Aula 1 Introdução - RNA
|
|
|
- Bárbara Belmonte Borges
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 1 Introdução - RNA
2 Sumário 1- Conceitos Iniciais; 2- Neurônio Biológico; 3- Neurônio Artificial; 4- Funções de Ativação; 5- Comparação Neurônio Biológico e Artificial.
3 1- Conceitos Iniciais - Computadores podem realizar diversas operações mais rápido do que seres humanos; - Outras ações o ser humano tem uma melhor capacidade de realização.
4 1- Conceitos Iniciais
5 1- Conceitos Iniciais - Os primeiros trabalhos com RNA surgiram na década de 50; - O tema RNA (ANN Artificial Neural Network) se tornou um tema popular para pesquisa científica a partir de 1990; - Exemplos de uso de RNA: 1) Avaliação de imagens captadas por satélite; 2) Classificação de padrões de escrita e fala; 3) Reconhecimento de faces com visão computacional; 4) Sistemas de controle e previsão financeira; 5) Identificação de anomalias e patologias na área médica com base em imagens; 6) Controle automatizado de equipamentos eletrônicos.
6 1- Conceitos Iniciais Redes neurais artificiais são modelos computacionais inspirados no sistema nervoso de seres vivos - Possuem capacidade de aquisição e manutenção do conhecimento; - São caracterizados pela unidade de processamento chamada de neurônio; - Cada unidade (neurônio) é ligado Artificiais; - Computacionalmente falando são vetores de pesos sinápticos; por meio das sinapses representadas por matrizes e
7 1- Conceitos Iniciais Principais características: a) Adaptação por experiência: Os pesoss sinápticos são ajustados a partir da apresentação sucessiva de exemplos. b) Capacidade de aprendizado: É possível extrair o relacionamento existente entre as diversas variáveis que compõem a aplicação. c) Habilidade de generalização: Por meio do processo de treino, a rede é capaz de generalizar o comportamento aprendido para estimar uma solução, até então desconhecida. d) Organização de dados: A rede é capaz de realizar uma organização interna visando o agrupamento de padrões e particularidades e) Tolerância a falhas: Devido ao elevado número de interconexões entre os neurônios, a rede se torna um sistema tolerante a falhas quando sensívelmente corrompido;
8 1- Conceitos Iniciais Principais características: f) Armazenamento distribuído: o conhecimento a respeito do comportamento de um processo é distribuído entre os neurônios, aumentando a robustez do sistema frente a eventuais neurônios inoperantes; g) Facilidade de prototipagem: a implementação da maioria das arquiteturas neurais pode ser facilmente desenvolvida pois são baseadas em operações matemáticas elementares;
9 2- Neurônio Biológico Rede Neural Biológica / Neurônio
10 3- Neurônio Artificial Rede Neural Artificial Andrew Ng's machine learning course
11 3- Neurônio Artificial Rede Neural Artificial neurônio de McCulloch-Pitts (Haykin, 1994)
12 3- Neurônio Artificial Componentes da Rede Neural Artificial: a) Sinais de entrada {x 1, x 2,..., x n n} Sãos os sinais ou medidas externos que representam valores assumidos pelas variáveis da aplicação; b) Pesos sinápticos {w k1, w k2,..., w kn } São os valores que servirão pa ara ponderar cada uma das variáveis de entrada da rede, permitindo qualificar a relevância em relação as funcionalidades do neurônio; c) Combinador Linear (Junção de Somatórios - - sigma) Também chamado de Função Soma, sua função é agregar os sinais de entrada produzindo um valor potencial de ativação. d) Limiar de ativação (θ - theta) É uma variável que identifica o patamar apropriado para o resultado produzido pelo combinador linear neurônio de McCulloch-Pitts (Haykin, 1994)
13 3- Neurônio Artificial Componentes da Rede Neural Artificial: e) Potencial de ativação {u n } É o resultado produzido pelo avaliação do limiar de ativação e o combinador linear. Caso u θ, então o neurônio produz um potencial excitatório. f) Função de ativação {g(.) ou ϕ(..) - varphi} Seu objetivo é limitar a saída do neurônio dentro de um intervalo de valores assumidos pela arquitetura da rede. g) Sinal de saída {y n } Consiste no valor final produzido pelo neurônio em relação a um determinado conjunto de entrada neurônio de McCulloch-Pitts (Haykin, 1994)
14 3- Neurônio Artificial y n = ϕ i= 1 wx i i θ neurônio de McCulloch-Pitts (Haykin, 1994)
15 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: a) Função Degrau (heavyside / hard limiter) O valor resultante será 0 ou 1. 2COP229
16 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: b) Função Degrau Bipolar ou Função Sinal (symmetric hard limiter) O valor resultante será -1, 0 ou 1.
17 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: c) Função Rampa Simétrica Os valores retornados são iguais aos próprios valores de entrada quando definidos no intervalo [-a, a] ]. g(u) = { a, se u > a u, se a u a {-a, se u < a a a a -a
18 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: e) Função Logística O resultado de saída produzido pela aplicação da função logística assumirá valores reais entre 0 e 1, dado por: g( u) 1 = 1 + e βu Ponto de inflexão Nível de inclinação
19 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: f) Função Tangente Hiperbólica O resultado de saída produzido pela aplicação da função logística assumirá valores reais entre -1 e 1, dado por: g( u) = e e βu βu Nível de inclinação
20 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: g) Função Gaussiana A saída do neurônio produzirá resultados iguais a o potencial de ativação {u} quando posicionados a uma mesma distância do centro (média) g ( u c)² ( u) = e 2σ² variância
21 4 - Funções de Ativação Funções de Ativação Tradicionais: h) Função linear A saída do neurônio produzirá resultados idênticos aos valores do potencial de ativação {u} g ( u) = u
22 Comparação Neurônio Biológico e Artificial Parâmetro Neurônio Artificial Neurônio Biológico Eficiência Energética (Operações/segundos) J J 0-9 s (Ghz) Tempo de Processamento (Operação/neurônio) 10 Mecanismo de Processamento Sequencial 10-3 s Paralelo
23 Referências: Silva, IN da, Danilo Hernane Spatti, and Rogério Andrade Flauzino. "Redes neurais artificiais para engenharia e ciências aplicadas." São Paulo: Artliber (2010).
Redes Neurais Artificiais. Capítulos 1 e 2
Redes Neurais Artificiais Introdução Capítulos 1 e 2 Redes Neurais Artificiais (RNA) São modelos computacionais inspirados nos mecanismos de aprendizagem do cérebro humano. São modelos computacionais que
Introdução à Redes Neurais. Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana
Introdução à Redes Neurais Artificiais Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana 2 Introdução Redes Neurais Artificiais (RNAs)
Introdução às Redes Neurais Artificiais
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Introdução às Redes Neurais Artificiais DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor Medeiros 1 Tópicos
Introdução a Redes Neurais Artificiais com a biblioteca Encog em Java
Introdução a Redes Neurais Artificiais com a biblioteca Encog em Java Apresentação Graduada em Sistemas de Informação FAP/Parnaíba Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Eletricidade -
3 Redes Neurais Artificiais
3 Redes Neurais Artificiais 3.1. Introdução A capacidade de implementar computacionalmente versões simplificadas de neurônios biológicos deu origem a uma subespecialidade da inteligência artificial, conhecida
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Na Aula Passada... O que é uma
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL REDES NEURAIS Caracterização Intuitiva: Em termos intuitivos, Redes Neurais Artificiais (RNAs) são modelos matemáticos inspirados nos princípios de funcionamento dos neurônios biológicos
Redes Neurais Artificial. Inteligência Artificial. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto
Redes Neurais Artificial Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Histórico 3. Conceitos Básicos 4. Aprendizado em RNA 5. Exemplo de Aprendizado com
TÓPICOS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes Neurais Artificiais
TÓPICOS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes Neurais Artificiais [email protected] http://professor.luzerna.ifc.edu.br/ricardo-kerschbaumer/ Introdução O Cérebro humano Mais fascinante processador
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO - UNEMAT. Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas FACET / Sinop Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica
REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PERCEPTRONS Prof. Dr. André A. P. Biscaro 1º Semestre de 2017 Forma mais simples de configuração das RNAs Rosenblatt (1958) retina área de projeção área de associação respostas
REDES NEURAIS ARTIFICIAIS
REDES NEURAIS ARTIFICIAIS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS O QUE É UMA REDE NEURAL NEURÔNIOS BIOLÓGICOS CÉREBRO HUMANO E CAPACIDADE DE GENERALIZAÇÃO. Modelo McCulloch e Pitts FUNÇÕES DE ATIVAÇÃO APRENDIZADO APRENDIZADO
Rede Perceptron. Capítulo 3
Rede Perceptron Capítulo 3 Rede Perceptron É a forma mais simples de configuração de uma RNA (idealizada por Rosenblatt, 1958) Constituída de apenas uma camada, tendo-se ainda somente um neurônio nesta
Aula 7 RNA Redes Auto-Organizáveis de Kohonen
2COP229 Aula 7 RNA Redes Auto-Organizáveis de Kohonen 2COP229 Sumário 1- Introdução 2- Processo de Aprendizado Competitivo 3- Mapas auto-organizáveis de Kohonen (SOM) 4- Projeto Prático 1-Introdução 2COP229
Redes Neurais Artificiais Sistemas Inteligentes Especialização em Automação Industrial SISTEMAS INTELIGENTES PROFESSOR FLÁVIO MURILO
Redes Neurais Artificiais Sistemas Inteligentes Especialização em Automação Industrial 1 Redes Neurais - Definição O que é Rede Neural ou Rede Neuronal Artificial (RNA)? É um modelo computacional que objetiva
A evolução natural deu ao cérebro humano muitas características desejáveis que não estão presentes na máquina de von Neumann:
Faculdade de Engenharia de Computação Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias PUC-Campinas João Luís Garcia Rosa 2004 2 A evolução natural deu ao cérebro humano muitas características desejáveis
Primeiras Redes Neurais Artificiais: Perceptron e Adaline
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Primeiras Redes Neurais Artificiais: Perceptron e Adaline DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor
2. Redes Neurais Artificiais
Computação Bioinspirada - 5955010-1 2. Redes Neurais Artificiais Prof. Renato Tinós Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 2.1. Introdução às Redes Neurais Artificiais (RNAs) 2.1.1. Motivação
Neurocomputação Parte 2
Neurocomputação Parte 2 Fabricio Breve - [email protected] 25/09/2007 Fabricio Breve 1 REDES NEURAIS ARTIFICIAIS 25/09/2007 Fabricio Breve 2 Por que Redes Neurais? Computadores convencionais são eficientes
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO - UNEMAT. Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas FACET / Sinop Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica
REDES NEURAIS ARTIFICIAIS REDE ADALINE e REGRA DELTA Prof. Dr. André A. P. Biscaro 2º Semestre de 2017 Aspectos históricos O ADALINE foi idealizado por Widrow & Hoff em 1960. Sua principal aplicação estava
Redes Neurais Noções Gerais
Redes Neurais Noções Gerais Segundo Loesch (apupt Fernandes), Redes Neurais Artificiais são sistemas computacionais, de implementação em hardware e software, que imitam as habilidades computacionais do
Redes Neurais 1. Redes Neurais. cont.) Definição (cont( Definição. Histórico. Características básicas
Redes Neurais Dalma M. Falcão [email protected] http://www.nacad.ufr.br/~falcao/ Redes Neurais Definição Histórico Áreas de aplicação RNs biológicas Modelos de neurônios artificiais Arquiteturas de RNs
Redes Neurais Artificiais
Redes Neurais Artificiais x 1 w k1 Bias b k +1 +1 x 1 x 2 x 3 x m +1 y 1 y 2 y o Sinais de entrada x 2 x m Fabricio Breve [email protected] w k2 w km Pesos sinápticos Σ Junção aditiva v k f(. ) Saída
Redes Neurais Artificiais
Redes Neurais Artificiais Neurônio Natural Dendritos: recebe os estímulos transmitidos por outros neurônios Soma Sinapse Axônio Soma: coleta e combina informações vindas de outros neurônios Sinapse Dendrito
Classificação de Padrões. Abordagem prática com Redes Neurais Artificiais
Classificação de Padrões Abordagem prática com Redes Neurais Artificiais Agenda Parte I - Introdução ao aprendizado de máquina Parte II - Teoria RNA Parte III - Prática RNA Parte IV - Lições aprendidas
RECONHECIMENTO DE GÊNERO ATRAVÉS DA VOZ
RECONHECIMENTO DE GÊNERO ATRAVÉS DA VOZ Marcela Ribeiro Carvalho [email protected] IFG/Câmpus Goiânia Hipólito Barbosa Machado Filho [email protected] IFG/Câmpus Goiânia Programa Institucional
Redes Neurais MLP: Exemplos e Características
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Redes Neurais MLP: Exemplos e Características DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor Medeiros 1
PRINCÍPIOS DE NEUROCOMPUTAÇÃO
PRINCÍPIOS DE NEUROCOMPUTAÇÃO Neurocomputação Funcionamento do cérebro humano e os neurônios Formação das conexões e como se concebe teoricamente a aquisição do conhecimento, formalizando-os em procedimentos
serotonina (humor) dopamina (Parkinson) serotonina (humor) dopamina (Parkinson) Prozac inibe a recaptação da serotonina
Redes Neurais O modelo biológico O cérebro humano possui cerca 100 bilhões de neurônios O neurônio é composto por um corpo celular chamado soma, ramificações chamadas dendritos (que recebem as entradas)
IMPLEMENTAÇÃO PARALELA DE UMA ARQUITETURA DE REDE NEURAL ARTIFICIAL DISTRIBUÍDA E REALIMENTADA 1
IMPLEMENTAÇÃO PARALELA DE UMA ARQUITETURA DE REDE NEURAL ARTIFICIAL DISTRIBUÍDA E REALIMENTADA 1 Jessica De Almeida Berlezi 2, Eldair Fabricio Dorneles 3, Edson Luiz Padoin 4, Rogério S. M. Martins 5.
Fundamentos de Inteligência Artificial [5COP099]
Fundamentos de Inteligência Artificial [5COP099] Dr. Sylvio Barbon Junior Departamento de Computação - UEL Disciplina Anual Assunto Aula 16 Redes Neurais Artificiais (MLP) 2 de 24 (MLP) Sumário Introdução
Redes Neurais. Prof. Aurora Pozo. Obs: slides baseados em Prof. Marcílio Souto e Prof. Marley Vellasco
Redes Neurais Prof. Aurora Pozo Obs: slides baseados em Prof. Marcílio Souto e Prof. Marley Vellasco CONTEÚDO Introdução Motivação, Objetivo, Definição, Características Básicas e Histórico Conceitos Básicos
Sistemas Inteligentes - Redes Neurais -
Sistemas Inteligentes - Redes Neurais - Marley Maria B.R. Vellasco ICA: Núcleo de Pesquisa em Inteligência Computacional Aplicada PUC-Rio Introdução CONTEÚDO Motivação, Objetivo, Definição, Características
Aprendizado de Máquina (Machine Learning)
Ciência da Computação Aprendizado de Máquina (Machine Learning) Aula 03 Aprendizado Supervisionado / : Modelo MCP e Perceptron Max Pereira Neurônio Booleano de McCulloch- Pitts (Modelo MCP) Proposto em
Introdução a Redes Neurais Artificiais com a biblioteca Encog em Java
Introdução a Redes Neurais Artificiais com a biblioteca Encog em Java Raquel Machado de Sousa 1 1 Laboratório de Sistemas Inteligentes (LSI) Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Av. dos Portugueses
Redes Neurais Artificiais. Sistemas de Informação/Ciências da Computação UNISUL Aran Bey Tcholakian Morales, Dr. Eng. (Apostila 9)
Redes Neurais Artificiais Sistemas de Informação/Ciências da Computação UNISUL Aran Bey Tcholakian Morales, Dr. Eng. (Apostila 9) Conceitos 2 Redes Neurais As Redes Neurais Artificias são modelos computacionais
4 Redes Neurais Artificiais
4 Redes Neurais Artificiais Inteligência computacional pode ser definida como um conjunto de modelos, algoritmos, técnicas, ferramentas e aplicações em sistemas computadorizados que emulem características
Redes Neurais: RBF. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Redes Neurais: RBF DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor Medeiros 1 Tópicos Redes de Funções de
Introdução às Redes Neurais Artificiais
Introdução às Redes Neurais Artificiais Mapas Auto-Organizáveis Prof. João Marcos Meirelles da Silva http://www.professores.uff.br/jmarcos Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia
PREVISÃO CLIMÁTICA DE PRECIPITAÇÃO USANDO REDE NEURAL
PREVISÃO CLIMÁTICA DE PRECIPITAÇÃO USANDO REDE NEURAL Juliana A. ANOCHI 1, Sabrina B. M. SAMBATTI 1, Eduardo F. P. da LUZ 1, Haroldo F. de CAMPOS VELHO 1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
Redes Neurais Artificiais
Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Redes Neurais Artificiais Inteligência Artificial
Redes Neurais Artificiais
Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Redes Neurais Artificiais Redes Neurais Artificiais
Previsão de Vazões utilizando Redes Neurais Artificiais MLP e NSRBN
Previsão de Vazões utilizando Redes Neurais Artificiais MLP e NSRBN Alan Caio Rodrigues MARQUES 1, Gelson da Cruz JUNIOR 2, Cassio Dener Noronha VINHAL 3 Escola de Engenharia Elétrica e de Computação 1
Algoritmos de Aprendizado. CONTEÚDO Introdução Motivação, Objetivo, Definição, Características Básicas e Histórico. Regra de HEBB.
CONTEÚDO Introdução Motivação, Objetivo, Definição, Características Básicas e Histórico Conceitos Básicos Neurônio Artificial, Modos de Interconexão Processamento Neural Recall e Learning Regras de Aprendizado
Redes Neurais Artificiais
Universidade Federal do Espírito Santo CCENS UFES Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCENS UFES Departamento de Computação Redes Neurais Artificiais Redes Neurais Artificiais
Introdução às Redes Neurais Artificiais
Introdução às Redes Neurais Artificiais Introdução Prof. João Marcos Meirelles da Silva http://www.professores.uff.br/jmarcos Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade
Redes Neurais e Sistemas Fuzzy
Redes Neurais e Sistemas Fuzzy O ADALINE e o algoritmo LMS O ADALINE No contexto de classificação, o ADALINE [B. Widrow 1960] pode ser visto como um perceptron com algoritmo de treinamento baseado em minimização
Minicurso: Inteligência Artificial Aplicada a Sistemas Elétricos
Minicurso: Inteligência Artificial Aplicada a Sistemas Elétricos Introdução a Machine Learning: Teoria, Aplicações e IA na Arquitetura Intel Vitor Hugo Ferreira, DSc - UFF Flávio Mello, DSc UFRJ e Ai2Biz
2. Redes Neurais Artificiais
Computação Bioinspirada - 5955010-1 2. Redes Neurais Artificiais Prof. Renato Tinós Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 2.3. Perceptron Multicamadas - MLP 2.3.1. Introdução ao MLP 2.3.2. Treinamento
3 REDES NEURAIS ARTIFICIAIS
47 3 REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Neste capítulo será apresentado um breve histórico das redes neurais artificiais de modo a situar o leitor, descrevendo-se suas aplicações, teorias e finalmente detalhando-se
Redes Neurais Artificiais Aplicadas ao Jogo da Velha 3D em Pinos
Redes Neurais Artificiais Aplicadas ao Jogo da Velha 3D em Pinos TCC - Jan/09 Daniel Tré - ISTCCP Redes Neurais Artificiais Aplicadas ao Jogo da Velha 3D em Pinos p. 1/2 O que são Redes Neurais Artificiais
Redes Neurais. Conexionismo. Redes Neurais, IA e IC. Abordagem Simbólica. Apresentação da disciplina Inteligência Computacional e conexionismo
Redes Neurais, IA e IC Redes Neurais Apresentação da disciplina Inteligência Computacional e conexionismo No âmbito da Ciência da Computação, as Redes Neurais são estudadas na grande área de Inteligência
Paradigmas de Aprendizagem
Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Paradigmas de Aprendizagem Redes Neurais Artificiais Site: http://jeiks.net E-mail: [email protected]
Redes Neurais Artificiais. Prof. João Alberto Fabro
Redes Neurais Artificiais Prof. João Alberto Fabro Redes Neurais Artificiais Conceitos Básicos Histórico Evolução O lugar das Redes Neurais dentro da IA Características Aplicações Redes Neurais Multicamadas
Classificação Linear. André Tavares da Silva.
Classificação Linear André Tavares da Silva [email protected] Roteiro Introduzir os o conceito de classificação linear. LDA (Linear Discriminant Analysis) Funções Discriminantes Lineares Perceptron
Rede RBF (Radial Basis Function)
Rede RBF (Radial Basis Function) André Tavares da Silva [email protected] Roteiro Introdução à rede neural artificial RBF Teorema de Cover da separabilidade de padrões RBF x MLP RBF Função de ativação
Usando MLP para filtrar imagens
Usando MLP para filtrar imagens Thiago Richter, Ediel Wiezel da Silva, e Adilson Gonzaga Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade de São Paulo, Brasil [email protected], [email protected],
Aprendizado de Máquina Introdução às Redes Neurais Artificiais
Aprendizado de Máquina Introdução às Redes Neurais Artificiais Marcos Oliveira Prates (Agradecimento Marcelo Azevedo Costa) Departamento de Estatística Universidade Federal de Minas Gerais Inteligência
HP UFCG Analytics Abril-Maio Um curso sobre Reconhecimento de Padrões e Redes Neurais. Por Herman Martins Gomes.
HP UFCG Analytics Abril-Maio 2012 Um curso sobre Reconhecimento de Padrões e Redes Neurais Por Herman Martins Gomes [email protected] Programa Visão Geral (2H) Reconhecimento Estatístico de Padrões (3H)
Redes Neurais Artificial
Redes Neurais Artificial Tópicos: Introdução ao estudo de RNA sua origem e inspiração biológica Características gerais das RN e descrição do neurônio artificial Aprendizado de RN e tipos de Aprendizado
RECONHECIMENTO DE TRAJETÓRIA COM REDES NEURAIS
1 RECONHECIMENTO DE TRAJETÓRIA COM REDES NEURAIS Giovanni Crestan Leonardo Enomoto Araki Thiago Antonio Grandi De Tolosa Wânderson de Oliveira Assis Wilson Carlos Siqueira Lima Júnior IMT Instituto Mauá
IMPLEMENTAÇÃO EM FPGA DE UMA REDE NEURAL DE HOPFIELD
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO EM FPGA DE UMA REDE NEURAL DE HOPFIELD Camila Cocolo São Carlos 2015 Camila
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Motivação Básica A mente humana,
REDE NEURAL DE ELMAN APLICADA NA PREVISÃO DE PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS
REDE NEURAL DE ELMAN APLICADA NA PREVISÃO DE PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS Renan Pires de Araújo 1 ; Adrião Duarte Dória Neto 2 1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Programa de Pós-Graduação em Ciência
Fundamentos das Redes Neurais: exemplos em Java
Fundamentos das Redes Neurais: exemplos em Java Recife 2008 Copyringt by 2007 Mêuser Valença Impresso no Brasil Printed in Brazil Editor Tarcísio Pereira Diagramação Maria do Carmo de Oliveira Capa Valeska
