RALLY DE REGULARIDADE REGULAMENTO TÉCNICO
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- Júlio Teixeira Natal
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1 RALLY DE REGULARIDADE REGULAMENTO TÉCNICO
2 1. DEFINIÇÃO Prova de rally de regularidade para automóveis, constituída por trechos variáveis e médias horárias a serem definidas em uma planilha de roteiro (Livro de Bordo), a fim de proporcionar igualdade de condições de vitória a todos os concorrentes inscritos na competição. 2. PERCURSO Estradas pavimentadas ou não, prevalecendo nas vias públicas as leis de trânsito locais. 3. CATEGORIAS Serão disputadas as categorias Graduados e Turismo. 4. INSTRUMENTOS DE NAVEGAÇÃO Para a categoria Graduados é permitido o uso de qualquer instrumento de navegação. Para a categoria Turismo só é permitido o uso do odômetro original do veículo. O uso de GPS é permitido nas duas categorias. 5. TRECHOS DA PROVA 5.1 Trechos de regularidade - São trechos representados por números inteiros ou pela letra V, indicando a velocidade média a ser mantida, em km/h. 5.2 Deslocamentos - São trechos representados pela letra D e servem, por exemplo, para as travessias de cidades, povoados e vilarejos, onde não haverá média de velocidade imposta e sim um tempo pré-determinado para a travessia Quando da travessia de cidades ou vilas, que deverão estar identificadas no Livro de Bordo, os trechos de deslocamento não poderão ter média superior a 40 km/h. Página2
3 5.3 Neutralizados - São trechos de parada, representados pela letra N, onde o concorrente tem um tempo estipulado para recuperar o seu tempo de prova, transpor algum obstáculo, descanso, abastecimento ou reparos. 5.4 As provas obedecerão, em todos os aspectos, ao Código de Trânsito Brasileiro, devendo ser obedecidos os limites de velocidade e as leis de trânsito. 6. PLANILHA DE ROTEIRO (LIVRO DE BORDO) 6.1 Cada concorrente receberá uma planilha contendo o roteiro, velocidades e distâncias a serem seguidas. 6.2 A simbologia da planilha deverá ser simples e clara, procurando mostrar apenas o necessário à identificação do roteiro. Os símbolos utilizarão o código tulipa, já padronizado para esse tipo de prova. 6.3 No símbolo usado, a "bolinha" (que indica o local onde o concorrente está) deverá estar sempre na posição inferior do retângulo. O sentido do desenho será sempre de baixo para cima. 6.4 Os ângulos da simbologia deverão apresentar, com a melhor fidelidade possível, os reais ângulos das curvas, cruzamentos e bifurcações. 6.5 Na coluna da direita poderão constar as observações, chamando a atenção para os locais perigosos (vala, barranco, pedra, etc.), ou quaisquer informações quando puderem surgir dúvidas ao caminho a seguir No caso de haver alguma divergência em uma referencia no Livro de Bordo, entre a tulipa e o seu descritivo, será considerado como válida a tulipa Nos casos omissos, deverá ser utilizada a estrada que se apresentar como a mais importante. 6.6 O início de um trecho sempre coincide com o final do trecho anterior. 6.7 Poderá haver 02 (duas) velocidades de médias horárias diferentes na planilha de prova, procurando distinguir as categorias ou como prevenção em caso de chuva. A média a ser usada será decidida pelo Diretor de Prova com a anuência dos Comissários Desportivos por ocasião da largada e deverá ser mantida até o término da prova. Página3
4 6.8 O levantamento do roteiro deverá ser feito com aparelho(s) eletrônico(s) de precisão mínima de 01 (um) metro, devendo ser utilizado somente um valor de calibre para efetuar toda a medição da prova. 6.9 O ponto de fixação do coletor de dados (GPS), fornecido pela Organização, deverá ser o painel do carro próximo ao para-brisa dianteiro As medidas serão sempre em quilômetros, com subdivisão de metros e dezenas de metro. Ex.: 2,328 (dois quilômetros e trezentos e vinte oito metros); 0,03 (trinta metros); 10,74 (dez quilômetros e setecentos e quarenta metros) As indicações quilométricas para os finais de trecho serão exatas As indicações quilométricas para as aferições e os finais de trecho exato serão fornecidas com a precisão em metros e representadas com 03 (três) casas decimais após a vírgula As referências de roteiro serão fornecidas em dezenas de metros, sendo aproximadas Somente as referências apresentadas com 03 (três) casas decimais poderão ser utilizadas como aferição Referências para as aferições serão fornecidas com intervalos de no máximo 15 (quinze) km entre elas, exceto em trechos de deslocamento, sem que as mesmas tenham obrigação de localização específica ou proteção para a colocação de PCs A não ser quando expresso em contrário, a medição quilométrica refere-se ao ponto inicial da respectiva referência, tanto no caso de cruzamento, como no caso de pontes, mata-burros, abrigo de ônibus, etc Sempre que estiver avisado na planilha situação de perigo com a palavra CUIDADO ou PERIGO, não poderá haver PC 50 (cinquenta) metros antes nem 200 (duzentos) metros após a referência Quando não houver Adendo para a aferição de odômetro, o primeiro trecho da prova deverá ser obrigatoriamente um deslocamento com um trecho em que possa ser feita a aferição. Página4
5 6.13 A sequência das referências no Livro de Bordo deve respeitar a ordem pela qual elas ocorrem. No caso de existirem 02 (duas) referências dentro da distancia básica, a primeira que ocorrer é que deverá ser utilizada Todas as referências serão consideradas no alinhamento ortogonal em relação ao eixo da estrada, dispensando-se a indicação de no alinhamento de (o) (a). Aconselha-se que as referências estejam a uma distância máxima de 20 (vinte) metros do eixo da estrada e que não sejam usados termos regionais. As referências deverão ser as mais ostensivas possíveis No caso distâncias aproximadas (apresentadas com duas casas decimais), todos os pontos de referência sempre se encontrarão depois da distância básica indicada e nunca a mais de 200 (duzentos) metros dessa distância. 7. CRONOMETRAGEM E POSTOS DE CONTROLE (PCs) 7.1 A cronometragem será feita com base em um tempo padrão (hora oficial) fornecido pela Organização da prova, pelo menos 30 (trinta) minutos antes da largada. Para a cronometragem e apuração dos postos de controle (PC) será utilizado utilizado hora, minuto, segundo e centésimo de segundo (hh: mm: ss:, cc), onde cada segundo vale 10 (dez) pontos, ou seja, 01 (um) ponto por décimo de segundo. 7.2 Os postos de cronometragem serão posicionados no decorrer do roteiro, em posições e quantidades não conhecidas previamente pelos concorrentes, e a sua coleta de tempo será feita via satélite. Eles serão divulgados, através da Ficha Técnica, aos concorrentes na chegada Todos os PCs deverão ser colocados junto a referências físicas (ex: árvore, mourão, mata-burro, abrigo de ônibus, etc.), de modo a possibilitar a sua conferência em caso de necessidade posterior. 7.3 O PC visa medir a navegação e confirmar o caminho e o sentido correto da prova. 7.4 Os pontos adiantados serão representados com o sinal ( ) e serão somados pelo seu valor absoluto. 7.5 Não serão modificados nem criados novos PCs após a largada da prova. Página5 7.6 Cada PC válido que constar na Ficha Técnica deverá ter as seguintes informações: categoria, trecho, medida (número inteiro em metros, em relação à coluna do veículo), velocidade do trecho, tempo teórico de passagem e waypoint
6 (latitude e longitude) da posição real do PC. O waypoint será utilizado como referência para a apuração das passagens dos concorrentes. 7.7 Somente será considerada como passagem válida pelo concorrente em um PC a passagem registrada com pontuação entre e pontos. 7.8 O concorrente perderá 01 (um) ponto por décimo de segundo de atraso ou adianto até o limite de 10 (dez) minutos, após o que, perderá fixo (seis mil) pontos. 1,3 s de atraso = 13 pontos perdidos 0,4 s de adianto = - 4 pontos perdidos Total de pontos perdidos = 17 pontos perdidos. 7.9 Serão declarados vencedores os concorrentes que ao final da prova obtiverem o menor número (absoluto) de pontos perdidos, levando-se em conta os critérios de descarte N-x e N-i previstos no Regulamento Particular de Prova A não passagem por um PC será representada por quatro asteriscos (****) e será somada a pontuação máxima (6.000 pontos) ao total e não poderá ser descartada (N-x e N-i) Caso um concorrente passe mais de uma vez num mesmo PC, será considerado para efeito de pontuação a primeira passagem no sentido correto do PC, dentro do limite de 10 (dez) minutos em relação à hora ideal A prova terá um PC de chegada em seu último trecho (deslocamento), sendo que este não penalizará o concorrente que chegar ao seu final adiantado. Caso chegue com mais de 20 (vinte) minutos de atraso o concorrente será desclassificado A apuração será feita com os seguintes critérios de descarte (N-x) e (N-i) cumulativamente: No critério (N-x) serão descartados os x piores PCs válidos com no máximo 03 (três) segundos de adianto ou até 10 (dez) minutos de atraso No critério (N-i) serão descartados os "i" piores PCs válidos de cada concorrente com no máximo 03 (três) segundos de adianto ou atraso. O valor "i" refere-se a 5% (cinco por cento) dos PCs válidos da prova arredondados para baixo. Ex.: 61 PCs válidos, 5% = 3,05, portanto, i = 3 PCs. Página6
7 8. DESEMPATE Caso haja empate, o critério de desempate será: vencerá a dupla que perder menos pontos sem considerar o(s) descarte(s), quando houver; persistindo o empate, será considerada vencedora a dupla que apresentar o maior número de PCs zerados; caso o empate persista, vencerá a dupla que apresentar o maior número de PCs com 01 ponto, 02 pontos, sucessivamente até o desempate; caso o empate persista, vencerá a dupla que perder menos pontos no último PC; caso o empate ainda persista, vencerá a dupla que perder menos pontos no penúltimo PC e assim sucessivamente até o desempate. Curitiba, 06 de Novembro de Página7
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