Informatica PowerExchange (Versão HotFix 4) Guia de Utilitários
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- Luiza Caetano Amarante
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1 Informatica PowerExchange (Versão HotFix 4) Guia de Utilitários
2 Informatica PowerExchange Guia de Utilitários Versão HotFix 4 Abril 2016 Copyright (c) Informatica LLC. Todos os direitos reservados. Este software e documentação contêm informações de propriedade da Informatica LLC, são fornecidos sob um contrato de licença que contém restrições quanto a seu uso e divulgação, e são protegidos por leis de copyright. A engenharia reversa do software é proibida. Não está permitida de forma alguma a reprodução ou a transmissão de qualquer parte deste documento (seja por meio eletrônico, fotocópia, gravação ou quaisquer outros) sem o consentimento prévio da Informatica LLC. Este Software pode estar protegido por patentes dos EUA e/ou internacionais e outras patentes pendentes. 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Informatica, Informatica Platform, Informatica Data Services, PowerCenter, PowerCenterRT, PowerCenter Connect, PowerCenter Data Analyzer, PowerExchange, PowerMart, Metadata Manager, Informatica Data Quality, Informatica Data Explorer, Informatica B2B Data Transformation, Informatica B2B Data Exchange Informatica On Demand, Informatica Identity Resolution, Informatica Application Information Lifecycle Management, Informatica Complex Event Processing, Ultra Messaging, Informatica Master Data Management e Live Data Map são marcas comerciais ou marcas registradas da Informatica LLC nos Estados Unidos e em jurisdições pelo mundo. Todos os outros nomes de outras companhias e produtos podem ser nomes ou marcas comerciais de seus respectivos proprietários. Partes desta documentação e/ou software estão sujeitas a direitos autorais de terceiros, incluindo sem limitação: Copyright DataDirect Technologies. Todos os direitos reservados. Copyright Sun Microsystems. Todos os direitos reservados. 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3 Este produto inclui software copyright University of Cambridge. Permissões e limitações relativas a este software estão sujeitas aos termos disponíveis em Este produto inclui o copyright de software 2007 The Eclipse Foundation. Todos os direitos reservados. As permissões e as limitações relativas a este software estão sujeitas aos termos disponíveis em e em Este produto inclui softwares licenciados de acordo com os termos disponíveis em License, license.html, asm.ow2.org/license.html, httpunit.sourceforge.net/doc/ license.html, license.html, license-agreement; /copyright-software ; forge.ow2.org/projects/javaservice/, license.html; protobuf.googlecode.com/svn/trunk/src/google/protobuf/descriptor.proto; current/doc/mitk5license.html; blob/master/license; page=documents&file=license; blueprints/blob/master/license.txt; twbs/bootstrap/blob/master/license; Este produto inclui software licenciado de acordo com a Academic Free License ( a Common Development and Distribution License ( a Common Public License ( a Sun Binary Code License Agreement Supplemental License Terms, a BSD License ( a nova BSD License ( licenses/bsd-3-clause), a MIT License ( a Artistic License ( e a Initial Developer s Public License Version 1.0 ( Este produto inclui copyright do software Joe WaInes, XStream Committers. Todos os direitos reservados. Permissões e limitações relativas a este software estão sujeitas aos termos disponíveis em Este produto inclui software desenvolvido pelo Indiana University Extreme! Lab. Para obter mais informações, visite Este produto inclui software Copyright 2013 Frank Balluffi e Markus Moeller. Todos os direitos reservados. As permissões e limitações relativas a este software estão sujeitas aos termos da licença MIT. Consulte as patentes em ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: a Informatica LLC fornece esta documentação no estado em que se encontra, sem garantia de qualquer tipo, expressa ou implícita, incluindo, mas não limitando-se, as garantias implícitas de não infração, comercialização ou uso para um determinado propósito. A Informatica LLC não garante que este software ou documentação não contenha erros. As informações fornecidas neste software ou documentação podem incluir imprecisões técnicas ou erros tipográficos. As informações deste software e documentação estão sujeitas a alterações a qualquer momento sem aviso prévio. AVISOS Este produto da Informatica (o "Software") traz determinados drivers (os "drivers da DataDirect") da DataDirect Technologies, uma empresa em funcionamento da Progress Software Corporation ("DataDirect"), que estão sujeitos aos seguintes termos e condições: 1. OS DRIVERS DA DATADIRECT SÃO FORNECIDOS NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRAM, SEM GARANTIA DE QUALQUER TIPO, EXPRESSA OU IMPLÍCITA, INCLUINDO, MAS NÃO LIMITANDO-SE, AS GARANTIAS IMPLÍCITAS DE COMERCIALIZAÇÃO, ADEQUAÇÃO A UMA FINALIDADE ESPECÍFICA E NÃO INFRAÇÃO. 2. EM NENHUM CASO, A DATADIRECT OU SEUS FORNECEDORES TERCEIRIZADOS SERÃO RESPONSÁVEIS, EM RELAÇÃO AO CLIENTE FINAL, POR QUAISQUER DANOS DIRETOS, INDIRETOS, INCIDENTAIS, ESPECIAIS, CONSEQUENCIAIS OU DEMAIS QUE POSSAM ADVIR DO USO DE DRIVERS ODBC, SENDO OU NÃO ANTERIORMENTE INFORMADOS DAS POSSIBILIDADES DE TAIS DANOS. ESTAS LIMITAÇÕES SE APLICAM A TODAS AS CAUSAS DE AÇÃO, INCLUINDO, SEM LIMITAÇÕES, QUEBRA DE CONTRATO, QUEBRA DE GARANTIA, NEGLIGÊNCIA, RESPONSABILIDADE RIGOROSA, DETURPAÇÃO E OUTROS ATOS ILÍCITOS. Parte Número: PWX-UTG-961-HF4-0001
4 Conteúdo Prefácio Recursos da Informatica Rede da Informatica Base de Dados de Conhecimento da Informatica Documentação da Informatica Matrizes de Disponibilidade de Produto Informatica Informatica Marketplace Suporte Global a Clientes da Informatica Capítulo 1: Introdução aos Utilitários do PowerExchange Visão Geral dos Utilitários do PowerExchange Utilitários do PowerExchange por Sistema Operacional Convenções de Sintaxe dos Utilitários do PowerExchange Incompatibilidades de Variável de Ambiente entre o PowerExchange e o PowerCenter Definindo o Ambiente do PowerExchange e Iniciando um Utilitário Amostra de JCL do PowerExchange Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados Visão Geral do Utilitário createdatamaps Requisitos e Considerações para Copybooks COBOL e DBDs Sintaxe do Comando createdatamaps Criando, Editando e Testando um Mapa de Dados Arquivos de Controle para Geração de um Mapa de Dados Regras para Arquivos de Controle Estrutura de Arquivo de Controle Arquivo de Esquema para a Descrição de Arquivos de Controle Referência de Arquivos de Esquema Tipo Complexo DatamapGeneration Tipo Complexo GenBase Tipo Complexo SEQGen Tipo Complexo VSAMGen Tipo Complexo IMSGen Tipo Complexo GenConfigBase Tipo Complexo SEQGenConfig Tipo Complexo VSAMGenConfig Tipo Complexo IMSGenConfig Tipo Complexo DatamapPropertiesBase Tipo Complexo SEQDatamapProperties Tipo Complexo VSAMDatamapProperties Tipo Complexo IMSDatamapProperties Sumário
5 Tipo Complexo ParserConfigBase Tipo Complexo CopybookParserConfig Tipo Complexo FilePath Tipo Complexo ImportMetadataBase Tipo Complexo CopybookImportMetadata Tipo Complexo DBDImportMetadata Tipo Complexo OverlayMetadata Tipo Complexo DatamapInstanceBase Tipo Complexo SEQDatamapInstance Tipo Complexo VSAMDatamapInstance Tipo Complexo IMSDatamapInstance Arquivo de Log do Utilitário de Criação de Mapas de Dados Mensagens de Erro JAXB Instruções REDEFINES em Copybooks Importados Como o Utilitário createdatamaps Cria Registros para Campos e Grupos Redefinidos Uso de maxredefines para Limitar o Número de Registros Copybook e Metadados DBD para Mapas de Dados IMS Propriedades de Mapa de Dados Indisponíveis Exemplos Exemplo: Mapa de Dados SEQ Simples Exemplo: Mapa de Dados SEQ com Vários Registros e Tabelas Exemplo: Mapa de dados VSAM KSDS Simples Exemplo: Mapas de Dados VSAM RRDS com Vários Registros e Tabelas Exemplo: Importação de IMS DBD sem Sobreposição COBOL Exemplo: Importação de IMS DBD com Sobreposições COBOL Capítulo 3: DTLCCADW - Utilitário Adabas PCAT Visão Geral do Utilitário DTLCCADW Funções do Utilitário DTLCCADW Função P (Preencher Arquivo de Controle PCAT) Função R (Reportar Arquivo de Controle PCAT) Função I (Inserir) Função D (Excluir) Função L (Redefinir Último Número da Sequência) Função V (Recriar o Arquivo de Controle PCAT) Função A (Adicionar) Função S (Submeter ADASEL) Função T (Submeter Extração de Registro ET) Função E (Extração de Registro ET/BT) Capítulo 4: DTLCUIML - Utilitário Marcador do Log do IMS Visão Geral do Utilitário DTLCUIML Parâmetros do Utilitário DTLCUIML Sumário 5
6 Relatórios do Utilitário DTLCUIML SYSPRINT: Relatório de Controle DFSSTAT: Relatório de Atividades do IMS Registros de Log Definidos pelo Usuário Capítulo 5: DTLINFO - Utilitário de Informações de Liberação Visão Geral do Utilitário DTLINFO Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLINFO Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO Parâmetros de Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO Executando o Utilitário DTLINFO no i5/os Executando o Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows Executando o Utilitário DTLINFO no z/os Exemplos do Utilitário DTLINFO no i5/os Utilitário DTLINFO no i5/os - Exemplo Utilitário DTLINFO no i5/os - Exemplo Exemplos do Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows - Exemplo Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows - Exemplo Exemplos do Utilitário DTLINFO no z/os Utilitário DTLINFO no z/os - Exemplo Utilitário DTLINFO no z/os - Exemplo Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota Visão Geral do Utilitário DTLREXE Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLREXE Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE Instrução DELETE Instrução PING Instrução SUBMIT Instrução SYSTEM Executando o Utilitário DTLREXE no i5/os Executando o Utilitário DTLREXE no Linux e UNIX Submetendo um Trabalho Remoto do z/os Especificando um Membro PDS Submetendo um Trabalho Remoto do z/os Especificando um Conjunto de Dados MVS Sequencial Excluindo um Arquivo de um Sistema Remoto Executando um Arquivo em um Sistema Remoto Executando o Utilitário DTLREXE no Windows Executando o Utilitário DTLREXE no z/os Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=SUBMIT Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=PING Sumário
7 Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=DELETE Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=SYSTEM Notas de Uso do Utilitário DTLREXE Exemplo do Utilitário DTLREXE no z/os Exemplo de JCL do Utilitário DTLREXE no z/os Conjunto de Dados de Saída do Utilitário DTLREXE no z/os Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização Visão Geral do Utilitário DTLUAPPL Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUAPPL Sintaxe da Instrução de Controle DTLUAPPL Instrução de Conexão Instruções ADD e MOD Instrução END APPL Instrução PRINT APPL Executando o Utilitário DTLUAPPL no i5/os Executando o Utilitário DTLUAPPL no Linux, UNIX e Windows Executando o Utilitário DTLUAPPL no z/os Exemplos do Utilitário DTLUAPPL Exemplo 1. Gerando Tokens de Reinicialização no Nível de Aplicativo Exemplo 2. Gerando Tokens de Reinicialização no Nível de Registro de Captura Exemplo 3. Gerando Tokens de Reinicialização para Modo de Extração Contínua Exemplo 4. Adicionando um Aplicativo com Tokens de Reinicialização Exemplo 5. Adicionando um Aplicativo e Gerando Tokens de Reinicialização em uma Instância Remota Exemplo 6. Modificando Tokens de Reinicialização em um Aplicativo Exemplo 7. Modificando um Aplicativo e Adicionando um Registro Exemplo 8. Imprimindo Informações para um Aplicativo Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes Visão Geral do Utilitário DTLUCBRG Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCBRG Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG Especificando Vários Conjuntos de Parâmetros no Utilitário DTLUCBRG Parâmetros Específicos da Fonte do Utilitário DTLUCBRG Exemplo de Entrada para o Utilitário DTLUCBRG Processamento de Página de Código DTLUCBRG Processamento de página de código para os registros do DB2 no modo local no z/os Executando o Utilitário DTLUCBRG Executando o Utilitário DTLURDMO no i5/os Executando o Utilitário DTLUCBRG no Linux, UNIX e Windows Executando o Utilitário DTLUCBRG no z/os Notas de Uso do Utilitário DTLUCBRG Sumário 7
8 Capítulo 9: DTLUCDEP - Utilitário de Manutenção CDEP Visão Geral do Utilitário DTLUCDEP Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCDEP Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP Exemplos de Definições do CDEP Executando o Utilitário DTLUCDEP no i5/os Executando o Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows Executando o Utilitário DTLUCDEP no z/os Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no i5/os Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no z/os Capítulo 10: DTLUCSR2 - Utilitário de Registros IDMS SR2 e SR Visão Geral do Utilitário DTLUCSR Executando o Utilitário DTLUCSR Capítulo 11: DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC 124 Visão Geral do Utilitário DTLUCUDB Executando o Utilitário DTLUCUDB Sintaxe do Utilitário DTLUCUDB Opções de Comando do Utilitário DTLUCUDB Reunindo Informações de Diagnóstico para Resolver um Problema de Captura do DB Capítulo 12: DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de Catálogo de Logs IDMS. 133 Visão Geral dos Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC Executando o Utilitário DTLULCAT Executando o Utilitário DTLULOGC Manipulando Manualmente o Catálogo de Logs Diretrizes para Adicionar Logs ao Catálogo com os Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados Visão Geral do Utilitário DTLURDMO Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLURDMO Visão Geral das Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO Sintaxe de Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO Instruções Globais Instrução DM_COPY Instrução REG_COPY Instrução XM_COPY Escopo de Operandos Sumário
9 Executando o Utilitário DTLURDMO no i5/os Executando o Utilitário DTLURDMO no Linux, UNIX e Windows Executando o Utilitário DTLURDMO no z/os Exemplos do Utilitário DTLURDMO Copiando Mapas de Dados Selecionados Copiando Todos os Mapas de Dados Copiando e Modificando Mapas de Dados Copiando Registros e Gerando Mapas de Extração Copiando Registros, Gerando Mapas de Extração e Mesclando Mapas de Extração com Mapas de Dados em Massa Copiando Registros do Microsoft SQL Server e Gerando Mapas de Extração com um ID de Instância definido pelo Usuário Copiando Mapas de Dados de IMS e Copiando e Modificando Registros Copiando Mapas de Dados de IMS e Registros e Modificando a Propriedade do Mapa de Dados do IMSID Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa Visão Geral do Utilitário DTLUTSK Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no i5/os Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows Ajuda do Utilitário DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows Trabalho DTLUTSK no MVS Trabalho DTLUTSK no MVS - Exemplo de JCL Trabalho DTLUTSK no MVS - Exemplo de Saída Utilitário da Linha de Comando DTLUTSK no MVS Comando LISTTASK no MVS Comando STOPTASK no MVS Comando LISTLOCATIONS no MVS Comando LISTALLOC no MVS Comando FREEALLOC no MVS Executando o Utilitário DTLUTSK no Navegador do PowerExchange Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK no MVS Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK no i5/os Usando o Signon.txt para Autorizar Usuários a Exibir ou Interromper Tarefas Capítulo 15: EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log Visão Geral do Utilitário EDMLUCTR Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário EDMLUCTR Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR Instrução -SEL Instrução -MASK Sumário 9
10 Executando o Utilitário EDMLUCTR Notas de Uso do Utilitário EDMLUCTR Exemplos do Utilitário EDMLUCTR Utilitário EDMLUCTR - Exemplo Utilitário EDMLUCTR - Exemplo Utilitário EDMLUCTR - Exemplo Utilitário EDMLUCTR - Exemplo Capítulo 16: EDMXLUTL - Utilitário do Marcador de Eventos Visão Geral do Utilitário EDMXLUTL Criando um Marcador de Eventos no Modo em Lotes Instruções da JCL do Utilitário EDMXLUTL Instruções de Controle do Utilitário EDMXLUTL Comando EVENT do Utilitário EDMXLUTL Sintaxe do Comando EVENT Uso do Comando EVENT Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM Conjunto de Palavras-chave MARK Conjunto de Palavras-chave NOTIFY Exemplo do Utilitário EDMXLUTL Capítulo 17: HOSTENT - Utilitário Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP Visão Geral do Utilitário HOSTENT Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário HOSTENT Executando o Utilitário HOSTENT no i5/os Executando o Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX Executando o Utilitário HOSTENT no z/os Notas de Uso do Utilitário HOSTENT Detalhes do Resolvedor do Utilitário HOSTENT Saída do Utilitário HOSTENT Exemplo do Utilitário HOSTENT no i5/os Exemplo do Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX Exemplo do Utilitário HOSTENT no z/os Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows Visão Geral do Utilitário PWXUCDCT Sistemas Operacionais com Suporte para o Utilitário PWXUCDCT Sintaxe de Instruções de Controle para Comandos PWXUCDCT Comandos e Parâmetros PWXUCDCT Comandos Descrições de Parâmetros Sumário
11 Executando o Utilitário PWXUCDCT Notas de Uso do Utilitário PWXUCDCT Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT Exemplo 1. Criando um Backup do Arquivo CDCT Exemplo 2. Restaurando o Arquivo CDCT de um Arquivo de Backup Exemplo 3. Recriando o Arquivo CDCT Após uma Falha Exemplo 4. Reportando e Excluindo Registros CDCT Órfãos Exemplo 5. Reportando e Excluindo Registros CDCT Expirados Exemplo 6. Imprimindo o Conteúdo do Arquivo CDCT Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura Visão Geral do Utilitário PWXUCREG Considerações de Uso do PWXUCREG Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUCREG Suspendendo Temporariamente a Captura de Alterações para Origens Registradas Sintaxe Geral para Comandos PWXUCREG Resumo dos Comandos PWXUCREG Parâmetros SET_CONTROL_VALUE Globais Parâmetros de Comando Específicos de Registro Executando o Utilitário PWXUCREG Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCREG Exemplo 1. Suspendendo um Registro de Captura Exemplo 2. Reativando um Registro de Captura Capítulo 20: PWXUDMX - Utilitário de Memória ECSA de Hora de Atualização dos Mapas de Dados Visão Geral do Utilitário PWXUDMX Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUDMX Executando o Utilitário PWXUDMX no z/os Comandos e Parâmetros PWXUDMX Comando CREATE_ECSA Comando DECREMENT_FILE_COUNT Comando DELETE_ECSA Comando DISPLAY_ECSA Comando DUMP_ECSA Comando INCREMENT_FILE_COUNT Capítulo 21: PWXUSSL - Utilitário de Relatório SSL do PowerExchange Visão Geral do Utilitário PWXUSSL Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUSSL Executando o Utilitário PWXUSSL Relatório de Certificado Relatório de Criptografia Sumário 11
12 Relatório de Versão Índice Sumário
13 Prefácio Este guia descreve uma coletânea de programas utilitários que foram projetados para auxiliar na manutenção da instalação do PowerExchange. Este guia se aplica aos seguintes produtos PowerExchange: PowerExchange for Adabas PowerExchange for CA Datacom PowerExchange for CA IDMS PowerExchange for DB2 for i5/os PowerExchange for DB2 for Linux, UNIX, and Windows PowerExchange for DB2 for z/os PowerExchange for IMS PowerExchange for Oracle PowerExchange for SQL Server PowerExchange for VSAM Recursos da Informatica Rede da Informatica A Rede da Informatica hospeda o Suporte Global a Clientes da Informatica, a Base de Dados de Conhecimento da Informatica e outros recursos de produtos. Para acessar a Rede da Informatica, visite Como membro, você pode: Acessar todos os seus recursos Informatica em um só lugar. Pesquisar a Base de Dados de Conhecimento em busca de recursos de produtos, incluindo documentações, perguntas frequentes e práticas recomendadas. Visualizar informações sobre disponibilidade de produtos. Revisar seus casos de suporte. Encontrar a sua Rede de Grupo de Usuários da Informatica local e colaborar com seus colegas. 13
14 Base de Dados de Conhecimento da Informatica Use a Base de Dados de Conhecimento da Informatica para pesquisar a Rede da Informatica em busca de recursos de produtos, como documentações, artigos de instruções, práticas recomendadas e PAMs. Para acessar a Base de Dados de Conhecimento, visite Em caso de dúvidas, comentários ou ideias sobre a Base de Dados de Conhecimento, entre em contato com a equipe da Base de Dados de Conhecimento da Informatica em [email protected]. Documentação da Informatica Para obter a documentação mais recente do seu produto, navegue pela Base de Dados de Conhecimento da Informatica em. Em caso de dúvidas, comentários ou ideias sobre esta documentação, entre em contato com a equipe de Documentação da Informatica pelo [email protected]. Matrizes de Disponibilidade de Produto Informatica As Matrizes de Disponibilidade de Produto (PAMs) indicam as versões dos sistemas operacionais, os bancos de dados e outros tipos de fontes e destinos de dados com os quais uma versão de produto é compatível. Se você for membro da Rede da Informatica, poderá acessar PAMs em Informatica Marketplace O Informatica Marketplace é um fórum onde você pode encontrar soluções que aumentam, ampliam ou aprimoram suas implementações da Informatica. Aproveitando qualquer uma das centenas de soluções fornecidas por desenvolvedores e parceiros da Informatica, você pode melhorar sua produtividade e agilizar o tempo de implementação nos seus projetos. Você pode acessar o Informatica Marketplace através do link Suporte Global a Clientes da Informatica Você pode entrar em contato com um Centro de Suporte Global por telefone ou via Suporte Online na Rede da Informatica. Para descobrir o número de telefone local do Suporte Global a Clientes da Informatica, visite o site da Informatica no seguinte link: Se você for membro da Rede da Informatica, poderá usar o Suporte Online em 14 Prefácio
15 C A P Í T U L O 1 Introdução aos Utilitários do PowerExchange Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral dos Utilitários do PowerExchange, 15 Utilitários do PowerExchange por Sistema Operacional, 17 Convenções de Sintaxe dos Utilitários do PowerExchange, 18 Incompatibilidades de Variável de Ambiente entre o PowerExchange e o PowerCenter, 18 Amostra de JCL do PowerExchange, 19 Visão Geral dos Utilitários do PowerExchange Este guia destina-se aos administradores do PowerExchange que executam um ou mais utilitários para gerenciar suas instalações do PowerExchange. Cada capítulo oferece alguma ou toda a seguinte informação de referência com relação a um utilitário específico: As tarefas que podem ser executadas com o utilitário Cada pré-requisito para a execução do utilitário Os sistemas nos quais o utilitário pode ser executado A sintaxe dos comandos e parâmetros do utilitário Descrições detalhadas dos parâmetros obrigatórios e opcionais Como emitir as instruções de controle do utilitário nos vários sistemas Exemplos de sintaxe do utilitário por sistema operacional e/ou tarefa O PowerExchange inclui os seguintes utilitários para ajudar a gerenciar a instalação: createdatamaps - Utilitário de criação do mapa de dados. Use o createdatamaps para gerar mapas de dados em fontes de dados IMS, sequencial e VSAM na linha de comando do Windows. O createdatamaps é uma opção de comando infacmd pwx. DTLCCADW - Utilitário de arquivo PCAT do Adabas. Use o DTLCCADW para manipular o conteúdo do arquivo PCAT. DTLCUIML - Utilitário marcador do log do IMS. Use DTLCUIML para definir um marcador para o ECCR com base em logs do IMS no system log data set (SLDS) do IMS. 15
16 DTLINFO - Utilitário de informações de compilação. Use o DTLINFO para exibir o nível de versão, liberação e compilação do PowerExchange. DTLREXE - Utilitário de programa remoto. Use o DTLREXE para executar programas em plataformas remotas. DTLUAPPL - Utilitário de token de reinicialização. Use DTLUAPPL para atualizar o arquivo CDEP com aplicativos e registros de captura especificados. DTLUCBRG - Utilitário de registro em lotes. Use o utilitário DTLUCBRG para adicionar ou modificar registros de captura e mapas de extração. DTLUCDEP - Utilitário CDEP. Use o DTLUCDEP para modificar ou imprimir o conteúdo do arquivo CDEP. DTLUCSR2 - Utilitário de registros SR2 e SR3 do IDMS. Use o DTLUCSR2 para determinar a posição dos registros SR3. DTLUCUDB - Utilitário CDC do DB2. Use o DTLUCUDB para criar um snapshot do catálogo a fim de inicializar a tabela do catálogo de capturas e gerar informações de diagnóstico. DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de catálogo de logs do IDMS. Use DTLULCAT e DTLULOGC para preencher o catálogo de logs com informações sobre os logs a serem processados. DTLURDMO - Utilitário de mapa de dados. Use o DTLURDMO para migrar mapas de dados, bem como capturar registros e definições de mapa de extração, de um ambiente ou local para outro. DTLUTSK - Utilitário de controle de tarefa. Use o DTLUTSK para listar as tarefas ativas e interrompê-las, se for necessário. EDMLUCTR - Utilitário de digitalização e impressão de logs do PowerExchange. Use o EDMLUCTR para exibir informações sobre as alterações capturadas nos logs do Agente de Log do PowerExchange ou para diagnosticar problemas relacionados à captura de alterações. EDMXLUTL - Utilitário marcador de eventos. Use o EDMXLUTL para criar um marcador de eventos no Agente de Log do PowerExchange. HOSTENT - Utilitário Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP. Use HOSTENT para exibir o nome do host e o endereço TCP/IP de um sistema e para diagnosticar problemas de comunicação e licença do PowerExchange. PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows. Use o PWXUCDCT para gerenciar e gerar novamente o arquivo CDCT, excluir arquivos de log que não são referidos pelos registros CDCT e imprimir relatórios do arquivo CDCT, dos arquivos de ponto de verificação e dos arquivos de log. PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura do PowerExchange Use o PWXUCREG para suspender temporariamente o processamento de captura de alterações para origens registradas. Posteriormente, você pode usar o utilitário para reativar os registros suspensos para retomar a captura de alterações. PWXUDMX - Utilitário de memória ECSA de Hora de Atualização dos Mapas de Dados do PowerExchange. Use o utilitário PWXUDMX para alocar, exibir e excluir a memória ECSA, que mantém carimbos de data/hora das últimas atualizações em arquivos de mapas de dados, bem como para modificar as contagens de uso de um arquivo. PWXUSSL - Utilitário de Relatório SSL do PowerExchange. Use o PWXUSSL para gerar relatórios sobre bibliotecas e certificados SSL no Linux, UNIX e Windows. 16 Capítulo 1: Introdução aos Utilitários do PowerExchange
17 Utilitários do PowerExchange por Sistema Operacional A tabela a seguir lista os sistemas operacionais nos quais cada utilitário pode ser executado: Utilitário Linux UNIX Windows z/os i5/os createdatamaps Não Não Sim Não Não DTLCCADW Não Não Não Sim, no Adabas somente DTLCUIML Não Não Não Sim, no IMS somente Não Não DTLINFO Sim Sim Sim Sim Sim DTLREXE Sim Sim Sim Sim Sim DTLUAPPL Sim Sim Sim Sim Sim DTLUCBRG Sim Sim Sim Sim Sim DTLUCDEP Sim Sim Sim Sim Sim DTLUCSR2 Não Não Não Sim, no CDC do IDMS somente Não DTLUCUDB Sim, no DB2 somente Sim, no DB2 somente Sim, no DB2 somente Não Não DTLULCAT e DTLULOGC Não Não Não Sim, no CDC com Base em Logs do IDMS somente Não DTLURDMO Sim Sim Sim Sim Sim DTLUTSK Sim Sim Sim Sim Sim EDMLUCTR Não Não Não Sim Não EDMXLUTL Não Não Não Sim Não HOSTENT Sim Sim Não Sim Sim PWXUCDCT Sim Sim Sim Não Não PWXUCREG Não Não Não Sim Não PWXUDMX Não Não Não Sim Não PWXUSSL Sim Sim Sim Não Não Utilitários do PowerExchange por Sistema Operacional 17
18 Convenções de Sintaxe dos Utilitários do PowerExchange Este guia usa as seguintes convenções de sintaxe de comandos e parâmetros de utilitários: Para a maioria dos nomes de comandos e nomes de parâmetros, usam-se todas as letras em MAIÚSCULAS, não importando o tipo de plataforma. Entretanto, parâmetros posicionais para os quais você especifica um determinado valor são mostrados em minúsculo e itálico, por exemplo, instância. Colchetes [ ] indicam parâmetros opcionais. Considere obrigatório qualquer parâmetro sem colchetes. Uma barra vertical separa opções alternativas dentre as quais uma pode ser especificada para um parâmetro. Entradas alternativas são colocadas entre chaves simples { }. Use apenas uma das entradas. Não digite as chaves quando você digitar a opção. Sublinhado indica a opção padrão para um parâmetro, se disponível. Itálico indica um parâmetro variável ou posicional cujo valor varia. Incompatibilidades de Variável de Ambiente entre o PowerExchange e o PowerCenter Quando o PowerCenter e o PowerExchange estão instalados na mesma máquina Linux, UNIX ou Windows, em determinados casos, há requisitos conflitantes para as variáveis de ambiente PATH e LD_LIBRARY_PATH. Para executar corretamente nesses casos, o PowerExchange e o PowerCenter devem ser executados em ambientes separados. Esse requisito se aplica quando o Serviço de Integração do PowerCenter ou o Serviço do Repositório do PowerCenter é executado na mesma máquina como um dos seguintes componentes do PowerExchange: Ouvinte do PowerExchange Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows Navegador do PowerExchange Qualquer utilitário do PowerExchange, exceto o utilitário createdatamaps 18 Capítulo 1: Introdução aos Utilitários do PowerExchange
19 A seguinte tabela descreve as restrições que se aplicam às variáveis PATH e LD_LIBRARY_PATH nos ambientes do PowerExchange e do PowerCenter: Ambiente PATH LD_LIBRARY_PATH PowerExchange $INFA_HOME não deve anteceder $PWX_HOME. Caso contrário, você não poderá iniciar o Ouvinte ou o Agente de Log do PowerExchange da linha de comando. LD_LIBRARY_PATH não deve conter uma entrada para o PowerCenter. Esse requisito assegura que os utilitários do PowerExchange selecionem suas bibliotecas somente do $PWX_HOME. PowerCenter A entrada $PWX_HOME não deve anteceder a entrada $INFA_HOME. A definição de variável $LD_LIBRARY_PATH deve incluir $INFA_HOME e $PWX_HOME, e $INFA_HOME deve anteceder $PWX_HOME. Por exemplo: $INFA_HOME/server/bin:$PWX_HOME: $LD_LIBRARY_PATH Para definir o ambiente correto para as instâncias do PowerExchange ou do PowerCenter na mesma máquina, use uma das seguintes estratégias: Sempre inicie o PowerExchange e o PowerCenter usando contas de usuário separadas e defina as variáveis de ambiente apropriadas para cada conta. Execute o script pwxsettask.sh ou pwxsettask.bat sempre que iniciar um componente do PowerExchange. Definindo o Ambiente do PowerExchange e Iniciando um Utilitário Se você executa o PowerExchange e o PowerCenter com a mesma conta de usuário e precisa criar ambientes separados para o PowerExchange e o PowerCenter, execute o script pwxsettask.sh ou pwxsettask.bat para iniciar um utilitário do PowerExchange. O script define as variáveis PATH e LD_LIBRARY_PATH corretamente para o PowerExchange. Para definir o ambiente do PowerExchange e iniciar um utilitário do PowerExchange no Linux ou UNIX, emita o seguinte comando: pwxsettask.sh utility_name parameter_list Para definir o ambiente do PowerExchange e iniciar um utilitário do PowerExchange no Windows, emita o seguinte comando: pwxsettask utility_name parameter_list parameter_list representa uma lista de expressões no formato parameter=value. Ao executar o script no Windows, você deve incluir cada expressão parameter=value entre aspas duplas. No Linux e no UNIX, as aspas são opcionais. Por exemplo, para iniciar o utilitário DTLUCBRG no Windows: pwxsettask dtlucbrg "cs=filename" Amostra de JCL do PowerExchange Ao instalar o PowerExchange no z/os, a amostra de JCL é instalada na biblioteca HLQ.RUNLIB. Amostra de JCL do PowerExchange 19
20 Se você tiver selecionado a opção Excluir Membros da Instalação na guia Selecionar Parâmetros Adicionais do Assistente de Instalação do z/os, o processo de instalação moverá a amostra de JCL para a biblioteca HLQ.DTLEXPL. 20 Capítulo 1: Introdução aos Utilitários do PowerExchange
21 C A P Í T U L O 2 createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário createdatamaps, 21 Requisitos e Considerações para Copybooks COBOL e DBDs, 22 Sintaxe do Comando createdatamaps, 22 Criando, Editando e Testando um Mapa de Dados, 24 Arquivos de Controle para Geração de um Mapa de Dados, 25 Arquivo de Esquema para a Descrição de Arquivos de Controle, 28 Referência de Arquivos de Esquema, 30 Arquivo de Log do Utilitário de Criação de Mapas de Dados, 40 Instruções REDEFINES em Copybooks Importados, 42 Copybook e Metadados DBD para Mapas de Dados IMS, 44 Propriedades de Mapa de Dados Indisponíveis, 44 Exemplos, 45 Visão Geral do Utilitário createdatamaps Use o utilitário createdatamaps para gerar mapas de dados em fontes de dados IMS, sequencial e VSAM na linha de comando do Windows. O utilitário oferece uma alternativa ao uso do Navegador do PowerExchange em determinados casos e permite que você gere ou gere novamente mapas de dados de maneira não interativa. Para executar o utilitário, use o comando infacmd pwx createdatamaps. Os serviços Informatica ou o Cliente Informatica devem estar instalados na máquina Windows na qual o comando é executado. Você pode criar vários mapas de dados por execução, mas suas fontes de dados devem ser do mesmo tipo. Use o utilitário createdatamaps somente para criar novos mapas de dados. Não use o utilitário para modificar mapas de dados que já estão em uso. O utilitário createdatamaps não é compatível com o IMS Versão 12 ou posterior. Nota: Se houver um erro de memória Java no comando, aumente a disponibilidade de memória do sistema para o infacmd. Para aumentar a memória do sistema, defina o valor -Xmx na variável de ambiente ICMD_JAVA_OPTS. Para obter mais informações, consulte a Referência de Comandos da Informatica. 21
22 Requisitos e Considerações para Copybooks COBOL e DBDs O utilitário createdatamaps importa metadados de copybooks COBOL e DBDs. Os seguintes requisitos e considerações se aplicam: Você pode importar metadados de apenas um copybook COBOL para cada mapa de dados sequencial ou VSAM que criar. Você pode importar metadados de um copybook COBOL para cada segmento em um mapa de dados IMS. Se o copybook de um mapa de dados sequenciais ou VSAM incluir vários registros de nível 01, o utilitário criará um registro e uma tabela no mapa de dados para cada registro de nível 01 no copybook. Se o copybook de um mapa de dados IMS incluir vários registros de nível 01, o utilitário criará um registro e uma tabela somente para o primeiro registro de nível 01 no copybook. É possível importar metadados de apenas um DBD para cada mapa de dados do IMS que você criar. Opcionalmente, você pode sobrepor os metadados do DBD com os metadados de um copybook COBOL para cada segmento que o DBD define. Para mapas de dados do IMS, se o DBD ou a sobreposição do copybook COBOL inclui redefinições de campo, o utilitário cria um registro somente para a primeira combinação de campos redefinidos. Sintaxe do Comando createdatamaps O comando infacmd pwx createdatamaps usa a seguinte sintaxe: infacmd pwx createdatamaps [<-pwxlocation -loc> pwx_location] [<-pwxusername -pun> pwx_user_name] [<-pwxpassword -ppd> pwx_password] [<-pwxencryptedpassword -epwd> pwx_encrypted_password] [<-datamapoutputdir -dod> datamap_output_directory] [<-replace -r> replace_existing_datamaps <-controlfile -cf> file_path_for_control_file [<-logfile -lf> file_path_for_log_file] [<-verbosity -v> logging_verbosity] 22 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
23 A tabela a seguir descreve as opções e os argumentos do infacmd pwx createdatamaps: Opção Argumento Descrição -pwxlocation -loc -pwxusername -pun -pwxpassword -ppd pwx_location pwx_user_name pwx_password Opcional. A localização da fonte de dados conforme especificada em uma instrução NODE no arquivo de configuração dbmover do PowerExchange. Se pwxlocation não for especificado, o utilitário createdatamaps acessará o copybook e os metadados do DBD no sistema local. Opcional. A ID do usuário para conexão com o Ouvinte do PowerExchange, se pwxlocation for especificado. Opcional. A senha para conexão com o Ouvinte do PowerExchange, se pwxlocation for especificado. Em vez de uma senha, você pode inserir um código de acesso válido do PowerExchange. Os códigos de acesso para acessar um Ouvinte do PowerExchange no z/os podem ter de 9 a 128 caracteres e conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é uma apóstrofe. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) ou símbolos monetários. Se um código de acesso contiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um exemplo de código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso contiver somente caracteres alfanuméricos sem espaços, você poderá inseri-lo sem delimitadores. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Sintaxe do Comando createdatamaps 23
24 Opção Argumento Descrição -pwxencryptedpassword -epwd -datamapoutputdir -dod -replace -r -controlfile -cf -logfile -lf -verbosity -v pwx_encrypted_password datamap_output_directory replace_existing_datamaps file_path_for_control_file file_path_for_log_file logging_verbosity Opcional. A senha criptografada para conexão com o Ouvinte do PowerExchange, se pwxlocation for especificado. Se o Ouvinte do PowerExchange for executado no sistema z/os ou i5/os, você poderá inserir um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. Opcional. O diretório de arquivo local no qual gravar os mapas de dados de saída. O padrão é o diretório de trabalho atual. Opcional. Especifica se os mapas de dados existentes serão substituídos. Se replace=y, substitui qualquer mapa de dados em datamap_output_directory que tenha o mesmo nome do mapa de dados que você está criando. Se replace=n, ignora a criação de um mapa de dados se um mapa de dados com o mesmo nome já existir em datamap_output_directory. O padrão é N. Obrigatório. O caminho e o nome de arquivo do arquivo de controle que controla a geração do mapa de dados. Opcional. O caminho e o nome de arquivo do arquivo de log de saída. O padrão é STDOUT. Opcional. Detalhamento de arquivos de log. O padrão é INFO. Valores válidos: - DEBUG. O log mais detalhado. Pode mostrar rastreamentos de pilha. - INFO. Mensagens informativas. - AVISO. Indica um problema em potencial. - ERRO. Indica uma falha. O processamento continua. - FATAL. Indica uma condição fatal. O processo é encerrado. O nome de nó do PowerExchange e as credenciais são opcionais. Se você não incluir a opção pwxlocation, o comando acessa o sistema de arquivos local diretamente para ler os metadados. Nesse caso, o PowerExchange não precisa ser instalado na máquina na qual você executa o createdatamaps. Criando, Editando e Testando um Mapa de Dados Para criar, editar e testar um mapa de dados, execute as seguintes tarefas de alto nível: 1. Se o PowerExchange não estiver instalado na máquina local em que você executará o comando createdatamaps, copie os copybooks e os DBDs na máquina local. 24 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
25 2. Crie o arquivo de controle. Você pode criar um novo arquivo usando um editor de XML. Ou você pode abrir um arquivo de controle de amostra em um editor de XML, renomear o arquivo e editá-lo conforme necessário. 3. Execute o comando infacmd pwx createdatamaps na linha de comando em qualquer máquina que possa acessar o domínio Informatica. 4. Revise o log de saída. Se ocorrerem erros, corrija-os e execute o comando novamente. 5. Copie o mapa de dados na máquina do Navegador do PowerExchange. 6. Abra o mapa de dados no Navegador do PowerExchange. Sugestão: Se o Navegador já estiver aberto quando você copiar o mapa de dados, selecione Arquivo > Atualizar Configuração para atualizar a lista de mapas de dados. 7. Se necessário, edite o mapa de dados. Por exemplo, talvez seja necessário excluir registros não utilizados, atribuir valores de ID de registro ou atribuir outras propriedades que não podem ser atribuídas com o utilitário createdatamaps. 8. Faça um teste de linha do banco de dados. 9. Faça edições adicionais e realize outros testes de linha do banco de dados conforme necessário. 10. Envie o mapa de dados ao nó remoto. Arquivos de Controle para Geração de um Mapa de Dados Um arquivo de controle é um arquivo XML que define as opções e os valores que o utilitário createdatamaps usa para criar um ou mais mapas de dados. Um arquivo de controle fornece uma maneira simples de definir parâmetros e ajuda a tornar o processo de criação de importação em massa facilmente repetível. Ao executar o comando createdatamaps, forneça o nome do arquivo de controle como parâmetro. Cada arquivo de controle deve estar em conformidade com o esquema que é instalado com o Cliente Informatica e com os serviços Informatica. Para obter mais informações, consulte Arquivo de Esquema para a Descrição de Arquivos de Controle na página 28 e Referência de Arquivos de Esquema na página 30. Cada arquivo de controle pode especificar apenas um tipo de fonte de dados. Após criar o arquivo de controle e executar o comando createdatamaps, talvez você precise editar o mapa de dados no Navegador do PowerExchange. Exemplos de arquivos de controle são fornecidos com o produto. Para obter mais informações, consulte Exemplos na página 45. Regras para Arquivos de Controle Observe as seguintes regras quando você criar um arquivo de controle: Todos os elementos XML fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas. Para cada elemento, siga as maiúsculas e minúsculas definidas no esquema. Os elementos devem aparecer no arquivo de controle na ordem em que são definidos no esquema. O Editor de XML deve indicar os elementos permitidos em cada ponto no arquivo de controle. Arquivos de Controle para Geração de um Mapa de Dados 25
26 Observe as propriedades que são definidas para cada elemento no arquivo de esquema. Para cada elemento, o arquivo de esquema pode definir as seguintes informações, dependendo do tipo de dados: - Nome - Cardinalidade, ou seja, o número mínimo e o número máximo de ocorrências - Tipo - Valores válidos - Comprimento mínimo e máximo Estrutura de Arquivo de Controle Os arquivos de controle XML para mapas de dados sequenciais, VSAM e do IMS têm hierarquias que permitem determinados elementos em pontos específicos. Cada arquivo de controle inclui os seguintes elementos: Elemento raiz DatamapGeneration. Obrigatório. Elemento imsgen, seqgen ou vsamgen que é um filho do elemento DatamapGeneration. Obrigatório. Elementos globais que se aplicam a todos os mapas de dados definidos pelo arquivo de controle. Esses elementos globais são filhos do elemento imsgen, seqgen ou vsamgen. Opcional. Elemento DatamapInstances. Esse elemento é um filho do elemento imsgen, seqgen ou vsamgen. Obrigatório. Um elemento imsdatamapinstance, seqdatamapinstance ou vsamdatamapinstance para cada mapa de dados que o arquivo de controle define. Esses elementos são filhos do elemento DatamapInstances. Pelo menos uma instância de elemento é necessária. Para cada mapa de dados, o elemento imsdatamapinstance, seqdatamapinstance ou vsamdatamapinstance herda e opcionalmente substitui as configurações globais. As seguintes hierarquias de arquivo de controle não mostram a sintaxe necessária, se o elemento é obrigatório ou opcional, o número de vezes que o elemento pode ocorrer ou se uma opção de apenas um de vários elementos pode aparecer. Para obter essas informações, consulte Referência de Arquivos de Esquema na página 30 ou o arquivo de esquema DatamapGeneration.xsd. Hierarquia de Arquivos de Controle para Mapas de Dados Sequenciais Use a seguinte hierarquia de arquivo de controle para mapas de dados sequenciais: DatamapGeneration seqgen globalcopybookparserconfig startcolumn endcolumn maxredefines globalgenconfig schemaname datamapname datamaprecordname globalseqproperties seqfilename zospath windowspath as400pth unixpath datamapinstances seqdatamapinstance genconfig schemaname datamapname 26 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
27 datamaprecordname importcopybookdetails filepath zospath windowspath as400path unixpath parserconfig startcolumn endcolumn maxredefines datamapproperties seqfilename zospath windowspath as400pth unixpath Hierarquia de Arquivos de Controle para Mapas de Dados VSAM Use a seguinte hierarquia de arquivo de controle para mapas de dados VSAM: DatamapGeneration vsamgen globalcopybookparserconfig startcolumn endcolumn maxredefines globalgenconfig schemaname datamapname datamaprecordname globalvsamproperties vsamfilename zospath windowspath as400path unixpath globalmaptype datamapinstances vsamdatamapinstance genconfig schemaname datamapname datamaprecordname importcopybookdetails filepath zospath windowspath as400path unixpath parserconfig startcolumn endcolumn maxredefines datamapproperties vsamfilename zospath windowspath as400path unixpath Hierarquia de Arquivos de Controle para Mapas de Dados IMS Use a seguinte hierarquia de arquivo de controle para mapas de dados do IMS: DatamapGeneration imsgen globalcopybookparserconfig Arquivos de Controle para Geração de um Mapa de Dados 27
28 startcolumn endcolumn maxredefines globalgenconfig schemaname datamapname datamaprecordname createtablesforhierpath globalimsproperties maptype imsssid pcbnumber psbname pcbname datamapinstances imsdatamapinstance genconfig schemaname datamapname datamaprecordname createtablesforhierpath importdbddetails filepath zospath windowspath as400path unixpath overlaydetails nativerecordname overlaycopybookdetails filepath zospath windowspath as400path unixpath parserconfig startcolumn endcolumn maxredefines datamapproperties maptype imsssid pcbnumber psbname pcbname Arquivo de Esquema para a Descrição de Arquivos de Controle Cada arquivo de controle deve estar em conformidade com o esquema que é instalado com o Cliente Informatica e com os serviços Informatica. O arquivo de esquema, chamado DatamapGeneration.xsd, é fornecido nos seguintes diretórios de máquinas nas quais o Cliente Informatica e os serviços Informatica estão respectivamente instalados: diretório_de_instalação_do_cliente_informatica\clients\developerclient\osgi_mf_plugins\jars\resources\ diretório_de_instalação_de_serviços_informatica\pwxmfplugins\resources\ O esquema consiste em definições de tipos complexos e elementos, em que um tipo complexo consiste em vários elementos. 28 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
29 Definições de Tipos Complexos no Arquivo de Esquema Para cada tipo complexo, o arquivo de esquema inclui as seguintes informações: Nome Tipo base, para tipos complexos que herdam propriedades de um tipo base Definições de cada elemento filho Definições de Elementos no Arquivo de Esquema Para cada elemento, o arquivo de esquema pode incluir as seguintes informações, dependendo do tipo de dados: Nome Cardinalidade, ou seja, o número mínimo e o número máximo de ocorrências Tipo Documentação Valores válidos Comprimento mínimo e máximo Usando o Arquivo de Esquema para Determinar a Hierarquia de Arquivos de Controle Você pode usar um editor de XML para determinar a hierarquia permitida de elementos em um arquivo de controle. Você também pode derivar essas informações do arquivo de esquema. Por exemplo, o elemento raiz no esquema é DatamapGeneration. A definição do tipo complexo DatamapGeneration especifica a escolha de um dos seguintes elementos filho: seqgen, do tipo SEQGen vsamgen, do tipo VSAMGen imsgen, do tipo IMSGen A definição do tipo SEQGen especifica que ele é uma extensão do tipo base GenBase, que inclui um único elemento chamado globalcopybookparserconfig. Elementos do tipo SEQGen incluem os elementos definidos pelo tipo GenBase, além dos seguintes elementos: globalgenconfig, do tipo SEQGenConfig globalseqproperties, do tipo SEQDatamapProperties datamapinstances, que consiste em um elemento, seqdatamapinstance, que pode ocorrer uma ou mais vezes Portanto, o arquivo de controle para a geração de mapas de dados SEQ tem a seguinte estrutura de nível superior: DatamapGeneration seqgen globalcopybookparserconfig (optional) globalgenconfig (optional) globalseqproperties (optional) datamapinstances (required) seqdatamapinstance (at least one required) Você pode continuar dessa forma para determinar a hierarquia completa de arquivos de controle SEQ, bem como de arquivos de controle VSAM e IMS. Arquivo de Esquema para a Descrição de Arquivos de Controle 29
30 Referência de Arquivos de Esquema Os seguintes tópicos descrevem cada tipo complexo e elemento no arquivo de esquema, incluindo o tipo, os valores permitidos, a cardinalidade e a descrição. Tipo Complexo DatamapGeneration O tipo complexo DatamapGeneration define o elemento de nível superior no arquivo de controle. O tipo complexo DatamapGeneration inclui os seguintes elementos: Opção (cardinalidade = 1): SeqGen VSAMGen IMSGen Exatamente uma ocorrência de SeqGen, VSAMGen ou IMSGen é necessária. seqgen vsamgen imsgen Elemento para a definição de mapas de dados sequenciais. Tipo = SEQGen Elemento para a definição de mapas de dados VSAM. Tipo = VSAMGen Elemento para a definição de mapas de dados IMS. Tipo = IMSGen O tipo complexo DatamapGeneration inclui o atributo necessário xmlschemaversion. xmlschemaversion Última versão de esquema com a qual a instância XML é compatível. Valor = 1.0 Tipo Complexo GenBase O tipo complexo GenBase é o tipo base para os tipos complexos que definem mapas de dados sequenciais, VSAM e IMS. O tipo complexo GenBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: SEQGen VSAMGen IMSGen O tipo complexo GenBase inclui os seguintes elementos: globalcopybookparserconfig 30 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
31 globalcopybookparserconfig As propriedades de configuração do analisador de copybook padrão que são aplicadas em nível global. Tipo = CopybookParserConfig Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo SEQGen O tipo complexo SEQGen define um ou mais mapas de dados para fontes de dados sequenciais. O tipo complexo SEQGen é uma extensão do tipo complexo GenBase. SEQGen estende GenBase com os seguintes elementos: globalgenconfig globalseqproperties datamapinstances globalgenconfig As propriedades de configuração de um gerador padrão que são aplicadas em nível global. Tipo = SEQGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 globalseqproperties Padrões globais para propriedades de mapas de dados SEQ. Tipo = SEQDatamapProperties Cardinalidade = 0 a 1 datamapinstances Elemento que contém uma ou mais ocorrências de detalhes da instância do mapa de dados SEQ. Tipo = Contêiner de elementos SeqDatamapInstance Cardinalidade = 1 Tipo Complexo VSAMGen O tipo complexo VSAMGen define um ou mais mapas de dados para fontes de dados VSAM. O tipo complexo VSAMGen estende o tipo complexo GenBase com os seguintes elementos: globalgenconfig globalvsamproperties datamapinstances globalgenconfig As propriedades de configuração de um gerador padrão que são aplicadas em nível global. Tipo = VSAMGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 globalvsamproperties Padrões globais para propriedades de mapas de dados VSAM. Referência de Arquivos de Esquema 31
32 Tipo = VSAMDatamapProperties Cardinalidade = 0 a 1 globalmaptype Valor global para o tipo de método de acesso do mapa de dados. Valores válidos: ESDS, KSDS, RRDS Padrão: KSDS Cardinalidade = 0 a 1 datamapinstances Elemento que contém uma ou mais ocorrências de detalhes da instância do mapa de dados VSAM. Tipo = Contêiner de elementos vsamdatamapinstance Cardinalidade = 1 Tipo Complexo IMSGen O tipo complexo IMSGen define um ou mais mapas de dados para fontes de dados IMS. O tipo complexo IMSGen estende o tipo complexo GenBase com os seguintes elementos: globalgenconfig globalimsproperties datamapinstances globalgenconfig As propriedades de configuração de um gerador padrão que são aplicadas em nível global. Tipo = IMSGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 globalimsproperties Padrões globais para propriedades de mapas de dados IMS. Tipo = IMSDatamapProperties Cardinalidade = 0 a 1 datamapinstances Elemento que contém uma ou mais ocorrências de detalhes da instância do mapa de dados do IMS. Tipo = Contêiner de elementos IMSDatamapInstance Cardinalidade = 1 Tipo Complexo GenConfigBase O tipo complexo GenConfigBase é o tipo base para propriedades de configuração do processo de geração de mapa de dados. Por exemplo, essas propriedades afetam como os mapas de dados gerados ou seus registros ou tabelas são nomeados. O tipo complexo GenConfigBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: SEQGenConfig 32 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
33 VSAMGenConfig IMSGenConfig O tipo complexo GenConfigBase inclui os seguintes elementos: schemaname datamapname datamaprecordname schemaname Nome do esquema do mapa de dados. Tipo = string, comprimento = 1 a 10 Padrão = SCHEMA Cardinalidade = 0 a 1 datamapname Nome do mapa de dados. Usado como prefixo de nome do mapa de dados em nível global. Quando vários mapas de dados são criados, um integer é anexado ao prefixo para formar o nome do mapa de dados. Tipo = string, comprimento = 1 a 10 Padrão = MAP Cardinalidade = 0 a 1 datamaprecordname Prefixo para nomes de registros no mapa de dados. Quando vários registros são criados, um integer é anexado ao prefixo para formar o nome do registro. Tipo = string, comprimento = 1 a 256 Padrão = nome do objeto de importação nativo, como um nome de registro COBOL nível 01 ou um nome de segmento DBD. Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo SEQGenConfig O tipo complexo SEQConfigBase define propriedades de configuração para o processo de geração de mapa de dados para fontes de dados sequenciais. O tipo complexo SEQGenConfig é uma extensão do tipo complexo GenConfigBase. Ele não inclui elementos adicionais. Tipo Complexo VSAMGenConfig O tipo complexo SEQConfigBase define propriedades de configuração para o processo de geração de mapa de dados para fontes de dados VSAM. O tipo complexo SEQGenConfig é uma extensão do tipo complexo GenConfigBase. Ele não inclui elementos adicionais. Referência de Arquivos de Esquema 33
34 Tipo Complexo IMSGenConfig O tipo complexo SEQConfigBase define propriedades de configuração para o processo de geração de mapa de dados para fontes de dados IMS. O tipo complexo SEQGenConfig é uma extensão do tipo complexo GenConfigBase. Ele inclui os seguintes elementos adicionais: CreateTablesForHierPath CreateTablesForHierPath Se devem ser criadas tabelas complexas que incluem todos os registros no caminho hierárquico. Tipo = boolean Padrão = true Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo DatamapPropertiesBase O tipo complexo DatamapPropertiesBase define propriedades de mapa de dados comuns. O tipo complexo DatamapPropertiesBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: SEQDatamapProperties VSAMDatamapProperties IMSDatamapProperties O tipo complexo DatamapPropertiesBase não inclui elementos. Tipo Complexo SEQDatamapProperties O tipo complexo SEQDatamapPropertiesBase define propriedades de mapa de dados comuns para fontes de dados sequenciais. O tipo complexo SEQDatamapProperties é uma extensão do tipo complexo DatamapPropertiesBase. Ele estende DatamapPropertiesBase com os seguintes elementos: seqfilename seqfilename Caminho completo e nome de arquivo do conjunto de dados sequenciais ou do arquivo simples. Tipo = FilePath Padrão = Caminho atual do Windows com o valor de "file.dat" Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo VSAMDatamapProperties O tipo complexo VSAMDatamapPropertiesBase define propriedades de mapa de dados comuns para fontes de dados VSAM. O tipo complexo VSAMDatamapProperties é uma extensão do tipo complexo DatamapPropertiesBase. Ele estende DatamapPropertiesBase com os seguintes elementos: vsamfilename 34 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
35 vsamfilename Nome do conjunto de dados totalmente qualificado do arquivo de origem VSAM. Tipo = FilePath Padrão = Caminho atual do Windows com o valor de "file.dat" Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo IMSDatamapProperties O tipo complexo IMSDatamapPropertiesBase define propriedades de mapa de dados comuns para fontes de dados IMS. O tipo complexo IMSDatamapProperties estende o tipo complexo DatamapPropertiesBase com os seguintes elementos: maptype imsssid Opção (cardinalidade = 0 a 1, padrão = 1): - pcbnumber - psbname, pcbname maptype imsssid Tipo de mapa de dados. Representa o lote IMS DL/1 ou IMS ODBA. Tipo = string, valores válidos = ODBA, DL1 Padrão = DL1 Cardinalidade = 0 a 1 ID do subsistema IMS. Tipo = string, comprimento máximo = 4 Cardinalidade = 0 a 1 pcbnumber Número de PCB para o banco de dados. Campo opcional para mapas de dados DL/1 em nível de instância. psbname Tipo = string Padrão = 1 Cardinalidade = 0 a 1 Nome do PSB. Campo opcional para mapas de dados ODBA em nível de instância. Tipo = string Padrão = PSBNAME Cardinalidade = 0 a 1 Referência de Arquivos de Esquema 35
36 pcbname Para o PSB especificado, o PCB nomeado que faz referência ao DBD especificado. Campo opcional para mapas de dados ODBA em nível de instância. Tipo = string Padrão = PCBNAME Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo ParserConfigBase O tipo complexo ParserConfigBase inclui propriedades de configuração de analisador comuns. O tipo complexo ParserConfigBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: CopybookParserConfig ParserConfigBase não inclui elementos. Tipo Complexo CopybookParserConfig O tipo complexo CopybookParserConfig inclui propriedades de configuração de analisador para copybooks. O tipo complexo CopybookParserConfig é uma extensão do tipo complexo ParserConfigBase e inclui os seguintes elementos: startcolumn endcolumn maxredefines startcolumn Coluna de dados inicial a ser analisada. Tipo = integer, intervalo = 1 a 999 Padrão = 7 Cardinalidade = 0 a 1 endcolumn Coluna de dados final a ser analisada. Tipo = integer, intervalo = 1 a 999 Padrão = 72 Cardinalidade = 0 a 1 maxredefines Número máximo de layouts de registro a serem gerados com base em redefinições. Se o copybook sobrepuser um DBD, maxredefines assumirá o padrão 1 e não poderá ser substituído. Se o copybook de um mapa de dados sequenciais ou VSAM contiver vários registros de nível 01, maxredefines será aplicado a cada registro de nível 01 no copybook. Tipo = integer, intervalo = 1 a 4096 Padrão = 1 Cardinalidade = 0 a 1 36 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
37 Tipo Complexo FilePath O tipo complexo FilePath define o caminho e o nome do arquivo no sistema de arquivos. O caminho do arquivo pode ser absoluto ou relativo ao diretório atual. O tipo complexo FilePath inclui os seguintes elementos: Opção (cardinalidade = 1): - zospath - windowspath - as400path - unixpath zospath Caminho do arquivo em um sistema z/os. Tipo = string, comprimento = 1 a 256 Cardinalidade = 0 a 1 windowspath as400path unixpath Caminho de arquivo em um sistema Windows. Tipo = string, comprimento = 1 a 1024 Cardinalidade = 0 a 1 Caminho do arquivo em um sistema i5/os. Tipo = string, comprimento = 1 a 256 Cardinalidade = 0 a 1 Caminho de arquivo em um sistema UNIX. Tipo = string, comprimento = 1 a 1024 Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo ImportMetadataBase O tipo complexo ImportMetadataBase define propriedades de importação de metadados comuns. ImportMetadataBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: CopybookImportMetadata DBDImportMetadata ImportMetadataBase inclui os seguintes elementos: filepath filepath Localização do sistema de arquivos da fonte de metadados. Tipo = FilePath Cardinalidade = 1 Referência de Arquivos de Esquema 37
38 Tipo Complexo CopybookImportMetadata O tipo complexo CopybookImportMetadata define propriedades de importação de metadados comuns para copybooks. CopybookImportMetadata estende o tipo complexo ImportMetadataBase com os seguintes elementos: parserconfig parserconfig Campos relacionados à configuração do analisador de copybook. Tipo = CopybookParserConfig Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo DBDImportMetadata O tipo complexo DBDImportMetadata define propriedades de importação de metadados comuns para DBDs. O tipo complexo DBDImportMetadata é uma extensão do tipo complexo ImportMetadataBase. Ele não define elementos adicionais. Tipo Complexo OverlayMetadata O tipo complexo OverlayMetadata define propriedades para a sobreposição de metadados, como a sobreposição de metadados DBD com metadados do copybook COBOL. O tipo complexo OverlayMetadata inclui os seguintes elementos: nativerecordname overlaycopybookdetails nativerecordname Nome nativo do registro de mapa de dados para sobrepor, como o nome do segmento DBD. Tipo = string, comprimento = 1 a 256 Cardinalidade = 1 overlaycopybookdetails Detalhes sobre o copybook que sobrepõe o registro de mapa de dados. Tipo = CopybookImportMetadata Cardinalidade = 1 Tipo Complexo DatamapInstanceBase O tipo complexo DatamapInstanceBase define propriedades para uma instância de mapa de dados. DatamapInstanceBase é o tipo base para os seguintes tipos complexos: SEQDatamapInstance VSAMDatamapInstance IMSDatamapInstance O tipo complexo DatamapInstanceBase não define elementos. 38 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
39 Tipo Complexo SEQDatamapInstance O tipo complexo SEQDatamapInstance define propriedades para mapas de dados SEQ. SEQDatamapInstance estende o tipo complexo DatamapInstanceBase com os seguintes elementos: genconfig importcopybookdetails datamapproperties genconfig Configuração do gerador SEQ aplicado no nível de instância. Tipo = SEQGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 importcopybookdetails Definições de copybook para a importação de metadados de instância de mapa de dados. Tipo = CopybookImportMetadata Cardinalidade = 1 até sem associação datamapproperties Propriedades do mapa de dados em nível de instância. Tipo = SEQDatamapProperties Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo VSAMDatamapInstance O tipo complexo VSAMDatamapInstance define propriedades para mapas de dados VSAM. SEQDatamapInstance estende o tipo complexo DatamapInstanceBase com os seguintes elementos: genconfig importcopybookdetails datamapproperties genconfig Configuração do gerador VSAM aplicada em um nível de instância. Tipo = VSAMGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 importcopybookdetails Definições de copybook para a importação de metadados de instância de mapa de dados. Tipo = CopybookImportMetadata Cardinalidade = 1 até sem associação datamapproperties Propriedades do mapa de dados em nível de instância. Tipo = VSAMDatamapProperties Referência de Arquivos de Esquema 39
40 Cardinalidade = 0 a 1 Tipo Complexo IMSDatamapInstance O tipo complexo IMSDatamapInstance define propriedades para mapas de dados IMS. IMSDatamapInstance estende o tipo complexo DatamapInstanceBase com os seguintes elementos: genconfig importdbddetails overlaydetails datamapproperties genconfig Configuração do gerador IMS aplicada em um nível de instância. Tipo = IMSGenConfig Cardinalidade = 0 a 1 importdbddetails Definições de DBD para a importação de metadados de instância de mapa de dados. Tipo = DBDImportMetadata Cardinalidade = 1 overlaydetails Metadados para sobrepor registros importados. Tipo = OverlayMetadata Cardinalidade = 0 até sem associação datamapproperties Propriedades do mapa de dados em nível de instância. Tipo = IMSDatamapProperties Cardinalidade = 0 a 1 Arquivo de Log do Utilitário de Criação de Mapas de Dados O utilitário createdatamaps grava mensagens informativas, de aviso e de erro no arquivo de log que você especifica ao executar o comando. Se você não especificar um arquivo de log, a saída será enviada ao console. Depois de criar um mapa de dados, o utilitário grava mensagens informativas no arquivo de log. As mensagens informam estatísticas básicas, como o número de registros e campos por mapa de dados. Antes de executar o arquivo de controle, o utilitário verifica a existência de erros de sintaxe. Se o utilitário encontrar um erro, ele será interrompido após o primeiro erro e registrará esse erro no arquivo de log. 40 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
41 O utilitário createdatamaps verifica os seguintes tipos de erros de sintaxe: Elementos obrigatórios ausentes Erros gerais de sintaxe, como nomes de propriedades inesperadas Valores inválidos, nos quais a definição do elemento fornece valores enumerados Caracteres inválidos em nomes Comprimento máximo de campos de nome excedido Cada mensagem no arquivo de log pode tem um dos seguintes prefixos, dependendo do módulo que a informou: Prefixo PWXCMD PWXLog MDO PWXNative MDAdapter Analisador JDMX2 Descrição do Módulo Interface do usuário de infacmd Implementação do arquivo de log para a geração de mapas de dados Componente que interpreta o arquivo de controle XML e trabalha com ele Suporte de conexão do PowerExchange para comunicação com o Ouvinte do PowerExchange Componente que lê os metadados Componente que analisa os arquivos de texto de metadados COBOL, DBD ou VSAM e os transforma em modelos de objeto Informatica. Componente que interpreta os modelos de objeto Informatica e os grava em mapas de dados do PowerExchange. Para obter exemplos de arquivos de log, consulte Exemplos na página 45. Para ver descrições de mensagens de erro, consulte Referência de Mensagens do Informatica. Mensagens de Erro JAXB Além das mensagens de erro que o PowerExchange gera, o arquivo de log createdatamaps pode incluir as mensagens de erro do Java Architecture para XML Binding (JAXB). Essas mensagens podem aparecer autônomas ou encapsuladas em mensagens do PowerExchange MDO_ A seguinte tabela mostra algumas das condições de erro que resultam em uma mensagem de erro JAXB: Condição de Erro Um elemento é escrito incorretamente Um tipo de dados ou um valor incorreto é especificado para um elemento. Está faltando uma marca de término. Mensagem de Erro JAXB O tipo de elemento "element_name" deve ser encerrado pela marca de término correspondente "</element_name". Não é um Tipo de Dados Válido: value cvc-datatype-valid.1.2.1: 'value' não é um valor válido para 'nome do Tipo de Dados' cvc-type.3.1.3: o valor 'value' do elemento 'element_name' não é válido. O tipo de elemento "element_name" deve ser encerrado pela marca de término correspondente "</element_name>". Arquivo de Log do Utilitário de Criação de Mapas de Dados 41
42 Condição de Erro Dados são especificados fora das marcas do elemento. A marca DatamapGeneration não inclui atributos xmlschemaversion e xmlns. Um elemento é especificado em um localização incorreta. A ordem dos elementos é reorganizada. Um caractere reservado, como um sinal de maior ou de menor, é especificado como parte de um valor para um elemento. Mensagem de Erro JAXB O elemento 'element_name' não pode ter [filhos] de caracteres porque o tipo de conteúdo é somente elemento. Elemento inesperado (uri:"uri", local:"element_name" ). Elementos esperados são element_list. cvc-complex-type.2.4.a: conteúdo inválido foi encontrado começando com o elemento 'element_name'. Um dos '{element_list}' é esperado. Conteúdo inválido foi encontrado começando com o elemento 'element1_name'. Nenhum elemento filho é esperado neste momento. element2_name O valor 'value' não é válido para a faceta com relação ao padrão '[aza-z][a-za-z0-9_]*' para o tipo '#type'. Mensagem do analisador de XML: SEVERITY: 2, MESSAGE: cvctype.3.1.3: o valor 'value' do elemento 'element_name' não é válido. Instruções REDEFINES em Copybooks Importados O utilitário createdatamaps define um registro e uma tabela para cada possível combinação de campos redefinidos, até o número máximo que o elemento maxredefines especifica. Por padrão, maxredefines especifica 1. Para mapas de dados IMS, o padrão de 1 sempre é aplicável. Se um copybook de um mapa de dados sequenciais ou VSAM contiver vários registros de nível 01, maxredefines será aplicado a cada registro de nível 01 no copybook. Depois de criar o mapa de dados, você pode editá-lo no Navegador do PowerExchange conforme necessário para excluir registros e campos indesejados. Você também pode usar o Navegador do PowerExchange para atribuir valores de ID de registro a tipos de registro. Como o Utilitário createdatamaps Cria Registros para Campos e Grupos Redefinidos O utilitário createdatamaps cria um modelo interno que representa todas as combinações de campos e grupos redefinidos. Por exemplo, considere o seguinte registro de um copybook COBOL: 01 MASTER-REC. 05 MASTER-DATE. 07 some fields 05 MASTER-DOB REDFEINES MASTER-DATE. 07 some fields 05 OTHER-DATE. 07 some fields 05 OTHER-DOB REDFEINES OTHER-DATE. 07 some fields 42 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
43 O utilitário cria um modelo interno com quatro registros que contêm as seguintes combinações de campos: MASTER-DATE / OTHER-DATE MASTER-DATE / OTHER-DOB MASTER-DOB / OTHER-DATE MASTER-DOB / OTHER-DOB Quando o utilitário createdatamaps usa o modelo interno para criar um mapa de dados, ele cria um registro e uma tabela para cada uma das primeiras combinações de maxredefines no modelo. Para obter mais informações, consulte Uso de maxredefines para Limitar o Número de Registros na página 43. Uso de maxredefines para Limitar o Número de Registros Use o elemento maxredefines para limitar o número de registros que o utilitário createdatamaps gera ao analisar um copybook com instruções REDEFINE. O utilitário grava somente os primeiros registros maxredefines no mapa de dados. Para determinar a ordem de registros, o utilitário cria um modelo de hierarquia interno, como mostra o diagrama a seguir: MASTER-REC MASTER-DATE REDEFINES OTHER-DATE REDEFINES left right MASTER-DATE MASTER-DOB OTHER-DATE OTHER-DOB left right left right Como o utilitário lê registros do copybook COBOL, ele começa selecionando a redefinição mais à esquerda em cada ramificação. Ou seja, o utilitário seleciona a combinação MASTER-DATE / OTHER-DATE. Em seguida, o utilitário avança pelas redefinições na ramificação mais à direita, ou seja MASTER-DATE/ OTHER-DOB, até que todas as combinações sejam adicionadas ao modelo. O utilitário retorna para a próxima redefinição na ramificação esquerda, ou seja, MASTER-DOB. Por sua vez, ele combina MASTER- DOB com cada redefinição da ramificação direita, ou seja, MASTER-DOB/OTHER-DATE e depois MASTER- DOB/OTHER-DOB. Como esse processo pode resultar em um grande número de registros, você pode incluir o elemento maxredefines no arquivo de controle para limitar o número de registros aos primeiros registros maxredefines. Depois de criar o mapa de dados, você pode editá-lo no Navegador do PowerExchange conforme necessário para excluir registros e campos indesejados. Você também pode usar o Navegador do PowerExchange para atribuir valores de ID de registro a tipos de registro. Instruções REDEFINES em Copybooks Importados 43
44 Copybook e Metadados DBD para Mapas de Dados IMS Para cada instância de mapa de dados IMS, você deve especificar um DBD. Opcionalmente, você pode especificar uma sobreposição do copybook COBOL para cada segmento que o DBD define. Você pode especificar um copybook diferente para cada segmento ou o mesmo copybook para vários segmentos. Em um elemento imsdatamapinstance, especifique os seguintes elementos: Para definir somente um DBD, inclua um elemento importdbddetails no elemento imsdatamapinstance. Para ver um exemplo, consulte Exemplo: Importação de IMS DBD sem Sobreposição COBOL na página 53 Para definir um DBD com sobreposições do copybook, inclua um elemento importdbddetails no elemento imsdatamapinstance e inclua um elemento OverlayDetails para cada segmento. Para ver um exemplo, consulte Exemplo: Importação de IMS DBD com Sobreposições COBOL na página 55. Quando você importa um DBD com vários segmentos, por padrão, o utilitário createdatamaps cria um registro e uma tabela para cada segmento e também cria uma tabela complexa que inclui colunas de cada segmento na hierarquia. Para desabilitar a criação de tabelas complexas, especifique "false" para o elemento createtablesforhierpath. O elemento MaxRedefines não tem suporte para mapas de dados do IMS. Para mapa de dados do IMS, o utilitário sempre seleciona a primeira redefinição. Propriedades de Mapa de Dados Indisponíveis O utilitário createdatamaps não fornece a capacidade de definir determinadas propriedades do mapa de dados. Para alterar o padrão dessas propriedades, você deve editar o mapa de dados no Navegador do PowerExchange. Para mapas de dados SEQ, você não pode definir as seguintes propriedades no arquivo de controle: Fixo Variável Padrão Tamanho Separador de Campo Mesclar Separadores Adjacentes Delimitador de Campo Codificação Página de Código Ignorar os Primeiros n Registros do Arquivo Processamento de Lista de Arquivo Para mapas de dados VSAM, você não pode definir as seguintes propriedades no arquivo de controle: CI ACCESS 44 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
45 Página de Código de Dados Ignorar os Primeiros n Registros do Arquivo Número de Buffers de Dados Número de Buffers de Índice Registro de prefixo com valor RRN Registro de prefixo com valor XRBA Processamento de Lista de Arquivo Para mapas de dados IMS, você não pode definir as seguintes propriedades no arquivo de controle: Página de Código de Dados Ignorar os Primeiros n Registros do Arquivo Os padrões dessas propriedades estão descritos no Guia do Usuário do Navegador do PowerExchange. Exemplos Os exemplos a seguir mostram como criar mapas de dados para fontes de dados sequenciais, VSAM e IMS. Exemplos de arquivos de controle são instalados nos seguintes diretórios de máquinas onde o Cliente Informatica e os serviços Informatica estão instalados: diretório_de_instalação_do_cliente_informatica\clients\developerclient\osgi_mf_plugins\jars\resources \examples diretório_de_instalação_de_serviços_informatica\pwxmfplugins\resources\examples Os seguintes arquivos de controle são fornecidos: ims_advanced.xml ims_simple.xml seq_advanced.xml seq_simple.xml vsam_advanced.xml vsam_simple.xml Para usar o exemplo de arquivos de controle sem editá-lo, você deve executar o comando createdatamaps do diretório no Cliente Informatica ou nos serviços Informatica da máquina na qual eles estão instalados. Se você executar o comando em uma localização diferente, deverá substituir todos os nomes de arquivo de metadados nos arquivos de controle por nomes de arquivo totalmente qualificados antes de executar esse comando. Os exemplos a seguir executam o comando createdatamaps a partir da máquina de serviços Informatica. Exemplo: Mapa de Dados SEQ Simples Esse exemplo descreve um arquivo de controle que cria um mapa de dados para uma fonte de dados sequencial e importa metadados de copybook simples. O arquivo de controle define as seguintes propriedades: Propriedades globais: nome do esquema Exemplos 45
46 Propriedades da instância do mapa de dados: localização do copybook Valores padrão para os seguintes elementos são definidos no arquivo de esquema: seqfilename = file.dat datamapname = MAP maxredefines = 1 O copybook inclui instruções REDEFINES que definem seis possíveis layouts. Como maxredefines = 1, um registro e uma tabela são criados somente para a primeira combinação: BIN-NO, MASTER-DATE. Para obter mais informações, consulte os seguintes tópicos: Exemplo: Mapa de Dados SEQ com Vários Registros e Tabelas na página 47 Instruções REDEFINES em Copybooks Importados na página 42 Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps -datamapoutputdir Output -controlfile seq_simple.xml -logfile Output\seq_simple.log -verbosity INFO Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, seq_simple.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <seqgen> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>seqsimple</schemaname> </globalgenconfig> <datamapinstances> <!-- Import from a copybook with default properties --> <seqdatamapinstance> <importcopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> </importcopybookdetails> </seqdatamapinstance> </datamapinstances> </seqgen> </DatamapGeneration> Arquivo de Copybook COBOL O copybook COBOL para o mapa de dados nesse exemplo, tran61.cob, contém as seguintes linhas: * TRAIN6 EXAMPLE COBOL COPYBOOK MASTER_REC. COL ACCOUNT_NO PIC X(9). COL REC_TYPE PIC X. COL Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
47 AMOUNT PIC S9(4)V99 COMP-3. COL BIN-NO PIC S9(8) COMP. COL BIN-NO-X REDEFINES BIN-NO PIC XXXX. COL BIN-NO-9 REDEFINES BIN-NO PIC 9(4). COL DECIMAL-NO PIC S999. COL MASTER-DATE. COL DATE-YY PIC 9(2). COL DATE-MM PIC 9(2). COL DATE-DD PIC 9(2). COL OTHER-DATE REDEFINES MASTER-DATE. COL OTHER-YY PIC 9(2). COL OTHER-MM PIC 9(2). COL OTHER-DD PIC 9(2). COL Arquivo de Log O arquivo de log para esse exemplo, seq_simple.log, contém as seguintes linhas: :29:41 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=seq_simple.xml :29:49 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = file.dat :29:49 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :29:49 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :29:50 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 1) :29:50 INFO [JDMX2_34801] 1 records imported :29:50 INFO [JDMX2_34802] 9 fields imported :29:50 INFO [JDMX2_34803] 1 tables imported :29:50 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\SEQSIMPLE.MAP.dmp' was written :29:55 INFO [MDO_34614] Run complete: 1 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivos de Mapa de Dados Esse exemplo cria um mapa de dados com o seguinte nome de arquivo e caminho relativo: Output\SEQSIMPLE.MAP.dmp Exemplo: Mapa de Dados SEQ com Vários Registros e Tabelas Este exemplo descreve um arquivo de controle que cria dois mapas de dados SEQ. Os metadados de copybook importados incluem instruções REDEFINES, e os mapas de dados que são criados contêm vários registros e tabelas. O exemplo contém elementos globais e dois elementos DatamapInstance. Em nível global, maxredefines é definido como 2. A segunda instância do mapa de dados substitui essa configuração por um valor de 6. Ambos os mapas de dados importam metadados de train61.dat, que inclui as seguintes redefinições: BIN-NO-X e BIN-NO-9 ambos redefinem BIN-NO. OTHER-DATE redefine MASTER-DATE. Essas redefinições resultam em seis combinações de campos. Como a configuração global MaxRedefines de 2 está em vigor para o primeiro mapa de dados, registros são criados somente para as duas primeiras combinações: BIN-NO, MASTER-DATE BIN-NO, OTHER-DATE Como a configuração MaxRedefines de 6 está em vigor para o segundo mapa de dados, registros são criados para todas as seis combinações: BIN-NO, MASTER-DATE Exemplos 47
48 BIN-NO, OTHER-DATE BIN-NO-X, MASTER-DATE BIN-NO-X, OTHER-DATE BIN-NO-9, MASTER-DATE BIN-NO-9, OTHER-DATE Para obter mais informações, consulte Instruções REDEFINES em Copybooks Importados na página 42. Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps -datamapoutputdir Output -controlfile seq_advanced.xml -logfile Output\seq_advanced.log -verbosity INFO Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, seq_advanced.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <seqgen> <!-- Global settings for copybooks --> <globalcopybookparserconfig> <startcolumn>7</startcolumn> <endcolumn>72</endcolumn> <maxredefines>2</maxredefines> </globalcopybookparserconfig> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>seqadv</schemaname> <datamapname>train6</datamapname> </globalgenconfig> <datamapinstances> <!-- Datamap 1: maxredefines is 2 from global settings, resulting in 2 datamap records --> <seqdatamapinstance> <importcopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> </importcopybookdetails> <datamapproperties> <seqfilename> <zospath>com.infa.seq1</zospath> </seqfilename> </datamapproperties> </seqdatamapinstance> records --> <!-- Datamap 2: maxredefines value overridden to 6, resulting in 6 datamap <seqdatamapinstance> <genconfig> 48 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
49 <datamapname>trn6redef</datamapname> </genconfig> <importcopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> <parserconfig> <maxredefines>6</maxredefines> </parserconfig> </importcopybookdetails> <datamapproperties> <seqfilename> <zospath>com.infa.seq2</zospath> </seqfilename> </datamapproperties> </seqdatamapinstance> </datamapinstances> </seqgen> </DatamapGeneration> Arquivo de Copybook COBOL O copybook COBOL para o mapa de dados nesse exemplo, tran61.cob, contém as seguintes linhas: * TRAIN6 EXAMPLE COBOL COPYBOOK MASTER_REC. COL ACCOUNT_NO PIC X(9). COL REC_TYPE PIC X. COL AMOUNT PIC S9(4)V99 COMP-3. COL BIN-NO PIC S9(8) COMP. COL BIN-NO-X REDEFINES BIN-NO PIC XXXX. COL BIN-NO-9 REDEFINES BIN-NO PIC 9(4). COL DECIMAL-NO PIC S999. COL MASTER-DATE. COL DATE-YY PIC 9(2). COL DATE-MM PIC 9(2). COL DATE-DD PIC 9(2). COL OTHER-DATE REDEFINES MASTER-DATE. COL OTHER-YY PIC 9(2). COL OTHER-MM PIC 9(2). COL OTHER-DD PIC 9(2). COL Arquivo de Log O arquivo de log para esse exemplo, seq_advanced.log, contém as seguintes linhas: :29:57 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=seq_advanced.xml :30:05 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = COM.INFA.SEQ :30:05 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :30:05 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :30:05 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 2) :30:06 INFO [JDMX2_34801] 2 records imported :30:06 INFO [JDMX2_34802] 18 fields imported :30:06 INFO [JDMX2_34803] 2 tables imported :30:06 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\SEQADV.TRAIN6.dmp' was written :30:06 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = COM.INFA.SEQ :30:06 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :30:06 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :30:06 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 6) :30:06 INFO [JDMX2_34801] 6 records imported :30:06 INFO [JDMX2_34802] 54 fields imported :30:06 INFO [JDMX2_34803] 6 tables imported :30:06 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\SEQADV.TRN6REDEF.dmp' was Exemplos 49
50 written :30:12 INFO [MDO_34614] Run complete: 2 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivos de Mapa de Dados Esse exemplo cria os mapas de dados com os seguintes nomes de arquivo e caminhos relativos: Output\SEQADV.TRAIN6.MAP.dmp Output\SEQADV.TRN6REDEF.dmp O nome de esquema para cada mapa de dados é obtido das configurações globais. O nome do primeiro e do segundo mapas de dados é obtido da configuração global e da configuração da instância de mapa de dados, respectivamente. Exemplo: Mapa de dados VSAM KSDS Simples Este exemplo descreve um arquivo de controle que cria um mapa de dados KSDS e importa metadados de copybook simples. O arquivo de controle é semelhante ao utilizado para a criação de um mapa de dados SEQ simples. O arquivo de controle define as seguintes propriedades: Propriedades globais: nome do esquema Propriedades da instância do mapa de dados: localização do copybook Valores padrão para todas as outras propriedades são definidos no arquivo de esquema. Como KSDS é o padrão para globalmaptype, este exemplo cria um mapa de dados KSDS. Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps -datamapoutputdir Output -controlfile vsam_simple.xml -logfile Output\vsam_simple.log -verbosity INFO Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, vsam_simple.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <vsamgen> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>vsamsimple</schemaname> </globalgenconfig> <datamapinstances> <!-- Import from a copybook with default properties --> <vsamdatamapinstance> <importcopybookdetails> 50 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
51 <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> </importcopybookdetails> </vsamdatamapinstance> </datamapinstances> </vsamgen> </DatamapGeneration> Copybook COBOL Esse exemplo importa metadados do copybook train61.cob. Para conhecer o conteúdo desse copybook, consulte Exemplo: Mapa de Dados SEQ Simples na página 45. Arquivo de Log O arquivo de log para esse exemplo, vsam_simple.log, contém as seguintes linhas: :30:14 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=vsam_simple.xml :30:21 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = file.dat :30:21 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :30:21 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :30:22 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 1) :30:22 INFO [JDMX2_34801] 1 records imported :30:22 INFO [JDMX2_34802] 9 fields imported :30:22 INFO [JDMX2_34803] 1 tables imported :30:22 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\VSAMSIMPLE.MAP.dmp' was written :30:28 INFO [MDO_34614] Run complete: 1 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivo de Mapa de Dados Esse exemplo cria um mapa de dados com o seguinte nome de arquivo e caminho relativo: Output\VSAMSIMPLE.MAP.dmp Exemplo: Mapas de Dados VSAM RRDS com Vários Registros e Tabelas Este exemplo descreve um arquivo de controle que cria dois mapas de dados VSAM RRDS. Os metadados de copybook importados incluem instruções REDEFINES, e os mapas de dados que são criados contêm vários registros e tabelas. Este exemplo é semelhante ao utilizado para criar mapas de dados SEQ com vários registros e tabelas. Para obter mais informações sobre como as instruções REDEFINES no copybook COBOL resultam em vários registros e tabelas, consulte Exemplo: Mapa de Dados SEQ com Vários Registros e Tabelas na página 47. Como o arquivo de controle define o valor de GlobalMapType como RRDS, o exemplo cria mapas de dados RRDS. Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps - datamapoutputdir Output -controlfile vsam_advanced.xml -logfile Output \vsam_advanced.log -verbosity INFO Exemplos 51
52 Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, vsam_advanced.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <vsamgen> <!-- Global settings for copybooks --> <globalcopybookparserconfig> <startcolumn>7</startcolumn> <endcolumn>72</endcolumn> <maxredefines>2</maxredefines> </globalcopybookparserconfig> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>vsamadv</schemaname> <datamapname>train6</datamapname> </globalgenconfig> <!-- Global access method for VSAM datamaps --> <globalmaptype>rrds</globalmaptype> <datamapinstances> <!-- Datamap 1: maxredefines is 2 from global settings, resulting in 2 datamap records --> <vsamdatamapinstance> <importcopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> </importcopybookdetails> <datamapproperties> <vsamfilename> <zospath>com.infa.rrds1</zospath> </vsamfilename> </datamapproperties> </vsamdatamapinstance> <!-- Datamap 2: maxredefines value overridden to 6, resulting in 6 datamap records --> <vsamdatamapinstance> <genconfig> <datamapname>trn6redef</datamapname> </genconfig> <importcopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\train61.cob</windowspath> </filepath> <parserconfig> <maxredefines>6</maxredefines> </parserconfig> </importcopybookdetails> <datamapproperties> <vsamfilename> <zospath>com.infa.rrds2</zospath> </vsamfilename> </datamapproperties> </vsamdatamapinstance> </datamapinstances> 52 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
53 </vsamgen> </DatamapGeneration> Copybook COBOL Esse exemplo importa metadados do copybook train61.cob. Para conhecer o conteúdo desse copybook, consulte Exemplo: Mapa de Dados SEQ Simples na página 45. Arquivo de Log O arquivo de log para esse exemplo, vsam_advanced.log, contém as seguintes linhas: :30:30 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=vsam_advanced.xml :30:38 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = COM.INFA.RRDS :30:38 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :30:38 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :30:38 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 2) :30:39 INFO [JDMX2_34801] 2 records imported :30:39 INFO [JDMX2_34802] 18 fields imported :30:39 INFO [JDMX2_34803] 2 tables imported :30:39 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\VSAMADV.TRAIN6.dmp' was written :30:39 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = COM.INFA.RRDS :30:39 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train61.cob :30:39 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train61.cob :30:39 INFO [MDO_34612] Copybook 'MASTER_REC' has 6 possible layouts (Maximum configured limit is 6) :30:39 INFO [JDMX2_34801] 6 records imported :30:39 INFO [JDMX2_34802] 54 fields imported :30:39 INFO [JDMX2_34803] 6 tables imported :30:39 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\VSAMADV.TRN6REDEF.dmp' was written :30:44 INFO [MDO_34614] Run complete: 2 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivos de Mapa de Dados Esse exemplo cria os mapas de dados com os seguintes nomes de arquivo e caminhos relativos: Output\VSAMADV.TRAIN6.dmp Output\VSAMADV.TRN6REDEF.dmp Exemplo: Importação de IMS DBD sem Sobreposição COBOL Este exemplo descreve um arquivo de controle que cria um mapa de dados IMS e importa metadados DBD. Este exemplo não importa os metadados do copybook COBOL para sobrepor cada segmento. O utilitário createdatamaps cria um registro e uma tabela para cada um dos dois segmentos definidos no DBD. O utilitário também cria uma tabela complexa que inclui colunas do registro pai STUDENT e do registro filho CORSECN. Embora o DBD redefina o campo CRSEKEY no registro CORSECN, o utilitário gera uma tabela e um registro somente para a primeira redefinição. Para mapas de dados IMS, maxredefines é sempre igual a 1. O arquivo de log informa qual redefinição foi usada e quais foram ignoradas. Exemplos 53
54 Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps -datamapoutputdir Output -controlfile ims_simple.xml -logfile Output\ims_simple.log -verbosity INFO Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, ims_simple.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <imsgen> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>imssimple</schemaname> </globalgenconfig> <datamapinstances> <!-- Import from a DBD with default properties --> <imsdatamapinstance> <importdbddetails> <filepath> <windowspath>metadata\train8.dbd</windowspath> </filepath> </importdbddetails> </imsdatamapinstance> </datamapinstances> </imsgen> </DatamapGeneration> Arquivo DBD O arquivo DBD usado nesse exemplo, train8.dbd, contém as seguintes linhas: DBD NAME=DTLSTDNT,ACCESS=(HIDAM,VSAM) DATASET DD1=DTLSTDNT SEGM \ NAME=STUDENT,PARENT=0,FREQ=10000,BYTES=210,PTR=TB LCHILD NAME=(STUDIDX,DTLSTDIX),PTR=INDX FIELD TYPE=C,START=162,BYTES=12,NAME=(ID,SEQ,U) FIELD TYPE=C,START=01,BYTES=40,NAME=PNAME FIELD TYPE=C,START=41,BYTES=40,NAME=ADDRESS1 FIELD TYPE=C,START=81,BYTES=40,NAME=ADDRESS2 FIELD TYPE=C,START=121,BYTES=30,NAME=CITY FIELD TYPE=C,START=151,BYTES=2,NAME=STATE FIELD TYPE=C,START=153,BYTES=9,NAME=ZIP FIELD TYPE=C,START=174,BYTES=6,NAME=BDATE FIELD TYPE=C,START=180,BYTES=1,NAME=SEX FIELD TYPE=C,START=181,BYTES=2,NAME=HEIGHT FIELD TYPE=C,START=183,BYTES=3,NAME=WEIGHT FIELD TYPE=C,START=186,BYTES=5,NAME=HAIR FIELD TYPE=C,START=191,BYTES=5,NAME=EYES FIELD TYPE=C,START=196,BYTES=4,NAME=ENRLMMYY FIELD TYPE=C,START=200,BYTES=4,NAME=GRADMMYY * 54 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
55 SEGM NAME=CORSECTN,PARENT=((STUDENT,SNGL)),FREQ=05,BYTES=14,PTR=TB FIELD TYPE=C,START=01,BYTES=14,NAME=(CRSEKEY,SEQ,U) FIELD TYPE=C,START=01,BYTES=08,NAME=CRSCOURS FIELD TYPE=C,START=09,BYTES=01,NAME=CRSSECTN FIELD TYPE=C,START=10,BYTES=01,NAME=CRSDAY FIELD TYPE=C,START=11,BYTES=04,NAME=CRSBEG DBDGEN FINISH END Arquivo de Log O arquivo de log para esse exemplo, ims_simple.log, contém as seguintes linhas: :30:46 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=ims_simple.xml :30:54 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train8.dbd :30:54 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train8.dbd :30:55 INFO [MDAdapter_34108] Definition CRSEKEY selected :30:55 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSCOURS skipped :30:55 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSSECTN skipped :30:55 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSDAY skipped :30:55 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSBEG skipped :30:55 INFO [JDMX2_34801] 2 records imported :30:55 INFO [JDMX2_34802] 16 fields imported :30:55 INFO [JDMX2_34803] 3 tables imported :30:55 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\IMSSIMPLE.MAP.dmp' was written :31:01 INFO [MDO_34614] Run complete: 1 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivo de Mapa de Dados Esse exemplo cria um mapa de dados com o seguinte nome de arquivo e caminho relativo: Output\IMSSIMPLE.MAP.dmp Exemplo: Importação de IMS DBD com Sobreposições COBOL Este exemplo descreve um arquivo de controle que cria dois mapas de dados IMS. O primeiro mapa de dados importa somente os metadados DBD. O segundo mapa de dados importa os metadados do DBD e a sobreposição de metadados do copybook COBOL para cada segmento. Os registros no mapa de dados resultante derivam os campos e CCKs dos copybooks COBOL, mas mantêm os campos de pesquisa do DBD. Para definir os DBDs e os copybooks COBOL a serem importados, o segundo elemento imsdatamapinstance inclui os seguintes elementos: Um elemento importdbddetails define o nome de arquivo e o caminho do DBD. Para cada um dos dois segmentos definidos no DBD, um elemento overlaydetails define o caminho do arquivo do copybook COBOL e o nome do segmento para o qual o copybook fornece sobreposição de metadados. O segundo elemento imsdatamapinstance também inclui um elemento datamapproperties que define o tipo de mapa de dados, o SSID do IMS, o nome do PSB e o nome do PCB. Assim como no Exemplo: Importação de IMS DBD sem Sobreposição COBOL na página 53, o utilitário gera uma tabela e um registro somente para a primeira redefinição, embora o DBD redefina o campo CRSEKEY no registro CORSECN. Exemplos 55
56 Linha de Comando Para executar esse exemplo na máquina dos serviços Informatica, insira o seguinte comando na linha de comando: Informatica_services_installation_directory\isp\bin\infacmd pwx createdatamaps -datamapoutputdir Output -controlfile ims_advanced.xml -logfile Output\ims_advanced.log -verbosity INFO Arquivo de Controle O arquivo de controle para esse exemplo, ims_advanced.xml, contém as seguintes linhas: <?xml version="1.0" encoding="utf-16le"?> <!-- NOTE: Metadata file paths in this sample control file are relative to current directory. If 'infacmd' command is issued from a different directory, all relative file paths must be replaced with absolute file paths. --> <!-- xmlschemaversion set to > <DatamapGeneration xmlschemaversion="1.0" xmlns=" com.informatica.cmd.pwx.createdatamaps/datamapgeneration"> <imsgen> <!-- Global settings for copybooks --> <globalcopybookparserconfig> <startcolumn>7</startcolumn> <endcolumn>72</endcolumn> </globalcopybookparserconfig> <!-- Global settings for datamap file name and contents --> <globalgenconfig> <schemaname>imsadv</schemaname> <datamapname>train8</datamapname> </globalgenconfig> <datamapinstances> <!-- Datamap 1: Import from a DBD without segment overlays --> <imsdatamapinstance> <importdbddetails> <filepath> <windowspath>metadata\train8.dbd</windowspath> </filepath> </importdbddetails> <datamapproperties> <maptype>dl1</maptype> <imsssid>ss1</imsssid> <pcbnumber>1</pcbnumber> </datamapproperties> </imsdatamapinstance> <!-- Datamap 2: Import from a DBD with both segments overlaid --> <imsdatamapinstance> <genconfig> <datamapname>train8ovr</datamapname> </genconfig> <importdbddetails> <filepath> <windowspath>metadata\train8.dbd</windowspath> </filepath> </importdbddetails> <!-- Overlay segment 'STUDENT' with a Cobol copybook --> 56 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
57 <overlaydetails> <nativerecordname>student</nativerecordname> <overlaycopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\student.cob</windowspath> </filepath> </overlaycopybookdetails> </overlaydetails> <!-- Overlay segment 'CORSECTN' with a Cobol copybook --> <overlaydetails> <nativerecordname>corsectn</nativerecordname> <overlaycopybookdetails> <filepath> <windowspath>metadata\course.cob</windowspath> </filepath> </overlaycopybookdetails> </overlaydetails> <datamapproperties> <maptype>odba</maptype> <imsssid>ss1</imsssid> <psbname>psb</psbname> <pcbname>pcb</pcbname> </datamapproperties> </imsdatamapinstance> </datamapinstances> </imsgen> </DatamapGeneration> Arquivo DBD Este exemplo usa o arquivo train8.dbd. Para conhecer o conteúdo desse arquivo, consulte Exemplo: Importação de IMS DBD sem Sobreposição COBOL na página 53. Arquivos do Copybook COBOL As seguintes linhas mostram o conteúdo do copybook student.cob. Esse copybook sobrepõe os metadados DBD do primeiro segmento no segundo mapa de dados. ***************************************************************** * * COBOL FD DEFINITION FOR STUDENT FILE * ***************************************************************** 01 STUDENT-RECORD. 04 ST-NAME PIC X(040). 04 ST-ADDRESS-1 PIC X(040). 04 ST-ADDRESS-2 PIC X(040). 04 ST-CITY PIC X(030). 04 ST-STATE PIC X(002). 04 ST-ZIP PIC X(009). 04 ST-NUMBER PIC 9(012). 04 ST-BIRTH-DATE. 08 ST-BIRTH-MM PIC 9(002). 08 ST-BIRTH-DD PIC 9(002). 08 ST-BIRTH-YY PIC 9(002). 04 ST-SEX PIC X(001). 04 ST-HEIGHT PIC 9(002). 04 ST-WEIGHT PIC 9(003). 04 ST-HAIR PIC X(005). 04 ST-EYES PIC X(005). 04 ST-DATE-ENROLL-MM PIC 9(002). 04 ST-DATE-ENROLL-YY PIC 9(002). 04 ST-DATE-GRAD-MM PIC 9(002). 04 ST-DATE-GRAD-YY PIC 9(002). 04 ST-TUITION-FEES PIC S9(8) COMP. 04 ST-COURSE-COUNT PIC X(003). 04 ST-COURSE-DATA OCCURS 10. Exemplos 57
58 08 ST-COURSE-CODE PIC 9(005). 08 ST-COURSE-HOURS PIC 9(002). 08 ST-COURSE-TIME PIC X(005). 08 ST-COURSE-DAY PIC X(005). 08 ST-COURSE-INSTRUCTOR PIC X(015). 08 ST-COURSE-BLDG PIC 9(002). As seguintes linhas mostram o conteúdo do copybook course.cob. Esse copybook sobrepõe os metadados DBD do segundo segmento no segundo mapa de dados. Arquivo de Log ***************************************************************** * * COBOL FD DEFINITION FOR COURSE * ***************************************************************** 01 COURSE. 04 CRS-COURSE PIC X(8). 04 CRS-SECTN PIC 9(1). 04 CRS-DAY PIC 9(1). 04 CRS-BEG PIC X(4). 04 CRS-END PIC X(4). 04 FILLER PIC X(4). O arquivo de log para esse exemplo, ims_advanced.log, contém as seguintes linhas: :31:03 INFO [MDO_34613] Configuration for this run: location=, user name=, datamap directory=output, control file=ims_advanced.xml :31:10 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train8.dbd :31:10 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train8.dbd :31:11 INFO [MDAdapter_34108] Definition CRSEKEY selected :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSCOURS skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSSECTN skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSDAY skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSBEG skipped :31:11 INFO [JDMX2_34801] 2 records imported :31:11 INFO [JDMX2_34802] 16 fields imported :31:11 INFO [JDMX2_34803] 3 tables imported :31:11 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\IMSADV.TRAIN8.dmp' was written :31:11 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \train8.dbd :31:11 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\train8.dbd :31:11 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \student.cob :31:11 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\student.cob :31:11 INFO [MDAdapter_34100] Finding metadata. Path filter = metadata \course.cob :31:11 INFO [MDAdapter_34101] Fetching file metadata\course.cob :31:11 INFO [MDAdapter_34108] Definition CRSEKEY selected :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSCOURS skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSSECTN skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSDAY skipped :31:11 INFO [MDAdapter_34109] Redefinition CRSBEG skipped :31:11 INFO [JDMX2_34801] 2 records imported :31:11 INFO [JDMX2_34802] 35 fields imported :31:11 INFO [JDMX2_34803] 3 tables imported :31:11 INFO [MDO_34619] Datamap file 'Output\IMSADV.TRAIN8OVR.dmp' was written :31:17 INFO [MDO_34614] Run complete: 2 datamap(s) created. 0 error and 0 warning messages. Arquivos de Mapa de Dados Esse exemplo cria os mapas de dados com os seguintes nomes de arquivo e caminhos relativos: Output\IMSADV.TRAIN8.dmp 58 Capítulo 2: createdatamaps - Utilitário de Criação do Mapa de Dados
59 Output\IMSADV.TRAIN8OVR.dmp Exemplos 59
60 C A P Í T U L O 3 DTLCCADW - Utilitário Adabas PCAT Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLCCADW, 60 Funções do Utilitário DTLCCADW, 60 Visão Geral do Utilitário DTLCCADW O programa utilitário PCAT, DTLCCADW, é usado pelo processo Adabas ECCR para manipular o conteúdo do arquivo PCAT. O utilitário PCAT é controlado pelas definições dos parâmetros transmitidos por meio do PARM= na instrução EXEC. Há exemplos da JCL que são necessários para cada função na biblioteca DTLEXPL do PowerExchange com nomes DTLCCADx, onde x corresponde ao valor do parâmetro. Normalmente, essas funções são usadas apenas internamente pelo PowerExchange. Entretanto, pode haver momentos em que substituições manuais são desejáveis, as quais são descritas a seguir. Quando estiver em dúvida sobre o uso, entre em contato com o Suporte Global a Clientes da Informatica. Funções do Utilitário DTLCCADW O utilitário DTLCCADW tem as seguintes funções: P (Preencher arquivo de controle PCAT) R (Reportar arquivo de controle PCAT) I (Inserir) D (Excluir) L (Redefinir último número de sequência) V (Recriar arquivo de controle PCAT) A (Adicionar) S (Submeter ADASEL) T (Submeter extração de registro ET) E (Extração de registro ET/BT) 60
61 Função P (Preencher Arquivo de Controle PCAT) Exemplo de trabalho DTLCCADP - nenhum outro parâmetro é necessário. Essa função pode ser usada depois que o Arquivo de Controle VSAM for estabelecido inicialmente com seu registro de controle para pré-preencher o arquivo PCAT com nomes de conjuntos de dados PLOG criados anteriormente. Por padrão, quando o ECCR do Ababas PowerExchange for iniciado, apenas o PLOG arquivado mais recente será reconhecido. Por isso, se houver necessidade de coletar alterações capturadas mais antigas, essa será a função a ser usada. A lista de nomes de conjuntos de dados é inserida por DDCARD DTLCCADF, diretamente como SYSIN ou em um arquivo de imagens de cartão de 80 bytes. O usuário é responsável por obter esses nomes de conjuntos de dados PLOG. O registro de controle PCAT então é atualizado com o número de sequência mais alto adicionado. Nota: Use essa função apenas depois de inicializar o arquivo de controle, não após o início da operação normal. Função R (Reportar Arquivo de Controle PCAT) Exemplo de trabalho DTLCCADR - um segundo parâmetro de número de sequência de arquivo de controle. Imprime em SYSOUT com um Nome DD de DTLCCRPT. O segundo parâmetro opcional permite especificar um número de sequência de arquivo de onde o relatório começará. Se nenhum segundo parâmetro for especificado, o arquivo todo será impresso em SYSOUT. Nota: As funções a seguir podem ser úteis no caso de dificuldades operacionais de PLOG, não relacionadas ao processamento de Alteração do PowerExchange do Adabas. Por exemplo, se os arquivos PLOG saírem da sequência operacionalmente, essas funções assegurarão que o PCAT possa ser redefinido para corrigir a sequência de nome de conjunto de dados também. Função I (Inserir) Exemplo do trabalho DTLCCADI - requer dois parâmetros adicionais. O primeiro é um número de sequência de arquivo de controle PCAT, que não deve existir. O segundo é o nome do conjunto de dados de um PLOG a ser inserido. Nota - O DTLCCADW NÃO verifica se o PLOG está na sequência cronológica correta - é responsabilidade do usuário garantir isso. Função D (Excluir) Exemplo de trabalho DTLCCADD - exige um segundo parâmetro de número de sequência de arquivo de controle. O DTLCCADW lê o registro de controle PCAT e o exclui. Se você excluir o último registro adicionado, deverá executar imediatamente a função L (veja a seguir) para redefinir o valor de chave mais recente no registro de controle Função L (Redefinir Último Número da Sequência) Exemplo de trabalho DTLCCADL - nenhum outro parâmetro é necessário. Esta função torna a preencher o campo latest sequence number added no registro de controle PCAT. A única circunstância na qual essa função seria necessária é se o usuário excluísse o último registro adicionado, o que invalidaria o registro de controle ' '. Funções do Utilitário DTLCCADW 61
62 Função V (Recriar o Arquivo de Controle PCAT) Exemplo de trabalho DTLCCADV - nenhum outro parâmetro é necessário. Essa função pode ser usada para excluir e recriar o registro de controle geral PCAT ' '. Nota: As funções a seguir devem ser usadas somente sob orientação do Suporte Global a Clientes da Informatica. Função A (Adicionar) Exemplo de trabalho DTLCCADA - nenhum outro parâmetro é necessário. Assume o PLOG especificado pelo nome do conjunto de dados no DDCARD DTLCCPLG e cria uma entrada no arquivo PCAT, assumindo o número de sequência mais alto adicionado até o momento e adicionando 100 a ele (são deixados intervalos na sequência caso seja necessário inserir PLOGs mais antigos posteriormente). Essa função é chamada automaticamente durante o flip PLOG na JCL que está executando a função PLCOPY e por isso não deverá ser necessário chamá-la manualmente, em operação normal. Função S (Submeter ADASEL) Exemplo de trabalho DTLCCADS - exige um segundo parâmetro de número de sequência de arquivo PCAT. O DTLCCADW lê o registro de controle PCAT especificado pelo número de sequência e constrói um trabalho ADASEL para o nome do conjunto de dados PLOG gravado no registro de controle. Ele envia o trabalho (por padrão, DTLSELJC), que executa ADASEL e cria um arquivo de saída, cujo nome do conjunto de dados é gravado no registro de controle. Essa função é chamada automaticamente pelo ECCR e por isso não é necessário chamar manualmente em operação normal. Função T (Submeter Extração de Registro ET) Exemplo de trabalho DTLCCADT - exige um segundo parâmetro de número de sequência de arquivo PCAT. O DTLCCADW lê o registro de controle PCAT especificado pelo número de sequência e constrói outro trabalho DTLCCADW para o PLOG gravado no registro de controle, criando um nome de conjunto de dados para o arquivo ET de saída, usando parâmetros de data e hora. Ele envia o trabalho (por padrão, DTLETLJC), que lê o PLOG especificado no registro de controle e cria um arquivo de saída de registros ET/BT, cujo nome do conjunto de dados é então gravado no registro de controle. Essa função é chamada normalmente pelo ECCR e por isso não é necessário chamar manualmente em operação normal. Função E (Extração de Registro ET/BT) Exemplo de trabalho DTLCCADE - exige um segundo parâmetro de número de sequência de arquivo PCAT. Essa função de fato é a mesma do trabalho criado dinamicamente e submetido pela função T anterior - a diferença é que o usuário precisa definir explicitamente o nome do conjunto de dados do arquivo ET/BT de saída na JCL, DDNAME DTLCCETL, e o nome do PLOG arquivado que está sendo processado no DDNAME DTLCCPLG. O ECCR normalmente controla essa operação e essa função só é especificada no caso de dificuldades que possam exigir intervenção manual. 62 Capítulo 3: DTLCCADW - Utilitário Adabas PCAT
63 C A P Í T U L O 4 DTLCUIML - Utilitário Marcador do Log do IMS Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLCUIML, 63 Parâmetros do Utilitário DTLCUIML, 64 Relatórios do Utilitário DTLCUIML, 64 Visão Geral do Utilitário DTLCUIML Use o utilitário DTLCUIML para definir um marcador para o ECCR com base em logs do IMS no system log data set (SLDS) do IMS. Depois que o ECCR com base em logs do IMS encontra um dos marcadores, ele aciona uma mensagem no Agente de Log do PowerExchange que define um Token de Reinicialização e Sequência para as Marcas de Registro afetadas. Esses tokens podem então ser usados como entrada do Utilitário de Manutenção de Aplicativo (DTLUAPPL) para definir o ponto de partida de uma extração. Não há limite ou restrição no número de marcadores definidos no SLDS do IMS. O ID de Registro de Log do IMS escolhido deve ser exclusivo da instalação individual, e o número precisa fazer parte dos parâmetros de entrada para o ECCR com base em logs do IMS. Esse utilitário é usado para gravar registros definidos pelo usuário no log do IMS. Os parâmetros que controlam o utilitário são especificados no arquivo SYSIN da JCL. O utilitário é executado como programa aplicativo padrão do IMS. Não há necessidade de definir um PSB específico. O utilitário poderá usar qualquer PSB, desde que o primeiro PCB do PSB seja um IOPCB. O utilitário usa a Chamada LOG do IMS para gravar registros de log do IMS. Esse utilitário é executado como trabalho BMP do IMS. Isso assegura que o registro de Log do IMS seja gravado no fluxo de logs do IMS e que o log associado seja lido pelo Coletor com base em logs do IMS. Em uma situação DCI do IMS, o utilitário DTLUAPPL deve ser usado para estabelecer um ponto de extração para os dados alterados. 63
64 Parâmetros do Utilitário DTLCUIML Definindo parâmetros de entrada no SYSIN. Cada registro SYSIN contém os seguintes parâmetros: DBDNAME. Nome do IMS DBD. DBID. Instância do IMS (Identificador Recon). RECID. Um valor em caracteres hexadecimais (maiúsculos) de A0 até FF. Ele define o tipo do registro de log do IMS definido pelo usuário, por isso deverá ser diferente de qualquer outro valor definido pelo usuário que o site esteja usando. Espaços iniciais são ignorados. Os registros nos quais os primeiros caracteres não-espaço são /* serão ignorados para que possam ser usados como comentários. Exemplo: //SYSIN DD * DBDNAME=DTLD004,DBID=IMS7,RECID=A0 DBDNAME=DTLD006,DBID=IMS7,RECID=A0 DBDNAME=DTLD007,DBID=IMS7,RECID=A0 /* Relatórios do Utilitário DTLCUIML O arquivo SYSPRINT reporta a validação dos parâmetros de entrada e o progresso da gravação no log do IMS. O arquivo DFSSTAT reporta a atividade do IMS. A amostra da JCL é especificada no membro IMSLOGW. SYSPRINT: Relatório de Controle O relatório de controle mostra as seguintes informações: Data e hora de início do programa. Essa hora também é usada em cada registro de log definido pelo usuário gravado no log do IMS. Mensagens de validação para os registros SYSIN. Se algum registro for inválido, a execução será interrompida e nenhum registro será gravado no log do IMS. Mensagens de progresso conforme os registros são gravados no log do IMS. Exemplo: :06:14 DTLCUIML REPORT =====================================================================. Input Records Read DBDNAME=DTLD004,DBID=IMS1,RECID=A0 DBDNAME=DTLD006,DBID=IMS1,RECID=A0 DBDNAME=DTLD007,DBID=IMS1,RECID=A0 3 record(s) validated from the input file. LOG record processing begins Processing dbname=dtld004 dbid=ims1 recid=a0 timestamp= Processing dbname=dtld006 dbid=ims7 recid=a0 timestamp= Capítulo 4: DTLCUIML - Utilitário Marcador do Log do IMS
65 Processing dbname=dtld007 dbid=ims7 recid=a0 timestamp= Number of LOG calls = 3. Run completed successfully DFSSTAT: Relatório de Atividades do IMS As contagens de SYS LOG CALLS corresponderão ao número de registros processados do arquivo SYSIN. Todas as outras contagens têm valor zero. Exemplo: //DFSSTAT STATISTICS FOR: JOB=UIMLRUN STEP=G *** PST ACCOUNTING STATISTICS *** SYS LOG CALLS 3 Registros de Log Definidos pelo Usuário Cada registro de log definido pelo usuário contém 35 bytes de dados do usuário. O registro real de log do IMS adiciona o sufixo IMS padrão a esses dados. A tabela a seguir descreve os registros de log definidos pelo usuário: Campo Início Tamanho Tipo Descrição Tamanho 1 2 binário não assinado Zeros 3 2 binário não assinado Comprimento do registro de log definido pelo usuário = 35 bytes. Sempre hex '0000'. Recid 5 1 char ID do registro especificado nos parâmetros SYSIN, como hex 'A0'. Dbname 6 8 char IMS DBNAME. Dbid 14 8 char Instância do IMS (Identificador Recon). Registro de data/ hora char Hora de execução do programa DTLCUIML. Relatórios do Utilitário DTLCUIML 65
66 C A P Í T U L O 5 DTLINFO - Utilitário de Informações de Liberação Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLINFO, 66 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLINFO, 66 Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO, 67 Parâmetros de Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO, 67 Executando o Utilitário DTLINFO no i5/os, 67 Executando o Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows, 68 Executando o Utilitário DTLINFO no z/os, 68 Exemplos do Utilitário DTLINFO no i5/os, 69 Exemplos do Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows, 69 Exemplos do Utilitário DTLINFO no z/os, 70 Visão Geral do Utilitário DTLINFO Use o utilitário DTLINFO para executar as seguintes funções: Exibir a versão, a liberação e o nível da liberação do PowerExchange ou de um módulo específico do PowerExchange. Verificar a instalação do produto, um service pack ou um hotfix. Por exemplo, use o utilitário para determinar o nível de manutenção do software do PowerExchange a pedido do Suporte Global a Clientes da Informatica. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLINFO O utilitário DTLINFO pode ser executado nos seguintes sistemas operacionais: i5/os 66
67 Linux e UNIX Windows z/os Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO Use a seguinte sintaxe: DTLINFO [module_name] Para exibir as informações de liberação do produto PowerExchange, não especifique o parâmetro module_name. Para exibir as informações de liberação de um módulo do PowerExchange específico, use o parâmetro module_name. O nome do módulo é o nome de qualquer programa incluído na instalação do PowerExchange. Parâmetros de Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO O utilitário DTLINFO tem o seguinte parâmetro opcional: module_name Exibe a versão, a liberação e o nível da liberação de um determinado módulo do PowerExchange, como DTLREXE. Executando o Utilitário DTLINFO no i5/os Para executar o utilitário DTLINFO no i5/os: u Para exibir informações de liberação do PowerExchange, digite: CALL PGM(dtllib/DTLINFO) Para exibir informações de liberação de um módulo do PowerExchange, digite: CALL PGM(dtllib/DTLINFO) parm ('module_name') Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLINFO 67
68 Executando o Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows Para executar o utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows: 1. Navegue para o diretório Informatica do PowerExchange. 2. Informe a instrução dtlinfo de uma das seguintes maneiras: Para exibir informações de liberação do PowerExchange, digite: dtlinfo Para exibir informações de liberação de um módulo específico do PowerExchange, digite: dtlinfo module_name Executando o Utilitário DTLINFO no z/os A JCL do utilitário DTLINFO está localizada em hlq.runlib(dtlinfo), onde hlq é o qualificador de alto nível usado para instalar o PowerExchange. O programa DTLINFO está localizado em hlq.loadlib(dtlinfo) Você pode incorporar a etapa do trabalho DTLINFO em um trabalho em lotes ou adicionar um cartão de trabalho e executar o trabalho DTLINFO separadamente. Para executar o utilitário DTLINFO no z/os: 1. Defina a instrução JCL EXEC para o programa DTLINFO. Para exibir informações de liberação do produto PowerExchange, não especifique um valor PARM ou SYSIN DD, conforme mostrado na sintaxe a seguir: //BLDSTEP EXEC PGM=DTLINFO //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB //SYSPRINT DD SYSOUT=* Para exibir informações de liberação de um determinado módulo do PowerExchange, especifique um nome de módulo como o valor PARM. Além disso, especifique o nome de biblioteca e membro para o módulo usando o SYSIN DD, conforme exibido na amostra a seguir: //BLDSTEP EXEC PGM=DTLINFO,PARM=('DTLREXE') //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB //SYSIN DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB(DTLREXE) //SYSPRINT DD SYSOUT=* As instruções da JCL são: EXEC PGM=DTLINFO Chama o utilitário. STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. SYSPRINT DD Define o local de impressão do relatório. 2. Submeta o trabalho DTLINFO. 68 Capítulo 5: DTLINFO - Utilitário de Informações de Liberação
69 Exemplos do Utilitário DTLINFO no i5/os Seguem-se exemplos do utilitário DTLINFO no i5/os. Utilitário DTLINFO no i5/os - Exemplo 1 O seguinte comando exibe informações de direitos autorais e compilação de versão para a instalação do PowerExchange: CALL DTLINFO Exemplo de saída: DTLINFO Latest Version: Copyright Informatica LLC. All rights reserved. See patents at Segment#Revision :<//pwx/prod/v961/main/source/dtlinfod/dtlinfod. Build :<V961_HOTFIX4_ ><Jan :13:38> Utilitário DTLINFO no i5/os - Exemplo 2 O seguinte comando exibe informações de direitos autorais e compilação de versão para o módulo DTLREXE do PowerExchange: CALL DTLINFO DTLREXE Exemplo de saída: DTLINFO Embedded Version History: Copyright Informatica LLC. All rights reserved. See patents at Segment#Revision :<//pwx/prod/v961/main/source/dtlinfo/dtlinfo.c Build :<V961_HOTFIX4_ ><Jan :13:52> Segment#Revision :<//pwx/prod/v961/main/source/dtlrexe/dtlrexe.c Build :<V961_HOTFIX4_ ><Nov :15:52> Exemplos do Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows Seguem-se exemplos do utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows. Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows - Exemplo 1 O comando a seguir exibe as informações de liberação do PowerExchange: dtlinfo Utilitário DTLINFO no Linux, UNIX e Windows - Exemplo 2 O comando a seguir exibe as informações de liberação do módulo DTLREXE do PowerExchange: dtlinfo dtlrexe.exe Exemplos do Utilitário DTLINFO no i5/os 69
70 Exemplos do Utilitário DTLINFO no z/os Seguem-se exemplos do utilitário DTLINFO no z/os. Utilitário DTLINFO no z/os - Exemplo 1 A seguinte instrução JCL EXEC não especifica um valor PARM ou SYSIN DD para o programa DTLINFO: //BLDSTEP EXEC PGM=DTLINFO //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB //SYSPRINT DD SYSOUT=* Utilitário DTLINFO no z/os - Exemplo 2 A seguinte instrução JCL EXEC especifica o módulo DTLREXE do PowerExchange como o valor PARM. Além disso, a seguinte instrução SYSIN DD especifica a biblioteca e o nome de membro do módulo: //BLDSTEP EXEC PGM=DTLINFO,PARM=('DLTREXE') //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB //SYSIN DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOADLIB(DLTREXE) //SYSPRINT DD SYSOUT=* 70 Capítulo 5: DTLINFO - Utilitário de Informações de Liberação
71 C A P Í T U L O 6 DTLREXE - Utilitário de Execução Remota Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLREXE, 71 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLREXE, 71 Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE, 72 Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE, 72 Executando o Utilitário DTLREXE no i5/os, 77 Executando o Utilitário DTLREXE no Linux e UNIX, 78 Executando o Utilitário DTLREXE no Windows, 79 Executando o Utilitário DTLREXE no z/os, 79 Notas de Uso do Utilitário DTLREXE, 81 Exemplo do Utilitário DTLREXE no z/os, 81 Visão Geral do Utilitário DTLREXE Use o utilitário DTLREXE para executar as seguintes tarefas: Efetuar ping em um Ouvinte do PowerExchange remoto. Submeter um trabalho do z/os remoto. Excluir um arquivo de um sistema remoto. Executar um arquivo em um sistema remoto. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLREXE O utilitário DTLREXE pode ser executado nos seguintes sistemas operacionais: i5/os 71
72 UNIX e Linux Windows z/os Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE Use a seguinte sintaxe para as instruções de controle do utilitário DTLREXE: prog=delete loc=location parms=file_name [uid=userid] [{pwd=password epwd=epassword}] prog=ping loc=location [uid=userid] [{pwd=password epwd=epassword}] prog=submit loc=location [uid=userid] [{pwd=password epwd=epassword}] [fn="your jcl"] [mode=(job task},{wait nowait timed)] [time=<time_in_seconds>] [submittimeout=timeout_in_seconds] [output=output.file] [result=result.file] prog=system loc=location parms=file_name Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE O DTLREXE tem as seguintes instruções: DELETE PING SUBMIT SYSTEM Instrução DELETE Use DTLREXE DELETE para excluir um arquivo da plataforma em que o Ouvinte do PowerExchange está sendo executado. A instrução DELETE tem os seguintes parâmetros: 72 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
73 loc parms prog Opcional. O local do Ouvinte do PowerExchange, conforme definido na instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Obrigatório. O nome do arquivo a ser excluído. No z/os, se você não colocar o nome entre aspas, o utilitário colocará. Obrigatório. Defina como DELETE. {pwd epwd} Opcional. Uma senha simples ou criptografada para o ID de usuário especificado. Para um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso simples ou criptografado. pwd. Uma senha com texto não criptografado para o usuário especificado, que permite acesso ao destino. Se a senha incluir caracteres não alfanuméricos, ela deverá ser colocada entre aspas duplas ( ). A senha não pode ter aspas duplas incorporadas. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ('), aspas duplas (") ou símbolos monetários. Se um código de acesso tiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro de configuração DBMOVER. No z/os, a instrução DTLCFG DD na JCL DTLREXE aponta para o membro DBMOVER. No i5/os, o membro DBMOVER é o arquivo CFG na biblioteca datalib do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. epwd. Uma senha criptografada do usuário especificado. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. Nota: É possível usar o Navegador do PowerExchange para criptografar uma senha ou código de acesso. Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE 73
74 uid Opcional. Um ID de usuário que permite acessar o local especificado. Se você especificar um ID de usuário, insira também um valor pwd ou epwd, mas não os dois juntos. Para uma localização em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Instrução PING Use DTLREXE PING para provar a conectividade básica com um Ouvinte do PowerExchange. Configure uma instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER na máquina da qual você emite o DTLREXE PING. A instrução PING tem os seguintes parâmetros: loc prog Opcional. O local do Ouvinte do PowerExchange, conforme definido na instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Obrigatório. Defina como PING. {pwd epwd} Opcional. Uma senha simples ou criptografada para o ID de usuário especificado. Para um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso simples ou criptografado. pwd. Uma senha com texto não criptografado para o usuário especificado, que permite acesso ao destino. Se a senha incluir caracteres não alfanuméricos, ela deverá ser colocada entre aspas duplas ( ). A senha não pode ter aspas duplas incorporadas. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ('), aspas duplas (") ou símbolos monetários. Se um código de acesso tiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro de configuração DBMOVER. No z/os, a instrução DTLCFG DD na JCL DTLREXE aponta para o membro DBMOVER. No i5/os, o 74 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
75 membro DBMOVER é o arquivo CFG na biblioteca datalib do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. epwd. Uma senha criptografada do usuário especificado. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. Nota: É possível usar o Navegador do PowerExchange para criptografar uma senha ou código de acesso. uid Opcional. Um ID de usuário que permite acessar o local especificado. Se você especificar um ID de usuário, insira também um valor pwd ou epwd, mas não os dois juntos. Para uma localização em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Instrução SUBMIT Use o DTLREXE SUBMIT para submeter um trabalho à plataforma remota ou servidor z/os. Como alternativa, você pode especificar o parâmetro cs para apontar para um arquivo de parâmetro que contenha todos os parâmetros obrigatórios. dtlrexe cs=<parameter_file> A instrução SUBMIT tem os seguintes parâmetros: fn loc mode Opcional. O nome do arquivo que contém a JCL a ser submetida, incluindo o nome do trabalho. Use o seguinte formato: fn= dtlusr.jcl(yourjob) No Windows, use o seguinte formato: fn=\ dtlusr.jcl(yourjob)\ O local do Ouvinte do PowerExchange, conforme definido na instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Opcional. Especifica o modo de submissão. Use o seguinte formato: mode=(job task},{wait nowait timed) Os modos disponíveis são: job. Um trabalho submetido task. Uma tarefa iniciada. (Não suportado no momento.) wait. Síncrono. Relatar o resultado ao final e aguardar a conclusão. nowait. Assíncrono. Submeter o trabalho, mas não aguardar a conclusão do relatório. Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLREXE 75
76 output prog timed. Síncrono. Aguarda o tempo que for definido pelo parâmetro de tempo. Opcional. O nome do arquivo que tem os resultados do trabalho. Use o seguinte formato: output=dtlusr.output Se a saída for um membro PDS, os mesmos requisitos de formato serão definidos para o parâmetro fn. Obrigatório. Defina como SUBMIT. {pwd epwd} Opcional. Uma senha simples ou criptografada para o ID de usuário especificado. Para um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso simples ou criptografado. pwd. Uma senha com texto não criptografado para o usuário especificado, que permite acesso ao destino. Se a senha incluir caracteres não alfanuméricos, ela deverá ser colocada entre aspas duplas ( ). A senha não pode ter aspas duplas incorporadas. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ('), aspas duplas (") ou símbolos monetários. Se um código de acesso tiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro de configuração DBMOVER. No z/os, a instrução DTLCFG DD na JCL DTLREXE aponta para o membro DBMOVER. No i5/os, o membro DBMOVER é o arquivo CFG na biblioteca datalib do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. epwd. Uma senha criptografada do usuário especificado. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. Nota: É possível usar o Navegador do PowerExchange para criptografar uma senha ou código de acesso. 76 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
77 result Opcional. O arquivo no qual os resultados do trabalho são gravados na plataforma do cliente em que o DTLREXE é executado. A especificação do arquivo deve ser adequada à plataforma. Se a saída for um membro PDS, os mesmos requisitos de formato serão definidos para o parâmetro fn. submittimeout time uid Opcional. O tempo, em segundos, para aguardar até o início da execução de um trabalho submetido. Opcional. O tempo, em segundos, para aguardar pelos resultados do trabalho. Esse período de espera começa quando o trabalho é submetido. Opcional. Um ID de usuário que permite acessar o local especificado. Se você especificar um ID de usuário, insira também um valor pwd ou epwd, mas não os dois juntos. Para uma localização em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Instrução SYSTEM Use DTLREXE SYSTEM para executar um arquivo do caminho ou steplib. Você pode especificar qualquer arquivo que possa ser executado, como em lotes, rexx ou executável. A instrução SYSTEM tem os seguintes parâmetros: loc parms prog Localização definida no arquivo dbmover.cfg como nó que fornece o endereço do Ouvinte do PowerExchange. Obrigatório. O nome do arquivo a ser executado. Obrigatório. Defina como SYSTEM. Executando o Utilitário DTLREXE no i5/os Para executar o utilitário DTLREXE no i5/os: u Informe o seguinte comando: CALL PGM(DTLREXE) PARM('prog=submit loc=mvs fn=dtlusr.load.jcl mode=(job,wait) output=dtlusr.output, result=dtlusr.result ) Executando o Utilitário DTLREXE no i5/os 77
78 Executando o Utilitário DTLREXE no Linux e UNIX Você pode executar o utilitário DTLREXE no Linux e UNIX especificando um membro PDS ou um conjunto de dados sequenciais do MVS. Submetendo um Trabalho Remoto do z/os Especificando um Membro PDS Para submeter um trabalho remoto do z/os especificando um membro PDS: u Digite o seguinte comando, especificando um membro PDS desta forma: dtlrexe prog=submit loc=remlist fn=\"dtlusr.jcl.cntl'('db2load')'\", mode='('job,wait')', output=dtlusr.output, result=/usr/pwx/output.txt Como alternativa, você pode informar o seguinte comando: dtlrexe prog=submit cs=/usr/pwx/myparameterfile.txt Submetendo um Trabalho Remoto do z/os Especificando um Conjunto de Dados MVS Sequencial Para submeter um trabalho remoto do z/os especificando um conjunto de dados MVS sequencial: u Digite o seguinte comando, especificando um conjunto de dados MVS sequencial desta forma: dtlrexe prog=submit loc=remlist fn=dtlusr.load.jcl, mode='('job,wait')', output=dtlusr.output, result=/usr/pwx/output.txt Como alternativa, você pode especificar o seguinte comando: dtlrexe prog=submit loc=remlist fn="dtlusr.load.jcl", mode='('job,wait')', output=dtlusr.output, result=/usr/pwx/output.txt Excluindo um Arquivo de um Sistema Remoto Para excluir um arquivo de um sistema remoto: u Informe o seguinte comando: dtlrexe prog=delete loc=location parms=file_name Executando um Arquivo em um Sistema Remoto Para executar um arquivo em um sistema remoto: u Informe o seguinte comando: dtlrexe prog=system loc=location parms=file_name Por exemplo: dtlrexe prog=system loc=node1 parms=q:/\mydir/\myprog.bat 78 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
79 Executando o Utilitário DTLREXE no Windows Para executar o utilitário DTLREXE no Windows: u Informe o seguinte comando: dtlrexe prog=submit loc=remlist fn=\\u201ddtlusr.jcl.cntl(db2load)\\u201d mode=(job,nowait) output=dtlusr.output result=c:\submit\output\output.txt uid=user01 pwd=pass01 Como alternativa, você pode informar o seguinte comando: dtlrexe prog=submit cs=c:\powerexchange\myparameterfile.txt Tópicos Relacionados: Executando o Utilitário DTLREXE no Linux e UNIX na página 78 Executando o Utilitário DTLREXE no z/os Você pode executar o utilitário DTLREXE no z/os com PROG=SUBMIT, PROG=PING, PROG=DELETE ou PROG=SYSTEM. Em cada caso, as instruções da JCL são: JOB Inicia o trabalho. EXEC PGM=DTLREXE Chama o utilitário. STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. SYSPRINT DD Define o local de impressão do relatório. Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=SUBMIT Para executar o utilitário DTLREXE com PROG=SUBMIT: 1. Edite a JCL do trabalho DTLREXE. As duas linhas a seguir devem ser a primeira etapa do trabalho: //START EXEC PGM=DTLNTS,PARM='"%STRTJOB"' //STEPLIB DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR Em seguida, use a seguinte JCL para a etapa do trabalho DTLREXE: //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE, // PARM=('CS=DD:INCMD'), // REGION=0M,TIME=NOLIMIT //INCMD DD * LOC=NODE1 PROG=SUBMIT FN="DTLUSR.JCL(MYJOB)" MODE=(JOB,WAIT) OUTPUT=DTLUSR.DB2LOAD.SYSPRINT RESULT="DTLUSR.JCLRESTXT)" Após a etapa final, adicione as seguintes linhas: // IF ((RC > 4) (ABEND=TRUE)) THEN //* Executando o Utilitário DTLREXE no Windows 79
80 //ENDERR EXEC PGM=DTLNTS, // PARM='"%ENDJOB" C 16' //STEPLIB DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //SYSPRINT DD SYSOUT=* //* // ELSE //* //ENDOK EXEC PGM=DTLNTS, // PARM='"%ENDJOB"' //STEPLIB DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //SYSPRINT DD SYSOUT=* // ENDIF 2. Verifique a JCL. 3. Submeta o trabalho DTLREXE. Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=PING Para executar o utilitário DTLREXE com PROG=PING: 1. Edite o trabalho que você planeja submeter usando DTLREXE da seguinte forma: //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE, // PARM='loc=node1 prog=ping' //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN, // DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB, // DISP=(SHR) //SYSPRINT DD SYSOUT=* Informe a localização do Ouvinte do PowerExchange no parâmetro loc. 2. Submeta o trabalho DTLREXE. Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=DELETE Para executar o utilitário DTLREXE com PROG=DELETE: 1. Edite o trabalho que você planeja submeter usando DTLREXE da seguinte forma: //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE, // PARM='loc=node1 prog=delete parms=file_name' //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN, // DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB, // DISP=(SHR) //SYSPRINT DD SYSOUT=* Informe a localização do Ouvinte do PowerExchange no parâmetro loc. 2. Submeta o trabalho DTLREXE. Executando o Utilitário DTLREXE com PROG=SYSTEM Para executar o utilitário DTLREXE com PROG=SYSTEM: 1. Edite o trabalho que você planeja submeter usando DTLREXE da seguinte forma: //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE, // PARM='loc=node1 prog=system parms=file_name' //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN, // DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB, // DISP=(SHR) //SYSPRINT DD SYSOUT=* Informe a localização do Ouvinte do PowerExchange no parâmetro loc. 80 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
81 2. Submeta o trabalho DTLREXE. Notas de Uso do Utilitário DTLREXE Considere os seguintes pontos antes de usar o utilitário DTLREXE: O DTLREXE submete o trabalho ao host denominado no parâmetro loc. Se o modo for (job,nowait), os conjuntos de dados de saída e resultantes não serão de interesse. Se o modo for (job,wait) ou (job,timed), o PowerExchange aguardará a conclusão do trabalho e lerá o código de retorno. Os parâmetros são obrigatórios para assegurar a conclusão do trabalho e a disponibilidade do conjunto de dados de saída. A substituição é executada no trabalho dos tokens %STRTJOB e %STRTJOB. A tabela a seguir descreve os tokens %STRTJOB e %STRTJOB: Parâmetro %STRTJOB %ENDJOB Descrição O token de nome para a primeira etapa na JCL do trabalho que será submetido. - Se o parâmetro de modo for definido como (job,wait/timed), %STRTJOB será substituído por um token de nome gerado pelo emissor. - Se o parâmetro de modo não for definido como (job,wait/timed), %STRTJOB será definido como DONOTRETURNTOKEN. O token de nome para a última etapa na JCL do trabalho que será submetido. O processamento de wait/timed recupera esses valores para determinar se o trabalho foi iniciado, está em execução ou foi concluído. As etapas %ENDJOB devem ser incluídas manualmente e são exibidas na JCL de amostra. Se o trabalho submetido falhar com um código de retorno superior a quatro, rc=16 será retornado para DTLREXE no cliente. Para imprimir a ajuda no utilitário, execute DTLREXE sem nenhum parâmetro. Exemplo do Utilitário DTLREXE no z/os Para iniciar o DTLREXE em um trabalho do z/os, você deve usar a sintaxe do conjunto de comandos do PowerExchange da seguinte forma: //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE, // PARM=('CS=DD:INCMD'), // REGION=0M,TIME=NOLIMIT Uma instrução DD em linha é especificada na JCL anterior. Você pode alterar isso para um membro externo. A instrução DD em linha ou externa especificada contém os parâmetros do comando DTLREXE. A seguinte JCL define a instrução DD em linha: //INCMD DD * LOC=NODE1 PROG=SUBMIT FN="DTLUSR.JCL(MYJOB)" MODE=(JOB,WAIT) OUTPUT=DTLUSR.DB2LOAD.SYSPRINT RESULT="DTLUSR.JCLRESTXT)" Notas de Uso do Utilitário DTLREXE 81
82 A seguinte JCL especifica o membro externo: //INCMD DD DSN=HLQ..RUNLIB(MYCS) O membro MYCS tem o seguinte conteúdo: LOC=NODE1 PROG=SUBMIT FN="DTLUSR.JCL(MYJOB)" MODE=(JOB,WAIT) OUTPUT=DTLUSR.DB2LOAD.SYSPRINT RESULT="DTLUSR.JCLRESTXT)" Exemplo de JCL do Utilitário DTLREXE no z/os Este exemplo usa a seguinte JCL: //DTLREXE JOB 'DTLREX',MSGLEVEL=(1,1),MSGCLASS=X,CLASS=A, // NOTIFY=&SYSUID //* // SET HLQ=DTLUSR.V850 //* //STEP1 EXEC PGM=DTLREXE,REGION=24M, // PARM=('CS=DD:INCMD') //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN,DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //DTLCFG DD DSN=&HLQ..RUNLIB(DBMOVER),DISP=SHR //DTLKEY DD DSN=&HLQ..RUNLIB(LICENSE),DISP=SHR //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG,DISP=SHR //DTLLOG DD DSN=&HLQ..LOG,DISP=SHR //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //CEEDUMP DD SYSOUT=* //SYSIN DD * //* EXECUTE THE PROCEDURE //* //DTLLSTN EXEC DBMOVE //INCMD DD * LOC=NODE1 PROG=SUBMIT FN="DTLUSR.JCL(MYJOB)" MODE=(JOB,WAIT) OUTPUT=DTLUSR.DB2LOAD.SYSPRINT RESULT="DTLUSR.JCL(RESTXT)" Conjunto de Dados de Saída do Utilitário DTLREXE no z/os O parâmetro de saída indica um conjunto de dados que deve conter os resultados do trabalho submetido. Na conclusão do trabalho, a saída é lida e novamente transferida para o cliente, onde ela é gravada em um arquivo especificado pelo parâmetro result=. O formato da saída é: timestamp jobid text Um exemplo da saída é: JOB DSNU000I DSNUGUTC - OUTPUT START FOR UTILITY, UTILID = DB2LDJCL JOB DSNU050I DSNUGUTC - LOAD DATA RESUME NO REPLACE LOG YES JOB03370 DSNU650I -DSN7 DSNURWI - INTO TABLE DTLUSR.T JOB03370 DSNU650I -DSN7 DSNURWI - (COL1 POSITION(3) CHAR(100) NULLIF(1='Y'), JOB03370 DSNU650I -DSN7 DSNURWI - COL2 POSITION(*) CHAR(100) NULLIF(2='Y')) JOB03370 DSNU350I -DSN7 DSNURRST - EXISTING RECORDS DELETED FROM TABLESPACE JOB03370 DSNU304I -DSN7 DSNURWT - (RE)LOAD PHASE STATISTICS - NUMBER OF RECORDS=3 FOR TABLE DTLUSR.T JOB03370 DSNU302I DSNURILD - (RE)LOAD PHASE STATISTICS - NUMBER OF INPUT RECORDS PROCESSED= JOB03370 DSNU300I DSNURILD - (RE)LOAD PHASE COMPLETE, ELAPSED 82 Capítulo 6: DTLREXE - Utilitário de Execução Remota
83 TIME=00:00: JOB03370 DSNU010I DSNUGBAC - UTILITY EXECUTION COMPLETE, HIGHEST RETURN CODE=0 Exemplo do Utilitário DTLREXE no z/os 83
84 C A P Í T U L O 7 DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUAPPL, 84 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUAPPL, 85 Sintaxe da Instrução de Controle DTLUAPPL, 85 Instrução de Conexão, 86 Instruções ADD e MOD, 87 Instrução END APPL, 90 Instrução PRINT APPL, 90 Executando o Utilitário DTLUAPPL no i5/os, 91 Executando o Utilitário DTLUAPPL no Linux, UNIX e Windows, 91 Executando o Utilitário DTLUAPPL no z/os, 91 Exemplos do Utilitário DTLUAPPL, 93 Visão Geral do Utilitário DTLUAPPL Use o utilitário DTLUAPPL para gerar tokens de reinicialização para sessões do CDC e para adicionar, modificar ou imprimir informações do aplicativo no arquivo CDEP. O DTLUAPPL pode gerar tokens de reinicialização para todos os tipos de origem de CDC do PowerExchange e para sessões do CDC que usam as conexões ODBC ou PWXPC (Cliente PowerExchange para PowerCenter). Os tokens de reinicialização determinam o ponto no fluxo de mudança no qual as sessões do CDC começam a extrair os dados alterados. Os tokens de reinicialização são compostos de um par de valores de token de sequência e de reinicialização. Os tamanhos dos valores de token dependem do tipo de fonte de dados e se você usa ODBC ou PWXPC. Se você usar conexões ODBC para extrair os dados alterados, o PowerExchange manterá os nomes de aplicativos, os registros associados a cada nome de aplicativo e os tokens de reinicialização no arquivo CDEP. Quando você usa o utilitário para adicionar ou modificar aplicativos, o utilitário atualiza o arquivo CDEP. Se uma entrada de nome de aplicativo não existir quando o processo de extração inicial for executado, o PowerExchange criará uma entrada de aplicativo no arquivo CDEP. Para gerar tokens de reinicialização atuais para o processo de extração inicial, execute o utilitário imediatamente após a materialização do destino e antes de todos os dados alterados serem capturados ou aplicados. Depois que o 84
85 processo de extração inicial for executado, você poderá usar o DTLUAPPL para gerar tokens de reinicialização atuais para um aplicativo. Se você usar conexões PWXPC para extrair dados alterados, o arquivo CDEP não será usado. Depois de materializar as tabelas de destino e antes de iniciar a sessão do CDC, execute o DTLUAPPL para gerar tokens de reinicialização que identificam o ponto inicial para o processamento de extração. Em seguida, atualize o arquivo do token de reinicialização PWXPC com esses tokens de reinicialização gerados. Se você rematerializar as tabelas de destino por algum motivo, poderá executar o utilitário novamente para gerar tokens de reinicialização atuais. Nota: O utilitário gera tokens de sequência no formato usado por extrações do ODBC. Para usar os tokens de sequência gerados para uma sessão do PWXPC, use o utilitário para imprimir os valores do token de reinicialização de sequência e de reinicialização para os registros de captura associados ao nome do aplicativo. Em seguida, adicione oito zeros ao final dos valores de sequência impressos. Como alternativa, você pode gerar tokens de reinicialização atuais do Navegador do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte o Guia do Usuário do Navegador do PowerExchange. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUAPPL O utilitário DTLUAPPL pode ser executado nos seguintes sistemas operacionais: i5/os Linux e UNIX Windows z/os Sintaxe da Instrução de Controle DTLUAPPL Use a seguinte sintaxe para adicionar ou modificar um aplicativo, gerar tokens de reinicialização no nível de aplicativo ou no nível de registro ou imprimir informações para um aplicativo: UID user_id EPWD encrypted_password [CONN_OVER capi_connection_name] {ADD MOD} APPL application_name instance [RSTTKN GENERATE] [CAPTMETH=access_method] [CONDTYPE=P] [JRN=library/journal] [ORACOLL=collection_id] [ORACONN=connection] [ORAINST=instance] [ORASCHEMA=schema] [UDBDB=database] {ADD MOD} RSTTKN registration_name [DB=library/table] [GENERATE] [SEQUENCE sequence_token] [RESTART restart token] END APPL application_name [PRINT APPL {application_name ALL}] Na sintaxe: Os parâmetros UID, EPWD e CONN_OVER formam a instrução de conexão usada para gerar tokens de reinicialização ou especificar uma substituição de CAPI_CONNECTION. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUAPPL 85
86 A instrução ADD ou MOD APPL é necessária para adicionar ou modificar um nome de aplicativo. Na instrução ADD ou MOD APPL, você pode definir parâmetros opcionais que dependem do tipo de origem e também especificar uma ou mais instruções ADD ou MOD RSTTKN para especificar tokens de reinicialização para os registros associados ao aplicativo. O parâmetro GENERATE pode ser especificado no nível de aplicativo ou no nível de registro. A instrução END APPL encerra a instrução ADD ou MOD APPL. A instrução PRINT APPL imprime as informações do arquivo CDEP para aplicativos específicos ou todos os aplicativos que estão envolvidos nas extrações do ODBC. Você pode especificar uma combinação de instruções ADD, MOD e PRINT em uma única solicitação. O exemplo a seguir adiciona um aplicativo, especifica tokens de reinicialização e de sequência para três registros de captura, gera tokens de reinicialização no nível de aplicativo para os registros de captura restantes e imprime informações sobre o aplicativo: ADD APPL IMSAPP1 IMS1 rsttkn GENERATE add rsttkn d002long sequence 00000A036E A036BAA RESTART AAAAAAAA BA add rsttkn d002root SEQUENCE 00000A036E A036BBBB RESTART AAAAAAAA BA add rsttkn d003root add rsttkn d008addr add rsttkn d008pay add rsttkn d008skil SEQUENCE 00000A036E A036CCC RESTART AAAAAAAA BA END IMSAPP1 PRINT APPL ALL Tópicos Relacionados: Instrução de Conexão na página 86 Instruções ADD e MOD na página 87 Instrução END APPL na página 90 Instrução PRINT APPL na página 90 Instrução de Conexão A instrução de conexão é composta pelos parâmetros UID e EPWD e pelo parâmetro opcional CONN_OVR. Os parâmetros UID e EPWD especificam um ID de usuário e a senha criptografada. Apenas senhas criptografadas pelo PowerExchange são permitidas. Esses parâmetros são necessários para gerar os seguintes tipos de tokens de reinicialização: Tokens de reinicialização para registros de captura do DB2 para i5/os, do Microsoft SQL Server, do Oracle e do DB2 para Linux, UNIX e Windows Tokens de reinicialização que são usados quando a segurança do PowerExchange para i5/os ou z/os é habilitada pela instrução SECURITY no arquivo de configuração DBMOVER O parâmetro CONN_OVR opcional especifica uma substituição de CAPI_CONNECTION quando a CAPI_CONNECTION padrão no arquivo de configuração DBMOVER não é apropriada para gerar tokens de reinicialização. Parâmetros: 86 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
87 UID user_id Especifica o identificador de usuário do sistema. EPWD encrypted_password Especifica uma senha criptografada pelo PowerExchange para o ID de usuário especificado. Você pode gerar senhas criptografadas no Navegador do PowerExchange. CONN_OVR capi_connection_name Especifica o nome da instrução CAPI_CONNECTION que o utilitário DTLUAPPL usa quando a instrução CAPI_CONNECTION padrão não é adequada. Verifique se a instrução CAPI_CONNECTION substituta foi definida no arquivo de configuração DBMOVER. Se você não especificar esse parâmetro, o DTLUAPPL usará a instrução CAPI_CONNECTION padrão. Instruções ADD e MOD Use as instruções ADD e Modo para gerar ou especificar tokens de reinicialização para extrações do ODBC ou do PWXPC. Você também pode usar essas instruções para adicionar ou modificar os aplicativos e os registros de captura associados a um aplicativo. Por exemplo, se você criar um novo registro de captura, poderá modificar um aplicativo existente para incluí-lo. Para extrações do ODBC, o utilitário atualiza as informações de aplicativo e de registro no arquivo CDEP, com base nas instruções ADD e MOD. Nota: As informações no arquivo CDEP não se aplicam às extrações do PWXPC. Você pode configurar as instruções ADD e MOD para gerar tokens de reinicialização no nível de aplicativo ou no nível de registro ou para adicionar os tokens de sequência e de reinicialização especificados para um registro de captura nessas instruções ao arquivo CDEP. Para gerar tokens de reinicialização, use a palavra-chave RSTTKN GENERATE no nível de aplicativo ou a palavra-chave GENERATE no nível de registro. Os tokens de reinicialização gerados no nível de registro de captura substituem os gerados no nível de aplicativo. Os tokens de reinicialização gerados no nível de aplicativo se aplicam a quaisquer registros de captura nas instruções ADD ou MOD RSTTKN que não incluem um parâmetro GENERATE ou valores específicas SEQUENCE e RESTART. Se você usar as extrações do ODBC, o PowerExchange manterá os tokens de reinicialização para cada registro associado a um aplicativo no arquivo CDEP. Se você usar as extrações do PWXPC, o PWXPC manterá os tokens de reinicialização na tabela de estado para um banco de dados de destino relacional no destino ou no arquivo de estado para um destino não relacional na máquina do Serviço de Integração. Para obter mais informações sobre o PWXPC e o gerenciamento de tokens de reinicialização, consulte Interfaces do PowerExchange para o PowerCenter. Ao definir as instruções ADD ou MOD, use as seguintes regras e diretrizes: Para adicionar um novo aplicativo, use as instruções ADD APPL e ADD RSTTKN. Para modificar um aplicativo existente, use a instrução MOD APPL. Para adicionar ou modificar um registro de captura existente em um aplicativo existente, use a instrução MOD RSTTKN. Se você tentar adicionar um aplicativo que já existe, o DTLUAPPL produzirá um erro. A instrução ADD ou MOD APPL deve sempre terminar com uma instrução END APPL. Instruções ADD e MOD 87
88 Para as extrações do PWXPC, não use o nome do aplicativo especificado na conexão do aplicativo PWXPC para gerar tokens de reinicialização. Parâmetros: application_name instance Especifica o nome do aplicativo a ser adicionado ou modificado. Esse valor diferencia maiúsculas de minúsculas. Especifica a instância de origem. Verifique se esse valor corresponde ao valor de instância exibido no Navegador do PowerExchange para o grupo de registro e o grupo de extração. O tipo de valor varia por tipo de fonte de dados. A seguinte tabela identifica o tipo de valor da instância para cada tipo de fonte: Fonte de dados Adabas DB2 para i5/os Datacom DB2 para z/os IDMS IMS Microsoft SQL Server Oracle DB2 para Linux, UNIX e Windows VSAM Valor da Instância Valor DBID Valor DBID no membro CAPTPARM do arquivo CFG Nome do MUF ID do Subsistema Nome CV Identificador do sistema IMS Nome do banco de dados especificado para o grupo de registro Identificador de coleta da instrução ORACLEID no arquivo de configuração dbmover.cfg Nome do banco de dados especificado para o grupo de registro Nome da instância especificado para o grupo de registro RSTTKN GENERATE Gera tokens de reinicialização que marcam o fim atual do fluxo de mudança no nível de aplicativo. Os tokens de reinicialização gerados se aplicam aos registros de captura associados ao aplicativo para o qual os tokens de reinicialização não são gerados no nível de registro ou aos registros de captura especificamente definidos na palavras-chave SEQUENCE e RESTART. CAPTMETH=access_method Especifica um dos seguintes métodos de acesso de captura: CAPXRT. Para modo de extração contínua ou em tempo real. CAPX. Para modo de extração em lotes. CONDTYPE={P F} Válido somente para Oracle, Microsoft SQL Server e DB2 for Linux, UNIX e Windows CDC. Especifica o tipo de condensação para o qual DTLUAPPL gera tokens de reinicialização. 88 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
89 Insira uma das seguintes opções: P. Processamento de condensação parcial pelo Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX ou Windows ou pelo Condensador do PowerExchange no i5/os ou z/os. Válido para todos os tipos de origem. F. Processamento de condensação total pelo Condensador do PowerExchange no i5/os e z/os. Válido para Datacom, DB2 para z/os e origens de VSAM no z/os que especificam colunas de chave. Também é válida para tabelas do DB2 para i5/os que têm chaves primárias e arquivos DDS definidos com uma chave exclusiva. Não há padrão. JRN=library/journal Substitui o diário do DB2 especificado no registro de captura. Válido somente para DB2 for i5/os CDC. ORACOLL=collection_id Substitui o identificador de coleta que está gravado para o registro de captura no arquivo CCT. Válido somente para Oracle CDC. Válido somente para Oracle CDC. ORACONN=source_connect_string Substitui as informações de conexão do Oracle de um ID de coleta do Oracle específico, especificadas como o terceiro parâmetro posicional na instrução ORACLEID do arquivo de configuração dbmover.cfg. Usando essa substituição em conjunto com ORAINST, você pode usar um único conjunto de registros para capturar dados de várias instâncias do Oracle. Você pode especificar ORACONN, ORAINST ou ambos. Se um desses valores de parâmetro não for especificado, o PowerExchange usará o valor do parâmetro da instrução ORACLEID no arquivo de configuração dbmover.cfg para o parâmetro não encontrado. Válido somente para Oracle CDC. ORAINST=instance Substitui o nome de instância do Oracle de um ID de coleta do Oracle específico, especificado como o segundo parâmetro posicional na instrução ORACLEID do arquivo de configuração dbmover.cfg. Usando essa substituição em conjunto com ORACONN, você pode usar um único conjunto de registros para capturar dados de várias instâncias do Oracle. Válido somente para Oracle CDC. ORASCHEMA=schema Substitui o nome de esquema do Oracle especificado para o grupo de registro. Usando essa substituição, você pode usar de um único conjunto de registros para captura de dados de vários esquemas em uma instância do Oracle. Válido somente para Oracle CDC. UDBDB=database Especifica o banco de dados de conexão quando este é diferente do banco de dados de registro. Válido somente for DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC. {ADD MOD} RSTTKN registration_name [DB=library/table} [GENERATE] Adiciona um registro de captura a um aplicativo ou gera tokens de reinicialização no nível de registro. Instruções ADD e MOD 89
90 registration_name Especifica o nome do registro de captura. Esse valor diferencia maiúsculas de minúsculas. DB=library/table Substitui a tabela do DB2 especificada no registro de captura. Válido somente para DB2 for i5/os CDC. GENERATE Gera tokens de reinicialização que marcam o fim atual do fluxo de mudança do registro de captura. Instrução END APPL A instrução END APPL é necessária para designar a final de toda uma instrução ADD ou MOD APPL, incluindo as subinstruções ADD ou MOD RSTTKN. Instrução PRINT APPL A instrução PRINT APPL é opcional. Ele imprime os tokens de reinicialização e outras informações que estão armazenadas no arquivo CDEP para um ou mais aplicativos específico ou para todos os aplicativos que extraem dados usando o ODBC. Você pode especificar apenas a instrução PRINT APPL ou incluí-la após as instruções ADD ou MOD que adicionam ou modificam aplicativos ou geram tokens de reinicialização. A instrução PRINT APPL não exige uma instrução de conexão. Para imprimir informações para vários aplicativos, concatene as instruções PRINT APPL ou use a palavrachave ALL: ou PRINT APPL application_name PRINT APPL application_name PRINT APPL ALL O utilitário imprime as seguintes informações: O nome do aplicativo Os registros associados ao aplicativo, incluindo os nomes de registro definidos pelo usuário, os nomes de marca e os tokens de sequência e de reinicialização O token de reinicialização para a primeira, a última e a execução atual é executado de um aplicativo no formato para extrações do ODBC 90 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
91 Executando o Utilitário DTLUAPPL no i5/os Para executar o utilitário no i5/os, use o seguinte comando: SBMJOB CMD(CALL PGM(DTLLIB/DTLUAPPL)PARM('DATALIB/CFG(TKNPARMS)')) JOB(MYJOB) JOBD(DATALIB/DTLLIST) PRTDEV(*JOBD) OUTQ(*JOBD) CURLIB(DATALIB) INLLIBL(*JOBD) O membro do CFG/TKNPARMS na biblioteca de datalib contém as instruções de controle do utilitário. Executando o Utilitário DTLUAPPL no Linux, UNIX e Windows Para executar o utilitário no Linux, no UNIX ou no Windows, use os seguintes comandos: Comando dtluappl dtluappl > logname.txt dtluappl parm_file.txt > logname.txt Descrição Este comando pressupõe que as instruções de controle do utilitário estejam no arquivo dtltknp.txt. O comando exibe a saída na janela de comando. Nota: O arquivo dtltknp.txt reside no diretório de instalação do PowerExchange, juntamente com o programa DTLUAPPL. O arquivo contém o exemplo de instruções de controle para o utilitário, que você pode personalizar. Este comando pressupõe que as instruções de controle do utilitário estejam no arquivo dtltknp.txt. O comando grava a saída no arquivo logname.txt. Este comando lê as instruções de controle do utilitário de um arquivo de parâmetro definido pelo usuário. Se você criar o arquivo em um diretório diferente do diretório de instalação base do PowerExchange, forneça o caminho completo e o nome de arquivo, por exemplo, C: \mydir\runuappl.txt. O comando grava a saída no arquivo logname.txt. Executando o Utilitário DTLUAPPL no z/os O PowerExchange oferece um exemplo da JCL do utilitário DTLUAPPL no membro DTLUAPPL da biblioteca RUNLIB. Personalize o exemplo de JCL, conforme necessário, e envie o trabalho. Por exemplo, a JCL personalizada pode conter as seguintes instruções: //jobname JOB //LIBSRCH JCLLIB ORDER=your.RUNLIB //INCS1 INCLUDE MEMBER=GENBULK //INCS3 INCLUDE MEMBER=GENCHNG //STEP1 EXEC PGM=DTLUAPPL //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB // DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOAD // DD DISP=SHR,DSN=&SCERUN //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=&HLQEDM..&LOGGER&SUFFIX..USERLIB //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //EDMMSG DD SYSOUT=* //*** //SYSIN DD * Executando o Utilitário DTLUAPPL no i5/os 91
92 MOD APPL tokens DSN9 RSTTKN GENERATE ADD RSTTKN db2demo1 END APPL tokens PRINT APPL tokens //* //* //DTLAMCPR DD DSN=&HLQVS..CCT, // DISP=(SHR) //DTLCACDE DD DSN=&HLQVS..CDEP, // DISP=(SHR) //* //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG, // DISP=(SHR) //DTLOUT DD SYSOUT=* //DTLCFG DD DSN=&RUNLIB(DBMOVER), // DISP=(SHR) //DTLKEY DD DSN=&RUNLIB(LICENSE), // DISP=(SHR) //DTLLOG DD SYSOUT=* //DTLLOG01 DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* As instruções da JCL são: JOB Define o cartão de trabalho DTLUAPPL como MVS, incluindo o nome do trabalho. EXEC PGM=DTLUAPPL Executa o programa DTLUAPPL. Este nome de PGM deve ser o DTLUAPPL. STEPLIB DD Aponta para as bibliotecas LOADLIB e LOAD do PowerExchange e para a biblioteca de tempo de execução comum do Ambiente de Linguagem (LE). EDMPARMS DD Aponta para a biblioteca USERLIB, que contém as opções do módulo EDMSDIR usadas para se conectar ao Agente do PowerExchange e ao Agente de Log do PowerExchange para MVS. SYSPRINT DD Define um conjunto de dados SYSOUT no qual a saída do trabalho é impressa. SYSUDUMP DD Define um conjunto de dados SYSOUT para exibir dados que podem ser usados para diagnosticar problemas do DTLUAPPL. EDMMSG DD Define um conjunto de dados SYSOUT para mensagens do Agente de Log do PowerExchange, ECCRs, Agente do PowerExchange, API de Leitura de Log (LRAPI) e API de Gravação de Log (LWRAPI). SYSIN DD Define as instruções de controle de saída do utilitário DTLUAPPL. Você pode especificar as instruções de controle no fluxo ou apontar para um conjunto de dados no qual tenha definido as instruções de controle. O exemplo da JCL contém instruções em fluxo para adicionar um nome de aplicativo, especificar seus tokens de reinicialização e imprimir as informações de todos os nomes de aplicativos. DTLAMCPR DD Aponta para o conjunto de dados CCT, que contém os registros de captura. 92 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
93 DTLCACDE DD Aponta para o conjunto de dados CDEP, que contém informações para os nomes de aplicativos usados nos processos de extração de dados alterados do ODBC, os testes de linha do Navegador do PowerExchange e alguns outros processos do PowerExchange. DTLMSG DD Aponta para o conjunto de dados que contém as mensagens do PowerExchange que podem ser emitidas durante o processamento do PowerExchange, incluindo o processamento do utilitário. DTLOUT DD Define um conjunto de dados SYSOUT que inclui as mensagens do utilitário DTLUAPPL. DTLCFG DD Aponta para o arquivo de configuração DBMOVER do PowerExchange. DTLKEY DD Aponta para o membro LICENSE do PowerExchange na biblioteca RUNLIB, que contém a chave de licença do PowerExchange. DTLLOG DD Define um conjunto de dados SYSOUT para registrar as mensagens do PowerExchange que relatam sobre o status e os eventos de alguns processos e componentes do PowerExchange. DTLLOG01 DD Define um conjunto de dados SYSOUT para registrar as mensagens do PowerExchange que relatam sobre o status e os eventos de alguns processos e componentes do PowerExchange quando o log alternativo está ativado. Exemplos do Utilitário DTLUAPPL Os exemplos a seguir demonstram como usar o utilitário DTLUAPPL para executar determinadas funções. Exemplo 1. Gerando Tokens de Reinicialização no Nível de Aplicativo Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL gera tokens de reinicialização para o registro de origem DB2DEMO1 que está associado ao nome do aplicativo de "tokens". O utilitário gera tokens de reinicialização no nível de aplicativo e imprime os tokens de reinicialização gerados. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: UID user1 EPWD CDFB2EE51CFC16C7 ADD APPL tokens DSN7 RSTTKN GENERATE ADD RSTTKN db2demo1 END APPL tokens PRINT APPL tokens A palavra-chave GENERATE é especificada na instrução ADD APPL. Os tokens de reinicialização gerados se aplicam ao registro de captura que é especificado na instrução ADD RSTTKN GENERATE porque nenhuma palavra-chave GENERATE ou valor específico de SEQUENCE e RESTART está incluída na instrução ADD RSTTKN. Exemplos do Utilitário DTLUAPPL 93
94 Se você usar o Cliente PowerExchange para PowerCenter (PWXPC), depois que os tokens de reinicialização forem impressos, poderá adicioná-los ao arquivo de token de reinicialização especificado na conexão do aplicativo. Os valores de token pode ser usados para o processamento de extração. Você deve adicionar oito zeros à direita ao valor do token de sequência para extrações do PWXPC. Exemplo 2. Gerando Tokens de Reinicialização no Nível de Registro de Captura Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL gera tokens de reinicialização no nível de registro para o registro de origem DB2DEMO1 associado ao nome do aplicativo de "tokens". O utilitário também imprime os tokens de reinicialização. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: MOD APPL tokens DSN7 ADD RSTTKN db2demo1 GENERATE END APPL tokens PRINT APPL tokens A palavra-chave GENERATE é especificada na instrução ADD RSTTKAN e se aplica somente ao registro de captura especificado na instrução. Se você usar o Cliente PowerExchange para PowerCenter (PWXPC), depois que os tokens de reinicialização forem gerados, poderá adicioná-los ao arquivo de token de reinicialização especificado na conexão do aplicativo para a extração. Exemplo 3. Gerando Tokens de Reinicialização para Modo de Extração Contínua Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL gera tokens de reinicialização no nível de registro para o registro de captura rrtb001 associado ao aplicativo existente "DUMMY" e à instância de origem FOX920. O utilitário substitui a instrução CAPI_CONNECTION padrão com a CAPX CAPI_CONNECTION chamada CAPXORA. O utilitário também imprime os tokens de reinicialização gerados. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: UID user01 EPWD 40ABC4B0E32FD99F CONN_OVR CAPXORA MOD APPL dummy FOX920 RSTTKN GENERATE CAPTMETH=CAPXRT CONDTYPE=P MOD RSTTKN rrtb001 END APPL dummy PRINT APPL dummy Com base nessas instruções de controle, o utilitário gera tokens de reinicialização no formato exigido para o modo de extração contínuo. O utilitário gera tokens de reinicialização para a extração contínua de dados do Oracle dos arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows porque o porque o valor de parâmetro CAPMETH é CAPXRT, o valor de parâmetro CONDTYPE é P, e o tipo de instrução CAPI_CONNECTION substituta é CAPX. Exemplo 4. Adicionando um Aplicativo com Tokens de Reinicialização Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL adiciona o aplicativo IMSAPP1 com os registros de captura d002long, d002root, d003root e d008addr ao arquivo CDEP. Nos registros d002long e d002root, as instruções ADD RSTTKN especificam a sequência e os tokens de reinicialização. No registro de captura d008addr, o utilitário gera os tokens de reinicialização. No registro de captura d003root, o utilitário adiciona o registro ao arquivo CDEP sem tokens de reinicialização. 94 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
95 O exemplo usa as seguintes instruções de controle: ADD APPL IMSAPP1 IMS1 ADD RSTTKN d002long SEQUENCE 00000A036E A036BAA RESTART AAAAAAAA BA ADD RSTTKN d002root SEQUENCE 00000A036E A036BBBB RESTART AAAAAAAA BA ADD RSTTKN d003root ADD RSTTKN d008addr GENERATE Para extrações do ODBC, o utilitário armazena o aplicativo, os registros de captura associados e os tokens de reinicialização no arquivo CDEP. Se você usar PWXPC em vez de ODBC, deverá adicionar manualmente os registros de captura e os respectivos tokens de reinicialização ao arquivo do token de reinicialização especificado na conexão de aplicativo para as extrações. Exemplo 5. Adicionando um Aplicativo e Gerando Tokens de Reinicialização em uma Instância Remota Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL adiciona o aplicativo ORAAPP3 para a instância ORAINST1 remota. O utilitário também gera tokens de reinicialização no nível de aplicativo, que serão usados para o registro de origem oraemp2. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: ADD APPL ORAAPP3 ORAINST1 RSTTKN GENERATE ORACONN=OCONN ORAINST=OINST ORACOLL=OCOLL ADD RSTTKN oraemp2 END APPL ORAAPP3 Exemplo 6. Modificando Tokens de Reinicialização em um Aplicativo Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL modifica os tokens de reinicialização usados para o registro de captura d002long no aplicativo IMSAPP1. Os tokens de sequência e de reinicialização são especificados na instrução MOD RSTTKN e se aplicam somente ao registro. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: MOD APPL IMSAPP1 IMS1 MOD RSTTKN d002long SEQUENCE D D RESTART C4D6C3D CBD END APPL IMSAPP1 Exemplo 7. Modificando um Aplicativo e Adicionando um Registro Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL adiciona o registro de captura d003long com valores específicos de token de sequência e de reinicialização ao aplicativo existente IMSAPP1. O exemplo usa as seguintes instruções de controle: MOD APPL IMSAPP1 IMS1 ADD RSTTKN d003long SEQUENCE D D RESTART C4D6C3D CBD END APPL IMSAPP1 A instrução ADD RSTTKN adiciona o registro de captura e os tokens SEQUENCE e RESTART especificados ao arquivo CDEP, que é usado para extrações do ODBC. Se você usar PWXPC para extrair dados alterados, deverá adicionar manualmente o registro de captura e os tokens de sequência e de reinicialização ao arquivo do token de reinicialização especificado na conexão de aplicativo para a extração. Exemplos do Utilitário DTLUAPPL 95
96 Exemplo 8. Imprimindo Informações para um Aplicativo Neste exemplo, o utilitário DTLUAPPL imprime informações do arquivo CDEP para um aplicativo específico. O exemplo usa a seguinte instrução de controle: PRINT APPL {application_name} Nota: Você pode imprimir informações para mais de um aplicativo concatenando várias instruções PRINT APPL, cada com um nome de aplicativo específico, ou usando a palavra-chave ALL para todos os aplicativos. O utilitário produzirá o seguinte exemplo de saída se nenhuma extração for executadas para o aplicativo: Application name=<db2appl5> Rsttkn=<2> Ainseq=<0> Preconfig=<N> FirstTkn =<> LastTkn =<> CurrentTkn=<> Registration name=<db2v52c.1> tag=<db2dsn1db2v52c1> Sequence=< D D > Restart =<C4D6C3D CC > Registration name=<db2tst5c.1> tag=<db2dsn1db2tst5c1> Sequence=< D D > Restart =<C4D6C3D CC > Depois de uma extração for executada para o aplicativo, o utilitário gerará a seguinte saída, que inclui os valores FirstTkn e LastTkn: Application name=<db2appl1> Rsttkn=<1> Ainseq=<0> Preconfig=<N> FirstTkn =<C4D6C3D D > LastTkn =<C4D6C3D E > CurrentTkn=<> Registration name=<db2v52c.1> tag=<db2dsn1db2v52c1> Sequence=< > Restart=<4D6C3D C > A seguinte tabela descreve os campos na saída PRINT APPL: Campo Rsttkn Ainseq Preconfig FirstTkn LastTkn CurrentTkn Descrição Número de pares de RSTTKN que são gravados para o aplicativo. Somente para uso interno. Não usado. O token de reinicialização para a primeira execução bem-sucedida do aplicativo durante o uso de ODBC. O token de reinicialização para a última execução bem-sucedida do aplicativo durante o uso de ODBC. O token de reinicialização para a execução atual ativa ou a última execução com falha do aplicativo durante o uso de ODBC. Nota: Se você usar o ODBC, também poderá exibir os tokens de reinicialização que estão na saída impressa da caixa de diálogo Extrair Aplicativo do Navegador do PowerExchange. 96 Capítulo 7: DTLUAPPL - Utilitário de Token de Reinicialização
97 C A P Í T U L O 8 DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUCBRG, 97 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCBRG, 98 Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG, 98 Processamento de Página de Código DTLUCBRG, 109 Executando o Utilitário DTLUCBRG, 110 Notas de Uso do Utilitário DTLUCBRG, 113 Visão Geral do Utilitário DTLUCBRG Muitos clientes que usam a captura de dados alterados em ambientes de produção precisam registrar centenas de tabelas de captura. Usar o Navegador do PowerExchange para criar e gerenciar grandes números de registros não é prático. O utilitário DTLUCBRG permite que você crie e gerencie registros em massa. Esse utilitário pode executar as seguintes tarefas: Adiciona registros de captura e mapas de extração. O utilitário cria registros e mapas de extração em determinadas localizações do Ouvinte do PowerExchange para um conjunto de tabelas ou mapas de dados. Você pode usar uma máscara para limitar os registros criados. Modifica registros inativos ou ativos. Executa um teste de execução para relatar o escopo dos registros antes de criá-los. Para origens do Microsoft SQL Server, altera o status de vários registros em uma operação e também exclui e recria as publicações do SQL Server. Esse recurso é útil se você precisar redefinir o status de vários registros ou se precisar recriar os registros e regenerar publicações porque fez alterações de DDL em um grande número de tabelas. Nota: O DTLUCBRG cria todos os registros com uma versão de 1. O utilitário não pode definir o status de registro para histórico e, em seguida, cria uma versão subsequentes do registro. 97
98 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCBRG O DTLUCBRG está disponível nos seguintes sistemas operacionais: i5/os Linux UNIX Windows z/os Você pode criar registros em outras plataformas usando os Ouvintes do PowerExchange. Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG Esta seção descreve os parâmetros DTLUCBRG. Os parâmetros são fornecidos nas seguintes localizações: No i5/os, os parâmetros são definidos em um arquivo que você especificar na linha de comando. No Linux, UNIX e Windows, os parâmetros são definidos no arquivo dtlucbrg.txt. O diretório do qual você executa o DTLUCBRG deve incluir esse arquivo. No z/os, os parâmetros são definidos no SYSIN da JCL. 98 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
99 A tabela a seguir descreve os parâmetros DTLUCBRG: Parâmetro Padrão Descrição CONDTYPE - Especifique a opção de condensação para usar para os registros de captura. As opções são: - Completo. Essa opção está disponível se você usar o Condensador do PowerExchange em i5/os ou z/os. O PowerExchange acumula dados alterados em arquivos condensados de chave. Como as alterações mais recentes substituem as anteriores, essa opção de condensação não mantém a consistência transacional. Além disso, as seguintes limitações se aplicam: 1) Adabas e fontes de dados CDC baseado em log IDMS não são suportados. 2) no z/os, as fontes de dados devem ter colunas de chave. O comprimento total de todas as colunas de chave para uma origem não pode exceder 250 bytes. 3) no i5/os, tabelas de origem deve ter as chaves primárias ou arquivos DDS deveser definidas com uma chave exclusiva. - PART. Essa opção está disponível se você usar o Condensador do PowerExchange no i5/os ou z/os ou o Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX ou Windows. Alterações em UOWs confirmados com sucesso são gravadas em arquivos condensados ou arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange, em ordem cronológica baseada na hora de término do UOW. O PowerExchange grava todas as alterações para as colunas de interesse, não apenas as alterações mais recentes. Esse tipo de condensação mantém a consistência transacional. - NENHUMA Registros de captura não são elegíveis para o processamento de condensação total ou parcial. Para obter mais informações, consulte Guia do Usuário do Navegador do PowerExchange ou guias do CDC do PowerExchange. CRGNAME - Especifique um nome de registro de captura. Esse valor pode ter até 13 caracteres alfanuméricos e não pode começar com número. O PowerExchange usa esse valor como o nome de registro completo. Como o PowerExchange não anexa um número exclusivo, como no caso do CRGPREFIX, é possível usar CRGNAME para substituir registros perdidos ou danificados ou para gerar registros em seus nomes originais. Não usar CRGNAME em qualquer uma das seguintes circunstâncias: - O parâmetro TABLE especifica uma máscara que contém o caractere curinga asterisco (*). Para usar CRGNAME, o nome da tabela deve ser explícita especificada da mesma maneira como ao registrar a tabela. - O parâmetro REUSECRGNAME está definido como Y. - O parâmetro CRGPREFIX foi especificado. Você deve especificar o CRGPREFIX ou CRGNAME, mas não especificar ambos. Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG 99
100 Parâmetro Padrão Descrição CRGPREFIX - Especifique um prefixo de um a quatro caracteres. O PowerExchange anexa um número sequencial de 4 dígitos para esse valor para formar cada nome de registro. Como um número sequencial é anexado, cada nome de registro é exclusivo. Para substituir um registro sob o nome anterior, você deve usar o parâmetro CRGNAME, em vez do parâmetro CRGPREFIX. O nome de registro pode ter qualquer um dos seguintes formatos: xnnnn xxnnnn xxxnnnn xxxxnnnn Onde: - x. O valor atribuído por CRGPREFIX. Os caracteres permitidos para o primeiro x vão de a a z. Os caracteres subsequentes permitidos vão de a a z e de 0 a 9. - nnnn. Um número sequencial que começa com Se o nome da tabela contiver caracteres não permitidos, uma mensagem de erro será gerada, informando ao usuário que a tabela será ignorada, mas o processamento continua. Nenhum registro é gerado para o nome da tabela mostrado na mensagem. Você deve especificar o CRGPREFIX ou CRGNAME, mas não especificar ambos. DBTYPE - Especifica o mnemônico com três caracteres para o tipo de fonte de dados: - ADA. Adabas. - AS4. DB2 para i5/os. - DB2. DB2 para z/os. - DCM. Datacom. - IDL. IDMS baseado em log. - IMS. IMS. - MSS. Microsoft SQL Server. - ORA. Oracle. - UDB. DB2 para Linux, UNIX e Windows. - VSM. VSAM. Nota: Use o DB2 somente para DB2 no z/os. Use AS4 ou UDB para DB2 em outras plataformas. EPWD - Determina uma senha criptografada para o ID de usuário especificado. Se o utilitário acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. Você pode criar uma senha ou código de acesso criptografado no Navegador do PowerExchange selecionando Arquivo > Criptografar Senha. Use EPWD em vez de PWD se não tiver permissão para armazenar senhas em um formato legível. 100 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
101 Parâmetro Padrão Descrição INSTANCE - Especifica a instância de origem para seus registros. O tipo de valor depende do tipo de fonte de dados especificado no parâmetro DBTYPE. Com base na opção DBTYPE, digite um dos seguintes valores: - Para ADA, digite um nome do Adabas Nucleus. - Para AS4, digite um DB2 para valor da instância i5/os que corresponda ao valor de parâmetro INST na instrução AS4J CAPI CONNECTION no membro DBMOVER do arquivo dtllib/cfg. Se você usar o Condensador do PowerExchange, esse valor da instância também deve corresponder ao valor do parâmetro DBID no membro CAPTPARM. - Para DB2, digite um ID do subsistema do DB2 (SSID). - Para DCM, digite um nome Datacom Multi-User Facility (MUF). - Para IDL, digite um CDC baseado em log IDMS valor da instância que corresponde ao parâmetro registration_logsid na instrução LOGSID no membro de configuração DBMOVER. - Para IMS, digite um ID de subsistema IMS que corresponde ao valor de parâmetro ims_ssid na instrução IMSID no membro de configuração DBMOVER. - Para MSS, você pode digitar um identificador de instância exclusivo definido pelo usuário para a combinação de servidor de banco de dados e de nome do banco de dados do SQL Server definida nos parâmetros MSSOPTS DBSERVER e DBNAME. O tamanho máximo é de sete caracteres. Este identificador de instância é incorporado aos nomes dos mapas de extração criados pelo utilitário. Se você usar o Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows, certifique-se de que o identificador de instância corresponda ao valor do parâmetro DBID no arquivo de configuração do Agente de Log. Se você não inserir esse valor de instância, o PowerExchange gerará um identificador de instância composto de toda a ou parte da publicação, do nome do banco de dados, seguido por um número de três dígitos se um número for necessário para tornar o identificador exclusivo. Esse parâmetro INSTANCE é útil em cenários de migração. Se você precisar implantar a captura de alterações de um ambiente para outro, como do teste para a produção, e você não definir um identificador de instância, o PowerExchange usará o identificador de instância gerado no novo ambiente. O identificador de instância gerado pode ser diferente daquele no ambiente de origem original. Para evitar a necessidade de atualizar os nomes do mapa de extração em fluxos de trabalho do PowerCenter e editar o valor do parâmetro DBID para o Agente de Log do PowerExchange, insira um identificador de instância no parâmetro INSTANCE que corresponde ao identificador de instância no ambiente original ao criar registros para o novo ambiente. Sugestão: Nesse cenário de migração, certifique-se de que os arquivos de configuração dbmover.cfg no ambiente original e no novo ambiente especifiquem caminhos exclusivos nas instruções CAP_PATH e CAPT_XTRA. - Para ORA, digite o ID de coleta definida pelo usuário para a instância Oracle que corresponde ao parâmetro collection_id na instrução ORACLEID no membro de configuração DBMOVER do PowerExchange. - Para UDB, digite o DB2 para nome do banco de dados Linux, UNIX e Windows. - Para VSM, digite um identificador de coleta do VSAM. Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG 101
102 Parâmetro Padrão Descrição LOCATION - Obrigatório. Especifica um nome de nó que aponta para a localização do Ouvinte do PowerExchange que gerencia os registros de captura e os mapas de extração. Se os registros, os mapas de dados e a fonte de dados residirem no mesmo sistema, você poderá especificar LOCATION=LOCAL. Nesse caso, não defina outros parâmetros LOCATION_xxx. Aviso: Não especifique LOCATION=LOCAL se você adicionar ou modificar os registros de captura VSAM, IMS síncrono ou DB2 para z/os. Caso contrário, o Agente do PowerExchange falhará ao detectar os registros novos ou atualizados, e o ECCR não poderá recuperar as alterações de registro durante uma operação de reinicialização ou de atualização. Em vez disso, especifique o valor LOCATION do Ouvinte do PowerExchange que gerencia os registros e está conectado ao Agente do PowerExchange. Em seguida, as informações de registro atualizadas estarão disponíveis para o processamento do ECCR. LOCATION_CRG LOCATION_DM LOCATION_XDM NOTIFYCHANGES Valor de LOCATION Valor de LOCATION Valor de LOCATION Y para fontes de dados suportadas Especifique a localização do arquivo de registro (CCT). Especifique a localização do arquivo DATAMAP. Especifique a localização dos mapas de extração. Disponível para origens DB2 e Oracle. Se NOTIFYCHANGES=Y, qualquer mudança no esquema para a tabela faz com que o CDC do PowerExchange falhe e registre uma mensagem de erro. Para uma origem DB2 para z/os, o ECCR do DB2 termina de forma anormal depois de ler o primeiro registro de mudança para a tabela depois da mudança do esquema. Para uma origem Oracle, o CDC do Oracle falha e registra uma mensagem de erro nas seguintes situações: - Se um registro de mudança para uma tabela registrada para captura contiver uma coluna que você não registrou para captura - Se um registro de mudança não contiver uma coluna que você registrou para captura Para o CDC do Oracle, se uma definição para uma tabela for alterada de forma compatível com o registro de captura do PowerExchange, o CDC do Oracle continuará a capturar mudanças para essa tabela. Por exemplo, se o tamanho de uma coluna de caracteres diminuir, mas o registro de captura não refletir essa mudança, o CDC do Oracle continuará a capturar mudanças para a tabela. De modo inverso, se o tipo de dados de uma coluna for alterado de numérico para caractere sem uma mudança no registro de captura, o CDC do Oracle continuará a capturar mudanças para a tabela até encontrar o primeiro registro de mudança que contém dados não numéricos para a coluna. Quando o CDC do Oracle encontra um registro de mudança contendo dados não numéricos para a coluna, ele falha e registra uma mensagem de erro. Para fontes de dados diferentes de DB2 e Oracle, esse parâmetro será ignorado e assume o padrão N. 102 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
103 Parâmetro Padrão Descrição OUTPUT No z/os SYSPRINT, no Win STDOUT Especifique a localização e o nome do arquivo de relatório do DTLUCBRG. No Windows, o formato é: OUTPUT=c:\pwx\outfile.txt Se o caminho incluir nomes com espaços, coloque o caminho entre aspas. No z/os, o relatório é direcionado à saída SYSPRINT DD. PWD - Especifica uma senha com texto não criptografado para o ID de usuário especificado. Para acessar um local no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) ou símbolos monetários. Se um código de acesso contiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. Não especifique também EPWD. REPLACE N Indica se os registros inativos existentes devem ser substituídos. As opções são: - Y. Substitua os registros inativos que correspondem à máscara especificada no parâmetro de tabela. - N. Não substitua os registros existentes. Adicione registros para tabelas que correspondem à máscara e que ainda não existem. REPLACEACTIVE N Indica se os registros ativos existentes devem ser substituídos. As opções são: - Y. Substitua os registros ativos que correspondem à máscara especificada no parâmetro TABLE. Para que ocorra essa sunstituição, o parâmetro REPLACE também deve ser definido como Y. - N. Não substitua os registros ativos. Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG 103
104 Parâmetro Padrão Descrição REUSECRGNAME N Especifique uma das opções a seguir: - Y. Para registros existentes, manter o nome atual. - N. Renomeie os registros existentes usando o CRGPREFIX e o formato de número sequencial. RPTCOLS Y Especifique uma das opções a seguir: - N. Reporte somente os nomes de tabela que foram registrados durante a execução. - Y. Reporte nos nomes de tabelas e colunas que foram registrados durante a execução. STATUS - Especifique uma das opções a seguir: - A. Crie registros em um estado ativo. - I. Crie registros em um estado inativo. Você precisará ativar os registros para torná-los elegíveis para captura de alterações. Para origens do Microsoft SQL Server, se você especificar UPDATESTATUS=Y no parâmetro MSSOPTS, esse parâmetro STATUS redefinirá o status de todos os registros que correspondem aos critérios de filtro especificados. TABLE - Especifique uma máscara que restringe os registros a serem criados. Para tabelas relacionais, essa máscara é especificada no seguinte formato: OWNER.TABLE Se a fonte de dados não for relacional, esse mapa se relacionará à estrutura de mapa de dados e é especificado no seguinte formato: SCHEMA.MAPNAME Você pode usar um caractere curinga asterisco (*) em qualquer parte do nome para especificar um grupo de tabelas, por exemplo: OWNAB.T* Nesse caso, todas as tabelas que têm o proprietário e um esquema que começa com a letra "T" serão registradas para captura de alterações. Para IMS, você também pode especificar um terceiro parâmetro para um nome de tabela. Use esse parâmetro quando várias tabelas são definidas em um mapa de dados, mas não todas as tabelas precisam ser registradas. Você pode incluir o caractere curinga asterisco (*) para criar um nome de máscara de tabela. Use o seguinte formato para esse parâmetro: SCHEMA.MAPNAME.TABLENAME Para fontes de dados não relacionais diferentes do IMS, o mesmo tipo de máscara está disponível para refinar a seleção, mas o formato é um pouco diferente: SCHEMA.MAPNAME_TABLENAME 104 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
105 Parâmetro Padrão Descrição TESTRUN Y Especifique uma das opções a seguir: - Y. Execute o utilitário e reportar os registros a serem atualizados ou adicionados. Nenhum registro será afetado por essa execução. - N. Execute o utilitário e adicionar/atualizar os registros. UID - Especifica um ID de usuário que permite acessar a origem. O requisito desse parâmetro depende das fontes de dados que estão sendo registradas e do valor da instrução SECURITY no arquivo de configuração DBMOVER do PowerExchange. Para uma origem em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange e, se aplicável, desativado a autenticação de passagem relacional, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Se você especificar um ID de usuário, especifique também um valor PWD ou EPWD, mas não ambos. Nota: Não é necessário especificar parâmetros que tenham valores padrão. Especificando Vários Conjuntos de Parâmetros no Utilitário DTLUCBRG Vários conjuntos de parâmetros podem ser colocados no mesmo arquivo de parâmetros. Esses conjuntos devem ser separados com ; posicionado em uma nova linha entre os conjuntos de parâmetros. Por exemplo, no Linux, UNIX ou Windows, você poderia incluir as seguintes linhas: DBTYPE DB2 TABLE DTL* OUTPUT=c:\dtlucdb2.txt etc.... ; DBTYPE DB2 TABLE PWX* OUTPUT=c:\dtlucdb2_1.txt etc.... Nota: Para ver a saída de cada conjunto de parâmetros no Linux, UNIX ou Windows, defina um arquivo diferente para OUTPUT=. No z/os, você não pode especificar vários arquivos de saída. Cada conjunto de parâmetros é anexado à saída SYSPRINT DD. Parâmetros Específicos da Fonte do Utilitário DTLUCBRG Para Adabas, IMS, Microsoft SQL Server e origens de dados do Oracle, o utilitário DTLCUBRG requer informações adicionais para atualizar os registros. Você fornece essas informações nos parâmetros específicos da fonte. Esses parâmetros têm nomes que começam com o valor DBTYPE e terminam com um sufixo OPTS. Cada um tem um ou mais subparâmetros. Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG 105
106 A tabela a seguir descreve os parâmetros específicos de fonte: Parâmetro Subparâmetro Padrão Obrigatório? Descrição ADAOPTS FileNo Nenhuma Sim Número do Arquivo do Adabas ADAOPTS DBID Nenhuma Sim Adabas DBID IMSOPTS TYPE SYN Não Determina se o processamento de captura é para um ambiente do CDC síncrono do IMS ou baseado em log. Os valores válidos são SYN ou LOG. IMSOPTS DBDNAME Do Mapa de Dados Não Nome do banco de dados do DBD. IMSOPTS IMSID Nenhuma Não ID do subsistema do IMS que corresponde ao valor na instrução IMSID no membro DBMOVER de RUNLIB. IMSOPTS PRIMDSN Nenhuma Não Nome do conjunto de dados primário. MSSOPTS DBSERVER Nenhuma Sim Nome do servidor de banco de dados. MSSOPTS DBNAME De Mapa de Dados Sim Nome do banco de dados que contém as tabelas cujas alterações são capturadas. 106 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
107 Parâmetro Subparâmetro Padrão Obrigatório? Descrição MSSOPTS UPDATESTATUS N Não Para origens do Microsoft SQL Server, indica se o utilitário pode alterar o status de vários registros em uma operação e excluir e recriar as publicações associadas. Use esse parâmetro quando precisar alternar o status de vários registros de uma só vez ou quando precisar fazer alterações de DDL a várias tabelas de origem e não quiser recriar manualmente os registros e regenerar as publicações. Se você especificar UPDATESTATUS=Y, o utilitário executa as seguintes ações, dependendo da configuração STATUS: - Se STATUS for definido como I, os registros ativos que você selecionar são definidos como inativos e as publicações associadas são excluídas. - Se STATUS for definido como A, os registros inativos que você selecionar são definidos como ativos e as publicações associadas são automaticamente reformuladas com base nos registros existentes. Você pode filtrar os registros para o utilitário processar especificando os parâmetros CONDTYPE, TABLE, e CRGNAME ou CRGPREFIX. ORAOPTS DDLFILE dtlucbrg_ora.sql Não O nome do arquivo que armazena ALTER DDL para grupos de log complementar. Esse parâmetro pode incluir um caminho completo e o nome de arquivo, como c:\sql \oraopts.sql. Se o valor inclui espaços, não use aspas para delimitar o caminho e nome de arquivo. Se você definir DDLFILE =, o utilitário usa o nome de arquivo padrão e o diretório padrão. Para usar outro nome de arquivo, especifique o caminho completo e o nome do arquivo. Se você especificar apenas um caminho, o utilitário retornará um erro. Tópicos Relacionados: Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG na página 98 Parâmetro ADAOPTS - Adabas A sintaxe do parâmetro ADAOPTS é: ADAOPTS=(FileNo=<file number>,dbid=<dbid>) Parâmetros do Utilitário DTLUCBRG 107
108 Se o ADAOPTS for especificado para qualquer DBTYPE diferente do Adabas, o resultado será uma mensagem de erro. Parâmetro IMSOPTS - IMS A sintaxe do parâmetro IMSOPTS é: IMSOPTS=(TYPE=<type>,DBDNAME=<name>,IMSID=<name>, PRIMDSN=<dsname>) Se o IMSOPTS for especificado para qualquer DBTYPE diferente do IMS, o resultado será uma mensagem de erro. Parâmetro MSSOPTS - Microsoft SQL Server Use a sintaxe a seguir para o parâmetro MSSOPTS: MSSOPTS=(DBSERVER=server_name,DBNAME=database_name,[UPDATESTATUS={Y N}]) Se o MSSOPTS for especificado para um DBTYPE diferente do MSS, o utilitário DTLUCBRG emite uma mensagem de erro. Parâmetro ORAOPTS - Oracle A sintaxe do parâmetro ORAOPTS é: ORAOPTS=(DDLFILE=<filename>) DDLFILE é um subparâmetro obrigatório do ORAOPTS. Para acessar o código do nome do arquivo e o caminho padrão: ORAOPTS=(DDLFILE=) A DDL criada pela execução deve ser executada manualmente para criar os grupos de logs complementares exigidos para captura do PowerExchange Oracle. Tópicos Relacionados: Parâmetros Específicos da Fonte do Utilitário DTLUCBRG na página 105 Exemplo de Entrada para o Utilitário DTLUCBRG O seguinte exemplo de entrada registra todas as tabelas do DB2 no subsistema DSN1 que têm um nome de proprietário que começa com os caracteres "DTL": DBTYPE DB2 TABLE DTL* CONDTYPE NONE INSTANCE DSN1 LOCATION MP3000 LOCATION_CRG MP3000 LOCATION_DM MP3000 LOCATION_XDM MP3000 CRGPREFIX DB2 TESTRUN N STATUS A UID dtlusr PWD dtlusr OUTPUT=c:\dtlucdb2.txt REPLACE Y REPLACEACTIVE Y RPTCOLS N O parâmetro TABLE funciona com os parâmetros REPLACE e REPLACEACTIVE para indicar que todos os registros ativos ou inativos que correspondem à máscara TABLE serão substituídos. 108 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
109 A configuração CONDTYPE de NONE indica que os dados não estarão disponíveis para o processamento do Condensador do PowerExchange ou do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows. Para obter informações sobre o Condensador do PowerExchange ou o Agente de Log do PowerExchange, consulte o guia do PowerExchange CDC para seu sistema operacional. O parâmetro INSTANCE especifica o nome do subsistema do DB2. Os parâmetros LOCATION e LOCATION_xxx indicam que o sistema MP3000 conterá os dados de destino e os arquivos de registro, de mapa de dados e de mapa de extração. Verifique se cada valor de parâmetro LOCATION mapeia para uma instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Os parâmetros STATUS e CRGPREFIX indicam que os registros serão criados com um status de Ativo e o prefixo "DB2". A configuração do parâmetro RPTCOLS de NO não indica que a saída do relatório DTLUCBRG mostrará apenas os nomes de tabela, sem informações de coluna. O parâmetro OUTPUT indica que o relatório de saída será gravado no arquivo dtlucdb2.txt. Tópicos Relacionados: Utilitário DTLUCBRG com Descrição do Relatório RPTCOLS=N na página 111 Utilitário DTLUCBRG com Descrição do Relatório RPTCOLS=Y na página 112 Processamento de Página de Código DTLUCBRG O DTLUCBRG ignora a instrução CODEPAGE do arquivo de configuração DBMOVER e, em vez disso, usa a página de código que é usada para armazenar os metadados de dados de mapas de registros e captura, como a seguir: IBM037 no i5/os IBM1047 no z/os UTF8 no Linux, UNIX ou Windows Sempre que a instrução DBMOVER CODEPAGE é substituída, o PowerExchange emite a seguinte mensagem: Changed client code pages to name (internal_code_page_number) No i5/os e z/os, o PowerExchange oferece suporte a nomes de tabelas e colunas com caracteres que estão presentes nas páginas de código IBM1037 e IBM1047, respectivamente. Caracteres acentuados que não estão em páginas de código não são suportados. No Linux, UNIX e Windows, todos os caracteres são suportados. Quando o Ouvinte do PowerExchange recupera dados, a conversão de página de códigos de SQL e os dados é executada automaticamente. Por exemplo, um Ouvinte do PowerExchange no z/os pode precisar usar uma determinada página de código do SQL para atender aos requisitos de um subsistema do DB2. O SQL é convertido para a página de códigos necessária e é recebido pelo Ouvinte pronto para ser usado pelo DB2. Dados da coluna é descrita de acordo com os CCSIDs do DB2 e envia de volta para DTLUCBRG, que converte para a página de código de metadados necessária. Processamento de Página de Código DTLUCBRG 109
110 Processamento de página de código para os registros do DB2 no modo local no z/os Devido a um Ouvinte do PowerExchange que não está envolvido, o processamento de registros do DB2 no modo local no z/os não ativa a conversão de página de código do SQL automático. Nesse caso, o DTLUCBRG executa a conversão de página de código necessária e emite a seguinte mensagem: Using codepage code_page_name (code_page_number for table names in DB2 subsystem subsystem. Observe que porque o DTLUCBRG usa o pool de conexões ao usar um Ouvinte do PowerExchange, o desempenho é apenas um pouco mais lento que a execução local. Executando o Utilitário DTLUCBRG É altamente recomendável que o utilitário seja executado com TESTRUN=Y inicialmente para avaliar o escopo das alterações e adições ao registro resultantes de uma determinada execução. Depois de ver as alterações reportadas pela execução TESTRUN=Y, altere TESTRUN para N e execute para ver as alterações se tornarem efetivas. Executando o Utilitário DTLURDMO no i5/os No i5/os, execute o utilitário inserindo o seguinte comando: call dtlucbrg parm('cs=filepath1/filepath2(myparmfile)') Onde myparmfile contém o DTLUCBRG instruções de controle. Executando o Utilitário DTLUCBRG no Linux, UNIX e Windows Os parâmetros de entrada devem ser definidos no arquivo dtlucbrg.txt por padrão. Se os parâmetros forem codificados nesse arquivo, execute o utilitário digitando DTLUCBRG na linha de comando. Os parâmetros podem ser especificados em um arquivo de outro nome. O relatório será gravado no local especificado no parâmetro OUTPUT. Sintaxe do Utilitário DTLUCBRG no Linux e UNIX No Linux e UNIX, execute o utilitário inserindo DTLUCBRG na linha de comando da seguinte forma: dtlucbrg CS=/MyParms/PWX/ucbrgtest.txt Sintaxe do Utilitário DTLUCBRG no Windows No Windows, para executar com um caminho e nome de arquivo especificados, use a seguinte sintaxe: c:\>dtlucbrg CS=C:\MyParms\PWX\ucbrgtest.txt Se o caminho ou o nome do arquivo contiver espaços em branco, use a seguinte sintaxe: c:\>dtlucbrg CS="C:\MyParms\PWX\In Quotes for Embedded Blanks.txt" 110 Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
111 Executando o Utilitário DTLUCBRG no z/os A JCL a seguir oferece exemplos de instruções para uso durante a execução desse utilitário no z/os. //DTLUSRRG JOB 'DTLSETFL',MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID, // CLASS=A,REGION=64M //******************************************************************** //* * //* RUN BATCH REGISTRATION UTILITY * //* * //******************************************************************** //INCS1 INCLUDE MEMBER=GENBULK //*** //RUN EXEC PGM=DTLUCBRG /* /* //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB // DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOAD // DD DISP=SHR,DSN=&SCERUN // DD DISP=SHR,DSN=&DB2LOAD // DD DISP=SHR,DSN=&DB2EXIT //* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //*** //SYSIN DD * DBTYPE DB2 TABLE DTLUSR.DTL* CONDTYPE NONE INSTANCE DSN1 LOCATION node1 LOCATION_CRG node1 LOCATION_DM node1 LOCATION_XDM node1 CRGPREFIX DB2 TESTRUN N STATUS A UID <logonid> PWD xxxxxx REPLACE Y REPLACEACTIVE Y RPTCOLS N /* //* - other parms //* EPWD //* REUSECRGNAME //* //* CDC Datasets - need to be open if CDC to be used //* //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(LICENSE) //DTLSGN DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(SIGNON) //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //CEEDUMP DD SYSOUT=* Utilitário DTLUCBRG com Descrição do Relatório RPTCOLS=N O exemplo de relatório a seguir está no nível de tabela sem coluna de detalhes (RPTCOLS=N). O cabeçalho contém o valor TESTRUN e isso deverá ser verificado para garantir a execução do utilitário no modo esperado. Após o cabeçalho, os valores do arquivo de parâmetro de entrada são repetidos no relatório :07:16 DTLUCBRG REGISTRATION REPORT (TESTRUN=N) CONDTYPE = <None> CRGPREFIX = <DB2> DBTYPE = <DB2> Executando o Utilitário DTLUCBRG 111
112 INSTANCE = <DSN1> LOCATION = <MP3000> LOCATION_CRG = <MP3000> LOCATION_DM = <MP3000> LOCATION_XDM = <DB3000> OUTPUT = <c:\dtlucdb2.txt> REPLACE = <Y> REPLACEACTIVE= <Y> REUSECRGNAME = <N> RPTCOLS = <N> STATUS = <A> TABLE = <DTL*> IMSOPTS: Not relevant for this run ORAOPTS: Not relevant for this run MSSOPTS: Not relevant for this run ADAOPTS: Not relevant for this run RegName Old Table-name Old Old Vers RegName Cond Status >1 ========================================================================= db20008 db2captc DTLUSR.DTLRESTART Part A - db20009 db20001 DTLUSR.DTLSTATUS None A - db20010 db20002 DTLUSR.DTLTST4 None A - db20011 db20003 DTLUSR.DTLTST5 None A - db20012 db20004 DTLUSR.DTLTST6 None A - db20013 db20005 DTLUSR.DTLTST8 None A - db20014 db20006 DTLUSR.DTLTST9 None A - ========================================================================= Summary of registrations created with status ACTIVE and condense type NONE No of registrations created = 0 No of registrations updated = 7 No of existing registrations not matching update parameters: = :08:13 END OF DTLUCBRG REGISTRATION REPORT A tabela a seguir descreve o conteúdo no relatório de amostra: Campo do Relatório Nome do Registro Nome do Registro Antigo Nome da Tabela Tipo de Condensação Antigo Status Antigo Descrição O nome do novo registro. O nome do registro antigo onde estes foram substituídos por novos nomes (determinado pela definição REUSECRGNAME=N). A tabela que está sendo registrada para captura. Onde um registro está sendo substituído, o valor da opção de condensação antigo. Onde um registro está sendo substituído, o valor do status antigo. Utilitário DTLUCBRG com Descrição do Relatório RPTCOLS=Y O exemplo a seguir mostra as informações adicionais geradas quando você executa o utilitário DTLUCBRG com RPTCOLS definido como Y: db20030 db20023 DTLUSR.DTLSTATUS None A - -Column Name Type-----Precision--Scale--Nulls-Key TABLE_NAME VARCHAR N Y STATUS CHAR 20 0 N N STATUS_REASON CHAR 20 0 N N APPLY_SEQUENCE VARCHAR Y N RESTART_POINT VARCHAR Y N Capítulo 8: DTLUCBRG - Utilitário de Registro em Lotes
113 A tabela a seguir descreve os campos no formato de relatório estendido: Campo Nome da Coluna Tipo Precisão Escala Nulos Chave Descrição Nome da coluna Tipo, como CHAR, VARCHAR, e assim por diante Tamanho da coluna Casas decimais Nulos, S/N Coluna de chave, S/N As informações da coluna são exibidas imediatamente após as informações relativas do registro de tabela. Nota: Os nomes de tabela e de coluna poderão ser truncados no relatório. Notas de Uso do Utilitário DTLUCBRG Ao executar o utilitário DTLUCBRG, você poderá receber mensagens de erro que não interrompem a criação de registros, mas podem indicar que eles não podem ser usados. Por exemplo, você poderá receber a seguinte mensagem de erro: PWX Oracle ID xxxx not found in configuration Para evitar a criação de registros não utilizáveis, inclua a seguinte linha na entrada para o utilitário: TESTRUN Y Além disso, execute o utilitário com pequenos volumes de registros. Se o utilitário gerar quaisquer mensagens de erro, faça as correções necessárias e execute o utilitário novamente. Continuar dessa forma até que o utilitário não gere mensagens de erro. Especificamente, é importante eliminar as mensagens de erro resultantes da pesquisa de registros existentes, já que esses erros podem resultar na criação de registros não utilizáveis, mesmo se nenhuma entrada for encontrada. Depois que você conseguir realizar uma execução de teste sem erros em um número limitado de registros, tente executar um teste com o conjunto completo de registros que você planeja criar. Após essa execução ser concluída sem erros, você pode especificar TESTRUN N na entrada para o utilitário. Notas de Uso do Utilitário DTLUCBRG 113
114 C A P Í T U L O 9 DTLUCDEP - Utilitário de Manutenção CDEP Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUCDEP, 114 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCDEP, 115 Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP, 115 Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP, 115 Executando o Utilitário DTLUCDEP no i5/os, 117 Executando o Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows, 117 Executando o Utilitário DTLUCDEP no z/os, 117 Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no i5/os, 119 Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows, 120 Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no z/os, 120 Visão Geral do Utilitário DTLUCDEP Ao executar os processos de captura de alterações do PowerExchange, pode ser necessário excluir aplicativos e extrações obsoletos e desnecessários do arquivo Controle do Processo de Extração de Captura (CDEP) do PowerExchange. Use o utilitário DTLUCDEP para modificar ou imprimir o conteúdo do arquivo CDEP. Esse arquivo contém informações sobre os processos de extração de captura de alterações que foram executados, bem como cronometragens e entrada de dados. O arquivo CDEP é gravado ou lido pelo processo de extração para estabelecer o ponto de início de uma extração. Aviso: É extremamente importante que esse utilitário seja usado de forma correta, já que qualquer modificação feita no arquivo CDEP é irreversível. Isso pode significar que os pontos de início dos processos de captura de alterações podem ser perdidos. É recomendável fazer uma cópia de backup do arquivo CDEP antes da execução do utilitário DTLUCDEP. 114
115 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCDEP O utilitário DTLUCDEP pode ser executado nos seguintes sistemas operacionais: i5/os UNIX e Linux Windows z/os Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP Use a seguinte sintaxe para as instruções de controle do utilitário DTLUCDEP: [USER user_id {pwd password EPWD epassword}] {PRINT MODIFY} APPL {appname ALL} days Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário DTLUCDEP Use o arquivo de definição DTLUCDEP para controlar se o utilitário DTLUCDEP deve imprimir ou modificar as informações no CDEP de um aplicativo. É possível filtrar a saída do utilitário resultante com base no número de dias. O utilitário tem os seguintes parâmetros: USER user_id Se a verificação de segurança estiver ativada, um ID de usuário do sistema operacional. Para um aplicativo em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. {PWD password EPWD encrypted_password} Uma senha simples ou criptografada do usuário especificado. PWD. Uma senha do usuário especificado. Para acessar o i5/os ou o z/os, você pode inserir um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: - Letras em maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLUCDEP 115
116 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) ou símbolos monetários. Se um código de acesso tiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. EPWD. Uma senha criptografada para o usuário especificado. Para acessar o i5/os ou o z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que contenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos monetários. {PRINT MODIFY} APPL appname days Especifique uma das seguintes palavras-chave: PRINT. Imprime os detalhes do CDEP referentes ao aplicativo especificado. MODIFY. Remove os detalhes referentes ao aplicativo especificado do arquivo CDEP com base no parâmetro de dias. Defina como APPL. Nome do aplicativo que você deseja imprimir ou modificar. Para especificar todos os aplicativos, digite ALL. Para especificar vários aplicativos com o mesmo padrão de nome, inclua o caractere curinga de asterisco (*); por exemplo, LULU*. O número de dias de informações processadas pelo comando. Por exemplo, a instrução a seguir remove todos os detalhes de progresso do aplicativo LULU01 que tenham mais de 21 dias: modify appl LULU01 21 A instrução a seguir imprime todos os detalhes do progresso do aplicativo LULU01 dos últimos 21 dias: print appl LULU01 21 Para remover todos os detalhes de um determinado aplicativo, use 0 force. Por exemplo: modify appl LULU01 0 force Se o parâmetro de dias não for especificado, o utilitário imprimirá os detalhes do progresso dos últimos sete dias e removerá (modificará) os detalhes anteriores a 40 dias. 116 Capítulo 9: DTLUCDEP - Utilitário de Manutenção CDEP
117 Exemplos de Definições do CDEP Seguem-se exemplos de definições e significados do CDEP: A instrução a seguir imprime os detalhes do progresso de todos os aplicativos no arquivo CDEP relativos aos 256 dias anteriores: print appl ALL 256 A instrução a seguir remove todos os detalhes do progresso do aplicativo LULU03 anteriores aos últimos 14 dias: modify appl LULU03 14 A instrução a seguir remove todos os detalhes do aplicativo LULU06: modify appl LULU06 0 force Executando o Utilitário DTLUCDEP no i5/os Para executar o utilitário DTLUCDEP no i5/os: 1. Verifique as definições no arquivo de definição CFG(DTLUCDEP). 2. Informe o seguinte comando: SBMJOB CMD(CALL PGM(DTLLIB/DTLUCDEP)PARM('CS=DATALIB/CFG(DTLUCDEP)')) JOB(MYJOB) JOBD(DATALIB/DTLLIST) PRTDEV(*JOBD) OUTQ(*JOBD) CURLIB(*CRTDFT) INLLIBL(*JOBD) Executando o Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows Para executar o utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows: 1. Verifique as definições no arquivo de definição dtlucdep.txt. 2. Informe o seguinte comando: DTLUCDEP Executando o Utilitário DTLUCDEP no z/os O PowerExchange oferece uma amostra da JCL do utilitário DTLUCDEP no membro DTLUCDEP da biblioteca RUNLIB. Para executar o utilitário DTLUCDEP no z/os: 1. As seguintes instruções da JCL são necessárias para executar o utilitário. Especifique as definições de DTLUCDEP em fluxo, conforme a seguir, ou em um PDS referenciado usando a instrução DD. //jobname JOB //STEP1 EXEC PGM=DTLUCDEP //* Executando o Utilitário DTLUCDEP no i5/os 117
118 //* or EXEC PGM=DTLUCDEP,PARM=('CS=DD:DTLUCDEP') //* which uses the specified DD instead of sysin //* //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB // DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOAD // DD DISP=SHR,DSN=&SCERUN //DTLCACDE DD DSN=&HLQVS..CDEP, // DISP=(SHR) //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG, // DISP=(SHR) //DTLCFG DD DSN=&RUNLIB(DBMOVER), // DISP=(SHR) //DTLKEY DD DSN=&RUNLIB(LICENSE), // DISP=(SHR) //DTLSGN DD DSN=&RUNLIB(SIGNON), // DISP=(SHR) //DTLLOG DD SYSOUT=* //DTLLOG01 DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* // //SYSIN DD * user DTLUSR epwd A3164A FDC print appl testapp /* As instruções da JCL são: JOB Inicia o trabalho. EXEC PGM=DTLUCDEP Chama o utilitário. STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. DTLCACDE DD Define o arquivo CDEP. DTLMSG DD Define o arquivo de mensagem do PowerExchange. DTLCFG DD Define o arquivo de configuração DBMOVER. DTLKEY DD Define o arquivo de chave de licença. DTLSGN DD Define o arquivo de conexão seletiva. DTLLOG DD Define o arquivo de log de mensagem do PowerExchange. O PowerExchange grava as mensagens nesse arquivo de log até que a subtarefa de log alternativo seja inicializada. DTLLOG01 DD Se você habilitar o log alternativo, ele define o arquivo de log alternativo de mensagens do PowerExchange. 118 Capítulo 9: DTLUCDEP - Utilitário de Manutenção CDEP
119 SYSOUT DD Define o destino da saída impressa. SYSPRINT DD Define o local de impressão do relatório. 2. Verifique as definições na JCL. 3. Submeta o trabalho DTLUCDEP. Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no i5/os A saída a seguir é um exemplo dos resultados do utilitário DTLUCDEP: 03/11/04 10:01:22 POWEREXCHANGE/CFG(DTLUCDEP) CARDS =============================================================================== user XXXXXX pswd 889B042B53F132B7 print appl ALL 60 Print of requested All Applications since 03/09/05 10:01:22 =============================================================================== Print of testdota : All Applications Application name=<testdota> AS4 Rsttkn=<1> Ainseq=<0> First run started =<03/06/13 16:26:19> ended <03/06/13 17:06:08> sequence =<2A102FE20A F22A102FE20A F1> restart =<D9D6C4E3C5E2E3F32A102FE20A F0> Last run started =<03/06/13 16:26:19> ended <03/06/13 17:06:08> sequence =<2A102FE20A F22A102FE20A restart F1> =<D9D6C4E3C5E2E3F32A102FE20A F0> Current run started =<> ended <> sequence =< > restart =< > Tokens supplied by the token utility Registration name=<dot1.1> tag=<as4rodtest3dot11> sequence restart =<2A2F96A18FC F02A2F96A18FC F0> =<D9D6C4E3C5E2E3F32A2F96A18FC F0> Print of progress for testdota since 03/09/05 10:01:22 No progress for Application name=<testdota> Print of testdota1 : All Applications Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no i5/os 119
120 Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no Linux, UNIX e Windows A saída poderá ser enviada para um arquivo de texto, se necessário, usando a opção de canal da linha de comando normal. Por exemplo: DTLUCDEP > output.txt A saída a seguir é um exemplo dos resultados do utilitário DTLUCDEP: DTLUCDEP Example output from the utility 03/10/31 15:46:12 V:\bin\dtlucdep.txt CARDS =============================================================================== print appl LULU03 Print of requested Application LULU03 only since 03/10/24 15:46:12 =============================================================================== Print of LULU03 : Application LULU03 only =============================================================================== Application name=<lulu03> Rsttkn=<0> Ainseq=<0> First run started =<03/10/24 11:17:37> ended <03/10/24 11:18:04> sequence =< B B995> restart =< B9944D C5F D5F564F4C554D455F534554> Last run started =<03/10/24 11:17:37> ended <03/10/24 11:18:04> sequence restart =< B B995> =< B9944D C5F D5F564F4C554D455F534554> Current run started =<> ended <> sequence =< > restart =< > Print of progress for LULU03 since 03/10/24 15:46:12 No progress for Application name=<lulu03> Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no z/os A saída a seguir é um exemplo dos resultados do utilitário DTLUCDEP: 03/11/04 12:04:51 SYSIN CARDS =============================================================================== user DTLUSR epwd A3164A FDC print appl testapp modify appl all 40 Print of requested Application testapp only since 03/10/28 12:04:51 =============================================================================== DTL Application Index data for <testapp> not found. Application name=<testapp> does not exist Modify for requested All Applications before 03/09/25 12:04:51 =============================================================================== Modify of TESTRUN : All Applications Modify of progress for TESTRUN before 03/09/25 12:04:51 No progress for Application name=<testrun> MOD Application name=<testrun> Rsttkn=<0> Ainseq=<0> 120 Capítulo 9: DTLUCDEP - Utilitário de Manutenção CDEP
121 First run started =<03/11/04 12:01:10> ended <03/11/04 12:01:45> sequence =< F D1B > restart =<C4D6C3D D > Last run started =<03/11/04 12:02:46> ended <03/11/04 12:03:12> sequence =< F D1B > restart =<C4D6C3D D > Current run started =<> ended <> sequence =< > restart =< > Application TESTRUN - 0 progress entries expired Application name=<> 0 applications 0 progress entries expired ******************************** BOTTOM OF DATA ******************************** Exemplo do Utilitário DTLUCDEP no z/os 121
122 C A P Í T U L O 1 0 DTLUCSR2 - Utilitário de Registros IDMS SR2 e SR3 Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUCSR2, 122 Executando o Utilitário DTLUCSR2, 123 Visão Geral do Utilitário DTLUCSR2 Quando um registra IDMS não se encaixar mais em sua página inicial, a IDMS reposicionará o registro e gerará um registro de controle na página inicial que aponta para o registro reposicionado. O registro reposicionado é conhecido como o registro SR3 e o registro de controle é conhecido como o registro SR2. Se uma atualização ou uma exclusão ocorrer em um registro SR3, o ECCR baseado em log do IDMS precisará obter a ID de registro original do registro SR2 para determinar se a alteração é elegível para captura de alterações. Para ativar o ECCR para localizar essas informações, execute o utilitário DTLUCSR2. O utilitário registra os pares de registros SR2 e SR3 correspondentes em uma tabela interna. O ECCR pode realizar uma pesquisa na tabela com a chave de banco de dados SR3 para localizar o registro SR2 correspondente que contém a ID de registro original. Execute o utilitário DTLUCSR2 antes de iniciar o ECCR pela primeira vez e depois de eventos que tendem a gerar os registros SR2 e SR3. Por exemplo, execute o utilitário depois dos seguintes eventos: Uma operação REORG do IDMS Uma execução do utilitário de migração do dicionário do IDMS (RHDCMIG1 e RHDCMIG2) Uma operação de tabela de alteração que adicione uma ou mais colunas, ou qualquer outra alteração de esquema que possa aumentar o tamanho do registro Os seguintes erros de lógica do programa do PowerExchange, que são emitidos para uma pós-imagem (AFTR) ou pré-imagem (BFOR): PWX Program logic error. Prog="program". Line=line_number. P1="UOW - SR3 AFTR hex_sr3_database_key, not found in hash table". P2=1 PWX Program logic error. Prog="program". Line=line_number. P1="UOW - SR3 BFOR hex_sr3_database_key, not found in hash table". P2=1 Depois de executar o utilitário, reinicie o ECCR para que ele possa detectar os pares SR2 e SR3 que o utilitário gravou. 122
123 Executando o Utilitário DTLUCSR2 Execute o utilitário DTLUCSR2 antes de executar o ECCR baseado em log do IDMS pela primeira vez e depois de qualquer evento que possa criar registros SR2 e SR3. Antes de iniciar o utilitário, certifique-se de que você adicionou a instrução SR2INPUT DD à JCL do ECCR baseado em log do IDMS. Essa instrução DD aponta para os arquivos de resultado do utilitário que contêm informações para criar a tabela interna SR2-SR3. Para obter mais informações, consulte o Guia do PowerExchange CDC para z/os. 1. Edite o membro DTLICSRI na biblioteca RUNLIB. Para cada banco de dados com tabelas de origem a serem registradas para a captura de alterações, personalize as seguintes instruções de exemplo: Read, DD_NAME=ddname PAGE_GROUP=n RADIX=x A seguinte tabela descreve estas instruções: Instrução DD_NAME PAGE_GROUP Descrição O DDNAME a ser adicionado à JCL DTLUCSR2. Esse nome não precisa corresponder a um nome DD de uma região do IDMS, mas deve corresponder exatamente ao nome DD na JCL DTLUCSR2. Formato: DD_NAME=STUDENT Se o arquivo de banco de dados for acessado normalmente com um grupo de páginas diferente de zero, você deverá especificar o número de PAGE_GROUP. RADIX Se você deseja usar um valor RADIX diferente do padrão de 8, insira um valor de 2 a 12. Nota: O DTLUCSR2 grava informações de controle no arquivo SR2TOTAL e ]informações do link SR2/SR3 no arquivo SR2OUT. Esses arquivos são criados com as informações padrão no momento da instalação. Talvez você precise alterar os tamanhos dos arquivos com base no número dos registros SR3. 2. Adicione cartões DD à JCL DTLUCSR2 que correspondam aos nomes DD no arquivo do parâmetro DTLICSRI. Os cartões DD apontam para os nomes de conjuntos de dados do IDMS relevantes. 3. Execute a JCL no membro RUNLIB DTLUCSR2. Executando o Utilitário DTLUCSR2 123
124 C A P Í T U L O 1 1 DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUCUDB, 124 Executando o Utilitário DTLUCUDB, 124 Reunindo Informações de Diagnóstico para Resolver um Problema de Captura do DB2, 132 Visão Geral do Utilitário DTLUCUDB O utilitário DTLUCUDB executa as seguintes funções: Cria um snapshot do catálogo do DB2 para inicializar a tabela do catálogo de capturas do PowerExchange. Gera informações de diagnóstico. Para obter mais informações sobre esse utilitário, consulte o Guia do CDC do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows. Executando o Utilitário DTLUCUDB Você pode executar o utilitário DTLUCUDB das seguintes maneiras: Emita o comando diretamente na linha de comando, por exemplo: DTLUCUDB HELP Crie um arquivo que contenha os comandos que você deseja executar e, em seguida, chame esse arquivo na linha de comando, por exemplo: DTLUCUDB mycommands.txt Sugestão: Use um arquivo ao executar vários comandos ao mesmo tempo. Você pode incluir comentários no arquivo, prefixando a linha de comentário com uma barra e um asterisco (/*). 124
125 Sintaxe do Utilitário DTLUCUDB A sintaxe do DTLUCUDB inclui, como opção, palavras-chave do banco de dados para todas as opções de comando, exceto HELP. As palavras-chave do banco de dados oferecem informações para conexão com um banco de dados DB2. Embora essas palavras-chave sejam opcionais, você deverá especificá-las se não quiser usar os padrões. A tabela a seguir descreve as palavras-chave do banco de dados: Palavrachave Sintaxe Descrição DB [DB=database_name] O nome do banco de dados do DB2 ao qual você deseja conectar-se. O padrão é SAMPLE. UID [UID=user_id] O ID do usuário a ser usado para conexão com o banco de dados. O padrão é o ID do usuário de logon. Para um banco de dados em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange e desativado a autenticação de passagem relacional, a ID de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. {PWD EPWD} [{PWD=password EPWD=encrypted_password}] A senha simples ou criptografada do ID do usuário especificado. Não especifique ambas. Na sintaxe do DTLUCUDB, as palavras-chave do banco de dados são representadas pela frase em itálico database keywords. O utilitário DTLUCUDB tem a seguinte sintaxe: CCATDMP [database keywords] [CCATALOG=table_name] [FILE=file_name] [REPLACE={N Y}] ; DBINFO [database keywords] ; DUMPDIAG [database keywords] [CCATALOG=table_name] BVTS=begin_VTS [EVTS=end_VTS] DIR=dump_directory [REPLACE={N Y}] ; HELP ; LOGPRT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [PART=DB partition_number] [FILE=file_name] [REPLACE={N Y}] [RECSPERFILE=records_per_output_file] {BLSN=begin_LSN BVTS=begin_VTS} [ELSN=end_LSN] [EVTS=end_VTS] [RECS=records_to_select] [TRANID=transaction_ID] [LOGICAL={Y N}] [UDB={N MIN FMT MAX}] Executando o Utilitário DTLUCUDB 125
126 ; SETDEF [database keywords] [CCATALOG=table_name] ; SNAPSHOT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [REPLACE={N Y}] ; SNAPUPDT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [REPLACE={N Y}] [ARCHIVEOLDPOSITIONING={N Y}] ; SQUISH [database keywords] [CCATALOG=table_name] VTSDT=VTS_date_time REPLACE={Y N} ; UPDTDRP [database keywords] [CCATALOG=table_name] VTSDT={EOC NOW VTS date_time} ; Opções de Comando do Utilitário DTLUCUDB O utilitário DTLUCUDB tem as seguintes opções de comando: Comando CCATDMP na página 126 Comando DBINFO na página 127 Comando DUMPDIAG na página 127 Comando HELP na página 128 Comando LOGPRT na página 128 Comando SETDEF na página 130 Comando SNAPSHOT na página 130 Comando SNAPUPDT na página 130 Comando SQUISH na página 131 Comando UPDTDRP na página 131 Comando CCATDMP O comando CCATDMP produz um arquivo de dump que contém instruções SQL de inserção correspondentes ao conteúdo da tabela de catálogo de captura. O nome de arquivo padrão é ccatdmp.database_name.capture_catalog_name.sql. O arquivo é salvo no diretório de trabalho atual quando o comando é executado. CCATDMP [database keywords] [CCATALOG=table_name] [FILE=file_name] [REPLACE={N Y}] ; 126 Capítulo 11: DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC
127 A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando CCATDMP: Parâmetro CCATALOG FILE Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. O padrão é current_user.dtlccatalog. Nome do arquivo de despejo. Esse nome substitui o nome de arquivo padrão: ccatdmp.database_name.capture_catalog_name.sql. REPLACE REPLACE=Y substitui os dados existentes no arquivo. O padrão é N. Comando DBINFO O comando DBINFO imprime informações do ambiente. DBINFO [database keywords]; Segue-se um exemplo desse tipo de informação: PWX UDB capture DB/DBMS Info: PWX SQL_DATABASE_NAME: CAPTURE PWX SQL_SERVER_NAME: DB2 PWX SQL_USER_NAME: PWXUSER PWX SQL_DBMS_NAME: DB2/NT PWX SQL_DBMS_VER: PWX SQL_IDENTIFIER_QUOTE_CHAR: " PWX SQL_CONNECT_CODEPAGE: 1252 PWX SQL_DATABASE_CODEPAGE: 1252 PWX SQL_APPLICATION_CODEPAGE: 1252 PWX INST_NAME: DB2 PWX IS_INST_PARTITIONABLE: 1 PWX NUM_DBPARTITIONS: 5 PWX INST_PTR_SIZE: 32 PWX RELEASE_NUM: PWX SERVICE_LEVEL: DB2 v PWX BLD_LEVEL: s PWX PTF: WR21365 PWX FIXPACK_NUM: 11 PWX OS_NAME: WIN32_NT PWX OS_VERSION: 5.2 PWX OS_RELEASE: Service Pack 1 PWX HOST_NAME: S PWX TOTAL_CPUS: 2 PWX CONFIGURED_CPUS: 4 PWX TOTAL_MEMORY: 3072 PWX CATALOG_PARTITION: 0 PWX Partition[ 0]: S informatica.com, 0, S PWX LSN at first DB connect: C0000 PWX LSN at End of Log: C0000 PWX Partition[ 1]: S informatica.com, 1, S informatica.com PWX LSN at first DB connect: B800C0000 PWX LSN at End of Log: B800C0000 PWX Command DBINFO complete Comando DUMPDIAG O comando DUMPDIAG gera arquivos para o catálogo de captura, informações gerais do banco de dados e registros de log do DB2 para cada partição do diretório especificada pelo parâmetro DIR. DUMPDIAG [database keywords] [CCATALOG=table_name] BVTS=begin_VTS [EVTS=end_VTS] DIR=dump_directory [REPLACE={N Y}] ; Executando o Utilitário DTLUCUDB 127
128 A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando DUMPDIAG: Parâmetro CCATALOG BVTS EVTS DIR REPLACE Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. Obrigatório. O carimbo de data/hora de início para o arquivo de diagnóstico no formato AAAA-MM-DD-HH.MI.SS.SSSSSS. O ano, mês e dia são obrigatórios. Os valores BVTS são especificados sempre em GMT (Horário de Greenwich). O carimbo de data/hora de fim para o arquivo de diagnóstico no formato AAAA-MM-DD- HH.MI.SS.SSSSSS. O ano, mês e dia são obrigatórios. Os valores EVTS são especificados sempre em GMT (Horário de Greenwich). Obrigatório. O diretório no qual o arquivo de diagnóstico é gravado. O nome do arquivo é ccatdmp.database_name.capture_catalog_name.sql e não pode ser alterado. Indica se substitui ou não os arquivos existentes. Especifique Y para substituir os arquivos existentes. Segue-se um exemplo desse tipo de informação: PWX Producing file 'dtst \ccatdmp.cap14.partcaptst.sql' PWX Producing file 'dtst \dbconfig.txt' PWX Producing file 'dtst \p0.logdmp' PWX Begin LSN B3EBC0000 selected for BVTS value PWX End of UDB log file reached PWX Producing file 'dtst \p1.logdmp' PWX Begin LSN C selected for BVTS value PWX End of UDB log file reached PWX Producing file 'dtst \p20.logdmp' PWX Begin LSN B76C10000 selected for BVTS value PWX End of UDB log file reached PWX Command DUMPDIAG complete Comando HELP O comando HELP imprime a sintaxe completa do comando DTLUCUDB. Comando LOGPRT O comando LOGPRT produz um arquivo que formata o conteúdo do log do DB2. Por padrão, o comando cria um arquivo denominado database_name.logprt no diretório de trabalho atual. A sintaxe de comando é: LOGPRT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [PART=DB partition_number] [FILE=file_name] [REPLACE={N Y}] [RECSPERFILE=records_per_output_file] BLSN={begin_LSN BVTS=begin_VTS} [ELSN=end_LSN] [EVTS=end_VTS] [RECS=records_to_select] [TRANID=transaction_ID] [LOGICAL={Y N}] [UDB={N MIN FMT MAX}] ; 128 Capítulo 11: DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC
129 A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando LOGPRT: Parâmetro CCATALOG PART FILE REPLACE RECSPERFILE BLSN BVTS ELSN EVTS RECS TRANID Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. Número da partição de banco de dados. Nome do arquivo de log formatado. Isso substitui o arquivo padrão <database name>.logprt. Indica se substitui ou não um arquivo existente. Especifique Y para substituir um arquivo existente. Uma opção que pode ser usada para dividir uma quantidade grande de saída em vários arquivos. O formato dos nomes de arquivos gerados é: database_name.first_lsn_value_in_file.logprt. Se a palavra-chave FILE tiver sido especificada, o formato dos nomes de arquivos gerados será: file_name. first_lsn_value_in_file. Um Número de Sequência de Logs (LSN) do DB2 de 6 bytes, em dígitos hexadecimais, que indica onde o comando iniciará a leitura no log. Esse valor deve representar um LSN real. Se menos de 12 dígitos hexadecimais forem especificados, zeros à esquerda serão adicionados logicamente. BLSN é assumido como padrão no início do log ativo. Especifique BLSN ou BVTS. Carimbo de data/hora de início que indica onde o comando iniciará a leitura no log. Especifique BLSN ou BVTS. Um Número de Sequência de Logs (LSN) do DB2 de 6 bytes, em dígitos hexadecimais, que especifica onde o comando será interrompido. Não é obrigatório que esse valor corresponda a um LSN real. Se menos de 12 dígitos hexadecimais forem especificados, zeros à esquerda serão adicionados logicamente. Você pode usar essa opção para filtrar a saída. ELSN é assumido como padrão no final do log. Especifique BLSN ou BVTS. Carimbo de data/hora de fim que indica onde o comando será interrompido. Você pode usá-lo para filtrar a saída. Número de registros que indica onde o comando será interrompido. Você pode usar essa opção para filtrar a saída. Critérios de filtragem de saída. Essa opção não interrompe a leitura dos registros de log quando são processados os registros de log de fim de transação. Executando o Utilitário DTLUCUDB 129
130 Parâmetro LOGICAL UDB Descrição A leitura de log do DB2 consiste em ler os registros de log reais do DB2 e interpretá-los em eventos lógicos (conhecidos como registros de log lógicos). A palavra-chave LOGICAL pode ser usada para fazer com que esses registros de log sejam impressos no arquivo. O padrão é Y. Controla como os registros de log reais do DB2 são formatados no arquivo. As opções válidas são: - N. Não imprime de forma alguma (padrão). - MÍN. Imprime o mínimo de informações. - FMT. Formata o que é conhecido sobre o registro. - MÁX. Exibe o registro em hexadecimal e o formata. Comando SETDEF O comando SETDEF define os valores padrão de palavras-chave nos outros comandos. SETDEF [database keywords] [CCATALOG=table_name] ; A tabela a seguir descreve o parâmetro do comando SETDEF: Parâmetro CCATALOG Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. O padrão é DTLCCATALOG. Comando SNAPSHOT O comando SNAPSHOT é usado para inicializar a tabela de catálogo de captura. Observe que os pontos de reinicialização não podem preceder o ponto no log em que um snapshot é obtido. Portanto, use esse comando com cuidado. SNAPSHOT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [REPLACE={N Y}] ; A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando SNAPSHOT: Parâmetro CCATALOG REPLACE Descrição Nome da tabela do catálogo de captura a ser inicializada. O padrão é DTLCCATALOG. Indica se substitui ou não qualquer linha existente de dados na tabela de catálogo de captura. Se houver linhas de dados, especifique Y. O padrão é N. Comando SNAPUPDT Use o comando SNAPUPDT antes que as partições sejam adicionadas ou eliminadas da instância de banco de dados. Para cada nova partição, o comando adiciona uma nova entrada de posicionamento de partição 130 Capítulo 11: DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC
131 no catálogo de captura. Para cada partição eliminada, o comando remove uma entrada de posicionamento do catálogo de captura. SNAPUPDT [database keywords] [CCATALOG=table_name] [REPLACE={N Y}] [ARCHIVEOLDPOSITIONING={N Y}] ; A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando SNAPUPDT: Parâmetro CCATALOG REPLACE ARCHIVEOLDPOSITIONING Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. REPLACE=Y deve ser especificado para atualizar o catálogo de captura. Se REPLACE não for definido como Y, o comando mostrará quais alterações seriam feitas, mas não as fará. Se você especificar ARCHIVEOLDPOSITIONING=Y, as entradas de posicionamento permanecerão no catálogo de captura, mas não poderão ser acessadas. Comando SQUISH Use o comando SQUISH para avançar a base do catálogo de captura para uma nova data e hora do VTS, reduzindo as entradas no catálogo (alterações de coluna ou tabela) e removendo as entradas de posicionamento. As entradas no catálogo (qualquer atividade DDL) e de posicionamento (VTS, LSN ou conjunto de partição) são adicionadas a um catálogo de captura ativa durante o processamento de extração. SQUISH [database keywords] [CCATALOG=table_name] VTSDT=VTS date_time REPLACE={Y N} ; A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando SQUISH: Parâmetro CCATALOG REPLACE VTSDT Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. Especifique Y para poder atualizar o catálogo de captura. Se N for especificado, o comando mostrará as alterações, mas não as fará. Um carimbo de data/hora virtual (data e hora). Esse valor de carimbo de data/hora deve estar nos limites do catálogo de captura. Nota: Não execute o comando SQUISH enquanto as extrações estiverem ativas. Faça um backup antes de executar o comando SQUISH. Comando UPDTDRP Use o comando UPDTDRP para atualizar o ponto de reinicialização padrão. UPDTDRP [database keywords] [CCATALOG=table_name] VTSDT={EOC NOW VTS date_time} ; Executando o Utilitário DTLUCUDB 131
132 A tabela a seguir descreve os parâmetros do comando UPDTDRP: Parâmetro CCATALOG VTSDT Descrição Nome da tabela do catálogo de captura. Obrigatório. O valor deve ser maior que o valor VTS mais baixo do catálogo de captura e menor que o valor VTS de fim de log atual. O valor é um dos seguintes: - EOC. Fim do catálogo. - NOW. Data e hora atuais. - VTS date_time. O carimbo de data/hora virtual que tem a data e hora especificadas, por exemplo: Reunindo Informações de Diagnóstico para Resolver um Problema de Captura do DB2 O Suporte Global a Clientes da Informatica poderá solicitar informações de diagnóstico para uso na resolução de um problema de captura do DB2. Os comandos a seguir são exemplos de comandos de diagnóstico especificados em uma linha de comando do Windows: mkdir prob1234 cd /prob1234 dtlucudb dumpdiag db=mydb ccatalog=my.capturecat bvts=<start time> evts=<end time> O diretório, prob1234, contém diversos arquivos. Você deve compactar esses arquivos e enviá-los ao Suporte Global a Clientes da Informatica para análise. Nota: Se você especificar a opção EVTS para o comando DUMPDIAG, verifique se a seção de problemas do log será capturada. 132 Capítulo 11: DTLUCUDB - Utilitário do DB2 para Linux, UNIX e Windows CDC
133 C A P Í T U L O 1 2 DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de Catálogo de Logs IDMS Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral dos Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC, 133 Executando o Utilitário DTLULCAT, 134 Executando o Utilitário DTLULOGC, 134 Manipulando Manualmente o Catálogo de Logs, 135 Diretrizes para Adicionar Logs ao Catálogo com os Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC, 138 Visão Geral dos Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC O Catálogo de Logs mantém as informações sobre os logs do IDMS que estão disponíveis para uso da captura com base em logs do PowerExchange. Durante a instalação inicial do PowerExchange, um arquivo VSAM do Catálogo de Logs será criado (a nomenclatura padrão será &HLQ..LOGSCAT) e um registro fictício será adicionado. Para que a captura com base em log do IDMS funcione efetivamente, é essencial garantir a atualização oportuna do catálogo de logs, bem como a segurança e disponibilidade das informações de log. Se os logs não estiverem no catálogo, os registros que eles contêm serão desconhecidos para o PowerExchange. A maneira correta de adicionar informações ao catálogo é usar o utilitário DTLULCAT para formatar a entrada e depois executar o DTLULOGC para corrigir o Catálogo de Logs com essa entrada preparada. O membro da RUNLIB DTLULCAU é fornecido para executar os dois utilitários, um após o outro. Espera-se que a execução seja agendada para logo após o spool do log mais recente do IDMS. Entretanto, pode haver vezes em que o DTLULOGC é executado isoladamente, o que envolve a codificação manual do arquivo de entrada. O agendamento correto dos logs de adição ao Catálogo de Logs é vital para obter dados oportunos do ambiente de captura do IDMS com base em log. 133
134 Tópicos Relacionados: Diretrizes para Adicionar Logs ao Catálogo com os Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC na página 138 Executando o Utilitário DTLULCAT Este programa utilitário é usado para obter o nome do diário especificado e usá-lo para preparar a entrada exigida pelo programa utilitário de catálogo DTLULOGC. O utilitário é entregue como executável no Windows e como membro DTLULCAT da RUNLIG no MVS. Veja amostras de instruções a seguir: IDMS_VERSION=15 FILE_TYPE=C MEDIA_TYPE=D MEDIA_CONTENT=BI SERVICE=IDMSE150 INSTANCE_IDENTIFIER=XYLOGSID A tabela a seguir descreve as amostras de instruções: Parâmetro IDMS_VERSION FILE_TYPE MEDIA_TYPE MEDIA_CONTENT SERVICE INSTANCE_IDENTIFIER Descrição Uma versão suportada do IDMS. Tipo de arquivo. Especifica um dos seguintes: - C. Versão central. - L. Modo local. Especifica um dos seguintes: - T. Fita. - D. Disco. Determina as imagens entregues de registros alterados: - BI. Pré-imagens. - AI. Pós-imagens. - BA. Pré e Pós-imagens. Nome IDMS CV ou nome do Trabalho Local. Identificador LOGSID escolhido. O utilitário DTLULCAT grava em DDCARD SYSPUNCH. Esse arquivo é a entrada para o utilitário DTLULOGC. Executando o Utilitário DTLULOGC O utilitário DTLULOGC preenche o catálogo de logs com informações sobre os logs a serem processados. O exemplo a seguir apresenta a amostra da JCL DTLULCAU para executar DTLULCAT seguido por DTLULOGC. A execução da JCL DTLULCAU é o método recomendado de adição ao Catálogo de Logs. 134 Capítulo 12: DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de Catálogo de Logs IDMS
135 Esse exemplo adiciona o log DTLUSR.IDMS.E15SP0.OFF.LOADED.JOURNAL1 de um ambiente IDMS V15 com o Nome CV IDMSE150, onde o log reside no armazenamento de disco e será acessado com o uso de um valor LOGSID igual a XYLOGSID. Aqui, os dados SYSIN são mostrados como em fluxo para fins de esclarecimento, mas a amostra da JCL é entregue apontando para o membro DTLIDLC durante a execução em um CV (DTLIDLL para o modo de Trabalho Local) em que essas instruções normalmente seriam colocadas. //*******************************************************************/ //* */ //* SAMPLE JCL TO:- */ //* */ //* CAPTURE IDMS JOURNAL FILE INFORMATION AND INPUT STREAM */ //* INTO FOR DTLULOGC LOG FILE CATALOG ROUTINE. */ //* */ //* NORMALLY THE SYSIN INPUT STREAM WOULD BE A PDS MEMBER. */ //* */ //* THIS NEEDS TO BE INTEGRATED INTO THE END USERS JOURNAL */ //* ARCHIVING PROCEDURE, WHICH MAY BE DIFFERENT FROM SITE TO SITE. */ //* */ //* A MECHANISM WILL NEED TO BE ESTABLISHED TO REPLACE THE DATASET */ //* SPECIFIED VIA THE LOGFILE DD STATEMENT WITH THE LOGFILE */ //* WHICH IS CURRENTLY THE OBJECT OF THE USERS ARCHIVING PROCEDURE */ //* AND OUR CATALOG OPERATION */ //* */ /********************************************************************/ //INCS1 INCLUDE MEMBER=GENBULK //DTLULCAT EXEC PGM=DTLULCAT //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.LOADLIB //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.RUNLIB(LICENSE) //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG,FREE=CLOSE //DTLLOG DD SYSOUT=* //LOGFILE DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.IDMS.E15SP0.OFF.LOADED.JOURNAL1 //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSPUNCH DD DSN=&&LOGDATA, // DISP=(,PASS), // SPACE=(CYL,(2,1),RLSE), // DCB=(RECFM=FB,LRECL=80,BLKSIZE=3120) //SYSIN DD * IDMS_VERSION=15 FILE_TYPE=C MEDIA_TYPE=D MEDIA_CONTENT=BI SERVICE=IDMSE150 INSTANCE_IDENTIFIER=XYLOGSID /* //DTLULOGC EXEC PGM=DTLULOGC //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.LOADLIB //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.RUNLIB(LICENSE) //DTLSGN DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.RUNLIB(SIGNON) //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG //LOGSCAT DD DISP=SHR,DSN=DTLUSR.V800B14.V1.LOGSCAT //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //REPORT DD SYSOUT=* //EXPORT DD SYSOUT=* //SYSIN DD DISP=SHR,DSN=&&LOGDATA Manipulando Manualmente o Catálogo de Logs Durante o andamento normal do processamento de log do IDMS, o Catálogo de Logs será atualizado usando a combinação de DTLULCAT e DTLULOGC para adicionar o próximo log disponível. Você poderá precisar Manipulando Manualmente o Catálogo de Logs 135
136 alterar detalhes de entradas de log ou remover logs do catálogo. Para fazer isso, será executado DTLULOGC (DTLULOGC JCL in RUNLIB) de forma independente com entrada codificada manualmente. O utilitário permite ao usuário: Adicionar uma instância Adicionar um log Atualizar uma entrada de log Excluir uma entrada Exportar uma entrada para outro conjunto de dados para descarregamento A tabela a seguir mostra as palavras-chave e os parâmetros disponíveis para codificação em um arquivo de 80 bytes, que você especifica como entrada no cartão SYSIN DD. Consulte a amostra de JCL. ADD_INSTANCE parameters Adicione uma instância LOGSID ao catálogo. Cada LOGSID usado requer a adição de uma instância ao catálogo de logs. A tabela a seguir mostra os parâmetros disponíveis para a palavra-chave ADD_INSTANCE: Parâmetro INSTANCE_IDENTIFIER VERSION Descrição Valor LOGSID Número de versão da entrada ADD_ENTRY parameters Adiciona um log específico ao catálogo de logs. A tabela a seguir mostra os parâmetros disponíveis para a palavra-chave ADD_ENTRY: Parâmetro BLOCK_SIZE ENTRY_NUMBER Descrição Tamanho do bloco do log. Obrigatório se os logs forem enviados para outra plataforma. Número sequencial, que deverá ser incrementado em 1 para cada novo log adicionado ao catálogo. FILE_TYPE - C. Log ou Diário de Serviço Central ou Compartilhado. - L. Log ou Diário de Serviço em Modo Local ou Não Compartilhado. FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER FIRST_RECORD_TIME_STAMP IDMS_VERSION INSTANCE_IDENTIFIER LAST_RECORD_IDENTIFIER Número de sequência do primeiro registro no bloco. Carimbo de data/hora do primeiro registro no bloco. Número de versão do IDMS. Especificado como número inteiro. Valor LOGSID ID do último registro no bloco, ou zeros, no caso de um registro diferente de dados. 136 Capítulo 12: DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de Catálogo de Logs IDMS
137 Parâmetro LAST_RECORD_OFFSET LOG_DATA_TYPE LOG_FILE_NAME Descrição Deslocamento do último deslocamento válido no bloco. IDL para dados do log do MVS IDMS. Nome do arquivo de log do IDMS. MEDIA_CONTENT - AI. Contém somente Pós-imagens. - BI. Contém somente Pré-imagens. MEDIA_TYPE - D. Disco. - T. Fita. - BA. Contém Pré e Pós-imagens. NUMBER_OF_BLOCKS SERVICE Número de blocos no log. Nome CV ou nome do trabalho em Modo Local. STATUS - A. Ativo. - S. Ignorar. - T. Concluir. ENTRY_TYPE - 1. Entrada de arquivo Reservado para uso futuro. VERSION Número de versão da entrada. UPDATE_ENTRY parameters Atualiza uma entrada de log. A entrada é identificada pelo valor de INSTANCE_IDENTIFIER e ENTRY_NUMBER. Os parâmetros válidos são aqueles listados para ADD_ENTRY. DELETE_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=instance_identifier Exclui o log mais antigo do INSTANCE_IDENTIFIER especificado. REPORT_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=instance_identifier Lista as entradas no catálogo para o INSTANCE_IDENTIFIER especificado. EXPORT_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=instance_identifier Usado para exportar todas as informações de um INSTANCE_IDENTIFIER especificado para um arquivo. Nota: Os comandos de palavra-chave são separados por ponto-e-vírgula (;) e os parâmetros por vírgula (,). A seguinte amostra de entrada adiciona duas instâncias (LOGSIDs), adiciona entradas (arquivos de log), exclui uma entrada, bem como reporta a instância LOGSIDA, a exporta para um arquivo (dtlulgce.txt) e finalmente a exclui: ADD_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA, VERSION=224; ADD_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA, ENTRY_NUMBER=777, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=IDMSE150, LOG_FILE_NAME=XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=445, LAST_RECORD_OFFSET=1119, LAST_RECORD_IDENTIFIER=3, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=4, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/03/03 10:55:01"; Manipulando Manualmente o Catálogo de Logs 137
138 ADD_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA, ENTRY_NUMBER=778, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=IDMSE150, LOG_FILE_NAME=MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=445, LAST_RECORD_OFFSET=1119, LAST_RECORD_IDENTIFIER=3, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=4, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/03/03 12:55:01"; ADD_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA, ENTRY_NUMBER=779, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=IDMSE150, LOG_FILE_NAME=ZZZZZZZZZZZZZZZZZZCCCCCCCCCCCC, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=333, LAST_RECORD_OFFSET=1119, LAST_RECORD_IDENTIFIER=3, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=4, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/03/03 14:55:01"; ADD_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=ABCDE, VERSION=0; ADD_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=ABCDE, ENTRY_NUMBER=1, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=IDMSE15P, LOG_FILE_NAME=BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=444, LAST_RECORD_OFFSET=1112, LAST_RECORD_IDENTIFIER=2, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=3, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/04/03 08:55:01"; ADD_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=ABCDE, ENTRY_NUMBER=2, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=IDMSE15P, LOG_FILE_NAME=CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=445, LAST_RECORD_OFFSET=1119, LAST_RECORD_IDENTIFIER=3, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=4, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/04/03 10:55:01"; UPDATE_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA, ENTRY_NUMBER=779, VERSION=0, ENTRY_TYPE=1, STATUS=A, LOG_DATA_TYPE=IDL, IDMS_VERSION=15, FILE_TYPE=C, MEDIA_TYPE=D, MEDIA_CONTENT=BI, SERVICE=DTLXXXXX, LOG_FILE_NAME=AAAAAAAAAAAAAAKKKKKKKKKKKKKKK, BLOCK_SIZE=29000, NUMBER_OF_BLOCKS=111, LAST_RECORD_OFFSET=1119, LAST_RECORD_IDENTIFIER=3, FIRST_RECORD_SEQUENCE_NUMBER=4, FIRST_RECORD_TIME_STAMP="05/04/03 12:55:01"; DELETE_ENTRY INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA; REPORT_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA; EXPORT_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA; DELETE_INSTANCE INSTANCE_IDENTIFIER=LOGSIDA; Diretrizes para Adicionar Logs ao Catálogo com os Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC Tome cuidado com a ordem na qual os logs são adicionados ao catálogo. Devem ser desenvolvidos procedimentos operacionais para a execução de DTLULCAT e DTLULOGC para garantir que os logs sejam adicionados na sequência correta. O método preferencial de operação visa que DTLULCAT e DTLULOGC sejam incluídos no trabalho do log de arquivo morto (executado em conjunto usando a JCL DTLULCAU) submetido por um WTOEXIT que intercepta uma mensagem gravada no operador. As etapas a seguir precisam ser incluídas nesse trabalho: 1. O diário ativo será descarregado em um log de arquivo morto. 2. O log do arquivo morto deverá ser gravado em um arquivo, usando um programa utilitário como o IEBGENER, que pode ser mantido como um nome de conjunto de dados exclusivo (um GDG é a estrutura de conjunto de dados ideal). Essa cópia do log deverá ser mantida até que todas as alterações tenham sido capturadas pelo PowerExchange. Esse arquivo será adicionado ao Catálogo de Logs do PowerExchange pelas etapas a seguir. 3. Execute DTLULCAT para gerar instruções de entrada para DTLULOGC. 4. Execute DTLULOGC para atualizar o Catálogo de Logs do PowerExchange. Quando as Versões Centrais forem colocadas off-line para execução em Modo Local, verifique se os logs em Modo Local foram adicionados antes de qualquer novo log de Versão Central. Se um banco de dados, anteriormente colocado off-line, for subsequentemente recolocado on-line e o log em Modo Local não for 138 Capítulo 12: DTLULCAT e DTLULOGC - Utilitários de Catálogo de Logs IDMS
139 adicionado imediatamente, depois se um log posterior for adicionado ao catálogo e for feita uma tentativa subsequente de adicionar o log em Modo Local, isso falhará. A regra usada para verificar essas adições de log é: Um diário em modo local não deverá ser adicionado ao catálogo se o último carimbo de data/hora disponível no diário for posterior ao carimbo de data/hora do diário em modo CV adicionado anteriormente. Se forem adicionados logs na sequência incorreta, espera-se ver mensagens semelhantes às seguintes: MVS 1 PWX IDMS CATLG FILE: Add Entry Failure - Timestamp not greater than previous for key XYLOGSID AIDL15CDBAIDMSE150DTLUSR.IDMS.D15SP0.OFF.J4 Diretrizes para Adicionar Logs ao Catálogo com os Utilitários DTLULCAT e DTLULOGC 139
140 C A P Í T U L O 1 3 DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLURDMO, 140 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLURDMO, 141 Visão Geral das Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO, 141 Sintaxe de Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO, 141 Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO, 142 Escopo de Operandos, 169 Executando o Utilitário DTLURDMO no i5/os, 170 Executando o Utilitário DTLURDMO no Linux, UNIX e Windows, 171 Executando o Utilitário DTLURDMO no z/os, 171 Exemplos do Utilitário DTLURDMO, 172 Visão Geral do Utilitário DTLURDMO Use o utilitário DTLURDMO para copiar os seguintes tipos de definições de um ambiente ou local para outro: Mapas de dados do PowerExchange Registros de captura do PowerExchange Mapas de extração do PowerExchange Ao realizar uma cópia, você pode opcionalmente alterar alguns atributos do novo registro de captura, mapa de dados ou mapa de extração, como o nome de esquema ou de tabela. 140
141 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLURDMO Você pode executar o utilitário DTLURDMO nas seguintes plataformas: i5/os Linux, UNIX e Windows z/os Visão Geral das Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO A seguir, os tipos de instruções de controle DTLURDMO: As instruções globais controlam a execução geral de programas ou oferecem informações básicas, como nome de usuário ou senha. As instruções globais permanecem ativas durante toda a execução do DTLURDMO. Você pode incluí-las apenas uma vez no arquivo ou no fluxo de entrada. As instruções de cópia especificam o tipo de cópia a ser feita: - DM_COPY copia mapas de dados. - REG_COPY copia registros de captura e, opcionalmente, mapas de extração. - XM_COPY copia mapas de extração. As instruções de cópia não têm operandos, mas podem ser seguidas por instruções opcionais. Somente um único tipo de instrução de cópia pode aparecer no arquivo ou fluxo de entrada, mas pode aparecer várias vezes. Instruções opcionais acompanham uma instrução de cópia e são válidas apenas no escopo da execução da instrução de cópia. As instruções opcionais tornam-se inativas quando o PowerExchange encontra uma instrução de cópia subsequente. As instruções opcionais filtram os objetos selecionados, os renomeiam, alteram seus atributos e definem funções opcionais para a cópia. Sintaxe de Instruções de Controle do Utilitário DTLURDMO O arquivo de definição DTLURDMO inclui as seguintes instruções de controle: [OUTPUT folder_name;] USER user_id; [PWD password EPWD encrypted_password]; [TARGETUSER target_user_id;] [TARGETPWD password TARGETEPWD encrypted_password;] SOURCE source_node; TARGET target_node; [REPLACE;] [DETAIL;] [VALIDATE;] [DM_COPY; [DM_COPY_optional_statements;]] Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário DTLURDMO 141
142 [REG_COPY; [REG_COPY_optional_statements;]] [XM_COPY; [XM_COPY_optional_statements;]] Na sintaxe, as instruções ou os parâmetros colocados entre colchetes ([]) são opcionais. Aplicam-se as seguintes regras e diretrizes: Todas as instruções de controle devem terminar com ponto-e-vírgula (;). As instruções e os parâmetros não diferenciam maiúsculas de minúsculas. Os operandos de comparação, como aqueles usados para filtrar objetos, diferenciam maiúsculas de minúsculas. Os operandos usados para renomear ou modificar atributos de objetos diferenciam maiúsculas de minúsculas. Os parâmetros colocados entre parênteses e separados por vírgula devem ser especificados nesse formato. Especifique exatamente uma instrução PWD ou EPWD. Especifique exatamente um tipo de instrução de cópia: DM_COPY, REG_COPY ou XM_COPY. Você pode especificar essa instrução uma ou diversas vezes. Instruções opcionais acompanham uma instrução de cópia e são válidas apenas no escopo da execução da instrução de cópia. No escopo de uma instrução de cópia, DTLURDMO permite várias ocorrências de cada uma das instruções EXCLUDE, MODIFY, RENAME e SELECT. No entanto, na maioria dos casos, é preferível incluir várias instruções de cópia. Para obter mais informações, consulte Escopo de Operandos na página 169. Nota: Antes de usar um arquivo de definição DTLURDMO usado com um release anterior do produto, verifique se a sua sintaxe está consistente com a sintaxe descrita neste tópico. Tópicos Relacionados: Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO na página 142 Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO Esta seção descreve as instruções de controle e seus parâmetros. A seção é organizada da seguinte forma: Instruções globais Instrução DM_COPY Instrução REG_COPY Instrução XM_COPY A discussão de cada instrução de cópia inclui uma descrição de suas instruções opcionais e seus parâmetros. Instruções Globais As instruções globais permanecem ativas durante toda a execução do DTLURDMO. Você pode incluí-las apenas uma vez no arquivo ou fluxo de entrada. 142 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
143 As seguintes instruções DTLURDMO são globais: DETAIL EPWD OUTPUT PWD REPLACE SOURCE TARGET TARGETEPWD TARGETPWD TARGETUSER USER VALIDATE Instrução DETAIL A instrução DETAIL faz com que DTLURDMO imprima um relatório detalhado contendo informações sobre o processo de cópia que incluem todas as alterações e renomeações que foram feitas. A instrução DETAIL não tem operandos. Essa instrução é opcional. Instrução EPWD A instrução EPWD determina uma senha criptografada para o ID de usuário especificado na instrução USER. A senha e o ID de usuário são usados para acessar mapas e registros no sistema de origem. Se os mapas e registros estiverem em um sistema i5/os ou z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Verifique se o código de acesso que você criptografar não tem nenhum caractere inválido, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos de moeda. Se a instrução TARGETEPWD não for especificada, a instrução EPWD também especificará a senha ou código de acesso criptografado para o destino no qual os mapas e registros são copiados. Use a seguinte sintaxe: EPWD encrypted_password_or_passphrase; Nota: Para criptografar uma senha ou código de acesso, use o comando Arquivo > Criptografar no Navegador do PowerExchange. Não especifique também a instrução PWD. Instrução OUTPUT A instrução OUTPUT especifica uma pasta de destino alternativa ou um conjunto de dados para os mapas ou registros de saída do destino padrão especificado no arquivo de configuração DBMOVER. Use a seguinte sintaxe: OUTPUT folder_name; Essa instrução é opcional. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 143
144 CUIDADO: Não use a instrução OUTPUT com a instrução REG_COPY se você usar também a instrução CREATEXMAPS. Instrução PWD A instrução PWD determina uma senha para o ID de usuário especificado na instrução USER. A senha e o ID de usuário são usados para acessar mapas e registros no sistema de origem. Se os mapas e registros estiverem em um sistema i5/os ou z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Se a instrução TARGETEPWD não for especificada, a instrução EPWD também especificará a senha ou código de acesso criptografado para o destino no qual os mapas e registros são copiados. Use a seguinte sintaxe: PWD password_or_passphrase; Use um código de acesso do PowerExchange para reforçar a segurança. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: Letras em maiúsculas e minúsculas Os números de 0 a 9 Espaços Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ('), aspas duplas (") ou símbolos monetários. Se um código de acesso contiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro de configuração DBMOVER. No z/os, a instrução DTLCFG DD na JCL DTLURDMO aponta para o membro DBMOVER. No i5/os, o membro DBMOVER é o arquivo CFG na biblioteca datalib do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. Não especifique também a instrução EPWD. Instrução REPLACE A instrução REPLACE faz com que todos os mapas ou registros existentes no destino-alvo sejam substituídos pelos copiados. Você pode usar essa instrução para alterar atributos de mapa ou de registro, copiando de e para o mesmo local. Para se assegurar de não perder acidentalmente as informações de mapa ou registro existentes, use essa instrução com cuidado. A instrução REPLACE não tem operandos. Essa instrução é opcional. 144 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
145 Instrução SOURCE A instrução SOURCE especifica o nó de origem que contém os mapas e os registros. Esse nó deve ser especificado em uma instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Use a seguinte sintaxe: SOURCE source_node; Essa instrução é opcional. O valor padrão é local. Instrução TARGET A instrução TARGET especifica o nó de destino para o qual você deseja copiar os mapas e os registros. Esse nó deve ser especificado em uma instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Use a seguinte sintaxe: TARGET target_node; Essa instrução é opcional no Linux, no UNIX e no Windows. O valor padrão é local. Você pode especificar o mesmo nome de nó nas instruções SOURCE e TARGET. CUIDADO: Em sistemas z/os, sempre especifique um nó de destino na instrução TARGET para que o Ouvinte do PowerExchange grave nos arquivos de destino. Se você usar o valor padrão Local, poderá ocorrer uma contenção de arquivo intermitente, pois o trabalho DTLURDMO pode tentar gravar no arquivo quando o Ouvinte do PowerExchange já tem esse arquivo no modo de gravação. Se o Ouvinte do PowerExchange sempre grava nos arquivos de destino, nenhuma contenção pode ocorrer. Instrução TARGETEPWD A instrução TARGETEPWD determina uma senha criptografada para o ID de usuário especificado na instrução USER. A senha e o ID de usuário criptografados são usados para acessar mapas e registros no sistema de destino. Se os mapas e registros estiverem em um sistema i5/os ou z/os, insira um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Verifique se o código de acesso que você criptografar não tem nenhum caractere inválido, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos de moeda. Use a seguinte sintaxe: TARGETEPWD encrypted_password_or_passphrase; Nota: Para criptografar uma senha ou código de acesso, use o comando Arquivo > Criptografar no Navegador do PowerExchange. Se o arquivo de definição DTLURDMO incluir a instrução TARGETUSER, mas não incluir a instrução TARGETEPWD ou a instrução TARGETPWD, EPWD ou PWD especificarão a senha no sistema de destino. Não especifique também a instrução TARGETPWD. Instrução TARGETPWD A instrução TARGETPWD determina uma senha para o ID de usuário na instrução TARGETUSER. A senha e o ID de usuário são usados para acessar mapas e registros no sistema de destino. Se os mapas e registros estiverem em um sistema i5/os ou z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Use a seguinte sintaxe: TARGETPWD target_password_or_passphrase; Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 145
146 Use um código de acesso do PowerExchange para reforçar a segurança. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Um código de acesso pode conter os seguintes caracteres: Letras em maiúsculas e minúsculas Os números de 0 a 9 Espaços Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ('), aspas duplas (") ou símbolos monetários. Se um código de acesso contiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso contiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre três caracteres de aspas duplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso contém caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro de configuração DBMOVER. No z/os, a instrução DTLCFG DD na JCL DTLURDMO aponta para o membro DBMOVER. No i5/os, o membro DBMOVER está no arquivo CFG da biblioteca datalib do PowerExchange. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. Se o arquivo de definição DTLURDMO incluir a instrução TARGETUSER, mas não incluir a instrução TARGETEPWD ou a instrução TARGETPWD, EPWD ou PWD especificarão a senha no sistema de destino. Não especifique também a instrução TARGETEPWD. Instrução TARGETUSER A instrução TARGETUSER especifica o ID de usuário para acessar mapas e registros no sistema de destino. Use a seguinte sintaxe: TARGETUSER user_id; Essa instrução é opcional. Se ela não for especificada, a instrução USER especificará o ID do usuário nos sistemas de origem e de destino. Instrução USER A instrução USER especifica o ID de usuário para acessar mapas e registros no sistema de origem. Se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange em um sistema de origem Linux, UNIX ou Windows com suporte, o nome de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Se o arquivo de definição DTLURDMO não incluir uma instrução TARGETUSER, a instrução USER também especificará o ID de usuário no sistema de destino. Use a seguinte sintaxe: USER user_id; Essa instrução é obrigatória. Especifique também a instrução PWD ou EPWD. 146 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
147 Instrução VALIDATE A instrução VALIDATE instrui DTLURDMO a ser executado no modo de teste, sem gravar no destino os mapas ou registros copiados. Usado em conjunto com a instrução DETAIL, VALIDATE permite que cenários de cópia sejam modelados sem confirmar qualquer alteração. A instrução VALIDATE não tem operandos. Essa instrução é opcional. Nota: Quando você executa DTLURDMO no modo de teste, o utilitário não valida informações de conexão de destino. Por exemplo, o DTLURDMO não testa para os nomes do nó, as incompatibilidades de versão ou a autoridade do objeto de destino. Instrução DM_COPY A instrução DM_COPY copia os mapas de dados da fonte para o sistema de destino. Essa instrução não tem operandos, mas pode ser acompanhada por outras instruções que filtram os objetos selecionados, os renomeiam ou alteram seus atributos. A tabela a seguir resume as instruções opcionais que podem acompanhar a instrução DM_COPY: Instrução Opcional [EXCLUDE] [MODIFY] [RENAME] [SELECT] Parâmetros [AM=access_method] [MAP=map_name] [SCHEMA=schema_name] AM=access_method [DB2INSTANCE=db2_instance] [DB2TABLE=db2_table_name] [DBD=dbd_name] [DBID=database_ID] [DBNAME=database_name] [DDSNODENAME=ddsnode_name] [DICTNAME=dictionary_name] [FILEID=file_ID] [FN=file_name] [IMSID=ims_ID] [IMSTYPE=imstype] [MUFNAME=muf_name] [PCB=pcb_name] [PCBNUM=pcb_number] [PROGNAME=program_name] [PSB=psb_name] [SUBSCHEMA=subschema_name] [DBD=(old_dbd_name,new_dbd_name)] [IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix)] [MAP=(old_map_name,new_map_name)] [SCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name)] [TABLE=(old_table_name,new_table_name)] [AM=access_method] [MAP=map_name] [SCHEMA=schema_name] Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 147
148 Instrução DM_COPY EXCLUDE A instrução EXCLUDE especifica critérios de filtro para que mapas de dados sejam excluídos explicitamente do processo de cópia. A instrução EXCLUDE é opcional. Por padrão, nenhum item é excluído. A instrução EXCLUDE tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Especifica o método de acesso dos mapas de dados a serem excluídos. MAP=map_name Especifica um nome de mapa a ser excluído. SCHEMA=schema_name Especifica um nome de esquema a ser excluído. Os parâmetros da instrução EXCLUDE são os mesmos da instrução SELECT. Tópicos Relacionados: Instrução DM_COPY SELECT na página 152 Instrução DM_COPY MODIFY A instrução MODIFY modifica os atributos dos mapas de dados copiados. O parâmetro AM= é obrigatório com a instrução MODIFY. Dependendo do valor especificado para o parâmetro AM=, você pode incluir parâmetros adicionais. A instrução MODIFY tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Obrigatório. Especifica o método de acesso ao qual a instrução MODIFY se aplica. A tabela a seguir mostra os parâmetros adicionais que estão disponíveis para cada método de acesso: Método de Acesso ADABAS CISAM DB2 DB2UDB DB2UNLD DCOM DL1 ESDS IDMS Parâmetros Disponíveis DBID, FILEID FN DB2TABLE, DB2INSTANCE DB2TABLE, DB2INSTANCE FN, DB2TABLE, DB2INSTANCE DBID, DBNAME, MUFNAME DBD, IMSID, IMSTYPE, PCBNUM FN SUBSCHEMA, DBNAME, PROGNAME, DICTNAME, DDSNODENAME 148 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
149 Método de Acesso IMS KSDS MSSQL ODBA Oracle RRDS SEQ Parâmetros Disponíveis Nenhum FN Nenhum DBD, IMSID, IMSTYPE, PSB, PCB Nenhum FN FN DB2TABLE=db2_schema.db2_table_name Modifica o esquema DB2 ou o nome da tabela mapeada pelo mapa de dados. Por exemplo: DB2TABLE=DSN8910.EMP DB2INSTANCE=db2_instance Modifica o nome ou o ID de subsistema do banco de dados DB2 dos dados mapeados pelo mapa de dados. Por exemplo: DBD=dbd_name DB2INSTANCE=sample Modifica o nome do DBD dos dados mapeados pelo mapa de dados. Por exemplo: DBD=PROD001 O parâmetro DBD da instrução DM_COPY MODIFY ficou obsoleto, mas aceita retrocompatibilidade. Em vez disso, use a instrução DM_COPY RENAME com o parâmetro DBD para renomear um DBD em um mapa de dados. DBID=database_ID Especifica um novo ID de banco de dados a ser usado ao ler o banco de dados. DBNAME=database_name Especifica um novo nome de banco de dados a ser usado ao ler o banco de dados. DDSNODENAME=ddsnode_name Especifica um novo nome do DDSNODE a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. DICTNAME=dictionary_name Especifica um novo nome de dicionário a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. FILEID=file_ID Especifica um novo ID do arquivo do ADABAS para os dados mapeados pelo mapa de dados. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 149
150 FN=filename Especifica um novo nome para o arquivo de dados associado ao mapa de dados. O nome do arquivo deve ser válido no sistema de destino. Os exemplos a seguir especificam um novo nome de arquivo de dados para z/os, VSAM e Windows, respectivamente: IMSID=ims_ID FN='DATA01.SEQ.FILE' FN='SYS01.KSDS.DATA.FILE' FN=c:\myfolder\myfile.txt Especifica um novo ID do sistema IMS para os dados mapeados pelo mapa de dados. Por exemplo: IMSID=IMS7 IMSTYPE=ims_type Especifica um novo tipo de IMS para os dados mapeados pelo mapa de dados. Especifique um dos seguintes valores: DEDB GSAM HDAM HIDAM HSAM HISAM MSDB PHDAM PHIDAM PSINDEX SHISAM MUFNAME=muf_name Especifica um novo nome do MUF a ser usado ao ler o banco de dados Datacom. PCB=pcb_name Especifica um novo nome do PCB para os dados mapeados pelo mapa de dados. Por exemplo: PCB=PCB020 PCBNUM=pcb_number Especifica um novo número de PCB para os dados mapeados pelo mapa de dados. PROGNAME=program_name Especifica um novo nome de programa a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. PSB=psb_name Especifica um novo PSB para os dados mapeados pelo mapa de dados. Por exemplo: PSB=DTL003 SUBSCHEMA=subschema_name Especifica um novo nome de subesquema a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. 150 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
151 Instrução DM_COPY RENAME A instrução RENAME especifica quais elementos do nome do mapa de dados são renomeados no sistema de destino. Para a maioria dos parâmetros, o primeiro operando representa um ou mais itens que estão sendo renomeados, enquanto o segundo representa o novo nome. Por exemplo: MAP=(map01,map02) O primeiro operando pode ser qualquer um dos seguintes: O nome completo do item sendo renomeado Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente Em cada caso, todos os itens correspondentes ao nome ou padrão especificado são renomeados para o valor do segundo operando. DBD=(old_dbd_name,new_dbd_name) Para o DL1 do IMS ou mapas de dados do ODBA, renomeie os DBDs no mapa de dados que corresponde ao nome ou padrão no primeiro operando para o nome especificado. No exemplo a seguir, todos os DBDs chamados dbd01 são renomeados para dbd02: DBD=(dbd01,dbd02) IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix) Para mapas de dados do IDMS, altera o valor de grupo de páginas ou de base. Esse parâmetro permite que registros e mapeamentos de extração sejam migrados para ambientes com valores diferentes para as configurações de banco de dados de grupo de páginas e de base. Para old_page_group e new_page_group, especifique um valor de 0 a Para old_radix e new_radix, especifique um valor de 2 a 12. MAP=(old_map_name,new_map_name) Renomeia para o nome especificado os mapas de dados que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todos os mapas de dados denominados map01 são renomeados para map02: MAP=(map01,map02) No exemplo a seguir, todos os mapas de dados são renomeados para newmap: MAP=(*,newmap) No exemplo a seguir, todos nomes de mapas de dados que terminam com tmp são renomeados para fixed: MAP=(*tmp,fixed) SCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name) Renomeia para o nome especificado os esquemas de mapa de dados que correspondem ao nome ou ao padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todos os esquemas denominados test são renomeados para prod: SCHEMA=(test,prod) No exemplo a seguir, todos os esquemas são renomeados para newprod: SCHEMA=(*,newprod) Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 151
152 No exemplo a seguir, todos os esquemas que terminam com tmp são renomeados para fixed: SCHEMA=(*tmp,fixed) TABLE=(old_table_name,new_table_name) Renomeia para o nome especificado as tabelas que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todas as tabelas denominadas testtab01 são renomeadas para prodtab01: TABLE=(testtab01,prodtab01) No exemplo a seguir, todas as tabelas são renomeadas para newtable: TABLE=(*,newtable) No exemplo a seguir, todas as tabelas que terminam com 01 são renomeados para fixed: TABLE=(*01,fixed) Instrução DM_COPY SELECT A instrução SELECT especifica critérios de filtro para os mapas de dados a serem copiados. A instrução SELECT tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Especifica o método de acesso do mapa de dados. A tabela a seguir lista e descreve os valores de access_method: Método de Acesso ADABAS CISAM DB2 DB2UDB DB2UNLD DCOM DL1 ESDS IDMS IMS KSDS MSSQL ODBA Fonte de dados Adabas C-ISAM DB2 para z/os DB2 para Linux, UNIX e Windows Descarregamento do DB2 Datacom Lote DL/1 para IMS VSAM ESDS IDMS IMS VSAM KSDS Microsoft SQL Server IMS ODBA 152 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
153 Método de Acesso Oracle RRDS SEQ Fonte de dados Oracle VSAM RRDS Conjunto de dados sequenciais MAP=map_name Especifica um nome de mapa a ser selecionado, dentre os seguintes: O nome completo de um mapa de dados Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica o mapa denominado sample: MAP=sample O exemplo a seguir especifica os mapas que começam com sam: MAP=sam* O exemplo a seguir especifica todos os mapas de dados: MAP=* O padrão é *. SCHEMA=schema_name Especifica um nome de esquema a ser selecionado, que é um dos seguintes: O nome completo de um esquema de mapa de dados Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica o esquema db2map: SCHEMA=db2map O exemplo a seguir especifica os esquemas que começam com prod: SCHEMA=prod* O exemplo a seguir especifica todos os esquemas: SCHEMA=* O padrão é *. Instrução REG_COPY Use a instrução REG_COPY para copiar um registro de captura. Essa instrução não tem operandos, mas pode ser acompanhada por outras instruções que filtram os objetos selecionados, os renomeiam, alteram seus atributos, ou permitem funções opcionais. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 153
154 A tabela a seguir resume as instruções opcionais que podem acompanhar a instrução REG_COPY: Instrução Opcional Parâmetros [CHECKXREF] Nenhum [CREATEXMAPS] [LOC={SOURCE TARGET} [OUTPUT=alternative_pathname/data_set] [EXCLUDE] [DBID=database_instance] [DBTYPE=database_type] [REG_NAME=registration_name] [KEEPREGTAG] Nenhum [MODIFY] [CONDENSE={FULL PART NONE}] [DBID=database_ID] [DBNAME=database_name] [FILEID=file_ID] [FN=file_name] [MSSOPTS=(DBSERVER=db_server,DBNAME=database_name)] [MUFNAME=muf_name] [NEW_DBID=database_instance] [SUBSCHEMA=subschema_name] [RELATED] BULK [RENAME] [BULKMAP=(old_map_name,new_map_name)] [BULKSCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name)] [BULKTABLE=(old_table_name,new_table_name)] [DBD=(old_dbd_name,new_dbd_name] [IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix)] [IMSMAP=(old_map_name,new_map_name)] [IMSSCHEMA=(old_schema_name, new_schema_name)] [NRDB_DM_TABLE=(old_map_name,new_map_name,old_table_name,new_table_name)] [REG_NAME=old_registration_name,new_registration_name)] [SCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name)] [TABLE=(old_table_name,new_table_name)] [SELECT] [DBID=database_instance] [DBTYPE=database_type] [REG_NAME=registration_name] Observações: Não use a instrução OUTPUT com a instrução REG_COPY se você usar também a instrução CREATEXMAPS. Para usar o REG_COPY para copiar registros para um conjunto de dados CCT alternativo e criar mapeamentos de extração, você deve conectar ao destino usando um Ouvinte do PowerExchange, em vez de usar o padrão de local na instrução TARGET. Se você incluir qualquer uma das seguintes instruções ou combinações de instruções e opções após a instrução REG_COPY, o DTLURDMO lerá o mapa de dados de IMS do sistema de destino: - RENAME IMSSCHEMA - RENAME IMSMAP - CHECKXREF 154 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
155 Se você copiar um registro que foi suspenso com o utilitário PWXUCREG, ocorre o seguinte processamento: - Se o status de registro atual é Suspenso, o status será redefinido para Ativo. - Os registros de data/hora de ativação e suspensão que definem a janela de suspensão são limpos. Instrução REG_COPY CHECKXREF Para origens de dados do IMS, a instrução CHECKXREF força o utilitário DTLURDMO a carregar o mapa de dados correspondente no sistema de destino e a atualizar o registro com a organização do banco de dados do DBD especificado no mapa de dados. A instrução não tem parâmetros. Se você precisar alterar o DBD para especificar uma organização de banco de dados diferente, você pode alterar o registro incluindo as instruções a seguir no fluxo de entrada: REPLACE REG_COPY; Parâmetros SELECT; CHECKXREF; Ao processar essas instruções, o DTLURDMO carrega o mapa de dados no sistema de destino e no DBD, e atualiza o registro. Instrução REG_COPY CREATEXMAPS A instrução CREATEXMAPS cria um mapeamento de extração no sistema de destino. Use a seguinte sintaxe: CREATEXMAPS [LOC={SOURCE TARGET}] [OUTPUT=alternative_pathname data_set] ; A instrução REG_COPY tem os seguintes parâmetros opcionais: LOC={SOURCE TARGET} Especifica se o mapa de dados usado para criar o mapeamento de extração será carregado na origem ou no destino local. O padrão é SOURCE. OUTPUT=alternative_pathname data_set O mapeamento de extração é gravado no local alternativo. Essa função é análoga à especificada pela instrução OUTPUT. Instrução REG_COPY EXCLUDE A instrução EXCLUDE especifica critérios de filtro para que registros sejam excluídos explicitamente do processo de cópia. A instrução EXCLUDE é opcional. Por padrão, nenhum item é excluído. A instrução EXCLUDE tem os seguintes parâmetros: Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 155
156 REG_NAME=registration_name Especifica um nome de registro a ser selecionado. Esse é o nome que foi especificado na criação do registro. DBID=database_instance Especifica a instância de banco de dados do registro. Por exemplo, dependendo da origem, a instância de banco de dados poderá representar o ID do subsistema ou o nome do banco de dados. DBTYPE=database_type Especifica o tipo de dados que está sendo capturado. Os parâmetros da instrução EXCLUDE são os mesmos da instrução SELECT. Tópicos Relacionados: Instrução REG_COPY SELECT na página 161 Instrução REG_COPY KEEPREGTAG A instrução KEEPREGTAG mantém a marca de registro original do registro que está sendo copiado ao gerar o mapa de extração. Essa instrução é válida apenas com a instrução CREATEXMAPS. Não use a instrução KEEPREGTAG com as seguintes instruções REG_COPY: CHECKXREF MODIFY MUF_NAME MODIFY NEW_DBID RENAME DBD RENAME IMSMAP RENAME IMSSCHEMA RENAME REG_NAME Essas instruções podem fazer com que uma marca de registro diferente seja gerada para o registro copiado e o mapa de extração. Instrução REG_COPY MODIFY A instrução MODIFY modifica os atributos especificados dos registros copiados. Esta instrução pode incluir os seguintes parâmetros: CONDENSE={FULL PART NONE} Especifica opções de condensação para os dados capturados no sistema de destino. DBID=database_ID Para os bancos de dados Adabas e Datacom, especifica um novo identificador de banco de dados. DBNAME=database_name Para bancos de dados IDMS, especifica um novo nome de banco de dados para o registro. FN=file_name Especifica o nome de arquivo associado ao registro. Por exemplo: FN=NEW.KSDS.FILE Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
157 MSSOPTS=(DBSERVER=db_server,DBNAME=database_name) Especifica as seguintes opções do SQL Server para o registro: DBSERVER=db_server é o ID do servidor de banco de dados para o registro. DBNAME=database_name é o nome do banco de dados para o registro. MUFNAME=muf_name Para bancos de dados Datacom, especifica um novo nome MUF para o registro. Use esse parâmetro para especificar uma nova instância de banco de dados para o registro da mesma maneira que você pode usar o parâmetro NEW_DBID para outros tipos de banco de dados. NEW_DBID=database_ID Especifica uma nova instância de banco de dados para o registro. Para a maioria das fontes de dados, esse valor da instância do banco de dados é um ID de subsistema ou nome de banco de dados. Para origens do Microsoft SQL Server, você pode especificar um identificador de instância exclusivo definido pelo usuário para a combinação de servidor de banco de dados e de nome do banco de dados definida no parâmetro MSSOPTS. O tamanho máximo é de sete caracteres. Este identificador de instância identifica um conjunto de registros para o banco de dados de publicação no sistema de destino. Se você definir também a instrução CREATEXMAPS na sintaxe da cópia de registro, o identificador de instância será incorporado aos nomes dos mapas de extração que são gerados para os registros copiados no destino. Se você usar o Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows, certifique-se de que o identificador de instância corresponda ao valor do parâmetro DBID no arquivo de configuração do Agente de Log no destino. Se você não inserir um valor NEW_DBID, o PowerExchange gerará um identificador de instância composto de toda a ou parte da publicação, do nome do banco de dados, seguido por um número de três dígitos se um número for necessário para tornar o identificador exclusivo. Sugestão: Se você estiver migrando de um ambiente do SQL Server para outro, poderá inserir um identificador de instância que corresponde ao identificador de instância no sistema de origem. Dessa forma, você pode evitar o uso de um identificador de instância gerado e a necessidade de atualizar os nomes de mapa de extração em fluxos de trabalho do PowerCenter e editar o valor do parâmetro DBID do Agente de Log do PowerExchange no destino. Nesse caso, certifique-se de que os arquivos de configuração DBMOVER nos ambientes de origem e destino definam caminhos exclusivos nas instruções CAP_PATH e CAPT_XTRA. SUBSCHEMA=subschema_name Para bancos de dados IDMS, especifica um novo subesquema para o registro. Instrução REG_COPY RELATED BULK A instrução RELATED BULK mescla o mapa de extração em um mapa de dados em massa existente no sistema de destino. Essa instrução só é válida em conjunto com a instrução CREATEXMAPS para registros do DB2 para z/os ou DB2 para Linux, UNIX e Windows. Use a seguinte sintaxe: RELATED BULK; O nome do mapa de dados em massa que o DTLURDMO procura no sistema de destino depende de o mapa de extração original ter sido ou não mesclado em um mapa de dados no sistema de origem: Se o mapa de extração original associado ao registro no sistema de origem tiver sido mesclado em um mapa de dados em massa, o DTLURDMO usará o mesmo mapa de dados e o nome de tabela ao mesclar o mapa de extração gerado no sistema de destino. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 157
158 Se um mapa de dados em massa não tiver sido mesclado no mapa de extração original do sistema de origem, ou um mapa de extração não existir, um nome de mapa de dados em massa no formato a seguir será gerado para a mesclagem: table_name.registration_name_table_name Se o DTLURDMO não encontrar o mapa de dados em massa no sistema de destino, ele reportará o erro e continuará. Você pode usar a instrução RENAME para modificar o nome do mapa de extração gerado ou o nome do mapa de dados em massa a ser mesclado nele. Instrução REG_COPY RENAME A instrução RENAME renomeia elementos do registro de captura copiado no sistema de destino ou identifica um mapa de dados em massa existente no sistema de destino que está nomeado de forma diferente do padrão. Para os parâmetros DBD, IMSMAP, IMSSCHEMA, REG_NAME, SCHEMA e TABLE, a instrução RENAME especifica o novo nome do elemento de registro no sistema de destino. Para os parâmetros BULKSCHEMA, BULKMAP e BULKTABLE, a instrução RENAME identifica o mapa de dados em massa no sistema de destino a ser mesclado no mapeamento de extração recém-gerado. Use esses parâmetros se o mapa de dados em massa no sistema de destino estiver nomeado de forma diferente do padrão. Esses parâmetros estão disponíveis somente nos sistemas DB2 para z/os ou DB2 para Linux, UNIX e Windows. Para a maioria dos parâmetros RENAME, o primeiro operando representa um ou mais itens que estão sendo renomeados, enquanto o segundo representa o novo nome. O primeiro operando pode ser qualquer um dos seguintes: O nome completo de um item Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente A instrução RENAME tem os seguintes parâmetros: BULKMAP=(old_map_name,new_map_name) Especifica um novo nome de mapa a ser usado ao localizar o mapa de dados em massa no sistema de destino para mesclagem no mapeamento de extração copiado. O parâmetro BULKMAP da instrução RENAME só é válido em conjunto com a instrução RELATED BULK. No exemplo a seguir, todos os mapas denominados capture1 são renomeados para capture2: BULKMAP=(capture1,capture2) No exemplo a seguir, todos os mapas são renomeados para newmap: BULKMAP=(*,newmap) No exemplo a seguir, todos os nomes de mapas que terminam com 01 são renomeados para fixed: BULKMAP=(*01,fixed) BULKSCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name) Especifica um novo nome de esquema a ser usado ao localizar o mapa de dados em massa no sistema de destino para mesclagem no mapeamento de extração copiado. O parâmetro BULKSCHEMA da instrução RENAME só é válido em conjunto com a instrução RELATED BULK. 158 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
159 No exemplo a seguir, todos os esquemas em massa denominados test são renomeados para prod: BULKSCHEMA=(test,prod) No exemplo a seguir, todos os esquemas em massa são renomeados para newprod: BULKSCHEMA=(*,newprod) No exemplo a seguir, todos os esquemas que terminam com tmp são renomeados para fixed: BULKSCHEMA=(*tmp,fixed) BULKTABLE=(old_table_name,new_table_name) Especifica um novo nome de tabela a ser usado ao localizar o mapa de dados em massa no sistema de destino para mesclagem no mapeamento de extração copiado. O parâmetro BULKTABLE da instrução RENAME só é válido em conjunto com a instrução RELATED BULK. Nesse exemplo, todos os nomes de tabela testtab01 são renomeadas para prodtab01: BULKTABLE=(testtab01t,prodtab01) Nesse exemplo, todas as tabelas são renomeadas para newtable: BULKTABLE=(*,newtable) Nesse exemplo, todas as tabelas que terminam com 01 são renomeadas para fixed: BULKTABLE=(*01,fixed) DBD=(old_dbd_name,new_dbd_name) Para origens de dados do IMS, especifica um novo nome DBD para o registro de captura. DTLURDMO carrega o DBD correspondente no sistema de destino e atualiza o registro com a organização do banco de dados. O DBD especificado em uma instrução RENAME tem precedência sobre o nome do DBD derivado de um mapa especificado por IMSSCHEMA ou IMSMAP. IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix) Para fontes de dados do IDMS, altera o valor de grupo de páginas ou de base. Esse parâmetro permite que registros e mapeamentos de extração sejam migrados para ambientes com valores diferentes para as configurações de banco de dados de grupo de páginas e de base. Para old_page_group e new_page_group, especifique um valor de 0 a Para old_radix e new_radix, especifique um valor de 2 a 12. Nota: Você pode criar um mapa de extração no sistema de destino com valores renomeados de grupo de páginas e de base usando as instruções REG_COPY, CREATEXMAPS LOC=TARGET e RENAME IDMS_PAGEGROUP_RADIX. Antes de emitir essas instruções, você deve copiar o mapa de dados para a plataforma de destino usando a instrução DM_COPY. Se o mapa de dados não estiver correto na plataforma de destino, os resultados das instruções REG_COPY e instruções opcionais acompanhantes serão imprevisíveis. IMSMAP=(old_map_name,new_map_name) Renomeia mapas de dados do IMS que correspondem ao nome ou padrão no antigo nome do mapa de dados para o novo nome do mapa de dados. O utilitário carrega o mapa de dados especificado no sistema de destino e atualiza o registro com a organização do banco de dados usando o DBD denominado no mapa de dados. No exemplo a seguir, todos os esquemas denominados test são renomeados para prod: IMSMAP=(test,prod) Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 159
160 IMSSCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name) Renomeia os esquemas do IMS que correspondem ao nome ou ao padrão do nome de esquema antigo. O utilitário carrega o mapa de dados especificado no sistema de destino e usa o DBD denominado no mapa de dados para atualizar as informações de organização do banco de dados organização no registro. O novo nome de esquema deve corresponder ao nome de esquema de um mapa de dados em massa existente no sistema de destino. No exemplo a seguir, todos os esquemas denominados test são renomeados para prod: IMSSCHEMA=(test,prod) NRDB_DM_TABLE=(old_map_name,new_map_name,old_table_name,new_table_name) Para fontes de dados do IDMS, identifica os novos e antigos mapas de dados e nomes de tabela. Esse parâmetro permite que o registro se vincule a um mapa de dados que possui uma nova identidade no novo ambiente. NRDB_DM_TABLE somente será necessária se o mapa de dados contiver informações necessárias para extrações do CDC. Especificamente, ele é necessário para propagar alterações no valor do grupo de páginas ou de base para o mapeamento de extração. As seguintes regras se aplicam: Use o seguinte formato para old_map_name e new_map_name: schema_name.data_map_name schema_name e/ou data_map_name podem ser formados, total ou parcialmente, por curingas, como nos exemplos a seguir: *.test_map test_schema.* test*.* Se você omitir old_map_name e new_map_name, inclua vírgulas como espaços reservados, da seguinte maneira: NRDB_DM_TABLE=(,,old_table_name,new_table_name) É possível omitir old_table_name e new_table_name. Se você os incluir, especifique o nome completo da tabela, sem curingas. REG_NAME=(old_registration_name,new_registration_name) Renomeia o registro. Como o nome de registro é usado para criar a marca de registro, essa opção substitui a opção KEEPREGTAG. SCHEMA=old_schema_name,new_schema_name Renomeia os esquemas que correspondem ao nome ou padrão do nome de esquema antigo para o novo. No exemplo a seguir, todos os esquemas denominados test são renomeados para prod: SCHEMA=(test,prod) No exemplo a seguir, todos os esquemas são renomeados para newprod: SCHEMA=(*,newprod) No exemplo a seguir, todos os esquemas que terminam com tmp são renomeados para fixed: SCHEMA=(*tmp,fixed) TABLE=old_table_name,old_table_name Renomeia as tabelas que correspondem ao nome ou padrão do nome de tabela antigo para o novo. 160 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
161 No exemplo a seguir, todas as tabelas denominadas testtab01 são renomeadas para prodtab01: TABLE=(testtab01,prodtab01) No exemplo a seguir, todas as tabelas são renomeadas para newtable: TABLE=(*,newtable) No exemplo a seguir, todas as tabelas que terminam com 01 são renomeadas para fixed: TABLE=(*01,fixed) Tópicos Relacionados: Instrução REG_COPY RELATED BULK na página 157 Instrução REG_COPY SELECT A instrução SELECT especifica critérios de filtro para os registros a serem copiados. A instrução SELECT tem os seguintes parâmetros: DBID=database_instance Especifica a instância de banco de dados do registro. Por exemplo, dependendo da origem, a instância de banco de dados poderá representar o ID do subsistema ou o nome do banco de dados. Você pode especificar qualquer um destes: O nome completo de um esquema de mapa de dados Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica a instância de banco de dados sample: DBID=sample O exemplo a seguir especifica as instâncias de banco de dados que começam com sam: DBID=sam* O exemplo a seguir especifica todas as instâncias de banco de dados: DBID=* O padrão é *. DBTYPE=database_type Especifica o tipo de dados que está sendo capturado. A tabela a seguir lista e descreve os valores de database_type: Tipo de banco de dados ADA AS4 DB2 DCM Descrição Adabas DB2 i5/os DB2 para z/os Datacom Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 161
162 Tipo de banco de dados IDM IMS MSS ORA UDB VSM Descrição IDMS IMS Microsoft SQL Server Oracle DB2 para Linux, UNIX e Windows VSAM REG_NAME=registration_name Especifica um nome de registro a ser selecionado. Esse é o nome que foi especificado na criação do registro. Você pode especificar qualquer um destes: O nome completo de um esquema de mapa de dados Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica o registro capture1: REG_NAME=capture1 O exemplo a seguir especifica os registros que começam com prod: REG_NAME=prod* O exemplo a seguir especifica todos os esquemas: REG_NAME=* O padrão é *. Instrução XM_COPY A instrução XM_COPY copia os mapas de extração do sistema de origem para o sistema de destino. Essa instrução não tem operandos, mas pode ser acompanhada por outras instruções que filtram os objetos selecionados, os renomeiam ou alteram seus atributos. A instrução XM_COPY permite copiar os mapas de extração sem copiar os registros de captura. Quando você copia um registro de captura, também copia o mapa de extração, incluindo a instrução CREATEXMAPS após a instrução REG_COPY. 162 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
163 A tabela a seguir resume as instruções opcionais que podem acompanhar a instrução XM_COPY: Instrução Opcional [EXCLUDE] [MODIFY] [RENAME] [SELECT] Parâmetros [AM=access_method] [MAP=map_name] [SCHEMA=schema_name] AM=access_method [DB2INSTANCE=db2_instance] [DB2TABLE=db2_table_name] [DBD=dbd_name] [DBID=database_ID] [DBNAME=database_name] [DDSNODENAME=ddsnode_name] [DICTNAME=dictionary_name] [FILEID=file_ID] [FN=file_name] [IMSID=ims_ID] [MUFNAME=muf_name] [PCB=pcb_name] [PROGNAME=program_name] [PSB=psb_name] [SUBSCHEMA=subschema_name] [IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix)] [MAP=(old_map_name,new_map_name)] [NRDB_DM_TABLE=(old_map_name,new_map_name,old_table_name,new_table_name)] [REG_NAME=(old_registration_name,new_registration_name,new_version)] [REGTAG=(old_regtag,new_regtag)] [SCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name)] [TABLE=(old_table_name,new_table_name)] [AM=access_method] [MAP=map_name] [SCHEMA=schema_name] Instrução XM_COPY EXCLUDE A instrução EXCLUDE especifica critérios de filtro para que mapeamentos de extração sejam excluídos explicitamente do processo de cópia. A instrução EXCLUDE é opcional. Por padrão, nenhum item é excluído. A instrução EXCLUDE tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Especifica o método de acesso dos mapeamentos de extração a serem excluídos. MAP=map_name Especifica um nome de mapa a ser excluído. SCHEMA=schema_name Especifica um nome de esquema a ser excluído. Os parâmetros da instrução EXCLUDE são os mesmos da instrução SELECT. Instrução XM_COPY MODIFY A instrução MODIFY modifica vários atributos dos mapas de extração copiados. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 163
164 O parâmetro AM= é obrigatório com a instrução MODIFY. Dependendo do valor especificado para o parâmetro AM=, você pode incluir parâmetros adicionais. A instrução MODIFY tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Obrigatório. Especifica o método de acesso ao qual a instrução MODIFY se aplica. A tabela a seguir mostra os parâmetros adicionais que estão disponíveis para cada método de acesso: Método de Acesso ADABAS DB2 DB2UDB DCOM DL1 ESDS IDMS IMS KSDS MSSQL ODBA Oracle RRDS SEQ Parâmetros Disponíveis DBID, FILEID DB2TABLE, DB2INSTANCE DB2TABLE, DB2INSTANCE DBID, DBNAME, MUFNAME DBD, IMSID FN SUBSCHEMA, DBNAME, PROGNAME, DICTNAME, DDSNODENAME Nenhum FN Nenhum DBD, IMSID, PSB, PCB Nenhum FN FN DB2TABLE=db2_schema.db2_table_name Modifica o esquema DB2 ou o nome da tabela mapeada pelo mapa de extração. Por exemplo: DB2TABLE=DSN8910.EMP DB2INSTANCE=db2_instance Modifica o nome ou o ID de subsistema do banco de dados DB2 dos dados mapeados pelo mapa de extração. Por exemplo: DBD=dbd_name DB2INSTANCE=sample Modifica o nome do DBD dos dados mapeados pelo mapa de extração. Por exemplo: DBD=PROD Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
165 DBID=database_ID Especifica um novo ID de banco de dados a ser usado ao ler o banco de dados. DBNAME=database_name Especifica um novo nome de banco de dados a ser usado ao ler o banco de dados. DDSNODENAME=ddsnode_name Especifica um novo nome do DDSNODE a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. DICTNAME=dictionary_name Especifica um novo nome de dicionário a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. FILEID=file_ID Especifica um novo ID do arquivo do ADABAS para os dados mapeados pelo mapa de extração. FN=filename Especifica um novo nome para o arquivo de dados associado ao mapa de extração. O nome do arquivo deve ser válido no sistema de destino. Os exemplos a seguir especificam um novo nome de arquivo de dados para z/os, VSAM e Windows, respectivamente: IMSID=ims_ID FN='DATA01.SEQ.FILE' FN='SYS01.KSDS.DATA.FILE' FN=c:\myfolder\myfile.txt Especifica um novo ID do sistema IMS para os dados mapeados pelo mapa de extração. Por exemplo: IMSID=IMS7 MUFNAME=muf_name Especifica um novo nome do MUF a ser usado ao ler o banco de dados Datacom. PROGNAME=program_name Especifica um novo nome de programa a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. PCB=pcb_name Especifica um novo nome do PCB para os dados mapeados pelo mapa de extração. Por exemplo: PSB=psb_name PCB=PCB020 Especifica um novo PSB para os dados mapeados pelo mapa de extração. Por exemplo: PSB=DTL003 SUBSCHEMA=subschema_name Especifica um novo nome de subesquema a ser usado ao ler o banco de dados IDMS. Instrução XM_COPY RENAME A instrução RENAME especifica quais elementos do nome do mapeamento de extração são renomeados no sistema de destino. Para a maioria dos parâmetros, o primeiro operando representa um ou mais itens que estão sendo renomeados, enquanto o segundo representa o novo nome. Por exemplo: MAP=(map01,map02) Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 165
166 O primeiro operando pode ser qualquer um dos seguintes: O nome completo de um esquema, um mapeamento de extração ou uma tabela Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente Em cada caso, todos os itens correspondentes ao nome ou padrão especificado são renomeados para o valor do segundo operando. IDMS_PAGEGROUP_RADIX=(old_page_group,new_page_group,old_radix,new_radix) Para fontes de dados do IDMS, altera o valor de grupo de páginas ou de base. Esse parâmetro permite que registros e mapeamentos de extração sejam migrados para ambientes com valores diferentes para as configurações de banco de dados de grupo de páginas e de base. Para old_page_group e new_page_group, especifique um valor de 0 a Para old_radix e new_radix, especifique um valor de 2 a 12. Nota: Você pode criar um mapeamento de extração no sistema de destino com valores renomeados de grupo de páginas e de base usando as instruções XM_COPY e RENAME IDMS_PAGEGROUP_RADIX. Antes de emitir essas instruções, você deve copiar o mapa de dados para a plataforma de destino usando a instrução DM_COPY. Se o mapa de dados não estiver correto na plataforma de destino, os resultados das instruções XM_COPY e RENAME IDMS_PAGEGROUP_RADIX serão imprevisíveis. MAP=(old_map_name,new_map_name) Renomeia para o nome especificado os mapeamentos de extração que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todos os mapeamentos de extração denominados map01 são renomeados para map02: MAP=(map01,map02) No exemplo a seguir, todos os mapeamentos de extração são renomeados para newmap: MAP=(*,newmap) No exemplo a seguir, todos os nomes de mapeamentos de extração que terminam com tmp são renomeados para fixed: MAP=(*tmp,fixed) NRDB_DM_TABLE=(old_map_name,new_map_name,old_table_name,new_table_name) Para fontes de dados do IDMS, identifica os novos e antigos mapas de dados e nomes de tabela. Esse parâmetro permite que o registro se vincule a um mapa de dados que possui uma nova identidade no novo ambiente. NRDB_DM_TABLE somente será necessária se o mapa de dados contiver informações necessárias para extrações do CDC. Especificamente, ele é necessário para propagar alterações no valor do grupo de páginas ou de base para o mapeamento de extração. As seguintes regras se aplicam: Use o seguinte formato para old_map_name e new_map_name: schema_name.data_map_name schema_name e/ou data_map_name podem ser formados, total ou parcialmente, por curingas, como nos exemplos a seguir: *.test_map test_schema.* test*.* 166 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
167 Se você omitir old_map_name e new_map_name, inclua vírgulas como espaços reservados, da seguinte maneira: NRDB_DM_TABLE=(,,old_table_name,new_table_name) É possível omitir old_table_name e new_table_name. Se você os incluir, especifique o nome completo da tabela, sem curingas. REG_NAME=(old_registration_name,new_registration_name,new_version) Renomeia o registro e, opcionalmente, a versão. Como o nome de registro é usado para criar a marca de registro, essa opção substitui a opção KEEPREGTAG. Esse parâmetro fornece um link documentado para o novo registro. REGTAG=(old_regtag,new_regtag) Renomeia para o nome especificado as marcas de registro que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. SCHEMA=(old_schema_name,new_schema_name) Renomeia para o nome especificado os esquemas que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todos os esquemas denominados test são renomeados para prod: SCHEMA=(test,prod) No exemplo a seguir, todos os esquemas são renomeados para newprod: SCHEMA=(*,newprod) No exemplo a seguir, todos os esquemas que terminam com tmp são renomeados para fixed: SCHEMA=(*tmp,fixed) TABLE=(old_table_name,old_table_name) Renomeia para o nome especificado as tabelas que correspondem ao nome ou padrão do primeiro operando. No exemplo a seguir, todas as tabelas denominadas testtab01 são renomeadas para prodtab01: TABLE=(testtab01,prodtab01) No exemplo a seguir, todas as tabelas são renomeadas para newtable: TABLE=(*,newtable) No exemplo a seguir, todas as tabelas que terminam com 01 são renomeados para fixed: TABLE=(*01,fixed) Instrução XM_COPY SELECT A instrução SELECT especifica critérios de filtro para os mapas de dados a serem copiados. A instrução SELECT tem os seguintes parâmetros: AM=access_method Especifica o método de acesso do mapa de extração. Instruções de Controle e Parâmetros do Utilitário DTLURDMO 167
168 A tabela a seguir lista e descreve os valores de access_method: Método de Acesso ADABAS DB2 DB2UDB DCOM DL1 ESDS IDMS IMS KSDS MSSQL ODBA Oracle RRDS SEQ Fonte de dados Adabas DB2 para z/os DB2 para Linux, UNIX e Windows Datacom Lote DL/1 para IMS VSAM ESDS IDMS IMS VSAM KSDS Microsoft SQL Server IMS ODBA Oracle VSAM RRDS Conjunto de dados sequenciais MAP=map_name Especifica um nome de mapa a ser selecionado, dentre os seguintes: O nome completo de um mapeamento de extração Um nome parcial com um caractere curinga (*) Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica o mapa denominado sample: MAP=sample O exemplo a seguir especifica os mapas que começam com sam: MAP=sam* O exemplo a seguir especifica todos os mapeamentos de extração: MAP=* O padrão é *. SCHEMA=schema_name Especifica um nome de esquema a ser selecionado, que é um dos seguintes: O nome completo de um esquema de mapeamento de extração Um nome parcial com um caractere curinga (*) 168 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
169 Um caractere curinga (*) somente O exemplo a seguir especifica o esquema db2map: SCHEMA=db2map O exemplo a seguir especifica os esquemas que começam com prod: SCHEMA=prod* O exemplo a seguir especifica todos os esquemas: SCHEMA=* O padrão é *. Escopo de Operandos Dentro do escopo de uma instrução de cópia (DM_COPY, REG_COPY, ou XM_COPY), o DTLURDMO permite várias ocorrências de cada uma das seguintes instruções: EXCLUDE MODIFY RENAME SELECT Várias ocorrências dessas instruções são suportadas para manter a compatibilidade com as versões anteriores e fornecer flexibilidade ao migrar um grande número de objetos. No entanto, na maioria dos casos é mais simples incluir várias instruções de cópia. Dessa maneira, cada instrução de cópia é seguida por, no máximo, uma instrução EXCLUDE, MODIFY, RENAME e SELECT. Se você incluir várias ocorrências de instruções EXCLUDE MODIFY, RENAME ou SELECT, inclua uma instrução VALIDATE para executar DTLURDMO primeiramente no modo de teste e verifique a operação dessas instruções. Além disso, se você incluir várias ocorrências das instruções MODIFY ou SELECT no escopo de uma instrução de cópia, o PowerExchange emitirá uma mensagem de aviso para indicar que o resultado dessas várias instruções podem ser imprevisíveis. Comportamento das Instruções EXCLUDE, MODIFY, RENAME e SELECT As seguintes regras resumem o comportamento das instruções EXCLUDE, MODIFY, RENAME e SELECT dentro do escopo de uma instrução de cópia. Para determinar quais objetos excluir, o DTLURDMO executa uma operação OR lógica em todas as instruções EXCLUDE. Para determinar quais objetos selecionar, o DTLURDMO executa uma operação OR lógica em todas as instruções SELECT. As instruções EXCLUDE e SELECT determinam o escopo de cada instrução RENAME. Cada instrução RENAME renomeia os objetos especificados que são selecionados pelas instruções SELECT e não excluídos pelas instruções EXCLUDE. As instruções EXCLUDE e SELECT determinam o escopo de cada instrução MODIFY. O escopo de cada instrução MODIFY é restringido pelo método de acesso especificado. Várias instruções MODIFY que especificam diferentes métodos de acesso são logicamente independentes (OR'ed). Se várias instruções MODIFY especificarem o mesmo método de acesso, o DTLURDMO ignorará todas exceto a primeira. Escopo de Operandos 169
170 Exceto no caso de várias instruções MODIFY que especificam o mesmo método de acesso; a ordem das instruções não importa. Exemplo Usando Várias Instruções SELECT e MODIFY Suponha que você precise copiar vários mapas de dados que foram definidos com um método de acesso do SEQ, e você precisa modificar o atributo de nome de arquivo em cada um dos mapas de dados. As instruções a seguir podem parecer que estão corretas, mas elas não produzem o resultado desejado: DM_COPY; SELECT MAP=fbti SCHEMA=vsam ; MODIFY AM=KSDS FN=FPRSV.PAS.PSCODV1; SELECT MAP=scpd SCHEMA= flatfile ; MODIFY AM=SEQ FN=FPRS.PAS.D416.PSW.PLNXTR; SELECT MAP=sczp SCHEMA= flatfile ; MODIFY AM=SEQ FN=FPRS.PAS.D416.PSW.PLNSTAT; Neste exemplo, o escopo das instruções MODIFY é determinado por todas as instruções SELECT dentro do escopo da instrução DM_COPY, não apenas da instrução SELECT imediatamente precedida. A seguinte instrução é desconsiderada, pois ela se aplica ao mesmo método de acesso e conjunto de mapas de dados selecionados (conforme determinado pelas instruções SELECT) de uma instrução MODIFY anterior dentro do escopo de um comando DM_COPY único. MODIFY AM=SEQ FN=FPRS.PAS.D416.PSW.PLNSTAT Em vez disso, inclua vários comandos DM_COPY, com cada comando DM_COPY seguido por um único comando SELECT e um único comando MODIFY: DM_COPY; SELECT MAP=fbti SCHEMA=vsam ; MODIFY AM=KSDS FN=FPRSV.PAS.PSCODV1; DM_COPY; SELECT MAP=scpd SCHEMA= flatfile ; MODIFY AM=SEQ FN=FPRS.PAS.D416.PSW.PLNXTR; DM_COPY; SELECT MAP=sczp SCHEMA= flatfile ; MODIFY AM=SEQ FN=FPRS.PAS.D416.PSW.PLNSTAT; Executando o Utilitário DTLURDMO no i5/os Para executar o utilitário DTLURDMO no i5/os, digite o seguinte comando: CALL PGM(DTLURDMO_executable_file_name) Por exemplo: CALL PGM(dtllib/DTLURDMO) Por padrão, o utilitário DTLURDMO procura o arquivo de definição DTLURDMO no membro CFG(DTLURDMO) da biblioteca datalib atual. O arquivo de definição DTLURDMO contém as instruções de controle DTLURDMO. Para especificar um local alternativo para o arquivo de definição DTLURDMO, insira o nome da biblioteca e o nome do arquivo de definição na opção PARM. Por exemplo: CALL PGM(dtllib/DTLURDMO) PARM ('datalib/definition_file(dtlurdmo)') 170 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
171 Executando o Utilitário DTLURDMO no Linux, UNIX e Windows No Linux, UNIX ou Windows, execute o utilitário navegando para o diretório Informatica do PowerExchange e informando dtlurdmo na linha de comandos, conforme a seguir: dtlurdmo DTLURDMO_definition_file Por exemplo: dtlurdmo e:\powerexchange\bin\dtlurdmo.ini O arquivo de definição DTLURDMO contém as instruções de controle DTLURDMO. Se nenhum arquivo de definição for especificado, o PowerExchange procurará o arquivo dtlurdmo.ini no caminho atual. Executando o Utilitário DTLURDMO no z/os Execute o utilitário submetendo o trabalho DTLURDMO. As instruções de controle de entrada para esse utilitário são lidas no SYSIN. Veja a seguir um exemplo de JCL a ser usado durante a execução desse utilitário no z/os. //DTLUSR01 JOB 'ADA',MSGLEVEL=1, // CLASS=A,MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID //* //DTL JCLLIB ORDER=(DTLUSR.V951.RUNLIB) //* // SET HLQ=DTLUSR.V951 //* //URDMO PROC HLQ=&HLQ //* //STEP1 EXEC PGM=DTLURDMO, // REGION=0M,TIME=NOLIMIT //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN,DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //*DTLCAMAP DD DSN=&HLQ..DTLCAMAP, //* DISP=SHR //* //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG,DISP=SHR //DTLCFG DD DSN=&HLQ..RUNLIB(DBMOVER),DISP=SHR //DTLKEY DD DSN=&HLQ..RUNLIB(LICENSE),DISP=SHR //DTLSGN DD DSN=&HLQ..RUNLIB(SIGNON),DISP=SHR //DTLLOG DD SYSOUT=* //DATAMAP DD DSN=&HLQ..V1.DATAMAPS,DISP=SHR //DTLCAMAP DD DSN=&HLQ..V1.DTLCAMAP,DISP=SHR //DTLREPOS DD DSN=&HLQ..V1.REPOS,DISP=SHR //DTLAMCPR DD DSN=&HLQ..V1.CCT,DISP=SHR //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //CEEDUMP DD SYSOUT=* // PEND //* //* //* EXECUTE THE PROCEDURE //* //DTLLSTN EXEC URDMO //* //SYSIN DD * USER DTLUSR; Executando o Utilitário DTLURDMO no Linux, UNIX e Windows 171
172 EPWD 095E463AC1C5D5B8; TARGET DTLUSR; SOURCE NODE1; OUTPUT DTLUSR.V951.V1.DATAMAPS.TESTMIGR; DETAIL; DM_COPY; SELECT AM=ADABAS; //* Exemplos do Utilitário DTLURDMO Os exemplos a seguir mostram as instruções de controle para exemplos de trabalhos DTLURDMO. Copiando Mapas de Dados Selecionados O exemplo a seguir usa a instrução DM_COPY para copiar mapas de dados de systema para systemb. As seguintes condições se aplicam: Somente mapas de dados com o esquema test01 e o método de acesso do DB2 são copiados. O mapa de dados test01.map01 é excluído da cópia. O nome do esquema do mapa de dados copiado é alterado de test01 para test04. global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DM_COPY; SELECT SCHEMA=test01 AM=DB2; EXCLUDE MAP=map01; RENAME SCHEMA=(test01,test04); Copiando Todos os Mapas de Dados O exemplo a seguir usa a instrução DM_COPY para copiar todos os mapas de dados de systema para systemb. global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DM_COPY; Copiando e Modificando Mapas de Dados O exemplo a seguir usa DM_COPY para copiar todos os mapas de dados de systema para systemb. Todos os mapas de dados são modificados para usar o ID do subsistema DSN6. global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DM_COPY; MODIFY AM=DB2 DB2INSTANCE=DSN6; 172 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
173 Copiando Registros e Gerando Mapas de Extração O exemplo a seguir usa REG_COPY para copiar registros de systema para systemb e gerar mapas de extração em systemb. Esse exemplo ilustra como migrar registros de um sistema de teste para um sistema de produção. Como uma instrução SELECT não está incluída, todos os registros são selecionados. O nome do esquema da tabela registrada é alterado de test01 para prod01 no sistema de destino, enquanto a instância do banco de dados é alterada para DSNP. global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements REG_COPY; CREATEXMAPS; RENAME SCHEMA=(test01,prod01); MODIFY NEW_DBID=DSNP; Copiando Registros, Gerando Mapas de Extração e Mesclando Mapas de Extração com Mapas de Dados em Massa O exemplo a seguir usa REG_COPY para copiar um registro específico de systema para systemb e gerar um mapa de extração em systemb. Além disso, a instrução RELATED BULK mescla o mapa de extração criado com um mapa de dados em massa no sistema de destino. As instruções RENAME identificam o mapa de dados em massa no sistema de destino. global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements REG_COPY; CREATEXMAPS; RELATED BULK; SELECT REG_NAME=capture01; RENAME BULKSCHEMA=(*,test) BULKMAP=(*,map01) BULKTABLE=(*,table01); Essas instruções copiam o registro capture01, geram o mapa de extração dbtestdb.capture01 e mesclam o mapa de extração no mapa de dados test.map01_table01. Como apenas um registro é selecionado, você pode usar caracteres curinga na instrução RENAME para forçar explicitamente a mesclagem de DTLURDMO no mapa em massa obrigatório. É possível usar instruções REG_COPY de entrada subsequentes para repetir o processo para outros registros. Copiando Registros do Microsoft SQL Server e Gerando Mapas de Extração com um ID de Instância definido pelo Usuário Esse exemplo copia os registros d Microsoft SQL Server do sistema para o sistema de destino local e gera os mapas de extração correspondentes no destino. Os nomes do mapa de extração incluem o identificador de instância exclusivo que você define no parâmetro NEW_DBID para a combinação de servidor de banco de dados e de nome do banco de dados. O exemplo usa a seguinte sintaxe: global statements SOURCE systema; TARGET local; DETAIL; Exemplos do Utilitário DTLURDMO 173
174 REPLACE; REG_COPY; KEEPREGTAG; CREATEXMAPS; SELECT DBTYPE=MSS DBID=CAPT123; MODIFY NEW_DBID=CAPTUR2,MSSOPTS=(DBSERVER=ABC188888\server2,DBNAME=capture2); Na sintaxe: A instrução REG_COPY copia os registros. A instrução CREATEXMAPS gera os mapas de extração. A instrução SELECT deve conter DBTYPE=MSS para identificar o tipo de origem como o Microsoft SQL Server. A instrução MODIFY contém os parâmetros MSSOPTS e NEW_DBID para este exemplo: - O parâmetro NEW_DBID especifica o identificador de instância definido pelo usuário opcional para o servidor de banco de dados e o nome do banco de dados definidos no parâmetro MSSOPTS. Esse identificador de instância tem um tamanho máximo de sete caracteres. Você pode inserir apenas um identificador de instância exclusivo para uma combinação de servidor de banco de dados e de nome do banco de dados. Se você estiver migrando de um ambiente para outro, poderá inserir um identificador de instância que corresponde ao identificador de instância no sistema de origem. Dessa forma, você pode evitar o uso de um identificador de instância gerado e a necessidade de atualizar os nomes de mapa de extração em fluxos de trabalho do PowerCenter e editar o valor do parâmetro DBID do Agente de Log do PowerExchange no destino. - O parâmetro MSSOPTS identifica o servidor de banco de dados e o nome do banco de dados do SQL Server. Copiando Mapas de Dados de IMS e Copiando e Modificando Registros O exemplo a seguir executa o DTLURDMO duas vezes: primeiro com uma instrução DM_COPY para copiar os mapas de dados e, em seguida, com uma instrução REG_COPY para copiar os regisros e mapas de extração. A primeira execução do DTLURDMO usa as seguintes instruções de entrada: global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DETAIL; DM_COPY; SELECT AM=DL1 SCHEMA=REGRESS MAP=FDPVF2; MODIFY AM=DL1 PCBNUM=6; RENAME SCHEMA=(REGRESS,IMSSRB); Essas instruções obtêm os seguintes resultados: As instruções DM_COPY e SELECT copiam o mapa de dados de IMS DL1 chamado REGRESS.FDPVF2 do sistema de origem (sistema A do Ouvinte do PowerExchange) para o sistema de destino (sistema B do Ouvinte do PowerExchange). A instrução RENAME SCHEMA altera o nome do esquema de REGRESS para IMSSRB. Portanto, o novo nome do mapa de dados no destino é IMSSRB.FDPVF2. A instrução MODIFY PCBNUM altera o número de PCB do mapa de dados no sistema de destino para Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
175 Depois que o DTLURDMO copia o mapa de dados do sistema de origem para o destino, uma segunda execução do DTLURDMO copia o registro. Essa execução usa as seguintes instruções de entrada: global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DETAIL; REG_COPY; CREATEXMAPS LOC=TARGET; CHECKXREF; SELECT REG_NAME=DEPT DBID=SYNC DBTYPE=IMS; RENAME IMSSCHEMA=(REGRESS,IMSSRB); Essas instruções obtêm os seguintes resultados: As instruções REG_COPY e SELECT copiam o registro de IMS chamado DEPT que tem o DBID e ID de RECON do SYNC do sistema de origem (sistema A do Ouvinte do PowerExchange) para o sistema de destino (sistema B do Ouvinte do PowerExchange). A instrução RENAME IMSSCHEMA altera o nome do esquema de REGRESS para IMSSRB. Portanto, o novo nome do mapa de dados no destino é IMSSRB.FDPVF2. A instrução CHECKXREF força o utilitário a carregar o mapa de dados correspondente no sistema de destino e a atualizar o registro com a organização do banco de dados do DBD especificado no mapa de dados. CREATEXMAPS gera o novo mapa de extração. Essa instrução elimina a necessidade de executar o utilitário novamente com a instrução XM_COPY. LOC=TARGET especifica que o mapa de dados usado para criar o mapa de extração é carregado no destino. Copiando Mapas de Dados de IMS e Registros e Modificando a Propriedade do Mapa de Dados do IMSID O exemplo a seguir executa o DTLURDMO duas vezes: primeiro com uma instrução DM_COPY para copiar os mapas de dados e, em seguida, com uma instrução REG_COPY para copiar os regisros e mapas de extração. A instrução REG_COPY também modifica a propriedade do mapa de dados do IMSID. As instruções DM_COPY e REG_COPY também modificam o nome do esquema e a propriedade do mapa de dados do IMSID. Neste exemplo, o sistema de origem usa IM95 para o nome de esquema para mapas de dados de IMS e IM95 para a ID de RECON em grupos de registro e para a ID do sistema IMS. O sistema de destino usa o IM91 para o nome de esquema para mapas de dados de IMS e o IM91 para a ID de RECON em grupos de registro e para a ID do sistema IMS. A primeira execução do DTLURDMO usa as seguintes instruções de entrada: global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DETAIL; DM_COPY; SELECT AM=DL1 SCHEMA=IM95; MODIFY AM=DL1 IMSID=IM91; RENAME SCHEMA=(IM95,IM91); Essas instruções obtêm os seguintes resultados: As instruções DM_COPY e SELECT copiam mapas de dados de IMS com nome de esquema IM95 e método de acesso DL1 do sistema de origem (sistema A do Ouvinte do PowerExchange) para o sistema de destino (sistema B do Ouvinte do PowerExchange). A instrução RENAME SCHEMA altera o nome do esquema de IM95 para IM91. Exemplos do Utilitário DTLURDMO 175
176 A instrução MODIFY modifica a propriedade IMSID do mapa de dados para todos os mapas de dados selecionados nos quais AM=DL1 de IM95 para IM91. Depois que o DTLURDMO copia o mapa de dados do sistema de origem para o destino, uma segunda execução do DTLURDMO copia o registro. Essa execução usa as seguintes instruções de entrada: global statements SOURCE systema; TARGET systemb; more global statements DETAIL; REG_COPY; CREATEXMAPS LOC=TARGET; SELECT DBID=IM95 DBTYPE=IMS; MODIFY NEW_DBID=IM91; RENAME IMSSCHEMA=(IM95,IM91); Essas instruções obtêm os seguintes resultados: As instruções REG_COPY e SELECT copiam os registros de IMS com DBID de IM95 do sistema de origem (sistema A do Ouvinte do PowerExchange) para o sistema de destino (sistema B do Ouvinte do PowerExchange). CREATEXMAPS gera o novo mapa de extração. Essa instrução elimina a necessidade de executar o utilitário com a instrução XM_COPY. LOC=TARGET especifica que o mapa de dados usado para criar o mapa de extração é carregado no destino. A instrução RENAME IMSSCHEMA altera o nome do esquema de IM95 para IM91. A instrução MODIFY NEW_DBID altera a propriedade IMSID do mapa de dados para IM91. Nota: Ao executar uma instrução REG_COPY, o utilitário DTLURDMO deve carregar o DBD de IMS se qualquer uma das instruções abaixo também estiverem incluídas: CHECKXREF RENAME DBD RENAME IMSMAP RENAME IMSSCHEMA O DTLURDMO recupera a localização da biblioteca DBD de IMS a partir da instrução IMSID apropriada no arquivo de configuração DBMOVER no sistema de destino. A instrução IMSID tem a seguinte sintaxe: IMSID=(ims_ssid,dbdlib [,RECON=(recon1 [,recon2] [,recon3])] ) O DTLURDMO usa a instrução IMSID que tem um valor para IMS_SSID que corresponde a um dos seguintes valores, listados em ordem de prioridade: 1. Se uma instrução MODIFY NEW_DBID estiver presente, o DTLURDMO usará esse valor, que representa o novo valor de propriedade do mapa de dados. 2. Se nenhuma instrução MODIFY NEW_DBID estiver presente, o DTLURDMO usará a propriedade do mapa de dados IMSID. Esse valor pode ser diferente do valor de ID de RECON. 3. Se nenhuma instrução MODIFY NEW_DBID estiver presente, e o mapa de dados não tiver um valor para a propriedade IMSID, o DTLURDMO usará o valor especificado na instrução SELECT DBID=. Esse valor é o valor da ID de RECON do grupo de registro. 4. Se nenhuma das condições anteriores se aplicarem, o DTLURDMO emite uma mensagem indicando que o registro não pode ser copiado e será ignorado. 176 Capítulo 13: DTLURDMO - Utilitário de Mapa de Dados
177 C A P Í T U L O 1 4 DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário DTLUTSK, 177 Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no i5/os, 178 Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows, 179 Trabalho DTLUTSK no MVS, 181 Utilitário da Linha de Comando DTLUTSK no MVS, 183 Executando o Utilitário DTLUTSK no Navegador do PowerExchange, 185 Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK, 185 Visão Geral do Utilitário DTLUTSK Esse utilitário permite listar tarefas ativas, localizações atuais ou conjuntos de dados alocados. Além disso, você pode usar esse utilitário para interromper tarefas ativas dos aplicativos do PowerExchange que leem dados de solicitações remotas em execução no Ouvinte do PowerExchange. Você pode usar os seguintes métodos para executar esse utilitário: Linha de comando do i5/os Linha de comando do Linux, UNIX e Windows Trabalho MVS Comando MVS Teste de linha do banco de dados do Navegador do PowerExchange Nota: Para executar o utilitário DTLUTSK para a execução do comando LISTTASK ou STOPTASK, selecione TASK_CNTL na lista DB_Type na caixa de diálogo Database Row Test. 177
178 Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no i5/os Sintaxe: CALL PGM(library/DTLUTSK)PARM ('LOC=location CMD=command_name [TASKID=task_id] [APPL=task_name] [UID=<user_id] [PWD=<pwd_or_passphrase>]') Parâmetros: A seguinte tabela descreve os parâmetros: Parâmetro LOC CMD TASKID APPL Descrição A localização remota na qual a tarefa está sendo executada. As localizações devem ser especificadas nas instruções NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Se você inserir LOCAL, o utilitário retornará uma mensagem de erro. Nome do comando: - LISTTASK. Lista todas as tarefas atuais. - STOPTASK. Interrompe a tarefa especificada pelo parâmetro TASKID. - LISTLOCATIONS. Lista todas as localizações atuais. - LISTALLOC. Lista todos os conjuntos de dados alocados. Quando CMD=STOPTASK, o ID da tarefa que você deseja interromper. Você pode determinar o ID de tarefa usando o comando LISTTASK. Quando CMD=STOPTASK, o nome da tarefa que você deseja interromper. Você pode determinar o ID de tarefa usando o comando LISTTASK. 178 Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa
179 Parâmetro UID PWD Descrição Um ID de usuário com a autoridade para acessar a localização, se exigido por suas configurações de segurança. Uma senha simples ou criptografada para o usuário especificado. Se uma senha contiver caracteres não alfanuméricos, coloque-a entre aspas ("). Não inclua aspas duplas em uma string de senha, mesmo se ela for colocada entre aspas duplas. Para acessar uma localização remota no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter de 9 a 31 caracteres de comprimento. Um código de acesso do z/os pode ter de 9 a 128 caracteres de comprimento. Códigos de acesso podem conter os seguintes caracteres: - Letras maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Os códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) nem símbolos de moeda. Se um código de acesso contiver espaços, coloque-o entre aspas duplas ("). Se um código de acesso contiver caracteres especiais, coloque-o entre três aspas duplas ("""). Nota: No z/os, um código de acesso válido do RACF pode ter até 100 caracteres de comprimento. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres ao transmiti-los ao RACF para validação. Para usar códigos de acesso, o Ouvinte do PowerExchange deve ser executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: Não esqueça de adicionar as bibliotecas dtllb e datalib à sua lista de bibliotecas antes de executar esse comando. Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows Sintaxe: DTLUTSK CMD=<command> [TASKID=<task_id>] [APPL=<task_name>] LOC=<location> [UID=<user_id>] [PWD=<pwd_or_passphrase>] Parâmetros: Utilitário de Linha de Comando DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows 179
180 A tabela a seguir lista e descreve os parâmetros para DTLUTSK: Parâmetro Descrição CMD - LISTTASK. Lista todas as tarefas atuais. - STOPTASK. Interrompe a tarefa especificada pelo parâmetro TASKID. - LISTLOCATIONS. Lista todas as localizações atuais. - LISTALLOC. Lista todos os conjuntos de dados alocados. TASKID APPL LOC UID PWD Quando CMD=STOPTASK, o ID da tarefa que você deseja interromper. Você pode determinar o ID de tarefa usando o comando LISTTASK. Quando CMD=STOPTASK, o nome da tarefa que você deseja interromper. Você pode determinar o ID de tarefa usando o comando LISTTASK. A localização remota na qual a tarefa está sendo executada. As localizações devem ser especificadas nas instruções NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Se você inserir LOCAL, o utilitário retornará uma mensagem de erro. Um ID de usuário com a autoridade para acessar a localização, se exigido por suas configurações de segurança. Para uma localização em um sistema Linux, UNIX ou Windows com suporte, se você tiver ativado a autenticação de usuário LDAP do PowerExchange, o nome de usuário será o nome de usuário da empresa. Para obter mais informações, consulte o Manual de Referência do PowerExchange. Uma senha simples ou criptografada do usuário especificado. Se uma senha contiver caracteres não alfanuméricos, coloque-a entre aspas ("). Não inclua aspas duplas em uma string de senha, mesmo se ela for colocada entre aspas duplas. Para acessar uma localização remota no i5/os ou no z/os, insira um código de acesso válido do PowerExchange em vez de uma senha. Um código de acesso do i5/os pode ter 9 a 31 caracteres. Um código de acesso do z/os pode ter 9 a 128 caracteres. Os códigos de acesso podem conter os seguintes caracteres: - Letras maiúsculas e minúsculas - Os números de 0 a 9 - Espaços - Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) ou símbolos monetários. Nota: No z/os, um código de acesso válido RACF pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando os transfere para o RACF para validação. Se um código de acesso contiver espaços, coloque-o entre aspas duplas ("). Se um código de acesso contiver caracteres especiais, coloque-o entre três aspas duplas ("""). Para usar códigos de acesso, verifique se o Ouvinte do PowerExchange é executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Exemplo de Saída: :20:25 TASK LIST Name Taskid Partner Port Status Acc_Method ============================================================================== 0740 Active RPX 1688 Active TASK_CNTL 180 Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa
181 Ajuda do Utilitário DTLUTSK no Linux, UNIX e Windows Se você não especificar nenhum argumento (como DTLUTSK) ou se usar um ponto de interrogação (como DTLUTSK?), o utilitário exibirá a seguinte assistência. DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=LISTTASK/STOPTASK/LISTLOCATIONS/LISTALLOC LOC=location UID=uid PWD=pwd/EPWD=encryptpwd O exemplo a seguir mostra a ajuda do DTLUTSK: DTLUTSK Help: Examples: DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=LISTTASK LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=STOPTASK TASKID=taskid LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=STOPTASK APPL=taskname LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=LISTLOCATIONS DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=LISTLOCATIONS LOC=NODE1 DTLUTSK Help: DTLUTSK CMD=LISTALLOC LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd Trabalho DTLUTSK no MVS Esta seção oferece informações sobre como submeter o trabalho DTLUTSK. Trabalho DTLUTSK no MVS - Exemplo de JCL O exemplo a seguir mostra a JCL do trabalho DTLUTSK. Para especificar o cartão JOB para executar essa JCL, copie o membro JOBCARD para o membro DTLUTSK. //* //* MEMBER DTLUTSK //* //INCS1 INCLUDE MEMBER=GENBULK //* //RUN EXEC PGM=DTLUTSK, // PARM=('CMD=LISTTASK LOC=location UID=userid PWD=password') /* //* SAMPLE PARMS FOLLOW: //* REMOVE COMMENT BEFORE CMD TO RUN //* DTLUTSK Help: Examples: //* PARM=('CMD=LISTTASK LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd') //* PARM=('CMD=STOPTASK TASKID=taskid LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd') //* PARM=('CMD=STOPTASK APPL=taskname LOC=NODE1 UID=uid PWD=pwd') //* PARM=('CMD=LISTTASK TASKID=taskid LOC=location', //* 'UID=uid EPWD=encryptpwd') //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB // DD DISP=SHR,DSN=&SCERUN //* //SYSIN DD DUMMY /* //* //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG,DISP=SHR //* IF USING MESSAGE OVERRIDE THEN CUSTOMIZE BELOW //*DTLMSGO DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(DTLMSGO) //DTLCFG DD DSN=&RUNLIB(DBMOVER),DISP=SHR //DTLKEY DD DSN=&RUNLIB(LICENSE),DISP=SHR //DTLSGN DD DSN=&RUNLIB(SIGNON),DISP=SHR //DTLLOG DD SYSOUT=* //DTLLOG01 DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //CEEDUMP DD SYSOUT=* Trabalho DTLUTSK no MVS 181
182 Nessa JCL, as instruções PARM especificam os comandos do utilitário. Essas instruções podem incluir os seguintes parâmetros comuns: LOC UID PWD EPWD O nome de um nó do local remoto onde as tarefas são executadas. Esse nome de nó deve ser especificado em uma instrução NODE no arquivo de configuração DBMOVER. Um ID de usuário que pode ser usado para acessar o local remoto. Especifique também o parâmetro PWD ou EPWD. A senha do usuário especificado ou o código de acesso válido do PowerExchange. O código de acesso ao z/os pode ter de 9 a 128 caracteres, sendo permitidos: Letras maiúsculas e minúsculas Números de 0 a 9 Espaços Os seguintes caracteres especiais: - ; # \,. /! % & * ( ) _ + { } < >? Nota: O primeiro caractere é um apóstrofo. Os códigos de acesso não podem incluir aspas simples ( ), aspas duplas ( ) nem símbolos de moeda. Se um código de acesso tiver espaços, você deverá colocá-lo entre aspas duplas ("), por exemplo, "Este é um código de acesso". Se um código de acesso tiver caracteres especiais, você deverá colocá-lo entre aspas triplas ("""), por exemplo, """Este código de acesso tem caracteres especiais! % & *.""". Se um código de acesso tiver apenas caracteres alfanuméricos sem espaços, insira-o sem delimitadores. Para usar códigos de acesso, o Ouvinte do PowerExchange deve ser executado com uma configuração de segurança SECURITY=(1,N) ou superior no membro DBMOVER. Para obter mais informações, consulte a "Instrução SECURITY" no Manual de Referência do PowerExchange. Nota: No z/os, um código de acesso RACF válido pode ter até 100 caracteres. O PowerExchange trunca os códigos de acesso com mais de 100 caracteres quando são enviados ao RACF para validação. Não especifique também o parâmetro EPWD. Uma senha criptografada para o usuário especificado. Para um local no z/os, é possível inserir um código de acesso criptografado do PowerExchange em vez de uma senha criptografada. Não criptografe um código de acesso que tenha caracteres inválidos, como aspas duplas, aspas simples ou símbolos de moeda. Trabalho DTLUTSK no MVS - Exemplo de Saída ********************************* TOP OF DATA ********************************** :28:45 TASK LIST 0Name Taskid Partner Port Status Acc_Method Sessid ======================================================================================== ========= 182 Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa
183 x Active CAPXRT Active TASK_CNTL ******************************** BOTTOM OF DATA ******************************** Utilitário da Linha de Comando DTLUTSK no MVS Os comandos da linha de comando a seguir estão disponíveis: LISTTASK. Lista todas as tarefas atuais. STOPTASK. Interrompe a tarefa especificada pelo parâmetro TASKID. LISTLOCATIONS. Lista todas as localizações atuais. LISTALLOC. Lista todos os conjuntos de dados alocados. FREEALLOC. Libera os conjuntos de dados alocados especificados pelo DDNAME e o nome do conjunto de dados. Comando LISTTASK no MVS Lista todas as tarefas atuais. Sintaxe: MODIFY < listener name >,LISTTASK Exemplo de saída do utilitário: DTL Active tasks: DTL taskid=0, partner= , port=16634, name=, am=db2, status= DTL active tasks Comando STOPTASK no MVS Interrompe a tarefa especificada pelo parâmetro TASKID ou pelo nome do aplicativo. Sintaxe de interrupção por TASKID: MODIFY <listener name>,stoptask TASKID=<taskid> Sintaxe de interrupção pelo nome do aplicativo: MODIFY <listener name>,stoptask <application name> A sintaxe para que o comando de modificação do MVS interrompa uma tarefa pelo nome do aplicativo não usa a mesma sintaxe que DTLUTSK. Nota: Ao interromper as sessões do CDC, o STOPTASK aguarda um limite de confirmação antes de finalizar a tarefa. Para obter mais informações sobre limites de confirmação e processamento, consulte o Guia do CDC do PowerExchange para z/os. Comando LISTLOCATIONS no MVS Lista todas as localizações atuais. Sintaxe: MODIFY <listener name>,listlocations Utilitário da Linha de Comando DTLUTSK no MVS 183
184 Comando LISTALLOC no MVS Lista todos os conjuntos de dados alocados. Sintaxe: MODIFY <listener name>,listalloc Exemplo de saída: Alloc: DDN=<STEPLIB > DSN=<CEE.SCEERUN > Alloc: DDN=< > DSN=<DTLUSR.DEVBLD.LOADLIB > Alloc: DDN=< > DSN=<DTLUSR.DEVBLD.LOAD > Alloc: DDN=< > DSN=<DTLUSR.DEVBLD.NIML.USERLIB > Alloc: DDN=<DTLAMCPR> DSN=<DTLUSR.DEVBLD.V1.CCT > Alloc: DDN=<DTLCACDE> DSN=<DTLUSR.DEVBLD.V1.CDEP > Alloc: DDN=<DTLCACDC> DSN=<DTLUSR.DEVBLD.V1.CDCT > Alloc: DDN=<DTLCAMAP> DSN=<DTLUSR.DEVBLD.V1.DTLCAMAP > Alloc: DDN=<DTLMSG > DSN=<DTLUSR.DEVBLD.DTLMSG > Alloc: DDN=<DTLCFG > DSN=<DTLUSR.V811.RUNLIB > Alloc: DDN=<DTLKEY > DSN=<DTLUSR.V811.RUNLIB > Alloc: DDN=<DTLSGN > DSN=<DTLUSR.V811.RUNLIB > Alloc: DDN=<DTLLOG > DSN=<DTLUSR.DTLLOG.LOG > Alloc: DDN=<DATAMAP > DSN=<DTLUSR.V811.V1.DATAMAPS > Alloc: DDN=<SYSUDUMP> DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<SYSOUT > DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<URLEOUT > DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<SYSPRINT> DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<CEEDUMP > DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<CXX > DSN=<DCOM.V10.CXX > Alloc: DDN=<DTLOUT > DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Alloc: DDN=<DTLERR > DSN=<DTLUSR.DTLUSR2.JOB05761.D ? > Command < LISTALLOC> succeeded Comando FREEALLOC no MVS Use FREEALLOC para fechar e desalocar um conjunto de dados que já tenha sido alocado dinamicamente por um ouvinte. Use-o apenas em situações nas quais uma tarefa seja encerrada anormalmente e os gerenciadores de recursos não consigam fechar todos os conjuntos de dados alocados dinamicamente. Syntax: MODIFY <listener name>,freealloc DDN=<ddname> FN=<data set name> Os parâmetros DDN e FN são obrigatórios. Nota: O conjunto de dados não será desalocado se qualquer um dos itens a seguir se aplicar: A solicitação não é do ouvinte. A solicitação destina-se a um arquivo que não foi alocado dinamicamente pelo ouvinte e não tem um nome DD que começa com SYS0. A solicitação é emitida sem o nome do arquivo sendo especificado. 184 Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa
185 Executando o Utilitário DTLUTSK no Navegador do PowerExchange O método de acesso de dados TASK_CNTL está disponível para que você possa executar um teste de linha do banco de dados para recuperar os resultados do comando LISTTASK ou STOPTASK no Navegador do PowerExchange. Nota: STOPTASK funciona apenas com o método de acesso CAPXRT. Para executar o utilitário DTLUTSK no Navegador do PowerExchange: 1. No Navegador do PowerExchange, selecione TASK_CNTL na lista suspensa DB_Type. 2. Selecione a localização apropriada na lista suspensa Location. 3. Na caixa SQL Statement, digite um dos seguintes comandos: listtask listlocations stoptask taskid=taskid stoptask taskname Não execute o comando STOPTASK na tarefa TASK_CNTL. O ID de tarefa especificado não será encontrado porque um novo é gerado. Nota: A lista Fetch permite escolher o comando. Isso adiciona o comando à caixa SQL Statement. 4. Clique em Go. A janela Database Row Test Output exibe os resultados. Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK Os seguintes requisitos de segurança se aplicam ao utilitário DTLUTSK. Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK no MVS Se o parâmetro de configuração SECURITY estiver definido como (2,x), onde x é N(Não) ou Y(Sim), os seguintes recursos RACF (ou pacote de segurança semelhante) deverão ser definidos como MVS, usando o parâmetro de configuração RACF_CLASS e o acesso concedido aos usuários exigidos: DTL.TASKCTRL.DISPLAY DTL.TASKCTRL.STOPTASK Isso permite que os usuários exibam as tarefas ativas e depois as interrompam, respectivamente. Requisitos de Segurança do Utilitário DTLUTSK no i5/os No i5/os, se o parâmetro SECURITY estiver definido como (2,x), onde x é N(Não) ou Y(Sim), será necessário definir instruções de segurança da seguinte forma, substituindo DATALIB pela biblioteca de dados exigida: GRTOBJAUT OBJ(DATALIB/AUTHTSKLST) OBJTYPE(*FILE) USER(USERID) AUT(*USE) GRTOBJAUT OBJ(DATALIB/AUTHTSKSTP) OBJTYPE(*FILE) USER(USERID) AUT(*USE) Executando o Utilitário DTLUTSK no Navegador do PowerExchange 185
186 Usando o Signon.txt para Autorizar Usuários a Exibir ou Interromper Tarefas Na execução com uma definição de configuração SECURITY=(n,Y) onde n vai de 0 a 2, um parâmetro adicional está disponível para permitir o uso de listagem e interrupção de tarefas: /* 4. TASKCNTRL= is an optional function allowed /* Format is D or S /* If it is supplied, then the user can use Task Control to /* Display or Stop tasks. /* This signon list will only be used if Security=(n,Y) is used /* in the config. 186 Capítulo 14: DTLUTSK - Utilitário de Controle de Tarefa
187 C A P Í T U L O 1 5 EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário EDMLUCTR, 187 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário EDMLUCTR, 187 Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR, 188 Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR, 188 Executando o Utilitário EDMLUCTR, 190 Notas de Uso do Utilitário EDMLUCTR, 190 Exemplos do Utilitário EDMLUCTR, 191 Visão Geral do Utilitário EDMLUCTR Use o utilitário EDMLUCTR para executar as seguintes tarefas: Produzir informações resumidas sobre cada registro de log. Produzir informações detalhadas sobre registros de alterações e de unidades de trabalho (UOWs). Produzir informações resumidas, por nome de marca de registro, sobre todas as fontes cujas alterações são capturadas. Listar UOWs que não foram finalizadas ainda. Para obter mais informações sobre a Mesclagem Pós-Log e o Agente de Log do PowerExchange, consulte o Guia do CDC do PowerExchange para z/os. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário EDMLUCTR O utilitário EDMLUCTR pode ser executado somente no z/os. 187
188 Sintaxe das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR Use a seguinte sintaxe para as instruções de controle do utilitário EDMLUCTR: [-SEL [CHANGE-DETAIL] [LOGRBA=logrba] [ENDRBA=endrba] [PACKET-DETAIL] [RECORDS={nnnnnnnn EOF}] [SUMM] ] [-MASK mask] Aplicam-se as seguintes regras e diretrizes: Use a instrução SYSIN DD JCL para especificar as instruções de controle do utilitário. Todas as instruções de controle são opcionais e começam na coluna 1. As instruções de controle devem terminar com um espaço em branco e não ultrapassar 80 caracteres. Use um ou mais espaços como delimitador entre os parâmetros de uma instrução de controle. Não existe sintaxe de continuação. Se mais de uma linha for exigida para uma instrução de controle -SEL, codifique -SEL no início de cada linha subsequente que inclua os parâmetros adicionais. O valor de um parâmetro não pode continuar de uma linha para outra. Se você codificar várias instruções -MASK, somente a última será usada. Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR Revise as descrições dos parâmetros para determinar quais deles usar nas instruções de controle EDMLUCTR. Instrução -SEL A instrução -SEL tem os seguintes parâmetros: CHANGE-DETAIL LOGRBA Opcional. Imprime informações resumidas e detalhadas, em formato hexadecimal, sobre registros de alterações. Se não for especificado, somente informações resumidas de registros de alterações serão impressas. Opcional. Especifica um RBA nos conjuntos de dados de log para ser usado como o ponto inicial do utilitário EDMLUCTR. Em um ambiente de Mesclagem Pós-Log, LOGRBA especifica um valor de registro de data/hora nos conjuntos de dados de log como um valor de relógio TOD não estruturado. Como ponto de início, o EDMLUCTR usa o primeiro registro de log com um RBA ou um carimbo de data/hora que seja igual ou superior ao valor especificado. 188 Capítulo 15: EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log
189 ENDRBA Especifique até 12 dígitos hexadecimais para o valor LOGRBA. Os zeros à esquerda podem ser omitidos. Nota: Com as configurações de Mesclagem Pós-Log, LOGRBA deve ser especificado e o valor LOGRBA deve ter 16 dígitos hexadecimais. Os valores LOGRBA representam o carimbo de data/hora dos dados solicitados ao usar a Mesclagem Pós-Log. Se nenhum parâmetro for especificado, LOGRBA será o padrão. Seu valor padrão é o RBA gravado no conjunto de dados de reinicialização de emergência (ERDS) do ponto de verificação mais recente. Opcional. Especifica um RBA nos conjuntos de dados de log a serem usados como o ponto final para o utilitário EDMLUCTR. Em um ambiente de Mesclagem Pós-Log, ENDRBA especifica um valor de registro de data/hora nos conjuntos de dados de log como um valor de relógio TOD não estruturado. EDMLUCTR imprime ou verifica registros de log até encontrar um registro de log que tenha um RBA ou um registro de data/hora que seja igual ou maior do que o valor ENDRBA. Quando o EDMLUCTR atinge o ponto, ele é encerrado. Especifique até 16 dígitos hexadecimais para o valor ENDRBA. Os zeros à esquerda podem ser omitidos. PACKET-DETAIL Opcional. Imprime informações resumidas e detalhadas, em formato hexadecimal, sobre registros UOW. Se não for especificado, somente informações resumidas de registros UOW serão impressas. RECORDS SUMM Opcional. Imprime ou digitaliza o número especificado de registros de log. Quando você especifica RECORDS=EOF, o EDMLUCTR imprime todos os registros do local de início especificado ou padrão no final atual dos dados de log. Se você especificar a instrução -SEL RECORDS e -MASK, o EDMLUCTR usará o valor RECORDS como número de registros a serem digitalizados para obter o valor de máscara, em vez do número de registros a serem impressos. O mínimo é 1. O máximo é O padrão é Opcional. Imprime apenas informações resumidas de alterações. As informações resumidas de alterações incluem o número total de inserções, atualizações e exclusões encontradas nos dados de log digitalizados, ordenadas pelo nome da marca de registro de origem. Instrução -MASK A instrução -MASK tem o seguinte parâmetro: mask Obrigatório. Especifique um filtro em um dos seguintes formatos: Um valor de caractere, como um nome de tabela do DB2, sem espaços em branco. Use o formato hexadecimal para cadeias de caracteres com espaços em branco. Um valor hexadecimal, como um número UOW. Coloque as cadeias de caracteres hexadecimais entre aspas simples e anteceda a cadeia com a letra X. Parâmetros das Instruções de Controle do Utilitário EDMLUCTR 189
190 Se você especificar -SEL RECORDS e -MASK, EDMLUCTR usará o valor RECORDS como número de registros a serem digitalizados para obter o valor de máscara, em vez do número de registros a serem impressos. 70 caracteres é o tamanho máximo. Executando o Utilitário EDMLUCTR O PowerExchange oferece uma amostra da JCL do utilitário EDMLUCTR no membro LOGPRINT da biblioteca SAMPLIB. As seguintes instruções da JCL são necessárias para executar o utilitário: JOB // JOB //READER EXEC PGM=EDMLUCTR //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOAD //ERDS01 DD DISP=SHR,DSN=your.ERDS01 //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=your.USERLIB //SYSIN DD * Inicia o trabalho. EXEC PGM=EDMLUCTR Chama o utilitário. STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. ERDS01 DD Define o conjunto de dados de reinicialização de emergência (ERDS) do Agente de Log do PowerExchange que contém o inventário de conjuntos de dados de log que possui os registros de log a serem exibidos. Especifique apenas um conjunto de dados ERDS. EDMPARMS DD SYSIN DD Define o conjunto de dados que contém o módulo de opções EDMSDIR. Define as instruções de controle do utilitário. Notas de Uso do Utilitário EDMLUCTR Considere os seguintes pontos antes de usar o utilitário EDMLUCTR: Se você especificar valores LOGRBA antigos, o utilitário poderá ler os conjuntos de dados de log do arquivo morto que foram migrados pelo sistema de gerenciamento de armazenamento. Verifique se você tem DASD suficiente para rechamar qualquer conjunto de dados de log do arquivo morto migrado. Você pode usar o utilitário EDMLUCTR em um ambiente de um único Agente de Log do PowerExchange ou no ambiente de Mesclagem Pós-Log. 190 Capítulo 15: EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log
191 É possível executar o utilitário EDMLUCTR quer o Agente de Log do PowerExchange esteja ou não em execução. Exemplos do Utilitário EDMLUCTR Seguem-se exemplos do utilitário EDMLUCTR. Utilitário EDMLUCTR - Exemplo 1 As seguintes instruções JCL imprimem dados resumidos de todos os registros de log, começando com o RBA registrado no ERDS no momento em que o último ponto de verificação do Agente de Log do PowerExchange foi obtido: // JOB //READER EXEC PGM=EDMLUCTR //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOAD //ERDS01 DD DISP=SHR,DSN=your.ERDS01 //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=your.USERLIB //SYSIN DD * // A saída resultante é: 18:53:31.86 L O G S T A R T 18:53:31.83 PWXEDM172502I Log Scan/Print Utility Initialization in-progress product level V /22/ :53:31.83 Echo of input from SYSIN... 18:53:31.85 End of input from SYSIN... 18:53:42.04 PWXEDM172191I EDMLRDS: LMF will begin transferring data for Log Scan/Print Utility at X' ' 18:53:42.14 PWXEDM172146I EDMLRDP: LMF now processing EDMTEST.DEV.V1.PRILOG.DS01 for Log Scan/Print Utility 18:53:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER LogRBA= :53:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER B LogRBA= B :53:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER LogRBA= :53:42.37 Log-rec EDP-UOW=AUSL E LogRBA= E :53:42.37 Beg-pkt EDP-UOW=AUSL LogRBA= :53:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 AUSPRT01 C1E4E2D7D9E3F0F1 008F :53:42.37 Timestamp-18:35:40:11 Date-04/29/ :53:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA= F :53:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 C1E4E2D7D9E3F0F1 008F :53:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDMTEST.VSAM.KSDS01 18:53:42.37 Timestamp-18:35:40:18 Date-04/29/ :53:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA= :53:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 C1E4E2D7D9E3F0F1 008F :53:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDMTEST.VSAM.KSDS01 18:53:42.37 Timestamp-18:35:40:36 Date-04/29/ :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=ECCRCTF5F LogRBA= F :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=ECCRCTF5F LogRBA= :53:43.63 Log-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA= :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=ECCRCTF5F LogRBA= AB :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=ECCRCTF5F LogRBA= DC :53:43.63 Log-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA= :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=AUSDB2F0F LogRBA= :53:43.63 Srv-rec EDP-UOW=AUSDB2F0F LogRBA= :53:43.63 Beg-pkt EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= A8D :53:43.63 ECCR-UOW=AUSDB F0F FE82B :53:43.63 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :53:43.63 Chg-rec EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= D :53:43.63 ECCR-UOW=01 F0F FE82B :53:43.63 Source=DB2 Func=DLET Srcname=DB2DSNBtenchar1 18:53:43.63 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :53:43.63 Chg-rec EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= F :53:43.63 ECCR-UOW=01 F0F FE82B :53:43.63 Source=DB2 Func=DLET Srcname=DB2DSNBtenchar1 18:53:43.63 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :53:43.63 Com-pkt EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= E :53:43.63 ECCR-UOW=AUSDB F0F FE82B :53:43.63 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :53:48.67 PWXEDM172198I EDMLPOPU: LMF table populate tasks are terminating due to an operator stop or PAC termination 18:53:48.70 PWXEDM172195I EDMLUPLU: LMF task for Log Scan/Print Utility is terminating due to an operator stop or PAC termination 18:53:48.73 Totals by Source... Exemplos do Utilitário EDMLUCTR 191
192 18:53:48.73 VSAMEDMTEST.VSAM.KSDS01 Isrt= 5 Repl= 0 Dlet= 0 Unk= 0 18:53:48.73 VSAMEDM.DEV.EDMAB123 Isrt= 0 Repl= 1000 Dlet= 0 Unk= 0 18:53:48.73 VSAMEDM.DEV.EDMAB123 Isrt= 1000 Repl= 0 Dlet= 1000 Unk= 0 18:53:48.73 DB2DSNBtenchar1 Isrt= 2 Repl= 2 Dlet= 2 Unk= 0 18:53:48.73 Open Uows... 18:53:48.74 L O G E N D Utilitário EDMLUCTR - Exemplo 2 As seguintes instruções JCL imprimem dados resumidos de todos os registros de log, começando pelo RBA especificado, e as informações detalhadas em formato hexadecimal sobre os registros de alteração: // JOB //READER EXEC PGM=EDMLUCTR //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOAD //ERDS01 DD DISP=SHR,DSN=your.ERDS01 //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=your.USERLIB //SYSIN DD * -SEL LOGRBA= A8D0000 CHANGE-DETAIL -SEL RECORDS=10 // Nota: O trabalho imprime as informações detalhadas sobre os registros de alteração porque o parâmetro opcional CHANGE-DETAIL é incluído. A saída resultante é: 19:08:00.74 L O G S T A R T 19:08:00.69 PWXEDM172502I Log Scan/Print Utility Initialization in-progress product level V /22/ :08:00.70 Echo of input from SYSIN... 19:08: SEL LOGRBA= A8D0000 CHANGE-DETAIL 19:08: SEL RECORDS=10 19:08:00.72 End of input from SYSIN... 19:08:00.72 PWXEDM172191I EDMLUCTR: LMF will begin transferring data for Log Scan/Print Utility at X' A8D0000' 19:08:11.01 PWXEDM172146I EDMLRDP: LMF now processing WBRUMB1.DEV.V1.PRILOG.DS01 for Log Scan/Print Utility 19:08:11.67 Beg-pkt EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= A8D :08:11.67 ECCR-UOW=AUSDB F0F FE82B :08:11.67 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :08:11.67 Chg-rec EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= D :08:11.67 ECCR-UOW=01 F0F FE82B :08:11.67 Source=DB2 Func=DLET Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:08:11.67 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :08: B B4 19:08: A 02A00101 C3C œ µ CD- 19:08: E2C SD œ 19:08: CD1E ò âq e 19:08: C4C2 F2C4E2D5 C2A ØaDB2DSNBtenchar 19:08: F :08: C1E4 E2D AUSL 19:08: A8D D ý :08:11.70 Default 5000 or RECORDS= threshold reached 19:08:11.73 PWXEDM172198I EDMLPOPU: LMF table populate tasks are terminating due to an operator stop or PAC termination 19:08:11.77 PWXEDM172195I EDMLUPLU: LMF task for Log Scan/Print Utility is terminating due to an operator stop or PAC termination 19:08:11.79 Totals by Source... 19:08:11.79 DB2DSNBtenchar1 Isrt= 2 Repl= 1 Dlet= 2 Unk= 0 19:08:11.79 Open Uows... 19:08:11.79 Edp-UOW=AUSL AD LogRBA= AD :08:11.79 ECCR-UOW=01 F0F FF6E :08:11.80 L O G E N D Utilitário EDMLUCTR - Exemplo 3 As seguintes instruções JCL filtram registros usando o valor -MASK de DB2DSNB e imprimem os registros a partir de um RBA específico. // JOB //READER EXEC PGM=EDMLUCTR //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOAD //ERDS01 DD DISP=SHR,DSN=your.ERDS01 //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=your.USERLIB //SYSPRINT DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSIN DD * 192 Capítulo 15: EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log
193 -SEL LOGRBA= A8D0000 RECORDS=10 -MASK DB2DSNB // A inclusão do parâmetro opcional RECORDS limita o número de verificações de registros em busca da cadeia de caracteres DB2DSNB. A saída resultante é: 19:12:40.93 L O G S T A R T 19:12:40.89 PWXEDM172502I Log Scan/Print Utility Initialization in-progress product level V /22/ :12:40.89 Echo of input from SYSIN... 19:12: SEL LOGRBA= A8D0000 RECORDS=10 19:12: MASK DB2DSNB 19:12:40.91 End of input from SYSIN... 19:12:40.91 PWXEDM172191I EDMLUCTR: LMF will begin transferring data for Log Scan/Print Utility at X' A8D0000' 19:12:51.12 PWXEDM172146I EDMLRDP: LMF now processing WBRUMB1.DEV.V1.PRILOG.DS01 for Log Scan/Print Utility 19:12:52.69 Chg-rec EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= D :12:52.69 ECCR-UOW=01 F0F FE82B :12:52.69 Source=DB2 Func=DLET Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:12:52.69 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :12:52.69 Chg-rec EDP-UOW=AUSL A8D LogRBA= F :12:52.69 ECCR-UOW=01 F0F FE82B :12:52.69 Source=DB2 Func=DLET Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:12:52.69 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :12:52.69 Chg-rec EDP-UOW=AUSL D LogRBA= B :12:52.69 ECCR-UOW=01 F0F FF :12:52.69 Source=DB2 Func=ISRT Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:12:52.69 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :12:52.69 Chg-rec EDP-UOW=AUSL D LogRBA= F9B :12:52.69 ECCR-UOW=01 F0F FF :12:52.69 Source=DB2 Func=ISRT Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:12:52.69 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :12:52.69 Chg-rec EDP-UOW=AUSL AD LogRBA= :12:52.69 ECCR-UOW=01 F0F FF6E :12:52.69 Source=DB2 Func=UPDT Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:12:52.69 Timestamp-18:53:19:68 Date-05/07/ :12:52.70 Default 5000 or RECORDS= threshold reached 19:12:52.72 PWXEDM172198I EDMLPOPU: LMF table populate tasks are terminating due to an operator stop or PAC termination 19:12:52.76 PWXEDM172195I EDMLUPLU: LMF task for Log Scan/Print Utility is terminating due to an operator stop or PAC termination 19:12:52.85 Totals by Source... 19:12:52.85 DB2DSNBtenchar1 Isrt= 2 Repl= 1 Dlet= 2 Unk= 0 19:12:52.85 Open Uows... 19:12:52.89 L O G E N D Utilitário EDMLUCTR - Exemplo 4 Se você executar o utilitário em um ambiente de Mesclagem Pós-Log, as seguintes instruções JCL imprimirão dados resumidos de todos os registros de log que começam com um registro de data/hora específico: // JOB //READER EXEC PGM=EDMLUCTR //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=hlq.LOAD //ERDS01 DD DISP=SHR,DSN=your.ERDS01 //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=your.USERLIB //SYSIN DD * -SEL LOGRBA=CD1FCF19F RECORDS=EOF // A saída resultante é: 19:27:31.86 L O G S T A R T 19:27:31.83 DTLEDM172502I Log Scan/Print Utility Initialization in-progress product level V /22/ :27:31.83 Echo of input from SYSIN... 19:27: SEL LOGRBA=CD1FCF19F RECORDS=EOF 19:27:31.85 End of input from SYSIN... 19:27:42.04 DTLEDM172191I EDMLRDS: LMF will begin transferring data for Log Scan/Print Utility at X' ' 19:27:42.14 DTLEDM172146I EDMLRDP: LMF now processing AUSQA.DEV.V1.PRILOG.DS01 for Log Scan/Print Utility 19:27:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER LogRBA=CD1FCF19F :27:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER B LogRBA=CD1FCF19F472B075 19:27:42.37 Log-rec EDP-UOW=LOGGER LogRBA=CD1FCF19F473A691 19:27:42.37 Log-rec EDP-UOW=AUSL E LogRBA=CD1FCF19F4751B0A 19:27:42.37 Beg-pkt EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47644B1 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Timestamp-19:25:40:11 Date-04/29/ :27:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47815C3 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDM.VSAM.KSDS01 Exemplos do Utilitário EDMLUCTR 193
194 19:27:42.37 Timestamp-19:25:40:18 Date-04/29/ :27:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47AC50D 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDM.VSAM.KSDS01 19:27:42.37 Timestamp-19:25:40:36 Date-04/29/ :27:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47B2F04 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDM.VSAM.KSDS01 19:27:42.37 Timestamp-19:25:40:55 Date-04/29/ :27:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47B6D63 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDM.VSAM.KSDS01 19:27:42.37 Timestamp-19:25:40:81 Date-04/29/ :27:42.37 Chg-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47D3D94 19:27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Source=VSM Func=ISRT Srcname=VSAMEDM.VSAM.KSDS01 19:27:42.37 Timestamp-19:25:41:03 Date-04/29/ :27:42.37 PH1-pkt EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47D :27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Timestamp-19:25:41:39 Date-04/29/ :27:42.37 Com-pkt EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F47F :27:42.37 ECCR-UOW=AUSPRT01 AUSPRT01 E6D9C2D7D9E3F0F1 008F :27:42.37 Timestamp-19:25:41:39 Date-04/29/ :27:42.37 Srv-rec EDP-UOW=AUSPRTF0F LogRBA=CD1FCF19F47E :27:42.37 Srv-rec EDP-UOW=AUSPRTF0F LogRBA=CD1FCF19F48B60C0 19:27:42.37 Log-rec EDP-UOW=AUSL LogRBA=CD1FCF19F48F240A :27:43.63 Beg-pkt EDP-UOW=AUSL AD LogRBA=CD1FCF19F48F :27:43.63 ECCR-UOW=AUSDB F0F FF6E :27:43.63 Timestamp-19:27:19:68 Date-05/07/ :27:43.63 Chg-rec EDP-UOW=AUSL AD LogRBA=CD1FCF19F493A0D2 19:27:43.63 ECCR-UOW=01 F0F FF6E :27:43.63 Source=DB2 Func=UPDT Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:27:43.63 Timestamp-19:27:19:68 Date-05/07/ :27:43.63 Chg-rec EDP-UOW=AUSL AD LogRBA=CD1FCF19F4950D34 19:27:43.63 ECCR-UOW=01 F0F FF6E :27:43.63 Source=DB2 Func=UPDT Srcname=DB2DSNBtenchar1 19:27:43.63 Timestamp-19:27:19:68 Date-05/07/ :27:43.63 Com-pkt EDP-UOW=AUSL AD LogRBA=CD1FCF19F497F385 19:27:43.63 ECCR-UOW=AUSDB F0F FF6E :27:43.63 Timestamp-19:27:40:69 Date-05/07/ :27:48.67 DTLEDM172198I EDMLPOPU: LMF table populate tasks are terminating due to an operator stop or PAC termination 19:27:48.70 DTLEDM172195I EDMLUPLU: LMF task for Log Scan/Print Utility is terminating due to an operator stop or PAC termination 19:27:48.73 Totals by Source... 19:27:48.73 VSAMEDM.VSAM.KSDS01 Isrt= 5 Repl= 0 Dlet= 0 Unk= 0 19:27:48.73 VSAMEDM.QA.EDMABC04 Isrt= 0 Repl= 1000 Dlet= 0 Unk= 0 19:27:48.73 VSAMEDM.QA.EDMABC07 Isrt= 1000 Repl= 0 Dlet= 1000 Unk= 0 19:27:48.73 DB2DSNBtenchar1 Isrt= 2 Repl= 2 Dlet= 2 Unk= 0 19:27:48.73 Open Uows... 19:27:48.74 L O G E N D 194 Capítulo 15: EDMLUCTR - Utilitário de Digitalização e Impressão de Log
195 C A P Í T U L O 1 6 EDMXLUTL - Utilitário do Marcador de Eventos Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário EDMXLUTL, 195 Criando um Marcador de Eventos no Modo em Lotes, 195 Instruções da JCL do Utilitário EDMXLUTL, 196 Instruções de Controle do Utilitário EDMXLUTL, 196 Comando EVENT do Utilitário EDMXLUTL, 196 Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM, 197 Exemplo do Utilitário EDMXLUTL, 200 Visão Geral do Utilitário EDMXLUTL Use o utilitário EDMXLUTL para criar um marcador de eventos no Agente de Log do PowerExchange para MVS. Criando um Marcador de Eventos no Modo em Lotes Use o seguinte procedimento para criar um marcador de eventos no modo em lotes. Para criar um marcador de eventos no modo em lotes: 1. Faça uma cópia de trabalho da amostra de JCL #EDMLUTB da amostra de biblioteca HLQ.SAMPLIB, onde HLQ é o qualificador de alto nível especificado na instalação e edite a cópia da forma necessária. 2. Execute o trabalho para criar o marcador de eventos. 195
196 Instruções da JCL do Utilitário EDMXLUTL A tabela a seguir descreve as instruções da JCL do utilitário EDMXLUTL: Instrução EXEC STEPLIB DD EDMPARMS DD EDMMSG DD EDMSYSIN DD Descrição Especifique o programa EDMXLUTL. Inclua a biblioteca de carregamento de Captura de Alterações do PowerExchange. Se você tiver adicionado a biblioteca de carregamento à concatenação LNKLST do sistema, não será necessário adicioná-la à STEPLIB. Especifique o nome da biblioteca do usuário (YOUR.USERLIB) que contém o módulo de opções padrão (EDMSDIR) associado ao Agente de Log do PowerExchange que você está usando. Se você não incluir uma instrução EDMPARMS DD, ou especificar uma biblioteca que não contém os módulos de opções, a Captura de Alterações do PowerExchange usará a concatenação STEPLIB para obter as opções de configuração. Especifique o nome do conjunto de dados para o qual você deseja emitir erros e avisos. Especifique o comando EVENT apropriado para o marcador que você deseja criar. Instruções de Controle do Utilitário EDMXLUTL A tabela a seguir lista as instruções de controle do utilitário marcador de eventos: Comando EVENT TYPE=BASEEDM NOTIFY={EDITION ENDCOPY COPY} OBJECT={IMS VSAM DB2} ACCESS=STRUCTURE {DBD={dbd_name DSN=data_set_name SYSID=ssid} EVENT TYPE=BASEEDM NOTIFY={EDITION ENDCOPY COPY} OBJECT={IMS VSAM DB2} ACCESS=OBJECT {EDMNAME=edmname DBD=dbd_name} DSN=data_set_name SEGMENT=segment_name [SEGMENT=segment_name...] DBD=dbd_name DSN=data_set_name SYSID=ssid CREATOR=table_creator TABNAME=table_name [TABNAME=table_name...] } Tópicos Relacionados: Sintaxe do Comando EVENT na página 197 Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM na página 197 Comando EVENT do Utilitário EDMXLUTL Use o comando EVENT para criar marcadores de eventos no modo em lotes. 196 Capítulo 16: EDMXLUTL - Utilitário do Marcador de Eventos
197 Sintaxe do Comando EVENT Use a seguinte sintaxe para o comando EVENT: EVENT TYPE=category keyword1=value1 keyword2=value2 keyword3=value3... As seções subsequentes abordam os parâmetros desse comando, por categoria. Cada categoria tem um ou mais conjuntos de palavras-chave associadas. Uso do Comando EVENT Para usar esse comando, inclua-o como instrução de controle em um trabalho em lotes. Em seguida, execute o trabalho para criar o marcador de eventos. As regras a seguir se aplicam à especificação dessa instrução de controle: A instrução deve estar contida nas colunas de 1 a 71. Se a instrução não se ajustar a esse intervalo, será necessário um caractere na coluna 72 para indicar que a instrução continua em mais de uma linha. Uma instrução que continua em mais de uma linha deve conter apenas um comando. As instruções continuadas deverão começar na coluna 1, se a coluna 71 da linha anterior estiver em branco. Uma instrução pode usar até 38 linhas. Você pode usar no máximo 255 espaços em branco para separar comandos e palavras-chave. As seguintes informações adicionais são listadas para esse comando: Antes de executar um trabalho para criar um marcador de eventos, verifique se o Agente de Log do PowerExchange está ativo. Uma falha do Agente de Log do PowerExchange pode fazer com que o agente de log pare de executar um trabalho do marcador de eventos. Nesse caso, as instruções de controle processadas antes da falha ainda são aceitas. Inversamente, a instrução de controle que está em andamento quando o Agente de Log do PowerExchange falha, bem como as instruções de controle subsequentes podem causar o encerramento anormal do utilitário do marcador de eventos. Tenha cuidado caso execute esse comando enquanto o log ativo do PowerExchange está recebendo outros registros de log para o objeto de origem afetado pelo marcador. Isso pode misturar o marcador de eventos com os outros registros, trazendo resultados inesperados. Ao registrar com êxito o registro do marcador de eventos no log do PowerExchange, o utilitário exibe a mensagem DTLEDM175016I. Essa mensagem especifica o RBA do registro do marcador de eventos no log. Você pode precisar do RBA para referenciar esse registro. Esse utilitário obtém o nome do Agente de Log do PowerExchange que ele acessa no módulo de opções padrão, EDMSDIR. Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM Use a categoria BASEEDM para criar um registro de evento especial no log ativo do PowerExchange. Esta seção descreve os dois conjuntos de palavras-chave que você pode usar com a categoria BASEEDM: MARK Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM 197
198 NOTIFY Conjunto de Palavras-chave MARK O conjunto de palavras-chave MARK instrui o utilitário marcador de eventos a inserir um marcador especial nos logs ativos do Agente de Log do PowerExchange para MVS. O marcador retorna um endereço de log e transmite um sinal a um componente que usa dados do Agente de Log do PowerExchange. Nota: Use o conjunto de palavras-chave MARK somente se instruído pelo Suporte Global a Clientes da Informatica. Sintaxe: EVENT TYPE=BASEEDM MARK=type DATA=text Exemplo: EVENT TYPE=BASEEDM MARK=EOL DATA='my text' A tabela a seguir descreve as palavras-chave que você pode usar no lugar da variável para a instrução MARK: Variável tipo texto Descrição da Palavra-chave Indica ao utilitário que tipo de marcador de eventos adicionar ao log. As seguintes palavras-chave são válidas: - EOD. Cria um marcador de eventos que indica que o final do dia foi atingido. - SIGNAL. Cria um marcador de eventos que indica um ponto inicial no log ou que transmite um sinal a um componente que usa dados do agente de log do PowerExchange. - EOL. Cria um marcador de eventos que indica o final do log. O utilitário coloca o marcador no final atual do log ativo do PowerExchange. Para que o utilitário identifique o final exato do log, o Agente de Log do PowerExchange não deve receber nenhum outro registro. Insira até 30 caracteres de texto que você deseja que o utilitário adicione ao registro de marcador de eventos. Se você incluir espaços em branco incorporados, deverá colocar o texto entre aspas simples ('). Conjunto de Palavras-chave NOTIFY Esse conjunto de palavras-chave indica ao utilitário para inserir um marcador especial no log ativo do PowerExchange. O marcador especial notifica o componente que está usando os dados de uma alteração de evento, como uma alteração no valor da edição. Isso é usado para gerar um ponto de reinicialização no log de Captura de Alterações do PowerExchange. Sintaxe: For ACCESS=STRUCTURE: EVENT TYPE=BASEEDM NOTIFY=type OBJECT=database_type ACCESS=STRUCTURE {DBD=database_name DSN=data_set_name SYSID=ssid} For ACCESS=OBJECT: EVENT TYPE=BASEEDM NOTIFY=type OBJECT=db_type ACCESS=level_of_data_objects {EDMNAME=edmname DBD=database_name DSN=data_set_name SEGMENT=segment_name [SEGMENT=segment_name...] DBD=database_name DSN=data_set_name SYSID=ssid CREATOR=tbcreator TABNAME=table_name [TABNAME=table_name...]} 198 Capítulo 16: EDMXLUTL - Utilitário do Marcador de Eventos
199 A tabela a seguir lista e descreve as variáveis que você pode usar com a categoria BASEEDM: Variáveis type db_type level_of_data_objects edmname dbdname data_set_name segment_name ssid tbcreator table_name Descrição Indica ao utilitário que tipo de notificação o marcador de eventos sinaliza. Os seguintes valores são válidos: - EDITION fornece a notificação de que um registro de recurso está sendo alterado. Indica o tipo de banco de dados do recurso associado. Os seguintes valores são válidos: - IMS - VSAM - DB2 Indica o nível de objetos de dados a serem associados à notificação. Os seguintes valores são válidos: - STRUCTURE indica que todos os objetos de dados do banco de dados, conjunto de dados ou subsistema serão associados à notificação. Ao especificar ACCESS=STRUCTURE, você deve especificar o DBD e o nome do conjunto de dados ou o ID do subsistema. Por exemplo, para OBJECT=IMS, você especificaria DBD e DSN. - OBJECT indica que apenas o objeto especificado será associado à notificação. Ao especificar ACCESS=OBJECT, você pode especificar o EDMNAME ou o nome completo do objeto de dados. Por exemplo, para OBJECT=IMS, você especificaria DBD, DSN e SEGMENT. Você pode especificar um determinado segmento de origem registrado, registro ou tabela usando seu EDMNAME. Essa variável suporta cadeias delimitadas, mas você deve colocá-las entre aspas. Quando usado sozinho, permite especificar o nome de descrição do banco de dados (DBD) de um conjunto de segmentos IMS ou registros VSAM. Ao usar o nome DBD como parte de um nome completo, esse nome permite especificar um determinado segmento IMS ou registro VSAM. Especifica o nome do conjunto de dados de um determinado segmento IMS ou registro VSAM como parte de um nome completo. Especifica um determinado segmento IMS como parte de um nome completo. Você pode usar essa variável diversas vezes (até 255) em uma única instrução para associar vários segmentos à notificação. Você pode especificar o ID do subsistema de um determinado conjunto de tabelas do DB2, quando usado sozinho, ou de uma determinada tabela do DB2, quando usado como parte de um nome completo. Especifica o criador de uma determinada tabela do DB2 como parte de um nome completo. Essa variável suporta cadeias delimitadas, mas você deve colocá-las entre aspas. Nota: O tbcreator não pode manipular nomes longos do DB2 e está limitado a 8 bytes. Especifica uma determinada tabela do DB2 como parte de um nome completo. Você pode usar essa variável diversas vezes (até 255) em uma única instrução para associar várias tabelas à notificação. Essas tabelas devem estar no mesmo subsistema e ter o mesmo ID do criador. Essa variável suporta cadeias delimitadas, mas você deve colocá-las entre aspas. Nota: O table_name não pode manipular nomes longos do DB2 e está limitado a 18 bytes. Conjuntos de Palavras-chave para a Categoria BASEEDM 199
200 Se o DB2 ECCR estiver ativo quando você executar o utilitário para criar marcador de eventos para atualizar o nível de edição, será necessário atualizar o ECCR. Para isso, execute o comando MODIFY job_name,refresh (onde job_name é o nome do trabalho em lotes do MVS ou a tarefa iniciada que executa o DB2 ECCR). Isso assegura que o DB2 ECCR leia o novo nível de edição no repositório do PowerExchange. Nota: Como alternativa, você pode parar e reiniciar o DB2 ECCR com a palavra-chave WARM START. Exemplo do Utilitário EDMXLUTL O seguinte exemplo de JCL cria um marcador de eventos quando o nível de edição é alterado. Você encontra esse exemplo no membro #EDMLUTB da biblioteca de amostra HLQ.SAMPLIB (onde HLQ é o qualificador de alto nível especificado na instalação). // JOB //* * //* DETAIL Change Capture - EVENT MARKER UTILITY TO CREATE SPECIAL EVENT //* RECORD TO REFLECT A CHANGE IN EDITION LEVELS //* * //* REPLACE THE FOLLOWING ITEMS WITH PROPER INSTALLATION VALUES //* 1. JCL DATA SET NAMES //* 2. EDMSYSIN DD CONTROL CARD //* * //EDMUTIL EXEC PGM=EDMXLUTL //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=HLQ.LOAD <=== CDM LOADLIB //EDMPARMS DD DISP=SHR,DSN=YOUR.USERLIB <=== EDMSDIR,EDMUPARM //EDMMSG DD SYSOUT=* //EDMSYSIN DD * EVENT TYPE=BASEEDM NOTIFY=EDITION OBJECT=DB2 ACCESS=OBJECT X EDMNAME=EDM.EDMNAME1 /* As linhas a seguir mostram as mensagens resultantes após a execução do utilitário para criar marcador de eventos. Sample Messages for the Create an Event Marker Utility DTLEDM175015I Control card read from EDMSYSIN * * Do EVENT mark for EDMNAME=VSAM.API.SOURCE * EVENT - TYPE=BASEEDM - NOTIFY=ENDCOPY - OBJECT=IMS - ACCESS=OBJECT - EDMNAME=VSAM.API.SOURCE DTLEDM175015I Executing EVENT command; command messages may follow. Event type=baseedm DTLEDM175025I Event Mark Notify=ENDCOPY Summary: Event Mark Logger RBA :C4C7D2D E Event Sequence number : E Event Edition number : B42B13970E Event Source EDMNAME : VSAM.API.SOURCE Related Target EDMNAME..... : DB2.DEAG.RDADGK.APITARGET 200 Capítulo 16: EDMXLUTL - Utilitário do Marcador de Eventos
201 C A P Í T U L O 1 7 HOSTENT - Utilitário Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário HOSTENT, 201 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário HOSTENT, 201 Executando o Utilitário HOSTENT no i5/os, 202 Executando o Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX, 202 Executando o Utilitário HOSTENT no z/os, 202 Notas de Uso do Utilitário HOSTENT, 203 Saída do Utilitário HOSTENT, 204 Exemplo do Utilitário HOSTENT no i5/os, 205 Exemplo do Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX, 205 Exemplo do Utilitário HOSTENT no z/os, 205 Visão Geral do Utilitário HOSTENT Use o utilitário HOSTENT para: Exibir o nome e o endereço do host TCP/IP para um sistema. Diagnosticar problemas com a comunicação do PowerExchange. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário HOSTENT O utilitário HOSTENT pode ser executado nos seguintes sistemas operacionais: i5/os Linux e UNIX z/os 201
202 Executando o Utilitário HOSTENT no i5/os Para executar o utilitário HOSTENT no i5/os: u Informe o seguinte comando: CALL HOSTENT Executando o Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX Para executar o utilitário HOSTENT no Linux e UNIX: u Informe o seguinte comando: hostent Executando o Utilitário HOSTENT no z/os Use a versão do utilitário HOSTENT Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP para seu ambiente TCP/IP. A tabela a seguir lista as versões HOSTENT por tipo de ambiente TCP/IP: Versão HOSTENT HOSTENT HOSTENT2 HOSTENT3 Ambiente z/os Communications Server padrão CA-TCPAccess Communications Server da Computer Associates Soquetes MVS Nativos Você pode executar o utilitário HOSTENT na linha de comando TSO/E ou submetendo um trabalho do z/os. Para executar o utilitário HOSTENT na linha de comando, use a seguinte instrução: call 'hlq.loadlib(hostent)' Use a amostra da JCL no membro HOSTENT da biblioteca RUNLIB para criar um trabalho de execução do utilitário. A mostra da JCL contém as seguintes instruções: JOB //STEP1 EXEC PGM=HOSTENT //STEPLIB DD DSN=&SCERUN,DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //SYSPRINT DD SYSOUT=* // Inicia o trabalho. EXEC PGM=HOSTENT Chama o utilitário. 202 Capítulo 17: HOSTENT - Utilitário Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP
203 STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. SYSPRINT DD Define o local de impressão do relatório. Notas de Uso do Utilitário HOSTENT Considere os seguintes pontos antes de usar o utilitário HOSTENT: O PowerExchange usa o resolvedor TCP/IP para converter o nome do host da pilha TCP/IP em um endereço IP. No z/os e OS/390, o resolvedor consulta a tabela de hosts locais. No i5/os, Linux e UNIX, o resolvedor consulta o servidor de nomes antes de consultar a tabela de hosts locais. No i5/os, z/os e OS/390, o PowerExchange usa o endereço primário da interface da pilha TCP/IP para verificar a licença, quando o resolvedor não consegue encontrar o nome do host. Os sistemas operacionais podem executar mais de uma pilha TCP/IP. Assegure-se de que o HOSTENT seja executado na pilha TCP/IP usada pelo PowerExchange. Você não pode especificar um nome de pilha nos parâmetros HOSTENT. Detalhes do Resolvedor do Utilitário HOSTENT O resolvedor usa as tabelas de sites locais para consultar o nome e endereço oficiais do host. O resolvedor não usa servidores de nomes. No z/os 1.2 ou posterior, você pode adicionar a seguinte instrução DD à JCL HOSTENT para obter um rastro do resolvedor para auxiliar no diagnóstico: //SYSTCPT DD SYSOUT=* Isso reporta os conjuntos de dados de configuração e os métodos de consulta usados pelo resolvedor. Notas de Uso do Utilitário HOSTENT 203
204 Saída do Utilitário HOSTENT A tabela a seguir descreve as mensagens de saída geradas pelo HOSTENT: Sistema Operacional Mensagem Descrição i5/os, Linux, UNIX, z/os i5/os, Linux, UNIX, z/os i5/os, Linux, UNIX, z/os i5/os, z/os z/os z/os gethostname() oferece host name nome do host oficial host name.domain name reportando o nome do host host name gethostid() oferece: nnn.nnn.nnn.nnn o resolvedor especifica o nome de domínio: domain name o resolvedor especifica o nome do host: host name Exibe o nome do host da pilha TCP/IP. Nos sistemas z/os e OS/390, você encontra detalhes do gethostname( ) no arquivo TCPIP.DATA especificado na pilha TCP/IP. No i5/os, Linux e UNIX, você encontra detalhes do gethostname() no arquivo TCPIP.DATA usado pelo PowerExchange Exibe o nome do host retornado pelo resolvedor. O resolvedor consulta o nome do host especificado para localizar o nome completo, o que inclui o nome do domínio. Isso também exibe: - Nomes alternativos (alias) encontrados pelo resolvedor. - Endereço TCP/IP conforme retornado pelo resolvedor. O PowerExchange usa esse endereço para validar a licença. Exibe o nome do host. O resolvedor TCP/IP usa os seguintes métodos para encontrar o nome do host: - Consulta o nome do host em um arquivo de hosts locais. - Usa a chamada do sistema gethostbyname() para consultar nomes de hosts em um servidor de nomes. O PowerExchange usa esses detalhes para validar a licença. Exibe o endereço primário da interface da pilha TCP/IP. Se o resolvedor TCP/IP não puder encontrar o nome do host, o PowerExchange usará esse endereço para validar a licença. No sistema z/os ou OS/390, os detalhes do gethostid() são especificados na pilha TCP/IP, no parâmetro PRIMARYINTERFACEADDRESS do conjunto de dados PROFILE. Exibe o nome de domínio conforme determinado pelo conjunto de dados de configuração do resolvedor local. O PowerExchange não usa esse endereço para validar a licença. Exibe o nome do host conforme determinado pelo conjunto de dados de configuração do resolvedor local. O PowerExchange não usa esse endereço para validar a licença. 204 Capítulo 17: HOSTENT - Utilitário Gerador de Relatórios de Endereços TCP/IP
205 Exemplo do Utilitário HOSTENT no i5/os O comando a seguir exibe o endereço e o nome do host TCP/IP do sistema em que ele foi executado: CALL HOSTENT A saída resultante é: gethostid() gives: nnn.nnn.nnn.nnn gethostname() gives host name reporting on hostname host name official hostname: host name address: nnn.nnn.nnn.nnn Exemplo do Utilitário HOSTENT no Linux e UNIX O comando a seguir exibe o endereço e o nome do host TCP/IP do sistema em que ele foi executado: hostent A saída resultante é: gethostname() gives host name reporting on hostname host name official hostname: host name address: nnn.nnn.nnn.nnn Exemplo do Utilitário HOSTENT no z/os A instrução a seguir exibe o endereço e o nome do host TCP/IP do sistema em que ela foi executada: //STEP1 EXEC PGM=HOSTENT, // PARM='/' //STEPLIB DD DSN=&SCERUN,DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* A saída resultante é: HOSTENT: gethostid() gives: nnn.nnn.nnn.nnn resolver gives hostname : host name resolver gives domainname: domain name gethostname() gives host name reporting on hostname host name official hostname: host name.domain name alias: host name address: nnn.nnn.nnn.nnn Exemplo do Utilitário HOSTENT no i5/os 205
206 C A P Í T U L O 1 8 PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário PWXUCDCT, 206 Sistemas Operacionais com Suporte para o Utilitário PWXUCDCT, 207 Sintaxe de Instruções de Controle para Comandos PWXUCDCT, 207 Comandos e Parâmetros PWXUCDCT, 208 Executando o Utilitário PWXUCDCT, 215 Notas de Uso do Utilitário PWXUCDCT, 215 Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT, 215 Visão Geral do Utilitário PWXUCDCT Use o utilitário PWXUCDCT para gerenciar arquivos e imprimir relatórios do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows. Com o utilitário, você pode executar as seguintes tarefas: Faça backup manualmente do arquivo CDCT se os backups gerados automaticamente na inicialização e no término do Agente de Log do PowerExchange não estiverem disponíveis ou não forem recentes. Gere um arquivo de backup CDCT que possa ser usado para uma operação de restauração com base nos arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange. Restaure o arquivo CDCT de um backup. Exclua os registros CDCT expirados e todos os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange associados a esses registros. Exclua arquivos de log órfãos do Agente de Log do PowerExchange que não são referenciados por nenhum registro CDCT. Imprima relatórios sobre parâmetros de configuração pwxccl do Agente de Log do PowerExchange, o conteúdo do arquivo CDCT e arquivos de log atuais, órfãos e expirados. Para obter mais informações sobre o Agente de Log do PowerExchange, consulte o Guia do CDC do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows. 206
207 Sistemas Operacionais com Suporte para o Utilitário PWXUCDCT O utilitário PWXUCDCT é executado em computadores que possuem os seguintes tipos de sistemas operacionais: Linux UNIX Windows Para obter mais informações sobre sistemas operacionais com suporte, consulte o Guia de Instalação e Atualização do PowerExchange. Sintaxe de Instruções de Controle para Comandos PWXUCDCT Use a seguinte sintaxe geral para especificar instruções de controle do utilitário PWXUCDCT: PWXUCDCT CMD=command_name [CONFIG=override_dbmover.cfg] [CS=override_pwxccl.cfg] [LICENSE=override_license.key] command-specific parameters Aplicam-se as seguintes regras de sintaxe: Você pode especificar os parâmetros opcionais CONFIG, CS e LICENSE em qualquer comando. A Informatica recomenda que você especifique o parâmetro CS, pois cada comando deve ser executado com uma configuração específica do Agente de Log do PowerExchange para uma instância de banco de dados. Se você não especificar um arquivo de configuração do Agente de Log do PowerExchange, o Agente de Log do PowerExchange usará o arquivo pwxccl no diretório de instalação de nível superior. Os demais parâmetros são específicos do comando que está sendo emitido. Você pode inserir esses parâmetros de comando específico em qualquer ordem. Não é possível definir os parâmetros em um arquivo distinto e depois mencionar esse arquivo na sintaxe de comando. Tópicos Relacionados: Comandos e Parâmetros PWXUCDCT na página 208 Notas de Uso do Utilitário PWXUCDCT na página 215 Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT na página 215 Sistemas Operacionais com Suporte para o Utilitário PWXUCDCT 207
208 Comandos e Parâmetros PWXUCDCT Esta seção descreve os comandos que você pode informar na instrução CMD da sintaxe PWXUCDCT e os parâmetros específicos do comando. Além disso, descreve os parâmetros CONFIG, CS, LICENSE que você especifica para qualquer comando. Comandos Este tópico resume os comandos que você pode emitir no utilitário PWXUCDCT, incluindo qualquer parâmetro específico do comando. A tabela a seguir descreve cada comando: Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 CONVERT_CDCT CREATE_CDCT_BACKUP DELETE_EXPIRED_CDCT Se você atualizar para a versão HotFix 1 ou posterior de uma versão anterior, poderá emitir esse comando para realizar manualmente uma única conversão do arquivo CDCT no novo formato. Como alternativa, da primeira vez em que o Agente de Log do PowerExchange for inicializado a quente, ele converterá automaticamente o arquivo CDCT no novo formato. A conversão cria uma instância de arquivo CDCT_dbid do arquivo CDCT original. Verifique se o valor de dbid no nome do arquivo CDCT corresponde ao valor do parâmetro DBID no arquivo de configuração pwxccl do Agente de Log do PowerExchange no qual você executa o comando. Nota: Se o arquivo CDCT antigo contiver informações para várias instâncias de banco de dados, você deverá executar esse comando várias vezes, uma para cada instância. Cada vez que você executar o comando, certifique-se de que o parâmetro CS aponte para o arquivo de configuração pwxccl correto para a instância. Cria manualmente um backup de todos os registros em uma instância de arquivo CDCT de um banco de dados de origem com base na encarnação da configuração mais recente. O valor de dbid no nome do arquivo CDCT deve corresponder ao valor do parâmetro DBID no arquivo de configuração pwxccl. Nota: O Agente de Log do PowerExchange gera automaticamente um backup na inicialização e no encerramento. Esse comando está obsoleto, mas ainda é compatível para fins de compatibilidade com versões anteriores. Em vez disso, use DELETE_EXPIRED_FILES. Nenhum BACKUPFILE Nenhum 208 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
209 Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 DELETE_EXPIRED_FILES DELETE_ORPHAN_FILES DERIVE_CDCT_BACKUP Exclui os arquivos de log cujo período de retenção expirou e os registros CDCT que fazem referência aos logs expirados. Para que esse comando funcione, defina o parâmetro LOGGER_DELETES_EXPIRED_CDCT_RECORDS como N no arquivo de configuração pwxccl. Se você definir o parâmetro LOGGER_DELETES_EXPIRED_CDCT_RECORDS como Y ou se não especificá-lo, o comando não funcionará. Exclui os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange ao qual nenhum registro no arquivo CDCT faz referência. Se o arquivo CDCT estiver corrompido ou tiver sido excluído, e se um backup recente do CDCT estiver indisponível ou se o último backup disponível puder resultar em um reprocessamento significativo de dados, use esse comando para gerar um arquivo de backup para fins de recuperação. O comando usa o valor de parâmetro EXTERNAL_CAPTURE_MASK do arquivo de configuração do Agente de Log do PowerExchange ou o parâmetro posicional external_capture_mask do arquivo de definição de grupo para gerar uma lista de arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange. Em seguida, o comando usará o conteúdo desses arquivos de log para gerar um arquivo de texto que pode ser usado como entrada para o comando RESTORE CDCT. Não use esse comando se os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange também estavam corrompidos ou foram excluídos. Sugestão: Use o parâmetro PREVBACKUPFILE para fornecer o nome do último arquivo de backup disponível. Usando um arquivo de backup anterior, você preserva mais informações históricas no arquivo CDCT. O utilitário adicionará quaisquer arquivos de log que tiverem sido criados desde a obtenção desse backup no arquivo de backup derivado. Nenhum Nenhum BACKUPFILE [PREVBACKUPFILE] Comandos e Parâmetros PWXUCDCT 209
210 Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 REPORT_CDCT Imprime o conteúdo do arquivo CDCT. Essas informações são principalmente para fins de depuração. Para a encarnação atual da configuração do Agente de Log, o relatório mostra o seguinte: - Identificador de encarnação, status e motivo (Rsn) da criação. O motivo pode ser uma inicialização a frio ou uma alteração na configuração. - Nome e tipo de imagem da instância de origem (ou DBID). - Número de grupos definidos no arquivo de definição de grupo. Se nenhum grupo estiver definido, o padrão de 1 será usado. - O tipo de algoritmo de criptografia AES, se a criptografia do arquivo de log estiver ativada. - Reinicialização e tokens de sequência de início e término. Para cada grupo do Agente de Log, o relatório mostra o seguinte: - Número e nome do grupo. - Encarnação ao qual o grupo pertence. - Caminho para os arquivos de logo do grupo. - Contagem de registro. - A contagem de arquivos de log, o primeiro número de sequência de log e o número de sequência de log atual. - Status - Registro de data/hora do arquivo de log mais antigo. Para cada registro, o relatório mostra o seguinte: - Nome e status da marca de registro. - Encarnação e grupo aos quais o registro pertence. - A data de ativação e de desativação, se disponíveis. - Nome do esquema padrão. Para cada arquivo de log do Agente de Log do PowerExchange, o relatório mostra: - O caminho e o nome do arquivo de log, além do número de sequência. - A encarnação de configuração e o grupo ao qual o arquivo de log pertence. - Registros de data/hora de abertura e de fechamento do arquivo. - A contagem de registros, a contagem de confirmações e se o arquivo de log contém dados não confirmados. - Se o arquivo de log está criptografado e um valor usado para testar a chave de criptografia. - O status e a versão Fmt. - Os tokens de reinicialização de início e de término. [report_file_name] 210 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
211 Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 REPORT_CDCT_FILES REPORT_CONFIG REPORT_EXPIRED_CDCT REPORT_EXPIRED_FILES Relata as seguintes informações para cada arquivo de log do Agente de Log do PowerExchange gravado no arquivo CDCT: - O caminho e o nome do arquivo de log, além do número de sequência. - A encarnação de configuração e o grupo ao qual o arquivo de log pertence. - Registros de data/hora de abertura e de fechamento do arquivo. - A contagem de registros, a contagem de confirmações e se o arquivo de log contém dados não confirmados. - Se o arquivo de log está criptografado e um valor usado para testar a chave de criptografia. - O status e a versão Fmt. - Os tokens de reinicialização de início e de término. Essas informações são as mesmas relatadas na seção Arquivos CCL do relatório REPORT_CDCT. Lista as configurações de parâmetro que são definidas no arquivo de configuração pwxccl do Agente de Log do PowerExchange. Se você tiver criado um arquivo de definição de grupo e o especificado no parâmetro GROUPDEFS do arquivo pwxccl, o comando também informará as instruções de grupo no arquivo de definição de grupo. Esse comando está obsoleto, mas ainda é compatível para fins de compatibilidade com versões anteriores. Em vez disso, use REPORT_EXPIRED_FILES. Lista os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange cujo período de retenção já passou. [report_file_name] [report_file_name] [report_file_name] [report_file_name] Comandos e Parâmetros PWXUCDCT 211
212 Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 REPORT_FILES_BY_NAME REPORT_FILES_BY_TIME REPORT_ORPHAN_FILES Lista os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange por nome de arquivo. Essas informações se baseiam nas informações de diretório dos arquivos de log, e não no arquivo CDCT. Para cada arquivo, o comando informa as seguintes informações: - Data e hora em que o arquivo foi gravado. - Número de sequência - Caminho e nome de arquivo. Além disso, o comando informa o número de arquivos de log que correspondem à máscara padrão especificada no parâmetro EXT_CAPT_MASK do arquivo de configuração pwxccl. Se você tiver especificado um arquivo de definição de grupo no parâmetro GROUPDEFS do arquivo pwxccl, o comando informará o número de arquivos de log que correspondem a qualquer máscara no arquivo de definição de grupo. Nota: O Agente de Log do PowerExchange gera nomes de arquivos de log que incluem o valor EXT_CAPT_MASK, a data e a hora e um número sequencial. Por exemplo: MYMASK.CND.CP T , em que é MMDDYY, 1748 é HHMM e 013 é o número sequencial gerado. Lista os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange na ordem em que eles foram criados, do mais antigo ao mais recente. Essas informações se baseiam nas informações de diretório dos arquivos de log, e não no arquivo CDCT. Para cada arquivo, o comando informa as seguintes informações: - Data e hora em que o arquivo foi gravado. - Número de sequência do arquivo. - Caminho e nome de arquivo. Além disso, o comando informa o número de arquivos de log que correspondem à máscara padrão especificada no parâmetro EXT_CAPT_MASK do arquivo de configuração pwxccl. Se você tiver especificado um arquivo de definição de grupo no parâmetro GROUPDEFS do arquivo pwxccl, o comando também informará o número de arquivos de log que correspondem a qualquer máscara no arquivo de definição de grupo. Lista os arquivos de log do Agente de Log do PowerExchange ao qual nenhum registro no arquivo CDCT faz referência. [report_file_name] [report_file_name] [report_file_name] 212 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
213 Comando Descrição Parâmetros Específicos do Comando 1 RESTORE_CDCT Restaura o arquivo CDCT de um backup até um ponto específico no tempo. O Agente de Log do PowerExchange reprocessará os dados posteriores a esse ponto no tempo. Depois que a operação de restauração for concluída, execute o comando DELETE_ORPHAN_FILES. BACKUPFILENAME [ENCRYPTEPWD] [PROGRESSFREQUENCY] 1. Os parâmetros opcionais estão entre colchetes. Além disso, você pode especificar os seguintes parâmetros globais em qualquer comando do utilitário PWXUCDCT: CONFIG, CS e LICENSE. A Informatica recomenda que você inclua o parâmetro CS em cada instrução de comando, pois cada comando deve ser executado com uma configuração específica do Agente de Log do PowerExchange. Caso contrário, o utilitário usará o arquivo de configuração padrão do Agente de Log do PowerExchange no diretório de instalação. Descrições de Parâmetros Os seguintes parâmetros globais e específicos de comando são usados com comandos do utilitário PWXUCDCT. BACKUPFILE=caminho\nome_do_arquivo.txt Especifica o caminho completo e o nome de arquivo para um arquivo de backup CDCT que você está criando ou usando para uma operação de restauração. O arquivo de backup é um arquivo de texto delimitado. Obrigatório nos seguintes comandos: CREATE_CDCT_BACKUP, DERIVE_CDCT_BACKUP e RESTORE_CDCT. CONFIG=path\file_name Se você tiver especificado o parâmetro CONFIG na instrução pwxccl ao iniciar o processo do Agente de Log do PowerExchange, especifique o mesmo valor de parâmetro no comando do utilitário PWXUCDCT para esse processo. O parâmetro especifica o caminho completo e o nome de arquivo para um arquivo de configuração DBMOVER que substitui o arquivo de configuração dbmover padrão no diretório de instalação. O caminho completo só será exigido se o arquivo de substituição não residir na localização padrão. O arquivo de substituição tem precedência sobre qualquer outro arquivo de configuração de substituição que você pode especificar com a variável de ambiente PWX_CONFIG. Por exemplo, você poderá usar um arquivo de configuração DBMOVER de substituição para dividir o processamento do Agente de Log do PowerExchange entre diversas instâncias de banco de dados, mas mantém um arquivo CDCT distinto para cada instância. Opcional em qualquer comando do utilitário PWXUCDCT. CS=path\file_name Se você tiver especificado o parâmetro CS na instrução pwxccl ao iniciar o processo do Agente de Log do PowerExchange, especifique o mesmo valor de parâmetro no comando do utilitário PWXUCDCT para esse processo. O parâmetro especifica o nome do arquivo e o caminho completo do arquivo de configuração do Agente de Log do PowerExchange. Se você especificar o parâmetro CONFIG ou LICENSE, o parâmetro CS será obrigatório. Você pode usar o parâmetro CS para especificar um arquivo de configuração do Agente de Log do PowerExchange que substitui o arquivo de configuração Comandos e Parâmetros PWXUCDCT 213
214 pwxccl padrão no diretório de instalação. O caminho completo só será exigido se o arquivo de substituição não residir na localização padrão. Recomendado em todos os comandos do utilitário PWXUCDCT. ENCRYPTEPWD=encrypted_encryption_password Se você tiver inicializado a frio o Agente de Log do PowerExchange da linha de comando usando um comando pwxccl que incluía o parâmetro encryptepwd, especifique esse mesmo valor de parâmetro no parâmetro ENCRYPTEPWD no comando RESTORE_CDCT. O parâmetro especifica uma senha de criptografia em formato criptografado, que ativa a criptografia dos arquivos de log do PowerExchange. Com essa senha, o comando pode restaurar o arquivo CDCT, incluindo a senha de criptografia armazenada no arquivo em formato criptografado. Sugestão: Depois de executar o comando RESTORE_CDCT, realize um teste de linha do banco de dados CAPX no Navegador do PowerExchange para verificar se a senha de criptografia foi restaurada com êxito. LICENSE=path\file_name Se você tiver especificado o parâmetro LICENSE no comando pwxccl ao iniciar o processo do Agente de Log do PowerExchange, especifique o mesmo valor de parâmetro no comando do utilitário PWXUCDCT para esse processo. O parâmetro especifica o nome do arquivo e o caminho completo para um arquivo de chave de licença que substitui o arquivo license.key padrão no diretório de instalação. O caminho completo só será exigido se o arquivo de substituição não residir na localização padrão. O arquivo de substituição tem precedência sobre qualquer outro arquivo de chave de licença de substituição que você especifica com a variável de ambiente PWX_LICENSE. Opcional em todos os comandos PWXUCDCT. PREVBACKUPFILE=nome_do_arquivo Especifica um arquivo de backup anterior a ser usado com o comando DERIVE_CDCT_BACKUP para gerar um backup adequado para uma operação de restauração. Use esse parâmetro quando um backup recente não estiver disponível após uma falha ou quando o backup mais recente disponível puder resultar em um reprocessamento significativo dos dados. Você pode usar um arquivo de backup que foi gerado automaticamente na inicialização ou no desligamento do Agente de Log do PowerExchange ou que você criou manualmente. Usando um arquivo de backup anterior, você preserva mais informações históricas no arquivo CDCT. Além disso, o utilitário avançará o conteúdo do CDCT com base em qualquer arquivo de log descoberto que for posterior ao ponto no tempo do backup. PROGRESSFREQUENCY=number_of_records Especifica a frequência com que o utilitário PWXUCDCT exibe informações de progresso para uma operação RESTORE_CDCT. A frequência é expressa como o número de registros lidos do arquivo de backup CDCT. Cada vez que o utilitário processa esse número de registros, ele grava a mensagem de progresso PWX na tela do console e no log de mensagens do PowerExchange. O padrão é exibir informações de progresso cada vez que o utilitário processa aproximadamente 1 por cento dos registros no arquivo de backup. report_file_name Especifica um nome de caminho e arquivo que você pode especificar para enviar a saída do relatório para um arquivo, em vez de enviar para a tela da linha de comando. No comando, anteceda esse valor com um sinal de maior que (>), por exemplo: >C:\Informatica\PowerExchange9.5.1\reports\expiredcdct01.txt Opcional em qualquer comando PWXUCDCT REPORT. Para obter mais informações sobre os comandos PWXUCDCT, consulte Comandos na página Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
215 Executando o Utilitário PWXUCDCT Você pode executar um comando do utilitário PWXUCDCT em uma linha de comando de um sistema Linux, UNIX ou Windows onde o PowerExchange está instalado. Verifique se você executa o utilitário de acordo com uma identificação de usuário que tem acesso de leitura para arquivos de log do PowerExchange e arquivos de controle. Para executar o utilitário, navegue para o diretório onde está o executável. Por padrão, esse diretório está no diretório de instalação do PowerExchange. Em seguida, digite PWXUCDCT seguido por um nome de comando e de quaisquer parâmetros de comando relevantes. Use a seguinte sintaxe: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m pwxucdct [parameter1 parameter2...] cs=pwxccl_config CMD=command_name Notas de Uso do Utilitário PWXUCDCT Antes de usar o utilitário PWXUCDCT, revise as seguintes notas de uso: Você pode agendar os comandos do utilitário PWXUCDCT para serem executados fora do horário de pico, o que evita o aumento da carga de trabalho do Agente de Log do PowerExchange quando a atividade de transação é alta. Se você executar o Agente de Log do PowerExchange no modo contínuo, não use o comando CREATE_CDCT_BACKUP para fazer backup do arquivo CDCT enquanto ele está sendo atualizado. Por padrão, o utilitário PWXUCDCT grava a saída de um comando REPORT em stdout para que você a veja na tela. Para enviar a saída para um arquivo, especifique um report_file_name precedido por um sinal de maior (>), por exemplo, >C:\Informatica\PowerExchange9.0.0\reports\myfile.txt. Caso contrário, o utilitário PWXUCDCT rolará as linhas do relatório na tela. Para alguns comandos REPORT, o utilitário também grava mensagens de relatório no log de mensagens do PowerExchange, mas não inclui as linhas detalhadas que são gravadas em stdout. Todos os comandos do utilitário PWXUCDCT diferentes de REPORT_FILES_BY_TIME e REPORT_FILES_BY_NAME fazem referência ao arquivo CDCT. O nome do arquivo CDCT inclui o nome da instância de origem especificado no parâmetro DBID do arquivo de configuração pwxccl. A localização do CDCT é determinada pelo parâmetro CAPT_PATH no arquivo de configuração dbmover. A localização pode ser expressa como $(CAPT_PATH)/CDCT_$ (DBID). Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT Esta seção oferece exemplos de comandos do utilitário PWUCDCT e mostra um exemplo de saída quando apropriado. Especifique os comandos em uma linha de comando. Exemplo 1. Criando um Backup do Arquivo CDCT Os backups que o PowerExchange gerou automaticamente durante a inicialização e o desligamento do Agente de Log do PowerExchange não estão disponíveis. Para criar um backup de todos os registros no Executando o Utilitário PWXUCDCT 215
216 arquivo CDCT manualmente, execute o comando CREATE_CDCT_BACKUP durante o processamento diário em lotes. Especifique o seguinte comando: pwxucdct cmd=create_cdct_backup backupfile=c:\informatica\powerexchangev.r.m\backups \backup1.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg Se o comando for bem-sucedido, as seguintes mensagens serão gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=create_cdct_backup backupfile=c:\informatica \PowerExchangev.r.m\backups\backup1.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg O arquivo backup1.txt é criado no diretório de backups. Sugestão: Você pode usar esse arquivo de backup para restaurar o arquivo CDCT, se necessário. No comando RESTORE_CDCT, use o parâmetro backupfile para especificar o nome e o caminho do arquivo de backup. Exemplo 2. Restaurando o Arquivo CDCT de um Arquivo de Backup O arquivo CDCT se tornou danificado. Você deseja restaurá-lo a partir do arquivo de backup mais recente. Você criou o arquivo de backup com o comando CREATE_CDCT_BACKUP com base na encarnação de configuração mais recente do Agente de Log. Na linha de comando, navegue até o diretório de instalação do PowerExchange e insira o seguinte comando: pwxucdct cmd=restore_cdct backupfile=c:\informatica\powerexchangev.r.m\backups \backup1.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg Se o comando for bem-sucedido, as seguintes mensagens serão gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=restore_cdct backupfile=c:informatica\powerexchangev.r.m \backups\backup1.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg PWX Created CDCT file "C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\CDCT_orcl" PWX Restore is using backup of CDCT file <C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\CDCT_ora1> created <2013/02/21 19:03: >. Exemplo 3. Recriando o Arquivo CDCT Após uma Falha O arquivo CDCT e todos os arquivos de backup CDCT recentes foram danificados ou excluídos. No entanto, um arquivo de backup mais antigo com base em uma encarnação de configuração anterior do Agente de Log está disponível. Para recriar o arquivo CDCT, primeiro você deriva um backup com base no arquivo de backup anterior e depois restaura esse backup. 1. Obtenha um arquivo de backup dos arquivos de log existentes especificando o seguinte comando: pwxucdct cmd=derive_cdct_backup prevbackupfile=c:\informaticav.r.m\pwx\backups \prev_backup0.txt backupfile=c:\informaticav.r.m\pwx\backups\derived_backup1.txt cs=c:\informaticav.r.m\pwx\resources\pwxccl_orcl.cfg Sugestão: Inclua o parâmetro PREVBACKUPFILE para usar um arquivo de backup anterior como ponto de partida para recuperar o CDCT. Se o utilitário descobrir mais arquivos de log que não estão no backup anterior, ele os adicionará ao backup derivado. As seguintes mensagens são gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=derive_cdct_backup backupfile=c:\informaticav.r.m\pwx 216 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
217 \backups\derived_backup1.txt cs=\informaticav.r.m\pwx\resources\pwxccl_orcl.cfg 2 Logger file(s) found for flexible groups masks PWX Loaded "bonus.1". Table "MYORA1.BONUS". Tag "ORAORCLbonus1" PWX Loaded "dept.1". Table "MYORA1.DEPT". Tag "ORAORCLdept1" PWX Loaded "emp.1". Table "MYORA1.EMP". Tag "ORAORCLemp1" PWX Loaded "o015716k.1". Table "MYORA1.ORL157_SRC_16K". Tag "ORAORCLo015716k1" PWX Loaded "o01612k.1". Table "MYORA1.ORL161_SRC_2K". Tag "ORAORCLo01612k1" PWX Loaded "salgrade.1". Table "MYORA1.SALGRADE". Tag "ORAORCLsalgrade1" PWX registrations loaded PWX Start of registrations for group processing PWX Group <GROUP1> using registration <emp> reg_schema=<myora1> table=<emp> with schema=<myora1>. PWX Group <GROUP2> using registration <bonus> reg_schema=<myora1> table=<bonus> with schema=<myora1>. PWX Group <GROUP2> using registration <dept> reg_schema=<myora1> table=<dept> with schema=<myora1>. PWX Group <GROUP2> using registration <o015716k> reg_schema=<myora1> table=<orl157_src_16k> with schema=<myora1>. PWX Group <GROUP2> using registration <o01612k> reg_schema=<myora1> table=<orl161_src_2k> with schema=<myora1>. PWX Group <GROUP2> using registration <salgrade> reg_schema=<myora1> table=<salgrade> with schema=<myora1>. PWX Controller: added new registration tag ORAORCLbonus1 PWX Controller: added new registration tag ORAORCLdept1 PWX Controller: added new registration tag ORAORCLo015716k1 PWX Controller: added new registration tag ORAORCLsalgrade1 2. Restaure o backup obtido especificando o seguinte comando: pwxucdct cmd=restore_cdct backupfile=c:\informaticav.r.m\pwx\backups \derived_backup1.txt cs=c:\informaticav.r.m\pwx\resources\pwxccl_orcl.cfg As seguintes mensagens são gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=restore_cdct backupfile=c:informatica \PowerExchangev.r.m\backups\derived_backup1.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg PWX Created CDCT file "C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\CDCT_orcl" PWX Restore is using backup of CDCT file <C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\CDCT_ora1> created <2013/02/21 19:03: >. Para verificar se a operação de restauração foi bem-sucedida, verifique se o código de retorno do utilitário PWXUCDCT é zero e se as mensagens de PWX a PWX fornece contagens razoáveis de registros lidos a partir do arquivo de backup e para registros que foram alterados no arquivo CDCT. Além disso, exiba as mensagens PWX que reportam o progresso da operação de restauração. O PowerExchange tenta exibir informações de progresso no console aproximadamente a cada 1 por cento do arquivo de backup processado. Se você precisar exibir informações de progresso com mais ou menos frequência, inclua o parâmetro progressfrequency na instrução restore_cdct para ajustar a frequência. 3. Execute o comando DELETE_ORPHAN_FILES para excluir arquivos de log que não são mais referenciados pelo arquivo CDCT restaurado. Após a inicialização a quente do Agente de Log do PowerExchange, ele recria o conteúdo do CDCT para esses arquivos. Exemplo 4. Reportando e Excluindo Registros CDCT Órfãos Você deseja determinar se existem arquivos de log órfãos do Agente de Log do PowerExchange, de forma a poder excluí-los. Arquivos de log órfãos não são referenciados por nenhum registro no arquivo CDCT. 1. Para determinar se existem arquivos de log órfãos, especifique o seguinte comando: pwxucdct cmd=report_orphan_files cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg As mensagens a seguir são exibidas na tela e gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX Processing console program. pwxucdct cmd=report_orphan_files REPORT FOR COMMAND REPORT_ORPHAN_FILES PWX Started initialization of the CDCT Retention Array PWX Retention array initialized. Files 2. CDCTs read 0. Allocated 0. Memory 0 5 Logger file(s) found for mask C:\Informatica\PowerExchange9.0.0\capture\condenseO.CND.* Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT 217
218 Total files found for masks 5 Date Time Seq File C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T Essas mensagens indicam que existem três arquivos de log órfãos. 2. Para excluir todos os arquivos de log órfãos, especifique o seguinte comando: pwxucdct cmd=delete_orphan_files cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg As mensagens a seguir são exibidas na tela e gravadas no arquivo de log de mensagens: PWX Processing console program. pwxucdct cmd=delete_orphan_files REPORT FOR COMMAND DELETE_ORPHAN_FILES PWX Started initialization of the CDCT Retention Array PWX Retention array initialized. Files 2. CDCTs read 0. Allocated 0. Memory 0 5 Logger file(s) found for mask C:\Informatica\PowerExchange9.0.0\capture\condenseO.CND.* Total files found for masks 5 Date Time Seq File PWX Deleted orphan file C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T PWX Deleted orphan file C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T PWX Deleted orphan file C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T PWX Files not referenced in CDCT (orphans) 3 Essas mensagens indicam que os arquivos de log órfãos foram excluídos com sucesso. 3. Para verificar se os arquivos de log órfãos foram excluídos, especifique o seguinte comando: pwxucdct cmd=report_files_by_time Esse comando lista todos os arquivos de log atuais na ordem em que eles foram criados, por exemplo: PWX Processing console program. pwxucdct cmd=report_files_by_time REPORT FOR COMMAND REPORT_FILES_BY_TIME PWX Started initialization of the CDCT Retention Array PWX Retention array initialized. Files 2. CDCTs read 0. Allocated 0. Memory 0 2 Logger file(s) found for mask C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.* Date Time Seq File C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\capture\condenseO.CND.CP T A lista não inclui os arquivos de log órfãos excluídos. Exemplo 5. Reportando e Excluindo Registros CDCT Expirados Para descobrir se o arquivo CDCT contém registros para arquivos de log expirados do Agente de Log do PowerExchange, execute o comando REPORT_EXPIRED_CDCT. Se o relatório indicar que existem registros para logs expirados, execute o comando DELETE_EXPIRED_CDCT para exclui-los e liberar espaço no seu sistema. Nota: Para usar o comando DELETE_EXPIRED_CDCT, você deve definir o parâmetro LOGGER_DELETES_EXPIRED_CDCT_RECORDS como Y no arquivo de configuração pwxccl. Se esse parâmetro for definido como Y ou não for especificado, o Agente de Log do PowerExchange não excluirá os registros CDCT expirados até que uma alternância de arquivos ocorra. 1. Para determinar se registros CDCT para arquivos de log expirados existem, insira o seguinte comando: pwxucdct cmd=report_expired_cdct cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg Se você não direcionar a saída para um arquivo de relatório, esse comando imprimirá as seguintes mensagens no arquivo de log de mensagens: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=report_expired_files cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg REPORT FOR COMMAND Report Expired Files CCL FILES Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
219 Incarnation: Group #: 1 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp1.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 840 Commit Count: 60 Has Uncommited data: No Status: Closed Fmt Version: 951 Interest List flags: 1 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CF3E CF3E F500006E CF3E774ED056E End: D CF3F4A FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF000002F FFFF CF3F494ED056E Incarnation: Group #: 1 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp1.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 280 Commit Count: 20 Has Uncommited data: No Status: Closed Fmt Version: 951 Interest List flags: 1 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CF3F CF3F F BB CF3F674ED056E End: D CF3FA FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF000002F B50090FFFF CF3FA74ED056E Incarnation: Group #: 1 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp1.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 280 Commit Count: 20 Has Uncommited data: No Status: Closed Fmt Version: 951 Interest List flags: 1 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CF3FBB CF3FB F D CF3FB94ED056E End: D CF3FFB FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF000002F CB017CFFFF CF3FFA4ED056E Essa saída indica que o arquivo CDCT contém registros para três arquivos de log expirados. 2. Para excluir os arquivos de log expirados do Agente de Log do PowerExchange e os registros CDCT associados, insira o seguinte comando: pwxucdct cmd=delete_expired_files cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg As seguintes mensagens, que são gravadas no arquivo de log de mensagens, confirmam que os três arquivos de log foram excluídos: PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX CCL configuration parameter <CHKPT_BASENAME> is deprecated. PWX CCL configuration parameter <CHKPT_NUM> is deprecated. PWX Processing console program. pwxucdct cmd=delete_expired_files cs=c:\informatica \PowerExchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg REPORT FOR COMMAND DELETE_EXPIRED_CDCT PWX Deleted expired file "C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl \group1\grp1.cnd.cp t " PWX Deleted expired file "C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl \group1\grp1.cnd.cp t " PWX Deleted expired file "C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl \group1\grp1.cnd.cp t " 3. Para verificar se os arquivos de log expirados e os registros CDCT associados foram excluídos, insira o seguinte comando: pwxucdct cmd=report_cdct cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources \pwxccl_orcl.cfg Certifique-se de que a seção de Arquivos CCL do relatório não liste os arquivos de log excluídos. Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT 219
220 Exemplo 6. Imprimindo o Conteúdo do Arquivo CDCT O Suporte Global ao Cliente Informatica solicita que você imprima o conteúdo do arquivo CDCT e o envie em um arquivo de texto para uso em depuração. 1. Na linha de comando, navegue até o diretório de instalação do PowerExchange e insira o seguinte comando: pwxucdct cmd=report_cdct >C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\reports\cdct_debug.txt cs=c:\informatica\powerexchangev.r.m\resources\pwxccl_orcl.cfg Para imprimir as informações para um arquivo, inclua o sinal de maior (>) seguido pelo caminho de saída e o nome do arquivo. Caso contrário, as informações serão exibidas na tela. 2. Consulte o conteúdo do relatório. O seguinte exemplo de relatório mostra o conteúdo do CDCT de um Agente de Log do PowerExchange com somente um grupo: DTL TIMEOUTS configuration parameter is deprecated DTL Processing console program. PWXUCDCT cs=c:\informatica\powerexchange\v.r.m\resources\capt\pwxccl_orcl.cfg CMD=REPORT_CDCT CCL INCARNATION Incarnation: Instance Name: ORCL Image Type: Before and After Images Group Count: 1 Status: Current Create Rsn: Cold Start File Encryption: AES256 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin D B B0198D35844C End D CFC FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF D FFFF CFC66D35844C CCL GROUP Incarnation: Group #: 0 Name: DEFAULT File Prefix: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp2 Reg Count: 6 File Count: 4 Status: Active First File Seq: Current File Seq: Oldest File TStamp: CCL REGISTRATIONS Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 5 Name: ORAORCLbonus1 Status: Active Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS1 Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 4 Name: ORAORCLdatetime1 Status: Active Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS1 Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 3 Name: ORAORCLdept1 Status: Active Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS1 Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 2 Name: ORAORCLemp1 Status: Active Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS1 Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 1 Name: ORAORCLempencr1 Status: Active 220 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
221 Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS1 Incarnation: Group #: 0 Reg Seq#: 0 Name: ORAORCLtable11 Status: Active Activation Date: Inactivation Date: Default Schema: ORAAUS CCL FILES Incarnation: Group #: 0 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\\resources\ccl\group1\grp0.CND.CP T resources\ccl\group1\ Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 180 Commit Count: 20 Has Uncommitted data No Is encrypted: Yes Status: Closed Fmt Version: 961 Encryption Key Test: D3E372B2623D2CFD98FF2ACD62FC92A267D C7FC2D3C44339F6E Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D BC97C BC97B B64E BC97BD35844C End: D CE FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF D000011D30084FFFF CE165D35844C Incarnation: Group #: 0 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\\resources\ccl\group1\grp0.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 36 Commit Count: 4 Has Uncommitted data No Is encrypted: Yes Status: Closed Fmt Version: 961 Encryption Key Test: D3E372B2623D2CFD98FF2ACD62FC92A267D C7FC2D3C44339F6E Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CE CE D000011DC CE170D35844C End: D CE FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF D000011F7008CFFFF CE188D35844C Incarnation: Group #: 0 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp0.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 36 Commit Count: 4 Has Uncommitted data No Is encrypted: Yes Status: Closed Fmt Version: 961 Encryption Key Test: A2649CDC44DB6CF714E0739CB1F9FCD035CC834E90AB3E2059F7BBEC41D62742 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CE CE D000011FA CE197D35844C End: D CE19D FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF D A01E8FFFF CE19CD35844C Incarnation: Group #: 0 File Seq#: Name: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m\resources\ccl\group1\grp0.CND.CP T Open TimeStamp: Close TimeStamp: Record Count: 1 Commit Count: 1 Has Uncommitted data No Is encrypted: Yes Status: Closed Fmt Version: 961 Encryption Key Test: CB9202C5D9D0E01CAA57C0128D6244C2964AAEB866613EA0C7E3EE5151C3C255 Restart Information: Sequence Restart Timestamp Begin: D CFC CFC D CFC60D35844C Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCDCT 221
222 End: D CFC FFFFFFFFFFFFFFFFFFFF D FFFF CFC66D35844C4 O relatório contém seções separadas para a encarnação de configuração do Agente de Log do PowerExchange (CCL), os grupos definidos no arquivo de definição de grupo especificado no arquivo de configuração pwxccl.cfg, os registros de captura das tabelas e os arquivos de log do Agente de Log associado. Na seção Arquivos CCL, as informações geradas para cada arquivo de log incluem se o arquivo de log está criptografado e os tokens de reinicialização. 222 Capítulo 18: PWXUCDCT - Utilitário do Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows
223 C A P Í T U L O 1 9 PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário PWXUCREG, 223 Considerações de Uso do PWXUCREG, 224 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUCREG, 225 Suspendendo Temporariamente a Captura de Alterações para Origens Registradas, 226 Sintaxe Geral para Comandos PWXUCREG, 227 Resumo dos Comandos PWXUCREG, 228 Parâmetros SET_CONTROL_VALUE Globais, 233 Parâmetros de Comando Específicos de Registro, 236 Executando o Utilitário PWXUCREG, 238 Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCREG, 239 Visão Geral do Utilitário PWXUCREG Use o utilitário PWXUCREG para suspender temporariamente o processamento de captura de alterações para origens registradas. Posteriormente, você pode usar o utilitário para reativar os registros suspensos para retomar a captura de alterações. Esse utilitário tem vários usos potenciais. Por exemplo, use-o para suspender a captura de alterações enquanto você faz alterações de DDL, tais como exclusão em cascata, exclusão de alterações de linha, ou correções para um objeto de origem ou destino. Esse utilitário só pode ser executado no z/os. Os registros são processados apenas para fontes de dados nas quais os seguintes ECCRs capturam dados: ECCR do Adabas ECCR baseado em tabela do Datacom ECCR baseado em log do IDMS ECCR com base em logs de IMS 223
224 Você pode usar o utilitário para executar as seguintes tarefas: Suspender registros de captura para interromper temporariamente a atividade de captura de alterações para origens registradas durante a janela de suspensão. Reative registros de captura suspensos após uma suspensão para retomar o change data capture. Exibir a configuração de status para registros de captura, de forma a verificar uma alteração de status. Ignorar todos os registros de alteração no fluxo de mudança que tiverem carimbos de data/hora anterior à hora atual do sistema ao iniciar a captura de alterações para um registro que foi ativado pela primeira vez no Navegador do PowerExchange. Quando você usa o utilitário para alterar o status de registro, ele define os carimbos de data/hora de ativação e suspensão. O período delimitado pelos carimbos de data/hora de ativação e de suspensão é chamado janela de suspensão. Você deve atualizar o ECCR após uma alteração do status de registro para que ele possa detectar a alteração de status e obter os carimbos de data/hora de ativação e suspensão. Durante a janela de suspensão, o ECCR descarta os registros de alteração que têm um carimbo de data/hora posterior ao carimbo de data/hora de suspensão. O utilitário grava a saída de mensagem para alterações de status de registro para fins de auditoria e monitoramento. O Navegador do PowerExchange exibe o status de registro atual no campo Status do Inspetor de Recursos. Depois que o utilitário processa uma solicitação de suspensão de registro do PWXUCREG, o Inspetor de Recursos exibe o carimbo de data/hora de suspensão na hora atual do sistema no campo Tempo de Suspensão e exibe o valor Suspenso no campo Status. Depois que o utilitário processa uma solicitação de reativação de registro do PWXUCREG, o Inspetor de Recursos exibe um carimbo de data/hora de ativação no campo Tempo de Atividade e redefine o Status para Ativo. Considerações de Uso do PWXUCREG Antes de começar a usar o utilitário PWXUCREG para alterar o status dos registros, consulte essa lista de considerações de uso. Somente uma janela de suspensão pode ser aberta por vez para um registro de captura. Se você emitir um comando SUSPEND_REGISTRATION, seguido por um comando ACTIVATE_REGISTRATION e, em seguida, emitir outro comando SUSPEND_REGISTRATION antes de o ECCR iniciar o processamento dos registros de alteração posteriores à primeira janela de suspensão, resultados imprevisíveis poderão ocorrer. Aguarde até que o ECCR tenha processado todos os registros de alteração com carimbos de data/hora anteriores ao carimbo de data/hora de ativação antes de emitir outra solicitação de suspensão. Para gerar carimbos de data/hora de ativação e suspensão, o utilitário usa a hora atual do sistema quando o comando SUSPEND_REGISTRATION ou ACTIVATE_REGISTRATION é processado, sem quaisquer ajustes à hora local. Esses carimbos de data/hora estão incluídos em mensagens e nos campos Tempo de Suspensão e Tempo de Atividade do Inspetor de Recursos do Navegador do PowerExchange. Esses carimbos de data/hora definem o início e o término da janela de suspensão. O utilitário usa a hora atual do sistema para os carimbos de data/hora porque os tipos de banco de dados suportados armazenam carimbos de data/hora nos registros de CDC na hora atual do sistema. Você deve emitir um comando REFRESH do ECCR após emitir qualquer comando PWXUCREG que altere o status do registro. Esse processo de atualização permite que o ECCR leia as informações de registro do conjunto de dados CCT novamente para obter os carimbos de data/hora de ativação e suspensão e o novo status de registro. 224 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
225 A primeira vez que você ativa um registro de captura no Navegador do PowerExchange, o carimbo de data/hora de ativação não está definido. O campo Tempo de Atividade ficará em branco até você usar o utilitário PWXUCREG para enviar um comado SUSPEND_REGISTRATION seguido de um comando ACTIVATE_REGISTRATION. Se o ECCR é encerrado de forma anormal e, em seguida, é inicializado a quente dentro da mesma janela de suspensão, o utilitário emitirá uma mensagem quando encontrar o primeiro registro de alteração na janela de suspensão a ser descartado. Se você tiver vários registros com o mesmo nome de marca de registro, você deverá suspender ou reativar cada um. O utilitário não pode processar todos os registros com o mesmo nome da marca em um único comando SUSPEND_REGISTRATION ou ACTIVATE_REGISTRATION. Ao descartar os registros de alteração para um registro suspendo, o ECCR verifica se o UOW associado foi iniciado dentro da janela de suspensão. Se o UOW foi inicializado antes do início da janela de suspensão, o ECCR emite um aviso e continua ou emite uma mensagem de erro e termina, dependendo da configuração do parâmetro ON_SUSPENSION_ERROR_CONTINUE no arquivo de configuração do ECCR. Ao capturar os registros de alteração para um registro ativado, o ECCR verifica se o UOW associado foi iniciado após o fechamento da janela de suspensão. Se o UOW foi inicializado antes do término da janela de suspensão, o ECCR emite um aviso e continua ou emite uma mensagem de erro e termina, dependendo da configuração do parâmetro ON_SUSPENSION_ERROR_CONTINUE no arquivo de configuração do ECCR. Para que o ECCR descarte os registros de alteração que têm tempo de data/hora anterior à hora atual do sistema, use o comando DROP_OLD_REGISTRATION_DATA. Você pode emitir esse comando para um registro Ativo apenas. Esse comando define uma janela de suspensão especial que estende do ponto mais antigo nos logs à hora atual do sistema. Você pode cancelar uma operação de ativação ou suspensão antes de atualizar o ECCR para a alteração de status de registro. Talvez você queira cancelar uma solicitação de suspensão ou reativação porque ela foi emitida na hora incorreta devido ao processamento do banco de dados ou devido a entrada do comando conter erros. O comando cancelar redefine o carimbo de data/hora de ativação ou suspensão. No Navegador do PowerExchange, você pode alterar o valor do Status de registro Suspenso somente para Histórico. Faça essa alteração somente se você não desejar mais usar o registro para captura de alterações. Não é possível alterar um valor de Status de registro de Ativo para Suspenso do Navegador do PowerExchange. Você deve usar o utilitário PWXUCREG para realizar essa alteração de status. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUCREG O utilitário PWXUCREG é executado apenas nos sistemas z/os. Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUCREG 225
226 Suspendendo Temporariamente a Captura de Alterações para Origens Registradas Use esse fluxo de tarefa para suspender temporariamente o processamento de captura de alterações para fontes registradas. Realize algumas tarefas com o utilitário PWXUCREG e outras tarefas fora do utilitário no sistema z/os. Antes de começar, certifique-se de que o parâmetro REFRESH_ALLOWED=Y está especificado no arquivo de configuração do ECCR. Além disso, você deve ter a autoridade para emitir um comando REFRESH após cada alteração do status de registro. 1. Interrompa a atividade de banco de dados das origens registradas para as quais você deseja suspender os registros de captura. 2. Para suspender os registros de captura, use o utilitário PWXUCREG para emitir o comando SUSPEND_REGISTRATION. A janela de suspensão é aberta. O utilitário define o carimbo de data/hora de suspensão para a hora atual do sistema sem quaisquer ajustes para a hora local. Além disso, o utilitário emite a mensagem PWX para o log DTLLOG para relatar a alteração do status de registro. Para cada registro suspenso, o Inspetor de Recursos do Navegador do PowerExchange exibe Suspenso no campo Status e o carimbo de data/hora de suspensão no campo Tempo de Suspensão. O valor Tempo de Suspensão não é ajustado para a hora local. 3. Para origens Adabas apenas, execute uma alternância de PLOG. Essa etapa garante que todas as alterações até o momento da alternância de PLOG sejam capturadas para o registro ativo. 4. Digite o comando REFRESH do ECCR usando o comando MODIFY (F) do MVS: F eccr_task_name,refresh O ECCR torna-se consciente da alteração do status de registro e carimbo de data/hora de suspensão. Quando o ECCR encontra o primeiro registro de alteração a ser descartado, a mensagem PWX é emitida. O ECCR descarta os registros de alteração que têm um carimbo de data/hora posterior ao carimbo de data/hora de suspensão. 5. Execute os trabalhos ou processos que geram as alterações que você não deseja capturar para a origem ou origens que estão associadas aos registros suspensos. 6. Para reativar os registros de captura, use o utilitário PWXUCREG para emitir o comando ACTIVATE_REGISTRATION. A janela de suspensão é fechada. O utilitário define o carimbo de data/hora de ativação para a hora atual do sistema sem quaisquer ajustes para a hora local. Além disso, o utilitário emite a mensagem PWX para o log DTLLOG para relatar a alteração do status de registro. Para cada registro reativado, o Inspetor de Recursos do Navegador do PowerExchange exibe Ativo no campo Status e o carimbo de data/hora de ativação no campo Tempo de Atividade. O valor Tempo de Atividade não é ajustado para a hora local. 7. Para origens Adabas apenas, execute uma alternância de PLOG. Essa etapa garante que todas as alterações que ocorrem durante a janela de suspensão até a alternância de PLOG sejam descartadas para o registro suspenso. 8. Digite o comando REFRESH do ECCR com o comando MODIFY (F) do MVS novamente. O ECCR torna-se consciente da alteração do status de registro e carimbo de data/hora de ativação. 226 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
227 9. Ativar a atividade de banco de dados para continuar na fonte ou fontes registradas. O ECCR inicia a captura de registros de alteração que têm carimbos de data/hora posterior ao carimbo de data/hora de ativação. O ECCR emite a mensagem PWX quando encontra o primeiro registro de alteração no fluxo de mudança após o fim da janela de suspensão. Nota: Você pode automatizar esse processamento, se adequado para o seu ambiente. Sintaxe Geral para Comandos PWXUCREG Use a seguinte sintaxe geral para inserir comandos globais e específicos de registro na entrada PWXSYSIN para um trabalho PWXUCREG: //PWXSYSIN DD * SET_CONTROL_VALUE,global_parameter1=value1; global parameter2=value, global parameter3 ; Registration-specific command primary keyword, parameter1=value, parameter2=value, paraemter3=value ; <additional registration-specific commands> ; SET_CONTROL_VALUE,global_parameter1=value2; Registration-specific command primary keyword, parameter1=value, parameter4=value ; <additional registration commands> ; /* Aplicam-se as seguintes regras de sintaxe: Um comando consiste em uma palavra-chave primária seguida por um ou mais parâmetros válidos. Um comando é encerrado com um ponto e vírgula (;). Use uma vírgula (,) para separar uma palavra-chave primária de um parâmetro. Além disso, use uma vírgula entre os parâmetros. Não use uma vírgula após o último parâmetro em um comando, antes do ponto e vírgula final. Em um comando SET_CONTROL_VALUE, você pode especificar um ou mais parâmetros globais. Parâmetros globais são opcionais, mas você deve incluir pelo menos um parâmetro global no comando. Como alternativa, você pode especificar uma instrução SET_CONTROL_VALUE separada para cada parâmetro. Em um comando específico de registro, você pode inserir vários parâmetros. Alguns parâmetros são necessários para identificar os registros a serem processados, e outros parâmetros são opcionais. O utilitário analisa e executa comandos no fluxo de entrada, um de cada vez, de cima para baixo. Você pode repetir o comando SET_CONTROL_VALUE no fluxo de entrada com diferentes parâmetros ou com os mesmos parâmetros mas diferentes valores para um conjunto subsequente de comandos específicos de registro. Você pode incluir parâmetros em um comando específico de registro que substitui os parâmetros globais correspondentes na instrução SET_CONTROL_VALUE anterior. Por exemplo, inclua o parâmetro REGISTRATION_LOCATION em um comando específico de registro para substituir o parâmetro GLOBAL_REGISTRATION_LOCATION no comando SET_CONTROL_VALUE anterior. Sintaxe Geral para Comandos PWXUCREG 227
228 Resumo dos Comandos PWXUCREG Use o resumo dos comandos de utilitário PWXUCREG para determinar qual palavra-chave de comando e parâmetros deseja usar. A palavra-chave SET_CONTROL_VALUE define os valores do parâmetro global como a ID de usuário e a senha para os comandos subsequentes no fluxo de entrada PWXSYSIN para o trabalho PWXUCREG. Os comandos específicos de registro se aplicam aos registros que correspondem aos critérios de seleção inseridos em parâmetros, tais como aqueles da instância do banco de dados e o nome de registro. 228 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
229 A tabela a seguir descreve o comando global SET_CONTROL_VALUE e cada comando específico ao registro, incluindo a palavra-chave primária e os parâmetros associados: Palavra-chave de Comando Descrição Parâmetros 1 SET_CONTROL_VALUE ACTIVATE_REGISTRATION Define os valores dos parâmetros globais que se aplicam a comandos específicos de registro subsequentes na entrada PWXSYSIN do JCL do PWXUCREG. Use esse comando se você executar trabalhos PWXUCREG que contêm comandos múltiplos e desejar definir valores de parâmetro comuns para um conjunto de comandos. Você pode substituir qualquer valor global em um comando específico de registro subsequente ou especificar um outro comando SET_CONTROL_VALUE posteriormente no fluxo de entrada. É necessário especificar pelo menos um parâmetro para esse comando. Reativa um registro de captura que tem um status de Suspenso para que o ECCR continue a captura de alterações para a fonte registrada. Também define um carimbo de data/hora de ativação na hora atual do sistema, não ajustada para a hora local, para indicar o término da janela de suspensão. Você pode emitir esse comando somente para registros que foram suspendidos anteriormente com o comando SUSPEND_REGISTRATION. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. - [DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND] - [DISPLAY_REGISTRATION_BEFORE_COMMAND] - [GENÉRICO] - [GLOBAL_REGISTRATION_LOCATION] - [GLOBAL_USER] - [GLOBAL_EPWD] - [GLOBAL_PWD] - [SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND] - [SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_DISPLAY] - [SHOW_EXPANDED_STATEMENT] - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] Resumo dos Comandos PWXUCREG 229
230 Palavra-chave de Comando Descrição Parâmetros 1 CANCEL_ACTIVATE_REGISTRATION CANCEL_SUSPEND_REGISTRATION Cancela uma solicitação ACTIVATE_REGISTRATION anterior antes de atualizar o ECCR para a ativação. Também define o status do registro de volta para Suspenso. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. Sugestão: Para cancelar a ação de reativação para todos os registros que foram especificados no comando ACTIVATE_REGISTRATION anterior, especifique os mesmos valores de parâmetro do comando ACTIVATE_REGISTRATION. Cancela um comando SUSPEND_REGISTRATION anterior antes de atualizar o ECCR. Além disso, redefine o status de registro para Ativo e redefine as horas de início e de término para a janela de suspensão. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. Sugestão: Para cancelar a ação de suspensão para todos os registros que foram especificados no comando ACTIVATE_REGISTRATION anterior, especifique os mesmos valores de parâmetro do comando SUSPEND_REGISTRATION. - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] 230 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
231 Palavra-chave de Comando Descrição Parâmetros 1 DISPLAY_REGISTRATION Exibe as informações do status de registro antes ou depois de outro comando que altera o status do registro, de forma que você possa verificar a alteração do status. Essa informação inclui a configuração de status de registro atual e os carimbos de data/hora de ativação e suspensão. Os carimbos de data/hora estão na hora atual do sistema e não são ajustados à hora local. Esse comando não suporta o parâmetro GENERIC ou o parâmetro GENERIC global do comando SET_CONTROL_VALUE. Esse comando pode exibir informações de status para vários registros sem o parâmetro GENERIC. Sugestão: Em vez de especificar esse comando no fluxo de entrada do JVC várias vezes, você pode especificar a palavra-chave SET_CONTROL_VALUE global com os parâmetros DISPLAY_REGISTRATION_ BEFORE_COMMAND e DISPLAY_REGISTRATION_ AFTER_COMMAND. Esses parâmetros globais exibem automaticamente as informações de status de registro antes e depois de cada comando que altera o status do registro. - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] Resumo dos Comandos PWXUCREG 231
232 Palavra-chave de Comando Descrição Parâmetros 1 DROP_OLD_REGISTRATION_DATA RESET_SUSPENSION_WINDOW Define uma janela de suspensão especial que permite que você inicie a captura de alterações para um registro da hora atual do sistema. A janela de suspensão estende do ponto disponível mais antigo no fluxo de mudança para a hora atual do sistema. O ECCR descarta os registros de alteração que têm um carimbo de data/hora dentro da janela de suspensão. Geralmente, esse comando é usado para novos registros que foram ativados recentemente pela primeira vez no Navegador do PowerExchange. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. Limpa quaisquer carimbos de data/hora de ativação e suspensão que definem a janela de suspensão atual e redefine o status de registro para Ativo. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] 232 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
233 Palavra-chave de Comando Descrição Parâmetros 1 SUSPEND_REGISTRATION Suspende um registro de captura que tem um status de Ativo para que o ECCR interrompa a captura de alterações para a origem registrada. Também define um carimbo de data/hora de suspensão na hora atual do sistema, não ajustada para a hora local, para indicar o início da janela de suspensão. Esse comando pode ser aplicado a vários registros se você especificar GENERIC=Y e inserir o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga no parâmetro REGISTRATION_NAME ou DATABASE_INSTANCE. - REGISTRATION_NAME - DATABASE_INSTANCE - [DATABASE_TYPE] - Recomendado - [EPWD] - [GENÉRICO ] - [PWD] - [REGISTRATION_LOCATION] - [USUÁRIO ] - [VALIDAR] 1. Os parâmetros colocados entre colchetes [ ] são opcionais. Parâmetros SET_CONTROL_VALUE Globais Você pode especificar um ou mais parâmetros globais em um comando SET_CONTROL_VALUE que você inclui na entrada PWXSYSIN para um trabalhopwxucreg. Os parâmetros globais se aplicam aos comandos específicos de registro subsequentes na entrada PWXSYSIN, a menos que você substitua o valor do parâmetro global em uma das seguintes maneiras: Especifique um comando específico de registro subsequente com o parâmetro correspondente, se disponível. Especifique outro comando SET_CONTROL_VALUE com um valor de parâmetro global diferente posteriormente no fluxo de entrada. Todos os parâmetros globais são opcionais, mas você deve especificar pelo menos um em um comando SET_CONTROL_VALUE. Nas seguintes descrições de parâmetros, as chaves indicam que uma das opções deve ser inserida, e o sublinhado indica o valor padrão. Descrições de Parâmetros DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND={N Y} Exibe informações sobre o registro ou registros de captura que foram processados pelo comando específico de registro anterior que alterou o status do registro. Essa informação inclui a configuração de Parâmetros SET_CONTROL_VALUE Globais 233
234 status atual de registro e os carimbos de data/hora de ativação e suspensão. Você pode usar essas informações para verificar se o comando anterior alterou corretamente o status. As opções são: N. Não exibir informações de registro após cada comando que altera o status do registro. Y. Exibir informações de registro após cada comando que altera o status do registro. O padrão é Y. Se você aceitar o valor padrão, você não precisa especificar o comando DISPLAY_REGISTRATION no JCL do PWXUCREG para exibir informações do status de registro depois de um comando, a menos que você deseje substituir essa configuração de parâmetro global. Você pode usar esse parâmetro com o parâmetro DISPLAY_REGISTRATION_BEFORE_COMMAND para exibir informações do status de registro antes e depois de um comando que altera o status. DISPLAY_REGISTRATION_BEFORE_COMMAND={N Y} Exibe informações sobre o registro ou registros de captura que serão processados por um comando específico de registro subsequente que alterará o status do registro. Essa informação inclui a configuração de status atual de registro e os carimbos de data/hora de ativação e suspensão. Você pode usar essas informações para verificar se o comando altera corretamente o status do valor original para o valor de destino. As opções são: N. Não exibir informações de registro antes de cada comando que altera o status do registro. Y. Exibir informações de registro antes de cada comando que altera o status do registro. O padrão é N. Se você aceitar o valor padrão, você ainda pode especificar o comando DISPLAY_REGISTRATION no JCL do PWXUCREG para exibir informações do status de registro antes de um determinado comando. Você pode usar esse parâmetro com o parâmetro DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND para exibir informações do status de registro antes e depois de um comando que altera o status. GENÉRICO={N Y} Permite que você emita comandos específicos de registro que alteram o status de registro para vários registros. Você também deve especificar máscaras que contenham o caractere curinga de asterisco (*) em alguns parâmetros dos comandos específicos de registro, como o REGISTRATION_NAME e o DATABASE_INSTANCE. Esse parâmetro não é necessário ou suportado para o comando DISPLAY_REGISTRATION, que é genérico por padrão. Você pode substituir essa configuração global para um determinado comando específico de registro ao incluir o parâmetro GENERIC no comando. GLOBAL_EPWD=encrypted_password Especifica uma senha criptografada a ser usada com a ID de usuário que está especificada no parâmetroglobal_user associado. Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Sugestão: Você pode usar o Navegador do PowerExchange para criar uma senha criptografada. Clique em Arquivo > Criptografar. Se você especificar esse parâmetro, não especifique o parâmetro GLOBAL_PWD. Se você especificar ambos, o parâmetro GLOBAL_EPWD terá precedência. Use o parâmetro GLOBAL_EPWD se não lhe for permitido armazenar senhas em formato legível. 234 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
235 Você pode substituir esse valor para um comando específico de registro ao incluir o parâmetro EPWD no comando. GLOBAL_PWD=senha Especifica uma senha não criptografada a ser usada com a ID de usuário que está especificada no parâmetro GLOBAL_USER associado. Esse valor diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Se você especificar esse parâmetro, não especifique o parâmetro GLOBAL_EPWD. Se você especificar ambos, o parâmetro GLOBAL_EPWD terá precedência. Você pode substituir esse valor para um comando específico de registro ao incluir o parâmetro PWD no comando. GLOBAL_REGISTRATION_LOCATION={hlq.data_set_name local} Especifica a localização do conjunto de dados CCT do VSAM que contém os registros de captura. O valor padrão é "local". Normalmente, o valor padrão "local" é aceitável porque os registros de captura devem residir no sistema de origem z/os no qual o utilitário PWXUCREG é executado. Você pode substituir esse valor para um comando específico de registro ao incluir o parâmetro REGISTRATION_LOCATION no comando. GLOBAL_USER=user_id Especifica uma ID de usuário que tem a autoridade para acessar os registros de captura no conjunto de dados CCT no sistema de origem. Esse valor diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Se você especificar esse parâmetro, especifique também o parâmetro GLOBAL_EPWD ou GLOBAL_PWD. Você pode substituir a ID de usuário global para um determinado comando específico de registro ao incluir o parâmetro USER no comando. SHOW_EXPANDED_STATEMENT={N Y} Exibe as instruções de comando de entrada em um formato expandido que inclui os parâmetros especificados no trabalho PWXUCREG e os outros parâmetros válidos não especificados, mas que estão em vigor com os valores padrão ou com uma entrada de caractere curinga de asterisco (*). SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND={N Y} Controla se o utilitário roteia saídas de mensagem a partir de comandos específicos de registro que alteram o status de registro para o console do sistema z/os, bem como para o log DTLLOG. Se você digitar Y, as mensagens serão enviadas ao console do sistema e ao log DTLLOG. Se você aceitar o valor padrão N, as mensagens serão enviadas somente para o log DTLLOG. SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_DISPLAY={N Y} Controla se o utilitário roteia saídas de mensagem a partir de uma solicitação de registro de exibição automática ou explícita para o console do sistema z/os, bem como para o log DTLLOG. Essas solicitações resultam de um comando DISPLAY_REGISTRATION ou de um comando SET_CONTROL_VALUE que inclui os parâmetros DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND ou Parâmetros SET_CONTROL_VALUE Globais 235
236 DISPLAY_REGISTRATION_BEFORE_COMMAND globais. Se você digitar Y, as mensagens serão enviadas ao console do sistema e ao log DTLLOG. Se você aceitar o valor padrão N, as mensagens serão enviadas somente para o log DTLLOG. Parâmetros de Comando Específicos de Registro Você pode especificar vários parâmetros para qualquer comando específico de registro que você incluir na entrada PWXSYSIN para um trabalho PWXUCREG. Os parâmetros DATABASE_INSTANCE e REGISTRATION_NAME são necessários. Parâmetros de comando específicos de registro substituem quaisquer parâmetros globais correspondentes. Nas seguintes descrições de parâmetros, as chaves indicam que uma das opções deve ser inserida, e o sublinhado indica o valor padrão. Descrições de Parâmetros DATABASE_TYPE=tipo Recomendado. Especifica o tipo de banco de dados de origem e o CDC que está associado ao registro ou registros que o comando PWXUCREG processa. As opções são: ADA. Para Adabas. DCM. Para Datacom baseado em tabelas IDL. Para IDMS baseado em log IMS. Para IMS baseado em log. Se você tentar processar registros para origens síncronas de IMS, o utilitário PWXUCREG rejeitará os registros e será encerrado com a mensagem de erro PWX Nesse parâmetro, você pode usar o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga, tal como em B08*. DATABASE_INSTANCE=instance_id Obrigatório. Especifica um dos seguintes valores que é definido para o grupo de registro no Navegador do PowerExchange: Para Adabas, o identificador de coleta. Para Datacom, o nome do MUF. Para IDMS, o identificador LOGSID. Para IMS, o identificador de RECON. Esse valor diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Nesse parâmetro, você pode usar o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga. EPWD=encrypted_password Especifica uma senha criptografada a ser usada com a ID de usuário que está especificada no parâmetro USER associado. Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Sugestão: Você pode usar o Navegador do PowerExchange para criar uma senha criptografada. Clique em Arquivo > Criptografar. 236 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
237 Se você especificar esse parâmetro, não especifique o parâmetro PWD. Se você especificar ambos, o parâmetro EPWD terá precedência. Use o parâmetro EPWD se não lhe for permitido armazenar senhas em formato legível. Substitui o parâmetro GLOBAL_EPWD em um comando SET_CONTROL_VALUE anterior, se especificado. GENÉRICO={N Y} Opcional. Permite que você emita comandos específicos de registro que alteram o status de registro para vários registros correspondentes a uma máscara curinga, se você especificar Y. Você também deve especificar o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga, como em b80*, em um ou mais dos seguintes parâmetros específicos de registro: REGISTRATION_NAME, DATABASE_INSTANCE, e DATABASE_TYPE. O padrão é N. Esse parâmetro não é suportado para nenhum comando DISPLAY_REGISTRATION explícito ou operação de exibição automática com base nos parâmetros DISPLAY_REGISTRATION_BEFORE_COMMAND e DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND globais. Substitui o parâmetro GENERIC global em um comando SET_CONTROL_VALUE anterior. PWD=senha Especifica uma senha não criptografada a ser usada com a ID de usuário que está especificada no parâmetro GLOBAL_USER associado. Esse valor diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Se você especificar esse parâmetro, não especifique o parâmetro EPWD. Se você especificar ambos, o parâmetro EPWD terá precedência. Substitui o parâmetro GLOBAL_PWD em um comando SET_CONTROL_VALUE anterior, se especificado. REGISTRATION_LOCATION={hlq.data_set_name local} Opcional. Especifica a localização do conjunto de dados CCT do VSAM que contém os registros de captura. O valor padrão é "local". Normalmente, o valor padrão "local" é aceitável porque os registros de captura devem residir no sistema de origem z/os no qual o utilitário PWXUCREG é executado. Substitui o parâmetro GLOBAL_REGISTRATION_LOCATION em um comando SET_CONTROL_VALUE anterior, se especificado. REGISTRATION_NAME=user_registration_name Obrigatório. Especifica o nome definido pelo usuário para o registro que está definido para o registro de captura no Navegador do PowerExchange. Esse valor diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Nesse parâmetro, você pode usar o caractere curinga de asterisco (*) ou uma string seguida pelo caractere curinga. USUÁRIO=user_id Opcional. Especifica uma ID de usuário que tem a autoridade para acessar os registros de captura no conjunto de dados CCT no sistema de origem. Parâmetros de Comando Específicos de Registro 237
238 Consulte o administrador de segurança do sistema sobre a determinação dos requisitos de uma ID de usuário e uma senha ou senha criptografada, com base na segurança do sistema e na instrução SECURITY no membro de configuração DBMOVER. Essa ID de usuário diferencia letras maiúsculas de minúsculas. Se você especificar esse parâmetro, especifique também o parâmetro EPWD ou PWD. Se você especificar ambos, o parâmetro EPWD terá precedência. Substitui o parâmetro GLOBAL_USER em um comando SET_CONTROL_VALUE anterior, se especificado. VALIDAR={N Y} Opcional. Se você especificar Y, valida a sintaxe do comando e lê os registros que correspondem aos critérios de seleção para garantir que o comando pode processá-los. Esse parâmetro não executa o comando para alterar o status do registro. O padrão é N, que desabilita a validação. Executando o Utilitário PWXUCREG Depois que você definir o JCL para o trabalho PWXUCREG, você pode enviar manualmente o trabalho ou agendá-lo para ser executado de maneira automatizada como parte de um trabalho em lote. O JCL a seguir inclui as instruções básicas: //PWXURACT JOB 'PWXUCREG',MSGLEVEL=(1,1),MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID, // CLASS=A //LIBSRCH JCLLIB ORDER=DTLUSR.V951.RUNLIB // SET HLQ=DTLUSR.V951 // SET RUNLIB=DTLUSR.V951.RUNLIB //STEP1 EXEC PGM=PWXUCREG //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB //* //DTLAMCPR DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..CCT //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(LICENSE) //DTLSGN DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(SIGNON) //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //PWXSYSIN DD * <pwxucreg commands and parameters> /* 238 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
239 Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCREG Use os comandos PWXUCREG de exemplo para aprender a codificar comandos simples e reconhecer a saída de mensagem no log do trabalho. Exemplo 1. Suspendendo um Registro de Captura Você precisa realizar uma operação de exclusão em cascata para uma única origem registrada, mas não deseja que o ECCR capture essas exclusões. Para interromper temporariamente a captura de alterações, suspenda o registro de captura chamado b800tbl que está associado à origem. Execute um trabalho PWXUCREG que contém um comando SUSPEND_REGISTRATION. Posteriormente, você irá reativar o registro de captura para retomar o processamento de captura. Use o JCL a seguir para executar um trabalho PWXUCREG que suspende o registro de captura: //PWXURSUS JOB 'PWXUCREG',MSGLEVEL=(1,1),MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID, // CLASS=A //LIBSRCH JCLLIB ORDER=DTLUSR.V951.RUNLIB // SET HLQ=DTLUSR.V951 // SET RUNLIB=DTLUSR.V951.RUNLIB //STEP1 EXEC PGM=PWXUCREG //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB //* //DTLAMCPR DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..CCT //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(LICENSE) //DTLSGN DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(SIGNON) //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //PWXSYSIN DD * SET_CONTROL_VALUE,SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y; SUSPEND_REGISTRATION, DATABASE_INSTANCE=R11G4, REGISTRATION_NAME=b800tb1 /* O JCL inclui o parâmetro SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y global no comando SET_CONTROL_VALUE para escrever mensagens relacionadas ao processamento de suspensões no console do sistema z/os. Se o JCL for processado com êxito, as seguintes mensagens serão impressas no log de trabalho e no console do sistema z/os JOB TUESDAY, 23 OCT JOB03118 IRR010I USERID DTLUSR IS ASSIGNED TO THIS JOB JOB03118 ICH70001I DTLUSR LAST ACCESS AT 14:01:58 ON TUESDAY, OCTOBER 23, JOB03118 HASP373 PWXURSUS STARTED - INIT 3 - CLASS A - SYS MHZ JOB03118 IEF403I PWXURSUS - STARTED - TIME= JOB03118 PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", version "1", instance "R11G4", status changed from "Active" to "Suspended" JOB TIMINGS (MINS.) PAGING COUNTS JOB STEPNAME PROCSTEP RC EXCP CONN TCB SRB CLOCK SERV WORKLOAD PAGE SWAP VIO SWAPS JOB STEP BATCH JOB03118 IEF404I PWXURSUS - ENDED - TIME= JOB PWXURSUS ENDED. NAME- TOTAL TCB CPU TIME=.00 TOTAL ELAPSED TIME= JOB03118 HASP395 PWXURSUS ENDED JES2 JOB STATISTICS OCT 2012 JOB EXECUTION DATE 24 CARDS READ 142 SYSOUT PRINT RECORDS 0 SYSOUT PUNCH RECORDS 8 SYSOUT SPOOL KBYTES 0.04 MINUTES EXECUTION TIME Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCREG 239
240 PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX DD:PWXSYSIN <> PARM INPUT FILE: START>>>. PWX SET_CONTROL_VALUE,SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y;. PWX SUSPEND_REGISTRATION,. PWX DATABASE_INSTANCE=R11G4,. PWX REGISTRATION_NAME=b800tb1. PWX ;. PWX DD:PWXSYSIN <> PARM INPUT FILE: END(COMPLETE). PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", version "1", instance "R11G4", status changed from "Active" to "Suspended". PWX PWXUCREG: Number of registrations processed 1. PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", type "DCM", instance "R11G4", version "1", current status "S". PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", suspended at "2012/10/23 16:22: ", current time "2012/10/23 16:22: ". PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", activated at "2012/10/19 09:46: ", current time "2012/10/23 16:22: ". PWX PWXUCREG: Number of registrations displayed 1. A mensagem PWX indica que o utilitário alterou com êxito o status de registro para Suspenso. As mensagens PWX a PWX são impressas porque você aceitou o valor padrão de Y para o parâmetro DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND global. Essas mensagens relatam informações de registro como o status de registro atual, o carimbo de data/hora de suspensão na hora atual do sistma e o carimbo de data/hora de ativação de uma comando ACTIVATE_REGISTRATION anterior. Exemplo 2. Reativando um Registro de Captura Você suspendeu anteriormente um registro de captura para uma origem ignorar operações de exclusão em cascata e agora deseja reativar o registro para começar a capturar as alterações novamente. Para fechar a janela de suspensão e retomar a captura de alterações para o registro de captura chamado b800tbl, execute um trabalho PWXUCREG que contém um comando ACTIVATE_REGISTRATION. Use o JCL a seguir para executar um trabalho PWXUCREG que suspende o registro de captura: //PWXURACT JOB 'PWXUCREG',MSGLEVEL=(1,1),MSGCLASS=X,NOTIFY=&SYSUID, // CLASS=A //LIBSRCH JCLLIB ORDER=DTLUSR.V951.RUNLIB // SET HLQ=DTLUSR.V951 // SET RUNLIB=DTLUSR.V951.RUNLIB //STEP1 EXEC PGM=PWXUCREG //STEPLIB DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..LOADLIB //* //DTLAMCPR DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..CCT //DTLMSG DD DISP=SHR,DSN=&HLQ..DTLMSG //DTLCFG DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(DBMOVER) //DTLKEY DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(LICENSE) //DTLSGN DD DISP=SHR,DSN=&RUNLIB(SIGNON) //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //PWXSYSIN DD * 240 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
241 SET_CONTROL_VALUE,SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y; ACTIVATE_REGISTRATION, DATABASE_INSTANCE=R11G4, REGISTRATION_NAME=b800tb1 /* O JCL inclui o parâmetro SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y global no comando SET_CONTROL_VALUE para escrever mensagens relacionadas ao processamento de reativações no console do sistema z/os. Se o JCL for processado com êxito, as seguintes mensagens serão impressas no log de trabalho e no console do sistema z/os JOB TUESDAY, 23 OCT JOB03119 IRR010I USERID DTLUSR IS ASSIGNED TO THIS JOB JOB03119 ICH70001I DTLUSR LAST ACCESS AT 16:22:35 ON TUESDAY, OCTOBER 23, JOB03119 HASP373 PWXURACT STARTED - INIT 3 - CLASS A - SYS MHZ JOB03119 IEF403I PWXURACT - STARTED - TIME= JOB03119 PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", version "1", instance "R11G4", status changed from "Suspended" to "Active" JOB TIMINGS (MINS.) PAGING COUNTS JOB STEPNAME PROCSTEP RC EXCP CONN TCB SRB CLOCK SERV WORKLOAD PAGE SWAP VIO SWAPS JOB STEP BATCH JOB03119 IEF404I PWXURACT - ENDED - TIME= JOB PWXURACT ENDED. NAME- TOTAL TCB CPU TIME=.00 TOTAL ELAPSED TIME= JOB03119 HASP395 PWXURACT ENDED JES2 JOB STATISTICS OCT 2012 JOB EXECUTION DATE 24 CARDS READ 142 SYSOUT PRINT RECORDS 0 SYSOUT PUNCH RECORDS 8 SYSOUT SPOOL KBYTES 0.03 MINUTES EXECUTION TIME PWX TIMEOUTS configuration parameter is deprecated PWX DD:PWXSYSIN <> PARM INPUT FILE: START>>>. PWX SET_CONTROL_VALUE,SYSTEM_CONSOLE_MESSAGES_COMMAND=Y;. PWX ACTIVATE_REGISTRATION,. PWX DATABASE_INSTANCE=R11G4,. PWX REGISTRATION_NAME=b800tb1. PWX ;. PWX DD:PWXSYSIN <> PARM INPUT FILE: END(COMPLETE). PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", version "1", instance "R11G4", status changed from "Suspended" to "Active". PWX PWXUCREG: Number of registrations processed 1. PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", type "DCM", instance "R11G4", version "1", current status "A". PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", suspended at "2012/10/23 16:22: ", current time "2012/10/23 16:23: ". PWX PWXUCREG: Registration "b800tb1", activated at "2012/10/23 16:22: ", current time "2012/10/23 16:23: ". PWX PWXUCREG: Number of registrations displayed 1. A mensagem PWX indica que o utilitário alterou com êxito o status de registro para Ativado. As mensagens PWX a PWX são impressas porque você aceitou o valor padrão de Y para o parâmetro DISPLAY_REGISTRATION_AFTER_COMMAND global. Essas mensagens relatam informações Exemplos de Comandos do Utilitário PWXUCREG 241
242 de registro como o status de registro atual, o carimbo de data/hora de ativação e o carimbo de data/hora de suspensão do último comando SUSPEND_REGISTRATION. 242 Capítulo 19: PWXUCREG - Utilitário de Suspensão de Registro de Captura
243 C A P Í T U L O 2 0 PWXUDMX - Utilitário de Memória ECSA de Hora de Atualização dos Mapas de Dados Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário PWXUDMX, 243 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUDMX, 244 Executando o Utilitário PWXUDMX no z/os, 244 Comandos e Parâmetros PWXUDMX, 245 Visão Geral do Utilitário PWXUDMX Use o utilitário PWXUDMX para alocar, exibir e excluir a memória ECSA, que mantém carimbos de data/hora das últimas atualizações em arquivos de mapas de dados, bem como para modificar as contagens de uso de um arquivo. Esse processamento será importante se você configurar o cache de mapas de dados no modo de vários trabalhos, definindo DMXCACHE_MULTIPLEJOBS=Y no arquivo de configuração DBMOVER. Com o utilitário PWXUDMX, você pode executar as seguintes tarefas: Alocar menos de 4096 bytes de memória ECSA que o sistema aloca dinamicamente. Excluir a memória ECSA. Exibir o conteúdo da memória ECSA com nomes de arquivos e carimbos de data/hora em formato legível. Exibir o conteúdo da memória ECSA em formato hexadecimal. Decrementar a contagem de uso de um arquivo, se um Ouvinte do PowerExchange ou trabalho netport não for encerrado de forma limpa. Incrementar a contagem de uso de um arquivo. 243
244 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUDMX O utilitário PWXUDMX é executado nos sistemas z/os. Executando o Utilitário PWXUDMX no z/os Execute o utilitário PWXUDMX submetendo o trabalho PWXUDMX. As instruções de controle de entrada para esse utilitário são lidas no SYSIN. Veja a seguir um exemplo de JCL a ser usado durante a execução desse utilitário no z/os. //jobname JOB 'UDMX ',MSGLEVEL=(1,1),MSGCLASS=X, // CLASS=A,NOTIFY=&SYSUID //* //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=command' //STEPLIB DD DSN=CEE.SCEERUN,DISP=SHR // DD DSN=&HLQ..LOADLIB,DISP=SHR //DATAMAP DD DSN=&HLQ..V1.DATAMAPS,DISP=SHR //DTLMSG DD DSN=&HLQ..DTLMSG,DISP=SHR //DTLCFG DD DSN=&HLQ..RUNLIB(DBMOVER),DISP=SHR //DTLKEY DD DSN=&HLQ..RUNLIB(LICENSE),DISP=SHR //DTLSGN DD DSN=&HLQ..RUNLIB(SIGNON),DISP=SHR //DTLOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //DTLLOG DD SYSOUT=* //SYSOUT DD SYSOUT=* //SYSPRINT DD SYSOUT=* //CEEDUMP DD SYSOUT=* //SYSUDUMP DD SYSOUT=* //DTLCFG DD * As instruções da JCL são: JOB Define o cartão de trabalho PWXUDMX para o z/os, incluindo o nome do trabalho. EXEC PGM=PWXUDMX Identifica o nome do programa, PWXUDMX, a ser executado. PARM='CMD=command' Identifica o nome do comando PWXUDMX a ser executado. Para obter uma descrição dos comandos, consulte Comandos e Parâmetros PWXUDMX na página 245. STEPLIB DD Define a biblioteca LOAD do PowerExchange que contém o utilitário. DATAMAP DD Se você não especificar o parâmetro opcional FILE para o comando DECREMENT_FILE_COUNT ou INCREMENT_FILE_COUNT, o PowerExchange modificará a contagem do arquivo especificado na instrução DD DATAMAP. SYSPRINT DD Define o local de impressão para a saída dos comandos DISPLAY_ECSA ou DUMP_ECSA. 244 Capítulo 20: PWXUDMX - Utilitário de Memória ECSA de Hora de Atualização dos Mapas de Dados
245 Comandos e Parâmetros PWXUDMX Esta seção descreve os comandos que você pode especificar na instrução CMD da sintaxe PWXUDMX e os parâmetros específicos do comando. Comando CREATE_ECSA Cria a memória ECSA. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=CREATE_ECSA [LENGTH=length]' Para alocar menos de 4096 bytes de memória ECSA que o sistema aloca dinamicamente, emita esse comando com o parâmetro opcional LENGTH. Para a variável length, especifique o volume de armazenamento a ser alocado para a memória ECSA. O utilitário PWXUDMX aloca a quantidade especificada de memória ECSA e cria um token nomeado, chamado PWX_DMXTIME_1, que define o endereço da memória ECSA. O valor máximo é 4096 bytes. Comando DECREMENT_FILE_COUNT Diminui a contagem de uso de um arquivo. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, //PARM='CMD=DECREMENT_FILE_COUNT [FILE=file]' Se um Ouvinte do PowerExchange ou trabalho netport não for encerrado de forma limpa, emita esse comando para corrigir a contagem de uso. Se você não especificar o parâmetro opcional FILE, o utilitário PWXUDMX diminuirá a contagem de uso do arquivo especificado na instrução DD DATAMAP. Comando DELETE_ECSA Exclui a memória ECSA. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=DELETE_ECSA [FORCE={N Y}]' Emita esse comando para excluir a memória ECSA quando você desinstalar o PowerExchange. Se a memória ECSA tiver uma contagem de uso diferente de zero, use o comando DECREMENT_FILE_COUNT para reduzir a contagem de uso ou o parâmetro opcional FORCE=Y do comando DELETE_ECSA para forçar a exclusão da memória ECSA. Quando você executa o comando DELETE_ECSA, o utilitário PWXUDMX exclui a memória ECSA e o token nomeado, chamado PWX_DMXTIME_1, que define o endereço da memória ECSA. Comando DISPLAY_ECSA Exibe a memória ECSA. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=DISPLAY_ECSA' Exibe o conteúdo da memória ECSA, incluindo nomes de arquivos e carimbos de data/hora em formato legível. Comandos e Parâmetros PWXUDMX 245
246 Comando DUMP_ECSA Exibe a memória ECSA em formato hexadecimal. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=DUMP_ECSA' Comando INCREMENT_FILE_COUNT Incrementa a contagem de uso de um arquivo. //STEP1 EXEC PGM=PWXUDMX, // PARM='CMD=INCREMENT_FILE_COUNT [FILE=file]' Se você não especificar o parâmetro opcional FILE, o PowerExchange incrementará a contagem do arquivo especificado na instrução DD DATAMAP. 246 Capítulo 20: PWXUDMX - Utilitário de Memória ECSA de Hora de Atualização dos Mapas de Dados
247 C A P Í T U L O 2 1 PWXUSSL - Utilitário de Relatório SSL do PowerExchange Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Visão Geral do Utilitário PWXUSSL, 247 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUSSL, 248 Executando o Utilitário PWXUSSL, 248 Relatório de Certificado, 248 Relatório de Criptografia, 249 Relatório de Versão, 251 Visão Geral do Utilitário PWXUSSL Use o utilitário PWXUSSL para gerar relatórios sobre as bibliotecas e os certificados SSL no Linux, UNIX e Windows. Você pode gerar os seguintes relatórios: Relatório de certificado Inclui informações de um arquivo de cadeia de certificados. O relatório pode incluir vários certificados em um arquivo de cadeia PEM. Relatório de criptografia Inclui os conjuntos de criptografia disponíveis na biblioteca criptográfica do OpenSSL. O relatório inclui os códigos hexadecimais que você pode usar para correlacionar conjuntos de criptografia do OpenSSL com conjuntos de criptografia do AT-TLS z/os. Relatório de versão Informa a versão do OpenSSL que foi usado para criar a biblioteca criptográfica. No Linux e no UNIX, o arquivo de biblioteca criptográfica é chamado de libpmcrypto. No Windows, o arquivo é chamado de pmlibeay32.dll. O relatório inclui a data da compilação e as configurações do compilador. 247
248 Sistemas Operacionais Suportados para o Utilitário PWXUSSL O utilitário PWXUSSL é executado em computadores com os seguintes sistemas operacionais: Linux UNIX Windows Executando o Utilitário PWXUSSL Você pode executar um comando do utilitário PWXUSSL de uma linha de comando em um sistema em que o PowerExchange está instalado. Navegue para o diretório onde está o executável pwxussl. Por padrão, esse diretório está no diretório de instalação do PowerExchange. Em seguida, digite pwxussl seguido por um comando e quaisquer parâmetros, da seguinte forma: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m pwxussl CMD=command_name parameters Use um dos seguintes valores para command_name: REPORT_VERSION. Gera o relatório de versão. REPORT_CIPHERS. Gera o relatório de criptografia. REPORT_CERTIFICATE. Gera o relatório de certificado. Relatório de Certificado O relatório de certificado fornece informações de um arquivo de cadeia de certificados. Para gerar um relatório de certificado, digite o seguinte comando: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m pwxussl CMD=REPORT_CERTIFICATE infile=infle A saída a seguir é um exemplo de relatório de certificado: Processing console program. pwxussl cmd=report_certificate infile=c:\openssl-win32\bin \PEM\client.pem REPORT FOR COMMAND REPORT_CERTIFICATE File contains 1 X509 certificates and 1 subject names. Certificate 1. Subject Name "/C=AU/ST=Queensland/O=CryptSoft Pty Ltd/CN=Client test cert (512 bit)" Certificate 1. Serial "02". Version "1 (0x0)". Valid from " :57:56" time zone "Z". Valid to " :57:56" time zone "Z". Certificate has expired Subject name "/C=AU/ST=Queensland/O=CryptSoft Pty Ltd/CN=Client test cert (512 bit)" Issuer name "/C=AU/ST=Queensland/O=CryptSoft Pty Ltd/CN=Test CA (1024 bit)" Signature algorithm "md5withrsaencryption" Public Key algorithm "rsaencryption". Size 512 bits. 248 Capítulo 21: PWXUSSL - Utilitário de Relatório SSL do PowerExchange
249 ***** START OF RESULT SET FROM API X509_print_ex_fp ***** Certificate: Data: Version: 1 (0x0) Serial Number: 2 (0x2) Signature Algorithm: md5withrsaencryption Issuer: C=AU, ST=Queensland, O=CryptSoft Pty Ltd, CN=Test CA (1024 bit) Validity Not Before: Jun 9 13:57: GMT Not After : Jun 9 13:57: GMT Subject: C=AU, ST=Queensland, O=CryptSoft Pty Ltd, CN=Client test cert (512 bit) Subject Public Key Info: Public Key Algorithm: rsaencryption RSA Public Key: (512 bit) Modulus (512 bit): 00:bb:6f:e7:94:32:cc:6e:a2:d8:f9:70:67:5a:5a: 87:bf:be:1a:ff:0b:e6:3e:87:9f:2a:ff:b9:36:44: d4:d2:c6:d0:00:43:0d:ec:66:ab:f4:78:29:e7:4b: 8c:51:08:62:3a:1c:0e:e8:be:21:7b:3a:d8:d3:6d: 5e:b4:fc:a1:d9 Exponent: (0x10001) Signature Algorithm: md5withrsaencryption 70:b4:c9:88:ee:81:94:1b:c9:ca:99:fb:50:b2:c0:13:56:21: f9:35:14:6d:a0:4c:34:ec:3c:49:a7:f2:df:6a:d1:dd:ae:1a: 90:07:bd:de:19:d2:f9:58:82:d9:25:79:38:e9:7c:f6:7b:d5: 8c:49:48:d5:09:26:21:74:ac:6d:7e:55:37:51:1d:80:8e:fd: 4e:a3:4b:13:35:d7:f3:d3:00:ea:24:d8:ab:2c:db:73:ca:18: 6c:6a:af:2a:31:3a:cb:c1:7a:c2:3f:7d:55:c4:18:a2:80:54: 90:49:41:67:67:24:c4:f5:32:b0:85:2e:06:97:06:ed:09:fc: 52:29 ***** END OF RESULT SET FROM API X509_print_ex_fp ***** Private key information MIIBOwIBAAJBALtv55QyzG6i2PlwZ1pah7++Gv8L5j6Hnyr/ utze1nlg0abddexm; q/r4kedljfeiyjocdui+ixs62nntxrt8odkcaweaaqjabwxq0vj/+uyevsngxlko Relatório de Criptografia O relatório de criptografia lista as criptografias disponíveis na biblioteca criptográfica do OpenSSL. Para gerar um relatório de criptografia, digite o seguinte comando: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m pwxussl CMD=REPORT_CIPHERS A saída a seguir é um exemplo de relatório de criptografia: REPORT FOR COMMAND REPORT_CIPHERS 35 available ciphers Ciphers Report for Hex Id, Strength and Version 0 DHE-RSA-AES256-SHA hex id=39 strength=0081 version=3 1 DHE-DSS-AES256-SHA hex id=38 strength=0081 version=3 2 AES256-SHA hex id=35 strength=0081 version=3 3 EDH-RSA-DES-CBC3-SHA hex id=16 strength=0081 version=3 4 EDH-DSS-DES-CBC3-SHA hex id=13 strength=0081 version=3 5 DES-CBC3-SHA hex id=0a strength=0081 version=3 6 DES-CBC3-MD5 hex id=07 strength=0081 version=2 7 DHE-RSA-AES128-SHA hex id=33 strength=0081 version=3 8 DHE-DSS-AES128-SHA hex id=32 strength=0081 version=3 9 AES128-SHA hex id=2f strength=0081 version=3 10 IDEA-CBC-SHA hex id=07 strength=0041 version=3 11 IDEA-CBC-MD5 hex id=05 strength=0041 version=2 12 RC2-CBC-MD5 hex id=03 strength=0041 version=2 13 DHE-DSS-RC4-SHA hex id=66 strength=0041 version=3 Relatório de Criptografia 249
250 14 RC4-SHA hex id=05 strength=0041 version=3 15 RC4-MD5 hex id=04 strength=0041 version=3 16 RC4-MD5 hex id=01 strength=0041 version=2 17 RC4-64-MD5 hex id=08 strength=0021 version=2 18 EXP1024-DHE-DSS-DES-CBC-SHA hex id=63 strength=0012 version=3 19 EXP1024-DES-CBC-SHA hex id=62 strength=0012 version=3 20 EXP1024-RC2-CBC-MD5 hex id=61 strength=0012 version=3 21 EDH-RSA-DES-CBC-SHA hex id=15 strength=0021 version=3 22 EDH-DSS-DES-CBC-SHA hex id=12 strength=0021 version=3 23 DES-CBC-SHA hex id=09 strength=0021 version=3 24 DES-CBC-MD5 hex id=06 strength=0021 version=2 25 EXP1024-DHE-DSS-RC4-SHA hex id=65 strength=0012 version=3 26 EXP1024-RC4-SHA hex id=64 strength=0012 version=3 27 EXP1024-RC4-MD5 hex id=60 strength=0012 version=3 28 EXP-EDH-RSA-DES-CBC-SHA hex id=14 strength=000a version=3 29 EXP-EDH-DSS-DES-CBC-SHA hex id=11 strength=000a version=3 30 EXP-DES-CBC-SHA hex id=08 strength=000a version=3 31 EXP-RC2-CBC-MD5 hex id=06 strength=000a version=3 32 EXP-RC2-CBC-MD5 hex id=04 strength=000a version=2 33 EXP-RC4-MD5 hex id=03 strength=000a version=3 34 EXP-RC4-MD5 hex id=02 strength=000a version=2 Ciphers Report for Key Exchange, Encryption, Signature and Message Authentification 0 DHE-RSA-AES256-SHA Key Ex=DH Enc=AES(256) Au=RSA MAC=SHA1 1 DHE-DSS-AES256-SHA Key Ex=DH Enc=AES(256) Au=DSS MAC=SHA1 2 AES256-SHA Key Ex=RSA Enc=AES(256) Au=RSA MAC=SHA1 3 EDH-RSA-DES-CBC3-SHA Key Ex=DH Enc=3DES(168) Au=RSA MAC=SHA1 4 EDH-DSS-DES-CBC3-SHA Key Ex=DH Enc=3DES(168) Au=DSS MAC=SHA1 5 DES-CBC3-SHA Key Ex=RSA Enc=3DES(168) Au=RSA MAC=SHA1 6 DES-CBC3-MD5 Key Ex=RSA Enc=3DES(168) Au=RSA MAC=MD5 7 DHE-RSA-AES128-SHA Key Ex=DH Enc=AES(128) Au=RSA MAC=SHA1 8 DHE-DSS-AES128-SHA Key Ex=DH Enc=AES(128) Au=DSS MAC=SHA1 9 AES128-SHA Key Ex=RSA Enc=AES(128) Au=RSA MAC=SHA1 10 IDEA-CBC-SHA Key Ex=RSA Enc=IDEA(128) Au=RSA MAC=SHA1 11 IDEA-CBC-MD5 Key Ex=RSA Enc=IDEA(128) Au=RSA MAC=MD5 12 RC2-CBC-MD5 Key Ex=RSA Enc=RC2(128) Au=RSA MAC=MD5 13 DHE-DSS-RC4-SHA Key Ex=DH Enc=RC4(128) Au=DSS MAC=SHA1 14 RC4-SHA Key Ex=RSA Enc=RC4(128) Au=RSA MAC=SHA1 15 RC4-MD5 Key Ex=RSA Enc=RC4(128) Au=RSA MAC=MD5 16 RC4-MD5 Key Ex=RSA Enc=RC4(128) Au=RSA MAC=MD5 17 RC4-64-MD5 Key Ex=RSA Enc=RC4(64) Au=RSA MAC=MD5 18 EXP1024-DHE-DSS-DES-CBC-SHA Key Ex=DH(1024) Enc=DES(56) Au=DSS MAC=SHA1 export 19 EXP1024-DES-CBC-SHA Key Ex=RSA(1024) Enc=DES(56) Au=RSA MAC=SHA1 export 20 EXP1024-RC2-CBC-MD5 Key Ex=RSA(1024) Enc=RC2(56) Au=RSA MAC=MD5 export 21 EDH-RSA-DES-CBC-SHA Key Ex=DH Enc=DES(56) Au=RSA MAC=SHA1 22 EDH-DSS-DES-CBC-SHA Key Ex=DH Enc=DES(56) Au=DSS MAC=SHA1 23 DES-CBC-SHA Key Ex=RSA Enc=DES(56) Au=RSA MAC=SHA1 24 DES-CBC-MD5 Key Ex=RSA Enc=DES(56) Au=RSA MAC=MD5 25 EXP1024-DHE-DSS-RC4-SHA Key Ex=DH(1024) Enc=RC4(56) Au=DSS MAC=SHA1 export 26 EXP1024-RC4-SHA Key Ex=RSA(1024) Enc=RC4(56) Au=RSA MAC=SHA1 export 27 EXP1024-RC4-MD5 Key Ex=RSA(1024) Enc=RC4(56) Au=RSA MAC=MD5 export 28 EXP-EDH-RSA-DES-CBC-SHA Key Ex=DH(512) Enc=DES(40) Au=RSA MAC=SHA1 export 29 EXP-EDH-DSS-DES-CBC-SHA Key Ex=DH(512) Enc=DES(40) Au=DSS MAC=SHA1 export 30 EXP-DES-CBC-SHA Key Ex=RSA(512) Enc=DES(40) Au=RSA MAC=SHA1 export 31 EXP-RC2-CBC-MD5 Key Ex=RSA(512) Enc=RC2(40) Au=RSA MAC=MD5 export 32 EXP-RC2-CBC-MD5 Key Ex=RSA(512) Enc=RC2(40) Au=RSA MAC=MD5 export 33 EXP-RC4-MD5 Key Ex=RSA(512) Enc=RC4(40) Au=RSA MAC=MD5 export 34 EXP-RC4-MD5 Key Ex=RSA(512) Enc=RC4(40) Au=RSA MAC=MD5 export 250 Capítulo 21: PWXUSSL - Utilitário de Relatório SSL do PowerExchange
251 Relatório de Versão O relatório de versão informa a versão do OpenSSL que foi usada para criar a biblioteca criptográfica. Para gerar um relatório de versão, digite o seguinte comando: C:\Informatica\PowerExchangev.r.m pwxussl CMD=REPORT_VERSION A saída a seguir está um exemplo de um relatório de versão: REPORT FOR COMMAND REPORT_VERSION SSLEAY_VERSION = OpenSSL 0.9.8a 11 Oct 2005 SSLEAY_BUILT_ON = built on: Fri Feb 27 23:04: SSLEAY_PLATFORM = platform: VC-WIN32 SSLEAY_DIR = OPENSSLDIR: "/usr/local/ssl" SSLEAY_CFLAGS compiler: icl /MD /Ox /O2 /Ob2 /W3 /WX /Gs0 /GF /Gy /nologo -DOPENSSL_SYSNAME_WIN32 - DWIN32_LEAN_AND_MEAN -DL_ENDIAN -DDSO_WIN32 -D_CRT_SECURE_NO_DEPRECATE - DOPENSSL_USE_APPLINK -I. /Fdout32dll -DOPENSSL_NO_RC5 -DOPENSSL_NO_MDC2 - DOPENSSL_NO_KRB5 Relatório de Versão 251
252 Í n d i c e A A (Adicionar) 62 ADAOPTS Parâmetro DTLUCBRG específico do Adabas 107 Agente de Log do PowerExchange para Linux, UNIX e Windows Utilitário PWXUCDCT 206 Amostra de Entrada DTLUCBRG 108 arquivo de esquema utilitário createdatamaps 28 arquivos de controle utilitário createdatamaps 25 C Catálogo de Logs Adicionando Logs na Ordem 138 CCATDMP DTLUCUDB 126 Colunas do relatório DTLUCBRG 98 comando CREATE_ECSA utilitário PWXUDMX 245 comando DECREMENT_FILE_COUNT utilitário PWXUDMX 245 comando DELETE_ECSA utilitário PWXUDMX 245 comando DISPLAY_ECSA utilitário PWXUDMX 245 comando DUMP_ECSA utilitário PWXUDMX 246 comando INCREMENT_FILE_COUNT utilitário PWXUDMX 246 CONDTYPE Parâmetro DTLUCBRG 98 Controle do Processo de Extração de Captura 114 CRGPREFIX Parâmetro DTLUCBRG 98 D D (Excluir) 61 DBDNAME Parâmetro DTLUCBRG do IMS 108 DBID Parâmetro DTLUCBRG do Adabas 107 DBINFO 127 DBTYPE Parâmetro DTLUCBRG 98 DDLFILE Parâmetro DTLUCBRG específico do Oracle 108 DFSSTAT Relatório de atividades do IMS 65 DTLCUIML utilitário 63 DTLIDLC Arquivo de parâmetro DTLULCAT 134 DTLIDLL Arquivo de parâmetro DTLULCAT 134 DTLREXE Utilitário de Programas Remotos 71 DTLTKNP.TXT 91 DTLUCBRG Amostra de Entrada 108 Informações Específicas da Fonte 105 Parâmetros específicos da fonte 105 Requisitos do Adabas 107 Requisitos do IMS 108 Requisitos do Oracle 108 Vários conjuntos de parâmetros 105 DTLUCDEP 114 DTLUCSR2 Programa de digitalização do utilitário para registros SR2/SR3 123 DTLUCUDB Reunindo Informações de Diagnóstico 132 Utilitário 124, 134 DTLULCAT Programa de catálogo 134 DTLURDMO Instrução DM_COPY 147 Instrução REG_COPY 153 Instrução XM_COPY 162 instruções globais 142 DTLUTSK 181 DUMPDIAG 127 E E (Extração de Registro ET/BT) 62 EDMXLUTL Restrição a nomes longos do DB2 198 epwd Parâmetro DTLREXE 75 EPWD Parâmetro DTLUCBRG 98 Executando o DTLUCBRG Windows e OS/390 67, 110, 202 F FILE_TYPE parâmetro dtlulcat 134 FileNo Parâmetro DTLUCBRG do Adabas 107 fn Parâmetro DTLREXE
253 G Grupos de logs complementares DTLUCBRG 108 H HELP DTLUCUDB 128 I I (Inserir) 61 i5/os Executando o DTLUCBRG 110 IDMS_VERSION parâmetro dtlulcat 134 IMSID Parâmetro DTLUCBRG do IMS 108 IMSOPTS Parâmetro DTLUCBRG 107, 108 Parâmetro DTLUCBRG específico do IMS 108 INSTANCE Parâmetro DTLUCBRG 98 INSTANCE_IDENTIFIER parâmetro DTLUCUDB 134 Instrução DM_COPY, DTLURDMO 147 Instrução REG_COPY, DTLURDMO 153 Instrução XM_COPY, DTLURDMO 162 instruções globais, DTLURDMO 142 instruções REDEFINE utilitário createdatamaps 42 L L (Redefinir Último Número da Sequência) 61 Linux e UNIX 91 Linux, UNIX e Windows Executando o DTLUCBRG 110 LISTALLOC 179 LISTLOCATIONS 179, 183 LISTTASK 179, 183 loc Parâmetro DTLREXE 75 Localização do relatório DTLUCBRG 98 LOCATION Parâmetro DTLUCBRG 98 LOCATION_CRG Parâmetro DTLUCBRG 98 LOCATION_DM Parâmetro DTLUCBRG 98 LOCATION_XDM Parâmetro DTLUCBRG 98 LOGPRT DTLUCUDB 128 M mapas de dados utilitário de criação 21 mapas de dados, copiando 147 mapeamentos de extração, copiando 153, 162 Máscara de registro DTLUCBRG 98 MEDIA_CONTENT parâmetro dtlulcat 134 MEDIA_TYPE parâmetro dtlulcat 134 memória ECSA utilitário PWXUDMX 243 mode Parâmetro DTLREXE 75 Modo Local Adicionando restrições de log 138 MSSOPTS Parâmetro DTLUCBRG do MS SQL Server 108 MVS LISTLOCATIONS 183 MVS LISTTASK 183 N Nomes longos do DB2 Restrição com o Utilitário do Marcador de Eventos 198 O ORAOPTS Parâmetro DTLUCBRG do Oracle 108 OS/390 Executando o DTLUCBRG 111 output Parâmetro DTLREXE 75 OUTPUT Parâmetro DTLUCBRG 98 P P (Preencher Arquivo de Controle PCAT) 61 Parâmetro DTLUCBRG CONDTYPE 98 CRGPREFIX 98 DBTYPE 98 EPWD 98 INSTANCE 98 LOCATION 98 LOCATION_CRG 98 LOCATION_DM 98 LOCATION_XDM 98 OUTPUT 98 PWD 98 REPLACE 98 REPLACEACTIVE 98 REUSECRGNAME 98 RPTCOLS 98 STATUS 98 TABLE 98 TESTRUN 98 UID 98 PRIMDSN Parâmetro DTLUCBRG do IMS 108 Procedimentos operacionais Adicionando logs ao catálogo 138 prog Parâmetro DTLREXE 75, 77 pwd Parâmetro DTLREXE 75 Índice 253
254 PWD Parâmetro DTLUCBRG 98 R R (Reportar Arquivo de Controle PCAT) 61 RACF_CLASS 185 Registro ativo DTLUCBRG 98 Registro Inativo DTLUCBRG 98 registros de captura fluxo de tarefa para suspensão e reativação de registros 226 registros de captura, copiando 153 registros de log definidos pelo usuário 65 Registros de log definidos pelo usuário 65 registros, copiando 153 relatório de certificado, utilitário PWXUSSL 248 relatório de criptografia, utilitário PWXUSSL 249 relatório de versão, utilitário PWXUSSL 251 REPLACE Parâmetro DTLUCBRG 98 REPLACEACTIVE Parâmetro DTLUCBRG 98 result Parâmetro DTLREXE 75 REUSECRGNAME Parâmetro DTLUCBRG 98 RPTCOLS Parâmetro DTLUCBRG 98 S S (Submeter ADASEL) 62 Senha criptografada DTLUCBRG 98 SETDEF DTLUCUDB 130 SNAPSHOT DTLUCUDB 130 SR2OUT Cartão DTLUCSR2 DD 123 SR2TOTAL Cartão DTLUCSR2 DD 123 STATUS Parâmetro DTLUCBRG 98 STOPTASK 179 submittimeout 75 Substituindo registros DTLUCBRG 98 Substituindo registros ativos DTLUCBRG 98 T T (Submeter Extração de Registro ET) 62 Tabelas de condensação DTLUCBRG 98 TABLE Parâmetro DTLUCBRG 98 Teste sem registro DTLUCBRG 98 TESTRUN Parâmetro DTLUCBRG 98 time Parâmetro DTLREXE 75 trabalho PWXUDMX para executar o utilitário PWXUDMX 244 U uid Parâmetro DTLREXE 74, 75 UID Parâmetro DTLUCBRG 98 utilitário createdatamaps arquivo de esquema 28 arquivo de log 40 arquivos de controle 25 exemplos 45 instruções REDEFINE 42 mapas de dados IMS 44 propriedades de mapa de dados indisponíveis 44 sintaxe de comando 22 visão geral 21 Utilitário de Registro em Lotes DTLUCBRG 97 Utilitário do Marcador de Eventos Restrição a nomes longos do DB2 198 Utilitário DTLUAPPL executando o utilitário no i5/os 91 executando o utilitário no z/os 91 Exemplo de PRINT APPL 96 instrução e parâmetros de conexão 86 Instrução END APPL 90 Instrução PRINT APPL 90 Membro do TKNPARMS 91 Parâmetros e instruções ADD e MOD 87 Utilitário PWXUCDCT excluindo registros CDCT expirados 218 excluindo registros CDCT órfãos 217 executando 215 fazendo backup do arquivo CDCT 216 imprimindo o conteúdo do arquivo CDCT 220 notas de uso 215 parâmetros em comandos 213 recriando o arquivo CDCT usando os arquivos de log 216 restaurando o arquivo CDCT 216 resumo de comandos 208 sintaxe de comandos 207 sistemas operacionais 207 visão geral 206 Utilitário PWXUCREG considerações de uso 224 executando um trabalho do utilitário 238 exemplos de trabalhos do utilitário 239 fluxo de tarefa para suspensão e reativação de registros 226 parâmetros de comando específicos de registro 236 parâmetros SET_CONTROL_VALUE globais 233 resumo dos comandos 228 sintaxe geral para comandos 227 sistema operacional suportado 225 visão geral 223 utilitário PWXUDMX comando CREATE_ECSA 245 comando DECREMENT_FILE_COUNT 245 comando DELETE_ECSA 245 comando DISPLAY_ECSA 245 comando DUMP_ECSA 246 comando INCREMENT_FILE_COUNT 246 comandos Índice
255 utilitário PWXUDMX () executando no z/os 244 sistemas operacionais 244 visão geral 243 Utilitário PWXUSSL executando 248 sistemas operacionais 248 visão geral 247 utilitários DTLCUIML 63 utilitários do PowerExchange visão geral 15 V V (Recriar o Arquivo de Controle PCAT) 62 visão geral 84 Índice 255
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