A Defesa Nacional e o Ambiente

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1 II Jornadas de Ambiente da Força Aérea A Defesa Nacional e o Ambiente O enquadramento institucional da Defesa Nacional no Ambiente 1

2 Agenda Estrutura do ambiente no MDN. O seu enquadramento. Estrutura coordenadora de assuntos ambientais. Plano de ação ambiental para a Defesa Nacional. Projeto EMAS. Programa ECO.AP. Prémio Defesa Nacional e Ambiente. 2

3 Estrutura do ambiente no MDN 3

4 Ministro da Defesa Nacional CCEM CSM Forças Armadas Entidades Tuteladas Serviços Centrais de Suporte CESM CSM SG CVP EMGFA AMN IGDN LC Marinha AAN DGPDN IASFA Exército DGPRM Força Aérea DGAIED DSQANC IDN PJM (DL n.º 122/2011, 29Dec Lei orgânica do MDN) 4

5 Competências da DSQANC na área do ambiente Elaborar e propor a política de defesa no âmbito do ambiente, coordenar e acompanhar a respetiva execução; Propor, implementar e coordenar as atividades de carácter ambiental, de gestão da energia e dos recursos naturais, numa perspetiva de desenvolvimento sustentável; Intervir, como órgão técnico no domínio do ambiente, nos processos relativos ao armamento, equipamento, infraestruturas e serviços de defesa e cooperar com os ramos das Forças Armadas na implementação e na manutenção de sistemas de gestão ambiental. Promover e coordenar ações de sensibilização, de consciencialização, de formação e a difusão de informação no âmbito da qualidade, do ambiente e da catalogação (Portaria n.º 92/2012, 2Abr Orgânica do DGAIED) 5

6 Enquadramento 6

7 Diretiva ambiental para a Defesa Nacional Despacho MDN n.º 6484/2011 (DR 2ª Série, n.º 77, de 19Abr2011) 7

8 Diretiva ambiental para a Defesa Nacional PRINCÍPIOS 8

9 Diretiva ambiental para a Defesa Nacional Objetivos Áreas de interesse Estratégicos Operacionais Gestão ambiental 6 15 Gestão dos recursos naturais 4 19 Alterações climáticas 2 3 Educação ambiental

10 Diretiva ambiental para a Defesa Nacional Determinações Criação da ECAA Destinatários DGAIED Plano de Ação Ambiental DN EMAS ECO.AP e PSBC DGAIED SCS EMGFA Ramos Dar continuidade aos projetos em curso 10

11 Estrutura Coordenadora de Assuntos Ambientais ECAA 11

12 ECAA Objetivo Garantir o diálogo e a cooperação permanente em assuntos de natureza ambiental, entre as diversas estruturas do MDN 1ª Reunião: 22NOV2012 Despacho MDN n.º 10447/2012 (DR 2ª Série, n.º 150, de 3Ago2012) 12

13 Composição DGAIED 13

14 Plano de Ação Ambiental para a Defesa Nacional 14

15 Plano de Ação Ambiental para a Defesa Nacional Finalidade: Materializar os objetivos descritos na Diretiva Ambiental: Indicadores Metas A elaborar: DGAIED Contributos: SCS EMGFA Ramos ECAA

16 Ecomanagement and audit scheme EMAS 16

17 Ecomanagement and audit scheme Sistema comunitário de ecogestão e auditoria Rótulo de qualidade europeu destinado às organizações que pretendam avaliar e melhorar o seu desempenho ambiental e a informar o público e outras partes interessadas Implementação faseada Protocolo 2010 MDN / Agência Portuguesa do Ambiente Assessoria técnica da UNL/FCT (início 2011) Edifício MDN/EMGFA Instituto Hidrográfico (IH); Academia Militar (AM); Regimento de Transportes (Rtrans); Base Aérea N.º 5 (BA5); Estação Radar N.º 2 (ER2). 17

18 EMAS na Defesa Nacional Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4 Fase 5 Fase 6 MDN/EMGFA IH DI entregue DI entregue DI entregue AM DI entregue DI entregue RTrans DI entregue DI emitida DI emitida Aguarda Aguarda Documentação emissão da DI emissão da DI entregue BA5 DI entregue DI entregue DI entregue DI emitida Documentação entregue ER2 DI entregue DI entregue DI entregue DI emitida Legenda: DI Declaração de implementação 18

19 Programa de Eficiência Energética da Administração Pública ECO.AP 19

20 Programa de Eficiência Energética da Administração Pública Aplicação: Serviços, organismos da administração pública e equipamentos públicos Finalidade: Obtenção de um nível de eficiência energética de cerca de 30%, até 2020, relativamente aos valores de 2010 Enquadramento: RCM n.º 2/2011, 12Jan (lançamento do ECO.AP) DL n.º 29/2011, 28Fev (contratos de gestão de EE) Desp. Normativo n.º 15/2012, 3Jul (Qualificação das ESE) RCM n.º 67/2012, 9Ago (acordo de implementação do ECO.AP) 20

21 Programa de Eficiência Energética da Administração Pública Medidas: Nomeação dos GLEC Criação do Barómetro de EE Celebração de Contratos de gestão de EE Elaboração e implementação do Plano de ação de EE Coordenação: ADENE Interlocutores dos ministérios GLEC de cada organismo MDN (estrutura ECO.AP DN): Interlocutora do Ministério (ds DSQANC) Representantes do EMGFA, Ramos e SCS GLEC de cada Unidade/ Órgão ou Serviço 21

22 Programa de Eficiência Energética da Administração Pública Projeto piloto: Contratos de gestão de EE Barómetro de EE Identificação de organismos com potencial de consumo Apresentações à gestão de topo Visitas a Unidades, Órgãos e Serviços Caderno de encargos tipo Programa de procedimentos tipo Formação de GLEC Aguardam despacho MF Em fase de arranque 22

23 Roteiro Nacional de Baixo Carbono e Programa de Eficiência Energética da Administração Pública RCM n.º 93/2010, 26Nov Controlo de emissões de GEE: RNBC 2050 Reduções de 56 a 60% face valores 1990 PNAC Dec2012 PSBC A elaborar pelos ministérios 31Dec2012 Plano sectorial de baixo carbono Processo de junção em estudo Plano de ação de eficiência energética 23

24 Prémio Defesa Nacional e Ambiente PDNA 24

25 Prémio Defesa Nacional e Ambiente (Despacho MDN/ MAOTDR n.º 8383/2007, 10Mai) Criado em 1993 Candidaturas: Marinha Exército Força Aérea Total 86 Visa galardoar a unidade que preste um melhor contributo para a qualidade do ambiente O vencedor é premiado com um bem útil/apoio financeiro ligado ao projeto premiado 25

26 Síntese Competências da DSQANC. Diretiva ambiental para a Defesa Nacional. Estrutura coordenadora de assuntos ambientais. Plano de ação ambiental para a Defesa Nacional. Ponto de situação da implementação do Projeto EMAS. Programa ECO.AP. Prémio Defesa Nacional e Ambiente. 26

27 A agência meteorológica das Nações Unidas assegura que as concentrações dos gases que provocam o aquecimento global estão actualmente em níveis recordes, que superam os piores cenários dos cientistas. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) disse que as concentrações de dióxido de carbono, o principal responsável pela captura do calor na atmosfera, atingiram as 389 partes por milhão, a maior concentração desde o início da era industrial em O impacto que sofre a atmosfera devido aos gases de efeito estufa gerados pela actividade humana voltou alcançar níveis recordes desde a era préindustrial", afirmou o secretáriogeral da OMM, Michel Jarraud. ( ) A OMM indicou que entre 1990 e 2010 houve um aumento de 29% na força de irradiação (o efeito do aquecimento atmosférico no clima) derivada de gases de efeito estufa e que o dióxido de carbono (CO2) é responsável por 80% desse aumento. (Ganhão, A., Naturlink, 22Nov2011) 27

28 Obrigado pela atenção prestada. Tenentecoronel TPAA Jorge Manuel Simão Abelho 28

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