Prof. José Jayme Moraes Junior 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. José Jayme Moraes Junior 1"

Transcrição

1 Contabilidade Geral e Avançada Aula 11 Demonstração do Valor Adicionado. Conteúdo 13. Demonstração do Valor Adicionado Introdução Conceitos Importantes Conceitos Iniciais Estrutura Formação da Riqueza Riqueza Criada pela Própria Entidade Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Recebido em Transferência Distribuição da Riqueza Pessoal Governo Remuneração de Capitais de Terceiros Remuneração de Capitais Próprios Casos Especiais - Alguns Exemplos Depreciação de Itens Reavaliados ou Avaliados ao Valor Justo (fair value) Ajustes de Exercícios Anteriores Ativos Construídos pela Empresa para Uso Próprio Distribuição de Lucros Relativos a Exercícios Anteriores Memorize para a Prova Exercícios de Fixação Resolução dos Exercícios de Fixação 33 Prof. José Jayme Moraes Junior 1

2 13. Demonstração do Valor Adicionado Introdução A partir de 01/01/2008, com as alterações da Lei das SA pela Lei n o /07, a DVA passou a ser obrigatória para as sociedades por ações abertas. Além disso, para as sociedades de grande porte, isto é, empresas com ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, são obrigadas à elaboração de demonstrações financeiras, que deverão sofrer auditoria independente. Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC: - Sociedades por ações abertas; e - Sociedades de grande porte. Já caiu em prova! (Analista Técnico-Controle e Fiscalização-Susep Esaf) Assinale abaixo a opção onde consta a única assertiva que não é verdadeira neste quesito. a) As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstrações financeiras expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas. b) A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. c) A legislação atual exige das companhias a elaboração da demonstração dos fluxos de caixa e da demonstração do valor adicionado. Esta última será dispensada se a companhia não for aberta. d) A demonstração do valor adicionado deverá indicar, no mínimo, o valor da riqueza gerada pela companhia e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza. e) O montante do capital circulante líquido, sua variação durante o exercício, bem como os saldos do ativo e do passivo, no início e no fim do exercício, deverão ser indicados nas Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado. a) As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstrações financeiras expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas. Art. 177, 6 o, da Lei das SA: As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstrações financeiras expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas. A alternativa está CORRETA. Prof. José Jayme Moraes Junior 2

3 b) A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. Art. 176, 6 o, da Lei das SA: A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. A alternativa está CORRETA. c) A legislação atual exige das companhias a elaboração da demonstração dos fluxos de caixa e da demonstração do valor adicionado. Esta última será dispensada se a companhia não for aberta. Art. 176 da Lei das SA. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: I - balanço patrimonial; II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados; III - demonstração do resultado do exercício; IV - demonstração dos fluxos de caixa; e V - se companhia aberta, demonstração do valor adicionado. A alternativa está CORRETA. d) A demonstração do valor adicionado deverá indicar, no mínimo, o valor da riqueza gerada pela companhia e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza. Art. 188, II, da Lei das SA: Demonstração do Valor Adicionado - o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída. A alternativa está CORRETA. e) O montante do capital circulante líquido, sua variação durante o exercício, bem como os saldos do ativo e do passivo, no início e no fim do exercício, deverão ser indicados nas Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado. INCORRETA. O inciso IV do art. 188, que tratava do tema, foi revogado pela Lei n o /09, conforme abaixo: IV os saldos, no início e no fim do exercício, do ativo e passivo circulantes, o montante do capital circulante líquido e o seu aumento ou redução durante o exercício. (Revogado pela Medida Provisória n 449, de 2008) (Revogado pela Lei n , de 2009). A alternativa está INCORRETA. A alternativa "e" é a correta. Prof. José Jayme Moraes Junior 3

4 Já caiu em prova! (Analista Judidário-Contabilidade-TRT/2R FCC) A Lei n /2007, ao modificar a redação de alguns artigos da Lei n /1976, introduziu a obrigatoriedade da elaboração de duas demonstrações contábeis adicionais para as sociedades por ações. São elas: (A) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados e Demonstração do Valor Adicionado. (B) Demonstração dos Fluxos de Caixa e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. (C) Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. (D) Demonstração do Valor Adicionado e Demonstração dos Fluxos de Caixa. (E) Demonstração do Dividendo Obrigatório e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. A Lei n o /07, ao modificar a redação de alguns artigos da Lei n o 6.404/76, introduziu a obrigatoriedade da elaboração de duas demonstrações contábeis adicionais para as sociedades por ações. São elas: Demonstração do Valor Adicionado e Demonstração dos Fluxos de Caixa. A alternativa "d" é a correta. Já caiu em prova! (Auditoria Governamental-TCE/AM-2008-FCC) A legislação societária estabelece que I. as Demonstrações do Valor Adicionado e das Mutações do Patrimônio Líquido são obrigatórias a todas as sociedades anônimas, sejam elas abertas ou fechadas. II. as Demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. III. a apresentação da Demonstração dos Fluxos dos Caixas não é obrigatória para as companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a dois milhões de reais. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. (B) I e II. (C) I e III. (D) II. (E) II e III. Vamos analisar as assertivas: I. as Demonstrações do Valor Adicionado e das Mutações do Patrimônio Líquido são obrigatórias a todas as sociedades anônimas, sejam elas abertas ou fechadas. Demonstrações do Valor Adicionado ^ obrigatória para companhias abertas e companhias fechadas de grande porte. Prof. José Jayme Moraes Junior 4

5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido ^ não é obrigatória. A assertiva está INCORRETA. II. as Demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. De acordo com o 4 o, do art. 176 da Lei das SA: Art. 176, 4 - As demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. A assertiva está CORRETA. III. a apresentação da Demonstração dos Fluxos dos Caixas não é obrigatória para as companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a dois milhões de reais. De acordo com o 6 o, do art. 176 da Lei das SA: Art. 176, 6 o - A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. A assertiva está CORRETA. A alternativa "e" é a correta Conceitos Importantes A principal função da DVA é identificar e divulgar o valor da riqueza gerada por uma entidade e a forma pela qual esta riqueza foi distribuída entre os diversos setores que contribuíram, direta ou indiretamente, para a sua geração. Ou seja, a DVA é destinada a evidenciar, de forma concisa, os dados e as informações do valor da riqueza gerada pela entidade em determinado período e a sua distribuição. As informações devem ser extraídas da contabilidade e os valores informados devem ter como base o princípio contábil da competência. O valor adicionado (ou valor agregado) constitui-se das receitas obtidas pela empresa em razão de suas atividades deduzidas dos custos dos bens e serviços adquiridos de terceiros para a geração dessas receitas. O valor adicionado demonstra a contribuição da empresa para a geração de riqueza da economia, resultado do esforço conjugado de todos os seus fatores de produção. A DVA evidencia os aspectos econômico e social do valor adicionado. Sob a ótica econômica, expressa o desempenho da entidade na geração da riqueza e a sua eficiência na utilização dos fatores de produção, comparando os valores de saída com os valores de entrada. Sob o ponto de vista social, demonstra a Prof. José Jayme Moraes Junior 5

6 forma de distribuição da riqueza gerada: a participação dos empregados, do governo, dos agentes financiadores e dos acionistas, além da parcela retida pela empresa. A entidade deve elaborar a DVA e apresentá-la como parte integrante das suas demonstrações contábeis divulgadas ao final de cada exercício social. A elaboração da DVA consolidada deve basear-se nas demonstrações consolidadas e evidenciar a participação dos sócios não controladores. A DVA deve proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis informações relativas à riqueza criada pela entidade em determinado período e a forma como tais riquezas foram distribuídas. A distribuição da riqueza criada deve ser detalhada, minimamente, da seguinte forma: - pessoal e encargos; - impostos, taxas e contribuições; - juros e aluguéis; - juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos; - lucros retidos/prejuízos do exercício Conceitos Iniciais Para que comecemos a estudar a DVA com mais detalhes, vamos ver os principais conceitos: Valor adicionado: representa a riqueza criada pela empresa, de forma geral medida pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por terceiros e transferido à entidade. Receita de venda de mercadorias, produtos e serviços: representa os valores reconhecidos na contabilidade a esse título pelo regime de competência e incluídos na demonstração do resultado do período. Outras receitas: representam os valores que sejam oriundos, principalmente, de baixas por alienação de ativos não-circulantes, tais como resultados na venda de imobilizado, de investimentos, e outras transações incluídas na demonstração do resultado do exercício que não configuram reconhecimento de transferência à entidade de riqueza criada por outras entidades. Diferentemente dos critérios contábeis, também incluem valores que não transitam pela demonstração do resultado, como, por exemplo, aqueles relativos à construção de ativos para uso próprio da entidade e aos juros pagos ou creditados que tenham sido incorporados aos valores dos ativos de longo prazo (normalmente, imobilizados). No caso de estoques de longa maturação, os juros a eles incorporados deverão ser destacados como distribuição da Prof. José Jayme Moraes Junior 6

7 riqueza no momento em que os respectivos estoques forem baixados; dessa forma, não há que se considerar esse valor como outras receitas. Insumo adquirido de terceiros: representa os valores relativo às aquisições de matérias-primas, mercadorias, materiais, energia, serviços, etc. que tenham sido transformados em despesas do período. Enquanto permanecerem nos estoques, não compõem a formação da riqueza criada e distribuída. Depreciação, amortização e exaustão: representam os valores reconhecidos no período e normalmente utilizados para conciliação entre o fluxo de caixa das atividades operacionais e o resultado líquido do exercício. Valor adicionado recebido em transferência: representa a riqueza que não tenha sido criada pela própria entidade, e sim por terceiros, e que a ela é transferida, como por exemplo receitas financeiras, de equivalência patrimonial, dividendos, aluguel, royalties, etc. Precisa ficar destacado, inclusive para evitar dupla-contagem em certas agregações Estrutura A DVA deve ser apresentada de forma comparativa mediante a divulgação simultânea de informações do período atual e do anterior. A DVA deve evidenciar os componentes abaixo: - A receita bruta, as outras receitas e provisão para créditos de liquidação duvidosa (constituição e reversão); - Os insumos adquiridos de terceiros; - Depreciação, amortização e exaustão; - Os valores adicionados recebidos em transferência; - Valor total adicionado a distribuir; e - Distribuição do valor adicionado. Prof. José Jayme Moraes Junior 7

8 Formação da Riqueza Riqueza Criada pela Própria Entidade A DVA, em sua primeira parte, deve apresentar de forma detalhada a riqueza criada pela entidade. Os principais componentes da riqueza criada estão apresentados a seguir nos seguintes itens: - Receitas; - Insumos adquiridos de terceiros; - Depreciação, amortização e exaustão; e - Valor adicionado recebido em transferência. Vamos estudar cada um deles detalhadamente Receitas Venda de mercadorias, produtos e serviços - inclui (não descontar) os valores dos tributos incidentes sobre essas receitas (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS), ou seja, corresponde ao ingresso bruto ou faturamento bruto, mesmo quando na demonstração do resultado tais tributos estejam fora do cômputo dessas receitas. Outras receitas - da mesma forma que o item anterior, inclui os tributos incidentes sobre essas receitas. Provisão para créditos de liquidação duvidosa - Constituição/Reversão - inclui os valores relativos à constituição e reversão dessa provisão Insumos Adquiridos de Terceiros Custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos - inclui os valores das matérias-primas adquiridas junto a terceiros e contidas no custo do produto vendido, das mercadorias e dos serviços vendidos adquiridos de terceiros; não inclui gastos com pessoal próprio. Materiais, energia, serviços de terceiros e outros - inclui valores relativos às despesas originadas da utilização desses bens, utilidades e serviços adquiridos junto a terceiros. Nos valores dos custos dos produtos e mercadorias vendidos, materiais, serviços, energia, etc. consumidos, devem ser considerados os tributos incluídos no momento das compras (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS), recuperáveis ou não. Esse procedimento é diferente das práticas utilizadas na demonstração do resultado. Perda e recuperação de valores ativos - inclui valores relativos a ajustes por avaliação a valor de mercado de estoques, imobilizados, investimentos, Prof. José Jayme Moraes Junior 8

9 etc. Também devem ser incluídos os valores reconhecidos no resultado do período, tanto na constituição quanto na reversão de provisão para perdas por desvalorização de ativos, conforme aplicação da NBC T Redução ao Valor Recuperável de Ativos (se no período o valor líquido for positivo, deve ser somado) Depreciação, Amortização e Exaustão Inclui a despesa ou o custo de depreciação, amortização e exaustão contabilizados no período. Relembrando os lançamentos, teríamos: Despesas ou Encargos de Depreciação a Depreciação Acumulada Despesas ou Encargos de Amortização a Amortização Acumulada Despesas ou Encargos de Exaustão a Exaustão Acumulada Valor Adicionado Recebido em Transferência Corresponde aos valores recebidos de terceiros. Resultado de equivalência patrimonial - o resultado da equivalência pode representar receita ou despesa; se despesa, deve ser considerado como redução ou valor negativo. Receitas financeiras - inclui todas as receitas financeiras, inclusive as variações cambiais ativas, independentemente de sua origem. Outras receitas - inclui os dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo, aluguéis, direitos de franquia, etc Distribuição da Riqueza A segunda parte da DVA deve apresentar de forma detalhada como a riqueza obtida pela entidade foi distribuída. Os principais componentes dessa distribuição estão apresentados a seguir: - Pessoal; - Governo (Impostos, taxas e contribuições); - Terceiros; e - Sócios e acionistas. Prof. José Jayme Moraes Junior 9

10 Pessoal Corresponde aos Valores apropriados ao custo e ao resultado do exercício na forma de: Remuneração direta - representada pelos valores relativos a salários, 13 salário, honorários da administração (inclusive os pagamentos baseados em ações), férias, comissões, horas extras, participação de empregados nos resultados, etc. Benefícios - representados pelos valores relativos a assistência médica, alimentação, transporte, planos de aposentadoria, etc. FGTS - representado pelos valores depositados em conta vinculada dos empregados Governo Valores relativos ao imposto de renda, contribuição social sobre o lucro, contribuições ao INSS (incluídos aqui os valores do Seguro de Acidentes do Trabalho) que sejam ônus do empregador, bem como os demais impostos e contribuições a que a empresa esteja sujeita. Para os impostos compensáveis, tais como ICMS, IPI, PIS e COFINS, devem ser considerados apenas os valores devidos ou já recolhidos, e representam a diferença entre os impostos e contribuições incidentes sobre as receitas e os respectivos valores incidentes sobre os itens considerados como "insumos adquiridos de terceiros". Federais - inclui os tributos devidos à União, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Estados, Municípios, Autarquias, etc., tais como: IRPJ, CSSL, IPI, CIDE, PIS, COFINS. Inclui também a contribuição sindical patronal. Estaduais - inclui os tributos devidos aos Estados, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Municípios, Autarquias, etc., tais como o ICMS e o IPVA. Municipais - inclui os tributos devidos aos Municípios, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte às Autarquias, ou quaisquer outras entidades, tais como o ISS e o IPTU. Prof. José Jayme Moraes Junior 10

11 Remuneração de Capitais de Terceiros Corresponde aos valores pagos ou creditados aos financiadores externos de capital (terceiros). Juros - inclui as despesas financeiras, inclusive as variações cambiais passivas, relativas a quaisquer tipos de empréstimos e financiamentos junto a instituições financeiras, empresas do grupo ou outras formas de obtenção de recursos. Inclui os valores que tenham sido capitalizados no período. Aluguéis - inclui os aluguéis (inclusive as despesas com arrendamento operacional) pagos ou creditados a terceiros. Outras - inclui outras remunerações que configurem transferência de riqueza a terceiros, mesmo que originadas em capital intelectual, tais como royalties, franquia, direitos autorais, etc Remuneração de Capitais Próprios São os valores relativos à remuneração atribuída aos sócios e acionistas. Juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos - inclui os valores pagos ou creditados aos sócios e acionistas por conta do resultado do período, ressalvando-se os valores dos JCP transferidos para conta de reserva de lucros. Devem ser incluídos apenas os valores distribuídos com base no resultado do próprio exercício, desconsiderando-se os dividendos distribuídos com base em lucros acumulados de exercícios anteriores, uma vez que já foram tratados como "lucros retidos" no exercício em que foram gerados. Lucros retidos e prejuízos do exercício - inclui os valores relativos ao lucro do exercício destinados às reservas, inclusive os JCP quando tiverem esse tratamento; nos casos de prejuízo, esse valor deve ser incluído com sinal negativo. As quantias destinadas aos sócios e acionistas na forma de JCP, independentemente de serem registradas como passivo (JCP a pagar) ou como reserva de lucros, devem ter o mesmo tratamento dado aos dividendos no que diz respeito ao exercício a que devem ser imputados. Prof. José Jayme Moraes Junior 11

12 Portanto um modelo de estrutura da DVA, para empresas em geral, será seguinte: DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO, EM MILHARES DE REAIS (MODELO) Em Em milhares milhares DESCRIÇÃO de reais de reais 20X1 20X0 1 - RECEITAS 1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços 1.2) Outras receitas 1.3) Receitas relativas à construção de ativos próprios 1.4) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - Reversão / (Constituição) 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui os valores dos impostos - ICMS, IPI, PIS e COFINS) 2.1) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos 2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros 2.3) Perda / Recuperação de valores ativos 2.4) Outras (especificar) 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 5 - VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6.1) Resultado de equivalência patrimonial 6.2) Receitas financeiras 6.3) Outras 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO (deve ser igual ao item 7) 8.1) Pessoal Remuneração direta Benefícios F.G.T.S 8.2) Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais 8.3) Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Prof. José Jayme Moraes Junior 12

13 Outras 8.4) Remuneração de capitais próprios Juros sobre o capital próprio Dividendos Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Lucros retidos / Prejuízo do exercício Participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/ consolidação) Já caiu em prova! (Agente Fiscal de Rendas-SP-2006-FCC) Em relação à Demonstração do Valor Adicionada, é correto afirmar: (A) As informações contábeis contidas na Demonstração do Valor Adicionado são de responsabilidade técnica do Conselho de Administração da empresa. (B) Nos valores dos materiais consumidos e incluídos no custo dos produtos, apresentados no grupo de insumos adquiridos de terceiros, devem ser considerados na aquisição apenas os tributos recuperáveis. (C) A demonstração do valor adicionado deve ser consistente com a demonstração do resultado e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade. (D) No item relativo à distribuição do valor adicionado, devem constar apenas os valores pagos aos acionistas, a título de juros sobre o capital próprio ou dividendos. (E) Como são demonstrações de publicação opcional não estão sujeitas a revisão de auditoria, como aquelas que são de caráter obrigatório, mesmo que a entidade seja uma companhia aberta. Vamos analisar as alternativas: (A) As informações contábeis contidas da Demonstração do Valor Adicionado são de responsabilidade técnica do Conselho de Administração da empresa. De acordo com o item da NBC T 3.7, reproduzido abaixo: As informações contábeis contidas na Demonstração do Valor Adicionado são de responsabilidade técnica de contabilista registrado no Conselho Regional de Contabilidade. Logo, a alternativa está INCORRETA. (B) Nos valores dos materiais consumidos e incluídos no custo dos produtos, apresentados no grupo de insumos adquiridos de terceiros, devem ser considerados na aquisição apenas os tributos recuperáveis. De acordo com os itens e da NBC T 3.7, no grupo de insumos adquiridos de terceiros, devem ser apresentados materiais consumidos incluídos no custo dos produtos, mercadorias e serviços vendidos, e, nestes valores, devem ser considerados todos os tributos incluídos na aquisição, recuperáveis ou não. Logo, a alternativa está INCORRETA. Prof. José Jayme Moraes Junior 13

14 (C) A demonstração do valor adicionado deve ser consistente com a demonstração do resultado e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade. De acordo com o item da NBC T 3.7, reproduzido abaixo: A Demonstração do Valor Adicionado deve ser consistente com a demonstração do resultado e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade. Logo, a alternativa está CORRETA. (D) No item relativo à distribuição do valor adicionado, deve constar apenas os valores pagos aos acionistas, a título de juros sobre o capital próprio ou dividendos. ATENÇÃO!!! Importante guardar para a prova. No item relativo à distribuição do valor adicionado constam: - Pessoal e encargos; - Impostos, taxas e contribuições (valores distribuídos ao governo); - Juros e aluguéis (valores distribuídos a terceiros); - Juros sobre o Capital Próprio e Dividendos (valores distribuídos a sócios e acionistas); - Lucros Retidos/Prejuízo do Exercício (valores distribuídos a sócios e acionistas). Logo, a alternativa está INCORRETA. (E) Como são demonstrações de publicação opcional não estão sujeitas à revisão de auditoria, como aquelas que são de caráter obrigatório, mesmo que a entidade seja uma companhia aberta. De acordo com o item da NBC T 3.7, reproduzido abaixo: A Demonstração do Valor Adicionado deve ser objeto de revisão ou auditoria se a entidade possuir auditores externos independentes que revisem ou auditem suas Demonstrações Contábeis. Logo, a alternativa está INCORRETA. A alternativa "c" é a correta. Já caiu em prova! (Contador-Infraero FCC) Ao final do exercício de 2008, a contabilidade da Cia. Misericórdia informa a relação dos saldos finais das contas de resultados, a seguir: Saldos Devedores (R$) Credores (R$) Aluguéis ,00 CMV ,00 Depreciação e Amortizações 8.500,00 Despesas c/ INSS 4.500,00 Despesas c/ FGTS 4.000,00 Despesas de Juros ,00 Despesas de Salários ,00 Impostos Diretos s/ Vendas ,00 Outras Despesas Comerciais ,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 14

15 Outras Despesas Administrativas ,00 Receitas Financeiras 5.000,00 Resultado com Venda de Imobilizado 2.000,00 Resultado de Equivalência Patrimonial 3.000,00 Vendas Brutas ,00 1. O valor adicionado recebido em transferência é: (A) R$ 3.000,00 (B) R$ 5.000,00 (C) R$ 8.000,00 (D) R$ ,00 (E) R$ ,00 Valor Adicionado Recebido em Transferência Valores Receitas Financeiras 5.000,00 Resultado de Equivalência Patrimonial 3.000,00 Total 8.000,00 A alternativa "c" é a correta. 2. O valor total a distribuir corresponde a: (A) R$ ,00 (B) R$ ,00 (C) R$ ,00 (D) R$ ,00 (E) R$ ,00 DVA Valores 1. Receitas ,00 Vendas Brutas ,00 (-) Resultado com Venda de Imobilizado (2.000,00) 2. Insumos ( ,00) (-) CMV ( ,00) (-) Outras Despesas Comerciais (23.000,00) (-) Outras Despesas Administrativas (13.000,00) 3. Valor Adicionado Bruto (1-2) ,00 4. Retenções (8.500,00) (-) Depreciação e Amortizações (8.500,00) 5. Valor Adicionado Líquido (3-4) ,00 6. Transferências de Terceiros 8.000,00 (+) Receitas Financeiras 5.000,00 (+) Resultado de Equivalência Patrimonial 3.000,00 7. Valor Adicionado Total a Distribuir ,00 8. Distribuição do Valor Adicionado Pessoal ,00 Despesas c/ FGTS 4.000,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 15

16 Despesas de Salários ,00 Governo ,00 Impostos Diretos s/ Vendas ,00 Despesas c/ INSS 4.500,00 Terceiros ,00 Aluguéis ,00 Despesas de Juros ,00 Acionistas 0,00 A alternativa "b" é a correta Casos Especiais - Alguns Exemplos A NBC T 3.7, que trata da distribuição do valor adicionado, traz alguns exemplos que podem ser cobrados em prova. Vamos estudá-los Depreciação de Itens Reavaliados ou Avaliados ao Valor Justo (fair value) A reavaliação de ativos e a avaliação de ativos ao seu valor justo provocam alterações na estrutura patrimonial da empresa e, por isso, normalmente requerem o registro contábil dos seus efeitos tributários. Os resultados da empresa são afetados sempre que houver a realização dos respectivos ativos reavaliados ou avaliados ao valor justo. Quando a realização de determinado ativo ocorrer pelo processo normal de depreciação, por conseqüência, a DVA também é afetada. Assim, no momento da realização da reavaliação ou da avaliação ao valor justo, deve-se incluir esse valor como "outras receitas" na DVA, bem como se reconhecem os respectivos tributos na linha própria de impostos, taxas e contribuições Ajustes de Exercícios Anteriores Os ajustes de exercícios anteriores, decorrentes de efeitos provocados por erro imputável a exercício anterior ou da mudança de critérios contábeis que vinham sendo utilizados pela entidade, devem ser adaptados na demonstração de valor adicionado relativa ao período mais antigo apresentado para fins de comparação, bem como os demais valores comparativos apresentados, como se a nova prática contábil estivesse sempre em uso ou o erro fosse corrigido. Prof. José Jayme Moraes Junior 16

17 Ativos Construídos pela Empresa para Uso Próprio A construção de ativos dentro da própria empresa para seu próprio uso é procedimento comum. Nessa construção diversos fatores de produção são utilizados, inclusive a contratação de recursos externos (por exemplo, materiais e mão-de-obra terceirizada) e a utilização de fatores internos como mão-de-obra, com os conseqüentes custos que essa contratação e utilização provocam. Para elaboração da DVA, essa construção equivale a produção vendida para a própria empresa, e por isso seu valor contábil integral precisa ser considerado como receita. A mão-de-obra própria alocada é considerada como distribuição dessa riqueza criada, e eventuais juros ativados e tributos também recebem esse mesmo tratamento. Os gastos com serviços de terceiros e materiais são apropriados como insumos. À medida que tais ativos entrem em operação, a geração de resultados desses ativos recebe tratamento idêntico aos resultados gerados por qualquer outro ativo adquirido de terceiros; portanto, sua depreciação também deve receber igual tratamento. Para evitar o desmembramento das despesas de depreciação, na elaboração da DVA, entre os componentes que serviram de base para o respectivo registro do ativo construído internamente (materiais diversos, mão-de-obra, impostos, aluguéis e juros), os valores gastos nessa construção devem, no período da construção, ser tratados como Receitas relativas à construção de ativos próprios. Da mesma forma, os componentes de seu custo devem ser alocados na DVA seguindo-se suas respectivas naturezas. Referido procedimento de reconhecimento dos valores gastos no período como outras receitas, além de aproximar do conceito econômico de valor adicionado, evita controles complexos adicionais, que podem ser custosos, durante toda a vida útil econômica do ativo Distribuição de Lucros Relativos a Exercícios Anteriores A Demonstração do Valor Adicionado está estruturada para ser elaborada a partir da Demonstração do Resultado do período. Assim, há uma estreita vinculação entre essas duas demonstrações e essa vinculação deve servir para sustentação da consistência entre elas. Mas ela tem também uma interface com a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados na parte em que movimentações nesta conta dizem respeito à distribuição do resultado do exercício apurado na demonstração própria. A entidade é livre, dentro dos limites legais, para distribuir seus lucros acumulados, sejam eles oriundos do próprio exercício ou de exercícios anteriores. Porém, pela vinculação referida no item anterior, os dividendos que Prof. José Jayme Moraes Junior 17

18 compõem a riqueza distribuída pela entidade devem restringir-se exclusivamente à parcela relativa aos resultados do próprio período. Dividendos distribuídos relativos a lucros de períodos anteriores não são considerados, pois já figuraram como lucros retidos naqueles respectivos períodos Memorize para a Prova DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO, EM MILHARES DE REAIS (MODELO) Em Em milhares milhares DESCRIÇÃO de reais de reais 20X1 20X0 1 - RECEITAS 1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços 1.2) Outras receitas 1.3) Receitas relativas à construção de ativos próprios 1.4) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - Reversão / (Constituição) 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui os valores dos impostos - ICMS, IPI, PIS e COFINS) 2.1) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos 2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros 2.3) Perda / Recuperação de valores ativos 2.4) Outras (especificar) 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 5 - VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6.1) Resultado de equivalência patrimonial 6.2) Receitas financeiras 6.3) Outras 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO (deve ser igual ao item 7) 8.1) Pessoal Remuneração direta Benefícios F.G.T.S 8.2) Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Prof. José Jayme Moraes Junior 18

19 Municipais 8.3) Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras 8.4) Remuneração de capitais próprios Juros sobre o capital próprio Dividendos Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Lucros retidos / Prejuízo do exercício Participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/ consolidação) Prof. José Jayme Moraes Junior 19

20 13.7. Exercícios de Fixação (Analista Executivo em Metrologia e Qualidade-Ciências Contábeis- Inmetro-2009-Cespe) A respeito da elaboração da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), julgue os itens que se seguem. 1 As receitas financeiras e o resultado de equivalência patrimonial compõem o saldo do valor adicionado recebido em transferência. 2 Os juros sobre capital próprio, pagos aos acionistas, compõem o rol de itens da distribuição do valor adicionado apurado pela companhia ao final do exercício social. (Agente Fiscal de Tributos Municipais-Prefeitura de Teresina Cespe) 3 Com as alterações promovidas na Lei das Sociedades por Ações a partir deste ano, a demonstração dos fluxos de caixa substituiu, exclusivamente para as companhias abertas, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e a demonstração do valor adicionado passou a ser exigida para as sociedades de grande porte. (TCM-PA-2008-FGV) Considerando somente os dados apresentados a seguir, responda às questões 4 e 5 A Cia. BN vende o produto M. A empresa apresenta o seguinte balanço em 01/10/X8: Ativo Passivo + Patrimônio Líquido Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Acumulada Lucros Acumulados Total Total Informações adicionais: I - o Estoque é constituído por unidades de mercadorias "M" adquiridas por R$ 18 cada. A empresa adota o CMPM (Custo Médio Ponderado Móvel) - controle permanente; II - os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 10% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de outubro de X8: Data Evento 02 Compra de unidades de M por R$ 30,00 cada, para pagar em novembro de X8. 05 Compra de unidades de M por R$ 20,00 cada, à vista. Prof. José Jayme Moraes Junior 20

21 10 Venda de unidades de M por R$ 32,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. 22 Compra de unidades de M por R$ 25,00 à vista. 25 Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 31 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. 31 Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. 4. Determine o valor do estoque final de mercadorias em 31/outubro/X8. (a) Menor que ,00 (b) Entre ,01 e ,00 (c) Entre ,01 e ,00 (d) Entre ,01 e ,00 (e) Maior que ,00 5. Determine o percentual do valor adicionado que foi disponibilizado aos proprietários da entidade na forma de lucros retidos, em outubro/x8. (a) Menor que 20% (b) Entre 20,01% e 40% (c) Entre 40,01% e 60% (d) Maior que 80% (e) Entre 60,01% e 80% (Contador Junior-Petrobras-2007-Cespe) Acerca da demonstração do valor adicionado (DVA) e da DRE, julgue os itens que se seguem. 6 A reversão da provisão para devedores duvidosos deve ser apresentada no grupo das receitas e o saldo deve ser positivo. 7 O valor adicionado bruto, um dos itens de totalização da DVA, deve contemplar a depreciação, a amortização e a exaustão do período. 8 O valor dos insumos adquiridos de terceiros, tais como materiais, energia e água, deve ser apresentado na DVA pelo valor total, sem dedução de PIS, COFINS e outros tributos. 9 As despesas com funcionários fazem parte da distribuição do valor agregado, e o valor da receita considerado para a elaboração da DVA deve ser idêntico ao do faturamento bruto divulgado na DRE. Prof. José Jayme Moraes Junior 21

22 10 O resultado de equivalência patrimonial apresentado na DVA desconsidera os valores recebidos como dividendos dos investimentos avaliados pelo método de custo. Tal fato ocorre porque o valor recebido a título de dividendos aumenta o ativo circulante e não aumenta o ativo permanente correspondente a investimentos. 11 Os juros sobre capital próprio (JCP) contabilizados como reserva devem ser evidenciados na DVA no item relativo a lucros retidos. (Contador Junior-Petrobras-2008-Cesgranrio) Dados para elaboração das questões de n 12 a 14 A Companhia Drica S/A apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em milhares de reais: Prof. José Jayme Moraes Junior 22

23 Demonstração do Lucro (Prejuízo) Acumulado, em 31 dez. 2006, em milhares de reais Saldo Inicial 165 (+) Lucro do exercícío (=) Valor à disposição da AGO (-) Incorporação ao capital (165) ( ) Reserva Legal (55) (-) Dividendos (520) Dividendo por ação = 0,08667 (=) Sal do Fi nal 523 Demonstração do Resultado do Exercício, em 31 dez. 2006, em milhares de reais RECEITAOPERACIONAL LÍQUIDA (-) Custo das Mercadorias Vendidas (=) LUCRO OPERACIONAL BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS Água e Luz Salários Despesas de vendas Depreciação Despesas Financeiras líquidas LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (-) Imposto de Renda (=) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro liquido por ação 0, Em 2006, na Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), elaborada pelo método direto, o valor pago a fornecedores, no fluxo das atividades operacionais, em reais, é (A) ,00 (B) ,00 (C) ,00 (D) ,00 (E) , Em 2006, as operações com duplicatas descontadas na Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), elaborada pelo método indireto, provocaram no caixa líquido das atividades operacionais, em reais, um(a) (A) aumento de ,00 (B) aumento de ,00 (C) aumento de ,00 (D) redução de ,00 (E) redução de ,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 23

24 14. Em 2006, o valor adicionado líquido, produzido pela Companhia Drica, na Demonstração do Valor Adicionado (DVA), em reais, é (A) ,00 (B) ,00 (C) ,00 (D) ,00 (E) ,00 15.(Ciências Contábeis-Bndes-2009-Cesgranrio) Pode-se afirmar que valor adicionado é a(o) (A) diferença entre o valor dos bens, serviços e utilidades vendidos por uma entidade e o respectivo valor dos insumos adquiridos de terceiros. (B) diferença entre a receita gerada pela empresa e o resultado obtido antes de encargos financeiros, depreciação, amortização, exaustão, imposto de renda e resultados não operacionais. (C) riqueza gerada pela empresa, representada pelo custo de oportunidade multiplicado pelo patrimônio líquido deduzido dos valores que transitam em resultado e não representam entrada de caixa. (D) soma de todos os valores recebidos pela empresa, deduzidos dos impostos incidentes e dos encargos de depreciação, amortização e exaustão. (E) conjunto de valores obtidos pela empresa, seja através de venda de produtos, seja através de ingressos de fontes diversas, deduzidos de impostos e encargos financeiros. 16.(Fiscal de Rendas-RJ-2009-FGV) A Cia. operações durante o ano de 2009: Rubi efetuou as seguintes Vendas: $ Consumo de materiais adquiridos de terceiros: $ Receitas financeiras: $8.000 Despesas de aluguel: $2.000 Receitas de aluguel: $1.000 Pagamento de salários: $ Despesa financeira: $5.000 Impostos pagos: $2.000 Juros sobre capital próprio: $ Despesa de depreciação: $5.000 Dividendos: $2.000 Despesa de seguros: $4.000 Serviço de terceiros: $ Provisão para créditos de liquidação duvidosa: $3.000 Em , o valor adicionado a distribuir da Cia. Rubi será de: Prof. José Jayme Moraes Junior 24

25 (A) $ (B) $ (C) $ (D) $ (E) $ Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios (Auditor-TCM/RJ-2008-FGV) A Cia. JMAP vende o produto PAMJ. A empresa apresenta o seguinte Balanço em X8: Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Lucros acumulada Acumulados Total Informações adicionais: i) o Estoque é constituído por unidades adquiridas por R$ 25,00 cada. A empresa adota o CMPM (Custo médio ponderado móvel) - controle permanente; ii) os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 12% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de setembro de X8: Data Evento 01 A empresa efetuou o seguro anual de seu patrimônio, mediante o pagamento do prêmio de seguro no valor total de R$ 6.000,00, à vista. 02 Compra unidades de PAMJ por R$ 26,00 cada, para pagar em outubro/x8. 05 Compra unidades de PAMJ por R$ 24,80 cada, à vista. 10 Venda de unidades de PAMJ por R$ 35,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de PAMJ por R$ 30,00 cada, à vista. 22 Compra unidades de PAMJ por R$ 25,50, para pagamento em 60 dias. 25 Aumento do Capital Social em R$ ,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e o restante em integralização de parte do saldo de lucros acumulados. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 30 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ 8.000,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. 30 Apropriação mensal da despesa de seguro e depreciação dos móveis e Prof. José Jayme Moraes Junior 25

26 utensílios. 30 Constatou que o valor realizável líquido, por unidade de PAMJ, é R$ 25, Pagamento de dividendos, em dinheiro, no valor correspondente a 40% do lucro do período. 17. Considerando somente os dados do enunciado, determine o percentual do valor adicionado que foi distribuído aos empregados em setembro/x8. (a) menor que 10% (b) entre 10,01% e 20% (c) entre 20,01% e 30% (d) entre 30,01% e 40% (e) maior que 40% (Fiscal de Rendas-RJ-2008-FGV) A Cia. NND vende o produto T. A empresa apresenta o seguinte Balanço em X8: Ativo Passivo + Patrimônio Líquido Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Terrenos Empréstimos Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Acumulada Lucros Acumulados Total Total Informações adicionais: I. o Estoque é constituído por unidades de mercadorias T adquiridas por R$10 cada. A empresa adota o CMPF (custo médio ponderado fixo) - controle periódico (no final de cada mês); II. os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 10% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de outubro de X8: Data Evento 01 Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, para recebimento em 30 dias. 02 Compra de unidades de T por R$ 12,00 cada, para pagar em novembro/x8. 05 Compra de unidades de T por R$ 14,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para pagamento em 30 dias. 10 Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de T por R$ 23,00 cada, à vista. 18 Aumento do capital social em R$ ,00, sendo integralizados Prof. José Jayme Moraes Junior 26

27 imediatamente em dinheiro somente R$ ,00; o restante deverá ser integralizado dentro de 6 meses. 22 Compra de unidades de T por R$ 15,00, à vista. 25 Venda de unidades de T por R$ 24,00 cada, à vista. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 30 Recebimento de R$ ,00 de clientes. 31 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. 31 Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. 31 Taxa de recuperabilidade dos móveis e utensílios, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ R$ , Taxa de recuperabilidade do estoque de mercadorias T, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ 23,00 cada. 31 Venda do terreno por R$ ,00, à vista. 31 Distribuição de dividendos no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 pagos imediatamente e o restante provisionados para pagamento dentro de 60 dias. 18. Considerando somente os dados do enunciado, determine o percentual do valor adicionado que foi disponibilizado aos proprietários da entidade na forma de dividendos, em outubro/x8: (a) Menor 10%. (b) Entre 10,01% e 16%. (c) Entre 16,01% e 22%. (d) Entre 22,01% e 28%. (e) Maior que 28%. (Fiscal de Rendas-RJ-2007-FGV) A empresa JJM Crianças e Cia., dedicada ao comércio de brinquedos, apurou o seguinte balanço patrimonial apurado em 31/12/2006: Balanço Patrimonial, JJM Crianças e Cia., apurado em 31/12/2006 caixa 55,00 fornecedores 600,00 clientes 1.000,00 salários a pagar 380,00 estoques 665,00 empréstimos 2.000,00 móveis e utensílios ,00 depreciação acum ,00 capital social lucros acumulados 4.000,00 740,00 ativo total 7.720,00 passivo + PL 7.720,00 Considere as informações a seguir: - O estoque é avaliado pelo critério PEPS e era composto por: Prof. José Jayme Moraes Junior 27

28 Mercadoria Custo unitário Quantidade estocada Valor total ioiô (unidade) 1, ,00 bolinhas de gude 2, ,00 (quilograma) bonecas de pano 3, ,00 (unidade) - Os móveis e utensílios têm vida útil original estimada em 10 anos e valor residual nulo. - Os empréstimos vencerão em 2010, mas cobram juros mensais de R$ 85,00. Durante o mês de janeiro de 2007, a empresa JJM Crianças e Cia. desenvolveu exclusivamente as seguintes transações (na ordem cronológica apresentada): i. Recebeu 1/4 do saldo de Contas a Receber em aberto no início do ano. ii. Os sócios aumentaram o Capital Social mediante subscrição de novas ações pelo valor nominal total de R$ ,00. Entretanto, só integralizaram R$ 8.000,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e R$ 3.000,00 em um computador novo a ser utilizado nas atividades administrativas (cujo tempo de vida útil é 5 anos e valor residual nulo). iii. Pagou toda a dívida com Fornecedores que estava em aberto no início do ano. iv. Pagou os Salários a Pagar que eram devidos no início do ano. v. Comprou unidades de ioiô ao custo unitário de R$ 1,00 cada; 25kg de bolinhas de gude ao custo unitário de R$ 3,00 cada quilo; 200 unidades de bonecas de pano ao custo unitário de R$ 3,50 cada. Essas compras foram negociadas para pagamento da seguinte forma: metade à vista e metade para pagamento em fevereiro próximo. vi. Contratou serviços de terceiros relativos ao desenvolvimento de uma campanha publicitária para veiculação na rádio local, cujos serviços foram executados e pagos ainda em janeiro, pelo valor total de R$ 500,00. vii. Reconheceu e pagou os juros do mês de janeiro, no valor de R$ 85,00. viii. Vendeu mercadorias à vista: 400 unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,00 cada; 30kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 10,00 cada quilo; 150 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 6,00 cada. ix. Vendeu mercadorias, cuja forma de pagamento foi negociada da seguinte forma: 1/3 à vista; 1/3 para recebimento em fevereiro próximo e o restante para recebimento em março próximo unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,50 cada; 20kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 12,00 cada quilo; 120 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 7,50 cada. x. Reconheceu e provisionou a folha de pagamentos aos empregados, no valor total de R$ 400,00. xi. Depreciou os móveis e utensílios e o computador. xii. Identificou que o valor de venda das bonecas de pano, para o mês seguinte, deverá ser reduzido para R$ 5,00 por unidade, em função da entrada de um novo concorrente que importará bonecas de pano da China por um valor significativamente mais barato, apesar de a JJM Crianças e Cia. continuar comprando as bonecas de seu fornecedor tradicional. Prof. José Jayme Moraes Junior 28

29 xiii. Amortizou, antecipadamente, metade dos empréstimos, pagando R$ 1.000,00 ao banco. O saldo remanescente continua vencendo no prazo inicialmente contratado. xiv. Distribuiu e pagou dividendos relativos ao lucro do mês de janeiro, no valor total de R$ 3.000, O percentual do Valor Adicionado que foi distribuído aos empregados, evidenciado na DVA apurada em 31/01/2007, foi, com valores arredondados, de: (a) 7,69%. (b) 8,28%. (c) 17,31%. (d) 8,51%. (e) 8,12%. (Fiscal de Rendas-MS-2006-FGV) A Cia. Comercial Complexa e Extensa apurou o seguinte Balanço Patrimonial em 01/01/2005: ATIVO $ PASSIVO + PL $ Ativo circulante ,00 Patrimônio Líquido ,00 Caixa ,00 Capital Social ,00 Durante o primeiro semestre de 2005, ocorreram as seguintes transações: I - Os sócios da Cia. Comercial Complexa e Extensa aumentaram o Capital Social da empresa em $ ,00, da seguinte forma: $ ,00 integralizados, imediatamente, em dinheiro; $ ,00 integralizados, imediatamente, em um terreno localizado na cidade de Corumbá; e $ ,00 a serem integralizados no ano de II - A Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou unidades da mercadoria "Dificuldade", por $1,50 a unidade (desconsidere os impostos). O pagamento ao fornecedor foi realizado à vista. III - A Cia. Comercial Complexa e Extensa vendeu unidades da mercadoria "Dificuldade", por $ 2,00 a unidade (desconsidere os impostos). A venda foi negociada a prazo. IV - A Cia. Comercial Complexa e Extensa recebeu de seus clientes metade (1/2) das Duplicatas a Receber. O restante das duplicatas vencerá, ainda, em 2005 (no segundo semestre). V - No início de abril, a Cia. Comercial Complexa e Extensa obteve um empréstimo bancário no valor de $ ,00. O principal deverá ser pago em Prof. José Jayme Moraes Junior 29

30 2009, mas os juros mensais de $ 400,00 devem ser pagos ao final de cada mês. A Cia. Comercial Complexa e Extensa honrou o pagamento dos juros nos prazos acordados (inclusive no mês de abril). VI - No início de maio, a Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou um caminhão, à vista, por $ ,00. Espera-se que esse veículo tenha uma vida útil de 5 anos, ao final do qual se reduzirá a sucata, e o método de depreciação adotado é o linear - cotas constantes. A Cia. Comercial Complexa e Extensa reconheceu a depreciação mensalmente (inclusive no mês de maio). VII - A Cia. Comercial Complexa e Extensa incorreu e pagou despesas administrativas de $ ,00 e despesas comerciais de $ 5.000,00. Dessas despesas, $ 8.000,00 eram referentes a Pessoal e Encargos; e o restante, referente a Serviços Contratados de Terceiros. Desconsidere a incidência de qualquer tributo, bem como qualquer outra variável não apresentada neste enunciado. Sabe-se que 25% do lucro do semestre foram provisionados como dividendos, mas ainda não foram pagos. 20. De acordo com o Ofício-Circular CVM/SNC/SEP 01/06, determine o Valor Adicionado Total a Distribuir da Cia. Comercial Complexa e Extensa, apresentado na Demonstração do Valor Adicionado, apurada em 30/06/2005. (a) $ 4.300,00 (b) $ ,00 (c) $ ,00 (d) $ ,00 (e) $ ,00 21.(Contador Junior-Companhia Potiguar de Gas-2006-FGV) De acordo com a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), analise as afirmativas a seguir: I. A Depreciação reconhecida no período corresponde a uma retenção do valor adicionado. II. A remuneração paga (devida ou creditada) a autônomos corresponde a uma distribuição do valor adicionado para a sociedade. III. Os juros recebidos das aplicações financeiras (Receitas Financeiras na DRE) correspondem a um abatimento dos "Juros e Aluguéis" evidenciados na DVA como distribuição do valor adicionado a terceiros e investidores. Assinale: (a) se somente a afirmativa I estiver correta. (b) se somente a afirmativa II estiver correta. (c) se somente a afirmativa III estiver correta. (d) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. (e) se todas as afirmativas estiverem corretas. Prof. José Jayme Moraes Junior 30

31 (Consultor do Executivo-Ciências Contábeis-Sefaz/ES-2010-Cespe) Em 2007, a Lei n /07 alterou a Lei n 6.404/76, tornando obrigatória a elaboração da DVA. A respeito dessa alteração lega, julgue os itens 22 a A elaboração da DVA é obrigatória para todas as companhias, sejam elas de capital aberto ou de capital fechado. 23. A DVA tem a função de evidenciar aos usuários das informações contábeis o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída. 24. De modo subsidiário, a DVA pode ser utilizada pelas companhias para apuração mensal do valor do imposto de renda devido. 25.(Fiscal de Rendas-SP-2009-FCC) O valor da receita de equivalência patrimonial recebida pela empresa de controlada deve ser apresentada na DVA como (A) distribuição de riqueza - remuneração do capital de terceiros. (B) receita criada pela entidade - outras receitas. (C) receitas não-operacionais - demais. (D) valor adicionado recebido em transferência. (E) distribuição de riqueza - remuneração de capital próprio. Prof. José Jayme Moraes Junior 31

32 GABARITO: Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios 1 - Certo 2 - Certo 3 - Errado 4 - D 5 - E 6 - Certo 7 - Errado 8 - Certo 9 - Certo 10 - Errado 11 - Certo 12 - B 13 - C 14 - B 15 - A 16 - A 17 - E 18 - B 19 - D 20 - B 21 - A 22 - Errado 23 - Certo 24 - Errado 25 - D Prof. José Jayme Moraes Junior 32

33 13.8. Resolução dos Exercícios de Fixação (Analista Executivo em Metrologia e Qualidade-Ciências Contábeis- Inmetro-2009-Cespe) A respeito da elaboração da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), julgue os itens que se seguem. 1 As receitas financeiras e o resultado de equivalência patrimonial compõem o saldo do valor adicionado recebido em transferência. Resolução Vamos relembrar: Valor adicionado recebido em transferência: representa a riqueza que não tenha sido criada pela própria entidade, e sim por terceiros, e que a ela é transferida, como por exemplo receitas financeiras, de equivalência patrimonial, dividendos, aluguel, royalties, etc. Precisa ficar destacado, inclusive para evitar dupla-contagem em certas agregações. Portanto, as receitas financeiras e o resultado de equivalência patrimonial compõem o saldo do valor adicionado recebido em transferência. O item está CORRETO. GABARITO: Certo 2 Os juros sobre capital próprio, pagos aos acionistas, compõem o rol de itens da distribuição do valor adicionado apurado pela companhia ao final do exercício social. Resolução Vou repetir para você memorizar: Distribuição da Riqueza A segunda parte da DVA deve apresentar de forma detalhada como a riqueza obtida pela entidade foi distribuída. Os principais componentes dessa distribuição estão apresentados a seguir: Pessoal Valores apropriados ao custo e ao resultado do exercício na forma de: Remuneração direta - representada pelos valores relativos a salários, 13 salário, honorários da administração (inclusive os pagamentos baseados em ações), férias, comissões, horas extras, participação de empregados nos resultados, etc. Benefícios - representados pelos valores relativos a assistência médica, alimentação, transporte, planos de aposentadoria, etc. Prof. José Jayme Moraes Junior 33

34 FGTS - representado pelos valores depositados em conta vinculada dos empregados. Impostos, taxas e contribuições Valores relativos ao imposto de renda, contribuição social sobre o lucro, contribuições ao INSS (incluídos aqui os valores do Seguro de Acidentes do Trabalho) que sejam ônus do empregador, bem como os demais impostos e contribuições a que a empresa esteja sujeita. Para os impostos compensáveis, tais como ICMS, IPI, PIS e COFINS, devem ser considerados apenas os valores devidos ou já recolhidos, e representam a diferença entre os impostos e contribuições incidentes sobre as receitas e os respectivos valores incidentes sobre os itens considerados como "insumos adquiridos de terceiros". Federais - inclui os tributos devidos à União, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Estados, Municípios, Autarquias, etc., tais como: IRPJ, CSSL, IPI, CIDE, PIS, COFINS. Inclui também a contribuição sindical patronal. Estaduais - inclui os tributos devidos aos Estados, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Municípios, Autarquias, etc., tais como o ICMS e o IPVA. Municipais - inclui os tributos devidos aos Municípios, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte às Autarquias, ou quaisquer outras entidades, tais como o ISS e o IPTU. Remuneração de capitais de terceiros Valores pagos ou creditados aos financiadores externos de capital. Juros - inclui as despesas financeiras, inclusive as variações cambiais passivas, relativas a quaisquer tipos de empréstimos e financiamentos junto a instituições financeiras, empresas do grupo ou outras formas de obtenção de recursos. Inclui os valores que tenham sido capitalizados no período. Aluguéis - inclui os aluguéis (inclusive as despesas com arrendamento operacional) pagos ou creditados a terceiros. Outras - inclui outras remunerações que configurem transferência de riqueza a terceiros, mesmo que originadas em capital intelectual, tais como royalties, franquia, direitos autorais, etc. Remuneração de capitais próprios Valores relativos à remuneração atribuída aos sócios e acionistas. Juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos - inclui os valores pagos ou creditados aos sócios e acionistas por conta Prof. José Jayme Moraes Junior 34

35 do resultado do período, ressalvando-se os valores dos JCP transferidos para conta de reserva de lucros. Devem ser incluídos apenas os valores distribuídos com base no resultado do próprio exercício, desconsiderando-se os dividendos distribuídos com base em lucros acumulados de exercícios anteriores, uma vez que já foram tratados como "lucros retidos" no exercício em que foram gerados. Lucros retidos e prejuízos do exercício - inclui os valores relativos ao lucro do exercício destinados às reservas, inclusive os JCP quando tiverem esse tratamento; nos casos de prejuízo, esse valor deve ser incluído com sinal negativo. O item está CORRETO. GABARITO: Certo (Agente Fiscal de Tributos Municipais-Prefeitura de Teresina Cespe) 3 Com as alterações promovidas na Lei das Sociedades por Ações a partir deste ano, a demonstração dos fluxos de caixa substituiu, exclusivamente para as companhias abertas, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e a demonstração do valor adicionado passou a ser exigida para as sociedades de grande porte. Resolução Demonstração do Fluxo de Caixa (*) A partir de 01/01/2008, com as alterações na Lei n o 6.404/76, trazidas pela Lei n o /07, houve a substituição da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) (art. 176, IV). Companhias desobrigadas da elaboração da Demonstração do Fluxo de Caixa (art. 176, 6 o ). Como houve a exclusão da Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), que foi substituída pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), o legislador também teve que alterar o 6 o do art Além disso, também houve alteração do valor do patrimônio líquido que desobriga as companhias fechadas e elaborar a DFC. Portanto, a partir de 01/01/2008, a companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. Prof. José Jayme Moraes Junior 35

36 Elaboração das demonstrações financeiras pelas sociedades de grande porte, abertas ou fechadas, e obrigatoriedade de auditoria independente (art. 3 o da Lei n o /07). Para as sociedades de grande porte, isto é, empresas com ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, são obrigadas à elaboração de demonstrações financeiras, que deverão sofrer auditoria independente. Há que se ressaltar que: As empresas de grande porte fechadas não estão obrigadas a publicar suas demonstrações financeiras. Essas empresas estão obrigadas apenas a elaborar suas demonstrações financeiras. Já as empresas de grande porte abertas são obrigadas a elaborar e publicar suas demonstrações financeiras. Além disso, todas as empresas de grande porte, abertas ou fechadas, são obrigadas a sofrer auditoria independente. O item está ERRADO. GABARITO: Errado (TCM-PA-2008-FGV) Considerando somente os dados apresentados a seguir, responda às questões 4 e 5 A Cia. BN vende o produto M. A empresa apresenta o seguinte balanço em 01/10/X8: Ativo Passivo + Patrimônio Líquido Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Acumulada Lucros Acumulados Total Total Informações adicionais: I - o Estoque é constituído por unidades de mercadorias "M" adquiridas por R$ 18 cada. A empresa adota o CMPM (Custo Médio Ponderado Móvel) - controle permanente; II - os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 10% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de outubro de X8: Data Evento 02 Compra de unidades de M por R$ 30,00 cada, para pagar em novembro de X8. 05 Compra de unidades de M por R$ 20,00 cada, à vista. 10 Venda de unidades de M por R$ 32,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. Prof. José Jayme Moraes Junior 36

37 22 Compra de unidades de M por R$ 25,00 à vista. 25 Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 31 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. 31 Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. 4. Determine o valor do estoque final de mercadorias em 31/outubro/X8. (a) Menor que ,00 (b) Entre ,01 e ,00 (c) Entre ,01 e ,00 (d) Entre ,01 e ,00 (e) Maior que ,00 Resolução Vamos efetuar os lançamentos correspondentes, para fins didáticos e fazer os cálculos: Estoque Inicial = unidades a R$ 18,00 cada (Custo Médio Ponderado Móvel) I - Compra de unidades de M por R$ 30,00 cada, para pagar em novembro de X8. Mercadorias a Fornecedores x 30 = Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = (5.000 x x 30)/6.000 = R$ 20,00 II - Compra de unidades de M por R$ 20,00 cada, à vista. Mercadorias a Caixa x 20 = Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = R$ 20,00 III - Venda de unidades de M por R$ 32,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. Receita de Vendas = x R$ 32,00 = R$ ,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 37

38 Diversos a Receita Bruta de Vendas Caixa Clientes CMV a Mercadorias x 20 = Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = R$ 20,00 IV - Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. Receita de Vendas = x R$ 31,00 = R$ ,00 Caixa a Receita Bruta de Vendas CMV a Mercadorias x 20 = Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = R$ 20,00 V - Compra de unidades de M por R$ 25,00 à vista. Mercadorias a Caixa x 25 = Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = (1.000 x x 25)/7.000 = 24,28 VI - Venda de unidades de M por R$ 31,00 cada, à vista. Receita de Vendas = x R$ 31,00 = R$ ,00 Caixa a Receita Bruta de Vendas CMV a Mercadorias x 24,28 = ,14 Estoque Atual = unidades Preço Médio dos Estoques = R$ 24,28 Estoque Final de Mercadorias = unidades x R$ 24,28 = R$ ,86 GABARITO: D Prof. José Jayme Moraes Junior 38

39 5. Determine o percentual do valor adicionado que foi disponibilizado aos proprietários da entidade na forma de lucros retidos, em outubro/x8. (a) Menor que 20% (b) Entre 20,01% e 40% (c) Entre 40,01% e 60% (d) Maior que 80% (e) Entre 60,01% e 80% Resolução Terminando os lançamentos da questão: VII - Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. Diversos a Caixa Fornecedores Contas a Pagar VIII - Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. Despesas Comerciais e Administrativas a Caixa Despesas com Serviços de Terceiros = Despesas com Pessoal Próprio = IX - Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. Depreciação de Móveis e Utensílios = 10% ao ano/12 meses x = Despesas com Depreciação a Depreciação Acumulada X - Apuração do Resultado do Exercício Receita de Vendas = (-) CMV = ,14 ( ,14) Lucro Bruto ,86 (-) Despesas Comerciais e Administrativas (46.000,00) (-) Despesas com Depreciação (1.000,00) Lucro Líquido do Exercício ,86 Prof. José Jayme Moraes Junior 39

40 XI - Demonstração do Valor Adicionado 10/2008 % 1-RECEITAS 1.1. Vendas de mercadoria, produtos e serviços INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.1. Materiais consumidos ( ,1 4) 2.2. Outros custos de produtos e serviços vendidos (30.000,00) (Despesas com Serviços de Terceiros) 3 - RETENÇÕES 3.1. Depreciação, amortização e exaustão (1.000,00) 4 -VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE 6 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR ,86 100% 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados Salários e encargos /72.142,86 = 22,18% 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício , ,86/72.142,86 = 77,82% GABARITO: E (Contador Junior-Petrobras-2007-Cespe) Acerca da demonstração do valor adicionado (DVA) e da DRE, julgue os itens que se seguem. 6 A reversão da provisão para devedores duvidosos deve ser apresentada no grupo das receitas e o saldo deve ser positivo. Resolução O lançamento da reversão de provisão para devedores duvidosos é: Provisão para Devedores Duvidosos (Ativo Circulante - Retificadora) a Reversão de Provisão (Receita) Logo, a reversão será apresentada no grupo de receitas com saldo positivo. O item está CORRETO. GABARITO: Certo Prof. José Jayme Moraes Junior 40

41 7 O valor adicionado bruto, um dos itens de totalização da DVA, deve contemplar a depreciação, a amortização e a exaustão do período. Resolução Relembrando a estrutura da DVA: 1 - RECEITAS DESCRIÇÃO 1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços 1.2) Outras receitas 1.3) Receitas relativas à construção de ativos próprios 1.4) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - Reversão / (Constituição) 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui os valores dos impostos - ICMS, IPI, PIS e COFINS) 2.1) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos 2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros 2.3) Perda / Recuperação de valores ativos 2.4) Outras (especificar) 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 5 - VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6.1) Resultado de equivalência patrimonial 6.2) Receitas financeiras 6.3) Outras 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO (deve ser igual ao item 7) 8.1) Pessoal Remuneração direta Benefícios F.G.T.S 8.2) Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Em milhares de reais 20X1 Em milhares de reais 20X0 Prof. José Jayme Moraes Junior 41

42 Municipais Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios 8.3) Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras 8.4) Remuneração de capitais próprios Juros sobre o capital próprio Dividendos Lucros retidos / Prejuízo do exercício Participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/ consolidação) De acordo com a DVA, a depreciação, a amortização e a exaustão do período são "Retenções", ou seja, devem ser subtraídas do valor adicionado bruto para achar o valor adicionado líquido. Logo, a depreciação, a amortização e a exaustão não são itens do valor adicionado bruto. O item está ERRADO. GABARITO: Errado 8 O valor dos insumos adquiridos de terceiros, tais como materiais, energia e água, deve ser apresentado na DVA pelo valor total, sem dedução de PIS, COFINS e outros tributos. Resolução De acordo com a NBC T Demonstração do Valor Adicionado: Insumos adquiridos de terceiros Custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos - inclui os valores das matérias-primas adquiridas junto a terceiros e contidas no custo do produto vendido, das mercadorias e dos serviços vendidos adquiridos de terceiros; não inclui gastos com pessoal próprio. Materiais, energia, serviços de terceiros e outros - inclui valores relativos às despesas originadas da utilização desses bens, utilidades e serviços adquiridos junto a terceiros. Nos valores dos custos dos produtos e mercadorias vendidos, materiais, serviços, energia, etc. consumidos, devem ser considerados os tributos incluídos no momento das compras (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS), recuperáveis ou não. Esse procedimento é diferente das práticas utilizadas na demonstração do resultado. Logo, o item está CORRETO. GABARITO: Certo 9 As despesas com funcionários fazem parte da distribuição do valor agregado, e o valor da receita considerado para a elaboração da DVA deve ser idêntico ao do faturamento bruto divulgado na DRE. Prof. José Jayme Moraes Junior 42

43 Resolução Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios De acordo com a NBC T Demonstração do Valor Adicionado: Pessoal - valores apropriados ao custo e ao resultado do exercício na forma de: Remuneração direta - valores relativos a salários, 13 salário, honorários da diretoria, férias, comissões, horas extras, participação de empregados nos resultados, etc. Benefícios - valores relativos a assistência médica, alimentação, transporte, planos de aposentadoria, etc. FGTS - valores devidos aos empregados e que são depositados em conta vinculada. Além disso, a Demonstração do Valor Adicionado deve ser consistente com a demonstração do resultado e conciliada em registros auxiliares mantidos pela entidade. Logo, o item está CORRETO. GABARITO: Certo 10 O resultado de equivalência patrimonial apresentado na DVA desconsidera os valores recebidos como dividendos dos investimentos avaliados pelo método de custo. Tal fato ocorre porque o valor recebido a título de dividendos aumenta o ativo circulante e não aumenta o ativo permanente correspondente a investimentos. Resolução Método do Custo de Aquisição: a legislação do Imposto de Renda determina que os dividendos recebidos até 6 meses a partir da data de aquisição do investimento avaliado pelo custo de aquisição devem ser registrados como redução do custo de aquisição do investimento permanente, sem afetar o resultado da investidora. Entretanto, os dividendos recebidos após 6 meses da data de aquisição do referido investimento, devem ser registrados como receita operacional. Lançamentos na Investidora: I - Dividendos recebidos até 6 meses; Caixa (Ativo Circulante) a Participações Permanentes (Ativo Não Circulante - Imobilizado) 11 - Dividendos recebidos após 6 meses: Caixa (Ativo Circulante) a Receita de Dividendos (Receita) Logo, o item está ERRADO. GABARITO: Errado Prof. José Jayme Moraes Junior 43

44 11 Os juros sobre capital próprio (JCP) contabilizados como reserva devem ser evidenciados na DVA no item relativo a lucros retidos. Resolução De acordo com a estrutura da DVA: 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO (deve ser igual ao item 7) 8.1) Pessoal Remuneração direta Benefícios F.G.T.S 8.2) Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais 8.3) Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras 8.4) Remuneração de capitais próprios Juros sobre o capital próprio Dividendos Lucros retidos / Prejuízo do exercício Participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/ consolidação) Os juros s/ capital próprio distribuídos são contabilizados no item 8.4. Contudo, se foram contabilizados como reservas de lucros, serão contabilizados no item 8.5 (Lucros Retidos). O item está CORRETO. GABARITO: Certo (Contador Junior-Petrobras-2008-Cesgranrio) Dados para elaboração das questões de n 12 a 14 A Companhia Drica S/A apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em milhares de reais: Prof. José Jayme Moraes Junior 44

45 Demonstração do Lucro (Prejuízo) Acumulado, em 31 dez. 2006, em milhares de reais Demonstração do Resultado do Exercício, em 31 dez. 2006, em milhares de reais 12. Em 2006, na Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), elaborada pelo método direto, o valor pago a fornecedores, no fluxo das atividades operacionais, em reais, é Prof. José Jayme Moraes Junior 45

46 (A) ,00 (B) ,00 (C) ,00 (D) ,00 (E) ,00 Resolução Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Questão de Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC), pelo método direto, que deseja saber o valor efetivamente pago aos fornecedores em relação às compras do período. Devemos utilizar a seguinte estrutura: Fornecedores = Duplicatas a Pagar Fornecedores - Saldo Inicial (+) Compras do período (*) (à vista ou a prazo) (+) Adiantamento a Fornecedores - Saldo Final (-) Adiantamento a Fornecedores - Saldo Inicial (-) Fornecedores - Saldo Final Valor Pago a Fornecedores no Período (*) Para calcular as compras: CMV = EI + C - EF Onde: CMV = Custo das Mercadorias Vendidas EI = Estoque Inicial C = Compras Líquidas EF = Estoque Final (+) Compras (-) Tributos a Recuperar Compras Brutas (-) Devoluções de Compras (+) Fretes + Seguros (+) Carga + Descarga + Armazenagem (-) Abatimentos sobre Compras (-) Descontos Incondicionais Obtidos Compras Líquidas I - Primeiramente, devemos calcular as compras do período: CMV = EI + C - EF CMV (2006) = EI (Estoque Final de 2005) = EF (Estoque Final de 2006) = ^ = C ^ C = (em milhares de reais) Fornecedores - Saldo Inicial (2005) (+) Compras do Período (-) Fornecedores - Saldo Final (2006) Pagamento a Fornecedores em 2006 GABARITO: B (1.676) (em milhares de reais) Prof. José Jayme Moraes Junior 46

47 13. Em 2006, as operações com duplicatas descontadas na Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), elaborada pelo método indireto, provocaram no caixa líquido das atividades operacionais, em reais, um(a) (A) aumento de ,00 (B) aumento de ,00 (C) aumento de ,00 (D) redução de ,00 (E) redução de ,00 Resolução A DFC, pelo método indireto, pode ser estruturada da seguinte forma: I - Origens de Recursos Das Operações (±) Resultado Líquido do Exercício (Lucro ou Prejuízo) (+) Depreciação, Amortização, Exaustão (+) Aumento no Passivo Não Circulante - Receitas Diferidas (+) Perda de Equivalência Patrimonial (+) Variação Monetária Passiva de Longo Prazo (+) Prejuízo nas Vendas de Bens ou Direitos do Ativo Não Circulante (-) Diminuição no Passivo Não Circulante - Receitas Diferidas (-) Ganho de Equivalência Patrimonial (-) Variação Monetária Ativa de Longo Prazo (-) Lucro nas Vendas de Bens ou Direitos do Ativo Não Circulante (=) Resultado Líquido Ajustado (+) Aumentos das Contas do Passivo Circulante (-) Aumentos das Contas do Ativo Circulante, exceto Disponível (-) Diminuição das Contas do Passivo Circulante (+) Diminuição das Contas do Ativo Circulante, exceto Disponível Dos Proprietários (+) Realização do Capital Social e Contribuições para Reservas de Capital De Terceiros (+) Redução do Ativo Não Circulante - Realizável a Longo Prazo (+) Valor da Alienação de Bens ou Direitos do Ativo Não Circulante (+) Aumento do Passivo Não Circulante - Longo Prazo II - Aplicações de Recursos (+) Dividendo pagos, creditados ou propostos (+) Aumento do Ativo Não Circulante - Realizável a Longo Prazo (+) Aquisição de Bens ou Direitos do Ativo Não Circulante (+) Redução do Passivo Não Circulante - Longo Prazo III - Variação Líquida do Disponível = I - II IV - Saldo Inicial do Disponível Prof. José Jayme Moraes Junior 47

48 V - Saldo Final do Disponível = III + IV No caso das duplicatas descontadas, temos: Duplicatas Descontadas = Saldo Final - Saldo Inicial = (-550) = -220 Ou seja, causou uma redução do Ativo Circulante (AC) de 220 (em milhares de reais). Redução do AC deve ser somada na Demonstração do Fluxo de Caixa pelo método indireto. Logo, haverá um aumento de ,00. GABARITO: C 14. Em 2006, o valor adicionado líquido, produzido pela Companhia Drica, na Demonstração do Valor Adicionado (DVA), em reais, é (A) ,00 (B) ,00 (C) ,00 (D) ,00 (E) ,00 Resolução Demonstração do Valor Adicionado (2006): 1. Receitas: Receita Operacional Líquida Insumos Adquiridos de Terceiros: Custo das Mercadorias Vendidas Água e Luz 136 Despesas de Vendas Valor Adicionado Bruto (1-2) Depreciação Valor Adicionado Líquido (3-4) Valor Adicionado Recebido em Transferência 0 7. Valor Adicionado Total a Distribuir (em milhares de reais) Para fins didáticos, vamos verificar a distribuição do valor adicionado: Salários 375 (DRE) Despesas Financeiras 87 (DRE) Imposto de Renda 193 (DRE) Lucro Incorporado ao Capital 165 (DLPA) Reserva Legal Constituída 55 (DLPA) Dividendos Pagos 520 (DLPA) Lucros Retidos = (DLPA) (Saldo Final - Saldo Inicial) Valor Adicionado Distribuído GABARITO: B Prof. José Jayme Moraes Junior 48

49 15.(Ciências Contábeis-Bndes-2009-Cesgranrio) Pode-se afirmar que valor adicionado é a(o) (A) diferença entre o valor dos bens, serviços e utilidades vendidos por uma entidade e o respectivo valor dos insumos adquiridos de terceiros. (B) diferença entre a receita gerada pela empresa e o resultado obtido antes de encargos financeiros, depreciação, amortização, exaustão, imposto de renda e resultados não operacionais. (C) riqueza gerada pela empresa, representada pelo custo de oportunidade multiplicado pelo patrimônio líquido deduzido dos valores que transitam em resultado e não representam entrada de caixa. (D) soma de todos os valores recebidos pela empresa, deduzidos dos impostos incidentes e dos encargos de depreciação, amortização e exaustão. (E) conjunto de valores obtidos pela empresa, seja através de venda de produtos, seja através de ingressos de fontes diversas, deduzidos de impostos e encargos financeiros. Resolução De acordo com a NBC T Demonstração do Valor Adicionado: Valor adicionado representa a riqueza criada pela empresa, de forma geral medida pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por terceiros e transferido à entidade. Receita de venda de mercadorias, produtos e serviços representa os valores reconhecidos na contabilidade a esse título pelo regime de competência e incluídos na demonstração do resultado do período. Outras receitas representam os valores que sejam oriundos, principalmente, de baixas por alienação de ativos não-circulantes, tais como resultados na venda de imobilizado, de investimentos, e outras transações incluídas na demonstração do resultado do exercício que não configuram reconhecimento de transferência à entidade de riqueza criada por outras entidades. Insumo adquirido de terceiros representa os valores relativos às aquisições de matérias-primas, mercadorias, materiais, energia, serviços, etc. que tenham sido transformados em despesas do período. Enquanto permanecerem nos estoques, não compõem a formação da riqueza criada e distribuída. Depreciação, amortização e exaustão representam os valores reconhecidos no período e normalmente utilizados para conciliação entre o fluxo de caixa das atividades operacionais e o resultado líquido do exercício. Valor adicionado recebido em transferência representa a riqueza que não tenha sido criada pela própria entidade, e sim por terceiros, e que a ela é transferida, como por exemplo receitas financeiras, de equivalência patrimonial, Prof. José Jayme Moraes Junior 49

50 dividendos, aluguel, royalties, etc. Precisa ficar destacado, inclusive para evitar dupla-contagem em certas agregações. Portanto, valor adicionado é a diferença entre o valor dos bens, serviços e utilidades vendidos por uma entidade e o respectivo valor dos insumos adquiridos de terceiros. GABARITO: A 16.(Fiscal de Rendas-RJ-2009-FGV) A Cia. operações durante o ano de 2009: Rubi efetuou as seguintes Vendas: $ Consumo de materiais adquiridos de terceiros: $ Receitas financeiras: $8.000 Despesas de aluguel: $2.000 Receitas de aluguel: $1.000 Pagamento de salários: $ Despesa financeira: $5.000 Impostos pagos: $2.000 Juros sobre capital próprio: $ Despesa de depreciação: $5.000 Dividendos: $2.000 Despesa de seguros: $4.000 Serviço de terceiros: $ Provisão para créditos de liquidação duvidosa: $3.000 Em , o valor adicionado a distribuir da Cia. Rubi será de: (A) $ (B) $ (C) $ (D) $ (E) $ Resolução Demonstração do Valor Adicionado (DVA): 1. Receitas: Vendas (-) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (3.000) Receitas Insumos: Consumo de materiais adquiridos de terceiros Serviço de Terceiros Despesas de Seguros Insumos Prof. José Jayme Moraes Junior 50

51 3. Valor Adicionado Bruto (1-2) = = Depreciação, Amortização, Exaustão: Despesa de Depreciação Valor Adicionado Líquido (3-4) = = Valor Adicionado Recebido em Transferência: Receitas Financeiras Receitas de Aluguel Valor Adicionado Recebido em Transferência Valor Adicionado Total a Distribuir (5 + 6) = = GABARITO: A (Auditor-TCM/RJ-2008-FGV) A Cia. JMAP vende o produto PAMJ. A empresa apresenta o seguinte Balanço em X8: ATIVO PASSIVO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Lucros acumulada Acumulados Total Informações adicionais: i) o Estoque é constituído por unidades adquiridas por R$ 25,00 cada. A empresa adota o CMPM (Custo médio ponderado móvel) - controle permanente; ii) os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 12% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de setembro de X8: Data Evento 01 A empresa efetuou o seguro anual de seu patrimônio, mediante o pagamento do prêmio de seguro no valor total de R$ 6.000,00, à vista. 02 Compra unidades de PAMJ por R$ 26,00 cada, para pagar em outubro/x8. 05 Compra unidades de PAMJ por R$ 24,80 cada, à vista. 10 Venda de unidades de PAMJ por R$ 35,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de PAMJ por R$ 30,00 cada, à vista. 22 Compra unidades de PAMJ por R$ 25,50, para pagamento em 60 dias. Prof. José Jayme Moraes Junior 51

52 25 Aumento do Capital Social em R$ ,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e o restante em integralização de parte do saldo de lucros acumulados. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 30 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ 8.000,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. 30 Apropriação mensal da despesa de seguro e depreciação dos móveis e utensílios. 30 Constatou que o valor realizável líquido, por unidade de PAMJ, é R$ 25, Pagamento de dividendos, em dinheiro, no valor correspondente a 40% do lucro do período. 17. Considerando somente os dados do enunciado, determine o percentual do valor adicionado que foi distribuído aos empregados em setembro/x8. (a) menor que 10% (b) entre 10,01% e 20% (c) entre 20,01% e 30% (d) entre 30,01% e 40% (e) maior que 40% Resolução (*) Repare que o Balanço Patrimonial é de 31/08/2008, ou seja, já valem as alterações trazidas pela Lei n o /07, mas ainda está sendo utilizada a conta "Lucros Acumulados". Estoque Inicial = unidades a R$ 25,00 cada = R$ ,00 (inventário permanente ^ Custo Médio Ponderado Móvel). I - 01/09 - A empresa efetuou o seguro anual de seu patrimônio, mediante o pagamento do prêmio de seguro no valor total de R$ 6.000,00, à vista. Pelo regime de competência, as despesas de seguros devem ser reconhecidas mensalmente, até o término do contrato. Ou seja, o prêmio pago pela empresa é um direito: Seguros a Vencer (Ativo Circulante) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Seguros a Vencer Disponibilidades (I) (I) II - 02/09 - Compra unidades de PAMJ por R$ 26,00 cada, para pagar em outubro/x8. Prof. José Jayme Moraes Junior 52

53 Estoques (Ativo Circulante) a Fornecedores (Passivo Circulante) Cálculo do Custo Médio Ponderado Móvel: Custo Médio Ponderado Móvel = Custo Médio Ponderado Móvel = Custo Médio Ponderado Móvel = III - 05/09 - Compras de unidades de PAMJ por R$ 24,80 cada, à vista. Estoques (Ativo Circulante) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Cálculo do Custo Médio Ponderado Móvel: Custo Médio Ponderado Móvel = Custo Médio Ponderado Móvel = Custo Médio Ponderado Móvel = Estoques Disponibilidades IV - 10/09 - Venda de unidades de PAMJ por R$ 35,00 cada, sendo que metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. Diversos a Receita Bruta de Vendas (Receita) Disponibilidades (Ativo Circulante) Clientes (Ativo Circulante) CMV = unidades x R$ 25,11 = ,33 Prof. José Jayme Moraes Junior 53

54 CMV a Estoques (Ativo Circulante) ,33 Estoques ,33 (IV) (II) (III) ,67 CMV ,33 (IV) ,33 Estoque Atual = R$ ,67 (1.500 unidades a R$ 25,11) V - 15/09 - Venda de unidades de PAMJ por R$ 30,00 cada, à vista Receita Bruta de Vendas = unidades x R$ 30,00 = R$ ,00 Disponibilidades (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) Receita Bruta de Vendas Disponibilidades CMV = unidades x R$ 25,11 = ,22 CMV a Estoques (Ativo Circulante) ,22 Estoques CMV Estoque Atual = R$ ,44 (400 uniades a R$ 25,11) VI - 22/09 - Compra unidades de PAMJ por R$ 25,50, para pagamento em 60 dias Estoques (Ativo Circulante) a Fornecedores (Passivo Circulante) Cálculo do Custo Médio Ponderado Móvel: Custo Médio Ponderado Móvel = (10.044, )/( ) Custo Médio Ponderado Móvel = ,44/2.400 uniades Custo Médio Ponderado Móvel = R$ 25,43 por unidade de PAMJ Prof. José Jayme Moraes Junior 54

55 Estoques Fornecedores VII - 25/09 - Aumento do Capital Social em R$ ,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e o restante em integralização de parte do saldo de lucros acumulados. Diversos a Capital Social (Patrimônio Líquido) Disponibilidades (Ativo Circulante) Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) Disponibilidades (I) (IV) (III) (V) (VII) Lucros Acumulados (VII) Capita Social (VII) VIII - 26/09 - Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. Diversos a Disponibilidades (Ativo Circulante) Fornecedores (Passivo Circulante) Contas a Pagar (Passivo Circulante) Disponibilidades (I) (IV) (III) (V) (VI) (VIII) Fornecedores (VIII) (II) (V) Contas a Pagar (VIII) IX - 30/09 - Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ 8.000,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. Prof. José Jayme Moraes Junior 55

56 Despesas Administrativas e Comerciais (Despesa) a Disponibilidades (Ativo Circulante) X - 30/09 - Apropriação mensal da despesa de seguro e depreciação dos móveis e utensílios. Despesas de Seguros (mensal) = R$ 6.000,00/12 meses = R$ 500,00 Despesas de Seguros (Despesa) a Seguros a Vencer (Ativo Circulante) 500 Seguros a Vencer Despesas de ^ Seguros (I) 500 (X) 500 (X) Despesas com Depreciação Mensal = x 12% ao ano/12 meses Despesas com Depreciação Mensal = x 1% = Despesas com Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (ANC - Imobillzado - Retif.) XI - 30/09 - Constatou que o valor realizável líquido, por unidade de PAMJ, é R$ 25,00. Valor Realizável Líquido Total = R$ 25,00 x = R$ ,00 Logo, deve ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado: Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado = , ,00 = 1.044,44 Despesas c/ Provisões (Despesa) a Prov. p/ Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circ. - Retif.) 1.044,44 Prov. p/ Aj. ao Valor de Mercado 1.044,44 (XI) 1.044,44 Prof. José Jayme Moraes Junior 56

57 XII - Cálculo do Resultado do Período: R eceita Bruta de Vendas CMV Despesas de Seguros Desp. Adm.. e Com. Despesas c/ Depr (IX) (X) Despesas c/ Provisões 1.044,44 (XI) 1.044, ,44 Apuração do Resultado , , (XII) Receita Bruta de Vendas (-) CMV ( ,55) Lucro Bruto ,45 (-) Despesas de Seguros (500) (-) Despesas Adm. e Comerciais (18.000) (-) Despesas c/ Depreciação (2.000) (-) Despesas c/ Provisões (1.044,44) Lucro Operacional Transferência do resultado do período para "Lucros Acumulados": Resultado do Exercício a Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) Lucros Acumulados (VII) (XII) XIII - Pagamento de dividendos, em dinheiro, no valor correspondente a 40% do lucro do período. Dividendos a Pagar = 40% x = Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) a Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Prof. José Jayme Moraes Junior 57

58 Consolidando os dois lançamentos: Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Disponibilidades (I) (IV) (III) (V) (VI) (VII) (IX) (XIII) Lucros Acumulados (VII) (XIII) (XII) De acordo com a questão, o valor distribuído aos empregados foi de R$ ,00 (R$ ,00 - R$ 8.000,00). "Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ 8.000,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio." Montando a Demonstração do Valor Adicionado, teríamos: Set/2008 % 1-RECEITAS 1.1. Vendas de mercadoria, produtos e serviços INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.1. Materiais consumidos ( ,55) 2.2. Outros custos de produtos e serviços vendidos (Despesas Adm. e Com. Com terceiros, Desp. de Seguros e Desp. c/ Prov.) (8.000,00) (500,00) (1.044,44) 3 - RETENÇÕES 3.1. Depreciação, amortização e exaustão (2.000,00) 4 -VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE , VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR ,00 100% 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados Salários e encargos , / = 42,55% Prof. José Jayme Moraes Junior 58

59 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos 5.400, / = 22,98% 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício 8.100, / = 34,47% GABARITO: E (Fiscal de Rendas-RJ-2008-FGV) A Cia. NND vende o produto T. A empresa apresenta o seguinte Balanço em X8: Ativo Passivo + Patrimônio Líquido Disponibilidades Fornecedores Estoques Contas a Pagar Terrenos Empréstimos Móveis e Utensílios Capital Social (-) Depreciação Acumulada Lucros Acumulados Total Total Informações adicionais: I. o Estoque é constituído por unidades de mercadorias T adquiridas por R$10 cada. A empresa adota o CMPF (custo médio ponderado fixo) - controle periódico (no final de cada mês); II. os Móveis e Utensílios são depreciados à taxa de 10% ao ano. A empresa efetuou as seguintes operações no mês de outubro de X8: Data Evento 01 Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, para recebimento em 30 dias. 02 Compra de unidades de T por R$ 12,00 cada, para pagar em novembro/x8. 05 Compra de unidades de T por R$ 14,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para pagamento em 30 dias. 10 Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. 15 Venda de unidades de T por R$ 23,00 cada, à vista. 18 Aumento do capital social em R$ ,00, sendo integralizados imediatamente em dinheiro somente R$ ,00; o restante deverá ser integralizado dentro de 6 meses. 22 Compra de unidades de T por R$ 15,00, à vista. 25 Venda de unidades de T por R$ 24,00 cada, à vista. 26 Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. 30 Recebimento de R$ ,00 de clientes. 31 Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. Prof. José Jayme Moraes Junior 59

60 31 Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. 31 Taxa de recuperabilidade dos móveis e utensílios, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ R$ , Taxa de recuperabilidade do estoque de mercadorias T, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ 23,00 cada. 31 Venda do terreno por R$ ,00, à vista. 31 Distribuição de dividendos no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 pagos imediatamente e o restante provisionados para pagamento dentro de 60 dias. 18. Considerando somente os dados do enunciado, determine o percentual do valor adicionado que foi disponibilizado aos proprietários da entidade na forma de dividendos, em outubro/x8: (a) Menor 10%. (b) Entre 10,01% e 16%. (c) Entre 16,01% e 22%. (d) Entre 22,01% e 28%. (e) Maior que 28%. Resolução O primeiro ponto importante a ressaltar na questão diz respeito ao CMPF (custo médio ponderado fixo) ou Média Ponderada Fixa (MPF): Média Ponderada Fixa: é utilizada no inventário periódico e calculada com base nas mercadorias existentes em estoque no período considerado para o cálculo da média, ou seja, são computadas na média ponderada fixa inclusive as mercadorias que já tenham sido vendidas no momento do cálculo da média. Exemplo: Calcule o CMV da venda de 20/04/2006 com base na média ponderada fixa do mês de março (considere que o estoque inicial era zero). Data Operação Quantidade e Preço Preço Total 01/04/2006 Compra 10 unidades x R$ 10, /04/2006 Venda 5 unidades x R$ 30, /04/2006 Compra 10 unidades x R$ 12, Média Ponderada Fixa = ( )/20 = 220/20 = 11 (considera-se a compra de 30/04). CMV = 5 unidades vendidas x R$ 11,00 = R$ 55,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 60

61 Primeiramente, vamos determinar o CMPF (custo médio ponderado fixo): Estoque Inicial = unidades a R$ 10,00 cada 02 - Compra de unidades de T por R$ 12,00 cada, para pagar em novembro/x Compra de unidades de T por R$ 14,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para pagamento em 30 dias Compra de unidades de T por R$ 15,00, à vista. CMPF = ( x x x x 15)/ Agora, vamos efetuar todos os lançamentos, para fins didáticos: I - Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, para recebimento em 30 dias. Receita de Vendas = unidades x R$ 25,00 = R$ ,00 CMV = unidades x R$ 12,50 = R$ ,00 Clientes (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) CMV (Despesa) a Estoques (Ativo Circulante) Clientes Receita Bruta de Vendas II - Compra de unidades de T por R$ 12,00 cada, para pagar em novembro/x8. Estoques (Ativo Circulante) a Fornecedores (Passivo Circulante) Estoques Fornecedores Prof. José Jayme Moraes Junior 61

62 III - Compra de unidades de T por R$ 14,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para pagamento em 30 dias. Estoques (Ativo Circulante) a Diversos a Disponibilidades (Ativo Circulante) a Fornecedores (Passivo Circulante) Estoques (I) (II) (III) Fornecedores IV - Venda de unidades de T por R$ 25,00 cada, sendo metade à vista e metade a prazo para recebimento em 30 dias. Receita de Vendas = unidades x R$ 25,00 = R$ ,00 CMV = unidades x R$ 12,50 = R$ ,00 Diversos a Receita Bruta de Vendas (Receita) Caixa (Ativo Circulante) Clientes (Ativo Circulante) CMV (Despesa) a Estoques (Ativo Circulante) Clientes Receita Bruta de Vendas Disponibilidades (III) (IV) Estoques CMV V - Venda de unidades de T por R$ 23,00 cada, à vista. Receita de Vendas = unidades x R$ 23,00 = R$ ,00 CMV = unidades x R$ 12,50 = R$ ,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 62

63 Disponibilidades (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) CMV (Despesa) a Estoques (Ativo Circulante) Disponibilidades Receita Bruta de Vendas VI - Aumento do capital social em imediatamente em dinheiro somente integralizado dentro de 6 meses. R$ ,00, sendo integralizados R$ ,00; o restante deverá ser Capital a Integralizar (Patrimônio Líquido - Retificadora) a Capital Social (Patrimônio Líquido) Capital Social Capital a Integralizar Disponibilidades (Ativo Circulante) a Capital a Integralizar (Patnmônio Líquido - Retificadora) Disponibilidades Capital a Integralizar VII - Compra de unidades de T por R$ 15,00, à vista. Estoques (Ativo Circulante) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Prof. José Jayme Moraes Junior 63

64 Disponibilidades Estoques VIII - Venda de unidades de T por R$ 24,00 cada, à vista. Receita de Vendas = unidades x R$ 24,00 = R$ ,00 CMV = unidades x R$ 12,50 = R$ ,00 Disponibilidades (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) CMV (Despesa) a Estoques (Ativo Circulante) Disponibilidades Receita Bruta de Vendas Estoques CMV IX - Pagamento de R$ ,00 aos fornecedores e da totalidade do saldo das contas a pagar. Diversos a Disponibilidades (Ativo Circulante) Contas a Pagar (Passivo Circulante) Fornecedores (Passivo Circulante) Disponibilidades (III) (IV) (VII) (V) (IX) (VI) (VIII) Fornecedores Prof. José Jayme Moraes Junior 64

65 X - Recebimento de R$ ,00 de clientes. Disponibilidades (Ativo Circulante) a Clientes (Ativo Circulante) Contas a Pagar (IX) Disponibilidades (III) (IV) (VII) (V) (IX) (VI) (VIII) (X) Clientes (I) (X) (IV) XI - Reconhecimento e pagamento de despesas administrativas e comerciais no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 relativos a serviços de terceiros e o restante a pessoal próprio. Despesas Administrativas e Comerciais (Despesa) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Despesas Administrativas e Comerciais: - Serviços de Terceiros = R$ ,00 - Pessoal Próprio = R$ ,00 - R$ ,00 = R$ ,00 XII - Apropriação mensal de despesa de depreciação dos móveis e utensílios. Taxa de Depreciação = 10% ao ano Despesas com Depreciação = 10% x (1 /12 meses) x = 750 Despesas com Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (Ativo Imobillzado - Retif.) 750 Prof. José Jayme Moraes Junior 65

66 XIII - Taxa de recuperabilidade dos móveis e utensílios, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ R$ ,00. Valor Contábil de Móveis e Utensílios = = Taxa de Recuperabilidade = Perda por Desvalorização = = (250) Lançamento: Perda por Desvalorização - Teste de RecuperabilÜade (Despesa) a Provisão para Ajuste de Valor (Ativo Imobillzado - Retif.) 250 Provisão para Ajuste Perda por Desvalorização XIV - Taxa de recuperabilidade do estoque de mercadorias T, sendo o valor recuperável - conforme Resolução CFC 1.110/07 - no montante de R$ 23,00 cada ^ nada a fazer, pois o estoque está avaliado em R$ 12,50 a unidade (valor menor que o montante calculado). XV - Venda do terreno por R$ ,00, à vista. Disponibilidades (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) Custo do Terreno (Outras Despesas) a Terreno (Ativo Investimentos) Disponibilidades Outras Receitas Prof. José Jayme Moraes Junior 66

67 XVI - Distribuição de dividendos no montante total de R$ ,00, sendo R$ ,00 pagos imediatamente e o restante provisionados para pagamento dentro de 60 dias. Primeiramente, vamos apurar o Lucro Líquido do Exercício (LLEx): Despesas Adm. e Com. Despesas com Depreciação Transferência do LLEx para o PL: Lucro Líquido do Exercício a Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) Prof. José Jayme Moraes Junior 67

68 A RE (2) (1) (3) 750 (4) 250 (5) (6) (7) Lucros Acumulados (7) Distribuição e pagamento de dividendos: Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) a Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) a Disponibilidades (Ativo Circulante) Disponibilidades Lucros Acumulados Agora, vamos montar a DVA. A questão pedia o seguinte: "Considerando somente os dados do enunciado, determine o percentual do valor adicionado que foi disponibilizado aos proprietários da entidade na forma de dividendos, em outubro/x8: (a) Menor 10%. (b) Entre 10,01% e 16%. (c) Entre 16,01% e 22%. (d) Entre 22,01% e 28%. (e) Maior que 28%." Montando a Demonstração do Valor Adicionado a partir da DRE, teríamos: Prof. José Jayme Moraes Junior 68

69 Despesas Administrativas e Comerciais: - Serviços de Terceiros = R$ ,00 - Pessoal Próprio = R$ ,00 - R$ ,00 = R$ ,00 1-RECEITAS Out/2008 % 1.1. Vendas de mercadoria, produtos e serviços Prejuízo Não Operacional (8.000) 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.1. Materiais consumidos ( ) 2.2. Outros custos de produtos e serviços vendidos (Despesas Adm. e Com. Com terceiros, Desp. de Seguros e Desp. c/ Prov.) (85.000) (250) 3 - RETENÇÕES 3.1. Depreciação, amortização e exaustão (750) 4 -VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE , VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR ,00 100% 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados Salários e encargos , / = 20,33% 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos / = 15,41% 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício , / = 64,25% GABARITO: B (Fiscal de Rendas-RJ-2007-FGV) A empresa JJM Crianças e Cia., dedicada ao comércio de brinquedos, apurou o seguinte balanço patrimonial apurado em 31/12/2006: Balanço Patrimonial, JJM Crianças e Cia., apurado em 31/12/2006 caixa 55,00 fornecedores 600,00 clientes 1.000,00 salários a pagar 380,00 estoques 665,00 empréstimos 2.000,00 móveis e utensílios ,00 capital social 4.000,00 depreciação acum ,00 lucros acumulados 740,00 ativo total 7.720,00 passivo + PL 7.720,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 69

70 Considere as informações a seguir: - O estoque é avaliado pelo critério PEPS e era composto por: Mercadoria Custo unitário Quantidade estocada Valor total ioiô (unidade) 1, ,00 bolinhas de gude 2, ,00 (quilograma) bonecas de pano 3, ,00 (unidade) - Os móveis e utensílios têm vida útil original estimada em 10 anos e valor residual nulo. - Os empréstimos vencerão em 2010, mas cobram juros mensais de R$ 85,00. Durante o mês de janeiro de 2007, a empresa JJM Crianças e Cia. desenvolveu exclusivamente as seguintes transações (na ordem cronológica apresentada): i. Recebeu 1/4 do saldo de Contas a Receber em aberto no início do ano. ii. Os sócios aumentaram o Capital Social mediante subscrição de novas ações pelo valor nominal total de R$ ,00. Entretanto, só integralizaram R$ 8.000,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e R$ 3.000,00 em um computador novo a ser utilizado nas atividades administrativas (cujo tempo de vida útil é 5 anos e valor residual nulo). iii. Pagou toda a dívida com Fornecedores que estava em aberto no início do ano. iv. Pagou os Salários a Pagar que eram devidos no início do ano. v. Comprou unidades de ioiô ao custo unitário de R$ 1,00 cada; 25kg de bolinhas de gude ao custo unitário de R$ 3,00 cada quilo; 200 unidades de bonecas de pano ao custo unitário de R$ 3,50 cada. Essas compras foram negociadas para pagamento da seguinte forma: metade à vista e metade para pagamento em fevereiro próximo. vi. Contratou serviços de terceiros relativos ao desenvolvimento de uma campanha publicitária para veiculação na rádio local, cujos serviços foram executados e pagos ainda em janeiro, pelo valor total de R$ 500,00. vii. Reconheceu e pagou os juros do mês de janeiro, no valor de R$ 85,00. viii. Vendeu mercadorias à vista: 400 unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,00 cada; 30kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 10,00 cada quilo; 150 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 6,00 cada. ix. Vendeu mercadorias, cuja forma de pagamento foi negociada da seguinte forma: 1/3 à vista; 1/3 para recebimento em fevereiro próximo e o restante para recebimento em março próximo unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,50 cada; 20kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 12,00 cada quilo; 120 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 7,50 cada. x. Reconheceu e provisionou a folha de pagamentos aos empregados, no valor total de R$ 400,00. xi. Depreciou os móveis e utensílios e o computador. xii. Identificou que o valor de venda das bonecas de pano, para o mês seguinte, deverá ser reduzido para R$ 5,00 por unidade, em função da entrada de um novo concorrente que importará bonecas de pano da China por um Prof. José Jayme Moraes Junior 70

71 valor significativamente mais barato, apesar de a JJM Crianças e Cia. continuar comprando as bonecas de seu fornecedor tradicional. xiii. Amortizou, antecipadamente, metade dos empréstimos, pagando R$ 1.000,00 ao banco. O saldo remanescente continua vencendo no prazo inicialmente contratado. xiv. Distribuiu e pagou dividendos relativos ao lucro do mês de janeiro, no valor total de R$ 3.000, O percentual do Valor Adicionado que foi distribuído aos empregados, evidenciado na DVA apurada em 31/01/2007, foi, com valores arredondados, de: (a) 7,69%. (b) 8,28%. (c) 17,31%. (d) 8,51%. (e) 8,12%. Resolução Primeiramente, vamos efetuar lançamento por lançamento, para fins didáticos: i. Recebeu 1/4 do saldo de Contas a Receber em aberto no início do ano. Contas a Receber (31/12/2006) = Clientes = Recebimento de 1/4 = 1.000/4 = 250 Caixa (Ativo Circulante) a Clientes (Ativo Circulante) 250 Caixa (i) 305 Clientes (i) 750 ii. Os sócios aumentaram o Capital Social mediante subscrição de novas ações pelo valor nominal total de R$ ,00. Entretanto, só integralizaram R$ 8.000,00, sendo R$ 5.000,00 em dinheiro e R$ 3.000,00 em um computador novo a ser utilizado nas atividades administrativas (cujo tempo de vida útil é 5 anos e valor residual nulo). Aumento do Capital Social pela subscrição de novas ações = R$ ,00 Capital a Integrallzar (PL - Retficadora) a Capital Social (PL) Prof. José Jayme Moraes Junior 71

72 Capital Social (ii) Integralização do capital em R$ 8.000,00 (R$ 5.000,00 em dinheiro e R$ 3.000,00 em um computador) Diversos a Capital a Integrallzar (PL - Retificados) Caixa (Ativo Circulante) Móveis e Utensílios (ANC - Imobilizado) Caixa Móveis e Utensílios iii. Pagou toda a dívida com Fornecedores que estava em aberto no início do ano. Fornecedores (Passivo Circulante) a Caixa (Ativo Circulante) 600 Caixa (iii) 250 (i) (ii') iv. Pagou os Salários a Pagar que eram devidos no início do ano. Salários a Pagar (Passivo Circulante) a Caixa (Ativo Circulante) 380 Caixa Salários a Pagar v. Comprou unidades de ioiô ao custo unitário de R$ 1,00 cada; 25kg de bolinhas de gude ao custo unitário de R$ 3,00 cada quilo; 200 unidades de bonecas de pano ao custo unitário de R$ 3,50 cada. Essas compras foram Prof. José Jayme Moraes Junior 72

73 negociadas para pagamento da seguinte forma: metade à vista e metade para pagamento em fevereiro próximo. Compras = un x R$ 1, kg x R$ 3, un x R$ 3,50 ^ ^ Compras = = (metade à vista e metade para fevereiro) Mercadorias (Ativo Circulante) a Diversos a Caixa (Ativo Circulante) 887,50 a Fornecedores (Passivo Circulante) 887, Caixa Fornecedores Estoques Estoques: Mercadoria Custo unitário Quantidade estocada Valor total ioiô (unidade) 1, ,00 bolinhas de gude 2, ,00 (quilograma) 3, ,00 bonecas de pano 3, ,00 (unidade) 3, ,00 vi. Contratou serviços de terceiros relativos ao desenvolvimento de uma campanha publicitária para veiculação na rádio local, cujos serviços foram executados e pagos ainda em janeiro, pelo valor total de R$ 500,00. Despesas de Propaganda (Despesa) a Caixa (Ativo Circulante) 500 Caixa (iii) 250 (i) 380 (iv) (ii') 887,5 (v) 500 (vi) 2.937,50 Desp. de Propaganda 500 (vi) 500 vii. Reconheceu e pagou os juros do mês de janeiro, no valor de R$ 85,00. Juros Passivos (Despesa) a Caixa (Ativo Circulante) 85 Prof. José Jayme Moraes Junior 73

74 Caixa (iii) 250 (i) 380 (iv) (ii') 887,5 (v) 500 (vi) 85 (vii) 2.852,50 Juros Passivos 85 (vii) 85 viii. Vendeu mercadorias à vista: 400 unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,00 cada; 30kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 10,00 cada quilo; 150 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 6,00 cada. 400 un ioiô x R$ 4,00 30kg de bolinhas de gude x R$ 10, un de bonecas x R$ 6,00 Receita Bruta de Vendas Caixa (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) Caixa Receita Bruta de Vendas (iii) (viii) 250 (i) 380 (iv) (ii') 887,5 (v) (viii) 500 (vi) 85 (vii) 5.652,50 Custo das Mercadorias Vendidas: você deve lembrar que o método de avaliação de estoques é o PEPS, ou seja, primeiro que entra, primeiro que sai. 400 un ioiô x R$ 1,00 30kg de bolinhas de gude x R$ 2,00 95 un de bonecas x R$ 3,00 55 un de bonecas x R$ 3,50 Custo das Mercadorias Vendidas Estoques ,50 (viii) (v) 1.502,50 CMV 937,50 (viii) 937,50 R$ 1.600,00 R$ 300,00 R$ 900,00 R$ 2.800,00 Estoques: Mercadoria Custo unitário Quantidade estocada Valor total ioiô (unidade) 1, ,00 bolinhas de gude 2, ,00 (quilograma) 3, ,00 bonecas de pano 3, ,50 (unidade) Prof. José Jayme Moraes Junior 74

75 ix. Vendeu mercadorias, cuja forma de pagamento foi negociada da seguinte forma: 1/3 à vista; 1/3 para recebimento em fevereiro próximo e o restante para recebimento em março próximo unidades de ioiô ao preço unitário de R$ 4,50 cada; 20kg de bolinhas de gude ao preço unitário de R$ 12,00 cada quilo; 120 unidades de bonecas de pano ao preço unitário de R$ 7,50 cada. 800 un ioiô x R$ 4,50 20kg de bolinhas de gude x R$ 12, un de bonecas x R$ 7,50 Receita Bruta de Vendas R$ 3.600,00 R$ 240,00 R$ 900,00 R$ 4.740,00 1/3 à vista = 4.740/3 = R$ 1.580,00 2/3 a prazo = 2 x 4.740/3 = R$ 3.160,00 Diversos a Receita Bruta de Vendas (Receita) Caixa (Ativo Circulante) Clientes (Ativo Circulante) Caixa Receita Bruta de Vendas (iii) (viii) 250 (i) 380 (iv) (ix) (ii') 887,5 (v) (viii) 500 (vi) (ix) 85 (vii) 7.232, Clientes (i) (ix) Custo das Mercadorias Vendidas: você deve lembrar que o método de avaliação de estoques é o PEPS, ou seja, primeiro que entra, primeiro que sai. 800 un ioiô x R$ 1,00 10kg de bolinhas de gude x R$ 2,00 10 kg de bolinhas de gude x R$ 3, un de bonecas x R$ 3,50 Custo das Mercadorias Vendidas Estoques: Mercadoria Custo unitário Quantidade estocada Valor total ioiô (unidade) 1, ,00 bolinhas de gude 3, ,00 (quilograma) bonecas de pano 3, ,50 (unidade) Prof. José Jayme Moraes Junior 75

76 x. Reconheceu e provisionou a folha de pagamentos aos empregados, no valor total de R$ 400,00. Despesas de Salários (Despesa) a Salários a Pagar (Passivo Circulante) Despesas de Salários 400 (x) 400 Salários a Pagar 400 (x) xi. Depreciou os móveis e utensílios e o computador. De acordo com o enunciado da questão, os móveis e utensílios têm vida útil estimada em 10 anos e valor residual nulo. Além disso, no item "ii" foi informado que o computador possui vida útil de 5 anos e valor residual nulo. Taxa de Depr. Mensal (Móveis) = 1/(10 anos x 12 meses) = 1/120 ao mês Taxa de Depr. Mensal (Computador) = 1/(5 anos x 12 meses) = 1/60 ao mês Depreciação de Janeiro = / /60 = 83, = 133,33 Despesas com Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumuladas (ANC - Imobillzado - Retificados) 133,33 xii. Identificou que o valor de venda das bonecas de pano, para o mês seguinte, deverá ser reduzido para R$ 5,00 por unidade, em função da entrada de um novo concorrente que importará bonecas de pano da China por um valor significativamente mais barato, apesar de a JJM Crianças e Cia. continuar comprando as bonecas de seu fornecedor tradicional. Como a última venda de bonecas de pano efetuada pela empresa foi pelo valor unitário de R$ 7,50 e há uma previsão de que este preço será reduzido para R$ 5,00, em função da entrada de um novo concorrente que importará bonecas de pano da China por um valor significativamente mais barato, deverá ser feita uma reserva de contingências de: Res. de Conting. = 25 unidades de bonecas de pano em estoque X (R$ 7,50 - R$ 5,00) = 25 x 2,50 = R$ 62,50 Lucros Acumulados (PL) a Reserva de Contingências (PL) 62,50 Prof. José Jayme Moraes Junior 76

77 (*) Já efetuei o lançamento aqui, mas o mais correto era fazer após a apuração do resultado e transferência do resultado para a conta "Lucros Acumulados". Reserva de Contingências Lucros Acumulados xiii. Amortizou, antecipadamente, metade dos empréstimos, pagando R$ 1.000,00 ao banco. O saldo remanescente continua vencendo no prazo inicialmente contratado. Empréstimos (PNC - Longo Prazo) a Caixa (Ativo Circulante) Caixa Empréstimos (xiii) xiv. Distribuiu e pagou dividendos relativos ao lucro do mês de janeiro, no valor total de R$ 3.000,00. Primeiramente, vamos apurar o resultado do período por meio da DRE: Receita Bruta de Vendas (-) CMV Lucro Bruto (2.207,50) 5.332,50 Despesas de Propaganda (500) Juros Passivos (85) Despesas de Salários (400) Despesas c/ Depreciação (133,33) Lucro Líquido do Exercício 4.214,17 Receita Bruta de Vendas (viii) (ix) (I) Desp. de Propaganda 500 (vi) (IV) CMV 937,50 (viii) (ix) 2.207, ,50 (II) Despesas c/ Depreciação 133,33 (xi) 133,33 133,33 (III) Prof. José Jayme Moraes Junior 77

78 Apuração do Resultado 2.207,50 (II) (I) 133,33 (III) 500 (IV) 85 (V) 400 (VI) 4.214,17 (1) 4.214,17 Transferência para a conta "Lucros Acumulados": Lucro Líquido do Exercício a Lucros Acumulados (PL) 4.214,17 Lucros Acumulados 62,50 (xii) ,17 (1) 4.891,67 Distribuição de Dividendos no valor de R$ 3.000,00 Lucros Acumulados (PL) a Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) Lucros Acumulados 62,50 (xii) (xiv) ,17 (1) 1.891,67 Dividendos a Pagar (xiv) Pagamento de Dividendos no valor de R$ 3.000,00 Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) a Caixa (Ativo Circulante) Caixa (iii) 250 (i) 380 (iv) (ii') 887,5 (v) (viii) 500 (vi) (ix) 85 (vii) (xiii) (xiv') 3.232,50 Dividendos a Pagar (xiv') (xiv) Prof. José Jayme Moraes Junior 78

79 Demonstração do Valor Adicionado (DVA) em 31/01/2007: 1-RECEITAS 20XX+1 % 1.1. Vendas de mercadoria, produtos e serviços INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS 2.1. Materiais consumidos (2.207,50) 2.2. Outros custos de produtos e serviços vendidos (Despesas de Propaganda) (500) 3 - RETENÇÕES 3.1. Depreciação, amortização e exaustão (133,33) 4 -VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE 4.699, VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 4.699,17 100% 7 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 7.1. Empregados Salários e encargos /4.699,17 = 8,51% 7.3. Financiadores Juros 85 85/4.699,17 = 1,81% 7.4. Juros sobre capital próprio e dividendos /4.699,17 = 63,84% 7.5. Lucros retidos/prejuízo do exercício 1.214, ,17/4.699,17 = 25,84% GABARITO: D (Fiscal de Rendas-MS-2006-FGV) A Cia. Comercial Complexa e Extensa apurou o seguinte Balanço Patrimonial em 01/01/2005: ATIVO $ PASSIVO + PL $ Ativo circulante ,00 Patrimônio Líquido ,00 Caixa ,00 Capital Social ,00 Prof. José Jayme Moraes Junior 79

80 Durante o primeiro semestre de 2005, ocorreram as seguintes transações: I - Os sócios da Cia. Comercial Complexa e Extensa aumentaram o Capital Social da empresa em $ ,00, da seguinte forma: $ ,00 integralizados, imediatamente, em dinheiro; $ ,00 integralizados, imediatamente, em um terreno localizado na cidade de Corumbá; e $ ,00 a serem integralizados no ano de II - A Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou unidades da mercadoria "Dificuldade", por $1,50 a unidade (desconsidere os impostos). O pagamento ao fornecedor foi realizado à vista. III - A Cia. Comercial Complexa e Extensa vendeu unidades da mercadoria "Dificuldade", por $ 2,00 a unidade (desconsidere os impostos). A venda foi negociada a prazo. IV - A Cia. Comercial Complexa e Extensa recebeu de seus clientes metade (1/2) das Duplicatas a Receber. O restante das duplicatas vencerá, ainda, em 2005 (no segundo semestre). V - No início de abril, a Cia. Comercial Complexa e Extensa obteve um empréstimo bancário no valor de $ ,00. O principal deverá ser pago em 2009, mas os juros mensais de $ 400,00 devem ser pagos ao final de cada mês. A Cia. Comercial Complexa e Extensa honrou o pagamento dos juros nos prazos acordados (inclusive no mês de abril). VI - No início de maio, a Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou um caminhão, à vista, por $ ,00. Espera-se que esse veículo tenha uma vida útil de 5 anos, ao final do qual se reduzirá a sucata, e o método de depreciação adotado é o linear - cotas constantes. A Cia. Comercial Complexa e Extensa reconheceu a depreciação mensalmente (inclusive no mês de maio). VII - A Cia. Comercial Complexa e Extensa incorreu e pagou despesas administrativas de $ ,00 e despesas comerciais de $ 5.000,00. Dessas despesas, $ 8.000,00 eram referentes a Pessoal e Encargos; e o restante, referente a Serviços Contratados de Terceiros. Desconsidere a incidência de qualquer tributo, bem como qualquer outra variável não apresentada neste enunciado. Sabe-se que 25% do lucro do semestre foram provisionados como dividendos, mas ainda não foram pagos. 20. De acordo com o Ofício-Circular CVM/SNC/SEP 01/06, determine o Valor Adicionado Total a Distribuir da Cia. Comercial Complexa e Extensa, apresentado na Demonstração do Valor Adicionado, apurada em 30/06/2005. Prof. José Jayme Moraes Junior 80

81 (a) $ 4.300,00 (b) $ ,00 (c) $ ,00 (d) $ ,00 (e) $ ,00 Resolução Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Esta questão trata da Demonstração do Valor Adicionado, que, a partir da publicação da Lei n o /07, é uma das demonstrações obrigatórias. Sua estrutura está definida na NBC T 3.7, conforme abaixo: Modelo I - Demonstração do Valor Adicionado - EMPRESAS EM GERAL Em Em milhare milhar DESCRIÇÃO s de es de reais reais 20X1 20X0 1 - RECEITAS 1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços 1.2) Outras receitas 1.3) Receitas relativas à construção de ativos próprios 1.4) Provisão para créditos de liquidação duvidosa - Reversão / (Constituição) 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui os valores dos impostos - ICMS, IPI, PIS e COFINS) 2.1) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos 2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros 2.3) Perda / Recuperação de valores ativos 2.4) Outras (especificar) 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 5 - VALOR ADICIONADO LIQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6.1) Resultado de equivalência patrimonial 6.2) Receitas financeiras 6.3) Outras 7 - VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO (*) 8.1) Pessoal Remuneração direta Benefícios Prof. José Jayme Moraes Junior 81

82 F.G.T.S Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios 8.2) Impostos, taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais 8.3) Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras 8.4) Remuneração de capitais próprios Juros sobre o capital próprio Dividendos Lucros retidos / Prejuízo do exercício Participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/ consolidação) (*) O total do item 8 deve ser exatamente igual ao item 7. I - Os sócios da Cia. Comercial Complexa e Extensa aumentaram o Capital Social da empresa em $ ,00, da seguinte forma: $ ,00 integralizados, imediatamente, em dinheiro; $ ,00 integralizados, imediatamente, em um terreno localizado na cidade de Corumbá; e $ ,00 a serem integralizados no ano de Logo, esta empresa possui um saldo da conta "Capital a Integralizar" de R$ ,00. Os R$ ,00, como somente serão integralizados em 2008, não farão parte do lançamento atual. Lançamento: Diversos a Capital a Integrallzar (Patrimônio Líquido - Retificados) Caixa (Ativo Circulante) Terreno (ANC - Investimentos) II - A Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou unidades da mercadoria "Dificuldade", por $1,50 a unidade (desconsidere os impostos). O pagamento ao fornecedor foi realizado à vista. Compra de Mercadorias à vista = x 1,50 = Lançamento: Mercadorias (Ativo Circulante) a Caixa (Ativo Circulante) Prof. José Jayme Moraes Junior 82

83 III - A Cia. Comercial Complexa e Extensa vendeu unidades da mercadoria "Dificuldade", por $ 2,00 a unidade (desconsidere os impostos). A venda foi negociada a prazo. Venda a Prazo = x 2 = Lançamentos: Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) a Receita Bruta de Vendas (Receita) CMV (Despesa) a Mercadorias (Ativo Circulante) = x 1, IV - A Cia. Comercial Complexa e Extensa recebeu de seus clientes metade (1/2) das Duplicatas a Receber. O restante das duplicatas vencerá, ainda, em 2005 (no segundo semestre). Metade das Duplicatas a Receber = /2 = Lançamento: Caixa (Ativo Circulante) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) V - No início de abril, a Cia. Comercial Complexa e Extensa obteve um empréstimo bancário no valor de $ ,00. O principal deverá ser pago em 2009, mas os juros mensais de $ 400,00 devem ser pagos ao final de cada mês. A Cia. Comercial Complexa e Extensa honrou o pagamento dos juros nos prazos acordados (inclusive no mês de abril). A empresa obteve um empréstimo de R$ ,00 e haverá pagamento de juros mensais de R$ 400,00. Primeiramente, como o valor do principal do empréstimo somente será pago em 2009, o lançamento seria: Bancos (Ativo Circulante) a Empréstimos de LP (PNC "LP") O pagamento dos juros (até o balanço de 30/06/2005) ocorreu em 30/04/2005, 31/05/2005 e 30/06/2005. O lançamento consolidado seria: Juros Passivos (Despesas) a Bancos (Ativo Circulante) = 3 x VI - No início de maio, a Cia. Comercial Complexa e Extensa comprou um caminhão, à vista, por $ ,00. Espera-se que esse veículo tenha uma vida útil de 5 anos, ao final do qual se reduzirá a sucata, e o método de Prof. José Jayme Moraes Junior 83

84 depreciação adotado é o linear - cotas constantes. A Cia. Comercial Complexa e Extensa reconheceu a depreciação mensalmente (inclusive no mês de maio). A - Aquisição do caminhão: Compra de caminhão à vista = Lançamento: Caminhão (Ativo Não Circulante - Imobilizado) a Caixa (Ativo Circulante) B - Despesas com Depreciação até 31/06/2005: Vida Útil = 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 0,2 = 20% ao ano Período Depreciado = maio e junho = 2 meses Depreciação = Método Linear Lançamento: Despesas com Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (ANC - Imob. - Retificados) VII - A Cia. Comercial Complexa e Extensa incorreu e pagou despesas administrativas de $ ,00 e despesas comerciais de $ 5.000,00. Dessas despesas, $ 8.000,00 eram referentes a Pessoal e Encargos; e o restante, referente a Serviços Contratados de Terceiros. Pagamento de despesas: Despesas Administrativas = Despesas Comerciais = Lançamento: Diversos a Caixa (Ativo Circulante) Despesas Administrativas (Despesa) Despesas Comerciais (Despesa) Prof. José Jayme Moraes Junior 84

85 Demonstração do Resultado do Exercício: Receita Bruta de Vendas (-) CMV (67.500) Lucro Bruto (-) Despesas de Juros (1.200) (-) Despesas com Depreciação (2.000) (-) Despesas Administrativas (10.000) (-) Despesas Comerciais (5.000) Lucro Líquido do Exercício Transferência para Lucros Acumulados: Resultado do Exercício a Lucros ou Prejuízos Acumulados (Patrimônio Líquido) VIII - Sabe-se que 25% do lucro do semestre foram provisionados como dividendos, mas ainda não foram pagos. Dividendos Provisionados = 25% x LLEx = 25% x = Lucros ou Prejuízos Acumulados (Patrimônio Líquido) a Dividendos a Pagar (Passivo Circulante) IX - Demonstração do Valor Adicionado (DVA) 1. Receitas: Receita Bruta de Vendas Insumos Adquiridos de Terceiros: Custo das Mercadorias Vendidas Despesas Administrativas Despesas Comerciais (-) Despesas com Pessoal e Encargos (8.000) (*) Valor Adicionado Bruto (1-2) Retenções Despesas com Depreciação Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (3-4) (*) As despesas com pessoal e encargos (que estavam consideradas no total das despesas administrativas), são distribuição do valor adicionado. GABARITO: B Prof. José Jayme Moraes Junior 85

86 21.(Contador Junior-Companhia Potiguar de Gas-2006-FGV) De acordo com a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), analise as afirmativas a seguir: I. A Depreciação reconhecida no período corresponde a uma retenção do valor adicionado. II. A remuneração paga (devida ou creditada) a autônomos corresponde a uma distribuição do valor adicionado para a sociedade. III. Os juros recebidos das aplicações financeiras (Receitas Financeiras na DRE) correspondem a um abatimento dos "Juros e Aluguéis" evidenciados na DVA como distribuição do valor adicionado a terceiros e investidores. Assinale: (a) se somente a afirmativa I estiver correta. (b) se somente a afirmativa II estiver correta. (c) se somente a afirmativa III estiver correta. (d) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. (e) se todas as afirmativas estiverem corretas. Resolução Analisando as alternativas: I. A Depreciação reconhecida no período corresponde a uma retenção do valor adicionado. A alternativa está CORRETA. II. A remuneração paga (devida ou creditada) a autônomos corresponde a uma distribuição do valor adicionado para a sociedade. A alternativa está INCORRETA, pois corresponde a serviços de terceiros, classificados como "Insumos" na DVA.. III. Os juros recebidos das aplicações financeiras (Receitas Financeiras na DRE) correspondem a um abatimento dos "Juros e Aluguéis" evidenciados na DVA como distribuição do valor adicionado a terceiros e investidores. A alternativa está INCORRETA, pois os juros recebidos de aplicações financeiras são receitas financeiras, classificadas em "Valor Adicionado Recebido em Transferência". GABARITO: A Prof. José Jayme Moraes Junior 86

87 (Consultor do Executivo-Ciências Contábeis-Sefaz/ES-2010-Cespe) Em 2007, a Lei n /07 alterou a Lei n 6.404/76, tornando obrigatória a elaboração da DVA. A respeito dessa alteração lega, julgue os itens 22 a A elaboração da DVA é obrigatória para todas as companhias, sejam elas de capital aberto ou de capital fechado. Resolução A partir de 01/01/2008, com as alterações da Lei das SA pela Lei n o /07, a DVA passou a ser obrigatória para as sociedades por ações abertas. Além disso, para as sociedades de grande porte, isto é, empresas com ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, são obrigadas à elaboração de demonstrações financeiras, que deverão sofrer auditoria independente. Resumindo, teríamos as seguintes companhias obrigadas à elaboração da DFC: - Sociedades por ações abertas; e - Sociedades de grande porte. O item está ERRADO. GABARITO: Errado 23. A DVA tem a função de evidenciar aos usuários das informações contábeis o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída. Resolução A principal função da DVA é identificar e divulgar o valor da riqueza gerada por uma entidade e a forma pela qual esta riqueza foi distribuída entre os diversos setores que contribuíram, direta ou indiretamente, para a sua geração. Ou seja, a DVA tem a função de evidenciar aos usuários das informações contábeis o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída. O item está CORRETO. GABARITO: Certo 24. De modo subsidiário, a DVA pode ser utilizada pelas companhias para apuração mensal do valor do imposto de renda devido. Prof. José Jayme Moraes Junior 87

88 Resolução Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios A DVA não pode ser utilizada para apuração mensal do valor do imposto de renda devido. A apuração do imposto de renda devido, de acordo com a legislação fiscal, para as empresas tributadas pelo lucro real, por exemplo, é feita pelo Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). O item está ERRADO. GABARITO: Errado 25.(Fiscal de Rendas-SP-2009-FCC) O valor da receita de equivalência patrimonial recebida pela empresa de controlada deve ser apresentada na DVA como (A) distribuição de riqueza - remuneração do capital de terceiros. (B) receita criada pela entidade - outras receitas. (C) receitas não-operacionais - demais. (D) valor adicionado recebido em transferência. (E) distribuição de riqueza - remuneração de capital próprio. Resolução Os valores adicionados recebidos em transferência correspondem aos valores recebidos de terceiros. São eles: Resultado de equivalência patrimonial - o resultado da equivalência pode representar receita ou despesa; se despesa, deve ser considerado como redução ou valor negativo. Receitas financeiras - inclui todas as receitas financeiras, inclusive as variações cambiais ativas, independentemente de sua origem. Outras receitas - inclui os dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo, aluguéis, direitos de franquia, etc. GABARITO: D Espero que tenha gostado desta aula. Até a próxima aula! Bons estudos, Moraes Junior [email protected] Prof. José Jayme Moraes Junior 88

89 Bibliografia Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Lei das Sociedades Anônimas com as alterações trazidas pela Lei n o /07 e pela MP n o 449/08, convertida na Lei n o /09. Normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). FIPECAFI, Manual de Contabilidade Societária (aplicável a todas as sociedades). São Paulo. Editora Atlas MORAES JUNIOR, José Jayme. Contabilidade Geral. Rio de Janeiro. Elsevier Editora. Terceira Edição Prof. José Jayme Moraes Junior 89

EAC 0111 Fundamentos de Contabilidade

EAC 0111 Fundamentos de Contabilidade EAC 0111 Fundamentos de Contabilidade Prof. Jerônimo Antunes DEFINIÇÃO Demonstração contábil que evidencia, o valor e a composição da riqueza criada (ou gerada) pela entidade, bem como a maneira como foi

Leia mais

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Demonstração do Valor Adicionado DVA Prof.: Salomão Soares Aspectos Gerais A alteração do art. 176 pela Lei nº11.638/07, inclui a Demonstração do Valor Adicionado

Leia mais

Lista 07 Exercícios - DFC

Lista 07 Exercícios - DFC 1 Lista 07 Exercícios - DFC A respeito de demonstrações contábeis, seus componentes, seus respectivos registros e sua evidenciação, julgue os itens 1 e 2 subsequentes. 1. (CESPE CNJ Analista Judiciário

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6)

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR - DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) VENDAS Vendas Operacionais Vendas não Operacionais PDD- Constituição/Reversão VALOR BRUTO VALOR LIQUIDO VALOR TOTAL A DISTRIBUIR 2 4 6 INSUMOS

Leia mais

Contabilidade Avançada. Prof. Esp. Geovane Camilo dos Santos Mestrando em Contabilidade e Controladoria UFU

Contabilidade Avançada. Prof. Esp. Geovane Camilo dos Santos Mestrando em Contabilidade e Controladoria UFU Contabilidade Avançada Prof. Esp. Geovane Camilo dos Santos Mestrando em Contabilidade e Controladoria UFU E-mail: [email protected] OBRIGATORIEDADE Lei 11.638/2007 Empresas capital aberto Modelo

Leia mais

Demonstração do Valor Adicionado. Contabilidade - Prof: Fernando Aprato

Demonstração do Valor Adicionado. Contabilidade - Prof: Fernando Aprato Demonstração do Valor Adicionado Contabilidade - Prof: Fernando Aprato 1. Introdução A demonstração do valor adicionado (DVA), que representa um dos componentes do balanço social, evidencia a riqueza econômica

Leia mais

CPC 09 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

CPC 09 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO CPC 09 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO A DVA tem como objetivo informar a riqueza gerada pela entidade e a forma com tal riqueza foi distribuída para seus participantes. Componente importante do Balanço

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Valor Adicionado Parte 1. Prof. Cláudio Alves

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Valor Adicionado Parte 1. Prof. Cláudio Alves CONTABILIDADE GERAL Demonstrações Contábeis Demonstração do Valor Adicionado Parte 1 Prof. Cláudio Alves DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é um relatório contábil

Leia mais

Palestra. Apresentação das Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas (CPC 03 e 09) Outubro Elaborado por:

Palestra. Apresentação das Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas (CPC 03 e 09) Outubro Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: [email protected] web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Curso intensivo CFC

Curso intensivo CFC Curso intensivo CFC 2018.1 Prof.: Osvaldo Marques DISCIPLINAS Contabilidade Geral Prof. Osvaldo Marques 1 Q. 1 Utilizando a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), temos: Custo dos Produtos Vendidos

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CONTABILIDADE AVANÇADA 1/2017 Exercício de Fixação 1

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CONTABILIDADE AVANÇADA 1/2017 Exercício de Fixação 1 Exercício de Fixação 1 Questão 1: (Auditor Fiscal da Receita Estadual SEFAZ-RJ, 2014): Determinada empresa comercial apresentava as seguintes informações referentes ao primeiro semestre de 2013: Sabe-se

Leia mais

Geovane Camilo dos Santos

Geovane Camilo dos Santos Exercício de Fixação 1 Questão 1: (Auditor Fiscal da Receita Estadual SEFAZ-RJ, 2014): Determinada empresa comercial apresentava as seguintes informações referentes ao primeiro semestre de 2013: Sabe-se

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 3 Demonstração do Resultado Abrangente 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CONTABILIDADE AVANÇADA 1/2019

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CONTABILIDADE AVANÇADA 1/2019 Exercício de Fixação 1 Elaborado por Ribeiro (2017): A empresa Comercial Sabino apresenta a seguinte demonstração do resultado do Exercício no período de 2017. Demonstração do Resultado do Exercício Comercial

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração do Fluxo de Caixa 6 Demonstração das Mutações

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 3 Demonstração do Resultado Abrangente 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ FRAS-LE S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ FRAS-LE S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 3 Demonstração do Resultado Abrangente 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixa A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) faz parte do grupo de demonstrações contábeis obrigatórias a serem apresentadas pelas companhias abertas. No entanto, esta demonstração

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 6 Demonstração do Fluxo de Caixa 7 Demonstração das Mutações

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 6 Demonstração do Fluxo de Caixa 7 Demonstração das Mutações

Leia mais

Comentários da prova p/ Analista Judiciário Especialidade Contabilidade TRE - SP Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova p/ Analista Judiciário Especialidade Contabilidade TRE - SP Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Comentários da prova p/ Analista Judiciário Especialidade Contabilidade TRE - SP Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL TRE - SP Trago para vocês os comentários

Leia mais

Conjunto das demonstrações contábeis

Conjunto das demonstrações contábeis Conjunto das demonstrações contábeis O conjunto completo das demonstrações contábeis está previsto no item 10 da NBC TG 26 R4: (a) Balanço Patrimonial (BP) O artigo 178 da Lei nº 6.404/1976 trata do Balanço

Leia mais

Demonstrações Contábeis. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN

Demonstrações Contábeis. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN Demonstrações Contábeis Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901 Demonstrações Contábeis O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece : Ao final de cada exercício

Leia mais

Você está fazendo isso pelo bem daqueles que você ama!

Você está fazendo isso pelo bem daqueles que você ama! 01-2012.1 - Questão 1 Uma sociedade empresária apresentou os seguintes dados para a elaboração da Demonstração do Valor Adicionado: Informações adicionais: I. O custo de aquisição da mercadoria vendida

Leia mais

Para fins da DFC, Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários de livre movimentação (Bancos Conta Movimento).

Para fins da DFC, Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários de livre movimentação (Bancos Conta Movimento). CAPÍTULO 9 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DFC E DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC 1. Fundamentação Legal O conteúdo mínimo da Demonstração dos Fluxos de

Leia mais

1 LISTA DE QUESTÕES. 1) Uma empresa apresentava, em 01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial:

1 LISTA DE QUESTÕES. 1) Uma empresa apresentava, em 01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: 1 LISTA DE QUESTÕES 1) Uma empresa apresentava, em 01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: Em 2013 a empresa vendeu o terreno por R$ 4.000,00 à vista e pagou imposto de renda de 34% sobre o lucro.

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA JUROS SOBRE CAPITAL próprio

CONTABILIDADE AVANÇADA JUROS SOBRE CAPITAL próprio CONTABILIDADE AVANÇADA JUROS SOBRE CAPITAL próprio Pergunta 1 Determinada Empresa apresentou os seguintes saldos: Capital social integralizado 2.000.000 Reservas de capital 240.000 Lucros acumulados 200.000

Leia mais

Comentários da prova de Contador do Tribunal de Justiça (TJ) do Piauí Disciplina: Contabilidade Geral e de Custos Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova de Contador do Tribunal de Justiça (TJ) do Piauí Disciplina: Contabilidade Geral e de Custos Professor: Feliphe Araújo Comentários da prova de Contador do Tribunal de Justiça (TJ) do Piauí Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova TJ Piauí ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL E DE CUSTOS

Leia mais

Curso Fluxo de Caixa Realizado

Curso Fluxo de Caixa Realizado Curso Fluxo de Caixa Realizado C o nta d o r S a l é z i o D a g o s t i m s a l e z i o @ d a g o st i m. c o m. b r 1 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA A Demonstração dos Fluxos de Caixa tornou-se obrigatória

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em reais) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 ATIVO NE 31/12/2013 31/12/2012 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO NE 31/12/2013 31/12/2012 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponibilidades 4 85.142.911 86.881.544

Leia mais

Painel. Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº /2007 TAX

Painel. Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº /2007 TAX Painel Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº. 11.638/2007 TAX 0 Demonstrações Financeiras Aplicabilidade As normas da Lei n 6.404/76, para

Leia mais

1) INDICADORES PARA ANÁLISE DO DVA- DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 1

1) INDICADORES PARA ANÁLISE DO DVA- DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 1 1) INDICADORES PARA ANÁLISE DO DVA- DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO 1 De acordo com a NBC T 3.7 - do Conselho Federal de Contabilidade, a DVA Demonstração de valor Adicionado é conceituada como: A demonstração

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 3. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 3. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 3 Demonstração do Resultado Abrangente 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ TEC TOY S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 3

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ TEC TOY S.A. Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 3 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Resultado Abrangente 6 Demonstração do Fluxo de Caixa 7 Demonstração das Mutações

Leia mais

Elekeiroz S.A. Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com o IFRS em 31 de dezembro de 2013

Elekeiroz S.A. Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com o IFRS em 31 de dezembro de 2013 Elekeiroz S.. Demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com o IFRS em 31 de dezembro de 2013 Balanço patrimonial tivo Circulante Nota 31 de dezembro de 2013 31 de

Leia mais

Caderno de Prova 04, Tipo 001

Caderno de Prova 04, Tipo 001 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 26. Em 31/12/2016 a Cia. das Flores apresentava os seguintes saldos para as contas componentes do seu Patrimônio Líquido: Capital Social... R$ 500.000,00 Reservas de Capital...

Leia mais

Bicicletas Monark S.A.

Bicicletas Monark S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Em milhares de Reais) ATIVO Notas 2018 2017 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 3 150.534 158.553 Contas a receber de clientes - 4.209 5.598

Leia mais

Curso Ninjas do CFC 100% ONLINE e GRATUITO

Curso Ninjas do CFC 100% ONLINE e GRATUITO Curso Ninjas do CFC 100% ONLINE e GRATUITO Prof. Osvaldo Marques Aula 5 Demonstrações Contábeis Parte 2 Prof. Osvaldo Marques 1 CFC DVA NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado Valor adicionado representa

Leia mais

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34 Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade: Conceitos, Objeto, Objetivo, Finalidade e Campo de Aplicação...1 2. Usuários da Informação Contábil...2 3. Principais Tipos de Sociedades Existentes

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração do Fluxo de Caixa 6 Demonstração das Mutações

Leia mais

ESTUDO DE CASO. O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula.

ESTUDO DE CASO. O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula. Análise Econômica e Financeira Prof. Esp. Lyndon Johnson ESTUDO DE CASO Caro aluno(a), O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula. Para isso,

Leia mais

Plano de Contas. Prof: Fernando Aprato

Plano de Contas. Prof: Fernando Aprato Plano de Contas Prof: Fernando Aprato Plano de Contas é o conjunto de contas, previamente estabelecido, que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à entidade, além de servir

Leia mais

Sumário. Capítulo Conceito Bens Direitos Obrigações Patrimônio Líquido Estados Patrimoniais...

Sumário. Capítulo Conceito Bens Direitos Obrigações Patrimônio Líquido Estados Patrimoniais... Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade...1 1.1. Conceitos...1 1.2. Campo de Aplicação...2 1.3. Funções da Contabilidade...2 1.4. Usuários da Informação Contábil...3 1.5. Técnicas Contábeis

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2014 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2014 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2014 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 12.280 Fornecedores 52.496 Contas a Receber 214.990

Leia mais

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6 QUESTIONÁRIO 6 (Questões Exame de Suficiência 1 2013) 2. Relacione os grupos do Ativo descritos, na primeira coluna, com as suas respectivas propriedades, na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2014 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2014 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2014 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 13.664 Fornecedores 34.369 Contas a Receber 178.605

Leia mais

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS ESTRUTURA PATRIMONIAL Patrimônio = Bens + Direitos ( ) Obrigações SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Ativo ( ) Passivo = Situação Líquida (Patrimônio Líquido) FLUXO DE RECURSOS ATIVO Aplicação dos Recursos

Leia mais

Caderno de Prova A01, Tipo 005

Caderno de Prova A01, Tipo 005 PROVA OBJETIVA P2 CONHECIMENTOS BÁSICOS Contabilidade Geral 1. Em 30/11/2017, a empresa TecnoBite, que atua no setor de revenda de computadores, apresentava a seguinte situação patrimonial: Caixa e Equivalentes

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Valores expressos em reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Valores expressos em reais) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 ATIVO Explicativa n o 31/12/2011 31/12/2010 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Explicativa n o 31/12/2011 31/12/2010 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponibilidades

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CIA BRASILIANA DE ENERGIA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ CIA BRASILIANA DE ENERGIA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 7 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques

Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques 1 Alegria, felicidade e emoção rumo à sua aprovação 2 AULA 9 de 10 3 CONTABILIDADE GERAL PRINCIPAIS ASSUNTOS COBRADO EM PROVA DVA Fluxo de

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2014 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2014 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2014 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 11.571 Fornecedores 50.139 Contas a Receber 195.121

Leia mais

DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE

DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE Em 31.7.2013, uma sociedade empresária firmou contrato de seguros com cláusula de cobertura dos a

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2014 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2014 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2014 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 7.781 Fornecedores 39.445 Contas a Receber 184.893

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JUNHO DE 2014 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JUNHO DE 2014 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JUNHO DE 2014 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 3.312 Fornecedores 37.129 Contas a Receber 187.764

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E 2014 (Valores expressos em reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E 2014 (Valores expressos em reais) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E 2014 ATIVO NE 31/12/2015 31/12/2014 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO NE 31/12/2015 31/12/2014 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponibilidades 4 90.705.601 82.095.096

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO...

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 19 CAPÍTULO I ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA CONTABILIDADE... 21 1. Conceito de contabilidade... 21 2. Objeto... 22 3. Campo de aplicação... 23 4. Objetivos... 23 5.

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2013 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2013 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2013 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 299 Fornecedores 39.642 Aplicações Financeiras 3.705 Provisão

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2015 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2015 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2015 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 4.994 Fornecedores 53.161 Contas a Receber 84.310

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2009 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2009 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2009 ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e Bancos 342 Fornecedores 33.905 Aplicações Financeiras 7.628 Provisão Férias e Encargos

Leia mais

Nivelamento de Conceitos Contábeis

Nivelamento de Conceitos Contábeis Nivelamento de Conceitos Contábeis Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Substituiu a Demonstração das Origens

Leia mais

PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02. Prof. Mauricio Pocopetz

PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02. Prof. Mauricio Pocopetz PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02 Prof. Mauricio Pocopetz QUESTÕES DE CONTABILIDADE PROVA 2016-1 Prof. Mauricio Pocopetz Questão 13 - Contabilidade 13. Com relação à Demonstração dos Lucros ou Prejuízos

Leia mais

EXERCÍCIOS TEORIA DA CONTABILIDADE Prof. Valbertone Fonte CFC. RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO: 1 - Podemos considerar como fato permutativo a transação:

EXERCÍCIOS TEORIA DA CONTABILIDADE Prof. Valbertone Fonte CFC. RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO: 1 - Podemos considerar como fato permutativo a transação: RESPONDA AS QUESTÕES ABAIXO: 1 - Podemos considerar como fato permutativo a transação: a) compra de galpão para a fábrica. b) venda de mercadoria a prazo. c) pagamento de salários administrativos. d) pagamento

Leia mais

Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos

Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos LISTA DE CONTAS CONTÁBEIS Lei 6.404/76 Art. 178. No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2013 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2013 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2013 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 363 Fornecedores 39.863 Aplicações Financeiras 2.346 Provisão Férias

Leia mais

Sumário. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos...

Sumário. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos... Sumário Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 15 1. CONCEITO... 15 2. TÉCNICAS CONTÁBEIS... 15 2.1. Escrituração... 16 2.2. Demonstrações contábeis... 16 2.3. Análise de balanços... 16 2.4.

Leia mais

PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Flávio Smania Ferreira 5 termo ADMINISTRAÇÃO GERAL e-mail: [email protected] blog: http://flaviosferreira.wordpress.com Demonstrações Contábeis: Representa

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2013 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2013 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2013 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 281 Fornecedores 32.561 Aplicações Financeiras 1.819 Provisão Férias

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2013 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2013 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE JULHO DE 2013 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 314 Fornecedores 36.047 Aplicações Financeiras 2.323 Provisão Férias

Leia mais

Palestra. Lei /07: DFC/ DVA - Obrigatoriedade. Elaborado por:

Palestra. Lei /07: DFC/ DVA - Obrigatoriedade. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3662-0035 Email: [email protected] web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2015 (Em R$ Mil)

CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2015 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2015 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 11.859 Fornecedores 40.112 Contas a Receber 77.159

Leia mais

À vista do exposto, é correto afirmar que o valor em uso da referida máquina foi estimado pela companhia como correspondente, em R$, a:

À vista do exposto, é correto afirmar que o valor em uso da referida máquina foi estimado pela companhia como correspondente, em R$, a: 1 LISTA DE QUESTÕES 1) Em relação aos saldos existentes de Ativo Diferido e Reservas de Reavaliação em 31.12.2008, as novas normas contábeis introduzidas a partir da vigência das Leis n 11.638/2007 e n

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2009 (Em R$ Mil)

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2009 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2009 ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e Bancos 373 Fornecedores 34.870 Aplicações Financeiras 5.290 Provisão Férias e Encargos 34.777

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2015 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2015 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2015 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 714 Fornecedores 64.985 Contas a Receber 226.960

Leia mais

Seja bem vindo 9 edição Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques

Seja bem vindo 9 edição Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques Seja bem vindo 9 edição Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques 1 AULA 3 2 Método de estudo \o/ TEMAS MAIS COBRADOS TEORIA DA CONTABILIDADE Classificação de contas Lançamentos contábeis Características

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2012 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2012 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE NOVEMBRO DE 2012 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 922 Fornecedores 31.124 Aplicações Financeiras 13.013 Provisão

Leia mais

EXAME DE SUFICIÊNCIA - CRC

EXAME DE SUFICIÊNCIA - CRC EXAME DE SUFICIÊNCIA - CRC 1 QUESTÃO 01 - CONTABILIDADE GERAL EXAME 2.2012 Com base nas informações a seguir, elabore a Demonstração da Mutação do Patrimônio Líquido (DMPL), e, em seguida, assinale a opção

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2012 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2012 (Em R$ Mil) CNPJ 47.902.648/0001-17 CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE AGOSTO DE 2012 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos 855 Fornecedores 29.290 Aplicações Financeiras 32.139 Provisão

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ DIGITEL SA INDUSTRIA ELETRONICA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ DIGITEL SA INDUSTRIA ELETRONICA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa ativo circulante dinheiro e cheques no estabelecimento da devedora

Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa ativo circulante dinheiro e cheques no estabelecimento da devedora 1 Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa dinheiro e cheques no estabelecimento da bancos conta saldos das contas bancárias que a movimento movimenta clientes valores a receber dos clientes

Leia mais

TCU - Aula 03 C. Geral III

TCU - Aula 03 C. Geral III Sumário 1 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 051 Critérios de avaliação de ativos... 2 2 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 052 Critérios de Avaliação de Ativos... 2 3 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão

Leia mais

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2014 (Em R$ Mil)

CNPJ / CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2014 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 28 DE FEVEREIRO DE 2014 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 6.548 Fornecedores 39.152 Contas a Receber 170.236

Leia mais

Comentários da prova ISS Cuiabá/MT Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova ISS Cuiabá/MT Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo CONTABILIDADE GERAL - ISS CUIABÁ/MT - 2016 Olá amigos, No último final de semana foi realizado pela FGV a prova do ISS Cuiabá/MT. Analisando as questões da disciplina

Leia mais

Aula 07 Análise TCU III

Aula 07 Análise TCU III Sumário 1 TCRO Auditor CESPE 2013 - Questão 096 - Análise de Demonstrações Contábeis... 2 2 TCRO Auditor CESPE 2013 - Questão 097 - Análise de Demonstrações Contábeis... 2 3 TCU Analista (CESPE/ 2008)

Leia mais