakeholders portugueses evolução do relato Financeiro e Não Financeiro EVOLUÇÃO DO RELATO FINANCEIRO EM PORTUGAL Isabel Castelão Silva Índice da apresentação Evolução do SNC de
Aula 08 http://www.webx.ubi.pt/~fantunes Início Normalização contabilística Dentro setorial do país já há segmentação Se pensarmos nas num ambiente empresarial distribuído geograficamente é fácil perceber
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1)
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para
Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Contabilidade Sectorial e Consolidação de Contas
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 5/11/2014 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 23/2/2015 Ficha de Unidade
O SNC NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Preparação para a mudança. I Congresso Internacional de Contabilidade Pública
O SNC NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Preparação para a mudança I Congresso Internacional de Contabilidade Pública PREPARAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO SNC-AP A SITUAÇÃO ATUAL Caracteriza-se pela existência de
REFORMA DA CONTABILIDADE PÚBLICA. Desafio da Mudança. António Monteiro Presidente
REFORMA DA CONTABILIDADE PÚBLICA Desafio da Mudança António Monteiro Presidente XII Congresso da OROC - Lisboa 15 de Setembro de 2016 1 Síntese 1. Introdução 2. Contas Públicas Credíveis 3. As principais
CONTABILIDADE FINANCEIRA II
Nº de Ordem CONTABILIDADE FINANCEIRA II GESTÃO / FINANÇAS E CONTABILIDADE TESTE INTERCALAR 15/03/2014 A INFORMAÇÕES 1. O teste intercalar é de resolução individual. 2. Duração: 75 minutos. 3. O teste está
Dezembro 2016 FORMAÇÃO. Normativo SNC-AP DIS6416. João Baptista da Costa Carvalho Vitor Simões.
Dezembro 2016 FORMAÇÃO Normativo SNC-AP DIS6416 João Baptista da Costa Carvalho Vitor Simões www.occ.pt FICHA TÉCNICA Título: Normativo SNC-AP Autores: João Baptista da Costa Carvalho; Vitor Simões Capa
Indicadores (AP s) Administrações Publicas. Indicadores (AC) Administração Central
Indicadores (AP s) Administrações Publicas Indicadores (AC) Administração Central Funcional Económica Introdução A presente solução é uma ferramenta que pretende mostrar aos cidadãos interessados em matérias
PLANO ESTRATÉGICO RELATÓRIO TRIMESTRAL DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL
PLANO ESTRATÉGICO RELATÓRIO TRIMESTRAL DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 2.º Trimestre de 2014 I. Índice I. Índice... 1 II. Introdução... 2 III. Execução do orçamento... 2 1. Análise Orçamental Global... 2 2. Execução
Contabilidade de Gestão & Controlo
Contabilidade de Gestão & Controlo NCP27 - a oportunidade para desafiar postulados HBarreto 2016/06/27 1/10 Contabilidade de Gestão & Controlo Do POCP ao SNC-AP De muitos se faça um NCP27 Contabilidade
Relatório do Orçamento do Estado para 2014 Errata
Relatório do Orçamento do Estado para 2014 Errata Nota Prévia: Foi introduzida na secção do Sumário Executivo a versão final da intervenção da Senhora Ministra de Estado e das Finanças, conforme proferida
Desafios da Gestão Financeira
Desafios da Gestão Financeira Agenda Gestão de Parques Habitacionais Sistema de Normalização Contabilística aplicável às Administrações Públicas (SNC-AP) Gestão de Parques Habitacionais Sistema de Gestão
Estatísticas da Dívida Pública
Estatísticas da Dívida Pública José Sérgio Branco 20 de março de 2015 Conselho Superior de Estatística Estatísticas da dívida pública ESQUEMA DA APRESENTAÇÃO I. Enquadramento II. Principais resultados
MANUAL DECLARAÇÃO IES NO TOCONLINE
MANUAL DECLARAÇÃO IES NO TOCONLINE ÍNDICE 1. Enquadramento e instruções gerais; 2. Apresentação do interface; 3. Configuração e preenchimento dos anexos; 4. Validações a partir dos Mapas de Conferência
CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DA MEADELA
CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DA MEADELA Exercício 2017 Modelo SNC elaborado por CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DA MEADELA -1- CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DA MEADELA Anexo às para o exercício findo em (Valores expressos
ALIANÇA PORTUGUESA DAS DOENÇAS RARAS ANÁLISE ÀS CONTAS DO ANO DE 2015
1/8 Lisboa, 31 de Março de 2016 Exmo. Senhor Presidente Direcção da ALIANÇA ALIANÇA PORTUGUESA DAS DOENÇAS RARAS ANÁLISE ÀS CONTAS DO ANO DE 2015 I INTRODUÇÃO A Aliança é uma associação sem fins lucrativos
GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR
Curso Gestão Ano letivo 2018/19 Unidade Curricular Contabilidade Financeira I ECTS 8 Regime Obrigatório Ano 1.º Semestre 1.º Sem Horas de trabalho globais Docente (s) Ermelinda Conceição Raimundo Oliveira
A CONTABILIDADE PÚBLICA NO PRINCÍPIO DO ACRÉSCIMO
A CONTABILIDADE PÚBLICA NO PRINCÍPIO DO ACRÉSCIMO Índice 1. Introdução 2. A Contabilidade Pública 2.1 Enquadramento Legal 2.2 Âmbito, Objecto e Características 3. O sistema Contabilístico do Estado 4.
Conceitos a reter. Economia e Finanças Públicas Aula T As contas e os saldos das AP. Bibliografia. Livro EFP, Cap 11 e Cap.
Economia e Finanças Públicas Aula T15 4.2 As contas e os saldos das AP 4.2.1 O saldo global das AP 4.2.2 A classificação económica das receitas e das despesas 4.2.3 Os saldos orçamentais EFP - ISEG 1 Conceitos
Instituição de Utilidade Pública Desportiva. Anexo I. Demonstrações Financeiras
Instituição de Utilidade Pública Desportiva Anexo I Demonstrações Financeiras 1 - Identificação da entidade 1.1. Dados de identificação 1.2. Sede. Rua Amélia Rey Colaço, Nº 46 D, Carnaxide. 1.3. Natureza
Aviso do Banco de Portugal n. o 1/2019
Aviso do Banco de Portugal n. o 1/2019 Índice Texto do Aviso Anexo ao Aviso Texto do Aviso O Regulamento (CE) n.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de julho de 2002, relativo à aplicação
Instrução n. o 5/2017 BO n. o 3 2.º Suplemento
Instrução n. o 5/2017 BO n. o 3 2.º Suplemento 03-04-2017 Temas Supervisão Elementos de Informação Índice Texto da Instrução Anexo I Informação financeira Anexo II Informação sobre os fundos próprios e
a) consolidação de conceitos contabilísticos e de terminologias contabilísticas.
RELATO FINANCEIRO [12017] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Pretende-se, com esta unidade curricular, em complemento com os conhecimentos e as competências apreendidos em outras unidades curriculares,
Apresentar o sistema contabilísitico em vigor e decorrente do Plano Oficial de Contabilidade do Setor Público
CONTABILIDADE PÚBLICA [12012] GERAL Ano Letivo: 201617 Grupo Disciplinar: Contabilidade Pública ECTS: 6,0 Regime: D, PL Semestre: S1 OBJETIVOS Com a unidade curricular de Contabilidade Pública pretende-se
Contabilidade Geral Carga horária: 52 horas
Contabilidade Geral Carga horária: 52 horas PROGRAMA 1. Fundamentos da Contabilidade Financeira (1 hora: Sandra Alves) 1.1. A Contabilidade Financeira 1.1.1. Conceito e divisões da Contabilidade 1.1.2.
LÓGICAS INSTITUCIONAIS NA EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA EM PORTUGAL
LÓGICAS INSTITUCIONAIS NA EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA EM PORTUGAL Susana Silva Doutoranda em Contabilidade da Universidade do Minho Lúcia Lima Rodrigues - Universidade do Minho Marta Guerreiro Instituto
Seminário SNC-AP O SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICO PARA ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS
Seminário SNC-AP O SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICO PARA ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Seminário Face à exigência legal, imposta pela EU, foi aprovado em Portugal um novo regime contabilístico para as
CONTABILIDADE PÚBLICA
CONTABILIDADE PÚBLICA Legislação Prof. Cláudio Alves Tendo em vista as significativas transformações rumo à convergência aos padrões internacionais, a ciência contábil no Brasil vem passando por muitas
Tribunal de Contas. Nota Introdutória
Nota Introdutória NOTA INTRODUTÓRIA O presente Volume, cuja estrutura reflecte o conteúdo genérico previsto no artigo 41.º da Lei n.º 98/97, de 26 de Agosto, contém os resultados das acções de verificação
Pedro Correia Ribeiro SNC-AP SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS
Pedro Correia Ribeiro SNC-AP SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Índice Sistemático 3 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 1.1 A Lei de Enquadramento Orçamental e o Sistema Contabilístico
ANEXO AO BALANÇO CONSOLIDADO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS
ANEXO AO BALANÇO CONSOLIDADO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS As Demonstrações Financeiras e os Anexos das Consolidadas da Universidade da Beira Interior foram elaborados de acordo com a legislação
