Principais ações coletivas em andamento

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1 Principais ações coletivas em andamento Atualizado em 29 de novembro de 2012 Assunto: URV Processo Principal: O Departamento Jurídico do SITRAEMG é responsável pelo acompanhamento de mais de 200 (duzentas) ações plúrimas referentes à incorporação do percentual de 11,98%. Por se tratarem de diversas ações, solicitamos que os filiados interessados, que ainda não saibam em qual processo figuram como parte, entrem em contato com o Departamento Jurídico. A maioria se encontra, em fevereiro de 2012, com recursos na 2ª instância, conclusos para voto, outros acabaram de ser recebidos ou já tiveram os acórdãos publicados. Assunto: Não desconto da Contribuição Social (13º salário, 1/3 de férias, adicional de tempo de serviço, adicional noturno, hora extra e demais parcelas não incorporáveis na aposentadoria) Processo: ou Pedido: Afastamento da cobrança da contribuição social prevista no art. 1º da Lei nº 9.783/99. O SITRAEMG apresentou Recurso Especial que recebeu provimento pelo STJ. Este Tribunal Superior determinou o retorno dos autos ao TRF para que o mesmo se manifeste sobre o mérito do recurso de apelação. O provimento de Apelação foi negado por unanimidade, acórdão de 06/04/2011. O SITRAEMG opôs Embargos de Declaração em 08/04/2011, os quais foram julgados improcedentes em 30/01/2012. Acórdão publicado em 02/03/2012, dada carga pelo advogado do SITRAEMG em 12/03/2012. Assunto: Incorporação de Quintos Processo: ou Pedido: Pagamento das parcelas retroativas referentes à incorporação e atualização dos quintos. Fase Processual: O pedido foi julgado procedente em 1ª e 2ª instância. União interpôs Recurso Especial contra o acórdão do TRF, que foi inadmitido. Em 16/11/2011 a União interpôs novo recurso, recebido pela Presidência TRF1 em maio de Atualmente o processo encontra-se sobrestado na 2ª instância, por ordem do STF, que decidirá a questão, pela repercussão geral desta. Assunto: Incorporação de quintos para chefes de cartório Processo: ou Pedido: Pagamento das parcelas retroativas referente à incorporação e atualização dos quintos especificamente em benefício dos servidores da Justiça Eleitoral que exerceram função de chefia de cartório nas zonas eleitorais.

2 Fase Processual: O pedido foi julgado procedente em 1ª instância. A União Federal apresentou apelação. O processo encontra-se no TRF 1ª Região, concluso para a Desembargadora Federal Mônica Sifuentes, em seu gabinete, desde a redistribuição automática realizada em fevereiro de 2011, pelo motivo de ter sido sobrestado, por ordem do STF, que entendeu haver repercussão geral. Assunto: Não incidência do imposto de renda sobre o auxílio creche Processo: Pedido: Reconhecimento da ilegalidade da cobrança de imposto de renda sobre as parcelas denominadas auxílio-creche e/ou auxílio pré-escolar, bem como a restituição dos valores indevidamente recolhidos. Fase Processual: O pedido foi julgado procedente pelo TRF 1ª Região. A União Federal opôs Embargos Declaratórios que foram rejeitados pelo Desembargador Federal Reynaldo Fonseca. Houve a interposição de Recurso Especial pela União. O Recurso Especial foi inadmitido, e contra tal decisão a União interpôs Agravo de Instrumento, que foi rejeitado. Ressalte-se que o recurso pendente não suspende a execução do julgado, a não ser que a este seja conferido efeito suspensivo. Assim, aguarda-se a baixa do processo para o Juízo de 1ª instância para cumprimento da decisão. Foi aberto prazo para contrarrazões ao Recurso Especial sendo feita a carga do SITRAEMG em 03/02/2012. As contrarrazões foram juntadas em 17/02/2012 e em 23/03/2012 houve a conclusão do processo para despacho/decisão. Em 13/04/2012 o processo foi recebido na coordenadoria de recursos. Assunto: Corte do Auxílio Transporte Processo: ou Pedido: Restabelecimento do pagamento do auxílio transporte a todos os servidores filiados ao sindicato que fazem uso regular do transporte intermunicipal e interestadual no destino residência-trabalho-residência, bem como o pagamento da dívida decorrente do corte indevido. Fase Processual: A ação foi distribuída na 11ª Vara Federal e julgada improcedente. Apelação interposta pela SITRAEMG, ainda não apreciada pelos desembargadores, ultima redistribuição datada de 31/08/2011, Relator Desembargador Kassio Marques. Assunto: 14,23% (VPI) Processo: ou Pedido: Reconhecimento do direito ao percentual de 14,23% de reajuste sendo que o valor efetivamente recebido pelos servidores foi de apenas R$ 59,87 (cinqüenta e nove reais e oitenta e sete centavos), o que corresponde a percentuais variados sobre a folha de pagamento, caso a caso. Tal direito retroage a , assim, pleitea-se o pagamento das parcelas vencidas e vincendas decorrentes de tal direito Fase Processual: Julgado improcedente pela 19ª Vara Federal de MG, foi interposta Apelação pelo SITRAEMG e os autos remetidos ao TRF1. Atualmente encontra-se concluso para relatório e voto, no gabinete do Desembargador Federal Néviton Guedes, da 1ª Turma do TRF1. Assunto: Descongelamento da VPNI (Quintos) Processo: ou

3 Pedido: Reconhecimento do direito ao reajuste da VPNI por decorrência dos percentuais de reajuste que a Lei nº /2006 aplicou às FC-1 a FC-6 e aos CJ-1 a CJ-4, parcelas vencidas e vincendas. Fase Processual: Ação foi distribuída para 8ª Vara Federal, que sentenciou improcedente. A SITRAEMG interpôs recurso de Apelação ao TRF1. O processo está concluso para relatório e voto desde abril de 2011, no gabinete do Des. Francisco De Assis Betti. Assunto: Não incidência do imposto de renda e do PSS sobre os juros da URV Processo: ou Pedido: Declarar a não incidência do imposto de renda e da contribuição social para o plano da seguridade social do servidor público federal sobre os valores pagos aos servidores substituídos pelo SITRAEMG a título de juros de mora sobre o reajuste de 11,98%(URV), bem como a restituição da quantia indevidamente retida. Fase Processual: Ação foi distribuída para a 22ª Vara Federal. Apresentada contestação, foi deferida tutela antecipada para que a União Federal se abstenha de proceder ao desconto. Foi interposto Agravo de Instrumento pela União Federal (proc. nº ) que está aguardando decisão do Juiz Federal convocado, Dr. Antônio Francisco do Nascimento. O SITRAEMG interpôs Apelação apenas para corrigir o lapso prescricional fixado pelo Juízo. Os autos foram remetidos ao TRF1 e em 26/04/2011 recebidos no gabinete do Des. Federal Luciano Amaral e continuam sem alterações. Assunto: GAE X PSSS Processo: Pedido: Reconhecimento do direito dos substituídos (Oficiais de Justiça Avaliadores Federais optantes pela percepção da Função Comissionada) à devolução dos valores ilegalmente descontados a título de contribuição social sobre o valor equivalente ao da GAE Gratificação de Atividades Externas, que não lhes foi paga. Fase Processual: A ação foi distribuída para 20ª Vara Federal. O pedido de Justiça gratuita foi indeferido. A sentença foi publicada em 03/03/2011 com julgamento procedente em parte, contudo no que tange aos valores descontados a título de contribuição social sobre o valor da GAE foi reconhecida a ilegalidade. O SITRAEMG opôs embargos declaratórios, mas os mesmos não foram acolhidos. Posto isso, em 28/04/2011o SITRAEMG interpôs recurso de apelação. Em 31/05/2011, a União Federal também interpôs recurso de apelação. No entanto, esta teve decisão denegatória no TRF1; a SITRAEMG interpôs sucessivamente: Agravo de Instrumento ( ), Agravo Regimental e Embargos Declaratórios, tendo sido todos negados e a decisão final transitada em julgado em 01/03/11. Tendo em vista a procedência em parte da sentença, no dia 04/05/2011 foi distribuída junto ao TRF da 1ª Região Medida Cautelar Inominada ( ) pleiteando em sede liminar, a suspensão dos efeitos do processo administrativo 2.700/2010 JFMG, suspendendo-se a cobrança do PSSS sobre a função comissionada recebida em substituição à GAE, nos termos do art. 30, 3º da Lei /2006, no período compreendido entre junho de 2006 a dezembro de 2008, determinando que tal decisão seja informada à Diretoria de Pagamento de Pessoal da JFMG. A petição inicial da cautelar foi indeferida sob a alegação teratológica de que o SITRAEMG buscava utilizar a cautelar como sucedâneo recursal. Contra essa decisão foi interposto Agravo Regimental com pedido de reconsideração. O também SITRAEMG procurou solucionar o problema administrativamente, apresentando Requerimento ao Diretor do Foro visando à suspensão da cobrança dos mencionados valores. O pedido foi deferido e foi determinada a suspensão do desconto do PSSS sobre a GAE por 60 dias.

4 Atualmente, o Agravo Regimental da Ação Cautelar recebeu contra-minuta da União, documentos instrutórios de ambas as partes e aguarda movimentação de conclusão para julgamento. (Ok) ASSUNTO: GAE X PSSS Processo: Pedido: Sustação de quaisquer descontos remuneratórios que visem o desconto do Plano de Seguridade Social (PSSS) sobre Função Comissionada recebida pelos Oficiais de Justiça no valor equivalente à Gratificação de Atividade Externa, no período de junho de 2006 a dezembro de 2008, dos servidores ocupantes do cargo de Analista Judiciário especialidade Execução de Mandados (Oficiais de Justiça Avaliadores Federais). Fase Processual: O Juiz da 19ª Vara Federal antecipou os efeitos da tutela no processo, determinando que qualquer quantia já descontada a esse título deveria ser paga pela ré aos servidores em folha suplementar, no prazo máximo de 30 dias. A União contestou em 03/02/2012. Em 02/05/2012, data da última movimentação, o processo se encontra em secretaria. ASSUNTO: REENQUADRAMENTO DOS TÉCNICOS DA JUSTIÇA FEDERAL Processo: Pedido: Declaração do direito dos substituídos da Justiça Federal de serem enquadrados na classe e padrão equivalentes aos previstos no Edital do Concurso (Classe B, Padrão 17, da Lei nº 9.421/96), a partir da nomeação, bem como a condenação da União ao pagamento retroativo dos efeitos econômicos, juros e correção monetária, decorrente do direito declarado. Fase processual: A ação foi julgada procedente pela 12ª Vara Federal que antecipou os efeitos da tutela para que a União efetuasse o reenquadramento dos servidores. A União interpôs Apelação ao TRF 1ª Região. A Turma, por unanimidade, julgou extinto o processo com resolução de mérito, prejudicadas a apelação e a remessa oficial, nos termos do voto do Relator. Em 30/09/2011, a União opôs Embargos Declaratórios sobre o acórdão; 03/11/11, data da última movimentação, o processo se encontra no gabinete do Des. Kassio Marques. ASSUNTO: REENQUADRAMENTO DOS TÉCNICOS DO TRT Processo: Pedido: Declaração dos direitos dos substituídos do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região de serem reenquadrados na classe e padrão equivalentes aos previstos no Edital do Concurso (Classe B, Padrão 17, da Lei 9.421/96 ), a partir da nomeação, bem como a condenação da União ao pagamento retroativo dos efeitos econômicos, juros e correção monetária, decorrente do direito declarado. Fase processual: A ação foi julgada improcedente pela 5ª Vara Federal. O departamento jurídico apelou ao TRF 1ª Região. O processo foi extinto sem resolução de mérito por suposta perda do objeto. Foram opostos embargos de declaração pelo SITRAEMG, e os mesmos foram julgados parcialmente procedentes para alterar-se o dispositivo do voto, para condenar a União ao pagamento dos honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da condenação. A decisão foi publicada, e novamente foram opostos embargos declaratórios, pela União e pelo SITRAEMG, que foram rejeitados; mas, em 21/10/2011 a turma do TRF1 retificou o acórdão pelo que o SITRAEMG aviou, em 25/01/2012, Recurso Especial, atualmente em juízo de admissibilidade. ASSUNTO: REENQUADRAMENTO DOS ANALISTAS DO TRE-MG Processo: Pedido: Declaração do direito dos substituídos do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais de serem reenquadrados na classe e padrão equivalentes aos previstos no Edital do Concurso (Classe A, Padrão 24, da Lei nº 9.421/96 ), a partir da nomeação, bem como a condenação da União ao

5 pagamento retroativo dos efeitos econômicos, juros e correção monetária, decorrente do direito declarado. Fase processual: A ação foi julgada improcedente pela 6ª Vara Federal. O departamento jurídico apelou ao TRF 1ª Região. Em 17/08/2011 a turma unânime deu provimento à Apelação. A União e a SITRAEMG opuseram Embargos de Declaração, que aguardam julgamento. ASSUNTO: REENQUADRAMENTO DOS TÉCNICOS DO TRE-MG Processo: Pedido: Declaração do direito dos substituídos do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais de serem reenquadrados na classe e padrão equivalentes aos previstos no Edital do Concurso (Classe B, Padrão 17, da lei 9.421/96 ), a partir da nomeação, bem como a condenação da União ao pagamento retroativo dos efeitos econômicos, juros e correção monetária, decorrente de direito declarado. Fase processual: O pedido foi julgado procedente em 1ª instância. A União Federal interpôs recurso de Apelação para o TRF1. Os autos encontram-se no gabinete da Des. Federal Neuza Maria Alves da Silva. Ainda não houve julgamento. ASSUNTO: INCORPORAÇÃO DE QUINTOS PARA SERVIDORES DA JUSTIÇA FEDERAL Processo: Pedido: Pagamento das parcelas retroativas referente à incorporação e atualização dos quintos especificamente em benefício dos servidores da Justiça Federal. Fase Processual: O processo foi extinto sem resolução do mérito pela 10ª Vara Federal. O SITRAEMG interpôs recurso de apelação ao TRF 1ª Região, distribuído por dependência ao Desembargador Federal Francisco de Assis Betti em janeiro de O recurso interposto ainda está pendente de julgamento, redistribuído ao Gab. Desem. Fed. Francisco de Assis Betti em 19/09/2011; é que o processo encontra-se sobrestado na 2ª instância, por ordem do STF, que decidirá a questão, pela repercussão geral desta. ASSUNTO: AUXILIARES DO TRT Processo: Pedido: Declaração de validade da reestruturação operada pelas Resoluções Administrativas nº 246/1993 e 99/1995 e a conseqüente declaração de inaplicabilidade da decisão contida no Acórdão nº 2.104/2005 do Tribunal de Contas da União. Fase Processual: O pedido foi julgado procedente pela 17ª Vara Federal. Foi interposto recurso de apelação pela União Federal, o qual foi negado provimento pelo TRF 1ª Região. Insistentemente, a União interpôs em janeiro de 2011, Recurso Especial e Extraordinário. O SITRAEMG, em 14/03/2011 apresentou contrarrazões aos referidos recursos. Em 10/06/2011 houve decisão inadmitindo o Recurso Especial e Recurso Extraordinário, interpostos pela União. Em 07/07/2011 a União agravou ambas as decisões denegatórias, tendo a SITRAEMG dado resposta aos agravos, que aguardam julgamento desde setembro de Em 13/04/2012, o processo foi sobrestado na coordenadoria de recursos. ASSUNTO: ISONOMIA ENTRE CHEFES DE CARTÓRIO DO INTERIOR (FC-1) E DA CAPITAL (FC-4) Processo: ou Pedido: Pagamento dos efeitos financeiros decorrentes da diferença remuneratória verificada entre os Chefes de Cartórios de zonas eleitorais do interior (que recebem a FC-1) e os das capitais (que recebem a FC-4, bem como das parcelas retroativas desde a nomeação dos substituídos para função comissionada de Chefes de Cartório.

6 Fase Processual: Ação foi distribuída à 3ª Vara Federal que indeferiu o pedido de tutela antecipada. Contra tal decisão foi interposto agravo de instrumento pelo SITRAEMG no TRF 1ª Região, ao qual foi negado seguimento. A sentença julgou improcedente o pedido em 03/02/2011 e assim, e contra a referida decisão o SITRAEMG interpôs recurso de apelação em 04/03/2011. Em 30/05/2011, foi publicado despacho, exarado pelo juiz, que recebeu a apelação interposta tempestivamente pelo SITRAEMG nos efeitos suspensivo e devolutivo. Ainda aguarda julgamento. ASSUNTO: DIFERENÇA ENTRE O PERCENTUAL DE REAJUSTE / LEI /2002 Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Declarar o direito dos substituídos à diferença entre o percentual de reajuste da verba concedido pela Lei /2002 para a classe A, padrão 1, das carreiras de Auxiliar, Técnico e Analista Judiciário. Fase processual: Réplica apresenta pelo SITRAEMG em 22 de fevereiro de Os autos estão conclusos para sentença desde 15/03/2011. ASSUNTO: REVISÃO GERAL ANUAL Processo: MI 2411 Pedido: suprimento da omissão legislativa na efetivação da revisão geral anual prevista no artigo 37, X, da Constituição da República, desde o fechamento do primeiro período aquisitivo dos servidores e da mora em junho de 1999 (12 meses após a Emenda Constitucional 19/98), correspondente à variação inflacionária acumulada a cada período aquisitivo. Fase Processual: Ajuizado em 02/02/2010, atualmente está concluso com a Ministra Rosa Weber, depois de passar pelas informações dos órgãos envolvidos e do parecer da Procuradoria Geral da República, aguardando pauta do Tribunal Pleno. ASSUNTO: APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS OFICIAIS DE JUSTIÇA PROCESSO: MI 1655 Pedido: Estabelecimento de critérios diferenciados para a obtenção de aposentadoria especial para os servidores que exercem atividades de risco, conferido pelo artigo 40 da Constituição Federal. O pedido principal foi de que a aposentadoria seja permitida com 15 anos de atividade de risco. Caso não deferido, o mandado pede 20 anos. Foi publicada a procedência do pedido em Em 12/04/2011, o SITRAEMG peticionou requerendo a expedição de certidão de objeto e pé; em 09/12/2011 reiterou o pedido. ASSUNTO: APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS AGENTES DE SEGURANÇA Processo: MI 1654 Pedido: Estabelecimento de critérios diferenciados para a obtenção de aposentadoria especial para os servidores que exercem atividades de risco, conferido pelo artigo 40 da Constituição Federal. O pedido principal foi de que a aposentadoria seja permitida com 15 anos de atividade de risco. Caso não deferido, o mandado pede 20 anos. O mesmo encontra-se concluso para decisão com a relatora (Ministra Cármen Lúcia) desde 04/01/2011. Em 12/04/2011, o SITRAEMG peticionou requerendo a expedição de certidão de objeto e pé; em 09/12/2011 reiterou o pedido. (OK) ASSUNTO: APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS SERVIDORES QUE TRABALHAM EM CONDIÇÕES INSALUBRES Processo: MI 1653 Pedido: Aposentadoria especial aos servidores que trabalham em condições insalubres. O mandado se fundamenta na previsão do artigo 40 da Constituição que garante a aposentadoria especial, mas carece de regulamentação para ser aplicada aos servidores públicos. Conforme o agente insalubre, o servidor tem direito a se aposentar com 15, 20 ou 25 anos de atividade, sem

7 necessidade de tempo complementar. Foi publicada a procedência do pedido em 22/09/2010, transitando em julgado em 15/10/2010. Em 12/04/2011, o SITRAEMG peticionou requerendo a expedição de certidão de objeto e pé; em 09/12/2011 reiterou o pedido. ASSUNTO: APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS SERVIDORES PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS FÍSICAS Processo: MI 1885 Pedido: Reconhecimento do direito à aposentadoria especial para os servidores deficientes. Por meio de tal ação constitucional, o SITRAEMG pleiteia o direito do servidor deficiente físico, assegurado pela Constituição, à aposentadoria especial, uma vez que este direito encontra-se carente de regulamentação. Ressalte-se que a Procuradoria Geral da República, em parecer, manifestou pela procedência parcial do MI. O mesmo encontra-se concluso para decisão com a relatora (Ministra Cármen Lúcia) desde 09/08/2010. O SITRAEMG, em 12/04/2011 apresentou petição requerendo a expedição de certidão de objeto e pé; em 09/12/2011 reiterou o pedido. ASSUNTO: AVERBAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Declaração do direito à averbação e cômputo aos filiados, para todos os efeitos legais, estatutários e previdenciários, do tempo de serviço prestado às empresas públicas e às sociedades de economia mista, independente do ente federativo a que pertençam, bem como em cargos efetivos distritais, estaduais ou municipais, ambos inclusive para contagem do adicional por tempo de serviço, da licença-prêmio e dos efeitos da contagem de carência de 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de serviço público previsto nas Emendas Constitucionais 41/2003 e 47/2005. Fase processual: Distribuída à 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF. A AGU apresentou contestação em 31/01/2011. Em 23/02/2011 os autos foram devolvidos com indeferimento da liminar. Concluso para sentença desde 27/01/2012. ASSUNTO: GAS PARA APOSENTADOS Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Extensão da gratificação de Atividade de Segurança (GAS ) para os seus filiados aposentados, vinculados aos órgãos do Poder Judiciário da União no Estado de Minas Gerais. Com pedido de tutela antecipada. Fase Processual: Distribuída à 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF. O pedido de tutela antecipada foi indeferido e contra tal decisão o SITRAEMG interpôs Agravo Retido. A União apresentou contestação e em 25/04/2011 o SITRAEMG impugnou a mesma. Os autos estão conclusos para sentença desde 31/05/2011. ASSUNTO: IMPOSTO DE RENDA SOBRE ADICIONAL DE FÉRIAS Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Afastamento da contribuição previdenciária de 11% que incide sobre o adicional percebido por ocasião das férias. Com pedido de tutela antecipada. Fase processual: Distribuída à 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF. O pedido de tutela foi indeferido. Em 14/12/2010 foi interposto Agravo de Instrumento. Em 15/06/2011 a União apresentou contestação. Réplica apresentada pela SITRAEMG. Os autos foram conclusos para sentença desde 30/01/2012. Em 07/05/2012 houve a publicação da sentença que julgou o pedido improcedente ASSUNTO: INTEGRALIDADE E PARIDADE -APOSENTADORIA POR INVALIDEZ

8 Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Pede-se que o cálculo da aposentadoria por invalidez com proventos integrais não seja efetuado pela média remuneratória, tampouco que não se perca a garantia de paridade com a remuneração dos servidores da ativa. Com pedido de tutela antecipada. Fase processual: Distribuída à 16ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF. Em 13/09/2010 foi sentenciado improcedente, sem exame do mérito, por indeferimento da petiçao inicial. Transitado em julgado em 12/11/2010. ASSUNTO: INCORPORAÇÃO DEFINITIVA DOS 11,98% (URV) Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Incorporação do percentual de 11,98% na remuneração, sem limitação nas Leis /2002 e /2006, relacionado à reposição inflacionária suprimida na conversão das remunerações em URV (Unidade Real de Valor). Fase processual: Distribuída à 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF. Tutela antecipada deferida. Não obstante o deferimento da tutela antecipada, a União Federal interpôs Agravo de Instrumento requerendo a suspensão da tutela antecipada concedida pelo juízo da 4ª Vara Federal. O pleito do réu foi indeferido e a execução da tutela antecipada foi suspensa. A União apresentou contestação e posteriormente o SITRAEMG a impugnou. Concluso para sentença desde 06/12/2011. Em 25/04/2012, os autos foram devolvidos e o julgamento foi convertido em diligência c/ despacho. ASSUNTO: IMPOSTO DE RENDA SOBRE ABONO DE PERMANÊNCIA Processo: (Seção Judiciária do Distrito Federal) Pedido: Sejam afastados os descontos resultantes da incidência do imposto de renda sobre o Abono de permanência. Com pedido de tutela antecipada. Fase processual: Distribuída à 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. Pedido julgado improcedente pelo Douto Juízo, sob o argumento de ilegitimidade ativa do sindicato. Foi especificado junto ao Juízo o documento anexado à inicial que atesta a inscrição do Sindicato no MTE. O pedido de antecipação dos efeitos da tutela, formulado pelo SITRAEMG foi deferido em 10/02/2011. A União apresentou contestação em 16/02/2011. O Sindicato replicou em 09/08/2011. Concluso para sentença desde 29/09/2011. ASSUNTO: CONVERSÃO PECÚNIA DA LICENÇA PRÊMIO NÃO GOZADA, NEM CONTADA EM DOBRO PARA FINS DE APOSENTADORIA Processo: Pedido: A ação contempla todos os aposentados do TRT-3 filiados ao sindicato, que fazem jus à conversão em pecúnia da licença prêmio não gozada durante a atividade nem contada em dobro para fins de aposentadoria. O SITRAEMG foi motivado pelos vários indeferimentos de requerimentos administrativos individuais pela administração do TRT-3 alegando prescrição do direito dos servidores requerentes. A tese sustentada pela entidade sindical é a de que, com a regulamentação da matéria no âmbito do TRT da 3ª Região no ano de 2009, por meio do Ato Regulamentar nº 8, de 26/11/2009, houve renúncia da União em relação aos direitos de ação já prescritos e, concomitantemente, houve interrupção da prescrição no caso dos prazos que ainda estavam em curso. A ação baseia-se nos artigos 191 e 202 do Código Civil, além de estar amparada por vários precedentes do STJ. Em síntese, o pedido é para Reconhecer que in casu não há que se falar em prescrição do direito dos substituídos do autor a terem a conversão em pecúnia da licença prêmio não gozada nem contada em dobro para fins de aposentadoria, haja vista que o reconhecimento administrativo do direito importou na renúncia do prazo prescricional para aqueles servidores cujo direito de ação já estava prescrito e na interrupção do prazo

9 prescricional para os demais, iniciando-se, em ambos os casos, nova contagem a partir da publicação do Ato Regulamentar nº 8, de 26/11/2009. Fase processual: A ação foi ajuizada em 14 de março de 2011 na Seção Judiciária de Minas Gerais. Em 01/04/2011 foi publicado despacho, para que o Autor fosse intimado a apresentar uma lista de todos os substituídos que irão compor a ação. Em 25/05/2011 o SITRAEMG procedeu à emenda da inicial, conforme determinado pelo juiz. Em 04/08/2011 a União apresentou contestação; em 23/01/2012 a SITRAEMG replicou. Em 13/02/2012, foi publicado ato ordinatório do juízo dando vista às partes para especificação de provas, pelo prazo sucessivo de 5 dias, começando pela parte autora. O SITRAEMG realizou carga em 15/02/2012. Foi recebido em secretaria petição/ofício em 23/02/2012. A AGU realizou carga em 27/02/2012 e em 14/03/2012 foi recebido em secretaria petição/ofício. Foi publicado despacho em 08/05/2012 indeferindo a petição às fls Em 08/05/2012 o SITRAEMG realizou carga. ASSUNTO: MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO CONTRA O ATO DO PRESIDENTE DO TRT-3 QUE DETERMINOU O AUMENTO DA JORNADA DOS SERVIDORES Processo: RO Fase processual: O processo foi extinto sem julgamento do mérito no TRT-3, após o que foi interposto recurso ordinário para o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Em 05/09/2011 foi negado provimento ao recurso. Em 07/11/2011, foram rejeitados os embargos declaratórios opostos em face deste acórdão. Em 05/12/2011 foi interposto Recurso Extraordinário. ASSUNTO: PAGAMENTO RETROATIVO DA GAS REFERENTE AO PERÍODO DE JUNHO DE 2006 A DEZEMBRO DE 2007 AOS AGENTES DE SEGURANÇA DO TRE-MG Processo: ou Pedido: Busca-se, a declaração judicial do direito dos servidores substituídos pelo SITRAEMG à percepção da GAS (Gratificação de Atividade de Segurança) desde 1º de junho de 2006, nos termos da Lei nº /2006, bem como a condenação da União Federal ao pagamento dos valores devidos, acrescidos de correção monetária e juros moratórios desde a data em que deveriam ter sido pagos. Fase processual: A ação foi distribuída junto à Seção Judiciária de Minas Gerais dia 31/05/2011, em 07/07/2011 concluída a análise de prevenção e liberado para distribuição. Em 09/05/2012, foi publicado despacho intimando a parte autora a emendar a inicial para atribuir à causa um valor mais aproximado. ASSUNTO: JUROS DE MORA SOBRE REENQUADRAMENTO DO ART. 22 DA LEI /2006 Processo: Pedido: Declaração do direito à incidência dos juros de mora sobre os valores apurados e atualizados em cumprimento ao art. 22 da lei /06 e consequente pagamento de tais valores aos servidores reenquadrados. O SITRAEMG ajuizou a ação em 24/08/2011, e aguarda a citação da União para contestá-la. ASSUNTO: GAS PARA SERVIDORES DA ÁREA DE TRANSPORTE Processo: Pedido: Declaração do direito dos Técnicos Judiciários, da área administrativa, especialidade Transporte, a receber a Gratificação por Atividade de Segurança, com pedido de liminar, para a imediata implantação e pagamento de tal Gratificação, bem como, ao final, pagamento de valores retroativos não pagos pela União.

10 O SITRAEMG ajuizou a ação em 24/08/2011, indeferida justiça gratuita em 28/11/2011 e despacho enviado para publicação em 05/05/2011, possivelmente de citação, pois ainda não realizada. ASSUNTO: GAJ BASEADA NO VENCIMENTO DA CLASSE/PADRÃO C-15" PARA OS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO. Processo: TRF1- Seção Judiciária do Distrito Federal Pedido: Em razão da base de cálculo equivocada adotada pelos órgãos do Poder Judiciário da União para o pagamento da Gratificação de Atividade Judiciária prevista na Lei /2006, o sindicato pede que os vencimentos básicos de referência para Analista, Técnico e Auxiliar sejam os de classe/padrão C-15, conforme a sistemática adequada para as gratificações que tem por fato gerador a atividade. Fase Processual: Distribuído em 16 de março de Justiça gratuita indeferida pelo que foi interposto agravo de instrumento em 06 de junho de ASSUNTO: GAE e FC/CJ para Oficiais de Justiça com chefia da sua função Processo: /DF Pedido: pleitea-se o pagamento cumulado da Gratificação de Atividade Externa (GAE) com a FC ou o CJ em retribuição a funções de direção, chefia ou assessoramento na área de execução de ordens judiciais, exercidas pelos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais. Defende-se que a interpretação restritiva adotada para o artigo 16, 2º, da Lei /2006 é irrazoável, já que há situações em que a FC é inferior à GAE e o oficial com chefia recebe menos que seus pares; e que o objetivo da lei é evitar o pagamento da GAE aos oficiais que desempenham função ou cargo de confiança em outras atividades, diversas da execução de mandados e atos de natureza externa. Fase Processual: Distribuída em junho de ASSUNTO: AQ independente das atribuições do cargo efetivo Processo: nº Seção Judiciária do DF Pedido: A ação coletiva requer prevalência da interpretação que desvincula o Adicional de Qualificação das atribuições do cargo efetivo, criado para premiar os conhecimentos adicionais adquiridos pelos servidores. Tal vinculação não é exigido expressamente pela Lei /2006. O fundamento do pleito é que a restrição constou apenas dos regulamentos expedidos pelos tribunais, mas o regulamento não pode extrapolar sua função e vedar o que a lei não objetivou proibir. Fase Processual: Distribuído em 04 de maio de Justiça gratuita indeferida pelo que foi interposto agravo de instrumento em 19 de junho de ASSUNTO: NÃO DEVOLUÇÃO DA URP Processo: ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais Pedido: Impedir descontos administrativos dos valores da URP, recebidos PELOS SERVIDORES DA Justiça Federal, em virtude de ação judicial em que a sentença foi reformada para improcedência. Alega-se, dentre outros argumentos, recebimento de boa fé e natureza alimentícia das parcelas, bem como, violação ao princípio do contraditório em processo administrativo que impõe a devolução. Fase Processual: Distribuído em 15/05/2012, foi concedida a antecipação dos efeitos da tutela para impedir descontos em folha. Prazo para contestação da União em aberto.

11 ASSUNTO: IMPEDIR DIVULGAÇÃO DOS NOMES DOS SERVIDORES JUNTO À REMUNERAÇÃO- LEI DE INFORMAÇÃO- RESOLUÇÃO CNJ- ILEGALIDADE E INFRAÇÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS. Processo: ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais Requerimento para que não fosse dada publicidade ao nome do servidor que tem sua remuneração divulgada em cumprimento à Lei de Informação /11, ou, somente, divulgar a matrícula do servidor junto à remuneração. A referida lei não autoriza invadir a privacidade, intimidade e segurança do servidor, assim, a divulgação dos nomes, medida imposta pela Resolução 151/2012 do CNJ, é ilegal além de ir contra a princípios constitucionais. Fase Processual: Distribuída em 20 de julho, liminar concedida em 24 de julho, para impedir nomeação das remunerações, mas somente, divulgação do número de matrícula do servidor. ASSUNTO: Ação coletiva para obter pagamento retroativo do Auxílio Pré-Escolar Processo: Seção Judiciária do Distrito Federal. A ação que cuida das diferenças de valores que ocorriam antes à uniformização do benefício. Apenas em dezembro de 2011, o valor do benefício de Auxílio Pré-Escolar foi uniformizado, mediante ato do Conselho Nacional de Justiça, Tribunais Superiores, Conselho da Justiça Federal, Conselho Superior da Justiça do Trabalho e Tribunal de Justiça do Distrito Federal (Portaria Conjunta nº 5). Anteriormente, os órgãos da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral e Justiça Militar estipulavam os valores isoladamente, geralmente menores do que aqueles praticados pelos Tribunais Superiores. É esta diferença histórica que a entidade visa combater com o ajuizamento da ação, combatendo de tal forma o prejuízo aos servidores que receberam valores menores. ASSUNTO: Ação coletiva para obter pagamento retroativo do Auxílio Alimentação Processo: Seção Judiciária do Distrito Federal O SITRAEMG ajuizou ação coletiva em favor de servidores filiados visando a percepção da diferença do auxílio alimentação segundo os maiores valores praticados pelos órgãos do Poder Judiciário da União. Só recentemente o valor deste benefício foi uniformizado, mediante ato do Conselho Nacional de Justiça, Tribunais Superiores, Conselho da Justiça Federal, Conselho Superior da Justiça do Trabalho e Tribunal de Justiça do Distrito Federal (Portaria Conjunta nº 5, de dezembro de 2011). Antes disso, os órgãos da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral e Justiça Militar pagavam valores diferentes para este benefício, geralmente menores do que aqueles praticados pelos Tribunais Superiores. É esta diferença histórica, que trouxe prejuízos a vários servidores que recebiam o valor menor, que a entidade visa combater com o ajuizamento da ação. Embora só recentemente a administração do Poder Judiciário tenha admitido a necessidade de uniformizar o valor (R$ 710,00), com fundamento no princípio da isonomia garantido pela Constituição e na própria Lei de Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União (Lei , de 2006), a ação pretende o pagamento da diferença entre os valores até então pagos e os maiores valores percebidos pelos servidores da carreira. ASSUNTO: DECLARAR O DIREITO DOS SUBSTITUÍDOS À APLICAÇÃO DO REGIME DE COMPETÊNCIA NO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO DE RENDA SOBRE OS RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE. Processo: Seção Judiciária do Distrito Federal

12 Em muitos casos, o servidor recebeu parcelas atrasadas de uma só vez na via administrativa, incidindo a alíquota de Imposto de Renda de 27,5%, enquanto a divisão desses valores mensalmente poderia trazer alíquotas menores, de 7,5% a 15% ou, no todo ou em parte, a denominada alíquota zero (0%). Provavelmente, o problema ocorreu com retroativos de reenquadramento do artigo 22 da Lei /2006, com os quintos/vpni e os passivos de URV (11,98%), entre outros temas decorrentes de débitos reconhecidos tardiamente. Na ação, demonstra-se que a Lei /2010 estabeleceu que os rendimentos recebidos acumuladamente (RRA) devem ser tratados pela aferição isonômica, ou seja, pela verificação mensal da alíquota, em vez da aplicação sobre o total pago de uma vez. Fase Processual: A União apresentou contestação no último dia 09/11/2012. Assunto: DESCONTOS RELATIVOS A VALORES RECEBIDOS A TITULO DO PASSIVO URV (SEVIDORES DO TRT-3ª REGIÃO) Processo: ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais O ponto basilar do feito é a discussão acerca das exigências do Tribunal de Contas da União. Este, ao intervir no pagamento do supracitado passivo, apenas requereu explicações daquele Regional do Trabalho e determinou que o repasse de quantias fosse suspenso, sem ordenar qualquer recálculo ou ajuste de juros, nem a devolução de quaisquer valores recebidos à maior. Assim, ao receber as informações solicitadas à administração do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, suspendeu a liminar, sem determinar quaisquer outras providências. Além disso, o procedimento adotado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região não garantiu a ampla defesa e o contraditório aos servidores, tendo em vista que estes apenas foram oficiados para optar pela forma em que se daria o desconto em suas remunerações. Por fim, aduz-se que os valores pagos a título de juros, originalmente calculados quando do início do pagamento administrativo, foram recebidos e consumidos de boa fé, não havendo a obrigatoriedade de restituição, conforme jurisprudência dominante dos tribunais superiores e do próprio Tribunal de Contas da União. Além do ajuizamento do feito, foi protocolizado requerimento administrativo para a Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, solicitando que não haja qualquer desconto na remuneração dos servidores que, supostamente, contraíram débito com a Fazenda Pública, até o término da discussão judicial acerca destes descontos, o que prontamente foi atendido pela Administração daquele Regional do Trabalho. Fase processual: A Antecipação dos Efeitos da tutela foi indeferida, e, para tanto, foi interposto Agravo de Instrumento, que aguarda julgamento. MANDADO DE SEGURANÇA CONTRA O NÃO ENVIO DO RECURSO INTERPOSTO CONTRA O CORTE DE PONTO DOS SERVIDORES GREVISTAS DO TRE/MG PARA ANÁLISE DA CORTE DESTE REGIONAL ELEITORAL. Processo: Corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Mandado de Segurança impetrado na Corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais contra decisão da presidência do mesmo Tribunal que impediu o envio, para aquela Corte, do recurso administrativo interposto pelo próprio Sindicato, nos autos do processo administrativo n /2012, em 1º de outubro último, destinado a combater o corte do ponto dos servidores participantes da greve por tempo indeterminado realizada no último mês de agosto. O recurso administrativo do SITRAEMG foi interposto de acordo com os ditames da lei 9.784/99, requerendo, caso não fosse feito juízo de retratação pela autoridade recorrida, ocorresse o envio do recurso para a apreciação pelo órgão administrativo imediatamente superior, no caso, a Corte daquele Tribunal Regional Eleitoral. A presidência, por sua vez, indeferiu o recurso, e negou o envio à Corte, sob a alegação de que, conforme regimento interno, a Presidência seria o órgão máximo de deliberação administrativa.

13 Inconformado com tal decisão, o SITRAEMG interpôs, em 17 de outubro, recurso administrativo contestando a decisão de não envio do recurso à Corte, ao qual foi negado seguimento, pela presidência daquele Tribunal, desta vez sob o argumento de que, além de não haver previsão de remessa à Corte, foi outorgada à Presidência a atribuição de ordenador de despesas, o que a tornaria última instância administrativa. ASSUNTO: PAGAMENTO DAS PARCELAS REFERENTES À INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE DURANTE SUAS FÉRIAS E DEMAIS AFASTAMENTOS PREVISTOS NO ARTIGO 102 DA LEI 8.112/90. Processo: Seção Judiciária do Distrito Federal Ação judicial requerendo o pagamento da indenização de transporte durante as férias e outros afastamentos dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais, períodos considerados de efetivo exercício pela Lei 8.112/90. A demanda encontra precedentes favoráveis do Superior Tribunal de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais em relação ao auxílio-transporte e ao auxílio-alimentação, cujas verbas também possuem o caráter indenizatório. Além da concessão nas férias e afastamentos futuros, é requerida a condenação da União ao pagamento dos valores atrasados, referentes aos últimos cinco anos, abrangendo as férias e outros afastamentos, como licença para tratamento da saúde, licença-maternidade, licençagestante, licença-adotante e licença-paternidade. Assunto: DECLARAR O DIREITO DOS SUBSTITUÍDOS À APOSENTADORIA COM PROVENTOS INTEGRAIS E PARIDADE TOTAL Processo: Seção Judiciária do Distrito Federal Ação que requer que as aposentadorias proporcionais em várias modalidades, obtidas por servidores que ingressaram no serviço público antes da Emenda Constitucional 41, publicada em 31/12/2003, tenham computado o novo tempo de contribuição da aposentadoria. Se procedente a ação, filiados podem ter seus proventos recalculados para integralidade verdadeira e paridade plena, em especial aqueles que se aposentaram com menos de 35 (homem) e 30 (mulher) anos de contribuição. A demanda parte da incidência direta das regras de transição da EC 41/2003 e da EC 47/2005, porque se associam sem reservas à nova contribuição previdenciária regulamentada pela Lei /2004, permitindo o complemento de tempo aos servidores que adquiriram as carências necessárias até o momento da aposentadoria proporcional. Pelas regras de transição das reformas previdenciárias, qualquer servidor que ingressou no serviço público até 30/12/2003 (inclusive) e atenda os requisitos de 20 anos no serviço público, 10 anos na carreira e 5 anos no cargo (transição comum), além de 60 (homem) e 55 (mulher) anos de idade e 35 (homem) ou 30 (mulher) anos de contribuição, podem ter seus proventos mantidos como antes das mudanças constitucionais, com integralidade e paridade, afastada a média remuneratória. O benefício também foi ressalvado aos que, tendo ingressado até a EC 20/98 (até 15/12/1998, inclusive), preferissem a transição especial com redução de idade para cada ano trabalhado além de 35 (homem) e 30 (mulher), acompanhados de 25 anos no serviço público, 15 na carreira e 5 no cargo. Segundo a literalidade das emendas, apenas as carências não permitem complemento no tempo de contribuição da aposentadoria. Por exemplo: o servidor homem que requereu e obteve aposentadoria voluntária proporcional momentos antes da EC 20/98, com 50 anos de idade e 30

14 de contribuição, para ser beneficiado pela transição, precisa ter os 20/10/5 anos de serviço público/carreira/cargo quando da aposentadoria, mas há tempo adicional a partir de 20/05/2004 (momento concreto da nova incidência tributária pela Lei /2004) que, juntamente com o avanço da idade (dois requisitos que não dependem de carências no serviço público), levaria o referido aposentado aos proventos integrais aos 61 anos, melhorando substancialmente sua renda. As situações são variadas, conforme o histórico contributivo e os requisitos já preenchidos no ato da aposentadoria. Obs.: A assessoria jurídica do SITRAEMG, realizada pelo escritório Cassel & Ruzzarin Advogados, lembra que, como a matéria é nova, será objeto de intensa discussão na Justiça de 1º Grau, Tribunais Regionais, STJ e STF. Assunto: PERCEPÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADE DE SEGURANÇA (GAS) NO VALOR CORRESPONDENTE À 35% SOBRE O MAIOR VENCIMENTO BÁSICO Processo n Seção Judiciária do Distrito Federal Em benefício de seus filiados, o sindicato pede que a GAS tenha por base de cálculo do percentual de 35% o vencimento básico da classe C, padrão 15 das carreiras de técnico (agente) e analista (inspetor). A medida integra um conjunto de ações específicas para resgate da dignidade remuneratória e melhores condições de trabalho aos filiados, idealizadas durante as reuniões que tivemos com o departamento jurídico e seus assessores. Na ação argumenta-se que as gratificações por atividade se diferenciam dos adicionais por tempo de serviço, portanto não podem ter no tempo o elemento diferenciador do valor final. Saliente que viola a isonomia e a razoabilidade a ideia de que a atividade de quem está na classe B, padrão 6 deve ser menos valorizada do que a de quem está na classe C, padrão 15, portanto os valores deveriam ser os mesmos. Assim, a medida judicial se impôs pela percepção de que se a atividade é mesma, por o maior montante de cada carreira é que deve ser pago, indistintamente.

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