TV Digital e IPTV e Tendências
|
|
|
- Augusto Carlos Quintão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TV Digital e IPTV e Tendências Carlos Ferraz [email protected] [email protected]
2 Tópicos Principais motivações de TV digital Alta definição Multiprogramação Interatividade Mobilidade TVD aberta TVD por assinatura IPTV
3 TV Produção Programação Distribuição/Transmissão Recepção/Apresentação
4 TV Digital Produção Digital Agregação de Serviço Programação Distribuição/Transmissão Digital Recepção/Apresentação Digital Interatividade
5 TV Digital: Visão Geral
6 Vendo na prática
7 Modulador Up-Converter Down-Converter Demodulador
8 Modulador COFDM DVB-T
9 Transmissor / Repetidor Digital (DVB-T) VHF e UHF
10
11
12
13 TVD: Motivações Principais Alta Definição (HD High Definition)
14 Melhor qualidade Imagem Dimensão 16:9 x 4:3 Interlaced x Progressive Scan Resolução HDTV (1920x1080) x SDTV (704x480) Som Fidelidade Mono x Estéreo x 5:1 x 6:1 x 7:1
15 TVD: Motivações Principais Alta Definição (HD High Definition) Multiprogramação MPEG2 Stream DBS-1 News (A/V Service) DBS-2 Sports (A/V/D Service) DBS-3 Stock Ticker (Data Service)
16 TVD: Motivações Principais Alta Definição (HD High Definition) Multiprogramação Interatividade
17 Interatividade Local: sem canal de retorno (ex. EPG) One-way: com canal de retorno (ex. linha telefônica) Votação (sem resposta) Plena: com canal de retorno full-duplex (canal de interatividade) Video on demand, aplicações multimídia, chat, entre alguns outros serviços de Internet Controle remoto + STB + TV (2m, comum) PC, em vários aspectos: usabilidade, interfaces, atratividade, custos,... Usuário TV Usuário PC Diversas alternativas de de canal de de retorno: diferenças no no tipo e na na qualidade da dainteratividade
18 TVD: Motivações Principais Alta Definição (HD High Definition) Multiprogramação Interatividade Mobilidade
19 TVD Móvel: Arquitetura para Serviços Convergentes IP-based Networks, Services and TermINals for Converging SysTems
20 TVD Aberta Essencialmente terrestre HDTV!!! Multiprogramação carece de modelo de negócio Múltiplos patrocinadores Multi-câmeras pode enriquecer a experiência do usuário E atrair atenção dos patrocinadores Interatividade: a eterna grande incógnita A busca pela killer application No Brasil: o que será o EPG? Qual o canal de interatividade? Propaganda interativa!!! TV semi-aberta???? Mobilidade!?!? Novo horário nobre Personalização Somada à interatividade!!!! Mais personalização Mais serviços o ESG!!! Cadeia de valor enriquecida Novos negócios: operadoras de celular Convergência Múltiplas redes Múltiplos dispositivos TV semi-aberta!!!!
21 TV por Assinatura Predominantemente a cabo e por satélite, hoje HDTV banda???...!!! Multi-câmeras (o sentido da multiprogramação na TV por assinatura) despertará muito interesse do usuário!!! Interatividade Naturalmente no cabo!!! A busca pela killer application good is enough!!! Satélite Qual o canal de interatividade? Mobilidade TV terrestre por assinatura!!! Em breve, IPTV!!!
22 IPTV A diferença
23 IPTV IPTV InternetTV (Ex.: YouTube, Google Video, Channel Chooser), assim como IPTelephony VoIP (Ex.: Skype) IPTV opera sobre uma rede IP privada QoS Para a maioria dos provedores, IPTV se refere a banda larga com prioridade para TV, exceto para VoIP / IPTelephony (como no celular ) Telcos?!?!?! Regulamentação (Brasil, a princípio): Telcos: VoD Emissoras: IPTV (sobre infra de telco?) HDTV banda???...!!! Multiprogramação = multi-câmeras Interatividade!!!! mais do que qualquer outro modo de TVD (incl. interação social) Middleware: MS é um grande player (Microsoft TV MediaRoom TM ) The best in TV plus all your media in one place : Favorites [My Movies, My Shows], Live TV, Recorded TV, VoD, Convergência IMS? Mobilidade WiMax???
24 Conclusões HDTV!!! Interatividade??? Middleware multiplataforma: terrestre+cabo+ + móvel+iptv DRM??? Segurança??? Mobilidade!!! IPTV!!! Aspectos a atacar: Banda larga (última milha) Oportunidade Custo de acesso Desafio Regulamentação Oportunidade Middleware e serviços Oportunidade
IPTV. Fundamentos e Sistemas Multimídia. Alex da Costa Castro e Fabiano Rocha Abreu UFF Universidade Federal Fluminense Profª.
IPTV Fundamentos e Sistemas Multimídia Alex da Costa Castro e Fabiano Rocha Abreu UFF Universidade Federal Fluminense Profª.: Débora IPTV Introdução Serviços IPTV Componentes da Infra-estrutura da Rede
TV Digital. Análise de Sistemas de Comunicações 2017/II Maria Cristina Felippetto De Castro
Pesquisa em inicia nos anos 70 Visava qualidade da imagem (cinema) Dificuldade em melhorar a qualidade da transmissão a partir de uma plataforma analógica Solução encontrada com o advento das tecnologias
O Mercado de TV Assinatura
STA O Mercado de TV Assinatura André Sanches - NET Serviços Bem vindo! Dados do setor; Tecnologias; Evolução tecnologia/serviços; 3 Play ; Pirataria. Objetivo Dados do setor Fonte ABTA Dez/ 2,7 Milhões
Manoel Campos da Silva Filho Mestre em Engenharia Elétrica / UnB 16 de novembro de 2011
Sistemas Pós graduação em Telemática - Introdução à TV Digital Manoel Campos da Silva Filho Mestre em Engenharia Elétrica / UnB http://manoelcampos.com Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
Soluções para Transmissão de Vídeo Digital IP utilizando plataformas Satélite e Terrestre
Soluções para Transmissão de Vídeo Digital IP utilizando plataformas Satélite e Terrestre Marcos Mandarano 30-31 Janeiro 2007 Informações de direitos exclusivos. Não pode ser reproduzido sem autorização
Rone Ilídio da Silva DTECH/UFSJ/CAP
Rone Ilídio da Silva DTECH/UFSJ/CAP Futuro da telefonia celular para 2020 Visão A sociedade terá acesso ilimitado à informação, que deve ser compartilhada a todos, em qualquer lugar, a qualquer momento.
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga Guido Lemos de Souza Filho Luiz Eduardo Cunha Leite LAVID DI - UFPB Instituições Selecionadas para Elaborar Propostas de Alternativas Tecnológicas Requisitos
Inserindo TV no IPTV. Felipe Luna. 30 de Janeiro de Diretor Regional- Brasil & Cone Sul.
Page 1 assuredcommunications Inserindo TV no IPTV Felipe Luna Diretor Regional- Brasil & Cone Sul [email protected] +55 11 4197 3113 30 de Janeiro de 2007 UMA empresa acompanhando toda a cadeia de
EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL. Grupo: Anna Claudia Geraldo Vinicius Guilherme Spadotto Rafael Cunha.
EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL Grupo: Anna Claudia Geraldo Vinicius Guilherme Spadotto Rafael Cunha. INTRODUÇÃO A influência do Protocolo de Internet (IP) nos setores de Telecomunicações, criando
Sat HD. Manual do Usuário. Sintonizador de TV Digital Full SEG OTV-100FS
Sat HD Sintonizador de TV Digital Full SEG OTV-100FS Manual do Usuário (47) 3029 1990 www.orbedobrasil.com.br R. Papa João XXIII, 882 / 03 Iririú Joinville Brasil 89227-300 SOLUÇÕES DE PROBLEMAS ÍNDICE
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
- TV Digital Via IP (IPTV) www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito IPTV - TV Digital Via IP A IPTV (Internet Protocol TeleVision) é um novo método de transmissão
Sistemas de Radiodifusão Sonora Digital Terrestre
Sistemas de Radiodifusão Sonora Digital Terrestre Lúcio Martins da Silva AUDIÊNCIA PÚBLICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SENADO FEDERAL ASSUNTO: IMPLANTAÇÃO DA RÁDIO
Windows Partners Day Oportunidades de Mercado com Windows Media Center
Windows Partners Day Oportunidades de Mercado com Windows Media Center Windows Media Center (MCE) Uma interface para os usuários consumirem todos os seus conteúdos digitais: fotos, músicas, programas de
Planilha1. 11 Sistema de Transmissão de Sinais de Televisão Digital Terrestre
ITEM INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Equipamentos para Monitoração de Sinais de Vídeo, Áudio e Dados Digitais, Compressão 1 MPEG-2 e ou MPEG-4(H.264) e análise de protocolos de transmissão de televisão digital
Redes de Difusão Digital Terrestre
FEUP 2006/2007 Redes de Difusão Digital Terrestre 10 Dezembro 2006 Trabalho por: Nuno Pássaro [email protected] Nuno Faria [email protected] Objectivos do Trabalho Análise do processo de passagem da TV analógica
SET2012. Distribuição do BTS na Interiorização TVD Cases e Desafios
SET2012 Distribuição do na Interiorização TVD Cases e Desafios DEMANDAS MODELOS, EQUIPAMENTOS ENVOLVIDOS E MODELO HÍBRIDO PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DESENVOLVIMENTO, NOVAS DEMANDAS REDES SFN IMPLANTADAS
Um estudo sobre localização de serviços sensíveis ao contexto para Televisão Digital Móvel
Um estudo sobre localização de serviços sensíveis ao contexto para Televisão Digital Móvel VALDESTILHAS, André RESUMO A popularização de dispositivos eletrônicos como celular e GPS (Global Position System)
SERVIÇOS QUADRIPLAY SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA DE SUPORTE REDES 2008 BRASÍLIA
SERVIÇOS QUADRIPLAY SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA DE SUPORTE REDES 2008 BRASÍLIA Razão do Sucesso! del.icio.us social bookmarking linklogs Joost Orkut digg IPod wikis last.fm Vista weblogs Technorati podcasts
Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios
Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Congresso SUCESU-SP 2007 Integrando Tecnologia aos Negócios 29/11/07 Juliano Castilho Dall'Antonia Diretor de TV Digital w w w. c p q d. c o m. b r 1 Sumário
Mas afinal, o que é a CONVERGÊNCIA?
Tecnologia 40 Mas afinal, o que é a CONVERGÊNCIA? DSL Cabo Fibra Móvel Móvel WiFi em movimento Convergência TERMINAL é poder MULTI- se comunicar ÓTIMO MÍDIA independente de local, dispositivo de acesso
Padrões de Middleware para TV Digital
Padrões de Middleware para TV Digital Alexsandro Paes, Renato Antoniazzi UFF Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Departamento de Engenharia de Telecomunicações Mestrado em Telecomunicações
Leitura Complementar: Redes de Acesso
Leitura Complementar: Redes de Acesso Volnys Borges Bernal [email protected] Redes de Acesso? Agenda Introdução Visão de uma Rede Broadband A Rede de Acesso Tecnologias de rede de acesso Crescimento da
INTRODUÇÃO A TV DIGITAL
INTRODUÇÃO A TV DIGITAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO A TV DIGITAL DEFINIÇÃO EMISSORA DE TV ABERTA...02 TRANSMISSÃO ANALÓGICA...03 MULTIPERCURSO...04 TRANSMISSÃO DIGITAL...07 TRANSMISSÃO DE ALTA QUALIDADE...08
Sistemas de Telepresença de sala e pessoais
Sistemas de Telepresença de sala e pessoais Complete solutions for any room SONY XL55 SONY XG55 SONY XG80 SONY XG-77/100 3 ANOS Prime Support em todos os modelos! Serie PCS SONY PCS XL-55: All in one HD
AGENDA O BRASIL DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO ARQUITETURA DE TECNOLOGIA ÚLTIMOS NÚMEROS
SET 2016 AGENDA O BRASIL DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO ARQUITETURA DE TECNOLOGIA ÚLTIMOS NÚMEROS O BRASIL 4:31h Tempo vendo TV 38% Domicílios com Banda Larga 4:59h Tempo na Internet 168MM Smartphones no Brasil
2º Fórum Integrado de Tecnologia e Inovação Programação
2º Fórum Integrado de Tecnologia e Inovação - 2014 Programação O Forum O que é Encontro técnico do grupo com painéis de debates, palestras e demonstrações. O principal foco é técnico, mas com uma abordagem
ACESSO de BANDA LARGA. Uma perspectiva de Operador
ACESSO de BANDA LARGA Uma perspectiva de Operador António Varanda I S T Lisboa, 8-Maio-2007 SUMÁRIO Um pouco de história e a evolução da Banda Larga Vídeo em tempo real: requisitos Análise de Operador:
SENTIDOS E DESAFIOS DE OTT PARA PROFISSIONAIS: BROADCAST TRADICIONAL E BROADCAST STREAMING. Vitor Oliveira
SENTIDOS E DESAFIOS DE OTT PARA PROFISSIONAIS: BROADCAST TRADICIONAL E BROADCAST STREAMING Vitor Oliveira 1 Agenda: 1. OTT SIGNIFICADOS 2. RISCO MORAL 3. DESAFIOS REGULATÓRIOS DO VoD 4. CONVERGÊNCIA E
1.1 Descrição do Problema
1 Introdução Os sistemas de televisão aberta estão passando, atualmente, por um processo de substituição de suas plataformas analógicas por plataformas e tecnologias digitais. Esta mudança está provocando
UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Aula-02
UFSM-CTISM Comunicação de Dados Aula-02 Professor: Andrei Piccinini Legg [email protected] Santa Maria, 2012 Sistema de Comunicação Digital Fonte de informação Modulador Informatica Canal Destino Demodulador
Manual de Instalação do DVB-T 300U
Manual de Instalação do DVB-T 300U Conteúdo V2.0 Capítulo 1 : Instalação da TV Box do DVB-T 300U...2 1.1 Conteúdo da Embalagem...2 1.2 Exigências do Sistema...2 1.3 Instalação do Hardware...2 Capítulor
ATSC - O melhor padrão para a TV DIGITAL do Brasil
ATSC - O melhor padrão para a TV DIGITAL do Brasil Câmara dos Deputados Seminário Internacional TV Digital obstáculos e desafios para uma nova comunicação Sávio Pinheiro Brasília-DF 16 de Maio de 2006
Redes de Computadores e a Internet Kurose. Prof. Rone Ilídio da Silva DTECH-CAP-UFSJ
Redes de Computadores e a Internet Kurose Prof. Rone Ilídio da Silva DTECH-CAP-UFSJ Itens do Livro Capítulo 1 Redes de Computadores e a Internet 1.1 O que é a Internet? 1.1.1 Uma descrição dos componentes
ESPECIFICAÇÕES: TV LED Smart com Ambilight Spectra 3 e Pixel Precise HD Philips 127 cm (50") Full HD 3D DGTV
ESPECIFICAÇÕES: Pelas informações oferecidas para cotações acreditamos ser um Televisor de 52 da Marca Philips, caso seja realmente o mesmo está em falta no mercado (Philips PFL8605D) então estamos ofertando
Localização de conteúdos last-mile e monetização para redes ISDB-Tb com entrega eficiente. Apresentação Youcast Evento Regional SET Sul
Localização de conteúdos last-mile e monetização para redes ISDB-Tb com entrega eficiente Apresentação Youcast Evento Regional SET Sul Quem somos youcast! nasceu em 2012 como integradora e distribuidora
4 O sistema brasileiro de TV digital
4 O sistema brasileiro de TV digital 4.1 Histórico da implantação no Brasil O Brasil, junto com Coréia do Sul, China e Japão, são os únicos países onde é possível assistir gratuitamente toda a programação
Estratégia de Radiodifusão Digital de Moçambique. Simão Anguilaze
Estratégia de Radiodifusão Digital de Moçambique Simão Anguilaze Estratégia de Radiodifusão Digital Objectivos da Estratégia GERAL O objecto da presente estratégia é a definição de premissas que orientem
Redes de Telecom Evolução e Tendências
Redes de Telecom Evolução e Tendências Eng. Egidio Raimundo Neto [email protected] 1 Seminário - PRODAM IN COMPANY Planejamento, Tecnologia e Serviços para o Cidadão Agenda 1. Redes e Sistemas
CFTV Digital. CFTV Digital. Componentes Básicos de um Sistema de CFTV. Endereço IP.
Brasil, 22 de novembro de 2007 Marcelo Peres CREA 92.033td 1 Componentes Básicos de um Sistema de CFTV Conjunto Câmera/Lente Meio de Transmissão Processamento de Vídeo e Gravação Monitor Página 3 Redes
Protegendo mídia DRM, monitoramento online e mais
Protegendo mídia DRM, monitoramento online e mais 2016 em todo o mundo penetração de dispositivos conectados 15% 49% 18% Smart TV 21% STB 13% Fonte: Ovum 2015 Crescimento global de serviços OTT em todos
ABINEE TEC Padrão Digital - TV e Rádio
Padrão Digital - TV e Rádio Painel Padrão Digital - TV e Rádio: Perspectivas para a Indústria de Componentes - Investimentos e Mercado 1 Desenvolvimento no Brasil - Situação Atual Sistema Brasileiro de
A Tecnologia a Serviço sdas Ideias
sua A Tecnologia a Serviço sdas Grandes Ideias 1 Entre os 10 maiores integradores do Brasil Destaques Operacionais Mais de 10,000 equipamentos gerenciados de LAN e WAN 9.000 sites em mais de 700 clientes
TV DIGITAL E SUAS TECNOLOGIAS. Willian Assalin da Silva - Acadêmicos da Faculdade Cenecista de Varginha - FACECA
TV DIGITAL E SUAS TECNOLOGIAS Willian Assalin da Silva - Acadêmicos da Faculdade Cenecista de Varginha - FACECA José Eduardo Silva Gomes - Orientador RESUMO Demonstrar os benefícios obtidos com a integração
Figura 1: Modelo de referência em blocos de um transmissor de TV Digital qualquer
2 TV Digital O estudo para a transmissão terrestre digital do sinal de TV Digital, conhecida por DTTB (Digital Television Terrestrial Broadcasting) já vem sendo feito há mais de dez anos, com o surgimento
Set-Top Boxes para Televisão Digital
Set-Top Boxes para Televisão Digital Pedro Cunha Nuno Mano 5ºano 1ºsemestre Televisão Digital Objectivos Este trabalho tem como objectivo estudar-se o tipo de STBs(SET-Top- Boxes) actualmente disponíveis
TV Dig ital - S ocial
Edson Luiz Castilhos Gerente Célula Software Livre - RS Marco Antonio Munhoz da Silva Gestor Projeto TV Digital Social 1 AGENDA O que é TV Digital? Histórico TV Analógica x TV Digital Sistema de TV Digital
Telefonia Fixa e VOIP NGN. Prof. Marco Cazarotto
Telefonia Fixa e VOIP NGN Prof. Marco Cazarotto NGN Next Generation Network Uma rede de dados convergente, onde as operadoras utilizam sua rede (backbones, acesso DSL, etc.), para não somente prover transporte
Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV5120/10 PT Manual do utilizador Índice 1 Importante 4 Segurança 4 Reciclagem 4 2 O seu SDV5120 5 Visão geral 5 3 Como iniciar 6 Instalação
PARA DEBATER O TEMA CONTEÚDO AUDIOVISUAL EM TEMPOS DE CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA GICA
AUDIÊNCIA PÚBLICA P PARA DEBATER O TEMA CONTEÚDO AUDIOVISUAL EM TEMPOS DE CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA GICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA DO SENADO FEDERAL. Brasília,
SISTEMAS DE VÍDEO. Instrutor : Claudio Younis
SISTEMAS DE VÍDEO Instrutor : Claudio Younis VÍDEO Sequência de imagens exibidas em uma determinada velocidade de modo que nosso sistema visual (olho, retina, nervo óptico e cerébro) reconstrua o movimento
Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social
Desenvolvimento de Aplicações Interativas GINGA NCL e LUA Projeto TV Digital Social Marco Antonio Munhoz da Silva DATAPREV Gestor do Proejeto TV Digital Social AGENDA Divisão dos assuntos em quatro partes
Middleware Ginga. Jean Ribeiro Damasceno. Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) RuaPassoda Pátria, 156 Niterói RJ Brasil
Fundamentos de Sistemas Multimídia Prof. ª Débora C. Muchaluat Saade Middleware Ginga Jean Ribeiro Damasceno Escola de Engenharia (UFF) RuaPassoda Pátria, 156 Niterói RJ Brasil [email protected] Introdução
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Instituições Selecionadas para Elaborar Propostas de Alternativas Tecnológicas Requisitos básicos b do SBTVD Robustez
Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV6122/10 PT Manual do utilizador 2 PT Índice 1 Importante 4 Segurança 4 Reciclagem 4 2 O seu SDV6122 5 Visão geral 5 3 Como iniciar 6
TDT Televisão Digital Terrestre
TDT Televisão Digital Terrestre Carlos Lages DPT/PLT [email protected] TDT Televisão Digital Terrestre Índice Introdução à tecnologia Desenvolvimento da TDT em Portugal O que vai a PT disponibilizar
Obrigado por adquirir o Receptor de TV Digital FT-TV-HDII.
APRESENTAÇÃO Obrigado por adquirir o Receptor de TV Digital FT-TV-HDII. Este aparelho é totalmente compatível com o padrão ISDB-T, com suporte aos formatos Full-Seg e 1-Seg, possui saída de áudio e vídeo
Redes sem Fio WPANs (IEEE ) Wireless Personal Area Networks. Ricardo Kléber. Ricardo Kléber
Redes sem Fio 2016.1 WPANs (IEEE 802.15) Wireless Personal Area Networks Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Turma: TEC.SIS.5M Redes sem Fio Onde Estamos? Sistemas de comunicação wireless
29 de Outubro Instituto Superior Técnico. Redes IPTV. Diana Félix nº Pedro Carreira nº 57972
29 de Outubro 2009 Instituto Superior Técnico Redes IPTV Diana Félix nº 56738 Pedro Carreira nº 57972 Agenda 1. Introdução 2. Arquitecturas de Rede 3. Como funciona o IPTV 4. Sistema de Gestão de Rede
Alexandre Dal Forno Diretor de Produtos
Serviços Corporativos Convergentes Alexandre Dal Forno Diretor de Produtos 2 Sumário A Intelig Telecom Portfólio Completo 3 A Intelig Telecom A Rede Intelig Telecom Investimento de R$ 2,8 bilhões em infra-estrutura
